Mídias Sociais

16

Nov

Mídias Sociais

Facebook repassou dados de seus usuários a fabricantes de celulares e não sabe como as informações foram utilizadas

O Facebook compartilhou dados de seus usuários com fabricantes de smartphones e não fiscalizou o que era feito com essas informações, informou o jornal The New York Times. A rede social admitiu a falha em carta enviada em outubro ao Congresso dos Estados Unidos, ao qual o diário norte-americano teve acesso. O número de pessoas afetadas nesse caso não foi revelado. 

A fiscalização frouxa foi detectada pela própria rede social em 2013 durante uma auditoria da PricewaterhouseCoopers aprovada pelo governo dos Estados Unidos, relatou o jornal O Estado de S.Paulo. A informação, porém, nunca foi passada aos usuários afetados, a maioria dos quais havia dado permissão explícita para o compartilhamento de dados com terceiros.

A rede social afirma que no começo de 2013 estabeleceu parcerias com sete fabricantes para que tivessem acesso a "Experiência Facebook, que facilitava o acesso a dados de usuários da rede social, incluindo nos smartphones. Essas parcerias ocorreram durante um decreto de 2011 do Federal Trade Commission (FTC) no qual a rede social tinha se comprometido a ceder apenas os dados necessários para os apps dessas companhias funcionarem corretamente.

Durante a auditoria, a PricewaterhouseCoopers investigou as parcerias com a Microsoft e a BlackBerry (na época, ainda chamada de RIM) e concluiu que existiam apenas "evidências limitadas" de que o Facebook fiscalizou as empresas de modo que atendessem as políticas de uso da rede social. 

Posteriormente, o Facebook estabeleceu diversas parcerias do tipo com outras empresas. A prática só começou a cair em desuso após o escândalo da Cambridge Analytica, no qual os dados de 87 milhões de usuários foram compartilhados com a empresa de marketing político durante o processo do Brexit e das eleições presidenciais dos EUA de 2016. 

"Não é o suficiente apenas aceitar a palavra do Facebook de que eles estão protegendo nossas informações pessoais", disse o senador americano Ron Wyden, sobre o caso com as fabricantes de smartphone. O Facebook informou levar “muito a sério a ordem de consentimento do FTC e há anos nos submetemos nossos sistemas a avaliações profundas". Grupos ligados à proteção de privacidade também estão criticando o FTC por não conseguir fazer valer o decreto de 2011.  

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14527-facebook-repassou-dados-de-seus-usuarios-a-fabricantes-de-celulares-e-nao-sabe-como-as-informacoes-foram-utilizadas.html#

14

Nov

Mídias Sociais

Agências digitais se preparam para o início da publicidade via Whatsapp

Deu no Canal Meio:

Agências publicitárias digitais, no exterior, começam a se preparar para o início da publicidade em WhatsApp. “A chave para engajamento”, diz Yuval Bem-Itzhak, CEO da Socialbakers, “será conteúdo personalizado, relevante, e que chegue no momento certo. Tem de parecer um bate-papo com um amigo.”

Ninguém tem claro, ainda, qual o formato publicitário que funcionará melhor. É bem possível que anunciantes do Facebook possam escolher que sua propaganda apareça também na plataforma de conversa, integrando as duas. Mas não falta quem tenha o receio de que o modelo se mostre intrusivo demais.

Leia mais em: https://marketingland.com/whatsapp-ads-are-coming-will-advertisers-start-buying-251600?utm_source=meio&utm_medium=email

13

Nov

Mídias Sociais

Twitter pode ganhar botão de edição para corrigir erros de digitação

Se você utiliza o Twitter sabe o quão ruim é não poder editar o conteúdo de uma postagem na rede social por conta de um pequeno erro de digitação. Desde o lançamento da plataforma, muitas coisas mudaram, tanto é que hoje já é possível usar mais de 140 caracteres em um tweet. Agora, os executivos da empresa estão pensando em adicionar o tão aclamado botão de edição. As informações são do Olhar Digital.

Segundo o site, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, finalmente está mostrando simpatia pela adição de um botão de edição na plataforma. Por muito tempo, isso foi tratado como um tabu.Em um evento realizado na Índia, Dorsey disse que a empresa está considerando cuidadosamente os casos de uso do botão de edição antes de torná-lo uma realidade. A ideia é usar este recurso para corrigir erros de digitação.

O botão de edição ainda não chegou ao Twitter por um motivo muito simples: poderia causar a edição massiva de declarações controversas e que possam causar danos a terceiros. E, na era das fake news, todo o cuidado é bem-vindo. E aí, qual é a sua opinião: o Twitter deveria ou não adicionar o botão de edição para os tweets?

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/twitter-pode-ganhar-botao-de-edicao-para-corrigir-erros-de-digitacao/79837

13

Nov

Mídias Sociais

Estudo revela peça importante no combate à desinformação e ódio nas redes sociais

Superar as dificuldades educacionais e garantir que um número maior de pessoas possa diferenciar e evitar desinformação e ódio é fundamental para a redução do índice de compartilhamento desses conteúdos considerados tóxicos. E talvez ajude a explicar pelo menos parcela dos dados obtidos com exclusividade pela BBC News Brasil junto à ONG SaferNet. O levantamento mostra um preocupante crescimento de postagens na internet com mensagens que incitem a prática de crimes, pregando a violência ou o extermínio de grupos e minorias, ou divulgando mensagens de cunho racista. As informações são do portal ANJ.

De acordo com a matéria, os números mostram que durante os 21 dias que separaram as votações em primeiro e em segundo turno na eleição deste ano as denúncias com teor de xenofobia cresceram 2.369,5%, de apologia e incitação a crimes contra a vida, 630,52%, de neonazismo, 548,4%, de homofobia, 350,2%, de racismo, 218,2%, e de intolerância religiosa, 145,13%.

O número total de denúncias mais que dobrou em relação ao pleito de 2014: passou de 14.653 para 39.316 neste ano. A maior parte do conteúdo denunciado por meio da plataforma da SaferNet estava no Facebook. Entre 16 de agosto e 28 de outubro, 13.592 denúncias foram feitas tendo URLs (os endereços) da rede social. Em segundo lugar vem o Twitter, com 1.509, seguido de Instagram, com 1.088, e do YouTube, com 400.

"A internet é caixa de ressonância da sociedade. Essas eleições foram muito polarizadas, e isso se refletiu nas redes sociais", diz o presidente da SaferNet, Thiago Tavares, ouvido pela BBC News Brasil. O crescimento de denúncias das eleições de 2014 para 2018, afirma, também se deve à "produção e difusão em escala industrial” de conteúdos enganosos criados para incentivar o ódio, o preconceito e a discriminação.

"Boa parte das fake news tinham alvos claros: mulheres, negros, pessoas LGBT. Então, não surpreendeu que esses grupos fossem vítimas desses ataques", diz Tavares. O Ministério Público Federal tem acesso a todas as denúncias feitas na plataforma da ONG, e a partir desse banco de dados faz investigações.

Fonte: Portal ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14384-analfabetismo-funcional-no-brasil-e-obstaculo-para-educacao-midiatica-peca-importante-no-combate-a-desinformacao-e-odio-nas-redes-sociais.html

12

Nov

Mídias Sociais

Facebook sai do ar por cerca de 30 minutos no Brasil e não informa motivo do problema

A rede social Facebook saiu do ar por volta das 16h desta segunda-feira (12) e ficou inacessível para milhões de usuários em diversos países. No Brasil, ao tentar acessar a página na internet, os usuários viam uma mensagem que dizia, em inglês: “Desculpe, algo deu errado. Nós estamos trabalhando nisso e vamos corrigir o problema o mais rápido possível.”

site ficou fora do ar por cerca de 30 minutos no Brasil. Ao fim desta reportagem, a página estava funcionando normalmente. Procurada, a empresa não informou a razão do problema. "Sabemos que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar o Facebook. Estamos trabalhando para resolver a questão o quanto antes", disse o porta-voz da empresa, por meio da assessoria de comunicação.

Com informações da Agência Brasil

12

Nov

Mídias Sociais

Postagens da Vida é o título do primeiro livro de crônicas do advogado Cyrus Benavides

Postagens da vida - Crônicas de Cyrus Benavides é o primeiro livro do mossoroense, advogado, professor e hoje diretor do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem-RN). A obra, da editora Offset, reúne 127 textos publicados originalmente em suas redes sociais ao longo dos os últimos sete anos. Suas crônicas mostram seu olhar sobre o cotidiano, sobre as relações humanas, sobre sua fé, sonhos, ideais, trabalho, amor, amizade, família, saudades, gratidão, origens, desafios.

O lançamento será realizado nesta terça-feira, 13 de novembro, às 18h30, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Natal, localizada na Rua Barão de Serra Branca, no bairro de Candelária. Parte da renda com as vendas dos livros será revertida para a instituição filantrópica Legião da Boa Vontade (LBV).

12

Nov

Mídias Sociais

Pesquisa Gallup: imprensa recupera confiança dos norte-americanos e credibilidade das redes sociais cai

Apesar de ser bombardeada quase que diariamente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ter de enfrentar a concorrência das redes sociais, marcadas por desinformação, a imprensa do norte-americana começou a recuperar sua credibilidade. Nova pesquisa do Instituto Gallup mostra que, após um longo período de queda desde 2009, as empresas jornalísticas contam atualmente com a confiança de 45% dos norte-americanos, para os quais a imprensa relata as notícias "de forma completa, precisa e justa".

O percentual é bem superior ao do ápice da crise de credibilidade (32%), em 2016, ano da última eleição presidencial no país, marcada pelas notícias falsas. Ao mesmo tempo, outras pesquisas recentes mostram que, ao contrário, a confiança nas redes sociais continua em queda. Uma delas, feita pela Harris Poll junto a 2 mil norte-americanos, por exemplo, explorou o sentimento dos usuários das plataformas das empresas de tecnologia, e descobriu alto nível de negatividade. No caso Twitter, por exemplo, 46% afirmaram experimentar a sensação de que quere matar ou deixar a rede social morrer.

No caso da pesquisa do Instituto Gallup, destaca-se o fato que entre os democratas a confiança em relação ao jornalismo é muito superior percentual geral: 76%, a mais alta na tendência da Gallup por partido, com base nos dados disponíveis desde 1997. A confiança do grupo classificado como independente agora é de 42%, a maior para esse grupo desde 2005. Os republicanos, por sua vez, ficam bem atrás, com 21%.

Os republicanos normalmente depositam menos confiança na mídia do que os independentes e, especialmente, os democratas. Mas os dados mais recentes mostram que a diferença entre republicanos e democratas cresceu; 55% pontos percentuais neste ano e 58 pontos percentuais em 2017. Os ataques do presidente Trump à imprensa são provavelmente um catalisador dessa visão cada vez mais polarizada da mídia. Os republicanos, diz a pesquisa, concordam com as afirmações de Trump segundo as quais a imprensa cobre injustamente seu governo.

Fonte: ANJ

5

Nov

Mídias Sociais

Twitter apaga 10 mil perfis falsos na véspera das eleições nos EUA

A rede social Twitter apagou mais de 10 mil perfis automatizados que postavam mensagens desencorajando os eleitores a irem às urnas nas eleições legislativas dos Estados Unidos que serão realizadas amanhã (6). As postagens eram falsamente atribuídas a membros do Partido Democrata. As informações são do site alemão Deutsche Welle.

O Twitter afirma ter removido uma série de perfis entre o final de setembro e o início de outubro por "se envolverem em tentativas de compartilhar desinformação de maneira automatizada". "Para essas eleições, estabelecemos linhas abertas de comunicação e acessos diretos e simples para as autoridades eleitorais nos estados, o Departamento de Segurança Interna e organizações de campanha de ambos os partidos majoritários", afirmou a empresa em comunicado divulgado nesta sexta (2).

Amanhã (6), os americanos vão eleger parlamentares para todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, 35 novos senadores de um total de 100, 36 governadores e dezenas de legislaturas estaduais. O pleito poderá transformar o cenário político do país, com um possível avanço da oposição democrata no Congresso.

Fonte: Agência Brasil

1

Nov

Mídias Sociais

Facebook perde espaço em mercado após escândalos de privacidade e aponta novos investimentos

Em meio a uma crise de credibilidade sem precedentes, o Facebook registrou crescimento em seu lucro no terceiro trimestre, mas suas receitas – que também avançaram — ficaram abaixo das expectativas do mercado. Trata-se, no entendimento de analistas e investidores, de um sinal de que os escândalos de privacidade, vazamento de dados e outros problemas continuam a cobrar um preço da maior rede social do mundo.

Os lucros somaram US$ 5,14 bilhões no terceiro trimestre, alta de 9% em relação ao mesmo período de 2017. Isso equivale a US$ 1,76 por ação, acima do US$ 1,47 das projeções do mercado, segundo dados compilados pela Bloomberg. A receita, por sua vez, ficou em US$ 13,73 bilhões, contra US$ 13,8 bilhões das projeções de analistas. A cifra representa alta de 33% em relação ao mesmo período de 2017. Segundo a Reuters, o crescimento é o mais lento em seis anos.

“Talvez anunciantes estejam segurando o gasto em função de preocupações de segurança e proteção na plataforma”, escreveu Michael Nathanson, analista da Moffett Nathanson LLC, em nota enviada a investidores antes da divulgação dos resultados.

Usuários mensais ativos do Facebook totalizaram 2,27 bilhões — uma alta de 10% na comparação com o trimestre anterior. Três analistas ouvidos pela Bloomberg esperavam que o número de pessoas ficasse em 2,28 bilhões, em média. Segundo o site Recode, a principal dificuldade enfrentada pelo Facebook é que a redes social não está crescendo – e até encolhendo – nos mercados mais valiosos, como Estados Unidos, Canadá e Europa.

No continente europeu, o número de pessoas que acessam o site todos os dias caiu de 279 milhões para 278 milhões, enquanto os usuários mensais caíram de 376 milhões para 375 milhões.

É verdade que a base de usuários totais mantém curva de crescimento. Mas a maior parte dos novos seguidores vêm de mercados onde a empresa faz pouco ou nenhum dinheiro com essas pessoas, assinala o Recode. Cada usuário do Facebook nos Estados Unidos ou no Canadá gerou quase US$ 26 em receita para a empresa no segundo trimestre; individualmente, usuários na região Ásia-Pacífico geraram apenas US$ 2,62. Aqueles em outras partes do mundo, como a América do Sul ou a África, representaram ganho per capita de US$ 1,91 ao Facebook.

Um dos trunfos do Facebook para continuar crescendo e faturando mais é o Stories, serviço copiado do Snapchat, em que as postagens permanecem visíveis apenas por algum tempo. Ao comentar os resultados financeiros mais recentes da empresa, o CEO Mark Zuckerberg fez resgados elogios ao sistema, que na prática dá aos usuários o direito de enviar, de forma automática, uma memória do que publicam na rede social.

"Eu acho que este é o futuro", disse nesta semana o CEO do Facebook. Resta saber, diz o site especializado em comunicação, se a companhia consegue fazer do sistema um negócio rentável. E também se não vem carregado dos mesmos problemas que Zuckerberg não consegue resolver em seus outros produtos. Dificuldades estas sobre as quais ele foi novamente convocado a falar, no dia 27 de novembro, ao "grande comitê internacional" sobre "notícias falsas", composto parlamentares britânicos e canadenses. A chamada foi anteriormente desprezada pelo bilionário da tecnologia.

Mas a maior preocupação de Zuckerberg deve ser a reação dos investidores diante da interminável sequência de escândalos que empurram cada vez mais para baixo a credibilidade da empresa. No caso dos anúncios, duas reportagens revelaram erros crassos na tão promotida transparência nas propagandas políticas, identificadas e marcadas por "Pago por".  

Poucos dias antes das eleições legislativas de 2018, uma investigação da VICE News descobriu que o recurso é facilmente manipulado e parece permitir que qualquer pessoa minta quem está pagando por um anúncio político ou posar como alguém pagando pelo anúncio. Para testá-lo, o VICE News solicitou a compra de anúncios falsos em nome de todos os 100 senadores norte-americanos. Todos foram aceitos pelo Facebook, indicando que qualquer pessoa pode comprar um anúncio identificado em nome de algum político.

O Facebook também aprovou nos últimos dias dois anúncios políticos falsos “pagos” pela empresa Cambridge Analytica, protagonista do maior escândalo de vazamento de dados da rede social, revelado no começo deste ano. Os anúncios, na verdade, foram criados por jornalistas do site Business Insider. Horas depois, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, não pode evitar de deixar os investidores preocupados. Ele disse que os custos subirão em 2019 para enfrentar esse desafio, que o bilionário não consegue mais convencer que realmente serão superados.

Fonte: ANJ/ Disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14019-facebook-perde-espaco-em-mercados-mais-valiosos-e-diz-que-tera-de-investir-mais-para-contornar-seus-problemas.html

31

Out

Mídias Sociais

Facebook chega a 2,6 bilhões de usuários no mundo com suas plataformas

O império Facebook chegou a 2,6 bilhões de usuários em todo o mundo com suas plataformas (WhatsApp, Instagram e Messenger, além da rede social que dá nome à companhia). A informação foi divulgada, como mostra matéria da Agência Brasil, pelo presidente da empresa, Mark Zuckerberg, após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2018.

Somente o Facebook tem 2,3 bilhões de usuários entrando na plataforma todo mês, sendo 1,5 bilhão todo dia. Com isso, a plataforma avança em sua liderança no ranking mundial de redes sociais e plataformas digitais. A empresa chega com seus produtos a 34% da população mundial, se considerados os 7,5 bilhões de pessoas, de acordo com dados do Banco Mundial.

Segundo o ranking de redes sociais divulgado pela consultoria internacional de levantamento de dados Statista, com informações atualizadas em outubro, seguindo a liderança do Facebook vêm YouTube (1,9 bilhão de usuários), WhatsApp (1,5 bilhão), Facebook Messenger, (1,3 bilhão), WeChat, (1,05 bilhão), Instagram (1 bilhão), QQ (803 milhões), Qzone (548 milhões), Tik Tok (500 milhões) e Sina Weibo (431 milhões).

A empresa é responsável por cinco das seis primeiras redes sociais. As exceções são o YouTube, pertencente à Google, e o WeChat, espécie de WhatsApp chinês. No ranking das 10 principais plataformas, outros aplicativos chineses estão bem colocados, como QQ, Qzone e Tik Took. Contudo, os números de usuários dessas redes são ancorados pela grande população chinesa residindo no país e imigrante em outras nações, com menor expressão em países de outras línguas.

Em seu comunicado, Mark Zuckerberg destacou o aumento das receitas no trimestre, que foi de 33% sobre o mesmo período no ano passado, atingindo US$ 13,7 bilhões (mais de R$ 50 bilhões). No ano passado, a empresa faturou cerca de US$ 40 bilhões (R$ 148 bilhões), em um aumento de quase 50% sobre o ano anterior, quando a companhia havia gerado receitas de US$ 27 bilhões (cerca de R$ 100 bilhões).

Tendências das redes

Zuckerberg aproveitou a divulgação dos resultados para comentar mudanças nas estratégias da empresa. Ele identificou três grandes tendências e desafios. O primeiro é a mudança das pessoas de redes sociais tradicionais (como o próprio Facebook) para mensagens privadas (como no WhatsApp) e para a linguagem de stories(bastante popular no Instagram).

O segundo é o crescimento do vídeo entre as plataformas do “ecossistema”. Ele reconheceu que o principal aplicativo para isso é o YouTube, mas afirmou que a companhia trabalha para fazer seus serviços de vídeo uma “experiência única centrada nas pessoas”. Ele projeta que as linhas do tempo devem se alterar para stories e vídeos, e que as formas de interação dos próximos 10 anos serão calcadas nos grupos, ou “comunidades”.

O terceiro desafio é o que chamou de “ameaças à segurança”. O FB vem sendo bastante questionado pela disseminação de notícias falsas desde 2016. Neste ano, já teve três grandes vazamentos de dados, sendo o último no mês passado e que comprometeu 30 milhões de usuários. O incidente motivou investigações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e questionamentos de organizações da sociedade civil e do Congresso Nacional.

Outros aplicativos também entraram na mira de autoridades e da atenção mundial. O WhatsApp foi bastante questionado pela onda de linchamentos na Índia neste ano em razão de boatos difundidos pela rede. Como resposta, a empresa reduziu o número de destinatários dos encaminhamentos.

Nas eleições brasileiras encerradas no último domingo (28), o aplicativo também foi criticado pelo seu papel na difusão de desinformação sobre candidatos e apoiadores. Investigações sobre esquemas de disparo em massa foram denunciados pela imprensa e viraram alvo de apuração pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pela Polícia Federal.

“Ao longo dos últimos anos, nós fizemos um monte de trabalho e muito progresso. Nós ainda temos pelo menos um ano antes dos nossos sistemas estarem no nível que queremos, mas eles estão ficando melhor a cada dia – e isso é por conta tanto da tecnologia quanto das pessoas. Nossos sistemas para identificação proativa de conteúdo prejudicial estão melhorando. Nossos sistemas para detecção de interferências nas eleições estão mais maduros agora”, garantiu Zuckerberg.

Foto: Pixabay / Fonte: Agência Brasil

30

Out

Mídias Sociais

Encontro de Influenciadores Digitais da Uninassau detalha cases de sucesso

A Faculdade UNINASSAU Natal, por meio da coordenação de Pós-Graduação, irá promover, no dia 07 de novembro, o “I Encontro de Influenciadores Digitais”, a partir das 19h30, na sede da unidade localizada em Capim Macio. O evento reunirá influenciadores experientes e diversificados do mercado digital do Rio Grande do Norte, como: Anilson Knigth, Bruno Fragoso, Kaddja Maia, Renata Montenegro, Vanessa Borges e Suzana Schott.

De acordo com coordenadora de Pós-Graduação da UNINASSAU, Ytâmitta Barbosa, o objetivo da ação é apresentar aos participantes os impactos das mídias sociais no comportamento social e no mercado de trabalho. “Teremos apresentação de diferentes cases de sucesso em nosso Estado. Será uma oportunidade para que os participantes possam debater e aprender um pouco mais sobre o universo dos influenciadores e como eles inspiram o mercado Potiguar”, explicou.  

A atividade será aberta para estudantes, empresários e comunidade em geral. A entrada é gratuita, devendo o participante fazer apenas a doação de 1kg de alimento não perecível. As inscrições podem ser feitas pelo site: extensao.uninassau.edu.br.  Outras informações podem ser obtidas através do telefone (84)3344-7813.

24

Out

Mídias Sociais

Pesquisa traça perfil da audiência de Podcast e aponta quais são os preferidos do público no Brasil

O Portal Meio e Mensagem divulgou pesquisa que traça um panorama do universo dos Podcasts no Brasil, detalhando o perfil da audiência deste tipo de conteúdo em áudio que tem como diferenciais a liberdade de decidir quando e aonde ouvir, além da grande diversidade de temas. Divulgada nesta semana, a PodPesquisa, maior levantamento recente sobre podcast, desenvolvida pela Associação Brasileira de Podcaster (ABPOD) em parceria com a CBN.

De acordo com as informações do Meio e Mensagem, a pesquisa digital está na quarta edição e recebeu mais de 22 mil respostas de três grupos: ouvintes de podcast, produtores de podcast e não ouvintes de podcast. O questionário foi aplicado com 24.398 pessoas, sendo 22.691 ouvintes de podcast. Outras 1.405 responderam também como produtores de podcast e 302 não ouvintes de podcast. As respostas foram coletadas durante os meses de julho e agosto deste ano. Um dos principais recortes mostra que a maioria dos ouvintes, 84,1%, é masculina e na faixa de 30 a 39 anos, 31,4%.

Dos perfis profissionais que escutam podcast, 22,1% pertencem à área de tecnologia, grande parte tem ensino superior completo, 32,7%. Por estados, São Paulo concentra 36,6% dos ouvintes, Rio de Janeiro tem 10,8%, seguido por Minas Gerais, 8% e Paraná, 7%. Entre os que responderam o questionário, 39,7% afirmaram que ouvem podcast há mais de cinco anos e 3,7% há menos de 6 meses. O smartphone é o device preferido apontado por 92,1% dos ouvintes.

O podcast campeão de audiência entre os entrevistados é o Nerdcast, indicado por 57% dos participantes, o Não Ouvo vem em seguida com 21,2% de indicação de audiência, em terceiro lugar está o Mamilos com 13,3%.

Ligação forte com o ouvinte

Gustavo Mafra, publicitário e host do talkshow Gugacast, explica que a mídia possibilita outra forma de conteúdo que vão além do áudio. “Só no Gugacast por exemplo, além da audiência que temos no programa que vai ao ar toda semana, temos mais de mil ouvintes que assinam nosso conteúdo diário exclusivo. É uma ligação tão forte que os anunciantes normalmente fazem promoções exclusivas para os assinantes também”, explica.

Segundo Caio Costa, publicitário e podcaster do Podcitário, os resultados da pesquisa confirmaram o gosto da audiência por um conteúdo que ultrapassa uma hora de duração. “Gerando um engajamento muito bom e que faz potenciais anunciantes se interessarem cada vez mais em anunciar nos podcasts que tenham mais afinidade com suas propostas, já que mais de 60% dos ouvintes responderam que dão mais atenção ao anúncio quando ele tem a ver com o podcasts”, afirma.

Foto/Unsplash. Leia mais em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2018/10/23/o-perfil-da-audiencia-de-podcasts-no-brasil.html

23

Out

Mídias Sociais

Grupos conservadores dos EUA criam redes sociais alternativas a Facebook, Twitter e YouTube

Os conservadores dos Estados Unidos acusam as redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube (do Google) de hostilidade a posições de direita desde que essas empresas passaram a tomar algumas medidas, marcadamente a partir de março deste ano, para coibir conteúdo falso, desinformação e apologia ao ódio.

Como reação, informa o jornal The New York Times em reportagem reproduzida no Brasil pelo diário O Globo, consultores do Partido Republicano começaram a construir um universo digital paralelo onde seus clientes políticos definem as regras. Dezenas de milhares de americanos já estão usando aplicativos conservadores alternativos às mídias sociais mais conhecidas na campanha para as eleições legislativas de 6 de novembro.

Uma startup criou um aplicativo para o braço de lobby da Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês) que foi baixado mais de 150 mil vezes. Partidários do presidente Donald Trump podem baixar um aplicativo do Great America, um Comitê de Ação Política pró-Trump, ou o America First, aplicativo da campanha de Trump em 2016 que continua parcialmente ativo. Muitos apoiadores do senador Ted Cruz, do Texas, usam o Cruz Crew, um aplicativo criado para sua campanha de reeleição.

Os aplicativos entregam notícias selecionadas no que são na prática plataformas privadas de mídia social, livres das restrições e diretrizes de conteúdo impostas pelas gigantes do Vale do Silício. Alguns permitem que os apoiadores comentem as postagens ou contribuam com seus próprios posts, com menor risco de que suas mensagens sejam consideradas ofensivas ou abusivas.

Muitos aplicativos têm recursos semelhantes aos de videogames, nos quais os usuários podem ganhar pontos por fazer doações de campanha ou entrar em contato com os deputados dos seus distritos. Com uma certa quantidade de pontos, um usuário pode ganhar maior status — como "BigLeague" ou "Patriota" — ou até ganhar um lugar no conselho de líderes do aplicativo.

Essas miniplataformas também utilizam o alcance poderoso de redes sociais como o Facebook e o Twitter, mesmo competindo com elas. Alguns aplicativos dão aos usuários a opção de postar no Twitter ou no Facebook mensagens que são redigidas pelas campanhas, combinando a espontaneidade aparente das mensagens orgânicas nas redes sociais com a disciplina da publicidade paga.

"As pessoas de centro-direita sentem que as grandes redes sociais, como Facebook e Twitter, não são simpáticas a seus pontos de vista",  disse Thomas Peters, executivo-chefe da uCampaign, uma startup em Washington que desenvolveu os aplicativos NRA, Great America e Trump Campaign. "Queremos criar um espaço seguro para pessoas que compartilham um ponto de vista, que acham que as redes sociais abertas não são lugar para elas".

Fora do alcance do público em geral, no entanto, as plataformas podem intensificar a polarização política e a divisão social, ou disseminar a desinformação. Qualquer um nos Estados Unidos pode baixar aplicativos do uCampaign, disse Peters, mas eles permitem que a direção de uma campanha impeça que intrusos postem mensagens que desafiem as posições oficiais.

O aplicativo Great America, relata O Globo, combina posts entusiasmados sobre Trump com fotos de bichos e memes com frases anti-imigrantes, como "Ilegais hoje, democratas amanhã". O aplicativo também hospeda um ritual chamado "Fake News Friday", no qual  concede "pontos Trump" a usuários que postam memes ironizando os progressistas ou atacando a imprensa tradicional. “Esse é o começo da balcanização política das tecnologias de engajamento digital?”, pergunta Michael Slaby, estrategista de comunicação que supervisionou as campanhas online do ex-presidente Barack Obama. "Dado o tribalismo da atual política americana, é possível".

Foto: Pixabay / Leia mais em: https://oglobo.globo.com/mundo/direita-nos-eua-cria-redes-sociais-alternativas-facebook-twitter-youtube-23175455

Fonte: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/13578-grupos-conservadores-dos-eua-criam-redes-sociais-alternativas-a-facebook-twitter-e-youtube.html

23

Out

Mídias Sociais

Instagram ultrapassa Snapchat nos Estados Unidos como aplicativo mais usado por adolescentes

É oficial: o Instagram superou o Snapchat como o aplicativo mais usado entre os adolescentes nos Estados Unidos, como mostra matéria do Portal B9.

O banco de investimentos Piper Jaffray divulgou seu relatório anual “Taking Stock With Teens” nesta segunda-feira (22) e, pela primeira vez, o Instagram ultrapassou o Snapchat em termos de uso por adolescentes.

Para determinar as tendências em moda, tecnologia e entretenimento, a empresa entrevistou 8.600 adolescentes de 48 estados do país. Com isso, a pesquisa descobriu que 85% dos adolescentes disseram usar o Instagram pelo menos uma vez por mês, enquanto 84% disseram que usam o Snapchat pelo menos uma vez por mês.

Esta é a primeira vez que o Instagram supera o Snapchat na pesquisa da Piper Jaffray desde 2016.

No entanto, o Snapchat ainda é “muito querido” entre os usuários adolescentes: quando perguntado sobre qual é a sua plataforma de mídia social favorita, 46% dos adolescentes escolheram o Snapchat, enquanto 32% escolheram o Instagram.

No geral, o Snapchat e o Instagram são os dois aplicativos mais usados ​​entre os adolescentes pesquisados, enquanto o Twitter e o Facebook estão atrás.

O Snapchat diminuiu em popularidade entre todos os grupos, independente da idade, neste ano, especialmente depois que um novo design causou repercussão negativa entre seus usuários.

Pouco depois de o app ter mudado seu design no começo do ano, cerca de 1,2 milhão de pessoas assinaram uma petição online pedindo aos desenvolvedores do Snapchat que desfizessem a atualização. As mudanças foram revertidas em maio, e até o CEO da Snap, Evan Spiegel, admitiu que o redesign afetou o número de usuários do app.

Por outro lado, nos últimos meses o Instagram adicionou recursos que pareciam copiar o Snapchat, como Stories e o desaparecimento de fotos de mensagens diretas. Essas e outras novidades ajudaram a empresa registrar 1 bilhão de usuários mensais ativos em junho.

Foto: Pixabay / Fonte: Portal B9 / Disponível em: https://www.b9.com.br/98353/instagram-ultrapassa-snapchat-como-app-mais-usado-pelos-jovens-nos-estados-unidos/

19

Out

Mídias Sociais

Especialistas apontam o WhatsApp como responsável por campanha eleitoral vazia e improdutiva

As eleições presidenciais de 2018 inauguraram uma nova maneira de se fazer campanha no Brasil, conforme os especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão perdeu a atenção quase exclusiva dos eleitores, que também não seguem mais seus candidatos em carreatas ou passeios públicos - mas em espaços virtuais fidelizados como os perfis dos políticos nas redes sociais.

“É quase uma não campanha”, considera o cientista político Malco Camargos, professor da PUC Minas. “O elemento novo são as redes sociais”, assinala a diretora-executiva do Ibope, Marcia Cavallari. “É um fenômeno novo, ainda em teste”, opina Beatriz Martins, autora do livro Autoria em Rede: os novos processos autorais através das redes eletrônicas.

Com essas mudanças, o debate público ficou esvaziado. Em vez da discussão de propostas sobre geração de emprego, atendimento à saúde, qualidade do ensino, transporte ou segurança pública, eleitores usam seu tempo compartilhando memes com supostos atributos do seu candidato ou com defeitos do oponente.

“As mensagens correm em grupos fechados, dentro das bolhas. Esse ambiente não se caracteriza como espaço público. Não há oportunidade de contraditório”, descreve Beatriz Martins. Nem sempre os conteúdos repassados são comprovados.

Familiares, amigos e colegas de trabalho se tornaram cabos eleitorais engajados, compartilhando inúmeras mensagens por dia, por vezes falsas, como atesta avaliaçãode 347 grupos de WhatsApp feita pelos professores Pablo Ortellado (USP), Fabrício Benvenuto (UFMG) e a Agência Lupa de checagem de fatos. O estudo mostra que entre as imagens mais compartilhadas apenas 8% podem ser classificadas como verdadeiras.

Violência simbólica

Para Fábio Gouveia, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da UFES, “consolidou-se uma tendência que já estava em curso antes da eleição: violência simbólica, desconstrução de imagem e desinformação”.

O especialista avalia que a maneira como são usadas as novas mídias afeta a credibilidade dos meios tradicionais. “Há uma cruzada que põe em xeque a legitimidade da imprensa”. Segundo ele, é preocupante o comportamento social disseminado entre eleitores de dizer que “a mídia mente” quando confrontados com notícia apurada contra o seu candidato.

Gouveia alerta que a desqualificação constante do trabalho da imprensa e a dificuldade de perceber quando a notícia é falsa ou verdadeira são prejudiciais à democracia. “Independentemente de quem vença em 28 de outubro, esse estrago está feito”, registra.

Esvaziamento dos jornais e importância da TV

“É preciso ensinar as pessoas a lidarem com tanta informação. Saber o que é confiável e o que não é”, pondera Beatriz Martins. Ela, que é jornalista, aponta o “esvaziamento dos jornais” que “perderam peso” com a demissão de jornalistas e diminuição de redações.

Para o filósofo Nélio Silva, mestrando na UFScar, o baixo índice de leitura dos brasileiros é um problema que agrava a circulação de notícias falsas. Por causa disso, segundo ele, a televisão ainda é importante e debates entre os candidatos à Presidência poderiam fazer os eleitores conhecerem melhor as propostas de Jair Bolsonaro (PSL) e de Fernando Haddad (PT).

Para Marcia Cavallari, do Ibope, a televisão teve papel fundamental na campanha. Ela lembra que muitas imagens compartilhadas por WhatsApp, Facebook, Twitter ou Instagram foram replicadas de entrevistas e debates ocorridos nas emissoras de TV. “Uma coisa alimenta a outra”, avalia. O cientista político Malco Camargos concorda e lembra que a TV foi central na cobertura do atentado a faca sofrido por Bolsonaro em Juiz de Fora, no mês de agosto.

Com informações da Agência Brasil