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28

Jul

Mercado

Lazer e renda: mercado imobiliário do RN conhece projeto inovador em São Miguel do Gostoso

A combinação de lazer e rentabilidade foi o grande destaque da apresentação para o mercado do THE HOME São Miguel do Gostoso, residencial de alto padrão, à beira-mar, da Trígono Inovações Imobiliárias. O evento aconteceu na manhã desta quarta-feira (28), em Natal, e reuniu corretores de imóveis e representantes do setor.

A apresentação de todos os detalhes do projeto inovador, que conta com 28 unidades habitacionais, foi feita pelo sócio-diretor da Trígono, André Sudário. Ele mostrou as diferenças entre as plantas das unidades, falou sobre a localização privilegiada em São Miguel do Gostoso - um dos destinos turísticos mais procurados do Brasil este ano - e destacou as vantagens do investimento.

O THE HOME, que tem previsão de entrega para o fim de 2023, conta com uma “rental suíte”, uma suíte com entrada independente, que pode ser alugada mesmo quando o proprietário está usufruindo do imóvel. “São várias as possibilidades de rentabilidade do empreendimento. Você investe em um imóvel e tem retorno garantido, alugando por temporadas, durante o verão, o réveillon, ou para quem vai trabalhar na cidade”, destacou André.

O corretor de imóveis e morador de São Miguel do Gostoso, Adriano Russo, ressaltou a importância da chegada do THE HOME para o mercado local. Segundo ele, a cidade, que se tornou a “bola da vez” no RN, sofre com a ausência de imóveis para locação.

“É um empreendimento super viável por causa dessa dificuldade de locação. Sem contar na combinação de lazer e renda, porque é um imóvel que você pode adquirir para momentos de lazer e, em alguns momentos, ganhar um dinheiro a mais, já que muita gente tem procurado o destino Gostoso”, afirmou.

Essa também é a opinião do engenheiro civil da prefeitura e ex-secretário de meio ambiente da cidade, Fernando Castro Lima Neto. “A cidade vem experimentando um crescimento que não se vê em nenhum outro lugar. Empreendimentos assim são muito bem-vindos. É um filão de mercado que está em alta, porque muita gente deseja comprar para relaxar, sempre que puder, além de garantir uma renda extra”, reforçou.

A apresentação para o mercado imobiliário contou ainda com participação do head de sales e marketing da startup Liiv Rooms, que garante a administração e locação das unidades do THE HOME; com os arquitetos Luciano Barros e Alexandre Abreu, da Abreu e Barros Arquitetura, responsáveis pelo projeto; e com os sócios da Trígono Inovações Imobiliárias, Cláudio Campos e Moacir Pinheiro, que são também sócios da construtora Macam Engenharia, que edificará o THE HOME São Miguel do Gostoso.

28

Jul

Mercado

Edital investe em startups com soluções para o setor de óleo e gás

As empresas inovadoras de base tecnológica do Rio Grande do Norte têm até o dia 15 de agosto para se inscrever e concorrer aos recursos do terceiro edital do Programa Conexões para Inovação, promovido pelo Sebrae e Petrobras. As inscrições foram prorrogadas para a primeira quinzena de agosto e os valores chegam a R$ 22 milhões, dinheiro que será investido especificamente em startups de todo o país.

O objetivo do edital é estimular a geração de inovações com alto potencial de impacto e ganho de eficiência na cadeia produtiva do óleo, gás e energia do Brasil. O edital está disponível no endereço https://www.worldlabs.org/opportunity/petrobras-conexoes-para-inovacao-modulo-startups/about

Este é o maior edital de inovação já aberto no setor de óleo gás e energia, voltado para startups e pequenas empresas. As selecionadas terão oportunidade de desenvolver soluções e modelos de negócios já acessando uma fatia relevante do mercado: a demanda da Petrobras, com potencial de escalar na indústria nacional e internacional. Para isso, a companhia investirá em projetos de até R$ 500 mil e de até R$ 1,5 milhão, a depender da categoria do desafio (soft ou deep tech).

De acordo com o gestor do projeto Petróleo & Gás do Sebrae no Rio Grande do Norte, Robson Matos, o edital representa uma oportunidade para empreendedores locais com ideias inovadoras nesse setor. “Temos no estado uma grande expertise na indústria de óleo e gás, tanto através de empresas do setor, quanto através de instituições científicas e tecnológicas credenciadas à ANP, que juntas podem desenvolver soluções para desafios que estão sendo propostos no edital. Essa iniciativa pode ser uma grande oportunidade para que micro e pequenas empresas possam se beneficiar com a promoção de soluções para a indústria do petróleo”.

O Módulo Startups faz parte do objetivo da Petrobras de estimular a geração de inovações com alto potencial de impacto e ganhos de eficiência em áreas de interesse do setor. Durante e após o processo de seleção, os empreendedores contarão com assessoria da Petrobras e do Sebrae para que os projetos finalizados com sucesso tenham a oportunidade de implantação do cabeça de série ou serviço pioneiro na Petrobras.

Este ano há desafios nas áreas de eficiência energética, tecnologia de segurança, robótica, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologia de inspeção e tecnologia digital. As startups vencedoras recebem suporte financeiro para o desenvolvimento dos projetos de inovação, têm interação com o corpo técnico da Petrobras, capacitação empresarial para posicionamento de mercado e estruturação de planos de negócios, além da participação em Demo Days (Sebrae) com as tecnologias desenvolvidas. O projeto poderá ser selecionado para uma etapa de implantação e teste do lote piloto na Petrobras ou em qualquer outra empresa.

28

Jul

Mercado

Pesquisa: brasileiros querem atenção das marcas no pós-compra

A exigência do público brasileiro em relação aos produtos que compram e utilizam está alta. O estudo “The Power of Brand Relationship Design”, realizado pela agência R/GA apara analisar o comportamento dos consumidores no pós-compra em nove mercados das regiões da América do Norte, Europa, América Latina e Ásia-Pacífico.

O estudo apontou que 82% dos brasileiros desejam que suas experiências de compras vão além da entrega correta das mercadorias e que 80% deles compram seus produtos com base na experiência que tiveram com as marcas. Entre os consumidores de todos os países que compõem a pesquisa, os brasileiros são os mais exigentes: 50% declararam que não têm certeza se repetiriam uma experiência de compra com uma marca.

Um dado da pesquisa pode ser importante para o trabalho das empresas e marcas que atuam na área de programas de fidelidade. Embora praticamente a totalidade dos consumidores brasileiros (95%) tenha declarado que os incentivos e programas de fidelidade oferecidos pelas empresas são importantes, apenas 12% admitiram que fazem uso dessas vantagens.

Outra percepção trazida pelo estudo é a falta do sentimento de comunidade gerado pelas marcas. No Brasil, apenas 27% dos entrevistados declararam que se sente membro da comunidade de alguma empresa ou marca e apenas 19% dos entrevistados sabem da existência de programas de fidelidade ou de comunidades das marcas que consomem.

A personalização também é um elemento que chama a atenção: 92% dos brasileiros da pesquisa disseram que gostariam de receber comunicações personalizadas sobre produtos e serviços que podem ser interessantes para seu perfil e cerca de 88% se mostrara m interessados em experiências personalizadas e interativas para obter informações e suporte.

O estudo da R/GA mostrou que, nessa etapa de pós-venda, 98% dos brasileiros consideram que as prestações de serviço mais importantes são suporte e assistência, atendimento flexível e rastreamento de entrega, além de comunicação em tempo real.

A pesquisa foi realizada com 1500 consumidores brasileiros de junho a setembro do ano passado. No total, foram analisados 16 mil consumidores dos mercados dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, China, Japão, Singapura, Argentina e Brasil.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/07/28/brasileiros-querem-atencao-das-marcas-no-pos-compra.html

27

Jul

Mercado

Sebrae inicia ações para obtenção de selo IG para o mel e a castanha

Depois do Melão Amarelo de Mossoró e dos Bordados de Caicó, outros dois produtos genuinamente potiguares deverão ter a procedência comprovada pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) caso conquistem o selo de Indicação Geográfica (IG) expedido pelo órgão: o Mel de Jandaíra e a Castanha de Caju da Serra do Mel. O Sebrae no Rio Grande do Norte dá início nesta semana a execução de um plano de ação para os trabalhos de preparação junto à governança antes de dar entrada no pedido do IG desses dois produtos, cujas imagem e reputação estão intrinsecamente atreladas aos localidades onde são produzidos em solo potiguar.

O selo de IG é concedido pelo INPI, após criteriosa análise, como uma garantia para o consumidor, pois esse certificado comprova que o produto é genuíno e possui qualidades particulares, ligadas à origem. Na maioria dos casos, o título agrega valor aos produtos, sobretudo nos mercados nacionais e internacionais, já que muitos deles são caracterizados não apenas pela marca que ostentam, mas também pela comprovação da verdadeira origem geográfica. O selo de IG atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria que esses produtos distinguem dos demais de igual natureza disponíveis no mercado.

De acordo com levantamento feito no ano passado, a Castanha de Caju e o Mel de Jandaíra foram os produtos do Rio Grande do Norte com maior potencial para a obtenção do IG e o Sebrae começou a realizar um trabalho para preparar produtores acerca das exigências e critérios do INPI para concessão do título e também toda a governança envolvida nessas duas cadeias produtivas. Geralmente, O pedido de Indicação Geográfica é feito por uma entidade coletiva que agrega produtores do lugar.

Agenda em Serra do Mel e Jandaíra

Para realizar esse serviço, o Sebrae contratou uma consultoria especializada do Instituto de Inovação e Tecnologias Sustentáveis (Inovates), do Espírito Santo, estado que conta com o selo para o Café do Caparaó e também para os cafés das Montanhas Capixabas, obtido recentemente. O consultor Gabriel Fabres Beliqui veio ao Rio Grande do Norte com a missão de estruturar o processo para solicitar o pedido. Ele se reuniu na tarde desta segunda-feira (26) com a diretoria do Sebrae e técnicos da instituição para apresentar como será a metodologia envolvida e os resultados esperados. Participaram da conversa o diretor superintendente, José Ferreira de Melo Neto, e o diretor de operações, Marcelo Toscano.

“Os serviços de Estruturação das Indicações Geográficas do Mel de Jandaíra e Castanha de Caju da Serra do Mel serão realizados ao longo dos próximos 12 meses. A primeira ação dessa semana visa sensibilizar os produtores e demais parceiros sobre a importância de se estruturar a Indicação Geográfica para proteção e agregação de valor dos produtos. Além disso, adequaremos a entidade coletiva que representa os produtores para que ela posso ser elegível para querer o Registro da Indicação Geográfica junto ao INPI”, adiantou o consultor.

Na terça-feira (27), Gabriel Beliqui tem encontro marcado com associações, cooperativas e demais entidades que formam a governança da castanha de caju, no município de Serra do Mel, distante 34,5 quilômetros de Mossoró. No dia 29, o consultor vai ao município de Jandaíra, na região do Mato Grande, para falar com os criadores de abelhas melipôneas (aquelas que não têm ferrão).

De procedência ou de origem?

A ação "fomentar as indicações geográficas no RN" faz parte do projeto Ambientes de Inovação do RN e é coordenada pela analista do Sebrae-RN, Michelli Trigueiro. Segundo ela, a expectativa é que o protocolo do Mel de Jandaíra seja finalizado mais rapidamente. “Já vínhamos trabalhando com o grupo de meliponicultores locais que estão reunidos em uma associação, a JOCA. Então, a governança do Mel de Jandaíra já está mais organizada em torno desse objetivo”, estima.

Michelli Trigueiro informa ainda que os dois pedidos do selo de Indicação Geográfica serão para a modalidade Indicação de Procedência. Esse selo refere-se ao nome geográfico (país, cidade, região ou localidade) reconhecido pela produção, fabricação ou extração de determinado produto ou serviço. Diferente da Indicação de Origem, que identifica produto ou serviço dotado de características devidas, exclusivamente, ao meio geográfico (fatores naturais e humanos).

“O Mel de Jandaíra tem forte potencial à Indicação de Origem, mas, nessa modalidade, as exigências são maiores, sendo necessária a comprovação científica. Por isso, vamos iniciar focando na Indicação de Procedência e, ao longo do trabalho, poderemos identificar e catalogar material acadêmico que comprove essa relação do mel com o lugar e sua gente”, explica a gestora da ação, que pretende elevar para quatro o número de produtos do RN com essa certificação.

Sobre a ação, Michelli Trigueiro destaca: “O Sebrae entende que o selo IG é uma oportunidade para nossos produtos que são muito característicos do Rio Grande do Norte. É uma forma de agregar valor, por meio da organização dos produtores envolvidos na cadeia produtiva, e de levar ao mercado produtos tradicionais, que congregam o conhecimento adquirido ao longo do tempo”.

26

Jul

Mercado

Com mais rapidez e mesma segurança, DNA Center libera resultado de exame PCR para covid em apenas 3 horas

O diagnóstico para casos de covid-19 ficou ainda mais rápido com um novo equipamento adquirido pelo laboratório DNA Center, que libera o resultado de exames em apenas 3 horas após a coleta. O RT-PCR Express mantém a confiabilidade e a segurança na identificação da doença, mas agora com um tempo de resposta bem menor. 

O exame é uma excelente alternativa para casos em que há urgência na liberação do resultado, como em quadros graves, para pacientes que precisam de transferências ou vão se submeter a cirurgias, pessoas que precisam viajar, visitar um ente querido e, até mesmo, para quem quer participar de eventos com segurança. 

A grande diferença do RT-PCR Express para o RT-PCR Convencional, cujo resultado é liberado em até um dia útil, é o maior grau de automação da metodologia, que conta com apenas uma etapa, que contempla os processos de extração e amplificação do material genético viral. 

O Express também se mostra mais eficiente e seguro em relação ao teste rápido, já que utiliza uma metodologia mais sensível e específica, considerada padrão ouro no diagnóstico da Covid, obedecendo às diretrizes nacionais e internacionais estabelecidas pelos órgãos competentes. 

O exame pode ser realizado nas unidades Drive-Thru (Estacionamento do Banco do Brasil - Av. Afonso Pena, 826, Tirol) e Seaway (Av. Engenheiro Roberto Freire - Capim Macio), estando disponível somente na modalidade particular, ao valor de R$ 420.

26

Jul

Mercado

5 em cada 10 empreendedores pretendem investir em tecnologia para aumentar as vendas após a pandemia, revela pesquisa

O futuro do trabalho das micro, pequenas e médias empresas brasileiras deverá ser remoto, com investimentos em atendimento e plataformas digitais para vender mais e melhor. É o que revela uma pesquisa especial da Serasa Experian realizada com cerca de 500 executivos de MPMEs no país sobre os investimentos que farão após a pandemia de Covid-19. O levantamento, realizado em junho deste ano, mostra que 5 em cada 10 empreendedores (47,1%) pretendem alocar recursos para esta frente, um aumento de 6,8 pontos percentuais na comparação com a primeira onda da pesquisa, realizada em novembro de 2020. Em segundo lugar, a intenção é destinar o investimento pós-pandemia para o trabalho e o atendimento remoto (41,2%), veja detalhes no gráfico abaixo:

A alternativa de investir em soluções que permitam a venda dos produtos remotamente com qualidade é destaque em todos os setores, mas principalmente no Comércio – neste, a opção foi selecionada por 57,4% dos entrevistados, bem acima da média geral. Neste segmento, a gestão financeira também é bastante importante, uma vez que 35,3% sinalizam esta possibilidade de investimento, um aumento significativo quando analisadas as mesmas respostas dadas em 2020. Na média geral, houve um crescimento deste tópico, indicando uma maior preocupação com o tema.

O vice-presidente de Pequenas e Médias Empresas e Identidade Digital da Serasa Experian, Cleber Genero, conta que depois de mais de um ano de pandemia e a tensão maior do início, os empreendedores começam a avaliar o que ficou de positivo para os negócios. “A aceleração das vendas online trouxe vantagens para os negócios e muitos conseguiram se manter e até crescer por conta disso. Ficou de aprendizado também a importância de ter as contas em ordem e uma reserva financeira para o negócio, por isso observamos esse aumento na intenção de alocar recursos em gestão financeira”, finaliza.

De fato, os dados mostram que daqueles que comercializam produtos e serviços online, aumentou os que pretendem continuar desta forma. Dados de junho/21 apontam que 85,8% dos empreendedores entrevistados escolheram esta opção, sendo que 63,0% destes disseram que a comercialização eletrônica trouxe melhorias. Os resultados de novembro/20 indicavam que 84,1% pretendiam continuar vendendo online no pós-pandemia. Os principais canais para a oferta de produtos e serviços continuam sendo as redes sociais, enquanto os marketplaces perderam espaço em junho/21, “possivelmente porque a maior parte dos empreendedores já encontrou um canal de venda que funcione ao seu negócio”, comenta Genero. “Encontrar novos clientes, criar produtos que atendam demandas inéditas e utilizar canais gratuitos, como as redes sociais, para anunciar é um caminho sem volta e a pesquisa mostra que os empreendedores estão atentos a isso, evoluindo no uso e formatos”, ressalta o executivo.

PMEs ainda sofrem impactos na área de finanças, custos e despesas

O longo período de distanciamento social e desafios econômicos continuam afetando os pequenos e médios empreendimentos. Dentre aqueles que dizem ter sofrido impactos no período, aumentou o volume daqueles que dizem que o efeito foi negativo – de 63,7% em 2020 para 67,2% em junho/21. Ao analisarmos os reflexos da pandemia nos segmentos, a frente de finanças, custos e despesas registrou aumento significativo em todos os portes e segmentos. A indústria, que até então havia sentido menos as consequências, agora registra alta em quase todas as análises, veja o gráfico abaixo:

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, explica que isso se deve ao aumento de preços de matérias-primas e até a falta de alguns componentes, o que acabam impactando a produção e o custo final. “A indústria tem sentido dificuldades em encontrar insumos, o que encarece os itens para os compradores. Esse gasto extra precisa ser repassado de alguma forma e as PMEs são as que mais sofrem, pois ou aumentam os preços ou encaram um prejuízo num fluxo de caixa já enfraquecido pela pandemia. Por isso, as finanças, custos e despesas ainda não se estabilizaram mesmo depois deste tempo: a cada dia, novos desafios surgem e é preciso buscar alternativas e apostar na criatividade”, explica.

Este movimento se reflete na expectativa de retomada, com prazo esticado para as companhias de menor porte. Se antes os entrevistados que acreditavam na retomada diziam que em até 6 meses os negócios já estariam no mesmo nível de antes da pandemia, agora a maior parte dos respondentes dizem que isso ocorrerá de 6 meses a um ano. Rabi explica que esses dados vão na contramão dos índices macroeconômicos. “Os dados gerais do país são muito sensibilizados pelos empreendimentos maiores, que já começam a ver resultados após o afrouxamento das medidas sanitárias em algumas regiões e setores que não sofreram tanto durante a pandemia, como o agronegócio. Porém, a pesquisa mostra que a recuperação está em níveis diferentes e ainda não chegou nos micros, pequenos e médios”, explica.

Metodologia

Foram entrevistados executivos de 505 micro, pequenas e médias empresas em todo o país, que atendem consumidores, empresas ou os dois públicos. Participaram representantes dos segmentos de Serviços, Comércio Varejista, Comércio Atacadista e Indústria. O levantamento foi feito entre 25 de maio e 09 de junho de 2021.

26

Jul

Mercado

Gentil Negócios explica como atravessou a crise da pandemia em evento sobre transformação digital para franquias

Acontece nesta terça-feira (27), às 14h, o gd talks #2, evento da Bornlogic, empresa referência em marketing para o varejo e franquias. O evento foi pensado para debater o processo de transformação digital das vendas transacionais no varejo e, também, em franquias. Nesta edição, o tema será “Soluções digitais para franquias e varejo no pós-pandemia”. O evento recebe Daniel Gentil, head de Inovações e Gestor Comercial da Gentil Negócios, empresa multi-franqueada do Boticário, quem disse, Berenice? e Swarovski.

O convidado compartilhará detalhes sobre a estratégia de digitalização da força de vendas das 100 lojas administradas pela Gentil Negócios. “Nas primeiras semanas de pandemia, sentimos um baque muito forte e precisamos pensar em soluções para não perdermos negócio. Nós criamos uma ferramenta e buscamos soluções para nos ajudar a ativar nossa base de contatos. Conseguimos, não apenas atravessar a crise, mas alcançarmos um incremento em faturamento; é isso que vou relatar nesta edição do evento”, afirma Gentil.

A Bornlogic é uma empresa que oferece uma solução focada em escalar anúncios para o varejo e franquias, seguindo a premissa do marketing descentralizado e com o lema de promover a transformação digital do vendedor.

Foi durante a pandemia, com o cenário de fechamento do comércio, que a empresa reforçou o seu propósito e seu valor agregado no mercado: “estamos muito felizes em receber o Daniel para contar o quanto nosso produto foi fundamental para que a força de vendas da Gentil Negócios não parasse”, afirma Fernando Cardoso, diretor de receita da empresa.

Especialista em mercado de Franquias comenta resultados

Durante o bate-papo, Marcos Melo, especialista em franquias no time comercial da Bornlogic, vai comentar sobre os números gerais do mercado em 2020, sobre o 1º trimestre de 2021 e traçar um panorama sobre as principais tendências para o segundo semestre de 2021.

O evento é gratuito e online. Para se inscrever, basta clicar aqui.

25

Jul

Mercado

Excesso de reuniões virtuais compromete bem-estar e produtividade no trabalho

Na nova realidade forçada pela pandemia da Covid-19, grande parte das pessoas foi obrigada a adaptar a vida à rotina virtual. Os happy hours e conversas com amigos e familiares tiveram migrar para o formato online, assim como as reuniões de trabalho e as aulas para alunos de todas as idades. Tudo isso na tentativa de manter, dentro do possível, uma conexão social ativa, um ritmo de trabalho eficiente e o aprendizado regular durante todos esses meses em que adotar o isolamento e evitar aglomerações se fizeram – e ainda se fazem – necessários. No entanto, a diretora, career advisor e headhunter da Prime Talent, Bárbara Nogueira, argumenta que essas circunstâncias, podem prejudicar diretamente o corpo e a mente, provocando a já conhecida “Fadiga do Zoom”. Consequentemente, a produtividade também é afetada.

Desde o ano passado, essa expressão – em alusão a um dos programas de chamadas de vídeo que mais se popularizou na pandemia – tem sido bastante usada no ambiente corporativo, em todo o mundo. Mas os problemas provocados pelo excesso de conferences estão relacionados a qualquer ferramenta para essa finalidade, como Hangouts, Teams, Skype, entre outras. Trata-se, resumidamente, de uma exaustão extrema e desmotivante, em função da permanência, por um período de tempo prolongado, em encontros pela internet. Inclui, também, irritabilidade, olhos secos e vermelhos, sem falar do cansaço, mal-estar e dores de cabeça ao final da jornada de trabalho ou até mesmo após um bate-papo virtual.

A “Fadiga do Zoom” é gerada por diversos fatores. Entre eles, estão a hiperestimulação visual, que leva a esse cansaço e a essa irritação; a falta de linguagem corporal; e a mobilidade prejudicada, ou seja, a sensação de estar preso ao ângulo de visão da câmera. Outro “gatilho” costuma ser a autoavaliação constante, aliada ao sentimento de pressão social, porque a pessoa percebe que está sendo observada por todos, em todos os momentos, e não fica à vontade.

A exaustão também pode ser causada pela necessidade de aumentar a atenção no decorrer das vídeo-chamadas, que exigem um esforço maior para processar pistas não verbais dos participantes. Sem falar que muitas pessoas se sentem obrigadas a olhar para a tela o tempo inteiro, como forma de demonstrar que seguem atentas à reunião, e isso consome muita energia. Por fim, a tendência às distrações é mais um aspecto que pode ocasionar o desgaste mental, uma vez que os profissionais acabam propensos a realizar tarefas paralelas durante a call.

Diante desse contexto, Bárbara, que é graduada em psicologia, orienta os profissionais a ficarem muito atentos ao bem-estar no dia a dia, pois o estado permanente de cansaço pode evoluir para um esgotamento total, com prejuízos significativos para ao corpo e a mente. E ainda afeta diretamente a produtividade e a concentração em casa e no trabalho. “As empresas mais preparadas e estratégicas já têm desenvolvido programas e até novas políticas internas para o apoio aos funcionários que atuam no modelo home office, aproximando cada vez mais o setor de Recursos Humanos do negócio e dos colaboradores”, destaca.

Em busca de mitigar as chances de “Fadiga do Zoom” e de outros transtornos relativos ao excesso de conectividade, como o tecnoestresse, ações voltadas à saúde e ao descanso mental dos profissionais estão sendo implementadas, além de soluções inovadoras e mais prazerosas de usar videoconferência. Em linhas gerais, é possível ressaltar algumas estratégias para amenizar o impacto negativo do excesso de encontros remotos e do uso de tecnologia, como não emendar reuniões sequenciais, ampliando intervalos entre elas; evitar conferences com duração muito prolongada; substituição de chamadas de vídeo por áudio, quando possível; e o incentivo ao período de trabalho produtivo e sem conversas virtuais. No caso das lideranças, usar algum tempo para realmente verificar como as pessoas estão é muito importante. Independentemente das iniciativas que sejam adotadas, buscar equilibrar o real e o virtual, garantindo o uso saudável da tecnologia, é a melhor maneira de prevenir esses sintomas.

23

Jul

Mercado

Homeoffice durante pandemia afeta qualidade da voz, aponta estudo

Pesquisa feita pelo Departamento de Estudos Clínicos da Fala e Linguagem, do Trinity College Dublin, na Irlanda, aponta que trabalhar em casa durante a pandemia afetou a voz das pessoas, aumentando principalmente os casos de disfonia, que tem como principais sintomas a rouquidão e o desconforto vocal. O professor de canto Marcio Markkx, mestre em Fonoaudiologia pela PUC-SP, explica que é possível proteger a voz com exercícios e mudanças na rotina, principalmente quem investe pesado em lives, podcasts e reuniões online durante os períodos de isolamento.

O estudo mostra que a mudança de ambiente de trabalho e o uso excessivo das novas modalidades de comunicação foram as principais causas para esse aumento de disfonia, que também se caracteriza por esforço ao emitir a voz, cansaço ao falar, falta de volume e projeção da voz e pouca resistência ao falar. E sugere que, se os escritórios “em casa” se tornarem rotina mesmo pós-pandemia, as empresas devem considerar o treinamento de voz para os funcionários para limitar as dificuldades potenciais.

A  mudança para maior comunicação online e telefônica, segundo o estudo, pode ter causado aumento da carga vocal, porque parece improvável que muitos espaços de trabalho domésticos tenham sido projetados tendo em mente a saúde vocal. Os participantes da pesquisa foram solicitados a descrever a qualidade da voz e o desconforto do trato vocal durante as atividades de telefone e videochamada, e se havia necessidade de aumentar ou forçar a voz.  75% dos entrevistados responderam que sim.

Cuidados com a voz

Cuidar da alimentação, segundo Markkx, é um dos principais fatores para evitar o pigarro, ou o famoso “aham”. Comidas gordurosas, bebidas alcoólicas, chocolates e derivados de leite deixam a saliva mais grossa, que por sua vez vai se transformar em pigarro. “E aí normalmente a pessoa vai forçar a voz para limpar a garganta, causando um atrito grande”, explica.

A maçã, fruta conhecida por “limpar” a voz, funciona, segundo Markkx, por conta de um ácido presente na fruta que ajuda a fluidificar a saliva grossa. “Maçã e água são sempre bem-vindos. A água gelada, apesar de não alcançar as cordas vocais, pode causar um choque térmico, por isso é preciso ficar atento como funciona seu corpo e perceber se tomar gelado realmente vai fazer mal”, completa, lembrando que tomar água em temperatura ambiente ajuda a manter todo o corpo hidratado, inclusive as cordas vocais.

Receitas caseiras como gargarejo ou usar pastilhas podem aliviar o pigarro, mas são medidas contraindicadas segundo o mestre em fonoaudiologia. “Elas podem aliviar momentaneamente e por isso você pode começar a forçar a voz sem perceber”, ensina.

Antes de gravar aquele podcast ou participar da videochamada que você sabe que pode ser longa, dá para usar técnicas de aquecimento da voz – exercícios como pronunciar “zzzzzzz” de forma constante, ou “hummmmm” com a boca fechada, também de forma constante.

Outra recomendação durante as videochamadas é usar fone de ouvido com microfone para reduzir o esforço vocal. Garantir uma postura adequada durante uso da voz em lives, podcasts e videochamadas também ajuda a reduzir esse esforço.

É preciso ficar atento e procurar um médico otorrinolaringologista no caso de qualidade vocal anormal com duração superior a duas semanas.

 

 

23

Jul

Mercado

Setor produtivo repassa R$ 3,1 bilhões em ICMS no 1º semestre

As empresas do Rio Grande do Norte que são contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) foram responsáveis pelo recolhimento de R$ 3,13 bilhões no primeiro semestre do ano. Em termos nominais, esse volume é 20,8% maior que o arrecadado nos primeiros seis meses de 2020 com o mesmo imposto. No período, as empresas repassaram R$ 2,59 bilhões para os cofres públicos do estado.

Os dados fazem parte de um levantamento mensal feito pelo Sebrae no Rio Grande do Norte e publicado no Boletim de ICMS do RN. Disponível para consulta no site da instituição, o informativo é elaborado mensalmente pela Unidade de Gestão Estratégica do Sebrae-RN, que processa informações do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que é composto por representantes de secretarias de fazenda e tributação de todos os estados brasileiros.

A análise do comportamento desse indicador é fundamental para entender a situação econômica, já que o ICMS é o principal imposto que compõe as receitas próprias dos estados, ao lado do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD).

Nesta edição de julho, o informativo avalia os dados da arrecadação no mês de junho e indica que o volume de recursos obtidos com o recolhimento de ICMS cresceu 40,4% no referido mês se comparado com junho do ano passado. Neste ano, foram recolhidos R$ 535 milhões, enquanto no mesmo mês de 2020, o volume foi de R$ 381 milhões.

O aumento nominal da arrecadação, tanto no mês quanto no semestre, entretanto, não leva em conta a inflação do período. De acordo com o boletim, o crescimento da arrecadação de ICMS, entre o primeiro semestre de 2017 e o de 2021, foi de 23,7%, porém, a inflação cresceu 19,3% entre 2017 e 2021, tomando como indexador o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é estabelecido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e adotado como parâmetro para mensurar a inflação oficial.

23

Jul

Mercado

Pix poderá ser usado em aplicativos de mensagens e compras online

O Banco Central (BC) anunciou hoje uma atualização do Pix para ampliar o uso do sistema de pagamentos instantâneos. Com as alterações, será possível fazer transferências por meio de aplicativos de mensagens e redes sociais, além de pagar as compras feitas pela internet.

Para isso, uma resolução do BC, anunciada hoje, regulamenta regras para as instituições financeiras participantes do open banking (sistema de compartilhamento de dados). Somente essas instituições poderão oferecer os novos serviços. Foram definidos os requisitos técnicos e os procedimentos operacionais para o compartilhamento do serviço de iniciação de transação de pagamento de Pix. A chamada iniciação ocorre quando a instituição que faz a transação do pagamento com Pix é diferente do banco que detém a conta do usuário pagador. Ou seja, o usuário poderá efetuar o pagamento por meio de outro aplicativo que não é o do seu banco onde a conta com a chave Pix foi cadastrada.

A previsão é que o serviço, que é uma nova modalidade para pagamentos instantâneos no Pix, comece a funcionar a partir do dia 30 de agosto.

Novidades

O serviço vai permitir a movimentação de contas bancárias a partir de diferentes plataformas e não apenas pelo aplicativo ou site do banco. Ou seja, com a atualização, será possível efetuar o pagamento com Pix usando o serviço de outras instituições.

Entre as inovações também está a possibilidade de realizar uma transferência por meio de aplicativos como os de mensagens ou mesmo pelas redes sociais.

Outro uso possível pode ocorrer no caso do pagamentos de compras online. Com a nova modalidade, quem comprar um produto pela internet poderá ser automaticamente direcionado para a tela de pagamento da transação no aplicativo do seu banco. Nesse caso, após a conclusão da transação, o cliente será redirecionado automaticamente de volta para a loja virtual ou aplicativo.

A resolução do BC atualiza as regras do Pix e estabelece que as mudanças ocorrerão por fases, de modo que as instituições tenham tempo suficiente para efetuar os ajustes nos seus sistemas para cada uma das forma de iniciação de pagamento por Pix: inserção manual, chave Pix, QR Code estático e dinâmico e diretamente com os dados do recebedor.

Apenas instituições autorizadas pelo BC poderão exercer a função de iniciadoras de Pix. E o usuário terá que autorizar o compartilhamento de dados.

Fonte: Agência Brasil

23

Jul

Mercado

Plataformas do Google movimentaram R$ 67 bilhões no Brasil em 2020

No ano passado, as ferramentas de busca e publicidade do Google, o Google Play e o YouTube, movimentaram R$ 67 bilhões em atividade econômica no Brasil. A informação consta do Relatório de Impacto Econômico, divulgado esta semana pelo Google. Esse número é 30% maior do que o que foi registrado em 2019.

Além disso, mais de 207 mil empresas, publishers, organizações sem fins lucrativos, criadores de conteúdo e desenvolvedores de todo o país contrataram as ferramentas de publicidade do Google, do Google Ads e do Google AdSense, informou o documento.

Esse aumento, segundo o Google, foi resultado da necessidade de empreendedores e organizações precisarem se reinventar para sobreviver em um momento de pandemia, apostando no digital.

“As empresas aceleraram sua digitalização durante a pandemia e estão colhendo os resultados, provando que a internet é, cada vez mais, uma ferramenta de propulsão da atividade econômica”, disse Fabio Coelho, presidente do Google Brasil, em nota.

O relatório completo pode ser acessado no site.

Fonte: Agência Brasil

22

Jul

Mercado

Presidente do Sebrae Nacional afirma que o SENAI-RN está centrado em uma “inovação formidável” no setor de energia

“O Brasil precisa muito de inovação, uma realidade escancarada durante a pandemia de Covid-19, que está em ebulição e deverá trazer “de uma maneira muito forte” ao país o aumento de ganhos com agregação de valor e produtividade, entre outras saídas”.

A análise foi feita nesta terça-feira (20) pelo presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, durante visita ao HUB de Inovação e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Rio Grande do Norte (SENAI-RN) – o HIT – onde conheceu laboratórios, áreas de ensino para cursos profissionalizantes e planos de expansão com diversos ambientes de fomento à inovação em desenvolvimento.

“Aqui vocês estão centrados em uma inovação formidável no setor de energia e uma palavra-chave que encontramos são parcerias, a essência da qualidade das parcerias que o Sebrae também está buscando”, disse Melles, acrescentando que a proximidade entre Sebrae e SENAI “não é só uma tendência, mas uma realidade em crescimento em prol do desenvolvimento industrial e da evolução da micro, pequena, da média e da grande empresa”.

A visita às instalações do HIT fez parte de uma programação mais ampla da passagem do executivo pelo Rio Grande do Norte, onde conheceu as estruturas do Sebrae-RN e de parceiros do ecossistema de inovação do estado, como o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), no HIT.

Inovações

O HUB de Inovação e Tecnologia do SENAI RN reúne o ISI-ER e o Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis (CTGAS-ER) – principais referências do SENAI no Brasil para soluções de educação, pesquisa, desenvolvimento e inovação para as indústrias de energias renováveis, do gás e sustentabilidade, com exemplos de trabalhos no histórico que vão desde o desenvolvimento inédito de um microreator para mitigação de gases do efeito estufa, até medições realizadas pela primeira vez no país para atestar o potencial de geração de energia eólica offshore, no mar.

Dentro da estrutura de 20 mil metros quadrados que dividem, laboratórios de robótica do Serviço Social da Indústria (SESI), salas de aula que atraem mais de 1 mil alunos diariamente para cursos profissionalizantes da indústria e outros ambientes de ensino e inovação em funcionamento ou no gatilho também ocupam espaços.

Um habitat de inovação para abrigar grandes indústrias e uma incubadora para micro e pequenas empresas e também startups, idealizada e construída em parceria com o SEBRAE-RN – com expectativa de início de operação no segundo semestre deste ano – estão entre os mais novos instalados.

“Vamos incubar empresas que desenvolvam soluções em tecnologia do gás, de energias renováveis e de áreas correlatas”, explica Rodrigo Mello, diretor do ISI-ER e do CTGAS-ER, a quem coube guiar o presidente do SEBRAE e membros da diretoria local da entidade entre corredores e laboratórios.

Laboratórios

O tour realizado com o grupo incluiu paradas em áreas de treinamentos voltados à segurança do trabalho em altura, e que incluem desde um simulador de aerogerador para aulas sobre manutenção e outros serviços em parques eólicos, e um laboratório com certificação GWO/BST, onde são oferecidos treinamentos básicos de segurança reconhecidos pela Global Wind Organisation – organização com presença global que desenvolve padrões de segurança e treinamento para o trabalho em turbinas eólicas onshore (em terra) e offshore (no mar).

Na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação, os laboratórios de energia solar e de energia eólica do ISI-ER, onde Melles conheceu o primeiro túnel de vento do Brasil projetado para atender a demanda de calibração de equipamentos da indústria eólica, também estiveram no roteiro.

Participaram da visita o diretor-regional do SENAI RN, Emerson da Cunha Batista, o diretor de Inovação do Sistema FIERN, Djalma Barbosa Júnior, e, pelo Sebrae, o superintendente no RN, José Ferreira de Melo Neto, o diretor de operações, Marcelo Toscano, e o assessor do presidente do Sebrae Nacional, Gustavo Cesário.

“Temos muito espaço para uma boa convivência institucional SENAI e Sebrae e isso envolve desde a incubadora, até aspectos como a atração de eventos”, disse o diretor do ISI-ER e do CTGAS, Rodrigo Mello.  “Quando você raciocina soluções tecnológicas, as missões das duas instituições se encontram e temos muito a construir nessa área, em uma soma de esforços com vantagens competitivas para os nossos resultados e para os resultados das empresas”, acrescenta.

22

Jul

Mercado

Títulos Definitivos são entregues à 54 famílias de São José de Mipibu no RN

Cinquenta e quatro famílias do assentamento Vale do Lírio, em São José de Mipibu, receberam os Títulos Definitivos das suas terras na última quarta-feira (21). Desde a criação da comunidade, em 1999, os assentados esperavam ter em mãos o documento que os faz proprietários dos lotes. Através da regional do Incra no Rio Grande do Norte (Incra/RN), puderam comemorar a conquista.

A assentada Inêz Ferreira está entre as famílias contempladas e relembra como tudo começou. "No início, tudo isso aqui eram barracas, com muitas dificuldades, pouco a pouco o acampamento foi se transformando e hoje temos a honra de dizer que esse pedaço de chão é nosso. Só temos à agradecer ao Incra que nunca deixou de nos apoiar", avalia.

O trabalho do Incra vem se destacando pelo empenho em fazer com que as famílias assistidas pelo Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) sejam beneficiadas pelas mais diversas ações da autarquia que se consolida na titulação. Vale ressaltar que em 2020, o Rio Grande do Norte emitiu 1.504 documentos deste tipo. Para esse ano, estima-se que sejam entregues 1.300 títulos.

Marcelo Gurgel, superintendente da regional, destaca a importância dessas ações tanto para o assentado quanto para a região. "Com o título em mãos, cada família poderá investir no seu lote e produção, uma vez que é mais fácil conseguir meios financeiros junto aos bancos, pois existe a garantia da terra", afirma.

Titula Brasil

Para facilitar ainda mais o processo de titulação, as prefeituras podem se cadastrar no Programa Titula Brasil. O programa aumenta a capacidade operacional dos procedimentos para a regularização fundiária em todo País, por meio de acordo de cooperação técnica firmando um plano de trabalho entre o Incra e a prefeitura interessada.

A partir daí, é implantado o Núcleo Municipal de Regularização Fundiária (NMRF), que funcionará com servidores indicados pela prefeitura, que receberão capacitação do Incra para os trabalhos. O instituto também disponibiliza soluções tecnológicas para a execução do Titula Brasil.

No Rio Grande do Norte cerca de sete municípios já assinaram o acordo (Mossoró, Serra Caiada, Ceará-Mirim, Tibau, Umarizal, Upanema e Apodi). Saiba como se cadastrar no link do Programa - https://www.gov.br/incra/pt-br/titulabrasil.

Segundo o coordenador do Titula Brasil no RN, André Rêgo, a procura pela implantação do programa está sendo satisfatória. "Estamos firmando parceiras que vão otimizar tempo e agilizar o sistema de regularização fundiária. O objetivo é dar celeridade e desburocratizar os processos", explica.

Foto: Incra/RN

22

Jul

Mercado

IEL-RN lança edital de inovação para unir startups e indústrias em busca de Soluções 4.0

O Sistema FIERN, por meio do IEL-RN, acaba de lançar o primeiro edital de incentivo às startups em conjunto com o desenvolvimento tecnológico das indústrias. O “Programa Soluções 4.0 – Negócios Inovadores”, tem como objetivo criar uma ponte entre startups que tenham ideias que otimizem o trabalho e a rentabilidade de empresas do ramo industrial, criando o ambiente para que essas últimas possam atuar como “investidores anjo”. 

O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales, recebeu das mãos do diretor de Inovação e diretor regional do IEL-RN, Djalma Barbosa Cunha Jr o primeiro edital na área lançado pelo Sistema Indústria. “Este edital é único e pioneiro. As empresas que inovam precisam de novos projetos, e as startups precisam dessa aposta em seu potencial”, destacou Amaro Sales.  

Este é o primeiro edital lançado pelo IEL-RN e visa captar empresas investidoras com potencial para investir em empreendimentos e startups que disponham ou construam negócios, envolvendo demandas e interesses comuns, resultando no desenvolvimento de soluções inovadoras sustentáveis, escaláveis, de inovação, gestão, de base tecnológica, digital ou social. 

Para o diretor de Inovação, Djalma Jr., esta é uma oportunidade de aproximar empresas startups e investidoras. “Este é o momento em que as startups podem ser alavancadas e a solução apresentada ser a definitiva. Precisamos escalar estes projetos. Este é o momento”, enfatizou durante a apresentação do edital.  

De acordo com a coordenadora do NAGI, Susie Macedo, o Programa Soluções 4.0 oportuniza a conversão de ideias e definições estratégicas, de modo a viabilizar soluções, transformando-as em resultados reais para ambos, proporcionando experiências inovadoras e rentáveis para o mercado. “Com o fornecimento de conteúdos qualificados, do estímulo de ações e conexão que gerem negócios entre Empresas Aceleradoras e Startups, dispondo essencialmente de apoio e colaboração do NAGI / FIERN. Os públicos alvos são Empresas Investidoras e Startups”, informa o material do lançamento do Programa. 

O cronograma do programa inclui 3 fases.  A primeira é voltada para a inscrição das startups.  A segunda, para a inscrição das empresas investidoras. A terceira e última fase é para apresentação das soluções. O edital com o cronograma completo, informações e inscrições no site do IEL http://www.rn.iel.org.br/negocios-inovadores .