Tecnologia

15

Nov

Tecnologia

Uber lança programa de pontos nos EUA com vários benefícios

Na tarde desta quarta-feira (14), a Uber anunciou o lançamento do seu programa de pontos Uber Rewards. Com ele, os usuários ganham pontos por cada dólar gasto nos aplicativos da empresa e podem trocar esses pontos acumulados por benefícios, incluindo desconto nas viagens. O programa está sendo lançado inicialmente em nove cidades dos Estados Unidos e deve chegar a todo o país nos próximos meses. 

Qualquer pessoa pode se inscrever para participar do programa e começar a acumular pontos, até mesmo quem mora nas cidades dos Estados Unidos onde ele não foi lançado. A quantidade de pontos que você vai ganhar depende da categoria do serviço usado. Como exemplo, pedidos no Uber Eats e corridas no Uber Juntos rendem 1 ponto para cada dólar, enquanto viajar de UberX ou Uber Select dão direito a 2 pontos por dólar.

O Uber Rewards tem as categorias Azul, Ouro, Platina e Diamante, com o usuário subindo de nível dependendo da quantidade de pontos acumulados. O benefício mais básico é um crédito de US$ 5 para cada 500 pontos, mas também há vantagens como pagar valores menores mesmo quando o preço dinâmico está ativado, entregas de graça no Uber Eats ou ter um prazo maior para cancelar e remarcar uma corrida.

Ainda não há previsão para que o programa seja lançado em outros países, mas a Uber costuma levar seus novos produtos primeiro para o Estados Unidos e expandir gradualmente para o mercado internacional.

Fonte: Portal Tec Mundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/136215-uber-lanca-programa-pontos-eua-varios-beneficios.htm

Fonto: Pixabay

14

Nov

Mídias Sociais

Agências digitais se preparam para o início da publicidade via Whatsapp

Deu no Canal Meio:

Agências publicitárias digitais, no exterior, começam a se preparar para o início da publicidade em WhatsApp. “A chave para engajamento”, diz Yuval Bem-Itzhak, CEO da Socialbakers, “será conteúdo personalizado, relevante, e que chegue no momento certo. Tem de parecer um bate-papo com um amigo.”

Ninguém tem claro, ainda, qual o formato publicitário que funcionará melhor. É bem possível que anunciantes do Facebook possam escolher que sua propaganda apareça também na plataforma de conversa, integrando as duas. Mas não falta quem tenha o receio de que o modelo se mostre intrusivo demais.

Leia mais em: https://marketingland.com/whatsapp-ads-are-coming-will-advertisers-start-buying-251600?utm_source=meio&utm_medium=email

13

Nov

Tecnologia

Serviço postal do Japão realiza primeira entrega com um drone

A companhia que administra o serviço postal do Japão, Japan Post, realizou nesta quarta-feira a primeira entrega de correspondência com um drone no país entre duas filiais na prefeitura de Fukushima, no nordeste do arquipélago.

O dispositivo não-tripulado partiu da filial da cidade de Minamisoma por volta das 9h local (22h, de terça-feira em Brasília) e chegou cerca de 15 minutos depois à cidade de Namie, localizada a 9 quilômetros de distância, segundo a agência local de notícias "Kyodo".

O drone, capaz de voar a uma velocidade máxima de 54 quilômetros por hora e transportar até dois quilos de peso, levava folhetos de felicitações de Ano Novo e desenhos destes aparelhos feitos por crianças, detalhou o citado meio de comunicação.

Por enquanto, a empresa planeja limitar as operações com drone para testar a capacidade do aparelho.

Os drones serão usados inicialmente para enviar documentos internos e folhetos publicitários, e no futuro a companhia espera que realizem entregas em regiões montanhosas e em ilhas remotas do arquipélago japonês, explicou em comunicado.

A Japan Post pôs em funcionamento este serviço depois que as autoridades flexibilizaram as regulamentações aéreas sobre drones para fazer frente à escassez de mão de obra.

A escassez de funcionários já levou a operadora postal a testar em março em Tóquio carros autônomos para a repartição de correspondência com o objetivo de iniciar uma frota em 2020.

Fonte: Agência EFE, disponível em: https://www.efe.com/efe/brasil/tecnologia/servi-o-postal-do-jap-realiza-primeira-entrega-com-um-drone/50000245-3806118

12

Nov

Tecnologia

Inteligência Artificial do Google digitaliza oito milhões de fotos históricas do The New York Times

The New York Times tem um acervo gigante de imagens publicadas no jornal, todas acompanhadas de informações sobre quando e por quê foram publicadas. A estimativa é que a empresa possua de 5 a 7 milhões de imagens, e o Google está trabalhando para digitalizar todo este acervo. As informações são do Portal B9.

De acordo com o Portal muitas das imagens que remontam ao século XIX não existem em nenhum outro lugar. Por isso o NYT contratou o Google, que usará ferramentas de inteligência artificial para não apenas digitalizar as anotações escritas a mão e anexadas a cada imagem, mas também categorizar as informações que contêm, vinculando dados como locais e datas.

O Google diz que o NYT também poderá usar suas ferramentas de reconhecimento de objetos para extrair ainda mais informações das fotos, tornando-as mais fáceis de catalogar e usar no futuro.

Segundo Nick Rockwell, diretor de tecnologia do NYT o material é “uma crônica inestimável não apenas da história do The New York Times, mas de quase mais de um século de eventos globais que moldaram nosso mundo moderno.”

Vale ressaltar que mesmo com a digitalização desse material, as fotos não serão acessíveis ao público, como aconteceu quando o Google trabalhou no arquivo da revista Time. Ainda assim, esse tipo de preservação é rico demais.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/99266/google-e-the-new-york-times-usam-inteligencia-artificial-para-digitalizar-5-milhoes-de-fotos-historicas/

9

Nov

Educação

Debate sobre criatividade e inovação marca abertura da Jornada de Estudos Turísticos da UERN

Foi com um debate sobre a concepção e aplicação de estratégias criativas e sustentáveis que teve início, na noite da última quarta-feira (7), a VI Jornada de Estudos Turísticos da UERN, com o tema “Inovações tecnológicas e turismo: desafios e tendências no mundo global”.

Promovido pelo Departamento de Turismo, o evento reúne minicursos, grupos de trabalho, apresentações culturais, palestras e lançamento de livros, estendendo-se até hoje (9), no Campus Central da UERN. A Jornada também celebra os 15 anos do curso de Turismo. Durante a solenidade de abertura, realizada no auditório da Faculdade de Educação Física, professores ressaltaram o potencial turístico do Estado e as possibilidades de inovação a partir de novas tecnologias e de ações criativas.

“Nós temos uma riqueza muito grande de recursos naturais no nosso Estado. Já temos parques eólicos, potencial para a energia solar, e agora temos o turismo como uma fonte de recursos também. Eu não veria um tema melhor para o evento do que esse, que traz as inovações no turismo”, destacou o professor Zezineto Mendes, chefe de Gabinete da Reitoria da UERN. A professora Michele de Souza, chefe do Departamento de Turismo, enalteceu a programação do evento e destacou a participação de estudantes de Turismo de outras cidades, como Natal (RN) e Fortaleza (CE).

“Espero que vocês usem esses dias para aprender aqui e também para trocar experiências, interagir com os colegas de outras cidades, coisa que é muito importante para quem trabalha com turismo”, frisou. Após a abertura oficial, foi realizada a palestra “Smart Cities: inovação e criatividade no planejamento de destinos turísticos”, proferida pelo professor da UNINASSAU e gestor de equipamentos esportivos e lazer da Prefeitura de Recife (PE), Sérgio Xavier.

Xavier apresentou diversas iniciativas realizadas em Recife que contaram com a criatividade dos realizadores, enriquecendo a experiência dos turistas e amplificando o potencial atrativo do local. O palestrante também destacou pontos importantes que devem ser levados em consideração durante o planejamento de ações ligadas ao conceito de cidades inteligentes, com o uso de novas tecnologias.

“Toda cidade tem um grande potencial artístico e cultural. E a população pode e deve instigar os gestores públicos a adotar ações criativas”, salientou Xavier. Nesta quinta-feira, as atividades da VI Jornada de Estudos Turísticos continuam no Campus Central. A programação completa pode ser acessada neste link. Mais informações também podem ser encontradas na página do evento.

9

Nov

Tecnologia

Na onda da tecnologia, alunos da terceira idade participam de oficina sobre Redes Sociais

Os alunos da Universidade Aberta para a Terceira Idade (UnATI), participaram de uma oficina sobre a interação com as Redes Sociais. A palestra aconteceu no dia 8 de novembro na Unidade Roberto Freire e foi ministrada pela professora Ana Carla Cabral.

O evento teve o objetivo de agregar conhecimentos tecnológicos na vida social, trabalhado a teoria e prática. Durante a oficina, os universitários puderam aprender a desenvolver o manuseio correto do aparelho, as melhores ferramentas para utilizar a pesquisa do Google e o uso de aplicativos como Facebook, Instagram e o WhatsApp. O evento está incluso durante a programação do XX Congresso Científico e Mostra de Extensão da UnP.

A aluna da UnATI, Maria das Graças Leal, comenta que esse tipo de oficina ajuda a reforçar a comunicação na atualidade. “As aulas vêm me ajudando muito para o uso do aparelho eletrônico. Posso dizer que hoje, sinto uma maior facilidade para me comunicar com meus filhos e netos”, ressalta.

Para a professora Ana Carla Cabral comenta que momentos como este é de grande importância para a construção de conhecimento. “Sendo que durante a nova era digital a sociedade da terceira idade se sente excluída por não saber fazer o uso correto das redes social, dificultando assim sua comunicação com seus familiares e amigos.

8

Nov

Tecnologia

Debate sobre concentração da internet encerra fórum nacional

Nos últimos anos, a internet passou a ser dominada por grandes conglomerados com atuação global, como Facebook, Google, Apple, Amazon e Microsoft. Em 2017, as principais plataformas movimentaram US$ 365 bilhões e somaram valor de mercado de US$ 3,8 trilhões. Somente Apple e Amazon passaram a valer mais de US$ 1 trilhão cada nos últimos meses. Esse processo de concentração provoca novos desafios e demanda novas formas de atuação pelo Estado. O assunto foi o tema do último debate do Fórum da Internet no Brasil, evento que terminou ontem (7) em Goiânia.

O Fórum foi uma iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI Br) e reuniu pesquisadores, empresários, ativistas e interessados em temas como novas tecnologias digitais, proteção de dados pessoais, inovação no mundo online, inteligência artificial, inclusão digital e acessibilidade em serviços online.

No encerramento do encontro, os impactos das grandes plataformas foi o destaque. O professor da UFRJ e integrante do CGI Marcos Dantas destacou que a atuação desses grupos tem marcado a web atualmente, constituindo o que chamou de “praças de mercado” virtuais, controladas por investidores do mercado financeiro e que geram receita a partir dos dados pessoais coletados e explorados por sistemas informatizados calcados em algoritmos.

Essas plataformas diminuem o tempo dos negócios, colocando pessoas para transações variadas (como alugar um quarto ou tomar um transporte) que ocorrem em segundos. “A internet foi criada por cientistas e a pessoa acessava diretamente. Agora ela é usada por bilhões de pessoas dominada por corporações mediático-financeiras. Temos que discutir como regular essas plataformas e suas relações monopolistas nesse cenário”, defendeu o docente.

O empresário Hugo Seabra, criador de startups e diretor da plataforma Congressy, de eventos corporativos, comentou que muitas vezes as pessoas acabam aceitando a entrega dos seus dados pois, por um lado, esta é uma condição imposta pelas plataformas e, por outro, os dados são coletados em troca de serviços gratuitos oferecidos e de comodidade em diversas atividades.

“As plataformas digitais são o intermédio entre aqueles interessados em algo e quem tem algo a oferecer. Nessa transformação digital, a gente vem de uma era digital em que oferece todos os nossos dados desde que tenhamos comodidade. A maioria não se preocupa com o que está entregando”, ponderou.

A diretora do Departamento de Proteção aos Direitos do Consumidor do Ministério da Justiça, Ana Carolina Caram, apontou como estratégia olhar o impacto da concentração de dados nas plataformas para a competição no setor da economia digital e para os usuários. “A partir do momento que a empresa tem os dados do consumidor ela pode sim prejudicar a concorrência. Quem falou que eu quero que o Facebook saiba que eu estou em uma cidade tal e me oferte um serviço?”, questionou.

A jornalista e diretora do Centro de Estudos Barão de Itararé, Renata Mielli, lembrou que nos últimos anos o Facebook comprou os principais concorrentes, como o Whatsapp e o Instagram. Na semana passada a empresa anunciou que chega a 2,6 bilhões de pessoas com seus diversos aplicativos. No ranking dos mais acessados, ela possui os três primeiros: Facebook, Whatsapp e FB Messenger.

"Se o Facebook continuar comprando outras empresas, ele vai se constituir em um conglomerado ainda mais dominante no mercado digital. Como impedir essas fusões? Vamos ter que definir regras para isso. Para que nossos dados não estejam monopolizados em um local. Precisamos de uma ação antimonopolista para tentar evitar essa concentração”, defendeu.

Antitruste

Mas como analisar esses mercados e que tipo de medidas podem ser tomadas pelo Estado? É preciso instituir leis? O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) pode agir? Como? Essas perguntas permearam as discussões do encontro. Na avaliação do professor de direito da USP e ex-presidente do Cade Vinícius Marques de Carvalho, um desafio é como definir esses novos mercados.

“Não existe mais, por exemplo, um mercado de canais de TV fechados. Temos todas as plataformas como Netflix competindo no audiovisual. Nesse caso, a participação de mercado [indicador clássico das análises concorrenciais] dilui muito”, problematizou. Por outro lado, o docente argumentou que um caminho pode ser avaliar se uma determinada empresa possui um poder de mercado e analisar sua conduta. Ele reforçou que é preciso amadurecer a discussão sobre os instrumentos da ação antitruste nesse novo cenário.

Experiências internacionais

O coordenador de direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Rafael Zanatta, citou como exemplo positivo do que pode ser adotado no mundo digital a atuação da União Europeia. As autoridades do bloco aplicaram multas em empresas de tecnologia por práticas anticompetitivas. Um caso notório foi sanção contra o Google em julho deste ano pela pré-instalação de aplicativos no sistema operacional Android, também da própria Google.

“A comissária Europeia de direito concorrencial tem atacado casos específicos de conduta de abuso de poder econômico que diminuíram o bem estar do consumidor. Ao fazer contratos de pré-instalação, o Google impediu uma economia de aplicações no mercado europeu e de ter livre oportunidade e instalar outros apps. E isso geraria efeitos positivos para economia europeia".

Estratégia digital

Já a representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) Luana Lund destacou efeitos positivos da economia de dados, tanto em setores produtivos quanto na administração pública. Ela mencionou estudos da Organização Para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) segundo os quais empresas com sistema de coleta e análise de dados conseguiram aumentar a produtividade em 5% a 10%.

Sobre as ações governamentais para esse cenário de transformação, Lund apresentou a política do governo federal para a área, chamada “Estratégia Digital”. Ela traz entre suas diretrizes o incentivo à transformação digital e à economia de dados como forma de qualificar as atividades econômicas e medidas de governo. “A estratégia toca o tema quando consta que precisamos incentivar uma economia baseada em dados, e dar segurança jurídica a ela, mas também garantir confiança que é pautada na segurança e na proteção de direitos nesse ambiente”, informou.

Fonte: Agência Brasil

7

Nov

Tecnologia

Indústrias com plano de inovação terão financiamento para testes de internet das coisas

Empresas industriais terão apoio de até R$ 15 milhões para experimentar o uso de internet das coisas (IoT), uma das tecnologias da chamada indústria 4.0, em seu processo produtivo. Os recursos serão aportados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A chamada para seleção dos interessados em participar do programa será lançada nesta quinta-feira (8), às 9h30, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo.

Os valores vão ser investidos na construção de ambientes de testes de soluções tecnológicas (testbeds), plataformas estruturadas em ambientes controlados que reproduzem um cenário real. Os recursos serão aplicados, por exemplo, em obras de infraestrutura de laboratórios, na compra de equipamentos nacionais, importados e de softwares, na remuneração da equipe, entre outras despesas necessárias para a realização dos projetos.

Esses experimentos trazem benefícios para as empresas participantes, pois é possível reproduzir as condições específicas de seu ambiente fabril de forma otimizada sem paralisar a linha de produção. Além disso, há redução de riscos e custos de implantação de novas tecnologias. O prazo dos testbeds é de três anos, dos quais pelo menos dois anos serão de execução dos projetos. Os segmentos prioritários da chamada são as indústrias automotiva, têxtil, mineradora e de óleo e gás.

DIFUSÃO – O diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, explica que, além de vantagens para as indústrias participantes, os testbeds trarão benefícios ao país, pois a estrutura, que será implantada na rede de Institutos SENAI de Inovação, vai ficar disponível para as demais empresas de cada segmento atendido. “Os testbeds serão usados para difundir a internet das coisas, especialmente entre as pequenas e médias empresas, que não teriam condições de desenvolver tais tecnologias com recursos próprios. Dessa forma, o SENAI está ajudando a tornar a Indústria 4.0 acessível a todos no Brasil.”

As empresas ou consórcios interessados em participar da chamada devem apresentar um plano de inovação com a proposta detalhada de montagem e operação das experiências. Cada projeto terá financiamento mínimo de R$ 1 milhão, dos quais serão destinados recursos não-reembolsáveis que poderão chegar a 50% dos itens financiáveis. A contrapartida das empresas poderá ser por meio de outros instrumentos de crédito do BNDES ou de parceria com os Institutos SENAI de Inovação.

A internet das coisas é uma tecnologia que conecta objetos físicos e virtuais e os permite processar dados, tornando-os inteligentes. O uso de IoT nas empresas vem ganhando espaço no Brasil e no mundo devido à evolução progressiva de recursos tecnológicos já disponíveis, que estão se tornando mais acessíveis.

Estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, realizado pelo BNDES e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), aponta a tecnologia como estratégica para o país. Segundo o trabalho, até 2025, o impacto potencial no Brasil do uso de IoT é de US$ 50 bilhões a US$ 200 bilhões por ano, valor que representa cerca de 10% do Produto Interno Bruto (PIB). A avaliação é que a tecnologia é capaz de produzir mais efeitos positivos do que a robótica avançada, as tecnologias cloud e a internet móvel.

De acordo com o estudo, o uso de IoT pode, por exemplo, agregar valor a produtos de exportação do país, ao reduzir o custo de produção; aumentar a produtividade por meio do redesenho do trabalho, entre outras vantagens. Além disso, pode ajudar a diminuir o chamado “custo Brasil” ao aumentar a eficiência logística, assim como reduzir processos e trâmites excessivos e lentos.

 

7

Nov

Tecnologia

Metade da população consome música e vídeo pela internet, diz pesquisa

Metade da população brasileira ouve músicas e assiste a vídeos pela internet. A informação foi divulgada na segunda-feira (5) pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) no Fórum da Internet no Brasil, que ocorre nesta semana em Goiânia. Ela faz parte da pesquisa TIC Domicílios Cultura, elaborada pelo CGI como detalhamento do estudo anual TIC Domicílios, lançado em julho deste ano.

Entre os entrevistados, 29% baixam músicas, 26% publicam textos, fotos ou vídeos de criação própria, 16% fazem download de filmes e 10% baixam séries. Entre 2014 e 2017, o hábito de consumir em tempo real áudio e vídeo (ou streaming, no termo em inglês) aumentou de 2014 até 2017: saiu de cerca de 58% para 71%. Já a prática de baixar obras sonoras ou audiovisuais ficou menos popular, caindo de 51% para 42% no caso de músicas e de 29% para 23% em relação a filmes.

“A ampliação do consumo é muito devido às plataformas de streaming. Essa prática, que antes era mais predominante de fazer download e ter arquivo próprio no seu computador, agora as pessoas estão conseguindo mais acessar plataformas que disponibilizam esses conteúdos online”, analisa a coordenadora da pesquisa TIC Cultura, Luciana Lima.

Tipo de conexão

O tipo de conexão impacta esse acesso a conteúdos culturais. Enquanto o hábito de ouvir músicas na internet é de 70% dos usuários com conexão em banda larga fixa, entre aqueles que dependem de 3G e 4G o índice cai para 59%. No caso de vídeos, a diferença entre as pessoas com conexões fíxas e móveis é de 72% e 57%. Entre aqueles que usam a internet para ler notícias, os percentuais são, respectivamente, de 57% e 43%.

“Você tem uma questão de renda. Enquanto as classes mais altas têm conexão tanto 3G quanto wi-fi [conexão sem fio], a população de baixa renda depende exclusivamente do dispositivo móvel. Isso tem impacto no consumo de conteúdos culturais, pois faz com que quem tem conexões fixas de banda larga no seu domicílio consuma mais streaming do que quem tem acessos só no celular”, destaca Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC Br), órgão vinculado ao Comitê Gestor da Internet.

Frequência e origem

Quanto à frequência, o tipo de conteúdo consumido mais comumente é a música: 29% da população ouve todo dia, 16% pelo menos uma vez por semana e 3% uma vez por mês. O restante não informou. A popularidade do streaming de filmes é menor: 12% assistem todo dia, 15% pelo menos uma vez por semana e 5% pelo menos uma vez por mês. Entre os fãs de séries, os índices foram, respectivamente, de 11%, 10% e 3%.

Os serviços pagos ainda não têm grande preferência entre a população. Do total, 10% pagam para ver filmes ou séries 5% são clientes de streaming de música e 3% relataram compram filmes para baixar e assistir em seus computadores ou telefones celulares.

A pesquisa também perguntou aos entrevistados a origem dos conteúdos consumidos. Do total, 48% ouvem músicas brasileiras e 28%, estrangeiras. No caso dos filmes, a diferença é menor, com 26% de obras nacionais e 24% internacionais. Em relação às séries, a preferência se inverte: 21% assistem a programas estrangeiros e 13% veem obras produzidas aqui.

Publicações e compartilhamento

O estudo avaliou o comportamento dos usuários na produção e compartilhamento de conteúdos diversos. Enquanto o hábito de postar textos, imagens e vídeos em blogs, sites e plataformas como redes sociais ficou estável entre 2014 e 2017, a prática de compartilhar esses tipos de mensagens e conteúdos cresceu no mesmo intervalo, saindo de 60% para 73% dos usuários de internet.

O tipo de informação mais difundido é a imagem, publicada por 24% da população. Em seguida vêm textos, com 13%, vídeos, com 11%, e músicas, com 4%. A motivação mais comum, conforme o levantamento, foram a divulgação de situações cotidianas, com 17%, dar opinião sobre temas de seu interesse, com 14%, e aproximar-se de pessoas com interesses comuns (13%).

A pesquisa TIC Domicílios é realizada anualmente pelo Comitê Gestor da Internet. Na edição relativa ao ano de 2017, foram ouvidos moradores de 23.592 domicílios em 350 cidades entre novembro de 2017 e maio de 2018.

Foto: Pixabay/ Fonte: Agência Brasil

7

Nov

Tecnologia

Rastreadores em sites opõem investigadores e ativistas da privacidade

Pesquisadores e especialistas em tecnologias digitais divergiram hoje no Fórum da Internet no Brasil (FIB) sobre o uso dos chamados cookies, que são pequenos 'pedaços de código' que registram dados da navegação das pessoas, tais como números de IP, se o aparelho é um celular ou um computador de mesa, as configurações do navegador e a localização da pessoa. O FIB é o maior evento sobre Internet do país e ocorre em Goiânia até hoje (7).

Esse tipo de tecnologia é utilizada, em geral, por agências de marketing digital para que os anúncios “sigam” os usuários pelos sites nos quais navegam. Nesses casos, o usuário pode apagar os cookies instalados. Cada navegador oferece essa funcionalidade em determinado local de suas configurações. Mas também pode ser adotada por governos quando cidadãos visitam seus sites, como os poderosos cookies que a agência de inteligência dos Estados Unidos, a CIA, instalava nos computadores de quem visitava sua página.

No debate sobre o tema realizado no Fórum nesta terça-feira (6), a avaliação sobre o uso desses recursos técnicos opôs defensores de práticas de vigilância para combate a crimes no ambiente online, de um lado, e pesquisadores e ativistas preocupados com riscos à privacidade e à proteção de dados, do outro.

O perito em crimes cibernéticos Wanderson Castilho defendeu o uso dos cookiescomo um recurso necessário para investigar e prevenir esse tipo de delito. Ele relatou casos em que o monitoramento por essas tecnologias auxiliou forças de segurança a chegar a pessoas que preparavam atentados terroristas. Para Castilho, esse tipo de possibilidade justificaria a coleta massiva de informações realizada por cookies.

“O problema não está somente na coleta, mas no uso dela. Do ponto de vista de investigação, ela é necessária. Essas troca de arquivos é importante para a sua navegação. Da mesma forma como as empresas acabam sabendo tudo de vocês, na investigação queremos obter essa informação. Acabamos invadindo privacidade sim, para saber se você está cometendo delito. A nossa sociedade vai ficar mais segura a partir do momento em que você consegue prever, antecipar ataques terroristas”, comentou.

Foto: Pixabay/ Fonte: Agência Brasil

7

Nov

Tecnologia

Empresas e academia defendem autoridade de proteção de dados

No Fórum da Internet no Brasil, maior evento da área no país, diferentes setores convergiram na defesa da necessidade da existência de uma autoridade nacional de proteção de dados. O órgão foi prevista no Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709), aprovada em julho, mas sua criação foi vetada pelo presidente Michel Temer – o veto está na pauta do Congresso Nacional hoje (7).

A Lei 13.709 disciplinou quais dados são considerados pessoais, em que casos podem ser coletados a processados, os direitos dos titulares em relação a essas informações e quais são as obrigações de empresas e do Poder Público no tratamento de registros, inclusive em casos específicos, como na área de saúde ou em atividades envolvendo crianças e adolescentes.

Pelo texto aprovado pelo Congresso, a autoridade ficaria responsável pela edição de normas complementares e pela fiscalização das obrigações previstas na lei. O órgão poderia exigir relatórios de impacto à privacidade de uma empresa, documento que deve identificar como o processamento é realizado, as medidas de segurança e as ações para reduzir riscos. Teria também a prerrogativa também de fazer uma auditoria, em que se verifique no local da empresa se o manejo dos dados está sendo feito corretamente.

Após o veto do presidente Temer, houve discussões entre o governo e representantes de empresas e de organizações da sociedade civil, e o Executivo sinalizou com a possibilidade de enviar novo projeto de lei para criar a autoridade. A proposta, contudo, não foi encaminhada ao Parlamento até agora.

Na opinião da professora do Instituto de Direito Público (IDP) e uma das formuladoras da lei, Laura Schertel, o órgão é essencial à efetividade da lei, pois ela é responsável pela aplicação das obrigações não apenas para empresas como também para instituições públicas, como ministérios, tribunais e casas legislativas.

“A autoridade é o fiel da balança. É ela que vai fazer com que a lei possa ser aplicada em tantos setores de uma forma consistente. Especialmente se pensamos que vai ter que ser aplicada tanto ao setor privado como público. Primeiro desafio é restaurá-la”, afirmou Laura.

A gerente de Políticas Públicas e Privacidade do Facebook no Brasil, Nathalie Gazzaneo, argumentou que a autoridade é importante para garantir segurança jurídica às empresas que vão se adaptar às regras da lei. Este é um desafio para o setor privado, já que a norma traz muitos princípios, mas ainda há muitas dúvidas entre firmas quanto à cobertura destas pela legislação e como devem atuar para se enquadrar nas obrigações.

“Parece-me que uma autoridade central, que saiba valorizar princípios que a própria lei traz, é o principal antídoto para que a lei se esvazie, seja pelas pessoas não conhecerem seus direitos seja porque não existem requisitos de segurança jurídica que ajudem os atores a implementá-la de maneira adequada”, pontuou.

O pesquisador da Rede Latino-Americana de Estudos sobre Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits) Bruno Bioni destacou que o papel da autoridade e das instituições regulatórias, em conjunto com usuários e empresas, é criar uma cultura de proteção de dados, pois a simples aprovação da lei não assegura que esta prática seja disseminada. “A gente tem hoje no Brasil uma baita lei de proteção de dados. Será que vamos conseguir ativar esses mecanismos de maneira a formar uma cultura de proteção de dados no país?”, questionou.

A coordenadora do Coletivo Intervozes, Bia Barbosa, alertou para o fato de que a concretização da autoridade pode se dar hoje (7), já que o Congresso votará um conjunto de vetos do Executivo, dentre eles aqueles à Lei Geral de Proteção de Dados, que retirou a previsão da autoridade do texto. A ativista reforçou a importância do modelo constante na norma em vez de delegar os papéis do órgão para outras estruturas do governo federal.

“Há um risco dessa autoridade virar uma secretaria, coordenadoria submetida ao Gabinete se Segurança Institucional. No lugar de ter autoridade de proteção de dados teríamos uma autoridade de vigilância de dados. Sem a autoridade nesses moldes, temos o risco das garantias da lei serem desvirtuadas”, disse Bia.

Fonte: Agência Brasil

6

Nov

Tecnologia

Roboeduc integra o maior evento de robótica da América Latina, sediado em João Pessoa

A Roboeduc participará da edição 2018 do Robótica, maior evento do segmento na América Latina, que acontece entre os dias 06 e 10 de novembro, em João Pessoa (PB). A escola potiguar patrocina a programação e apresentará aos participantes o Roboeduc Inbox, primeiro sistema EaD de robótica educacional.

Durante os dias de evento, o professor de engenharia da computação da UFRN, Aquiles Bulamarqui, a pedagoga Akynara Aglaé e o maker Jeyson Cruz ministrarão, gratuitamente, no auditório do evento, minicurso sobre como aplicar a robótica educacional EaD em escolas a partir do produto criado pela Roboeduc.

O Robótica 2018 reúne sete sub-eventos durante os dias de realização, entre os quais está a etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica, que escolherá os representantes brasileiro para competir com estudantes de outros países.

"A participação no Robótica mostra o quanto a Roboeduc está engajada em ultrapassar as fronteiras potiguares para levar tecnologia produzida no Rio Grande do Norte para todo o país", comenta Cássio Leandro, diretor da Roboeduc.

Foto: Divulgação 

5

Nov

Tecnologia

Empresas apostam em plataformas de conhecimento online

A tecnologia vem transformando o mundo, as relações de trabalho e as formas de se adquirir conhecimento. Nesse contexto, as empresas e profissionais precisam ficar atentos para, entre tantas novidades que surgem diariamente, se adaptarem ao novo ambiente que se apresenta e saírem na frente no que se refere a estar atualizado sobre o seu segmento.

Uma das novas ferramentas utilizadas no meio profissional é o Webinar, plataforma que funciona como uma videoconferência com fins comerciais ou educacionais. O termo é a abreviação de ‘web based seminar’, que significa seminário realizado pela internet. A plataforma vem sendo utilizada por diversas empresas, tanto para capacitação de Leads, como para a qualificação profissional dos colaboradores.

Entre as empresas que estão fazendo bom uso dessa tecnologia está a potiguar Rui Cadete Consultores, que incluiu recentemente em sua metodolgia de trabalho o Webinar como forma de polarizar o serviço prestado aos clientes e à sociedade como um todo.  “A tecnologia aproxima e acelera o desenvolvimento, e o Webinar é a prova disso, podemos alcançar um público bem maior e disponibilizar vários conteúdos”, destaca Karina Dias, diretora da área de Gestão do Conhecimento da Rui Cadete Consultores. Desde a implantação da plataforma, a empresa já realizou treinamentos com temáticas como reforma trabalhista, recuperação judicial, retenção do ISS, Simples Nacional e outros.

Para a especialista, entre as maiores vantagens da ferramenta estão a comodidade do cliente poder assistir o conteúdo direto da sua empresa, sem a necessidade de deslocamento. Além disso, o Webinar permite a interação dos espectadores, o que possibilita que os usuários sanem suas dúvidas instantaneamente.

Além dos benefícios em relação ao público externo, o Webinar também é um grande aliado para a capacitação dos colaboradores. Nesse sentido, as empresas que utilizam o sistema podem disponibilizar cursos e aulas sobre temas pertinentes à profissão, como também sobre os procedimentos utilizados nos processos internos.

5

Nov

Comunicação

Brasileiro assume liderança global do Creative Shop do Facebook

Deu no Portal Meio e Mensagem:

O Facebook anunciou na quinta-feira (1), o brasileiro Raphael Vasconcellos como novo head global do Creative Shop. O executivo está na empresa há seis anos e já liderou a área na América Latina e, recentemente, Ásia-Pacífico. Como head do Creative Shop, ele trabalhará junto com o Chief Creative Officer do Facebook, Mark D’Arcy, para definir a estratégia criativa dos negócios do Facebook e se reportará para Carolyn Everson, vice-presidente de soluções globais de marketing do Facebook.

“Estamos muito felizes em dar as boas-vindas ao Rapha nesta função, liderando nossa equipe global do Creative Shop. O Rapha já mostrou seu valor no Creative Shop ao liderar equipes em duas das regiões que mais rápido crescem nos últimos seis anos. Ele é um líder reconhecido pela sua mistura única de foco nos negócios e liderança de pensamento criativo, na qual os clientes e equipes internas passaram a confiar profundamente ao longo dos anos”, diz, em nota, Carolyn Everson.

Anteriormente, o cargo era liderado interinamente por Andrew Keller que continua como diretor de criação global da equipe. O Creative Shop do Facebook trabalha em parceria com quase todos os principais grupos de publicidade e colabora com empresas de todos os tamanhos, criadores independentes, influenciadores, artistas, empresas de produção, empresas de mídia e tecnólogos. Raphael será responsável por gerenciar uma equipe global em 38 mercados e ficará nos Estados Unidos.

“No Facebook, já tive a honra de criar e colaborar em campanhas que causaram grande impacto para as marcas mais relevantes na Ásia-Pacífico e América Latina. É um desafio colocar essas estratégias para trabalhar em todo o mundo, ajudando empresas de todos os tamanhos a contar suas histórias e usar nossas plataformas para crescer”, afirma Raphael Vasconcellos.

Foto: Divulgação 

Fonte: Portal Meio e Mensagem http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2018/11/01/facebook-anuncia-head-global-do-creative-shop.html

5

Nov

Tecnologia

Criador da internet sugere desmembramento ou redução da influência dos gigantes da tecnologia

Gigantes de tecnologia do Vale do Silício, como Facebook e Google, cresceram tanto que agora têm um poder financeiro e cultural combinado maior que boa parte dos Estados soberanos. Ao mesmo tempo é desalentador que estejam soterrados em escândalos sobre o abuso de dados pessoais e o uso de mídias sociais para espalhar ódio e desinformação. Por isso, talvez precisem ser desmembradas, a menos que os concorrentes ou mudanças no mercado reduzam sua influência, disse à Reuters Tim Berners-Lee, o cientista britânico de computação que inventou a internet (World Wide Web) em 1989.

“O que acontece naturalmente é que você acaba com uma empresa dominando o campo, então, através da história, não há alternativa para realmente entrar e quebrar as coisas”, disse Berners-Lee. “Há um perigo de concentração.” Juntas Apple, Microsoft, Amazon, Google e Facebook têm atualmente um valor de mercado combinado de 3,7 trilhões de dólares, igual ao produto interno bruto de 2017 da Alemanha.

Berners-Lee, porém, pediu cautela, dizendo que a velocidade da inovação tanto em tecnologia quanto em preferências poderia acabar reduzindo, dentro da lógica natural da concorrência, algumas das maiores empresas de tecnologia. “Antes de desmembrá-las, deveríamos ver não apenas se elas não são perturbadas por um pequeno concorrente que os derrota fora do mercado, mas pela mudança de mercado, pelo interesse em outro lugar”, disse.

Foto: Reuters / Fonte: ANJ / Disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14052-criador-da-internet-diz-que-talvez-seja-necessario-desmembrar-as-gigantes-de-tecnologia.html