Publicidade e Propaganda

1

Abr

Agência potiguar atinge maioridade e se reapresenta mais moderna ao mercado

Tem mudança no mercado publicitário do RN. A agência KKi atingiu a maioridade e agora atende pelo nome de WAWS, abreviação de “We are awesome”. Na tradução para o português: “Nós somos incríveis”, para lembrar aos clientes em potencial o quão grande eles podem ser.


A ideia é reforçar o propósito maior da empresa, de “revolucionar negócios com criatividade e tecnologia”, assim como o seu continuo processo de atualização. À frente da WAWS, os irmãos criativos Túlio Dantas, especialista em Comunicação para o Varejo e Planejamento de Marketing pela ESPM (São Paulo), e Arthur Dantas, administrador que entende tudo de Gestão Financeira, combinando conhecimentos importantes para o enfrentamento de desafios. O novo espaço, mais moderno e confortável, permanece no Tirol Way Office, onde hoje a agência já funciona.

31

Mar

Estudo: investimento em influência deve crescer 71% em 2021

Na terceira edição de sua pesquisa ROI e Influência 2021, o YouPix constatou que o marketing de influência continua ganhando espaço na estratégia de empresas e a pandemia corroborou para esse resultado. Essa versão do relatório contou com entrevistas por 94 empresas de diferentes segmentos. Os dados qualitativos foram analisados com a AlgoritmCOM, parceira no estudo.

Em três anos da pesquisa, esta foi a primeira vez em que todos os entrevistados assinalaram que o marketing de influência é importante e faz parte de sua estratégia. Para 71%, a modalidade é parte central de seu planejamento. Um fator que intensificou essa busca por influenciadores foi a pandemia. Cerca de 83% dos entrevistados afirma que, com a Covid-19, o trabalho com influenciadores se tornou mais estratégico para os seus negócios.

Toda essa intenção se refletiu em investimento. De acordo com Bia Granja, sócia e consultora de influência do YouPix, a quantidade de empresas investindo mais de R$5 milhões por ano dobrou. A faixa de investimento entre R$ 300 mil e R$ 1,5 milhão já cresceu em 68% de 2019 para 2021. Este ano, espera-se que o investimento cresça em 71% em relação a 2020.

O maior investimento ocorreu sob essa composição: 80% de contratação direta de influenciadores, 79% de conteúdo, produção e edição, e 65% de tecnologia e ferramentas. As marcas estão alocando seus recursos em conteúdo, ferramentas e pagamento direto do consumidor, já as experiências, como viagens e festas, e press kits diminuíram de importância.

Apesar dessa evolução, 82% dos entrevistados consideram a soma do engajamento e alcance o principal indicador de sucesso de uma campanha, o que, para Granja, demostra pouco o impacto da ação. Para as empresas, o mercado ainda precisa aprender formas de medir o ROI das ações com influenciadores, pois a área tem diversas complexidades para estruturar tal valor.

Fonte: Meio e Mensagem, disponível aqui

29

Mar

Pesquisa mostra que apenas 43% das brasileiras se sentem representadas na publicidade no Brasil

Hoje, dois anos após o lançamento do Projeto #ShowUs, Getty Images, Dove e Girlgaze revelam o impacto de sua parceria, com a pesquisa e download de dados da Getty Images sinalizando que a indústria de publicidade está se movendo em direção a fotografias mais autênticas e inclusivas de mulheres. No entanto, os dados da plataforma de insights da Getty Images, Visual GPS, sugerem que ainda há mais trabalho a ser feito por agências e marcas para representar as mulheres através das diferentes interseções de idade, etnia, habilidade, forma e tamanho do corpo, expressão de gênero, orientação sexual e crenças religiosas em toda a sua diversidade.

No lançamento, a ambição do projeto era a união para acabar com a definição restrita de beleza consistentemente retratada em todo o mundo, estabelecendo um novo padrão para a representação autêntica, diversa e inclusiva de mulheres e indivíduos não-binários em todo o mundo. Realizada inteiramente por mulheres, fotógrafas e videógrafas de identificação feminina e não binários, cada indivíduo apresentado na coleção articulou pessoalmente suas próprias descrições de pesquisa e tags para suas imagens, permitindo-lhes definir como querem ser descritos, em sua própria língua, no seus próprios termos, garantindo que se sintam representados de forma realista.

O impacto do Projeto #ShowUs até agora:

  • As imagens da biblioteca de imagens do Projeto #ShowUs foram baixadas mais de 42.000 vezes por quase 4.900 empresas em todo o mundo.

  • Mais de 200 fotógrafos de identificação feminina e não binários em 41 países contribuíram para a coleção - incluindo 85 novos criadores de conteúdo, agora incluindo videógrafos, desde o lançamento.

  • Mais de 85.000 mulheres e indivíduos não-binários demonstraram interesse em participar do #ShowUs, com quase 4.000 se inscrevendo para levantar as mãos para a campanha e aparecer na biblioteca.

  • Após o lançamento da coleção, as pesquisas globais de clientes em gettyimages.com aumentaram para 'mulher real' (até 150%), 'beleza natural' (mais de 100%) e 'corpo positivo' (mais de 470%) enquanto novos termos de pesquisa apareceram como 'sem retoques' e 'mulher autêntica'.

Ainda é um caminho longo a percorrer para agências e marcas

E ainda há muito trabalho a ser feito. Em uma pesquisa realizada para Getty Images Visual GPS, apenas 43% das mulheres brasileiras disseram que estão bem representadas na publicidade e apenas 23% se consideram bem representadas nas comunicações das empresas que fazem negócios.

Além disso, das mulheres que relataram se sentir discriminadas, 64% delas afirmaram que é por causa do corpo, forma física ou tamanho e 37% relataram discriminação por causa de como se parecem, se vestem ou se apresentam.

12

Mar

Facebook cria série para conscientizar sobre diversidade

O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 11, o lançamento de uma nova série documental batizada de Facebook Latam Season (fb.com/latamseason). A iniciativa surge como um incentivo da empresa para que empresários baseados na América Latina reflitam sobre o papel e responsabilidade na construção de modelos de representatividade mais inclusivos. Disponível na plataforma do Facebook Watch e no website da série, a produção feita pela O2 Filmes conta com figuras importantes no cenário da diversidade no Brasil, como Emicida e Liniker. 

Por enquanto, apenas o primeiro episódio – de seis – foi disponibilizado ao público. Cada um levanta temas importantes, como “Diversidade, inclusão e negócios, juntos” e “Democratização digital, agora”, e são apresentados por personalidades de toda a América Latina. As histórias dão voz a 120 empresas da América Latina e empreendedoras como Nina Silva, fundadora do movimento Black Money no Brasil.

Além de influências brasileiras, alguns ícones internacionais fazem parte da iniciativa. Entre os nomes, estão Rigoberta Menchú, natural da Guatemala e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, e Caterina Moretti, comunicadora chilena com Síndrome de Down.

Em pesquisa realizada pela empresa com mais de 6 mil latino-americanos, resultados indicam que 60% dos entrevistados acreditam que o ambiente de trabalho em que estão inseridos é indiferente ou não muito receptivo à diversidade. Enquanto isso, 70% pensam que a discussão da pauta é de extrema urgência. 

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/03/11/facebook-cria-serie-para-conscientizar-sobre-diversidade.html

11

Mar

Sinapro/RN oferece descontos diferenciados em cursos da área publicitária

As agências de comunicação afiliadas ao Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte (Sinapro/RN) podem dispor de inúmeras vantagens que facilitam o treinamento, capacitação e atualização de seus funcionários. É o caso da parceria fechada com a Miami Ad School, escola de criatividade e estratégia mais premiada do mundo, na qual o desconto é de até 25%.

Outro convênio é com a Expolab, escola de educação criativa referência no nordeste, na qual os afiliados podem aproveitar 30% de desconto e matrícula grátis nos cursos de Adobe Creative & Graphic, Design digital, Instagram para negócios, Premiere + After Effects, Marketing digital e Social media.

Também há desconto na Zeeng, a primeira plataforma de Big Data Analytics totalmente voltada para a comunicação e marketing do mercado brasileiro. Nesse caso o desconto é de 50% no setup e 15% na mensalidade (mínimo de 6 meses de contrato).

“As parcerias são um importante incentivo para que os profissionais das agências filiadas possam ter acesso a cursos voltados para sua atuação profissional. Funcionam como um diferencial para o mercado”, afirma Odemar Neto, presidente do Sinapro/RN.

11

Mar

Executivos da publicidade fazem balanço de um ano de pandemia

“A Pandemia nos quebrou a crença de que é preciso estar sentado em uma cadeira na (Avenida) Berrini para criar”. Essa foi a frase utilizada por Ricardo John, CEO e CCO da FCB Brasil, para descrever apenas uma entre várias das mudanças substanciais no modelo de trabalho da publicidade nos últimos meses, em entrevista publicada na edição semanal de Meio & Mensagem, que circulou com data de 1º de março. Nesta quinta-feira, dia 11, completa-se um ano da elevação à pandemia do estado de contaminação da Covid-19 pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para além do sistema obrigatório de home office, o exercício publicitário precisou ser revisto sob vários outros aspectos, desde a prospecção, até a execução, produção, entrega e veiculação dos trabalhos. No inevitável balanço desse período fatídico, o mercado ainda avalia quais são as transformações que devem se consolidar mesmo após a pandemia.

Capacidade de reação

Para Karina Ribeiro, CMO e new business leader da Ogilvy Brasil, nos últimos doze meses foram intensificadas as capacidades de reagir, criar, mudar, além de mais agilidade nas entregas diante de um cenário que a todo momento muda e exige novas tomadas de decisão. Como resultado, essas características, que já eram esperadas, foram transportadas não apenas como pensamento, mas como modus operandi para todas as frentes.

Em sua visão, a preocupação em manter o espírito colaborativo e conduzir as pessoas para um mesmo caminho também ganhou relevância. “Outro efeito significativo foi a maior reflexão sobre o cuidado com a saúde mental e empatia em um momento em que todos precisam ficar em casa. O acolhimento das pessoas se tornou ainda mais importante”, afirma.

Como principais pontos positivos em termos de aprendizado para o período, Karina ressalta a comprovação do quanto a publicidade é capaz de continuar a missão de criar com relevância, produzir e inovar, mesmo em situações e momentos de instabilidade. Quanto aos desafios, a profissional acredita que a impossibilidade do contato físico é algo que impacta a riqueza das nossas relações. “As interações, as trocas e a colaboração que temos entre os times quando todos estão fisicamente juntos têm um valor imenso, e ainda que tenhamos nos adaptado a rotina remota, há certas perdas”, revela.

Novos formatos

Na análise de Erh Ray, CEO e CCO da BETC Havas, foi um ano sem precedentes, em todos os sentidos e em todo o mundo, não só para a publicidade, mas como para qualquer setor. O executivo destaca como efeito imediato da pandemia a capacidade do mercado em tomar decisões ainda mais rápidas e assertivas, mostrando que que as agências continuam relevantes no papel de contribuir, de fato, com o negócio dos clientes.

No período, Erh lembra que foi preciso realocar verbas e fazer alterações nas estratégias de mídia, além de criar, em meio ao caos do momento, novas e mais urgentes formas de comunicar. “Alguns de nossos clientes, considerados como serviços essenciais, por exemplo, precisaram adaptar suas comunicações para falar de algo extremamente sensível, doloroso e até então desconhecido, num cenário altamente nebuloso e de incertezas”, pontua.

Como saldo de evolução em meio a esse momento único e desafiador, o CEO e CCO da BETC Havas ressalta também os aspectos ligados à reformulação operacional e estratégica. “Tivemos que descobrir novos formatos de trabalho e de integração, e que deram certo, sem comprometer em nada nossas entregas. Mesmo com o trabalho 100% remoto, já sabemos que é possível seguir nessa parceria diária com todos os clientes e equipes da agência”, acredita. Para ele, o lado negativo do momento também é a falta do olho no olho e a troca de ideias presenciais. “Precisamos desse improviso e dessa espontaneidade do dia a dia que impulsionam a criatividade, matéria prima básica do nosso mercado. E isso as ferramentas não nos permitem fazer”, reforça.

Consolidação do conteúdo

MD e global COO da David, Sylvia Panico também enxerga pontos de aprendizado para a publicidade no período pandêmico. Para ela, a comunicação se mostrou ainda mais importante desde que a pandemia começou, seja pzra alertar as pessoas sobre a importância do isolamento, para trazer uma mensagem de esperança, ou até divertir o público em um momento de tensão. “Isso só valorizou a criatividade, que é capaz de gerar negócios e ajudar as marcas a conquistar mais do que consumidores, mas fãs. Somos e continuamos a ser fundamentais para que as marcas possam manter o diálogo correto com seus consumidores, o que é ainda mais desafiador em tempos tão difíceis”, avalia.

Como um dos aspectos de mudança, a profissional reforça a consolidação das estratégias ligadas a conteúdo. Como consequência, ela conta que a David precisou contratar equipes para atender a essa necessidade crescente das marcas, ampliando assim suas áreas de conteúdo e social media. Além disso, a global COO da David ressalta os aprendizados e ganhos do home office como modelo de trabalho “Conseguimos otimizar tempo, evitar deslocamentos desnecessários, atender as novas necessidades das equipes e, com isso, não perdemos em nenhum momento a eficiência da nossa entrega”, conta.

Canais e propósitos

Na concepção de João Gabriel, VP de planejamento da AlmapBBDO, essa “aceleração” do mercado publicitário enquanto “tudo parou” aconteceu em diversos campos. Em sua ótica, a digitalização dos negócios e a intensificação do uso de canais digitais para interação e vendas são exemplos de tendências que já se manifestavam e que se intensificaram bastante. “Nesse caso, destaco as live-commerces como ações que integram entretenimento com transações e aparecem como uma alternativa para diversas marcas, varejos e datas promocionais. Ainda que com o ineditismo esvaziado, acredito que irão perdurar”, frisa.

O profissional de planejamento lembra também que todos os sistemas de e-commerce tiverem que aperfeiçoar suas interfaces e sua entrega, uma vez que a demanda se agigantou e isso se tornou vital para que a publicidade topo de funil se converta em vendas na ponta. Com isso, a experiência de compra digital virou ainda mais fundamental no processo de fidelização de consumidores.

Outro ponto acelerado, em seu modo de ver, é a sobre responsabilidade socioambiental, repaginada no conceito do “ESG”. Nesse sentido, ele acredita que a pandemia trouxe como efeito a necessidade de se pensar o impacto da humanidade na sociedade e no planeta e, como consequência, muita coisa que já vinha sendo discutida, ganhou uma nova urgência. “Nesse caso, o ponto positivo é que o assunto volta pra conversas e ganha mais iniciativas práticas, pois a Pandemia nos colocou em um modo de mais atitude além da discussão. Mas, como ponto de atenção, fica a necessidade de fazer essa prática perdurar depois que os dias difíceis acabarem”, alerta.

 

Outro ponto importante, em sua análise, está centrado na conversa sobre o equilíbrio entre ações de curto e longo prazos no universo da construção de marcas. Para ele, no período pandêmico o mercado fez um grande esforço de reprogramar as estratégias de marca pensando no agora, mas sem deixar de olhar para o longo prazo. “Ganhamos mais repertório nesse assunto. Exercitamos olhar no Waze e na bússola ao mesmo tempo. Ainda temos inúmeros desafios para os meses que vêm por aí. Mas com certeza, em uma avaliação otimista, exercitamos a capacidade de sermos mais sensíveis, mais transformadores, mais adaptáveis – e portanto mais humanos”, finaliza.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/03/11/publicidade-faz-balanco-de-um-ano-de-pandemia.html

7

Mar

Pesquisa: Agências e marcas querem ampliar investimentos no digital

Apesar dos impactos que a Covid-19 trouxe para praticamente todas as esferas econômicas do Brasil, a aceleração do comportamento digital das pessoas e do uso do meio para atividades de consumo, educação e entretenimento, por exemplo, leva o mercado publicitário a querer ampliar os investimentos nesse meio neste ano.

A conclusão é da segunda edição de uma pesquisa promovida pelo Interactive Advertising Bureau (IAB-Brasil) em parceria com a Nielsen com a proposta de mensurar os efeitos da pandemia no mercado de publicidade e mídia do Brasil. Para o levantamento foram entrevistados cerca de 167 profissionais de anunciantes, agências, adtechs, veículos e outras empresas do segmento, sendo que 52% dos respondentes ocupam cargos de gestão.

Um dado que a pesquisa deixou evidente é a da priorização do digital na definição das verbas de publicidade: 63% dos entrevistados que efetuam compra de mídia declaram que investem mais da metade das verbas para os meios digitais. Entre esse grupo, 20% afirmou que destina ao digital 80% de todo seu budget.

A pesquisa foi realizada entre os meses de novembro e dezembro do ano passado, quando a pandemia ainda não havia retornado à fase aguda que atualmente atravessa no Brasil. Na época, a visão dos profissionais entrevistados pela pesquisa era otimista em relação ao futuro dos negócio: 33% dos pesquisados disseram, na época, que o ritmo já havia retornado ao mesmo de antes da pandemia e 26% acreditavam que o período mais crítico da crise havia passado.

Em relação especificamente à publicidade digital, boa parte dos anunciantes crê na contínua valorização da importância do meio: 46% afirmaram que os investimentos feitos nos canais digitais ao longo de 2020 tiveram mais importância do que os realizados em veículos tradicionais. Metade dos pesquisados (50%) apontam que a importância da publicidade digital se manterá a mesma neste ano. Considerando a fatia dos respondentes de agências e anunciantes que atuam na compra de mídia, 45% declararam que pretendem ampliar os investimentos em digital em 2021.

Já em relação aos formatos digitais, as principais apostas de investimentos em publicidade em 2021 são vídeo, social media e search (sendo cada um deles citado por 27% dos entrevistados; streamings, áudios e podcasts (lembrados por 23%), seguido de native advertising e display (18% cada); OTT e TV conectada (13%) e e-mail (5%).

Ainda em relação aos formatos, é notável o maior interesse das agências e anunciantes compradores de mídia de em alguns deles de um ano para o outro. Em abril de 2020, na primeira edição da pesquisa, somente 4% dos respondentes disseram que a tinha a pretensão de ampliar os investimentos em streaming, áudios e podcasts ao longo do ano; agora, já são 27% os que querem fazer essa ampliação de investimento em 2021.O interesse por native advertising também deu um salto: eram 4% os que pretendiam investir no formato em abril do ano passado e, para este ano, são 18%. Veja:

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/03/05/agencias-e-marcas-querem-ampliar-investimentos-no-digital.html

5

Mar

Pesquisa traz previsões e tendências de investimento em publicidade para 2021

IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), associação que tem o objetivo de promover o desenvolvimento sustentável da publicidade digital no Brasil e a Nielsen, empresa global de mensuração e análise de dados, realizaram a segunda edição da pesquisa sobre o impacto da Covid-19 no mercado publicitário brasileiro. O objetivo foi traçar um retrato do cenário atual de investimentos em mídia em meio à pandemia e das perspectivas para o futuro.      

Para o levantamento, foram entrevistados, nos meses de novembro e dezembro de 2020, cerca de 167 profissionais entre anunciantes, agências, Ad Techs, veículos e outros, sendo que 52% destes em cargos de gestão, de gerentes à C-level.

A visão de agências e anunciantes (buy side)

63% dos respondentes de buy side declararam investir mais da metade de suas verbas totais de mídia em meios digitais. Destes, 20% declararam direcionar até 80% de seus investimentos para o digital.

Quando questionados sobre as expectativas de investimento para 2021, 45% aumentarão a verba gasta com anúncios digitais, e 14% em estratégias com influenciadores, motivados pela busca por performance, ROI, posicionamento de marca e alcance de novas audiências.

Quanto aos formatos, 27% dos entrevistados de buy side esperam aumentar este ano os investimentos destinados para search, 23% para áudio digital e podcasts e 18% para Native Advertising.

"A atenção à performance e busca por ROI reportada pelos respondentes de buy side, somada à expectativa de crescimento em anúncios digitais e em formatos como search, reforçam a importância do meio para impulsionar os negócios frente às restrições por conta da pandemia. Ao mesmo tempo, além da preocupação com a conversão, a expectativa de aumento em estratégias com influenciadores, e formatos como áudio e podcasts, mostram que os anunciantes vêm a importância do digital para a construção de marca, geração de conversas e uma conexão mais profunda com seu consumidor", avalia Cris Camargo, CEO do IAB Brasil.

"Os objetivos de brand equity e performance foram os que mais receberam atenção ao longo do ano de 2020 no mercado de publicidade, se analisadas as respostas da primeira e segunda onda da pesquisa. Houve aumento nos esforços de início, e uma intenção em manter estes esforços para o ciclo seguinte”, pontuou a líder de Media Measurement da Nielsen Media no Brasil, Sabrina Balhes. “Além do aumento de investimentos, espera-se também um maior acompanhamento dos resultados desses esforços no sentido de verificar se as campanhas estão atingindo os objetivos propostos”, complementa Balhes.

O estudo na íntegra pode ser conferido por meio deste link.

Sobre a pesquisa: foi realizada entre os meses de novembro e dezembro de 2020, com 167 respondentes, sendo anunciantes, agências, veículos e empresas de tecnologia aplicada à publicidade.

26

Fev

Art&C é reconhecida na maior revista de publicidade do mundo

Depois de conquistar o inédito Profissionais do ano para o Rio Grande do Norte – grande prêmio da publicidade brasileira – e o Lusófonos de Portugal, a agência ART&C emplacou o filme “Notificação para os Pais” numa das principais revistas de publicidade do planeta, a austríaca Archive. 

É a primeira vez que um filme totalmente criado e produzido no estado sai na revista (site e versão impressa), que publica apenas 5% de todos os filmes que recebe, de todo o mundo. O filme foi criado para o cliente Miranda, e traz crianças que simulam sons de celular para chamar a atenção dos pais.

Criado pela Art&C, dirigido pelo catarinense Giovane Rocha e produzido em Natal pela Dueto Filmes a baixíssimo custo, “Notificações para os Pais” já é uma das mais premiadas peças da publicidade potiguar. Trouxe o Profissionais do Ano (pela primeira vez para a publicidade potiguar), Prêmio Lusófonos (realizado em Lisboa, entre todas as agências de países de língua portuguesa) e agora a inédita publicação na Lürzer’s Archive. 

Um prêmio à criatividade da nossa terra e ao trabalho integrado da Art&C, que sugeriu o material para o cliente Miranda e tratou de sua distribuição nas mais diversas plataformas de mídias, apostando no sucesso da peça. Em sua versão em inglês, o filme pode ser conferido no site da archive (archive.com) ou clicando no link: https://www.luerzersarchive.com/en/designer-profile/artandc-natal-87158.html.

9

Fev

Execom chega aos 18 anos comemorando grandes clientes, destaque no mercado e nova sede

Novo endereço, novos clientes, pleno otimismo frente aos desafios que vêm marcando o cenário da propaganda do início da pandemia aos dias atuais. A Executiva Comunicação chega aos 18 anos de atividade no próximo dia 15 de março, com a postura vencedora de uma agência pronta para novas iniciativas.

A empresa conduzida pelos publicitários Odemar Neto e Erick Gurgel desde 2003, se consolida e aperfeiçoa os conceitos que a fizeram galgar um patamar diferenciado no próprio panorama do setor em termos de Rio Grande do Norte: é ser protagonista e agir, quando quase todos se retraem num reflexo da situação atual.

A nova sede, localizada no Manhattan Business Office, entre os bairros do Tirol e Petrópolis, é uma conquista comemorada por ambos os empresários, contando com a infraestrutura que faltava para alavancar os novos negócios em vista.

“Demos esse passo, no momento em que vimos a necessidade de conciliar trabalho de qualidade ao nosso atendimento. Aqui, oferecemos todas as condições para um ambiente propenso ao crescimento de todos, na mesma sintonia”, avalia Erick Gurgel. Ele se refere ao endereço, dotado de salas de reuniões, cafeteria, salão de eventos e auditório.

Determinadas rotinas que agora passam a fazer parte da realidade do brasileiro, como o “home office”, já eram experimentadas pela agência antes das restrições causadas pelo Covid 19. Uma rede integrada de colaboradores que atua de forma presencial e virtual, conferindo precisão e agilidade para a consecução dos trabalhos.

“Trabalhamos tentando antecipar os problemas do cliente antes que eles apareçam”, explica Odemar. A estratégia se revelou vencedora e conduziu a agência ao status de uma das maiores do mercado potiguar, exibindo uma carteira que inclui grandes clientes públicos e privados. 

A reformulação da antiga marca “Executiva Propaganda” para a atual “Execom”, também é fruto de pesquisa junto a outros mercados, além de atender ao sentido da palavra “comunicação” de um modo mais amplo. São cerca de 40 clientes públicos e privados que podem se valer de diversos meios e plataformas físicas ou digitais, tendo a abrangência como fator em comum.

2

Fev

Netflix diminui investimentos em publicidade em 23%

Em 2020, a Netflix diminuiu em 23% seus gastos com publicidade, que equivaleram a US$ 1,45 bilhão. O investimento publicitário do streaming engloba digital e televisão. Em 2019, o investimento aumentou 4% em relação a 2018. Já em 2018, o gasto foi 66% maior que o de 2017, cerca de US$ 1,81 bilhão.

A caída publicitária não segue o mesmo rumo dos demais números informados pela empresa no seu repport anual. O número de usuários passou os 200 milhões. Este ano, foram 37 milhões de assinantes conquistados, 31% a mais em relação a 2019, o que resultou um número recorde na história da Netflix. A receita, por sua vez, aumentou em 24%.

 

De acordo com o Campaign, o streaming disse aos investidores que a redução no investimento em publicidade se deu por conta da pandemia da Covid-19. Além disso, reportou que evita algumas estratégias de marketing quando considera as práticas intrusivas ou prejudiciais a imagem da marca e que a indicação entre clientes ajuda na conquista de novos assinantes.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/02/02/netflix-diminui-investimentos-em-publicidade-em-23.html

23

Jan

Cannes Lions atualiza lista de presidentes de júri

*Por Meio & Mensagem

A organização do Festival Internacional de Criatividade de Cannes acaba de atualizar a lista de presidentes de júri para o evento, previsto para acontecer durante a terceira semana de junho de 2021. A maior parte da relação segue a mesma, com os profissionais que já haviam sido convidados para a premiação que foi cancelada em 2020, em decorrência da pandemia.

São quatro atualizações na lista. Bozoma Saint John, CMO global de Netflix, vai comandar o júri de Glass, no lugar de Karen Blackett, country manager do WPP no Reino. Em Radio & Audio, Merlee Jayme, presidente global da Dentsu Mcgarrybowen, entra no lugar de Ted Lim, CCO da Dentsu Brand Agencies, Dentsu Aegis Network – APAC.

Em Creative Business Transformation, saiu Ronald Ng, CCO global da Isobar, para a entrada de Geoff Northcutt, global chief experience officer & managing partner, EMEA, da AKQA. Por fim, em Direct, Sonal Dabral, CCO e vice-presidente da Ogilvy na Índia, Sul e Sudeste Asiático, deu lugar para Reed Collins, chief creative officer, da Ogilvy Asia.

Com 16 mulheres na presidência, pela primeira vez o comando dos júris no Cannes Lions tem maioria feminina (57%). Luiz Sanches, chairman e CCO da AlmapBBDO, continua sendo o único presidente de júri brasileiro, e vai coordenar os trabalhos na categoria Outdoor. Pela segunda vez o profissional vai liderar um júri no festival, já que em 2018 foi presidente em Film. Também será a sua quinta vez na comissão de jurados do Cannes Lions.

Confira a lista completa de presidentes de júri do Cannes Lions 2021:

Titanium Lions – Susan Credle, CCO global da FCB
Design Lions – Pum Lefebure, co-fundadora e CCO da Design Army – Estados Unidos
Film Lions – Richard Brim, CCCO da adam&eveDDB – Reino Unido
Mobile Lions – Andrew Keller, vice-presidente e diretor criativo global do Facebook
Outdoor Lions – Luiz Sanches, presidente e CCO da AlmapBBDO
Print & Publishing Lions – Liz Taylor, CCO global da Leo Burnett / CCO global na Publicis Communications NA
Radio & Audio Lions – Merlee Jayme, presidente global da Dentsu Mcgarrybowen
Digital Craft Lions – Jax Ostle-Evans, diretor geral da Stink Studios – Reino Unido
Film Craft Lions – Kerstin Emhoff, presidente da PRETTYBIRD – Estados Unidos
Industry Craft Lions – Jayanta Jenkins, diretor executivo global de criação da Cheil (Samsung Mobile)
Entertainment Lions – Jae Goodman, CEO global da Observatory
Entertainment Lions for Music – Wyclef Jean, presidente e Chief Strategy Officer do Carnival World Music Group – Estados Unidos
Entertainment Lions for Sport – Ben Hartman, Chief Client Officer global da Octagon
Brand Experience & Activation Lions – Vicki Maguire, CCO da Havas – Reino Unido
Creative Business Transformation Lions – Geoff Northcutt, global chief experience officer & managing partner, EMEA, da AKQA
Creative eCommerce Lions – Tiffany Rolfe, CCO da R/GA – Estados Unidos
Glass: The Lion for Change – Bozoma Saint John, CMO global de Netflix
Sustainable Development Goals Lions – Eduardo Maruri, vice-presidente global do Board Criativo e presidente/CEO para Europa da Grey Worldwide
Health & Wellness Lions – Tom Richards, CCO e Chairman do Conselho Criativo da Havas Health Global e Havas Lynx Global
Pharma Lions – Anne de Schweinitz, diretora global para Healthcare da FleishmanHillard
Innovation Lions – Claudia Cristóvão, Head do Google Brand Studio – APAC
Creative Effectiveness Lions – Ann Mukherjee, Chairman e CEO América do Norte da Pernod Ricard -Estados Unidos
Creative Data Lions – Maurice Riley, Chief Data Officer da Digitas – Austrália e Nova Zelândia
Creative Strategy Lions – Suzanne Powers, Chief Strategy Officer global do McCann Worldgroup
Direct Lions – Reed Collins, chief creative officer, da Ogilvy Asia Media Lions – Philippa Brown, CEO global da PHD
PR Lions – Gail Heimann, presidente e CEO da Weber Shandwick – Estados Unidos
Social & Influencer Lions – Debbi Vandeven, CCO global da VMLY&R  

Fonte: Meio & Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/01/21/cannes-lions-atualiza-lista-de-presidentes-de-juri.html

19

Jan

Estudo da Kantar aponta previsões e insights para agências e anunciantes em 2021

Oideal é que qualquer investimento de marca tenha o maior aproveitamento possível, sem desperdício de dinheiro. Essa necessidade se eleva ao quadrado em um contexto econômico que requer atenção, como no atual, com as implicações da Covid-19. Nesse sentido, uma das perguntas mais importantes é: em quais canais as marcas devem anunciar para maximizar seus esforços e recursos de marketing? Para tentar responder a essa questão, a Kantar realizou o estudo Tendências e Previsões de Mídia para 2021. Além de recortes de pesquisas da empresa, o material reúne artigos e opiniões de especialistas da Kantar pelo mundo.

Maior volatilidade
Entre os principais dados, o estudo mostra que a volatilidade deixou os anunciantes menos confiantes com seu planejamento de mix de mídia (agora apenas 49% estão confiantes, em comparação com os 56% de 2019). Esse quadro, no entanto, não diminui o entusiasmo com a mudança, com muitos profissionais de marketing (53%) “mais dispostos a experimentar algo novo”. Cerca de 96% acreditam que a pandemia terá implicações estratégicas de longo prazo, principalmente um foco maior na medição de eficiência de campanha e mais investimento em mídia digital para conseguir maior agilidade.

Contexto no centro
Para Maura Coracini, diretora de mídia e digital da Kantar, o cenário de mídia nunca foi tão volátil ou exigiu tamanha agilidade. Em meio a isso, ela reforça a necessidade de avaliar e trabalhar o contexto como fator primordial para um investimento assertivo. “Entendendo que a escolha do ambiente onde um anúncio é veiculado é tão importante quanto a mensagem, marcas e agências estão cercadas por evidências conflitantes e contraditórias sobre quais combinações de meios funcionam melhor. Por isso, elas precisam colocar o contexto no centro das prioridades”, explica.

Digital ganha força
Na visão de Maura, com menos investimento em publicidade, os canais digitais foram relativamente beneficiados, com quase todos os formatos de mídia online recebendo maior alocação de investimento. Ela lembra também que, mesmo com o aumento do consumo de TV durante as medidas de isolamento social da pandemia, o investimento publicitário foi reduzido, embora a expectativa seja de que em 2021 volte ao patamar anterior.

Novos players
A diretora da Kantar também acredita que o crescimento de algumas plataformas digitais deve atrair os anunciantes. Para ela, TikTok e Instagram se tornaram ambientes de publicidade populares para os consumidores e têm demonstrado alta performance para a construção de impacto de marca. “A ameaça competitiva do TikTok foi reconhecida pelo Facebook (que lançou o Instagram Reels). Ainda é preciso confirmar se os influenciadores e usuários vão preferir estes novos concorrentes ou se o TikTok seguirá com sua rápida ascensão”, analisa.

Outros formatos
Entre os insights, o estudo da Kantar revela, ainda, que anunciantes e agências irão acelerar a adoção de novos canais e formatos de mídia. Os criadores de conteúdo precisarão concentrar seus esforços nas plataformas que oferecem o melhor valor para eles, ao invés de tentar personalizar o conteúdo para cada plataforma. “O formato de vídeo online será o grande vencedor e haverá crescimento contínuo nos ambientes de maior alcance. As marcas procurarão tornar suas campanhas de vídeo online mais interessantes, incorporando influenciadores relevantes e buscando engajamento e interatividade”, afirma Maura.

Propósito de marca
A pesquisa também aponta que marcas e agências devem investir mais tempo e esforço na adaptação do conteúdo nos mais diferentes contextos. O aumento da ênfase sobre o propósito de marca impulsionará anunciantes a cobrarem dos seus parceiros de mídia ambientes alinhados a valores e padrões éticos mais altos.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/01/19/6-tendencias-para-a-estrategia-de-midia-das-marcas.html

18

Jan

Livro aborda representação da mulher em outdoors de Natal/RN

A aluna egressa do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia (PPGEM) e do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Patrícia de Souza Nunes, lança seu primeiro livro Consumidora Consumida: a mulher em anúncios de outdoors, fruto da sua dissertação de mestrado sobre a representação da mulher nos anúncios de outdoors em Natal-RN. 

A dissertação que originou o livro foi defendida em 2019 na Universidade, sob orientação da professora Josimey Costa, que também assina o prefácio do livro. A pesquisa recebeu o prêmio Francisco Morel da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), em 2018. 

Devido à pandemia, o evento será realizado via live, no dia 30 de janeiro, às 17h, no Instagram da autora. Será um momento de conversa sobre a obra, sessão de perguntas, sorteio de livros e contará com a participação do mestre em Ciências Sociais pela UFRN Adailton Sousa.

8

Jan

Quais são os desafios da publicidade em 2021?

Com um contexto volátil, complexo e extremamente desafiador, 2020 deixou ainda uma janela aberta para um 2021 que começa cercado de expectativas, receios e incertezas para a sociedade de maneira geral e o mercado publicitário. Mesmo com o início das campanhas de imunização mundo afora, não há bussola capaz ainda de determinar rotas precisas nos próximos meses. Como mecanismo de defesa, no entanto, as agências se esforçam para entender quais serão suas principais dificuldades pela frente (e de seus clientes). A grande pergunta nesse aspecto é: quais são os desafios que a publicidade precisará superar em 2021?

Para Renata Bokel, CSO da WMcCann, parte dessa resposta está em ser relevante frente a um comportamento de consumo em constante mudança em tempos de pandemia e pós-pandemia. A profissional enxerga 2021 como uma espécie de continuação do que vivemos em 2020. Nesse contexto, o maior desafio continua sendo a adaptação ao dia-a-dia de um mundo em transformação. “A pandemia atuou como um acelerador, levando as marcas a encontrar novas maneiras de entreter, educar, servir, ajudar e vender. A grande dificuldade vai ser entender de maneira eficaz e rápida todas essas mudanças e ajudar os nossos clientes a serem cada vez mais relevantes”, argumenta.

Na concepção de Eduardo Simon, CEO da DPZ&T , o dilema da publicidade neste ano é unir entretenimento e performance. Em outras palavras, o executivo acredita ser essencial criar comunicação que chame a atenção das pessoas neste ambiente instaurado pela pandemia – no qual pouco se tolera interrupções a conteúdos cada vez mais on demand –, sem deixar de lado a eficiência de atrair consumidores, principalmente porque 2021 promete ser economicamente competitivo, em sua análise. “O grande desafio, portanto, é construir relevância antes de vender e, para isso, as marcas precisam aprender a entreter”, avalia.

Na opinião de Thais Frazão, head of brand strategy da Ogilvy, se a pergunta tivesse sido feita no começo de 2020, a resposta seria algo sobre a publicidade se reinventar por meio da tecnologia e inovação e sobre a digitalização. “Mas 2020 veio para acelerar essa transformação, que, com certeza, veio para ficar. E também para colocar a relação das pessoas com as marcas em outro nível”.

De modo geral, Thais crê que naturalmente em 2021 todo viverão em um compasso de espera que deve intensificar a ansiedade e cobrar das marcas uma atuação mais comprometida com as pessoas, e com sua responsabilidade social. “As marcas vão precisar encontrar formas de serem relevantes na vida não só de consumidores e consumidoras, mas na vida do todo. O que as empresas podem fazer para ajudar a sociedade a passar por esse momento e viver a próxima fase pós-vacinação? Buscar juntos essas respostas é parte do nosso desafio como agência”, afirma.

Chief creative officer da Ogilvy, Félix del Valle pensa em 2021 como um período em que a criatividade seguirá extremamente importante, principalmente se pensarmos em sua essência de trazer soluções simples para as mais diversas situações. “Com os aprendizados e experiências de 2020, começamos 2021 entendendo melhor o esquema de trabalho na pandemia. Aprendemos novas maneiras de continuar produzindo com relevância, nos adaptamos a protocolos, mas, ao mesmo tempo, ainda vivemos em um cenário de incertezas, sem saber quando o estado mais crítico vai passar”.

Manter o espírito colaborativo e conduzir as pessoas para um mesmo caminho em um cenário ainda tão instável, talvez, sejam os principais desafios, na visão do publicitário. “As boas ideias surgem, principalmente, na coletividade, no compartilhamento de experiências e olhares, então, manter o time unido e na mesma página será ainda mais essencial”, finaliza.

Foto: Arthur Nobre / Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2021/01/08/quais-os-desafios-da-publicidade-em-2021.html