16 de Setembro de 2026

FIERN recebe Prêmio Legado Ambiental do Museu Câmara Cascudo

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A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) foi homenageada, na manhã desta quarta-feira (16), durante o Prêmio Legado Ambiental – Cápsula do Tempo, realizado no Museu Câmara Cascudo, em Natal. A iniciativa é promovida pela Organização Atitude Social e Ambiental (OASA), em parceria com o Museu Câmara Cascudo, da UFRN, e reconhece pessoas, instituições e empresas que contribuem para a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental.

A FIERN foi representada pelo diretor 2º tesoureiro e presidente do Sindicato das Indústrias de Extração de Sal Marinho do RN (SIESAL-RN), Airton Torres, que recebeu a homenagem em nome da instituição.

O prêmio integra a Bienal Cápsula do Tempo – Legado Ambiental, iniciativa criada para registrar e valorizar trajetórias, ações e compromissos voltados à preservação ambiental, deixando para as futuras gerações um registro do legado construído no presente.

Para Airton Torres, o reconhecimento reforça a importância de iniciativas que aproximem o setor produtivo da agenda ambiental. “Receber essa homenagem em nome da FIERN é um reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela indústria e ao compromisso que o setor produtivo tem com práticas cada vez mais responsáveis. É também uma oportunidade de refletir sobre o legado que estamos construindo para as próximas gerações”, disse.

A governadora Fátima Bezerra destacou a importância de transformar a proteção ambiental em um compromisso permanente do poder público. “Estamos construindo legados no sentido de colocar a proteção do nosso patrimônio ambiental como uma política permanente, não apenas de governo, mas de Estado”, afirmou.

Durante a programação, o diretor do Museu Câmara Cascudo, professor Olavo Bessa, destacou a importância de manter o museu integrado à iniciativa e de utilizar o espaço como parte da construção dessa memória. “Estamos construindo algo muito maior. Não estamos guardando só memórias, isso não é um arquivo. Estamos construindo um trajeto e um caminho que começamos a traçar juntos”, afirmou.

A presidente da OASA, Roseanne Delgado, também ressaltou o sentido da iniciativa como um registro para as próximas gerações. “Esse é um presente gigantesco de legado para as gerações futuras”, disse.

A Cápsula do Tempo foi criada pela OASA em parceria com o Museu Câmara Cascudo para registrar histórias, compromissos e ações relacionadas à preservação ambiental. O projeto teve início em 2024 e prevê que os registros sejam preservados para consulta das futuras gerações.

A OASA atua no Rio Grande do Norte com projetos ambientais, entre eles o Mais Verde, voltado à implantação de viveiros e produção de mudas de espécies nativas da Caatinga. Entre 2021 e 2025, a organização informa ter produzido mais de 1 milhão de mudas no viveiro mantido em Extremoz.

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Sobre Juliska

Juliska Azevedo é jornalista natural de Natal-RN. É gerente de comunicação do Sistema FIERN e sócia da agência Ska Comunicação, atuando como assessora de comunicação e consultora para instituições e lideranças. É pós-graduada em Assessoria de Comunicação e cursa MBA em Liderança e Gestão e Inteligência Artificial, pela Saint Paul/Exame; tendo atuado como professora no ensino superior.

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