Mídias Sociais

24

Set

Twitter lança sistema de bonificações no Brasil

O Twitter nesta quinta-feira (23) lançou oficialmente o seu recurso de gorjetas, batizado de “Bonificações” e que permite aos usuários doarem dinheiro a outras contas na plataforma. Em testes desde maio, a ferramenta será disponibilizada no Brasil em parceria por enquanto do PicPay.

Como reportado anteriormente, a novidade quando ativada será exibida como um botão com um ícone de cédulas financeiras, situado ao lado da opção de seguir a conta na rede social. Ao ser acessado, o recurso exibe uma lista de serviços e plataformas de pagamento previamente inscritas que a pessoa pode doar – o que por enquanto só inclui o PicPay no Brasil – e, depois de selecionado o destino de interesse, abre-se o aplicativo para finalização da transferência. Nos EUA e em El Salvador, pagamentos em Bitcoin poderão ser realizadas via Strike.

Enquanto o Twitter confirma que não recebe qualquer porcentagem nas transações realizadas pelo sistema, a gerente de produtos sênior Esther Crawford escreve no site oficial que a única exigência da plataforma para ativar o uso por enquanto é que o usuário confirme ter mais de 18 anos. “Seja para enviar uma Bonificação ao seu perfil favorito, mandar “um pouco de amor” a um criador de conteúdo ou até mesmo ajudar pequenos empreendedores em um momento difícil, as Bonificações estão disponíveis para contribuir com tudo o que você deseja apoiar.” comenta ainda a executiva.

As Bonificações serão disponibilizadas primeiro para o aplicativo do Twitter no iOS, mas já nos próximos dias devem começar a aparecer para Android. A ativação poderá ser feita a partir da opção da ferramenta nas configurações do perfil.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/151151/twitter-lanca-sistema-de-bonificacoes-no-brasil/

24

Set

Novo guia de conteúdo do Facebook revela o que leva rede social a reduzir alcance de publicações

Facebook já há um tempo é criticado pela falta de transparência na hora de restringir o alcance de publicações em suas plataformas, em especial sua principal que até hoje soa como um grande mistério para muito especialista. Para tentar começar a reparar essa questão, a companhia divulgou nesta quinta-feira (23) um guia de Diretrizes de Distribuição de Conteúdo com alguns detalhes mínimos do tipo de coisa que a rede social suprime ao invés de remover.

A lista é grande, com cerca de 30 itens listados no site oficial da empresa como tópicos a serem evitados. O Facebook busca agrupar o guia em três categorias distintas de incentivo às publicações: aqueles que servem de resposta ao feedback dos usuários (da denúncia de vídeos de baixa resolução a spams), os que estimulam os criadores a postar conteúdos de qualidade e valor (onde entra desinformação e artigos plagiados) e posts que mantém a comunidade segura (local dos conteúdos chocantes em termos de violência ou relatos inadequados de suicídio).

Ainda de acordo com o Facebook, o processo de restrição do alcance depende muito de práticas de machine learning para fazer a detecção de conteúdos vistos como problemáticos, o que significa que muitas das publicações e comentários tem a visibilidade reduzida sem o autor saber.

Ao The Verge, o diretor de integridade das diretrizes Jason Hirsch escreve que o intuito da criação da página é justamente “dar uma visão mais clara” do que o Facebook considera “problemático, mas não o suficiente para ser removido” e que espera que mais informações sejam adicionadas à seção com o tempo. Ajuda muito que no momento a rede social seja alvo de escrutínio pela imprensa e a lei, com pedidos de regulação pública das plataformas se fortalecendo – o caso da matéria do New York Post sobre o filho do atual presidente dos EUA no ano passado, por mais controversa que seja, trouxe à pauta para muitos a questão das redes sociais agirem na contenção de desinformação sem a supervisão de terceiros.

Ainda assim, a seção de diretrizes pode ser bem vaga para os próprios fins. Como o próprio The Verge aponta, não há detalhes sobre como a redução do alcance funciona e em quanto ela fratura a disseminação do conteúdo, além de não responder se há níveis distintos para tipos específicos de publicações problemáticas – como qual seria a diferença de tratamento de um spam para um post com desinformação sobre vacinação, por exemplo.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/151135/guia-de-conteudo-do-facebook-revela-o-que-leva-reduzir-alcance-de-publicacoes/

24

Set

Instagram lança campanha pós pesquisa provar que rede social é tóxica para adolescentes

O filme “Yours to Make”, trabalho de estreia da Johannes Leonardo para o Instagram, reforça uma mensagem de empoderamento aos adolescentes. O lançamento da campanha acontece dias após a publicação de uma matéria no Wall Street Journal que comprova, por meio de uma pesquisa, que a rede social é tóxica para os jovens, principalmente garotas.

O levantamento feito pelo jornal menciona o slide de uma apresentação do Facebook de 2019, que diz: “pioramos a aceitação do corpo para uma em cada três adolescentes”. Outro slide, de 2020, afirma que “32% das adolescentes disseram que quando se sentiam mal por causa de seus corpos, o Instagram agravava o sentimento”.

Em comunicado sobre a nova campanha, o Facebook disse: “até agora, muita de como nossa identidade tem sido definida nas redes sociais vem da reação sobre o que outras pessoas compartilham. O Instagram está desafiando todos nós a virar esse script e considerar – e se a sua identidade é você quem faz? E se você pudesse utilizar a plataforma para empoderar a si mesmo para evoluir e moldar quem você é, em vez de como os outros te veem?”.

O release também afirmou que a empresa fez muita pesquisa para entender os usuários e como eles exploram a identidade e a auto expressão com suas comunidades no Instagram. “Mudanças estão acontecendo muito rápido e o filme busca ir ao encontro de criadores e usuários, e construir o espaço para onde estão indo”.

A Johannes Leonardo foi contratada pelo Facebook em abril para ajudar a construir a narrativa criativa e estratégica do Instagram. A campanha foca a liberdade de expressão e a beleza do processo de autoconhecimento.

No blog da empresa, a head of public policy Karina Newton escreveu que o Wall Street Journal focou em descobertas limitadas e as reportou de forma negativa. A pesquisa do Facebook, explicou ela, demonstra o comprometimento do Facebook em entender questões complexas e difíceis com quais os jovens podem estar lutando.

Dirigido por Rubberband, da Smuggler, o comercial conta com a participação de usuários reais do Instagram. A Johannes Leonardo fez cerca de 40 entrevistas para criar a narrativa do filme.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/09/24/sua-identidade-e-voce-quem-faz-diz-instagram-em-campanha.html

24

Set

Novidade do WhatsApp vai permitir maior personalização em grupos

Os grupos do WhatsApp são uma das coisas mais úteis e controversas de todos os tempos: há quem ame participar de vários e quem deteste estar em mais de um simultaneamente. Mesmo assim, eles criam uma espécie de sociedade paralela e alguns têm até logomarca exclusiva, e é justamente para facilitar a criação dessa identidade que os desenvolvedores trabalham em um novo recurso.

A ideia é permitir a elaboração rápida de ícones próprios para cada grupo. O print de tela abaixo, cortersia do site WABetaInfo, mostra a possibilidade de escolher uma imagem e selecionar uma cor de fundo para ela. Por se tratar de algo em desenvolvimento, é provável que novas possibilidades sejam inseridas futuramente, como emojis ou adesivos, o que deixaria a imagem do grupo ainda mais diferenciada.

Essa adição deve facilitar a identificação de grupos, já que hoje a maioria usa imagens genéricas ou fotos. Embora isso seja mais prático, se cada grupo tiver uma carinha e um fundo diferente, fica bem mais simples localizar entre as dezenas existentes em cada celular.

Primeiro para iOS

O recurso havia aparecido pela primeira vez na versão beta do WhatsApp para iOS 2.21.190.12, há três dias, mas agora também surge para Android. Diferentemente dos iPhones, o recurso ainda não está disponível, mas é possível ver traços do código em desenvolvimento na atualização 2.21.20.2 para o sistema do Google.

Na versão para celulares da Apple, a novidade parece um pouco mais avançada. Por lá, é possível escolher qualquer emoji ou um adesivo para personalizar o fundo e usá-lo como representação de um grupo.

Por enquanto, não dá para saber quando (nem mesmo se) o recurso chegará aos telefones. Aparentemente, ainda falta bastante trabalho pela equipe de desenvolvimento no Android, o que sugere mais algumas semanas de aprimoramento.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/novidade-do-whatsapp-vai-permitir-maior-personalizacao-em-grupos-196746/

23

Set

Estudo: Brasil é o 3º país que mais usa redes sociais no mundo

O Brasil é o 3º país que mais usa redes sociais no mundo, com uma média de 3 horas e 42 minutos por dia. Ao considerar todos os países, o Brasil fica atrás somente da Filipinas e Colômbia, que gastam em média 4 horas e 15 minutos e 3 horas e 45 minutos, respectivamente.

É o que releva um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br que reuniu dados da Hootsuite e WeAreSocial, sobre o uso de redes sociais no Brasil e no mundo.

Mais de 4.2 bilhões de pessoas utilizam redes sociais pelo mundo, o que representa 53,6% da população mundial.

No Brasil, são mais de 150 milhões de usuários de redes sociais, e a taxa de usuários pelo total de habitantes é de 70,3%, um dos maiores dentre todos os países. O Sudeste é a região do Brasil com a maior taxa, cerca de 78% dos usuários utilizam redes sociais.

Ao levar em consideração a faixa etária, o grupo entre 16 e 24 anos são os que mais utilizam redes sociais no Brasil. Mais de 92% dos usuários deste público utilizam redes sociais pelo menos uma vez ao mês.

Cada vez mais conectados à Internet

Em 2015 os internautas entre 16 e 64 anos passavam em média 6 horas e 20 minutos por dia conectado à internet. Já no último ano, este número saltou para 6 horas e 54 minutos, um aumento de mais de 8%.

Ao considerar o tempo conectado à internet (tanto para trabalho e lazer) e os diferentes dispositivos (computador e smartphones), a Filipinas é o país onde os usuários mais permanecem conectados à internet, com 10 horas e 56 minutos no total.  Na ponta oposta se encontra o Japão, em média os usuários utilizam a internet apenas 4 horas e 25 minutos por dia. A média mundial é de 6 horas e 54 minutos.

Meios De Comunicação Sociais, Social, Marketing

O mais impressionante é que o Brasil se encontra logo na segunda posição global. Na média, os brasileiros passam 10 horas e 8 minutos por dia conectados à internet, seja para trabalho ou lazer. Deste total, 4 horas e 51 minutos o acesso é via computador, e 5 horas e 17 minutos via smartphone.

A tendência mostra um forte crescimento do uso de internet via smartphones. Nos 5 últimos, 37,7% das pessoas utilizavam a internet pelo smartphone, e atualmente mais da metade (52,8%) utilizam este meio.

Redes sociais preferidas dos brasileiros

O Brasil é um dos principais países para as plataformas de redes sociais, uma vez que temos uma das maiores quantidade de usuários ativo para diversas redes sociais. No caso do WhatsApp, o Brasil está na 2ª posição no ranking mundial, com mais de 108 milhões de usuários ativos (somente atrás da Índia). Para o Instagram, o Brasil fica em 3º colocado, atrás dos EUA e Índia. E no Facebook, o Brasil está 4ª posição global (atrás da Índica, EUA e Indonésia).

O Youtube é a rede sociais mais utilizada pelos brasileiros, cerca de 96,4% dos internautas entre 16 e 64 anos, utilizaram esta rede social pelo menos uma vez no último mês. O WhatsApp e o Facebook, seguem na segunda e terceira posição, respectivamente.

A surpresa é a nova rede social, TikTok, que já se encontra na 7ª colocação entre as mais utilizadas pelos brasileiros.

Ao levar em consideração o tempo gasto em cada plataforma, o WhatsApp segue na liderança, na média os usuários gastam 30 horas por mês em conversas no aplicativo. O Facebook fica em segunda posição, com 15 horas por mês, e há um empate entre o Instagram e o Tiktok, com 14 horas ao mês.

A grande maioria dos usuários utilizam as redes sociais para se manter atualizado com as notícias e novos acontecimentos (36,5%), encontrar conteúdo engraçado ou de entretenimento (35,0%) e preencher o tempo livre (34,4%).

Fontes: Hootsuite, Cupom Válido, WeAreSocial

23

Set

WhatsApp vai oferecer cashback em pagamentos realizados pelo app

O WhatsApp enviou nesta quinta-feira (23) a nova atualização (2.21.20.3) da versão Beta para o Google Play e deixou escapar uma função interessante em desenvolvimento. Entre as novidades, o que mais chamou a atenção foi um novo recurso de cashback, que estará disponível diretamente no WhatsApp Pay.

Segundo o WABetaInfo, os usuários poderão receber o reembolso em até 48 horas após pagamentos realizados pela plataforma, que usa a infraestrutura do Facebook. A imagem abaixo mostra a notificação revelando a novidade, que ainda não está disponível amplamente no WhatsApp Beta no Android, mas foi identificada pelo site especializado.

De acordo com o site, a função está aparecendo na Índia e traz cashback apenas uma vez. Atualmente, o valor máximo de dinheiro de volta enviado pelo WhatsApp é de 10 Rupias indianas, o que dá menos de R$ 1 em conversão direta para a nossa moeda.

A função ainda está em desenvolvimento, mas, ao que tudo indica, deve ser uma maneira de encorajar os usuários a utilizarem os pagamentos do WhatsApp, liberado em maio no Brasil. Segundo o site, a tendência é que o valor do cashback seja alterado com o passar do tempo e a disponibilização em mais regiões.

WhatsApp Pay no Brasil

Por aqui, o recurso de pagamentos do mensageiro não teve muita adesão dos usuários. Apenas 7% dos usuários do mensageiro no país cadastraram um cartão de débito para ativar o serviço, conforme a pesquisa “Mensageria no Brasil”, realizada pelo Mobile Time/Opinion Box. A maioria dos entrevistados  (70%) declarou conhecer o recurso, mas não possui interesse em se cadastrar.

A função de cashback não é a primeira tentativa do WhatsApp de "empurrar" o WhatsApp Pay para os usuários. A versão beta do app já conta com um novo atalho para o serviço que fica na barra de envio de mensagens, ao lado do ícone de câmera e anexos.

Fonte: Tecmundo,disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/225484-whatsapp-comecar-oferecer-cashback-pagamentos.htm

23

Set

Google irá mostrar todos os anúncios veiculados pelas marcas

O Google está prestes a mostrar ao mundo quais anúncios as marcas estão veiculando em seus sites, em um movimento para introduzir mais transparência em como profissionais de marketing usam a plataforma.

Na quarta-feira, 22, o Google anunciou, nos Estados Unidos, uma atualização que mostrará aos consumidores mais dados, incluindo uma biblioteca de anúncios de uma marca que foi veiculada nas plataformas do Google, como o YouTube, nos 30 dias anteriores. O catálogo de anúncios pode dar aos consumidores – e anunciantes – uma visão mais abrangente da criatividade de marcas grandes como Nike e McDonald’s e também pequenas, como empresas locais. O Google está chamando os catálogos de anúncios de “páginas de anunciantes” e eles estarão acessíveis por meio da guia “sobre este anúncio” que acompanha os anúncios no YouTube e na pesquisa.

“Imagine que você está vendo um anúncio de um casaco no qual está interessado, mas não reconhece a marca”, disse o Google em seu anúncio na quarta-feira, 22. “Com as páginas do anunciante, você pode aprender mais sobre aquela marca antes de visitar seu site ou fazer uma compra.”

Nos últimos anos, as principais empresas de publicidade na Internet têm fornecido mais informações sobre como funciona a segmentação de seus anúncios e quais dados informam essa segmentação, além da agência criativa por trás desses anúncios. O Google e o Facebook têm se concentrado particularmente em compartilhar mais informações sobre anúncios políticos e ambas as empresas fornecem divulgações detalhadas sobre anúncios políticos e baseados em questões por meio de bibliotecas online.

A biblioteca de anúncios do Facebook , lançada em 2019, é um arquivo pesquisável que mostra todas as campanhas publicitárias atuais, incluindo as não políticas. Há menos informações sobre a publicidade tradicional (não política), mas ainda assim é possível ter uma ideia do tipo de marketing que está sendo feitos nos aplicativos.

As novas páginas de anunciantes do Google aparecerão apenas quando um anúncio de uma marca específica for exibido a um usuário. Não será, portanto, um arquivo pesquisável. Mas se um usuário vir um anúncio de um restaurante ou fabricante de roupas, por exemplo, a peça será vinculada ao histórico de publicidade de 30 dias dessa marca.

Esses tipos de ferramentas estão surgindo à medida que as plataformas ouvem os críticos que estão preocupados com o lado mais sombrio da publicidade na Internet. Existem preocupações sobre atores fraudulentos que vendem produtos falsificados ou produtos médicos prejudiciais, especialmente durante a pandemia de Covid-19, e a transparência pode fornecer aos consumidores mais informações sobre as entidades que fazem a publicidade.

Um subproduto do aumento da transparência, porém, é que as grandes marcas também estão sujeitas às mesmas regras e estão abertas a um maior escrutínio de seus próprios materiais de marketing.

A atualização do Google é uma continuação das mudanças que a empresa implementou no início deste ano sob um programa de verificação de identificação do anunciante. Todos os anunciantes tiveram que confirmar suas identidades e origens comerciais para anunciar nas propriedades do Google.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/23/google-ira-mostrar-todos-os-anuncios-veiculados-pelas-marcas.html

21

Set

WhatsApp remove atalho de integração com Faceboook Messenger

Nesta segunda-feira (20), o WhatsApp liberou mais uma versão para seus usuários no programa beta do iOS e Android. Discreta, a novidade remove uma função inusitada — e possivelmente pouco utilizada — pelos internautas: o atalho para as Salas do Messenger (Rooms). Anteriormente, o "botão" possibilitava a criação de uma chamada de vídeo com até 50 participantes no Facebook.

Mais especificamente, o atalho foi adicionado ao mensageiro há cerca de um ano, mas não obteve muita atenção do público. Assim, o recurso pode ter sido retirado pelo Facebook para um reajuste ou até mesmo para dar espaço a algo diferente, que possa atender melhor as necessidades dos usuários.

Disponibilidade

No momento, a remoção do atalho para o Messenger Rooms chegou apenas para os usuários no programa beta do WhatsApp no iOS e Android, nas versões "2.21.190.11" e "2.21.19.15", respectivamente. Ainda não está claro se a novidade chegará no canal de lançamento principal, contudo, é bastante provável — considerando o histórico das versões de teste do mensageiro.

Enquanto o atalho do Messenger foi retirado, o WhatsApp trabalha na implementação de um ícone mais chamativo para o WhatsApp Pay, o sistema de pagamentos baseado no Facebook.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/225310-whatsapp-remove-atalho-integracao-faceboook-messenger.htm

21

Set

Na China, jovens só poderão usar Tiktok por 40 minutos ao dia

ByteDance vai impor limites de tempo a jovens com menos de 14 anos na China quando se tratando de seu principal produto, o TikTok. A companhia confirmou ao Bloomberg no último domingo (19) que vai estabelecer um “modo juventude” que vai impedir que usuários dessa faixa de idade utilizem por mais de 40 minutos ao dia o app, o qual funciona no país com o nome de Douyin.

Além da restrição, a empresa também diz que vai bloquear o acesso para o público da faixa etária nos horários entre 10 da noite e 6 da manhã. O bloqueio de tempo também vale para um novo aplicativo lançado pela ByteDance para os jovens, que com o nome de Xiao Qu Xing funciona como um reprodutor do TikTok com temas limitados (todos educacionais) e apenas a opção de assistir conteúdo – compartilhamento e upload são bloqueados. O Douyin também vai ganhar mais incentivo a conteúdos de educação, incluindo vídeos com informações sobre ciência e história da arte.

Enquanto pede que os pais forneçam os nomes e idades reais dos filhos em suas respectivas contas no app, a ByteDance no caso segue um movimento do governo para controlar as horas gastas pelos jovens nos games – no começo do mês, a China restringiu a atividade de adolescentes em jogos online para o fim de semana e a 3 horas semanais. Não que a preocupação da empresa seja tão válida assim: um estudo recente da South China Morning Post aponta que 4,18% dos usuários do Douyin tem entre 13 a 19 anos, enquanto apenas 0,34% estaria abaixo dos 12 anos e sujeita às restrições mais severas por um tempo maior.

Mas como a companhia não divulga dados oficiais de audiência para além do volume total, fica difícil saber se essa pesquisa é precisa a esse ponto – ainda mais com tantos jovens mentindo os dados para utilizar a rede social em toda a potência.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/150964/na-china-jovens-so-poderao-usar-tiktok-40-minutos-ao-dia/

21

Set

Google Meet: nova opção ajusta brilho de participantes da chamada

A Google iniciou a partir desta segunda-feira (20) a implementação de um novo recurso na plataforma de videoconferências Google Meet.

Trata-se de um sistema automatizado que é capaz de detectar quando uma pessoa está em um ambiente com a iluminação desbalanceada — seja por estar em um cômodo escuro demais ou então com muita luz.

Dessa forma, os ajustes automáticos de iluminação tentam criar um padrão para todos os participantes da conversa. Entretanto, máquinas mais lentas ou com conexões mais instáveis podem ter o desempenho da videochamada comprometidos caso desejem utilizar a função.

Um "antes e depois" da configuração aplicada em uma chamada de vídeo.

Ao menos por enquanto, apenas usuários que tiverem um desequilíbrio da iluminação receberão um aviso da própria Google em forma de pop-up para ativar a configuração.

Liberação gradual

A opção será disponibilizada aos poucos para clientes Google Workspace, G Suite Basic e Business, o que significa que nem todos os usuários terão acesso ao recurso desde o começo.

Para liberar a configuração, acesse o menu de opções ("Mais", identificado por três pontos na vertical), vá em "Configurações" e toque no item "Vídeo". No menu, ligue a caixa "Ajustar iluminação do vídeo".

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/225279-google-meet-nova-opcao-ajusta-brilho-participantes-chamada.htm

19

Set

Sete jogos que ocupam muito espaço interno do celular

Os motivos pelos quais um jogo pode ocupar bastante espaço variam bastante. Conforme o setor de jogos para celular avança mais é possível, artisticamente, de ser entregue e os estúdios investem pesado em personagens e cenários cada vez mais realistas, trabalho sonoro impecável e mundos abertos fascinantes, demandando a exploração.

Canaltech separou alguns dos jogos que mais pedem espaço interno de seu aparelho e, seja pelo motivo que for, é bom que ele aguente o tranco, pois esses títulos não estão para brincadeira. Adaptando a frase do Batman: "Seu celular sangra? Vai sangrar."

Genshin Impact

Compatibilidade: AndroidiOS

Preço: gratuito (compras internas opcionais)

Tamanho: cerca de 14 GB para Android e 13 GB para iOS (versão 2.1)

A miHoYo encantou o mundo com o lançamento de Genshin Impact, um RPG de mundo aberto com visual cel-shaded encantador. O impacto foi tanto que levou o título ao The Game Awards (TGA), maior premiação anual da indústria. Enquanto nos computadores e consoles o jogo ocupa um espaço aceitável, nos celulares consomem uma porcentagem alta da capacidade.

Para viajar por Teyvat, o jogador baixa um arquivo base, cerca de 200 MB no Android e 4 GB para iOS, mas antes de entrar é necessário baixar a versão completa através do servidor, resultando em mais de 14 GB de espaço consumido. O jogo é belo, merece a atenção e deve ser consumido por todos que curtem jogos e quando embarca na aventura compreende o tamanho ocupado.

Call of Duty: Mobile

Compatibilidade: AndroidiOS

Preço: gratuito (compras internas opcionais)

- Tamanho: cerca de 3,2 GB para Android e 4 GB para iOS (versão 1.0.26)

Call of Duty é um dos primeiros jogos que vêm a cabeça quando pensamos nos jogos de tiro, sub-gênero de ação. Goste ou não, o título tem uma base de fãs enorme e sua versão para celulares apresenta uma qualidade visual absurda, além de controles customizáveis que encaixam perfeitamente com os aparelhos móveis, mas o custo é alto, bem alto!

O tamanho padrão do jogo fica entre 3 e 4 GB, dependendo do sistema que utiliza, mas para acessar todo o conteúdo, armas, personagens e diferentes mapas, que a Activision traz é necessário realizar downloads internos, com isso o impacto na memória interna chega a mais de 9 GB. É possível selecionar o que quer ou não baixar, mas mesmo não escolhendo tudo o uso é enorme.

Dead by Daylight

Compatibilidade: AndroidiOS

Preço: (compras internas opcionais

Tamanho: cerca de 3,7 GB para ambas as plataformas (versão 5.0)

Inspirado em clássicos filmes de terror, alguns personagens marcantes até estão no jogo, Dead by Daylight é um jogo cooperativo que coloca quatro sobreviventes de um lado, contra o assassino do outro em diversos mapas. É necessário consertar geradores para escapar nesse intenso jogo de esconde-esconde.

A Behaviour trabalha constantemente em atualizações, nos últimos meses alterando o visual dos mapas, o que sobrecarrega o jogo — que em sua versão padrão já beira os 4 GB. Mas, ao entrar no game pela primeira vez, é necessário realizar um download de arquivos que deixa o jogo com mais de 6 GB. Fugir do assassino com seus amigos é mais difícil para seu celular, pode ter certeza.

LifeAfter

Compatibilidade: AndroidiOS

- Preço: gratuito (compras internas opcionais)

Tamanho: cerca de 3,4 GB para Android e 3,8 GB para iOS (versão 1.0.199 para Android e 1.0.111 para iOS)

Mais um título de sobrevivência da lista, só que ao invés de assassinos o jogador precisa fugir de zumbis em um mundo pós-apocalíptico que encoraja a exploração através dos diferentes biomas construídos. Não só de seres querendo comer seu cérebro é feito o mundo, também é possível conhecer outros jogadores para sobreviver em conjunto.

Experimentar ao máximo o título da NetEase necessita de outro download, mas não de armas ou personagens, mas sim gráfico. É interessante ver que o título oferece duas experiências para atrair o maior número de usuários, mas jogar em HD eleva o gasto da memória interna para quase 6 GB. Vale a pena? Vale, é um mundo rico em detalhes, se o seu celular tiver espaço sobrando.

République 

-  Compatibilidade: AndroidiOS

-  Preço: primeiro capítulo gratuito (jogo completo por R$ 25,99 para Android e R$ 39,90 para iOS

- Tamanho: cerca de 3,7 GB para Android e 3,2 GB para iOS (versão 6.1)

République é um título que mescla quebra-cabeças com stealth bem ao estilo da série Metal Gear. A jogabilidade é interessante e a obra constantemente quebra a quarta parede, o que faz do jogo algo refrescante na indústria. Além disso, République conta com grandes nomes da dublagem, enchendo o universo de autenticidade.

Mas como tudo na vida tem um preço, o título da Camouflaj ocupa um belo espaço interno, beirando os 4 GB. O jogo funciona como Life is Strange, onde o primeiro capítulo é gratuito e os outros precisam ser comprados. Isso não seria um problema, se o jogador não tivesse que baixar o jogo completo, mesmo sem poder acessar todas as partes. Isso não tira a qualidade do game, mas sua memória que lute.

CSR Racing 2

- Compatibilidade: AndroidiOS

Preço: gratuito (compras internas opcionais)

- Tamanho: cerca de 3 GB para Android e 3,6 GB para iOS (versão 3.0.2)

CSR é um jogo de corrida para celulares que acelera os jogadores pelas ruas com grande possibilidade de escolha de carros, de marcas mais comuns a montadoras lendárias como Ferrari ou McLaren. O jogo diverte, mas o que chama a atenção é o realismo do título ao utilizar técnicas de renderização de alto nível.

Só a beleza visual já pode ser bastante para a memória do seu celular, mas ter todos os carros a disposição é o motivo do título da NaturalMotion estar nessa lista. Tudo bem que é possível escolher, mas devido à alta qualidade gráfica, sons exclusivos de cada veículo, customização interior e uma série de outros fatores o tamanho só cresce.

ARK: Survival Evolved

Compatibilidade: AndroidiOS

Preço: gratuito (compras internas opcionais)

Tamanho: cerca de 2 GB para ambas as plataformas (versão 2.0.25)

Experimentar uma aventura em meio a dinossauros e outras criaturas pré-históricas é o que o jogador encontra no título da Studio Wildcard. Através de uma grande sensação de liberdade, o jogador pode construir sua narrativa no universo, seja sozinho ou com amigos. O título agrada todo tipo de jogador que curta uma jogabilidade focada em sobrevivência.

O jogo conta com apenas um download, mas conforme o jogador progride no jogo mais dados ficam armazenados no celular fazendo com que a memória aos poucos vá ficando menor no seu aparelho. Pode não usar tanto espaço de uma vez só como outros títulos da lista, mas a forma silenciosa que vai ocupando também vale o lugar.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/jogos-mobile/7-jogos-que-ocupam-muito-espaco-interno-do-celular/

 

18

Set

Aplicativos representam quase a metade dos depósitos de registro de software no Brasil

Os aplicativos (apps) foram o tipo de programação mais citado nos certificados de registro de software, segundo o Insight Report de setembro/2021 da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação no Paraná (Assespro-PR), que traz os indicadores de depósitos de registros de softwares (programas de computador) no Brasil a partir de dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

No total foram cerca de 1.350 requisições, representando 44% do total de pedidos de depósitos, enquanto softwares de “planejamento” tiveram 5,2%, “controle” 4,5% e, “automação”, 4,4%. Alguns fatores justificam o grande número de pedidos de registro de aplicativos. Com o advento dos smartphones e a facilidade de acesso à internet móvel, tornou-se extremamente lucrativo o investimento em app que, diferente de softwares mais “pesados” e complexos, funcionam com utilidades pontuais e atraem o interesse dos usuários.

O Insight Report de setembro/2021 da Assespro-PR também aborda outros dados sobre o panorama de desenvolvimento de softwares no Brasil, com o objetivo de traçar estratégias que possam auxiliar seus filiados em relação ao mercado de tecnologia nacional.

Os dados vêm de duas bases do INPI: “Estatísticas Preliminares” dos pedidos de registro de software do Sistema de Protocolo Automatizado Geral (PAG) do INPI e publicações de concessão de registros de software da Revista de Propriedade Intelectual do INPI, edição de 2021.

O número de depósitos de registro de software no INPI foi de 3.049 pedidos, com 75% sendo feitos por pessoas jurídicas (45% por empresas e 43% por Instituições de Ensino e Pesquisa).

São Paulo foi o estado com mais pedidos de registro (25%), seguido por Minas Gerais (12%), Paraná (9%) e Rio de Janeiro (8%). A cidade de São Paulo também foi a primeira no ranking, com 368 solicitações.

Curitiba ocupou a segunda colocação, com 192 solicitações. Entre 2009 e 2017, a capital paranaense manteve-se na quarta posição. E a partir de 2018 superou as cidades do Rio de Janeiro e Campinas. Muito disso se deve à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) que há anos se coloca como um dos polos de desenvolvimento de tecnologia no Brasil. Foram 99 depósitos, em 2018, e 101, em 2019.

Se considerado apenas o Paraná, Curitiba concentrou 75% dos pedidos de registro, seguida por Ponta Grossa (6%) e Londrina (5%). A Assespro-PR tem buscado fomentar e aumentar o networking em todo o estado, e ter registros vindos dessas regiões fortalece a iniciativa.

O boom dos apps

A DevMaker, uma das associadas da Assespro-PR, é um exemplo de como valeu a pena investir no desenvolvimento de apps. A empresa curitibana teve mais de 100% de crescimento em faturamento apenas no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020.

Rudiney Franceschi, CEO da DevMaker, diz que a empresa, que tem mais de dez anos de mercado, se atentou às demandas por soluções mais pontuais com aplicativos, em especial durante a crise econômica gerada pela pandemia de Covid-19.

“Quando o mercado percebeu que a pandemia iria se postergar, houve uma demanda crescente por digitalização e a necessidade de investimento em mobilidade. Nós fomos uma das empresas que ‘tiraram’ do papel esses projetos”, relata o CEO.

Com o aumento da demanda por soluções de e-commerce, marketplaces, ambientes de interatividade com seu público, como apps para delivery, lojas, plataforma para aulas on-line e até mesmo para o âmbito religioso, a empresa alçou voos inclusive para a Inglaterra, junto de um cliente brasileiro que desenvolve uma solução de delivery, além de um aplicativo para uma empresa de consultoria financeira que fornece treinamento corporativo e optou por criar um aplicativo para compartilhamento de conteúdo.

“Ter o apoio da Assespro e, também, contar com os Insights Report é fator preponderante para empresas como a DevMaker, pois temos que observar os movimentos de mercado e buscar sempre estar no topo do ecossistema”, diz Rudiney Franceschi.

*os dados do INPI são referentes ao levantamento feito no ano de 2019.

17

Set

YouTube teve impacto de R$ 3,4 bilhões no PIB brasileiro em 2020

Um estudo do YouTube, conduzido pela consultoria Oxford Economics, mostra que, no Brasil, o mercado em torno da plataforma afetou o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020 em R$ 3,4 bilhões a partir da geração de 122 mil empregos. Muitos canais são conduzidos por criadores de conteúdo independentes, mas empresas também têm incluído o serviço em suas estratégias de comunicação.

O levantamento apurou que 87% das companhias com canal no YouTube afirmam que a plataforma as ajuda a entender seu público. Paralelamente, 85% dizem que conseguiram aumentar a base de clientes e 92% avaliam que são encontradas mais facilmente.

Por isso, é cada vez mais comum que o serviço seja parte de estratégias de desenvolvimento de negócios. “Vimos uma evolução. A primeira esfera importante do relatório é o crescimento sustentável e saudável da plataforma, com criadores virando empreendedores e empresas virando criadores”, aponta Patrícia Muratori, diretora do YouTube no Brasil.

Espaço para crescimento

A mesma pesquisa foi feita em países como EUA, Canadá e Austrália. Nos EUA, por exemplo, o impacto do YouTube no PIB foi de US$ 16 bilhões em 2019. Ainda que haja diferenças entre os mercados de mídia brasileiro e americano, os dados nacionais parecem indicar que há espaço para crescimento por aqui.

A quantidade de canais brasileiros que faturam mais de R$ 10 mil reais em publicidade cresceu 70% em 2020. Mais de 2 mil canais nacionais têm 1 milhão de assinantes no Brasil, uma alta de 30%. Patrícia conta que o YouTube tem se especializado e tem equipes que auxiliam os criadores em diferentes temas. “Temos especialistas que ajudam os criadores a serem mais eficientes em seus negócios na plataforma”, explica.

Outra característica do serviço é a diversidade cultural. Entre os usuários, 94% acreditam que os vídeos são ricos nesse sentido e 78% dizem ter acesso a conteúdo que não está disponível em mídias mais tradicionais. “A plataforma busca dar voz a todos os tipos de conteúdo, ajudar nas recomendações e ter um papel de enaltecer vozes”, diz Patrícia.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/negocios/youtube-teve-impacto-de-r-34-bilhoes-no-pib-brasileiro-em-2020-196023/

17

Set

Facebook anuncia nova política para combater ataques coordenados de ódio

Facebook anunciou nesta quinta-feira (16) a implementação de uma nova política de segurança voltada especificamente a ataques coordenados de ódio. De acordo com o blog oficial, a diretriz chega para ajudar a companhia a melhor combater movimentos do tipo, cujo comportamento até então podia escapar pela tangente nas regras da plataforma.

A diferença aqui é que até então as políticas da rede social eram voltadas ao que é definido como “comportamento coordenado inautêntico”, isto é, ataques que vinham de redes de contas falsas. A nova diretriz, por outro lado, lida com ações que foram movidas por perfis legítimos, com o diretor de políticas de segurança Nathaniel Gleicher confirmando que a implementação é necessária para resolver casos em que as fronteiras entre os dois cenários são confundidas por usuários de más intenções.

“Nós estamos vendo grupos que posam um risco de dano social e também engajam em violações da plataforma, mas não necessariamente chegam ao nível de levar a gente combater de volta por comportamentos inautênticos ou pelas regras de organizações perigosas” descreveu Gleicher em coletiva à imprensa hoje, confirmando que a política é um protocole “desenhado para capturar grupos que meio que vivem entre esses espaços”.

Para fins de exemplo, o Facebook diz que a diretriz já foi utilizada para combater um movimento batizado de Querdenken, que vinha disseminando teorias conspiratórias na Alemanha sobre as restrições implementadas pelo governo no combate à pandemia e era conectado a atos de violência realizados fora da plataforma. A aplicação permite que a empresa derrube contas (como foi o caso desse grupo alemão) ou restrinja o alcance das publicações do mesmo quando necessário.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/150862/facebook-anuncia-nova-politica-para-combater-ataques-coordenados-de-odio/

17

Set

Facebook investe US$ 2,6 milhões no jornalismo brasileiro

Para os próximos três anos, o Facebook anunciou que irá investir em treinamentos e acordos comerciais com 20 organizações de notícias. Além disso, a plataforma aplicará US$ 2,6 milhões em fundos de inovação e projetos em parceria com associações de imprensa no Brasil.

O Facebook vai trabalhar com associações como Associação de Jornalismo Digital (Ajor), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) para projetos de transformação digital e criação de modelos de negócios sustentáveis. A companhia, ainda, expandiu sua parceria com a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) para treinar jornalistas e estudantes de comunicação, assim como renovou o apoio ao projeto Atlas da Notícia com o Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor).

Já os acordos comerciais são parte da ação “News Innovation Test”, do Facebook, que tem o objetivo de levar mais links de artigos e notícias para a plataforma, além dos que já são compartilhados pelos próprios jornais. Entre os parceiros estão Estadão, Folha de S.Paulo, Grupo Abril, Grupo Bandeirantes, Grupo RBS, O Antagonista, Jovem Pan, Poder360 e outros.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/16/facebook-investe-us-26-milhoes-no-jornalismo-brasileiro.html