Comunicação

29

Jun

Mercado de PCs no Brasil cresce 20% no 1º trimestre de 2021

O mercado de computadores no Brasil teve um crescimento de quase 20% no primeiro trimestre de 2021, em comparação com os três primeiros meses do ano passado, registrando um total de 1.772.417 máquinas vendidas. Os dados são de um levantamento feito pela IDC Brasil, divulgado nesta segunda-feira (28).

Conforme a pesquisa, a quantidade de PCs vendidos representa um aumento de 19,7% em relação a 2020, cujos números já haviam sido considerados bons. O mercado corporativo teve a alta mais expressiva, de 24,4%, respondendo por 681.930 máquinas comercializadas, enquanto o varejo teve crescimento de 17% (1.090.487 unidades vendidas).

Ainda segundo o estudo “IDC Brazil PCs Tracker 1Q2021”, os notebooks continuam sendo os preferidos do consumidor final. Do total de vendas na rede varejista ao final do primeiro trimestre, 944.753 unidades eram laptops, enquanto as outras 145.734 foram de desktops.

Para o gerente de pesquisa e consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil Reinaldo Sakis, a alta na venda de notebooks e desktops tem relação com o trabalho remoto. Por conta da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus, as empresas continuam a investir no home office em 2021, “repetindo o movimento do início da pandemia”.

Preços em alta e falta de componentes

Os preços de computadores também aumentaram neste primeiro trimestre devido ao impacto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Em 2020, computadores e notebooks custavam R$ 3.146 e R$ 3.692 em média, respectivamente.

Agora, os valores médios saltaram para R$ 3.842 (alta de 22,1%) e R$ 4.450 (aumento de 20,5%). Com o aumento na quantidade de unidades vendidas e nos preços, a receita do mercado brasileiro de computadores chegou a R$ 6,6 bilhões, crescendo 45,9%.

Outro tema abordado na pesquisa foi a falta de componentes, mantida desde o ano passado. Segundo a consultoria, a situação pode se prolongar até 2022, atrapalhando mas não impedindo o crescimento do mercado.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/220120-mercado-pcs-brasil-cresce-20-no-1-trimestre-2021.htm

28

Jun

Reino Unido vai investigar Amazon e Google por permitir avaliações falsas

Duas das maiores empresas do mundo, o Amazon e o Google, estão sendo investigados no Reino Unido pela CMA, o órgão britânico que analisa mercados e competição. As duas companhias possivelmente não protegeram devidamente os clientes de suas plataformas de avaliações falsas de produtos, o que pode levar o público a comprar produtos de qualidade duvidosa.

A ação começou em maio, quando a CMA manifestou preocupações sobre o tratamento que as empresas de avaliações falsas ou enganosas tiveram nos sites de Amazon e google. Na época, os investigadores não revelaram quais empresas estavam sendo investigadas.

Amazon e Google são duas das empresas com maior poder sobre o ecommerce e pesquisa online. Em 2020, as vendas online da Amazon cresceram 37% e chegaram a US$ 386 bilhões, já que o mundo passou a fazer muito mais compras pela internet em virtude da pandemia do novo coronavírus. Já o Google tem investido pesado no seu Shopping, plataforma de compras lançada em 2019.

As duas empresas possivelmente não fizeram um bom monitoramento de quais lojas estavam sendo supervalorizados por avaliações falsas de seus produtos. Com isso, muitos clientes podem ter sido levados a comprar produtos de qualidade duvidosa ou até mesmo serem enganados pelas falsas avaliações positivas.

Segundo o Engadget, a CMA já havia pressionado o eBay, o Facebook e o Instagram para monitorar com mais eficácia as avaliações falsas após constatar que elas são muito eficientes para incentivar a compra. Como resultado, as três plataformas concordaram em remover o conteúdo identificado. O Facebook, por exemplo, chegou a remover mais de 16 mil grupos que estavam negociando avaliações falsas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146420/reino-unido-vai-investigar-amazon-e-google-por-permitir-avaliacoes-falsas/

27

Jun

Você sabe como administrar um grupo do WhatsApp?

*Por Roberto Camargo

Segundo uma pesquisa realizada pela Resultados Digitais no ano de 2020, cerca de 120 milhões de pessoas utilizam o WhatsApp no Brasil. O aplicativo teve um crescimento acelerado, justamente por permitir a troca de mensagens de forma rápida, sejam elas pessoais ou não.

Muitas são as formas de comunicação dentro do WhatsApp, seja de forma direta com o envio de uma mensagem no privado, por meio de listas de transmissão, postando ou reagindo a um status ou utilizando grupos. E os grupos são os que mais exigem atenção, vou te contar o porquê.

Não importa o tipo: de família, da faculdade, do trabalho ou do condomínio, os grupos de WhatsApp na maioria das vezes são muito chatos, cheios de notificações e mensagens que mais atrapalham nosso dia a dia do que acrescentam algo.

Regras e objetivos

Em grupos as mensagens chegam apitando avassaladoramente, entupindo o smartphone de áudios, vídeos e imagens, pois não são impostas algumas regras de etiqueta. Dependemos apenas do bom senso das pessoas, mas isso nem sempre está presente.

O que é combinado não sai caro, então ter definido e, quando bem esclarecidos, os objetivos do grupo vão evitar boa parte de problemas que poderiam ocorrer no futuro.

Dicas para administradores

O ideal é que o líder seja o criador e administrador do grupo como, por exemplo, o professor, o chefe ou o síndico e que seja um grupo “oficial”. Caso existam outros paralelos, deve ficar muito bem claro que debates sobre comunicados oficiais apenas são feitos por meio do oficial.

- Proíba política, religião, piadas de qualquer natureza.

- Proíba mensagens de bom dia e boa noite; elas poluem o grupo e aumentam quantidade de notificações.

- Proíba mensagens por áudio, pois se alguém não consegue se expressar escrevendo em poucas linhas, é melhor que reveja o que quer falar, já que nem todos podem ouvir áudios e muitas vezes as mensagens são muito longas e atrapalham entendimento do assunto no grupo.

- Dependendo do tipo de grupo, como de condomínio, defina um horário para o grupo estar aberto e todos poderem enviar mensagens neste momento e com acompanhamento do administrador, por exemplo: das 20h às 21h em tais dias da semana.

Dicas para participantes

- Desative as notificações do grupo escolhendo a opção: PARA SEMPRE.

- Não exponha outras pessoas no grupo por nenhum motivo; se necessário, primeiro leve o assunto ao administrador.

- Não poste nada que não seja assunto do grupo, mesmo que você considere a mensagem “de utilidade pública”, saiba que nem todos vão concordar com isso e vão se incomodar.

- Muito cuidado: não encaminhe mensagens que recebeu de outros grupos, pois, além de não ser o objetivo deste, muitas vezes elas são fake news.

- Você se identificou com algum membro do grupo que escreveu alguma coisa interessante? Fale com ele por mensagens privadas, não no grupo.

- Não divulgue produtos ou serviços seus ou de amigos, a não ser que a regra esteja combinada anteriormente.

Recomendações finais

WhatsApp nem sempre deve ser canal oficial de comunicação e, se for, que isso esteja muito bem claro para todos.

Grupos no WhatsApp são muito melhores como quadro de avisos do que como ferramenta de debate: nem sempre todos se respeitam o suficiente, pois atrás de uma tela de celular muitos se sentem fortes e poderosos e perdem a noção.

Dica de ouro

Será que o seu grupo de WhatsApp não pode ser transformado em uma lista de transmissão? Assim como o app é uma ferramenta que faz parte da transformação digital que o mundo está vivendo, existem muitas outras que podemos usar no dia a dia.

Não perca tempo, tenha ao seu lado a URL Business, agência especialista em transformação digital.

*Roberto Camargo é CEO da URL Business, professor de MBA, palestrante e consultor especialista em presença digital.

25

Jun

Pesquisa: maioria das transações bancárias do Brasil já acontece pelo celular

A transformação digital acelerada pela pandemia do COVID-19 trouxe mudanças de hábitos para o comportamento bancário brasileiro. Segundo a Pesquisa Febraban (Federação Brasileira de Bancos) de Tecnologia Bancária 2021 (correspondente ao ano de 2020), pela primeira vez a maioria das transações bancárias por aplicativos mobile foram maioria no país, correspondendo a 51% do total.

Ao todo, foram movimentados R$ 52,9 bilhões por celulares, um aumento considerável em relação aos R$ 37 bilhões registrados no ano anterior. Apesar de os aparelhos portáteis terem ganhado destaque, o total de transações teve um crescimento total de 20% em todos os meios canais bancários (internet, agências, caixas eletrônicos, correspondentes bancários e contact centers), em operações que totalizaram R$ 103,5 bilhões.

O levantamento mostra que o total de contas ativas no mobile banking (aquelas que tiveram alguma movimentação em um período de 6 meses) chegou a 198,2 milhões — mais do que o dobro das 92,4 milhões registradas no ano anterior. Embora 70 milhões delas tenham sido abertas para receber o Auxílio Emergencial do Governo Federal, o setor já esperava um crescimento de 39% mesmo sem considerar os efeitos do programa de transferência de renda.

Pix e investimentos de segurança se destacam

A pesquisa também mostra uma boa aceitação do Pix, solução de pagamentos que entrou em vigor em novembro de 2020. Em sua estreia, a tecnologia movimentou R$ 59,2 milhões entre 21 bancos analisados, valor que saltou para R$ 338,2 milhões em março — o crescimento de 471% pode ser explicado pelo espaço que o sistema ganhou em relação a opções mais tradicionais, como DOCs e TEDs. Ao todo, já são amis de 519 mil usuários cadastrados para fazer transições com a tecnologia.

Com o aumento do uso dos canais digitais, os bancos também estão investindo mais em tecnologias que garantem a segurança de seus clientes e funcionários. Em 2020 os investimentos totais chegaram a R$ 25,7 bilhões, um aumento de 8% em relação a 2018 — os departamentos de TI também foram reforçados, voltando uma média de 10% de seus orçamentos para a cibersegurança.

Para Isaac Sidney, presidente da Febraban, o ano foi especialmente desafiador para o setor bancário, que teve que lidar com uma crise de saúde que trouxe graves consequências econômicas para o mundo. No entanto, ele afirma que o setor bancário brasileiro se mostrou capaz de se adaptar bem à situação, investindo em tecnologias de ponta e novos serviços como uma forma de garantir a segurança de seus clientes, que não precisam sair de casa para realizar as operações que precisam.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/maioria-das-transacoes-bancarias-do-brasil-ja-acontece-pelo-celular-188184/

22

Jun

Incubadora recebe inscrições para interessados em novos negócios

Continuam abertas as inscrições para o edital 01/2020 da incubadora de empresas Tecnatus, da UFRN. O período para submissão de propostas termina no dia 27 de julho de 2021 e o edital com os critérios de admissão e inscrição podem ser conferidos aqui. A incubadora mantém um edital de fluxo contínuo nas áreas de Engenharia, Arquitetura e Ciências Exatas e da Terra e está aberto a interessados de fora da UFRN.

Os processos de admissão e acompanhamento de novas empresas oferecidos pelos profissionais da incubadora buscam atender à demanda dos empreendedores que têm boas ideias de produtos, mas não sabem como proceder para transformá-las em negócios viáveis.

A Tecnatus oferece serviços de orientação sobre o desenvolvimento de produtos e processos, propriedade intelectual e troca de experiências com especialistas e executivos nas diversas áreas de mercado. O edital também prevê a possibilidade de utilização do espaço coworking e laboratórios da UFRN, incluindo equipamentos, instrumentos, materiais e demais instalações de uso compartilhado. Devido ao isolamento social, o edital prevê o desempenho de atividades também de forma não-presencial, atendendo as normativas vigentes.

Além disso tudo há também uma conexão com o ecossistema empreendedor universitário, por meio de ações junto às empresas juniores da UFRN, que oferecem sessões de consultoria especializada de qualidade e gratuita aos incubados. A Tecnatus fornece toda a capacitação para os empreendedores e a posterior divulgação dos empreendimentos nas diversas mídias utilizadas pela incubadora.

21

Jun

ANS e SESI divulgam pesquisa sobre impactos da pandemia na indústria

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o Serviço Social da Indústria (SESI) divulgam os resultados de uma pesquisa qualitativa sobre os impactos da pandemia de Covid-19 na gestão de saúde do setor da indústria. O estudo foi realizado entre novembro e dezembro de 2020 com 200 gestores de empresas contratantes de planos de saúde, sendo 55% de pequeno porte, 25% médias e 20% grandes indústrias.  

Um dos objetivos da pesquisa foi mostrar eventuais impactos que a pandemia teve no sistema de saúde suplementar, principalmente na relação entre as empresas e os planos de saúde contratados. Apesar da crise econômica, apenas 13% das empresas consultadas renegociaram contratos com as operadoras de planos de saúde para tentar reduzir ou conter os valores pagos pelos serviços médicos.

Gestão da saúde

O levantamento aponta que a telemedicina é uma tendência concreta, já que metade das empresas pesquisadas se considera parte dela. Nos parâmetros analisados, em telessaúde, os principais serviços disponibilizados são a telemedicina, o atendimento psicológico virtual e, em menor grau, a teleconsulta nutricional.

“Com o levantamento, percebemos que os cuidados com a saúde mental têm sido uma necessidade reconhecida por, praticamente, todos os gestores ouvidos” afirma o diretor-presidente substituto e diretor de Normas e Habilitação de Produtos da ANS, Rogério Scarabel,, destacando que, durante a pandemia, 65% das empresas intensificaram iniciativas para melhorar a saúde mental e combater a depressão entre os trabalhadores. Já entre as grandes indústrias, essas ações estão presentes em 93% delas.

 Na visão de 81% dos gestores, inclusive de pequenas e médias de empresas, a promoção à saúde dos trabalhadores deve estar cada vez mais presente nas empresas, embora 54% ainda não tenham programas específicos para isso. Este percentual é composto, principalmente, pelas de pequeno (59%) e médio (62%) portes que ainda não possuem programas de promoção à saúde disponíveis aos seus colaboradores. Nas grandes indústrias, esse número cai para 28%.

Um outro ponto que se destacou na pesquisa foi o tema das ações de saúde abraçadas pelas empresas. Do total, 81% revelaram que apostam em campanhas de vacinação, enquanto 78% fazem acompanhamento médico a hipertensos, 78% estimulam a atividade física de trabalhadores e 72% acompanham profissionais com diabetes.

Preço é o principal aspecto que contratantes avaliam em um plano de saúde

O levantamento também indicou os modelos de planos de saúde adotados pelas indústrias. Entre os aspectos que as empresas mais analisam para a contratação desses serviços, estão o preço, com 43%, e a qualidade do atendimento associada ao tempo de relacionamento com a operadora (21%).

O pré-pagamento – modalidade composta por mensalidades fixas estabelecidas por ano de contrato e faixa etária – é a opção de 71% das indústrias. Já o pós-pagamento – valores pagos mensalmente de acordo com o uso – é o modelo adotado por 27% das empresas. E 2% das contratantes fazem uso das duas modalidades.

Em 73% das empresas, há um regime de coparticipação dos funcionários no pagamento pelo uso de alguns serviços de saúde, como consultas e exames, e, em média, os beneficiários arcam com 45,9% do valor de cada procedimento. Entre as principais coberturas dos planos de saúde contratados pela indústria estão consultas e exames (98%), internação hospitalar (97%) e atendimento com obstetra e parto (89%).

Um último dado importante da pesquisa é que, apesar do crescimento, nos últimos anos, do mercado alternativo de serviços de saúde, que não se submetem às regras da ANS, como clínicas populares e cartões desconto para serviços de saúde, 88% dos gestores da indústria entrevistados não tem interesse em contratações de serviços não regulados. “A pesquisa comprova a preocupação dos empregadores em ofertar um cuidado integral dos seus colaboradores”, finaliza Rogério Scarabel.

21

Jun

Inscrições para o Festival de Música Rádio MEC 2021 terminam hoje

Músicos de todo o Brasil têm até às 23h59 desta segunda-feira (21) para se inscrever no Festival de Música Rádio MEC 2021. As inscrições são feitas exclusivamente na página da Rádio MEC.

Ao acessar a página, o participante terá que preencher nome, e-mail e fazer uma verificação de autenticidade. A partir daí, a pessoa receberá um link para preencher um formulário de participação e fazer o upload das composições.

Ao todo, 12 prêmios serão distribuídos em quatro categorias: Música Clássica, Música Instrumental, Música Infantil e Música Popular. De cada uma, sairá a melhor composição inédita, o melhor intérprete e a vencedora no voto popular, via internet.

O festival já superou o recorde de inscritos na edição deste ano. Até a manhã desta segunda-feira (21), 1.396 composições de 25 estados e do Distrito Federal já haviam sido registradas na página do festival. Rio de Janeiro (385), São Paulo (320) e Minas Gerais (160) foram os estados com mais inscritos. 

Para Thiago Regotto, gerente das rádios MEC AM e MEC FM, o recorde foi atingido por conta de uma novidade na edição deste ano: pela primeira vez, o Festival de Música Rádio MEC 2021 abriu as inscrições para músicos de todo o Brasil. “Só o fato de gente ter o Brasil inteiro já garante um crescimento expressivo e mostra que o festival está ganhando espaço em todo o país”, relata.

Regotto também aponta que a abertura de espaço para músicos de outros estados garantiu uma nova mobilização. “No Rio de Janeiro, onde está a história da Rádio MEC, e também na região Sudeste, a pessoa espera ano a ano que o festival aconteça. Este ano temos uma campanha em estados que ainda não tínhamos relação”, conta.

Todas as músicas inscritas serão submetidas a um júri técnico. No dia 17 de julho, até 100 classificadas para as semifinais serão divulgadas e serão veiculadas na programação das rádios MEC e MEC FM durante um mês. No dia 24 de agosto, as 24 músicas classificadas para as finais serão divulgadas. A final do Festival de Música Rádio MEC 2021 está prevista para ocorrer em 25 de setembro de 2021.

Fonte: Agência Brasil

21

Jun

Crescimento do e-commerce na pandemia impulsiona Design Digital

O e-commerce, que já apresentava um crescimento consolidado, ganhou maiores proporções com a pandemia. As restrições a saídas e compras em lojas físicas se tornaram frequentes, e muitos empresários que ainda não davam atenção ao comércio virtual logo se adaptaram. O relatório Webshoppers 43, divulgado pela Ebit|Nielsen, apresentou um crescimento de 41% em compras online em 2020, comparado ao ano anterior.

Entre janeiro e abril deste ano, segundo levantamento do SEBRAE, foram registradas 105,5 mil novas empresas brasileiras, com grande destaque à formalização de microempreendedores individuais (MEIs). Aliando uma retomada da economia com os novos formatos digitais, se torna mais do que necessário ter uma identidade virtual bem desenvolvida.

“Para os mais novos empreendedores, pode parecer confuso ou até desnecessário desenvolver a marca. A criação de um perfil em uma rede social, contudo, não é o suficiente. Até mesmo a configuração para incluir a empresa em aplicativos de compras precisa ser bem pensado. Facilitar o acesso do usuário à empresa é essencial”, comenta Francisley Valdevino da Silva, CEO da Intergalaxy SA (www.intergalaxy.io), empresa especializada em tecnologia e comunicação que desenvolve softwares, interfaces e aplicativos através da rede Blockchain.

Aproximar a marca do consumidor no meio virtual é um dos principais focos deste nicho do design. Diferente de uma loja física na qual o cliente pode conversar e ser bem atendido por um funcionário, na internet é preciso criar uma organização visual que seja funcional e agradável para o usuário. “A interface dos dispositivos precisa ser adequada de modo ergonômico na esfera cognitiva, tendo como essência a função sem esquecer da estética”, detalha Silva.

Além das redes sociais

A criação de um site pode parecer supérflua para quem considera as redes sociais sua principal rede de contato com clientes. Porém, as redes têm seus próprios sistemas e funcionalidades, que muitas vezes podem não atender a todas as necessidades da empresa. É preciso explorar esta presença virtual, entender qual a melhor rede social para o seu negócio, mas não confiar em apenas isso para conquistar novos clientes.

“A visibilidade nas redes sociais costuma ser limitada, mesmo que o número de seguidores seja alto, destacando posts patrocinados ao invés do fluxo orgânico. Com um site próprio, pode-se apresentar mais informações sem ter que lidar com esses entraves. É importante, por exemplo, apostar em fotos bem-feitas, em qualquer ramo que seja a empresa. O aspecto visual é decisivo na hora de impressionar clientes e afunilar a decisão de compra”, explica o CEO da Intergalaxy SA.

Para os próximos meses, o especialista aposta em uma tendência que parecia ter perdido força e que voltou a ganhar destaque no mercado: os blogs. “Hospedados dentro dos próprios sites, os blogs podem fornecer informações mais completas sobre a empresa e os produtos, ou ainda dar dicas e notícias com temas relacionados ao segmento da empresa, sem ter necessariamente o objetivo da venda. Criar vínculo com a marca faz a diferença”, completa Silva.

20

Jun

Oito dicas para seu filho desmamar do digital e descobrir que há mundo além das telas

Um estudo realizado por uma companhia de tecnologia infantil, SuperAwesome, concluiu que crianças de 6 a 12 anos, nos Estados Unidos, estão passando ao menos 50% do seu tempo mexendo em telas diariamente durante a quarentena. A discussão sobre o tempo de utilização de celulares, tablets, computadores e TVs já existia. Na pandemia, a preocupação se intensificou, até porque muitos ficaram dependentes das telas para os estudos. 

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda limitar o uso de telas para crianças entre 2 a 5 anos em uma hora por dia; entre 6 e 10 anos, são recomendadas duas horas. E, para os mais velhos, a recomendação é de três horas diárias. Uma rotina que extrapole esses limites pode ser a porta de entrada para a dependência em eletrônicos, mal que atinge cerca de 65% das crianças do mundo todo.

Não à toa, este excesso, somado ao estresse do momento atual, tem causado diversos tipos de transtornos. Uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), baseada em respostas de cerca de 7.000 pais de crianças e adolescentes dos 5 aos 17 anos, mostra que 27% das pessoas dessa faixa etária apresentam sintomas de ansiedade ou depressão em nível clínico na pandemia, ou seja, com necessidade de avaliação profissional. 

“De fato, identificamos muitos pacientes, especialmente crianças, que nunca tiveram nenhum tipo de transtorno e passaram a apresentar quadros ansiosos ou até depressivos. Quem já era acometido por algum transtorno, teve uma piora significativa”, afirma Dra. Danielle H. Admoni, psiquiatra da Infância e Adolescência na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

Como estimular a capacidade imaginativa das crianças

Ainda que o uso excessivo do meio digital possa causar prejuízos à saúde mental, ele se tornou, durante a quarentena, uma forma de entretenimento e de saciar a necessidade de estímulos. “O cérebro humano foi desenhado para buscar uma estimulação constante. No entanto, para a criança, isso tem um custo alto, pois quando essa superestimulação é tirada, o cérebro dela não descansa e segue pedindo a continuação da estimulação”, explica a psiquiatra.

Assim que desliga a tela, a criança olha ao redor e não encontra nada compatível à torrente sensorial que os eletrônicos podem proporcionar. Para piorar, muitos pais incentivam o uso das telas para evitar que os filhos fiquem entediados e, consequentemente, agitados, como se os eletrônicos fossem os únicos meios de despertar a atenção.

“Em meio ao caos que estamos vivendo, a correria e impaciência fizeram muitas famílias esquecerem que há várias outras maneiras de estimular a criança, e de forma mais saudável, tanto para a mente como para o corpo”, diz Danielle Admoni.

Segundo a psiquiatra, é preciso fazer o “desmame das telas”. Para isso, dicas não faltam:

- Deixe a criança entediada. Permita que ela mesma busque a estimulação que seu cérebro precisa. Se notar dificuldade, invente uma atividade com ela. Aos poucos, vá deixando que ela brinque sozinha, evitando criar uma dependência da sua presença.

- Motive seu filho a brincar com algo que não tenha pilhas ou baterias. Vale presentear a criança com um brinquedo novo. Se ela quiser escolher, incentive jogos de construção, massinha de modelar, pinturas, quebra-cabeça com o tema do seu personagem favorito ou até brinquedos artesanais.

- Proponha desafios, como reorganizar seus brinquedos. Peça para seu filho escolher algo que não lhe interesse mais e sugira doar para alguma criança na rua ou para uma instituição. Só vale se seu filho participar deste ato. Será uma excelente oportunidade de ensina-lo a exercer a solidariedade.

- Aposte nos livros. A leitura, que auxilia no desenvolvimento cognitivo, socioemocional e cultural, deve ser introduzida junto com os demais brinquedos como mais um objeto de prazer e de exploração do mundo.

- Caso seu filho não demonstre entusiasmo pelos livros, leia com ele. Além de ser uma oportunidade de estarem juntos, você pode ajudar a criança a desenvolver linguagem, compreensão, imaginação, criatividade, entre outras habilidades que a leitura pode proporcionar.

- Demonstre interesse pelas atividades de seu filho. Pergunte o que ele está fazendo, como está fazendo e se disponha a ajuda-lo no que for preciso. Além disso, elogie suas evoluções.

- Crie uma tabela que estipule o tempo dedicado aos eletrônicos. Coloque metas e seja firme. Não deve haver exceções.

- Não esqueça de dar o exemplo. Evite ao máximo usar o celular quando estiver com seu filho.

 “Vale lembrar que é possível que algumas crianças não respondam bem à retirada ou redução das horas de uso das telas. Daí a importância de ter paciência e firmeza, não deixando se levar por manhas ou chantagens. Na realidade, será a intensidade e frequência de protesto por parte da criança que mostrará o quanto essa intervenção é necessária. O mais importante é que este processo seja natural e que a criança perceba que as mudanças propostas são positivas. Se for preciso, não hesite em buscar ajuda de um especialista”, finaliza Danielle Admoni.

19

Jun

Como superar bloqueios ao escrever um livro

Construir um livro que possua potencial para ser lido e bem aceito pelos leitores é um objetivo viável, desde que pensado e executado de forma profissional com estratégia, organização, planejamento e disciplina.

Autores que estão trabalhando em seu primeiro livro e até mesmo aqueles experientes sofrem em algum grau com momentos de bloqueio. Ele acontece quando o escritor trava e não consegue na escrita de sua obra.

De acordo com o estudo publicado pelo Journal of Behavioral Science, 70% dos escritores travam durante a escrita de seus livros. É algo bastante frequente. E alguns sintomas são recorrentes:

- Dúvidas sobre a própria capacidade de escrita;
- Medo de falhar ou de se expor;
- Obsessão com a perfeição;
- Procrastinação crônica;
- Comparações com autores mais bem-sucedidos e experientes.

Para Eduardo Villela, book advisor e especialista em assessorar pessoas, famílias e empresas nos processos de estruturação, escrita e publicação de seus livros, "o autor apresenta bloqueios, porque muitas vezes ele acha que já tem o livro pronto na cabeça, mas isso é um grande mito. Poucos autores possuem o hábito de tirar as informações da cabeça e montar uma estrutura detalhada de capítulos. É um erro começar a trabalhar seu livro partindo direto para a escrita do primeiro capítulo. Você precisa, primeiro, enxergar o seu livro como um todo e é a elaboração de uma estrutura de capítulos que te permitirá isso. A estrutura de capítulos funciona como um mapa que te dará um norte para a escrita de cada um dos capítulos", diz.

Escrever não é uma tarefa fácil, por isso é importante contar com o auxílio de um especialista. O book advisor, por exemplo, é uma espécie de "arquiteto de livros": ele vai assessorá-lo durante todo o processo de construção do livro - da criação da estrutura de capítulos, análise dos diferenciais que o tornam único no mercado, até a sua escrita e viabilização de sua publicação, por meio de uma editora ou edição independente.

Com assessoria especializada, o futuro escritor, ou até mesmo o mais experiente, vai conseguir estruturar e escrever bem seu livro, minimizando ou eliminado de vez, assim, os bloqueios.

Eduardo Villela separou algumas dicas que podem ajudar a evitar o bloqueio na escrita:

- Defina quais serão os capítulos de seu livro e descreva em um a dois parágrafos o que você pretende tratar em cada um deles;
- Aproveite os momentos em que está travado para estudar mais sobre o seu tema, se aprofundar nele e avaliar as tendências que estão em alta na área;
- Estude o público-alvo de seu livro. É importante saber quem são os seus leitores e por quais razões a leitura de seu livro fará a vida deles melhor;
- Não se feche na bolha do medo e troque experiências com outros colegas autores, o que sempre ajuda.

"Lembre-se que você precisa dominar muito bem o tema que irá tratar em seu livro. Conheça-o a fundo, entenda seus meandros e suas tendências, assim como tenha clareza das dores, dificuldades, desafios, sonhos e necessidade de entendimento que o público-alvo tem em relação a ele. Preocupe-se com esses pontos, pois para as outras questões há profissionais especializados e prontos para te dar o suporte necessário e garantir que o seu livro, enfim, ganhe vida.", finaliza.

19

Jun

Quer se mudar para os EUA? Especialista explica como é possível

Os Estados Unidos sempre estiveram no topo da lista dos países mais procurados por estrangeiros que querem morar em outro país. E não é por menos, já que a terra do Tio Sam sempre atraiu muitos sonhos devido a sua alta qualidade de vida. Mas uma das principais dúvidas das pessoas que desejam mudar de país é: como morar nos EUA?

De acordo com a brasileira Arleth Bandera, empresária e CEO da Eagle intercâmbio, agência sediada no Vale do Silício na Califórnia, existem algumas formas de morar nos Estados Unidos, como por exemplo, conseguir tirar o Green Card – que possibilita moradia permanente -, fazer uma temporada de intercâmbio, e também poder trabalhar por um determinado período. “É possível também conseguir cidadania estadunidense caso você tenha algum parente que nasceu nos Estados Unidos.” – complementa. No entanto, para tirar essa dupla nacionalidade é preciso ter em mãos uma série de documentos, além de cumprir inúmeros requisitos para comprovar a sua descendência.

O Green Card é o visto mais aguardado por aqueles que sonham em morar nos Estados Unidos permanentemente. Isso porque este “cartão” possibilita que o beneficiado more no país e tenha os mesmos direitos de um cidadão americano. Porém, segundo Arleth conseguir esse tipo de visto possui exigências bem especificas e é um processo bem burocrático. Muitas pessoas também desejam morar nos EUA apenas por um período determinado, seja para estudar inglês, realizar uma pós-graduação ou qualquer outro curso e para isso, há vistos específicos para cada objetivo, a especialista listou alguns deles! Veja:

Visto F-1

Existem diversos tipos de programas de intercâmbio culturais que você pode participar. E para aqueles que desejam fazer um curso de inglês, uma graduação ou o famoso High School, é preciso solicitar o visto de estudante F-1.

“Para conseguir tirar esse visto, primeiro, é preciso ser admitido no curso que deseja fazer. Após isso, a instituição irá lhe entregar vários documentos que precisam ser preenchidos, como o famoso I-20, por exemplo.” – destaca Arleth.

Nos casos dos cursos de inglês, é necessário que o programa tenha uma carga horária superior a 18 horas semanais, independente da duração curso.

Com este visto também é possível trabalhar nos Estados Unidos. Para conseguir isso o estudante deve ter em mãos o OPT (Optional Practical Training), que é uma autorização concedida por algumas universidades, que permite ao estudante trabalhar temporariamente para conseguir experiência prática na sua área de estudo após a sua graduação.

Vale lembrar que o OPT não é um visto de trabalho, mas sim apenas uma permissão de trabalho nos Estados vinculado ao visto F-1.

Além do F-1, existem outros tipos de vistos para que os estudantes possam entrar nos Estados Unidos, o visto F-1 é apenas o comum entre eles.

Visto L-1

Quando se trata de trabalho o visto L-1 é o mais utilizado. Esse documento serve para que a empresa possa transferir seu funcionário para as suas unidades nos Estados Unidos. Em outras palavras, é necessário que a companhia tenha uma sede matriz no país que o funcionário trabalha e abra uma filial nos Estados Unidos.

Entretanto, não são todos os colaboradores que podem ser candidatos a este tipo de visto. Assim o funcionário precisa ocupar um cargo de gerência ou executivo. “Além disso, também é necessário ter desempenhado essa função na empresa por pelo menos um ano. E o funcionário que for transferido para uma unidade nos Estados Unidos deve exercer uma função similar a que ele possui experiência e ter um salário compatível.” – pontua Bandera.

Visto H1-B

Outro visto de trabalho conhecido é o H1-B. Este documento possui um processo muito mais trabalhoso e exigente se comparado ao L-1. Isso porque, para conseguir esse visto, é necessário ser especializado em uma função muito específica e tê-la exercido por vários anos.

O visto H1-B só é liberado para profissionais que possuam bacharelado ou alguma formação acadêmica na área da função exercida. Para se enquadrar nos requisitos deste visto, é necessário comprovar que você possui qualidades únicas e por conta disso esse processo acaba sendo mais complicado.

Este visto possui uma validade de 3 anos e pode ser renovado – uma única vez – por mais 3 anos. Entretanto, o H1-B possui uma grande desvantagem: a alta quantidade de candidatos. E por isso conseguir a aprovação desse documento pode levar vários anos, pois são escolhidos candidatos aleatoriamente, como uma loteria eletrônica.

A solicitação de visto dessa categoria só entra em análise após ser sorteado nessa “loteria”, devido ao grande volume de pedidos. Caso o seu processo não seja escolhido, é possível tentar novamente após o prazo de 1 ano.

Outra desvantagem que esse visto apresenta, é que ele não permite que o cônjuge do funcionário possa conseguir um emprego nos Estados Unidos. Assim, somente o colaborador da empresa poderá trabalhar, o que resulta em apenas uma fonte de renda familiar.

E então, você tem o sonho de morar nos Estados Unidos? Realizar esse sonho de forma honesta e segura é a chave para trilhar o caminho do sucesso, seja para a obtenção de vistos temporários ou até a cidadania americana.

 Para que essa segurança seja alcançada, o ideal é procurar empresas que servirão como auxílio e apoio para a realização dos passos, como é o caso da Eagle Intercâmbio. Para mais informações acesse: www.eagleintercambio.com

18

Jun

Revista Acontece celebra sucesso da edição Acontece Mulher

 

A Revista Acontece nasceu com o propósito de contar histórias de sucesso de pessoas reais, que superaram desafios e conquistaram objetivos. E para homenagear as mulheres potiguares que vem se destacando, nos mais variados segmentos, como economia e política, a empresária Neide Carlos, CEO da marca Acontece, decidiu reunir suas histórias em uma edição especial voltada para o universo feminino, surgindo assim a Revista Acontece Mulher. 

Para celebrar o sucesso de mais essa edição, que conta a trajetória de grandes empresárias, empreendedoras, e profissionais qualificadas, será realizado um evento especial para o lançamento oficial da Revista Acontece Mulher. Reunindo amigos e empresários de toda a região, a celebração acontece na próxima terça-feira (22), no Restaurante Donna Salada, a partir das 17h, e contará com a gravação especial do Momento Empresarial, pela TCM. 

“Não poderíamos deixar de homenagear a cada uma dessas mulheres fortes, dedicadas, que amam o que fazem. Vamos entregar a Comenda Mulheres que Acontecem, em reconhecimento ao importante trabalho realizado por essas mulheres. Nós temos que contar nossas histórias e celebrar cada projeto realizado”, destaca.

Além de homenagear as 16 mulheres que tiveram suas histórias contadas nas páginas da Acontece Mulher, a empresária Neide Carlos também fez questão de homenagear outras duas mulheres que foram capas de edições anteriores da Revista Acontece, a empresária Stella Maris, Diretora do Grupo TCM, e a ex-prefeita de Riacho da Cruz, Bernadete Rêgo.

A empresária Aline Lima, capa da edição Acontece Mulher, que vem se destacando no Alto Oeste Potiguar, estando à frente de importantes empresas de diferentes segmentos da economia, receberá uma homenagem especial.

Neide Carlos faz questão de citar o apoio de importantes parceiros na realização do evento, como o Restaurante Donna Salada, o decorador Élio D'angelis que assinou todo o projeto de decoração do lançamento, Três Corações, Farma Fórmula, VNZ Jeep, Laticínios Sertão Jucurutu, CYN Iluminação, Xismac.

Confira a edição digital da Revista ACONTECE MULHER no link: 

https://issuu.com/revistaacontece8/docs/revista_acontece_abril2021

18

Jun

StartOut Brasil recebe inscrições para projeto de internacionalização de startups

O StartOut Brasil – programa que visa a inserir startups brasileiras nos mais promissores ambientes de inovação no mundo – está com inscrições abertas, até a próxima segunda-feira, 21, para o Ciclo Lisboa 2021, iniciativa que possibilita a imersão de empresas no ecossistema empreendedor português.

As oportunidades, que somam 40 vagas, são destinadas a empreendedores brasileiros da área de Tecnologia da Informação (TI) com negócios já estabelecidos ou que tenham recebido algum tipo de investimento financeiro.

Segundo Rodrigo Romão, diretor do Parque Tecnológico do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), a internacionalização faz parte das ações estratégicas do polo e devem ser estimuladas principalmente no cenário atual, em que há um favorecimento do campo da TI dada a sua característica global.

“Programas como esse não são apenas importantes, mas necessários para quem busca manter um negócio competitivo. As empresas precisam ter esse mindset global e vislumbrar oportunidades para além do Brasil”, acrescenta Romão.

Para participar, os empreendedores podem acessar o regulamento do programa e realizar a inscrição gratuita através do preenchimento deste formulário com informações gerais sobre modelo de negócio, qualificação da equipe e os objetivos pretendidos com a expansão internacional.

Ciclo Lisboa 2021

Na primeira etapa do Ciclo Lisboa 2021, serão selecionadas 40 startups para participar da Missão Virtual, em que acontecerá treinamentos de pitch, mentorias técnicas e coletivas, webinars com players do mercado, apoio de matchmaker para agenda de negócios e Demoday para investidores.

Em seguida, as 15 empresas mais bem classificadas passarão para uma segunda etapa, a Missão de Imersão. Nessa fase, acontecerão atividades online e presenciais, como mentorias individuais de negócios e consultorias. Também existe a possibilidade dos envolvidos participarem de uma conferência de tecnologia anual em Portugal.

Por fim, as cinco startups com melhor desempenho receberão apoio do Ciclo com matchmaking para a realização de mais agendas de negócios junto ao mercado português.

18

Jun

Incentivo à vacinação é tema de reality show com influenciadores

A Ânima Educação, uma das principais organizações educacionais de ensino superior do País que integra a UnP, e o Movimento Unidos Pela Vacina em parceria com o DJ Alok, Instituto Alok, Magazine Luiza, Grupo Mulheres do Brasil, rede Eureca, PMI e Squid anunciam a segunda fase da ação ‘Influencer do Bem’.  A atividade tem o intuito de incentivar o processo de vacinação e fortalecer a importância das medidas de prevenção contra a COVID 19.

Para esta segunda etapa foi criado um reality show virtual. De acordo com Samara Leal, gestora na personalização do estudante da vice-presidência acadêmica da Ânima Educação, o reality foi inspirado nos influenciadores digitais. “Cada vez mais as pessoas têm usado suas redes sociais para engajar a comunidade em causas sociais, por isso entendemos que esta é uma poderosa ferramenta para disseminar informações corretas e importantes de combate à pandemia de uma forma mais leve e assertiva”, explica Samara Leal.

Os selecionados participarão do reality show durante os meses de junho, julho e agosto, que será individual e com oito (8) desafios. Durante este período, os competidores utilizarão suas redes sociais para obter o maior alcance e influência na conscientização da prevenção e vacinação contra a COVID-19. Para realizar estas fases, os participantes contarão com a orientação de especialistas da saúde e mentoria da equipe organizadora do programa.

“Cada vez mais as redes sociais têm sido um caminho para a informação, principalmente, dos jovens. E ações como essa são importantes para, não só conscientizamos esse público da importância de uma informação de qualidade, mas também torná-los embaixadores desta causa que é tão necessária”, afirma Rodrigo Neiva, diretor acadêmico da Ânima Educação.

“Além de contribuir para resolver possíveis entraves à vacinação, queremos auxiliar na ampliação do entendimento sobre a importância da prevenção à Covid-19 antes e mesmo após a imunização. Ainda temos uma longa jornada de combate à pandemia e precisamos da união de todos, especialmente dos jovens, para combatermos a disseminação do vírus de maneira efetiva”, complementa Claudia Sender, membro dos conselhos empresariais e integrante da frente de Comunicação do Unidos Pela Vacina.

Para participar, os interessados devem ter entre 16 e 35 anos, com até 3.500 seguidores e se inscreverem até o próximo dia 20/6. Ao final, o competidor que tiver maior alcance e influência participará de uma live com o Dj Alok e ganhará um computador e um smartphone. Para mais informações e inscrição acesse o Instagram @influencer.dobem e/ou o portal da ação https://sites.google.com/prof.unibh.br/influencerdobem.

16

Jun

UFRN e Sebrae abrem inscrições para Meet Up 2021

A Agência de Inovação (AGIR) e o Sebrae abriram, na última semana, as inscrições para o Meet Up 2021, uma série de encontros virtuais para debater inovação e empreendedorismo. A ideia é apresentar, entre outros temas, aspectos adicionais sobre o mercado, modelos de negócio, ferramentas e viabilidade.

As inscrições são gratuitas, e as apresentações virtuais acontecerão nos dias 22, 23, 29 e 30 de junho, com a seguinte programação:

22/06 – 17h – Mercado e Inovação: oportunidade, Data Driven, Inovação, Experimentação e Tração, com David Góis e Daniel Pontes

23/06 – 17h – Canvas: Business Model Canvas, Plano de Negócio e Dicas para um Canvas Matador, com Leonel Pontes e Tathiany Rocha

29/06 – 17h – Design Thinking: o processo de Design Thinking, pilares, fases e ferramentas, com Jéssica Sena e Iris Pimenta

30/06 – 17h – MVP e Pitch: variáveis de Mercado, Ciclo VAPO e Pitch Performance, com Edinete Nascimento e Aquiles Burlamaqui

O Meet Up 2021 é uma ação fruto do acordo de cooperação firmado em 2020 entre a UFRN e o Sebrae. Com duração de dois anos, o Acordo de Cooperação será executado mediante um Plano de Trabalho que prevê, em 24 meses, palestras, oficinas, mentorias on-line e maratona de empreendedorismo.