Mídias Sociais

14

Jan

Mídias Sociais

Estudo relaciona uso de redes sociais a desordens comportamentais

Estudo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos (EUA), mostrou relações entre o uso de redes sociais, mais especificamente o Facebook, e o comportamento de pessoas viciadas. A pesquisa foi divulgada no Periódico de Vícios Comportamentais.

Segundo os autores, a lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

De acordo com os pesquisadores, os estudos sustentam um paralelo entre usuários com grande tempo dispendido em redes sociais “e indivíduos com uso de substâncias [drogas] e desordens decorrentes do vício”. O excesso de redes sociais afetaria a capacidade de julgamento das pessoas no momento de escolhas mais benéficas.

“Nossos resultados demonstram que um uso mais severo de sites de redes sociais é associado com maior deficiência na tomada de decisões. Em particular, nossos resultados indicam que usuários em excesso de sites de redes sociais podem tomar decisões mais arriscadas”, dizem os autores.

Escala

O estudo aplicou uma escala utilizada para medir níveis de vício no facebook (Bergen Facebook Addiction Scale), problemas na tomada de decisões e propensão a depressão em 71 pessoas em uma universidade alemã. A amostra, portanto, é importante para cuidados no momento de generalizar os resultados para o conjunto da sociedade, mas não inviabiliza as conclusões importantes da análise.

As pessoas com maior intensidade de uso de facebook foram as que tiveram pior desempenho no teste de lógica de tomada de decisões (reconhecer escolhas que, no conjunto, trariam mais benefícios e menos prejuízos para si).

“Nossas descobertas implicam que os usuários em excesso de sites de redes sociais estão considerando mais os efeitos potencialmente positivos de suas decisões do que os efeitos potencialmente negativos”, afirmam os pesquisadores no estudo.

Uso disseminado

O facebook é utilizado por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo, sendo a maior rede social do planeta. A empresa ainda controla outros sites de aplicativos semelhantes no topo do ranking desse mercado, como whatsapp, instagram e facebook messenger.

Pesquisa do site especializado em tecnologia Quartz indicou que grande parcela dos entrevistados (mais da metade no Brasil) acreditava que a onternet se resumia ao facebook.

Levantamento de um dos mais renomados centros de pesquisa sobre internet do mundo (Pew Internet Research), publicado no ano passado, mostrou preocupação de adolescentes e pais com o tempo gasto em redes sociais. Outro estudo de pesquisadores da Universidade de San Diego sugeriu relação entre tempo de aplicações em computadores e videogames e queda no bem-estar de jovens.

Com informações da Agência Brasil

11

Jan

Mídias Sociais

YouTube avisa a usuários que vai extinguir o compartilhamento automático de conteúdo no Twitter e no Google+

O YouTube enviou mensagem por e-mail aos usuários de contas na plataforma para informar sobre a atualização que deve impactar sobre a forma de compartilhar conteúdo na plataforma. De acordo com o aviso da rede social, após 31 de janeiro, a funcionalidade para postar automaticamente a atividade do YouTube (envios, vídeos com marcações "Gostei" etc.) no Twitter e no Google+ não estará mais disponível.

“Descobrimos que compartilhar essas ações com uma mensagem personalizada (em vez de com postagens geradas automaticamente) oferece uma experiência melhor ao criador de conteúdo e aos seguidores dele nas redes sociais”, afirma o YouTube em sua mensagem aos usuários.

A rede social de vídeos esclarece ainda como será possível compartilhar vídeos nas plataformas citadas. “Na página de exibição em qualquer dispositivo: clique em Compartilhar, depois clique no ícone da rede social”, e orienta os usuários a conferirem o artigo explicativo na Central de Ajuda do YouTube. 

10

Jan

Mídias Sociais

Twitter exclui perfis que satirizavam jornalistas e políticos brasileiros

O Twitter removeu na última quarta-feira (9) uma série de contas que satirizavam jornalistas, personalidades e políticos brasileiros. Os perfis em questão postavam notícias verdadeiras e faziam comentários e piadas sobre fatos atuais do país, muitas vezes com nomes semelhantes aos das pessoas satirizadas e, em alguns casos, usando a mesma foto e descrição do perfil. As informações são do Portal Tecmundo.

Segundo o site, a remoção não foi confirmada pela rede social, mas usuários responsáveis pelas contas removidas publicaram sobre o caso na própria plataforma. Eles acusam o Twitter de censura usando hastags como #SátiraNãoÉFake, #CensuraDasParódiasNoTwitter e #CensuraDoTwitter. Como a maioria das contas excluídas é de direita, algumas pessoas defendem que o caso se trata de perseguição política.

Ainda de acordo com o Portal, entre os veículos e jornalistas satirizados estavam nomes como UOL Notícias, Estadão, Jornal Nacional, Globo News, Mídia Ninja e Jovem Pam; já entre políticos e jornalistas estavam Reinaldo Azevedo, Alexandre Garcia, Lauro Jardim, Miriam Leitão e o presidente Jair Bolsonaro.

O presidente recém-empossado, aliás, era não apenas “homenageado” com uma sátira como também seguia alguns dos perfis removidos — o administrador do perfil que satirizada o site do Estadãoafirmou ao próprio jornal paulista que Bolsonaro havia seguido a página pouco antes

Twitter explica

Segundo o Twitter, por trás das remoções de perfis falsos e que podem levar as pessoas ao erro esta a ideia de proteger a experiência do usuário.

“No intuito de proteger a experiência e a segurança das pessoas que utilizam a plataforma, o Twitter tem regras que estabelecem os conteúdos e comportamentos que permitimos. Quando tomamos conhecimento de potenciais violações a essas regras, como conduta de spam ou evasão de suspensão, fazemos uma análise e adotamos as medidas cabíveis de acordo com nossas regras e termos de serviço”, afirmou a empresa em nota.

As regras do Twitter também esclarecem que é considerado ilegal dentro da plataforma quaisquer “interações e comportamentos automatizados de uma conta, bem como tentativas de iludir ou enganar as pessoas”. Ou seja, a possível interpretação da rede é de que tais perfis, que muitas vezes usavam um emoji de ciclone na tentativa de "simular" o selo de conta verificada, não apenas faziam humor, mas tentavam ludibriar os demais usuários.

Alguns perfins continuam ativos

Apesar das remoções acusadas nesta quarta-feira, muitos perfis que satirizam figuras como Ricardo Boechat, Felipe Neto, Jorge Pontual e Andréia Sadi e os veículos G1 e O Globo continuam funcionando normalmente — muitos deles com o emoji do ciclone "simulando" o selo de conta verificada

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137765-twitter-exclui-perfis-satirizavam-jornalistas-politicos-brasileiros.htm

8

Jan

Mídias Sociais

Brasileiros gastam quase 1h por dia em redes sociais no trabalho

Manter os funcionários concentrados é um desafio para empresas, visto que a rotina exige que o colaborador esteja em frente a um computador na maior parte do tempo, com uma série de distrações online disponíveis. Para auxiliar esses negócios a avaliarem a eficiência de suas equipes e de que maneira podem estimular mais seus talentos, o ProdutivoApp oferece um software que calcula o rendimento das atividades exercidas ao longo do dia a dia.

As informações divulgadas pelo Portal Tecmundo levam em consideração uma rotina diária de 8 horas de trabalho, o colaborador desempenha atividades online relacionadas à sua função por 5h12min, fica fora do computador por 1h57 e passa 51 min em redes sociais, plataformas de streaming e sites de compras, segundo levantamento da companhia. WhatsApp, YouTube e email pessoal são os acessos que mais distraem o funcionário das tarefas relacionadas à sua atuação profissional. O primeiro ocupa 44% desse tempo, o seguinte soma 20% e o último, 18%.

De acordo com o levantamento do ProdutivoApp, segunda e quinta-feira são os dias mais produtivos para os funcionários, com índices que chegam a 89% e 82%, respectivamente, contra 72% das sextas-feiras. A pesquisa levou em consideração a rotina de aproximadamente 20 mil trabalhadores em 2018.

Ainda segundo a matéria também é preciso considerar os diferentes momentos do dia, os quais apresentam taxas de eficiência distintas. Segundo a análise, um trabalhador que permanece no escritório das 9h às 18h (com 1 hora de intervalo) e tem a divisão dos horários em três turnos (manhã, tarde e final de tarde), demonstra rendimento superior no período matutino, com 83% de produtividade, com queda progressiva ao longo da tarde e no final do expediente.

Avaliar esses dados por meio da plataforma fornece dados para que tanto gestores quanto equipes possam rever sua atuação e analisar o que pode ser melhorado. “Uma estratégia para alcançar resultados melhores em dias de menor produtividade é substituir atividades normais por funções mais dinâmicas, como reuniões e treinamentos, que exigem participação ativa do funcionário”, sugere um dos sócios do ProdutivoApp, Rafael Nunes.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137681-brasileiros-gastam-1h-dia-redes-sociais-trabalho.htm

7

Jan

Mídias Sociais

Documentos internos do Instagram revela como são moderadas as postagens dos Stories

Você deve saber como é difícil moderar o conteúdo presente em redes sociais, certo? Segundo o portal Motherboard, há documentos internos do Instagram que mostram como funciona a moderação dos posts publicados nos Stories da rede social. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com o site, acontece que muitas vezes, há usuários que não postam uma imagem que viole os termos da plataforma por si só, mas sim uma sequência de fotos ou vídeos que acabam indo contra os termos de uso do Instagram.

Para visualizar melhor o problema, imagine três Stories seguidos: o primeiro mostraria a parte interna de um carro com uma sigla ou frase para que o usuário entre em contato com o dono da postagem, enquanto os outros dois mostrariam pacotes de entorpecentes. Individualmente, eles não infringem nenhuma regra, mas juntos indicam que o dono da conta está vendendo drogas.

Segundo o texto, como os Stories costumam ser postados como uma sequência de imagens e vídeos individuais para serem assistidos um após o outro, talvez apenas um post não seja suficiente para violar as regras da rede social. Assim, de acordo com os documentos obtidos, é necessário que os moderadores do Instagram tenham noção da intenção do post ao definirem o contexto da publicação.

O grande problema é que uma das características dos Stories é justamente o desaparecimento do conteúdo depois de 24 horas, o que dificulta o trabalho dos responsáveis pela moderação das postagens.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137563-documentos-revelam-instagram-modera-posts-stories.ht

7

Jan

Mídias Sociais

Pesquisa aponta que uso de mídias sociais eleva depressão entre meninas

Meninas adolescentes são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que reconheça o risco de páginas como Facebook, Twitter e Instagram para a saúde mental dos jovens.

Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos, segundo o estudo. Os pesquisadores constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.

O estudo analisou dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em comparação com um quinto dos garotos.

Cerca de três quartos das garotas de 14 anos que sofrem de depressão também têm baixa autoestima, estão insatisfeitas com sua aparência e dormem sete horas ou menos por noite.

"Aparentemente, as meninas enfrentam mais obstáculos com esses aspectos de suas vidas do que os meninos, em alguns casos consideravelmente", disse a professora do Instituto de Epidemiologia e Cuidados da Saúde do University College London, Yvonne Kelly, que liderou a equipe responsável pela pesquisa.

Depressão

O estudo também mostrou que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais (mais de cinco horas por dia) mostraram sinais de depressão mais grave.

Quando os pesquisadores analisaram os processos subjacentes que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão, eles descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio online ou cyberbullying.

Os resultados renovaram as preocupações com as evidências de que muito mais meninas e mulheres jovens apresentam uma série de problemas de saúde mental em comparação com meninos e homens jovens, e sobre os danos que os baixos índices de autoestima podem causar, incluindo autoflagelação e pensamentos suicidas.

Os pesquisadores pedem aos pais e responsáveis políticos que deem a devida importância aos resultados do estudo. "Essas descobertas são altamente relevantes para a política atual de desenvolvimento em diretrizes para o uso seguro das mídias sociais. A indústria tem que regular de forma mais rigorosa as horas de uso das mídias sociais para os jovens", diz Kelly.

Uso excessivo das mídias sociais

A ministra adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que "esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas [...] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas".

Tom Madders, diretor de campanhas da instituição beneficente YoungMinds, diz que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma "pressão maior" porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem "as vidas perfeitas de outros" com a sua própria.

Com informações da Agência Brasil

3

Jan

Mídias Sociais

Pesquisadores 'sequestram' contas de famosos no Twitter para provar brecha

Pesquisadores de segurança acabaram "sequestrando" algumas contas de usuários famosos do Twitter, incluindo a de Louis Theroux, um documentarista e jornalista britânico, para postar tweets sem a autorização dos donos. Com isso, eles demonstraram que as ações que o Twitter alegou ter tomado para corrigir problemas de vulnerabilidade não funcionaram.

Segundo o portal Gizmodo, os pesquisadores foram abertos em relação ao método que utilizaram para acessar as contas, para que os desenvolvedores da rede social conseguissem consertar a falha. Acontece que o problema ainda está lá - mesmo com os responsáveis apontando que já resolveram.

Essa vulnerabilidade é relacionada a um recurso que foi adicionado ao Twitter na época em que os smartphones ainda eram consideravelmente raros. Para que as pessoas pudessem twittar a partir de dispositivos mais simples, a rede social oferecia um recurso de "tweet por SMS". Assim, qualquer mensagem enviada por SMS para a conta vinculada ao número seria postada.

Assim, o que os pesquisadores fizeram foi obter os números de telefone, de modo que as mensagens enviadas por eles fossem postadas nas contas de diversas celebridades e jornalistas. Os pesquisadores notificaram os usuários das contas em questão, mas não buscaram consentimento deles. Contudo, eles apontaram que escolheram contas de famosos para chamar atenção para a falha.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137557-pesquisadores-sequestram-contas-famosos-twitter-provar-brecha.htm

3

Jan

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Tempo que usuários do Facebook passam conectados completa cinco anos de estagnação

O crescimento no tempo diário consumido pelos norte-americanos no Facebook, impulsionado principalmente a partir da popularização dos smartphones, chegou ao fim. A análise é da equipe de especialistas do site eMarketer, cuja  previsão é a de que, em 2020, os usuários gastem em média 40 minutos por dia na rede social. O número é exatamente o mesmo de 2016 e, se confirmado, representará cinco anos de estagnação.

Os analistas do eMarketer destacam ainda que, como o tempo total gasto no meio digital permanecerá em crescimento (ainda que modesto), o tempo do Facebook está em curva decrescente em relação ao quadro geral. Em 2016, o Facebook representou mais da metade (53%) do tempo gasto com mídias sociais. A projeção do eMarketer aponta para uma queda de até 43,5% em 2020.

Em relatório, o eMarketer indica que o Facebook estará muito dependente do feed de notícias de seu site para tentar engajar audiência. Isso porque, diz o estudo, a rede social “não decifrou o código” para fazer alavancar a audiência via Stories (apesar de a ferramenta ser muito popular no Instagram) e os resultados da exibição de vídeos sob demanda ainda são insipientes.

Desaceleração no crescimento das receitas 

O Facebook continuará liderando o bolo da publicidade digital até 2020, seguido do Google, com o qual forma o duopólio online. O eMarketer projeta que as receitas globais com anúncios da rede social cresçam de US$ 39,94 bilhões, em 2017, para US$ 55,44 bilhões este ano, a caminho de US$ 67,25 bilhões em 2019. Mas essa curva de crescimento, segundo o site especializado, segue uma tendência de desaceleração verificada desde 2016 (veja gráfico abaixo).

face2vale

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/15393-tempo-gasto-no-facebook-pelos-usuarios-dos-estados-unidos-caminha-para-cinco-anos-de-estagnacao.html

2

Jan

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Ministério Público pede que Google retire do ar vídeos de youtubers mirins

O Ministério Público do Estado de São Paulo solicitou ao Google, por meio de ação civil pública, que a empresa retire do ar vídeos protagonizados pelos chamados "youtubers mirins". De acordo com a entidade, tais peças fazem propaganda de forma velada de produtos ao público infantil, o que fere a lei, segundo a interpretação da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), da Convenção das Nações Unidas sobre as Crianças (Decreto no 99.710/1990), do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e da Resolução nº 163, de 13 de março de 2014, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a ação começou a partir de um inquérito civil que envolvia a fabricante de brinquedos Matel do Brasil, a partir de uma ação divulgada pela youtuber mirim Júlia Silva. Em uma série de doze vídeos, eram lançados desafios relacionados aos personagens da Monster High, com os vencedores convidados a participar de um evento na sede da empresa.

Baseado nesta ação, o inquérito investigava o “uso de estratégias abusivas de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil”. A assessoria psicossocial do MP analisou o tema e concluiu que “diversas empresas, aproveitando-se da hipervulnerabilidade tanto da criança youtuber, como da criança espectadora, passaram a enviar seus produtos a esses influenciadores digitais para que eles os desembrulhassem, apresentassem, como verdadeiros promotores de vendas”.

A partir desta análise, o promotor Eduardo Dias decidiu pedir à Justiça que o Google – controlador do YouTube – faça a retirada dos vídeos de sua plataforma de streaming. Além disso, o MP notificou empresas que aderiram à prática para tentar um acordo para que elas se abstenham de fazer propaganda disfarçada por meio de influenciadores mirins.

Contatado, o Google afirma que não comenta casos isolados.

Fonte: Folha de São Paulo, disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2019/01/ministerio-publico-pede-que-google-retire-do-ar-videos-de-youtubers-mirins.shtml

2

Jan

Mídias Sociais

Em breve, WhatsApp vai oferecer anúncios na sua página de 'Status'

Em outubro de 2018, vimos os primeiros rumores sobre a chegada de propagandas ao WhatsApp. Agora, a empresa confirmou que vai oferecer anúncios na aba de ‘Status’ do mensageiro. As informações são do Olhar Digital.

De acordo com a declaração do vice-presidente do WhatsApp, Chris Daniels, o novo recurso será usado para conectar as empresas ao seu público-alvo dentro do aplicativo: “vamos colocar anúncios nos 'Status'. Esse será o principal modo de monetização da empresa, bem como uma oportunidade para que diversas companhias alcancem pessoas no WhatsApp”.Apesar de confirmar a novidade, Daniels não informou quando a empresa vai começar a oferecer anúncios no mensageiro.

Segundo a matéria, as propagandas devem funcionar da mesma forma como temos hoje no Instagram. Isso significa que, após visualizar uma certa quantidade de status, o usuário encontra um anúncio publicitário no mesmo formato das mensagens enviadas por amigos. Dados divulgados pelo Facebook, em outubro, indicam que mais de 450 milhões de pessoas usam diariamente o recurso.

E aí, você ainda vai continuar usando o WhatsApp depois disso?

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/em-breve-whatsapp-vai-oferecer-anuncios-na-sua-pagina-de-status/80930

29

Dez

Mídias Sociais

Facebook lidera ranking de empresas menos confiáveis com privacidade

O Facebook foi considerado com folga a empresa menos confiável com relação ao respeito à privacidade de seus usuários, de acordo com um ranking divulgado pela companhia de pesquisas Toluna. Empatados em um distante segundo lugar estão Twitter e Amazon. Os dados são frutos de um estudo realizado com mil participantes, dos quais nada menos que 40% afirmaram não confiar na empresa de Mark Zuckerberg com seus dados pessoais.

A desconfiança com relação à empresa por trás da rede social não é sem motivos. Ao longo dos últimos anos a companhia não apenas foi vítima de vários vazamentos e revelações de políticas escusas envolvendo informações dos usuários, mas seus executivos também não souberam gerenciar muito bem as crises subsequentes.

Do escândalo envolvendo a Cambridge Analytica até histórias mais recentes, como o bug que expôs fotos privadas de 6,8 milhões de usuários e a autorização para que empresas terceiras acessassem mensagens do público, não faltaram momentos tensos para o Facebook.

Ranking da desconfiança

Depois dos 40% da firma de Zuckerberg, Amazon e Twitter aparecem com 8% de desconfiança cada. Até mesmo a Uber, que já passou por diversos escândalos de privacidade, não chega perto do número do Facebook e tem 7%. Lyft e Google empatam com 6%, Apple e Snap têm 4% cada, Microsoft ficou com 2% e Netflix e Tesla tiveram os melhores resultados, com apenas 1% de desconfiança contra cada.

piores privacidade empresas

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137499-facebook-lidera-ranking-empresas-confiaveis-privacidade.htm

26

Dez

Mídias Sociais

Aplicativos que trazem os canais de TV para o seu smartphone (iOS e Android)

O iPhone, assim como aparelhos equipados com os principais recursos do Android, acabam se tornando nossos "melhores amigos" em momentos de tédio. A oferta de apps é imensa - o díficl é encontrar algo que realmente seja interessante entre eles. Mas, caso você sinta falta da TV no seu aparelho, a resposta está aqui.

Um app gratuito chamado WatchTV (iOS) promete te entregar Globo, SBT, Cultura e até ESPN, HBO e Fox no seu iPhone. O software funciona desde que você tenha uma conexão à internet, seja ela 3G ou Wi-Fi. Primeiro, é preciso que você escolha o país e, então, ele te dá a lista dos canais disponíveis naquele local. É possível assistir a 19 canais brasileiros e cerca de 1000 canais espalhados pelo mundo.

Já o app TVU (iOS) te permite acompanhar mais de 300 canais do mundo inteiro, mas só funciona em Wi-Fi. Ele é gratuito, mas existe outra versão paga que te oferece favoritos, busca e outras vantagens.

Para Android, a sugestão é o SPB TV, também gratuito, que oferece acesso a mais de 150 canais de mais de 20 países. Alguns deles têm um guia da programação integrado. Faça o download e aproveite mais essa forma de diversão no seu smartphone! 

Fonte: Olhar Digital

26

Dez

Mídias Sociais

Relatório mostra que Rússia usou mais o Instagram que o Facebook para manipular eleições americanas de 2016

O Instagram pode ter desempenhado um papel muito maior nas eleições americanas de 2016 do que o Facebook, até agora tido como o grande violão da história

Segundo um relatório encomendado pelo Comitê de Inteligência do Senado, a manipulação russa dos eleitores americanos através da Russian Internet Research Agency (IRA), “fábrica” de trolls que buscou dividir os eleitores com informações falsas e meme inúteis em torno das eleições, teve sua grande frente e operação no Instagram, “algo que os executivos do Facebook parecem ter evitado mencionar em depoimentos no Congresso”, diz o relatório.

Foram 187 milhões de interações com o conteúdos manipulados no Instagram, em comparação com 77 milhões no Facebook e 73 milhões no Twitter, de acordo com um conjunto de dados entre 2015 e 2018, analisados ​​pela New Knowledge, pela Columbia University e pela Canfield Research.

O Facebook afirmou em comunicado que forneceu milhares materiais aos legisladores e fez progresso na prevenção de interferências durante as eleições. Já o Twitter afirmou que também fez avanços significativos no combate à manipulação de seus serviços e apontou para a divulgação de dados adicionais em outubro para permitir mais pesquisas e investigações.

Durante os depoimentos de Mark Zuckerberg ao Congresso dos Estados Unidos, o Instagram foi mencionado apenas de forma passageira, sem uma contagem de quantos americanos foram atingidos pelo conteúdo russo, por exemplo. A rede social tem, até agora, uma certa vantagem em reação aos assuntos de manipulação de conteúdo, justamente por não ter um botão de “compartilhamento”, o que ajuda no viral.

Ainda assim, de acordo com os pesquisadores, cerca de 40% das contas criadas pela IRA alcançaram mais de 10 mil seguidores. A maior conta, @blackstagram__, atraiu mais de 300 mil seguidores.

O conteúdo do Facebook incentivou as pessoas a seguirem essas contas no Instagram, o que reforçou as mensagens que o IRA estava divulgando em outras redes, incluindo o YouTube e o Twitter. As contas do Instagram para determinados grupos de interesse mencionavam umas às outras e, às vezes, contas legítimas, dirigidas por americanos de verdade, para melhorar o perfil delas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101567/relatorio-mostra-que-russia-usou-mais-o-instagram-que-o-facebook-para-manipular-eleicoes-americanas-de-2016/

25

Dez

Mídias Sociais

Quanto vale a sua conta no Facebook? Americanos deletariam por US$ 1 mil

Um estudo realizado por um conjunto de universidades norte-americanas chegou à conclusão de que o “usuário médio” do Facebook nos EUA deletaria sua conta na rede social por um ano caso alguém lhe pagasse US$ 1 mil.

O detalhamento completo da metodologia está disponível no artigo do grupo de pesquisadores neste link. Mas, basicamente, uma série de leilões reais foi realizada em algumas localidades para descobrir qual seria o menor valor possível pelo qual as pessoas aceitariam sair do Facebook.

Apesar de alguns elemenots do formato terem variado entre os leilões, o objetivo comum era de fato o mesmo: encontrar o menor valor que grande parte das pessoas aceitaria como justo para ficar longe do Facebook por um ano. O melhor preço, de acordo com o estudo, foi mesmo os US$ 1 mil, o equivalente a R$ 3,85 mil.

Contudo, caso o Facebook começasse a cobrar uma mensalidade de qualquer valor, os usuários abandonariam a plataforma em massa sem que alguém precisasse pagar um centavo sequer para isso.

O estudo foi idealizado após o primeiro escândalo de privacidade do Facebook, que ocorreu no começo deste ano com a Cambridge Analytica, mas foi realizado antes de o New York Times fazer uma denúncia muito pior. Segundo o jornal, a rede social teria permitido que empresas parceiras observassem usuários e até mesmo lessem mensagens enviadas de forma privada.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/137387-vale-conta-facebook-americanos-deletariam-us-1-mil.htm

24

Dez

Mídias Sociais

Pesquisa mostra que anúncios em podcasts funcionam melhor do que em outras mídias digitais

Uma recente pesquisa da Nielsen encomendada pela Midroll, setor de publicidade da Stitcher (empresa de podcasts) mostra que os ouvintes se lembram bastante de marcas e produtos citados em anúncios em podcasts. Além disso, as propagandas feitas em podcasts geram até 4,4 vezes mais retorno para as marcas que anúncios estáticos e pop-up em outras mídias digitais.

O estudo analisou a eficácia de oito marcas dos Estados Unidos que colocaram anúncios em podcasts durante 2018. Foram coletados dados sobre como os ouvintes lembraram, compraram e recomendaram um produto depois de ouvir o anúncio do mesmo ou da marca em um podcast.

Ao todo, 7.100 pessoas com idade entre 18 e 64 anos participaram da pesquisa. 61% dos consumidores que ouviram os anúncios no meio de um podcast disseram que provavelmente comprariam o produto, em comparação com 56% dos ouvintes que não ouviram o mesmo anúncio.

Segundo Korri Kolesa, diretora de reputação da Stitcher, essa mudança “ressalta o poder dos podcasts de falar com uma geração de consumidores que tendem a ser difíceis de alcançar por meio de outras plataformas de mídia digital”.

De acordo com o Pew Research Center, o número de ouvintes de podcast continua aumentando. A última pesquisa do centro, referente a 2017, mostrou que 40% dos norte-americanos disseram ouvir pelo menos um podcast, e 24% disseram que o fizeram no último mês.

Foto: Pixabay / Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101391/pesquisa-da-nielsen-anuncios-em-podcasts-funcionam-melhor-que-em-midias-digitais/