Publicidade e Propaganda

23

Nov

Pesquisa: marcas ampliam quantidade de fãs no Instagram

Nos meses de julho, agosto e setembro, as marcas tiveram um crescimento de 3,7% no número de fãs do Instagram, na comparação com os meses anteriores de 2021. O índice foi apresentado pela edição mais recente do relatório Mídias Sociais 360º (#MS360FAAP), elaborado trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) do Centro Universitário Faap e a Emplifi.

Essa edição do relatório apresenta um novo formato em relação às anteriores. Elaborado desde 2014, o estudo, agora, apresenta os resultados mensurados com base em perfis cadastrados na plataforma da Emplifi, de acordo com diferentes categorias. Antes, a pesquisa considerava apenas os 100 perfis com mais interações em cada um desses grupos. Segundo o coordenador do núcleo de inovação em mídia digital da Faap, professor, Eric Messa, a mudança tem o objetivo de trazer dados mais próximos da realidade.

De acordo com o estudo os perfis de marcas cresceram mais, em quantidade de fãs, do que os de influenciadores. Enquanto os perfis de anunciantes tiveram um aumento de 3,7% no trimestre, os perfis de influenciadores apresentaram aumento de 1,5%, na quantidade de fãs, em relação ao trimestre anterior. Os detalhes do estudo podem ser vistos na página do relatório.

O relatório aponta que o motivo para esse movimento está, entre outras coisas, na melhora do desenvolvimento de conteúdo pelos perfis de marcas, que estão mais assertivos em sua comunicação. Além disso, a abertura da economia, com o enfraquecimento da pandemia, o que aumenta o interesse do consumidor por novos produtos e serviços.

O nível de engajamento dos influenciadores, no entanto, ainda é superior ao das marcas. Uma foto postada por um influenciador teve, na média, 7.424 interações no período, enquanto as fotos postadas por marcas, em média, tiveram 181 interações. A pesquisa Mídias Sociais 360º (#MS360FAAP) aponta, ainda, que a forma preferencial de interação com o Instagram ainda é o like.

Facebook
O estudo da Faap e da Emplifi também aponta que o Facebook ainda possui um papel importante para as estratégias de marcas e influenciadores. A categoria Mídia, que agrega as plataformas de notícias na rede social, foi a que recebeu maior número de interações no trimestre.

Cada post feito nesse segmento teve, em média, 70 mil interações (entre curtidas, reações, comentários e compartilhamentos). O professor Tiago Costa, que participou do estudo, alerta que, embora os influenciadores tenham no Instagram, TikTok e no YouTube suas principais plataformas, o Facebook também acaba sendo importantes para as interações. De acordo com o professor, cada página de influenciador na rede social tem, em média 461 mil fãs.

O estudo também mostra, no entanto, que a porcentagem de posts impulsionados no Facebook ainda é baixa em relação às publicações impulsionadas em todas as páginas. As marcas são os perfis que mais investem em impulsionamento pago de conteúdo. Porém, apenas 10,6% dos posts feitos por marcas no Facebook recebem verba para ampliar seu alcance.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/11/22/marcas-ampliam-quantidade-de-fas-no-instagram.html

17

Nov

Cannes Lions anuncia retorno da edição presencial em 2022

Depois de dois anos, a cidade de Cannes, na França, voltará a receber o mais importante festival de criatividade do planeta. A organização do Cannes Lions divulgou nesta segunda-feira, 16, que promoverá a edição presencial do Festival de 20 a 24 de junho do próximo ano. O evento não aconteceu em 2020 por conta da pandemia da Covid-19 e, neste ano, foi realizado de forma remota, ainda por conta das restrições de circulação.

Apesar de retomar o encontro presencial de representantes de agências, anunciantes e players de tecnologia de todo o mundo, a organização do Festival pretende manter uma programação híbrida para que a comunidade internacional possa continuar acompanhando o evento à distância.

“Mal podemos esperar para reunir a indústria e a comunidade mais uma vez. Por mais de 67 anos, o Cannes Lions tem sido uma força de convocação para a comunidade criativa global. A medida em que o mundo continua mudando, sabemos que nosso papel, como convocadores, precisa evoluir. Construir o Cannes Lions como um Festival híbrido nos permitirá continuar alcançando e expandindo a comunidade criativa que formamos por meio das iniciativas digitais criadas nos últimos 18 meses. É uma oportunidade de democratizar, inovar e reinventar o Festival para o futuro”, declarou Philip Thomas, chairman do Cannes Lions, em comunicado.

De acordo com a organização, os planos para a edição híbrida do Festival, que envolverá o Lions Menbership, comunidade de assinatura criada pelo Cannes Lions, ainda estão sendo desenvolvidos.

A organização também detalhou que retomará o modo tradicional de julgamento das categorias, com membros do júri realizando as primeiras etapas de avaliação das peças de forma remota e a conclusão da avaliação, com as decisões acerca dos Leões, sendo debatidas no interior do Palais des Festivals, local onde acontece o Cannes Lions.

Também em nota, Simon Cook, managing director do Lions, disse que a organização está estabelecendo as bases para que a comunidade tenha um Festival significativo. “Por meio de um conteúdo altamente selecionado, oportunidades de networking com a comunidade e várias iniciativas, o Cannes Lions oferecerá um fórum anual para a indústria global abordar as questões mais urgentes que o mundo vem enfrentando atualmente. Ao fazer isso, a sustentabilidade é prioridade para nós – e para toda a indústria – estamos comprometidos em colocar a sustentabilidade em nossa agenda. Junto a nossos parceiros, estamos empenhados em entregar o Festival mais sustentável da história”, declarou.

As inscrições para a edição de 2022 do Cannes Lions estarão abertas a partir de janeiro.

Fonte: Meio e Mensagem / Foto: Celina Filgueiras

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/11/16/cannes-lions-anuncia-retorno-da-edicao-presencial-em-2022.html

16

Nov

Pesquisa inédita traça perfil do empreendedorismo nas favelas de Natal

O empreendedor que vive nas favelas de Natal é, de modo geral, negro, de baixa renda, chefe de família, mais maduro e com menor escolaridade. Isso é o que mostra o novo levantamento feito pelo Data Favela, instituto de pesquisa formado pela união entre o Instituto Locomotiva e a CUFA (Central Única das Favelas), em parceria com o Sebrae no Rio Grande do Norte e divulgado nesta segunda-feira (15), durante o Fórum de Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto, no espaço Agência Sebrae Festa do Boi, em Parnamirim, região metropolitana de Natal.

Entre os entrevistados, 57% são homens, 67% são negros e com média de 42 anos de idade. Mais da metade deles, 54%, estudou até o ensino fundamental, e 91% estão nas classes C, D e E. Quando perguntado sobre os motivos que os fizeram empreender, 58% responderam que foi por necessidade.

O diretor técnico do Sebrae no Rio Grande do Norte, João Hélio Cavalcanti, destaca que mais uma vez, o estado cumpre seu papel vanguardista e transformador ao criar a certificação para os negócios de impacto social. “O trabalho realizado pelo comitê estadual, comprometido com o futuro do país e o pleno desenvolvimento sustentável dos negócios, chancela a decisão tomada pelo governo, contribuindo na construção de um arcabouço legal, estratégico e importante para a geração, qualificada, de trabalho e renda no RN”, afirma João Hélio, reiterando ser um avanço importante e significativo para os negócios potiguares.

Embora 63% dos empreendedores estejam dentro da informalidade, 59% deles gostariam de ter CNPJ. Esses trabalhadores são, em maioria, comerciantes: 55% trabalham em comércios de produtos fabricados por terceiros, 45% atuam no ramo de alimentação e bebidas e metade tem um ponto próprio, sendo que outros 34% trabalham de casa.

“A pesquisa nos revela que, assim como em outras regiões do Brasil, existe muita potência nas favelas de Natal, que as pessoas estão dispostas a empreender, mas muitas delas ainda esbarram em desafios como falta de ensino e de infraestrutura básica para o trabalho”, comenta Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, que participou do fórum de forma remota.

“A gente percebe que, mesmo com todos os problemas econômicos que afetam as populações mais pobres, as pessoas nas favelas estão correndo atrás de seus sonhos, de suas ambições, e usando a criatividade para driblar o desemprego”, afirma Preto Zezé, presidente da CUFA, que também participou do evento de forma virtual.

São poucos os empreendedores que atuam em sociedade. Apenas 8% declararam ter sócios e 14% disseram ter funcionários. Destes, a maioria costuma construir esse vínculo com familiares, sendo 84% entre os que têm sociedade e 68% entre os que contratam.

Ao todo, 80% dos empreendedores das favelas de Natal contam com acesso à internet no trabalho, mas apenas 36% fazem atendimento online. A pesquisa também demonstrou que muitos dos entrevistados ainda carecem de uma maior organização financeira. Isso porque somente 32% conseguem separar o dinheiro do negócio das finanças domésticas e 67% são bancarizados.

Data Favela

A pesquisa foi realizada nas comunidades de Natal. A amostra é composta de 459 entrevistas realizadas entre 19 de agosto e 3 de setembro de 2021, com homens e mulheres a partir de 18 anos.

Primeiro instituto de pesquisa especializado em favelas,o Data Favela atua com o objetivo de dar voz à sua população, combinando a expertise de pesquisa do Instituto Locomotiva ao conhecimento e proximidade das favelas da CUFA. Atua nesses territórios de forma fluida e profissional, seja entrevistando seus moradores, seja treinando-os para atuarem nos estudos realizados. É um processo socialmente responsável, que coleta informações confiáveis ao mesmo tempo em que fornece qualificação profissional e geração de renda para os moradores das favelas.

11

Nov

Cinco coisas que os publicitários precisam saber sobre o metaverso

O metaverso já era um concorrente a palavra da moda em 2021, mas quando o Facebook anunciou sua mudança de nome corporativo para Meta para sinalizar um aumento do foco no metaverso, as coisas pularam para outro nível.

O rebranding de Facebook é outro sinal de que as marcas precisam se movimentar rapidamente para capitalizar na oportunidade dentro do metaverso, porque os avanços tecnológicos entre hardware, software e conectividade estão ajudando a criar interações humanas críveis e experiencias altamente imersivas como nunca antes visto. Isso, junto das mudanças comportamentais e mais dependência de infraestruturas digitais no nosso dia a dia, trazida pela pandemia, cria infinitas possibilidades para marcas mergulharem.

Mas ainda não está claro para muitas marcas o que eles podem fazer agora para começar a introduzir o metaverso em seus planos de marketing. Aqui estão algumas possíveis portas de entrada para a maioria das experiências digitais.

1. Desde a moda virtual até imobiliária virtual e acessórios in-game, pessoas estão pagando dinheiro (de verdade) para posses virtuais.

Enquanto jogos e apps sociais apoiam mais criatividade e variação de design, pessoas estão pagando por itens virtuais que ajudam a sinalizar seus avatares e valores, assim como fariam no mundo real.

Para a maioria das marcas, a oportunidade mais imediata é de criar itens usáveis em jogos ou experiências sociais. As maiores oportunidades envolvem parcerias com jogos como Fortnite, Roblox ou League of Legends. Essas plataformas são extremamente seletivas e vão trabalhar de perto com a empresa para criar algo que contribua para a experiencia gamer em seu jeito nativo (por exemplo, marcas de moda de luxo como Balenciaga se juntando com o Fortnite). Mas ainda é possível criar skins de marca em plataformas que tem marketplace abertos, como Skater XL, The Sims e Animal Crossing.

Além disso, as marcas podem criar lentes hipnotizantes de moda virtual e realidade aumentada no Snapchat, que tem o melhor recurso de rastreamento de corpo inteiro. A Dept lançou as primeiras lentes de moda virtual lá em 2019 para a loja online da ASOS e sua marca de Gen Z, Collusion. Quando as lentes reconhecem itens da coleção de roupas influenciada por jogos, as roupas foram animadas em realidade aumentada.

2. Enquanto a sociedade gasta mais tempo online, nós valorizamos mais os ativos digitais e expressamos isso através da aquisição de domínios virtuais.

A forma mais popular de propriedade virtual são os NFTs, que dão um jeito de transferir a propriedade de ativos virtuais entre pessoas, companhias e criadores.

Algumas marcas lançaram edições limitadas de NFTs. A mais notável é a NBA Top Shot, que arrecadou mais de U$700 milhões em vendas de NFTs desde seu lançamento. A Coca-Cola, Pringles, McDonald’s, Taco Bell, Microsoft e Nike também lançaram suas coleções.

3.  É possível construir locais, mundos, espaços e lugares 3D completamente imersivos do zero.

Uma das oportunidades mais imediatas para as marcas no metaverso neste momento é criar locais, mundos e espaços virtuais para receber eventos e experiências. É uma oportunidade criativa aparentado como os primeiros sites de marcas.

Com a pandemia restringindo investimentos em massa, a Eurovision precisou criar uma versão virtual de seu festival anual de música. Juntos, criamos uma experiência inovadora virtual para 500 mil visitantes que capturou a atmosfera da Eurovision e a cidade de Rotterdam, na Holanda, com conteúdo e experiências 3D todos os dias.

As marcas podem também fazer parcerias com mundos virtuais existentes para hospedar eventos dentro deles, como a Gucci com o Roblox e a Coca-Cola com a Decentraland. O Fortnite também lança continuamente novas áreas para o mapa do jogo com parcerias com marca como Disney (para o Star Wars), e Marvel (para o Capitão América, Nexus War e Deadpool).

4. A linha entre experiências digitais e físicas está rapidamente diminuindo, criando formas de entretenimento e experiências de realidade estendida.

Essas novas experiências são geralmente interativas, experimentando o “junto”, adicionando uma camada visual para a realidade ou transpondo comportamentos tradicionais IRL nas plataformas digitais.

As experiências são geralmente experimentadas através de realidade aumentada em celulares, mas os óculos recentes do Snapchat são um grande passo adiante. Diferente de tentativas anteriores, essas lentes sobrepõem a realidade aumentada diretamente no topo da visualização através das lentes, ao invés de aumentar a filmagem retrospectivamente. O Snapchat também lançou as lentes conectadas, onde é possível co-experimentar a realidade aumentada com alguém usando celulares diferentes, que introduz um senso de fisicalidade na experiência digital.

Outras marcas estão experimentando neste espaço com eventos ao vivo. A Amazon Prime lançou a primeira experiência de gaming na realidade do mundo, jogado ao vivo na Twitch para a estreia do filme Sem Remorso. O evento foi programado como um cinema, teve a interatividade de um jogo, foi filmado como um comercial e transmitido como um evento esportivo.

5. Se as pessoas não podem chegar fisicamente até você, crie uma loja ou exibição virtual.

Enquanto o mundo fechava devido à pandemia, os varejistas rapidamente investiam em réplicas digitais de suas experiências presenciais. Se as pessoas não podem chegar às marcas, é preciso levar a experiência 3D até eles.

Vimos os exemplos das lojas da Animal Crossing desde a Net-A-Porter até Fila, as experiências de realidade virtual de marcas como Dermalogica e uma faixa de lojas e exibições muito bem executadas online. A marca de moda Ganni tem reimaginado como engajar seus compradores B2B com uma experiência de loja imersiva, que inclui um lookbook do caimento, estilo, forma e textura de cada item em 360º.

Não existe apenas um jeito de entrar no metaverso. Ainda que não se tenham os recursos técnicos de uma grande empresa, mas qualquer marca tem a habilidade de começar de forma menor. É importante determinar o “porque” da sua marca para o futuro e fazê-lo agora.

E não é preciso ter medo de brincalhão, porque o metaverso vai ser definido pelos muitos, não pelos poucos. E ninugém quer ser abandonado.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/11/10/cinco-coisas-que-os-publicitarios-precisam-saber-sobre-o-metaverso.html

9

Nov

Globo revela os finalistas do Profissionais do Ano 2021; confira lista completa

Nesta segunda-feira, 8, a Globo divulgou os finalistas da edição 2021 do Profissionais do Ano. A premiação, que chega a sua 43a edição, destaca os filmes publicitários mais criativos veiculados na grade da Globo ao longo do ano.

Neste ano, a Globo fez algumas modificações nas categorias da premiação, que visam abranger diferentes utilizações do conteúdo publicitário da emissora. Ao todo, os finalistas concorrem aos prêmios nas seguintes categorias: Campanha, Filme 30+, Ações em Conteúdo, Integrada, Filme 15″, Filme 30″ e Valor Social.

Os finalistas foram definidos por um júri composto por 65 profissionais do mercado publicitário, que, ao todo, avaliaram mais de 700 trabalhos inscritos.

Entre os finalistas, a Africa, AlmapBBDO e Wunderman Thompson emplaram três trabalhos cada. A Soko, Suno United Creators e a DPZ&T possuem duas peças cada entre os finalistas. A VMLY&R, Dojo, BETC, Ogilvy, Propeg, Morya e Renca Comunicação também têm um trabalho cada entre os finalistas.

Veja, abaixo, a lista dos trabalhos finalistas na categoria Nacional do Profissionais do Ano 2021. Além desses, a Globo também anunciou os finalistas das etapas Regionais, que podem ser vistos no site da premiação. Os vencedores do Profissionais do Ano serão revelados no próximo dia 19, às 18h, pelo Globoplay.

CAMPANHA: “Explicações”
Da AlmapBBDO para O Boticário

“Privacidade”
Da Africa para Itaú

“Rimas”
Da AlmapBBDO para a Elo

FILME 30+: “Armários”
Da VMLY&R para a Via Varejo

“Guaraná 100 anos”
Da Soko para Ambev (Guaraná Antarctica)

“Tatuagem”
Da AlmapBBDO para O Boticário

AÇÕES EM CONTEÚDO: “Angela”
Da Wunderman Thompson para a Avon

“Festa do pijama no BBB”: Da DPZ&T para o McDonald’s

“O uniforme oficial do brasileiro”: da Dojo para Alpargatas

INTEGRADA: “Avon ta On”: Da Wunderman Thompson para Avon

“Desfile n. 1”
Da Africa para a Ambev (Brahma)

“Santander SX”
Da Suno United Creators para o Santander

FILME 15″: “Beleza do Processo” Da Suno United Creators para Heineken

“Duelo Power Fusion” Da BETC para Veja

“Juntos tem mais sabor” Da Wunderman Thompson para Recofarma Indústria do Amazonas

FILME 30″: “Alice”
Da Africa para Itaú

“Chickenês”
Da DPZ&T para McDonald’s

“Safira”
Da Ogilvy para Nestlé Brasil

“Vivo 4%”
Da Soko para a Vivo

VALOR SOCIAL: “I Will Survive”
Da Propeg para Grupo Gay da Bahia

“Naquela Mesa”
Da Morya para Secretaria de Comunicação Social – Governo da Bahia

“Valorize o Comércio Local”
Da Renca Comunicação para Senac L Fecomércio Cuiabá

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/11/08/globo-revela-os-finalistas-do-profissionais-do-ano-2021.html

27

Out

Pesquisa: creators têm dificuldade em monetizar seu conteúdo

Os canais digitais proporcionaram aos produtores de conteúdo novas formas de gerar receita, como o surgimento de marcas nativas do próprio influenciador, como é o caso da Boca Rosa Beauty, da Bianca Andrade, em parceria com as marcas Cadiveu (para cabelos) e Payot (maquiagem), e que vem crescendo cada vez mais com a demanda de e-commerce, ou mesmo a integração de movimentos de monetização dentro das plataformas, como acontece no YouTube e Twitch.

No entanto, dados do instituto Atlantico revelam que os creators têm dificuldade em monetizar seus conteúdos. Entre os pesquisados, 23% não consegue aplicar valor em seus canais, enquanto apenas 14% geram uma receita superior a R$2.500, por mês.

Para avaliar o cenário econômico dos influenciadores brasileiros, o instituto  realizou o estudo “Creators Economy”, que contou com entrevistas com mais de 5 mil criadores de conteúdo e influenciadores digitais – que iniciaram suas produções na década de 90 até os dias atuais – a respeito das plataformas e formas de monetização utilizadas por esses profissionais.

A pesquisa levou em consideração dados voltados a ascensão das novas plataformas de conteúdo, como é o caso do YouTube, rede que conta hoje com 2.275 canais disponíveis, tendo o KondZilla como o maior canal brasileiro, com quase 65 milhões de inscritos e com vídeos que ultrapassam a marca de 1 bilhão de visualizações.

Apesar disso, o YouTube é preferência de apenas 25% dos influenciadores. A pesquisa indicou que 80% dos produtores entendem o Instagram como uma ferramenta essencial para o seu trabalho, seguido pelo Whatsapp com 60%.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/10/27/creators-tem-dificuldade-em-monetizar-seu-conteudo.html

20

Out

Branded content: recall é 60% maior do que outros tipos de publicidade

Numa realidade onde diversos players estão constantemente atrás da atenção dos mesmos consumidores, o branded content se mostra estratégico na diferenciação ante os concorrentes. Estudo realizado pela  IPG MediaLab, com Forbes e Syracuse University’s Newhouse School, apontou que o método gera recall para as marcas 59% maior do que os outros tipos de publicidade digital. Mas como criar estratégia efetiva para se conectar com o público? De acordo com Rodrigo Martins, gerente de conteúdo da Rock Content, o primeiro passo é conhecer o público, estudar os clientes, entender o que os move, seus interesses pessoais, como ajudar a solucionar seus problemas e, por fim, entender a mensagem que a sua marca quer passar.

“(A mensagem) Não pode ser genérica. O branded content não é campanha de awareness comum. Ela conecta suas personas à sua marca não pelos atributos do produto ou a exposição da marca, mas pela informação e valores emocionais que coexistem entre empresa e persona. Por isso, tal qual vemos no livro Start With Why, do Simon Sinek, a marca precisa estar bastante consciente de seus propósitos para que a mensagem seja certeira. Depois, é necessário fazer um estudo dos canais e formatos que melhor conseguem atingir a sua persona e a sua mensagem. Seja vídeo, áudio ou texto. Se você conhecer bem a sua persona, fica fácil entender como ela consome conteúdo”, explica o executivo.

Depois desse processo, afirma Martins, é preciso planejar os canais, que podem ser proprietários, como Red Bull e Dove, ou fazer parcerias com sites e outros canais, como TV e rádio, para ter acesso a audiência que conversa com sua persona e seu propósito. Para Vinícius Martins, head de marketing e comunicação da Take Blip, o principal ponto para criar estratégia de branded content para se conectar com o público é encontrar um veículo parceiro que se conecte com o posicionamento da sua marca e converse com a audiência que você deseja. 

“O trabalho precisa ser a quatro mãos, assim como nós fornecemos insumos e conhecimento específico sobre o produto/serviço, a percepção do veículo sobre o tom da comunicação e a melhor forma de atrair a sua audiência é fundamental. O branded content é muito flexível, o que abre diversas possibilidades para sua criação”, comenta o head.  O profissional diz que, nesse processo, é preciso deixar de lado métricas de vaidade e focar no que realmente gerou valor no projeto. E essa mensuração deve ser alinhada com o veículo, assim os prazos são adequados entre as partes. Além disso,  utilizar links parametrizados para entender o tráfego de usuários também é uma boa ferramenta para análise. Na Take Blip, são realizados investimentos de R$ 25 mil até R$ 120 mil em branded content. 

Já para Marcel Ghiraldini, vice-presidente de growth da Math Marketing, ao trabalhar com as ferramentas de branded content é possível focar no básico como trabalhar com buyer personas como o personagem que representa o coletivo dos clientes, usar técnicas de SEO para o planejamento de conteúdo e entender melhor aquilo que as pessoas perguntam para o Google, onde costumam ser mais honestas em comparação com pesquisa formal. Mas, por outro lado, para ter conteúdo de marca realmente impactante e importante para o usuário, vale a pena ir além. 

“Podemos ir para estratégias de data mining em sistemas de atendimento, além de entender os tickets mais comuns junto ao time de pós-venda. Fugindo do básico, o conteúdo de marca pode ser para o cliente tal qual o espinafre é para o Popeye. O conteúdo principal deve ser derivado em mensagens de apoio. Estudos do Google sobre o tema mostram que, nos primeiros estágios, as pessoas não estão procurando um produto, porém, quando a marca ajuda com conteúdo útil, a confiança conquistada junto ao consumidor é ímpar, e será grande alavancador de consumo quando estiver em momento de compra”, afirma o executivo. 

Ao pensar em técnicas de ação, Martins, da Rock Content, ressalta que o foco é a mensagem emocional e informativa e, sendo assim, as técnicas perpassam por outras disciplinas de comunicação, como o jornalismo e o cinema. “É necessário construir um conteúdo que não seja publicidade persuasiva, cative, traga mensagem positiva e, daí, sim, a marca se beneficie desta percepção aos olhos da sua persona. É uma construção de longo prazo”, pontua.

Como forma de ampliar o engajamento da experiência, o gerente indica a criação de conteúdos mais multimídias e interativos, com quizzes, por exemplo, que ampliam o compartilhamento do conteúdo em social. Ele afirma que esta é a era da experiência de conteúdo, em que as pessoas esperam que as empresas informem e entretenham. E o branded reforça o relacionamento que se cria com sua persona sem ser uma interrupção.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/noticias/2021/10/20/branded-content-recall-e-60-maior-do-que-outros-tipos-de-publicidade.html

16

Out

Livro ensina as mais novas estratégias de marketing digital presentes no mercado

Escrito pelos consultores da WSI presentes no Brasil e no mundo, o livro 'Digital Mind: Uma Abordagem Estratégica para se Conectar e Interagir com seus Clientes Online' reúne 14 estratégias inovadoras de sucesso que foram conquistadas recentemente por meio das diversas vertentes do Marketing Digital.

O objetivo é auxiliar os empreendedores brasileiros a fortalecer seus negócios em meio ao acelerado processo de digitalização que vive o mercado global.

"A pandemia fez com que mudanças de hábitos de consumo e de trabalho fossem incorporadas de forma muito rápida ao ambiente virtual. Isso impactou diretamente o varejo, assim como o próprio marketing. Ambos tiveram que focar, como nunca antes, nas relações virtuais - o que é um desafio", resume Caio Cunha, presidente da WSI Master Brasil e um dos autores.

Marketing B2B

Entre os destaques da nova publicação da WSI, um capítulo inteiramente dedicado às estratégias de ABM (Account-Based Marketing) - ou seja, marketing baseado em gestão de contas especiais - voltado às empresas do segmento B2B.

Trata-se de uma estratégia de marketing avançada, que lida com produtos e serviços de alto valor (as chamadas vendas complexas, que têm longos ciclos de consideração até a compra) e usa ferramentas digitais específicas que direcionam o público-alvo para esse nicho específico de negócio.

Nesse escopo, os departamentos de marketing e de vendas se unem para criar experiências de compra personalizadas a um conjunto de contas - ou a uma lista de prospects desejados, com base no perfil das empresas, de modo a estudá-los e, assim, traçar as melhores estratégias para atração e aquisição de clientes.

"O foco do trabalho de ABM é com a real experiência e desafios do comprador, tendo em vista que esse tipo de negócio geralmente envolve preocupações e inúmeras etapas no processo decisório. Todos os esforços, portanto, são para atender os pontos problemáticos de dor dos negócios", explica Caio Cunha.

O novo livro da WSI, disponibilizado também em e-book, também aborda experiências de grandes franqueadores que potencializaram negócios de seus clientes agregando novas táticas de SEOinbound e marketing de vídeo, além de táticas de fidelização do cliente, de análise de métricas para insights mais profundos, de Social Selling e muito mais.

6

Out

Pesquisa mostra preferência por imagens que destaquem diversidade

Apesquisa Visual GPS, realizada pela Getty Images, apontou que fotos de famílias que mostrem diversidade costumam ter melhor desempenho e são essenciais para contar histórias que representem uma vida equilibrada. A pesquisa testou imagens que mostrem o cotidiano das pessoas fora do trabalho e mostrou que o público brasileiro tende a preferir representações do equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Dentre os resultados obtidos, alguns chamaram mais atenção. Entre os brasileiros de baixa renda, por exemplo, 43% citam como fonte de preocupação ou agravamento a falta de equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. E tanto para as pessoas de baixa quanto as de renda mais elevada, ter um melhor equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho é uma meta.

As imagens que tiveram um melhor desempenho no Brasil apresentavam a família e os objetivos como fundamentais para uma vida realista e equilibrada, sendo que os melhores desempenhos foram detectados com imagens que contêm um elenco diversificado, com modelos de pele mais escura e em cenários realistas.

O estudo Visual GPS também apontou um bom desempenho das imagens que mostram os pais envolvendo ativamente com os filhos. Isso acontece, segundo a Getty Images, porque a educação dos filhos é apontada como prioridade para os brasileiros, perdendo apenas para o item ‘segurança financeira’.

Os brasileiros tendem a preferir as imagens que pareçam naturais, como se eles próprios pudessem tirar aquelas fotos e as imagens que tenham aparência realista.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/10/06/pesquisa-mostra-preferencia-por-imagens-que-destaquem-diversidade.html

28

Set

Pesquisa: onde os brasileiros gostam de ver publicidade?

Criar uma estratégia de comunicação passa, sobretudo, pela identificação de quais meios – e de que forma – as pessoas gostam mais de receber as mensagens publicitárias das marcas. Para compreender a aceitação das pessoas em relação à publicidade nos diferentes veículos online e off-line, a Kantar publica a edição 2021 do estudo Media Reactions, que mapeia o quão abertos os consumidores estão a receber publicidade em diferentes canais. O estudo é construído com base nas perspectivas de analistas da área de mídia e do público consumidor.

Como conclusões principais, a pesquisa mostra que, em âmbito global, os chamados meio de comunicação tradicionais (como cinema, eventos patrocinados e revistas) ainda lideram na preferência dos consumidores na hora de receber publicidade. Segundo a pesquisa, o meio Cinema aparece como o preferido pelo público para receber mensagens publicitárias, seguido de eventos patrocinados, revistas, anúncios em podcasts e anúncios em jornais.

Esse ranking global é um pouco diferente do recorte brasileiro, que mostrou meios diferentes como os preferidos do público. Na análise do mercado nacional, os eventos patrocinados aparecem como o principal canal pelo qual as pessoas gostam de visualizar publicidade. Na segunda posição, aparece a mídia out-of-home (mídia exterior), seguida da publicidade em revistas. A lista brasileira é completada por digital OOH (a publicidade exterior, porém veiculada em telas digitais) e por anúncios em jornais.

O recorte brasileiro da pesquisa também avaliou os canais online preferidos do público, em termos de recepção de conteúdo publicitário. Nesse ranking, o conteúdo de influenciadores lidera como o tipo de mídia em que as pessoas mais gostam de receber e visualizar conteúdo publicitário. Em segundo lugar na preferência online dos brasileiros aparecem os anúncios em podcasts, seguidos dos anúncios nas plataformas de e-commerce, anúncios nas mídias sociais e anúncios de displays.

O Media Reactions também procurou mapear as plataformas digitais em que as pessoas se sentem mais à vontade para receber mensagens publicitárias. Nesse quesito, o campeão foi o TikTok, que pela primeira vez aparece liderando o ranking de plataformas do estudo. Na sequência, o estudo aponta a Amazon como a segunda plataforma pela qual as pessoas mais se sentem à vontade em receber conteúdo publicitário. O Instagram aparece em terceiro lugar, seguido pelo Google e pelo Twitter.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/28/onde-os-brasileiros-gostam-de-ver-publicidade.html

28

Set

Sinapro/RN comemora números que mostram impacto positivo da publicidade na economia brasileira

As empresas de publicidade tiveram um papel importante para a economia brasileira em 2020, mesmo diante de um cenário de crise sem precedentes provocado pela pandemia. É o que mostra o estudo “O valor da publicidade no Brasil”, que aponta, entre outras coisas, que cada R$ 1 investido em publicidade gerou R$ 8,54 para a economia brasileira. 

O estudo foi produzido pela Deloitte, a pedido do Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp), que reúne os principais anunciantes, veículos de comunicação e agências de publicidade do país. No ano passado, a compra de espaços publicitários nos principais meios de comunicação totalizou R$ 49 bilhões. Com isso, estima-se que o impacto do setor na economia brasileira tenha sido de R$ 418,8 bilhões, cerca de 6% do PIB do país. 

O presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do RN (Sinapro/RN), Odemar Neto, comentou os números. Segundo ele, o levantamento só reforça a relevância e a força do mercado publicitário. “Mesmo em um cenário bastante adverso, a propaganda se mostrou firme no propósito de fazer a economia girar, dando retorno financeiro para quem investiu e contribuindo para a economia do país e do nosso estado”, explicou. 

Essa contribuição também se reflete na geração de empregos. Segundo dados do Ministério da Economia, o setor gera mais de 196 mil empregos diretos em todo o país. O Nordeste é responsável por 13,5% desses empregos, o que representa cerca de 26,5 mil empregados. É a terceira região que mais emprega no país. Quando somado os segmentos diretos e indiretos, os números sobem para mais de 435 mil empregados no setor no Brasil. 

O Nordeste também tem o segundo maior percentual de investimento em propaganda do país (9%), perdendo apenas para a região Sudeste (45%). Isso também tem impacto no índice de Potencial de Consumo, indicador que mensura o quanto a região representa em termos de consumo e poder de compra. Juntos, os estados nordestinos têm um índice de 19%, superando as regiões Sul (18%), Centro-Oeste (9%) e Norte (6%). 

“Os números mostram o grande potencial que a nossa região tem para a propaganda. Com a retomada das atividades econômicas, temos certeza de que o mercado vai estar cada vez mais aquecido, como novas oportunidades de investimento e muito trabalho pela frente. Aqui no Rio Grande do Norte não vai ser diferente. Temos bons profissionais, criativos e capacitados. O cenário é de muito otimismo”, concluiu Odemar Neto.

23

Set

Geração Z: 60% costumam seguir marcas nas redes sociais

Para entender como a geração Z se comporta na internet e como isso transforma a dinâmica das marcas, a Kantar Ibope Media, divisão da Kantar especializada em inteligência de mídia, apresenta o relatório “O desafio Z: Comunicação para a geração hiperconectada”. Segundo esse estudo, 60% das pessoas dessa geração costumam seguir marcas nas redes sociais, número bem superior ao da população geral: 36%. Além disso, 62% conversam com muitas pessoas sobre produtos e serviços.

O relatório ainda revela que as marcas que querem se destacar devem agir justamente com esse público, que é altamente conectado, visto que 98% acessam a internet. Os gen Zs costumam acessar a internet de mais um aparelho e por mais tempo. Enquanto a população geral navega, em média, cerca de 5 horas 26 minutos por dia, os gen Zs passam 6 horas 45 minutos na web. Ainda segundo o relatório, o dispositivo mais comum para esse acesso é o smartphone (98%), seguido pelo computador ou notebook (37%), smart TV (25%) e videogame (5%).

De acordo com o relatório da Kantar, as pessoas dessa geração preferem comunicações rápidas, o que faz com que foquem mais em stories (publicações curtas e temporárias) e menos na linha do tempo (posts longos e permanentes). O relatório ainda destaca que, apesar de o Facebook ser o mais consumido entre todas as faixas etárias, ganham destaque redes sociais como Instagram, Tik Tok e Twitter, com o uso muito acima do que a média geral da população. Por isso, o relatório indica que as marcas precisam marcar presença em múltiplos canais.

Os dados desse levantamento fazem parte da edição de setembro do Data Stories, conteúdo temático lançado mensalmente pela Kantar IBOPE Media.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/22/geracao-z-60-costumam-seguir-marcas-nas-redes-sociais.html

21

Set

Pesquisa indica que a população brasileira está consumindo áudios por diversas fontes e aponta caminhos para a publicidade no meio

Engana-se quem, porventura, pense que o hábito de consumir conteúdos em áudio é um conceito da era pré Internet e restrito aos deslocamentos feitos de carro. O Inside Radio 2021, estudo realizado pela Kantar IBOPE Media, mostra que o meio rádio é consumido por 80% dos brasileiros – um crescimento de dois pontos percentuais em relação ao resultado obtido na última edição do levantamento, feita no ano passado. Ao todo, concluiu-se que três a cada cinco brasileiros ouvem rádio todos os dias, com uma média de tempo diári0 de 4 horas e 26 minutos. 

A amostragem escolhida pela instituição foi a população ouvinte de rádio de 13 regiões metropolitanas do País. São elas:  Belo Horizonte, Campinas, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Fortaleza, Recife, Salvador, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Goiânia e Distrito Federal. Segundo a Kantar, estas áreas são responsáveis por 75% do investimento em mídia no Brasil. A pesquisa concluiu que a região Sul é a que mais ouve rádio, com um resultado de 85% do público declarando consumir o formato, seguida do Nordeste (81%), Centro-Oeste e Sudeste (80% para ambas). Todas as regiões também registraram aumento em relação à pesquisa de 2020. Outro ponto de atenção é a credibilidade. De 2014 a 2020, a porcentagem das pessoas que confiam no rádio para se manterem informadas oscilou entre 51% e 45%. Já neste ano, esse resultado saltou para 69%.

A pesquisa identificou que o perfil dos ouvintes é equilibrado, com 52% sendo mulheres e 48% homens. A classe C é a que mais consome rádio, representando 43% de todo o público, predominando sobre as classes A e B (40%). Por conta da tradicionalidade do meio, o público com mais de 60 anos se destaca em termos de idade (21%), contra 20% de adultos entre 30 e 39 anos e 19% de 40 a 49. Entre os locais em que o áudio é consumido, o Inside Radio Kantar 2021 mostra que a própria casa é citada por 71%; o carro por 24% e outros locais por 10%. Trajeto e trabalho aparecem com menor porcentagem, com 8% e 2%, respectivamente.  

Ainda que o áudio seja um recurso antigo, hoje os canais são os mais diversos para justificar o aumento da transmissão. A Internet é citada por 10% da população como canal dos ouvintes nos últimos 30 dias. Neste ambiente digital, o celular se destaca como o device mais usado pelos consumidores (66%). O segundo lugar é ocupado pelo computador (37%), enquanto outros equipamentos são citados por apenas 8% dos entrevistados.

 

Em relação ao conteúdo, o consumo de músicas e outros tipos de áudio através do YouTube é feito por mais da metade dos indivíduos (59%). Em seguida, aparecem músicas em apps de streaming, como Spotify e Deezer, com 37%; podcasts com 31% – um aumento de 32 pontos percentuais quando comparado com o ano passado -; e rádio online com 18%. Nesse cenário, a faixa etária que se destaca entre os ouvintes é a de jovens entre 20 e 39 anos, das classes A e B.

De acordo com Giovana Alcantara, diretora de desenvolvimento de negócios regionais da Kantar IBOPE Media, o rádio se expande através da sua capacidade de unir o melhor de dois mundos: a credibilidade e o companheirismo do dial com o dinamismo do online. “Essa audiência conectada, que gosta de ouvir rádio pelo celular ou no computador, também precisa ser compreendida pelas emissoras e anunciantes”, afirma a executiva.

Publicidade por áudio

O Inside Radio 2021 ressalta a força da diversidade de canais para a ampliação de oportunidades para marcas e anunciantes. A Kantar estabeleceu um ranking dos formatos que mais captam a atenção dos ouvintes: em primeiro lugar, aparecem os comerciais, com 50%. Na sequência, o TOP 5 continua a ser formado por promoções na programação da emissora (28%); ações publicitárias feitas por locutores durante os programas de rádio (26%), anúncios inseridos na playlist do aplicativo que os consumidores estão ouvindo (21%) e, por fim, anúncios feitos durante podcasts (10%).

Entre os setores que mais investem em anúncios no meio, serviços ao consumidor, comércio e financeiro/securitário concentram, juntos, quase ⅔ de todas as verbas destinadas à publicidade (65%). As demais posições são ocupadas pelo segmento farmacêutico (5,8%) e telecomunicações (5,1%). De acordo com a Kantar, quase 5 mil anunciantes investiram em publicidade no rádio – dos quais 2.376 veicularam anúncios exclusivamente no meio. 

Por fim, o estudo relembra o boom dos aplicativos destinados exclusivamente a áudio. O Clubhouse se apresentou ao público no início deste ano e, segundo dados do SensorTower, colecionou mais de 10 milhões de downloads em fevereiro. O Twitter e o Facebook seguiram a mesma estratégia de criação de espaços dentro das plataformas destinadas a canais de conversas, com o Spaces, Soundbite e Live Audio Romes, que perpassam desde salas de discussão até ferramentas de reprodução de podcasts. 

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/21/consumo-de-radio-aumenta-com-canais-diversificados.html

9

Set

Pesquisa: profissionais de agências preferem qualidade de vida a bons salários

A plataforma de talentos criativos Working Not Working divulgou nessa quarta-feira, 8, uma nova pesquisa que revelou uma descoberta surpreendente: embora a maioria dos criativos de agências de publicidade esteja feliz com seus salários, eles ainda estão considerando uma mudança de carreira.

A Working Not Working, que foi adquirida pela Fiverr em fevereiro deste ano, recentemente entrevistou 850 de seus membros de todo o mundo para seu primeiro estudo, chamado “Adland Careers Now and Future” para entender como eles se sentiam sobre suas situações de trabalho agora e daqui para frente. A pesquisa descobriu que a maioria dos criativos (quase 60%), acredita que foi bastante compensada por seu trabalho – 70%, na verdade, disseram que sua situação financeira era “confortável” ou até superior a isso. Mais de 50%, porém, diz que ainda considera mudar de carreira.

A pesquisa também descobriu que 61% desses profissionais se sentiram menos criativos em seu trabalho durante o curso da pandemia. A maioria, 74%, afirma ter experimentado o esgotamento, seja de vez em quando (42%) ou de forma consistente (27%). Apenas 10% disseram que não experimentaram nenhum tipo de esgotamento.

Dos que já vivenciaram ou estão vivenciando o burnout, 50% atribuem a situação ao número de horas trabalhadas e à falta de motivação para esse trabalho. Os entrevistados são todos criativos que trabalharam na indústria de publicidade nos últimos dois anos.

Os resultados da pesquisa sugerem essencialmente que os criativos procuram ter mais qualidade de vida. “Acho que muitas pessoas se cansaram das más práticas das agências de antemão, mas depois [a pandemia] levou isso ao auge”, diz Justin Gignac, cofundador da Working Not Working. “Você tem um monte de gente saindo, dizendo ‘obrigado pelo meu ótimo salário, mas não estou feliz.’ Há um problema muito maior acontecendo e temos que pensar em como fazer as pessoas felizes. Não são mesas de pingue-pongue, torneiras de cerveja e todas aquelas coisas que costumávamos pensar que gostávamos. Que tal respeitar seu tempo e se preocupar com a sanidade das pessoas?”, sugere.

Desde sua fundação, a Working Not Working tem medido a temperatura da força de trabalho criativa e suas pesquisas têm constatado consistentemente que as agências vêm perdendo seu brilho entre os profissionais. Em sua pesquisa mais recente, na qual perguntaram a criativos freelance em quais empresas eles gostariam de trabalhar em tempo integral, apenas uma entre as dez primeiras companhias citadas era uma agência de publicidade (Wieden + Kennedy). As três primeiras eram grandes marcas (Google, Nike e Apple).

A pesquisa divulgada nessa quarta-feira, 8, também descobriu que 26% dos profissionais acreditam que a maior oportunidade para o trabalho criativo nos próximos cinco anos virá de projetos freelances, enquanto 21% acreditam que virá a partir da abertura do próprio negócio; 18% vislumbraram a maioria das oportunidades em marcas menores, enquanto outros 18% acreditavam que as melhores oportunidades viriam das marcas maiores. Apenas 10% viram a maioria das oportunidades internamente em agências de publicidade, grandes ou pequenas.

“Existem tantas opções diferentes para pessoas que não trabalham em agências”, diz o cofundador do Working Not Working, Adam Tomkins. “Você ainda pode ser uma pessoa criativa para uma empresa de produtos e ter um pouco mais de controle sobre sua programação. Você não recebe ligações frenéticas em uma sexta-feira porque alguém precisa de uma campanha para segunda por causa de um desastre de relações públicas ou algo assim. Isso é apenas business as usual para a vida da agência”, relata.

Recentemente, as agências deram às suas equipes a semana do Dia do Trabalho de folga para apoiar sua saúde mental. Embora os fundadores do Working Not Working acreditem que geralmente isso é uma coisa boa, tal privilégio não deve ser um ato isolado. “Dar a todos uma semana de folga e, em seguida, colocá-los de volta ao trabalho na próxima semana, onde eles terão que trabalhar 90 horas para basicamente ganhar a semana que acabaram de ter de folga não vai valer a pena”, diz Tompkins. “As pessoas não vão ficar”.

O que o mundo da publicidade precisa, eles acreditam, é uma abordagem mais abrangente para tratar seus funcionários de maneira justa. “A compensação não é o problema”, diz Gignac. “As empresas que têm uma mudança holística na forma como estão tratando seus funcionários, como estão olhando para o trabalho e como estão olhando para a flexibilidade vão sobreviver. Todo mundo está se agarrando a algo que não existe mais.”

As agências precisam “se responsabilizar por não ter seu pessoal trabalhando 50 horas por semana”, acrescenta Gignac. “Algumas pessoas estão trabalhando de 80 a 90 horas ou mais por semana. Vamos nos certificar de que estamos realmente utilizando nosso pessoal de maneira humana. Seja mais flexível em como você está disposto a trabalhar com talentos”, alerta.

Gignac sugere que as agências, por exemplo, podem considerar mais flexibilidade, permitindo que os criativos trabalhem em projetos de clientes três dias por semana, enquanto os deixa dedicar o tempo restante a seus negócios paralelos ou outras atividades criativas.

“Precisamos ver como podemos voltar a ser criativos”, diz Gignac. “À medida em que o mundo se torna cada vez mais automatizado, todos os trabalhos restantes serão aqueles que são muito caros para construir um robô para fazer e, em seguida, os trabalhos criativos. Somos a indústria do futuro, por isso temos que nos preparar para isso e fazer tudo o que pudermos para permanecer criativos.”

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/09/09/criativos-preferem-qualidade-de-vida-a-bons-salarios.html

2

Set

Inovação está entre prioridades de profissionais de marketing

Em um cenário de transformação digital, a adaptação constante é uma exigência. Sobretudo com a chegada da pandemia, tanto o mercado, quanto os consumidores vêm encarando mudanças de expectativas e buscando formas de atendê-las. É este tema que o State of Marketing, estudo da Salesforce, procura analisar através da examinação de como profissionais de marketing realizaram a migração para o ambiente digital ao longo da crise e de que forma pretendem acompanhar tais expectativas de seus clientes. 

A sétima edição da pesquisa ouviu mais de 8 mil líderes em mais de 20 países e indica que, no Brasil, os profissionais de marketing têm como prioridade inovar, melhorar o uso de ferramentas e tecnologias e melhorar a colaboração. Os primeiros e segundo lugares se mantêm o mesmo desde o ano passado. Contudo, a terceira colocação do ranking em 2020 – engajar os clientes em tempo real – foi desbancada pela priorização da melhoria da colaboração.

Na sequência, as principais questões que merecem mais atenção são a melhoria das atribuições e ROI de marketing e a unificação de canais de dados dos consumidores. A média geral é composta pelas seguintes prioridades: inovação, engajar clientes em tempo real e criar uma jornada de consumo coesa entre canais e aparelhos. 

Em relação aos canais, 83% dos entrevistados brasileiros afirmam que a habilidade de atender às expectativas dos consumidores neste momento depende de sua capacidade digital e 78% afirmam engajar-se com clientes em tempo real por meio de um ou mais canais. O estudo provou ainda que, em âmbito global, os canais digitais se solidificaram entre profissionais de marketing como os principais agentes das estratégias: 84% dos mais de 8 mil ouvidos dizem criar táticas baseadas nas interações dos clientes. Entre os mais usados, destacam-se as mídias sociais e digital ads, ambos com 91%; vídeo (90%); conteúdo digital (88%) e sites e apps (86%). Vale ressaltar que, até mesmo canais classificados como emergentes nos últimos anos já se posicionam como adotados em massa pelo segmento.

A era digital também vem chamando atenção para a importância dos dados. A análise no País indica que 78% do engajamento dos consumidores baseia-se nesse quesito. A Salesforce explica que os profissionais da área esperam um aumento de 40% no número de fontes de dados que utilizam até o ano que vem. Também, foi perceptível uma mudança em direção a fontes de identidade digital conhecidas, como endereços de e-mail e IDs sociais, e um distanciamento daquelas mais anônimas, como cookies e IDs de dispositivos, acompanhando as transições do mercado como um todo no que diz respeito à privacidade dos consumidores e transparência por parte das organizações no que diz respeito ao uso de informações. 

Neste sentido, em 2020, a State of Marketing registrou que os dados mais utilizados eram os transacionais, seguidos de interesses e preferências declarados e identidades digitais conhecidas. Neste ano, a última passou a ocupar o primeiro lugar do ranking. Entre as demais fontes citadas pelos entrevistados aparecem dados secundários (second-party data), interesses e preferências inferidos, identidades offline e digitais anônimas, dados de terceiros (third-party data) e dados não transacionais, ocupando do quarto ao décimo lugar na lista, respectivamente. A estatística brasileira está de acordo com a média global coletada pela Salesforce, que mostra que a movimentação acompanha ações e diretrizes de atores como Google e Apple, que restringem o uso de cookies de terceiros. 

Orçamento

Ainda sobre o Brasil, o levantamento aponta que o orçamento das companhias para direcionamento B2C está equilibrado, com destaque para propaganda (22%), ferramentas e tecnologias (21%), pessoas (19%), conteúdo (18%) e eventos e patrocínios (16%). No ano passado, o foco da alocação de capital foi para account-based marketing, com 23%, e conteúdo e propaganda, ambos com 22%. Já para B2B, o foco continua em propaganda. O segundo lugar, no levantamento deste ano, é ocupado por account-based marketing (18%) e ferramentas e tecnologias (17%).

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/09/01/inovacao-esta-entre-prioridades-de-profissionais-de-marketing.html