Tecnologia

22

Jun

Google anuncia programa gratuito para mulheres da área de tecnologia

O Google lançou nesta terça-feira (22) a nova edição do programa gratuito Cresça com o Google, voltada para as mulheres que querem desenvolver suas carreiras na área de tecnologia. O treinamento contará com a presença de especialistas da big tech e com as convidadas Mariana Pezarini, COO da PrograMaria; Camila Achutti, fundadora e CEO da MasterTech; e Silvana Bahia, codiretora da Olabi e coordenadora da PretaLab.

Serão discutidas as oportunidades e os desafios enfrentados por elas ao longo da carreira. O objetivo é aumentar o número de mulheres na área de tecnologia, que, atualmente, é um segmento predominantemente masculino. “Trabalhar pela diversidade nas tecnologias é um caminho para construirmos futuros mais inclusivos e socialmente mais justos. Se a tecnologia media nossas escolhas, nossos gostos e pauta nossas ações, é fundamental que tenhamos uma multiplicidade de olhares, visões de mundo e cultura nessa produção tecnológica", diz Silvana Bahia, do Olab. 

Confira a programação:

  • Por onde começar a minha carreira (Mariana Pezarini, Diretora de Operações da PrograMaria);
  • Oportunidades na área de tecnologia para elas (Patricia Haizer, Engenheira de Software no Google);
  • Seja a protagonista da sua carreira (Silvana Bahia, Diretora Executiva de Projetos na Olabi);
  • A tecnologia a favor da produtividade (Melina López, Gerente de Produto no Google);
  • Processo seletivo: Como aplicar em vagas de tecnologia (Kelly Maia, Recrutadora de Engenharia do Google);
  • Trajetória na Tecnologia (Camila Achutti, CEO e Fundadora da MasterTech).

Além disso, as mulheres inscritas no treinamento terão desconto exclusivo na matrícula dos cursos de programação da PrograMaria.

Para fazer a inscrição no treinamento do Google, basta entrar no site do programa. A adesão é gratuita e o conteúdo fica disponível no portal do Cresça com o Google.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/219682-google-anuncia-programa-gratuito-mulheres-area-tecnologia.htm

22

Jun

Startup cria capacete capaz de "ler" pensamentos de quem usa o equipamento

Você usaria um capacete capaz de “ler” a sua mente? Por falta de um, a startup norte-americana Kernel criou dois dispositivos que podem analisar o comportamento dos neurônios de pessoas comuns, longe dos laboratórios. Cada gadget futurista custa US$ 50 mil (cerca de R$ 250 mil).

Os capacetes possuem sensores e outros componentes eletrônicos que medem os impulsos elétricos e o fluxo sanguíneo em tempo real. A ideia é usar o equipamento para obter uma visão detalhada do envelhecimento cerebral, concussões, derrames e a dinâmica por trás de experiências mais sutis, como na meditação.

“Para progredir em todas as frentes de que precisamos como sociedade, temos que colocar o cérebro e todo o seu conteúdo on-line”, diz o CEO da Kernel, Bryan Johnson, que convenceu os investidores a apostarem cerca de US$ 50 milhões (R$ 250 milhões em conversão direta) no desenvolvimento dos capacetes.

Flow

O dispositivo chamado Flow é o que mais se parece com um capacete usado por ciclistas. Por fora, ele possui vários painéis de alumínio que envolvem a cabeça do usuário. Do lado de dentro, vários sensores ficam responsáveis pela leitura dos sinais cerebrais e um fio na parte traseira faz a conexão com o computador via cabo USB-C comum.

Ele consegue medir as mudanças nos níveis de oxigenação do sangue por meio da análise das partes do cérebro que são ativadas quando os neurônios disparam sinais específicos. O sistema lança pulsos de laser para identificar onde ocorreu essa alteração, calculando a quantidade de fótons refletidos.

Quanto mais longo for esse trajeto, mais fundo os fótons entram no cérebro, fazendo uma leitura completa sobre o que acontece durante as sinapses. “É uma maneira muito boa de separar os fótons que entraram no cérebro daqueles que só atingiram o crânio e ricochetearam”, explica o professor de engenharia biomecânica e diretor do Centro de Neurofotônica da Universidade de Boston, David Boas.

Flux

O outro capacete, denominado Flux, possui um emaranhado de fios e não oferece tanta mobilidade quanto o Flow. Ele mede a atividade eletromagnética e a velocidade dos neurônios durante o processo em que os íons fluem de dentro para fora das células, em um movimento contínuo.

Pequenos magnetômetros detectam mudanças no comportamento elétrico do cérebro, fazendo com que seja possível ver com nitidez quais partes “acendem” durante determinadas atividades. Esse sistema sugere que é possível obter informações sobre as áreas cerebrais responsáveis pela excitação, emoção, atenção, memória e aprendizagem.

“Em vez de ter um chip de computador implantado dentro do cérebro, como é o caso da Neuralink de Elon Musk, nosso sistema não é invasivo. Ele consegue fazer uma leitura completa sobre o que acontece com os neurônios por meio de lasers capazes de registrar a atividade cerebral”, afirma Johnson.

Futuro

A ideia da Kernel é tornar a tecnologia mais acessível, com capacetes que custariam tanto quanto um smartphone de última geração. Por enquanto, os primeiros clientes são instituições de pesquisa e empresas interessadas em compreender melhor o que se passa na cabeça de seus consumidores.

Se as teorias de “leitura” cerebral se comprovarem, esses dispositivos podem ser a chave para um entendimento mais amplo sobre o que ocorre dentro da mente humana, sem a necessidade de eletrodos, chips e outros equipamentos instalados na cabeça. Bastaria colocar o capacete para se ter uma imagem exata do pensamento.

“Somos a primeira geração na história do Homo sapiens que poderia olhar para nossas vidas e imaginar a evolução para uma forma inteiramente nova de existência consciente. As coisas que estamos desenvolvendo podem criar uma ponte para que a tecnologia se torne parte de nós mesmos”, conclui Bryan Johnson.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/inovacao/startup-cria-capacete-capaz-de-ler-pensamentos-de-quem-usa-o-equipament-187737/

18

Jun

Pesquisa: 81,2% dos brasileiros criam senhas fortes, mas falham em outros hábitos digitais

Criar senhas consideradas fortes, misturando números, letras e caracteres especiais, já faz parte da vida de 81,2% dos brasileiros. No entanto, isso não é suficiente para garantir uma experiência digital segura, e a falta de atenção a outros hábitos recomendados por especialistas para os usuários de dispositivos eletrônicos ainda é forte no país, revela uma pesquisa realizada pelo grupo provedor de redes privadas NordVPN.

Segundo a avaliação, a falta de cuidado em geral faz com que o desempenho geral do Brasil seja somente de 33,4% em uma análise comparada entre 192 países. Outro dado preocupante é o fato de que somente 23,3% dos entrevistados tinha conhecimento sobre as ferramentas de proteção disponíveis para evitar o roubou de dados.

"O vazamento de informações e ataques a sites e plataformas é mais comum do que se imagina. As estratégias de invasão estão cada vez mais sofisticadas, por isso, é importante investir em ferramentas de segurança e tomar alguns cuidados para garantir tanto a proteção dos dados dos usuários como a segurança digital da empresa", explica Gustavo Piltcher, diretor de estratégia e inovação da Nodo, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais para diversos segmentos.

Somente em 2020, o Brasil sofreu aproximadamente 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos — 5 bilhões delas somente no último trimestre do ano. Entre os elementos que ajudam a explicar esse alto número está o fato de que os brasileiros agem muito em torno da conveniência e comodidade, sem se preocupar da forma adequada com a segurança digital. Pesquisa da IBM Security mostra que 82% das pessoas usam a mesma senha em diversos locais, enquanto 40% preferem fazer pedidos em sites potencialmente inseguros do que realizar uma ligação telefônica.

Investimentos em segurança são essenciais

Segundo Piltcher, é essencial que empresas se atentem à importância do conhecimento sobre privacidade e segurança, agindo de maneira transparente em relação a seus processos e à coleta de dados de clientes. Ele reforça que, especialmente em tempos de pandemia (nos quais a dependência de meios digitais aumenta), é necessário exercer um maior controle interno sobre quem tem acesso a essas informações para diminuir o risco de possíveis vazamentos.

A Nodo recomenda que organizações usem soluções que envolvam proteção de dados em nuvem, tokenização, PCI (padrão internacional de segurança de dados voltado para a indústria de cartões), governança de acesso a dados, criptografias e blockchain, entre outras formas de defesa, para se adequarem a regras nacionais e internacionais. Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrando em vigor em agosto, aumenta ainda mais a responsabilidade necessária para lidar com informações sensíveis.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/812-dos-brasileiros-criam-senhas-fortes-mas-falham-em-outros-habitos-digitais-187575/

17

Jun

Android vai ganhar seis novidades nos próximos dias; confira a lista

O Google anunciou nesta semana seis novos recursos para o Android que devem ser lançados nas próximas semanas. A lista contém desde atualizações interessantes, mas não tão úteis aos brasileiros, como um novo sistema de alerta de terremotos, até opções que serão ótimas para quem gosta de usar os recursos de voz dos smartphones e o Android Auto. Confira a lista completa.

Detecção de olhar para reconhecimento de voz

O Voice Access, aplicativo do Google que possibilita a manipulação da tela por comandos de voz, ganhou um nova opção que possibilita a detecção do olhar do usuário para confirmar se ele está falando com o celular ou não.

O Voice Access, função de acessibilidade, reconhece se você está falando com o celular ou com amigos.

O recurso será ótimo para filtrar ações involuntárias e já está disponível na versão beta. Além disso, o aplicativo agora sabe quando o usuário está tentando ditar uma senha e palavras como "cifrão" ou "asterisco" serão associadas aos símbolos, facilitando a escrita e aumentando a segurança do usuário. A atualização já está disponível no modo beta.

Google Assistente ágil e com novos atalhos

O Google Assistente agora permite criar atalhos para abrir e utilizar aplicativos de terceiros com apenas um comando de voz. O canal de YouTube do Android publicou um vídeo ilustrando a funcionalidade.

Você poderá, por exemplo, comprar algo pelo Ebay usando apenas a fala, ou checar métricas no Strava — aplicativo de exercícios. Infelizmente, o vídeo ilustra poucos exemplos, mas informa que o recurso vai funcionar com os 30 aplicativos mais populares da Play Store, como o YouTube, TikTok e a Amazon. A novidade já foi anunciada no ano passado, mas agora ela está finalmente saindo do período de testes.

Sistema de alerta de terremotos

Também anunciado no ano passado, o ambicioso sistema global de detecção de terremotos foi lançado no Cazaquistão, Turquia, Filipinas, República do Quirguistão, Uzbequistão, Turcomenistão e Tajiquistão. O recurso é gratuito e estará disponível primeiro em países que sofrem mais com este tipo de catástrofe, o que exclui o Brasil da lista.

O sistema traz avisos em tempo real caso o usuário esteja em uma área de risco

Novo sistema para recomendação de emojis: se você é usuário do Gboard, o teclado padrão do Android, então talvez seu uso de emojis fique mais ágil. O teclado agora será capaz de detectar o conteúdo da sua mensagem e recomendar combinações de emojis diferentes para ilustrar uma conversa.

A novidade tira vantagem da "cozinha de emojis", lançada no final de 2020, e permite a customização de figurinhas. A nova opção foi lançada em modo beta e tem suporte para o inglês, espanhol e português.

Agora o Gboard vai recomendar novas combinações de figurinhas com base no conteúdo da sua mensagem

Nova opção de favoritar mensagens: o aplicativo Mensagens do Google agora deixa o usuário favoritar posts específicos para que ele se lembre de conversas importantes. O recurso é específico do aplicativo e deve ser lançado nas próximas semanas, mas ainda sem data exata de lançamento.

Novas opções de customização para o Android Auto

O Android Auto — interface para veículos — deve ganhar várias novidades nos próximos dias. Além de melhorias para navegação dos menus, como um botão de rolagem rápida para o topo e a opção de organizar os aplicativos por ordem alfabética, será possível personalizar o inicializador pelo celular e o modo escuro não será mais apenas automático.

Também veremos melhorias no sistema de mensagens, já que agora podemos acessar aplicativos como o WhatsApp direto da tela de inicial. Por fim, novos aplicativos de navegação e assistentes de estacionamento serão compatíveis com a interface, mas o Google ainda não divulgou uma lista completa.

Agora você pode customizar sua tela inicial usando o celular

Fonte: Canaltech, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/219429-android-ganha-seis-novidades-proximos-dias-confira-lista.htm

17

Jun

Programa Valoriza Wi-fi Brasil expandirá inclusão digital no RN

O processo de expansão digital, que já é realidade em boa parte dos municípios brasileiros, alcançará novo patamar em locais que ainda não possuem acesso à internet no Rio Grande do Norte. Parceria entre o Sebrae no Rio Grande do Norte e Ministério das Comunicações (MCom) disponibilizará, por meio do Programa Valoriza Wi-fi Brasil, novos pontos de internet banda larga via satélite em cidades do Estado e beneficiará, principalmente, escolas e pequenos negócios instalados nas localidades contempladas.

A parceria foi anunciada nesta quarta-feira (16) pelos ministros das Comunicações Fábio Faria e da Cidadania, João Roma, em evento denominado “Comunicação é Cidadania”, do Governo Federal, no Hotel Thermas em Mossoró. O município do Oeste potiguar será uma das 17 cidades-polo beneficiadas pelo programa.

O prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra, enalteceu a iniciativa, e lembrou dos benefícios que propiciará à educação, destacado por ele como um dos principais setores da gestão municipal. “O programa vem para democratizar o acesso à internet, especialmente porque beneficiará a educação, que é um dos pilares do nosso governo”, enfatiza.

Com mais de 13 mil pontos de internet via satélite já instalados no Brasil, a iniciativa leva banda larga gratuita e de alta velocidade a mais de 8,5 milhões de pessoas em todo o país. O objetivo é levar pontos de internet via satélite para mais 1.000 municípios do país, a partir da parceria com o Sebrae e o Banco do Brasil, que ficarão encarregados de levar conectividade a esses novos municípios de forma mais imediata, munindo de conexão à internet comunidades não atendidas com essa tecnologia.

Segundo o ministro das Comunicações Fábio Faria, no Rio Grande do Norte, a parceria com o Sebrae-RN será decisiva para o êxito do programa. “O Sebrae foi a primeira instituição que se dispôs e ajudará muito. Nós temos capacidade de instalar dois mil novos pontos de internet ao mês, e, com o Sebrae, serão 500 novos pontos de internet a mais. Através dessa parceria, levar internet para onde não tem”, anuncia.

Educação empreendedora

Para o diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto, o Programa Valoriza Wi-fi Brasil, que conta ainda com a parceria do Banco do Brasil e instalará de mil novos pontos de internet banda larga via satélite em todo o Brasil, contribuirá fortemente para a consolidação do projeto Educação Empreendedora. Com a disponibilização da internet pelo Programa, a plataforma de educação à distância desenvolvida pelo Sebrae e que capacita, professores, alunos e gestores escolares, ampliará o número de escolas municipais assistidas.

“A chegada do Valoriza Wi-fi vai complementar o projeto de educação empreendedora, que já fazemos em mais de mil escolas municipais no estado, com o trabalho de bioprevenção, e alcançaremos outros patamares, com capacitação para quem precisa”, avalia Melo.

O programa Wi-fi Brasil já funciona nos municípios de Areia Branca e São Gonçalo do Amarante em forma de projeto piloto. A instalação de laboratórios de informática permite, por exemplo, inclusão digital e capacitações em diversas áreas do conhecimento.

O diretor de Operações do Sebrae-RN, Marcelo Toscano, lembra que as capacitações, dentro do projeto Educação Empreendedora têm foco, especialmente, em inovação, tecnologia e gestão, e devem alavancar a geração de novos negócios nos municípios beneficiados.

“A chegada da internet será instrumento de transformação. Mais pessoas serão alcançadas e poderão desenvolver seus potenciais empreendedores por meio do acesso às capacitações. Um projeto complementará o outro, trará benefícios para milhares de pessoas”, prevê.

Para o ministro da Cidadania, João Roma, a ampliação ao acesso à internet de qualidade tem impacto direto na melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. “Ao dar acesso à internet rápida e conectar localidades antes sem acesso aos meios digitais, estamos unindo o país e trabalhando para a redução das desigualdades sociais e regionais”, afirma o ministro.

Ainda na programação do Comunicação é Cidadania, o Ministério das Comunicações lançou o edital da primeira fase do programa Digitaliza Brasil, que vai transformar a recepção do sinal de televisão de analógica para digital. O Rio Grande do Norte tem 17 municípios aptos a aderirem ao programa e receberem equipamentos fornecidos pelo Ministério das Comunicações, nesta primeira fase. Até 2023, todos os municípios do Brasil estarão recebendo sinal de tv digital.

Fotos: Allan Phablo

17

Jun

Ransomware: 80% das vítimas que pagam acabam sendo atacadas de novo

Com o fluxo cada vez maior de ataques de ransomware, principalmente aqueles que atingem sistemas essenciais de empresas de infraestrutura, também se acumulam as notícias sobre empresas realizando pagamentos aos bandidos. Uma nova pesquisa aponta que, em 80% destes casos, as vítimas são atacadas novamente algum tempo depois, muitas vezes pelos mesmos autores do golpe anterior.

O levantamento foi feito pela Cybereason, uma empresa especializada em segurança digital, que entrevistou 1,2 mil profissionais da área em sete países da Europa, América do Norte, Ásia e Oriente Médio. Metade dos consultados viram suas empregadoras serem vítimas de ataque de ransomware no último ano e considerarem o pagamento, e a maior parte delas voltou a entrar na mira dos golpistas.

Os números também mostram por que o acerto do resgate não deve ser encarado como uma alternativa para recuperação rápida. Segundo o estudo, em 46% dos casos, as informações foram tão comprometidas pelos ataques que a recuperação completa não foi possível mesmo com a posse das chaves criptográficas usadas pelo ransomware. Em 25% dos casos, sofrer um golpe e cogitar o pagamento levou a um rombo que resultou na falência da companhia.

Além disso, a ideia de que o pagamento é visto como uma saída para ataques de ransomware também leva a uma ideia de que a correção das falhas podem ficar para uma segunda etapa. É o que acaba levando, na sequência, a novos golpes; apenas 34% das empresas que realizaram pagamentos entendem que incidentes ocorridos posteriormente foram de autoria de outras quadrilhas — na maior parte dos casos, os mesmos bandidos da primeira ocorrência estavam de volta, explorando as mesmas vulnerabilidades.

O estudo da Cybereason também aponta que apenas 42% das empresas vitimadas conseguiram recuperar os prejuízos com o uso de seguros contra incidentes cibernéticos. Por outro lado, 48% delas citaram iniciativas de conscientização dos funcionários como o caminho para obter maior segurança dos ambientes internos, e outros elementos como soluções de monitoramento, backups e a criação de centrais de proteção também foram citados como populares.

A ideia do estudo, afirmam os especialistas responsáveis, é acabar com a ideia de que realizar o pagamento de resgates pode ser um caminho para uma retomada dos serviços de maneira rápida. Essa noção não apenas é equivocada, como aponta a Cybereason, como fomenta a realização de novos crimes contra a própria organização e outras, já que passa aos cibercriminosos a mensagem de que a realização de ataques compensa financeiramente.

Em vez de gastar dinheiro com resgates, o levantamento sugere que as empresas implementem estratégias de inteligência de ameaças e prevenção de ataques. O isolamento de sistemas, o monitoramento de possíveis focos de risco e a ação rápida para evitar o deslocamento lateral de pragas, por exemplo, são estratégias para se defender contra comprometimentos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/ransomware-80-das-vitimas-que-pagam-acabam-sendo-atacadas-de-novo-187432/

16

Jun

Live debate uso excessivo de dispositivos digitais e qualidade de vida

O Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (Qualivita/CCSA), da UFRN, realiza hoje (16), a live “Vivendo por telas, ocupadíssimos e cansados”. O evento é gratuito, aberto ao público, e acontece às 19h no instagram @qualivitaccsa.

A ação contará com a participação de Anuska Alencar, psicóloga do Serviço de Psicologia Aplicada (Sepa/UFRN); Ana Karenina, professora do Departamento de Psicologia, da UFRN; e Cida Dias, professora de Educação Física e doutora em Educação, pela UFRN. As convidadas abordarão temas como: O que o corpo pedeSaúde em tempos anormais e Como manter o equilíbrio no contexto do corpo ultramental e parado, além de responder questões enviadas pelos espectadores da live.

O evento faz parte do ciclo de atividades realizadas pelo Qualivita com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos servidores do CCSA e da comunidade acadêmica do Centro no período de pandemia. Outras informações podem ser consultadas no instagram do Qualivita ou no e-mail qualivitaccsa@gmail.com.

15

Jun

Google lança tecnologia para aumentar a segurança de dados criptografados

Reafirmando sua preocupação com a segurança e privacidade de seus usuários, o Google lançou uma nova ferramenta de código aberto para desenvolvedores tornarem seus apps ainda mais completos. Através de seu blog oficial, a empresa anunciou um transpiler (ferramenta que traduz código escrito de uma linguagem para outra) de uso geral focado inteiramente na encriptação totalmente homomórfica (FHE).

Na prática, o FHE permite que desenvolvedores criptografem dados de maneira que nenhum identificador seja ligado a eles. Com isso, as informações podem navegar e serem processadas por meio de um servidor de internet sem que seja necessário descriptografá-las em alguma etapa do fluxo.

O Google promete que sua nova ferramenta vai permitir escrever códigos para qualquer tipo de computação básica, como um simples cálculo matemático, e fazê-los rodar de forma criptografada. “O transpiler transformará esse código em uma versão que pode ser executada em dados criptografados. Isso permite que os desenvolvedores criem novos aplicativos de programação que dispensam dados não criptografados”, explica Miguel Guevara, gerente de produto, privacidade e proteção de informações.

Aposta para a próxima década

A empresa também afirma que o FHE pode ser usado em modelos de treinamento por máquinas que sejam mais sensíveis na forma como lidam com dados sensíveis. Como exemplo, Guevara cita um aplicativo para diabéticos que protege dados pessoais de forma que profissionais da saúde tenham acesso às informações de um paciente de forma criptografada, evitando que eles possam ser usados por pessoas não autorizadas.

“Nos próximos 10 anos, o FHE poderia até mesmo ajudar pesquisadores a encontrar associações entre mutações genéticas específicas, analisando informações genéticas em milhares de amostras criptografadas e testando diferentes hipóteses para identificar os genes mais fortemente associados às doenças que estão estudando”, continua o executivo.

O Google afirma que a nova tecnologia faz parte de sua filosofia de usar a privacidade como uma das bases para o desenvolvimento de seus produtos. A empresa reconhece que o FHE pode demorar algum tempo para ganhar tração, mas acredita que a solução eventualmente vai ser tão adotada quanto o protocolo HTTPS é atualmente.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/google-lanca-tecnologia-para-aumentar-a-seguranca-de-dados-criptografados-187243/

15

Jun

Aplicativo usa inteligência artificial e tecnologia antifraude para fazer a Prova de Vida

Se antes era necessário sair de casa, ir até o banco para fazer a prova de vida e continuar recebendo o benefício, agora com o LivID, os aposentados e pensionistas podem baixar o aplicativo no celular e, em poucos minutos, realizar o recadastramento. Além de evitar os deslocamentos e custos adicionais com xérox dos documentos, transporte, estacionamento, ainda garante o isolamento necessário durante a pandemia de Covid-19. Um grande benefício também para aqueles idosos acamados ou com dificuldades de locomoção.

De acordo com Francisco Luiz Ferreira, CEO da Gateware, provedora de soluções em tecnologia, que recentemente adquiriu a Bexpo – startup especializada em soluções para o setor de Previdência Social e que desenvolveu o aplicativo – esse cadastro para a prova de vida é feito com segurança, praticidade e agilidade. Basta estar com o celular em mãos e conexão com a internet.

“Um ganho extra durante a pandemia, que exige distanciamento social, em especial porque estamos falando de pessoas que fazem parte de grupos de risco e quanto mais puderem se preservar em casa será melhor. Inclusive, devido à covid-19 a maioria das fundações de aposentados estão com o recadastramento atrasado”, afirma.

Além disso, por meio do aplicativo, que faz a leitura facial para realizar a prova de vida e o recadastramento de aposentados por fundações previdenciárias, é possível evitar fraudes ligadas à falsidade ideológica, por exemplo. “O LivID permite um pagamento por identidade e se o sistema identificar algum tipo de irregularidade ou suspeita, ele avisa a fundação para que as providências cabíveis sejam tomadas”, relata Ferreira.

Como funciona

Graças à inteligência artificial, o aplicativo consegue por meio de algoritmos reconhecer movimentos, gestos, expressões, o fundo, e até a profundidade do aposentado, garantindo mais segurança às fundações e ao usuário. Além disso, em segundos o sistema faz uma varredura em todos os cartórios do país em busca de possíveis registros de óbitos – a consulta de óbito é, inclusive, uma nova funcionalidade do app. A tecnologia também consegue substituir falhas humanas e garantir alto nível de acuracidade.

O software funciona de maneira simples e intuitiva. Primeiramente, o usuário deve tirar uma primeira foto para compor seu cadastro, em seguida, a plataforma pedirá uma foto de um documento, como RG ou CNH. Para finalizar, basta enviar mais uma selfie de seu rosto, segurando o documento em mãos.

Ainda de acordo com Francisco Ferreira, muitos fundos de pensão não possuem fotos dos aposentados no cadastro, então, com o LivID, conseguem fazer essa atualização e validação junto aos bancos de dados do Governo Federal.

O custo do app por aposentado ao ano é baixo, comparado aos benefícios que a solução proporciona, e as instituições têm a opção de comprar créditos. “Essa é mais uma modalidade que disponibilizamos, é como se fosse um pré-pago. Por exemplo, compra créditos para fazer 1000 provas de vida”, explica o CEO da Gateware.

Até o momento, seis empresas de fundo previdenciário privado adotaram a plataforma para realizar os cadastros para a prova de vida, um total de 25 mil assistidos.

15

Jun

Evento de cibersegurança da Microsoft será apresentado apenas por mulheres; saiba como participar

Na próxima quarta-feira (16), a Microsoft apresentará o Security Summit, com o tema "Segurança para inovar e transformar", evento virtual em que mulheres especialistas tratarão de assuntos relacionados à segurança digital. Palestras em português acontecerão a partir das 14h, e haverá também sessões simultâneas em espanhol.

Principais tendências do setor em 2021, modelo de confiança zero e enfrentamento ao complexo ambiente de ameaças, assim como melhores práticas de proteção de dados e capacitação de profissionais para a criação de equipes diversificadas, são os tópicos das discussões. Além disso, a big tech divulgará uma página com todos os diferentes recursos e atividades para quem desejar acessá-los.

Ximena Tapia, gerente de Soluções de Segurança da Microsoft Latam, uma das palestrantes, destaca: "Na Microsoft, estamos comprometidos não apenas em criar um mundo mais seguro, mas também um mundo mais diverso e inclusivo, apoiando o desenvolvimento das mulheres de nossa região na área de cibersegurança."

"Ao reduzir a lacuna de gênero na tecnologia, estamos apoiando o surgimento de novos talentos e garantindo a proteção do ambiente de nossos clientes, bem como garantindo a continuidade de seus negócios em condições ideais, o que permite a geração de novos empregos em um ambiente seguro para o enfrentamento dos desafios da nova economia e dos esquemas híbridos do contexto atual", complementa.

Compartilhando oportunidades

De acordo com a Microsoft, profissionais de segurança precisam ser informados e capacitados sobre as últimas tendências tecnológicas para que possam enfrentar os novos desafios impostos pelo contexto atual, com ataques cada vez mais sofisticados, riscos crescentes e uma forte pressão para acelerar o ambiente de trabalho híbrido.

"É uma grande honra e uma experiência muito enriquecedora compartilhar essa oportunidade com grandes profissionais especialistas em segurança e ver como a relevância das mulheres no setor de tecnologia está aumentando", salienta Tapia.

Participam da ação, também, Vasu Jakkal, Vanessa Padua, Ingrid Rodríguez, Lina Molano, Dulce Olivarez, Priscila Viana, Paula Rodrigues, Camilla Rocha e Jessica Sapucaia.Interessados podem realizar o registro no site do evento.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/219258-evento-ciberseguranca-microsoft-apresentado-mulheres.htm

14

Jun

Chrome testa atalho que muda de função de acordo com hábitos do usuário

O Chrome parece testar um novo botão para embarcar a barra de ferramentas superior. Flagrado na versão 92 do canal Beta e encontrado em estado mais robusto na Chrome Canary 93, um “atalho da barra de tarefas” funciona de forma dinâmica, incorporando funções fixas ou alterando-as de acordo com a ferramenta mais acessada pelo utilizador.

Na versão Beta, mais próxima da final em termos de experimentação, o botão funciona de forma estática, assumindo a função de abrir uma nova guia ou um rápido “Compartilhar”. Até o momento, critérios para o encaminhamento distinto de cada um dos botões pareciam não existir, sendo assim, os indícios sugeriam ser um teste direcionado e implementado de forma aleatória.

O Chrome Canary 93, por sua vez, deu mais corpo à novidade. Nessa edição do navegador, o botão recebeu o nome de “Toolbar shortcut” (“Atalho da barra de ferramentas”, em tradução livre) e uma seção nas opções “Avançadas” no menu de configurações. De lá, o usuário pode escolher qual botão inserir na barra de tarefas, seja ele um atalho para abrir uma nova guia, compartilhar a página ou fazer uma pesquisa com voz, entre outras possibilidades.

Ao que parece, a última opção permite que o Chrome altere a finalidade do botão de acordo com hábitos de uso do navegador. Você abre muitas abas no Chrome? Ele assumiria o “abrir nova guia”. Compartilha conteúdo com frequência? O botão se torna o “Compartilhar”. Pesquisas de voz são importantes? Pronto, ele vira um atalho para o microfone.

Logicamente, o recurso pode ser totalmente desabilitado para desafogar a barra de endereços, mas quem o ativar terá acesso mais rápido a alguma ferramenta de preferência. Na prática, o atalho da barra de ferramentas apenas poupa alguns cliques do usuário, então não espere mudanças drásticas na experiência com o navegador. Não está claro, também, se o propósito do botão poderia mudar sem aviso se os hábitos de navegação também mudarem.

Por ser uma versão de testes, o recurso ainda tem futuro incerto. Não se sabe quando o atalho chegará à versão final, tampouco se será introduzido da forma em que está. Para habilitá-lo na versão mais recente do Chrome Canary, é preciso ativar duas ferramentas a partir do menu chrome://flags:

  1. adaptive button in top toolbar
  2. adaptive button in top toolbar customization

Para encontrá-las, basta inserir o nome na barra de pesquisas. Se ainda não estiverem disponíveis, é bom verificar se há atualizações do Chrome Canary pendentes na Play Store — e se tiver, faça-o. Depois disso, reinicie o navegador e tente encontrar a novidade no menu flags novamente.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/chrome-testa-atalho-que-muda-de-funcao-de-acordo-com-habitos-do-usuario-187167/

14

Jun

Para abandonar senhas, Apple quer que usuário faça login apenas pelo Face ID e Touch ID

Apple quer facilitar para que você assine serviços online ou faça login. Em vez de memorizar diversas senhas para diferentes endereços na internet, em breve, você poderá usar o apenas Face ID ou o Touch ID para logar. “Vamos superar as senhas” disse o engenheiro Garret Davidson na última WWDC, o evento anual da Apple para desenvolvedores.

iOS 15 e o macOS Monterrey virão com um recurso chamado PassKeys, que funciona em conexão com o iCloud Keychain, e operará normalmente em programas e serviços de terceiros. O uso é bastante simples: quando você precisar logar em um novo serviço, você poderá fazer diretamente pelo Face ID ou pelo Touch ID, e as senhas em texto e número se tornarão, com o tempo, cada vez menos necessárias.

Por ora, o serviço funciona normalmente nos serviços da Apple, mas a ideia é a empresa trabalhar com parceiros para expandir a funcionalidade para o máximo de serviços e dispositivos possíveis, segundo o CNET. A ideia é que o sistema seja cruzado e unificado para várias plataformas, a fim de unificar o login com Face ID e Touch ID.

A Apple, vale lembrar, já tem ampliado as funcionalidades do Face ID e do Touch ID no iPhone. Hoje, já não é mais necessário digitar suas senhas para fazer download de aplicativos ou realizar assinaturas pagas pelo smartphone, bastando ter o Face ID cadastrado e configurado no aparelho. Para os que ainda preferem digitar suas senhas, a empresa também tem uma solução: o sistema de armazenamento de senhas na nuvem da Apple, que te permite logar sem precisar digitar.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/145596/para-abandonar-senhas-apple-quer-que-usuario-faca-login-apenas-pelo-face-id-e-touch-id/

14

Jun

Robôs treinam em ambiente virtual para realizar tarefas como humanos

Pesquisadores do MIT, nos EUA, desenvolveram um novo método de treinamento para que robôs possam realizar tarefas simples de maneira mais intuitiva. Eles usaram um ambiente virtual construído em um simulador para aprimorar os movimentos e acelerar a solução de problemas por meio de aprendizagem de máquina.

No PlasticineLab, o robô pode aprender como completar uma série de tarefas que seriam facilmente resolvidas por qualquer criança, mas que para uma máquina requer horas de programação e treinamento extensivo, como achatar um pedaço de massinha, enrolar uma corda ao redor de um pilar ou usar palitinhos para pegar objetos.

“Programar um conhecimento básico de física no simulador torna o processo de aprendizagem mais eficiente. Isso dá ao robô uma sensação mais intuitiva do mundo real, que está cheio de coisas vivas e objetos deformáveis”, explica o engenheiro Zhiao Huang, principal autor do estudo.

Simulador

Durante os testes, os pesquisadores treinaram o robô para completar essas tarefas de forma muito mais rápida do que usando algoritmos de aprendizagem baseados em repetição e esforço. Eles incorporaram o conhecimento do mundo físico ao ambiente do simulador para ampliar as técnicas de otimização de forma descendente.

Equações físicas básicas foram inseridas no simulador por meio de uma linguagem de programação gráfica conhecida como Taichi. Com o uso de algoritmos de planejamento nesse ambiente virtual, o robô consegue comparar continuamente seu objetivo com o movimento feito até determinado ponto, permitindo correções rápidas e mais eficientes.

“Pode levar milhares de iterações para um robô dominar uma tarefa por meio da técnica de tentativa e erro de aprendizado por reforço, que é comumente usada para treinar robôs em simulação. Nós mostramos que isso pode ser feito muito mais rápido com algum conhecimento de física”, afirma o pesquisador da IBM Chuang Gan, orientador do estudo.

Aprendizado: ao construir um ambiente virtual com características físicas do mundo real, os pesquisadores esperam fazer com que os robôs possam interagir com objetos e materiais que mudam de forma ou de tamanho quando são manipulados. A ideia é que as máquinas consigam realizar essas tarefas sem a necessidade de uma quantidade enorme de dados e instruções exatas.

“Podemos encontrar a solução ideal por meio da propagação reversa, a mesma técnica usada para treinar redes neurais. Esse método dá ao robô o feedback de que ele precisa para atualizar suas ações e atingir seu objetivo mais rapidamente em tempo real”, diz o coautor do estudo, Tao Du.

Com essa nova técnica, será possível dar aos robôs do futuro a capacidade de realizar tarefas domésticas, de manipular com precisão um ferro de passar roupas ou colocar espaguete na panela sem causar acidentes. Coisas que as crianças aprendem observando os adultos, sem precisar de algoritmos e de uma maneira muito mais rápida.

Outras Iniciativas

Nos EUA, engenheiros da Universidade Lehigh também treinam robôs para que eles consigam manipular objetos com a mesma habilidade dos seres humanos. Eles utilizam algoritmos de aprendizagem de máquina para ensinar como os androides devem segurar, mover e “sentir” utensílios comuns, como pratos ou copos.

Para conseguir isso, os pesquisadores criaram módulos adaptáveis que permitem o desenvolvimento de sistemas complexos para que os robôs possam pegar objetos em um determinado ponto e levá-los até outro lugar. O simulador virtual pode ser adaptado para qualquer situação do dia a dia, facilitando a aplicação em diversas áreas.

O objetivo é fazer com que um robô seja capaz de se adaptar a estímulos variáveis sem precisar da intervenção humana, podendo montar e consertar coisas de maneira eficiente e intuitiva.

Na Coreia do Sul, pesquisadores do Departamento de Engenharia Robótica do Instituto de Ciência e Tecnologia Daegu Gyeongbuk criaram um novo modelo de mão mecânica para que os robôs consigam manipular objetos macios e pesados sem deixá-los cair.

Eles utilizaram materiais mais leves, conectando um pino rígido a uma estrutura conhecida como dobradiça flexural cruzada, feita com duas tiras de metal dispostas em forma de X. Como resultado, os cientistas conseguiram desenvolver um mecanismo mais resistente e com uma sensibilidade muito maior.

A ideia é aplicar o novo modelo de construção em robôs que possam trabalhar ao lado de seres humanos no futuro, em ambientes industriais ou hospitalares que exigem a manipulação de ferramentas de maneira muito mais precisa e objetiva. Em breve, será possível encontrar máquinas por aí sem ficar com medo de um simples aperto de mão.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/robotica/robos-treinam-em-ambiente-virtual-para-realizar-tarefas-como-humanos-187042/

10

Jun

Pix já movimentou R$ 1,4 trilhão em mais de 253 milhões de chaves cadastradas

O sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central do Brasil (Bacen), o Pix, ganha cada vez mais adesão dos brasileiros. Segundo João Manoel de Pinho Mello, diretor da instituição, 253,5 milhões de chaves já haviam sido cadastradas até 31 de maio.

Os dados foram divulgados por ele na noite de segunda-feira (7) em um encontro da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mas as informações oficiais devem ser apresentadas nos próximos dias. Mello diz que já foram feitas 2 bilhões de transações pelo sistema entre o lançamento do Pix e o fim de maio. Essas operações movimentaram R$ 1,4 trilhão.

O executivo apontou, ainda, que o Pix é cada vez mais popular no comércio. Em novembro de 2020, 87% das transações eram feitas entre duas pessoas físicas e 5% eram de pessoas para empresas. Agora, os percentuais são de 75% e 12%, respectivamente.

Mello explica que as transações ainda ocorrem em maior número entre pessoas e pequenos empreendedores, que não têm acesso a muitas opções de pagamento (diferentemente dos grandes varejistas). Com cada vez mais consumidores interessados em pagar por Pix, porém, a expectativa é que as empresas de médio porte passem a ter mais transações.

Fonte: G1, via Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/pix-ja-movimentou-r-14-trilhao-em-mais-de-235-milhoes-de-chaves-cadastradas-186866/

9

Jun

Zoom lança linha de aparelhos de telefone com foco no trabalho híbrido

Zoom Video Communications, Inc. (NASDAQ: ZM) anuncia hoje o lançamento do Zoom Phone Appliances, uma nova linha de hardware desenvolvidos especialmente para o trabalho híbrido em escritórios domésticos ou espaços compartilhados, considerando diferentes tipos de demandas do mercado. O Zoom Phone Appliances combina a tecnologia de videoconferência do Zoom com os reconhecidos hardwares das marcas Poly e Yealink, que contam com recursos de vídeo e áudio e tela sensível ao toque.Uma solução de telefone de mesa “tudo-em-um” para videoconferências HD, chamadas telefônicas e até mesmo quadro branco interativo.

“O Zoom continua em seu ritmo acelerado de inovação ao lançar mundialmente uma oferta sólida de telefone em nuvem e trazer os aparelhos do Zoom Phone”, disse Elka Popova, vice-presidente de pesquisa de trabalho conectado da Frost & Sullivan. “O Zoom Phone sempre foi uma alternativa disruptiva para soluções em telefonia. A chegada deste novo catálogo de aparelhos aumenta ainda mais sua proposta de valor, permitindo que as empresas habilitem espaços de trabalho com vídeo em equipamentos específicos que são fáceis de adquirir, implantar e gerenciar.”

“Os escritórios tradicionais estão evoluindo e se adaptando, e nosso objetivo é capacitar a força de trabalho para realizar ainda mais, encurtando as fronteiras entre voz e vídeo”, disse Graeme Geddes, chefe do Zoom Phone e Zoom Rooms. “O novo programa Zoom Phone Appliance apresenta uma seleção de hardwares para o Zoom Phone especialmente desenvolvidos pela Poly e pela Yealink. Eles otimizam as comunicações, removem barreiras e permitem uma experiência de comunicação poderosa”.

Os aparelhos Zoom Phone têm seu licenciamento, a instalação e uso simplificados, beneficiando tanto os usuários finais quanto os departamentos de TI. Entre os destaques do lançamento estão:

● Um telefone de mesa completo com os mais poderosos recursos do Zoom. Os aparelhos Zoom Phone estão sempre ligados e prontos para comunicação e colaboração instantâneas. Inicie facilmente reuniões de forma imediata ou agendadas, faça e receba chamadas, verifique o correio de voz e colabore virtualmente nas pastas de conteúdos e anotações.

● Gerenciamento centralizado por meio do Zoom Admin Portal: gerenciamento simplificado, escalável e centralizado com provisionamento remoto e atualizações em um só lugar

● Não requer um licenciamento adicional: Faça login com sua conta de Zoom Phone e crie uma experiência instantânea.

● Personalizado para o usuário: O sistema se sincroniza instantaneamente com o calendário do usuário, com seu status, configurações de reunião e telefone para uma experiência de comunicação unificada de vídeo.

● Integração simplificada com provisionamento Zero-touch: minimiza a necessidade de suporte de TI com uma configuração simplificada.

● Tela sensível ao toque com quadro interativo: colabore com colegas de trabalho com o recurso de quadro branco interativo que pode ser facilmente exportado e compartilhado.

● Zoom Certified: Zoom Phone Appliances está introduzindo uma nova categoria de hardware certificado que garante que esses dispositivos sejam desenvolvidos especificamente para uma ótima experiência com Zoom Phone em reuniões. Mais dispositivos serão adicionados a esta categoria em breve. Acompanhe.

Os dois modelos de lançamento do Zoom Phone Appliances chegam no Brasil por meio de duas marcas parceiras: A Poly e a Yealink:

Poly CCX 600 Desk Phone & CCX 700 Desk Phone com a câmera integrada

“Estamos entusiasmados por ser um dos primeiros a integrar uma experiência nativa de Zoom em nossa família Poly CCX, com o Zoom Phone Appliances”, afirma John Lamarque, vice-presidente e gerente geral de colaboração de voz da Poly. “Isso coloca a plataforma Zoom que todos nós conhecemos e amamos à frente da categoria de dispositivos touch screen, proporcionando uma experiência ainda mais poderosa e envolvente.”

Yealink VP59 Smart Video Phone

“Estamos muito satisfeitos em apresentar o VP59: Novo, confiável e de última geração”, disse Alvin Liao, vice-presidente de produto da Yealink. “O display touch do videofone VP59 será alimentado pela plataforma de comunicação em vídeo do Zoom, fornecendo aos clientes uma interface amigável e uma experiência intuitiva única.”

Os aparelhos Zoom Phone estão disponíveis por meio do programa Zoom Hardware-as-a-Service e também por meio de revendedores autorizados da Poly e Yealink.