Tecnologia

24

Mai

Tecnologia

Governo quer digitalizar 80% dos serviços públicos até o final de 2020

O Governo Federal apresentou nesta semana um projeto pelo qual pretende digitalizar 80% dos serviços públicos prestados à população até o final do ano que vem. A proposta do Ministério da Economia, por meio da Secretaria de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, faz parte de uma iniciativa maior que pretende reduzir a necessidade de papelada e simplificar o acesso às plataformas oficiais para a população, que poderá fazer isso pelo computador ou celular.

A meta foi apresentada em um evento em Brasília (DF) e, se cumprida, vai fazer com que 2.897 serviços do Executivo, de um total de três mil, estejam digitalizados até o fim de 2020. Hoje, o governo já conta com um total de 1.250 destes, ou 42%, funcionando desta maneira, e a ideia é usar essa experiência para acelerar o processo e garantir que as principais funções da administração federal estejam disponíveis digitalmente à população.

Para garantir isso, de acordo com o secretário especial Paulo Uebel, uma série de etapas precisam ser cumpridas. Entre elas estão a melhoria e integração de bancos de dados para que possam ser acessados de diferentes agências e simplifiquem o acesso, a automatização de procedimentos e o treinamento de servidores, além da criação de novas políticas públicas que abracem essa tendência. O resultado final é que todo o processo se torne mais fácil para o usuário e menos custoso para a administração pública.

O plano é fazer com que todos os serviços da Previdência Social estejam digitalizados até julho, com o mesmo valendo à área de infraestrutura ao fim de 2019. Ao longo do processo, também seriam digitalizados processos de agências como Anac (Aviação Civil) e ANTT (Transportes Terrestres), que não perderiam os seus postos de atendimento, mas permitiriam que os cidadãos registrassem reclamações e acompanhassem o andamento delas pela internet.

Isso também se reflete em resultados. Segundo Uebe, um aumento de 1% no que o Executivo chamou de “governo digital” reflete em um crescimento de 0,5% no PIB (Produto Interno Bruto), 0,13% no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e 1,9% no comércio internacional. Além disso, a expectativa é que o retorno sobre o investimento feito em iniciativas de digitalização seja de 300%, resultando em uma economia de R$ 6 bilhões à administração.

Fonte: Portal Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/governo/governo-quer-digitalizar-80-dos-servicos-publicos-ate-o-final-de-2020-139933/

23

Mai

Tecnologia

A partir de julho, serviços do INSS serão acessados só por internet

O governo federal está digitalizando todos os serviços relacionados à Previdência Social. A expectativa é de que até o mês de julho, o cidadão possa ter acesso a cerca de 90 serviços da Previdência por canais digitais e eletrônicos, como por meio de aplicativos, de sites e do número de atendimento telefônico 135. O segurado só terá necessidade de ir à agência em caso de exigência específica, como na complementação de documentação ou para fazer perícia para auxílio-doença, com agendamento feito pela internet.

A informação é do secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Luis Felipe Monteiro, em entrevista ontem (20) ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil. Entre os serviços à disposição do segurado estão a solicitação de aposentadoria por tempo de contribuição, o recebimento de salário-maternidade, a obtenção de extrato de pagamento de benefício e a geração de guia da Previdência.

“Estamos em um projeto de transformação digital da Previdência. Todos os requerimentos, todos os serviços do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] estarão disponíveis nos canais digitais de forma simples, para que o cidadão tenha todas as informações na primeira tela, com ícones intuitivos”, disse Monteiro.

O cidadão poderá acessar os serviços pelo site do instituto ou pelo aplicativo Meu INSS. O secretário informou que o objetivo é facilitar o atendimento pelo número 135, automatizando os procedimentos.

O segurado só terá necessidade de ir às agências da Previdência em caso de exigência específica, como na complementação de documentação. Também há casos em que será necessário se deslocar, como para fazer perícia dentro do processo e obtenção do auxílio-doença. Contudo, o agendamento desse procedimento pode ser feito pela Internet.

Fonte: Agência Brasil

22

Mai

Tecnologia

Pesquisadores pedem política nacional de inteligência artificial

A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia de ponta que deve impactar diversos setores da sociedade, da saúde à indústria, passando pela própria administração pública. Mais de 20 países já desenvolveram estratégias nacionais para o tema, a partir do reconhecimento da sua importância. Na avaliação de pesquisadores, o Brasil deveria caminhar nessa direção e construir uma política nacional própria para essa área.

A posição foi apresentada no Seminário Inteligência Artificial na Transformação Digital, promovido ontem (21), em Brasília, pelo governo federal, em parceria com o Movimento Brasil Competitivo. O evento reuniu autoridades, acadêmicos e desenvolvedores de soluções em IA para discutir os desafios do campo no país.

“É muito urgente pensarmos em uma estratégia nacional como outros países já fizeram. Os Emirados Árabes, por exemplo, já têm um ministro para o tema”, disse o secretário de Inovação e Tecnologia do Rio Grande do Sul, professor de ciência da computação da UFRGS Luís Lamb.

O Brasil tem uma Estratégia Digital (E-digital), lançada em 2018, com diretrizes mais gerais para a transformação digital do país. No entanto, o Executivo ainda não formulou uma política específica para a pesquisa, desenvolvimento e uso de aplicações de inteligência artificial.

Para além do cuidado com os efeitos, os participantes reforçaram a importância de fortalecer a pesquisa e o desenvolvimento sobre o tema com apoio aos laboratórios e centros criados no âmbito das universidades. No Brasil como em outros países, a inteligência artificial é um campo de ponta de produção de conhecimento.

Fonte: Agência Brasil

21

Mai

Tecnologia

Google trabalha em novo tradutor com inteligência artificial que permite falar outros idiomas com a sua própria voz

Google anunciou através de um post em seu blog oficial que está trabalhando no desenvolvimento de um novo tradutor, que usa inteligência artificial para oferecer traduções na própria voz do usuário.

Apelidado de Translatotron, o projeto usa um modelo de rede neural para desenvolver o novo sistema: “Este sistema evita dividir a tarefa em etapas separadas, fornecendo algumas vantagens sobre sistemas em cascata, incluindo velocidade de inferência mais rápida, evitando naturalmente erros de composição entre reconhecimento e tradução, tornando simples a retenção da voz original após a tradução, e o melhor manuseio de palavras que não precisam ser traduzidas”, explica a equipe de pesquisa do Google.

Os pesquisadores também admitiram que as traduções do novo modelo ainda não são tão precisas quanto as de ferramentas mais tradicionais, mas acreditam que a precisão será aprimorada em breve.

Já existem no mercado alguns aplicativos que traduzem um idioma para outro usando a voz do usuário, como o iTranslate e o SayHi, mas eles ainda não são tão bons, vamos assim dizer. O Google não informou quando pretende lançar o Translatotron oficialmente.

Fonte: Texto de Soraia Alves para o portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/108187/google-trabalha-em-novo-tradutor-com-inteligencia-artificial-que-permite-falar-outros-idioma-com-a-sua-propria-voz/

20

Mai

Tecnologia

Tendências e riscos da rede mundial são revelados no relatório Internet Health Report 2019

O quão “saudável” é a internet no mundo? De que maneira os desenvolvimentos recentes impactam e melhoram (ou pioram) a “saúde” da web? Segundo a Fundação Mozilla, mudanças na inteligência artificial, na publicidade digital e na coleta e no processamento de dados são necessárias, afetam o estado da rede mundial de computadores e precisam ser discutidas pela sociedade.

As tendências estão no relatório “Internet Health Report 2019”, uma compilação de estudos e análises para identificar periodicamente os principais problemas da internet, mapear o que influencia esse ecossistema e discutir estratégias a serem adotadas por diversos atores (como governos, empresas e organizações da sociedade) para enfrentá-los e construir o que a fundação chama de uma web “mais saudável”.

Uma das principais preocupações é com o avanço da inteligência artificial (IA), cada vez mais disseminado no ambiente online hoje. “Sem necessariamente saber, qualquer um que use internet hoje está interagindo com alguma forma de automatização de IA”, registra o relatório.

Segundo o estudo, é preciso entender essas tecnologias, decidir o que se quer para elas e prestar atenção aos riscos. Grandes empresas de tecnologia vêm direcionando os avanços no tema a partir de sua imensa base de dados (como as plataformas Amazon, Facebook, Google e Microsoft). Entre as inovações dessas companhias estão sistemas de reconhecimento facial vendidos a governos para repressão, ainda que haja registros de erros graves nesses sistemas e riscos à privacidade.

Em abril deste ano, o Google anunciou a criação de um “conselho de ética” para supervisionar o desenvolvimento dessas soluções técnicas. A iniciativa foi recebida com críticas tanto de trabalhadores quanto de indivíduos e organizações, que apontaram a falta de efetividade no projeto. Diante disso, a companhia abandonou a proposta.

Um caso citado como exemplo no relatório foi a decisão de um grupo de pesquisadores (OpenAI, IA aberta, no termo em inglês) de não divulgar uma tecnologia de IA que podia escrever automaticamente textos realistas baseados no conteúdo existente na web. A decisão ocorreu pelo receio dos pesquisadores com usos negativos do sistema. Os autores defendem uma maior autonomia dos indivíduos em relação a esta tecnologia.

Publicidade digital

O relatório indica como tema central da internet contemporânea o crescimento da publicidade digital. O grau intensivo de personalização (direcionamento dos anúncios a partir do perfil do usuário) vem estimulando a coleta cada vez maior de informações sobre os usuários, sem que eles saibam quais dados estão sendo registrados ou como estão sendo combinados para convencê-los a comprar produtos.

O modelo de negócios de oferta de serviços “grátis” (como interagir em uma rede social ou fazer uma busca por uma palavra) tem por trás esses mecanismos de vigilância. Conforme os autores, tal lógica aumenta as ameaças às liberdades e aos direitos humanos. Outro problema é a concentração no mercado: Google e Facebook controlam 84% do setor, à exceção da China.

Cidades inteligentes

A internet tem avançado cada vez mais como infraestrutura de conexão das experiências nas cidades. Mais da metade das pessoas do mundo está nessas unidades geográficas, percentual que pode chegar a 68% até 2050. O emprego de tecnologias digitais conectadas nesses espaços tem sido discutido sob a alcunha de “cidades inteligentes”.

Um movimento citado pelo relatório foi a emergência em prefeituras dos Estados Unidos de iniciativas de regulação local da neutralidade de rede após a autoridade regulatória da área das comunicações do país (a Comissão Federal de Comunicações) ter acabado com a exigência. Essa norma prevê que operadoras não podem interferir no tráfego (como uma empresa de telecomunicações “piorar” a qualidade de uma ligação por serviços como Whatsapp ou Skype).

O relatório aponta, contudo, que há críticos que veem na “moda” das cidades inteligentes justificativas para investimento em tecnologias de vigilância dos cidadãos, como câmeras com reconhecimento facial.

“Tanto em cidades ricas como pobres em recursos, há câmeras, sensores, microfones e enormes contratos de aquisição de larga duração, com empresas que têm práticas questionáveis de gestão de dados”, diz o documento.

Fonte: Agência Brasil

17

Mai

Tecnologia

[VÍDEO] Tecnologia: do hábito ao vício

O Portal Meio e Mensagem publicou vídeo documentário sobre a dependência virtual e o crescimento do monitoramento de hábitos digitais pelos próprios sistemas e aplicativos. O excesso de conteúdo é apontado como um dos responsáveis pela dependência virtual. E você? Não consegue passar um dia sem postar ou conferir as redes. Acredita que isso pode lhe afetar socialmente? Confira o vídeo e descubra se você pode se considerar um viciado digital:

16

Mai

Educação

Escola de Robótica do RN participa da maior feira de educação da América Latina

A Roboeduc, marca potiguar especializada em serviços de ensino de programação e robótica, está participando da edição 2019 da Beet Educar, considerada a maior feira de educação da América Latina. O evento acontece no período de 14 a 17 de maio, na Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). No estande da Roboeduc, muitas novidades. A empresa potiguar realiza o lançamento nacional dos novos módulos (05 ao 08) do Roboeduc Inbox, primeiro sistema EaD de robótica do país.

O produto possibilita que os resultados da aprendizagem de robótica sejam aproveitados por comunidade escolar ou pelas famílias de forma mais acessível. Outra novidade no estande é o robô Beezy, que leva a robótica emotiva para dentro da sala de aula, interagindo com as crianças, reconhecendo e demonstrando sentimentos. O robô também ensina programação e robótica por meio da contação de histórias interativas.

Promover o encontro de práticas, tecnologias e pessoas que colaborem na transformação da educação é o principal objetivo da Beet Educar. Desta forma, a feira tem identificação direta com o que a Roboeduc busca.

“Essa feira tem o ambiente ideal para ampliarmos a divulgação do que temos feito na nossa escola de programação e robótica no Rio Grande do Norte. Os primeiros módulos do Inbox são um sucesso e, agora, damos continuidade a este projeto com o lançamento nacional dos novos kits. Lançamos também o robô Beezy, que será sem dúvidas um outro sucesso da nossa marca”, conta Cássio Leandro Rodrigues, diretor executivo da Roboeduc, que revelou ainda que a empresa está em negociações, firmando parcerias para expansão do Roboeduc Inbox para a África e Chile.

14

Mai

Tecnologia

Ensino de robótica é revolução do aprendizado

*Todd Ensign

Em um mundo onde a tecnologia muda rapidamente e em que uma quantidade aparentemente infinita de informações está a apenas alguns passos de distância, o conceito de conhecimento, aprendizado e como podemos melhor educar os alunos também deve evoluir.

Para que os membros das próximas gerações contribuam para uma sociedade democrática e sejam capazes de abordar questões como mudança climática, veículos autônomos e inteligência artificial, os alunos precisam ser alfabetizados no uso e nas aplicações da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, na sigla em inglês), além de entender como processar e usar as vastas quantidades de dados disponíveis.

Como nossos próprios conceitos de conhecimento mudaram da memorização de informações para a capacidade de processar e usar informações e resolver problemas do mundo real, há uma necessidade crescente de ferramentas e técnicas para envolver os alunos no processo de aprendizagem.

Em contraste com um estilo didático de ensino em que o professor transfere conhecimento para seus alunos, o pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) Seymour Papert promoveu a abordagem pedagógica do construcionismo, que postula que a aprendizagem é mais efetiva quando os alunos constroem conscientemente seus próprios conhecimentos e compartilham o que aprenderam por meio de apresentações. 

O moderno movimento de ensino da robótica evoluiu a partir do trabalho desenvolvido por Papert no MIT's Media Lab sobre as primeiras plataformas robóticas para ensinar programação e geometria e culminou em uma das primeiras plataformas educacionais de robótica disponíveis comercialmente, LEGO® Mindstorms, nomeada após seu trabalho, Mindstorms: Children, Computers and Powerful Ideas.

O argumento para aumentar o interesse dos alunos em áreas STEM por meio do ensino de robótica pode estar ligado à economia, à educação e à equidade. Em termos de economia, a maioria dos países projeta um maior crescimento de empregos nos campos STEM e essas carreiras emergentes pagam salários mais altos do que as demais ocupações. Além disso, muitas vagas de emprego nessa área estão ficando vazias por falta de candidatos qualificados. Envolver os alunos o quanto antes no ensino da robótica pode aumentar a probabilidade de seguirem estudos nos campos STEM e serem elegíveis para esses empregos em crescimento e com melhor remuneração.

Na campo da educação, o Brasil está ficando atrás de outros países desenvolvidos e em desenvolvimento em avaliações de matemática e ciências. De acordo com os resultados mais recentes do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), o Brasil está classificado em 64º lugar em Ciências e 66º, em Matemática, entre 71 países. Para competir na economia global, é fundamental aumentar o conhecimento dos alunos em disciplinas STEM. O ensino da robótica pode ajudar a envolver os alunos e melhorar sua compreensão de Matemática e Ciências.

Um estudo norte-americano que compilou dados de dezenas de programas equivalentes ao ensino médio no Brasil demonstrou que as crianças desenvolvem percepções sólidas de suas próprias ocupações futuras a partir da 3ª a 5ª séries. Isso sugere que pode ser importante alcançar populações sub-representadas no ensino fundamental com programas como a robótica para ajudar a influenciar a habilidade desses alunos em cursos e carreiras STEM antes que desenvolvam estereótipos negativos que limitem seu potencial.

E por que a robótica educacional é importante para os alunos? Embora não seja uma cura para todos os problemas acadêmicos, ela transfere o aprendizado do professor para o aluno, envolve os alunos em programação e raciocínio computacional, prepara e inspira-os a buscar carreiras STEM, além de ter o potencial de aumentar a participação de populações sub-representadas nas áreas STEM.

*Todd Ensign é professor assistente na Fairmount State University, em West Virginia, EUA, e diretor de programa no Centro de Recursos de Educadores da Unidade de Verificação e Validação Independente da NASA. 

Foto: José Paulo Lacerda / Fonte: CNI, disponível em: https://noticias.portaldaindustria.com.br/artigos/todd-ensign/ensino-de-robotica-e-revolucao-do-aprendizado/

13

Mai

Tecnologia

Hospital Infantil Varela Santiago lança amanhã aplicativo para doação através do smartphone

No mês em que se chama a atenção para a Luta Mundial Contra o Câncer, a diretoria do Hospital Infantil Varela Santiago reúne colaboradores, imprensa e parceiros amanhã, dia 14, para lançar oficialmente a sua nova forma de contribuição da sociedade com a instituição, um aplicativo para smartphones. Agora, a população poderá fazer doações que beneficiam o tratamento de milhares de crianças e adolescentes do Rio Grande do Norte e estados vizinhos por meio do aparelho celular. 

“O aplicativo é uma oportunidade para que as pessoas contribuam de forma rápida, prática e confiável”, explica o gerente administrativo financeiro do Varela Santiago, Francisco Regis. A ferramenta está disponível gratuitamente para dispositivos iOS e Android e oferece a opção para que o usuário faça doação única ou mensal. E o melhor: quanto mais doar, mais pontos são acumulados e mais prêmios recebidos. Todos os recursos recebidos serão direcionados ao Hospital, instituição filantrópica pioneira no tratamento do Câncer Infantil e referência em Neurocirurgia Pediátrica no Estado, que realiza atualmente 14 mil atendimentos por mês.

13

Mai

Tecnologia

Indústria potiguar é finalista do Prêmio Nacional de Inovação

Instalada em Mossoró, a indústria de argamassa BQMIL – Brasil Química e Mineração Industrial — é uma das finalistas do Prêmio Nacional de Inovação – Edição 2018/2019, na modalidade “Média Empresa”, categoria “Processo”. Este ano 1.746 empresas inscreveram-se. A premiação vai ser no dia 10 de junho, em São Paulo, durante o 8º Congresso de Inovação.

O empresário Marcelo Rosado afirmou que estar entre os finalistas significa motivação para a empresa dar continuidade às iniciativas de inovação. “Quando começamos foi mais por curiosidade para saber que nota tiraríamos e se estávamos fazendo um bom trabalho”, disse ao falar que passar de cada fase foi uma conquista. “Estar hoje entre os 15 finalistas é uma vitória que nos deixa motivados”, disse.

A BQMIL desde 2009 investe na área de pesquisa e inovação e já participou de editais da FINEP. Para Marcelo Rosado, esta é uma forma de desenvolver a inovação sistematicamente, atrair parceiros e abrir portas de laboratórios. “Nós entendemos que participar do Prêmio Nacional de Inovação é validar o nosso esforço e mostrar que nosso trabalho é sério”, enfatizou.

Desde 2016 junto com o Sistema FIERN, sob a coordenação do IEL, iniciou o piloto do “Projeto de Gestão Integrada para Inovação”, com consultorias do SESI, SENAI e do IEL para melhorias nos processos, produtos e qualidade buscando integrar os setores.

Ele elogiou a forma como foi desenvolvido o Projeto de Gestão Integrada e espera que a iniciativa seja estendida para outras indústrias. “O meu desejo é que o sistema oferte este projeto para todas as empresas, promovendo a integração de forma sistêmica”, finalizou.

O consultor na área de inovação do IEL/RN, Gileno Negreiros, atuou por dois anos para implantação da gestão da inovação na indústria. “A BQMIL se estruturou para ter chance de receber esse prêmio e ser reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do Brasil”, disse.

A consultoria consiste em incentivar de forma planejada a integração e o engajamento dos colaboradores na atividade de inovação da empresa, com foco na implementação de produtos, serviços e processos novos ou significativamente melhores; no desenvolvimento de novas soluções de marketing e relacionamento com o mercado; com a implementação de melhorias na gestão da empresa; e na adoção de novos modelos de negócio.

Gileno destaca que hoje a empresa possui uma sistemática para busca da inovação de forma contínua envolvendo todos os setores, ou seja, a inovação não depende apenas de algumas pessoas e que as ideias não vêm de forma aleatória.

13

Mai

Tecnologia

Google anuncia novidades como busca com realidade aumentada e audiodescrição de imagens

A empresa Google anunciou novos produtos e ferramentas em sua conferência anual realizada nesta semana na sede da companhia, a Google I/O 2019. Uma delas é a adoção de realidade aumentada nos resultados de busca.

Será possível visualizar um objeto em 3D utilizando a câmera do celular ou algum outro dispositivo da empresa (como as lentes Google Lens). Quem quiser procurar um animal, por exemplo, poderá vê-lo em 3D, em vez de somente uma imagem em 2D.

A adoção de realidade aumentada permitirá que o indivíduo possa também projetá-lo no local onde ele estiver. Assim, no exemplo citado, uma pessoa poderá ver o animal buscado no local onde estiver, usando a câmera (veja a simulação apresentada na conferência aqui).

Audiodescrição de imagens

Outra novidade anunciada foi a inclusão de audiodescrição em imagens com texto. Ao apontar a câmera para uma placa ou papel, por exemplo, o sistema pode transformar os caracteres em som, “lendo” o que está escrito.

Além disso, a ferramenta virá com opção de tradução. Atualmente, a empresa já fornece um serviço próprio (Google Tradutor), para tradução em dezenas de idiomas. A novidade será a possibilidade de reconhecer palavras e dizeres por meio da câmera e traduzi-las para outros idiomas.

Com os anúncios, o Google reforça sua condição de líder monopolista de mercado. No Brasil, a empresa domina mais de 90% do mercado de buscas, conforme a consultoria Statcounter. Globalmente, o Android chegou a 88% do mercado de sistemas operacionais móveis, de acordo com a consultoria Statista.

Fonte: Agência Brasil

10

Mai

Educação

Universidade Federal desenvolve medicamento que reverte overdose de cocaína

A Universidade Federal de Goiás (UFG) anunciou o desenvolvimento de uma nanopartícula capaz de capturar a cocaína em circulação na corrente sanguínea e, assim, evitar os efeitos da droga, até mesmo quando consumida em quantidades que causam “overdose” e podem levar à morte.

A nanopartícula é administrada por meio de medicamento intravenoso. Testes feitos com ratos nos laboratórios do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Fármacos, Medicamentos e Cosméticos da UFG, o FarmaTec, indicam a capacidade de captura de até 70% da cocaína no organismo e o retorno quase imediato da pressão arterial e dos batimentos cardíacos ao estado normal.

“A pressão arterial e os batimentos cardíacos começam a voltar ao normal cerca de dois minutos após a administração da nanopartícula que desenvolvemos”, diz a farmacêutica Sarah Rodrigues Fernandes, em material de divulgação da UFG. Ela é autora da pesquisa, que resultou em sua dissertação de mestrado defendida há três semanas no Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da universidade.

“Ao capturar a cocaína, a nanopartícula mantém a droga aprisionada em seu interior. Não permite que a droga se difunda pelo cérebro ou outras regiões do organismo. Possibilita, então, que haja tempo para uma terapia de resgate”, explica à Agência Brasil a farmacêutica Eliana Martins Lima, orientadora do trabalho e professora de nanotecnologia aplicada à área farmacêutica. A cocaína aprisionada na partícula é retida pelo fígado na passagem da corrente sanguínea e é destruída no metabolismo feito pelo órgão.

Inovações

O experimento bem-sucedido traz duas inovações. Além de obter resultados quase imediatos para diminuir os efeitos da cocaína, a pesquisa muda e acrescenta o modo de usar nanotecnologia em terapias com medicamentos.

Desde os anos 1990, a nanotecnologia é utilizada para levar de forma mais eficaz partículas aos alvos no organismo que precisam de recuperação e proteção. O experimento mostra que a nanotecnologia também pode ser proveitosa para buscar e aprisionar substâncias e reverter um quadro crítico.

As chamadas partículas nanométricas, obtidas a partir de componentes químicos orgânicos naturais (lipídeos) e de moléculas de baixa massa (polímeros), são extremamente pequenas (1 nanômetro é 1 milhão de vezes menor que o milímetro) e, por isso, eficientes na circulação sanguínea.

Comercialização

A eventual disponibilização do medicamento para uso no socorro de pessoas em processo de overdose depende de parceria entre a universidade e laboratórios farmacêuticos. Até poder ser utilizado em seres humanos, o medicamento deve ser submetido a testes clínicos exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A produção de medicamento é investimento de médio a longo prazo. Além dos testes, a indústria farmacêutica precisa custear os laboratórios de fabricação em massa e fazer a comercialização. O laboratório que venha a se associar para a produção deverá fazer o registro para a venda.

“Nosso papel como universidade pública é formar pessoas altamente qualificadas, jovens cientistas, pesquisadores e, no meio desse caminho, produzir conhecimento novo. É muito importante, agora, que as indústrias farmacêuticas, percebam a capacidade de contribuir com esse processo de inovação e, dessa forma, identifiquem que vão conseguir manter um espaço importante no mercado”, diz Eliana.

Fonte: Agência Brasil/ Fotos:Universidade Federal de Goiás (UFG)

10

Mai

Educação

Superintendência de informática da UFRN pública livro sobre design nas Tecnologias da Informação

A Superintendência de Informática (Sinfo) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com o apoio editorial da Secretaria de Educação a Distância (Sedis), publicou o livro digital “Experiência do Usuário em Interfaces Digitais: Compreendendo o Design nas Tecnologias da Informação”, no Repositório Institucional. A publicação é de autoria do coordenador de Design da Sinfo, André Grilo.

O livro fala sobre experiência do usuário e suas aplicabilidades no design de produtos digitais, como páginas web, sistemas de informação e aplicativos móveis, analisando as relações entre o uso desses artefatos no contexto das tecnologias da informação na sociedade.

O projeto tem como objetivo divulgar a cultura do design na área da Tecnologia da Informação, trazendo também resultados de pesquisas e práticas da própria Sinfo. A versão digital do livro pode ser acessada no Repositório.

9

Mai

Tecnologia

CNJ abre seleção de projetos para Centro de Inteligência Artificial

No edital, o CNJ define o objeto do processo de inscrição de projetos, as condições para participação, os critérios e o cronograma. Além disso, prevê a realização de Workshops de orientação para a produção colaborativa de Modelos de Inteligência Artificial, agendados para os dias 16 e 22 de maio e 5 e 19 de junho. Essas serão as quatro primeiras edições do treinamento, que ocorrerá periodicamente, e tem como objetivo de capacitar servidores e magistrados do Poder Judiciário a utilizarem a plataforma Sinapses. Clique na respectiva data para fazer a inscrição: 16/522/55/6 e 19/6.

As linhas de pesquisa são soluções para automação dos processos e rotinas de trabalho da atividade judiciária e soluções de apoio à decisão dos magistrados. Em ambas situações, as linhas de pesquisa para os projetos deverão ser direcionadas à melhoria da prestação jurisdicional e estímulo da produção científica, aplicadas ao aprimoramento dos serviços judiciários.

O CNJ fornecerá os subsídios necessários ao desenvolvimento dos projetos. O edital aponta ainda os benefícios que serão gerados pela iniciativa. De acordo com o documento, ao tornar disponível ferramentas, dados, consultoria técnicas e intelectual, bem como um ambiente de colaboração entre os pesquisadores, o Centro de Inteligência Artificial vai operar como um acelerador de resultados.

Isso porque vai escalar iniciativas de todo o Brasil para aperfeiçoamento do PJe com uso de inteligência artificial. Em um anexo ao edital, o CNJ especifica as condições para seleção dos projetos, que deverão ser apresentados mediante formulário eletrônico no endereço http://cnj.jus.br/inteligencia-artificial-pje.

9

Mai

Tecnologia

Startup Day fomenta ecossistema de negócios inovadores

Os atores do ecossistema empreendedor e inovador do Rio Grande do Norte vão estar reunidos durante a quarta edição do Startup Day Natal 2019, que será realizado nas instalações da sede do Sebrae, no dia 18 deste mês. Trata-se do maior evento do segmento no país, reunindo empresários, startups, curiosos e especialistas em empreendedorismo e inovação para troca de experiência, conhecimento, network e geração de negócios. A programação é totalmente gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site https://doity.com.br/startupday2019natal. O evento ocorre simultaneamente em várias cidades do Brasil.

O Startup Day Natal terá mais de 60 atividades, voltadas para o público alvo da ação, que  são os empreendedores digitais – tanto em estágio de operação quanto de tração - e os potenciais empreendedores, aqueles universitários com a perspectiva de criar uma startup ou já tem uma ideia de negócio nessa área. A expectativa é que o evento atraia cerca de 1,1 mil participantes, que poderão participar da programação das 20 estações, que serão estruturadas nos quatro espaços (Learn Space, Attend Space, Business Space, Incubadoras do RN) do Startup Day. “É um evento da comunidade e para a comunidade. O Startup Day é uma co-criação e co-realização desse público", resume Carlos von Sohsten, coordenador do evento.