Mídias Sociais

28

Jan

Mídias Sociais

Os pontos altos e baixos das redes sociais em 2020

Deu no Meio & Mensagem

Presentes na comunicação e no dia a dia das pessoas, as redes sociais também já se infiltraram, há algum tempo, nas estratégias da comunicação dos anunciantes. Elaborar um plano de mídia sem contemplar postagens no Facebook, YouTube, Instagram, Twitter ou WhatsApp é algo inconcebível para profissionais de agência que atuam nas áreas de mídia, conteúdo e social.

A importância de construir uma presença sólida e inteligente nas redes sociais, no entanto, é desafiada pela rapidez com que o público descobre novas funcionalidades nessas plataformas de comunicação e muda a forma pela qual se relaciona com elas. Por isso, utilizar as redes sociais de forma adequada e eficaz requer uma combinação de conhecimento aprofundado do público-alvo, criatividade, pesquisas e percepção acerca do interesse das pessoas nessas plataformas.

Para ajudar a orientar as marcas nesse terreno volátil, a reportagem de Meio & Mensagem questionou  profissionais que atuam com mídia, estratégia e conteúdo nas redes sociais a respeito dos pontos fortes e fracos de cada uma das mais plataformas que mais contam com usuários no Brasil – e, consequentemente, que mais atraem verbas e campanhas das marcas. Além de Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e WhatsApp, a reportagem também incluiu um questionamento sobre o Tik Tok, rede social chinesa que se apresenta como o atual fenômeno de interação entre a geração Z. Criada em 2016 e focada no compartilhamento de vídeos, a rede já se tornou a quarta maior do mundo em numero de usuários, ficando atrás de WhatsApp, Facebook e Messenger.

A pedido da reportagem, profissionais de agências apontaram as maiores vantagens e desvantagens que cada uma das principais redes sociais trazem para as marcas que nelas desejam investir. Entre os campões de vantagens estão o Facebook (que, segundo os profissionais, é indispensável em qualquer plano de comunicação de marca no Brasil) e o Instagram (cujo único ponto delicado apresentado pela maior parte dos entrevistados foi a constante mudança de algoritmos.

Para essa avaliação, a reportagem ouviu Inaiara Florêncio, diretora de social media, content strategy e influencers da SunsetDDB; Gustavo Dornelles, diretor de planejamento da Tribal São Paulo; Sabrina Titto, gerente de mídia da Jüssi; Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers; Bárbara Bueno, content leader da Sapient AG2; Sérgio Brotto, diretor executivo de mídia da Ampfy; Juliana Morganti, diretora de planejamento da Mutato; Rafael Nabuco, diretor de mídia da Fbiz; e Fernando Trovões, diretor de planejamento da Isobar.

Veja na tabela abaixo as principais conclusões dos profissionais a respeito das redes sociais em 2020:

(Crédito: Meio & Mensagem), disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2020/01/28/os-pontos-altos-e-baixos-das-redes-sociais-em-2020.html

25

Jan

Mídias Sociais

Com foco em documentários, YouTube pretende dobrar sua programação original em 2020

Em maio do ano passado, o YouTube fez uma grande mudança em sua estratégia de programação original, passando a disponibilizar seu acervo de conteúdos originais de graça para os usuários, apenas contando com a exibição de anúncios. Menos de um ano depois, a plataforma planeja dobrar sua produção original, continuando a oferecer opções com suporte a anúncios (grátis) e sem anúncios (assinatura).

Em conversa com a imprensa, Susanne Daniels, diretora global de conteúdo original do YouTube afirmou: “Estamos realmente satisfeitos com essa nova direção e com o que isso significa para nossos fãs e nossos negócios”. Ainda segundo Susanne, a plataforma tem mais de 100 novos projetos originais em andamento para 2020, o que significa o dobro das 50 séries e filmes originais lançados no ano passado.

Entre os projetos do YouTube Originals estão as terceiras temporadas das séries “Cobra Kai”, “Liza On Demand” e “Kevin Hart: What The Fit”. Porém, neste ano a plataforma vai apostar mesmo em conteúdos de não-ficção, especialmente documentários como o recente “The Age of AI”, série de ciência e tecnologia de 8 episódios e apresentada por Robert Downey Jr.

Há ainda um documentário sobre Justin Bieber previsto para 27 de janeiro, além de outros projetos já em andamento, incluindo “Creators for Change”, uma série de quatro partes produzida pela Vox Media Studios cuja primeira parte contará com a ex-primeira dama Michelle Obama mostrando o trabalho que o programa Girls Opportunity Alliance, comandado por ela, está fazendo no Vietnã.

Outros documentários em andamento incluem um material sobre o festival de música Coachella, outro centrado na socialite Paris Hilton e uma série de seis partes com ginastas que estarão nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

A produção original do YouTube contrasta fortemente com a programação gerada pelos usuários, que sempre causa controvérsias para a plataforma. A lista de conteúdos originais está totalmente focada em aprendizado, personalidades e eventos musicais: “Desde o aprendizado até conteúdos de música e eventos musicais, estamos focados em ampliar o melhor do que o YouTube tem para oferecer globalmente”, afirmou Susanne.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/120141/com-foco-em-documentarios-youtube-pretende-dobrar-sua-programacao-original-em-2020/

24

Jan

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“Fato ou Boato?” TSE cria site para alertar os eleitores sobre desinformação nas eleições

Com o objetivo de reunir, em um só espaço, todos os conteúdos produzidos para rebater informações falsas sobre a Justiça Eleitoral e as eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou a página “Fato ou Boato?”, com foco nas Eleições Municipais de 2020. O site é uma atualização da antiga página “Esclarecimentos sobre Notícias Falsas”, criada no pleito do ano passado.

Além de ter mais recursos que a antiga página, o espaço – disponível no Portal da Justiça Eleitoral – conta também com materiais produzidos pelas instituições parceiras do TSE que aderiram ao Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020.

Por isso, se apareceu uma dúvida sobre informação ou notícia divulgada nas redes acerca do processo eleitoral, acesse o endereço www.justicaeleitoral.jus.br/fato-ou-boato ou, no Portal do TSE, no centro da página inicial, clique no banner “Fato ou Boato?”.

Saiba mais

Com layout mais moderno, no formato onepage (todo conteúdo disposto na mesma página), o espaço está dividido em oito áreas: Passo a Passo, Esclarecimentos, Quiz, Mitos Eleitorais, Agências, Posts, Candidatos e Fake News.

No ícone Passo a Passo, há dicas de como identificar uma informação falsa. Os tópicos foram desenvolvidos pela Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel), uma das parceiras do TSE no Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020. Já na seção Esclarecimentos, foram disponibilizados textos e vídeos produzidos durante as Eleições de 2018 com o objetivo de desmentir conteúdos falsos sobre a Justiça Eleitoral, a urna e o voto.

Há também uma seção criada com o intuito de incentivar o eleitor a conhecer seu candidato. A ideia é orientar o cidadão a pesquisar o passado dos políticos, para verificar se eles têm problemas com a Justiça ou se cumpriram as promessas de campanha, entre outras informações. A página ainda reúne os vídeos da série Fake News e Eleições – lançados entre o primeiro e o segundo turnos de votação do pleito de 2018 – e da série Mitos Eleitorais. Confira a página “Fato ou Boato?”.

20

Jan

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Instagram retira botão do IGTV de sua interface inicial

Instagram removeu o botão do IGTV de sua interface superior principal, devido ao baixo número de acessos que a função gerava. “Enquanto continuamos a trabalhar para facilitar a criação e descoberta de conteúdo do IGTV, aprendemos que a maioria das pessoas encontra seu conteúdo por meio de visualizações no feed, canal IGTV no menu Explore, perfis de criadores e aplicativo autônomo”, revelou um porta-voz do Facebook ao TechCrunch.

Nesse sentido, a alteração não teria como objetivo eliminar o recurso de vídeos do Instagram, mas o de simplificar a experiência diária em ambas as plataformas, com base no comportamento e feedback dos usuários. Contudo, essa não é a primeira grande mudança quanto ao IGTV desde o seu lançamento, em junho de 2018.

No ano passado, para atrair mais público, a interface da plataforma ficou mais limpa — com menos botões de categorias. Mais tarde, foi liberada a publicação de vídeos em orientação paisagem. Depois, surgiu a chance de postar conteúdo diretamente do Instagram.

O Facebook ainda deve ter alguns desafios em 2020 para tornar o IGTV algo mais atrativo diante de seu baixo número de download — apenas 7 milhões desde o lançamento. Um deles é o de gerar ganhos a criadores, algo que outras plataformas, como o YouTube já oferece há um tempo. Além disso, deve enfrentar a forte concorrência do TikTok, um dos apps mais baixados de 2019, com mais de 800 milhões de usuários.

19

Jan

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Spotify oferece playlists para você ouvir com seu bichinho de estimação

Spotify anunciou uma nova ferramenta interessante: o gerador de playlists que promete fazer uma seleção de faixas para agradar a você e ao seu… Pet. Como comentou o The Verge, a ideia parece ter sido posta em prática com o objetivo de tornar a ferramenta um viral.

É uma tática mercadológica interessante, já que, no geral, o Spotify oferece as mesmas músicas que seus principais concorrentes, como a Apple Music. Essa diferenciação por conteúdos específicos e potencialmente virais, então, serviria para atrair mais assinantes para o streaming de música sueco.

Para criar a playlist, é bem simples: o usuário deve acessar o site e escolher um dos pets disponíveis. O Spotify oferece playlist para donos de cachorros, gatos, pássaros, hamsters e iguanas. Após escolher o bichinho, você deverá definir alguns traços da personalidade do seu pet, arrastando uma barrinha para dividir entre características como energético ou calmo, tímido ou amigável, apático ou curioso, e por aí vai. Ao fim, você deve inserir o nome do animal e pode até enviar uma foto dele.

O algoritmo do Spotify, então, montará a playlist baseada nas características que você deu para o seu animal de estimação. Se ele for mais calmo e tímido, é provável que as músicas sejam mais lentas, por exemplo. Para criar a sua playlist com o seu bichinho, clique aqui.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/119855/spotify-oferece-playlists-para-voce-ouvir-com-seu-bichinho-de-estimacao/

17

Jan

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TikTok foi o segundo aplicativo mais baixado em 2019

O ano de 2019 foi muito importante para o TikTok. De acordo com a empresa de dados Sensor Tower, o aplicativo chinês teve mais de 700 milhões de downloads em todo o mundo, sendo o segundo app mais baixado do ano. Com esses números, ele superou o Facebook (pouco menos de 700 milhões de downloads) e o Facebook Messenger (pouco mais de 700 milhões de downloads).

O campeão imbatível continua sendo o WhatsApp, com mais de 850 milhões de downloads e um crescimento de 39% no último trimestre do ano, impulsionado por sua popularidade na Índia. O país tamém foi, em parte, responsável pelo crescimento do TikTok, já que de acordo com a Sense Tower, 45% dos usuários que o baixaram pela primeira vez vieram de lá.

Disponível para Android e iPhone, o TikTok permite que o usuário grave um vídeo com duração entre 15 e 60 segundos, e depois faça algumas edições, incluindo a adição de dublagens de músicas famosas e mais. O aplicativo foi baixado mais de 1,5 bilhão de vezes e pertence à empresa chinesa ByteDance, atualmente a startup mais valiosa do mundo.

Recentemente, a ByteDance tem sido acusada pelo governo dos Estados Unidos de ser uma ameaça à privacidade, segurança e liberdade de expressão dos usuários. Um processo de ação coletiva proposto na Califórnia alega que o aplicativo está coletando ilegalmente e secretamente dados de usuários pessoalmente identificáveis ​​e enviando-os para a China.

Essas suspeitas levaram o aplicativo a ser proibido pelo Exército dos EUA em telefones do governo, seguindo orientação do Pentágono.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/tiktok-foi-o-segundo-aplicativo-mais-baixado-em-2019/95486

17

Jan

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Instagram conta com ferramenta de ajuda para depressão e ansiedade

Que as redes sociais estão cada vez mais preocupadas com a saúde mental dos seus usuários, não é mais segredo. Basta lembrar da iniciativa do Instagram, ainda no ano passado, em remover os likes do app, quando usado via smartphone.

Agora, em pleno Janeiro Branco (o que vem a calhar, inclusive), viraliza na mesma rede um post de Matheus Florencio (@florencioteus) sobre uma iniciativa (bem pouco conhecida, de 2017) do Instagram para lidar com os primeiros sinais de depressão e ansiedade em seus usuários. O que é um tema sério e importante, inclusive porque o suicídio é considerado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública. Ele é responsável por tirar a vida de uma pessoa por hora no Brasil, no mesmo período em que outras três tentam se matar.

Quando um usuário acessa o buscador do Instagram e procura por palavras como #ansiedade ou #depressao, alguns segundos depois de clicar no resultado da busca, aparece a seguinte mensagem de apoio: "Podemos ajudar? Publicações com as palavras ou tags que você está procurando muitas vezes incentivam um comportamento que pode fazer mal a uma pessoa e até levá-la à morte. Se você está passando por uma situação difícil, gostaríamos de ajudar."

A partir disso, o usuário tem as seguintes opções: obter apoio; ver publicações mesmo assim; cancelar. Clicando na alternativa para receber ajuda, a pessoa é encaminhado para uma página da web, chamada Help, sob o domínio do Instagram. Ali, está listada uma série de instruções para encontrar reconforto, como "Fale com um amigo" ou ainda "Falar com um voluntário da linha de apoio".

No caso do individuo, ao preferir a conversa com um voluntário do Centro de Valorização da Vida (CVV), ele não necessariamente precisa manter esse contato via chamada telefônica. Sentindo-se inseguro em conversar por telefone com algum membro do CVV, ele pode iniciar um bate-papo online ou ainda escrever um e-mail, que será respondido.

Outra opção é o usuário escolher falar com um amigo pessoal. Para essas circunstâncias, o Instagram explica que "se estiver com dúvida sobre o que falar, talvez você possa dizer algo como: 'Estou passando por um momento difícil e gostaria de conversar com você sobre isso. Se não tiver problema, por favor, me avise'". A ideia, então, é que se inicie um contato com alguém em que se confia, como um melhor amigo ou um parente.

Sabendo que, por mais difícil que seja enfrentar essa situação, a saída depende muito do usuário. Por isso, o Instagram também compartilha sugestões de como se ajudar, divididas em três grupos: procure se acalmar em meio a uma crise; mude de ares; cuide-se. Já as dicas são bons conselhos, como "Saia para caminhar, correr ou andar de bicicleta", "vá para o seu parque ou local favorito" ou "Não tome nenhuma decisão importante por 24 horas".

Outros usuários também podem realizar denúncias anônimas para ajudar pessoas em momento de dificuldade. Caso veja alguém precisando de ajuda durante uma transmissão ao vivo, por exemplo, a pessoa pode fazer uma denúncia anônima. Nesse caso, quem está gravando o vídeo verá uma mensagem oferecendo ajuda com opções para conversar com uma linha de apoio, falar com um amigo ou obter outras dicas e apoio — com o mesmo conteúdo já mencionado. Além disso, há opção de bloquear determinadas palavras na caixa de comentários.

Vale avisar que o CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar. Isso pode ser feito diretamente pelo número 188. Essa linha começou a funcionar no Rio Grande do Sul, desde 2015, e no ano de 2018 chegou a todos os estados brasileiros.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-ajuda-depressao-e-ansiedade-159170/

 

16

Jan

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Brasil é o 3º país em que pessoas passam mais tempo em aplicativos

As pessoas passaram 3 horas e 40 minutos, em média, utilizando aplicativos (também conhecidos como apps) em 2019. O índice é 35% maior do que em 2017. As informações são do principal relatório sobre o tema no mundo, da consultoria App Annie. A edição de 2020 foi divulgada ontem (15).

O Brasil ficou na terceira colocação no ranking dos países em termos de tempo gasto em apps, levemente acima da média, com 3 horas e 45 minutos.

O país foi superado pela China, onde as pessoas mexem com esses programas durante quase 4 horas, e a Indonésia, onde o tempo diário chegou a 4 horas e 40 minutos. Em seguida, vêm a Coreia do Sul (3h40) e Índia (3h30).

Na comparação entre 2019 e 2017, a China obteve a maior ampliação (60%), seguida pela Índia, o Canadá e a França (25%), a Indonésia (20%) e o Brasil, a Alemanha, Coreia do Sul, o Japão e Reino Unido (15%).

No recorte por idade, a chamada geração Z (nascida entre 1997 e 2012) passou 3 horas e 46 minutos por app por mês e teve 150 sessões por mês nos principais aplicativos.

download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos: saiu de 140 bilhões em 2016 para chegar a quase 204 bilhões em 2019.

No Brasil, esse aumento foi de 40%, atingindo cerca de 5 bi no ano passado. Entre as nações, o maior aumento no período foi da Índia: 190%.

Tipos

Os apps de finanças foram acessados 1 trilhão de vezes em 2019, um crescimento de 100% na comparação com 2017. O Brasil também ficou em terceiro no ranking desse tipo de programa, atrás apenas da Índia e da China.

Mas enquanto alguns países já têm a maioria de acessos em carteiras virtuais (China e Coreia do Sul), no Brasil e em outros (como Indonésia, França e Alemanha) as transações digitais são realizadas em sua maioria por apps de bancos. Os apps mais baixados nessa categoria foram Nubank, FGTS, Picpay, Caixa e Mercadopago.

O Brasil seguiu na terceira colocação também no ranking do crescimento em tempo gasto em apps de compras, atrás da Índia e Indonésia.

Entre 2018 e 2019, os brasileiros ampliaram em 32% a sua presença nesse tipo de ferramenta. Os apps mais baixados com essa finalidade foram Mercadolivre, Americanas, Magazine Luiza, AliExpress e Wish.

A colocação foi mantida também no caso dos apps de entrega de comida. O número de sessões nesse tipo de ferramenta entre os usuários daqui foi de 8 bilhões, ficando atrás dos Estados Unidos (10 bi) e da Indonésia (20 bi).

Nas aplicações voltadas ao entretenimento, o Brasil ficou em 7º lugar no ranking de crescimento entre 2018 e 2019, ainda assim com um índice de 32%.

Entre os locais onde o uso desse tipo de app foi maior estão Índia (78%), França (60%) e Japão (58%). Os mais baixados dessa modalidade foram Netflix, Youtube Go, Amazon PrimeVideo, Globoplay e Viki.

Entre as redes sociais, o estudo não divulgou ranking mundial, mas registrou a força do app chinês Tik Tok. A lista de mais baixados no Brasil é formada por Whatsapp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago.

Investimentos

Já os gastos com aplicativos aumentaram 110%, passando de US$ 55 bilhões para US$ 120 bilhões no mesmo período. Os jogos são responsáveis por 72% do faturamento. A China aumentou 190% nos últimos três anos, chegando a acumular 40% do mercado mundial.

Em 2019, foram gastos US$ 190 bilhões em publicidade em dispositivos móveis. Neste ano, a projeção da consultoria é de que essa movimentação chegue a US$ 240 bilhões.

Internet das Coisas

O documento destaca o papel dos apps no ambiente interconectado que vem sendo chamado de Internet das Coisas. Nos Estados Unidos, os apps mais baixados para esse tipo ecossistema foram os assistentes Alexa e Google Home, o agregador de serviços audiovisuais Roku, o sistema de videogame Xbox, o sistema de segurança doméstica Ring e o aplicativo vinculado a um relógio conectado Fitbit.

Com informações da Agência Brasil

15

Jan

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Mensagens do Instagram agora podem ser visualizadas na versão desktop da rede social

Instagram é hoje a principal rede social do mundo. Principalmente depois que copiou a função de snaps do Snapchat e criou seus Stories, a rede de Mark Zuckerberg teve um grande salto e atualmente é a plataforma mais baixada em lojas como a AppStore e a Play Store.

Diferente do Facebook e do Twitter, porém, o Instagram acaba sendo quase exclusivamente mobile, pois alguns recursos importantes não estão disponíveis para versões desktop. Agora, o Instagram está levando um de seus principais recursos também para a versão mobile. A seção de mensagens, que até então, era exclusiva do aplicativo mobile, poderá em breve ser acessada também pelo computador.

De acordo com o The Verge, a rede social começou a testar o novo recurso esta semana, com alguns usuários selecionados. As mensagens funcionarão da mesma maneira em computadores e celulares, respondendo um story ou criando uma conversa com o usuário com quem você quer entrar em contato.

Até um tempo atrás, o único recurso do Instagram disponível na versão desktop era a visualização de fotos. Com o tempo, a empresa investiu em sua versão para computadores, implementou vídeos e, posteriormente, permitiu a visualização de stories. Em contrapartida, hoje, o Instagram exige que o usuário esteja logado para abrir qualquer link da rede social, mesmo de perfis públicos.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/119805/mensagens-do-instagram-podem-ser-visualizadas-desktop-da-rede-social/amp/

14

Jan

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Facebook não vai alterar regras para anúncios políticos em 2020

O Facebook deu de ombros para o Congresso americano e disse na última quinta-feira (8) que continuará com a atual política de anúncios na plataforma. Ou seja: as campanhas políticas que utilizam a rede social para direcionarem certas postagens - incluindo aquelas que geram desinformação (ou fake news, se você preferir) continuarão a fazer isso. Detalhe: o Facebook não se responsabilizará pela veracidade do conteúdo.

A decisão do Facebook segue o caminho oposto ao que outras plataformas têm feito, como o Twitter e o Spotify, que vetaram propagandas de cunho político em suas redes e fizeram questão de anunciar essas mudanças a tempo para a corrida presidencial americana, que acontece este ano. Com isso, esperemos que a rede social de Mark Zuckerberg receba ainda mais críticas durante o pleito.

Em um post no blog oficial da empresa, Rob Leathern, diretor de gerenciamento de produtos do Facebook, que supervisiona a divisão de integridade da publicidade, ressaltou que o papel da empresa é de dar aos eleitores a liberdade de acessarem o que quiserem, lembrando, claro, da falta de uma regulamentação mais específica por lá. "Na falta de regulamentação, o Facebook e outras empresas podem criar suas próprias políticas", disse Leathern. "Baseamos o nosso no princípio de que as pessoas devem poder ouvir aqueles que desejam liderá-las, e que o que elas dizem deve ser examinado e debatido em público", completa.

O que dizem os políticos?

A campanha de Trump, que tem criticado profundamente qualquer tentativa das empresas de tecnologia de regulamentar a publicidade política e já gastou mais de US$ 27 milhões na plataforma, apoiou amplamente a decisão do Facebook de não interferir na segmentação de anúncios ou definir padrões de verificação de fatos.

Os democratas, por outro lado, divergem entre si. Há um claro incômodo com o que a campanha de Trump pode fazer, mas, se o Facebook modificasse suas leis de anúncios, os próprios democratas poderiam ser impedidos de atuar da mesma maneira que eles tanto criticam, ou seja, com o envio de postagens direcionadas.

O Facebook minimizou a oportunidade de negócios em anúncios políticos, dizendo que a grande maioria de suas receitas veio de anúncios comerciais, e não políticos. Mas o Congresso observou que os anúncios na rede podem ser um ponto primordial da campanha de Trump, bem como os dos principais postulantes democratas.

Mas isso, porém, não impede que anúncios duvidosos - e até falsos - sejam publicados. Em outubro, por exemplo, um anúncio feito pela campanha de Trump no Facebook fez acusações falsas sobre Joe Biden e seu filho Hunter Biden. A propaganda rapidamente viralizou e foi vista por milhões de pessoas. Depois que a campanha de Biden pediu ao Facebook para derrubar o anúncio, a empresa recusou.

“Nossa abordagem é baseada na crença fundamental do Facebook na liberdade de expressão, no respeito pelo processo democrático e na crença de que, nas democracias maduras com uma imprensa livre, o discurso político já é sem dúvida o discurso mais minucioso que existe”, chefe de política global de eleições do Facebook , Katie Harbath, escreveu em carta enviada à campanha de Biden.

Em contrapartida, em uma tentativa de provocar o Facebook, a campanha presidencial de outra democrata, a senadora Elizabeth Warren, publicou um anúncio alegando falsamente que o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, estava apoiando a reeleição de Trump. A plataforma também não retirou o anúncio.

Pessoas do alto escalão do Facebook disseram repetidamente que mudanças significativas em suas regras para anúncios políticos podem prejudicar a capacidade de organizações menores e com menos recursos financeiros para arrecadar dinheiro e organizar toda a rede. Em vez de revisar suas políticas, a plataforma fez pequenos ajustes. Leathern disse que a rede social adicionará mais recursos de transparência à sua biblioteca de publicidade política nos próximos meses, um recurso para jornalistas e pesquisadores externos examinarem os tipos de anúncios exibidos pelas campanhas.

O Facebook também adicionará um recurso que permite que os usuários vejam menos anúncios de campanhas e questões políticas em seus feeds de notícias, algo que a empresa disse que muitos usuários solicitaram.

À medida em que as eleições americanas se aproximam, teremos mais noção de como as coisas vão acontecer. Nos resta esperar. Vale lembrar que, aqui no Brasil, 2020 é ano de eleições municipais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-nao-vai-alterar-regras-para-anuncios-politicos-em-2020-159006/

13

Jan

Mídias Sociais

Facebook libera nova interface para teste entre alguns usuários

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O projeto “The New Facebook”, interface de desktop mais limpa e rápida que o Facebook prometeu no ano passado, começou a ser liberado para alguns usuários da plataforma.

De acordo com a CNET, a empresa está oferecendo a nova interface apenas para uma pequena porcentagem de usuários. Eles recebem um pop-up de convite perguntando se desejam participar do teste para o “The New Facebook”, nome oficial que a empresa deu para o projeto de redesign da rede social.

A nova interface apresenta um plano de fundo menos confuso e cores mais brilhantes. A CNET destaca, ainda, que há a opção de usar o desktop com fundo escuro, tendência que já temos em outras redes sociais como Twitter e Instagram.

Os usuários que participarem do teste poderão enviar comentários ao Facebook, para que a empresa possa corrigir quaisquer bugs que eventualmente forem identificados.

Quem quiser também pode voltar à aparência atual do site, caso decida aproveitá-lo antes do lançamento geral da nova versão, que deve chegar ao público oficialmente nos próximos meses.

Fonte: B9, disponível em: https://www.b9.com.br/119665/facebook-libera-nova-interface-para-teste-entre-alguns-usuarios/

11

Jan

Mídias Sociais

Facebook testa modo escuro também para a versão web; veja como ficou

Facebook está trabalhando em um novo design chamado de “The New Facebook”, ainda sem data para chegar ao público. Contudo, de acordo com o CNET, a empresa começou a testá-lo com alguns usuários para receber os primeiros feedbacks, dando alguma ideia do que pode vir por aí — e um modo escuro nativo para a versão web faz parte da novidade.

O modo escuro do Facebook já havia sido disponibilizado no app para Android, ainda não dando as caras no iOS ou na web. No entanto, em comunicado ao CNET, a empresa não confirmou os testes, mas disse que pretende lançar a novidade antes da primavera norte-americana. Ou seja, até o fim de março de 2020.

O novo Facebook não vai ter só uma mudança de cores, mas também promete ser mais leve e mais claro na sua versão branca. Isso retira um pouco das cores em azul habituais da plataforma.

Novo modelo do Facebook sendo testado (Foto: CNET)

Outras mudanças também incluem ícones centralizados na parte de cima, destaque dos stories antes mesmo da timeline, e um visual mais parecido com o do Instagram.

Também há a expectativa de que a versão dark possa chegar ao app para iOS em breve. Atualmente, quem usa iPhone ou iPad pode somente ter o modo escuro no Messenger e no Instagram.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-testa-modo-escuro-tambem-para-a-versao-web-veja-como-ficou-158931/

10

Jan

Mídias Sociais

Facebook possui número de WhatsApp para falar com usuários; veja qual é

É essencial para uma empresa manter uma comunicação direta com seus funcionários e clientes. Isso também se aplica às redes sociais, como o Facebook. Por isso, a plataforma possui um número de WhatsApp com o qual é possível entrar em contato com os administradores, mas apenas em casos específicos.

Esse número pode ajudar usuários da rede social a encontrar uma maneira mais rápida e eficaz de informar os administradores sobre falhas e erros no Facebook. Também é possível utilizar o contato para informar que deseja encerrar a conta, que todas as suas informações e postagens devem ser apagadas ou ainda avisar sobre a morte de uma pessoa para que sua conta possa ser excluída. Neste último caso, é possível receber respostas para acompanhar o caso.

Este contato também é útil caso a pessoa tenha a conta roubada e tenha perdido acesso à ela, ou para denunciar um perfil falso se passando por alguém conhecido. Outra possibilidade de uso é para alertar a rede social para os grupos ou perfis que estejam realizando atividades ilegais. Nesses casos, é importante, além da mensagem, enviar reproduções da tela para sustentar as denúncias.

O número do Facebook é +1 (650) 543-4800. É importante destacar que esse contato deve ser usado apenas para assuntos realmente sérios, como os citados acima.

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/facebook-possui-numero-de-whatsapp-para-falar-com-usuarios-veja-qual-e/95193

9

Jan

Mídias Sociais

Twitter permitirá ao usuário controlar respostas aos seus tweets

Twitter vai começar a testar, em breve, uma nova ferramenta que permitirá ao usuário controlar quem pode responder às suas postagens. A novidade foi anunciada pela diretora de gerenciamento de produtos da plataforma Suzanne Xie, na última quarta-feira (8), durante evento na CES 2020.

A capacidade de limitar as respostas aos tweets é uma das apostas do Twitter para combater as frequentes situações de abuso e assédio na rede social, dando ao usuário o poder de definir quem participará da conversa, evitando a intromissão de pessoas não convidadas.

De acordo com o Mashable, será possível escolher, antes de enviar a mensagem, quem tem permissão para responder às suas postagens a partir das seguintes opções: todos, apenas seus seguidores, apenas as contas mencionadas na postagem ou ninguém. O tweet ainda ficará visível para todos se a conta for pública, mas apenas o público selecionado poderá responder.

Haverá quatro opções para escolher quem poderá responder as suas postagens no Twitter. (Fonte: Mashable/Reprodução)

Ainda conforme a publicação, o novo recurso do Twitter será testado com um grupo limitado de usuários ao longo deste ano, antes de ser disponibilizado para toda a base. Atualmente, a melhor maneira de evitar interações indesejadas é tornando a sua conta privada, restringindo as respostas apenas aos que te seguem.

Outras novidades

O Twitter terá outras novidades em breve, além das opções para controlar quem pode responder às suas postagens. Uma delas é a visualização das conversas ao estilo de “árvore", comum em outros serviços, que facilita encontrar determinadas respostas e usuários em meio a muitas mensagens.

Segundo o The Verge, esta funcionalidade já foi testada no app beta da rede social e será liberada para todos nos próximos meses. Também estão previstas melhorias nas listas do Twitter, com a possibilidade de personalizar a exibição delas e a criação de telas para facilitar a localização de conteúdos úteis.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/149095-twitter-permitira-usuario-controlar-respostas-tweets.htm

8

Jan

Mídias Sociais

Facebook proíbe fotos e vídeos deepfake de suas plataformas

O Facebook proibiu a publicação de imagens alteradas de forma fraudulenta para distorcer a realidade e confundir pessoas, conhecidas também pelo termo em inglês deepfakes. Vídeos que forem enquadrados nesta categoria e cumprirem determinados critérios serão removidos da plataforma.

Este tipo de conteúdo é uma intensificação de conteúdos falsos, também chamada de fake news. Contudo, diferentemente de textos enganosos ou montagem de imagens, os vídeos deepfakes podem trazer uma pessoa com um discurso fabricado, dando uma maior sensação equivocada de veracidade para o conteúdo.

A nova política do Facebook prevê a remoção de vídeos em casos em que foram editados ou alterados de forma que não fique claro para um usuário, e possam enganar quem assiste, levando-o a acreditar que um personagem do vídeo disse algo que na verdade não falou.

Também serão vetados vídeos que sejam produtos de sistemas de inteligência artificial ou de aprendizado de máquina que mesclam, substituem ou sobrepõem conteúdo em um vídeo, fazendo parecer que as imagens mostradas são autênticas.

Ficam excluídos das publicações que poderão ser derrubadas aquelas que se configurem como paródia ou sátira, bem como edições voltadas a corrigir aspectos técnicos (como cor ou brilho) ou para mudar a ordem de palavras.

Além disso, seguem suscetíveis de retirada pela administração da plataforma os posts que violem as suas normas internas, os chamados “Padrões da Comunidade”. Eles abordam diversos aspectos e proíbem mensagens em diversas categorias, como exibição de violência extrema, discurso de ódio, apologia ao terrorismo e comportamento não autêntico.

Os vídeos que não forem enquadrados nos critérios definidos não serão automaticamente removidos, mas podem ser objeto das medidas destinadas à desinformação. O Facebook não retira esse tipo de publicação, mas elas podem ser verificadas por agências de checagem e identificadas enquanto tal aos usuários por meio de um alerta, além de ter a distribuição reduzida no feed de notícias.

“Se nós simplesmente removêssemos vídeos marcados por checadores de fatos como falsos, os vídeos iriam ainda estar disponíveis em outros lugares na internet ou nas redes sociais. Ao identificá-los como falsos, estamos provendo às pessoas informação e contexto importantes”, justificou a vice-presidente de Políticas Globais do Facebook, Monica Bickert.

Com informações da Agência Brasil