Mídias Sociais

12

Nov

WhatsApp vai permitir uso de emojis e figurinhas como foto de grupo no Android

Faltam ideias para colocar de foto do grupo do WhatsApp? Seus problemas (quase) acabaram. Na mais recente atualização do app Beta para Android, usuários do sistema do Google podem definir a capa do chat com emojis ou stickers, assim como acontece no iOS há meses.

A função é um quebra-galho para evitar que grupos fiquem sem imagens, como também uma solução importantíssima para quem acha que um emoji ou figurinha são suficientes para identificar um grupo. Com a novidade, usuários podem definir qualquer reação a partir do botão “Emoji e Stickers”, disponível ao selecionar o ícone de um grupo no app.

E não é a primeira vez que esse recurso aparece no WhatsApp: em setembro, a opção de colocar emojis ou stickers como ícone de grupos foi testada no iOS, mas já havia pistas de que ela chegaria no Android, como apontou o site WABetaInfo. No sistema do Google, a novidade foi implementada na versão 2.21.23.15 do mensageiro.

Como sempre, não há previsão para a chegada do recurso à versão estável do app, mas, uma vez que mais testadores têm acesso a ela, mais grupos pela plataforma podem aparecer com ícone baseado em emojis ou figurinhas. Agora, o único que falta receber a novidade é o aplicativo do WhatsApp para Desktop, mas neste caso não há nem pistas de que a função chegará um dia.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-vai-permitir-uso-de-emojis-e-figurinhas-como-foto-de-grupo-no-android-201623/

12

Nov

Gmail é o serviço de e-mail mais usado para envio de iscas criminosas

Assim como o sequestro virtual (ransomware) e outras ameaças digitais, os golpes de "isca" estão em alta, e aparentemente os criminosos preferem usar o Gmail, serviço de e-mail do Google, como os principais vetores das campanhas maliciosas.

De acordo com um levantamento da Barracuda, que analisou mais de 10,5 mil instituições, pelo menos 35% (3,7 mil) delas receberam uma mensagem eletrônica de isca somente no mês de setembro de 2021. Além disso, as iscas foram enviadas por contas recém-criadas do Gmail para 91% (3,4 mil) dessas empresas alvo.

Um ataque de "isca" é uma variante dos golpes de phishing onde os vetores de ameaças tentam coletar informações de seus alvos para poder, em seguida, fazer um ataque mais focado e efetivo.O ataque de "isca" é uma fase preparatória e de reconhecimento do alvo, que raramente apresenta em seu vetor algum malware ou links para sites maliciosos, o que também evita que soluções de segurança identifiquem a mensagem como um perigo.


Muitas vezes os e-mails destes golpes podem vir até mesmo sem nenhum conteúdo no corpo do texto, já que a simples abertura deles permite que os criminosos descubram as seguintes informações.

Confirmar que o e-mail existe;
Confirmar que o e-mail está sendo usado atualmente;
Confirmar que o alvo abre mensagens suspeitas;
Testar a efetividade de filtros e soluções anti-spam.

A preferência pelo Gmail se dá pela confiança que soluções de segurança e os próprios usuários tem na plataforma. Além disso, o serviço do Google permite a criação de contas variantes facilmente, e também tem suporte para a função de “notificação de leitura”, que, para os ataques de "isca", funciona muito bem, já que já se sabe se o usuário pelo menos abriu o e-mail.

Por fim, a pesquisa da Barracuda fez um teste e respondeu a um desses e-mails de isca. Em 48 horas, o pesquisador recebeu um e-mail com uma tentativa de uma ataque de phishing, mostrando a efetividade dos criminosos em engajar nesses tipos de ataque após as mensagens iniciais.

É recomendado que todos os usuários de e-mail, independente de ser Gmail ou plataforma, sempre tomem cuidado com as mensagens que estão recebendo, e evitem abrir ou clicar em qualquer uma que aparentar ser suspeita.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/gmail-e-o-servico-de-e-mail-mais-usado-para-envio-de-iscas-criminosas-201520/

11

Nov

Instagram começa a testar alerta de uso em excesso do app

O Instagram inicia a partir dos próximos dias os testes de um novo recurso que ajuda as pessoas a passarem menos tempo com o aplicativo ligado. Trata-se do "Take a Break", um alarme que avisa se você está conferindo as atualizações ou fazendo postagens na rede social já há bastante tempo.

Segundo o CEO do Instagram, Adam Mosseri, essa pausa forçada vai "tornar o app um pouco melhor para os usuários". Os testes começaram com um número entre 1% e 2% da base total do app e já pode virar um recurso oficial em dezembro deste ano, caso seja bem recebido.

Você pode configurar o alerta a cada 10, 20 ou 30 minutos de uso sem parar do aplicativo. A opção deve ser ativada pelo usuário, ou seja, ela não é ligada automaticamente ou por padrão.

Além do alarme, a plataforma sugere que você respire fundo, transporte para palavras o que você está pensando, escute algumas das suas músicas favoritas e vá riscar algumas tarefas da lista de afazeres do dia durante esse tempo de descanso.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/228539-instagram-comeca-testar-alerta-uso-excesso-app.htm

11

Nov

Twitter leva serviço de assinatura aos Estados Unidos

O Twitter está expandindo para os Estados Unidos, seu principal mercado, o Blue, modalidade de assinatura que pode representar uma nova fonte de receitas para a plataforma além da comercialização de publicidade.

Com o valor de US$ 2,99 por mês, o Twitter Blue oferece aos assinantes alguns recursos exclusivos na rede social. O serviço foi lançado em junho, como teste, e estava disponível apenas nos mercados do Canadá e Australia. Nessa terça-feira, 9, o plano passou a ser comercializado também nos Estados Unidos e na Nova Zelândia.

Aos assinantes, o Twitter Blue oferece algumas vantagens. Entre elas, está a capacidade de visualizar e alterar uma mensagem antes de ela ser publicada, além de ícones personalizados. Outras funcionalidades serão incorporadas no serviço a partir desta semana, como o acesso a notícias e conteúdo sem anúncios publicitários.

O Twitter Inc. firmou parcerias com algumas empresas jornalísticas, como USA Today, BuzzFeed e The Washington Post, em que pagará a esses publishers um valor para que, em contrapartida, eles permitam o acesso ao seu conteúdo sem publicidade. Em março, o Twitter comprou a Scroll, uma empresa de leitura de notícias sem inserções publicitárias.

Os executivos do Twitter vêm discutindo há anos a possibilidade de criar um modelo de assinatura, mas o projeto do Blues só foi finalizado neste ano. A ideia é que, com essa alternativa, as plataformas não fiquem inteiramente dependentes das receitas publicitárias, que podem ser impactadas por acontecimentos inesperados, como foi o caso da pandemia, no ano passado, além de outras alterações das políticas de privacidade da Apple. Oferecer um modelo de assinatura, portanto, poderia ser um complemento para as receitas dessas empresas.

Por enquanto, o Twitter não compartilhou nenhum resultado dessa fase inicial do Twitter Blue e nem divulgaram à imprensa informações sobre o número de assinantes nos mercados e que a plataforma já foi lançada.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2021/11/10/twitter-leva-servico-de-assinatura-aos-estados-unidos.html

11

Nov

YouTube vai esconder número de dislikes nos vídeos; saiba por quê

O YouTube anunciou nesta quarta-feira (10) a exclusão do contador de avaliações negativas dos vídeos hospedados na plataforma. A empresa afirma que a mudança tem como foco evitar o assédio e ações coordenadas de cancelamento contra desafetos, em especial as destinadas aos canais mais novos, cuja taxa elevada de "Não Gostei" pode afetar o desempenho do conteúdo.

Segundo o site, o botão de dislike continuará a existir normalmente e deve exibir os dislikes apenas para o autor do vídeo, como forma de ajudá-lo a entender melhor a receptividade do seu conteúdo. Os criadores já tinham a opção de ocultar as classificações dos vídeos, mas pouca gente usava o artifício porque as avaliações sempre tiveram um impacto muito positivo no espectador — como ficavam em local de destaque, muita gente decidia se assistiria ou não o conteúdo.

Essa mudança não foi exatamente uma surpresa, pois o serviço de vídeos já fazia experimentos desde março para decidir se mostraria ou não os números de antipatia do público. Agora, é esperado que as avaliações negativas comecem a desaparecer gradualmente, para evitar sustos na audiência, e de modo sutil para evitar ainda mais assédio.

Nos experimentos conduzidos, o YouTube afirma ter descoberto que as pessoas usam menos o botão de Não Gostei para atacar o criador quando o placar não exibe o aumento dos números. Por isso, a rede espera que as pessoas adotem uma postura mais neutra ao avaliar negativamente o vídeo dos outros, em vez de simplesmente adotar a postura de manada de desqualificar apenas porque os outros fizeram.

Do ponto de vista de algoritmo, a mudança não deve ter tanto impacto: conteúdos com muita negatividade continuarão a ter seu alcance reduzido. As pessoas também continuarão a poder enviar comentários fechados para informar o criador sobre o porquê do vídeo estar ruim ou para elogiá-lo de modo privativo.

Outras redes sociais já fizeram o mesmo
Essa decisão não é inédita no mundo das redes sociais: o Instagram e o Facebook já tiveram esse tipo de experiência no passado. A rede social de fotos, inclusive, deixou as curtidas escondidas por mais de dois anos, e só retornou com eles neste ano: hoje, em ambos, é possível ocultar as contagens se a pessoa quiser evitar a pressão social de ter que ter uma quantidade X de curtidas ou Y de comentários.

O Twitter testa há anos as opções de reagir a tuítes na timeline, mas nunca chegou a colocar isso publicamente com medo de colocar os criadores de conteúdo em posição desconfortável. A rede do passarinho, que já é famosa por ser "tóxica", poderia ter esse sentimento ainda mais exacerbado com algum sentimento negativo.

O próprio YouTube já foi vítima da prática de negativações em massa por seus conteúdos: o vídeo mais rejeitado do site é o Rewind de 2018. A recapitulação dos momentos mais marcantes já acumulavam bastante reações controversas do público nos anos anteriores, por isso tornou-se praticamente uma "obrigação" detonar as novas versões, mesmo se elas não fossem ruins — o que não era o caso da versão de 2018. O próprio vídeo de anúncio do fim dos dislikes, que você pode conferir abaixo, já acumula um índice bem negativo.

Embora o argumento da plataforma seja louvável, os usuários costumam não encarar de peito aberto medidas que restrinjam seus direitos de liberdade. A ocultação individualizada dos números já era uma ferramenta disponibilizada, por isso é questionável o fato de isso surgir agora como uma imposição. Agora, é aguardar para ver como será a reação da comunidade mundial e como os próprios youtubers se comportarão.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/youtube-vai-esconder-numero-de-dislikes-nos-videos-saiba-por-que-201420/

10

Nov

Facebook e Instagram: Meta quer reduzir bullying e assédio nas redes

De julho a setembro, de cada 10 mil visualizações nas redes sociais da Meta, de 14 a 15 visualizações no Facebook eram de conteúdos com bullying e assédio, enquanto no Instagram o número variava entre 5 a 6 visualizações.

Os dados são inéditos e fazem parte do Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade da big tech referente ao 3o trimestre de 2021. A inclusão dessas métricas é uma tentativa de produzir dados que possam ser utilizados para reduzir essas práticas nas redes sociais da big tech.

Os dois tipos de abuso psicológico representam um desafio para as plataformas, pois envolvem questões complexas que só podem ser entendidas dentro de um contexto. Os sistemas automatizados são incapazes de diferenciar, por exemplo, uma atitude agressiva de uma piada sem conhecer as pessoas envolvidas.

Detecção de abusos psicológicos em redes sociais é um desafio para a Meta. (Fonte: Pixabay/Hatice EROL/Reprodução)

Ainda assim, a Meta afirma que conseguiu remover 9,2 milhões de posts com conteúdos de bullying e assédio do Facebook. Quase 59,4% desse material foi excluído de forma proativa, sem a necessidade de denúncia. No Instagram, 7,8 milhões de postagens inadequadas foram retiradas, mas com um índice de proatividade bem maior de 83,2%.

Como a Meta planeja reduzir o bullying e o assédio

A partir da identificação da quantidade de conteúdo com bullying e assédio visualizada nas plataformas, a Meta quer definir abordagens para reduzir a prevalência destes posts. Para isso, planeja atualizar as políticas, os produtos e ainda fornecer novas ferramentas de controle.

A big tech usa como exemplo a redução do discurso de ódio em suas redes sociais. Quando foi divulgado pela primeira vez, a métrica apontava para 10 a 11 visualizações (0,10-0,11%) a cada 10 mil publicações, e atualmente o número está em 3 visualizações (0,03%).

Entre as principais apostas para enfrentar o bullying e assédio, a empresa está implantando telas de aviso para desestimular postagens e comentários que possam ser entendidas como bullying e assédio. No Instagram, cerca de metade dos usuários editaram ou apagaram comentários depois de receber o alerta.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/228457-facebook-instagram-meta-quer-reduzir-bullying-assedio-redes.htm

9

Nov

WhatsApp pode desenvolver recurso de “Comunidades”

Pode ser que o WhatsApp esteja focado em um recurso para criar “Comunidades“. Alguns rumores surgiram em outubro deste ano e, agora, o WABetainfo apresentou uma apuração semelhante. Tudo indica que a opção estará disponível em uma atualização futura no WhatsApp beta para Android e iOS.

De acordo com o site, uma “Comunidade” seria um novo lugar em que os administradores de grupos no WhatsApp teriam mais controle, principalmente com a possibilidade de agrupar outras pessoas em grupos à parte facilmente.

No print divulgado pela WABetainfo, identificamos algo como um bate-papo da comunidade. Um chat privado, com mensagens protegidas por criptografia. O layout também é diferente, com ícones quadrados de bordas arredondadas para distinguir a “Comunidade” de um bate-papo em grupo. 

Os administradores podem convidar novos usuários por meio de um link de convite da “Comunidade” e, em seguida, começar a enviar mensagens para outros membros.

The Verge aponta que essas mudanças podem ser uma maneira de melhorar seus serviços e recursos em relação a outros aplicativos, como o Telegram. Isso porque, ao menor sinal de instabilidade ou desconfiança sobre as políticas de privacidade, o WhatsApp costuma perder muitos usuários, que migram para outros apps.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/153273/whatsapp-pode-desenvolver-recurso-de-comunidades/

9

Nov

Telegram lança versão paga para quem não deseja ver anúncios

No sábado (6), o CEO do Telegram, Pavel Durov, anunciou o lançamento de uma versão premium do aplicativo. A novidade é uma espécie de assinatura que garantirá ao usuário o direito de ocultar os anúncios que, desde a semana passada, estão presentes nos chamados “grandes canais” da plataforma, aqueles com mais de mil participantes.

Embora não abra mão do seu slogan de que "o Telegram como mensageiro estará sempre livre de anúncios", Durov admite que a publicidade implantada é importante para cobrir os custos do Telegram. Mas a coisa não para por aí: o CEO diz que a plataforma ainda busca recursos para atingir o seu ponto de equilíbrio.

Nesse sentido, a ideia de gerar receita através de uma conta diferenciada surgiu dos próprios usuários, que propuseram a introdução de uma funcionalidade para desativar os anúncios oficiais nos canais do Telegram. Conforme o empreendedor russo, essas pessoas poderão optar pelo programa de assinaturas, mediante o pagamento de uma mensalidade "baratinha", embora não tenha detalhado nem o modelo de cobrança e nem os valores previstos.

Como será o novo serviço premium do Telegram?

Certamente, a decisão de recorrer à publicidade para se manter já foi vista com reservas pelos usuários, aí incluídos os cerca de 70 milhões conquistados somente no mês de outubro, quando da queda de seis horas e meia do WhatsApp e Facebook. Mas Durov garante que a mudança foi imprescindível para que o serviço continue garantindo o desenvolvimento, com elevada qualidade do serviço prestado. As mudanças anunciadas hoje foram as seguintes:

1. Usuários poderão desativar anúncios

O serviço deverá estar disponível já neste mês, e prevê uma assinatura de baixo custo para apoiar financeiramente o desenvolvimento do Telegram, que permite bloquear anúncios oficiais nos canais.

2. Administradores poderão desligar anúncios do canal inteiro

Nesse caso, nenhum membro ficará sujeito a anúncios, embora não se saiba ainda como o serviço irá funcionar.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/228360-telegram-lanca-versao-paga-nao-deseja-ver-anuncios.htm

8

Nov

Marca 'from Meta' já aparece no WhatsApp, Instagram e Facebook

Pouco mais de uma semana após o anúncio da nova marca “Meta”, o logo em forma de “M”, que tem sido acusado de cópia por outras empresas, já começa a aparecer em todos os aplicativos do que foi outrora o Facebook. Ao notarmos a velocidade com a qual o rebranding tem sido implantado no universo (agora metaverso) de Mark Zuckerberg, percebemos uma pressa em mudar a percepção do público em relação à antiga marca.

O novo logotipo aparece em todos os aplicativos das plataformas Android e iOS, mostrando que o rebranding está a serviço da estratégia da gigante de Menlo Park, que agora investe todas as suas fichas na tecnologia do metaverso. Ao focar em um universo virtual imersivo, a empresa acaba se afastando da sua premissa tradicional de rede social, nome com o qual se confundia até o final de outubro.

Com a exposição aos bilhões de usuários, tanto nos aplicativos como na mídia, o conceito “metaverso” vem ganhando tanto destaque que até outros pesos pesados da tecnologia, como a Microsoft, têm investido em ambientes imersivos. Na terça-feira passada (2), a companhia de Redmond anunciou, durante o evento Ignite 2021, o seu Mesh para Teams, que permite que seus utilizadores usem avatares autoexpressivos em ambientes virtuais.

Mergulho no metaverso ou fuga do Facebook?

Embora se saiba que a Meta esteja trabalhando no desenvolvimento de experiências com AR (realidade aumentada) e VR (realidade virtual), detalhes específicos não foram divulgados. Não se sabe ainda até que ponto essas experiências anunciadas com grande destaque irão afetar, na prática, o funcionamento do Facebook, único produto que manteve o nome original.

Isso pode ser um sinal que, mais do que um mergulho no metaverso, o rebranding pode ser uma tentativa de dissociação da marca "Facebook", que sofre em todo o mundo processos e acusações de comportamento antiético. Ao adotar o logotipo da Meta, o chefe do WhatsApp, Will Cathcart, fez questão de destacar que o aplicativo de mensagens era “mais do que apenas Facebook”.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/228281-marca-from-meta-aparece-whatsapp-instagram-facebook.htm

5

Nov

WhatsApp libera login em múltiplos dispositivos para todos

O WhatsApp começou a liberar para todos os usuários a possibilidade de realizar login nas versões web ou desktop em até quatro aparelhos simultâneos mais um celular. Essa novidade estava em fase beta para testadores, mas agora deve chegar de forma ampla para quem usa o "Zap" pelo navegador.

Uma das vantagens dessa adição é a conexão direta com servidores do WhatsApp, sem a necessidade de manter seu celular conectado à internet, o que possibilita o envio e recebimento de mensagens mesmo se você estiver sem bateria no telefone. A conexão de até quatro dispositivos também é uma adição muito bem-vinda para quem usa o serviço para trabalho, já que permite o login em tempo real do setor de atendimento ao cliente, por exemplo.

A liberação do recurso para o WhatsApp Web garantirá a sincronização de mensagens em tempo real em todos os aparelhos vinculados. Dessa forma, você pode mandar uma mensagem do seu celular, continuar a conversa pelo computador e enviar um arquivo do notebook: tudo sem que a outra parte saiba que houve troca entre dispositivos.

Vale lembrar que mesmo com essa ramificação de dispositivos, os desenvolvedores mantiveram a criptografia de ponta a ponta das comunicações, portanto somente pessoas autorizadas terão acesso ao conteúdo de textos, áudios, vídeos, documentos e fotos. Ao mandar uma mensagem, ela sai criptografada do seu celular, vai para os servidores da Meta/Facebook e depois é distribuída para o destinatário e aparelhos vinculados.

Acesso de vários dispositivos

O login integrado do WhatsApp, apelidado de "múltiplos dispositivos 2.0", já estava em fase experimental desde setembro (e liberado para celulares antes disso), mas ainda não haviam detalhes de como funcionaria na versão web. Até então, cada conta só podia ser conectada em um único celular, e, a partir dele, o usuário poderia gerenciar todos os outros aparelhos vinculados.

Nas últimas semanas, a equipe liberou diversas novidades como a possibilidade de arquivar conversas e editar imagens antes do envio. A ideia parece ser tornar a versão web do mensageiro mais completa e próxima da experiência do app para celulares. Até o momento, o WhatsApp não se pronunciou oficialmente sobre a liberação do login múltiplo para a web, portanto pode ser que leve alguns dias ainda para que todos a tenham disponível.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-libera-login-em-multiplos-dispositivos-para-todos-200898/

3

Nov

Netflix lança oficialmente o espaço para games no celular

A plataforma de streaming Netflix anunciou nesta terça-feira (2) a chegada oficial dos games ao aplicativo do serviço, inclusive em território brasileiro.

A novidade será implementada no aplicativo da Netflix e vai aparecer a partir de amanhã (3) para dispositivos Android, posteriormente chegando também ao iOS.

Por enquanto, serão apenas cinco jogos liberados, sendo dois deles já existentes no mercado e baseados no fenômeno Stranger Things. Os demais são títulos de basquete, cartas e bilhar. Confira os títulos:

  • Stranger Things: 1984
  • Stranger Things 3
  • Shooting Hoops
  • Card Blast
  • Teeter Up

Os testes com a seção dedicada a jogos começou há algumas semanas, mas estava restrito a poucas regiões. A expansão da Netflix para jogos era especulada desde a metade deste ano e foi posteriormente confirmada pela empresa, que garantiu que a empreitada não vai significar um aumento na mensalidade ou o aparecimento de anúncios ou microtransações durante a experiência.

Como acessar

Para encontrar a parte de jogos, basta abrir o app da Netflix após atualizá-lo no seu Android a partir de quarta-feira (3) e clicar no espaço "Netflix Games". O título é baixado dentro da loja de aplicativos e jogado no próprio ambiente de streaming.

Segundo a companhia "muito mais jogos exclusivos" estão a caminho — vale lembrar que a empresa recentemente até adquiriu uma desenvolvedora, a Night School Studios.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/voxel/227990-netflix-lanca-oficialmente-espaco-games-celular.htm

3

Nov

WhatsApp pode eliminar limite de tempo para apagar mensagens enviadas

A opção de apagar a mensagem para todos no WhatsApp pode se tornar ainda mais útil em breve, segundo um recurso que acabou de aparecer na versão de testes do app para Android. O mensageiro experimenta permitir que envios sejam excluídos no seu celular e no de quem recebeu sem limite de tempo.

Novamente, foi o WABetaInfo que encontrou esse recurso primeiro — na verdade, indícios dele —, na versão 2.21.23.1 do WhatsApp Beta para Android. Ainda em desenvolvimento, a função permitiria que o usuário se arrependesse de qualquer envio, independentemente de quando ele foi feito.

O prazo máximo encontrado até agora, segundo o site, é de três meses, mas o WhatsApp deve ampliar esse limite ao longo das atualizações de testes. O “Apagar para todos” está disponível no WhatsApp há mais ou menos quatro anos e atualmente a janela de oportunidade para revogar um envio é de aproximadamente uma hora.

Porém, algumas coisas ainda não estão claras. Por exemplo: não se sabe se será possível apagar mensagens de forma retroativa, isto é, envios que foram feitos antes da ativação do recurso. Provavelmente, a função estará disponível somente em conversas feitas após o novo prazo começar a valer.

Mais uma vez, essa é uma novidade inspirada no principal concorrente do WhatsApp no Brasil, o Telegram. No app rival, já dá para apagar mensagens para todos os envolvidos na conversa sem prazo máximo desde 2019.

Até agora, não há previsão para a implementação do recurso, mas é fato que os testadores o receberão primeiro. Usuários da versão estável do app vão ter que esperar talvez até alguns meses para finalmente se livrar dos limites e poderem apagar qualquer mensagem que se arrependeram de enviar.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-pode-eliminar-limite-de-tempo-para-apagar-mensagens-enviadas-200548/

3

Nov

Facebook anuncia fim da ferramenta de reconhecimento facial

O Facebook anunciou nesta terça-feira (2) que, nas próximas semanas, vai desativar seu sistema de reconhecimento facial, que identifica automaticamente os usuários em fotos e vídeos. Segundo a empresa, a decisão levou em conta crescentes preocupações sobre o uso desse tipo de tecnologia.

"Os reguladores ainda estão no processo de fornecer um conjunto claro de regras que definam o seu uso", disse Jerome Pesenti, vice-presidente de Inteligência Artificial do Facebook, por meio de nota. "Em meio a essa incerteza contínua, acreditamos que o apropriado seja limitarmos o uso do reconhecimento facial a um conjunto restrito de casos."

Segundo a Meta, empresa que abriga o Facebook, mais de um terço dos usuários ativos diários da rede social optaram pela configuração de reconhecimento facial. Por isso, mais de 1 bilhão de pessoas serão atingidas pela mudança.

No caso da ferramenta de Texto Alternativo Automático (AAT, na sigla em inglês), que cria descrições de imagens para pessoas com deficiência visual, o Facebook acrescentou que ela não incluirá mais os nomes de pessoas reconhecidas nas fotos, mas seguirá funcionando normalmente.

Fonte: Agência Brasil

1

Nov

Para ajudar no compartilhamento, Twitter agora permite que usuários gravem Spaces

O Twitter na última quinta-feira (28) liberou uma nova função que permite aos hosts dos Spaces a gravar e compartilhar as conversas dentro da rede social. Disponível por enquanto a um grupo seleto de usuários no iOS e previsto para todo mundo nas próximas semanas, o recurso é simples e possibilita que os trabalhos da sala sejam viralizados por tuíte depois que o bate-papo terminar.

A novidade é bem vinda sobretudo porque amplia o potencial de público do Spaces, aproximando-os ao formato de um podcast que pode ser consumido mesmo depois do papo ao vivo terminar. Ela também impede a experiência da seção de se tornar finita: ao invés dos tuítes de divulgação agora apenas registrarem que a transmissão acabou depois do horário, eles vão exibir um link para reprodução da gravação caso a mesma tenha sido habilitada.

Para os participantes, vale apontar que o Twitter vai garantir que todas as contas envolvidas sejam notificadas de que a conversa está sendo gravada quando a ferramenta for habilitada, e a empresa vai ter até 120 dias para avaliar as conversas gravadas para decidir se há ou não conteúdo ofensivo ou danoso.

Os anfitriões, por sua vez, terão acesso aos materiais até 30 dias depois do registro, podendo deletar a qualquer momento o material caso não seja do agrado.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/152834/para-ajudar-no-compartilhamento-twitter-agora-permite-que-usuarios-gravem-spaces/

1

Nov

WhatsApp deixa de funcionar em celulares antigos nesta segunda; veja lista

Como já havia sido anunciado anteriormente, o WhatsApp deve parar de funcionar em alguns celulares mais antigos. Nesta segunda-feira (1º), smartphones com a versão 4.0.4 do Android — ou anteriores — e iPhones com versões anteriores ao iOS 10 não poderão mais acessar o mensageiro. Dispositivos com edições defasadas do sistema KaiOS (abaixo da 2.5.0) também perderão acesso ao aplicativo.

A decisão, segundo a empresa, é uma questão de segurança. Isso porque os sistemas operacionais mais antigos não conseguem receber as atualizações necessárias oferecidas pelo app, o que pode deixar os usuários vulneráveis.

Caso o seu celular apareça na lista de dispositivos descontinuados, o WhatsApp recomenda que o usuário guarde o histórico de conversas. Para isso, basta fazer o backup na opção "configurações" dentro do aplicativo.

Em alguns casos, é possível manter o acesso ao WhatsApp atualizando o sistema do celular. Usuários do iPhone 6s, por exemplo, só precisam estar rodando a mais recente versão do iOS no celular para continuar utilizando o WhatsApp.

Confira a lista de celulares que ficarão sem WhatsApp:

LG

Lucid 2
Optimus F7
Optimus F5
Optimus L3 II Dual
Optimus F5
Optimus L5
Optimus L5 II
Optimus L5 Dual
Optimus L3 II
Optimus L7
Optimus L7 II Dual
Optimus L7 II
Optimus F6
Enact
Optimus L4 II Dual
Optimus F3
Optimus L4 II
Optimus L2 II
Optimus Nitro HD e 4X HD
Optimus F3Q

Apple

iPhone SE (primeira geração)
iPhone 6s
iPhone 6s Plus

Samsung

Galaxy Trend Lite
Galaxy Trend II
Galaxy SII
Galaxy S3 mini
Galaxy Xcover 2
Galaxy Core
Galaxy Ace 2

ZTE

Grand S Flex
V956
Grand X Quad V987
Grand Memo
Sony
Xperia Miro
Xperia Neo L
Xperia Arc S

Huawei

Ascend Mate
Ascend G740
Ascend D Quad XL
Ascend D1 Quad XL
Ascend P1 S
Ascend D2

Outras marcas

Alcatel One Touch Evo 7
Archos 53 Platinum
HTC Desire 500
Caterpillar Cat B15
Wiko Cink Five
Wiko Darknight
Lenovo A820
UMi X2
Faea F1
THL W8

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/227899-whatsapp-deixa-funcionar-celulares-antigos-segunda-veja-lista.htm