Tecnologia

9

Set

Em breve vai dar pra “ligar” para as pessoas no Gmail

O Google passou os últimos dias anunciando novidades para o Workspace, seu conjunto de aplicativos e serviços voltados para o trabalho que virou central a suas operações desde o fim do ano passado. Mas enquanto a maioria dos recursos são pequenas atualizações que melhoram o desempenho do ecossistema que engloba produtos como o Gmail, o Google Maps e o Google Drive, uma divulgada nesta quarta-feira (8) promete mudar parte do funcionamento do sistema de e-mail da companhia: a possibilidade de fazer ligações pelo mesmo.

A ligação no caso é a possibilidade de chamar a pessoa a partir do Google Meet pelo aplicativo do Gmail – o que é interessante, pois o Meet não está previsto para ganhar essa opção agora, mas “em algum ponto no futuro”. A medida assim centraliza o e-mail no Workspace, como nota o The Verge, possibilitando que ele se torne em um hub dos outros produtos da companhia.

Além da opção de ligação, o Gmail também vai ganhar um novo design que acomoda melhor a interação com esses outros serviços, incluindo o recém-rebatizado Google Spaces que busca inserir a empresa no mercado do Slack – a ferramenta de chat vai aparecer numa coluna à direita. A ideia é que a atualização aconteça em contas empresariais para depois chegar aos usuários comuns.

No mais, vale notar que o Google está expandindo a compatibilidade do Series One para mais aparelhos, permitindo que outros hardwares sejam pensados de acordo com a estética e serviços dos softwares da companhia.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/150385/em-breve-vai-dar-pra-ligar-para-as-pessoas-no-gmail/

9

Set

Maratona virtual busca soluções digitais para sistemas do governo

Começou nesta quarta-feira (8) a maratona virtual de programação Hackathon Rede + Brasil, iniciativa que busca descobrir soluções digitais para o sistema de gestão das transferências de recursos da União para estados e municípios. O evento é realizado pelo Ministério da Economia, pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Com o tema "Mais acessível e mais colaborativo”, o evento deste ano será realizado de forma online e tem como foco a evolução da Plataforma +Brasil. As soluções devem ser desenvolvidas dentre seis temáticas:  “transparência”, “transferências de recursos”, “simplificação de processos”, “confiabilidade de dados”, “combate à corrupção” e "eficiência no setor público". Segundo os organizadores, a maratona de programação quer garantir mais transparência e novos mecanismos que facilitem a vida do cidadão e dos gestores públicos.

As três melhores soluções desenvolvidas na maratona receberão os seguintes prêmios: R$ 15 mil para a primeira colocada, R$ 10 mil para a segunda e R$ 5 mil para a terceira. O Hackathon Rede +Brasil vai até a próxima quarta-feira, dia 15, com transmissão pelo canal do Serpro, no Youtube.

Fonte: Agência Brasil

9

Set

Antes do lançamento oficial, óculos inteligentes do Facebook têm imagens vazadas

O leaker Evan Blass (@evleaks) publicou nesta quinta-feira (9) várias imagens que revelam o design dos novos óculos do Facebook em parceria com a Ray-Ban. O produto deve se chamar Ray-Ban Stories, e não deverá trazer funcionalidades de integração de elementos virtuais nas lentes, como o Google Glass e o futuro Apple Glass. Apesar disso, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, já indicou que o dispositivo representará um passo adiante no objetivo de implementar a realidade aumentada em objetos do dia a dia.

Ainda não se sabe exatamente quais serão as funcionalidades do Ray-Ban Stories, mas o design indica que ele terá um par de câmeras para capturar fotos e vídeos na altura dos olhos. Ou seja, ele poderá ser parecido com o Snap Spectacles, produto com a marca Snapchat que faz gravações em HD e 60 quadros por segundo, tira fotos em 3D e tem integração total para postagens no aplicativo da rede social.

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A própria nomenclatura do Ray-Ban Stories já indica que ele poderá fornecer postagens rápidas para os stories do Facebook — e possivelmente também para Instagram e WhatsApp, outros aplicativos geridos pela marca de Zuckerberg. Porém, nada foi confirmado nesse sentido, e por enquanto não passa de especulação.

Mark Zuckerberg já divulgou vídeos que podem ter sido capturados com o Ray-Ban Stories. Nas imagens, ele aparece praticando atividades físicas na natureza.

O design do produto se assemelha a óculos comuns, exceto pelas câmeras que são bastante visíveis. A marca do Facebook não aparece no corpo do dispositivo, apenas na caixa. Existem três modelos diferentes de armação: enquanto a Wayfarer é mais retangular, a Meteor já passa a ser um pouco mais arrendondada, e a Round apresenta uma lente praticamente circular. Além disso, segundos as fotos vazadas, o acessório virá em diversas cores, que incluem um cinza escuro, preto, azul marinho e marrom escuro.

O Facebook já anunciou que fará um evento online nesta quinta-feira, para mostrar o novo produto e suas funcionalidades. Na postagem, a marca mostra um teaser com a silhueta dos óculos, que se assemelha bastante às imagens vazadas por Evan Blass. Ainda não foi divulgado o horário exato da apresentação, mas considerando o histórico de lançamentos feitos nos Estados Unidos, ele poderá acontecer entre o fim da manhã e o início da tarde.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/acessorios/antes-do-lancamento-oficial-oculos-inteligentes-do-facebook-tem-imagens-vazadas-195190/

8

Set

Apple marca data de evento onde deve anunciar o iPhone 13; saiba o que esperar

Muitos rumores falam sobre a existência de diversos novos produtos da Apple para serem apresentados ainda em 2021. Entre eles estão a linha iPhone 13, uma nova geração do Apple Watch e também até mesmo um novo fone de ouvido. Agora, a marca confirmou quando realizará um evento para apresentar algumas novidades.

A gigante de Cupertino confirmou que vai realizar o chamado "California streaming" no próximo dia 14 de setembro, às 14 horas (no horário de Brasília). Por conta da pandemia, o evento ainda deve acontecer de maneira exclusivamente online e será transmitido pelo site oficial da Apple.

Vice-presidente sênior de marketing da Maçã, Greg Joswiak compartilhou uma animação em seu perfil no Twitter confirmando a informação. Aqui, há uma transição para um ambiente noturno, com a numeração em referência à data surgindo em seguida.

O que esperar do evento

É esperado que a Apple anuncie no evento os seus quatro novos smartphones, que a representarão no mercado entre o final de 2021 e a primeira metade do ano que vem — são eles: iPhone 13 mini, iPhone 13, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. Uma das principais novidades deve ser a redução do notch, processador Apple A15 Bionic, melhorias nas câmeras e tela com tecnologia ProMotion, que é o suporte a taxa de atualização de 120 Hz, nos modelos mais caros.

Além disso, espera-se que apareça o Apple Watch Series 7, nova geração do relógio inteligente da marca que deve trazer um novo visual para o produto, algo mais parecido com o que é visto nos demais aparelhos do portfólio da gigante. Também é dito que o AirPods de terceira geração pode acabar dando as caras com um novo design.

De qualquer maneira, agora será preciso aguardar mais alguns dias até que todos os rumores sejam confirmados. 

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/smartphone/apple-iphone-13-evento-anuncio-o-que-esperar-195018/

6

Set

Games devem movimentar mais de US$ 1 bi no Brasil em 2021

*Por Meio & Mensagem

A pandemia de Covid-19 teve consequências negativas na maior parte dos segmentos da indústria e da sociedade, de forma geral. Para a indústria de mídia e entretenimento, no entanto, a emergência sanitária impulsionou tendências que já vinham se acentuando e que, agora, tendem se a consolidar de forma mais rápida, como o consumo de conteúdo sob demanda, a ampliação dos investimentos em publicidade digital e a ocupação de um papel ainda mais estratégico por parte da indústria de games.

 

Esses são alguns dos insights extraídos da 22ª edição da Pesquisa Global de Mídia e Entretenimento, divulgada recentemente pela PwC. Anualmente, a consultoria faz uma imersão em 14 segmentos de mídia e comunicação de 53 países para apontar as projeções de investimentos para os próximos anos – e sua variação em relação aos anos anteriores – e, também, para mapear as tendências de consumo de conteúdo que devem orientar o direcionamento das verbas de comunicação.

Segundo o estudo, a indústria de mídia e entretenimento no Brasil deve crescer 4,7% ao ano, em média, até 2025. Daqui quatro anos, o segmento deve alcançar o valor de US$ 38 bilhões no País. Nesse montante estão compreendidos todos os gastos das pessoas com acesso à internet, entretenimento (assinaturas de serviços OTTs, consumo de música, shows, cinema, etc), consumo de jornais e revistas, games e, também, o investimento dos anunciantes tanto em publicidade tradicional quanto na digital.

“O ano de 2021 ainda é um ano de recuperação e os próximos tendem a ser anos de crescimento, com o setor voltando a se aproximar do que era em 2019 já em 2022. Em 2021, o segmento, como um todo, deve movimentar uma quantia de US$ 29,8 bilhões no Brasil e a maior parte disso, mais de US$ 22,4 bilhões, corresponde ao consumo de mídia e entretenimento. Desse montante, cerca de US$ 16,6 bilhões são direcionados ao digital, ou seja, são os consumidores investindo em internet banda larga, em serviços de OTT e em outros tipos de entretenimento e consumo no ambiente digital”, explica Ricardo Queiroz, sócio da PwC Brasil.

Essa fatia de consumo digital, que tende a crescer nos próximos anos, tem nos Games um componente importante. O setor de jogos eletrônicos, que já vem se mostrando com um dos mais promissores, em âmbito global, nos últimos anos, tende a atrair ainda mais interesses das pessoas. A PwC revela ao Meio & Mensagem um recorte da pesquisa que aponta que, neste ano, pela primeira vez, o segmento de games deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão no Brasil, o que representa uma ampliação de 18% em relação a 2020. Até 2025, a projeção é de que o segmento cresça, anualmente, a uma média de 12%. O segmento eSports será o de maior crescimento anual até 2025, com média de 22%. Já os jogos da categoria social/casual corresponderão a 16% do segmento, seguidos por microtransação (3%) e venda eletrônica (2%).

“O universo de games é um mundo à parte. A indústria vem produzindo eventos e formatos cada vez mais representativos e certamente o 5G impulsionará ainda mais essa indústria ao facilitar as interações. Embora o Brasil tenha um mercado potencial, ainda a ser bastante desenvolvido em relação ao universo dos games, o setor está no mesmo ritmo de crescimento dos demais mercados globais. E quando falamos do comportamento do consumidor, de forma geral, convergindo para o digital, isso representa, na outra ponta, a inclinação dos anunciantes também para essa área”, diz o sócio da PwC Brasil.

Outro ponto da pesquisa sobre o qual a PwC coloca luz é o desenvolvimento do mercado de vídeos sob demanda. Até 2025, a consultoria aponta que o consumo de OTT deve crescer a uma média de 12,7% ao ano no Brasil. A previsão é um pouco mais conservadora do que a registrada na edição do ano passado do estudo, que previa, até 2024, um crescimento médio anual de 15,4%. Isso representa, na visão do especialista da PwC, um ciclo de acomodação do setor, que foi impulsionado pela chegada de importantes players que disputam a atenção e a verba dos usuários.

“Temos no Brasil cerca de 40 diferentes serviços de OTT, entre streamings e plataformas de vídeos online, disputando a preferência dos consumidores. O que podemos confirmar é que é impossível ter tantos players no mesmo segmento. A tendência é de que os consumidores experimentem, testem e selecionam aqueles serviços que melhor atender suas expectativas. A tendência é que passemos por um processo de acomodação dessa área”, pontua Queiroz.

Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/09/06/games-devem-movimentar-mais-de-us-1-bi-no-brasil-em-2021.html

4

Set

Estudo revela novas perspectivas de estudantes da TI para o futuro

Estudo elaborado pela Universum, empresa de pesquisa e consultoria sobre o futuro do mercado de trabalho com estudantes universitários no Brasil, revela mudanças de perspectivas na busca por emprego. Entre os destaques estão a preferência por trabalho a distância e empresas que proporcionam estabilidade e plano de crescimento.

A pesquisa “Talent Research 2021” entrevistou 32 mil estudantes no período entre outubro de 2020 e maio de 2021 e traça um novo perfil de estagiários.

O estudo é feito anualmente para rastrear aspirações de carreira e preferência dos estudantes em quatro grandes campos de estudos: Negócios/Comércio; Engenharia; TI; Ciências Naturais.

Nesta semana, foram reveladas as perspectivas dos estudantes de TI para o futuro, além do perfil dos profissionais da área, considerando os principais aspectos abaixo:

Perfil

A área segue tendo predominância masculina, com 77% dos profissionais do sexo masculino, contra apenas 23% do sexo feminino.

Dentre os homens, 74% preferem trabalhar em período integral, enquanto as mulheres, 56% das entrevistadas.

Áreas de estudo e atuação

Além disso, 41% dos estudantes ouvidos tem preferência pela área de Análise de Sistemas, uma leve queda de 3% em comparação ao último ano, seguido de Ciência Da Computação (33%) e Sistemas de Informação (25%).

A pesquisa também mostrou a preferência dos estudantes nas indústrias, sendo que 69% gostariam de trabalhar na área de Sotware de Computação e Tecnologia, seguido de Segurança de Rede (59%), Consultoria de TI (56%), Informação e Conteúdo sobre Internet (49%) e por último a área bancária (38%).

Ainda em relação às preferências no mercado de trabalho, 70% responderam que preferem trabalhar em empresas já estabelecidas, contra 30% em startups. Além disso, a maioria dos entrevistados (65%), disseram ter preferência por trabalhar em organizações estrangeiras com sede no Brasil, contra 35% em empresas nacionais.

Mudanças nas preferências ao longo dos anos

Em 2019 e 2020, os estudantes de TI tinham como prioridade a conquista de boas referências para o futuro na carreira. Neste ano, essa preferência mudou e o treinamento e desenvolvimento profissional se tornou o atributo mais importante.

Além disso, o trabalho em equipe entrou no Top 10 deste ano, enquanto a preferência por inovação caiu uma posição em relação aos últimos dois anos analisados.

Redes Sociais em alta

Por fim, o estudo também revelou quais os canais de comunicação mais utilizados para obter informações sobre os profissionais de TI. As redes sociais lideram com 86% da preferência, seguido de notícias na imprensa (78%) e sites de emprego (52%).

Além disso, a plataforma mais utilizada para buscar uma colocação no mercado é o LinkedIn, preferido por 65% dos entrevistados, seguido por sites de emprego (48%), Instagram (38%), Facebook (31%), Youtube (23%) e Whatsapp (21%).

Os entrevistados também revelaram quais são os assuntos que consideram mais importantes e que geram engajamento nas redes sociais, sendo que 80% consideraram muito importante tópicos relacionados a oportunidades de treinamentos e desenvolvimento profissional, 63% remuneração e benefícios, 60% a aparência do local de trabalho, 57% responsabilidade social corporativa, além da performance da empresa no mercado (57%), diversidade e inclusão (55%) e opiniões dos líderes (55%).

3

Set

Potiguar Rocket abre inscrições para novos participantes

O projeto de extensão Potiguar Rocket Design, da UFRN, abriu inscrições para seleção de novos participantes. A inscrição será realizada exclusivamente pela internet e os candidatos devem entregar a ficha de inscrição disponível no site, até às 23h59 do dia 13 de setembro. Para participar basta ser aluno regular da UFRN, disponibilidade de dez horas semanais ao programa, compromisso com o trabalho desenvolvido e expectativa de permanecer no grupo até a conclusão do curso de graduação.

As vagas serão distribuídas entre os setores de aerodinâmica e simulação, eletrônica e controle, estruturas e projetos, finanças, gestão de pessoas, marketing, propulsão e motores e sistemas de recuperação. O candidato pode se inscrever em mais de um setor. (Veja mais sobre o trabalho desenvolvido por cada setor)

O processo de seleção constará de quatro etapas de caráter classificatório ou eliminatório. A divulgação dos resultados será feita por e-mail. Outras informações podem ser conferidas no edital do processo seletivo ou na página oficial do Instagram da equipe.

O Potiguar Rocket Design foi fundado em 2016 e é um projeto de extensão focado em desenvolver e disseminar conhecimento e tecnologia aeroespacial no RN, sendo composto por alunos dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia da Computação, Engenharia Elétrica, Engenharia de Materiais, Ciências e Tecnologia, Meteorologia, Design, entre outras graduações.

2

Set

Cidade Modular mostra o futuro da habitação no Expo Mart em São Paulo

A construção modular surgiu com a proposta de tornar a construção civil mais dinâmica e sustentável, aumentando a eficiência, rapidez e flexibilidade das edificações. Trata-se de um tipo de construção que reduz em até 5 vezes o desperdício de materiais, o que contribui, e muito, no impacto ambiental gerado por uma obra. É também o tipo de construção que elimina a demolição permitindo a realocação com perdas mínimas, além de mais economia com água e energia elétrica. 

Entre os dias 15 e 18 de setembro de 2021, a cidade de São Paulo sedia a Expo Construção OffSite (ex-Expo Container City), uma feira que apresenta aos visitantes as novidades do setor de Construção Modular. O evento chega a sua segunda edição mostrando as inovações da construção off-site (processo no qual um edifício, ou parte dele, é construído fora do canteiro de obra de forma modular).

Nesta edição, além dos containers transformados, a feira apresenta também empresas do setor modular, produtos que são utilizados na produção dos módulos, serviços de profissionais de legalização, além de fabricantes de containers in natura e de arquitetura especializada.Ocupando uma área de 15 mil m², a Expo Construção OffSite traz para o Expo Mart mais de 60 expositores com projetos arrojados e prontos para trabalhar ou morar. Os destaques desta edição ficam com as mini moradias e casas flutuantes. 

Espaços criativos para resolução de desafios futuros nas áreas urbanas, as mini moradias oferecerem conforto e segurança, e podem ser transportadas para locais diversos como praia, campo ou para algum grande centro comercial. Nesta edição do evento, o público poderá visitar o projeto Tiny Box, uma casa de 20m² desenvolvida por Breno Lima, um jovem arquiteto paulistano de apenas 23 anos. Outro destaque é a casa Minimal Mood, desenvolvida pelo experiente arquiteto Felipe Savassi. O projeto de 40m² é composto de módulo único em estrutura metálica que pode ser aumentado ou diminuído de acordo com a demanda do comprador.

Casa Flutuante, projeto da empresa Lafaete, também se destaca nesta edição. Construída de forma industrial pela CMC Módulos Construtivos, ela possui quarto de casal, sala, banheiro, cozinha integrada à sala, uma área externa com um deck de 16m² e ainda toda infraestrutura de placa solar, gerador e mobiliário. Segundo a arquiteta responsável pelo projeto, Isabela Arroio, o lugar ideal para a fixação da casa é em água abrigada (água tranquila). 

A feira também apresenta ao visitante uma réplica de 60m² da Casa Cantareira, obra que está em andamento no Parque Itaguaçu, Serra da Cantareira, zona norte de São Paulo. A residência de alto padrão, que será construída numa área de 1.380 m² em apenas 100 dias, foi idealizada pelo arquiteto Marcos Bueno, CEO da Expo Construção OffSite, e contará com sistema de capitação e reaproveitamento de água, energia solar, ventilação cruzada e aproveitamento total do declive do terreno.

Outras estruturas sofisticadas para escritórios, cozinhas industriais, bares, restaurantes, barbearias, banheiros, enfermarias entre outros projetos, todos construídos com o que há de mais moderno no setor modular, também estarão nesta edição da Expo Construção OffSite.

Da mesma forma como em 2019, o evento realiza um fórum com grandes especialistas e nomes importantes do setor. O “FOCOS” – Fórum da Construção Off-Site, foi desenvolvido para atender a demanda dos interessados neste mercado. Toda a programação foi elaborada para abastecer os visitantes com informações sobre o setor e metodologias de trabalho, além de proporcionar boas oportunidades de negócios e o networking entre empresários e profissionais de todo o país e da América Latina.

Escola Expo OffSite também é outra novidade, trata-se de um espaço que visa fornecer conhecimento prático e teórico de aprendizado aos interessados nos diversos sistemas construtivos. Entre os cursos oferecidos estão: Introdução à Construção Modular e Construção Modular na Prática. Os cursos serão ministrados por profissionais qualificados durante o evento, e os participantes receberão o certificado de participação emitido pelo Instituto de Tecnologias de Industrialização das Edificações – ITIE.

Expo Construção OffSite chega em 2021 com mais expositores e mais soluções não apenas para a construção civil, mas também aos interessados em construir com mais responsabilidade ambiental e rapidez. 

2

Set

Entenda a importância de se proteger de vírus na Smart TV

Há muito tempo as TVs não servem “apenas” para exibirem os canais regulares. Hoje em dia, esses aparelhos de televisão estão sendo substituídos por sucessores “inteligentes”, que podemos usar para streamings de vídeo e áudio, jogar, navegar, baixar e usar aplicativos – tudo graças à sua conexão com a Internet. Pensando nisso, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, explica a importância de se proteger contra vírus nas Smart TVs e dá dicas para isso.

Um levantamento da Associação Nacional de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros) mostra que em 2020 foram vendidas mais de 12.600 Smart TVs, representando 97,7% do total de vendas no período.  Em comparação, em 2019, as vendas corresponderam a 91,7%. A pandemia e a exigência de isolamento social também incentivaram o aumento da procura por esses equipamentos com capacidade para os aplicativos streaming, seja para acompanhar séries, filmes, shows, podcasts ou outras plataformas.

Toda essa procura por parte dos consumidores atrai também os olhares maliciosos dos cibercriminosos, que perseguem um objetivo claro com suas campanhas maliciosas: a geração de dinheiro. Ou seja, eles buscam por informações para vender, dados que permitam extorquir as vítimas, equipamentos para sequestrar ou até a capacidade interna de processamento  das TVs para utilizar em outros golpes. As TVs inteligentes têm todos esses recursos, o que as torna um alvo atraente.

Embora os ataques à Smart TVs não sejam comuns, isso não significa que nenhum caso tenha sido registrado. Muitos desses dispositivos são inseguros devido a características da configuração de fábrica, principalmente como resultado da falta de consideração sobre os aspectos de segurança durante a fase de projeto e fabricação dos dispositivos. Em 2019, por exemplo, o FBI alertou sobre os riscos de segurança associados às TVs inteligentes

Os atacantes possuem um arsenal de ferramentas que podem usar de forma conjunta para executar códigos maliciosos no ambiente da vítima. Engenharia social, exploração de vulnerabilidades, configurações ruins, ataques físicos e malwares são técnicas utilizadas para ganhar o controle do equipamento.

Em várias ocasiões, uma vez comprometida, uma TV com acesso à Internet pode servir como ponto de partida para ataques a outros dispositivos na mesma rede, tendo como foco principal a informação pessoal do usuário armazenada em alvos mais atraentes, como PCs ou notebooks.

Embora as vulnerabilidades sejam corrigidas por meio de atualizações de fábrica, muitas TVs continuam sendo encontradas em espaços vulneráveis, como em locais onde podem ser acessadas fisicamente por terceiros, por exemplo, na sala de espera de um escritório ou em uma sala de estar. Nesses casos em particular, as portas USB podem ser usadas para executar scripts maliciosos ou explorar vulnerabilidades.

“Na ESET, sempre alertamos sobre a importância de manter os dispositivos atualizados visto que os fabricantes, de tempos em tempos, corrigem vulnerabilidades que surgem com o decorrer do uso das TVs. Estar atento a como os criminosos agem pode fazer com que o usuário esteja sempre à frente e protegido contra novas ameaças” pontua Daniel Cunha Barbosa, especialista em segurança da informação da ESET.

Como dica de proteção, além de instalar atualizações lançadas pelos fabricantes, bem como desenvolvedores de aplicativos instalados na TV, outras recomendações para manter a segurança das TVs inteligentes são: usar uma solução de segurança(antivírus) contra ameaças às TVs inteligentes, rever todas as configurações do aparelho para evitar deixar as portas abertas e analisar as políticas de privacidade, permissões de dispositivos e aplicativos para descobrir, entre outras coisas, quais informações são coletadas e como serão utilizadas. Além disso, estar sempre atento às TVs que podem ser acessadas por terceiros.

2

Set

Ensino em robótica contribui na escolha do futuro profissional de crianças e jovens

Diversos fatores podem influenciar no processo de formação humana e de construção da escolha profissional durante a infância e a adolescência. Mas um conhecimento em específico pode fazer toda a diferença: é o ensino da robótica, a ciência que estuda as tecnologias associadas à concepção e construção de robôs, em uma explicação mais objetiva. Por meio do contato com esse universo, crianças e adolescentes podem ter a escolha das suas carreiras influenciadas, por meio do incentivo dos domínios de outros conhecimentos, além de ser uma maneira eficiente de educar para a vida.

Foi o que aconteceu com Ana Cassia Vasconcelos, de 22 anos, hoje estudante do último ano de Engenharia Informática do Politécnico de Leiria, Universidade em Portugal. "O conhecimento da robótica influenciou principalmente na escolha da minha profissão, porque antes desse contato eu tinha algumas dúvidas sobre qual carreira seguir. O contato com a robótica me fez escolher a área tecnológica, e é por isso que hoje eu curso Engenharia Informática, que não deixa de ser próximo", disse a estudante.

Ela frequentou a Robô Ciência, escola de Robótica potiguar, durante seu Ensino Médio, entre os anos de 2014 a 2016. "Eu senti que em minha carreira eu tive vantagem com relação à lógica de programação, porque na Robô Ciência tive esse contato prático, que me ajudou muito", ressaltou. "Acho importante o contato prévio com a Robótica. Por exemplo, eu tive o primeiro com 14 anos. Quinta-feira era meu dia preferido da semana, o dia que tinha a aula de Robótica. Imagina se eu tivesse tido contato desde criança?", disse.

A indagação de Ana Cassia faz todo o sentido. De acordo com o professor Alexandre Amaral, diretor da Robô Ciência, o contato com a robótica desde cedo abre novos horizontes para que o estudante possa entender melhor o mundo a sua volta, assim como disciplinas mais abstratas, como física, química e matemática. “Esses estudantes começam a desenvolver habilidades e competências, principalmente nessa parte de lógica e isso torna fértil o terreno da aprendizagem. Hoje, temos ex-alunos que cursam Direito na USP, temos médicos, outros que estudam fora do Brasil, nos Estados Unidos. A maioria também está dentro da UFRN”, exemplificou. 

Ana Cassia chegou a participar de etapas regionais, nacionais e até internacional de olimpíadas de Robótica. No ano de 2016 ela ficou em primeiro lugar na Olimpíada Brasileira de Robótica e seguiu para a Alemanha, representando o Brasil. "Foi uma ótima experiência. É um mundo dominado por homens, então ser uma mulher competindo e até ganhando é uma honra", avaliou Ana Cassia.

O professor Alexandre Amaral relembra, com orgulho, a época em que deu aula para Ana Cassia e destaca o exemplo dela como vitrine para outros estudantes que querem alcançar o sucesso na vida acadêmica e profissional. “Dar aula pra Ana Cassia foi sempre muito prazeroso porque ela sempre foi muito dedicada. Não à toa, foi campeã de robótica três vezes aqui o RN e campeã brasileira. Não tenho dúvidas de que a trilha dela será de sucesso, como é a de todo mundo que escolhe o ensino da robótica. Ela é um dos exemplos da transformação que a robótica pode proporcionar na vida das pessoas”. 

Metodologia potiguar que conquistou o país

A Robô Ciência é uma escola genuinamente potiguar que atua em vários estados do Brasil, fundada e dirigida pelo professor Alexandre Amaral. Por meio de projetos de robótica adequados para cada nível de ensino, a metodologia utilizada incentiva os alunos a questionarem e investigarem os problemas propostos, fazendo com que trabalhem de maneira lúdica, participativa, criativa e colaborativa, em busca de soluções. Com mais de 10 anos de existência, a Robô Ciência já está presente com seu método de ensino em mais de 100 escolas no Brasil, ajudando a transformar o conhecimento de mais de 50 mil alunos.

31

Ago

Google cria tecnologia revolucionária que pode acabar com as fotos borradas

Você já deve ter visto aquela cena em que o policial amplia imagens de satélite para identificar um rosto ou a placa de um carro. Longe dos cinemas, essa realidade é um tanto frustrante até para quem precisa realizar uma tarefa bem mais simples, como aumentar uma foto de família. Agora, pesquisadores do Google revelaram uma nova tecnologia que promete ampliações nítidas usando Inteligência Artificial (IA).

A Super-Resolução via Refinamentos Repetidos (SR3) é uma abordagem baseada em modelos probabilísticos que produz resultados com nitidez maior a partir de imagens pequenas e borradas, usando um algoritmo para combinar informações complementares de várias fontes diferentes.

Upscaling 2.0

Uma TV com “Upscaling” (aumento de escala, em tradução livre) consegue adaptar o conteúdo que você está vendo à resolução da sua tela. Essa tecnologia amplia os pixels e reconhece quais partes da imagem precisam ser otimizadas para melhorar a experiência ao assistir a filmes ou séries com resoluções mais baixas.

O SR3 usa um algoritmo com sistemas de redes neurais ResNet e PixelCNN projetadas para trabalhar em conjunto, preenchendo os detalhes que faltam nas imagens de baixa resolução para transformá-las em cópias de alta resolução. Em vez de “adivinhar” o que está faltando, esse novo upscaling reconstrói a imagem, entregando resultados muito mais nítidos.

Ruídos

Para melhorar a qualidade e a nitidez, o SR3 utiliza um modelo treinado para adicionar ruído progressivamente a uma imagem em alta resolução. Em seguida, o algoritmo “aprende” a reverter esse processo, removendo o ruído puro até alcançar um resultado semelhante em imagens com baixa resolução.

O sistema retira o ruído gaussiano (ruído branco) para melhorar o sinal de saída, utilizando um modelo U-Net — arquitetura de rede neural convolucional desenvolvida para segmentação de imagens — preparado para reduzir os ruídos em vários níveis de resolução. Isso garante um alto desempenho na ampliação de rostos e outros tipos de imagens.

Próxima geração

A Super-Resolução alcança resultados surpreendentes ao redimensionar imagens com resoluções até oito vezes menores, mantendo a qualidade e a nitidez. Esse modelo também pode ser usado para aumentar clareza em imagens em cascata, ampliando o escalonamento constante com resoluções — uma imagem de 32×32, por exemplo, poderia chegar até 256x256 pixels.

No futuro, essa tecnologia de aprimoramento de imagens sem perda de qualidade poderia equipar televisores, telescópios e celulares comuns, com sistemas avançados de superzoom, capazes de ampliar pessoas e objetos a quilômetros de distância, sem borrões ou distorções bizarras. Ainda está longe daquele policial de Hollywood que enxerga o branco dos olhos de um criminoso aproximando a fotografia tirada de um satélite, mas já dá para sonhar com uma câmera melhor.

Fonte: Google AI, via Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inovacao/google-cria-tecnologia-revolucionaria-que-pode-acabar-com-as-fotos-borradas-194282/

31

Ago

Nubank lança programa para mulheres em engenharia de software

Nesta segunda-feira (30) o Nubank anunciou a terceira edição do "Yes, She Codes", seu programa de recrutamento de mulheres da área de engenharia de software. O processo será realizado de maneira 100% digital e, toda pessoa que se identificar como mulher e atuar em desenvolvimento de software — seja back-end ou mobile —, poderá se inscrever.

O banco digital entende que o campo tecnológico ainda é uma área de atuação em que a presença de mulheres é sub-representada, e tem como intuito acelerar a construção de ambientes mais diversos e inclusivos. Segundo Silvia Kihara, líder global de recrutamento de tecnologia do Nubank, recrutamentos como o Yes, She Codes buscam novos talentos e possibilitam trocas entre as participantes, tornando esses objetivos mais próximos.

Etapas de seleção

O programa Yes, She Codes ocorrerá de forma 100% digital em cinco etapas. Confira abaixo:

  • Inscrição: deverá ser realizada entre os dias 30 de agosto a 8 de setembro nesta página;
  • Teste de programação: todas as inscritas deverão realizar um teste técnico de programação. Este poderá ser realizado na linguagem de programação que a candidata preferir;
  • Desenvolvimento em tempo real: as selecionadas na etapa anterior serão convidadas para uma etapa online. Os exercícios acontecerão em tempo real e as candidatas poderão realizar exercícios de programação em duplas, além de conhecer os times de engenharia de software e recrutamento do Nubank, simulando um dia na empresa;
  • Entrevistas individuais: o time do Nubank irá entrevistar cada uma das candidatas selecionadas nas últimas etapas, individualmente;
  • Devolutiva: as participantes receberão retorno sobre todo processo seletivo.

O que é o Yes, She Codes

O programa é dedicado à mulheres com familiaridade em desenvolvimento de software (back-end ou mobile), sem exigir nível de experiência, e de qualquer região do país — que tenham disponibilidade para morar em São Paulo em 2022. Não haverá análise de currículos e não é preciso já saber programar na linguagem usada pelo Nubank.

A primeira edição do programa ocorreu em 2018 e contou com a inscrição de 900 interessadas. Já em 2019, o número de candidatas mais que dobrou, contando com 2,8 mil participantes. Esta é a terceira edição, visto que a de 2020 foi cancelada devida a pandemia de covid-19.

Fonte:Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/224063-nubank-lanca-programa-mulheres-engenharia-software.htm

30

Ago

TikTok lança campanha para exaltar mulheres no universo gamer

Para celebrar o destaque das mulheres no universo gamer, o TikTok lança a campanha #EssaMinaÉDima, em parceria com a plataforma musical Resso e como parte do projeto Gaming Hits, realizado pela Resso, Final Level Universal. A campanha, que acontece até 31 de agosto, tem uma página dentro do TikTok criada especialmente para a ação, que reúne vídeos de gameplay de criadoras de conteúdo da plataforma e de influenciadoras digitais da Final Level, além de um carrossel que destaca as criadoras de conteúdo do TikTok.

Para completar, a página é embalada pela música “Na Base”, primeiro single do projeto Gaming Hits com participação de Baiano, Leo Santana e Kawee. Na página há ainda um botão de ativação para criação de conteúdo com a música, que leva os usuários para a página da canção no TikTok.

“Estamos bastante animados com o lançamento de Gaming Hits, que não só proporciona uma conexão genuína dos universos gamer e de música, mas passa uma mensagem de diversidade e empoderamento. A ideia da campanha #EssaMinaÉDima é amplificar ainda mais as vozes das mulheres gamers na plataforma”, diz Gui Barbosa, Líder de Parcerias de Gaming do TikTok na América Latina.

Atualmente, a presença de mulheres gamers no TikTok tem ganhado força e alguns nomes têm se destacado, como Thaiga que tem 7.7 milhões de seguidores, e Mii com 5 milhões. Além disso, a plataforma tem transmitido campeonatos femininos como Girrrls League CSGOGirlPwr Valorant e Spike Ladies Valorant.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/149822/tiktok-campanha-exaltar-mulheres-universo-gamer/

29

Ago

Desenvolvedores são os profissionais mais buscados em tecnologia, mostra estudo

O setor de tecnologia já contratou mais de 96% do total de 2019 apenas no primeiro semestre deste ano. E a profissão mais buscada na plataforma em 2020, segundo pesquisa realizada com 27 mil especialistas da área, foi a de Desenvolvedor, os dados são da Revelo.

Os Desenvolvedores são os responsáveis por criar softwares, websites, programas, sistemas, redes sociais, aplicativos - praticamente todas as ferramentas digitais que utilizamos no dia a dia. As especialidades mais comuns destes profissionais são 24,4% em back-end (bastidores dos sistemas), 16,5% em front-end (elementos visíveis aos usuários) e 26,7% em full-stack (ambas funções). Business Intelligence, Data Scientist, Infraestrutura, Mobile, DevOps, são alguns dos outros segmentos de atividade.

Outro dado importante é que 62% dessas pessoas possuem superior completo em Tecnologia, Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento, Engenharia e Ciência da Computação. Além disso, os cinco principais conhecimentos mais buscados para estes perfis são em Java, React.JS, Javascript, SQL e Node.JS. 

“Ter noções de inglês também conta como facilitador para as contratações, já que as ferramentas de atuação dos profissionais sempre esbarram na língua”, reforça a Diretora de Marketing e Experiência do Candidato da Revelo, Juliana Carneiro.

Desigualdade de Gênero 

O Brasil ocupou a 92ª posição do ranking do Fórum Econômico Mundial de 2019, que mediu a igualdade entre homens e mulheres em 153 países. E esse cenário não é diferente no recorte da tecnologia. Durante a pesquisa, a Revelo identificou que apenas 20% das pessoas desenvolvedoras declaram-se do gênero feminino. E apenas 9,2% das mulheres têm carreira longa, com mais de 7 anos de atuação. 

A desigualdade é expressa também na remuneração dos Desenvolvedores. Enquanto a média está entre R$ 6,4 e R$ 9,7 mil, apenas  30,5% das profissionais recebem salários nesta faixa.

Em relação ao ramo de atividade, a maior representatividade feminina dá-se nas especialidades de Product Owner e Business Intelligence, enquanto para Full-stack, Infraestrutura e Back-end, a proporção é de 10 homens para cada mulher.

A Revelo  possui um programa de capacitação de profissionais, o Revelo Up, para quem deseja se especializar em qualquer área da tecnologia, inclusive como Desenvolvedor. São mais de 250 cursos nas maiores escolas do país, como Iron Hack, Tera, Mergo, Impacta, entre outras, cujo pagamento é só após a formação.

Os profissionais que usam a plataforma da Revelo participam de seleções de empresas no Brasil, Estados Unidos e Europa, e há processos que são virtuais desde o convite de entrevista até a contratação.

29

Ago

Ataques cibernéticos: conheça as principais ameaças e como mitigá-las

A maior exposição das empresas ao ambiente digital durante a pandemia de Covid-19 trouxe muitas vantagens em relação às demandas de distanciamento social e trabalho remoto, mas, também impactou na vulnerabilidade das empresas a ataques cibernéticos. Muitas organizações no Brasil ainda se encontravam em níveis iniciais de digitalização, com protocolos de segurança definidos apenas para o perímetro local do escritório.

Além do aumento em volume e intensidade, a complexidade dos ataques também representa um desafio, pois eles se mostram cada vez mais sofisticados e adaptados às medidas preventivas ou mesmo aplicações desenvolvidas para combatê-los. Neste cenário, é essencial que as empresas adotem as medidas de segurança física e patrimonial mais adequadas à sua infraestrutura de rede, a fim de defender usuários, sistemas, aplicações e dados corporativos.

“Ainda estamos avançando em alguns aspectos da segurança cibernética no contexto brasileiro. No Índice Global de Cibersegurança da ONU, o país se encontra atrás de países como México e Paraguai. Inclusive, um levantamento da Kaspersky revelou que o maior volume de ocorrências de ataques cibernéticos da América Latina, em 2020, aconteceu no Brasil”, comenta Ricardo Alário, CEO da ODATA.

Conhecer as principais ameaças que atacam os sistemas de segurança é um elemento importante na hora de mapear soluções que elevem o grau de proteção, diminuindo os riscos à companhia. Pensando nisso, a ODATA lista as ameaças cibernéticas que têm se destacado no cenário atual. E claro, apontamos algumas formas de proteger a rede.

Malware

De forma geral, o malware é um software malicioso que invade e se instala no computador da vítima, por meio de cliques em um link ou anexos de e-mails. Os malwares são responsáveis por causar grandes estragos, podendo paralisar operações por horas ou dias. Dois tipos são bastante populares por aqui:

Ransomware: basicamente podemos definir como um sequestro de dados, de forma que o usuário não tenha mais acesso: o malware encontra dados sensíveis e os bloqueia ou criptografa. Normalmente, o ataque é seguido por um pedido de resgate em dinheiro, que pode incluir ou não ameaça de exposição das informações. Geralmente, os pedidos de resgate são feitos na moeda virtual bitcoin, que torna praticamente impossível o rastreio do criminoso. Recentemente, este tipo de ataque tem se destacado na mídia e preocupando empresas com crises não apenas de segurança, mas de comunicação, ocasionando danos que afetam a reputação e os negócios. Esses golpes têm se concentrado na Indústria, na Engenharia, na Manufatura, na Tecnologia e no Varejo.

Spyware: o software de espionagem silenciosamente monitora atividades online e pode até transferir dados pessoais armazenados no equipamento. 

Phishing

É uma técnica que atinge muitos usuários desavisados e consiste no envio de comunicação fraudulenta, passando-se por oficial. Apesar da forma mais comum ocorrer via e-mail, também acontece por outros meios e tem como objetivo, sobretudo, o roubo de senhas e outras informações pessoais. Entre os principais tipos estão:

Spear phishing: ataca um indivíduo específico, com comunicações personalizadas. Segundo o SANS Institute, 95% dos ataques com foco em empresas são resultado desse modelo.

Whaling: ameaça focada em executivos com cargos altos, como CEOs. É mais complexa por envolver um estudo do perfil do alvo, porém atinge também informações sensíveis do negócio.

Zero-Day

Quando uma vulnerabilidade de software é descoberta, criminosos podem aproveitar o período sem correção para atacar. Apesar do nome, a atualização do programa que conserta a falha pode demorar bem mais do que isso.

Ameaças sofisticadas também são ponto de atenção

Há outras formas de crimes virtuais mais complexos, que trazem problemas de performance e segurança. É o caso dos ataques DDoS – ou Distributed-denial-of-service. Estes golpes são desenhados para ocupar a rede de forma intensa com tráfego supérfluo. Isso, por sua vez, pode gerar como resultado desde uma queda no desempenho até mesmo o downtime (indisponibilidade do serviço).

“O DDoS é bastante utilizado como forma de obter vantagem competitiva ou causar danos à reputação de uma marca. Entre os setores mais afetados estão provedores de serviço, de nuvem ou financeiros e até mesmo o comércio eletrônico”, destaca o CEO da ODATA.

Como se proteger?

É importante lembrar que muitos ciberataques são silenciosos e podem começar a prejudicar as operações muito antes de serem descobertos. A melhor forma de lidar com essa realidade, portanto, é a prevenção.

Em primeiro lugar, é crucial apostar em serviços especializados e capazes de blindar ações criminosas.  O serviço de colocation, por exemplo, consiste na locação de uma infraestrutura preparada para hospedar servidores e, de forma nativa, dispõe de diversas soluções tecnológicas para proteger o data center de invasões físicas e desastres naturais.

Uma característica essencial do colocation é que ele alia diversas camadas de proteção física nativas do serviço, como biometria e automação, à total disponibilidade de internet a partir de uma infraestrutura que inclui uma multiplicidade de provedores. Em síntese, é um investimento que tem tudo para se tornar prioritário daqui para frente, ainda mais por estar diretamente ligado ao uso de Edge Computing, uma das grandes tendências para o segmento corporativo. Para exemplificar, uma em cada quatro empresas globais deve aperfeiçoar seus Data Centers em 2021 com computação de borda.