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25

Mar

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Agências desenvolvem cartilha para empreendedores e comunicadores cuidarem das suas marcas em meio à crise do Coronavírus

Em meio às incertezas das empresas diante do cenário gerado pela crise do Coronavírus, as agências Art&C e a Maxmeio desenvolveram uma cartilha de orientação aos empreendedores –  “Como cuidar da sua marca em tempos de coronavírus” – que busca sugerir soluções de comunicação e marketing que possam ajudar as empresas a cuidarem de suas marcas e, consequentemente, dos seus negócios, durante a crise.

“Preparamos com bastante critério e cuidado uma cartilha com algumas orientações para ajudar os nossos clientes a seguirem nesse momento delicado de Coronavírus”, comentou o publicitário Arturo Arruda, sócio-diretor da Art&C. A cartilha é voltada para donos de empresas, gerentes ou analistas de marketing, assessores de comunicação e pessoas, em geral, que atuem no “cuidado” com as marcas. 

No fim das contas, pela riqueza do conteúdo, a cartilha contribuirá com ideias para todo e qualquer profissional do mercado da comunicação. Confira abaixo o vídeo de apresentação da cartilha e acesse o seu conteúdo completo no endereço https://artc.com.br/cartilha/

19

Mar

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Cannes Lions é adiado com previsão de ocorrer em outubro

Em comunicado nesta quarta-feira, 18, a organização do Festival Internacional de Criatividade de Cannes confirmou que o evento não ocorrerá de 22 a 26 de junho, como era o planejado. Os planos de contingência agora trabalham com as datas de 26 a 30 de outubro.

Segundo o comunicado, a decisão veio após muitas deliberações com os parceiros e clientes, assim como com oficiais de saúde, a prefeitura de Cannes e autoridades francesas (em comunicado anterior, os organizadores haviam dito que a decisão seria informada até o dia 15 de março).

“A saúde, segurança e bem-estar de nossos clientes, funcionários, patrocinadores e parceiros permanece nossa grande prioridade”, diz o comunicado. A situação da pandemia continuará sendo monitorada cuidadosamente pelo staff do Cannes Lions.

“A situação global é dinâmica e muda rapidamente. Sentimos que era crítico oferecer uma decisão sobre junho o quanto antes. Continuaremos a colaborar estreitamente com nossos clientes à medida que desenvolvemos nossos planos”, disse Philip Thomas, chairman do Cannes Lions, especificamente.

Já Simon Cook, diretor-geral, acrescentou: “Nossa comunidade está enfrentando desafios sem precedentes e colaboração nunca foi tão importante. Estamos focados agora em planejar o festival — e nosso coração pulsante, os Leões — para assegurar que nossa comunidade esteja capaz de reconhecer o trabalho extraordinário que, por sua vez, contribui com negócios, organizações e a sociedade”.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/03/18/organizacao-do-cannes-lions-confirma-adiamento.html

18

Mar

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Receita publicitária da Globo recua 8% em 2019

A Globo Comunicação e Participações apresentou os resultados financeiros referentes ao ano de 2019, que apontam queda na receita, lucros, e no faturamento com publicidade. As informações do resultado financeiro do grupo de mídia foram reportadas nesta terça-feira, 17, em reportagem do Valor Econômico. De acordo com a reportagem, a receita líquida consolidada da companhia foi de R$ 14,1 bilhões em 2019, uma quantia 4% menor do que a registrada em 2018.

Desse montante, de acordo com a companhia, 60% é oriundo de investimentos em publicidade. Essa fatia sofreu uma queda de 8% na comparação com o faturamento publicitário registrado no ano anterior. Em entrevista ao Valor Econômico, Manuel Belmar, diretor-geral de finanças da Globo, declarou que o mercado publicitário se mostrou menos aquecido em 2019 do que a empresa estimava e que o primeiro semestre foi particularmente fraco para os negócios.

O executivo, porém, diz ao Valor que a Globo observou uma recuperação nas cifras no decorrer do ano e que conseguiu crescer bem em termos de publicidade digital. Enquanto as receitas com publicidade encolheram 8%, aquelas provenientes da área de conteúdo (que compõem os 40% restantes do faturamento da GCP), tiveram alta de 2%. O destaque, de acordo com a reportagem, foi o faturamento do serviço de streaming Globoplay, cujas receitas aumentaram em 55% em 2019.

O lucro consolidado da companhia foi 37,2% menor do que o registrado em 2018, alcançando o montante de R$ 752,5 milhões. Em 2018, o lucro consolidado da Globo havia sido de R$ 1,2 bilhão. Sobre essa redução, o executivo da empresa argumentou à reportagem do Valor Econômico que a Globo custeou os investimentos em conteúdo e tecnologia com recursos próprios.

Um desses investimentos foi direcionado para a construção do MG4, complexo de três estúdios de produção inaugurados em agosto de 2019. O projeto recebeu mais de R$ 200 milhões em investimentos e foi criado para abrigar toda a produção da companhia, inclusive aquelas direcionadas para novas plataformas de mídia. No ano de 2019, a Globo operou ainda sob a estrutura antiga, com as divisões entre a TV aberta, Globosat, Globo.com e Som Livre.

De acordo com o projeto Uma Só Globo, que passou a ser implementado de forma mais prática desde o final do ano passado, todas as operações da empresa serão agrupadas em única estrutura. A mudança já passou a valer para a marca da companhia, que desde o ano passado passou a reconhecer todas as suas operações unicamente como Globo.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/03/17/receita-publicitaria-da-globo-recua-8-em-2019.html

17

Mar

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Associação de Agências de Viagem do RN lança campanha “Adie!” para mobilizar contra cancelamentos

A Abav – Associação Brasileira de Agências de Viagens e a @Vertebratta – empresa de marketing que atua no setor de turismo há 19 anos, uniram-se para criar uma campanha de todos e para todos que dependem que consumidores adiem seus planos para se protegerem do COVID-19.
 
A campanha é uma ação de apoio à sustentabilidade econômica de todos os setores da economia que dependem do adiamento. No de viagens, o consumidor que adia sua programação para o futuro garante sua segurança e ainda colabora com este setor, que tem grande peso na economia nacional e mundial, englobando atividades como restaurantes, hospedagens e similares, transportes de passageiros, agências de viagens, cultura e lazer.


 
De acordo com dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) o setor do turismo gerou um faturamento de R$238,6 bilhões em 2019 e emprega formalmente cerca de 2,9 milhões de pessoas no Brasil. Segundo a WTTC (World's Travel and Tourism Council), o setor é responsável por empregar 319 milhões de pessoas ao redor do mundo. Em 2018, sua contribuição ao PIB foi de aproximadamente 10,4%, com uma soma de US$8,8 trilhões. Só no país, a estimativa dessa contribuição para o PIB foi de 8,1%.
 
“A campanha não é uma ideia nova, as redes sociais já foram tomadas por ela de forma desordenada, o que propus à ABAV foi uma voz única, que pudesse chegar a todos os consumidores e a todos os setores. Não ouso me apropriar dessa comunicação porque ela já é de todos e para todos, e a Abav concordou que seja desta forma. Se há a possibilidade de unirmos forças, esse momento é agora, porque estamos todos, profissionais e consumidores de todas as áreas com o mesmo foco: proteger-nos e continuar nossa subsistência como pessoas, nação e economia nos próximos meses”, afirma Sheila Nassar, CEO da Vertebratta.
 
“As agências de viagens e operadoras de turismo têm sido incansáveis no atendimento aos clientes que, com toda razão, não se sentem seguros em viajar neste momento. Eles nos confiaram a organização e o planejamento das suas viagens e é nosso papel garantir essa entrega, e da melhor forma que sabemos. Vamos vencer o Coronavírus e ultrapassar essa crise, como já fizemos tantas outras vezes. Ela vai passar, com certeza, e vamos seguir saudáveis e realizando sonhos”,  completa a presidente da ABAV Nacional, Magda Nassar. A campanha Adia! disponibiliza o selo e todo o material de divulgação a todos os setores interessados. 

4

Mar

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Estudo: para 61% das pessoas, marcas devem respeito às mulheres

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no domingo, 8, a Kantar lança estudo que revela como as pessoas enxergam a relação entre as empresas e as mulheres. Para 61% dos brasileiros, as marcas precisam tratar as mulheres com respeito e precisam ouvir e concretizar suas opiniões.

O levantamento, realizado no fim de 2019, com dois mil brasileiros, entre homens e mulheres, aponta, ainda, que 62% das respondentes gostariam de se ver representadas em situações reais do dia a dia. Num contraponto, apenas 48% dos homens concordam com essa afirmação. De acordo com Valkiria Garré, CEO de insights da Kantar, isso mostra que o público masculino ainda gosta de ver uma mulher idealizada.

Já para 46% dos brasileiros, as marcas precisam fazer uma comunicação com mais diversidade de mulheres, e para 43% é preciso contratar mais mulheres para a criação de propagandas. Este dado confirma o cenário retratado pela pesquisa realizada entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019 pelo Meio & Mensagem, que apontou que apenas 26% do setor de criação das agências brasileiras é composto por mulheres.

Além disso, a pesquisa revela que para 60% dos entrevistados, os setores de beleza e moda são os que mais impulsionam a igualdade entre homens e mulheres. Já o segmentos de automóveis e cervejas ainda precisam melhorar neste quesito, pois menos de 45% dos entrevistados acreditam que eles estão fazendo sua parte nesse sentido.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/03/03/maioria-dos-brasileiros-quer-que-as-marcas-respeitem-as-mulheres.html

2

Mar

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Conar: 70% dos processos são de publicidade digital

A  maior parte dos processos abertos pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) em 2019 envolveu anúncios e ações veiculados no ambiente da internet. De acordo com balanço divulgado pela própria entidade, 69,5% dos processos são oriundos de campanhas online (em 2018, eram 63,6%). Os comerciais veiculados na TV aparecem em segundo lugar, respondendo por 13,5% dos casos avaliados pelo Conselho. A mídia exterior aparece na terceira posição, com 8% dos anúncios. Veja:

Ao todo, o Conar abriu 302 processos ao longo do ano de 2019, número ligeiramente inferior aos 324 registrados em 2018. A maior parte desses processos (70%) foi aberto com base em denúncias feitas por consumidores. Já 16,9% dos processos instaurados foi motivado por denúncia feita pelos próprios associados da entidade. O próprio Conar, de forma institucional, também pode decidir abrir um processo (e isso aconteceu em 12,9% dos casos no ano passado).

Os processos que correspondem ao 1,9% restante foram instaurados a partir de atitude dos membros do conselho de ética. Ainda em 2019, o Conar julgou 329 casos. Mais da metade deles envolveram peças publicitárias de anunciantes dos segmentos de alimentos, sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, medicamentos, cosméticos, serviços de saúde, moda e varejo. De acordo com o Conar, 75% dos processos terminaram com algum tipo de punição (sustação, alteração da campanha ou advertência à agência e ao anunciante).

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/03/02/conar-maior-parte-dos-processos-envolve-acoes-digitais.html

14

Fev

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WhatsApp escolhe Brasil para sua 1ª campanha publicitária mundial

Nesta quinta-feira (13), o WhatsApp começou a veicular sua primeira campanha publicitária global. Apesar de a Índia ser o maior mercado do app — com 400 mil usuários —, o Brasil foi o escolhido para representar o enredo retratado no vídeo, que tem como tema uma história real do cenário carnavalesco.

“O Brasil é um dos maiores mercados do WhatsApp. É um dos países mais ativos não só em número de usuários, mas na utilização do aplicativo”, disse ao UOL Taciana Lopes, líder de consumer marketing do Facebook. O país conta hoje com 120 milhões de usuários únicos mensais.

Essa relação, segundo Lopes, foi construída já em outras propagandas da plataforma de mensagens, criadas apenas para o público nacional. De teor educativo, uma delas circulou em 2018, no período de eleições, com o objetivo de alertar sobre fake news e outros conteúdos suspeitos que poderiam ser compartilhados no app. Agora, a nova produção busca promover a marca e a possibilidade de se comunicar no WhatsApp de forma privada e segura — através do mote: “Fica só entre vocês”. Assista ao vídeo completo:

“A campanha é uma história real, que mostra o quanto o WhatsApp é presente para o brasileiro. Contaremos a história real da escola de samba Independente Tricolor, cujos barracões pegaram fogo e a forma como as escolas rivais se organizaram, rapidamente via WhatsApp, para ajudar a Independente”, revelou a executiva ao Meio e Mensagem. 

A empresa ainda divulgou que o WhatsApp reúne agora mais de 2,5 bilhões de usuários em todo o mundo. Assim, essa seria uma das maiores plataformas sob o comando de Zuckerberg, acima de sua rede principal e do Instagram. O novo vídeo publicitário, que também ressalta a marca “From Facebook”, será transmitido na TV aberta, salas de cinema e plataformas da gigante das mídias digitais no Brasil. Adiante, ainda será promovido em outros países.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/150276-whatsapp-escolhe-brasil-1-campanha-publicitaria-mundial.htm

 

11

Fev

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Conhecimento sobre marcas aumenta autoestima do brasileiro, mostra estudo

O aprendizado sobre os produtos é uma de alegria e recompensa para o brasileiro. A pesquisa “The IPG New Realities”, do Interpublic, aponta que os consumidores do Brasil são os que mais consideram gratificante encontrar informações sobre marcas. O estudo também foi realizado na China, nos EUA, na África do Sul, na Inglaterra e na Índia. No País, 77% dos respondentes afirmam que a autoestima melhora quando sabem mais sobre uma marca.

Em 2015, esse índice era de 66% e, em 2011, de 46%. Além disso, 76% dos entrevistados brasileiros declaram que o aumento da informação é proporcional ao crescimento da satisfação com as marcas. O consumidor nacional apresenta as pontuações mais altas do mundo. Em 2017, foram 71%; em 2015, 65% e em 2013, 57%.

Dentre as faixas etárias, os mais velhos dão mais valor às informações: 81% dos respondentes de 53 a 70 anos afirmam que o aumento da informação impulsionou a satisfação com as marcas. 72% na faixa de 35 a 42 anos e 74% entre 18 e 34 anos.

Mais confiança
A maioria (85%) dos entrevistados em 2019 afirmam que sempre procuram fontes confiáveis de informação. Em 2011, eram 51%. O segundo maior índice é na Índia, com 77%. Aqui, novamente, o brasileiro apresenta as pontuações mais altas do mundo.

Mais da metade (58%) dos brasileiros apontam a recomendação pessoal de marcas como fator mais importante do que há alguns anos atrás. Na América Latina, 22% dos entrevistados confiam menos na mídia e mais em “pessoas na vida real”. Uma minoria confia em websites (6%), TV/Rádio (5%) e print (4%).

O estudo observou que, com a crescente preocupação em relação a veracidade das mensagens nas redes sociais, há uma queda significativa na confiança nas recomendações de compra anunciadas nesse meio: 52% dos entrevistados em 2017 afirmam que fizeram uma compra com base na recomendação de alguém cujo conteúdo seguia nas redes. Em 2019, o índice caiu para 41%.

Mais exigência quanto à reputação
Os consumidores ainda contam com nomes de marcas e reputação para transmitir a confiança necessária. Para 67% dos respondentes em 2019, atualmente, os nomes e a reputação da marca são mais importantes do que nunca. Em 2017, foram 66% e 34% em 2013.

Para 80% dos clientes, a experiência oferecida por uma empresa é tão importante quanto os produtos e serviços, enquanto 67% dos clientes dizem que o padrão para boas experiências é mais alto do que nunca (em grande parte impulsionado por novas tecnologias – IA, computação em nuvem, assistentes ativados por voz, realidade virtual, chatbots).

Metade deles (51%) dizem que a maioria das empresas fica aquém das expectativas de uma ótima experiência. Outro ponto que pode-se observar é que as compras baseadas em crenças são comuns em todo o mundo. 69% dos entrevistados em 2018 afirmam que compram motivados por crenças e mudança ano a ano.

Em 2017, foram 56%. Com a pesquisa no Brasil iniciada em 2011, foram feitas ondas de dados destacando as tendências ao longo deste período e o contraste do consumidor brasileiro com o de outros países. 

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/02/11/conhecimento-sobre-marcas-aumenta-autoestima-do-brasileiro.html

3

Fev

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Eletromidia compra Elemidia e se torna a maior empresa de OOH

Em uma negociação finalizada nesta sexta-feira, 31, a Eletromidia, um dos grandes players nacionais do segmento de mídia out-of-home (OOH), tornou-se dona da operação da Elemidia, companhia que ajudou a pavimentar um novo caminho para o setor ao inserir o digital como a ferramenta de conexão entre marcas e pessoas que circulam pelos elevadores de prédios comerciais e corredores de shoppings. A negociação cria no mercado uma companhia com mais de 60 mil faces publicitárias (sendo 40 mil digitais), com previsão de faturamento superior a R$ 700 milhões já em 2020.

As duas companhias são controladas por fundos de investimento em private equity. O H.I.G Capital tornou-se acionista da Eletromidia em 2013, em uma negociação cujos valores não foram revelados; enquanto o Victoria Capital Partners investiu R$100 milhões para assumir o controle da Elemidia, em 2014. Por critérios dos acionistas, o valor da transação não pode ser revelado. A maior negociação recente da indústria publicitária no Brasil aconteceu em novembro de 2015, quando a holding norte-americana Omnicom teria investido cerca de R$ 1 bilhão na aquisição do Grupo ABC — o valor total depende dos resultados do grupo até 2020.

Apesar de se tratar de uma compra, a parte adquirida segue na operação. Eduardo Alvarenga, CEO da Elemidia, estará ao lado de Daniel Simões, CEO da Eletromidia, em um modelo de gestão compartilhada. Embora já sejam uma única empresa a partir desta segunda-feira, 3, Elemidia e Eletromidia darão continuidade aos trabalhos e atendimento aos respectivos clientes normalmente. A integração acontecerá aos poucos, em um processo que será conduzido pelos dois dirigentes. 

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/01/31/eletromidia-compra-elemidia-e-se-torna-a-maior-empresa-de-ooh.html

27

Jan

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Mesmo com mulheres dominando o setor, marcas pagam mais para homens em posts patrocinados na redes sociais

Um recente relatório feito pela Izea, empresa que conecta profissionais de marketing e influenciadores digitais (e publicado pelo Business Insider), estudou os valores negociados através da plataforma da empresa para posts patrocinados nas redes sociais entre 2014 e 2019. O resultado aponta que as mulheres dominam o setor de influenciadores digitais, um mercado que deve chegar a US$ 15 bilhões em 2022, mas, ainda assim, são os homens quem ganham mais por cada conteúdo patrocinado.

Segundo a Izea, nos últimos 5 anos as mulheres dominaram a indústria de influenciadores e alcançaram uma média de 87% de todo o negócio. Mas, dentro do mesmo período, as mulheres receberam 45% menos do que os homens por post em todas as plataformas sociais, incluindo Facebook, YouTube, Instagram e blogs em geral, diz o relatório.

O documento apresenta a diferença de valores nos posts patrocinados assim:

2014

  • Homens: US$ 69,00
  • Mulheres: US$ 75,00

2015

  • Homens: US$ 290,00
  • Mulheres: US$ 143,00

2016

  • Homens: $ 583,00
  • Mulheres: $ 299,00

2017

  • Homens: US$ 1,411,00
  • Mulheres: $ 753,00

2018

  • Homens: $ 1,384,00
  • Mulheres: $ 926,00

2019

  • Homens: US$ 2,152,00
  • Mulheres: US$ 1,138,00

A empresa ressalta que seus dados abrangem milhares de negócios e “dezenas de milhares de influenciadores”, desde microinfluenciadores até celebridades e, portanto, o relatório pode ser considerado um recorte sobre o panorama geral da atual relação marketing digital e influenciadores: “O marketing de influenciadores começou com ‘mamães blogueiras’ há mais de uma década e as mulheres ainda dominam o cenário hoje”, diz Ted Murphy, CEO da Izea.

Por ser um grande nicho de influenciadores digitais, a empresa também analisou especificamente as taxas médias pagas por gênero para conteúdo patrocinado no Instagram. Em 2019, o valor médio pago aos homens foi de cerca de US$ 2.365,00 e, para as mulheres, a taxa média foi de US$ 1.519,00, de acordo com o relatório.

No geral, a diferença de valores pagos por gênero em posts do Instagram ficou assim:

2014

  • Homens: US$ 141,00
  • Mulheres: US$ 133,00

2015

  • Homens: US$ 1,337,00
  • Mulheres: US$ 248,00

2016

  • Homens: Us$ 1,689,00
  • Mulheres: US$ 692,00

2017

  • Homens: US$ 1.670,00
  • Mulheres: US$ 1,046,00

2018

  • Masculino: US$ 1,333,00
  • Mulher: US$ 1.101,00

2019

  • Homens: US$ 2,365,00
  • Mulheres: US$ 1.519,00

Para Murphy, a explicação pela discrepância dos valores de conteúdos patrocinados entre homens e mulheres é uma questão de “oferta e demanda: “O grande volume de influenciadores do sexo feminino que disputam o dinheiro da marca reduz sua alavancagem de preços em comparação com os homens. A escassez e a demanda aumentam o preço e, infelizmente, parecem estar trabalhando contra as influenciadoras, particularmente aquelas que se identificam como caucasianas”, diz.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/120377/mesmo-com-mulheres-dominando-o-setor-marcas-pagam-mais-para-homens-em-posts-patrocinados-na-redes-sociais/

23

Jan

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OAB/RN vai debater em audiência pública os “Novos Limites da Publicidade na Advocacia”

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte, em conjunto com a OAB Nacional, realizará na próxima quinta-feira (06) uma Audiência Pública para debater os "Novos Limites da Publicidade na Advocacia". O encontro iniciará às 10h, na sede da Seccional Potiguar, e contará com a participação do secretário-geral adjunto e corregedor da OAB Nacional, Ary Raghiant Neto.

Atualmente, o Código de Ética e Disciplina determina que a publicidade profissional tem caráter meramente informativo, bem como deve primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão.

Segundo o presidente da OAB/RN, Aldo Medeiros, a audiência servirá para promover uma reflexão. “Precisamos que essas regras sejam claras e que estimulem a igualdade de oportunidades na publicidade, sem ferir a ética, ainda mais diante do momento atual que apresenta mudanças nas formas de comunicação em todo o mundo, manter um Código à altura dos anseios profissionais é fundamental para advocacia”, afirmou.

O resultado da audiência será enviado à OAB Nacional para compor o trabalho que está sendo feito em todo o país pela Corregedoria Nacional na atualização do Provimento 94/2000 e do Código de Ética e Disciplina.

O representante da OAB Nacional afirma que é necessário ampliar o debate sobre a questão. “Queremos ouvir a classe neste momento e, em seguida, avaliaremos todas as hipóteses de alteração da legislação. Estamos recolhendo sugestões ouvindo as seccionais e grupos que tenham interesse neste tema e desejem colaborar”, explicou Ary Raghiant.

Pesquisa nacional “A OAB quer Ouvir Você”

O resultado da audiência será enviado a OAB Nacional, para compor o trabalho que está sendo feito em todo o país pela Corregedoria Nacional para a atualização do Provimento 94/2000 e o Código de Ética e Disciplina.

O questionário com perguntas objetivas e campo aberto para sugestões, contam com questões sobre a flexibilização das regras de publicidade, utilização das redes sociais, sites e plataformas digitais como aplicativos de localização, busca e troca de mensagens, para a divulgação dos serviços advocatícios. A pesquisa ficará disponível e para contribuir basta acessar o link clicando AQUI.

22

Jan

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Marcas de bebidas lideram punições do Conar em 2019

Deu no Meio & Mensagem

A Ambev é a líder isolada do ranking de anunciantes mais punidos no Conar em 2019. O levantamento é elaborado pelo nono ano consecutivo por Meio & Mensagem, com base nas informações publicadas pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária em seu site.

Das dez condenações da Ambev, oito foram por ações envolvendo a cerveja Skol, uma da marca Brahma e uma de Stella Artois. No ano passado, o ranking das empresas mais punidas pelo Conar foi liderado pela Divcom Pharma, LG e Nestlé, sendo que naquele ano cada uma dessas quatro empresas foi condenada três vezes.

No levantamento relativo a 2019, os fabricantes de bebidas alcoólicas ocupam quatro das seis posições — considerando anunciantes que tiveram, pelo menos, três punições. Após a Ambev, o ranking segue com Coca-Cola, Claro e Diageo, com quatro condenações cada, e Heineken e Missiato, com três.

Assim como nos últimos anos, boa parte dos processos julgados pelo Conar são de ações comerciais feitas em redes sociais por influenciadores. Em 2019, dois processos da Ambev envolveram a cantora Anitta. Em março, a Skol parecia nos Stories feitos pela cantora em sua festa de aniversário. E em outubro, em nova postagem feita pela cantora, o cantor abriu outro processo para avaliar a postagem da bebida Skol Beats, 150 BPM, feita em parceria com Anitta, que pouco antes havia sido nomeada head de criatividade e inovação da marca. Veja, abaixo, o ranking dos anunciantes mais penalizados, elaborado pela quantidade de processos que resultaram em condenações:

Ambev – 10 condenações
Três das condenações da Ambev envolvem a cantora Anitta. Em duas, a decisão foi por sustação das peças veiculadas em redes sociais, com advertência ao anunciante e à artista. A postagem com o texto “Em homenagem ao funk, a nova Beats é 150 BPM, porque é mais acelerada do que todas as Skol Beats que vocês já viram” foi punida pela aparição em veículo dirigido a público predominantemente jovem. O segundo caso é parecido, com publicação de foto em que ela bebe diretamente de uma lata de Skol, novamente sem frase recomendando consumo responsável e sem explícita identificação publicitária. Além de Anitta, a Ambev também recebeu punições pela campanha “Puro Malte”, que brincava com o tema das fake news, um comercial em animação veiculado na internet e criado para Skol pela F/Nazca S&S. Outro pedido de alteração, mas desta vez agravado por advertência, foi motivado por ação de Skol nas redes sociais que associavam a cerveja ao grupo sul-coreano de k-pop BTS, com uso do título “BTS – Bora Tomar uma Skol”. A reprovação se deve ao forte apelo da banda junto ao público infanto-juvenil. Também com recomendação de alteração e advertência aos anunciantes, terminou processo envolvendo a Ambev, sua agência Score Group e a Gol Linhas Aéreas, pela promoção “Gol por preço de Brahma”, com passagens anunciadas a R$ 3,90, que causou pane no site da empresa aérea, o que levou muitos consumidores a questionaram a veracidade da ação. Em outros três casos, anúncios em mídia exterior foram reprovados por infringirem as regras do Conar, que recomendam que, neste meio, a publicidade de bebidas alcoólicas deve se limitar à exibição do produto, sua marca, slogan e frase de advertência sobre consumo responsável. E, finalmente, terminou com pedido de alteração, a divulgação de um serviço de delivery nas redes sociais, criada pela Bullet para Skol, com o título “SOS Skol – Apertou, chegou, maratonou”. O Conar solicitou a inclusão de explicação mais precisa sobre o acesso ao serviço, que se faz mediante um app.

Claro – 4 condenações
A operadora de telefonia sofreu quatro pedidos de alteração, um deles com advertência. Neste último caso, em decorrência de desconformidade da cobrança recebida em relação ao preço de R$ 79,00 por 35 megas por mês, anunciado na internet. Os outros três casos de alteração envolveram a publicidade de ligações ilimitadas (em que havia cobrança de “taxa de deslocamento”), o acesso ao conteúdo de revistas oferecido como complemento ao serviço de telefonia (na verdade, restrito a alguns planos) e a liderança em velocidade com fibra ótica. Antes do julgamento, o Conar realizou reunião de conciliação entre a Claro e a Vivo, que fez a reclamação, mas o encontro não resultou em entendimento.

Coca-Cola – 4 condenações
Uma das condenações com pedido de alteração da Coca-Cola se deu por postagem nas redes sociais feita pela cantora Anitta, sem a informação de que se tratava de publicidade. O anunciante reconheceu o equivoco e a cantora acrescentou a identificação à postagem. Outro caso terminou com pedido de alteração na embalagem de Guaraná Kuat 220 ml que destaca “nova receita com 37% menos açúcares”, no sentido de deixar claro se ficou mais saudável ou apenas mudou de categoria em função da concorrência. Anúncio em mídia exterior de Coca-Cola Café, com o título “Gás extra para virar a noite jogando”, ilustrado por foto de crianças jogando vídeo game, teve pedido de sustação pela mensagem propor inadequadamente o consumo excessivo do produto, condenando também a veiculação próxima a escolas. A quarta condenação envolve a campanha “O poder das sementes”, de Ades, e a Twogether Produções Artísticas, e teve pedido de alteração agravada por advertência ao anunciante, ainda não detalhado no site do Conar.

Diageo – 4 condenações
Todas as quatro condenações da Diageo se deram por anúncios em mídia exterior. Peça com o título “Celebre com o novo drink Johnnie Highball”, teve pedido de sustação por infringir quatro itens do Código. Mensagem de Smirnoff Ice foi punida com pedido de alteração por usar ilustração de um skate, que remete a tema de interesse de crianças e adolescentes, o que extrapola as recomendações para publicidade de bebidas alcoólicas. Anúncio do Old Parr, com o título “O whisky 12 anos mais vendido do Brasil”, foi sustado por conter texto que não é o slogan do produto. E campanha de Johnnie Walker foi julgada por não publicar frase de advertência sobre consumo responsável, terminando com pedido de alteração.

Heineken – 3 condenações
Duas condenações ocorreram por veiculações em mídia exterior que excediam a recomendação de que a publicidade de bebidas alcoólicas se limite, neste meio, à exibição do produto, sua marca, slogan e cláusula de advertência, sem apelo de consumo. O caso da marca Amstel teve pedido de sustação, agravada por advertência, e o da cerveja Schin com a cantora Ivete Sangalo, de sustação. O anunciante foi advertido em outra ocasião pela ausência em áudio da frase de advertência, recomendando consumo moderado do produto, em vídeo da Heineken nas redes sociais.

Missiato – 3 condenações
O anunciante foi punido três vezes com sustação, agravada por advertência, por ações da marca de bebidas alcoólicas Corote. Postagem nas redes sociais que mostram imagens de jovens ingerindo o produto foi condenada por ausência de mecanismo seletivo de acesso e de frase recomendando consumo responsável do produto, uso de imagens que remetem ao universo infanto-juvenil e incentivo ao consumo exagerado. A fabricante alegou não ter sido responsável pelos anúncios, sendo apenas uma empresa presente nos eventos promocionais da bebida. Em outra veiculação nas redes sociais, nova ausência de mecanismo de acesso seletivo, alusão a temática infantil, mostrando pessoas que não aparentam ter 25 anos ou mais de idade e frase de advertência de difícil leitura. A terceira condenação foi motivada por post feito pelo influenciador digital Cocielo, com ausência de ferramenta que limite o acesso de menores de idade, frase recomendando consumo responsável e informação de que se trata de publicidade. Marca e influencer disseram que a postagem era um agradecimento do blogueiro por presente recebido.

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/01/22/marcas-de-bebidas-lideram-punicoes-do-conar-em-2019.html

 

20

Jan

Publicidade e Propaganda

Cannes Lions abre inscrições para a premiação em 2020

As agências de publicidade já podem inscrever os cases e peças publicitárias que irão disputar os troféus da 67ª edição do Cannes Lions, que acontece de 22 a 26 de junho deste ano, na França.

Desde a última quinta-feira, 16, a área de inscrições no portal oficial do Festival já está aberta a inscrição das peças nas nove grandes áreas da premiação: Communication (que engloba Design, Film, Mobile, Outdoor, Print & Publishing, Radio & Audio e Titanium); Craft (Digital Craft, Film Craft e Industry Craft); Entertainment (Entertainment, Entertainment for Music e Entertainment for Sport); Experience (Brand Experience e Creative eCommerce); Good (Glass e Sustainable & Development Goals); Health (Health & Wellness e Pharma); Impact (Creative Effectiveness); Innovation (Innovation) e Reach (Creative Data, Creative Strategy, Direct, Media, PR e Social & Influencer).

Em 2020, o Festival também inaugura a categoria Creative Business Transformation Lion, dedicada a abarcar trabalhos de empresas que, por meio da inovação e criatividade, estão colaborando com a evolução e transformação de seu segmento.

O Festival já anunciou também a lista dos presidentes de júri de sua 67ª edição. Luiz Sanches, presidente e CCO da AlmapBBDO, é o único brasileiro entre os responsáveis por liderar os trabalhos de avaliação das peças publicitárias de cada área. Sanches irá presidir o júri de Outdoor.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2020/01/17/cannes-lions-abre-inscricoes-para-a-premiacao-em-2020.html

3

Jan

Publicidade e Propaganda

Estudo global mostra tendências digitais mais relevantes para estratégias de marketing e experiência ao consumidor

A Adobe lançou, nos últimos dias, em parceria com a Econsultancy, o relatório Digital Trends 2019, que analisa as tendências digitais mais relevantes para estratégias de marketing e customer experience em todo o mundo. O estudo entrevistou mais de 12815 profissionais de marketing, publicidade, e-commerce, e TI em diversas empresas globais.

Entre os dados mais relevantes da pesquisa, apenas 1 em 10 empresas se considera “muito avançada” na questão de CX, o que representa um aumento de apenas 2% em relação a 2015. A maioria das empresas (44%) se considera pouco avançada, sem estratégias consolidadas. Ainda assim, metade dos entrevistados afirma que sua empresa planeja aumentar gastos com tecnologia de CX em 2020.

Para Gabriela Viana, diretora de marketing da Adobe para a América Latina, entre os apontamentos mais importante está o que indica que as empresas muito avançadas em experiência do cliente têm três vezes mais chance de ter superado seu principal objetivo empresarial na comparação com 2018. “Costumamos sempre ter em mente uma frase do nosso CEO, Shantanu Narayen, de que ‘as pessoas não compram mais produtos, elas compras experiências’, por isso, oferecer mais do que um bom produto é essencial”, afirmou.

Parte essencial de fortalecer a customer experience é compreender as jornadas realizadas por cada cliente e como aperfeiçoá-las. Imergindo nessa questão, a pesquisa aponta que a principal prioridade digital das grandes organizações (com lucro maior que US$195m) é a “gestão da jornada do cliente” (33%), a segunda é “direcionamento e personalização” (28%). “Sabemos que o volume de dados gerados e capturados nos canais de interação com consumidores aumenta exponencialmente, e as marcas estão se beneficiando disto para conhecer melhor os seus clientes e oferecer respostas mais assertivas e relevantes a eles”, analisa Gabriela.

Por fim, outro dado interessante é que 37% das grandes companhias consideram “fornecimento de experiências personalizadas em tempo real” como a perspectiva mais empolgante dos próximos três anos. Em segundo lugar, com 22%, fica “utilização de inteligência artificial/bots para impulsionar campanhas e experiências” e, em terceiro, “Internet das Coisas (IoT)/dispositivos conectados”, com 12%. “Hoje conseguimos saber qual produto o consumidor buscou, o melhor horário e canal para contatá-lo e dar todo o suporte para que a conclusão de uma primeira compra já seja o início da próxima com experiências positivas”, finaliza a diretora de marketing da Adobe.

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/01/02/o-mercado-esta-maduro-no-quesito-experiencia-ao-cliente.html

27

Dez

Publicidade e Propaganda

Jogos online e podcasts estão no topo da agenda da publicidade digital para 2020, diz estudo

Privacidade e segurança da marca em um mundo programático, desaceleração no crescimento das mídias sociais e o potencial da publicidade em jogos on-line e podcasts. Essas são as principais tendências para a mídia em 2020 apontadas pela análise final deste ano dos relatórios da pesquisa continuada Global Advertising Trends, da WARC Data.

A maior parte dos profissionais de marketing consultados pelo estudo afirma que “mudar o sentimento do consumidor” em relação ao uso de dados é hoje um tópico decisivo. Pesquisas mostram que muitos consumidores tomaram medidas para limitar sua presença on-line devido a preocupações com o uso indevido de dados, com 44% reduzindo a quantidade informações que compartilham e mais de um quarto (27%) fazendo uso de um bloqueador de anúncios.

A maioria dos entrevistados afirma que suas organizações implantaram medidas para melhorar a privacidade de dados, mas 14% afirmam não possuir uma estratégia de proteção de informações. Um problema contínuo é como esses dados são usados na comercialização de anúncios, principalmente na publicidade programática – 50% dos profissionais concordam que a tecnologia de anúncios ainda não atingiu seu potencial. A privacidade continuará na agenda do mercado dos Estados Unidos em 2020, muito por causa da Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA).

Um em cada cinco profissionais de marketing, diz o estudo, pretende reduzir os gastos no Facebook em 2020, com Twitter e Snap também enfrentando a perspectiva de um crescimento discreto da receita. A tendência ocorre em um momento de elevado índice de desconfiança nas mídias sociais, seguido de pressão por maior regulamentação das empresas de tecnologia. Os níveis mais altos de desconfiança são registrados na Grã-Bretanha (83%), Suécia (81%) e França (79%). Os Estados Unidos estão em sétimo lugar com 70%. Espera-se que o gasto com anúncios na internet, excluindo Google e Facebook, tenha diminuído pelo segundo ano consecutivo em 2019.

Jogos on-line e podcasts podem ser as grandes estrelas de 2020, afirma o estudo. Quase um em cada quatro adultos assistiu a uma transmissão ao vivo de jogos em novembro, e isso aumenta para quase um em cada três entre as idades de 16 a 24 anos. O YouTube, do Google, e o Twitch, pertencente à Amazon, dominam as transmissões ao vivo, que se apresentam como oportunidade para anunciantes que buscam alcançar jovens públicos.

A publicidade em podcast ainda não deslanchou, mas os investimentos das marcas devem dobrar para US$ 1,6 bilhão até 2022. Os anunciantes, segundo a pesquisa, estão atentos ao alto nível de engajamento dos ouvintes de podcasts: 17% são "muito mais propensos" a considerar uma marca depois de ouvir seu anúncio durante um podcast, enquanto 37% têm "um pouco mais de probabilidade".

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/cartilha/73-jornal-anj-online/25166-seguranca-da-marca-jogos-on-line-e-podcasts-estao-no-topo-da-agenda-da-publicidade-digital-para-2020-diz-estudo.html