Comunicação, estratégia e mercado

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28

Dez

Revitalizado sem perder suas evidências históricas. Assim a obra física do Complexo Cultural da Rampa foi entregue na tarde desta quinta-feira (27) pelo governador Robinson Faria. O equipamento foi ponto estratégico durante a Segunda Guerra Mundial e passará a abrigar as memórias da participação de Natal no conflito internacional.

Com contrapartida do Governo do Estado de R$ 1 milhão e outros R$ 7,5 milhões do Ministério do Turismo, o Complexo conta agora com um auditório para 126 pessoas, bar temático, estacionamento amplo com capacidade para 85 veículos, lojas, píer com vista para o Rio Potengi, ambiente para exposições permanentes e temporárias, além de um Memorial do Aviador construído no local. A área total do espaço corresponde a 13 mil m².

“O Complexo da Rampa representa um dos principais links entre o Brasil e os Estados Unidos. É um equipamento que engrandece muito o nosso turismo cultural como alternativa ao turismo sol e mar que é o nosso principal atrativo”, destacou o chefe do Executivo estadual, lembrando, ainda, que parte do acervo será doado pelo governo americano.

Com a estrutura concluída, segue o processo licitatório para aquisição dos equipamentos, explica o secretário estadual de Turismo, Manoel Gaspar. “Estávamos aguardando a conclusão da obra para ter onde colocar os equipamentos que serão adquiridos. Nossa previsão é que dentro de 30 a 60 dias o Complexo seja aberto ao público”, disse.

A obra do Complexo da Rampa contempla ao todo 28 projetos independentes, desde o paisagismo, concepção visual e acústica até questões envolvendo patrimônio histórico, museologia e restauração. O projeto arquitetônico da obra é assinado pelo arquiteto potiguar Carlos Ribeiro Dantas.

HISTÓRIA

A Rampa para hidroaviões no Rio Potengi foi ponto obrigatório para aviadores que atravessavam o Atlântico Sul entre as décadas de 1920 e 1940. Mais tarde, durante o conflito mundial, sua posição estratégica, situada no “cotovelo” da América do Sul, abrigou a maior base militar dos EUA fora daquele país, se tornando a pista de pouso mais movimentada do mundo para aeroplanos e hidroaviões durante o período.

A data de 29 de janeiro de 1943 é marcada na história de Natal pelo encontro entre o presidente americano durante a Segunda Guerra, Franklin Delano Roosevelt, e o presidente brasileiro Getúlio Vargas. Na ocasião, eles celebraram, na Rampa, a Conferência do Potengi, transformando o local em base militar americana e selando a participação dos EUA no conflito, que resultaria na vitória dos Aliados contra os Países do Eixo.

COMPLEXO SIX SENSES

O município de Baía Formosa, no litoral Sul do estado, vai receber em breve o primeiro empreendimento da rede hoteleira Six Senses na América Latina. O grupo vai construir na cidade o projeto Eco Estrela, formado por dois resorts e uma vila de casas em alto padrão.

Durante o evento do Complexo da Rampa foi entregue a licença de instalação do empreendimento, garantindo segurança jurídica aos investidores para o início da construção. Anteriormente, o Idema já havia liberado a licença prévia de viabilidade ambiental.

O investimento na primeira fase será de 400 milhões de dólares, podendo chegar a 1,5 bilhões de dólares até sua conclusão. O grupo possui, ainda, empreendimentos paradisíacos nas Ilhas Seychelles (próximo à costa da Somália), em Omã (Oriente Médio) e na Tailândia. 

Foto: Ivanizio Ramos

28

Dez

O projeto Cine Verão – Festival de Cinema da Cidade do Sol realizará a sua segunda edição na praia de Ponta Negra, um dos principais cartões postais da cidade, nos dias 30 e 31 de janeiro. Idealizado pela produtora cultural Nathalia Santana da Pinote Produções, o festival tem como objetivo principal contribuir com a difusão do trabalho realizado pelos profissionais do audiovisual potiguar e brasileiro.

O Festival recebeu um total de 155 filmes inscritos, 58 de realizadores potiguares e 97 de outros estados do Brasil. Após a análise criteriosa da curadoria, foram selecionados 8 curtas potiguares e 6 curtas nacionais, o que totaliza 2hs de exibição em cada mostra, tanto na Mostra Cine Verão Poti, que acontecerá no dia 30 de janeiro, como na Mostra Cine Verão Brasil, a ser exibida no dia 31 de janeiro.

Os curadores convidados para a mostra local foram Érica Lima, Fernando Suassuna e Gianfranco Marchi, assim como Carito Cavalcanti, Arlindo Bezerra e Rafaela Bernardazzi realizaram a curadoria da mostra nacional. Todos os profissionais atuam na área do audiovisual, com trabalhos relevantes no estado.

Para a Mostra Cine Verão Poti os selecionados foram: A Parteira – Direção: Catarina Doolan; Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte – Direção: Helio Ronyvon; Enquanto o sol se põe – Direção: Marcia Lohss; Memórias roubadas – Direção: Marcelo Buainuai; Tingo lingo – Direção: Wallace Santos; Reflexo – Direção: Felipe Rocha; Somos Todos Um – Direção: Luciano Azevedo e Sem Retrato e Sem Bilhete – Direção: Babi Baracho.

E para a Mostra Cine Verão Brasil os selecionados foram: Carretéis – Direção: Eudaldo Monção Jr.; Entremarés – Direção: Anna Andrade; Majur – Direção: Rafael Irineu; Repulsa – Direção: Eduardo Morotó; Um Café e Quatro Segundos – Direção: Cristiano Requião e Uma Balada para Rocky Lane – Direção: Djalma Galindo.

Além das exibições de curtas metragens o festival terá na programação debates, apresentações musicais, DJs, sessões de lançamento e encontros com os diretores locais das obras exibidas na atual edição.

O projeto Cine Verão é uma realização da Pinote Produções, com o patrocínio da Prefeitura do Natal, Programa Djalma Maranhão e Hospital do Coração. Conta ainda com o apoio da Rádio Jovem Pan, Sollar Comunicação, Top Gráfica, Sopro, Tisck, Quintau, RN Bottons, Astral Sucos, Poti Restaurante, Chocolateria Sandra Maia e Marmitíssima.

28

Dez

Deu no Estadão:

A equipe do Aliás seleciona, na última edição de cada mês, dez obras publicadas recentemente no Brasil e em outros países para incluir em sua Estante. Confira as indicações de novembro:

República Luminosa - Andrés Barba (Todavia)

Ensaísta, poeta e autor de livros infantis, escolhido há oito anos pela revista Granta como um dos melhores escritores jovens de língua espanhola, Andrés Barba foi premiado no ano passado com o Herralde por este República Luminosa, romance sobre crianças violentas que aparecem misteriosamente em San Cristóbal, uma cidade próxima da selva. Barba escolhe uma testemunha da ação perturbadora dessas crianças para revisitar o episódio que levou os cidadãos locais a reconsiderar suas posições sobre a ingenuidade infantil e a ideia de ordem. Elogiado por autores como Edmund White, Barba é também tradutor de autores ingleses e americanos.

Úrsula - Maria Firmina dos Reis (Companhia das Letras/Penguin)

Um dos primeiros romances brasileiros de autoria feminina, publicado em 1859, Úrsula, da maranhense Maria Firmina dos Reis (1822-1917), considerada a primeira romancista negra brasileira, conta a história de um casal apaixonado, Úrsula e Tancredo, cujo relacionamento sofre com a interferência externa de uma sociedade escravocrata e cruel. Esta nova edição do livro tem como diferencial o estabelecimento de texto e introdução de Maria Helena Pereira Toledo Machado, e cronologia de Flávio Gomes. O tema da escravidão aparece também em outro livro da pioneira Maria Firmina dos Reis, A Escrava (1887), que elege como heroína uma ativista da causa abolicionista.

A Máquina Parou - E.M. Forster (Iluminuras)

Autor dos clássicos Passagem para a Índia e Maurice, o inglês E.M.Forster escreveu um texto de ficção científica que não é muito conhecido do leitor brasileiro, A Máquina Parou, distopia sobre uma Terra arrasada por catástrofes ecológicas e pessoas vivendo no subterrâneo que são comandadas por uma máquina. O texto foi escrito em 1909, mas seu tema é atual, assim como outra novela de Forster, Paisagem com Risco Existencial, que ganha uma análise do crítico e ensaísta Teixeira Coelho. O autor inglês chegou a declarar que escrevera A Máquina Parou como contraponto das fantasias científicas de H.G. Wells, o autor de A Máquina do Tempo.

As Três Irmãs, de Tchékhov, por Stanislavski (Perspectiva)

 O diretor russo Constantin Stanislavski foi grande amigo e parceiro de Chekhov, montando suas peças no histórico Teatro de Arte de Moscou, entre as quais As Três Irmãs, encenada por ele. Neste livro, volume da coleção Stanislavaski, estão as traduções diretas do russo e as partituras cênicas do diretor. Tieza Tissi analisa o trabalho de Stanislavski, que sempre interferia nos originais para dar à montagem maior autenticidade, baseando-se na experiência pessoal de seus atores e nos ruídos externos que traziam o real para o interior do teatro. A autora, mestre em teatro russo, explica o método de Stanislavski e as liberdades com Chekhov.

Evolution of Desire - Cynthia Haven (Michigan University Press)

Em Evolution of Desire: A Life of René Girard, Cynthia Haven examina a vida de um dos grandes pensadores do século passado – sobretudo a vida intelectual, considerando que Girard nunca foi um homem de grande trânsito social, mas um intelectual reservado, cuja vida transcorreu sem grandes aventuras. A autora, que escreveu outras biografias (Brodsky, Milosz), conta a trajetória de Girard, de sua juventude como estudante de cultura medieval em Chartres, até sua mudança para os EUA, em 1947. Girard é conhecido por sua teoria mimética – a adoção de modelos pelos humanos – e toda a sua obra foi publicada no Brasil pela editora É Realizações.

A Transparência do Tempo - Leonardo Padura (Boitempo)

O detetive Mario Conde talvez não corresponda ao estereótipo do investigador durão de film noir e do cyberpunk, nem é exatamente o Sherlock Holmes de Havana. Conde é o protagonista de boa parte dos livros do escritor cubano Leonardo Padura, incluindo seu mais recente lançamento, A Transparência do Tempo, que chega ao Brasil agora pela Boitempo. Nesse romance, o personagem, agora com 60 anos e tendo um olhar cada vez mais pessimista sobre seu país, recebe uma oferta de trabalho: recuperar uma escultura que sumiu. O que, a princípio, parecia simples, se mostra uma viagem ao passado, entre a Cuba contemporânea e a Catalunha medieval.

Riminhas para Crianças Grandes - Wisława Szymborska (Ayiné)

Os grandes escritores nunca deixam morrer suas crianças interiores: James Joyce legou contos infantis em cartas para seu neto; J.R.R Tolkien escreveu diversas obras – incluindo O Hobbit – pensando em seus filhos; e Eugène Ionesco fez peças absurdas infantis para sua filha. Não poderia ser diferente com a poeta polonesa Wisława Szymborska, vencedora do prêmio Nobel de Literatura m 1996: Riminhas para Crianças Grandes não é exatamente destinado ao público infantil, mas contém diversos experimentos formais, jogos poéticos e brincadeiras literárias da escritora que sempre se trancava em seu apartamento para “brincar de ser artista”, segundo ela.

Nos Ombros dos Gigantes - Umberto Eco (Record)

“Se eu vi mais longe, foi por estar sobre os ombros de gigantes”, afirmou o físico Isaac Newton, que revolucionou nossa compreensão do sistema solar. Essa citação inspira o título de um livro póstumo do semiólogo italiano Umberto Eco, que compila palestras proferidas por ele entre 2001 e 2015 no festival La Milanesiana, reunião de grandes nomes das artes, da filosofia e da ciência. Eco fala sobre o fim das utopias na virada do milênio e critica a tendência das pessoas a crer em teorias conspiratórias no texto mais recente. Como ele usava obras de arte para exemplificar seus conceitos e argumentos, o livro inclui mais de 100 imagens em meio aos 12 textos. 

Dez Argumentos para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais - Jaron Lanier (Intrínseca)

Jaron Lanier é um dos homens mais bem-sucedidos do Vale do Silício, criador de um projeto imersivo de realidade virtual, com direito a uma luva que permite ao usuário sentir até mesmo o toque e o peso de objetos inexistentes. Embora seja o titereiro de uma ilusão tecnológica, ele alerta ferozmente para os perigos das redes sociais – alguns dos quais os brasileiros puderam testemunhar em primeira mão em 2018. Em Dez Argumentos para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais, um título que sugere urgência, ele mostra como o atual modelo de negócios de empresas como o Facebook lucra com a disseminação do ódio e é corrosivo para as democracias e as relações sociais – essas sim, de verdade.

Pequenos Poemas em Prosa: O Spleen de Paris - Charles Baudelaire (Via Leitura)

Publicado originalmente em 1869, Pequenos Poemas em Prosa – O Spleen de Paris é uma reunião de versos como os que tornaram Charles Baudelaire um dos pilares do simbolismo francês. Em resposta ao paradigma da época, dominado pelo parnasianismo, Baudelaire se rebelou, em termos de forma e de conteúdo, contra essa estética essencialmente burguesa, marcando uma ruptura nos padrões literários ao abordar a realidade cotidiana sem idealismos e em versos livres. Baudelaire foi considerado imoral por recorrer a temas como a sexualidade, o uso de drogas e a crítica à religião, mas lançou as bases para outros poetas de vanguarda.

Fonte: Estadão, disponível em: https://alias.estadao.com.br/noticias/geral,dez-livros-essenciais-recomendados-pelo-alias-em-dezembro,70002654926

27

Dez

Copel investiu cerca de R$ 2,1 bilhões nos parque eólicos com 149 aerogeradores

Energia limpa e renovável no litoral potiguar! Em solenidade realizada na subestação Cutia Bento Miguel, no município de Pedra Grande a 90 km de Natal, a governadora do Paraná, Cida Borghetti, inaugurou oficialmente os Parques Cutia e Bento Miguel por volta das 9h10 desta quarta (26/12).

"Quero agradecer por todo o apoio do governador Robinson Faria para a Copel, o Estado do Paraná e aos Copelianos. Energia limpa que vai atender a mais de 800 mil habitantes", comentou a Governadora Cida Borghetti, que ressaltou: "E tenho que agradecer também a todos os profissionais que se dedicaram para que tudo isso se tornasse realidade em dois anos e meio."

O evento contou com a presença do governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, do presidente da Copel, Jonel Iurk; do deputado federal, Ricardo Barros; do diretor de geração da Copel, Sergio Lamy, entre outros diretores e funcionários das empresas envolvidas na construção e montagem do Parque.

"Eu também tenho que agradecer a governadora Cida Borghetti e a Copel, em nome do seu presidente Jonel Iurk, pela confiança e parceria com nosso estado. Não adianta ter todos os atributos para geração eólica e não ser ágil para contribuir e viabilizar com a segurança jurídica e a liberação de licenças rapidamente para quem quer investir", enfatizou Robinson.

O Parque Eólico Cutia/Bento Miguel tem capacidade de 312 mW, energia para atender 883 mil pessoas. O investimento no complexo foi de R$ 2,1 bilhões e faz parte de um conjunto de 5 complexos eólicos construídos pela Copel no Rio Grande do Norte. Já foram entregues os parques Brisa Potiguar, São Bento, São Miguel do Gostoso e São Bento do Norte. Com isso, a Copel é a principal geradora de energia eólica em operação no RN.

E para o presidente da Copel, Jonel Iurk, o evento desta quarta é a consolidação da empresa no setor. "A Copel tem tradição na geração de energia hidráulica e agora se dedica na produção eólica e em breve solar. Hoje é um marco na engenharia e cronograma de obras e uma consolidação de investimentos. E é a consolidação da Copel na produção da Fonte Eólica", disse o presidente Jonel Iurk.

O presidente da Copel, Jonel Iurk, ressaltou todo o potencial de geração de energia e aptidão eólico do Rio Grande do Norte. E existem possibilidades para novos projetos no Estado. "Com certeza (novos projetos). A Copel ainda tem algumas áreas aqui no RN. Obviamente depende de leilões e decisões de investimentos. E serão apreciados em breve. Mas hoje temos quase 700 megas de potência instalada e com isso somos a maior empresa em atuação no RN na produção eólica." 

Informações:  Coordenação de Comunicação e Marketing - COPEL

27

Dez

O ano letivo foi cheio, repleto de atividades e novos conhecimentos que agitaram toda a rotina da criançada. Mesmo assim, nas férias, os pequenos ainda têm muita energia para gastar. Com o novo perfil das crianças, que não esperam o descanso somente para a diversão, mas para aprenderem e associarem conhecimentos no dia a dia, as colônias de férias surgem como uma opção atrativa.

Pensando nisso, a Roboeduc, primeira escola de programação e robótica do país, realiza mais uma Colônia de Férias. A programação, direcionada para crianças a partir de três anos de idade até os 14 anos, acontecerá entre os dias 02 e 18 de janeiro, sempre de segunda a sexta-feira, nos horários das 8h30 às 11h30 ou das 14h30 às 17h30.

Nesta edição, intitulada “A Missão”, a Roboeduc está promovendo a ação de responsabilidade social #TodosjuntosnaMissão, disponibilizando vouchers gratuitos através de digitais influencers, sites de eventos como Sympla e Evenbrite e @roboeduc em troca de 1kg de alimento que serão doados à Amico. O voucher possibilita um horário da colônia por um dia.

A Colônia de férias da Roboeduc tem por objetivo oferecer um ambiente agradável e criativo, propício para adquirir novos conhecimentos e desenvolver habilidades, unindo lazer e diversão, com atividades esportivas, brincadeiras tradicionais, jogos lógicos, games e muita robótica.“Nossas práticas incentivam a reciprocidade, o respeito mútuo e o trabalho em equipe”, afirma o diretor da Roboeduc, Cássio Leandro.

As dinâmicas funcionarão como missões, incentivando a resolução de problemas ligados a robótica e programação. A colônia de férias ainda contará com oficinas que trabalharão os estímulos sensoriais, como jardinagem, culinária, arte e ilustrações.

Outro ponto que ganhará destaque serão as oficinas para YouTuber. “As férias são sempre especiais para criançada e ficam ainda mais marcantes quando elas se divertem, aprendem muito e fazem novos amigos”, comenta o coordenador pedagógico da Escola de Programação e Robótica, Eronilson Angelo da Silva.

As oficinas serão coordenadas pelos mediadores de cada turma e, como em outras atividades, acontecerão de forma dividida por níveis, entendendo que toda criança está em uma fase diferente de aprendizagem.

“Para as crianças que ainda não fazem parte do universo tecnológico, a programação pode servir como ferramenta de iniciação ao estudo da disciplina, que tem como base o ensino multidisciplinar”, explica Eronilson.

Os pacotes são semanais e também é possível optar por adquirir diárias ou a colônia de uma única vez. Para professores e advogados filiados à OAB, os descontos são de 20%. Para irmãos ou grupos acima de três amigos, o desconto é de 10%, ambos não cumulativos. Para matrícula, é preciso verificar disponibilidade de vagas para o horário desejado.

27

Dez

Segundo um relatório feito pela Ebit|Nielsen, o comércio eletrônico vendeu cerca de R$ 9,9 bilhões no Brasil durante o período de Natal de 2018. Em comparação com o ano de 2017, isso representa um aumento de 13,5%, com um crescimento de 5,2% na quantidade de pedidos (20,1 milhões no total) e de 8% no ticket médio, que somou R$ 493.

O registro dessas vendas no comércio eletrônico foi feito entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, incluindo o período de vendas com desconto da Black Friday. Entre os produtos mais comprados nesse fim de ano estão eletrodomésticos, perfumaria e cosméticos, moda e acessórios, casa e decoração, e telefonia e celulares.

"O varejo está cada vez mais preparado para as vendas online. Os atores estão investindo em tecnologia e disponibilizando mais informações sobre os produtos", disse em nota a diretora comercial da Ebit|Nielsen, Ana Szasz.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) também apontaram crescimento de 2,66% nas vendas a prazo no Natal no Brasil, na comparação com 2017, o melhor resultado para o período desde 2013.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137475-comercio-eletronico-brasileiro-tem-aumento-13-5-vendas-natal.htm

27

Dez

O jornalismo e sua função mediadora estão em xeque. Essa é a conclusão do projeto que aponta os rumos do jornalismo brasileiro para 2019, parceria realizada pela Abraji e pelo Farol Jornalismo pelo terceiro ano consecutivo. O especial O jornalismo no Brasil em 2019, que reúne dez artigos sobre temas como colaboração, diversidade e reencontro com a audiência, está disponível gratuitamente no Medium e pode ser acessado em jornalismonobrasilem2019.com.

Tal cenário, advindo da polarização que dominou os anos recentes da política nacional e em particular o período eleitoral de 2018, colocou em evidência atores políticos que apresentaram a "verdade" que mais lhes convinha, reforçando as crenças de seus seguidores. Tudo isso, na maior parte das vezes, prescindindo do jornalismo. Mas como fazer para que as pessoas continuem crendo no trabalho da imprensa e na sua importância para a democracia?

Essa é a pergunta a que os 10 autores convidados, ao projetarem o ano que se avizinha, acabam por tentar responder. Há muitos desafios a serem enfrentados, mas o futuro aponta para a colaboração, como se viu em iniciativas como o Projeto Comprova, coalizão de 24 veículos formada para verificar notícias sem autoria referente às eleições de 2018. No entanto, o editor do Comprova, Sérgio Lüdtke, diz que não basta apenas produzir conteúdo de qualidade: será preciso fiscalizar políticas públicas e ativistas digitais de maneira aberta e transparente. A pesquisadora Rosane Borges também aposta na transparência para o desafio imposto pela desintermediação.
 
Entre os artigos reunidos no estudo, está o da jornalista e pesquisadora Sílvia Lisboa, que afirma: não basta um veículo dizer que tem credibilidade; é preciso que a audiência perceba e aceite essa credibilidade. Esse novo contrato com a sociedade passa por um esforço maior de conhecer o público. Segundo a pesquisadora Cláudia Nonato, é necessário compreender o que espera parte da população brasileira que votou em Jair Bolsonaro.

Já a jornalista e pesquisadora Taís Seibt sugere a adoção de formatos que conversem melhor com os ambientes nos quais o brasileiro costuma se informar, o que inclui as redes sociais e o WhatsApp. A diversidade é outro caminho apontado para o jornalismo no Brasil no próximo ano, como forma de garantir a pluralidade na cobertura. O pesquisador Gean Gonçalves sinaliza a possibilidade de as redações adotarem editores de gênero, seguindo o exemplo de El País e New York Times. 

O jornalismo local e o praticado na região amazônica também foram temas abordados pelo projeto. Sérgio Spagnuolo, editor do Volt Data Lab e coordenador do projeto Atlas da Notícia, que mapeou os desertos de notícias no Brasil em 2018, escreveu que, em todo o país, o jornalismo local sofre com modelos de negócio quebrados que inviabilizam a inovação. Já a jornalista Elaíze Farias chama a atenção para as dificuldades de fazer uma cobertura na região norte que deixe de lado estereótipos e abrace a complexidade local.

Segundo Patrícia Gomes, diretora de produtos no JOTA, olhar para os dados gerados pelos usuários e adaptar os produtos jornalísticos ao comportamento de quem os consome pode ser uma das saídas para restabelecer a relação de confiança. Já Guilherme Amado, repórter de O Globo e da Época, aponta para um reencontro do jornalismo com seu público como forma de devolver-lhe a credibilidade.

Seja como for, o jornalismo deve encontrar caminhos para lidar com as novas dinâmicas que influenciam tanto o modelo de negócios, como o relacionamento com os diversos públicos que consomem notícias.

Fonte: Abraji, disponível em: http://abraji.org.br/projeto-jornalismo-no-brasil-aponta-para-2019-com-baixa-de-credibilidade-e-funcao-mediadora-em-xeque

27

Dez

Um projeto de lei (PL 7315/2017) que altera a Lei de Acesso à Informação (LAI) dificultando o acesso a informações sobre agentes públicos de segurança foi aprovado na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados em 5.dez.2018. 

A modificação restringe o acesso a dados que permitam a identificação de servidores civis e militares que trabalham com segurança pública, incluindo integrantes do Ministério Público federal e estadual, policiais, agentes prisionais, agentes de trânsito, guardas civis e agentes socioeducativos. Com a alteração, o acesso a essas informações passa a ser restrito “àqueles cujo desempenho específico das atribuições o tornem necessário”. Informações que permitam a identificação dos agentes “em relação às operações em que atuem” também passariam a ser consideradas sigilosas.

PL 7315/2017 é de autoria do deputado Capitão Augusto (PR-SP) e o texto aprovado na CSPCCO é o substitutivo apresentado pelo deputado Cabo Sabino (PR-CE) na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), que apensa outros projetos de lei de teor semelhante.

Na justificativa apresentada no projeto, o deputado Capitão Augusto afirma haver na LAI um “paradoxo” que “proíbe a divulgação de dados sobre bandidos envolvidos nas ocorrências, enquanto igual proteção não é assegurada aos integrantes de órgãos de segurança pública”. Ainda segundo o texto, o “livre acesso aos dados (...) expõe e torna vulneráveis” os profissionais da área.

Para Joara Marchezini, coordenadora do programa de Acesso à Informação da ARTIGO 19, a LAI brasileira é adequada aos padrões internacionais e já possui mecanismos apropriados para a proteção de dados pessoais que possam colocar em risco operações de segurança, dentro do capítulo de exceções ao acesso à informação.

“Entendemos que o projeto de lei possui dispositivos bastante vagos em relação a justificativa para sua existência e também sobre quais informações seriam sigilosas”, aponta Marchezini. No entendimento da especialista, as informações sobre segurança pública devem seguir o preceito da LAI, que coloca o sigilo como exceção.

Para ela, a aprovação do PL pode comprometer o controle social da segurança pública, dificultando investigações relacionadas a existência de funcionários fantasmas, nepotismo e corrupção, além de inviabilizar análises como a defasagem do número de policiais civis destinados à investigação. “Nós entendemos que a discussão sobre transparência e segurança pública é urgente, mas que a LAI é suficiente e adequada”, afirma Marchezini.

O projeto será automaticamente arquivado com o fim da legislatura atual, em 31.jan.2019. Para retornar à pauta, deverá ser desarquivado pelo autor da proposta em até 180 dias. A assessoria do deputado Capitão Augusto, reeleito no último pleito, afirma que o congressista desarquivará o projeto, que será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Abraji, disponível em: http://abraji.org.br/noticias/proposta-em-tramitacao-na-camara-quer-colocar-sigilo-em-dados-de-agentes-publicos-de-seguranca

27

Dez

Os industriais brasileiros esperam o aumento da demanda, da compra de matérias-primas, do número de empregados e das exportações nos próximos seis meses, informa a Sondagem Industrial, divulgada nesta quinta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todos os indicadores de expectativas da pesquisa aumentaram pelo segundo mês consecutivo e ficaram acima da linha divisória dos 50 pontos, indicando que os empresários estão otimistas com o futuro próximo.

 “As perspectivas são mais otimistas que no final de 2017”, diz a pesquisa. A melhora das expectativas ocorre porque o país voltou a discutir as reformas que são decisivas para estimular a atividade, explica o economista da CNI Marcelo Azevedo. “A possibilidade de que as reformas sejam encaminhadas e tenham alguma evolução no início do próximo ano anima os empresários”, diz Azevedo. 

Diante desse cenário, o indicador de intenção de investimento aumentou 0,5 ponto na comparação com novembro e alcançou 55,5 pontos neste mês, o maior valor registrado desde abril de 2014. A disposição para investir é maior nas grandes empresas, segmento em que o indicador ficou em 62,9 pontos, muito acima dos 51,6 pontos registrados nas médias empresas e dos 44,8 pontos das pequenas. 

PRODUÇÃO E EMPREGO EM QUEDA – No entanto, a atividade industrial continua em ritmo lento. “O desempenho da indústria foi fraco, como é tradicional para o mês de novembro”, observa Azevedo. O índice de evolução da produção ficou em 48,3 pontos e, o de número de empregados, foi de 49,1 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando ficam abaixo dos 50 pontos, mostram queda da produção e do emprego. 

Com isso, a utilização da capacidade instalada ficou estável em 69%. A ociosidade é menor nas grandes empresas, onde a utilização da capacidade instalada alcançou 73% em novembro. Nas pequenas ficou em 62% e, nas médias, em 67%.  “Embora em melhor patamar que em anos anteriores, a utilização da capacidade instalada ainda está distante do usual”, diz a Sondagem Industrial. 

O dado positivo, observa a CNI, é o nível de estoques em relação ao planejado, que caiu de 50,8 pontos em outubro para 50,2 pontos em novembro. Isso indica que os estoques estão muito próximos do planejado pelos empresários. Esta edição da Sondagem Industrial foi feita entre 3 e 12 de dezembro com 1.961 empresas. Dessas, 813 são pequenas, 699 são médias e 449 são de grande porte. 

Fonte: Agência de Notícias CNI, disponível em: https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/economia/industria-espera-aumento-do-consumo-e-do-emprego-nos-proximos-seis-meses-informa-cni/ 

27

Dez

Uma  pesquisa desenvolvida pela professora Esther Majerowicz, do Departamento de Economia (Depec), do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com o professor Carlos Aguiar de Medeiros, do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi foco da reportagem Economistas Mapeiam Guerra Tecnológica EUA versus China, publicada na Revista Carta Capital, disponível neste link.

A pesquisa traz um mapa para a compreensão da disputa pela produção de semicondutores, principalmente entre os Estados Unidos e China, por serem cruciais para o aumento do poderio econômico e militar. O trabalho produzido pelos economistas brasileiros foi publicado no começo do ano na Revista de Economia Contemporânea da UFRJ.

Além disso, a professora Esther Majerowicz também apresentou o resultado do trabalho na palestra Tecnologias de Uso Civil-Militar: a indústria global de microchips e a guerra contemporânea, no último dia 7 de novembro, durante o II Seminário do GEPD, no Campus Central da UFRN. A palestra pode ser conferida neste link.