Mídias Sociais

29

Out

Google Fi anuncia ligações criptografadas de ponta a ponta

O gigante das buscas anunciou nesta quinta-feira (28) chamadas telefônicas criptografadas de ponta a ponta em seu MVNO, ou operador móvel virtual, do Google Fi a partir da próxima semana. Embora serviços como FaceTime e WhatsApp já tenham essa segurança, o novo recurso do Google Fi amplia o padrão para chamadas telefônicas regulares.

Porém, a criptografia de ponta a ponta do Google só entrará em vigor para chamadas entre dois telefones Android e com ambos os usuários assinantes do Google Fi. Portanto, pelo menos por enquanto, quem tem iPhone ainda não vai se beneficiar dessa tecnologia.

De acordo com o The Verge, o Google diz que será possível saber quando a ligação for criptografada, pois vai tocar um “tom de discagem exclusivo” antes de se conectar. Também haverá um ícone de cadeado na tela durante o uso do aplicativo de telefone do Google.

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Apesar de mais esse reforço à segurança e privacidade, as chamadas feitas pelo Messages by Google ou em grupo não serão criptografadas. Os correios de voz também não entram nesse pacote, mas o recurso funciona em conexões Wi-Fi, LTE ou superior. Além das ligações criptografadas anunciadas, com o objetivo de melhorar o serviço, a empresa também oferece uma VPN embutida para usuários Fi e se propõe a bloquear spam.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152813/google-fi-anuncia-ligacoes-criptografadas-de-ponta-a-ponta/

29

Out

Meta: entenda o que há por trás da mudança de nome do Facebook

Depois de muita especulação, o Facebook revelou nesta quinta-feira (28), durante evento online, que mudou de nome. A gigante da tecnologia e uma das marcas mais valiosas do mundo agora se chama Meta. Mas o que há por trás desta mudança?

O primeiro ponto que é importante esclarecer é que quem mudou de nome foi a holding, ou seja, a chamada empresa-mãe. A atual Meta é dona de marcas (produtos e serviços) como Instagram, WhatsApp, Oculus Quest e até da própria rede social homônima do nome antigo.

Também chamados de conglomerados ou grupos empresariais, essas empresas maiores são proprietárias e controlam várias subsidiárias. No Brasil, um exemplo é a BRF, cuja alcunha pode parecer estranha para muita gente, mas fica mais reconhecível ao explicar que ela é dona das marcas Perdigão, Sadia, Qualy e várias outras.

A holding das marcas Google, por exemplo, se chama Alphabet Inc., que também é dona de companhias como a Calico, Nest Labs (que posteriormente virou Google Nest) e do próprio buscador mais famoso da internet.

O discurso oficial

Oficialmente, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, justificou a alteração no nome dizendo que a antiga designação marcava um período da empresa que ficou para trás. Por causa disso, a alteração acabou sendo um processo natural para supostamente “olhar para o futuro”.

Esse futuro é o metaverso, um conceito complexo que indica a interação de experiências entre o mundo real e o mundo virtual. A ideia da Meta é permitir que as pessoas tenham vários tipos de experiências (no trabalho, jogando, se divertindo, estudando, malhando) a partir de Realidade Virtual (VR, em inglês) e Realidade Aumentada (AR).

“A palavra 'Meta' vem da palavra grega que significa 'além'. Para mim, simboliza que sempre há algo a mais para construir. Há sempre um novo capítulo para uma história. Para nós, é uma história que começou em um dormitório e cresceu além de tudo o que podíamos imaginar”, argumentou o “chefão” da empresa.

O que realmente está por trás da mudança?

Como citado anteriormente, o Google pode ser justamente um bom ponto de partida para entender o abandono da terminologia Facebook para a holding (já que a rede social continuará com esse nome).

Pode-se dizer que literalmente bilhões de pessoas que acessam a internet diariamente no mundo conhecem o termo Google, principalmente o buscador, e seus “produtos-irmãos” como o YouTube e Android. E a pergunta que fica é: quem conhece a Alphabet?

O site Business Insider levantou esse ponto em 2016, assim que a holding, até então chamada Google, resolveu se transformar em Alphabet. Na época, o veículo fez uma comparação do volume de buscas entre os dois termos, mostrando que o interesse na nova designação da holding era simplesmente ínfimo quando comparado com o nome dos produtos ou serviços associados ao Google.

A matéria lembra que a mudança resultou em um incrível benefício para todas as empresas do grupo: a desassociação entre a imagem da holding e seus produtos/serviços. Todo mundo liga para o que acontece com o Google, e não com o que a Alphabet está fazendo, incluindo seus projetos polêmicos com drones e a colaboração com o Exército dos Estados Unidos.

O rebranding pode resolver a situação?

Exatamente como a Alphabet em 2016, a Meta parece estar tentando em 2021 sair do foco dos problemas. São dezenas as acusações que a holding — até então chamada de Facebook — sofreu nos últimos anos, indo de acusações de vazamentos de dados, monopólio e até prejuízos à democracia e à saúde mental de adolescentes com as suas redes sociais (principalmente o Instagram).

Camila Husch, designer visual, explica que esse processo é conhecido no mundo do marketing como rebranding. “Na essência, o rebranding não serve apenas para limpar a imagem, e sim para posicionar melhor a empresa de acordo com sua estratégia. Nesse caso, o rebranding não é apenas uma 'maquiagem', ou uma mudança apenas visual, e sim uma mudança estratégica. Claro, se a estratégia da empresa é melhorar sua imagem perante o mercado, o rebranding vai refletir isso”, pontua Husch.

A especialista ressalta que quanto maior a mudança interna que um empreendimento deseja fazer, maior a necessidade de um rebranding. “Isso porque muitas vezes a intenção é atingir novos públicos, lançar um novo produto que já está muito distante do produto inicial do negócio, ou até mesmo se posicionar de uma nova forma devido à concorrência”.

Como no caso da holding ex-Facebook parece que a alteração tenta deixar a Meta “abaixo do radar”, é possível imaginar que todo o processo será benéfico? Husch não dá essa garantia.

“Como o Facebook vem sendo associado a muitas polêmicas por alguns anos, e tem esse marco como uma rede social de grande impacto inovador no mercado, é difícil desvincular uma coisa da outra. Nesse ponto, não acredito que seja possível recuperar totalmente a imagem do Facebook como rede social”, finaliza a designer.

Fonte:Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/227791-ha-tras-mudanca-nome-facebook-meta.htm

29

Out

Twitter Espaços agora permite gravação das salas de áudio, mas com limitação

O Twitter deve apresentar em breve um recurso oficial para gravação dos bate-papos por áudio ao vivo nas salas do Espaços. A novidade vai possibilitar que o usuário armazene o áudio e reproduza-o em outro momento oportuno, mas sem poder extrair o arquivo. A plataforma já havia anunciado uma função para extrair o áudio das conversas na plataforma desde julho, mas era uma solução temporária — leia-se "gambiarra" — até que o método oficial chegasse.

Por enquanto, a gravação será disponibilizada para um número limitado de anfitriões do Espaços no app para iOS e exibido para os ouvintes em todas as plataformas. A rede social do passarinho dará preferência para aqueles que já usam o serviço desde o beta original, e somente depois entregará para o restante do público nas semanas seguintes.

Os anfitriões do Espaços deverão criar a sala, dar um título e selecionar até três tags para descrever do que se trata o debate, como já ocorre, mas com a opção de ativar a configuração "Gravar Espaço" logo antes do botão de iniciar a sessão de áudio. Não há como iniciar a gravação após a conversa ter começado, portanto é preciso se atentar neste momento inicial.

Assim que a sala for fechada, um pop-up surgirá com o pedido de confirmação do fim da gravação. O arquivo de áudio poderá ser compartilhado apenas na plataforma do Twitter para que os seguidores escutem ou retuitem quando quiserem. Ainda não existe uma opção oficial de exportar o áudio para outros formatos, o que possibilitaria levar a conversa para outras mídias — isso existe somente ao solicitar o download dos dados do perfil.

Briga pelo chat de áudio

O recurso chega um pouco atrasado ao Twitter Espaços, quando os concorrentes já disponibilizam essa opção. O Facebook Live Audio Rooms já tem isso desde o lançamento, enquanto o precursor Clubhouse introduziu isso há mais de um mês.

Por outro lado, o Spaces é uma das ferramentas mais avançadas do segmento: na quinta-feira passada (21), autorizou que qualquer pessoa possa criar salas — antes isso era restrito para quem tinha mais de 600 seguidores. O serviço aposta na monetização como forma de cair no gosto popular e deve trazer os ingressos pagos para salas restritas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-espacos-agora-permite-gravacao-das-salas-de-audio-mas-com-limitacao-200255/

28

Out

Google destaca funcionalidades de busca em nova campanha

A frase “dá um Google” já faz parte do dia a dia das pessoas há muito tempo. Pensando em como o site de busca é funciona como alternativa para quem vai procurar emprego, conferir o preço de um produto, descobrir o endereço de algum lugar e muito mais, o Google lançou uma campanha na TV aberta, no digital e out-of-home para explorar o assunto.

Três vídeos foram desenvolvidos pela agência AKQA e ficam no ar até 30 de novembro, com  objetivo de destacar as funcionalidades da busca, que podem ajudar a obter informações para tomar decisões cruciais.

De acordo com o Clube de Criação, a Google decidiu explorar três áreas que foram bastante afetadas pela pandemia: emprego, finanças pessoais e familiar e economia local. Lauren Pachaly, head de marketing para o Consumidor na América Latina, explicou que a “campanha tem como objetivo mostrar como a busca pode ajudar as pessoas a se adaptarem e seguirem em frente neste cenário atual”.

Por exemplo, para falar sobre vagas de trabalho, a campanha promove recursos que permitem encontrar oportunidades de emprego direto na busca, inserindo ainda filtros de trabalho remoto, meio período, entre outros. Quanto às finanças pessoais, é possível fazer a comparação de preços e encontrar promoções. No caso da economia local, o objetivo é contribuir com pequenos negócios da região, facilitando que as pessoas usem a busca do Google para achar perto delas o que precisarem.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152744/google-destaca-funcionalidades-de-busca-em-nova-campanha/

28

Out

Facebook cresce 35% em receita e atinge US$ 29 bilhões no 3º trimestre

Com receita de US$ 29,01 bilhões (R$ 161,6 bilhões na cotação atual) entre julho e setembro de 2021, o Facebook apresentou crescimento de 35% em comparação com o mesmo período do ano passado (que registrou US$ 21,47 bilhões pu R$ 119,6 bilhões). A expectativa, entretanto, era de que o montante chegasse a US$ 29,57 bilhões (R$ 164,7 bilhões).

Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, diz que a companhia fez bom progresso no trimestre e que a comunidade em torno da rede social continua a crescer. “Estou animado com nosso roteiro, especialmente em torno de criadores, do comércio e ajudando a construir o metaverso”, detalha nota oficial do executivo.

O lucro líquido do Facebook no período cresceu de 17% na base anual — foi de US$ 7,85 bilhões (R$ 43,7 bilhões) para US$ 9,19 bilhões (R$ 51,2 bilhões). Já o lucro por ação ficou em US$ 3,22 (R$ 17,9), acima dos US$ 3,19 esperados (R$ 17,8).

Em setembro, o número diário de usuários ativos nas plataformas somou 1,93 bilhão. Isso representa um aumento de 6% ano a ano. Já o número mensal de usuários ativos atingiu 2,91 bilhões, uma expansão de 6%. A receita média por usuário no trimestre ficou em US$ 10,15 (R$ 56,54).

Para o quarto trimestre, o Facebook espera obter uma receita entre US$ 31,5 bilhões (R$ 175,5 bilhões) e US$ 34 bilhões (R$ 189,3 bilhões). A perspectiva reflete possíveis impactos das mudanças do iOS 14, da Apple, e de fatores macroeconômicos e relacionados à covid-19.

Balanço separado

A companhia vai começar a separar o balanço em dois segmentos. Enquanto ‘família e apps’ vai incluir Facebook, Instagram, Messenger, WhatsApp e outros serviços, ‘Facebook Reality Labs’ englobará hardware, software e realidade virtual.

Segundo Zuckerberg, a empresa tem desenvolvido produtos e serviços de realidade aumentada e virtual para a próxima geração de experiências sociais online. “As novas divulgações do segmento fornecerão informações adicionais sobre o desempenho do FRL e os investimentos que estamos fazendo”, detalha.

Fonte: InfoMoney, via Canaltech, disponível em: https://www.infomoney.com.br/mercados/facebook-tem-lucro-liquido-de-us-92-bi-no-3o-trimestre-papeis-sobem-na-bolsa-dos-eua/

28

Out

Google agora permite remover imagens de menores de 18 anos dos resultados de busca

Google disponibilizou uma ferramenta de segurança que permite pais, tutores e representantes legais solicitarem a remoção de imagens de menores dos resultados de pesquisa da empresa.

Para iniciar esse processo, é necessário entrar neste link e fornecer as URLs das imagens que deseja remover, os termos da pesquisa que trazem essas imagens, o nome e a idade do menor, além de nome e parentesco do indivíduo que está fazendo a representação – como o pai, a mãe ou o responsável legal.

Segundo o The Verge, esse tipo de solicitação não tem um critério definido, mas a empresa observa que removerá imagens de quaisquer menores “com exceção de casos de interesse público convincente ou dignidade de notícia”. Por outro lado, não há como prever de que maneira esses termos serão interpretados em cada situação.

Apesar de impedir que as imagens apareçam nos resultados de pesquisa, o Google alerta que não é possível removê-la dos sites que a hospedam. Para isso, seria necessário entrar em contato com o desenvolvedor e pedir que tirasse o conteúdo. Além disso, a empresa determinou que não vai cumprir os pedidos se a pessoa não tiver menos de 18 anos atualmente. Então, se for alguém maior solicitando que sua imagem com 15 anos seja deletada das buscas, isso não vai acontecer.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152721/google-agora-permite-remover-imagens-de-menores-de-18-anos-dos-resultados-de-busca/

28

Out

Agora todo mundo pode incluir links nos Stories do Instagram

O Instagram liberou nesta quarta-feira (27) um recurso novo chamado "figurinha de link" nos Stories para todas as contas da plataforma. Essa novidade estava em fase de testes para alguns usuários selecionados desde 30 de agosto, mas agora chega de modo definitivo para a comunidade da rede social.

A adição é uma espécie de sucessor espiritual do famoso comando "arrastar para cima", disponibilizado apenas para quem tinha ao menos 10 mil seguidores, mas liberado de forma ampla para todos. Os links em forma de figura oferecem a mesma funcionalidade, mas sai de cena o movimento de arrastar e entra o toque com o dedo. 

A vantagem desse formato é o fato de poder posicionar o link onde for mais conveniente e não apenas na parte inferior da tela, como ocorria antes. Por outro lado, por se tratar de uma figurinha, pode passar despercebido por muita gente ainda não habituada a essa nova aparência. Uma dica é colocar algum GIF de mãozinha clicando, uma seta ou algum elemento chamativo para destacá-lo de alguma forma.

O uso é similar ao anterior: escolha uma foto ou vídeo nos Stories, toque no ícone do rosto sorridente e procure a figurinha escrita "link" com o símbolo de corrente — em geral, deve aparecer logo que você abrir o menu de stickers, próximo a Enquete e Música. Após isso, você deverá adicionar o link do site, escolher "Concluído" e posicionar a figurinha.

Esse sticker possibilitará outras variações de cores e pode ser colocado em qualquer lugar na tela, onde o criador se sentir mais confortável. Contas que violaram repetidamente as políticas da rede poderão perder o acesso ao compartilhamento de links nos Stories, por isso é bom tomar cuidado com os apontamentos feitos.

Por fim, a rede prometeu futuros ajustes na figurinha de link para oferecer ainda mais controle criativo às pessoas, como a personalização do texto e novas cores. O Instagram alerta que essa liberação é gradual, portanto pode ser que leve algumas horas até que o recurso chegue para você.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/agora-todo-mundo-pode-incluir-links-nos-stories-do-instagram-200066/

27

Out

Nova política do YouTube quer desmonetizar conteúdo de baixa qualidade para crianças

O YouTube publicou na segunda-feira (25) políticas atualizadas com foco em canais com vídeos “feitos para crianças”. Agora, eles precisarão obedecer a um conjunto mais rígido de diretrizes se quiserem permanecer no Programa de Parcerias do YouTube (YPP).

Segundo o The Verge, o objetivo do YouTube é desencorajar os criadores de conteúdo infantil de divulgarem o que a plataforma descreve como peças “fortemente comerciais ou promocionais” ou que incentivem “comportamentos ou atitudes negativas”. Assim, se um canal violar esses indicativos, o YouTube pode suspendê-lo do YPP, enquanto qualquer vídeo que infrinja as regras perderá anunciantes.

No blog oficial, James Beser, diretor de Gestão de Produtos, Crianças e Família, escreveu que a empresa tem “políticas claras que proíbem conteúdo que explore ou coloque em risco menores no YouTube”. Beser pontua ainda que, só no segundo trimestre de 2021, foram removidos mais de 1,8 milhão de vídeos por violações das políticas de segurança infantil.

Youtube, Redes Sociais, Logotipo, 3D

O The Verge destaca que, com a atualização das diretrizes, muitos conteúdos podem ser impactados, incluindo um dos maiores canais infantis do YouTube: o “Ryan’s World”. Ryan Kaji é um YouTuber de 10 anos que tem mais de 30,8 milhões de assinantes em seu canal. Entre os vídeos protagonizados por ele, muitos mostram pacotes de brinquedos sendo abertos, o que envolve justamente a pegada consumista que o YouTuber deseja diminuir.

No Brasil, os proprietários do maior canal infantil são Maria Clara e JP, que conta com 29 milhões de inscritos. Além de conteúdos educativos, histórias e pegadinhas, os brinquedos e as compras também aparecem bastante.

As novas políticas do YouTube entram em vigor em novembro e o fato é que muitos canais infantis vão precisar se ajustar a elas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152656/nova-politica-do-youtube-quer-desmonetizar-conteudo-de-baixa-qualidade-para-criancas/

27

Out

Instagram e Facebook vão inserir rótulos em postagens sobre eleições

O Facebook anunciou nesta terça-feira (26) que, a partir das próximas semanas, vai inserir rótulos em postagens sobre eleições com redirecionamento de usuários para a página da Justiça Eleitoral na internet. A medida também valerá para o Instagram, rede social que pertence ao conglomerado controlado pelo Facebook. A novidade faz parte de um trabalho conjunto com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater desinformação e ameaças à integridade do processo eleitoral.     

"A integridade das eleições é uma prioridade para nós e temos trabalhado nos últimos anos com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Brasil para proteger o processo democrático, identificando e agindo contra ameaças e ajudando as pessoas a terem acesso a informações confiáveis sobre a votação. Como parte do nosso trabalho com o TSE para a eleição presidencial de 2022, iremos direcionar as pessoas usando o Facebook e o Instagram no Brasil para informações oficiais sobre o sistema de votação e artigos rebatendo desinformação sobre o processo eleitoral”, diz o comunicado.

Segundo a plataforma, nas próximas semanas, usuários no Brasil começarão a ver um rótulo em postagens nas plataformas que tratam de eleições e serão direcionados a uma página do site da Justiça Eleitoral. 

De acordo com a empresa, desde 2016 o número de funcionários que atuam na área de segurança e integridade das plataformas foi quadruplicado, passando para mais de 40 mil pessoas. As redes sociais atuaram no ano passado, durante as eleições municipais, estabelecendo regras de transparência da publicidade de candidatos. 

"Removemos mais de 140 mil peças de conteúdo do Facebook e do Instagram no Brasil pela violação de nossas políticas de interferência na votação antes do primeiro turno da eleição e cerca de 3 milhões de pessoas com mais de 16 anos elegíveis ao voto no país clicaram para ver mais informações sobre a eleição nos dias que antecederam a votação. Em 2018, lançamos no Brasil nossas ferramentas de transparência para propaganda política e eleitoral e, desde 2020, qualquer pessoa ou organização precisa passar por um processo de autorização confirmando identidade e endereço no país para veicular anúncios sobre esses temas. Desde então, anúncios sobre política ou eleições ficam armazenados publicamente na nossa Biblioteca de Anúncios por um período de sete anos", informou o comunicado. 

Ainda segundo o comunicado, durante a campanha eleitoral de 2020 foram rejeitados cerca de 250 mil anúncios sobre política ou eleições que não continham o rótulo "Propaganda Eleitoral” ou “Pago por” direcionados a pessoas no Brasil, os chamados conteúdos impulsionados.

O comunicado informa ainda que o WhatsApp, outra plataforma pertencente ao Facebook, já havia lançado, no ano passado, em parceria com o TSE, um chatbot (conta automatizada) para ajudar na circulação de dados oficiais sobre o processo eleitoral e a votação. Além disso, o aplicativo de mensagens disponibilizou um canal de comunicação específico com o TSE para denunciar contas suspeitas de realizar disparos em massa, o que não é permitido nos Termos de Serviço do aplicativo e nem pela legislação eleitoral.

Fonte: Agência Brasil

26

Out

Com “Você Que Faz”, Instagram lança primeira campanha no Brasil

O Instagram na última quarta-feira (20) inaugurou seu primeira campanha de marca no Brasil. Batizado de “Você Que Faz” e criado em parceria da Africa, a ação busca mostrar como a rede social impulsiona a cultura e promove diversidade ao permitir que os usuários explorem, se expressem, se inspirem uns nos outros, criem tendências e se conectem de forma autêntica e significativa.

Para tanto, a campanha conta com a colaboração de diversos criadores de conteúdo e uma série de ativações e peças publicitárias, com essas últimas sendo veiculadas na TV aberta e fechada, nos meios digitais, nos cinemas e no próprio Instagram a partir de hoje e até o próximo dia 19 de dezembro. Nomes como Papatinho, Rebeca Andrade e Nath Araujo estão incluídos no planejamento, que foca em roteiros e produções que privilegiam os diversos formatos da plataforma e a importância da inspiração em todas as esferas de interesse do público jovem.

Para tanto, o pontapé inicial de “Você Que Faz” é um comercial produzido pela My Momma que traz a história de um usuário que encontra inspiração para criar um novo estilo a partir dos diversos conteúdos encontrados na plataforma. Enquanto a direção é de Kid Burro e Fernando Schlaepfer, a peça conta com uma nova mixagem de uma música de Tom Zé que puxa para os gêneros do trap e do funk – confira abaixo na íntegra.

“O mais bacana é ver como as infinitas inspirações que existem dentro da plataforma, ajudam as pessoas a evoluírem”, explica o gerente de marketing de consumo da marca, Bernnardo Bonnard, na divulgação oficial; “Toda essa nova geração de jovens e criadores estão impulsionando a cultura e inovando diariamente, e o Instagram é um parceiro importante nesse movimento, é a ferramenta onde todos conseguem explorar novidades, aprender com a comunidade, expressar sua individualidade, compartilhar mais sobre o que acreditam e expandir seus pontos de vista, gerando uma troca que pode inclusive ir além da inspiração, virando transformação”.

Já as ativações devem contar com o que é descrito como um “formato inovador” de mídia out of home, com uma parcela concentrada na Avenida Paulista que permite que o público tenha Reels e Stories publicados com a #VocêQueFazChallenge aparecendo nas telas do anunciante. O Instagram também pretende lançar um festival de cinema para desafiar criadores de conteúdo a criarem vídeos verticais a partir das ferramentas da plataforma.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152330/com-voce-que-faz-instagram-lanca-primeira-campanha-no-brasil/

26

Out

YouTube anuncia que canais infantis de má qualidade serão desmonetizados

O YouTube será mais rígido com canais que se autodenominam infantis, mas que tenham conteúdo de qualidade duvidosa, anunciou a empresa nesta segunda-feira (25). Em busca de oferecer maior proteção para crianças e adolescentes, a plataforma afirma que desmonetizará criadores que publiquem vídeos de malfeitos, que incentivem comportamento agressivo ou perigoso ou que tenham claro e insistente interesse comercial.

Não é de hoje que o YouTube tenta passar o pente fino em criadores que se dizem focados no público infantil, mas que buscam apenas explorar essa audiência mais jovem. A primeira vez que um aviso semelhante apareceu foi no app YouTube Kids em agosto, porém, agora, as regras novas começam a valer nas diretrizes gerais da plataforma.

Na época, a mudança foi resultado de uma série de manifestações de entidades de proteção ao consumidor, que acusavam criadores de conteúdo de não deixar claro sua relação com empresas em vídeos relacionados a produtos.

O que é conteúdo de má qualidade?

A partir de novembro, as políticas de monetização abraçarão as novas regras e cortarão os ganhos acerca de canais “feitos para crianças” que frequentemente não produz conteúdo, de fato, produzido para os pequenos. Isso inclui:

Vídeos com proposito claramente comercial e que incentivem o consumo;

Material que incentiva mal comportamento (como bullying, desonestidade, desrespeito, hábitos alimentares ruins, pegadinhas perigosas e mais);

Conteúdo educacional enganoso, sensacionalista ou mentiroso;

Vídeos que incluam personagens infantis em situações não apropriada para crianças.

De acordo com o comunicado, os vídeos serão avaliados pelo YouTube, seja através do algoritmo do Programa de Parcerias do YouTube ou manualmente, pela equipe de moderação da plataforma. Os conceitos que envolvem conteúdo de "má qualidade" também estão em constante alteração, afirma a companhia.

Se insistirem no erro, criadores de conteúdo infantil podem ser removidos ou bloqueados do Programa de Parcerias do YouTube, o que corta a possibilidade de fazer dinheiro a partir de visualizações e exibição de anúncios. Aqueles que podem estar sujeitos às novas regras receberão um comunicado por e-mail para acompanhar as mudanças com mais atenção.

Fechando cerco

Mudanças no algoritmo de recomendação de conteúdo podem até implicar em uma reflexão por parte do youtuber, mas nem sempre são suficientes para ditar uma mudança geral de comportamento. As regras de monetização, porém, são mais incisivas e provocam alterações mais gritantes quanto às criações que circulam no YouTube.

Do outro lado, o bom criador de conteúdo pelos padrões no YouTube tende a crescer por apoio do algoritmo. O site anunciou que os usuários com vídeos que incentivem o bom comportamento, aprendizado, curiosidade, criatividade e interação com questões do mundo real (de forma adaptada, logicamente) serão impulsionados pelas recomendações no app YouTube Kids.

"Responsabilidade é nossa prioridade número um no YouTube, e nada é mais importante do que proteger as crianças", pontua o YouTube.

Sozinhas, as mudanças não surtem muito efeito, mas a novidade anunciada hoje faz parte de um conjunto maior. Também em agosto, o Google apresentou uma série de recursos que o YouTube estaria para receber, como monitoramento de tempo total consumindo vídeos e regras de privacidade mais rigorosas.

Segundo o YouTube, mais mudanças podem surgir com o tempo, e por isso é importante ficar atento aos futuros anúncios da plataforma.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/youtube-anuncia-que-canais-infantis-de-ma-qualidade-serao-desmonetizados-199813/

25

Out

Instagram apresenta "parceria paga" no Reels e recurso para transformar anúncios

Com o término da Creator Week, o Instagram aproveitou para anunciar a chegada de novos recursos para auxiliar os criadores a terem mais relevância na plataforma. A principal revelação é a possibilidade de produzir conteúdos para o Reels com os anúncios de conteúdos de marca, aqueles com a identificação de "Parceria Paga".

Isso deve oferecer mais transparência para as divulgações feitas com a ferramenta de vídeos curtos da rede social, além de ofertar mais uma solução para impulsionar a relação entre anunciantes e influenciadores digitais. O aviso ficará na parte inferior da tela, abaixo do nome do perfil e ao lado do termo "Patrocinado", em um formato bem similar ao existente no feed.

Outra novidade na mesma linha é a possibilidade de impulsionar conteúdo de marca já publicado no Feed, nos Stories e no Reels via aplicativo, como uma forma de ampliar o alcance da publicação e buscar mais engajamento do público. O criador ou a marca poderão incrementar a campanha após alguns dias, ou em momentos específicos, sem precisar refazer a publicação.

O Instagram permitirá também as chamadas "permissões da conta", recurso para possibilitar ao criador liberar seus patrocinadores para transformar publicações orgânicas com "Parceria Paga" em anúncios — o que permite focar em um público mais restrito ou criar uma call-to-action mais eficaz. Se for autorizada, a empresa anunciante poderá gerenciar os anúncios e até vinculá-los diretamente pelo perfil do criador, sem precisar que este monte a campanha.

Ajuda aos criadores

Essas duas últimas adições devem facilitar a vida dos pequenos e médios influenciadores digitais, que nem sempre dispõem de suporte técnico adequado para lidar com a ferramenta de gestão de anúncios. De tal maneira, as grandes companhias poderão colocar seus times de marketing para produzir tudo e apenas solicitar a autorização ao criador, algo que deve facilitar bastante esse relacionamento.

Segundo o Instagram, essas mudanças chegam para fazer da rede o "melhor lugar para os criadores construírem parcerias com marcas e possam gerar renda a partir dessas colaborações, ao mesmo tempo que ajudam as marcas a explorar novas tendências e públicos". 

Na semana passada, a rede social introduziu a possibilidade de criar publicações a partir de computadores para todos — estava em fase de testes desde o meio do ano. Usuários poderão postar fotos e vídeos com até 1 minuto de duração, selecionar proporções, aplicar filtros e usar funções básicas de edição. Os collabs são outra solução que chegam em definitivo e permitem a dois perfis criarem conteúdos em conjunto, com potencial de difusão para os seguidores de ambos, likes acumulados e outras vantagens.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/instagram-apresenta-parceria-paga-no-reels-e-recurso-para-transformar-anuncios-199723/

25

Out

Twitter passa a disponibilizar newsletters nos tweets dos usuários

O Twitter desde junho permite que algumas contas disponibilizem links para suas newsletters no perfil, uma manobra esperada dada que a companhia comprou a Revue no começo do ano de olho justamente nesse mercado. Essa função agora ganhou uma expansão, pelo visto, e vai passar a funcionar em tweets específicos.

A informação foi divulgada nesta sexta-feira (22) pela Revue, que faz a integração do serviço, e funciona como uma extensão dos links de compartilhamento. Além de um acesso rápido à edição mais recente da newsletter, o post também vai carregar um botão de inscrição a quem tiver interesse de uma assinatura rápida – e o único requisito do seguidor é que ele já tenha cadastrado um e-mail nas configurações.

A ferramenta por enquanto só está disponível para computador (seja web ou app), mas a companhia garante que em breve deve lançar a versão para smartphones com Android ou iOS. É algo útil para tentar impulsionar o formato na rede social, um movimento importante quando o plano da companhia é justamente dobrar a receita até o fim de 2023.

Vale lembrar também que o foco do Twitter no momento é colocar a Revue no lugar do Substack, plataforma de newsletter que ganhou força na internet justamente por conta da rápida disseminação do Twitter. Com mais funções que facilitam a vida dos usuários sendo disponibilizadas, a rede social espera garantir essa transição.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152490/twitter-passa-a-disponibilizar-newsletters-nos-tweets-dos-usuarios/

22

Out

Messenger do Facebook ganha opções de Realidade Aumentada em grupo

Nesta quinta-feira (21), o Facebook anunciou o lançamento dos "Efeitos em Grupo", Group Effects em tradução livre, de Realidade Aumentada (RA) para Salas do Messenger e videochamadas do serviço. A iniciativa implementa os recursos dinâmicos em todos os usuários presentes na conversa simultaneamente.

São mais de 70 opções disponíveis, incluindo um jogo de montar hambúrgueres, filtros de barbas e até um gato que passeia pela interface. A empresa também expandirá o acesso à API Spark AR Multipeer para criadores e desenvolvedores produzirem novos efeitos para grupos no final do mês.

Para aproveitar a novidade, crie uma videoconferência ou uma Sala no app do Messenger e acesse a "Carinha Feliz" para abrir a janela de efeitos. Logo depois, escolha "Efeitos em Grupo"; a companhia também ressaltou que a novidade será oferecida no Instagram, mas não forneceu detalhes sobre a disponibilidade desta versão.

Dia das Bruxas e mais novidades

Para comemorar o Dia das Bruxas, o Facebook também anunciou várias pequenas iniciativas que estarão disponíveis neste mês, como temas de chat, figurinhas, efeitos de RA. Além disso, emojis de som temáticos do novo filme 007: Sem Tempo para Morrer foram oferecidos.

Imagem de: Messenger do Facebook ganha opções de Realidade Aumentada em grupo

Recentemente, a plataforma introduziu os "Efeitos de Palavras", que permitem o pareamento de emojis com a digitação. É possível, por exemplo, escrever "Feliz Aniversário" e um símbolo de balão e confete aparecerá na interface dos clientes. Esta ferramenta recebeu, nesta quarta-feira (20), sugestões de combinações feitas pelo serviço para frases do dia a dia — a atualização na novidade já está em dispositivos iOS e chegará ao Android nas próximas semanas.

As novidades chegam em um momento de investimento do Facebook no "metaverso", o que pode atingir até mesmo o nome da companhia. O conceito quer transformar a companhia e seus apps em um ambiente conectado e cada vez mais virtual.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/227351-messenger-facebook-ganha-opcoes-realidade-aumentada-grupo.htm

22

Out

Instagram lança novidades para criadores de conteúdo

Finalmente, esse momento chegou: Marck Zuckerbeg colocou todo mundo para trabalhar e, agora, é possível subir fotos e vídeos no Instagram diretamente do computador.

A funcionalidade foi apresentada na última terça-feira (19), na Creator Week, e começou a funcionar nesta quinta (21). Até então, era preciso recorrer a plataformas pagas ou ao Estúdio de Criação do Facebook para conseguir fazer os posts no PC.

Outro recurso que já está disponível facilita as collabs e permite a criação de conteúdos colaborativos entre duas pessoas. Com essa função, a imagem será exibida para os seguidores de ambos, compartilhando os números de curtidas, comentários e visualizações. O collabs pode ser utilizado para co-autores de publicações no feed e no reels.

insta pc

Para o reels, o Instagram também revelou o recurso 2D e o 3D lyrics effects. Esse último permite compartilhar a letra das músicas no vídeo e adicionar efeitos visuais que combinem com a canção.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152430/instagram-lanca-novidades-para-criadores-de-conteudo/