Comunicação, educação, mercado e turismo!

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8

Jul

No tocante ao streaming, o entusiasta mais ardoroso da mídia física sempre carregou certo ressentimento com o novo meio por não trazer nenhum tipo de extra dos filmes em seu catálogo. Não deixa de ser uma reclamação justa: por anos o principal diferencial no mercado de DVDs foram os conteúdos inéditos que expandiam a “experiência do cinema” com vídeos de bastidores, entrevistas e cenas deletadas, e agora com NetflixPrime Video e afins estes conteúdos praticamente perderam seu espaço de importância.

A Netflix, aliás, já vem tentando corrigir isso desde o ano passado quando lançou o “You Can’t Make This Up”, um podcast de entrevistas com os realizadores por trás de suas produções originais. Agora, porém, o serviço de streaming resolveu tomar mais um passo nessa direção e vai começar a produzir faixas de comentários dos diretores de seus filmes e séries… com mais um podcast.

O programa no caso é o “Watching With…”, que por enquanto está disponibilizado no Apple Podcasts e no Spotify. Os episódios aparentemente servem como faixas de comentários tradicionais e contam com a mesma duração das produções, só que ao invés de você selecionar como opção de áudio na própria Netflix você precisa dar o play em outro aparelho (computador, smartphone) para ouvir o “capítulo” enquanto vê o filme.

No momento da publicação desta nota, a Netflix disponibilizou apenas duas faixas, ambas de comédias românticas de seu catálogo. O primeiro é de “Alguém Especial” e conta com a participação da diretora Jennifer Kaytin Robinson, enquanto o segundo é uma faixa de comentários de “Meu Eterno Talvez” (a famosa recente comédia romântica com participação especial de Keanu Reeves) estrelada pela diretora Nahnatchka Khan e o ator Randall Park.

Esta já é a terceira incursão da Netflix pelo meio dos podcasts para fomentar a cultura em torno de seu imenso catálogo de originais. Além do “You Can’t Make This Up” e o “Watching With…”, a plataforma também mantém no Apple Podcasts o “The Human Algorithm”, programa que é basicamente uma rodada mensal de divulgação dos novos lançamentos da empresa.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/110874/netflix-agora-produz-faixas-de-comentario-de-seus-filmes-em-forma-de-podcast/

8

Jul

A maioria dos jovens brasileiros utiliza seu dispositivo móvel para realizar pagamentos, indica pesquisa realizada pela Kantar e encomendada por uma bandeira de cartões. De acordo com o levantamento, 64% dos jovens realizam frequentemente ou ocasionalmente pagamentos por meio de aplicativos, enquanto 57% fazem essas operações em navegadores móveis. "Os brasileiros são cautelosamente confiantes, 50% dos brasileiros aceitam todo o tipo de tecnologia, 37% gostam de serviços com tecnologia mais modernas e 63% dizem que a tecnologia facilita sua vida. Na América Latina, o brasileiro é o que mais gosta de tecnologia e o que mais gosta de ser visto usando novas tecnologias", afirmou a executiva da bandeira de cartões, Sarah Buchwitz.

O estudo revelou as atitudes e comportamentos dos jovens entre 18 e 35 anos na América Latina (Peru, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia), e mapeou especialmente sua relação com a tecnologia e o dinheiro. Segundo Sarah, a pesquisa foi realizada com esta faixa etária porque "são os Millennials [também conhecidos como a geração Y, aqueles nascidos entre meados de 1980 e 2000], onde está a nossa maior força de trabalho, é a geração que mais influencia a geração seguinte e a anterior, é a geração que está trabalhando e fazendo o dinheiro acontecer".

A pesquisa revelou que os jovens brasileiros estão entusiasticamente adotando novas tecnologias, impulsionando os avanços nos pagamentos e criando uma demanda por maior disponibilidade e confiabilidade. Eles veem cada vez mais seus smartphones como uma valiosa ferramenta para a vida financeira, valorizando o controle oferecido pelos pagamentos por dispositivos móveis. Mais da metade dos entrevistados acredita que a transferência e confirmação imediatas são um dos benefícios mais importantes desse método de pagamento, enquanto 47% destacam a facilidade do uso “em movimento” e 42% afirmam que as plataformas móveis oferecem uma importante alternativa nos momentos em que não estão com a carteira.

Segundo o levantamento, a barreira mais relevante para a realização de pagamentos com dispositivo móvel é a taxa de aceitação, 41% afirmaram que “não existem lojas suficientes que aceitam pagamentos com dispositivos móveis”. Outros obstáculos significativos ao uso de pagamentos com dispositivos móveis são questões relacionadas ao dispositivo: 40% estavam preocupados com o que aconteceria se perdessem o telefone e 38% afirmaram que a duração da bateria poderia ser uma barreira potencial para o uso.

Fonte: Agência Brasil

8

Jul

A empresa Loggi, a maior startup de logística e e-commerce do Brasil, realiza, no dia 1º de agosto, na sede do Instituto Metrópole Digital (IMD), palestra sobre o impacto de suas ações para o varejo online no Brasil, com enfoque em tecnologia.

O evento – cujas inscrições são gratuitas e já estão abertas, por meio deste site – é voltado para profissionais empreendedores de e-commerce e estudantes de Tecnologia da Informação (TI),  e acontece no Auditório B205 do IMD. A palestra terá início às 14h. 

Oportunidades de trabalho

O momento será uma oportunidade para os alunos dos últimos períodos e recém-formados em cursos de graduação e pós-graduação que estejam procurando colocação no mercado para trabalhar com desenvolvimento de software. No próprio endereço eletrônico para fazer a inscrição no evento, é possível conhecer as vagas de trabalho disponíveis para contratação e informações sobre envio de currículo.

Para pós-graduando, a Loggi atualmente conta com um número expressivo de desenvolvedores que são mestres e doutores, existindo oportunidades de trabalho para pesquisa aplicada e um programa de seleção diferenciado para alunos com um elevado background acadêmico.

Convidados

Para participarem das discussões, foram convidados os representantes da Loggi, André Paim (Head of Reserch) e Guilherme Ribeiro (Employer Branding Coordinator), e os engenheiros de software, Akio Nakamura e Rodrigo Soares.

Na ocasião, os profissionais falarão sobre como a empresa tem atuado na área do comércio online, pontuando os desafios tecnológicos já enfrentados e mostrando todo o caminho trilhado pela equipe para fazer da Loggi uma empresa bilionária.

8

Jul

Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Três estados brasileiros bem diferentes entre si, mas com algo em comum: o Rio no nome. Foi dessa semelhança que nasceu a agência de publicidade 3Rios, em 2008. Cada um dos três sócios era nascido em um desses lugares. E a agência já nasceu grande no quesito experiência: todo o quadro de fundadores e funcionários tinha, pelo menos, mais de uma década no mercado de comunicação em Natal. A maioria vinha de agências grandes e famosas. E esse foi o diferencial que fez a empresa se firmar no mercado local. “Quando a gente entrou no mercado, os clientes sentiam segurança na criação, nas negociações, por que a gente já sabia que essa parte era a espinha dorsal dos negócios”, disse Rafael Bezerra, sócio fundador da 3Rios, junto com Vânia Aurélio e Renata Aguiar.

Logo nos primeiros anos, a empresa mostrou a que veio, atendendo clientes de fora do Rio Grande do Norte. Durante o boom imobiliário no país, no final da primeira década dos anos 2000, a 3Rios foi a agência de publicidade da Colorado Empreendimentos, uma empreiteira com sede em Recife e com capilaridade em todo o Nordeste. “A empresa gostou do trabalho da gente, da nossa identidade, da honestidade, do nosso empenho, e nos fez o convite para atender a conta deles em toda a região. Isso foi um grande desafio pra gente. Deu tão certo que até hoje eles estão com a nossa empresa. Isso nos deu know-how para atender qualquer cliente, em qualquer lugar”, constatou Rafael Bezerra.

A partir daí vieram mais e mais clientes, de vários ramos diferentes, como empresas de turismo, clínicas, restaurantes, lojas do segmento do varejo.  Uma variedade de clientes que fez com que a agência se firmasse no mercado e enfrentasse, com tranquilidade, a crise no setor imobiliário. “Se o cliente estava com a gente na hora do topo, por que a gente ia abandoná-lo depois? A gente manteve toda a nossa capacidade de atendimento, em todos os departamentos. Até hoje, o mercado imobiliário ainda não se recuperou totalmente, mas eu tenho esperança que ele volte a ser o que já foi um dia”.

Tríade do Sucesso

Com 11 anos no mercado potiguar, a 3Rios buscou consolidar a credibilidade e o sucesso com uma combinação de três elementos: agilidade, preço e criatividade. “O cliente não espera. E a propaganda potiguar tem uma diferença da propaganda de fora. O mercado daqui é de resposta mais imediata, com prazos mais curtos do que em outras estados. Aqui, a gente trabalha com essa velocidade. Se o cliente pediu ou se a gente detectou a necessidade, já levamos uma solução para ele com alternativas, tanto da parte criativa, como da parte de investimento”, detalhou Rafael Bezerra.

A criatividade é reforçada pela equipe jovem que trabalha na agência, o que ajudou oxigenar a empresa, com novas ideias e conceitos. O sócio da 3Rios ressalta que essa ebulição de ideias inovadoras é cercada de muita responsabilidade, observada de perto por quem já traz a experiência de anos de vivência no mercado. “É uma troca, é uma coisa mútua. Eles trazem a juventude, a novidade, e a gente adequa à necessidade do cliente. Não fazemos experimentalismo. A nossa experiência mostra até onde essas ideias criativas podem ir, sem colocar em risco os investimentos dos clientes”.

E o preço? Como oferecer um custo atraente para um cliente com um produto de qualidade, em um mercado competitivo, com contas até de regiões do sul e do sudeste do país, onde há uma infinidade de agências de publicidade? “Os custos de produção no Sul, Sudeste e, particularmente, em Recife são bem mais altos que os daqui.  A gente consegue fazer mais barato sem perder a qualidade. A experiência de vários anos de mercado faz com que a gente conheça fornecedores, o pessoal do meio. Esse network facilita muito pra gente oferecer um custo acessível pra quem nos procura”, garantiu Rafael Bezerra.

Pioneirismo nas mídias sociais

Um outro diferencial da 3Rios foi o pioneirismo em relação às redes sociais. A agência se adiantou a um universo que seria explorado logo mais à frente e foi uma das primeiras empresas de publicidade da capital a criar um núcleo voltado para esse tipo de mídia. “A gente achava que era importante sair na frente. E surtiu efeito. Ao invés de contratar diretor de arte, redator, contratamos pessoas ligadas às mídias sociais, também formamos pessoas entre comunicação publicitaria e mídias sociais. Quando a gente tinha 3 anos trabalhando nesse segmento, outras empresas começaram a criar seu próprio núcleo. Foi uma forma da gente enxergar lá na frente o que ia acontecer no mercado”, concluiu Rafael Bezerra.

O interesse por esse universo novo da comunicação não ficou restrito a isso. Rafael Bezerra resolveu mergulhar ainda mais fundo e voltou a sentar no banco da universidade. O empresário fez o ENEM em 2016 e atualmente cursa Comunicação Social, com habilitação em Audiovisual. “Pra entender o que tá acontecendo com a comunicação”, pontuou.

A iniciativa de voltar à universidade também foi uma forma de tentar enxergar o mercado mais à frente, principalmente em relação a influência que os jovens têm na escolha de produtos e serviços. “Eu detectei nesses anos todo de internet que a juventude estava passando a ser um fator preponderante na decisão de tudo na casa dos pais. Desde a compra da tv, até a escolha do carro. Então, eu tenho que caminhar junto com eles para entender esse comportamento. Eu passei a enxergar certas coisas no mercado com outros olhos”.

Rafael disse que com esse conhecimento consegue orientar melhor os clientes que chegam à agência, sedentos pelo uso das redes sociais. "Todo mundo quer trabalhar com as mídias sociais. Elas são indispensáveis. Mas a gente conversa, orienta que essa ferramenta, sozinha, não vai trazer o resultado que ele almeja. Várias fontes de estudo que eu tenho acesso na universidade, trago aqui para a agência e utilizo diariamente. Quem busca conhecimento está sempre um passo à frente”, sentenciou.

Uma ideia na cabeça

A  mudança nos hábitos de consumo, provocada pelas redes sociais, também trouxe consequências para o trabalho de uma marca. O acesso imediato a internet, por meio dos smartphones, fez de cada um de nós consumidores em potencial, abertos para novas possibilidades a todo instante. “A nossa grande busca é que o cliente não tenha apenas uma venda. A gente busca que o nosso cliente esteja na mente do consumidor na hora que ele quiser comprar determinado produto ou serviço. Temos uma preocupação de fazer uma boa comunicação para que aquela marca fique na mente do consumidor o máximo de tempo possível. Na hora da decisão, prevalece aquela ideia que está na cabeça do consumidor”.

Para isso, é necessário muito estudo, também auxiliado pelas mídias sociais, que oferecem ferramentas capazes de oferecer informações importantes para saber onde investir de acordo com o perfil do público.  A participação do cliente nesse processo também é imprescindível. “Hoje, muitos dos nossos clientes já chegam com conhecimento nessa área e participam do processo de criação. A gente sempre conversa e chega num denominar comum, sempre pensando no melhor para o cliente”.

Crescer com metas

Para o futuro, os sócios fundadores da 3Rios, Rafael Bezerra, Vania Aurélio e Renata Aguiar, planejam um crescimento orgânico da empresa, pautado na busca pela inovação e por resultados. “Definir metas é uma coisa importante em uma empresa. Você não pode definir metas inatingíveis. Esse é o nosso princípio. O cliente da 3Rios crescendo, a gente cresce junto com ele. A satisfação dele é o nosso maior prêmio”, definiu.

Segundo os diretores, uma prova desse crescimento da agência já pode ser constatada com a recente filiação ao Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Norte (SINAPRO/RN). “Nós sentimos essa necessidade para mostrar que a agência estava mais amadurecida no mercado. Estar filiada ao SINAPRO é uma forma de mostrar que fazemos uma boa propaganda, que usamos de boas práticas e estamos entre as maiores empresas do segmento no Rio Grande do Norte”.

7

Jul

Deu no Meio e Mensagem:

Empresas de treinamento e ligadas ao universo educacional vêm sendo cada vez mais demandadas por oferta de conteúdo em streaming. Os formatos popularizados por plataformas de entretenimento como YouTube e Netflix tornaram-se ferramentas valiosas no meio educacional. De acordo com a consultoria Frosy & Sullivan a busca por conteúdo educacional e de treinamento via streaming deve crescer 18% no ano de 2019 e atingir uma receita de até US$ 40 bilhões no mundo até 2022. Esses movimentos vêm impulsionando as edtechs, startups de educação e treinamento.

Bernardo De Padua, CEO e co-fundador da Quero Educação, explica que a tendência do mercado de educação no Brasil e no mundo é evoluir para um modelo de “Blended Learning”, onde parte das aulas teóricas é ministrada por vídeo online (streaming). “Este tipo de conteúdo tem vantagens em relação ao modelo ‘cuspe e giz’ da sala de aula tradicional, pois os alunos podem seguir o conteúdo de forma a repetir pontos de dúvida ou acelerar os itens que já dominem, além de se adequar melhor à rotina”, afirma. Ele reforça que no modelo educacional onde parte do conteúdo é ministrado por vídeo, as aulas presenciais seguem o “project based learning”, onde os estudantes trabalham para a resolução de um problema ou projeto, com os professores atuando como mentores.

“É um uso bem mais nobre do tempo do professor, do que simplesmente repetir a mesma aula ministrada todos os semestres, sem ter tempo e oportunidade para interagir com seus alunos e acompanhar seu aprendizado”, diz De Padua. Leonardo Honório, da startup A³, idealizadora da plataforma de treinamento A-Cubed, explica que existe um momento de grande perspectiva para as edtechs tão promissor quanto o das fintechs. “Ainda pouco se fala sobre o boom das edtechs, mas talvez estejamos vendo o surgimento de um segmento tão transformador quanto o que aconteceu no mercado financeiro”, afirma.

Segundo o Mapeamento EdTech, 2018, realizado pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) e o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb), existe um crescimento exponencial dos cursos realizados via plataformas digitais, como os EAD. O crescimento nesta área foi de 15% em 2018 em relação a 2017, as graduações presenciais cresceram apenas 4%.

“As oportunidades de crescimento ainda são muito grandes para as startups deste setor, hoje a concentração maior das edtechs está na produção de conteúdo voltada para professores e escolas. Isso equivale a 60%. Porém, há outras camadas deste mercado ainda pouco exploradas”, afirma Honório. Ele destaca também o aumento nas demandas por plataformas que oferecem conteúdos de aperfeiçoamento ou desenvolvimento pessoal, de carreira ou busca de ajuda para aprovações em exames muito concorridos. “Também percebemos uma procura muito grande por conteúdos que ajudem a solucionar problemas pontuais da vida das pessoas, mas que estão impedindo o seu desenvolvimento em suas áreas de objetivo. Elas querem soluções sem ter de demandar muito do tempo que já não possuem”, diz ele.

Fábio Cassettari, fundador da Meu Entrevistador, entende que todas essas mudanças estão relacionados à nova dinâmica de oferta de informação e consumo de conteúdo. “Existe uma enorme procura de empresas em busca de streaming, pois é uma maneira barata e eficiente de escalar aprendizado. Outro fato é que o streaming permite rapidamente atualizar conteúdo em tempo real e em meio ao excesso de informação.”

Fonte: Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/07/05/streaming-e-conteudo-impulsionam-educacao-digital.html

6

Jul

O modelo atual de TV por assinatura está sentenciado à morte, enquanto os usuários optam por modelos mais diretos de aquisição de conteúdo — que não são bem atendidos pelas leis nacionais que regulam o setor. A visão é do superintendente de competição da Anatel, Abraão Balbino e Silva, que disse que essa obsolescência das regras foi o principal motivo para a disputa judicial entre as operadoras a cabo e o canal Fox. As informações são do Portal Canaltech.

De acordo com ele, ao emitir medida cautelar que restringia a venda direta de transmissão ao vivo pela empresa, o órgão estava fazendo valer a lei e as normas competitivas do mercado. Entretanto, segundo ele, o que temos em vigor são regras que não abraçam mais os novos modelos de distribuição de conteúdo e, enquanto tentam garantir equilíbrio ao mercado, também entram no caminho de novas soluções que tanto empresas quanto clientes estão buscando.

Balbino e Silva falou ao UOL Tecnologia sobre a disputa entre Claro, NET e a Fox. Por meio de seu serviço Fox+, a empresa não apenas entregava conteúdo sob demanda aos usuários como também toda a programação ao vivo de suas emissoras pagas, permitindo que os clientes assistissem aos canais pela internet sem a necessidade de assinar uma operadora. Em meados de junho, a Anatel determinou a interrupção da venda do conteúdo nesse formato, que só poderia ser disponibilizado mediante login que verificasse a adesão a um pacote de TV a cabo.

Nesta semana, a Justiça do Distrito Federal suspendeu a medida cautelar, permitindo que a Fox voltasse a oferecer seus canais ao vivo pela internet. Para o superintendente, toda a batalha judicial está relacionada à existência de leis ultrapassadas, mas, segundo ele, não cabe à Anatel discutir a questão legislativa, e sim respeitar o que foi proposto por Brasília. O mesmo também vale para NET e Claro, a quem ele defendeu afirmando que as empresas estavam apenas buscando corrigir o que chamou de “assimetria concorrencial”.

De acordo com a lei federal que regula o setor, assinada em 2011, apenas operadoras podem comercializar canais, com as produtoras não podendo realizar a oferta direta de pacotes ao consumidor. Isso, entretanto, vale apenas para a televisão ao vivo, enquanto a concorrência de plataformas como Netflix, Amazon e outras fez com que as empresas do setor se reposicionassem, levando a questões como a que envolve a Fox. O temor das empresas de assinatura quanto às mudanças é em relação a um aumento no poder de negociação das fornecedoras de conteúdo.

Na visão de Balbino e Silva, porém, parece que esse barco já zarpou. Enquanto a legislação não foi feita pensando no futuro, o poder de escolha dos usuários está afetando a face do mercado atual. Ele afirma que a ideia da agência não é “salvar a TV por assinatura”, mas que o órgão vem tentando garantir que os consumidores tenham acesso ao que desejam, enquanto as empresas possam ofertar isso. A legislação, entretanto, é um entrave, mas até que as coisas mudem, ela precisa ser respeitada.

Essa é uma constatação apoiada por números da própria agência, revelados no final de junho. De acordo com a Anatel, houve uma queda de 6,7% no número de assinantes de TV a cabo no Brasil, com 1,4 milhão de lares deixando de serem atendidos pelas operadoras. É uma tendência de baixa constante, que vem sendo percebida mês a mês, e motiva a busca por soluções mais alinhadas aos consumidores tanto por canais quanto pelas distribuidoras.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/telecom/tv-paga-esta-sentenciada-a-morte-afirma-anatel-sobre-caso-fox-143437/

5

Jul

Mais uma das campanhas da Art&C Comunicação Integrada - referência no mercado local e Nordeste de comunicação - foi selecionada pelo site Ads of the World, a maior plataforma indicadora de campanhas publicitárias criativas pelo mundo. Dessa vez, o cliente foi a loja Miranda Computação falando sobre a importância de manter as relações interpessoais no mundo offline. O destaque pode ser conferido aqui

 

5

Jul

Sophia Amoruso, CEO da Girlboss, que tem o objetivo de inspirar e educar mulheres em suas carreiras e estilo de vida, lançou nesta semana uma plataforma similar ao LinkedIn, mas dedicada apenas ao público feminino. "É um lugar para quem tem ou não uma carreira tradicional, que talvez não tenha um título corporativo, mas que pode estar subindo. Há pouquíssimos lugares para ela representar seu currículo ou a vida hoje", contou Amoruso em entrevista ao Business Insider.

A executiva descreve o lançamento, que também carrega o nome de Girlboss, como uma plataforma que não tem foco apenas no profissional, mas também oferece às mulheres a chance de trazer mais personalidade em suas páginas. "Esperam que nós sejamos quem nós somos no LinkedIn de segunda à sexta e quem nós somos no Instagram no sábado e domingo. Mas não é bem assim que o mundo funciona hoje. Agora, nós estamos negociando com as nossas personalidades, quem nós somos como pessoas e com nossos níveis de interesse. Isso é muito mais do que um currículo antiquado", diz Amoruso.

Como funciona

O acesso à plataforma é gratuito e, além de poder compartilhar a sua experiência profissional, a usuária pode participar de fóruns sobre qualquer coisa relacionada a trabalho, produtividade ou bem estar, por exemplo, e aguardar resposta de profissionais da área. Assim como o LinkedIn, é possível adicionar contatos, mas limitado a apenas uma pessoa por dia e com a chance de escrever uma mensagem sobre o motivo de querer se conectar com ela, o que pode gerar mais conversação.

Sophia Amoruso começou a sua carreira abrindo a loja Nasty Gal, na Califórnia, que inicialmente comprava roupas de brechó para uma total reformulação. Depois de muito sucesso, começou a fazer as suas próprias roupas e não parou de crescer. A história da empresária rendeu um livro chamado Girlboss e, depois de um tempo, uma série na Netflix de mesmo nome. Pouco depois, a Nasty Gal precisou ser vendida após decretar falência. Amoruso, então, criou a empresa Girlboss. A plataforma profissional está disponível, inicialmente, apenas para usuárias dos Estados Unidos em versão beta.

Fonte: Portal Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/fundadora-do-girlboss-lanca-plataforma-profissional-para-mulheres-143359/

5

Jul

Ainda que, em nível mundial, a procura por novos smartphones esteja aos poucos desacelerando, o mercado de aplicativos nunca esteve tão bem. É o que mostra o relatório da SensorTower, que revela que apenas no primeiro semestre de 2019 já foram gastos quase US$ 40 bilhões em compras de aplicativos para smartphones.

Essa quantia, que soma os gastos feitos tanto na App Store quanto na Play Store, significa um gasto 15% maior do que o do mesmo período no ano passado, o que significa que, se as coisas se manterem neste ritmo, 2019 baterá novamente o recorde de valores gastos em aplicativos.

Apenas na App Store foram gastos US$ 25,5 bilhões durante o primeiro semestre deste ano, um aumento de 13% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Já na Play Store a receita foi de US$ 14,2 bilhões — um crescimento de quase 20% comparado a 2018.

Como sempre, os maiores gastos aconteceram em jogos. A categoria arrecadou como um todo (somando-se as duas lojas) US$ 29,6 bilhões — mais da metade de toda a receita gerada com apps no primeiro semestre. O jogo com maior arrecadação foi Arena of Valor (também conhecido por Honor of Kings), da Tencent. Sozinho, ele faturou US$ 728 milhões na soma de iOS e Android. Em segundo lugar ficou Fate/Grand Order, com arrecadação de US$ 628 milhões, e em terceiro Monster Strike, com US$ 566 milhões.

Já entre os aplicativos que não são jogos, a maior arrecadação do período foi do Tinder, com US$ 497 milhões, seguido pela Netflix, com US$ 399 milhões, e pelo Tencent Video, que arrecadou US$ 278 milhões.

No tota, 56,7 bilhões de apps foram baixados durante o primeiro semestre deste ano — um aumento de 11% no número de downloads em relação ao mesmo período do ano passado. 42 bilhões desses downloads foram feitos em aparelhos Android, enquanto 14,2 bilhões foram em equipamentos iOS — o que mostra que, apesar de ter apenas um terço da base de usuários do Android, as receitas da Apple com aplicativos são duas vezes maiores. Entre os apps mais baixados estão o trio imbatível WhatsApp, Facebook e Messenger, com o Instagram e o TikTok completando o top 5.

Fonte: Portal Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/resultados-financeiros/mercado-de-apps-movimenta-quase-us-40-bilhoes-no-primeiro-semestre-de-2019-143419/

5

Jul

Um espaço para entrega dos kits da Meia Maratona do Sol com estandes de parceiros, exposições, palestras e debates com especialistas, além de lojas de produtos oficiais. Esta é a proposta da Expo Meia do Sol, que acontecerá pela primeira vez nos dias 19, 20 e 21 de setembro, no Holiday Inn Natal, e contará com uma estrutura física grandiosa e diversas atrações para o público do evento, que já é considerado como uma das principais corridas de rua no cenário nacional. Para a Expo, a expectativa é que 14 mil pessoas circulem durante os três dias de evento.

A Expo Meia do Sol chega para ampliar a interação acerca da prova entre os corredores, proporcionando três dias de preparação e contato prévio sobre tudo o que os participantes poderão esperar da corrida. Um dos focos da Expo é antecipar a acolhida aos turistas, que sempre chegam dois ou três dias antes da prova para aproveitar a cidade.

Com a realização do evento, a HC Sports, responsável pela organização da Meia do Sol, espera incrementar o mercado do segmento esportivo, oferecer atrações extras para os corredores e multiplicar a movimentação que a Meia do Sol já provoca na cidade.

De acordo Gabriel Negreiros, um dos organizadores, a ideia é fazer com que os atletas tenham uma experiência ainda mais completa em relação à corrida. "Eles encontrarão um evento montado para oferecer diversos serviços, desde a feira de produtos e exposição de patrocinadores até o ciclo de palestras e debates com especialistas em diversos assuntos”, exemplificou.

Durante os três dias de Expo, além da entrega dos kits para os corredores, acontecerão palestras com especialistas, dicas sobre a prova, apresentação do briefing da corrida, entre outros atrativos. O espaço contará ainda com uma área de estandes dos parceiros da corrida: Instituto de Radiologia, Toyolex, Rapanui, além dos espaços de divulgação dos eventos de fim de ano assinados pela HC Sports, que são as 10 Milhas PRF e do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN). Outro ponto de destaque será a loja oficial da Meia do Sol, vendendo produtos exclusivos da marca.

A HC Sports destaca que a área de estandes ainda conta com espaços disponíveis para expositores. Dessa forma, as empresas interessadas em agregar sua marca à Meia do Sol e em poder ter a oportunidade de estar em contato com o público esperado para o evento podem garantir sua participação com a organização do evento, solicitando informações e reservas pelo e-mail: contato@meiadosol.com.br.

Até o momento, a Meia do Sol 2019 já conta com mais de 4 mil inscritos de todos os estados brasileiros, incentivando não apenas a prática de esporte e a qualidade de vida, como também o turismo na capital potiguar. A expectativa é atingir o montante de 7 mil atletas, marca já alcançada em 2018.

A Meia Maratona do Sol acontece há cinco anos em Natal, sendo considerada maior corrida de rua do Rio Grande do Norte e uma das mais procuradas no país. O evento é uma realização da HC Sports e conta com o patrocínio do Instituto de Radiologia, Potigás, Holiday Inn, Grupo Fleury e Sempre Verde Hortifruti, com apoio da Crion.