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11

Jun

Deu no Meio e Mensagem

Segundo dados da News Media Alliance, divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo The New York Times, o Google arrecadou US$ 4,7 bilhões via publicidade digital em conteúdo de notícias no ano de 2018, seja nas notícias que integram seu buscador ou pelo Google Notícias.

A informação, que não inclui o montante adquirido via coleta de dados pessoais que a multinacional consegue sempre que consumidores clicam em um artigo, foi veiculada pela associação comercial, que representa aproximadamente 2 mil jornais nos Estados Unidos e no Canadá. A pesquisa baseou-se em estudo feito pela empresa de consultoria Keystone Strategy.

Para David Chavern, presidente e diretor executivo da News Media Alliance, os jornalistas que criaram o conteúdo de notícias são os reais merecedores dos US$ 4,7 bilhões. O mercado midiático espera a aprovação da Journalism Competition and Preservation Act – Lei de Preservação e Concorrência de Jornalismo, em tradução livre –, que deve garantir que os legisladores deem aos editores de notícias uma isenção antitruste de quatro anos, permitindo negociação coletiva com os proprietários de plataformas online sobre divisões de receita, como a adquirida pelo Google no ano passado.

Procurado pelo Meio & Mensagem, o Google afirma: “Esses cálculos aproximados são imprecisos, como vários especialistas estão apontando. A grande maioria das buscas de notícias não exibem anúncios. O estudo ignora a contribuição do Google. Todo mês, o Google Notícias e a busca geram mais de 10 bilhões de cliques para os sites de notícias, que resultam em assinaturas e receita significativa com anúncios. Trabalhamos arduamente para ser um parceiro colaborativo e de apoio em publicidade e tecnologia para empresas de jornalismo do mundo todo”.

Fonte: Portal Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/06/10/conteudo-jornalistico-rende-us-47-bilhoes-ao-google.html

11

Jun

Samsung abriu processo seletivo para o seu programa de estágios deste ano. Previsto para início em agosto deste ano, as vagas têm duração de um ano e contemplam diversos cursos universitários, como Administração, Economia, Engenharias, Ciências Contábeis, Marketing, Comunicação Social e Relações Internacionais. Se você, estudante, estiver em algum desses cursos e tem formação prevista para julho ou dezembro de 2020, pode se candidatar pela página da empresa no site 99jobs (link ao final desta nota).

O estágio tem duração de um ano e traz bolsa-auxílio no valor de R$ 2 mil, além de benefícios como vale-transporte; 13ª bolsa-auxílio; seguro de vida; assistência médica e odontológica; e férias remuneradas. Também estão inclusos café da manhã e almoço no restaurante da Samsung e desconto nos produtos da marca.

A empresa ainda assegura workshops e interação direta com gestores para alavancar o aprendizado do candidato selecionado: “a Samsung adota a metodologia 70:20:10, iniciativa para ensinar na prática: 70% do aprendizado acontece durante a execução das atividades no dia a dia, 20% na interação com demais profissionais por meio de feedbacks, orientações ou workshops, e 10% por meio de treinamentos formais, online e presenciais”.

As vagas são destinadas a diversas áreas da Samsung, como Marketing, Vendas, Finanças, Supply Chain, Serviços, Jurídico e Recursos Humanos. A empresa pede inglês intermediário aos candidatos.

Fonte: Portal Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/empregos/programa-de-estagio-da-samsung-recebe-inscricoes-ate-21-de-junho-141357/

11

Jun

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, informou que o país vai proibir plásticos descartáveis, como sacolas plásticas e canudos, até 2021.

A medida foi anunciada ontem (10), como uma forma de combater a poluição ambiental dos oceanos causada por plásticos descartáveis. O primeiro-ministro lembrou que menos de 10% do plástico utilizado no Canadá é reciclado. Ele afirmou que empresas que produzem produtos plásticos, ou que vendem itens como embalagens plásticas, serão responsáveis pela coleta e reciclagem do resíduo.

Trudeau disse que a decisão sobre quais itens serão proibidos será baseada em evidência científica, replicando de forma similar as medidas tomadas pela União Europeia. A imprensa canadense informou que garrafas plásticas provavelmente irão figurar entre os produtos proibidos.

Nações industrializadas vêm enfrentando o problema de como descartar montanhas de lixo plástico desde que a China proibiu a importação dos resíduos, em janeiro do ano passado devido a preocupações ambientais. A China era a maior importadora de resíduos plástico do mundo.

11

Jun

Começaram hoje (11) as inscrições do Programa Universidade para Todos (ProUni). Ao todo, serão ofertadas, para o segundo semestre deste ano, 169.226 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, sendo 68.087 bolsas integrais e 101.139 parciais. O prazo para participar da seleção vai até 14 de junho. A inscrição deverá ser feita pela internet, no site do Prouni.

Os participantes podem escolher até duas opções de curso. Durante o período de inscrição, o candidato pode alterar as opções. Será considerada válida a última inscrição confirmada.

As bolsas de estudo ofertadas pelo ProUni são parciais, de 50% do valor da mensalidade, e integrais, de 100%. As bolsas integrais são destinadas a estudantes com renda familiar bruta per capita de até 1,5 salário mínimo. Já as bolsas parciais contemplaram os candidatos que têm renda familiar bruta per capita de até 3 salários mínimos.

Podem se inscrever candidatos que não tenham diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Além disso, os estudantes precisam ter cursado o ensino médio completo em escola pública ou em instituição privada como bolsista integral.

É preciso ter obtido ainda uma nota mínima de 450 pontos na média aritmética das notas obtidas nas provas do Enem. O cálculo é feito a partir da soma das notas das cinco provas do exame e, depois, dividindo por cinco. Outra exigência é a de que o aluno não tenha tirado zero na redação. Também podem participar do programa estudantes com deficiência e professores da rede pública.

Fonte: Agência Brasil

11

Jun

O lançamento do Painel Multissetorial de Checagem de Informações e Combate a FakeNews é realizado na sede do STF, em Brasília, hoje (11). O Painel reúne organizações públicas e privadas com o intuito de combater a proliferação de notícias falsas e conteúdos inverídicos disseminados na internet e em redes sociais.

A medida se une à campanha #FakeNewsNão, lançada pelo CNJ em abril deste ano. Fazem parte desse mutirão representantes da imprensa brasileira, das associações da magistratura e dos tribunais superiores. A ação visa alertar os leitores e internautas sobre os perigos do compartilhamento de in¬formações duvidosas, além de orientá-los como checar a veracidade das notícias que recebem.

Os membros participantes contribuirão dentro de suas áreas de atuação e com as ferramentas que já dispõem. O CNJ assim como os tribunais superiores auxiliarão os parceiros em relação à identificação e ao envio de material suspeito para checagem.

A checagem dos conteúdos e dos posts suspeitos ficarão à cargo de empresas de comunicação Aos Fatos; Boatos.Org; Conjur; Jota; Migalhas e UOL-Confere. A intenção do Painel é estimular a participação do maior número de entidades, instituições e veículos de comunicação. O Portal do CNJ colocará à disposição dos cidadãos todos os conteúdos analisados. Parceiros e entidades decidirão qual material desejarão publicar ou não, em seus sites ou redes sociais.

São parceiros no Painel Multissetorial: CNJ; STF; Superior Tribunal de Justiça (STJ); Justiça Federal; Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Tribunal Superior do Trabalho (TST); Superior Tribunal Militar (STM); Defensoria Pública da União (DPU); Advocacia-Geral da União (AGU); Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB); Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE); Associação Nacional dos Magistrados (Anamatra); Associação Brasileira de Imprensa (ABI); Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel); Associação Nacional dos Jornais (ANJ); Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert); Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Aos Fatos; Boatos.Org; Conjur; Jota; Migalhas; UOL-Confere; Fundação Getulio Vargas (FGV), entre outros.

10

Jun

A conferência anual da Apple para desenvolvedores, em que a empresa revela seus principais lançamentos, costuma ser marcada por aplausos. Mas de acordo com a imprensa especializada, a divulgação de preço de acessórios, na esteira dos altos valores do iPhone, estão gerando questionamentos até de especialistas em tecnologia.

A multidão presente na Worldwide Developers Conference (WWDC), na Califórnia, ficou em silêncio diante do custo de um simples suporte para monitor. O suporte Pro Stand será vendido a US$ 999 (cerca de R$ 3,8 mil). O suporte, que não vem incluído com o monitor, permite girá-lo da posição horizontal para vertical e movê-lo para cima e para baixo com facilidade

O acessório é necessário para quem quiser colocar a nova tela retina de 32 polegadas com resolução 6K sobre a mesa, uma vez que o Pro Display HDR, monitor que acompanha o desktop, foi projetado sem esse suporte. Especialistas em tecnologia questionam se o alto preço de um produto pouco tecnológico pode indicar que a Apple perdeu a conexão com a realidade.

Os valores de US$ 5.999 (R$ 23,1 mil) do computador em si, ou até mesmo os US$ 4.999 (R$ 19,2 mil) do monitor, não surpreenderam o público. Afinal de contas, são produtos de tecnologia de ponta destinados principalmente a profissionais da área de vídeo e design. Mas cobrar US$ 999 por um suporte, em vez de vendê-lo junto com o monitor, fez com que muitos achassem que a Apple estava sendo arrogante.

Como se a empresa desse como certo que seus fiéis seguidores pagariam qualquer preço por um produto com seu logotipo. É claro que a empresa já testou essa teoria com os últimos modelos de iPhone, que custam mais de US$ 1 mil (R$ 3,8 mil) - quase o preço de um laptop MacBook Air, a partir de US$ 1.199 (R$ 4,6 mil).

Ao longo dos anos, a Apple vendeu mais de um bilhão de unidades de iPhones. E por muito tempo estes dispositivos foram a galinha dos ovos de ouro da empresa. Mas se a companhia realmente quiser que os consumidores continuem achando o ecossistema da Apple atraente e gastem dinheiro em serviços para seus iPhones, iPads e MacBooks, talvez tenha de repensar seus preços.

10

Jun

Sabe aquele bichinho de pelúcia que você ganhou do seu ex e, depois que o namoro acabou, você ficou sem saber o que fazer com ele? Ou aquela camisa polo que ficou no fundo da gaveta depois que a namorada lhe deixou? Pois bem, agora você tem um destino certo para os presentes do(a) ex que não deseja mais por perto. O Natal Shopping está aproveitando a data do Dia dos Namorados para estimular a doação de itens como estes, com a campanha “Se acabou, doe”.

Basta fazer uma busca em seus armários e recolher tudo o que você recebeu durante o namoro que acabou, colocar em uma sacola e levar até o Tapume Desapego Consciente, montado no segundo piso, ao lado da Ster Bom. O local recebe doações - durante todo o horário de funcionamento do mall - de roupas, calçados, acessórios, brinquedos e demais lembranças indesejadas do relacionamento que acabou. Todos os itens serão entregues a instituições que atendem adultos e crianças em situação de vulnerabilidade.

Esta é uma oportunidade única para se livrar daqueles itens que perderam o sentido de permanecer com você e que não trazem boas recordações, além de fazer uma faxina nos armários, e o mais importante: ajudar a quem precisa e fazer felizes adultos e crianças carentes.

10

Jun

Deu na BBC Brasil:

Atenção aos que têm a tentação de “incrementar” o currículo na hora de disputar um cargo em grandes empresas. Existe um segmento do mercado especializado em investigar o passado e a veracidade de informações em currículos de candidatos a vagas de emprego - é o "background check", em tradução livre, algo como "checagem de antecedentes".

Empresas dedicadas ao serviço se valem desde telefonemas à inteligência artificial para checar, por exemplo, se um possível funcionário realmente tem aquele diploma universitário ou comandou uma equipe do tamanho que diz no currículo. Normalmente, elas prestam o serviço para outras companhias, aquelas que estão recrutando.

No Brasil, empresários do setor falam em crescente demanda e oferta deste. A BBC Brasil divulgou declaração de Carlos Lopes, diretor de investigação e gestão de risco na Kroll, consultoria multinacional que também oferece o background check no Brasil. "Nos primórdios, nos EUA, o background check tinha como clientes grandes empresas com contratos com o governo, que precisavam se certificar de que as pessoas contratadas para cuidar de projetos estratégicos tinham boa reputação, de que não tinham envolvimento em casos criminais. Ao longo do tempo, essa checagem se ampliou e passou a envolver não só cargos executivos mas também gerentes e analistas", explica.

O mercado americano apresenta diferentes tipos de serviço, desde opções low cost (custo reduzido) de varredura online para cargos de salários mais baixos - nestes casos, a empresa contratada poderá fazer uma pesquisa virtual, mirando por exemplo posts ofensivos nas redes sociais do candidato e fazendo buscas no Google.

Para postos mais altos, a busca vai de contatos com universidades mencionadas nos currículos a uma análise do histórico financeiro do postulante. Algumas empresas oferecem até, como parte de um serviço premium, contatos telefônicos e pessoais com a polícia local, como delegados, com o objetivo de investigar o passado criminal e comportamental do candidato.

As informações falsas mais comuns nos currículos

O diretor na Kroll diz preferir falar mais em "exageros" do que "mentiras" - como candidatos que dizem ter diplomas de formações que na verdade só começaram ou que transformam cursos de curta duração em pós-graduação.

"Tem também aqueles que exageram nos cargos e responsabilidade que tiveram", conta Lopes, segundo o qual o serviço de background check da Kroll cresce 20% ao ano no Brasil desde 2013, em número de relatórios produzidos.

Dados quantitativos sobre o assunto também vêm dos EUA - uma pesquisa do site de recrutamento CareerBuilder de 2015, com cerca de 2.500 recrutadores e coordenadores de recursos humanos, mostrou que 56% deles já identificaram uma mentira em algum currículo. Segundo os entrevistados, as distorções mais comuns foram na apresentação de habilidades (62%), responsabilidades (54%), períodos de emprego (39%), títulos dos cargos (31%) e títulos acadêmicos (28%).

*Com informações da BBC Brasil. 

10

Jun

“Esperamos mobilizar corações e mentes do povo potiguar para que a campanha seja um sucesso”, declarou a governadora Fátima Bezerra no lançamento do programa Nota Potiguar, que concederá prêmios para os contribuintes e beneficiará 24 instituições filantrópicas e quatro times de futebol do Rio Grande do Norte. O lançamento da campanha de educação fiscal, realizado pela Secretaria de Estado da Tributação (SET), reuniu representantes de entidades empresariais e beneficentes na tarde desta sexta-feira (07), no auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL).

Através do aplicativo Nota Potiguar, compatível com sistemas Android e IOS, que pode ser baixado gratuitamente, a população exercerá um papel fiscalizador ao informar o CPF e exigir a nota fiscal, além de ajudar uma instituição filantrópica de sua escolha. Dessa forma, contribuirá para evitar a evasão de divisas e ajudará a coibir a sonegação fiscal. “O que estamos propondo é um exercício de cidadania. Ao garantirmos o aumento da receita, estaremos garantindo a prestação de serviços públicos de qualidade, principalmente na Saúde e na Educação”, enfatizou a governadora.   

O secretário de estado da Tributação, Carlos Eduardo Xavier, destacou a importância de o lançamento da campanha ocorrer em ambiente empresarial, evidenciando a parceria com esses segmentos – comércio, indústria e prestação de serviços – proporcionando uma concorrência leal entre as empresas. “Hoje estou muito feliz por estar entregando à sociedade um programa que visa aumentar a arrecadação do Estado ao mesmo tempo em que beneficia a população, as entidades beneficentes e o empresariado. Todos sairão ganhando com o Nota Potiguar”, disse.

Otimista quanto à abrangência do aplicativo, que já alcança o patamar de 27 mil usuários, o presidente da CDL, Augusto Vaz, enfatizou a importância do programa principalmente no que se refere ao combate da evasão de tributos. “Nós que fazemos o trabalho direito só temos a agradecer, porque a população nos ajuda a combater os sonegadores. Estes não encontrarão mais tão facilmente um ambiente propício para sonegar impostos”.

A solenidade de lançamento da campanha contou com a presença de Francisco Régis, do Hospital Infantil Varela Santiago, que compôs a mesa representando as demais instituições filantrópicas, e do presidente do Globo, Marconi Barretto; do segundo vice-presidente da Fecomércio, Luís Antônio Lacerda; do vice-governador Antenor Roberto; e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado. 

Prêmios e Descontos

Em vigor desde sábado (01), a expectativa é de que o programa Nota Potiguar gere uma arrecadação extra de R$ 84 milhões por ano, através da conscientização do cidadão em pedir a nota fiscal e a inserção do CPF. O Governo vem trabalhando no desenvolvimento e apresentação da Nota Potiguar desde o início do ano, primeiro com o lançamento do aplicativo e depois a parceria com os clubes de futebol do estado no início de maio.

A ação já distribuiu ingressos para jogos do ABC, América, Santa Cruz e Globo, que são os times potiguares participantes das Séries C e D do Campeonato Brasileiro. Cada R$ 50 acumulados valem um ponto. Mas, uma nota fiscal dá direito a, no máximo, cinco pontos. E durante todo o mês, o acúmulo máximo é de 50 pontos. Com a pontuação, é possível fazer reserva para os jogos de futebol no mês seguinte.

Para cada ingresso, será necessário acumular R$ 150 em compras feitas a partir de 1º de junho. A reserva do ingresso será feita pelo próprio aplicativo. A contrapartida da parceria é a divulgação da marca da Nota Potiguar nas camisas dos clubes. Outra boa notícia é que o consumidor também poderá reverter os valores das notas cadastradas em descontos no IPVA. A próxima fase do programa prevê ainda sorteios de prêmios entre R$ 4 mil e R$ 50 mil.

10

Jun

Um estudo divulgado pela empresa independente de pesquisa Common Sense revela que a maioria dos pais e mães de família, bem como seus filhos, acreditam estarem passando tempo demais conectados em seus dispositivos móveis. O levantamento entrevistou cerca de mil adultos com filhos (bem como os próprios filhos) e apontou um crescimento de 23% dessa percepção desde 2016, quando os primeiros dados do tópico começaram a ser levantados, chegando à marca de 52%.

O estudo, intitulado The New Normal: Parents, Teens, Screens, and Sleep in the United States (“O Novo Normal: Pais, Adolescentes, Telas e Sono nos Estados Unidos”, na tradução livre), também mostra que há um desejo maior por parte dos filhos de que seus pais se desconectem dos aparelhos: em relação a 2016, houve um aumento de 11% no número de crianças que acham que seus pais dedicam tempo demais ao notebook, smartphone ou tablet (28% em 2016, contra 39% hoje); e 38% dos filhos creem que seus pais sofrem algum tipo de vício em dispositivos portáteis.

Os adolescentes, porém, acreditam que seu próprio uso está dentro dos conformes no que tange ao tempo disposto em um dispositivo eletrônico (47% em 2019; 29% em 2016) — uma opinião da qual os pais não compartilham: 68% dos entrevistados acreditam que seus filhos passam tempo demais olhando para a telinha.

O estudo também levanta um ponto interessante: pais e filhos relatam menos brigas em relação ao uso contínuo de dispositivos, como smartphones e tablets. Ambos também posicionam que a conexão constante aos aparelhos não afetou negativamente as relações familiares. Entretanto, a pesquisa mostrou que ambos os públicos devem estar sofrendo ou vão sofrer de algum distúrbio de sono ou horários desregulados de descanso: em ambos os casos, smartphones e outros aparelhos são usados à noite ou como despertador, o que a ciência mostra ter um impacto negativo no tempo dedicado ao sono. A razão: checar notificações ou passear pelos feeds das redes sociais.

Fonte: Portal Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/pais-acham-que-passam-tempo-demais-olhando-para-o-smartphone-diz-estudo-140721/