Jornalismo

17

Set

Jornalismo

TSE lança livro online sobre o Seminário Internacional Fake News e Eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou, no dia 30 de agosto, durante o evento de divulgação do Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, um livro on-linesobre os debates que ocorreram durante o Seminário Internacional Fake News e Eleições. O seminário reuniu, em maio deste ano, especialistas no tema, bem como autoridades brasileiras e estrangeiras para debater o fenômeno da proliferação de notícias falsas no período eleitoral.

A obra reúne o material colhido durante os debates travados no seminário, inclusive entrevistas realizadas com os especialistas que participaram do encontro. O objetivo do livro foi compilar os resultados alcançados com as discussões e as sugestões recebidas para possibilitar reflexão e projetar novas ações e estratégias para as Eleições Municipais de 2020. Composta de 151 páginas, a publicação está dividida em apresentação, palestra magna, cinco painéis com temas variados, entrevista e encerramento.

A palestra magna do seminário, por exemplo, ministrada pelo secretário-geral da Federação Europeia de Jornalistas (EFJ), Ricardo Gutiérrez, disponível na página 27 do livro, teve como tema “Combatendo a desinformação e preservando a liberdade de expressão”. Em uma de suas explanações, Gutiérrez assegurou que “é necessário fornecer instrumentos aos nossos cidadãos para que eles possam fazer a diferença entre uma fonte de informação confiável e uma não confiável”.

Ele observou também que, “como jornalistas, precisamos focar mais no combate ao mau jornalismo do que no combate às fake newsA EFJ é, hoje, a maior organização de jornalistas da Europa. A organização e a coordenação do livro ficaram a cargo da Secretaria-Geral da Presidência do TSE. Acesse a obra completa! 

9

Set

Jornalismo

Band cria diretoria geral de mídias digitais

Deu no Portal Meio e Mensagem:

Com a nova frente, o grupo coloca em prática um movimento estratégico para unificar e potencializar suas ações digitais. Diretor geral de mídias digitais, André Luiz Costa vai se reportar diretamente à vice-presidência executiva da Band. Em um primeiro estágio, sua missão está desenhada em três frentes de atuação: treinar e apoiar os times de cada veículo para que eles tenham melhores resultados com o digital; integrar e ampliar as oportunidades digitais para as produções já existentes e desenvolver nossos negócios multiplataforma.

Com o novo posto, André Luiz Costa deixa o cargo de diretor executivo de jornalismo da rede, posição que será assumida pelo jornalista Rodolfo Schneider. A expectativa da Band é que todos os veículos do grupo, em todo o Brasil, sigam uma linha convergente nos ambientes digitais. “O objetivo é adequar jornalismo, esportes e entretenimento às novas necessidades de produção, distribuição e comercialização, que se impõem de maneira veloz, complexa, não linear e disruptiva”, diz o comunicado interno da companhia.

Fonte disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/09/06/band-cria-diretoria-geral-de-midias-digitais.html

9

Set

Jornalismo

CNN Brasil vai contratar repórter em Natal para cobertura estadual

Deu no portal JolRN:

Em fase de implantação e definindo cada vez mais seus detalhes, a CNN Brasil já tem planejada como vai fazer a cobertura de fatos em todos os estados do Brasil. A emissora vai contratar repórteres fixos em cada capital do Brasil, que entrarão diariamente na programação da emissora.

Segundo apurou o Observatório da Televisão, os repórteres podem entrar através de seus equipamentos tecnológicos. A depender da notícia, caso ela tenha importância nacional, a emissora de notícias deslocará seu pessoal para o estado e reforçará a cobertura. Mas a ideia é dar chances para que os repórteres locais brilhem.

O planejamento de reportagem local é primordial para a cobertura em todo o Brasil da CNN Brasil. Em nosso país, a Globo News se beneficia da grande rede de afiliadas da emissora carioca. Nos Estados Unidos, a CNN tem parcerias com emissoras locais para ter conteúdo.

Nomes nesse sentido já estão sendo monitorados. Procurada oficialmente para confirmar esse planejamento pelo Observatório da Televisão, a CNN confirmou a ideia. No entanto, ressaltou que está em fase de implementação. A emissora de notícias mantém sua previsão de estreia para o último bimestre de 2019.

Fonte disponível em: https://www.jolrn.com.br/2019/09/08/cnn-brasil-vai-contratar-reporter-em-natal-para-cobertura-estadual/

7

Set

Jornalismo

Empresas de notícias e organizações criam rede de jornalismo para investigar corrupção na América Latina

Jornais, portais de notícias e organizações não-governamentais de sete países latino-americanos uniram-se para formar uma rede de jornalismo investigativo sobre casos de corrupção nacionais e internacionais. Denominada Rede Latino-Americana de Jornalistas por Transparência e Anticorrupção (Red PALTA, na sigla em espanhol), a associação pretende ser um “espaço de investigação e colaboração transfronteiriça” cujos membros “monitoram o uso do dinheiro público, identificam padrões de más práticas em governos e usam a tecnologia para analisar dados massivos e revelar casos de corrupção”, relata o Centro Knight.

Participam do grupo o jornal La Nación, da Argentina; la diaria, do Uruguai; El Faro, de El Salvador; Ojo Público, do Peru; Ojo con mi pisto, da Guatemala; Datasketch, da Colômbia; e a ONG Poder, do México. “[A Rede nasceu com] a intenção de esclarecer tudo o que se relaciona com os diferentes processos e gestão do dinheiro público e [estabelecer] uma conexão para o leitor sobre o uso desses processos e políticas públicas, com uma perspectiva de direitos humanos”, disse Lucía Pardo, gerente de produtos do portal uruguaio la diaria, ao Centro Knight.

A primeira investigação do grupo resultou na série investigativa “La leche prometida” (O leite prometido), que revela irregularidades, conflitos de interesse e casos de corrupção da distribuição de leite a populações carentes de países como Peru, El Salvador, Guatemala e Colômbia. "Um dos destaques dessa primeira investigação é que a corrupção, as práticas inadequadas de gestão ou o conflito de interesses entre os políticos afeta diretamente o cidadão mais vulnerável", afirmou Nelly Luna, editora geral do Ojo Público, ao Centro Knight. "O que isso nos mostra é que a corrupção e as más práticas institucionais estão violando alguns direitos fundamentais das populações mais pobres, como o direito a uma dieta justa e equitativa".

Em El Salvador, por exemplo, a investigação mostrou que o leite, destinado a escolas públicas, não estava atingindo todas as instituições. E, no caso das escolas que receberam o leite, foi em pó, sem considerar que muitas dessas instituições não têm acesso à água potável, segundo reportagem. No Peru e na Guatemala, relata o Centro Knight, a investigação mostrou conflitos de interesse e contratos de milhões de dólares no fornecimento deste produto. Enquanto no caso do Uruguai, a questão tinha uma perspectiva mais econômica. Por exemplo, o relatório dizia que o Estado não concedeu subsídios às empresas de agricultura familiar, embora a lei permita.

Como costuma acontecer no jornalismo colaborativo, a rede teve coordenadores editoriais e técnicos escolhidos entre os membros de cada meio de comunicação. Esse papel pode variar de acordo com o tópico a ser investigado, bem como com os pontos fortes de cada meio de comunicação. "Também porque todo mundo tem perfis diferentes", acrescentou Luna. “Existem meios de comunicação que têm um peso muito forte na parte jornalística investigativa e narrativa, outras organizações têm um componente tecnológico muito mais forte que sustenta a infraestrutura do que a rede pode se tornar no futuro. E parte dessa definição de funções também é reconhecer quais são esses perfis diferenciais de cada uma das organizações para não duplicar esforços e, ao invés, aprimorar ainda mais as características de cada uma”, disse Nelly Luna.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/22288-empresas-de-noticias-e-organizacoes-criam-rede-de-jornalismo-para-investigar-corrupcao-na-america-latina.html

 

6

Set

Jornalismo

Record: Emissora amplia jornalismo na grade da TV e demais telas

Deu no Portal Meio e Mensagem:

Apartir da próxima segunda-feira, 9, a RecordTV terá em sua grade diárias 14 horas de jornalismo ao vivo. O acréscimo acontecerá pela inserção de quatro outras edições do Jornal da Record, com 10 minutos de duração cada, que serão distribuídas na grade da seguinte forma: uma pela manhã, duas no período da tarde e a última no início da madrugada. A edição tradicional do programa continua indo ao ar Às 21h30. De acordo com a emissora, que apresentou o novo projeto de jornalismo nesta quinta-feira, 3, em São Paulo, a ampliação das notícias em sua grade têm a proposta de gerar mais interatividade com o espectador, em diferentes plataformas.

“Queremos colocar o espectador dentro de nossa reunião de pauta e na mesa da redação, com as pessoas participando das notícias via redes sociais, Play Plus, Record News e pela grade da Record. Em 2011 demos um primeiro passo na construção do jornalismo multiplataforma com o Jornal da Record News, em que Heródoto Barbeiro entrava no ar, pela internet, 15 minutos antes do jornal iniciar na TV e também interagia com o público pela web nos intervalos. Desde então, estamos consolidando essa presença multiplataforma”, comenta Antonio Guerreiro, que assumiu a vice-presidência de Jornalismo da Record em janeiro deste ano, após uma década de trabalho na emissora.

Ao dizer que quer levar o jornalismo para todas as telas com as quais a emissora interage, Guerreiro explica que a emissora não pretende apenas distribuir seu conteúdo em diferentes telas, mas sim produzi-lo e adaptá-lo de acordo com as especificidades de cada meio. “Faremos conteúdo específico para cada plataforma Teremos um Jornal da Record nos Stories do Instagram, outro em forma de posts no Twitter e outro para quem acessar a página do jornal pelo R7. Quem acessar o conteúdo, em qualquer tela, terá um telejornal mais vibrante”, promete Guerreiro. Os boletins serão apresentados por Janine Ribeiro e Sergio Aguiar, enquanto a edição diária noturna do Jornal da Record continua sob o comando de Adriana Araújo e Celso Freitas.

Patrocínio
Para o novo projeto do Jornal da Record, a área comercial da emissora criou duas cotas de patrocínio. A primeira delas já foi adquirida pelo Bradesco, que passa a exibir a marca na edição tradicional do Jornal da Record, nos quatro boletins diários e em toda a distribuição de conteúdo do programa no digital e mídias sociais. “Pedimos quase meio bilhão de reais, como preço de tabela, a cada um dos patrocinadores, por um período de um ano. O País vive um momento de dificuldades, mas temos plena consciência de que o Brasil vai dar certo. Precisamos acreditar em nosso negócio. A coisa mais importante que temos na TV, em termos de comunicação, é o jornalismo”, defendeu Walter Zagari, vice-presidente comercial da RecordTV. De acordo com o executivo, a emissora está em negociação para definir o segundo patrocinador do projeto.

Foto: Edu Moraes / Fonte disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/09/05/record-amplia-presenca-do-jornalismo-na-grade-e-demais-telas.html

4

Set

Comunicação

Estudo detalha principais estratégias na transição dos jornais para o meio digital

Cresceu nos últimos meses o número de jornais de diferentes países que decidiram limitar suas edições impressas para um ou alguns dias da semana, em uma tendência de migração para o meio digital que, segundo analistas, pode registrar um boom já em 2020. A escolha da melhor estratégia para fazer essa transição é, porém, complexa. Novo estudo do American Press Institute oferece algumas pistas que devem ser consideradas antes de os jornais darem um passo maior em direção ao meio on-line.

A pesquisa, com base em entrevistas com publishers, editores e executivos, além de especialistas do setor, explora como os jornais podem traçar um caminho sustentável, reduzindo as despesas relacionadas à publicação e entrega impressa e criando uma presença digital mais adequada aos hábitos dos leitores modernos. "Esse caminho está cheio de desafios e dificuldades, desde a escolha de quais dias serão escolhidos – e, com isso, atender os objetivos dos anunciantes –, para fazer a matemática da logística de entrega e gerenciar o revés interno", diz o relatório.

Estes são os principais destaques do estudo:

Planejamento estratégico: Reduzir os dias de publicação impressa deve ser um passo em uma transição gradual e cuidadosamente planejada para o digital. “Eliminar os dias de publicação de um jornal pode economizar dinheiro, reduzindo os custos comerciais (caminhões, papel e impressoras). Mas apenas eliminar dias de publicação não é suficiente para garantir que um jornal continue existindo e servindo sua comunidade. Os publishers precisam de uma estratégia bem planejada e bem executada que reconheça que os hábitos do leitor foram além do jornal diário de sete dias. A abordagem também deve incluir como fornecer conteúdo de qualidade, com as tecnologias e nas plataformas que o público está reivindicando atualmente”, diz o relatório.

Cálculo de custos e receitas: Decidir quais dias de impressão serão suprimidos requer um planejamento logístico e financeiro significativo. Isso envolve o cálculo da economia de custos, trabalhando com os anunciantes para alterar os anúncios para outros dias da semana; olhando para os hábitos do leitor; e decisão sobre o preço da assinatura.

Transparência e comunicação permanente: A comunicação com leitores e anunciantes é essencial. Os publishers podem usar várias táticas, desde a publicação de artigos, colunas e anúncios, até reuniões com líderes da comunidade e de negócios e bate-papos individuais com assinantes.

Negócio digital de reputação sólida: Os jornais que reduzem os dias de impressão já devem ter construído um negócio digital que depende de uma profunda compreensão de seu público. O tempo e os recursos economizados durante a impressão devem ser dedicados a descobrir como aumentar a proposta de valor para assinantes digitais. Anunciantes e assinantes precisam ver e compreender o valor das edições digitais.

Fonte ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/22241-estudo-detalha-principais-chaves-na-transicao-dos-jornais-para-modelos-com-menos-edicoes-impressas.html#

3

Set

Jornalismo

Após 20 anos de Globo, Monalisa Perrone pede demissão e vai para a CNN Brasil

Apresentadora do Hora 1, a jornalista Monalisa Perrone pediu demissão da Globo na manhã desta terça-feira (3), após uma longa e tensa reunião com Cristina Piasentini, diretora de Jornalismo em São Paulo. Ela deixou a emissora, onde trabalhava desde 1999, porque recebeu uma "proposta irrecusável" da CNN Brasil, canal de notícias que entra no ar em novembro. Ela irá apresentar um telejornal no horário nobre.

Monalisa ancorava o Hora 1 desde sua estreia, em 1º de dezembro de 2014. Antes, durante 15 anos, foi repórter de todos os telejornais da Globo e apresentou, eventualmente, o SPTV (hoje SP1 e SP2), o Bom Dia São Paulo e o Bom Dia Brasil. Desde 2014, dividia a transmissão do Carnaval de São Paulo com Chico Pinheiro. Ela deixa a Globo em uma semana de comemorações dos 50 anos do Jornal Nacional.

Notícias da TV apurou que, além da proposta financeira muito superior da CNN Brasil, pesou na decisão de Monalisa Perrone o fato de poder ter uma "vida normal". Ela vivia reclamando da rotina a que era obrigada a se submeter por causa do Hora 1, exibido das 4h às 6h. Para estar na Globo a 1h da madrugada, tinha que ir dormir às 17h. Isso atrapalhava sua vida pessoal, principalmente o acompanhamento do crescimento do filho.

O projeto da CNN Brasil, um licenciamento da CNN americana, também foi determinante na decisão de trocar a maior emissora do país por um canal que ainda nem entrou no ar. Nos últimos anos, ela recebeu propostas da Record e do SBT, e recusou.

Fonte disponível em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/daniel-castro/apos-20-anos-de-globo-monalisa-perrone-pede-demissao-e-vai-para-cnn-brasil-29186?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=fb-ntv

3

Set

Jornalismo

BAND Natal: Carlo Bastos anuncia expansão do sinal da emissora no RN e comemora resultados de faturamento

Apesar do cenário de crise que ronda o mercado publicitário potiguar, a TV Bandeirantes em Natal está consolidada na região Nordeste como uma das emissoras do grupo Bandeirantes cujo faturamento é destaque na região. Segundo o executivo Carlo Bastos, diretor geral da emissora, a partir dos resultados financeiros positivos, a BAND Natal está investido em 2019 na expansão do seu sinal, tendo como foco cidades polos do Rio Grande do Norte, como Currais Novos, Caicó, Assú, Pau dos Ferros, entre outras.

Com o processo de expansão que deverá ser concluído somente em 2020, a BAND NATAL, cujo sinal atualmente atinge a uma população de cerca de 2 milhões de habitantes, espera duplicar a sua audiência. Na opinião de Carlo Bastos, os resultados financeiros positivos registrados no Rio Grande do Norte devem-se a liberdade que a emissora tem de movimentar a sua grade de programação.

Para ele, esse diferencial não só permite ter uma forte produção de programas locais, como também viabiliza a cobertura e realização de eventos diversos, como carnaval, maratonas, feiras. São João de Mossoró e até mesmo o Carnatal, que já tem comercializado todas as cotas de patrocínio do evento. “Em 2019, o nosso faturamento  registra um crescimento significativo, quando comparado a 2018”, revela o executivo.

2

Set

Jornalismo

Visando eleições de 2020, plataformas debatem fake news

Deu no Portal Meio e Mensagem:

Plataformas como Google, Facebook e Twitter foram convidados por Ellen Weintraub, presidente da Federal Election Comission (FEC, espécie de Tribunal Superior Eleitoral americano), para explorar maneiras de combater a desinformação digital nas eleições de 2020. Segundo o site Politico, o simpósio vai ocorrer durante todo o dia de 17 de setembro e vai focar em fake news.

Entre as discussões, o evento examinará novos tipos de notícias enganosas que vêm sendo espalhadas on-line e podem ser usadas para influenciar as eleições. Em 2016, a Rússia usou plataformas online em uma tentativa de apoiar a candidatura do presidente Donald Trump, segundo agências de inteligência dos Estados Unidos.

Ellen Weintraub vai conduzir o evento que também incluirá acadêmicos, funcionários do congresso e organizações políticas. Porta-vozes do Facebook e do Twitter disseram que as empresas estão planejando participar. O Google não respondeu aos pedidos de comentário do AdAge.

Também participam da coordenação do evento a Global Digital Policy Incubator no Stanford Cyber Policy Center e a PEN America, entidade que reúne escritores e outros profissionais do meio literário na defesa da liberdade de expressão e de direitos humanos. A FEC, como agência regulatória, não está diretamente envolvida.

Fonte disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/08/30/visando-eleicoes-de-2020-plataformas-debatem-fake-news.html

2

Set

Jornalismo

Tribunal Superior Eleitoral institui grupo gestor do Programa de Enfrentamento à Desinformação

Foi assinada nesta sexta-feira (30) a Portaria n° 664 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que definiu a composição do grupo gestor do Programa de Enfrentamento à Desinformação. A assinatura ocorreu logo após o lançamento da iniciativa, durante reunião da presidente do TSE, ministra Rosa Weber, com os presidentes, vice-presidentes e corregedores eleitorais dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

O grupo será composto por sete membros, sendo quatro indicados pela Presidência do TSE – devendo um desses estar lotado na Assessoria de Comunicação – e um indicado pela Vice-Presidência do Tribunal, além dos presidentes do Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel) e do Colégio de Corregedores Eleitorais (Coleprecor). 

30

Ago

Jornalismo

ENTREVISTA: Marília Rocha, diretora de Comunicação Institucional da AL, explica priorização do legislativo por campanhas que focam “nas pessoas''

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte está com uma nova campanha social no ar. O tema, desta vez, é a alienação parental. Esse ato é definido como uma interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente que pode ser promovida ou induzida por um dos pais, avós ou por quem tenha a guarda da criança ou do adolescente, com o intuito de repudiar o pai ou a mãe ou dificultar os vínculos com eles. Na entrevista abaixo, a diretora de Comunicação Institucional da AL RN, Marília Rocha, fala sobre a escolha deste assunto, como é feita uma campanha como essa, porque a AL tem buscado temas ligados à sociedade para suas campanhas e quais foram os resultados deste trabalho até o momento. Confira:

Por que a Assembleia decidiu realizar a campanha sobre alienação parental?

A Assembleia Legislativa é conhecida como a Casa do Povo. E não apenas por ser o maior espaço de debate de questões da sociedade através de audiências públicas, reuniões com outros poderes ou pronunciamentos em plenário. A convocação para planejar e idealizar os novos formatos de Comunicação e de campanha é feita pelo Presidente da ALRN, deputado Ezequiel.

Como em todos os anos da sua gestão, desde 2015, este ano ele dedicou o esforço do legislativo ao tema debatido na sociedade: a alienação parental. São mais de 20 milhões de pessoas no mundo que sofrem com a alienação e no Rio Grande do Norte, 80% dos casais separados tem em seus registros de divórcio questões relacionadas a alienação. Então, o propósito da campanha é a conscientização e estabelecer dispositivos legislativos para atuar pela população.

A AL já realizou campanhas sobre adoção, autismo, abuso infantil. Por que a escolha de temas ligados à família?

Na verdade, os temas envolvem pessoas. E pessoas precisam de cidadania, de democracia, precisam ser respeitadas e incluídas na sociedade. O objetivo do presidente Ezequiel Ferreira na gestão da Assembleia é o de sempre estar mais perto da população e, para isso, ele não mede esforços. Está sempre atento, escuta com cuidado as demandas que chegam em seu gabinete e por mais que pareçam conflituosas as questões, se as pessoas estão comentando, se o assunto ainda não foi abordado em campanhas educativas, o presidente reforça a máxima “fazer mais pelas pessoas”. E ele tem feito.

E as marcas disso veremos nesta e nas próximas gerações, que terão mais espaço para o diálogo e para o entendimento de novos comportamentos humanos. Como um chefe de poder pode ser omisso às questões como adoção e abuso infantil ou ao ver crianças sendo confinadas em casa por que são diagnosticadas com um transtorno de comportamento como o autismo? E como ver pessoas praticando alienação parental e achar que não é papel dele? O presidente Ezequiel pensa diferente. E seguimos os passos dele quando o assunto é inclusão, respeito, cidadania e uma sociedade melhor e mais justa.

Você poderia nos contar como é o passo a passo do trabalho da comunicação no desenvolvimento de campanhas desse porte?

O poder público tem uma atuação diferenciada quando o tema é comunicação. É possível fazer planejamento, prever orçamentos e ainda abordar temas em campanhas educativas. A Assembleia RN foi convidada pela UNALE (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais) para apresentar todas essas etapas e esperamos levar informação e conhecimento aos também diretores de Comunicação. Pensamos e iremos apresentar assim:

  • ::PROCESSO DE CAMPANHA::

  • 1. PESQUISA – 1º MÊS

  • a) Pesquisa interna com servidores e Deputados para sugestão de temas

  • b) Avaliação dos possíveis temas:

  • - Relevância

  • - Lacunas sociais

  • - Ineditismo

  • 2. BRAINSTORM

  • Reunião com a redação jornalística e equipe publicitária

  • a) Busca de fontes - Pesquisa, livros, artigos, reportagens.

  • b) Conversa com especialistas

  • c) Criação de grupo para imersão no tema

  • 3. PLANEJAMENTO – 2º MÊS

  • a) Orçamento disponível

  • b) Elaboração de Briefing

  • c) Convocação da agência responsável

  • 4. PRODUÇÃO

  • a) Elaboração do Conceito

  • b) Definição de Redação e Identidade Visual

  • c) Apresentação de "bonecas"

  • 5. INCLUSÃO COMO POLÍTICA PÚBLICA

  • a) O tema já tem amparo legal?

  • Caso não:

  • - Elaboração de Projetos de Lei

  • - Criação de Frente Parlamentar

  • - Núcleo para atendimento social

  • - Acompanhamento pós-campanha

  • 6. PRÉ-CAMPANHA

  • a) Divulgação de releases em 3 etapas:

  • - Anúncio teaser

  • - Exposição completa, informativa, com falas e agenda de eventos

  • - Convocação de véspera

  • b) Exposição do tema na mídia via entrevistas e notas em variados meios de comunicação

  • c) Envolvimento via veículos oficiais:

  • - Whatsapp funcional da ALRN (Listas de transmissão)

  • - Reportagens TV Assembleia e Rádio Assembleia.

  • 7. AUDIÊNCIA PÚBLICA

  • a) Convocação da sociedade para o debate presencial e com transmissão ao vivo pela TV Assembleia e Redes Sociais

  • b) Apresenta o Projeto de Lei

  • c) Lançamento da Campanha

  • 8. A CAMPANHA

  • a) Peças

  • b) Veiculação

  • c) Engajamento

  • - Deputados

  • - Servidores

  • - Especialistas

  • - Influenciadores digitais

  • d) Checking

  • e) Números

  • f) Resultados

Você acredita que a realização dessas campanhas tornou a AL mais presente na vida dos cidadãos?

Vivemos em um mundo conectado e a comunicação da Assembleia projeta neste modelo novos canais de comunicação. Isso também ocorre com programas como o Procon Legislativo; a Escola da Assembleia e demais projetos que recebem pessoas todos os dias na tentativa de conviver e viver melhor. Por isso, temas mais humanos e importantes para a sociedade parecem ter alterado o olhar e conceito das pessoas sobre o que fazem, o que são e como conduzem a atuação no legislativo estadual. Esperamos que a proximidade com as pessoas que compartilham as campanhas tenha também direcionado a visão atual de como trabalha e está presente na vida de cada um, através de leis ou de temas debatidos nos auditórios com participação da população.

As campanhas da AL têm tido destaque, inclusive premiações, pela criatividade e o zelo com que são feitas. Como vem sendo o trabalho da comunicação da Casa neste sentido?

A gestão do presidente Ezequiel Ferreira busca excelência em sua atuação. São diretores, coordenadores e servidores comprometidos com uma atuação eficaz e eficiente. Eficaz na rapidez e resultados. Eficiente nas respostas e nas mudanças necessárias. Somos premiados e temos espaços nacionais nas diretorias da Unale na área da Escola da Assembleia; Procuradoria; Recursos Humanos; Comunicação e tantos outros exemplos de bons resultados. Hoje, os servidores têm orgulho em fazer parte da história do legislativo, sem constrangimento e com argumentos positivos pelo trabalho da Assembleia.

Além da parte publicitária, as campanhas da AL envolvem um engajamento muito relevante. Quais números você pode destacar a respeito desse engajamento?

Em 2015, além da campanha institucional dos 180 anos da Assembleia RN, a campanha “Adoção - amor não se escolhe” resultou em um excelente resultado. Em um ano, mais da metade das crianças foram adotadas e mais famílias entraram no cadastro para adoção. No ano de 2016, estabelecemos a campanha institucional (O que é o legislativo?) com um formato moderno, informativo, sobre as missões e valores do legislativo.

As campanhas internas, de baixo investimento, como o dia das mães e pais e Conexão Enem, além da Escola da Assembleia e o combate à microcefalia, conscientização e educação são quase imensuráveis né? Em 2017, o desafio aumentou e mergulhamos no universo da doação de órgãos, um tema dolorido para quem precisa de órgãos e para as famílias que sofrem com a perda de um ente. A campanha “Doação de órgãos - doe órgãos, salve vidas” foi destaque no noticiário local e no mês de setembro, a negativa sobre doação caiu de 8 a cada 10 pedidos para 2.

Mais famílias doaram e o tema passou a integrar o noticiário e as redes sociais, comemoramos quando captamos órgãos para o RN. Na sociedade, percebemos que novas ações também foram feitas, como no Natal Shopping, que possui um outdoor fixo no estacionamento falando sobre doação de órgãos. Em 2018, ampliamos a institucional com o tema “O que faz o legislativo?” e o mesmo formato e ainda o “Respeito e proteção aos idosos” que lançou luz aos cuidados com os amigos da melhor idade. Em relação a resultado, percebemos que mais pessoas se engajaram em campanhas particulares ou em grupos. O grupo de arquitetos da Casa Cor adaptou alas de circulação interna deles, garantindo acessibilidade, respeito e direitos de ir e vir da população, as bandeiras da campanha.

No ano passado, a pedido do presidente Ezequiel Ferreira, nos reinventamos. Ele convocou a comunicação a vestir a camisa contra o buso infantil. Após 5 meses de planejamento junto à agência Crioula e sua equipe de publicitários, BIa e Artur, personagens criados para tratar o tema de forma lúdica, estavam nas ruas e no filme inspirado nas criações da Disney e desenhado pela Rox estúdio.

Com apenas 30 segundos, o vídeo alertava para um vizinho com padrão de comportamento comum e que virava um “monstro” e abusava de crianças. O mote era “para algumas crianças, monstros existem” e alertava no final, disque 100 e denuncie. Os resultados? Escapam algumas lágrimas aqui.. são imensuráveis. A campanha, além de aumentar o número de denúncias nas delegacias de proteção à criança, atingiu também os adultos - que independente da classe social e econômica - projetavam atos libidinosos a crianças.

No período, o atleta Diego Hipólito denunciou abusos sofridos por ele na seleção de ginástica rítmica e alertou a população para a questão tão frequente no dia a dia das pessoas e tão escondida na alma delas. O que mais chamou a atenção? O engajamento das pessoas nas redes sociais. Foram milhares de compartilhamentos e centenas de reposts nas redes sociais. No mesmo ano, aprimoramos as técnicas juntos aos profissionais específicos e, pela primeira vez, falamos sobre autismo com o tema “Autismo: entenda o ritmo de cada um”, com a criação da agência Art&C e não paramos por aí.

O legislativo protocolou e aprovou leis que foram acompanhadas por câmaras municipais, como a de Mossoró, em que legitima o Transtorno do Espectro Autista (TEA) - como doença e atribui aos estabelecimentos comerciais placas preferenciais para pessoas autistas. Os cinemas locais também colocaram placas e, hoje, um ano após a campanha, além das vagas em estacionamentos como prioridade, as famílias levam os filhos a lugares com circulação de pessoas como shopping e supermercados onde são respeitados e compreendidos. A campanha foi feita com base no cotidiano de Caio, diagnosticado com autismo e que a família abriu as portas para explicar os detalhes do comportamento da criança. Afinal, somos todos especiais, não é mesmo?

E para finalizar essa longa narrativa, este ano iniciamos com a campanha “O trabalho que transforma”, apresentando resultados práticos de como as leis beneficiam a população. Por exemplo: mais de 350 queijeiras do Seridó agora tem certificado do queijo da região, ampliando os números da economia e gerando emprego e renda para a população. Para fechar com chave de ouro, após 3 meses de planejamento, o tema “Alienação parental - os mais prejudicados são os filhos” está na rua com destaque para um assunto inédito no Legislativo do Brasil e que está em todas as camadas sociais e independente de classes econômicas.

As campanhas que vem sendo realizadas refletem o estilo da gestão do presidente Ezequiel Ferreira?

Literalmente. O presidente, o deputado, o homem e o chefe Ezequiel Ferreira se confundem muito quando o assunto são as questões que envolvem reflexos na sociedade. E olhe que o trabalho dele não acaba com a campanha institucional, nem na área publicitária. Hoje, tramitam no legislativo projetos como Dia da Alienação Parental, a Semana da Alienação Parental e a formação de um núcleo com psicólogos, advogados e assistentes sociais, de forma pioneira no Legislativo do Brasil. Uma estrutura de apoio às famílias, com conciliação e mediação de conflitos. Um exemplo para os demais legislativos do país.

 

29

Ago

Jornalismo

Revista Elas por Ela será lançada hoje em Natal

O Projeto Elas por Ela lança, nesta quinta-feira (29), às 18h30, na Câmara Municipal de Vereadores de Natal, no bairro do Tirol, sua segunda edição da Revista que traz como tema central o Feminicídio. A publicação está incluída na programação da campanha Agosto Lilás, a convite da bancada feminina de vereadoras da capital potiguar. 

A Elas por Ela esse ano tem como capa Sheyla Cristiane, que revela em uma entrevista exclusiva como foi a luta no caso de sua filha Anna Lívia, vítima de Feminicídio. '' Vamos abordar vários temas direcionados ao universo feminino, mas como foco principalmente será abordado a violência contra a mulher'', enfatiza a fotógrafa e idealizadora da revista, Kalina Veloso.

Produzida por uma equipe de profissionais formada exclusivamente por mulheres, a Revista possui projeto gráfico da Agência Pan e edição geral da jornalista Adriana Brasil. Em suas 80 páginas apresenta um olhar sensível retratando vidas, conceitos, artigos e fotografias de mulheres de destaque.

No total, foram 18 profissionais que trabalharam para tornar realidade o sonho da fotógrafa, entre elas Adriana Brasil, Gabriela Fernandes, Juliana Manzano, Daniela Pacheco, Carol Reis, Fernanda Sabino, Flávia Lisboa, Mariele Araújo, Larisse Souza, Simone Silva, Giyane Matsunae,Clara Vasconcelos, Ana Paula de Freitas Mafra, Lara Paiva, Anita Regina dos Santos, Udymar Pessoa, Robvani Gomes e Elma Souza.

'' O objetivo da Elas por Ela é conscientizar e despertar as mulheres sobre sua importância para a sociedade, assim como propagar a cultura feminina de direitos. A ideia surgiu para divulgar o meu material fotográfico, mas aos poucos, o sonho foi crescendo e criamos uma revista histórica, pioneira e que representa a feminilidade e a força das mulheres'', pontua Kalina Veloso.

29

Ago

Comunicação

SBT anuncia projetos originais no digital

Deu no Portal Meio e Mensagem:

O SBT já produziu conteúdos no Nano Box, um espaço dedicado ao desenvolvimento de formatos e produção de programas, atrações, lives, webséries e outros tipos de conteúdo digitais. Entre eles estiveram a live da novela As Aventuras de Poliana e as entradas do programa Fofocalizando. Agora, a emissora anuncia mais três projetos conectados aos investimentos de produção de conteúdo original online, sendo parte deles gravados no Nano Box.

Um deles é O Brasil que Ninguém Fala, que estreia em 3 de setembro, pretende criar um espaço dedicado às notícias menos hard news, com pautas sobre o trabalho de empreendedores, pesquisadores, voluntários e empresas em benefício da sociedade. O projeto terá curadoria da direção de jornalismo em parceria com a área de conteúdo digital e vai ao ar semanalmente. O programa contará com a tradução de matérias para a Linguagem Brasileira de Sinais (Libras).

Em 11 de setembro será lançado o SBT Games, apresentado pela gamer Cris Nikolaus e também gravado na Nano Box. A iniciativa visa levar o universo gamer para dentro das plataformas digitais da emissora, por meio de três projetos: o Nonoob é um jornal sobre curiosidades desse universo; o ​P1P2 recebe convidados do elenco do canal para competições; e o Party Play, uma festa online com gameplay interativo em interatividade com o público. O SBT Gamestambém fará ativações em eventos com essa temática, como BGS e CCXP.

Também foi anunciado um aplicativo, o Jogo do Teleton, que estará disponível para ser baixado nos sistemas IOS e Android a partir de de sábado, 31, após ser lançado oficialmente durante o Programa da Maisa. No jogo, o usuário poderá escolher entre os personagens Nina e Tonzinho para fazer com que um deles voem em naves espaciais, desviando de obstáculos. Os jogadores poderão compartilhar seus pontos nas redes sociais, incluindo um direcionamento para quem desejar saber como ajudar com a causa social.

Fonte disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/08/28/sbt-online-cria-serie-de-programas-digitais.html

27

Ago

Jornalismo

Projeto oferece bolsa de trabalho para jornalistas na Alemanha

O Programa Internacional para Jornalistas (IPJ, sigla em alemão) está oferecendo bolsas a profissionais latino-americanos interessados em trabalhar como correspondentes temporários durante dois meses na Alemanha. Interessados podem se inscrever até 16 de setembro.

O programa de bolsas não é voltado para estudantes. Os candidatos devem ser profissionais, com idade entre 25 e 38 anos, e têm que trabalhar no Brasil em tempo integral como jornalistas ou colaboradores em um veículo de comunicação. Jornalistas trabalhando em agências de relações públicas ou no serviço público não podem se candidatar. É necessário ter bom domínio da língua alemã ou ser fluente em inglês. 

A seleção será feita em duas fases. A primeira consiste na inscrição: os interessados devem enviar os documentos solicitados para o setor de imprensa da Embaixada da Alemanha em Brasília ou ao Consulado da Alemanha mais próximo do local onde mora. Os selecionados para a segunda fase devem participar de uma entrevista presencial no consulado ou na embaixada.

Os bolsistas começam a trabalhar no fim de fevereiro em Berlim, de onde seguirão para as redações designadas a recebê-los. O programa vai até o final de abril. É oferecidauma ajuda de custo de 3,6 mil euros, que os candidatos devem usar para pagar passagens aéreas, transporte, alojamento e refeições. O estágio na redação alemã não é remunerado. Mais informações no site

27

Ago

Jornalismo

Jornalismo: Reportagens que enfatizam soluções elevam índices de engajamento dos leitores, mostra pesquisa

O jornalismo de soluções é caracterizado por não apenas se concentrar nos problemas, mas também nas saídas para as dificuldades relatadas pelo trabalho das redações. Recente pesquisa do Center for Media Engagement, da Universidade do Texas em Austin, indica que essa prática jornalística tende a gerar maiores taxas de engajamento dos leitores e, ainda, a motivar mais disposição das pessoas no enfrentamento de dificuldades.

O estudo, com base nas observações de 2.162 participantes em relação a reportagens verdadeiras apresentadas a eles, elencou cinco componentes presentes no melhor jornalismo de solução: 1) as causas e os sintomas do problema; 2) ideias replicáveis vinculadas à solução do problema; 3) os detalhes de como colocar a solução em ação; 4) o progresso em direção a uma solução; e 5) as lições fáceis de aprender e de serem repassadas e aplicadas a outros problemas.

Em estudo anterior, o Center for Media Engagement já havia detectado que os leitores do jornalismo de soluções se sentem mais informados, otimistas e interessados em se envolver com um problema. A nova pesquisa, conduzida por Caroline Murray e Natalie Jomini Stroud,  revela que as reportagens que conseguem reunir os cinco principais tópicos identificados pelas pesquisadoras têm mais chance de atingir algumas das mais importantes metas traçadas pelas redações atentas ao engajamento do seu público.

Entre elas estão: melhor percepção dos leitores sobre a qualidade da reportagem; maior intenção de leitura de outros textos sobre o mesmo assunto; ampliação do interesse e de conhecimento dos leitores sobre o problema; mais positividade entre as pessoas; aumento na probabilidade de envolvimento com textos semelhantes replicados em redes sociais; e o estabelecimento da crença entre os leitores de que há maveiras de abordar efetivamente o problema.

O estudo mostra, no entanto, a adição nas reportagens de componentes além do problema e da solução só influencia quando as organizações de notícias fornecem informação abrangente sobre esses dois componentes básicos. “É importante que os jornalistas tenham tempo para explicar completamente o problema e a resposta antes de explorar a implementação, os resultados e as ideias”, afirmam as pesquisadoras.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/21988-jornalismo-de-solucao-eleva-indices-de-engajamento-dos-leitores-mostra-pesquisa.html