Comunicação, estratégia e mercado

O Blog da Juliska é um espaço para falar sobre os temas acima e ainda trazer dicas, abordar as tendências, acompanhar novidades do mundo corporativo, das mídias sociais e do mercado publicitário. Interaja comentando nos posts ou pelo e-mail juliska.azevedo@gmail.com. Conto com sua companhia!

7

Jan

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) empregou na madrugada desse domingo (06), mais uma ação dentro da Operação Verão 2019, que é coordenada pelo Governo do Estado. A fiscalização realizada pelos policiais da Operação Lei Seca foi montada na Rota do Sol e averiguou cerca de 1.600 condutores e veículos que circularam na via durante a madrugada.

A ação encampada pelo Detran, por meio da Operação Lei Seca, teve o objetivo de evitar que motoristas embriagados venham a dirigir veículos automotores e possibilitem a ocorrência de acidentes de trânsito. Outro ponto importante da fiscalização é manter a área do litoral segura, evitando delitos relacionados a roubo de automóveis e outros tipos de crimes.

“Optamos por montar a fiscalização na Rota do Sol por ser uma importante via de acesso as praias do litoral Sul que nessa época do ano se torna extremamente movimentada devido ao período de veraneio e de eventos organizados na região”, explicou o oficial da Lei Seca, major Charleson.

Durante a fiscalização foi possível flagrar 18 motoristas conduzindo veículo sob efeito de bebida alcóolica, sendo um deles preso por se enquadrar na lei de crime de trânsito. Nessa situação, além das medidas administrativas de multa e perda do direito dirigir por um ano, o condutor responde a processo na esfera criminal.

As abordagens coordenadas pelo Detran não se limitam a fiscalização das normas estabelecidas pela Lei Seca. Os condutores fiscalizados tiveram a documentação pessoal de habilitação e a dos veículos averiguadas pelos policiais. A iniciativa busca também combater o roubo de automóveis na capital.

O motorista flagrado dirigindo embriagado é punido com retenção da CNH, apreensão do veículo, que só será liberado com a presença de um condutor habilitado, multa no valor de R$2.934,70 e sete pontos na carteira, além de outras penalidades administrativas (artigo 165 CTB). Isso se o teste de bafômetro acusar até 0,33 mg/l de álcool por litro de sangue no organismo ou se ele se recusar a fazê-lo.

Se o teste acusar a partir de 0,34 mg/l, ou se ele se recusar a fazê-lo, mas apresentar sinais visíveis de embriaguez, além de responder nos termos do artigo 165, vai ser enquadrado no artigo 306 (crime de trânsito): será preso e conduzido à Delegacia de Polícia, onde será iniciado o devido processo legal, respondendo pelo crime que prevê a punição de seis meses a três anos de prisão.

7

Jan

Visando atender a demanda de início do ano letivo das 539 crianças e adolescentes em tratamento, a Casa Durval Paiva promove, neste mês, uma campanha de arrecadação de material escolar. Durante todo o período de tratamento oncológico ou hematológico, os pacientes assistidos pela Casa recebem o apoio pedagógico nas classes domiciliar/hospitalar, que promove o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes de diversas faixas etárias, na perspectiva de minimizar as perdas educacionais ocasionadas pelas dificuldades de acesso à escola ou pelo afastamento total ou parcial das classes convencionais.

Rilder Campos, presidente da Casa, ressalta a importância da iniciativa e participação da sociedade na campanha. “Através da arrecadação e doação do material escolar, assim como, do suporte pedagógico que oferecemos na Casa, queremos proporcionar aos nossos alunos-pacientes não só a garantia do direito aos estudos e o resgate das atividades cotidianas perdidas com o tratamento de saúde, mas também que eles se tornem protagonistas de suas histórias e a sociedade potiguar tem um papel fundamental na construção desse futuro. ”, afirma.

Um exemplo de superação pode ser contado pela paciente Aline Barboza, que recentemente foi aprovada em 19º lugar na lista geral e em 1º lugar na lista de deficientes do curso de Informática do IFRN. A adolescente de 14 anos reside em Macaíba e todas as tardes frequenta a Casa, onde para ela também se descortinou o universo digital.  “Foi nas aulas de informática que aprendi a usar o computador para estudar, agora vou começar o ensino médio no IFRN, era um sonho, fiquei muito feliz. ”, destaca.

Quem quiser ser parceiro na iniciativa pode doar: caderno (uma matéria), canetas, lápis grafite, régua, corretivo, apontador, borracha, cola bastão e comum, massa de modelar, estojo, giz de cera, tesoura, coleção de madeira e hidrocor. O material pode ser entregue na Rua Clementino Câmara, 234, Barro Vermelho e ainda no período de 21/01 a 01/02 na Livraria Câmara Cascudo da Av. Rio Branco, na Cidade Alta.

7

Jan

Com a posse do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Ricardo Vélez Rodríguez foram feitas, esta semana, mudanças na estrutura do Ministério da Educação (MEC). A pasta passa a contar agora com a Secretaria de Alfabetização, a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, além de uma Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares.

As novas secretarias e subsecretaria são voltadas principalmente para a educação básica, etapa que compreende desde as creches ao ensino médio e que, segundo Vélez Rodríguez, será prioridade do governo. Para implementar as mudanças nas escolas, o MEC precisará do apoio de estados e municípios, que detêm a maior parte das matrículas.

Escolas cívico-militares

Baseado no alto desempenho de colégios militares em avaliações nacionais, o governo quer expandir o modelo. Segundo o decreto que detalha as atribuições do MEC, haverá uma subsecretaria para desenhar uma modelagem de gestão escolar que envolve militares e civis e garantir a aplicação desse modelo nos estados e municípios.

É a chamada Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares. Pelo decreto, a adesão de estados e municípios ao modelo será voluntária. Em nota, o MEC explica que a presença de militares na gestão administrativa “terá como meta a resolução de pequenos conflitos que serão prontamente gerenciados, a utilização destes como tutores educacionais, para a garantia da proteção individual e coletiva, dentre outras visando a disciplina geral da escola. Os militares contribuirão com sua visão organizacional e sua intrínseca disciplina; os civis com seus conhecimentos pedagógicos, todos juntos farão parte desta proposta de estrutura educacional”.

Ainda segundo o MEC, o Brasil apresenta altos índices de criminalidade.“Neste contexto o Ministério da Educação buscará uma alternativa para formação cultural das futuras gerações, pautando a formação no civismo, na hierarquia, no respeito mútuo sem qualquer tipo de ideologia tornando-os desta forma cidadãos conhecedores da realidade e críticos de fatos reais”. Esse modelo será implementado preferencialmente em escolas em situação de vulnerabilidade social e para as famílias que concordam com essa proposta educacional.

Novas secretarias

As duas novas secretarias do MEC foram criadas a partir da extinção da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi): a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação e Secretaria de Alfabetização. Dentro da primeira, haverá, entre outras, uma diretoria voltada apenas para pessoas surdas, a Diretoria de Políticas de Educação Bilíngue de Surdos, além de uma estrutura voltada para apoio a pessoas com deficiência.

A pauta ganhou destaque no governo com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que é intérprete de Língua de Sinais Brasileira (Libras). Na posse presidencial, ela quebrou o protocolo e discursou em Libras. A secretaria de Alfabetização, segundo o MEC, cuidará da alfabetização não apenas em português e matemática, mas também em novas tecnologias. Segundo o decreto, a secretaria se ocupará ainda da formação dos professores por meio da Diretoria de Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores Alfabetizadores.

Com informações da Agência Brasil

7

Jan

Você deve saber como é difícil moderar o conteúdo presente em redes sociais, certo? Segundo o portal Motherboard, há documentos internos do Instagram que mostram como funciona a moderação dos posts publicados nos Stories da rede social. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com o site, acontece que muitas vezes, há usuários que não postam uma imagem que viole os termos da plataforma por si só, mas sim uma sequência de fotos ou vídeos que acabam indo contra os termos de uso do Instagram.

Para visualizar melhor o problema, imagine três Stories seguidos: o primeiro mostraria a parte interna de um carro com uma sigla ou frase para que o usuário entre em contato com o dono da postagem, enquanto os outros dois mostrariam pacotes de entorpecentes. Individualmente, eles não infringem nenhuma regra, mas juntos indicam que o dono da conta está vendendo drogas.

Segundo o texto, como os Stories costumam ser postados como uma sequência de imagens e vídeos individuais para serem assistidos um após o outro, talvez apenas um post não seja suficiente para violar as regras da rede social. Assim, de acordo com os documentos obtidos, é necessário que os moderadores do Instagram tenham noção da intenção do post ao definirem o contexto da publicação.

O grande problema é que uma das características dos Stories é justamente o desaparecimento do conteúdo depois de 24 horas, o que dificulta o trabalho dos responsáveis pela moderação das postagens.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137563-documentos-revelam-instagram-modera-posts-stories.ht

7

Jan

Meninas adolescentes são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que reconheça o risco de páginas como Facebook, Twitter e Instagram para a saúde mental dos jovens.

Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos, segundo o estudo. Os pesquisadores constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.

O estudo analisou dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em comparação com um quinto dos garotos.

Cerca de três quartos das garotas de 14 anos que sofrem de depressão também têm baixa autoestima, estão insatisfeitas com sua aparência e dormem sete horas ou menos por noite.

"Aparentemente, as meninas enfrentam mais obstáculos com esses aspectos de suas vidas do que os meninos, em alguns casos consideravelmente", disse a professora do Instituto de Epidemiologia e Cuidados da Saúde do University College London, Yvonne Kelly, que liderou a equipe responsável pela pesquisa.

Depressão

O estudo também mostrou que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais (mais de cinco horas por dia) mostraram sinais de depressão mais grave.

Quando os pesquisadores analisaram os processos subjacentes que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão, eles descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio online ou cyberbullying.

Os resultados renovaram as preocupações com as evidências de que muito mais meninas e mulheres jovens apresentam uma série de problemas de saúde mental em comparação com meninos e homens jovens, e sobre os danos que os baixos índices de autoestima podem causar, incluindo autoflagelação e pensamentos suicidas.

Os pesquisadores pedem aos pais e responsáveis políticos que deem a devida importância aos resultados do estudo. "Essas descobertas são altamente relevantes para a política atual de desenvolvimento em diretrizes para o uso seguro das mídias sociais. A indústria tem que regular de forma mais rigorosa as horas de uso das mídias sociais para os jovens", diz Kelly.

Uso excessivo das mídias sociais

A ministra adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que "esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas [...] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas".

Tom Madders, diretor de campanhas da instituição beneficente YoungMinds, diz que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma "pressão maior" porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem "as vidas perfeitas de outros" com a sua própria.

Com informações da Agência Brasil

4

Jan

Deu no Portal Olhar Digital:

A Apple está presente no mercado chinês há um bom tempo, mas ainda não conseguiu o mesmo feito do que em outras regiões: crescer. Com as vendas do iPhone estagnadas no país, a China virou a maior dor de cabeça para a empresa.

Em carta aberta aos investidores, o CEO da Apple, Tim Cook já alertou: a expectativa é de que a receita fique US$ 9 bilhões abaixo do que foi projetado ao final do trimestre anterior. Um dos grandes motivos, disse Cook, foi o mercado chinês. Em outras palavras, a Apple não está conseguindo competir com as grandes concorrentes locais, como Huawei, Oppo, Vivo, Xiaomi, entre outras.

O mercado mundial de smartphones amadureceu e atingiu seu ápice há cerca de dois anos, por isso, começamos a notar uma pequena, mas persistente, diminuição no volume de vendas total de dispositivos móveis no mundo. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado Canalys, os envios globais de smartphones caíram 7% no terceiro trimestre de 2018 em relação ao ano anterior. Com isso, tivemos o quarto trimestre consecutivo de quedas. Enquanto isso, a China, o maior mercado de smartphones do mundo, caiu ainda mais, cerca de 15%.

Contudo, mesmo neste cenário, Huawei, Oppo, Vivo e Xiaomi conseguiram aumentar sua participação no mercado, enquanto a Apple manteve-se no mesmo lugar. O que estaria acontecendo com a gigante de Cupertino?

A Apple não oferece preços competitivos

Por mais que a empresa tenha adaptado os seus smartphones ao mercado chinês, oferecendo os mesmos recursos que as concorrentes, o preço do iPhone é muito superior ao das demais fabricantes locais.

Para se ter uma ideia, o novo iPhone XR, lançado no ano passado com o preço mais baixo dos três novos modelos da Apple, pode ser comprado na China por 6,499 yuan (R$ 3.557,95). Já o Huawei Mate 20, o último lançamento da fabricante chinesa, com o hardware mais recente, pode ser comprado por 3.999 yuan (R$ 2.187,95).

Além desta discrepância no preço dos modelos, o Mate 20 possui uma das melhores câmeras do mercado e roda com um software adaptado para o mercado chinês. Logo, oferece mais e é mais barato.

E não se engane achando que a Apple vai manter os preços dos novos iPhones como estão. Em uma espécie de último esforço para impulsionar as vendas dos seus aparelho, nas últimas semanas, a companhia se viu obrigada a oferecer descontos no país para usuários que queriam trocar seus aparelhos usados.

A Apple oferece recursos importantes por último

Nos últimos anos, a Apple tentou adaptar os seus iPhones às necessidades do usuários chineses. Os modelos mais recentes da linha já oferecem a opção dual-SIM, bastante popular no país. Porém, todas as fabricantes locais fazem isso há algum tempo. Logo, além de chegar por último, a Apple necessariamente não introduz algo novo no mercado em seus smartphones.

Além disso, dada a importância do mercado chinês para a gigante de Cupertino, concessões também foram feitas no que toca ao serviço Apple ID, que na China pode ser usado com o número de telefone em vez da conta de email, visto que muitos chineses não possuem um endereço eletrônico.

Contudo, nada disso chega a ser uma função exclusiva da Apple em relação às demais concorrentes locais. E o cenário fica ainda pior quando envolvemos o WeChat.

A Apple oferece recursos importantes por último

A China é um mercado único. Para os chineses, a marca Apple ou iPhone não possui o mesmo peso estético e social que existe em países como o Brasil, por exemplo. Logo, os consumidores se preocupam muito mais com as funcionalidades de um smartphone do que com a representatividade dele.

Em uma declaração ao Wall Street Journal, Mark Natkin, diretor executivo da empresa de consultoria Marbridge, afirmou que “as outras fabricantes estão um pouco mais próximas do que interessa aos consumidores chineses [do que a Apple]”.

Tanto é verdade que o iOS não possui tanta relevância no mercado chinês quanto em outras regiões, pois os chineses passam grande parte do tempo usando apenas um serviço, o WeChat, o qual é uma espécie de rede social, messenger e sistema de pagamento em um só lugar.

Como a China virou a maior dor de cabeça da Apple

Analisando a trajetória da Apple no mercado chinês, sem deixar de lado, claro, a questão do fortalecimento da moeda americana, que acabou deixando os iPhones mais caros no mundo todo, a China é uma pedra no sapato de Tim Cook. Mais do que isso, caso não haja uma ação mais contundente por parte da empresa, as chances de continuar perdendo espaço no país são grandes.

No último mês de dezembro, vimos as tensões entre os Estados Unidos e a China aumentarem. E, neste sentido, um dos fatosres que mais prejudicou a Apple foram, talvez, as constantes sanções do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à Huawei. Com a prisão da diretora financeira da empresa, Meng Wanzhou, no Canadá, muitas empresas chinesas passaram a incentivar que seus funcionários comprassem dispositivos da Huawei em detrimento aos da Apple. Contudo, de acordo com uma fonte do WSJ, isso não deve ter causado tanto impacto nas vendas da companhia no país.

Por fim, olhar para o mercado chinês e ver empresas como a Apple e a Samsung - que é a maior fabricante de smartphones do mundo - perdendo espaço de forma tão significativa para novos nomes, é um sinal de mudança de ciclo. Isso aconteceu com a Nokia e a BlackBerry nos anos 2000.

Digo mais, se não houver uma mudança no mercado de smartphones, talvez impulsionada pelo 5G e pela Internet das Coisas, as chances de vermos a Samsung e a Apple perdendo participação significativa de mercado a médio prazo são muito grandes. Tanto é que a Huawei, em menos de 10 anos, já desbancou a Apple e, em 2018, se tornou a segunda maior fabricantes de smartphones do mundo, ficando atrás apenas da Samsung.

E neste cenário, a Apple enxerga a sua frente a Huawei e, atrás, a Xiaomi e a Oppo. Não coincidentemente três fabricantes chinesas. Logo, se a "Maçã" não crescer na China, vai acabar sendo engolida por ela.

Fonte: Wall Street Journal / Cnet / The Verge

4

Jan

Retornam no próximo domingo, 06/01, os consagrados projetos que acontecem aos domingos no Parque das Dunas. A programação inicia às 10h, com o Bosque Encenarecebendo o clássico “Os Saltimbancos”, musical infantil inspirado no conto Os Músicos de Bremen, dos Irmãos Grimm, com letras de Sérgio Bardotti e música de Luis Enriquez Bacalov. No Brasil, o espetáculo ganhou versão em português e músicas adicionais de Chico Buarque de Holanda, que a Companhia Era Uma Vez apresentará no próximo domingo.

De forma lúdica e com linguagem de fácil entendimento para as crianças, o espetáculo conta a história de quatro animais que se encontram numa estrada. Fugidos de seus patrões por maus tratos: o jumento que não aguenta mais carregar tanto peso sem recompensa alguma, um cachorro que está muito velho para guardar a casa, uma galinha que não consegue mais botar ovos e uma gata que está cansada de servir como companhia de luxo para sua dona. Juntos, formam um conjunto musical e através dessa união, conseguem ser felizes. Seguem então um caminho de liberdade, com harmonia e felicidade, rumo a um futuro melhor, onde o amor, o respeito e a amizade é o lema de suas vidas!

No período da tarde, às 16h30, teremos de volta também o projeto Som da Mata, com Diogo Guanabara & Macaxeira Jazz (Ticiano D'amore, Henrique Pacheco e Raphael Bender) que tocaram juntos pela primeira vez no palco do Som da Mata. De lá pra cá já se passaram quase 13 anos. Depois disso, já gravaram CD's e DVD's, além de várias turnês pela Europa e pela Ásia.

E é nesse mesmo palco que eles voltam para apresentar um repertório de choros executados com o peso do Rock'n'Roll, de uma forma própria, passeando pela música popular brasileira e internacional, como os Beatles, por exemplo. E como acontece sempre que eles se apresentam no projeto, falta chão para acomodar a galeria de fãs conquistados durante essa trajetória recheada de sucesso e boa música. Curta o fim de semana no Parque das Dunas! Os eventos são gratuitos e a entrada custa apenas 1 real.

4

Jan

Está confirmada para o dia 24 de janeiro a primeira edição do Prêmio Revista Elas por Ela, que premiará mulheres que fazem história como profissionais e atuaram na mudança da realidade no entorno em que convivem.

O evento será realizado no auditório do CTGás, em Natal, e contará com a presença de 40 mulheres que se destacaram em 2018. “A ideia é divulgar o trabalho do público feminino apresentando personalidades inspiradoras”, afirma a idealizadora do prêmio, Kalina Veloso.

Entre as homenageadas, estão a conselheira federal que é representante do Brasil no consulado em Roma, Edilene Vasconcelos Giustini e ex-ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, que virão a Natal para a solenidade. 

4

Jan

Os tempos pós-Cambridge Analytica seguem difíceis. Desde que a divulgação do compartilhamento de dados de milhões de usuários do Facebook sem a autorização dos próprios ter mergulhado a empresa de Mark Zuckerberg em uma verdadeira espiral de desastres, o noticiário parece ter se habituado a compartilhar escândalos de quebra de privacidade e de coletas indevidas de informações de pessoas na rede, uma prática que aparentemente não para de se mostrar cada vez mais comum no setor de tecnologia. E isso inclui até mesmo os serviços mais inocentes, como meros aplicativos de previsão do tempo.

Isso porque uma reportagem do The Wall Street Journal publicada ontem (3) relata que o Weather Forecast – World Weather Accurate Radar, um dos apps mais populares da categoria no Android, vinha nos últimos meses fazendo uma coleta de informações bem mais extensa que a necessária de seus usuários. Levantada a princípio pela firma de segurança Upstream Systems, a situação incluía até o pedido do endereço de e-mail e do número do IMEI (Identificação Internacional de Equipamento Móvel, em outras palavras a identidade do seu telefone) das pessoas que baixavam o app, que é gerido por uma fabricante chinesa intitulada TCL Communication Technology Holdings Ltd.

Para piorar, o Weather Forecast pelo visto também vem inscrevendo seus usuários em serviços de realidade virtual sem pedir nenhum consentimento. Segundo o jornal, a investigação da Upstream mostra que mais de cem mil indivíduos quase foram obrigados pela plataforma a pagar mais de 1,5 milhão de dólares ao serem inscritos em programas do tipo localizados em países como a Malásia, a Nigéria e até aqui no Brasil. Estas tentativas, porém, foram interrompidas após a TCL atualizar o programa depois de ser contatado pela firma de segurança e o jornal sobre o assunto.

A coleta indevida de dados, porém, ainda é a parte mais preocupante do negócio, até porque ele se mantém ativo e não muito claro em seus propósitos. Por ser um número que muda de posse a cada momento que o aparelho é passado para outra pessoa e que pode ser linkado a diversos usuários, o IMEI é em teoria um dado inútil ao julgamento normal, o que só deixa mais esquisita a necessidade do app de pedir o número.

Por incrível que pareça, o Weather Forecast não é o primeiro aplicativo de previsão do tempo a ganhar uma acusação de quebra de privacidade. No ano passado, foi revelado que o AccuWeather acompanhava a localização dos usuários mesmo depois deles declararem de forma explícita que não queria compartilhar esta informação à plataforma. Na época, o app disse que a coleta indevida era resultado de um erro de configuração do serviço.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101768/ate-aplicativos-de-previsao-do-tempo-estao-coletando-mais-dados-dos-usuarios-do-que-deveriam/

4

Jan

Passada a temporada de compras de Natal, redes varejistas no Brasil se movimentam para liquidar os estoques remanescentes com ações promocionais tanto no comércio eletrônico quanto nas lojas físicas a partir desta semana, visando impulsionar as vendas e compensar a ausência de eventos sazonais no primeiro trimestre do ano.

Uma das redes que faz promoções neste início de ano é o Magazine Luiza, que nesta quinta-feira (3) fechou todas as 937 lojas espalhadas pelo Brasil em preparação para a chamada “Liquidação Fantástica” na sexta-feira (4), que promete descontos que podem chegar a 70%.

“Temos este ano 20% a mais de estoque em relação ao ano passado e faremos a promoção em todas as lojas, incluindo as 100 que abrimos no ano passado e participarão da liquidação pela primeira vez”, disse à Reuters o vice-presidente comercial e de operações da Magazine Luiza, Fabrício Bittar Garcia.

Segundo ele, a companhia espera comercializar o equivalente a 15 dias de venda nesta sexta-feira e filas de consumidores já devem começar a se formar em algumas lojas do interior do Estado de São Paulo e do Nordeste a partir desta quinta-feira.

“Tem pessoas que ficam mais de 20 horas na fila… Esperamos bom crescimento em relação ao ano passado e teremos mais de 8 mil (funcionários) intermitentes nas lojas para ajudar nesse dia”, comentou o executivo, acrescentando que as promoções começam nas lojas às 6h da manhã e no aplicativo e site do grupo entre 8h e 9h de sexta-feira. Garcia não quis especificar o percentual de alta de vendas observado na liquidação em 2018, mas citou expansão de dois dígitos.

As ações das redes acontecem depois de uma temporada de compras de fim de ano relativamente positiva para o varejo nacional. No fim de dezembro, a entidade que representa shopping centers do país, Abrasce, citou alta de 9,3% nas vendas no Natal. Enquanto isso, a empresa de pesquisa de mercado Ebit|Nielsen, apontou aumento de 13,5% nas vendas natalinas do comércio eletrônico nacional.

A B2W, grupo de comércio eletrônico que opera sob as marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, também inicia a partir desta quinta-feira promoções de até 60%. Mais de 1.360 lojas físicas da controladora da B2W, a Lojas Americanas, em todo o país também oferecerão descontos entre 4 e 7 de janeiro. Outra varejista que promove ações promocionais em janeiro é a Via Varejo, dona das bandeiras Casas Bahia e Ponto Frio, que anteciparam o início das ofertas para 2 de janeiro.

Com descontos de até 70%, a companhia controlada pelo Grupo Pão de Açúcar (GPA) ainda abrirá as lojas a partir das 6h da manhã de sexta-feira. As ações da Magazine Luiza encerraram o último ano com a maior valorização do Ibovespa, depois de altas de cerca de 500% em 2017 e em 2016, enquanto as da B2W acumularam ganho de cerca de 105% em 2018. Na contramão, Via Varejo perdeu mais de 40% no ano passado.

Fonte: Reuters, via Fercomércio