Comunicação, estratégia e mercado

O Blog da Juliska é um espaço para falar sobre os temas acima e ainda trazer dicas, abordar as tendências, acompanhar novidades do mundo corporativo, das mídias sociais e do mercado publicitário. Interaja comentando nos posts ou pelo e-mail juliska.azevedo@gmail.com. Conto com sua companhia!

8

Jan

O desembargador João Rebouças defendeu o uso intensivo de novas tecnologias, como a inteligência artificial, para otimizar e acelerar os serviços do Poder Judiciário, destacando que lutará por “um tribunal 100% digital mas também 100% humano”. A declaração foi em seu discurso na sessão solene do Pleno do TJRN realizada na noite desta segunda-feira (7), no Centro de Convenções de Natal, para a posse dos novos dirigentes do Poder Judiciário Potiguar. 

“É inconcebível que tais facilidades não sejam utilizadas de forma a permitir que o lado humano possa se revelar em toda a sua grandeza e plenitude. Sonho e lutarei por um Tribunal 100% digital, mas também 100% humano”, destacou Rebouças em sua fala. O desembargador apontou os eixos Transparência, Produtividade e Efetividade jurisdicional como os que irão nortear a sua administração durante o biênio 2019-2020. 

Durante a sessão solene, foram empossados ainda o desembargador Virgílio Macedo Júnior como vice-presidente e o desembargador Amaury Moura Sobrinho como corregedor geral de Justiça. A solenidade foi acompanhada por autoridades e representantes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo, incluindo o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça.

Em seu discurso, João Rebouças apontou um dos desafios para a Justiça daqui para frente. “Em um mundo cada vez mais rápido e instantâneo, a Justiça precisa se reinventar em termos de atendimento, sob pena de sofrer a mais triste das penalidades: a indiferença”. Diante desse desafio, o novo chefe do Poder Judiciário afirmou que procurará oferecer uma prestação jurisdicional célere, com respostas rápidas e precisas, em benefício da população potiguar.

Lembrando seus quase 40 anos dedicados ao serviço público, dos quais 34 anos à magistratura, o desembargador João Rebouças afirmou que conhece o tabuleiro no qual jogará a mais importante partida de xadrez de sua carreira e que pretende impor um xeque-mate à morosidade processual.

“Não podemos mais aceitar que o processo mate sempre, por aborto, a decisão. O pensamento decisório do juiz é a razão de ser processo, não o contrário. Não é mais aceitável a morosidade, o retrabalho, a redundância, que são péssimas práticas enraizadas pelo tempo e que não têm mais razão de existir. Juízes é o que somos. Tratemos de decidir”, exortou o magistrado.

O presidente do Supremo Tribunal de Justiça e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Dias Toffoli, parabenizou a gestão que se despede, do desembargador Expedito Ferreira, pelo trabalho para a digitalização da Justiça, em especial com o Processo Judicial Eletrônico (PJe). O ministro se disse impressionado com o prestígio do evento da posse de João Rebouças, que contou com centenas de autoridades ligadas aos três poderes. “Tenha certeza de contar com nosso apoio para levar a Justiça para mais perto do povo”, disse ao novo presidente.

8

Jan

Manter os funcionários concentrados é um desafio para empresas, visto que a rotina exige que o colaborador esteja em frente a um computador na maior parte do tempo, com uma série de distrações online disponíveis. Para auxiliar esses negócios a avaliarem a eficiência de suas equipes e de que maneira podem estimular mais seus talentos, o ProdutivoApp oferece um software que calcula o rendimento das atividades exercidas ao longo do dia a dia.

As informações divulgadas pelo Portal Tecmundo levam em consideração uma rotina diária de 8 horas de trabalho, o colaborador desempenha atividades online relacionadas à sua função por 5h12min, fica fora do computador por 1h57 e passa 51 min em redes sociais, plataformas de streaming e sites de compras, segundo levantamento da companhia. WhatsApp, YouTube e email pessoal são os acessos que mais distraem o funcionário das tarefas relacionadas à sua atuação profissional. O primeiro ocupa 44% desse tempo, o seguinte soma 20% e o último, 18%.

De acordo com o levantamento do ProdutivoApp, segunda e quinta-feira são os dias mais produtivos para os funcionários, com índices que chegam a 89% e 82%, respectivamente, contra 72% das sextas-feiras. A pesquisa levou em consideração a rotina de aproximadamente 20 mil trabalhadores em 2018.

Ainda segundo a matéria também é preciso considerar os diferentes momentos do dia, os quais apresentam taxas de eficiência distintas. Segundo a análise, um trabalhador que permanece no escritório das 9h às 18h (com 1 hora de intervalo) e tem a divisão dos horários em três turnos (manhã, tarde e final de tarde), demonstra rendimento superior no período matutino, com 83% de produtividade, com queda progressiva ao longo da tarde e no final do expediente.

Avaliar esses dados por meio da plataforma fornece dados para que tanto gestores quanto equipes possam rever sua atuação e analisar o que pode ser melhorado. “Uma estratégia para alcançar resultados melhores em dias de menor produtividade é substituir atividades normais por funções mais dinâmicas, como reuniões e treinamentos, que exigem participação ativa do funcionário”, sugere um dos sócios do ProdutivoApp, Rafael Nunes.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137681-brasileiros-gastam-1h-dia-redes-sociais-trabalho.htm

8

Jan

A Amazon ultrapassou por pouco a Microsoft e se tornou a maior empresa de capital aberto do mundo, segundo a lista reordenada em Wall Street. Segundo dados da Bloomberg, as ações da empresa de comércio eletrônico subiram 3,4%, uma alta que rendeu uma capitalização de mercado de US$ 797 bilhões, ou R$ 2,97 trilhões. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com o site, embora isso esteja abaixo do valor de mercado recorde da Amazon, que já superou US$ 1 trilhão no último mês de setembro, foi o suficiente para ultrapassar a Microsoft, que tem valor de US$ 789 bilhões, ou R$ 2,94 trilhões. As ações da Microsoft, as mais valiosas do mundo em novembro, subiram apenas 0,1% hoje.

A dona do primeiro lugar como empresa de capital aberto mais valiosa do mundo durante anos foi a Apple, que agora amarga um terceiro lugar distante atrás das duas primeiras. O valor de mercado da Maçã chega a US$ 702 bilhões, ou R$ 2,62 trilhões, bem abaixo de Amazon e Microsoft atualmente. Em setembro, a Apple atingiu o recorde de valor, tendo chegado a US$ 1,1 trilhão, ou R$ 4,1 trilhões.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137682-amazon-ultrapassa-microsoft-empresa-valiosa-mundo.htm

8

Jan

 Deu no Techtudo:

Inteligência Artificial, blockchain e criptografia podem ser os alvos de cibercriminosos em 2019. O Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgou na revista MIT Technology Review as ameaças cibernéticas emergentes para se preocupar este ano. O texto aponta para as tecnologias relativamente recentes entre as mais visadas para golpes em um futuro próximo. O fato de ainda serem novas pode fazer com que brechas desconhecidas surjam e sejam exploradas por pessoas mal intencionadas. Confira a seguir ao que usuários e empresas devem ficar atentos e como se proteger.

1. Deepfake: vídeos e áudios falsos gerados por Inteligência Artificial

De acordo com os especialistas do MIT, os progressos da tecnologia de Inteligência Artificial já permitem a criação áudios e vídeos falsos bastante realistas como, por exemplo, os chamados deepfakes. Algo que antes dependia de recursos de um estúdio de cinema para ser feito, agora depende somente de um bom computador com uma placa gráfica respeitável.

Pode parecer algo muito futurista, mas a tecnologia já tem sido usada para inluir o rosto de famosos em vídeos pornográficos. Pesquisadores da Universidade de Washington produziram em 2017 um vídeo deepfake do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama. A tecnologia foi usada para modelar precisamente como o político move sua boca quando fala, permitindo-o dizer qualquer palavra

Cibercriminosos podem utilizar essa tecnologia para compartilhar conteúdos falsos como forma de reforçar instruções em e-mails de phishing, a fim de convencer as pessoas a informarem seus dados pessoais. O instituto indica que se esses filmes e arquivos de áudio simulassem um CEO de uma empresa anunciando problemas financeiros, por exemplo, poderiam até mesmo ser usados para manipular ações no mercado financeiro. O recurso também poderia ser usado para espalhar fake news em eleições e para provocar conflitos em tensões geopolíticas.

Embora empresas estejam desenvolvendo formas de identificar conteúdos deepfake, por enquanto, a única forma de realmente proteger as possíveis vítimas é conscientizá-las sobre o risco.

2. Derrubando as defesas criadas por Inteligência Artificial

A publicação do MIT explica que as empresas de segurança têm utilizado modelos de inteligência artificial como uma forma de ajudar a antecipar e detectar ataques cibernéticos. No entanto, cibercriminosos perspicazes poderiam ser capazes de corromper essas defesas e gerar ataques mais sofisticados.

De acordo com os especialistas, um tipo de AI chamado de Redes Geradoras Adversárias (GANs, na sigla em inglês) lança duas redes neurais uma contra a outra e “podem ser usadas para tentar adivinhar o que os defensores de algoritmos estão usando em seus modelos de IA”. Os pesquisadores também temem que os hackers usem conjuntos de dados para treinar e enganar esses modelos, ensinando-os que códigos maliciosos seriam seguros e não suspeitos.

Em agosto, pesquisadores da IBM informaram ao site Tech Republic que haviam criado um malware chamado Deep Locker, com o objetivo de demonstrar como as tecnologias de IA já existentes no código aberto podem ser facilmente combinadas com ataques de malware. Eles usavam o recurso para ocultar a intenção maliciosa em aplicativos teoricamente inocentes e desbloqueavam o comportamento “ruim” na oportunidade certa.

3. Desafiando os blockchains

Blockchain é um banco de dados distribuído que guarda um registro de transações e utiliza a descentralização como medida de segurança. A tecnologia, comumente associada à criptomoedas, como Bitcoin, elimina a necessidade de um intermediário para realizar negociações entre duas partes. A promessa é de que as informações desses contratos sejam guardadas de forma permanente, ou seja, livre de alterações ou exclusões, à prova de violações.

Contudo, os analistas do MIT destacam que, apesar de muitos empreendedores usarem o blockchain para tudo — “desde transferências de dinheiro até proteção de propriedade intelectual” — , seu desenvolvimento ainda é muito inicial e pesquisadores estão encontrando alguns problemas. E, consequentemente, os cibercriminosos também descobrem e já exploram essas falhas para roubar fortunas em criptomoedas.

De acordo com Dawn Song, professora da Universidade da Califórnia, em Berkeley, a medida para resolver essa situação seria tornar as transações menos transparentes. Entretanto, manter privados os dados associados a contratos inteligentes é ainda um desafio. Em meados de 2018, a rede de criptomoeda Zencash sofreu três ataques, nos quais o invasor explorou regras pouco seguras para confundir o sistema e, assim, obter dinheiro. De acordo com o site Coindesk, o criminoso conseguiu mais de 21.000 zen, que equivaliam a US$ 500.000 (quase R$ 1.9 milhão) na época.

4. Criptografias não tão seguras

Os projetos de computadores quânticos ainda estão engatinhando, mas quando forem uma realidade, daqui a alguns anos, serão capazes realizar o processamento de dados em um tempo muito inferior que os dispositivos de última geração. Sendo assim, poderiam quebrar a maioria dos sistemas de criptografia, que hoje em dia auxilia em uma série de transações online.

“Um relatório recente de um grupo de especialistas quânticos dos EUA pede que as organizações comecem a adotar novos e futuros tipos de algoritmos de criptografia que possam resistir a um ataque quântico”, explica o artigo da revista do instituto de tecnologia norte-americano. Portanto, a sugestão é que, desde já, se invista em padrões de criptografia pós-quântica, principalmente em aparelhos que estarão em uso daqui a uma década ou mais, como carros com softwares que podem ser atualizados remotamente.

5. Ataques na nuvem

Salvar arquivos na nuvem é uma medida de segurança que muitos usuários e empresas vêm tomando nos últimos anos como forma de evitar perder documentos importantes. Entretanto, essa popularização também chama a atenção de criminosos virtuais, que passaram a ver como alvos em potencial companhias que hospedam os dados de outras em seus servidores ou gerenciam os sistemas de TI dos clientes remotamente.

Caso um hacker consiga encontrar uma brecha, ele também passa a ter acesso aos dados de todos os seus clientes. E, de acordo com o MIT, esse tipo de ataque (chamado de "Cloudhopper") já é uma realidade. Segundo o Instituto, o governo norte-americano acusou cibercriminosos chineses de acessarem o sistema de sistemas de uma empresa que gerenciava a TI para terceiras e, assim, acesso aos computadores de 45 corporações, de diferentes áreas de atuação, de todo o mundo.

Fonte: Portal Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/01/cinco-ameacas-online-para-ficar-de-olho-em-2019-segundo-o-mit.ghtml

 

8

Jan

Os proprietários de veículos automotores do Rio Grande do Norte já podem conferir no site do Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) os valores e boletos da taxa de licenciamento referente a 2019. Este ano o Detran passou a não emitir o carnê físico de taxas e impostos relacionados aos veículos e o usuário deve buscar a emissão dos boletos via site do Departamento, unidades físicas do Detran distribuídas no estado, agências do PágFácil, Banco do Brasil ou por meio do aplicativo oficial do Detran produzido para smartphones.

Além da taxa de licenciamento de veículo automotor, que é a única que é administrada pelo Detran, o cidadão pode emitir os boletos bancários relativos ao IPVA (de responsabilidade da Secretaria Estadual de Tributação), seguro DPVAT (Banco do Brasil – Seguradora Líder), e a Taxa de Proteção contra Incêndio, Salvamento e Resgate em via Pública, que é destinada ao Corpo de Bombeiros Militar do RN. Uma boa notícia é a redução média de aproximadamente 64% no valor do seguro DPVAT. Um exemplo são os veículos considerados de passeio, que pagaram R$ 45,72 em 2018, e neste ano podem quitar o seguro no valor de R$ 16,27.

Outro ponto, é que neste ano o proprietário de automóvel que vai receber o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) em seu endereço deve quitar uma taxa de R$ 7,00 destinada aos Correios, porém o subcoordenador de Informática do Detran, Hugo Guimarães, informou que o valor do envio da correspondência é extinto para aquele usuário que optar por receber o CRLV em um dos postos de atendimento do Detran que emitem o documento. “Basta que o cidadão se dirija ao posto do Detran e solicite o documento que a taxa de envio dos Correios não será cobrada”, explicou.

Para ter acesso a página de emissão dos boletos do Detran é simples, basta que o usuário vá até o endereço eletrônico da instituição digitando www.detran.rn.gov.br. Com a página aberta, o cidadão clica no ícone “Consulta de veículos e boletos”. Logo em seguida é mostrada uma página onde é possível digitar a numeração da placa e do Renavam do veículo a ser consultado. Dessa forma é possível ter acesso ao ambiente online onde fica disponível os boletos referentes a taxa de licenciamento, IPVA, DPVAT, Taxa dos Bombeiros, além de possíveis débitos de infrações de trânsito relacionadas ao veículo consultado.

Um outro ponto positivo é a possibilidade do proprietário pagas as taxas no banco de sua escolha. A medida implantada pelo Detran funciona para os débitos referentes ao licenciamento, IPVA do veículo e Taxa dos Bombeiros. É só clicar no imposto que deseja efetuar o pagamento, e imediatamente é aberta uma nova tela com as opções de emissão de boleto direcionado ao Banco do Brasil ou as demais instituições bancárias.

8

Jan

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) inicia hoje (8), pelo quinto ano consecutivo, a campanha Janeiro Branco. As atividades serão abertas à comunidade geral e oferecem rodas de conversa, oficinas, exposição e debate de filmes, tendo como novidade em 2019 a oferta de plantões psicológicos.

Idealizada no Brasil em 2013, a iniciativa tem como objetivo atrair a atenção das pessoas e de instituições para os temas da saúde mental e emocional, com uma programação marcada por reflexões dos indivíduos sobre suas vidas, planos e sonhos para o ano novo.

A campanha na UFRN inicia nesta terça-feira, 8, às 9h, com uma oficina de arte no auditório da Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DAS) da UFRN, onde também será realizado cine-debate em saúde mental no dia 29, no mesmo horário. O Serviço de Psicologia Aplicada (SEPA) recebe atividade de dança, às 9h30 do dia 9 de janeiro; roda de conversa, às 10h do dia 10; meditação Mindfulness em 14 de janeiro, às 10h; cine-debate nos dias 16 e 17, às 9h; além do jogo “Ligados na vida”, a partir das 13h30 do dia 18 janeiro, que terá continuidade no mesmo horário do dia 25. Ainda no SEPA, acontecem as oficinas “Aprendendo a meditar”, nos dias 22, 24, 29 e 31 de janeiro.

Os plantões psicológicos serão promovidos a partir do dia 14, mediante prévia inscrição exclusivamente pelo link aqui. Outras informações estão disponíveis neste endereço.

8

Jan

Analisar desequilíbrios na cobertura jornalística de um determinado tema requer o exame de grande quantidade de material e pode ser uma tarefa trabalhosa. Pensando em facilitar essa missão, um grupo de pesquisadores desenvolveu uma ferramenta que automatiza a coleta de reportagens.

Feita na linguagem de programação python, a iniciativa provisoriamente chamada de impacto-midia é aberta e as instruções para utilizá-la estão em um repositório no GitHub. Sua interface permite que o usuário visualize todos os títulos, links e estatísticas de engajamento em redes sociais das reportagens que tenham os termos de busca no título ou no corpo, rankeando e categorizando-as. Depois disso, basta exportar e ver o resultado.

“Costumava ser bastante laborioso selecionar, baixar e categorizar uma grande quantidade de reportagens. Usando nosso código, o tempo gasto com isso pode ser bastante reduzido”, explica Pedro Burgos, que desenvolveu a ferramenta junto com Álvaro Turicas e Bernardo Vianna.

Parte do código da impacto-midia tem origem no projeto iniciado por Burgos em 2017, o Impacto.Jor, cujo propósito é responder a duas perguntas: para que serve o jornalismo e como saber se ele está funcionando? Para isso, o projeto entrega aos veículos parceiros métricas que permitem avaliar o desempenho de uma reportagem e medir o seu impacto além dos números de audiência.

Burgos conta que o Impacto.Jor permitiu que algumas hipóteses sobre o impacto do jornalismo fossem revistas. No pleito eleitoral, por exemplo, percebeu-se que quando um político importante cita uma reportagem, isso não necessariamente influencia o debate político. “Durante a eleição o que mais vimos foi oponentes políticos usando reportagens apenas para atacar o adversário. O que é legítimo e pode ser impacto, mas pode-se dizer que é impacto ‘positivo’ para os leitores que são seguidores de um político X e ‘negativo’ para os outros eleitores”, diz.

Segundo o jornalista, a experiência se mostrou especialmente útil para veículos de cobertura essencialmente local, como a Gazeta do Povo. “Em nível local, o impacto costuma ser bem mais nítido: o repórter escreve sobre as lâmpadas queimadas de uma praça, e a prefeitura tem que agir”, exemplifica. “Não há partidarismo, e a função do jornal como instituição que cobra os poderosos, e faz a ponte entre sociedade civil e governo é bem nítida”, diz Burgos.

No caso de veículos de alcance nacional, apesar do impacto ser grande, muito do “automaticamente capturável” pela ferramenta se mostrava apenas parte do jogo político. “Nossos robozinhos, que alimentam a ‘dashboard de potenciais impactos’ de cada um dos parceiros, produziram vários ‘falsos positivos’ especialmente durante as eleições”, conta o desenvolvedor.

“O impacto-midia foi uma maneira que encontramos de usar parte do código que escrevemos [no Impacto.jor] para ajudar pesquisadores em uma área que acreditamos precisa de apoio: a automação de pesquisas em mídia”, diz Burgos

Com informações da Abraji

8

Jan

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou a notificar usuários de 15 estados nas regiões Nordeste, Sudeste e Norte sobre o bloqueio de celulares irregulares. A medida será adotada no dia 24 de março e vai atingir aparelhos adquiridos a partir desta segunda-feira. Telefones comprados até ontem, portanto, em regra não serão desativados pela agência.

Os alertas enviados a partir de hoje fazem parte da 3ª fase do programa Celular Legal. A primeira etapa teve início em fevereiro e abarcou o Distrito Federal e Goiás. Em seguida, foram incluídos os demais estados do Centro-Oeste, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Acre, Rondônia e Tocantins. Com a fase iniciada hoje, o programa abarca todas as unidades da Federação.

Os comunicados desta 3ª etapa serão enviados, no Nordeste, para usuários nos estados de Alagoas, da Bahia, do Ceará, Maranhão, da Paraíba, do Piauí, de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e de Sergipe. O informe também chegará para consumidores de São Paulo e Minas Gerais, no Sudeste, e do Amapá, Amazonas, Pará e de Roraima, no Norte.

Além dos alertas enviados a partir de hoje a quem comprar esses celulares, serão enviadas mensagens similares faltando 50 e 25 dias para o bloqueio. O usuário que tiver dúvidas sobre o procedimento pode obter mais informações sobre o programa no sítio oficial da Agência Nacional de Telecomunicações.

Celular irregular

Celular irregular é considerado pela Anatel não certificados pelo órgão ou sem o código identificador válido (IMEI, espécie de CPF do celular). Para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com o que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de o aparelho ser irregular.

Uma linha também pode ficar irregular caso seja ativada (como na compra de um novo chip) em um aparelho antigo sem IMEI válido. Ou seja, um consumidor pode não ter recebido mensagem por ter obtido o dispositivo móvel antes do início do programa. Mas se ele não estiver regular, no momento da ativação de outra linha será bloqueado no mesmo prazo (75 dias). O usuário que quiser conferir a situação do seu aparelho pode fazê-lo pelo site da Anatel.

A irregularidade pode ocorrer em casos de importações sem passar por órgãos de controle do país ou quando celulares são roubados e revendidos. Também há casos em que o código é adulterado, ou até mesmo replicado (como quando smartphonessão clonados).

Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euller de Morais, um dos objetivos do bloqueio é dificultar a comercialização de aparelhos furtados ou com algum tipo de irregularidade. “O projeto vai inativar terminais que foram roubados. Um dos objetivos é coibir o furto e adulteração”, disse à Agência Brasil.

Os celulares irregulares não têm garantia de atender aos requisitos da agência, como compatibilidade com as redes brasileiras. Além disso, segundo a Anatel apresentam riscos ao consumidor, como aquecimento, choques, emissão de radiação, incêndio ou até explosões.

O presidente da agência explicou que a regularidade do aparelho não se limita aos produtos comprados aqui. Uma vez que o código é internacional, um cliente pode adquirir um equipamento destes e utilizar no Brasil.

Comunicar roubo

O bloqueio de aparelhos celulares é um recurso existente desde 2016. O usuário pode solicitar o impedimento a sua operadora ou à Polícia quando tiver sido roubado ou seu aparelho tiver sido extraviado.

Com informações da Agência Brasil

7

Jan

Professora Cláudia Santa Rosa

Têm sido comum algumas abordagens sobre o ensino médio da rede estadual do RN, comparando-o ao ensino médio dos excelentes institutos federais (IFs). Ora, não podemos esquecer de um detalhe básico: o IFRN leva os melhores estudantes, anualmente, para suas unidades. Leva os mais preparados, inclusive da rede particular, por meio de disputado processo que seleciona e classifica "os que sabem mais" para preenchimento das suas vagas. 

Mantidos com recursos federais, os IFs conseguem oferecer o ensino compatível com o valor pomposo de seu custo-aluno, infinitamente superior ao valor investido no aluno da rede estadual. Sendo assim, com todo respeito, os institutos federais têm obrigação de ser excelentes, de norte a sul do país.

Atentemos: na Rede Estadual ficam os demais jovens, de formação insuficiente para ingressar nos disputados IFs ou os ótimos que residem distantes de uma das unidades. Ainda bem que existe uma rede estadual que universaliza a oferta, que inclui os que a procura, a rede que não é excludente quanto ao acesso e que precisa de mais estrutura e mais qualidade para garantir o direito à educação dos que dela dependem e a tem como única opção. 

Convém não esquecermos, ainda, que o ensino médio da rede estadual recebe estudantes não somente das escolas estaduais, a maioria é oriunda de escolas municipais. Como vemos, melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do ensino médio não depende apenas da rede estadual, mas do fortalecimento do regime de colaboração com os municípios, naquilo que é o essencial. 

Convém indagar: como se esperar IDEB alto no ensino médio estadual se os avanços não ocorrerem desde o ensino fundamental em toda rede pública? 

Finalmente, precisamos atentar para um aspecto importante: o ensino médio do RN sempre foi o último ou penúltimo do ranking elaborado a partir do IDEB. Durante 10 anos - 2005 a 2015 - o RN oscilou entre o último e o penúltimo lugar. Fala-se em terceiro pior com tom de espanto: "como se deixou o estado do RN ser o terceiro pior ensino médio do país?". 

Essas pessoas desavisadas se referem à edição de 2017, justamente a que houve avanço, ainda que tímido. Falam como se o estado já tivesse alcançado posição melhor e em 2017 tivesse despencado para o terceiro lugar, de baixo para cima. Um equívoco!

Além dos projetos de formação e acompanhamento que estão em curso para fazerem frente à situação delicada que muitos vibram ao propagar, decorrente de uma história de pouca atenção ao ensino potiguar, é preciso falarmos em escolas técnicas e escolas de tempo integral, do ponto de partida que o RN se encontra: a rede estadual já conta com 40 escolas de ensino médio e 20 de ensino fundamental em tempo integral, além de 62 unidades ofertando ensino técnico. 

Portanto, estamos a falar de um problema que, há dois anos, vem sendo tratado com a atenção merecida pelos que fazem a educação potiguar - do órgão central às escolas - por meio de estratégias sustentadas por programas, projetos e ações claramente definidas, à luz do Plano Estadual de Educação. 

Cláudia Santa Rosa é professora da rede estadual desde 1990, Especialista em Psicopedagogia, Mestre e Doutora em Educação. Fundadora do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE).

7

Jan

O Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), participará de uma das mais importantes feiras do mercado europeu - a "Vakantibeurs", em Utrech, na Holanda. O evento acontece de 09 a 13 de janeiro e terá como ponto alto para o Estado o lançamento do voo Amsterdã/Natal, previsto para começar a operar em novembro de 2019 com duas frequências semanais. Na ocasião, estarão presentes representantes da Embaixada do Brasil na Holanda.

Esta será a quarta participação do Estado potiguar, que levará estande próprio pela primeira vez. A secretária de Turismo do RN, Ana Maria da Costa, destacou que  a iniciativa é  resultado de uma ação estratégica dentro da proposta de desenvolvimento econômico do estado através do turismo, fomentador da cadeia produtiva local. “Essa ação já vem sendo planejada e discutida com o trade e viabilizada através de recursos do Projeto Governo Cidadão, com investimento no estande do Rio Grande do Norte”, disse Ana Maria.

O Governo do RN levará  material promocional dos seus cinco polos turísticos. Esses encartes destacarão as belezas naturais, além de artesanato e castanha de caju produzidos pelas cooperativas da agricultura familiar.

A secretaria da Setur assinalou ainda que o público visitante da feira tem em média 51 anos de idade e o gasto aproximado por participante é estimado em 3 mil euros. “A América Latina é o segundo destino mais procurado da Europa, atrás apenas da Ásia. Precisamos aproveitar esse cenário favorável”, finalizou ela.

Estarão representando o estado na feira a secretária de Turismo do RN, Ana Maria da Costa, e representantes da hotelaria e outras entidades do trade turístico potiguar.