Mercado

26

Out

Pesquisa mostra preocupação de estudantes com mercado de trabalho

Pesquisa inédita do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) divulgada nesta terça-feira (26) aponta que a grande maioria dos estudantes do ensino médio (91%) têm interesse em cursar ensino superior e (84%) têm interesse na educação profissional. O levantamento ouviu mil alunos de escolas da rede pública de São Paulo e do Mato Grosso do Sul e da rede Sesi, que já estão inseridos no currículo do novo ensino médio. Também foram ouvidos mil estudantes do currículo tradicional. 

“Os jovens que estão no novo ensino médio têm uma relação mais positiva, mais favorável com a escola. Eles têm um maior otimismo com o futuro profissional. Nos dois grupos de estudantes, sejam os que estão no ensino médio tradicional ou no novo ensino médio o desejo de cursar o itinerário técnico profissional é dominante para esses dois grupos, demonstrando claramente que os jovens têm uma preocupação significativa sobre alcançar o primeiro emprego e a sua inserção profissional", avaliou o diretor-geral do Senai e diretor-superintendente do Sesi, Rafael Lucchesi.

A pesquisa mostrou ainda que estudantes do novo ensino médio avaliam o modelo como positivo, estão mais satisfeitos com a escola e otimistas com o futuro profissional. 

"Essa pesquisa é interessante e inédita porque ela vai conversar com jovens, os estudantes que estão no ensino médio, seja ele tradicional ou o novo ensino médio. A avaliação desse novo ensino médio, qual a relação que eles têm com a escola e como eles enxergam o seu futuro profissional", explicou Lucchesi. A pesquisa foi realizada pelo Instituto FSB Pesquisa.

Instalações da Escola Sesc de Ensino Médio na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Entre as mudanças estabelecidas na reforma, a integração da Formação Técnica e Profissional (FTP) e a inclusão de atividades voltadas para o projeto de vida do estudante são as mais bem avaliadas. Para 73% desses estudantes, o potencial do novo ensino médio para melhorar a qualificação profissional do Brasil é grande ou muito grande.

Mercado de trabalho

O levantamento mostrou ainda que a preocupação dos estudantes com a necessidade de trabalhar e a falta de interesse ameaçam a continuidade dos estudos. Para boa parte dos entrevistados, o trabalho informal é realidade. Por outro lado, os estudantes do ensino médio tradicional, a insatisfação com a metodologia de ensino seria um motivo para sair da escola, problema que não foi reportado pelos estudantes do novo ensino médio.

“Hoje a escola prepara exclusivamente para os exames de ingresso na universidade, sendo que o acesso dos jovens de 18 a 24 anos ao ensino superior ainda é muito restrito, apenas 23,8% dessa faixa etária. O novo ensino médio e a formação profissional surgem nesse contexto para dar identidade social e oportunidades ao estudante que não ingressa direto no ensino superior, deseja ou precisa entrar no mercado de trabalho e não consegue por não ter qualificação”, apontou Lucchesi.

Precisar trabalhar é o principal motivo para cerca de um terço dos estudantes cogitarem deixar a escola. A insatisfação com a metodologia de ensino (6%), aparece apenas para os estudantes do modelo tradicional. Dos estudantes ouvidos, 17% dos alunos do modelo tradicional já consideraram deixar a escola, enquanto, entre os estudantes do novo ensino médio, o percentual é de 13%.

Para 35% dos estudantes ouvidos empreender será mais atraente no mercado de trabalho no Brasil. Metade dos alunos (50%) indica que ter emprego formal registrado em carteira é outro ponto relevante. Segundo 28% dos alunos entrevistados, a falta de experiência, a  falta  de qualificação (17%)  e a falta de oportunidade (12%) são os principais obstáculos para um jovem conseguir emprego no Brasil.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Tomaz Silva

25

Out

Quase 60% dos negócios investiram na presença digital na pandemia, diz estudo

Uma pesquisa da empresa de hospedagem de sites HostGator concluiu que 58% dos negócios brasileiros passaram a investir na presença online durante a pandemia. Dentre esses negócios, 64% perceberam um aumento nas vendas. O levantamento foi realizado na própria plataforma do HostGator, com mais de 5.000 empresas participantes.

A pesquisa teve como objetivo entender a percepção do ambiente digital para geração de negócios entre as empresas brasileiras. O levantamento abordou quatro dimensões: Impacto da Pandemia, Investimento, Planos de Investimento e Realidade do Negócio (pré e pós covid). Outras conclusões foram as seguintes:

97% das empresas já têm presença no ambiente online, com 65% atuando de forma totalmente digital e 32% no híbrido (aternando físico e online);

O período de covid foi responsável por migrar todo ou parte do negócio para o digital para 28% dos respondentes;

42% das empresas tiveram aumento de acessos na pandemia;

64% pretende aumentar ainda mais os investimentos nesse formato, enquanto apenas 7% planeja diminuir;

34% das pessoas indicaram ter iniciado a empresa durante o período de pandemia, indicando que os brasileiros ainda empreendem por necessidade e não por oportunidade.

“A expectativa para o mercado é que as compras pela internet aumentem cada vez mais. Hoje, uma pessoa pode ir buscar informações sobre um produto, ver o catálogo e portfólio da marca e depois ir comprar na loja — integrando o ambiente digital ao físico. Já a tendência para os próximos anos é que a compra ou contratação de serviços inteira e direta pelo meio online só cresça”, explica Ricardo Melo, vice-presidente de marketing da HostGator nas Américas.

Para Melo, a pesquisa reforça a necessidade crescente da migração do negócio para o digital no pós-pandemia. “No Brasil, ainda temos um longo caminho para a digitalização, mas percebe-se que a realidade do último ano agiu como um catalisador dessa transformação”, completa.

Algumas das maneiras sugeridas pelo executivo para levar a empresa para o online são;

  • A construção de site e blog informativo da empresa
  • Cadastro no Google Meu Negócio;
  • Presença nas principais redes sociais (Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter);;
  • Elaboração de campanhas digitais;
  • Uso de e-mail marketing.

“Garantir uma presença omnichannel será cada vez mais importante, porque o consumidor já passou por uma mudança de pensamento. Não é à toa que o faturamento do e-commerce cresceu 41% em 2020, atingindo a maior alta percentual desde 2007”, detalha Melo.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/empreendedorismo/quase-60-dos-negocios-investiram-na-presenca-digital-na-pandemia-diz-estudo-199655/

24

Out

Quatro formas de se comunicar melhor nas empresas

A comunicação é determinante para promover a cultura de aprendizagem contínua nas empresas – conceito também conhecido como lifelong learning. Veja as orientações dos especialistas da Fractal Makers (www.fractalmakers.com), empresa que vincula a aprendizagem dos colaboradores às performances das empresas, com base em dados. As orientações são baseadas em lista de oito forças culturais desenvolvida por especialistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. 

“Todo profissional pode se beneficiar com essas práticas e reconhecer pontos de melhoria na cultura empresarial”, afirma Milena Madeira, co-fundadora da Fractal Makers. “Além disso, o aprendizado contínuo tende a gerar processos e resultados melhores em toda a organização”. Milena tem mais de 800 estratégias de aprendizagem executadas em grandes empresas como Mastercard, Grupo SEB e Belas Artes.  Confira as quatro formas de se comunicar melhor nas empresas:

1- Atenção à linguagem

A linguagem é parte fundamental das relações sociais, tanto a verbal quanto a não verbal. Por isso, é importante se atentar à postura e aos discursos nas relações de trabalho. “Há formas de deixar o ambiente mais leve, como o hábito de manifestar reconhecimento e gratidão, por exemplo”, aponta Milena.

“No dia a dia, é importante se atentar a escolha de palavras”, esclarece a especialista. “Quando líderes apontam ‘erros’ ou ‘problemas’, acabam fomentando nos colaboradores o medo de errar e o medo de tentar. Por outro lado, quando a liderança aponta que há potencial para melhoria em determinadas situações, ela acaba estimulando o desenvolvimento”. 

2- Cuidado nas interações

Nas relações de trabalho, é importante analisar como os colaboradores interagem. “Será que enxergam uns aos outros como superiores e inferiores, ou como partes de uma relação colaborativa, de cocriação?”, questiona Milena. “Em culturas que valorizam a aprendizagem contínua, as interações são abertas para trocas, com liberdade para perguntar e interesse em auxiliar, e menos voltadas ao simples cumprimento de normas”.

3- Tenha metas claras 

Segundo a especialista, é importante que as expectativas nas relações de trabalho sejam objetivas, voltadas à aprendizagem contínua e ditas com frequência. “Na sua empresa, as metas são claras ou subjetivas? Todos compreendem as metas igualmente, ou elas são abertas à interpretação de cada pessoa?”, questiona Milena. 

Além disso, é importante pensar sobre qual tipo de expectativa predomina no ambiente de trabalho. “Procure compreender se os líderes esperam que os colaboradores aprendam continuamente, ou apenas que acertem todas as vezes que tentarem. São expectativas completamente diferentes e que impactam diretamente na cultura de aprendizagem de qualquer empresa”. 

4- Seja o modelo

Por fim, o exemplo vale mais que mil palavras. A forma como uma pessoa age influencia a forma de agir de outras pessoas, que estão ao seu redor. “É válido fazer uma autoavaliação, ciente de que sempre somos observados nas empresas. Pense: eu gostaria que os outros fizessem o mesmo que eu estou fazendo? Afinal, muitos comportamentos culturais não são explicados ou ditos, apenas reproduzidos, como um espelhamento”, aponta Milena. 

23

Out

[ARTIGO] Segurança da Informação das empresas não pode ser deixada para depois

*Por Celso C. e Lucas Vieira

O ataque hacker que uma grande varejista brasileira sofreu precisa ser encarado como um alerta para muitas empresas repensarem a segurança de seus sistemas. É muito provável que isso aconteça mais vezes e com mais frequência daqui para frente. Segundo a pesquisa da companhia de cibersegurança Trend Micro, no próximo ano, mais de 80% das empresas globais podem enfrentar essa crise.

A importância de proteger informações e agir contra o vazamento de dados vai muito além da responsabilidade dos profissionais de tecnologia da organização. Trata-se de uma preocupação de executivos que correm o risco de ver milhões investidos se perderem em bytes descriptografados. 

Desde o pequeno negócio até uma multinacional listada na bolsa de valores, qualquer empresa pode ser hackeada. Esses ataques geralmente acontecem por meio de ferramentas automatizadas, com a utilização de robôs que buscam brechas no sistema das companhias, sem fazer distinção do tamanho delas. E aí o estrago está feito.

Por isso, o primeiro passo é não economizar quando o assunto é segurança, independente do porte ou segmento das companhias. Durante um levantamento, a Fortinet, outra gigante da segurança online, ouviu diretores de TI de mais de 400 organizações públicas e privadas espalhadas em 17 países e anunciou que a intenção de 60% deles é investir pelo menos U$S 250 mil em tecnologias para a modalidade.

No caso das pequenas empresas, o dano pode ser ainda maior, pois mesmo antes de conseguir ser reconhecida, pode ter sua reputação manchada. E, no pior dos casos, ter um prejuízo financeiro tão grande que a leve a fechar as portas. O que acontece, por exemplo, quando o sistema é paralisado por dias seguidos e as consequências são irreversíveis.

Como ação preventiva e acessível para a maioria dos casos é contratar uma consultoria, em que os especialistas estão atualizados com as boas práticas do mercado e os ataques mais frequentes. Geralmente elas também oferecem ferramentas que fazem uma bateria de testes de segurança, gerando um relatório dos pontos fracos dos seus sistemas. Um diagnóstico bem feito já é um bom começo para se manter mais protegido.

Em caso de ataque, três passos cruciais devem ser seguidos. O primeiro é realizar uma gestão de crise com o cumprimento de alguns protocolos. Um grupo de profissionais deve ser designado para interromper todas as atividades não essenciais e focar totalmente na recuperação da operação. As etapas a serem seguidas podem variar de acordo com o contexto de cada empresa, por exemplo: interromper o ataque; bloquear a fonte do ataque; reunir a equipe dedicada à esse incidente; isolar as instâncias afetadas; análise por meio de linha do tempo do ocorrido; identificação dos dados comprometidos; entre outros.

Em segundo lugar, caso haja comprovação de vazamento de dados, aplica-se a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que prevê informe a todos que tiveram seus dados comprometidos sobre o acontecimento e, ainda, quais são as medidas que estão sendo tomadas para normalizar a situação.

A terceira medida envolve reafirmar a cultura da empresa para os colaboradores, ação que deve ser trabalhada diariamente, mesmo antes do ocorrido. Aqui o conselho é criar uma cultura onde as atitudes de cada colaborador tenha o objetivo de resolver os problemas e não ficar procurando culpados. Assim as pessoas se comportam da melhor forma possível em uma situação de crise. Foco, dedicação e trabalho é o que resolve nessas horas.

Os culpados por essas situações são, na verdade, os processos. E saber identificar isso é o que faz a equipe amadurecer e ter boas práticas que evitam novos problemas. Aprendemos isso com as startups que utilizam o método “Postmortem”, que consiste em reunir o time e analisar o que deu errado, para buscar correções e evitar que as falhas não voltem a acontecer: “Os principais dados do incidente foram coletados para a posteridade?”, “as avaliações do ataque estão completas?”, “nós encontramos a raiz do problema?”. Esses são alguns exemplos de perguntas que devem ser feitas durante o exercício.

Uma política rigorosa de backups, ou seja, ato de salvar arquivos e programas originais em servidores de segurança, é altamente recomendada para qualquer empresa, e sua frequência precisa ser alta - diríamos que diária, se possível. recomenda que cópias dos dados sejam feitas com frequência alta e armazenadas em uma infraestrutura diferente de onde estão os dados originais.

Como ação de prevenção, treinar rigorosamente o time de tecnologia em Site Reliability Engineering (SRE) com especialistas em segurança, infraestrutura e devops faz com que os desenvolvedores participem ativamente da gestão de incidentes e aprendem a lidar com as ferramentas de observabilidade, que mais tarde podem servir para auditorias e melhoria contínua da segurança de nossos serviços.

Não podemos deixar de realizar testes, testes e mais testes. Os profissionais da área estão cansados de saber que só com muita análise é que conseguimos ter a certeza de que um sistema vai funcionar como queremos e com segurança. 

É necessário falar com especialistas e buscar rotinas de segurança que se adequem à realidade dos seus sistemas. Para um cenário ideal onde as empresas possam crescer protegidas, todo cuidado é pouco.

* Celso C. é gerente de engenharia de Software e Lucas Vieira é Engenheiro de Confiabilidade de Local da Revelo, startup de recrutamento em tecnologia líder da América Latina

22

Out

Alecrim ganha primeiro Outlet voltado para produtos industriais e de acabamentos para obras

Um espaço que reúne oportunidades e bons produtos a preço de custo. Essa é a proposta do Outlet OBorrachão, mais uma inovação no mercado de acabamentos, que está funcionando dentro da loja do grupo, que fica localizada no tradicional endereço do bairro do Alecrim, em Natal.

Lá, já é possível adquirir produtos de ponta de estoque de todas as unidades de OBorrachão. São pisos, revestimentos e uma infinidade de itens que não tem grandes quantidades em estoque, mas são bonitos e de boa qualidade.

“É ideal para quem quer fazer um pequeno ajuste em casa, como um revestimento para banheiros, uma pequena área gourmet, que não precisa de grandes metragens”, explicou Raíssa Diniz, diretora de marketing de OBorrachão.

O Outlet OBorrachão oferece preços diferenciados à vista e também oportunidade de parcelar as compras em até 10x.

Para conferir, é só dar uma passadinha na loja de OBorrachão que fica localizada na Avenida Presidente José Bento, 420, na AV. 3 no Alecrim. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 07h40 às 17h. Aos sábados, a loja abre das 08h às 12h.

Além da unidade do Alecrim, OBorrachão, que é uma dos mais tradicionais empresas do ramo no Nordeste, mantém lojas em Tirol (OBorrachão Revestimentos, na avenida Apodi); a Central de Obras na Rua Jaguarari, em Lagoa Nova e uma loja conceito, com decoração, organizadores e revestimentos, no Shopping Cidade Verde, em Nova Parnamirim. Conheça mais acessando o Instagram @outletoborrachao e @revestimentosoborrachao_rn.

22

Out

Startup do Rio Grande do Norte é selecionada para o programa de desenvolvimento do BID Lab e Cubo Itaú

O Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, e o BID Lab, Laboratório de Inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), apresentam as startups selecionadas para o BID ao Cubo Diversidade: Startups em Fase Inicial. O objetivo é preparar os fundadores de, aproximadamente, 30 startups das regiões Norte-Nordeste do Brasil a fim de promover a evolução de negócios em fase de ideação até a captação dos primeiros clientes e assim beneficiar o desenvolvimento dessas regiões e, por consequência, a sociedade e o ecossistema de inovação. Outro ponto importante é que o programa está voltado à diversidade e à inclusão das pluralidades, pessoas e negócios existentes nessas regiões.

No Rio Grande do Norte, a única startup inscrita foi selecionada para participar do programa. A Visual Trading, projeto de inclusão de alunos brilhantes de escolas públicas no universo do mercado financeiro e da tecnologia da informação, é a representante do estado que irá passar pela metodologia “Galápagos”, desenvolvida pelo grupo Darwin Startups.

Totalmente online, a iniciativa terá duração de cinco semanas. A capacitação será composta por quatro módulos principais: Diagnóstico 360०, Validação de Problema, Solução e MVP e Chegada ao mercado. Cada módulo terá dois encontros, sendo o primeiro no formato de Workshop e o segundo de Mentorias em grupo, totalizando oito encontros. Além disso, todas as etapas contam com facilitadores treinados e com expertise relevante para atender a jornada de todas as startups.

As startups deviam apresentar projetos inovadores, inclusivos e que gerem impacto social e/ou econômico para melhorar a vida das pessoas. O BID ao Cubo Diversidade: Startups em Fase Inicial também teve como requisito, diversidade em seu time fundador (fundadoras mulheres, pessoas negras, pessoas indígenas, pessoas da comunidade LGBTQIA+, pessoas com histórico de vulnerabilidade, PCD, entre outros).    

22

Out

Após cinco anos em queda, número de empresas no Brasil cresceu em 2019

Pesquisa inédita, divulgada hoje (22) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que, após cinco anos em queda, o número de empresas ativas no país aumentou em 2019. Houve um acréscimo de 6,6% na comparação com 2018. Da mesma forma, cresceu o total de assalariados que trabalham para entidades empresariais. O aumento de 774,8 mil representa alta 2,4%.

Intitulada Demografia das Empresas e Empreendedorismo, a pesquisa revela as taxas de entrada, saída e sobrevivência das empresas, além da mobilidade e idade média delas. Mostra ainda dados relacionados à ocupação assalariada. Há recortes por atividades econômicas e regiões do país. O IBGE reúne esses indicadores anualmente desde 2008. Não são considerados no levantamento órgãos públicos, entidades sem fins lucrativos, microempreendedor individual (MEI) e organização social (OS).

A análise exploratória das entidades que mais geraram empregos no período considerado pode ser utilizada como material de apoio para estudos futuros sobre o tema, sobretudo os relacionados às políticas públicas que visem a fomentar a geração de empregos no Brasil", registra o IBGE. O órgão aponta ainda que os indicadores reunidos na pesquisa são importantes para avaliar o dinamismo empresarial no país.

Indústria Wirth CalçadosDois Irmãos (RS) 14.04.2006 - Foto: Miguel Ângelo

Em 2019, o Brasil tinha 4,7 milhões de empresas com uma idade média de 11,7 anos. Elas contavam com 33,1 milhões de trabalhadores assalariados. Nesse mesmo ano, as entradas de novas empresas totalizaram 947,3 mil. Considerando que as saídas foram 656,4 mil, o saldo positivo foi de 290,9 mil.

O IBGE considera que parte desse resultado pode refletir um ajuste na base de dados. Isso porque a pesquisa usa como referência o Cadastro Central de Empresas (Cempre) do próprio instituto, que é atualizado todos os anos a partir de outros estudos. Ele também leva em conta a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), registros administrativos do Ministério do Trabalho e Previdência. Mas em 2019, ambos começaram a ser substituídos pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

"Observa-se que as 4,7 milhões de empresas ativas tinham 5,2 milhões de unidades locais também ativas, das quais 50,5% estavam localizadas na Região Sudeste; 22,5%, na Região Sul; 14,9%, na Região Nordeste; 8,4%, na Região Centro-Oeste; e 3,7%, na Região Norte", constatou o IBGE.

As áreas econômicas de maior destaque foram "atividades profissionais, científicas e técnicas". O saldo positivo foi de 61.388 empresas. Nesse setor, segundo o IBGE, enquadraram-se muitos profissionais liberais que atuam oferecendo serviços e consultorias em gestão empresarial, engenharia, direito e contabilidade. "Saúde humana e serviços sociais" foi outra atividade econômica que se destacou. O saldo positivo, de 44.294 empresas, se deve principalmente à atenção ambulatorial exercida por médicos e dentistas.

Os números revelam a interrupção da sequência de quedas que se observou entre 2014 e 2018. Antes desse período, o Brasil registrou pelo menos seis anos de crescimento do número de empresas: o saldo anual foi positivo de 2008, quando as análises começaram a ser realizadas, até 2013.

É importante notar que o IBGE não avaliou ainda impactos da pandemia de covid-19, que teve início no Brasil em março de 2020. A influência da crise sanitária no país poderá ser observada na próxima edição da pesquisa, que deverá ser publicada no ano que vem e trará os dados de 2020.

Sobreviventes

Das 4,7 milhões de empresas no país existentes em 2019, 79,8% eram sobreviventes e 20,2% representavam novas entradas. A pesquisa aponta que a média salarial mensal das empresas sobreviventes, de R$ 2.549,36, é superior à média salarial mensal das empresas iniciantes, de R$ 1.553,62. Revela também que 96,9% do pessoal ocupado assalariado estava empregado nas entidades sobreviventes e 3,1% nas iniciantes.

A pesquisa apurou ainda a evolução das empresas que foram criadas cinco anos antes, isto é, em 2014. Os resultados mostram que 77,2% sobreviveram após um ano de funcionamento, 64,9% após dois anos, 54,8% após três anos e 46,3% após quatro anos. Em 2019, passados cinco anos, as sobreviventes eram 37,6%.

É possível notar diferenças na taxa de sobrevivência conforme o porte da empresa. Aquelas que não possuem pessoas assalariadas, com atividades sendo desenvolvidas apenas por proprietários ou sócios, registraram índice de 32,1% após cinco anos. Entre as empresas criadas em 2014 com dez ou mais assalariados, 64,5% estavam ativas em 2019. Nas empresas intermediárias, que têm entre um e nove trabalhadores que recebem salário, esse índice foi de 49,1%.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Miguel Ângelo

22

Out

Inovação e sustentabilidade entram nos debates do segundo dia do GO!RN

Informações técnicas, robótica, games, finanças, startups, capacitação e tendências de mercado. Tudo isso é o que reserva a programação do segundo dia do GO!RN 2021, que foi aberto nesta quinta-feira (21), no hotel Holiday Inn. Apesar da solenidade de abertura ter sido presencial, o evento está sendo todo realizado em ambiente virtual. O tema inovação sustentável é um dos destaques da programação desta sexta-feira e será abordado pelo professor doutor Breno Nunes, da Universidade de Aston (Inglaterra) em palestra prevista para as 9h. No período da tarde, está marcado um papo interativo também internacional entre fundador da VivaReal, Brian Requarth, e o cofundador da fintech Flourish Fi, Pedro Moura.

O GO!RN 2021 é um evento idealizado pelo Sebrae e cocriado com as instituições integrantes do ecossistema de inovação do Rio Grande do Norte a partir do Startup Day. Em duas edições iniciativa se consolida como o maior evento do empreendedorismo inovador no estado. Isso porque oferece mais de 100 tipos de atividades simultâneas, distintas e gratuitas, que são disponibilizadas em seis palcos virtuais de uma plataforma online. A programação do evento, que encerra nesta sexta-feira, pode ser conferida no site www.go.rn.sebrae.com.br/.



O evento tem muitos assuntos a discutir, porém, um dos destaques é a tríade sustentabilidade, empreendedorismo e responsabilidade social. Palestras marcadas para o último dia vão tratar desses assuntos. É o caso da palestra internacional Inovação Sustentável: Tendências e Desafios no Mercado Global, ministrada por Breno Nunes. Ele é docente da Escola de Negócios da Universidade de Aston, na Inglaterra, além de ser vice-diretor do Centro de Pesquisas em Economia Circular e Sustentabilidade Avançada e vice-presidente da Associação Internacional em Gestão da Tecnologia.

Outro atrativo da programação é papo interativo Pedro Moura e Brian Requarth. Esse último deixou a Califórnia para se instalar na América Latina onde fundou a VivaReal, que posteriormente se fundiu com a Globo e operou a sua venda para a OLX. Numa espécie de entrevista os dois empreendedores vão destacar erros e acertos nessa jornada e mostraram perspectivas diferentes e convergentes para inspirar empreendedores potiguares participantes do evento a fazerem acontecer.

Solenidade de abertura

O GO!RN contou com uma solenidade de abertura presencial, realizada no hotel Holiday Inn. Durante a cerimônia, o diretor técnico do Sebrae-RN, João Hélio Cavalcanti, destaca que a instituição tem um papel fundamental no fomento ao ecossistema de inovação e que a realização do GO!RN pelo segundo ano consecutivo é uma oportunidade de disseminar o tema inovação para todos, especialmente às empresas e instituições que estão fora do ecossistema. “Estamos tratando de temas muito importantes para o futuro dessas empresas. É uma oportunidade de conectar as micro e pequenas empresas à tecnologia e inovação. Nosso papel é levar até essas empresas conhecimento sobre a inovação, que é determinante, estratégica e essencial ao desenvolvimento econômico e social”, avalia.

João Hélio reitera que a inovação não só contribui para aumentar a competitividade dos pequenos negócios, como também é o único caminho para torná-los sustentáveis. O diretor de Inovação da Federação das Indústrias do RN - FIERN, Djalma Júnior, acredita que a cultura é o maior desafio para introduzir a inovação na pequena empresa. “Para o empresário é um desafio inserir a inovação e até mesmo redesenhar seus negócios nesse processo inovador. Por ser dono de uma pequena empresa, o empresário, na maioria das vezes, atua em várias áreas do seu negócio, seja financeira, de produção e até mesmo de pessoas. Isso limita muito o tempo para planejar o seu negócio e pensar na temática inovação”, analisa.

Também presidente da Comissão Temática de Inovação, Ciência e Tecnologia da FIERN (COINCITEC), Djalma Junior reitera que é preciso quebrar o paradigma de que inovar é ter um produto novo e sim disseminar a cultura nas pessoas para usarem ferramentas de inovação. Segundo ele, o nível de maturidade das empresas no sentido de adotar a inovação como algo estratégico é ainda muito baixa. Djalma lembra que o Brasil está no 57º lugar no ranking do Índice Global de Inovação e que é preciso que haja uma mudança de mentalidade, sobretudo no atual momento da conjuntura nacional e mundial.

O palestrante do primeiro dia do GO!RN e ex-superintendente de Florianópolis/SC, Marcus Rocha, destacou na sua apresentação os caminhos e desafios para um ecossistema de empreendedorismo inovador, visando o desenvolvimento sustentável.



“É preciso que seja formado um ecossistema bem estruturado para dar suporte às empresas, sobretudo as de pequeno porte. Quando falamos de ecossistema, precisamos de pessoas com competências formadas por universidades e escolas técnicas, o apoio de instituições de ciência e tecnologia, que transformem esse conhecimento em entregas de soluções para resolver os desafios da sociedade, das empresas envolvidas e do apoio do poder público com mecanismos de suporte, sobretudo de desburocratização. Só assim é possível se criar um solo fértil para que as pequenas empresas inovadoras consigam se desenvolver num ambiente favorável”, defende Marcus.

O GO!RN teve origem no antigo Startup Day e segue a mesma proposta, porém, mais abrangente. São mais de 20 eventos em um mesmo ambiente, totalizando mais de 100 atividades como palestras, mini-cursos, painéis e mesas redondas, previstas para ocorrer nos seis palcos, simultaneamente.

O GO!RN 2021 é uma correalização do Sebrae-RN com a Jerimum Valley, Potiguaras Valley, LEP, CDL Jovem, Salt Valley, b.connect, Junior Achievement, Parque Instituto Metrópole Digital – IMD e incubadora INOVA, RN Júnior, Seahub, PONG, Potilivre, WiE, Arara Furtacor, incubadora ITNC-IFRN, e-Labora da UnP, incubadora inPacta da UFRN, Prefeitura do Natal e Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte, com destaques ainda para os eventos do ALI, o ALIFLIX, e o Tech for Good.

Fotos: Moraes Neto

21

Out

Ferramenta promete auxiliar mulheres a equilibrar multitarefas e autocuidado

​​​​​​​The Juggl – assim mesmo, sem a letra “e” – faz referência à palavra malabarismo. Segundo o Fast Company, a essência no nome do serviço está justamente aí: já que é focado em algo que está faltando, mas é essencial. A proposta é oferecer um atendimento pago para mulheres que estão sempre se dividindo entre várias atividades – ou seja, fazendo malabarismos para dar conta de tudo. Focado no crescimento pessoal e profissional, The Juggl se dedica a um tipo de autocuidado que muitas vezes falta em vidas ocupadas.

Com um time de coaches, treinadores, especialistas e médicos o Juggl funciona como um balcão único para profissionais em busca de clientes e colaboradores que desejam se desenvolver. De acordo com a empresa, todos os envolvidos são das áreas de saúde e bem-estar, relacionamentos, assistência, finanças, desenvolvimento profissional e hobbies, incluindo nomes como Eve Rodsky, autora do livro “O método Fair Play para divisão de tarefas domésticas”, e Shelley Paxton, autora, palestrante e treinadora transformacional.

As co-fundadoras do projeto são Melissa Skoog e Kelly Miller, mulheres que entendem sobre o famoso “malabarismo” para resolver questões diárias. Skoog contou ao site Fast Company que sua história pessoal tem tudo a ver com a proposta do projeto, pois ela faz parte da chamada “geração sanduíche”, dividindo seu tempo entre cuidar dos filhos, de sua mãe e construir um negócio.

No site, The Juggle promete: “Independentemente de você ter dez minutos ou duas horas, somos um espaço seguro onde você pode priorizar a si mesma, trabalhar com o que VOCÊ precisa e fazer um plano para o que deseja realizar em casa, no trabalho ou no mundo”. A filiação ao programa é de 13 dólares mensais pagos anualmente.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152261/conheca-o-the-juggl-servico-que-ajuda-mulheres-em-seu-desenvolvimento-pessoal-e-profissional/

21

Out

Digitalização do agronegócio será o destaque do Sebrae na Festa do Boi

O Sebrae no Rio Grande do Norte definiu a programação do seu espaço na 59ª Festa do Boi. O eixo principal da Agência Sebrae Festa do Boi, espaço que está sendo montado pela instituição no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, será a digitalização do agronegócio potiguar como estratégia para agregar valor aos produtos e tornar as atividades mais rentáveis e produtivas. Além de várias capacitações técnicas, cursos, exposição de gêneros terroir e demoday, o Sebrae anuncia uma série de palestras diárias com especialistas e palestrantes de renome nacional, entre eles, José Luiz Tejon, Jardel Beck, Kiko Kislansky, Aretha Duarte, Paula Varejão e Waldonys. O evento começa no dia 13 de novembro e só encerra no dia 20.

A programação será bem diversificada e vai disponibilizar para os visitantes práticas tecnológicas, orientações técnicas, consultorias, capacitações e diagnósticos ágeis de gestão. De acordo com o coordenador do espaço, analista técnico da Unidade de Desenvolvimento Rural do Sebrae-RN, Elton Alves, as atividades serão realizadas no formato híbrido, dando possibilidade de o participante desfrutar de toda a programação, tanto presencialmente quanto de forma remota pela internet.

“A proposta desta edição da Agência Sebrae Festa do Boi é trabalhar fortemente a difusão da importância da digitalização do agronegócio. Essa estratégia é uma tendência irreversível que está diretamente relacionada a maiores retornos financeiros, assim como a criação de novos paradigmas de confiança com o consumidor final, agregando valor aos negócios do campo”, argumenta Elton Alves.

Durante os oito dias da Festa do Boi, o Sebrae vai destacar ações e soluções para o agronegócio e outras cadeias produtivas, capazes de alavancar o desenvolvimento das atividades dos pequenos produtores do estado e também inspirar com idéias e boas práticas quem pretende investir em negócios rurais.

Por isso, a Fazendinha será a porta de entrada do espaço, apresentando aos visitantes experiências exitosas no contexto rural. O visitante poderá mapear as principais necessidades empresariais e escolher as soluções oferecidas pelo Sebrae no próprio ambiente do evento, inclusive tendo a chance de solicitar atendimento continuado da equipe de técnicos e consultores da instituição.

Além disso, será realizada uma exposição dos principais produtos terroir – que são aqueles com características ligadas essencialmente a uma região ou localidade – do Rio Grande do Norte. Os expositores foram selecionados pelo Sebrae para demonstrarem e também comercializarem junto ao público produtos que têm a cara do Rio Grande do Norte.

Grade de palestras

Outro destaque são as palestras magnas. Diariamente, o espaço terá um palestrante renomado que vai bater um papo com o público presente no parque e também as pessoas que acompanham de casa, pela internet.

Estão programadas diversas palestras, sendo a primeira com Jardel Beck, mágico que dará um show sobre os efeitos quea  transformação digital geram para o agronegócio. Beck é escritor, pesquisador e especialista em Marketing e Neurolinguística, mágico premiado internacionalmente e mais de 100 mil pessoas já foram impactadas por suas palestras no Brasil. 

A sustentabilidade entra em cena no segundo dia, com a palestra de Laíse Nunes, do Centro Sebrae de Sustentabilidade. Ela abordará a sustentabilidade como diferencial competitivo para as empresas que desejam se manter no mercado. Laíse será o destaque de um dos eventos paralelos da Agência Sebrae Festa do Boi, a Conferência Estadual de Sustentabilidade. Já Kiko Kislansky minstra a palestra ‘Propósito e Engajamento’, enfocando os negócios de impacto socioambiental. Escritor, co-fundador da Euzaria e Cazulo, premiado em Responsabilidade Social, Kiko Kislansky trará a reflexão no dia 15 de novembro sobre o impacto social que negócios com propósitos podem promover no mundo.

A lista de palestrantes convidados também inclui Aretha Duarte, uma das cinco mulheres brasileiras a atingir o pico do Everest, e a barista Paula Varejão, que vai falar sobre as tendências do consumo de café no Brasil e no mundo. Quem tem ou pretende abrir uma cafeteria vai ter a oportunidade de se aprofundar sobre esse tipo de negócio. 

Além delas, o especlaista em Agronegócio José Luiz Tejon fala dos desafios no agronegócio para o posicionamento das marcas e aumento da competitividade através da melhoria da gestão e da produção, apresentando o marketing como grande aliado para ampliar a percepção do valor da marca e produtos no mercado. Tejon é professor, doutor, escritor, jornalista e publicitário, especialista e comentarista da área de agronegócios. A última atração será uma palestra Show com Waldonys, empreendedor e músico.

Estrutura e eventos

Elton Alves destaca que a Agência Sebrae Festa do Boi será um espaço mais aberto e conectado. “Sem estruturas fechadas de salas e auditórios, devido ao contexto da pandemia”. O coordenador informa também que haverá vários setores dentro do ambiente, como os estandes dos patrocinadores, estande institucional do Sebrae com atendimento empresarial, ambiente de coworking, área gastronômica com Café Santa Clara, 4ª Exposição de Queijos Artesanais e Ostras da Pipa. “Teremos um hub de parceiros com diversas instituições parceiras do Sebrae oferecendo seus serviços no ambiente e a competição Startups Inova Agro, que reunirá universitários que desenvolverão soluções para o agronegócio e serão premiados”, ressalta.

Entre os eventos paralelos, estão a já mencionada Conferência Estadual de Sustentabilidade, o Fórum Potiguar de Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto, o Curso de Barista que será realizado na escola Observatório do Café (fora do parque), o Demoday do Programa Quartzo, o lançamento da Sweet Coffee Week Terras Potiguares, o Café Empreendedor – Encontro de Baristas, Torrefadores e Empresários do Café, o Seminário Fruticultura 4.0, Rede Mulheres de Valor – Seminário de Empreendedorismo Feminino e o Seminário de Cotonicultura e Agroecologia do RN.

Fotos 1 e 3: Canindé Soares / Foto 2: Divulgação

21

Out

Expansão do e-commerce continua: em setembro, setor cresceu 24,21%

Dados do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital, apontam que o e-commerce brasileiro registrou crescimento de 24,21% em setembro de 2021 em relação ao mesmo período de 2021. As vendas, por sua vez, tiveram alta de 15,81% e o tíquete médio subiu 1,95%.

No acumulado do ano, o crescimento das vendas é de 10,82%, mas quando se compara setembro com agosto, houve retração de 6,31%. O faturamento também teve variação negativa, de 4,49%, quando comparados setembro e agosto.

A composição do crescimento de vendas por região mostra liderança do Norte (32,74%), seguido por Centro-Oeste (26,55%), Nordeste (24,84%), Sul (18,21%) e Sudeste (11,72%) na comparação entre os meses de setembro de 2021 e de 2020. Em termos anuais, os resultados apontam o Centro-Oeste em primeiro, com 29,94%, seguido por Norte (28,62%), Nordeste (26,16%), Sul (18,79%) e Sudeste (3,82%).

No faturamento regional, o líder é Centro-Oeste (32,26%). Em seguida, vêm Nordeste (27,70%), Sul (26,25%), Norte (25,94%) e Sudeste (21,65%). Para o acumulado anual, Centro-Oeste fica à frente (40,42%) e depois vêm Nordeste (33,52%), Sul (32,07%), Norte (28,14%) e Sudeste (15,31%). A comparação considera setembro de 2021 em relação a setembro de 2020.

Participação do e-commerce no varejo

No comércio varejista, a participação do e-commerce alcançou 12,3% em agosto de 2021. Esse é o quinto melhor resultado do segmento, desde janeiro de 2018. A análise anual mostra participação de 11,2%. O indicador considera a última Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em 6 de outubro.

No trimestre de julho a setembro de 2021, 16,7% dos brasileiros fizeram pelo menos uma compra online. Para a pesquisa, são coletadas 100% das vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro. Não estão contabilizados dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, nem dos setores de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/e-commerce/expansao-do-e-commerce-continua-em-setembro-setor-cresceu-2421-199425/

20

Out

Feira do Empreendedor virtual começa no próximo sábado (23)

Quem tem ideia para montar um negócio ou melhorar a empresa e expandir a atuação tem pouco tempo para se inscrever no maior evento de empreendedorismo do Brasil. A Feira do Empreendedor 2021, promovida pelo Sebrae, começa no próximo sábado (23) e só termina no dia 27. As inscrições ainda estão abertas no site www.feiradoempreendedor21.com.br/. O evento é a oportunidade de empresários potiguares se capacitarem gratuitamente e de forma virtual com grandes nomes do empreendedorismo nacional.

Com o tema “Empreender é para todos!”, a Feira do Empreendedor terá uma programação diversificada. Entre os especialistas convidados, estão os participantes da Arena do Conhecimento, um espaço virtual para debater temas, como inovação, negócios, digital, comunicação e tendências, com nomes que são referências nessas áreas, É o caso de Joel Moraes, Carla Sarni, Mic Mann, Edson Mackenzie, Emicida, Renata Malheiros e Ricardo Amorim.

Durante cinco dias, a maior feira de empreendedorismo do país, que acontece de forma virtual e gratuita, trará temáticas que podem ajudar empresários a alavancar seus negócios. Entre as referências está o rapper, cantor, letrista e compositor Emicida, considerado uma das maiores revelações do hip hop do Brasil, na década de 2000, vai compartilhar sua experiência.

Além de cantor, Emicida atuou como repórter e, em 2015, lançou o álbum “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa”, que lhe rendeu uma indicação ao Grammy Latino, na categoria “Melhor Álbum de Música Urbana”. Em 2019, lançou o projeto amarelo que compõe de mesmo nome, podcast, além de um documentário e um show, ao vivo, publicados pela Netflix. O documentário AmarElo - tudo é para ontem, foi indicado ao Emmy Internacional 2021, prêmio organizado pela Academia Internacional das Artes & Ciências Televisivas, para celebrar as melhores obras do ano produzidas fora dos EUA.

O empresário na área de desenvolvimento humano Joel Moraes que, desde pequeno, conviveu em um ambiente de alto performance e desafios, vai trazer sua experiência para o público no primeiro dia do evento. Por quase duas décadas foi atleta profissional de natação e inúmeras vezes campeão nacional. Chegou a ser um dos melhores nadadores do mundo. Após sua carreira como nadador, tornou-se um treinador de alto performance. Treinou mais de mil atletas de alto nível e campeões mundiais, além de coordenar, por quatro anos, o

Instituto Neymar

 

Outro nome confirmado para o dia 23 de outubro é da fundadora da Sorridents - considerada a maior e mais premiada rede de clínicas odontológicas da América Latina - Carla Sarni. Reconhecida como uma das maiores lideranças femininas do país, Carla já participou do Brazil Conference como palestrante, em Boston, e tornou-se um caso de sucesso da plataforma de negócios MeuSucesso.com. Além da Sorridents, a palestrante divide seu tempo à frente da Sorriden, plano odontológico do Instituto Sorridents; da Docbiz; da Olhar Certo (clínicas oftalmológicas) e a GiOlaser, rede de depilação a laser e estética.

Quem também marcará presença é o contador de histórias, futurista, empresário e palestrante Mic Mann, com quase 20 anos de experiência na indústria de mídia, marketing e eventos. Fundou, em 2016, a organização, sem fins lucrativos, SingularityU Johannesburg e Cape Town Chapters, para ajudar a construir a comunidade local, para que os sul-africanos possam criar empregos, impulsionar a educação e estimular a economia com novas oportunidades.
O diretor de investimentos da THeVentureCity, autor, radialista, produtor de conteúdo e colunista Edson Mackeenzy também estará na Feira do Empreendedor. Em 2004, fundou a primeira plataforma de compartilhamento de vídeos do mudo, o Videolog.tv. Em 2018, recebeu o prêmio de melhor mentor de negócios do país durante o Startup Awards, oferecido pela Associação Brasileira de Startups e AWS.

A Feira do Empreendedor vai contar ainda com a participação da coordenadora Nacional de Empreendedorismo Feminino do Sebrae e co-fundadora da Alumna Mentoria, Renata Malheiros Henriques, que é membro júri do programa Planeta Startup 2021, reality show de competição de startups, transmitido pela Rede TV. 

No dia 26 de outubro, a palestra será com Ricardo Amorim, economista e uma das 100 pessoas mais influentes do país, de acordo com a Revista Forbes. Amorim é o influenciador latino-americano mais seguido no LinkedIn e Top Voice Influencer do LinkedIn, no Brasil, desde 2016. Ganhou por quatro anos consecutivos o “Prêmio Os + Admirados na Imprensa de Economia, Negócios e Finanças”. Tem mais de 20 anos de atuação destacada no mercado financeiro mundial e é autor do best-seller Depois da Tempestade. 

Além das palestras, a programação traz capacitações, rodada de negócios, acesso a crédito e novidades que serão anunciadas no pré-evento, previsto para o Dia do Empreendedor, comemorado em 5 de outubro, às 18 horas. A programação de lançamento dá uma mostra de como será essa edição e contará com bate papo com dois empreendedores de sucesso: a CEO do Movimento Black Money, Nina Silva, e o fundador da Cacau Show, Alexandre Costa. As inscrições para a feira e o bate papo de lançamento dia 5 são gratuitas e podem ser feitas tanto para participante quanto para expositores e empresas interessadas nas rodadas de negócios. 

Ao todo, o maior evento de empreendedorismo ocorre em vários pavilhões virtuais com temáticas para quem pretende empreender ou já tem uma pequena ou microempresa. A Feira será realizada na plataforma de realidade virtual Sebrae Experience, que permite uma navegação em ambiente 3D fácil, intuitiva, com acesso imediato aos expositores, conteúdos e soluções.

 

20

Out

Inscrições para o Exame Nacional de Residência começam hoje

Começam hoje (20) e vão até o dia 8 de novembro as inscrições para a edição 2021 do Exame Nacional de Residência (Enare). As provas estão marcadas para o dia 12 de dezembro deste ano. Tanto o acesso ao edital quanto as inscrições podem ser feitos por meio do site do Enare. Para acessar o endereço eletrônico, clique aqui.

O Enare foi criado em 2020 para otimizar a forma de seleção dos residentes. Mais de 3,2 mil vagas de residência das áreas médica, multi e uniprofissional serão ofertadas em 81 instituições distribuídas em todo o país.

De acordo com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal responsável pelo edital, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), esta edição apresentou um crescimento de aproximadamente 800% no número de vagas e de 900% no número de instituições participantes, na comparação com o último certame.

Na edição deste ano, as provas serão realizadas em todas as capitais e em mais 23 cidades: Feira de Santana (BA), Ilhéus (BA), Imperatriz (MA), Uberlândia (MG), Caratinga (MG), Juiz de Fora (MG), Montes Claros (MG), Dourados (MS), Sinop (MT), Campina Grande (PB), Cascavel (PR), Guarapuava (PR), Londrina (PR), Nova Iguaçu (RJ), Passo Fundo (RS), Pelotas (RS), Bauru (SP), São Carlos (SP), São José do Rio Preto (SP), Campinas (SP), Araguaína (TO), Petrolina (PE) e Joinville (SC).

Classificação

A Ebserh explica que o sistema de classificação é semelhante ao do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que usa notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para seleção de estudantes da graduação em universidade federais. Depois das provas, o candidato terá a nota alcançada na especialidade escolhida e poderá utilizá-la para indicar onde pretende atuar. O sistema fica aberto por um tempo determinado para que cada candidato registre o local de sua preferência. As melhores notas se sobrepõem às menores, determinando, no fechamento do sistema, quem ocupará as vagas. Em seguida, ele é aberto novamente para preencher as vagas ociosas e para a formação de cadastro reserva.

Em 2020, houve a oferta de 405 vagas para oito hospitais da Rede Ebserh/MEC e um hospital militar. Foram 304 para 41 especialidades de residência médica, oito para a residência uniprofissional (entre enfermagem e física médica) e 93 para a residência multiprofissional, que incluiu enfermeiros, farmacêuticos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, odontólogos, nutricionistas e profissionais de educação física. Com o aumento de vagas deste ano, a Ebserh espera uma maior diversificação nas especialidades profissionais.

A Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, que atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas.

Fonte: Agência Brasil

20

Out

Edição do Congresso Brasileiro de Oftalmologia começa em Natal nesta quinta

A capital potiguar vai ser cenário para a 65ª edição do Congresso Brasileiro de Oftalmologia, de quinta (21) a sábado (23), no Centro de Convenções de Natal, com participação de conferencistas nacionais e internacionais. Na programação, o que há de mais atual, rico e versátil no campo da ciência oftalmológica. O evento segue os protocolos de biossegurança e requer comprovante de vacinação para os participantes.

Com grade extensa e diversificada, os temas a serem debatidos entre os congressistas permeiam a atualidade. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia – CBO levantou as relações entre a pandemia da covid-19 e o crescimento do número de casos de miopia infanto-juvenil no país. Especialistas declaram que o aumento da exposição às telas dos aparelhos eletrônicos coloca em risco a saúde ocular das crianças. E, o novo cenário, somado a uma já conhecida realidade de uso excessivo de tecnologia, resultou na ampliação de novos casos ou agravamento da miopia em crianças e adolescentes.

Outro ponto observado e estudado é que, no Rio Grande do Norte, a exemplo, 40% das consultas oftalmológicas caíram por conta da pandemia e os dados revelam grandes consequências para a saúde do potiguar.

Catarata duras e intumescentes; cataratas em crianças; glaucoma; esotropia associado a uso excessivo de celular por abuso de eletrônicos portáteis; hipermetropia; presbiopia; miopia; estrabismo pós-trauma; complicações vasculares após preenchimento facial; complicações em procedimentos estéticos; transplante de córnea; olho seco, blefarites e meibomites; retinopatia diabética; refração e lentes de contato, dentre outros pontos estão entre os temas a serem debatidos durante o Congresso.

Considerado o segundo maior congresso do mundo, a 65ª edição traz, no total, 146 atividades, mais de 1300 aulas, entrevistas e cursos, 551 temas livres, 411 relatos de casos e mais de 800 conferencistas convidados, resultando em uma grande troca de experiência e conhecimento entre os participantes. Além do Desafio CBO 2021, com Startups, sendo 21 selecionados para a apresentação final, que tem o objetivo de apontar problemas existentes no meio e mostrar soluções.

Congresso Brasileiro de Oftalmologia 2021 é presidido pelos médicos Dr. Alexandre Henrique Bezerra Gomes (RN), Dr. Marco Antônio Rey de Faria (RN) e Dr. Paulo Augusto de Arruda Melo (SP); tem realização do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e do Departamento de Oftalmologia da Associação Médica Brasileira. 

Mais informações e programação completa no: www.cbo2021.com.br/cbo2021

19

Out

RN tem rebanho de 20,6 mil animais inseminados artificialmente

Em menos de uma década, o Rio Grande do Norte conseguiu posicionar o rebanho de gado bovino no ranking dos animais de alta linhagem do país. Isso se deve ao aumento do número de propriedades que passaram a adotar técnicas reprodutivas, como inseminação artificial e fertilização in vitro, capazes de ampliar rapidamente o padrão genético dos animais, sobretudo em pequenas propriedades. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), referente ao último semestre do ano passado, o estado já inseminou 20.634 matrizes com essa técnica, o que colocou o Rio Grande do Norte como o quarto estado do Brasil que mais recorre a esse tipo de manejo para aumentar a produtividade dos animais voltados para corte. 
 
Segundo as informações divulgadas pela Asbia, 36,5% do rebanho de corte do Rio Grande do Norte está sendo reproduzido com o uso desse método, o que representa um avanço, já que há 20 anos essa era uma realidade incomum nas pequenas fazendas potiguares, seja pelo custo ou conhecimento técnico para a execução. Hoje, o Rio Grande do Norte fica atrás apenas do Paraná, Tocantins e Alagoas, cujos índices de adoção são de 38,6%, 37,8% e 37,4%, respectivamente. Entre o rebanho leiteiro, o RN ainda precisa avançar. A técnica é usada apenas em 2,8% do gado criado para essa finalidade. 

Para o gestor do projeto Leite & Genética do Sebrae no Rio Grande do Norte, Acácio Brito, esse indicador atestado pela Asbia deve ser encarado como um excelente resultado e revela que os criadores potiguares entenderam que modernizar o manejo do rebanho é fundamental para aumentar a rentabilidade da atividade, através da renovação e melhoria do padrão genético dos animais. 
 
Acácio Brito atribui esse avanço à disseminação das ações do projeto entre os pequenos e médios produtores de todas as regiões do estado onde há bovinocultura. Segundo o último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o estado possui um rebanho bovino composto por 758,4 mil cabeças. “Mais de 25% desses animais de corte inseminados artificialmente foram alvo das ações do projeto Leite & Genética”, calcula o gestor. Isso representa um universo de 5.629 matrizes inseminadas. 
 
Desenvolvido pelo Sebrae-RN com execução do Instituto BioSistêmico (IBS), o Projeto Leite & Genética leva ações de inovação e biotecnologias de reprodução para currais de produtores rurais do estado de forma subsidiada, permitindo que esses agropecuaristas tenham acesso a uma série de serviços e modernas técnicas, antes restritas às grandes propriedades. Até 70% dos custos das consultorias ficam a cargo do Sebrae, cobertos pelo programa Sebraetec.
 
Catálogo

O sucesso da iniciativa se deve principalmente à escolha dos touros, que compõem o catálogo do projeto e formado por animais reconhecidamente de alta linhagem. Esses touros asseguram um alto nível da próxima geração de bezerros. Para os criadores da raça Nelore, que está entre as mais criadas para corte no Brasil, o projeto disponibiliza o segundo colocado no ranking do Programa de Melhoramento Genético da raça feito pela Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). 
 
O programa do Sebrae traz ainda touros classificados no sumário do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ) /2021 entre os dez melhores do ano. Alguns exemplos: o reprodutor Maestro é o primeiro colocado da raça Brahman e Jaguar RG o segundo da raça nelore. Esse último tem sido o animal mais utilizado pelos participantes do programa do Sebrae em parceria com o IBS.

Já o Caduceu da Capital é o quarto colocado – entre os guzerás de linhagem leiteira. Outro touro classificado, gerado pelo Projeto Leite & Genética, é o Landau Bompasto (Sindi), de propriedade do criador Junior Teixeira, do Sindi Bompasto, cliente do projeto desde o ano de 2012. Sua propriedade fica em Serrinha e o touro também integra o catálogo do projeto. 
 
“Ter animais que estão no ranking dos melhores do Brasil em nosso catálogo significa a assertividade das nossas escolhas para colocá-los à disposição dos participantes do programa. Traduz ainda o nível de linhagem que buscamos para o rebanho potiguar”, reforça Acácio Brito.
 
Novas adesões 

O Projeto Leite & Genética reabrirá suas inscrições no período de 13 a 20 de novembro próximo, durante a 59ª Festa do Boi que ocorrerá no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim, região metropolitana de Natal. Com execução técnica do IBS, o projeto completa uma década levando modernas técnicas de reprodução animal para pequenos produtores do estado.

A meta é atingir neste ano a marca de mais de 20 mil animais nascidos através do programa. Para mais informações sobre a iniciativa, o produtor pode consultar o site https://material.rn.sebrae.com.br/leite-genetica/.