Comunicação, educação e tecnologia

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13

Set

Segundo o estudo What Women Want, da Kantar, a autoestima da mulher ainda é baixa, em comparação com o gênero masculino. Quase 20% das pessoas do gênero feminino têm baixa autoestima, enquanto 10% dos homens declaram o mesmo. A pesquisa foi realizada neste 2019, no Brasil, com 800 pessoas — 410 mulheres e 390 homens –, de forma digital. Apesar dos recentes avanços nesse quesito, campanhas de cerveja com apelo sensual  ainda refletem a dificuldade de anunciantes em conquistar mulheres, principalmente aquelas com baixa autoestima, diz o estudo.

Além disso, marcas do segmento de finanças, em vez trabalharem em suas campanhas publicitárias a autonomia financeira da mulher, estão se afastando de figuras femininas. Já o setor de alimentos consegue estabelecer relações com mulheres de autoestima alta, porém, deixam de lado as com baixa percepção de seus valores, uma vez que expõem figuras femininas bem-sucedidas falando de produtos do dia a dia, gerando menos identificação com a grande massa.

Valkiria Garré, CEO da Kantar no Brasil, afirma que “o apagamento das mulheres na comunicação das empresas é algo histórico e cultural. As histórias delas muitas vezes foram perdidas, esquecidas ou intencionalmente excluídas. E, quando aparecem ou são mostradas, as mulheres não se enxergam ou apenas são colocadas como personagens secundários”. Segundo outro estudo da companhia, o Ad Reaction, de 2019, 76% das mulheres acreditam que seus retratos na publicidade fogem da realidade.

Porém, a executiva diz que “já podemos ver mudanças, principalmente quando as empresas notam o verdadeiro poder das mulheres”. Segundo a CEO, o público feminino está retomando e amplificando seu poder e exigindo que as marcas genuinamente entendam o que as faz funcionar e o que é importante para o seu empoderamento. “Acredito que há casos extremamente positivos de melhorias, mas basta olhar para os setores de cerveja e financeiro para perceber que a caminhada ainda é longa. Não precisamos apenas que as marcas preguem a diversidade do gênero feminino, mas que também sigam esses preceitos internamente”, acrescenta.

Gerando valor
O What Women Want aponta insights, relacionados às mulheres, a fim de inspirar o marketing do futuro. São eles: contar a história de figuras femininas que integraram e integram o crescimento da marca; estar presente em espaços nas redes sociais exclusivos para mulheres; encorajar e celebrar todos os tipos de pessoas do gênero; mudar as conversas em torno da diversidade para as em torno da inclusão e da representação; explorar a ascensão das mulheres como catalisadoras de mudanças e de revoluções; e capacitar figuras femininas a assumir controle do que desejam.

Segundo Valkiria, “não há um fator feel-good único que determine o nível da autoestima de homens e mulheres”. A profissional afirma que o que uma marca deve fazer é entender seu propósito e como pode fortalecer cada vertente — representatividade, autonomia sexual e corporal, liberdade de pensamento e de expressão, autonomia financeira e conexões sociais — dentro de sua comunicação.

Fonte: Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2019/09/12/o-caminho-em-direcao-a-uma-conexao-real-entre-marcas-e-mulheres.html

13

Set

A Agência de Inovação (AGIR) da UFRN realiza neste sábado (14) uma palestra com o objetivo de disseminar conhecimentos a respeito da propriedade intelectual e inovação. A capacitação Propriedade intelectual e tecnologias assistivas: transformando realidades acontece durante o II Encontro de Tecnologia Assistiva do RN, no Departamento de Educação Física, a partir das 14h30. A explanação será conduzida pela assessora em Propriedade Intelectual da Agência, Rochelle Barbosa Andrade Sousa Medeiros, e as inscrições estão abertas no Sigaa, aba Extensão. Na oportunidade, serão apresentados conhecimentos sobre patentes, marcas, softwares e transferência de tecnologia.

“A ideia é que a comunidade universitária possa identificar quando suas produções acadêmicas podem se tornar ativos passíveis de proteção. Então, a partir daí, o benefício não se restringe apenas ao inventor e autor, mas à sociedade e à UFRN também”, colocou Rochelle Medeiros. A assessora acrescentou que ações como o treinamento estão inseridas dentre as atribuições da AGIR, como uma das ferramentas utilizadas para a disseminação da importância da propriedade intelectual para a comunidade universitária. 

O segundo momento de capacitação, previsto para o dia 25 de setembro, ocorre durante o III Seminário de Inovação Tecnológica em Saúde, promovido pelo Laboratório de Inovação em Saúde (LAIS) e pelo Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL). A assessora da AGIR conduzirá a exposição com o tema Propriedade intelectual: Da pesquisa ao mercado, a partir das 9h, no auditório Mariano Coelho, no HUOL.

13

Set

O programa Conecta Startup Brasil, que tem o principal objetivo de formar empreendedores e subsidiar a criação e o desenvolvimento de novas empresas de tecnologia, terá um evento de apresentação em Natal na terça-feira, 17, às 18h, no Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN). A incubadora de empresas Inova Metrópole é parceira estratégica do programa, que vai investir até R$ 100 mil nos empreendimentos selecionados em todo o país. 

A iniciativa do Conecta Startup se constituiu em uma ação conjunta do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e da SOFTEX, em parceria de execução do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O prazo para submissão de propostas foi aberto no dia 27 de agosto e vai seguir até 27 de setembro.

A inscrição para participar do evento do programa em Natal, intitulado Conecta Startup Brasil – Roadshow Natal/RN, é gratuita e pode ser feita por meio deste link.  A programação do Roadshow Conecta em Natal vai contar com os seguintes momentos: apresentação do Programa Conecta Startup Brasil e do Edital para Empreendedores; exposição de cases de empresas, compartilhando suas experiências com inovação aberta; apresentações de startups, compartilhando seus erros e acertos no processo de validação do negócio; e o coffee break.

Começando às 18h, o evento está previsto para se estender até as 21h30. Para ter acesso a mais informações sobre o programa, basta acessar a sua página nacional, no seguinte endereço eletrônico. Já o seu edital, com todas as regras e orientações, pode ser encontrado através deste link.

13

Set

Futuros profissionais de Psicologia e Enfermagem estarão juntos discutindo e aprendendo mais sobre os mecanismos de identificação e tratamento para pessoas com comportamento suicida. Em alusão à campanha Setembro Amarelo, que visa conscientizar à população sobre a prevenção de suicídios, a faculdade Estácio de Natal, unidade Ponta Negra, promove a I Jornada Interdisciplinar de Valorização à Vida. O evento ocorrerá de 17 a 20 de setembro, na própria instituição.

A proposta, segundo o professor de Psicologia, Zacarias Ramalho, um dos coordenadores do evento, é trazer à academia novas informações de saúde sobre a temática - como as novas tecnologias utilizadas para identificação e tratamento do comportamento que pode levar ao suicídio - além de prepará-los aos cuidados com os pacientes acometido por algum tipo de transtorno mental.

“É muito importante esta integração entre a Enfermagem e a Psicologia, pois para o cuidado com o paciente é preciso uma ação conjunta e interdisciplinar”, frisa. A preocupação é internacional: a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu a meta de reduzir em 10% os casos de mortes por suicídio até 2020.

Além das orientações aos estudantes, a Jornada irá expor a situação atual do sistema de saúde. “Ainda há muita dificuldade para o tratamento de pessoas com comportamento suicida, principalmente na atenção básica. Muitas vezes o profissional de saúde identifica a necessidade de um tratamento, mas não há como encaminhar por falta de vagas para consultas psicológicas”, comenta a professora do curso de Enfermagem da Estácio, Romeika Sena, também coordenadora do evento.

Na programação haverá palestras sobre a promoção de saúde mental a partir do desenvolvimento de atividades artísticas, a produção de cuidado interdisciplinar e multiprofissional na atenção básica. Terá ainda orientações sobre a estratégia de manejo e cuidado com o usuário com transtorno mental, e uma exposição sobre a complexidade da notificação compulsória em tentativas de suicídio e automutilação.

12

Set

A empresa de segurança cibernética Kaspersky divulgou uma nova análise na última terça-feira (10), referente às violações de dados contra pequenas empresas da América Latina. Segundo o levantamento, 43% das companhias sofreram violações de dados em 2019. A responsável pelo estudo ainda aponta que, caso dados pessoais de clientes sejam afetados, o empreendimento pode não só perder credibilidade frente aos consumidores, como também ficar sujeito a penalidades financeiras, devido à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que entrará em vigor em meados de 2020 no Brasil.

O número de pequenas empresas afetadas por violações de dados cresce anualmente, embora a maioria das vítimas ainda seja as grandes corporações (53%). O número de microempresas latino-americanas vítimas de violação de dados cresceu de 35% (2018) para 43% (2019). A Kaspersky diz que, para evitar esses problemas, as pequenas empresas precisam estar preparadas, mas não é o que acontece na prática: 33% delas não possui gerenciamento centralizado da cibersegurança e a manutenção da proteção em computadores específicos continua sendo responsabilidade de cada funcionário; além disso, 21% dessas companhias não contam com funções necessárias para um ambiente corporativo, como proteção de servidores e gestão centralizada.

O diretor-executivo da Kaspersky, Roberto Rebouças, aponta que, além desses servidores e gestão centralizada, as pequenas empresas precisam prestar atenção à proteção dos dispositivos móveis: "De acordo com os dados da nossa tecnologia em nuvem, a Kaspersky Security Network, registramos seis tentativas de ataque de malware móvel por minuto na América Latina, sendo que o Brasil é o sexto país mais atacado no ranking global". Rebouças ainda aproveita para acrescentar: "Não é à toa que o vazamento de dados por meio da perda do dispositivo móvel é a segunda maior preocupação entre as microempresas. Fica atrás apenas do vazamento via ataques online".

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/43-das-pequenas-empresas-latinas-sofreram-violacoes-de-dados-em-2019-149335/

12

Set

Professora da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte foi selecionada para participar do programa Fulbright Distinguished Awards in Teaching Program for International Teachers 2019-2020 (Fulbright DAI), iniciativa internacional de aperfeiçoamento para professores de língua inglesa das redes públicas de ensino. Aprovada com o status de Finalist, a docente potiguar realizará um curso de aprimoramento em um período de cinco meses nos Estados Unidos da América (EUA).

Docente de língua inglesa da Escola Estadual Mascarenhas Homem, localizada no bairro de Lagoa Seca, em Natal, Alana Rocha foi aprovada na seleção que envolve docentes efetivos das redes públicas de ensino de 15 países. Durante o período de janeiro a maio de 2020, a professora participará, junto com os demais selecionados, de um curso de aperfeiçoamento em língua inglesa, que acontecerá em uma universidade norte-americana.

Com duração de um semestre acadêmico, o programa oferece atividades como aulas e treinamento intensivo sobre metodologias e estratégias de ensino, planejamento de aula, liderança, bem como o uso de tecnologias em educação. Além disso, as atividades também incluem um estágio supervisionado em uma escola americana de ensino médio, na qual os participantes do Fulbright DAI terão a oportunidade não só de praticar os novos conhecimentos adquiridos, mas também de entrar em contato com a cultura local.

Para Alana, participar de programas de aperfeiçoamento em sua área e que promovam intercâmbio cultural e acadêmico são de grande importância para vida do educador. “Considero muito importante que meus alunos entendam que estou sempre buscando aprimoramento para poder oferecer o melhor como professora e que nunca, nunca mesmo, devemos parar de buscar e levar conhecimento. Quero que eles saibam que levo cada um deles para os EUA”, relata a educadora.

12

Set

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFRN (Consepe) aprovou na última terça-feira, 10, o quadro de vagas para ingresso de novos estudantes em 2020. Serão oferecidas 8.141 vagas no total, destas 6.933 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para o qual é mantido o mesmo número de 2019, com distribuição entre 4.649 vagas para o 1º semestre e 2.284 para o 2º semestre. 

As demais vagas se destinam às outras formas de ingresso na UFRN, sendo 229 para as graduações com Processo Seletivo Específico (PSE), que incluem os cursos de Dança, Teatro, Música e Libras; 70 vagas para mobilidade interna, em que os estudantes são transferidos para o mesmo curso de outro campus da UFRN; 101 vagas para o Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), voltado aos estudantes de países em desenvolvimento que mantêm acordo com o Brasil, além de 58 vagas para o convênio com instituições do Timor Leste.

A UFRN ainda dispõe de 750 vagas para os cursos de 2º ciclo, que recebem estudantes graduados em primeiro ciclo. Entre eles estão as engenharias de Materiais, do Petróleo, Mecatrônica e Ambiental, além das graduações em Ciência da Computação e Engenharia de Software. 

De acordo com a pró-reitora de Graduação da UFRN, Maria das Vitórias Vieira, o quadro de vagas foi elaborado de acordo com as propostas enviadas pelos cursos. Em relação ao quadro de 2019, foram adicionadas três vagas no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, que serão ofertadas via PSE.

12

Set

“Como definir estratégias comerciais? Como usar dados e informações para gerar negócios? Como construir relacionamento com agências e anunciantes? Como formular uma boa proposta comercial?”. Questionamentos como esse pautam o mais novo treinamento online promovido pelo Sindicato das Empresas de Radiodifusão do Estado de Santa Catarina (Sert-SC). No ar desde o último mês, o Curso de Vendas para Rádio e TV tem as videoaulas conduzidas por Fernando Morgado.

No projeto educacional recém-lançado, o jornalista Fernando Morgado estruturou uma hora de conteúdo em seis núcleos. Dessa forma, no Curso de Vendas para Rádio e TV, ele aborda os seguintes tópicos: conhecendo o produto; posicionamento de mercado; estratégias; relacionamento; propostas comerciais; e 8 conselhos para ter boas vendas. A organização do treinamento online objetiva fazer com que comunicadores e demais profissionais que trabalham — ou queiram trabalhar — em emissoras de rádio e televisão ganhem expertise em aspectos voltados à publicidade e a rentabilização do veículo.

Além de ser 100% online, o Curso de Vendas para Rádio e TV é integralmente gratuito para as empresas que são filiadas à entidade. Esses grupos de mídia, que precisam ter o CNPJ devidamente cadastrado junto ao sindicato, liberam, assim, o acesso às aulas a seus colaboradores. Marcas e pessoas que não forem filiadas ao Sert-SC também podem realizar o curso, desde que invistam R$ 150,00. Para ter acesso à plataforma virtual, o matriculado precisa se inscrever por meio de formulário enviar comprovante de pagamento para o e-mail sert@sertsc.org.br.

Fonte: Portal Comunique-se, disponível em: https://portal.comunique-se.com.br/curso-online-ensina-a-vender-publicidade-para-radio-e-tv/

12

Set

O Brasil superou Itália e Espanha e subiu da 9ª para a 7ª posição entre os países com mais representantes no ranking de melhores universidades da revista britânica Times Higher Education (THE), uma das mais importantes em avaliação do ensino superior do mundo. Os Estados Unidos dominam a lista, com 172, e o Brasil tem 46. A melhor colocada – também líder na América Latina – é a Universidade de São Paulo (USP). 

Os dados deste levantamento, que inclui 1396 universidades de 92 países e regiões, foram divulgados nesta quarta-feira, 11. A líder é a Universidade de Oxford, do Reino Unido, que já ocupava o topo no ano anterior. A USP está na posição 251-300 (após o 200º lugar, as instituições são classificadas em faixas), a mesma do ano passado. A segunda brasileira melhor classificada é a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ficou na faixa 501-600, mas recuou em relação ao ranking anterior, em que estava no bloco 401-500. Entre as outras brasileiras listadas, a maioria são instituições públicas.

O Chile, segundo melhor país latino-americano no levantamento, tem 18 representantes. Já entre as nações emergentes, o destaque vai para a China. Segundo a revista, a Ásia tem aumentado sua relevância no ranking, ameaçando a predominância dos Estados Unidos e da Europa. O levantamento THE é construído com base em 13 indicadores de desempenho, que consideram fatores como ensino, pesquisa, citações em revistas científicas, registro de patentes e internacionalização.

A editora do ranking da THE Ellie Bothwell classificou como “conquista” o fato de o Brasil ter avançado em relação ao ano anterior em número de representantes. “No entanto, é lamentável que todos os novos registros (as instituições que entraram na lista) do Brasil estejam fora do top 1000 e que várias outras estejam fora da tabela. As constantes questões de financiamento e a falta de uma estratégia de ensino superior não ajudam a solucionar este problema”, afirmou.

“O ensino superior global está se tornando um campo cada vez mais competitivo, à medida que as instituições asiáticas continuam a crescer e o Brasil terá de trabalhar mais para fazer avanços positivos na tabela. Para tal, a crescente hostilidade do governo atual em relação à educação superior inspira pouca confiança”, destacou Ellie.

Fonte: O Estadão, disponível em: https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-sobe-e-e-o-7-pais-em-ranking-internacional-de-melhores-universidades,70003006137

12

Set

A professora Dra. Ariana Lima Costa foi premiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) como autora de uma das melhores teses do país. Ariana é docente do Departamento de História do Campus Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e recebeu a menção honrosa, equivalente a uma medalha de prata, pelo trabalho “De um Curso D’água a Outro: memória e disciplinarização do saber histórico na formação dos primeiros professores do curso de história da USP”.

Em janeiro, a tese dela já tinha sido vencedora do Prêmio Manuel Salgado de Melhor Tese como o melhor trabalho do Programa de Pós-graduação em História Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHIS/UFRJ) onde Ariana foi aluna sob orientação da professora Marieta de Morais Ferreira. “A minha pós-graduação indicou a minha tese para o prêmio nacional e o resultado saiu na sexta-feira. Isso significa que concorri com as melhores teses do país em história”, explicou Ariana. A premiação da Capes está prevista para dezembro, em Brasília.