Mídias Sociais

18

Mar

Mídias Sociais

Facebook é investigado criminalmente por compartilhamento de dados com empresas

Procuradores públicos federais dos Estados Unidos estão conduzindo uma investigação criminal sobre os acordos quanto a dados que o Facebook assinou com algumas das maiores empresas mundiais de tecnologia, informou o jornal The New York Times, em reportagem reproduzida no Brasil pela Folha de S.Paulo. O inquérito reforça o escrutínio sobre as práticas de negócios do gigante mundial das redes sociais, no momento em que a empresa tenta se reerguer depois de um ano de escândalos e revezes, relatou o diário norte-americano.

Um júri de instrução em Nova York intimou pelo menos dois grandes fabricantes de smartphones e outros aparelhos a entregar documentos, de acordo com duas pessoas informadas sobre as solicitações, e que pediram que seus nomes não fossem divulgados por estarem discutindo assuntos jurídicos confidenciais. As duas empresas, informou o The New York Times. tinham parcerias com o Facebook, o que lhes dava acesso amplo a informações pessoais sobre centenas de milhões de usuários da rede social.

As companhias estão entre as mais de 150, entre as quais Amazon, Apple, Microsoft e Sony, que tinham acordos de compartilhamento de dados com a plataforma dominante de mídia social do planeta. Os acordos, noticiados anteriormente pelo The New York Times, permitiam que elas tivessem acesso às listas de amigos dos usuários do Facebook, às suas informações de contato e a outros dados, às vezes sem o consentimento dos usuários. O Facebook encerrou a maior parte dessas parcerias, nos dois últimos anos.

"Estamos cooperando com os investigadores, e encaramos esses inquéritos com seriedade", afirmou um porta-voz do Facebook em comunicado. "Demos depoimentos públicos, respondemos a perguntas e assumimos o compromisso de continuar a fazê-lo".

Não está claro, segundo o The New York Times, quando o inquérito do júri de instrução, supervisionado por procuradores públicos do distrito federal leste de Nova York, começou, ou qual é exatamente o seu foco. O Facebook já está sendo investigado pela Comissão Federal do Comércio (FTC) e pela SEC (Securities and Exchange Commission), agência federal que regulamenta os mercados de valores mobiliários dos Estados Unidos.

A divisão de fraude financeira do Departamento da Justiça americano começou a investigar a empresa depois que surgiu a informação de que a consultoria política Cambridge Analytica havia obtido indevidamente os dados de 87 milhões de usuários do Facebook, e os usado para criar ferramentas que ajudaram na campanha de eleição do presidente Donald Trump em 2016. A investigação sobre a Cambridge Analytica continua ativa e está sendo conduzida por procuradores federais do distrito norte da Califórnia.

Anúncios banidos

O Facebook envolveu-se em outra situação nesta semana que, se não é motivo para uma investigação criminal, é sem dúvida uma afronta aos princípios de liberdade de expressão dos Estados Unidos e uma amostra do poder das empresas de tecnologia. Na sexta-feira (8) da semana passada, a senadora democrata Elizabeth Warren defendeu a divisão da Amazon, Google e Facebook, como parte de uma mudança estrutural no setor de tecnologia para promover a concorrência. A parlamentar aspira uma candidatura à presidência norte-americana, em 2020, e essa tese estaria em suas propostas.  

A senadora, que não citou a Apple – um erro, segundo alguns analistas –, disse que as empresas compraram potenciais concorrentes, como ocorreu quando o Facebook adquiriu o Instagram. "Elas destruíram a concorrência, usaram nossas informações privadas para lucrar e viraram o campo de jogo contra todos os outros. E, no processo, elas prejudicaram os pequenos negócios e sufocaram a inovação", afirmou.

A democrata disse que nomeará reguladores para desfazer negócios como as aquisições do WhatsApp e Instagram, pelo Facebook; da Whole Foods e Zappos, pela Amazon; e do Waze, Nest e DoubleClick, pelo Google. Somente o Facebook adquiriu pelo menos 79 outras empresas nos últimos anos, a maioria com sede nos Estados Unidos. Para estabelecer um precedente, a senadora afirmou que "a América tem uma longa tradição de desmembrar empresas quando elas se tornaram muito grandes e dominantes".

O professor de direito da Universidade de Nova York e especialista em antitruste, Harry First, entretanto, acha essa interpretação é questionável. "Dizer que há uma longa tradição disso seria caridade", disse First. "Houve algumas grandes dissidências baseadas em violações das leis antitruste. Você tem a American Tobacco, a Standard Oil, a AT&T, mas ao longo do tempo, não tantas mais, pois é muito difícil de fazer."

Michael Pachter, da Wedbush Securities, disse que a dificuldade da proposta provavelmente seria política. "Se o Congresso modificar as leis antitruste, talvez isso possa acontecer, mas essa é uma possibilidade remota e é improvável que seja uma alta prioridade para a Câmara ou para o Senado", disse Pachter. "[É] tão provável quanto o México pagar pelo muro de Trump", comparou.

Inicialmente, o Facebook não quis nem esperar o debate ganhar fôlego. Depois das declarações da Elizabeth Warren, a rede social simplesmente baniu anúncios da senadora, nos quais ela cita seus planos, alegando violação de suas regras. O site Politico denunciou a manobra. Um representante do Facebook disse à página noticiosa que a empresa removeu os anúncios, porque violaram políticas contra o uso de nosso logotipo corporativo", mas que os restauraria "com o objetivo de permitir um debate sólido".

A senadora, depois, publicou no Twitter: "Curioso por que eu acho que o FB tem muito poder? Vamos começar com a capacidade de encerrar um debate sobre se o FB tem muito poder. Obrigado por restaurar meus posts. Mas eu quero um mercado de mídia social que não é dominado por um único censor. #BreakUpBigTech".

Risco de multa no Brasil

No Brasil, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon), instaurou dois processos contra o Facebook. O primeiro refere-se ao compartilhamento indevido de dados de usuários extraídos da plataforma Facebook Login, por intermédio de um aplicativo. O fato que teria atingido inúmeros consumidores brasileiros e beneficiado a consultoria Cambridge Analytica. 

A empresa é acusada de ter usado os dados pessoais de 87 milhões de usuários do Facebook sem o prévio consentimento. Também vendeu informações dos usuários do Facebook para montar o perfil do eleitorado na campanha de Donald Trump à presidência dos EUA, em 2016.

O segundo processo refere-se à atuação de hackers, que teriam invadido contas de usuários brasileiros cadastrados na Plataforma Facebook e coletado dados pessoais, tais como nome, e-mail, número de telefone, locais visitados e buscas realizadas pela internet. Nos processos, foram arroladas a matriz do Facebook nos Estados Unidos — Facebook Inc. — e sua filial no Brasil, a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.

Segundo nota publicada pelo Ministério da Justiça, o Facebook terá o prazo de 10 dias para apresentar sua defesa administrativa. Caso a empresa não responda aos questionamentos no prazo estipulado ou haja indícios de violação de direitos dos consumidores, o órgão de defesa do consumidor do Ministério da Justiça poderá instaurar processo administrativo e a empresa poderá ser condenada ao pagamento de multa

Além da instauração dos dois processos, o DPDC notificou o Facebook a prestar esclarecimentos em um terceiro caso, no qual estaria usando aplicativos para coletar dados sensíveis dos seus usuários, tais como ciclo menstrual e frequência cardíaca.

Procurado, o Facebook informou, em nota, que "está à disposição para prestar esclarecimentos ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor".

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/17504-facebook-e-investigado-criminalmente-por-compartilhamento-de-dados-com-empresas.html ​​​​​​​

15

Mar

Mídias Sociais

Enquanto Facebook ficou instável, Telegram ganhou 3 milhões de novos usuários

Deu no Portal B9:

As pessoas realmente não cogitam utilizar outra forma de comunicação que não seja a troca de mensagens instantâneas. A prova disso é a mais recente instabilidade pela qual passou o Facebook durante a última quarta-feira, 13, e que também afetou suas principais plataformas: Instagram, Messenger e WhatsApp. Sem conseguir utilizar direito esses canais, a resolução de 3 milhões de pessoas foi aderir ao Telegram.

Os novos usuários foram anunciados pelo fundador e CEO do Telegram, Pavel Durov, em seu canal pessoal. O número é considerável para o serviço que possui cerca de 200 milhões de usuários ativos.

Em conversa com o TechCrunch, uma fonte do Telegram confirmou que o tempo de inatividade dos aplicativos do Facebook é a causam mais provável do pico de cadastros: “Essas interrupções sempre atraem novos usuários”.

O Telegram é um serviço gratuito de mensagens criptografadas semelhante ao WhatsApp. A plataforma sempre enfatizou a proteção da privacidade dos usuários como um de seus principais recursos, e adicionou um suporte de criptografia já em 2013, três anos antes do WhatsApp.

Há um ano, a plataforma enfrentou restrições e bloqueios em alguns mercados, principalmente na Rússia, o Irã e na China, aparentemente por recusar pedidos governamentais sobre informações do usuário.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/104965/enquanto-facebook-ficou-instavel-telegram-ganhou-3-milhoes-de-novos-usuarios/

15

Mar

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Mudança em servidor foi a causa de instabilidade ontem, diz Facebook

Uma mudança na configuração do servidor foi a causa da instabilidade registrada ao longo da tarde e a noite de quarta-feira (13) no Facebook, Instagram e Whatspp, informou ontem (14) o Facebook.

"Ontem, como resultado de uma mudança de configuração do servidor, muitas pessoas tiveram problemas para acessar nossos aplicativos e serviços. Resolvemos agora os problemas e os nossos sistemas estão a recuperar. Lamentamos muito o inconveniente e apreciamos a paciência de todos", postou o Facebook no Twitter.

A instabilidade afetou usuários dos aplicativos no Brasil e em diversos outros países. Ontem, o Facebook utilizou o Twitter para se comunicar com os usuários. Em um post, o Facebook negou que a instabilidade tivesse como causa um ataque cibernético do tipo "DDoS", como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço. Esse tipo de ataque sobrecarrega os servidores com uma alta demanda de conexões.

Ao longo da tarde de ontem, usuários que tentavam acessar o Instagram recebiam como mensagens: "ocorreu um erro" e "tentar novamente".  O Instagram disse estar ciente dos problemas e pediu desculpas. "Sabemos que isso é frustrante, e nossa equipe está trabalhando duro para resolver isso o mais rápido possível, postou a empresa.

Também houve relatos de dificuldades de uso do Whatsapp. Muitos usuários reclamaram que não conseguem enviar fotos ou áudios no Whatsapp. À Agência Brasil, o Whatsapp disse que estava ciente e que estava tentando resolver o problemas. "Estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível”, informou a assessoria.

Fonte: Agência Brasil

14

Mar

Mídias Sociais

Facebook e Instagram ficam instáveis no Brasil e em outros países

O Facebook e o Instagram apresentaram ontem (13) problemas de instabilidade no Brasil e em outros países. Os usuários reclamavam no Twitter de não conseguir acessar ou de ter acesso limitado ao Facebook e ao Instagram. Usuários também relataram dificuldades em usar alguns recursos do WhatsApp.

Por meio do Twitter, o Facebook reconheceu o problema e disse que está trabalhando na manutenção da plataforma. "Estamos cientes de que algumas pessoas estão atualmente tendo problemas para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível", postou.

Em um post, o Facebook negou que a instabilidade foi causada por um ataque cibernético do tipo "DDoS", como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço. Esse tipo de ataque sobrecarrega os servidores com uma alta demanda de conexões.

Também houve relatos de usuários de instabilidades no Google Drive, mas o serviço já funciona normalmente.

O Instagram anunciou que "ocorreu um erro" e orienta a "tentar novamente". "Estamos cientes de um problema que impacta o acesso das pessoas à integração agora mesmo. Sabemos que isso é frustrante, e nossa equipe está trabalhando duro para resolver isso o mais rápido possível", tuitou a empresa.

Outros relatos foram dificuldades de uso do WhatsApp. Muitos usuários se queixaram de não conseguir enviar fotos ou áudios pelo aplicativo.

Fonte: Agência Brasil

12

Mar

Mídias Sociais

Revistas semanais recuperam audiência no digital

Deu no Portal Meio e Mensagem:

As principais revistas semanais brasileiras registraram crescimento em sua circulação digital no ano de 2018. De acordo com dados do Instituto Verificador de Comunicação (IVC), a circulação digital de VejaÉpoca e Carta Capital tiveram incremento na comparação com a média de circulação de 2017.

Líder do segmento das semanais, Veja teve, ao longo de 2018, uma média de circulação digital de 366.180 exemplares, o que representa uma ligeira alta de 2,9% na comparação com o ano anterior.

Na segunda colocação entre as semanais, a revista Época teve uma circulação digital média de 253.189 exemplares em 2018, número impulsionado pela nova política da Infoglobo, que passou a incluir a revista como um encarte semanal dos jornais O Globo e Valor Econômico, distribuindo-a aos assinantes das duas publicações.

Carta Capital também teve uma alta expressiva em sua circulação digital no ano anterior, que saltou de 3.324 exemplares em 2017 para 10.503 exemplares em 2018. Já a revista Caras, especializada na cobertura do universo de celebridades, registrou queda de 22% na circulação digital, passando de 13.472 exemplares em 2017 para 10.428 em 2018.

O bom desempenho das edições digitais impulsionou os dados gerais de circulação (que consideram impresso e digital) de Época e Carta Capital, com alta de 83% e 51%, respectivamente

Ainda que tenha visto sua fatia digital crescer, a Veja, por conta da queda no impresso, teve uma média de circulação geral negativa em 2018, com retração de 24%. Ainda assim, a publicação da Editora Abril segue na liderança entre as revistas brasileiras, com circulação geral média de 915.095 mil exemplares. A Caras também caiu na média geral em 2018, com retração de 29%.

Duas outras publicações semanais que figuravam no ranking do IVC em 2017 não aparecem na audiência média de 2018: Ti Ti Ti, da Editora Escala (que chegou a ser descontinuada no ano passado, mas retornou às bancas) e revista Ana Maria, da Editora Caras.

De circulação quinzenal, a Exame também registrou alta em sua circulação digital, indo da média de 33.628 exemplares em 2017 para 40.146 exemplares no ano passado. Na circulação geral, porém, a publicação teve retração de 23%. No caso da Exame, no entanto, o IVC disponibilizou apenas os dados de circulação até o mês de novembro de 2018.

Foto: Pixabay

Fonte: Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/03/11/revistas-semanais-recuperam-audiencia-no-digital.html

28

Fev

Mídias Sociais

Brasil é o terceiro país com mais usuários no Facebook

Uma pesquisa da Statista mostra que a Índia é o país com o maior número de usuários dentro do Facebook, com cerca de 300 milhões de pessoas. Os Estados Unidos ficam em segundo, com 210 milhões, seguido pelo Brasil e seus 130 milhões de usuários. As informações são do Portal Tecmundo.

Hoje, o Facebook conta com cerca de 2,32 bilhões de usuários, um aumento de 9% quando comparado com o mesmo período de 2018. De acordo com levantamento da Cuponation, o Facebook também é o líder mundial de usuários em seus produtos, adicionando 1 bilhão de pessoas que utilizam o WhatsApp. A pesquisa completa pode ser acessada no link https://www.cuponation.com.br/insights/facebook-users

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/139130-brasil-terceiro-pais-usuarios-facebook.htm

28

Fev

Mídias Sociais

Alerta aos pais: americanos relatam que vídeos do You Tube Kids trazem instruções para suicídio

A rede social de vídeos do Google, YouTube, anúncio em janeiro uma adequação de seu algoritmo de recomendação para evitar a indicação de vídeos com conteúdo inadequado, como as teorias de conspiração e falsas informações. Mas nada mudou desde então. No mais recente escândalo, há evidências de vídeos de conteúdo infantil com inserções de instruções para a prática de suicídio. Alguns deles estavam dentro do aplicativo YouTube Kids, desenvolvido pelo Google para dar acesso às crianças a conteúdo adequado a idade delas mesmo sem a supervisão direta dos seus responsáveis. As informações são da ANJ.

De acordo com a matéria, a denúncia é de pediatras, que também são pais e mães que administram o blog pedimom.com, segundo relato do jornal The Washington Post. Em um dos casos, inserida no conteúdo original de um desenho animado, há uma gravação na qual um homem dá instruções sobre como cortar os pulsos. Em determinado momento, ele ressalta às crianças que cortes longitudinais são mais eficazes. O vídeo, assim como outros, foi retirado do YouTube. No entanto, os pediatras ouvidos pelo jornal norte-americano já constataram mais de uma vez que alguns deles retornam após serem banidos.

“Nossos filhos estão enfrentando um mundo totalmente novo com mídias sociais e acesso à internet. Isso está mudando a maneira como eles estão crescendo e a maneira como eles estão se desenvolvendo. Vídeos como esse colocam as crianças em risco”, a pediatra e também mãe Free Hess, do blog pedimom.com. À CNN, a pediatra ressaltou: "Vejo cada vez mais crianças envolvidas em casos com automutilação e tentativas de suicídio. Não duvido que a mídia social e coisas como essa estejam contribuindo para isso."

Hess contou que há ainda vídeos com conteúdo de exploração e abuso sexual, tráfico de pessoas, violência armada e violência doméstica. Um deles, inspirado no popular videogame Minecraft, retratou até mesmo um tiroteio na escola. "Havia tantos [vídeos] que eu tive que parar de gravar", disse ela.

Em comunicado, o YouTube afirmou que trabalha para garantir que “não seja usado para incentivar comportamentos perigosos” e que tem políticas rígidas que “proíbem vídeos que promovem o autoflagelo”. A companhia disse ainda que está constantemente analisando vídeos marcados pelos usuários como inadequados e removendo os conteúdos impróprios.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/17006-videos-do-aplicativo-para-criancas-do-youtube-trazem-instrucoes-sobre-como-cometer-suicidio.html

22

Fev

Mídias Sociais

Google e Facebook estão perdendo verba publicitária

Deu no Meio e Mensagem

O duopólio formado por Google e Facebook está perdendo um pouco da sua hegemonia quanto ao share de verba publicitária, mesmo que por uma quantia pequena. De acordo com a eMarketer, apesar de suas receitas crecerem, o montante das duas empresas combinadas irá cair em 2019.

O Google terá seu share diminuído de 38,2% do ano passado para 37,2% este ano. Já o Facebook sofrerá uma queda menor: de 21,8% para 22,1%. Segundo a análise da empresa de pesquisa, isso se deve à grande demanda das empresas por anúncio no Instagram Stories. A plataforma ainda se beneficia da percepção de que foi menos impactada pelas polêmicas envolvendo privacidade de dados relacionadas ao Facebook.

A maior favorecida deste ano será a Amazon. O eMarketer aponta que seu negócio deve crescer mais de 50% e seu share publicitário passará de 4% em 2018 para 8,8% este ano. Em 2020, o número deve chegar próximo a 10%. “A Amazon é muito bem vista pelos anunciantes principalmente pelos produtos embalados e marcas B2C”, diz Monica Peart, diretora de previsões na eMarketer. “A plataforma é rica em dados de comportamento do consumidor para atingir o público-alvo e dá acesso a dados de compra em tempo real. Antes, obter esse tipo de informação só era possível com a permissão do varejista. Mas com o portfólio de anúncios patrocinados da Amazon, profissionais de marketing têm acesso ilimitado para às ‘prateleiras’ dos consumidores”.

Como esperado, o investido em mídia digital irá superar a mídia tradicional este ano e até 2023 o digital deve ser o destino de dois terços da verba publicitária para mídia. Nos Estados Unidos, o total destinado ao digital deve crescer 19,1% (US$ 129,3 bilhões) em 2019, cerca de US$ 20 bilhões a mais do que o investido em mídia tradicional. O mobile representa mais de dois terços do digital, totalizando US$ 87 bilhões em 2019.

De forma geral, a verba para mídia tradicional nos Estados Unidos vai cair de 51,4% de 2018 para 45,8% em 2019. O impresso terá uma queda de 18% e a TV de 2,2% (US$ 70,8 bilhões). As eleições presidenciais americanas de 2020 devem inverter a curva do investimento em anúncios televisivos por um curto período de tempo antes de a curva voltar a decrescer.

Disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/02/21/google-e-facebook-estao-perdendo-verba-publicitaria.html

21

Fev

Mídias Sociais

Facebook não vai mais rastrear localização de usuários que deixarem o aplicativo

Depois de uma série de vazamentos de dados que comprometeram a reputação do Facebook entre seus usuários, a rede social anunciou uma boa notícia nesta quarta-feira (20). Uma atualização do aplicativo para Android deixará que os usuários decidam se o Facebook pode coletar informações sobre sua localização quando eles não estão usando o app.

"Quando as pessoas optam por usar o Amigos nas Imediações, um recurso que permite que amigos compartilhem seus locais entre si, eles dão permissão ao Facebook para acessar o local mesmo quando não estão usando o aplicativo", explicou a rede social.

Antes da atualização, os usuários recebiam uma notificação sugerindo a ativação do seu histórico de localização. Com isso, o Facebook poderia rastrear a pessoa e armazenar as informações. Agora, os usuários passam a ter mais controle sobre os seus dados.

Para os que haviam ativado o recurso, ele permanece ativo mesmo com a atualização, mas é possível desativá-lo em Configurações. Para os usuários que nunca aceitaram compartilhar sua localização, nada muda.

Usuários do iOS não precisam se preocupar: o próprio sistema operacional bloqueia o acesso de aplicativos terceiros à sua localização, a não ser que o usuário autorize esse rastreamento manualmente.

Ainda é importante ressaltar que a mudança acontece apenas para o aplicativo do Facebook e não abrange outros apps da empresa como o Messenger, Instagram e WhatsApp.

Fonte: Canal Tech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-nao-vai-mais-rastrear-localizacao-de-usuarios-quando-eles-sairem-do-app-133275/

14

Fev

Mídias Sociais

Bug no Instagram faz influenciadores perderem milhões de seguidores

Um bug no Instagram descoberto ontem (13) tem afetado contas famosas na rede social. Grandes influenciadores e celebridades, como Ariana Grande e Selena Gomez, perderam milhões de seguidores da noite para o dia, e não há uma explicação concreta para isso.

Em novembro do ano passado, o Instagram havia anunciado que faria uma limpeza em sua plataforma para eliminar contas falsas e diminuir a quantidade de personalidades com a contagem de seguidores inflada artificialmente. Na manhã de hoje, contudo, a plataforma informou via Twitter que esse não é o caso.

“Estamos cientes de um problema que está causando uma mudança na contagem de seguidores para algumas pessoas neste momento. Estamos trabalhando para resolver isso o mais rápido possível”, disse a conta oficial do Instagram no microblog.

Isso quer dizer que o corte na contagem de seguidores experimentado por diversos influenciadores e celebridades não tem a ver com a remoção de contas falsas no Instagram, mas sim com algum problema ainda misterioso. Além desse tweet, o Instagram ainda não comentou de forma oficial sobre o problema. Caso tenhamos mais esclarecimentos, atualizaremos esta postagem.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/redes-sociais/138693-bug-instagram-influenciadores-perderem-milhoes-seguidores.htm

13

Fev

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LinkedIN avança e lança o LinkedIn Live em fase de testes

Falaram tanto que 2019 ia ser o ano do LinkedIn que a rede social pelo visto acreditou. A plataforma anunciou na última segunda (11) o lançamento de um novo serviço chamado LinkedIn Live, que permitirá à sua comunidade de 600 milhões de usuários que transmita conteúdo ao vivo para seus amigos e seguidores.

A princípio disponível em versão beta apenas para uma parcela de usuários convidados, o novo serviço é fruto de um investimento da Microsoft (atual dona do LinkedIn) no mercado em expansão do streaming ao vivo e terá suporte da equipe do Azure Media Services que é especializado neste tipo de transmissão. Outras empresas envolvidas no gerenciamento da ferramenta para proporcionar melhor estabilidade à nova seção da empresa são o Wirecast, o Switcher Studio, o Wowza Media Systems, o Socialive e a Brandlive.

De acordo com representantes da plataforma, o Live de início deve ser usado em conteúdos que se relacionem com o mundo profissional da plataforma – então pode esperar que o LinkedIn se torne o local para a transmissão ao vivo de eventos oficiais como conferências, Q&As, chamadas, cerimônias de premiação e anúncios de produtos. E ainda que a ferramenta só esteja por enquanto disponível para um número limitado de usuários e não tenha uma data de lançamento oficial anunciada, a empresa garante que deve disponibilizar em breve um formulário para quem esteja muito ansioso para testar o novo serviço.

Com o anúncio, o LinkedIn agora acirra a disputa por espaço com redes rivais como o Facebook, o Twitter, o YouTube e (em especial) o Twitch, que compõem hoje o grosso das transmissões ao vivo. É inclusive a aposta por conteúdos mais profissionais, que sigam o modelo “business” da plataforma, que deve se tornar a maior arma da empresa nestes primeiros meses para distinguir o LinkedIn Live da concorrência e solidificar sua presença no mercado.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/103639/linkedin-lanca-o-linkedin-live-sua-ferramenta-de-transmissao-ao-vivo/amp/

13

Fev

Mídias Sociais

Netflix adverte sobre o risco de compartilhar senha, prática comum entre usuários da plataforma

Há um grande risco em compartilhar senhas no geral, não apenas da Netflix. Contudo, neste caso, uma pesquisa da SurveyMonkey descobriu alguns dados interessantes sobre esta prática. Entre eles, mais de 30% dos assinantes da Netflix cancelariam a assinatura se a empresa bloqueasse o compartilhamento de contas.

Vamos por partes: não é legal compartilhar sua senha da Netflix (e, novamente, qualquer uma) pelo perigo de você espelhar essa senha em outros serviços. É bom deixar claro que: cada plataforma ou site deve ter sua própria senha. Algo único que, se perdido ou compartilhado, apenas esse site será afetado.

Sobre a Netflix, a SurveyMonkey já descobriu que 71% dos usuários consideraria compartilhar a senha com um parceiro. Outro dado bacana? 46% das pessoas que já tiveram suas senhas vazadas anteriormente são mais prováveis a entregar suas senhas para amigos, quando comparadas com pessoas que nunca sofreram com vazamentos. Por outro lado, 41% pessoas que acreditam nunca terem sofrido com vazamentos afirmam que compartilhariam senhas de banco. Sim, senhas de banco.

Agora, de acordo com a pesquisa, 16% dos usuários da Netflix nos EUA admitiram que já compartilham a própria senha. Esse número provavelmente é maior por lá. Em outros países, como o Brasil, essa porcentagem deve ser ainda maior — visto nossa habilidade social de “compartilhamento”.

Brent Williams, o chefe de segurança da SurveyMonkey, disse o seguinte sobre o caso: “Hoje, usamos senhas para uso comercial e pessoal e, como muitas pessoas compartilham ou reutilizam as mesmas senhas, isso coloca em risco os dados pessoais e corporativos”.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/seguranca/138676-ha-grande-risco-compartilhar-senhas-netflix.htm

13

Fev

Mídias Sociais

Google+ será extinto: veja antes como salvar seus dados

Google+ será encerrado 2 de abril, conforme foi anunciado pelo Google em dezembro após um segundo vazamento de dados. A empresa aponta como motivo para o término da rede social a baixa adesão de usuários e os desafios envolvidos na manutenção do produto. Além disso, uma falha de privacidade expôs informações de cerca de 500 mil usuários em outubro.

O Google+ será desativado por fases: desde a última segunda-feira (4), não é mais possível criar novos perfis, páginas, comunidades ou eventos. Em abril, os perfis e páginas serão desativados, mas o processo de exclusão do conteúdo das contas pessoais (como posts, fotos e vídeos) deve demorar alguns meses. Os usuários têm a opção de fazer backup de suas contas antes do fim do Google+, em 2 de abril. Entenda o que muda para você com o término da rede social.

Como salvar seus dados

Na página da sua conta Google, acesse no menu principal “Dados e personalização” e procure pela seção “Fazer o download, excluir ou criar um plano para seus dados”. Depois, acesse “Fazer o download dos seus dados”.

Na tela seguinte, será exibida uma lista com todos os serviços da companhia que você usa ou já usou. Selecione os itens referentes ao G+ que quiser baixar (círculos, comunidades, stream e marcações com +1) e, se preferir, use a setinha para baixo para selecionar apenas dados específicos de cada item, como fotos, eventos ou postagens.

Foto: Reprodução/Isabela Cabral

No final da página, aperte o botão “Próxima”. Escolha então qual formato, tamanho máximo de arquivo e método de envio você deseja. É possível obter um link de download por e-mail ou adicionar o arquivo ao Google Drive, Dropbox, OneDrive ou Box.

Outras consequências

Além de fazer backup dos dados do Google+, é preciso ficar atento a outros efeitos do fim da plataforma. Por exemplo, o login a serviços a partir da conta do Plus não ficará mais disponível e, em alguns casos, será substituído pelo botão de login do Google.

A ferramenta de comentários em blogs e sites pela rede social também será desativada. No Blogger, o recurso já foi removido e, em outros locais, ele será retirado até 7 de março. Os comentários feitos pelo G+ em todos os sites serão apagados a partir do dia 2 de abril.

Foto: Reprodução/Marvin Costa

Por outro lado, clientes do G Suite, serviço que reúne as versões empresariais do Gmail, Documentos, Drive e Agenda, continuarão com o Google+ ativo na conta e verão, em breve, uma aparência reformulada e com novos recursos. A gigante das buscas está justamente redirecionando o foco da rede para o uso interno de grandes empresas.

Fonte: Portal TechTudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/02/fim-do-google-o-que-voce-precisa-saber-antes-que-a-rede-acabe.ghtml

12

Fev

Mídias Sociais

Redes sociais podem ser decisivas em processo seletivo, destaca especialista

O tempo em que as redes sociais eram usadas exclusivamente para fins de entretenimento e diversão já passou. O meio digital se incorporou ao dia a dia e hoje ocupa um lugar de destaque nas relações sociais, inclusive no âmbito corporativo. Diante deste cenário, é importante que os profissionais fiquem atentos ao modo como se comportam no meio digital, principalmente aqueles que estão à procura de um espaço no mercado de trabalho.

“As redes sociais passaram a ser um espaço de consulta para a área de Recursos Humanos, é onde podemos conhecer um pouco mais sobre o candidato, como se comporta em outros ambientes e verificarmos como sua atitude pode repercutir na empresa”, destaca Ana Cláudia Medeiros, gerente de Recursos Humanos da Rui Cadete Consultores. Para a especialista, esse recurso é fundamental na hora de um processo seletivo e pode ser decisivo na escolha de um candidato.

Nesse sentido, os que estão na busca de um emprego devem se atentar ao que mostram em sua vitrine virtual. A especialista em Recursos Humanos recomenda selecionar uma boa foto para a rede e alimentar o perfil com postagens construtivas e interessantes, além de ser cauteloso com o que comenta e compartilha. “As pessoas tendem a ser muito radicais, ou é ferro ou fogo. É importante que não sejamos tão radicais ao opinar, criticar e nos expressarmos em relação àquilo que pensamos”, adverte.

Os cuidados, porém, não devem ser tomados apenas pelos que desejam ingressar no mercado. É importante que os colaboradores que já estão na empresa também se policiem em relação a postagens nas redes sociais. “Depois que ocupamos uma vaga, nossa atitude no ambiente virtual se torna ainda mais visada, porque passamos a ser uma extensão da empresa, da organização, somos a imagem da empresa”, finaliza Ana Cláudia.

11

Fev

Mídias Sociais

Para provar efeito negativo das redes sociais, projeto pede a jovens que ajustem suas selfies da forma que quiserem

Qual é o efeito das redes sociais na saúde mental das pessoas? Esta é uma pergunta que a agência de publicidade M&C Saatchi resolveu responder à partir de uma ideia muito simples: permitir que jovens alterassem suas próprias selfies do jeito que bem entendessem.

Esta é a premissa de “Visual Diet”, um projeto concebido pela chefe de conteúdo visual da empresa Mimi Gray em parceria com Marine Tanguy da MTArt Agencye o fotógrafo Rankin. Foram selecionados 15 jovens entre as idades de 15 e 17 anos para a produção, que fez com que Rankin fizesse o retrato dos garotos e garotas e depois permitia que esses retocassem as fotos até que elas ficassem – pelo menos em seus respectivos julgamentos – “apropriadas paras as redes sociais”.

E o resultado, como bem se imagina, é aterrorizante. Cada uma das 15 crianças – sejam eles os meninos ou as meninas – basicamente pinta um visual completamente distinto do seu, desde atos como afinar o maxilar até aumentar os olhos e a boca. Confira abaixo o vídeo com todas as fotos pré e pós-edição.

De acordo com o CCO da M&C Saatchi, Justin Tindall, o que levou a agência a criar o “Visual Diets” foi a falta de disciplina da disciplina de tomar cuidado com o que vemos e tomamos como ideal visual no dia-a-dia: “O que nós comemos afeta nosso corpo, então nós temos consciência do que a gente se alimenta. O que a gente afeta nossos cérebros, mas nós raramente temos cuidado com o que vemos. Está na hora de balancear nossas dietas visuais” afirma.

Com uma conta no Instagram, o “Visual Diet” ainda inclui o site http://www.visualdiet.co.uk/, onde as pessoas podem votar quais imagens tem um impacto positivo ou negativo nelas. Um pôster digital, cuja função é de por meio de inteligência artificial ler a reação de pedestres a diferentes imagens, também foi desenvolvido pela agência.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/103546/para-provar-efeito-negativo-das-redes-sociais-projeto-pede-a-jovens-que-ajustem-suas-selfies-da-forma-que-quiserem/