Mercado

22

Nov

Black Week do Sistema Indústria começa nesta segunda-feira (22) com descontos em cursos e serviços

A partir desta segunda-feira (22), as entidades que compõem o Sistema FIERN – SESI, SENAI, IEL e FIERN – promovem a “Black Week” com descontos especiais em diversos serviços, cursos e Intermediação de Estágios. Esta é a maior promoção do ano voltada a essas atividades, com reduções nos valores de contratação que chegam a 50%. As oportunidades seguem até a sexta-feira (26).

No Serviço Social da Indústria (SESI-RN) e no Instituto Euvaldo Lodi no Estado (IEL-RN), o período de ofertas tem início na próxima segunda-feira. No Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial no Rio Grande do Norte (SENAI-RN) a “Black Week” começou, em meio ao Mundo SENAI, desde o dia 11 deste mês. E encerram na sexta-feira, dia 26.

Confira as principais oportunidades da “Black Week” da Indústria

SESI-RN
O SESI-RN estará, a partir da segunda-feira (22), com uma série de serviços com 50% de desconto, entre os quais se destacam os que integram os Programas Legais em SST (Saúde e Segurança no Trabalho. Também há possibilidade de contratação, por empresas, de exames ocupacionais e consultas por especialidades com o mesmo percentual de desconto. O site da instituição é o www.rn.sesi.org.br.

IEL-RN
Nesta edição da “Black Week” do Sistema FIERN, o IEL-RN está com dois de seus serviços com 50% de desconto: Intermediação de Estágio (para novos clientes) e Diagnóstico Comportamental. Os contatos com o Instituto Euvaldo Lodi no Rio Grande do Norte podem ser feitos pelo telefone (84) 3204-6250. O site da instituição é o www.rn.iel.org.br.

SENAI-RN
Os destaques do SENAI-RN, na semana da Black Week do Sistema FIERN, são cursos de formação profissional com descontos de 50% e 30%. Entre as opções, estão os cursos presenciais, online e semipresenciais, nas unidades do SENAI-RN da Grande Natal, Santa Cruz e Mossoró.

As oportunidades incluem formação em “Polivalência na Produção Industrial do Vestuário”, “Manutenção em Sistemas Elétricos de Motocicletas”, “Mecânica de Injeção Eletrônica de Motocicletas”, todos com 50% e ofertados pelo Centro de Educação e Tecnologias Aluísio Bezerra (SENAI-RN, em Santa Cruz).

Em Mossoró, o Centro de Educação e Tecnologias Ítalo Bologna, estão com descontos o curso de Mecânico de Máquinas de Usinagem, Trabalho em Altura e NR Básico. Também está com valor promocional para contratação (30%) a Consultoria em Lean Manufacturin.

Nas unidades do SENAI-RN na Grande Natal, há cursos com descontos de técnicos em Edificações e, no Centro de Educação em Tecnologias Clóvis Motta, de Fabricação de Pães. Também estão disponíveis combos no Centro de Tecnologias do Gás & Energias Renováveis (CTGAS-ER), nas áreas de certificação e energia.

As inscrições e detalhamento de programa e cargas horárias estão disponíveis no site https://loja.mundosenai.com.br/rn/.

21

Nov

Negócios: mulheres driblam desafios e se destacam como empreendedoras

Durante a pandemia de Covid-19, houve um aumento expressivo no número de mulheres empreendedoras, principalmente, pela necessidade. Segundo o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), cerca de 26% das mulheres iniciaram o próprio negócio em 2021 em decorrência do desemprego e falta de renda gerada pela crise do coronavírus, e viram no empreendedorismo uma alternativa para o sustento de suas famílias. Ainda de acordo com a Rede, em 2020 o percentual de empreendedoras cresceu 40%. No Brasil, elas já somam 30 milhões de empreendedoras,  contabiliza o Global Entrepreneurship Monitor (GEM). 

Pelo visto, elas tem se saído muito bem. Outra pesquisa, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), realizada em agosto de 2020, analisou pequenos negócios fundados por homens e mulheres. No estudo, foi apontado que as empreendedoras demonstraram capacidade maior de adaptação diante das adversidades impostas pela pandemia.

Exemplo disso é a lojista Sarah Leão, que comanda a loja Neuza Leão, situada no Shopping Estação Goiânia. Ela, que é sócia da mãe, afirma que a experiência com o empreendedorismo começou em 2008, ao abrir a primeira unidade. Atualmente, elas têm uma unidade de revenda e um centro de distribuição, onde as peças são confeccionadas. De lá para cá, foram diversas experiências que impulsionaram as adaptações, mas ela já percebe mudanças no cenário e na sua consolidação no mercado. 

“Com a pandemia tivemos que nos reinventar, pois estávamos acostumadas a receber os clientes na loja física, Melhoramos o atendimento on-line e enfrentamos as redes sociais. Também passamos a enviar uma sacola com as peças para as pessoas que já eram cativas, para que elas pudessem ver o nosso trabalho e escolher os produtos que lhes interessasse com calma”, afirmou ela. 

Para quem era focada no atendimento presencial, a adaptação e o crescimento foram rápidos. "Nós já chegamos a ter sete lojas, mas agora o nosso projeto de expansão é apenas on-line. É desafiador, mas tem sido uma experiência muito interessante. A gente vive de se superar, né? Seguimos firmes”, afirmou ela. Outra medida de adaptação, conta Sarah, foi desenvolver estratégias para atender um público maior, mais diversificado, na tentativa de suprir o aumento dos gastos que envolvem toda a cadeia produtiva, como matéria-prima e combustível.

Sarah ressalta que o papel dela de empreendedora ficou ainda mais abrangente com a pandemia, pois houve uma necessidade maior de análise mercadológica para alavancar os negócios diante da diminuição do poder de compra dos clientes e o aumento do custo da produção com o aumento dos insumos.

“Muita gente fala que mulher tem que ficar em casa, cuidar dos filhos, eu mesma sou mãe solo, e isso não me impede de ter o meu próprio negócio. É o meu sonho. As mulheres têm que continuar estudando, pesquisando, se inteirando do que acontece no mundo, se esforçando e se desdobrando para administrar a casa, a família e o próprio lar. O que posso dizer é que o resultado positivo chega, principalmente o reconhecimento e fidelização do nosso cliente. As outras pessoas também passam a valorizar as batalhas que a gente enfrenta no dia-a-dia”, completa. 

Jornada múltipla

“Atualmente, o nosso foco está na interação on-line com os clientes, é isso que tem atraído e trazido pessoas para a nossa loja", mostra a lojista Ana Nunes, como foi a sua adaptação ao novo momento. 

Há mais de 13 anos no mercado, ela batizou sua loja com seu nome no Shopping Estação Goiânia, e vende artigos de vestuário feminino. Mas, além da pandemia, ela destaca outro desafio da mulher empreendedora: conseguir conciliar todas as atividades. 

“Eu sou dona de casa, esposa, mãe de família e empreendedora. Trabalho com fabricação própria, que acontece na minha casa, além das parcerias. Então é realmente um desafio conseguir conciliar todo esse passo a passo para tornar o meu dia produtivo. Além de cuidar do almoço, do café da manhã, eu cuido da loja, da produção, compra de tecido, corte, é muito puxado”, diz ela. 

Segundo Ana, outro ponto bastante significativo e relevante no empreendedorismo, no caso dela como lojista, é a gestão de equipe, que precisa estar pautada na parceria e colaboração.

Contribuição Social

Também é importante ressaltar a contribuição social do empreendedorismo feminino. Além do crescimento da economia e a criação de empregos, a oportunidade de criação do próprio negócio transforma as relações sociais, já que quando mulheres alcançam a autonomia financeira, não precisam mais se submeter a relacionamentos abusivos e violentos, pois não dependem mais de terceiros para se sustentar. O fato, noticiado no Portal do Sebrae, foi constatado em pesquisa realizada pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME). Segundo o levantamento, 34% das mulheres ouvidas em sua pesquisa anual de 2021 sofreram algum tipo de agressão em relações conjugais. O estudo aponta ainda que, ao empreender, 48% delas conseguiram sair desses relacionamentos abusivos e até violentos.

21

Nov

Advogados especialistas compartilham dicas acessíveis sobre direitos do consumidor em formato de vídeos curtos

Segundo dados divulgados pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) em março de 2021, a maioria dos brasileiros já se sentiu desrespeitada como consumidor. Entre os principais motivos está a falta de informação e conhecimento sobre seus direitos. Dos 1.140 entrevistados de 436 cidades, 67% afirmaram que já tiveram seus direitos desacatados.

Com o objetivo de conscientizar os brasileiros acerca de seus direitos como consumidores, evitar abusos por parte dos fornecedores e proporcionar equilíbrio nas atividades de consumo, advogados especialistas na área têm compartilhado dicas acessíveis em seus perfis no Kwai, aplicativo de criação e compartilhamento de vídeos curtos. É o caso da criadora digital, advogada e diretora do Procon, especialista em direito do consumidor Juliana Cortes, que conta hoje com mais de 241 mil seguidores no app. 

Ao priorizarem conteúdos em formato audiovisual e com uma linguagem mais informal, Juliana e outros três advogados têm atraído um número crescente de fãs no Kwai. Juntos, eles batem a marca de 1 milhão de seguidores no app. Saiba quem são eles:

Juliana Cortes - @CanaldoConsumidor 

Diretora do Procon de São Carlos, no interior de São Paulo, e pós-graduada em Direito do Consumidor, Juliana começou a trabalhar na área em 2016 e, em julho do ano passado, quando viu aumentar o interesse dos brasileiros sobre seus direitos de consumidores durante a pandemia, decidiu criar seu próprio canal no Kwai para auxiliá-los com informações que considera essenciais. 

Entre os temas mais buscados por seus seguidores no app estão assuntos como negociação de dívidas, informações sobre impostos e também sobre a nova Lei do Superendividamento, que aumenta a proteção de consumidores com muitas dívidas e cria mecanismos para conter assédios por parte das instituições financeiras.

“Muitos brasileiros não conhecem e não têm acesso a informações sobre os seus direitos de consumidor de forma simples e fácil. Por isso, tive a ideia de criar um conteúdo em vídeo com uma linguagem mais próxima do público leigo”, explica Juliana. “Hoje, o Kwai é a rede social que mais entrega o meu conteúdo e para um público maior, por isso acredito nesse canal.”

Cleiton - @AdvogadoCleiton 

Além de advogado, Silva se considera um bom comunicador, por isso gosta de criar um conteúdo acessível para informar as pessoas sobre seus direitos. “Os consumidores podem ter dificuldade na compreensão das leis, porém há outro fator prejudicial: a quantidade de informações equivocadas. Meu objetivo com os vídeos é desmistificar mitos que podem ser encontrados na internet”, diz.

Para Silva, a pandemia aumentou tanto a curiosidade e as buscas sobre os direitos do consumidor quanto o uso das plataformas de vídeos curtos. Foi nesse período que o advogado decidiu, então, criar seu perfil no Kwai e logo viu o interesse dos usuários pelo conteúdo crescer de forma significativa. Atualmente, o profissional conta com mais de 94 mil seguidores. 

Antônio Galvão - @AdvogadoAntonio

Antônio Galvão advoga há cinco anos e aborda, em seu perfil no Kwai, assuntos como compras online e físicas, contrato financeiro, dívidas e renegociação, incluindo a questão do superendividamento e o financiamento de veículos.

Galvão dedica os finais de semana para gravar seus vídeos e publicá-los no Kwai, onde tem 545 mil seguidores. “Criei meu perfil no app neste ano e hoje é o canal em que consigo ter uma maior interação com o público”, compara. Segundo o advogado, os vídeos que geram mais interesse na plataforma são aqueles que contribuem para eliminar as dúvidas enviadas pelos seguidores. 

Kessya Jackelynne - @afadinhadoconsumidor

Kessya é uma advogada que prefere falar sobre o direito do consumidor de forma leve. Com um tom divertido e apoiada em vídeos dinâmicos, a “Fadinha do Consumidor”, como se autodenomina em suas redes sociais, tem conquistado cada vez mais popularidade no Kwai, onde já alcança 318 mil seguidores.

“O Direito não é ensinado na escola. Trata-se de um conhecimento que acaba ficando restrito aos advogados e profissionais da área. A educação básica deveria ter o direito constitucional nas disciplinas, uma vez que as pessoas não conhecem os seus próprios direitos porque simplesmente não são ensinadas”, opina Kessya.

A advogada acredita que a chave para conseguir se comunicar com o público está na linguagem descomplicada que utiliza em seus vídeos para se expressar e explicar diferentes questões sobre os direitos do consumidor, em especial a respeito de práticas abusivas, tais quais: venda casada, exigência de consumação mínima, negativação indevida e demais práticas abusivas que os consumidores  vivenciam em seu cotidiano e  na grande maioria das vezes não sabem como resguardar os seus direitos violados – esses  temas corriqueiros que acabam gerando maior alcance dos usuários que acompanham o seu perfil.

“O assunto, em si, já é desconhecido e pouco acessível para grande maioria das pessoas, portanto utilizar termos complicados não vai ajudar na compreensão dos que me acompanham e gostam da forma descomplicada e interativa que consigo transmitir os temas abordados. Por isso, gosto de usar uma linguagem mais próxima dos meus seguidores, sem juridiquês, criando conexões com os que me acompanham, explicando situações de forma simples e bem-humorada que termina gerando interesse nas pessoas em aprender mais sobre seus direitos”, ensina. 

20

Nov

Banco abre inscrições gratuitas para curso de formação focado em negócios com impacto social positivo

O Santander está com inscrições abertas para o Santander X Formação | Impulsionar com Prospera, curso voltado a empreendedores e negócios brasileiros com algum impacto social positivo, realizado em parceria com o Prospera, programa de microcrédito do Banco. As inscrições irão até 14 de dezembro de 2021 e a formação será dividida em três etapas:

Para a primeira fase, 150 empreendimentos sociais serão selecionados de acordo com a contribuição que podem dar para os desafios das comunidades onde atuam. Os participantes terão aulas online de gestão de negócios, a partir do dia 10 de janeiro de 2022. Elas serão divididas em quatro módulos – Marketing e vendas, Crescimento e franquia, Administração, Precificação e finanças –, e um fórum online estará disponível para dúvidas e networking entre os alunos.

Na segunda etapa, os 10 participantes com melhor desempenho na fase anterior terão acesso a quatro semanas de sessões para o desenvolvimento de seus negócios. Serão escolhidos aqueles que tiverem 100% de participação nos módulos da formação anterior, alta performance na resolução dos exercícios, e engajamento no fórum. A consultoria será com a Impulsa, empresa global especializada em orientação, formação e capacitação de empreendedores, pequenas e médias empresas, e seus parceiros. Além de reuniões semanais em grupo, com especialistas da instituição, os empreendedores terão uma sessão individual de coaching, com recomendações específicas às suas áreas de atuação. Seis meses após essa fase, terão uma última reunião de alinhamento. Os 10 finalistas ainda poderão gravar um vídeo para ser usado na promoção de seu próprio negócio e nas futuras edições do SantanderX.

Na última etapa, os três negócios mais destacados receberão um reconhecimento financeiro, entre R$ 2 mil e R$ 6 mil, para o desenvolvimento do seu empreendimento social. O valor vai variar de acordo com a performance em todo o programa e a aplicação dos aprendizados adquiridos.

“Buscamos empreendedores, iniciativas e negócios que queiram solucionar problemas sociais, culturais ou ambientais na região onde atuam, com ou sem fins lucrativos. Nosso enfoque é na contribuição que podem dar à sociedade e à melhoria na qualidade de vida das pessoas em seu entorno”, avalia Alexandre Castelano, superintendente executivo do Prospera Santander Microfinanças.

20

Nov

Fique de olho: quais os golpes mais comuns no comércio eletrônico durante a Black Friday

De acordo com pesquisa realizada pela Axur, empresa líder em monitoramento e reação a riscos digitais na internet, no terceiro trimestre de 2021 houve um aumento de 81,08% de ataques de phishing, em relação ao trimestre anterior. Esse aumento pode ser explicado pelo fato de que estamos nos aproximando da Black Friday, período com maior número desse tipo de ataque, usado por cibercriminosos.   

No ano de 2020, houve um aumento de 36,79% de ataques de phishing no período próximo à Black Friday, em relação ao mesmo período de 2019. Se analisarmos especificamente a sexta-feira do evento, o aumento é ainda maior: 74,21%.     

A perspectiva é de que o número de ataques para esse ano permaneça alto, já que muitas pessoas passaram a usar mais os meios digitais depois da pandemia. Por isso, é importante estar alerta sobre os possíveis golpes que podem aparecer neste período de grande consumo online.   

Thiago Bordini, professor coordenador da pós-graduação em Inteligência de Ameaças Cibernéticas no Instituto Daryus de Ensino Superior Paulista (IDESP) comenta: “É muito importante que os consumidores estejam atentos aos detalhes como: URL dos sites; envio de promoções e descontos; páginas e perfis falsos; entre outros. As tentativas de fraudes têm crescido e estão cada vez mais disfarçadas, o que dificulta a percepção do consumidor se não tiver um olhar atento”.    

Diante disso, o especialista destacou os principais golpes cometidos neste período e dicas de como se prevenir:   

Golpes mais comuns  

- Phishing: páginas e perfis falsos;  

- Golpes por WhatsApp: envio de falsas promoções e descontos;  

- Fraudes com boletos: cobranças indevidas que deixam a opção de boleto mais barata no site para convencer o consumidor escolher essa opção, porém, é muito difícil recuperar o dinheiro desta forma;  

- Compras fraudulentas: uso não autorizado de dados pessoais para compras com cartões ou credenciais;  

- Golpes de instituições bancárias: entram em contato como se fossem do departamento antifraude do banco, com a justificativa que seu cartão teve uma compra de alto valor e pedem os dados do cartão para confirmar a operação.    

Dicas para se prevenir    

- Planeje: comece a monitorar os preços dos produtos que deseja comprar com antecedência para verificar de fato se as promoções são realmente verdadeiras e vantajosas;  

- Desconfie: promoções que chegam por e-mail, SMS, WhatsApp e anúncio em redes sociais e Google;  

- Pesquise: procure o valor do produto que deseja em diversas lojas e fique atento a produtos com valores muito abaixo da média;  

- Confira: criminosos criam sites falsos mudando poucas letras ou acrescentando termos na URL para que passe desperecido pelo consumidor;  

- Consulte: a veracidade do CNPJ e avaliações no site e Procon.    

Por fim, Bordini destaca: “Este período é esperado por ambas as partes, criminosos e consumidores. Porém, os varejistas também devem se preocupar, já que essas práticas podem afetar diretamente seus negócios”. 

19

Nov

Potiguares poderão tratar hérnia de disco sem cirurgia a partir do dia 22

Quem sente dores pelo corpo sabe o quanto elas interferem na qualidade de vida e na execução de tarefas diárias. O problema pode resultar em anos de medicamentos sem efeito ou até mesmo no centro cirúrgico, em casos extremos. A partir do próximo dia 22, os potiguares que sofrem com hérnia de disco e patologias no nervo ciático poderão passar por um tratamento inovador na capital potiguar. 

A clínica da franquia Doutor Hérnia se prepara para abrir o atendimento ao público no bairro de Lagoa Nova e promete trazer métodos eficientes para evitar cirurgias, através de um protocolo que possui 95% de resultados positivos. Considerada uma causa comum da dor nas costas, a hérnia de disco decorre de alterações nas estruturas das vértebras que compõem a coluna, e podem acometer de 13% a 40% das pessoas ao longo de suas vidas.

A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor provocada por uma hérnia de disco é de aproximadamente 37 anos. Os sintomas gerais das hérnias são: dor na região lombar, fisgadas nas costas, cãibras noturnas, irradiação para as pernas, formigamentos nas pernas e amortecimento nos pés. Sem o atendimento especializado apropriado, a dor na lombar pode se transformar em crônica. 

Com 15 anos de experiência, a franquia Doutor Hérnia é especializada no assunto e se tornou referência na América Latina. Os profissionais da clínica trabalham com o objetivo de evitar cirurgias, através de protocolos técnicos que observam os problemas posturais e dores de forma geral na coluna vertebral. O foco é sempre trazer novas técnicas para potencializar o tratamento e o atendimento, em constante aperfeiçoamento.

Na Doutor Hérnia, o diferencial começa pelo diagnóstico, que detecta o local exato da disfunção e garante intervenção precisa, apontando qual dos tratamentos elaborados deve ser aplicado. Desde o primeiro contato com a clínica até a finalização do tratamento, o paciente acompanha todas as etapas de forma transparente e é acompanhado por alguns dos maiores especialistas do Brasil.

19

Nov

Vila recebe premiação nacional como empresa mais acolhedora da Região Nordeste

A única empresa da Região Nordeste vencedora do prêmio Destaque Empresa Acolhedora entregues pelas entidades Associação dos Cemitérios e Crematórios do Brasil (ACEMBRA) e Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (SINCEP), a empresa Vila recebeu nesta quinta-feira (18), na Casa Petra, em São Paulo, o reconhecimento como uma das melhores empresas do setor funerário.

O Prêmio Destaque Empresa Acolhedora aborda a forma como as empresas respondem às necessidades de acolhimento e conforto das pessoas que recorrem aos seus serviços.

Para o sócio-diretor Magno Vila, ganhar o prêmio de empresa mais acolhedora e valorizar a responsabilidade social do grupo. “É parte da nossa essência. Não podíamos deixar de fazer a diferença e estender a mão às instituições, que desenvolvem trabalhos sociais importantíssimos em nosso estado. E essa premiação referenda um projeto belíssimo que desenvolvemos em momento de grande fragilidade social, agravada e muito pela o contexto de pandemia. Muito gratificante”, avaliou.

O grupo empresarial foi reconhecido pelo projeto de inovação Funeral Solidário, um programa social para pessoas em situação de vulnerabilidade, que doa funerais para quem não pode pagar, por meio de instituições filantrópicas credenciadas. No Rio Grande do Norte são atendidas pelo projeto as seguintes instituições: Centro Integrado de Assistência Social da Assembleia de Deus (CIADE), Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC), Hospital Infantil Varela Santiago, Lar da Vovozinha e Lar do Ancião Evangélico (LAE).

O empresário Nilo Vila destacou que o prêmio valoriza o trabalho desenvolvido há mais de sete décadas. “Servir e acolher são premissas básicas da nossa empresa. Atuamos em uma área muito sensível e buscamos, juntos com a nossa equipe, sempre fazer o melhor para nosso público. A premiação reconhece o trabalho de mais de 400 funcionários e de uma história que há 73 anos é voltada para qualidade do atendimento”, apontou.

Qualidade e Excelência:

A empresa Vila conquistou também para o Cemitério Memorial Vila o Prêmio Qualidade & Excelência ACEMBRA | SINCEP pelas práticas de gestão, qualidade e excelência empregadas na unidade. As áreas avaliadas refletiram os principais temas de atuação do grupo empresarial na prestação de serviços das empresas de Cemitério e Crematórios.

O Comitê de Avaliação examinou diversos critérios para concessão dos prêmios, tais como: ética e compliance (gestão e qualidade); liderança e desenvolvimento profissional da equipe (T&D); alcance familiar, suporte e serviços (apoio ao luto); serviços sociais e comunidade (responsabilidade social); serviços profissionais e participação (gestão do conhecimento); marketing, publicidade e comunicação. Além disso, as ações de inovação foram um diferencial.

A premiação ocorreu durante o encerramento do Encontro Nacional ACEMBRA e SINCEP.

19

Nov

Executivos brasileiros sentem pressão com novo modelo de trabalho, diz LinkedIn

Uma pesquisa do LinkedIn aponta que a maioria dos profissionais em cargos de liderança no Brasil (80%) se sentiu pressionada para adaptar as políticas do local de trabalho e oferecer mais flexibilidade desde a chegada da pandemia de covid-19. Segundo o levantamento, a demanda veio principalmente dos funcionários (46%), mas também do governo (38%), da liderança da empresa (35%), dos investidores (32%), da concorrência (27%) e da imprensa (23%).

Foram entrevistados 250 executivos no Brasil em organizações com mais de 1 mil funcionários e faturamento anual de mais de US$ 250 milhões (R$ 1,3 bilhão). Em termos globais, o Brasil fica atrás apenas da Holanda (93%) e da Irlanda (82%).

Reino Unido (78%), França (76%), Alemanha (74%), México (75%), Espanha (67%) e EUA (65%) vêm depois. Ana Claudia Plihal, executiva de soluções de talentos do LinkedIn, diz que as diferenças estão relacionadas à cultura e à situação econômica da localidade.

Ela explica que, quando o Brasil é comparado com os EUA, por exemplo, fica clara a diferença dos momentos vividos pelos países em relação ao retorno aos escritórios. “Aqui, a flexibilização das medidas começou a ser colocada em prática mais recentemente. Por isso, há mais dúvidas do que certezas no país”, aponta.

Ana destaca, porém, que os líderes estão otimistas com o novo cenário. “A possibilidade do trabalho remoto — parcial ou integralmente — oferece opções e modelos que estão mudando, inclusive, a relação dos profissionais com o trabalho”, afirma.

Nesse contexto, as habilidades necessárias para a gestão de equipes agora incluem a adaptabilidade (52%) e a comunicação (48%) como competências essenciais. Aparecem na lista, ainda, empatia (44%), integridade (41%), capacidade de inspirar (41%), liderança inclusiva (36%) e confiança (35%), entre outras.

Modelo híbrido

O estudo revela que mais da metade (57%) dos participantes já fizeram mudanças na política de trabalho. A busca por um modelo mais flexível está entre as prioridades de curto prazo das companhias: 84% dos entrevistados dizem que transformar digitalmente o negócio e estabelecer novos formatos são áreas em que é preciso se concentrar nos próximos seis meses.

Ao todo, 40% dos executivos afirmam que pretendem oferecer uma política de trabalho flexível a longo prazo e 14% a médio prazo. Cerca de 38% querem apostar em mudanças a curto prazo. A maioria deles (93%) quer oferecer treinamento para ajudar gerentes e funcionários a se adaptarem ao momento.

Para 89% dos líderes, uma configuração de trabalho mais flexível pode ajudar a melhorar a diversidade da força de trabalho. Isso porque atrai pela flexibilidade (55%) e permite o acesso de candidatos que teriam dificuldade para ir ao escritório participar do processo seletivo (55%).

A comprovação da eficácia do modelo de trabalho remoto fez as empresas mudarem o processo de recrutamento e passarem a considerar candidatos de outras cidades, estados e países. “A pesquisa reforça que ainda há obstáculos e incertezas, mas aumentou o otimismo quanto à construção de equipes diversas. Isso trará benefícios tanto para os funcionários atuais quanto para os novos talentos que virão”, afirma Ana.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/carreira/executivos-brasileiros-sentem-pressao-com-novo-modelo-de-trabalho-diz-linkedin-202176/

18

Nov

Com crise energética e RN líder em eólica, estudantes de escola em Natal vão discutir soluções para ampliar fontes de energias renováveis

Como podemos ampliar as fontes de energia limpa para um mundo mais sustentável? Essa é a pergunta que estudantes do 5º ao 8º do ensino fundamental vão tentar responder em busca de uma solução para o problema, no II Hackaton da Maple Bear Natal, em parceria com a Google For Education. A maratona de programação e design começa nesta quinta (18) e vai até o próximo sábado (20).

As 17 equipes, formadas cada uma por cinco alunos, estão se preparando para este momento desde o mês de outubro. A partir de agora, com a temática em mãos, vão se aprofundar no conteúdo teórico e analítico, buscar informações e desenvolver o protótipo de um jogo na tentativa de resolver o problema proposto. Depois, acontece a programação desse jogo e, ao final, os estudantes defendem o projeto para uma banca avaliadora, formada por professores de todo o Brasil. “Os estudantes trabalharão atividades socioemocionais na busca por respostas para um mundo mais sustentável”, disse o coordenador de projeto da Google For Education Edtech, Márcio Gonçalves.

O tema da energia renovável foi escolhido porque a proposta pedagógica da Maple Bear Natal dialoga com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, proposto pelas Nações Unidas. De maneira mais específica, o objetivo 7 versa sobre a necessidade de pensar em um mundo onde a energia produzida é limpa e acessível, com uma sociedade que consome, mas que busca soluções para que as próximas gerações possam ter acesso a um planeta saudável.

“Além disso, o Rio Grande do Norte é referência na produção de energia limpa. Portanto, inserimos o contexto regional em uma problemática atual e de abrangência global. Dessa forma, os estudantes buscam propor soluções possíveis, tendo em vista que esse futuro já se faz presente”, completou o coordenador do ensino fundamental II da Maple Bear Natal, Olavo Vitorino.

RN é líder em eólica

A busca pela diversificação da matriz energética e por uma fonte que não agrida o meio ambiente está em discussão atualmente em função da crise no setor, que passa pela falta de chuvas e pela concentração da produção no sistema de hidrelétricas e termoelétricas, e que provocou a elevação no valor da conta de luz nos últimos meses.

O Rio Grande do Norte vem ganhando destaque quando o assunto é a busca por fontes renováveis. A matriz elétrica do RN hoje é composta 94% por fonte renovável, sendo a energia eólica a principal, com geração de 6,1 GW de potência instalada, tornando o RN líder nacional na geração e exportação para o Sistema Nacional de Energia.

O estado também caminha para ser o primeiro do país a ter produção de energia eólica offshore, no mar. O Complexo Eólico Offshore Ventos Potiguar prevê instalação de cinco usinas com capacidade de 2,7 gigawatts, 207 geradores no mar, localizado entre os municípios de Pedra Grande e São Bento do Norte, distante 8 quilômetros da costa.

Na capital está instalado o principal centro de referências para pesquisa, desenvolvimento e inovação em energia eólica, solar e sustentável, o Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER). Ele está inserido na maior rede privada de institutos de pesquisa, desenvolvimento e inovação criada no Brasil para atender as demandas da indústria nacional, composta por 26 Institutos SENAI de Inovação.

18

Nov

Projeto Quartzo encerra com 17 negócios acelerados no RN

Após cinco meses em uma jornada de aceleração para transformação digital, um grupo de 17 empresas lideradas por empreendedoras apresentaram os principais benefícios de participarem do projeto Quartzo. O programa é uma iniciativa do Sebrae no Rio Grande do Norte em parceria com a BlackRocks Startups para impulsionar empreendimentos tradicionais de impacto social, tendo foco na transformação digital. O encerramento do Quartzo ocorreu nesta terça-feira (16), dentro da programação da Agência Sebrae Festa do Boi. O projeto contou com o apoio do Itaú Mulher Empreendedora, da International Finance Corporation (IFC), instituição global do Banco Mundial.

O encerramento contou com a presença dos diretores do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto, e Marcelo Toscano (de Operações) e da idealizadora do Quartzo e CEO da BlackRocks, Maitê Lourenço, que integrou a banca avaliadora da sessão de pitches dos empreendimentos acelerados. Maitê destaca a importância do apoio ao afroempreendedorismo e ferramentas de inclusão e desenvolvimento desses negócios. “É muito importante colocar esses negócios em evidência. Somos (os afrodescendentes) 56% da população brasileira. Não olhar para esse grupo é deixar de lado sua importância para a economia”, pondera Maitê Lourenço.

Por isso, o projeto buscou em cinco meses incentivar e contribuir para que mulheres participantes passassem a ocupar mais e mais espaços e posições de autonomia, destaque e poder. O programa serviu como um potencializador de empreendimentos tradicionais com contribuições para o aperfeiçoamento desses 17 empreendimentos por meio de técnicas e instrumentos a serem ensinados ou desenvolvidos em mentorias, workshops e palestras. Além disso, a metodologia do Quartzo também contou com a preparação de novos modelos de negócio para o mercado, a troca de conhecimentos.

“O projeto foi muito produtivo para desenvolver o que essas empreendedoras já sabiam e ampliar o potencial de cada negócio”, diz Maitê Lourenço, completando que a experiência de lidar com empresas tradicionais acrescentou mais expertise à BlackRocks, que atuava, até então, apenas com negócios de base tecnológica. A marca já impactou mais de 5 mil pessoas no país e acelerou 20 startups.

“Esse encerramento marca toda a trajetória dessas afroempreendedoras dentro do projeto até conseguirem entrar no mundo digital. Para a gente do Sebrae, foi um grande aprendizado, sobretudo para entender a realidade dessas empreendedoras, os desafios e a forma de elas fazerem negócios. É importante para sabermos como podemos ampliar esse apoio”, relata a gestora do projeto de Impacto Social do Sebrae no Rio Grande do Norte, Mona Paula Nóbrega.

Fotos: Marco Polo Veras

18

Nov

Pfizer promove “vacinação in-game” para combater a Covid-19

Com o desafio de contribuir para a imunização dos jovens da geração Z contra a Covid-19, a Pfizer apresenta uma ação que busca se comunicar diretamente com esse público. A farmacêutica criou a primeira “vacinação in-game”, ação virtual que dá informações sobre a imunização e o impacto na vida real das pessoas. 

Na iniciativa #VacinaInGame, o laboratório farmacêutico criou uma missão especial no jogo a “Cidade Alta”, o maior e mais assistido servidor de GTA RP da América Latina de propriedade da Outplay“Com uma audiência diária com mais de 6 milhões somados de views em diversas plataformas, nós temos o compromisso de levar, não apenas entretenimento, mas conhecimento e conscientização para quem assiste nossos creators e streamers ou joga em nossa plataforma”, comenta Paulo Benetti, CEO da Outplay. 

O game permite que o usuário mimetize os mesmos elementos da vida real, tais como trabalho, estudos, entre outros. Aproveitando dessa dinâmica, a Pfizer idealizou, em parceria com a agência Ogilvy Brasil e a Druid, um Centro de Vacinação Virtual contra a Covid-19 dentro do jogo. A iniciativa é parte da campanha “Vacina. Tomar para Retomar”, ,e concede proteção extra aos personagens dos jogadores que também estiverem vacinados na vida real, seja completamente, com dose única, dupla, ou ainda com pelo menos uma dose de quaisquer fabricantes. 

A missão tem o objetivo de estimular as pessoas a se vacinarem, reforçando a importância dessa atitude para a retomada da vida normal. Um curativo especial no braço do personagem indica a imunização completa no jogo. 

Para tornar a experiência mais real, a Pfizer vai veicular também dentro do game algumas peças de mídia exterior que divulgam a missão especial. Dessa maneira, os personagens que estiverem circulando pelas ruas do universo virtual também são impactados pela comunicação in-game.  

Segundo Claudio Lima, CEO da Druid, “o game tem um poder muito grande de conexão com a geração Z e essa iniciativa para um cliente tão importante como a Pfizer mostra isso e destaca, que além de entreter, também podemos usar os games para conscientizar.” 

A ação também terá apoio dos maiores influenciadores de games do Brasil, que farão transmissões ao vivo em seus canais na plataforma de streaming Twitch, entre eles Piuzinho, Gabepeixe, Taspio e Babi. A ideia é que eles joguem a missão no Centro de Vacinação e depois continuem incentivando a vacinação com os avatares já com o curativo no braço, indicando a imunização completa no game. 

Após concluída a dinâmica, é a vez da imunização ser feita também na vida real. Para isso, o jogador deve postar no Instagram ou no Twitter a comprovação de que tomou pelo menos uma das doses da vacina, usando a hashtag #VacinaInGame. Na legenda deve ser incluso também o número do passaporte do personagem no “Cidade Alta”, dessa maneira o jogador ganhará hit points de proteção no jogo. Vale lembrar que o perfil nas redes sociais precisa ser aberto para que a equipe localize o conteúdo. 

A ação no “Cidade Alta” fica disponível até o dia 26 de novembro. 

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/153847/pfizer-promove-vacinacao-in-game-para-combater-covid19/

18

Nov

Startup de vaquejada criada no RN é aprovada no maior programa de startups da América Latina

A ValeuApp, startup que digitaliza todo o processo da vaquejada, foi aprovada para participar do InovAtiva Brasil – maior programa de aceleração de startups da América Latina que oferece capacitação, conexão e mentoria.

Fundada no Rio Grande do Norte em 2019, a empresa faz toda a parte de vendas e julgamento do evento de forma totalmente eletrônica, modernização nunca antes pensada e praticada no esporte.

De acordo com Brenno Senna, co-fundador da ValeuApp e vaqueiro desde criança, a iniciativa vai além da vaquejada, muitas vezes é o primeiro contato que o vaqueiro tradicional do interior tem com a tecnologia, o que pode ser uma porta de entrada para outras inovações que visam trazer competitividade para o agronegócio do nordeste.

A aceleração é dividida em duas etapas: a primeira é conhecida como conexão, quando a empresa tem contato com outros empreendedores. Ao longo do período eles têm acesso a atividades de mentorias de negócios e capacitação. A última etapa é a InovAtiva Experience, que encerra o ciclo com o Demoday – momento em que as startups apresentam suas soluções para investidores.

O InovAtiva Brasil nasceu em 2013, criado pelo Ministério da Economia e idealizado como uma ferramenta de gestão pública que realiza aceleração, conexão, visibilidade e mentoria para startups em todo o território nacional. Em 2016, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) somou esforços ao programa e se tornou co-realizador. Hoje, SEBRAE e Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia coordenam o InovAtiva.

A aprovação da empresa no InovAtiva demonstra que a iniciativa está no caminho certo para continuar o seu propósito: promover a transformação digital na vaquejada, relata Brenno Senna, o co-fundador da ValeuApp.

18

Nov

1 em cada 4 brasileiros pretende continuar fazendo compras online diariamente após a pandemia

A Covid-19 mudou drasticamente o cenário das compras online no mundo inteiro, principalmente quando falamos sobre as chamadas compras recorrentes, como delivery de comida, supermercado, farmácia e mobilidade urbana. Com mais gente em casa, a digitalização se impôs a uma parcela gigantesca de varejistas, e o PayPal, líder global em pagamentos eletrônicos e um dos principais players desse tipo de compra virtual, quis entender um pouco mais sobre o atual cotidiano diário de consumo dos brasileiros.

Durante o mês de outubro, a Edelman, agência global de comunicação, realizou a pesquisa “Consumo Online no Brasil”, cujos objetivos foram delinear o cenário da rotina de gastos diários online de brasileiros e brasileiras, incluindo aspectos como frequência, canais de compra, métodos de pagamento online mais usados (como crédito, débito, Pix ou carteiras digitais), percepções de segurança e facilidade, além de motivações.

“Buscamos, neste levantamento, focar em gastos que fazemos com mais recorrência, como pedir comida em casa, chamar um carro por aplicativo, assinar streamings e pagar por games. Ou seja, são compras que estão totalmente integradas à nossa rotina, muito por causa da experiência fluida de tomada de decisão e pagamento”, explica Felipe Facchini, Head Geral de Negócios do PayPal Brasil.

O estudo descobriu, entre muitas outras coisas, que 1 em cada 4 brasileiros pretende continuar fazendo compras online diariamente após a pandemia – ou seja, gostaram da experiência e se manterão fiéis ao digital.

Antes de a crise sanitária começar, em março de 2020, cerca de 35% dos brasileiros faziam compras online diariamente ou semanalmente; já durante os 20 meses de pandemia, esse índice bateu em 57%; e os entrevistados pelo estudo acreditam que esse cenário não deve sofrer alterações no pós-pandemia. Cerca de 55% dos brasileiros dizem que continuarão comprando online quando a vida voltar ao normal – isso significa que passaremos a viver um “normal” diferente do “normal” que conhecíamos.

Esses índices vão ao encontro das conclusões de um recente levantamento do PayPal que demonstrou o entusiasmo do consumidor brasileiro por um futuro livre do uso de dinheiro físico para pagamentos. “Os altos índices de adesão a compras online são um sintoma do anseio do consumidor por ter uma experiência de compra que elimine a burocracia da etapa de pagamento – exatamente o contrário do que o pagamento com dinheiro físico representa. Se pensarmos na experiência de checkout de um carro por aplicativo, o pagamento dispensa a ação do consumidor ou do motorista. E é isso que é tão libertador”, analisa Facchini.

Não à toa, a pesquisa realizada pela Edelman revela que a maioria dos brasileiros e das brasileiras compra e paga online sempre que pode (84,5%), considera essa forma de pagamento fácil (98,3%), gosta da experiência (98,8%), acha que ela permite um maior controle de despesas (89,9%), se considera especialista na arte de comprar via internet (68,2%) e costuma planejar suas compras online (87,6%).

A pesquisa foi dividida em verticais, para melhor entender o cotidiano de compras online dos brasileiros. Em primeiro lugar na lista ficou “Alimentos e restaurantes”, com 87,9% dos entrevistados afirmando fazer compras online desse tipo; “Supermercados e farmácias” aparecem em segundo, com 72% de aderência; seguidos por “Entretenimento” (64,6%); “Transporte e mobilidade urbana”, com 56,2%; “Combustível” (34,3%); e “Games online”, com 31,4%.

O PayPal, como provedor de solução de pagamentos para os principais aplicativos de compras diárias do País, segue inovando para oferecer ao consumidor a melhor experiência no checkout. “Foi o que fizemos quando incluímos o cartão de débito como uma das opções de pagamento da nossa carteira online. A cada inovação, contribuímos para a democratização dos serviços financeiros para todos os tipos de consumidores e negócios de todos os tamanhos”, finaliza Facchini.

A seguir, os highlights da pesquisa “Consumo Online no Brasil”, que ouviu 1.000 pessoas (todas compradoras online) entre 18 e 55 anos em todas as regiões do País e de todas as classes sociais.

Novidades.

De acordo com a pesquisa, 98,3% dos entrevistados dizem preferir fazer compras online porque elas são mais fáceis; e 98,8% admitem que gostam da experiência. Cerca de 87,5% afirmam que as compras online fazem parte de sua vida cotidiana; 84,5% explicam que passaram a fazer mais compras e pagamentos online durante a pandemia; e 68,2% se autodenominam experts em compras e pagamentos online.

Segundo a pesquisa, 91% dos brasileiros e brasileiras compram online “sempre” ou “normalmente” via smartphone. Cerca de 58% preferem laptops; e 54%, desktops.

Antes da pandemia, 15,4% das pessoas faziam compras online diariamente; e 19,7%, semanalmente. Durante a pandemia, 22,3% das pessoas faziam compras online diariamente; e 34,4%, semanalmente. No pós-pandemia, 23,5% dos brasileiros e brasileiras pesquisados afirmaram que continuarão fazendo compras online diárias; e 32%, semanalmente.

Um fato interessante do estudo é que os homens lideram os pagamentos com cartão de crédito (80,2%) e carteiras digitais (47,2%); já as mulheres lideram nas opções cartão de débito (59,4%) e Pix (51,8%).

Cartões de crédito e débito são os métodos mais frequentes de pagamento online independentemente de idade ou sexo. Já o índice de uso do Pix diminui de acordo com a idade – conforme a idade aumenta, menos o comprador usa a plataforma do Banco Central. Faz sentido, portanto, que a faixa etária entre 25 e 34 anos seja a que mais usa carteiras digitais no País.

Quando o assunto é segurança, o levantamento realizado pela Edelman descobriu que 78,2% das pessoas se dizem preocupadas quando compram ou pagam contas de forma virtual; mas 70% dos pesquisados garantem que não vão diminuir suas compras online quando a pandemia terminar.

Os apps de delivery são os mais usados nas verticais de “Alimentos e restaurantes” (93,7% dos pedidos) e “Supermercados e farmácias” (73,3%); já as plataformas de streaming de vídeo são os principais meios de pagamento da vertical de “Entretenimento”, com 94,6% das citações.

Uma vertical que aparece com força na pesquisa é a de compra online de combustíveis. Segundo o estudo, 34,3% dos brasileiros e brasileiras entrevistados afirmam usar métodos digitais para abastecer seus veículos. Dentro deste universo, 39% usam carteiras digitais (via aplicativo). E 9 entre 10 deles afirmam que continuarão pagando nesta modalidade no pós-pandemia.

Cerca de 44% dos pesquisados dizem fazer compras online semanalmente na vertical de “Alimentos e Restaurantes”; e 34% têm o mesmo padrão de consumo na vertical “Supermercado e farmácia”. Entre outros motivos, brasileiros e brasileiras destacam a comodidade da experiência e a economia de tempo para optar por esses canais de compra. Além disso, a maioria declara que continuará comprando esses produtos online quando a pandemia acabar.

Quase 83% dos entrevistados que têm carteiras digitais dizem utilizá-las com muita frequência para fazer pagamentos online e via aplicativos. Mulheres (41,7%) e usuários entre 25 e 44 anos (44,9%) tendem a usar carteiras digitais com mais frequência.

As vantagens mais importantes para o uso de carteiras digitais são “Segurança contra roubo e fraude” e “Rapidez, facilidade e comodidade”, ambas com 58,6% das respostas – sendo que este segundo item é importante para 64,3% das mulheres. Em terceiro lugar estão “Promoções, benefícios e recompensas exclusivas” (43,5%). Na sequência vêm o controle maior sobre as finanças, com 40,8%; a possibilidade de pagar a prazo (39,4%); o atendimento ao cliente (30,6%); e a facilidade de comprar produtos internacionais, com 27,5%.

18

Nov

Pesquisa: pandemia acelerou empreendedorismo nos jovens

O empreendedorismo no Brasil não é uma moda passageira. O país continua sendo um terreno fértil para empreendedores, alcançando a 16ª posição em um levantamento com as maiores 50 economias globais feito pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em parceria com o Sebrae, no primeiro semestre de 2021.  

As tendências empreendedoras que fazem parte do dia a dia das gerações X e Y, acabam refletindo também na geração Z. E foi por esta razão que o Yubo, a plataforma social da Geração Z, quis saber que tipo de reflexo empreendedor está chegando nos mais jovens da população brasileira. 

Muitos dos jovens entre 13 e 25 anos já pensam em ter o seu próprio negócio: 50% afirmam que está previsto abrir um negócio num futuro próximo. Menos de 1 em cada 4 jovens disse que esta oportunidade ainda não apareceu em suas mentes.

Como explicar essa tendência no Brasil e por que tantas pessoas querem abrir seu próprio negócio? Quase 70% dos entrevistados  disseram que a solução é ter uma maior independência financeira ou para ganhar mais dinheiro. Já 38% gostariam de mudar de vida e outros 32% de ter uma vida mais equilibrada entre trabalho e lazer. 

A pandemia tem sido um grande fator neste processo de aceleração. Sessenta por cento disseram que este cenário os convenceram a criar a sua startup. Enquanto ficavam em casa, muitos jovens ficavam pensando no que poderiam investir. E falando nisso,  34% dos jovens disseram que a razão empreendedora deles é de mudar coisas. Ou 28% disseram que para ter acessos a mais recursos. 

O ramo mais citado entre eles para investir foi o setor de marketing/comunicação: 22%, que apareceu quase em um empate técnico com roupas e artesanatos, 20%. Outros setores também apareceram, tais como: tecnologia (16%), alimentação e gastronomia (8%), entretenimento (7%), finanças (6,5%) e prestação de serviços (3%).

Para o diretor de Comunicações e Líder de Políticas da rede social, Lucien Grandval, este pensamento dos jovens revela uma atenção especial aos problemas que eles vêem e convivem no dia a dia deles:

“É um erro pensar que os jovens de hoje não se preocupam com os problemas de sua comunidade. Cada vez mais estão atentos e preocupados em resolver os problemas que os afligem e à sua rede de amigos e familiares ”, declara.

Metodologia 

A pesquisa foi feita de forma qualitativa realizada entre os dias 6 e 8 de novembro de 2021 com 1100 jovens entre 13 a 25 anos das cinco regiões do país.

17

Nov

Primeira negra latino-americana a chegar ao topo do Everest relata sua experiência

Cerca de 6 mil montanhistas chegaram ao pico do Everest, o ponto mais alto do planeta, 8.848 metros acima do nível do mar. Aretha Duarte fez história ao se tornar a primeira negra da América Latina a alcançar o feito. O relato inspirador foi destaque no espaço Agência Sebrae Festa do Boi, no Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim. Quem contou tudo sobre a jornada foi a própria Aretha Duarte, montanhista e empreendedora social ambiental, que apresentou a palestra “Da Sucata ao Everest” ao público ávido por conhecer a sua história de superação, já apresentada na imprensa nacional e internacional.

O desafio de subir ao topo do ponto mais alto do mundo começou muito antes do início da escalada, que durou 54 dias. Pelo alto investimento necessário, a empreitada é para muitos um sonho distante. Mas para a montanhista filha de pernambucanos e nascida em Campinas, interior de São Paulo, foi um fator motivador e uma forma de causar impacto no meio ambiente e incentivar mais pessoas a fazer o mesmo, mostrando que é possível realizar sonhos mesmo em meio a tantas adversidades. “Eu digo que vivi dois Everests em minha jornada. O primeiro foi antes mesmo de chegar à montanha, por se tratar de uma atividade extremamente cara e uma realidade distante da minha. O segundo foi a subida em si, repleta de desafios físicos, técnicos e emocionais”, recorda.

Para subir ao topo do Everest, a empreendedora social precisou reunir aproximadamente R$ 400 mil. Diante do desafio, a solução foi recorrer a uma atividade já conhecida ainda durante a sua infância: coleta de materiais recicláveis. Após 13 meses de trabalho intenso, de latinha em latinha e com a ajuda de amigos e familiares, Aretha juntou o recurso necessário e escreveu uma história de superação ao se tornar a primeira negra latino-americana a alcançar o pico da montanha mais alta do mundo. “O que está por trás dessa história é perceber que todo sonho pode ser realizado quando a gente empreende, quando temos uma rede de apoio nos dando suporte e acreditamos em nosso potencial. Ou seja, quando ativamos o que eu chamo de PIB, poder interno bruto”, ressalta.

A montanhista destaca que a grande realização não é uma exclusividade dela. “Eu não sou mais especial que ninguém aqui. Tenho certeza que todas as pessoas têm condições de alcançar o sucesso em seus negócios, desde que tenham um propósito e contem com uma rede de apoio”. E é justamente nesse aspecto que, para Aretha, instituições como o Sebrae são tão importantes. “O Sebrae tem um papel fundamental em gerar recursos, capacitar e auxiliar no desenvolvimento de pequenos negócios”, reconhece ela, que acredita no empreendedorismo como algo transformador da sociedade.

Fotos: Moraes Neto