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O Centro de Educação (CE), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), seleciona estudante de graduação em Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Engenharia de Software, Sistemas de Informação ou Tecnologia da Informação (IMD) ou afins para bolsa de apoio técnico no Laboratório de Tecnologia Educacional (LTE). As atividades são destinadas ao desenvolvimento e manutenção do projeto BIRD, bem como outras demandas de web do laboratório.

É necessário ter disponibilidade no turno da manhã ou tarde, conhecimento em HTML e CSS, conhecimento básico em desenvolvimento web e proatividade. Experiência com Lavarel, conhecimento em banco de dados (MySQL) e experiência Git/GitHub serão diferenciais.
A carga horária é de 20 horas semanais e o valor da bolsa é de R$400. É imprescindível que o candidato tenha realizado o Cadastro Único de bolsas no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa).

Para participar da seleção, os interessados devem encaminhar o currículo, histórico acadêmico, atestado de matrícula e o linkdo GitHub para o e-mail lte@ce.ufrn.br até o dia 4 de abril de 2019, escrevendo no campo de assunto: SELEÇÃO PARA BOLSISTA LTE. No campo de mensagem do e-mail, sugerir uma ideia tecnológica que poderia ser utilizada na área de educação. Mais informações na página do LTE do Facebook.

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Quando o assunto é dinheiro, no entanto, manter um diálogo em casa nem sempre é tarefa fácil, já que cada pessoa possui uma forma própria de lidar com as contas no dia a dia. O levantamento, feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB),revela que 46% dos casais admitem brigar por questões financeiras, sendo que o principal motivo das desavenças está ligado aos gastos realizados pelo parceiro além de suas condições financeiras (38%). Já 54% não costumam entrar em conflito por causa de dinheiro.

As discussões também são motivadas pelo fato de o cônjuge gastar tudo o que ganha e não formar uma reserva financeira (27%), existir discordâncias em relação aos gastos da casa (25%) e os atrasos no pagamento das contas (25%). Além disso, o hábito de consumir além da capacidade financeira também é considerado prejudicial à saúde do orçamento familiar, de acordo com o levantamento. Metade dos entrevistados (51%) acredita que algum dos familiares compromete com frequência o equilíbrio das contas, sendo o cônjuge apontado como um dos maiores responsáveis (20%). O estudo mostra ainda que 40% costumam gastar mais do que podem para satisfazer as vontades do marido ou da mulher.

Questionados sobre quem costuma ser mais cuidadoso em administrar as finanças da casa, entre os casados ou que vivem em união estável, 52% consideram ter um controle melhor do que seus cônjuges. Já 27% declararam que ambos são igualmente controlados e 18% que é o outro. Apenas 2% reconhecem que ambos são descontrolados.

“Dividir a vida com outra pessoa requer compartilhar não apenas sonhos e planos, mas sobretudo a realidade dos gastos pessoais e da família, com maior abertura possível. Não é saudável deixar para conversar com o parceiro apenas na hora em que acontece um problema. A confiança acaba sendo comprometida, com desgaste no relacionamento”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Três em cada dez entrevistados contam ao parceiro apenas parte das compras que fazem; principais itens omitidos são roupas e calçados

A pesquisa também constatou que 89% dos entrevistados compartilham com o cônjuge ou companheiro quanto ganham por mês, sendo que 60% sabem o valor exato e 29% apenas a quantia aproximada. A grande maioria (95%) costuma abrir seus gastos pessoais ao parceiro, sendo que 66% contam todas as compras que fazem e 29% apenas algumas.

Entre os itens omitidos em relação aos gastos, estão roupas, calçados e acessórios (32%), maquiagem, perfumes e cosméticos (27%), além de comida ou guloseimas (25%). A principal razão apontada para não contar para o cônjuge as compras feitas é evitar brigas ou conflitos (45%). Outros 25% reservam parte do dinheiro para gastar como quiser no dia a dia e 15% evitam comentar quanto consomem por não gostar de ter seu dinheiro controlado pelas pessoas.

Ao avaliar se os casados pensam no futuro, 42% responderam que têm um planejamento de vida em conjunto para os próximos cinco anos e respeitam a estratégia traçada para atingir a meta — especialmente os mais jovens, com 80% das menções. Em contrapartida, 31% dos casais não possuem qualquer tipo de plano, e 27% dos entrevistados afirmam ter planos financeiros para o futuro, mas não fazem nada de concreto para atingi-lo.

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Falar sobre dinheiro tem sido uma rotina cada vez mais frequente entre as famílias brasileiras. É o que revela uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Os dados mostram que 85% dos entrevistados conversam em casa sobre o orçamento, sendo que metade (51%) discute com frequência – número que cresceu 7 p.p. em relação ao ano passado – e 21% apenas quando a situação financeira não está boa. Além disso, 15% assumem não tocar no assunto.

Considerando a forma como os rendimentos da família são organizados, 51% mantêm os ganhos em contas separadas, com cada um administrando suas finanças individualmente. Outros 25% possuem conta conjunta envolvendo todo o rendimento da família e, em 19% dos casos, cada familiar separa parte dos rendimentos para guardar na conta única da família e faz o que quiser com o restante do seu dinheiro.

Quando se observa como os casais pensam no que se refere à reserva financeira da família, 23% dos entrevistados afirmaram nunca ter sobras no orçamento familiar, fazendo com que o dinheiro seja sempre direcionado para o pagamento de contas básicas. Em 17% dos casos, quando há sobras, esse recurso é destinado para uso pessoal — percentual que sobre para 23% entre os mais jovens. Para outros 17%, o dinheiro fica guardado para gastos do mês seguinte, enquanto 15% direcionam para poupança ou algum tipo de investimento pessoal e outros 15% guardam o valor que sobra em um investimento da família.

Ainda de acordo com o estudo, 79% dos brasileiros que moram com familiares tomam decisões sobre os gastos em conjunto com todos da casa. Já 21% afirmam que a última palavra cabe a um único morador. No que diz respeito ao uso do próprio dinheiro no dia a dia, 91% disseram tomar as próprias decisões.

“Independentemente de quem paga as contas, se não há diálogo, a tendência é que surjam divergências e gastos que vão extrapolar o orçamento. É muito importante manter conversas frequentes para estabelecer alguns pontos, como valor disponível para as despesas da casa, se haverá sobras para gastos extras e, acima de tudo, definir uma quantia que possa servir de reserva para imprevistos e realização de planos da família”, ressalta o Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Mansur.

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Abr

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe a etapa Natal do Red Bull Paper Wings, no dia 18 de abril. São três categorias no campeonato de aviõezinhos de papel: maior distância de voo, maior tempo de voo e ARcrobacia. As duas primeiras são presenciais, enquanto a que testará a criatividade dos participantes será por decisão online.

Inscrições podem ser feitas pela internet clicando aqui. A competição terá três categorias e dezenas de qualificatórias no Brasil e é voltada para estudantes universitários.

O vencedor das qualificatórias vai representar o país na etapa mundial, diante de mais de 60 países, no Hangar-7, em Salzburg, na Áustria. Em 2006 e 2009, o título internacional na categoria ‘tempo de voo’ ficou com o Brasil.

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Abr

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema/RN) apresenta balanço dos 100 primeiros dias da gestão. Entre os destaques do órgão estão as medidas para redução de despesas e o reforço aos mecanismos administrativos para dar celeridade às análises de processos e emissão de licenças ambientais. Associado a isso, estão as atividades de Educação Ambiental desenvolvidas pelo Idema, como por exemplo, a ampliação do trabalho realizado pelo Núcleo de Apoio à Gestão Ambiental dos Municípios do RN-NAGAM, que no trimestre atendeu mais de 30 cidades, levando capacitações, oficinas e atendimentos aos gestores municipais.

O Governo do Estado tem trabalhado com integração entre as secretarias, ouvindo gestores e discutindo as prioridades para o desenvolvimento econômico e sustentável do Rio Grande do Norte. Nesse sentido, é priorizada a Segurança Jurídica através da transparência no trabalho e da abertura do diálogo do órgão ambiental com o empreendedor.

Desde o início do ano o instituto emitiu mais de 500 licenças. Além da demanda gerada no primeiro trimestre de 2019, os núcleos de licenciamento concluíram as análises de 158 processos referentes ao passivo ambiental de 2016 e 2017. No setor de energias, está prevista a instalação de cinquenta novos parques eólicos no RN até 2023, demandando investimentos da ordem de R$ 4 bilhões. Hoje existem 151 parques em funcionamento, produzindo 4 gigawatts, três vezes mais que a demanda interna.

O diretor geral do Idema, Leon Aguiar, afirmou que dentre os processos analisados, destacam-se licenças de interesse social, como as de pequenas barragens no município de Serra Negra do Norte, criadas na década de 80 sem a devida instrumentalização ambiental.Outro exemplo é a licença que permitirá a construção do aterro sanitário da região de Caicó. A obra beneficiará uma população de mais de 300 mil habitantes, atendendo os 25 municípios do Seridó.

Outro importante trabalho que o Idema desempenha é a fiscalização ambiental do Estado. Além de vistorias realizadas pelos fiscais do órgão e ações desempenhadas em parceria com a Companhia Independente de Proteção Ambiental (Cipam), o órgão reativou o serviço gratuito de recebimento de denúncias ambientais, e nestes três meses foram registrados mais de 250 casos através do serviço “Alô Idema” e  gerados 73 autos de infração. A ferramenta permite que a população formalize denúncias para coibir as infrações ambientais.

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Abr

A pesquisa da Qualibest aponta que consumidores levam em conta opiniões de celebridades da internet para escolher produtos e serviços. Para Daniela Chammas Daud Malouf, diretora da empresa que realiza a captação e análise de dados, a “aura de gente comum dos influenciadores permite que eles testem e falem de produtos com propriedade”.

Uma vez que a credibilidade é o maior ativo de um criador de conteúdo digital, os seguidores levam em conta, segundo “Influenciadores digitais”, se o influenciador usa, experimenta e demonstra resultados de determinado produto ou serviço.

Além disso, os seguidores estão atentos se a figura pública fala palavrões, é preconceituoso, age em prol da marca e não dos consumidores, dá opiniões sem embasamentos, posta vídeos em excesso e não é objetivo. “Palavrões quando dosados em influenciadores voltados para adultos são permitidos.

Para crianças, nunca, os pais não querem alguém influenciando negativamente seus filhos. O influenciador tem o poder de influenciar, então precisa ser um bom exemplo a ser seguido”, fala a diretora.

Entre as mulheres fãs de celebridades da internet, 72% interessam-se por moda e beleza; 52%, por saúde e universos fitness; 51%, por culinária e gastronomia; 37%, por viagem e turismo; 37%, por design e decoração; 37%, por figuras públicas; e 29%, por religião e espiritualidade. Entre os homens, setores como humor e comédia (67%), games e jogos (54%), esportes (45%), ciência e tecnologia (41%), empreendedorismo e negócios (33%) e notícias e políticas (32%) são mais procurados.

Daniela diz que moda e beleza têm muito haver com teste de produtos. “O aval positivo do influenciador, portanto, impacta. Mas, é importante entender que muitos influenciadores são transversais às categorias. É difícil medir como impactam no mercado, mas um Winderson Nunes consegue vender uma viagem para São Miguel dos Milagres porque postou vídeo do seu casamento nesse local”.

Segundo o “Influenciadores digitais”, estudo da Qualibest, Facebook (92%), YouTube (89%), Messenger (80%), Instagram (74%) e Twitter (27%) são as redes sociais mais utilizadas pelos internautas. Porém, as plataformas preferidas pelos usuários são Facebook (43%), Instagram (26%) e YouTube (22%). As mulheres e pessoas até 29 anos estão mais imersos em redes sociais.

Todavia, internautas das classes A e B possuem maior repertório de conhecimento e uso de plataformas sociais – Facebook e Messenger são redes em que o uso por classe não se diferencia. Pessoas do Nordeste brasileiro são as que mais utilizam o Instagram, enquanto as do Sudeste usam mais o LinkedIn.

Entre os 71% brasileiros que seguem algum influenciador, 73% são mulheres e 69%, homens. Além disso, a idade impacta no hábito se seguir ou não um produtor digital de conteúdo: 81% possuem até 19 anos; 77%, de 20 a 29; 65%, de 30 a 39; e 52%, 40 ou mais. A classe A é a que mais segue algum influenciador, com 79%, ficando na frente da B, com 74%, e da C, com 67%. No Nordeste, 77% segue criadores digitais de conteúdo conta 68% nas regiões Norte, Centro e Oste.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/01/influenciadores-ganham-importancia-na-decisao-de-compra.html

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Abr

Os anúncios impressos passaram a impactar menos as decisões de compra, provavelmente, por conta do baixo hábito de leitura de papel, afirma Daniela Chammas Daud Malouf, diretora da empresa de captação e análise de dados Qualibest. Nesse contexto, além de entreter, as plataformas digitais ganharam o papel de informar e abriram espaço para novos canais publicitários como o de influenciadores.

Entre os brasileiros que estão online, 71% seguem algum influenciador. Dentre o número de pessoas que estão conectadas a criadores digitais de conteúdo, 55% afirmam que costumam pesquisar a opinião de criadores digitais de conteúdo antes de efetivarem uma compra importante, 86% já descobriram um produto via influenciador e 73%, de fato, já adquiriram algo por indicação desse profissional da internet.

Os dados são do estudo “Influenciadores digitais”, realizado por meio de questionário digital com 4.283 pessoas do Brasil entre 7 de março e 18 de maio de 2018 pela Qualibest. A metodologia também conta com etapa quantitativa, em que 16 pessoas aprofundaram suas opiniões em dois grupos de WhatsApp durante três dias.

De acordo com a pesquisa, entre os brasileiros que seguem algum influenciador, apesar dessas personalidades possuírem um papel importante como fonte de informação e influência em compras (50%), a confiança do consumidor também se concentra em amigos e parentes (56%), sites de reviews (37%), portais e blogs oficiais de marca (30%), vendedores e especialistas (26%), publicidade online (24%), propagandas em TV e rádio (16%), celebridades como cantores, esportistas e atores (8%) e anúncios impressos (4%).

Quando o assunto é indicação de um produto ou serviço, Whinderson Nunes (6%), Felipe Neto (4%) e Carlinhos Maia (3%) são os mais confiáveis. Com menos de 2%, foram mencionados nome como Nando Moura, Maisa Silva, Nathalia Arcuri, Jout Jout, Thaynara OG e Lucas Neto. Essas informações também são da empresa de captação e análise de dados, porém, levam em conta uma amostra de 514 pessoas.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/01/influenciadores-ganham-importancia-na-decisao-de-compra.html

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Abr

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) promove a 6ª edição do Encontro Potiguar de Empresas Juniores (DESTINE), abordando o tema Rompendo Concepções, Recriando Conceitos, no período de 25 a 28 de abril, no Rio das Garças Eco Resort, em São José de Mipibu.

O evento é uma proposta de integração entre as Empresas Juniores do Estado, sendo uma parceria entre docentes e discentes dos mais diversos cursos de graduação da UFRN que possuem Empresas Juniores vinculados.

Segundo os organizadores a cada edição o DESTINE busca se regionalizar cada vez mais, tendo a participação de empresários de outros estados, fomentando o intercâmbio de informações entre os mais diversos estados do nordeste.

Para a realização, conta com uma equipe de diferentes cursos de graduação como Engenharia de Produção, Farmácia, Psicologia, Engenharia Civil, Engenharia de Computação e Biomedicina.

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Abr

O Facebook anunciou mundialmente nesta segunda-feira, 1, uma ferramenta para ajudar usuários a terem mais controle sobre seus feeds. A função “Por que estou vendo isso?” permitirá que, ao clicar em determinada publicação em sua timeline, o usuário entenda o contexto por trás da decisão do algoritmo em priorizar determinados posts. O objetivo é dar mais informações sobre o ranqueamento de postagens de amigos, páginas e grupos na timeline.

A partir da novidade, usuários terão acesso a detalhes que geralmente influenciam a ordem das publicações –  incluindo a frequência com a qual interagem com as publicações de pessoas, páginas ou grupos. Também poderão saber a frequência com a qual interagem com vídeos, fotos ou links, assim como a popularidade das publicações compartilhadas pelas pessoas, páginas e grupos que seguem.

A partir das informações, será possível ajustar configurações e personalizar as preferências de ranqueamento de conteúdo no feed. A ferramenta será liberada esta semana para alguns países, incluindo o Brasil, e estará disponível a todos os usuários até meados de maio.

Além da nova função, o Facebook disse ter aprimorado o recurso “Por que estou vendo esse anúncio?”, lançado em 2014. Além de informações sobre segmentação de anúncios – como detalhes demográficos básicos, interesses e visita à sites que corroboram para que um anúncio apareça na timeline do usuário -, a  ferramenta agora oferece detalhes sobre a forma como anunciantes usam o Facebook. Será possível saber, por exemplo, se um anunciante usou uma informação demográfica anônima para rodar um anúncio, ou se trabalhou com uma empresa parceira.

O anúncio da atualização dos recursos acontece dois dias após Mark Zuckerberg ter publicado um artigo no The Washington Post, no qual destacou quatro questões que preocupam a plataforma e que deveriam potencialmente ser alvo de regulamentação. Entre as questões destacados por Zuckerberg estão a propagação de conteúdo tóxico, como discursos discriminatórios e terroristas; o uso indevido da rede social para a manipulação de eleições; a privacidade e a portabilidade de dados.

“Acredito que o Facebook tem a responsabilidade de olhar para estes problemas, e quero discutir estes temas com reguladores ao redor do mundo. Já construímos sistemas avançados para identificar conteúdo tóxico, frear a interferência em eleições e tornar anúncios mais transparentes. Porém, as pessoas não devem confiar que companhias lidem com estas questões de forma isolada”, escreveu Zuckerberg.

O executivo também disse acreditar em um debate mais amplo sobre “o que queremos enquanto sociedade, e como a regulamentação pode nos ajudar”.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/01/facebook-quer-ajudar-usuarios-a-entender-seus-feeds-de-noticia.html

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Abr

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o apoio da União Europeia, reunirá, nos dias 16 e 17 de maio, alguns dos maiores especialistas no tema fake news para debater estratégias de combate à proliferação de notícias falsas no processo eleitoral. O Seminário Internacional Fake News e Eleições será realizado   no Auditório I do edifício-sede do Tribunal, em Brasília (DF).

O evento contará com a participação de dirigentes do Facebook, Google, Twitter e WhatsApp e de especialistas do FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), da Polícia Federal, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Poder Judiciário, além de representantes da imprensa, de universidades e de institutos de checagem nacionais e internacionais, entre outros convidados.

O seminário será dividido em cinco painéis, que discutirão diferentes aspectos relacionados à temática central do evento: mídias sociais no cenário eleitoral, ferramentas de enfrentamento às fake news, liberdade de expressão versus crime contra a honra, eleições e fake news no mundo, bem como lei eleitoral e os limites da propaganda.

Todos os painéis acontecerão na sexta-feira (17), a partir das 9h, e serão compostos por quatro palestrantes e um mediador. Cada palestrante terá 15 minutos para expor suas ideias e compartilhar informações e conhecimentos.

O encontro será aberto oficialmente na quinta-feira (16), às 19h, pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber. Também participarão da cerimônia de abertura a procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, entre outras autoridades.