Comunicação, estratégia e mercado

O Blog da Juliska é um espaço para falar sobre os temas acima e ainda trazer dicas, abordar as tendências, acompanhar novidades do mundo corporativo, das mídias sociais e do mercado publicitário. Interaja comentando nos posts ou pelo e-mail juliska.azevedo@gmail.com. Conto com sua companhia!

13

Nov

Se você utiliza o Twitter sabe o quão ruim é não poder editar o conteúdo de uma postagem na rede social por conta de um pequeno erro de digitação. Desde o lançamento da plataforma, muitas coisas mudaram, tanto é que hoje já é possível usar mais de 140 caracteres em um tweet. Agora, os executivos da empresa estão pensando em adicionar o tão aclamado botão de edição. As informações são do Olhar Digital.

Segundo o site, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, finalmente está mostrando simpatia pela adição de um botão de edição na plataforma. Por muito tempo, isso foi tratado como um tabu.Em um evento realizado na Índia, Dorsey disse que a empresa está considerando cuidadosamente os casos de uso do botão de edição antes de torná-lo uma realidade. A ideia é usar este recurso para corrigir erros de digitação.

O botão de edição ainda não chegou ao Twitter por um motivo muito simples: poderia causar a edição massiva de declarações controversas e que possam causar danos a terceiros. E, na era das fake news, todo o cuidado é bem-vindo. E aí, qual é a sua opinião: o Twitter deveria ou não adicionar o botão de edição para os tweets?

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/twitter-pode-ganhar-botao-de-edicao-para-corrigir-erros-de-digitacao/79837

13

Nov

Superar as dificuldades educacionais e garantir que um número maior de pessoas possa diferenciar e evitar desinformação e ódio é fundamental para a redução do índice de compartilhamento desses conteúdos considerados tóxicos. E talvez ajude a explicar pelo menos parcela dos dados obtidos com exclusividade pela BBC News Brasil junto à ONG SaferNet. O levantamento mostra um preocupante crescimento de postagens na internet com mensagens que incitem a prática de crimes, pregando a violência ou o extermínio de grupos e minorias, ou divulgando mensagens de cunho racista. As informações são do portal ANJ.

De acordo com a matéria, os números mostram que durante os 21 dias que separaram as votações em primeiro e em segundo turno na eleição deste ano as denúncias com teor de xenofobia cresceram 2.369,5%, de apologia e incitação a crimes contra a vida, 630,52%, de neonazismo, 548,4%, de homofobia, 350,2%, de racismo, 218,2%, e de intolerância religiosa, 145,13%.

O número total de denúncias mais que dobrou em relação ao pleito de 2014: passou de 14.653 para 39.316 neste ano. A maior parte do conteúdo denunciado por meio da plataforma da SaferNet estava no Facebook. Entre 16 de agosto e 28 de outubro, 13.592 denúncias foram feitas tendo URLs (os endereços) da rede social. Em segundo lugar vem o Twitter, com 1.509, seguido de Instagram, com 1.088, e do YouTube, com 400.

"A internet é caixa de ressonância da sociedade. Essas eleições foram muito polarizadas, e isso se refletiu nas redes sociais", diz o presidente da SaferNet, Thiago Tavares, ouvido pela BBC News Brasil. O crescimento de denúncias das eleições de 2014 para 2018, afirma, também se deve à "produção e difusão em escala industrial” de conteúdos enganosos criados para incentivar o ódio, o preconceito e a discriminação.

"Boa parte das fake news tinham alvos claros: mulheres, negros, pessoas LGBT. Então, não surpreendeu que esses grupos fossem vítimas desses ataques", diz Tavares. O Ministério Público Federal tem acesso a todas as denúncias feitas na plataforma da ONG, e a partir desse banco de dados faz investigações.

Fonte: Portal ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14384-analfabetismo-funcional-no-brasil-e-obstaculo-para-educacao-midiatica-peca-importante-no-combate-a-desinformacao-e-odio-nas-redes-sociais.html

13

Nov

"Organização impecável e povo hospitaleiro. Estou muito contente em contribuir para o ecossistema empreendedor. Até a próxima Natal". A mensagem do palestrante Fernando Godoy, founder na Gaia Hyper Group e investidor serial de startups, reforça a impressão deixada pelo Fórum Negócios, realizado nos dias 9 e 10 de novembro, na Arena das Dunas. Um "mega evento" corporativo à céu aberto, como definiu Silvia Patriani, outra renomada palestrante. Só em negócios, foram gerados cerca de R$ 10 milhões, de acordo com o primeiro levantamento feito pela organização.

Rico em conteúdo, o maior evento corporativo do Nordeste ainda oportunizou empreendedores a desenvolverem o networking na feira de oportunidades e negócios, instalada na área de hospitalidade da arena multiuso. Na Arena Febracis, montada no auditório do estádio, investidores, empreendedores, educadores e influenciadores digitais participaram de rápidas conversas (Business Talks), em forma de painéis, sobre vários temas e rodadas de negócios. Cases de sucesso de alguns parceiros e patrocinadores também foram apresentados.

A expressão "Arena dos Tubarões", estampada na porta de entrada da Arena das Dunas e que fazia referência ao reality show Shark Tank, da Sony, sobre startups, refletiu nos negócios gerados durante o Fórum: R$ 10 milhões, entre investimentos nas empresas de financiamento, venda de livros, imóveis, alimentos e bebidas, contratação de serviços e no investimento na Click Pão, startup potiguar que venceu o concurso GO UNICÓRNIO, realizado no sábado, durante o evento.

Arena
E o fato de ter sido realizado numa arena de Copa do Mundo deu uma dimensão ainda mais superlativa ao evento corporativo, tanto que o palestrante Caíto Maia, fundador da Chilli Beans, chegou a dizer que se sentia uma Ivete Sangalo, fazendo show para tanta gente num estádio de futebol. "É incrível, tudo isso aqui. Natal e Jean (Valério, jornalista idealizador do Fórum) estão de parabéns. Estou me sentindo uma Ivete Sangalo (risos)". Além do palco instalado à beira do campo, virado para a arquibancada, o público ainda pode acompanhar todo o conteúdo apresentado nas palestras através de super-telões de LED.

Empolgado com a overdose de conteúdo, o contador Luiz Roberto disse que já vai garantir a vaga dele para o próximo ano. “Foi um evento muito bom. Gostei mais das palestras da sexta-feira. E ano que vem, com certeza, estarei presente, novamente”. A advogada Nadia Confessor entrou na onda do “mega-evento”, citado pela palestrante Silvia Patriani, e soltou essa: “foi um eventão, muito bom mesmo”. “Eu gostei bastante. A proposta é excelente”, destacou Ana Elizabeth, do marketing do Aeroporto Internacional Aluísio Alves.

Vários temas foram discutidos nos dois dias de evento: gestão, produtividade, marketing digital, vendas, alta performance, inovação, realidade virtual e aumentada, tecnologia, criatividade e empreendedorismo. E um seleto público de 3,5 mil pessoas acompanharam a overdose de palestras, ministradas por uma verdadeira constelação: Sandro Magaldi, Martha Gabriel, Tathiane Deândhela, Caíto Maia, Fred Alecrim, João Kepler, Fábio Silva, Silva Patriani, Ben Zruel, Marcos Scaldelai, Rick Chester, Ricardo Karpat, Fernando Godoy e Dirceu Simabucuru.

Propósito
Para o jornalista e idealizador do Fórum Negócios, Jean Valério, o evento foi um marco para o mundo corporativo do Estado e da região Nordeste. “O nosso propósito é criar toda essa atmosfera de empreendedorismo, trazendo os melhores do Brasil, usando o poder das conexões. Hoje, a gente tem credibilidade e sabe se comunicar bem e muita conexão com essas pessoas que acreditam no nosso propósito. Foi muito gratificante vê as pessoas saindo do Fórum realizadas de conhecimento, muitas delas transformadas, dizendo que esse evento modificaria a vida delas ou o negócios delas”, declarou Jean.

Entre as novidades, uma que cativou muito os pais que foram ao Fórum foi o Espaço Kids. Sob a coordenação do ‘TimTim por TimTim Buffet’, um dos parceiros do evento, foi oferecido um serviço vip para a criançada. Acompanhada dos pais ou responsável, meninos e meninas até 10 anos de idade puderam usufruir de um espaço destinado especialmente para eles, com lanches, muitas brincadeiras e o melhor: total segurança.

O Fórum Negócios 2018 foi um oferecimento da ACarta Comunicação e Portal/Revista Negócios - www.portalnegocios.com.br - e tem o apoio da Arena das Dunas, Sebrae, Coca-Cola, Heineken, Geap,3 Corações, Algar Telecom, Gonden Tulip, Praia Shopping, Dois A Urbanismo, Federal Invest, Febracis, Grand Nordeste Planejamento, Reserva Bonfim, Potigás, Fala Síndico Brasil, ABIH, Sodiê Doces, O Boticário, ADInvest, Clínica do Shopping, Sunline Viagens e Turismo, Governo do RN e Intertv Cabugi.

Foto: Bruno Póvoa 

13

Nov

De 23 a 25 de novembro, o colégio CEI Romualdo promove a 20ª edição do Festival de Teatro Amador do CEI (FETAC), com apresentações no Centro de Atividades Culturais da escola. Os atores são alunos de turmas do Ensino Fundamental e Médio, sob a coordenação dos professores Ruth Freire e Paulo Nascimento.

A abertura do Festival será na sexta-feira, 23, com a encenação da peça “O Segredo das Tábuas”, com enredo inspirado nas obras clássicas de William Shakespeare. A programação segue no sábado, 24, com duas apresentações. Às 17h30, “A Mansão Assombrada do Capitão Bonança”, encenação baseada na peça Pluft, o Fantasminha, de Maria Clara Machado. Em seguida às 19h30, será a vez de “Aiédem: Essa sou eu”.

O FETAC segue no domingo com mais três peças. Às 16h será apresentada a peça “O Bonequinho Azul”. Em seguida, às 17h30 “A Torre de Piche”, adaptada da obra de Maria Clara Machado, A bruxinha que era boa.

Encerrando o Festival terá a peça “Verão de Sonhos”, às 19h30, adaptada da obra de William Shakespeare. Os ingressos podem ser adquiridos na cantina da escola no valor de R$ 25,00.

13

Nov

Três entre cada dez brasileiros são considerados analfabetos funcionais, diz nova edição do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), pesquisa idealizada em parceria entre o Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa e realizada com o apoio do IBOPE Inteligência. No entanto, de acordo com o estudo, em matéria divulgada pela ANJ, mesmo com suas dificuldades – limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana – esse grupo é usuário frequente das redes sociais.

Entre eles, 86% usam WhatsApp, 72% são adeptos do Facebook e 31% têm conta no Instagram. Os dados revelam o tamanho do desafio existente no país no que diz respeito a uma das principais frentes contra desinformação e ódio na internet, que subiram em assustadores percentuais no segundo turno da eleição deste ano, segundo a BBC News Brasil: a alfabetização midiática. 

De acordo com a matéria, um dos reflexos do baixo nível de alfabetismo no contexto digital é que essas pessoas ficam mais vulneráveis à desinformação, especialmente memes, imagens manipuladas e usadas em contexto falso, diz Christine Nyirjesy Bragale, vice-presidente de comunicação do The News Literacy Project, entrevistada pela BBC News B rasil. "Obviamente elas têm uma capacidade limitada para checar através de pesquisa e leituras paralelas, e seu acesso a jornalismo impresso de qualidade é limitado", explica Christine.

A especialista norte-americana afirma que, para superar o problema, o primeiro passo é garantir que as pessoas, independentemente de seus níveis de leitura, compreendam que a desinformação pode vir por diferentes canais, incluindo imagens manipuladas e vídeo e se espalhar rapidamente. "Só essa consciência já é um começo para combater a desinformação e diminuir a sua propagação."

Pollyana Ferrari, jornalista, pesquisadora de mídias digitais e professora da PUC-SP, diz acreditar que o trabalho de conscientização só virá com o amadurecimento do uso das redes sociais, que ainda é recente no Brasil (14 anos), além de educação. Ela cita o caso de Portugal, que oferece aulas de letramento em mídias digitais nas escolas de educação básica desde os anos 90.

"A pessoa não vai deixar de ver um vídeo e compartilhar, o brasileiro acredita muito no grupo do WhatsApp da família, seja para o bem ou para o mal. As pessoas têm direito de ter um celular, pode ter mais risco de cair em golpes e receber vírus, mas vai aprender usando. Mas não há o que fazer, a responsabilidade é dos governos, das empresas, de treinar, formar, o trabalho é coletivo e de 'formiguinha'."

A professora lembra que, até pela dificuldade de interpretação de texto, as mensagens falsas se propagam mais por mensagens em áudio. "Muita gente acredita nas 'fakes news' porque não tem bagagem, não tem senso crítico, quando há uma escolaridade precária, a pessoa fica muito mais manipulável."

No WhatsApp, segundo o Inaf, as chances de proliferação de desinformação são realmente maiores. Além do fato de que há maior nível de confiança entre participantes de grupos (amigos, familiares etc), gratuidade e de certo anonimato, quase não há diferença de uso entre os grupos divididos por nível de alfabetização. Enquanto 92% dos analfabetos funcionais enviam mensagens escritas, o índice é de 99% entre os alfabetizados; 84% dos analfabetos funcionais compartilham textos que outros usuários enviaram, já 82% dos alfabetizados fazem isso.

Foto/pixabay. Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14384-analfabetismo-funcional-no-brasil-e-obstaculo-para-educacao-midiatica-peca-importante-no-combate-a-desinformacao-e-odio-nas-redes-sociais.html

13

Nov

A companhia que administra o serviço postal do Japão, Japan Post, realizou nesta quarta-feira a primeira entrega de correspondência com um drone no país entre duas filiais na prefeitura de Fukushima, no nordeste do arquipélago.

O dispositivo não-tripulado partiu da filial da cidade de Minamisoma por volta das 9h local (22h, de terça-feira em Brasília) e chegou cerca de 15 minutos depois à cidade de Namie, localizada a 9 quilômetros de distância, segundo a agência local de notícias "Kyodo".

O drone, capaz de voar a uma velocidade máxima de 54 quilômetros por hora e transportar até dois quilos de peso, levava folhetos de felicitações de Ano Novo e desenhos destes aparelhos feitos por crianças, detalhou o citado meio de comunicação.

Por enquanto, a empresa planeja limitar as operações com drone para testar a capacidade do aparelho.

Os drones serão usados inicialmente para enviar documentos internos e folhetos publicitários, e no futuro a companhia espera que realizem entregas em regiões montanhosas e em ilhas remotas do arquipélago japonês, explicou em comunicado.

A Japan Post pôs em funcionamento este serviço depois que as autoridades flexibilizaram as regulamentações aéreas sobre drones para fazer frente à escassez de mão de obra.

A escassez de funcionários já levou a operadora postal a testar em março em Tóquio carros autônomos para a repartição de correspondência com o objetivo de iniciar uma frota em 2020.

Fonte: Agência EFE, disponível em: https://www.efe.com/efe/brasil/tecnologia/servi-o-postal-do-jap-realiza-primeira-entrega-com-um-drone/50000245-3806118

13

Nov

Com o objetivo de apresentar as coleções desenvolvidas pelos alunos da 4ª série do curso de Design de Moda, bem como, promover a troca de experiências com grandes empresas do segmento, alunos e professores promovem a 1ª edição do Moda Movimenta UnP, que acontece nos dias 27 e 28 de novembro na Unidade Roberto Freire.

O evento é gratuito e aberto para todo o público e conta com a participação das empresas Toli, loja de roupas femininas, M Morena, grife de moda praia de Mossoró e a Romance Brasil, grife de moda praia e intima potiguar. Além dos desfiles da turma concluinte, o Moda Movimenta também lança a oportunidade de estudantes de séries anteriores apresentarem suas peças. Na ocasião serão oferecidas oficinas e palestras para os participantes.

Os alunos que desejarem participar das oficinas, deverão se inscrever pelo site www.unp.br/eventos. Para efetivação da inscrição, os universitários deverão doar 1kg de alimento não perecível ou artigos de higiene pessoal. Os donativos, posteriormente, serão entregues a uma instituição de caridade da cidade.

A professora do curso de Design de Moda, Virginia Azevedo, o evento é de extrema importância para preparação dos alunos para o mercado de trabalho. “Durante o evento teremos oficinas para discutir temas como a diversidade da moda e a importância dessa representatividade para o público. É uma ótima oportunidade para os alunos mostrarem o que foi aprendido durante a trajetória acadêmica”, ressaltou.

13

Nov

Estão abertas as inscrições do “Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora”, lançado nesta semana pelo Sebrae, em Brasília, como parte da programação da Semana Global de Empreendedorismo. A iniciativa busca identificar, estimular, reconhecer e divulgar as melhores práticas da educação empreendedora no Brasil.

O prêmio está organizado em quatro categorias: ensino fundamental, médio, profissional e superior. O certame se destina a secretários municipais e estaduais de educação, reitores, diretores, coordenadores e professores em todos os níveis.

O lançamento do Prêmio integra a programação da 11ª Semana Global do Empreendedorismo, e que neste ano tem o empreendedorismo jovem como tema principal. Educar para empreender, segundo a diretora técnica do Sebrae Nacional, Heloisa Menezes, significa formar protagonistas, com capacidade de liderança e gestão, que aprendem com os próprios erros e têm um grau elevado de comprometimento e responsabilidade social.

“Nos últimos anos, o Sebrae, junto com um amplo grupo de parceiros, atua no sentido de levar esse conceito a todos os níveis de ensino, provocando a reflexão de milhões de estudantes e professores, bem como gestores públicos, e tentando contribuir para tornar o empreendedorismo mais presente na grade curricular do nosso sistema educacional”, comenta a diretora.

Prêmios concedidos

“O Prêmio será uma ferramenta fundamental para identificarmos inciativas inovadoras, que estão sendo desenvolvidas nas salas de aula por educadores de todo o país”, explica Heloisa. O reconhecimento acontecerá em três etapas. Na primeira, em nível estadual, após análise por banca avaliadora, serão selecionados os 20 melhores cases (cinco para cada categoria) em cada um dos 26 estados, além do Distrito Federal.

Esses professores, gestores e diretores estarão automaticamente classificados para a etapa Regional. Nessa fase, serão analisados os 108 projetos e indicados 60 finalistas do país, que passarão por banca avaliadora nacional, responsável por apontar os 12 ganhadores nacionais (1º, 2º e 3º lugares de cada categoria).

As melhores iniciativas estaduais e regionais serão reconhecidas com os troféus ouro, prata e bronze de cada categoria (ensino fundamental, ensino médio, ensino profissional e ensino superior). Já os melhores cases nacionais receberão, além de troféus, um convite para participar de uma missão técnica nacional (1º, 2º e 3º lugares).

Para os 1º lugares em cada uma das quatro categorias, será concedida também uma oportunidade de apresentar o seu projeto em um evento de visibilidade nacional. A participação é gratuita e pode ser feita no site da premiação www.educacaoempreendedora.sebrae.com.braté às 23h59 do dia 28 de fevereiro de 2019.

13

Nov

Os empresários estão otimistas em relação à economia e seus negócios em 2019 e, neste cenário, a grande maioria diz que pretende investir no ano que vem. É o que aponta pesquisa feita pela Deloitte divulgada ao G1 nesta segunda-feira (11). No entanto, enquanto os que pretendem investir são 97% dos empresários, a parcela dos que devem criar novos postos de trabalho é menor, de 47%.

O levantamento foi feito com 826 empresas que, juntas, tiveram faturamento de R$ 2,8 trilhões em 2017 – o equivalente a 43% do PIB do ano.

Entre 97% dos empresários que dizem que vão realizar algum investimento em 2019, a maioria diz que pretendem lançar novos produtos ou serviços e adotar novas tecnologias.

Já sobre o quadro de funcionários, a expectativa de aumentar as contratações atinge 47% dos empresários. Outros 32% dizem que vão manter a quantidade de empregados em 2019, mas fazendo substituições. Os que devem manter o quadro de funcionários inalterados são 14%, enquanto 7% pretendem cortar postos.

Ainda que as expectativas para a economia estejam melhorando, a recuperação lenta do mercado de trabalho está relacionada ao aumento da capacidade ociosa das empresas por causa da crise, como lembra Othon Almeida, sócio-líder de desenvolvimento de mercado da Deloitte.

“Houve uma espera que determinadas mudanças pudessem acontecer”, afirma. “Minha percepção é de que a retomada do emprego continuará se dando de maneira lenta e gradual até que essas medidas fiquem claramente definidas.”

Essas mudanças esperadas pelos empresários e mencionadas por Almeida também foram mapeadas pela pesquisa. A reforma tributária deve ser tratada como uma das prioridades para 93% dos entrevistados e a da Previdência, para 90%.

Já entre as medidas que os empresários acreditam que devem ser prioridade do governo para gerar impacto na atividade econômica, o estímulo à geração de empregos é a mais citada, com 80%. A manutenção da inflação abaixo de 5% ao ano é citada por 58% dos empresários e ampliação da participação do Brasil no comércio exterior, por 53%.

“A conjuntura toda aponta para uma direção: ou nós melhoramos ou morremos”, resume Almeida.

O levantamento também mostra que a maioria dos empresários está confiante que as prioridades apontadas por eles como necessárias serão as mesmas do novo governo. Entre os entrevistados, 94% acreditam que o governo vai adotar parcial ou integralmente as prioridades apontadas por eles.

Planos para o negócio

A pesquisa mostra ainda que, entre as empresas consultadas, 30% não pretendem fazer captação de recursos em 2019.

Dos 70% restantes, a maioria diz que tem expectativa por aporte dos proprietários da empresa, empréstimos com bancos de fomento (como o BNDES) e de varejo. Apenas 1% fala em abertura de capital – ou seja, fazer um IPO para ter ações negociadas em bolsa de valores.

A pesquisa mostra ainda que a maior parte dos empresários está confiante em relação ao desempenho das vendas em 2019 – 16% dizem que deve ser mantido o patamar atual e 69%, elevado.

Outros 46% dizem que vão aumentar investimentos em equipamentos, enquanto os que pretendem diminuir são apenas 6%.

Fonte: G1, via Fecomércio

13

Nov

Tornou-se comum nas instituições universitárias brasileiras uma exigência maior pela produção excessiva de trabalhos acadêmicos, o produtivismo acadêmico. O tema já vem em debate há algum tempo por muitos estudiosos na área.

Nessa perspectiva, virou objeto de estudo do trabalho apresentado por dois estudantes de Psicologia – Lucas Lopes Ribeiro e Yuri Stayne Batista Soares, com a orientação da professora Maria Fernanda  Santos –,  num evento de iniciação científica de uma instituição de ensino superior particular de Natal, a UNI-RN.

Na percepção dos dois jovens, o produtivismo acadêmico coloca em risco não só a saúde dos docentes, que orientam, simultaneamente, uma grande quantidade de trabalhos, como também a dos discentes, que se veem pressionados a concluir um projeto de pesquisa, que em geral, necessitaria de anos de dedicação. 

O trabalho apresentado por Lucas Lopes e Yuri Soares chama a atenção, ainda, para a negligência do pensar. Da forma como vem ocorrendo nas universidades brasileiras, segundo eles, o resultado é um trabalho elaborado de maneira superficial e com queda na qualidade científica, em razão do empobrecimento dos conteúdos. 

“Cabe aqui refletir se os universitários estão realmente interessados nos temas que são objetos de estudos em suas pesquisas ou apenas reproduzindo informações para concluir o projeto, levando em conta a obrigatoriedade do “produto final”, sem se importar com a qualidade ou a finalidade do que é produzido”, enfatizam os jovens.   

Eles afirmam que o intuito do trabalho não é o de levantar intervenções contra o que se produz nas universidades, mas propor uma reflexão e conscientização das diversas problemáticas que rodeiam essa etapa de vida de todo universitário. 

E acrescentam que se mesmo não se enquadrando numa patologia como a Síndrome de Burnout, em função de ser essa causada pelo esgotamento profissional, percebe-se entre os discentes sintomas muito parecidos com os de seus docentes, que vão do físico ao psíquico e comportamental.  

“Nesse trabalho, mostramos que o produtivismo acadêmico, sendo um extremo do que seria a produtividade, traz impactos à saúde biopsicossocial e negligência do pensar, o que acaba por fazer relação também com a saúde, visto que a incapacidade de raciocinar, lentidão no curso do pensamento e falhas na memória são sintomas da Síndrome de Burnout, marcada por estresse emocional, irritabilidade e momentos desagradáveis”, destacam os jovens.

E finalizam ressaltando que os resultados mostraram que o produtivismo acadêmico é uma realidade nas universidades brasileiras, e por ser maléfico aos envolvidos, merece uma reflexão e modificações no sistema educativo, que de acordo com os teóricos vistos, ocorreu a partir da “mercantilização do ensino”.