Considerado pelas empresas participantes como "um sucesso de vendas", o Salão Imobiliário da Caio Fernandes, que teve início no último dia 5, no Natal Shopping, alavancou a retomada da economia no setor imobiliário do Rio Grande do Norte, já registrando uma geração de negócios superior aos R$ 7 milhões. O evento, que encerra no próximo dia 30, caso não seja prorrogado,  reune um pool de construtoras, com ofertas de imóveis para o consumidor final, com perfil econômico variado.

Para o executivo de Vendas da construtora Moura Dubeaux, Wescley Magalhães, o Salão propiciou para a sua empresa um excelente desempenho de negócios, com a intermediação e vendas de apartamentos para uma clientela de classe média alta. “Espero que outros salões venham com brevidade. O resultado do salão que está acontecendo até o dia 30 no Natal Shopping, mostra que a imobiliária Caio Fernandes sempre teve uma boa performance e o reconhecimento do mercado potiguar”, diz o representante da Moura Dubeaux, que revela que a empresa pode  ultrapassar um volume de negócios superior ao patamar de R$ 2 milhões.

Na opinião de Renildo Bizarria, diretor executivo da construtora Ecomax, o volume de negócios gerado até o momento supera os valores que a empresa estimou para o evento. “O salão tem sido muito bom e importante para fortalecer a retomada da economia no setor imobiliário. A Ecomax fez ótimos negócios, através da venda de apartamentos, lotes e casas”, destaca.  

O empresário paulista Bruno Correia, da construtora Inove Construções, que participa do Salão Imobiliário com o condomínio “Laura Confort Houses”, localizado na praia de São Miguel do Gostoso, badalado destino turístico potiguar, avalia como “positiva” a participação da sua empresa no evento. “A participação no Salão da Caio Fernandes gera não só a visibilidade do empreendimento, como também tem contribuído para fortalecer a nossa marca. A gente tem intenção de continuar participando desse e de outros salões que sejam realizados”, ressalta.

O salão imobiliário conta com as presenças de construtoras tradicionais como a Moura Dubeaux, Constel, Ramalho Moreira, Ecomax, Empreendimento Laura Confort, Esquadros, Cima, RRA, IBR e Monte Neto.

“Nos surpreendeu, sim. Mas sabíamos que algo precisava ser feito para atender essa demanda retraída", comemora Caio Fernandes. Segundo ele, desde o último dia 5, o salão imobiliário tem proporcionado o aquecimento do setor, através da negociação de imóveis, muito deles comercializados com valores de metro quadrado praticados antes do advento da pandemia.

Para Caio, o consumidor final tem a oportunidade de adquirir apartamentos e casas urbanas, mas também imóveis para segunda residência e em áreas nobres em destinos turísticos que estão em evidência, como São Miguel do Gostoso e Serra de São Bento, por exemplo.