Tecnologia

5

Jul

Pais de Alexas reclamam com a Amazon sobre bullying com nome das filhas

Não, não é piada. Os pais de crianças chamadas Alexa estão indignadas com a gigante americana do varejo e do streaming, Amazon, por conta do nome de sua assistente virtual, a Alexa. A reclamação é que, em virtude da inteligência artificial ter o nome, as crianças que também se chamam Alexa sofrem bullying e ouvem piadas infindáveis sobre o assunto.

Segundo a Folha, alguns pais chegaram a mudar os nomes de suas filhas por não aguentarem mais as piadas com o nome Alexa. Agora, essas pessoas pedem no processo que a Amazon altere o sistema de ativação da assistente, para que não seja necessário usar o nome Alexa e que o programa receba um novo nome – de preferência não humano.

Nos últimos anos, as assistentes virtuais e domésticas têm se popularizado bastante, e dispositivos da Amazon como Echo e Echo Dot, que usam a Alexa, são alguns dos líderes desse mercado. O problema é que, para ativar qualquer comando nos gadgets, é preciso abrir com a menção ao nome da Alexa, o que torna o nome quase uma palavra de ordem para o funcionamento da tecnologia.

Os relatos são de crianças chamadas Alexa que, na escola, ouvem piadas com seus nomes, como brincadeiras nas quais os colegas chamam por elas e, em seguida, dizem algum comando típico da assistente virtual. “Ela começou a não querer se apresentar por causa das piadas e da reação. Ela era e ainda é uma criança, mas os adultos achavam que não havia problema em brincar com ela. É devastador. A escola não ajudou e disse que ela precisava ficar mais resiliente”, disse uma das mães que entrou com o pedido para a Amazon mudar a palavra de comando.

O problema se estende por todo o mundo, mas é mais grave no Reino Unido e nos Estados Unidos, onde Alexa é um nome mais comum. O mesmo acontece, em uma escala menor, com a assistente da Apple, a Siri, que é um nome mais comum em países escandinavos. A diferença principal é que a pronúncia norueguesa de Siri é diferente da comumente usada para a assistente da Apple.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146839/pais-alexas-reclamam-amazon-nome-bullying/

2

Jul

Site experimental do Google transforma ilustrações em música; veja como usar

O universo cultural costuma colocar suas nuances para caminhar lado a lado: música, pintura, escultura e literatura se confundem em vários momentos históricos. Inspirado nessa premissa poética, o Google lançou uma ferramenta que permite gerar músicas a partir de obras de arte.

Paint with Music oferece uma experiência única de tirar, literalmente, notas musicais das pinceladas de um quadro. Ao combinar a biblioteca DDSP (Differentiable Digital Signal Processing) da Magenta com recursos de aprendizado de máquina, o pincel vira um instrumento para criar melodias harmoniosas (ou desafinadas, se você não for profissional) conforme o desenho feito.

Dá para reproduzir diversos sons com os quatro instrumentos musiciais disponíveis (flauta, saxofone, trompete e violino) e combiná-los com as imagens de fundo: céu, mar, ruas e sobre o papel. Os efeitos sonoros buscam se mesclar com as texturas do desenho para gerar a canção, por isso dá para colocar sons de baleia, se o seu quadro tiver como tema o fundo do oceano, ou de pássaros, caso a escolha tenha sido o céu.

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Embora seja bem simples de usar, o aplicativo pode ser melhor aproveitado por quem tem conhecimento musical. Estar por dentro da escala heptatônica e das variantes sonoras fará a diferença entre um som agradável de ouvir ou um monte de ruídos desconexos, como os feitos por este redator.

No canto inferior direito da tela aparecem os detalhes do que já foi criado. Existe uma opção de desfazer a última nota desenhada ou até mesmo deletar a pintura por inteiro para recomeçar do zero. Os traços podem misturar vários instrumentos diferentes e cada "rabisco" na tela vai produzir tons diferentes, conforme a ordem em que forem desenhados.

Experimentou essa novidade? O que achou da experiência? Compartilhe nos comentários abaixo.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/site-experimental-do-google-transforma-ilustracoes-em-musica-veja-como-usar-188816/

2

Jul

Pix já supera a soma de pagamentos em TEDs, DOCs, cheques e boletos

Em pouco mais de sete meses, o sistema de pagamento instantâneo Pix tomou o lugar de outras formas de transferência de dinheiro. “A quantidade de Pix superou a quantidade de TEDs, DOCs, cheques e boletos somados em número de operações”, informa Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil (Bacen).

Segundo ele, aproximadamente 73 milhões de brasileiros já usaram a opção. “Ou seja, cerca de 46% da população adulta do Brasil já usou o Pix em algum momento”, calcula. Atualmente, o Pix registra 254,3 milhões de chaves cadastradas — 87,8 milhões de pessoas físicas e 5,8 milhões de empresas. O executivo diz, ainda, que outras funcionalidades da tecnologia, como o Pix Saque e o Pix Troco, devem chegar neste segundo semestre.

Todo o sucesso da plataforma de pagamentos tem levado à criação de golpes que buscam aproveitar as características do sistema de forma criminosa. As técnicas usadas nessas práticas são as mais abrangentes possíveis. Por isso, é preciso ficar atento. Veja, a seguir, algumas dicas do especialista em tecnologia e segurança digital Arthur Igreja:

  • Sempre verifique a identidade de quem está solicitando o Pix;
  • Na hora de efetivar a transação, fique atento: os aplicativos estão cada vez mais fáceis de utilizar e o usuário, muitas vezes, seleciona ‘Confirmar’ sem nem perceber que está transferindo recursos para um nome que não conhece;
  • Alguns sites já estão adotando pagamento por Pix. Nesse caso, se o usuário estiver em um ambiente falso, o dinheiro vai para a conta do golpista;
  • É fundamental confirmar o limite disponível para transferência por Pix com a instituição financeira. Às vezes, o próprio usuário comete um erro de digitação e atribui a perda a um golpe;
  • Usuários que não têm familiaridade com o Pix, podem treinar o uso do recurso. Uma boa ideia é fazer um Pix de R$ 1 para um conhecido para testar a funcionalidade. E, se quiser, pode até pedir o dinheiro de volta, já que o processo é gratuito.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/mercado/pix-ja-supera-a-soma-de-pagamentos-em-teds-docs-cheques-e-boletos-188803/

1

Jul

Cibercrimes: 40% envolvem manipulação psicológica para divulgar informações confidenciais

A Verizon, gigante norte-americana do ramo de telecomunicações, acaba de lançar um detalhado relatório sobre cibercrimes e violação de dados com material coletado em 88 países.

O Relatório de Investigação de Violação de Dados 2021 (do inglês Data Breach Investigations Report – DBIR) tem como objetivo mapear incidentes mais comuns relacionados a uma série de crimes cibernéticos que puderam gerar violação de dados. Foram analisados 79,635 incidentes, dos quais 29,207 se encaixaram nos padrões de avaliação pré-estabelecidos de análise; e foi possível confirmar 5,258 casos de violação de dados.

“O DBIR não tem o objetivo de predição de crimes, mas é um material detalhado para ajudar e criar estratégias de segurança para se enfrentar um futuro incerto”, diz a equipe de edição do relatório.

E os dados apresentados realmente chamam a atenção. Mapeando o “padrão” de violações mais recorrentes, a DBIR aponta que próximo de 40% das ocorrências envolveram engenharia social, que é a manipulação psicológica de pessoas para a execução de ações ou divulgação de informações confidenciais. 25% foram ataques via web, normalmente com sites e aplicativos enganosos, e 20% com invasão de sistemas.

Entre as ações mais comuns, 85% das violações envolvem um elemento humano como “vítima” e 61% dos casos tiveram como finalidade o roubo de credenciais. E para espanto de muitos usuários, a maior parte dos ataques, 80%, parte de instituições criminosas altamente organizadas, que buscam de alguma forma lucrar com esses crimes.

“Os cibercriminosos estão cada vez mais especializados e atentos a potenciais vítimas. O DBIR deve ser levado muito a sério para que essas ações criminosas sejam minadas”, explica Sandro Süffert, CEO da Apura Cyber Intelligence.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Apura contribuiu com dados para o relatório da Verizon. A empresa brasileira de cibersegurança tem se especializado cada vez mais no desenvolvimento de ferramentas e estratégias para combater o cibercrime.

A Apura acompanha de perto o cenário de cibercrimes no Brasil. Além de oferecer soluções profissionais para elevar o nível de cibersegurança em empresas, ela também mapeia os eventos para buscar cada vez mais uma visão ampla dos possíveis “gaps” para futuros ataques.

Por exemplo, um dos cenários observados recentemente foi o impacto da pandemia de Covid-19 na cibersegurança. Muitas empresas levaram seus funcionários para o home office, porém algumas delas não se atentaram às questões de segurança, uma vez que as redes domésticas de internet não são providas com todos os elementos de segurança que uma rede empresarial supostamente deve ter. Esse cenário foi um prato cheio para os cibercriminosos.

Esse não foi um evento particular do Brasil. O relatório conseguiu mapear as principais mudanças nos tipos de violações ocasionadas pela pandemia. Em 2020, os casos de phishing, que é uma técnica de engenharia social usada para enganar usuários e obter informações confidenciais, como nome de usuário e senha, aumentaram em mais de 10%. Outro tipo de ameaça que também cresceu durante a pandemia em 2020 (7%) foram os ataques de ransomware, que são malwares que sequestram os dados da vítima, permitindo que os cibercriminosos peçam um “resgate” pela devolução ou não divulgação dos dados.

Para acessar o relatório na sua forma integral, acesse: https://www.verizon.com/business/resources/reports/dbir/2021/masters-guide/.

1

Jul

Startup de contabilidade conduz pesquisa sobre robotização com mestrandos da Alemanha

O potencial de inserção no mercado global da accountech fintech paranaense ROIT BANK foi objeto de estudo de um programa de internacionalização promovido pela Federação das Indústrias do Estado Paraná (FIEP) em parceria com a Universidade Steinbeis, da Alemanha. A solução tecnológica em gestão contábil, fiscal e financeira “Esteira Mágica”, desenvolvida pela startup que tem sede em Curitiba (PR) e atende clientes em todo o Brasil, foi analisada por um grupo de estudantes de pós-graduação (mestrado), boa parte executivos de multinacionais alemãs.

O ROIT BANK foi convidado pela FIEP a fazer parte do programa, ao lado de outras seis empresas com atuação no Paraná. A explanação sobre o ROIT BANK e, em especial, a respeito da “Esteira Mágica”, coube à CSO da accountech e fintech, a economista Thaís Carneiro. Além dessas explicações, a gestora apresentou aos estudantes desafios para a internacionalização da empresa. Coube aos alunos traçar propostas de soluções.

“Nossos desafios para internacionalização foram de duas ordens. Uma, um mapeamento dos processos das empresas alemãs, para que pudesse ser definido um foco na abordagem e uma adaptação do ROIT BANK, com vistas a esse mercado. Outra, identificar as principais ‘dores’ do mercado local, em relação à contabilidade, impostos e contas a pagar. Assim, poderíamos definir a relevância de cada estágio da ‘Esteira Mágica’, para essa realidade”, explica Thaís Carneiro.

Os mestrandos, em sua maior parte, já atuam como executivos em grandes empresas locais – como Mercedes Benz e Bosch. A partir da experiência empírica dessas multinacionais, os estudantes foram avaliando adaptações que seriam necessárias à “Esteira Mágica”, para suprir a demanda e as especificidades do mercado alemão. “Para esse trabalho, os alunos foram orientados por professores da instituição, também com experiência no mercado”, acrescenta a CSO.

Na avaliação de Thaís Carneiro, a participação do ROIT BANK, via convite da FIEP, reafirma o reconhecimento, pelo mercado e academia, da inovação que as soluções tecnológicas em gestão contábil, fiscal e financeira desenvolvidas por uma empresa brasileira, por profissionais nacionais, estão proporcionando às empresas. Para o ROIT BANK representa, ainda, visibilidade internacional, indo ao encontro dos planos de expansão da accountech e fintech paranaense.

Com o ROIT BANK, foram estudados também casos das seguintes outras empresas: Materialize, Courb, Freelans, GoDrink, Zupa e CargOn.

30

Jun

Consumo de apps bate recorde e gera US$ 64,9 bilhões

Segundo dados preliminares da Sensor Tower, especializada em análises do mercado mundial de aplicativos, o consumo de apps móveis bateu um recorde no primeiro semestre de 2021, atingindo US$ 64,9 bilhões – um aumento de 24,8% em relação ao mesmo período de 2020, considerando-se App Store e Google Play. Impulsionada pelo isolamento social causado pela covid-19, a tendência deve permanecer mesmo após a pandemia, acredita a empresa.

Enquanto a loja da Apple respondeu por US$ 41,5 bilhões do total, o marketplace do Google encabeçou US$ 23,4 bilhões. Ainda assim, a dona do Android experimentou um salto de 30% quando os resultados são comparados aos números do ano passado, contra 22,1% da concorrente. A disparidade, indica a Sensor Tower, se explica, em parte, por demandas de regiões como as Filipinas, dominadas pelo Google e mais sujeitas a quarentenas no intervalo.

Quanto aos tipos de aplicativos mais procurados, a categoria de jogos é a que mais se destacou (US$ 44,7 bilhões), seguida de soluções baseadas em assinatura (US$ 8,3 bilhões), nas quais se incluíram as dedicadas a esportes, finanças, negócios, livros e entretenimento. O TikTok dominou o pódio de rendimentos gerais e da App Store; Google One é que ocupou o primeiro lugar do Google Play.

Análise traz detalhes a respeito do consumo de apps.

Falando especificamente de games mobile, Honor of Kings (mais de US$ 15 bilhões), PUBG Mobile (aproximadamente US$ 1,5 bilhão) e Genshin Impact (mais de US$ 848 milhões) foram as estrelas da vez.

Campeões de downloads

A pandemia continua exercendo seus efeitos. Com o retorno gradual de determinados locais às atividades normais, notou-se uma desaceleração no número de downloads de facilidades diversas (com exceção dos jogos), que cresceu somente 1,7% (72,5 bilhões).

No caso da App Store, caiu 10,9%, já que seu público majoritário se encontra, por exemplo, nos Estados Unidos. Por outro lado, o domínio do Google em regiões ainda duramente afetadas pela covid-19, como a Índia, se expressou em um crescimento de 6%.

Por fim, mesmo jogos na plataforma da Apple foram menos baixados, caindo 22,8% (4,4 bilhões) – enquanto no Google Play se expandiram 3,9% (23,7 bilhões). O TikTok desembarcou em ao menos 384,6 milhões de dispositivos, 38% a menos que um ano atrás (algo que pode ser atribuído a restrições em países).

No mais, Facebook, Instagram, WhatsApp e Telegram, seguidos por Messenger, Zoom, Snapchat, CapCut e Google Meet, completaram o top 10 de downloads em geral.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/220169-consumo-apps-bate-recorde-gera-us-64-9-bilhoes.htm

29

Jun

Amazon estuda lançar Kindle dobrável

Amazon já é uma das líderes de diversos mercados, mas talvez não haja nenhum produto ou serviço da empresa que domine tão bem seu segmento quanto o Kindle, o e-reader da empresa. Nem por isso, entretanto, a Amazon deixa de buscar formas de evoluir a experiência com o gadget, e o próximo passo promete ser o mais ousado até aqui.

Segundo a Bloomberg, a Amazon está trabalhando em um modelo dobrável do Kindle, a fim de replicar com o e-reader a experiência tradicional de se abrir e ler um livro com as páginas bem divididas. O produto não tem previsão de anúncio oficial nem lançamento.

O primeiro Kindle foi lançado há mais de uma década, e era mais caro e menos inteligente do que as gerações mais recentes do e-reader. Com o tempo, o aparelho aderiu à tela touch e implementou até mesmo um sistema de iluminação interna para que você possa ler em qualquer ambiente.

Caso o Kindle dobrável seja realmente lançado, será o primeiro grande gadget externo ao mercado de smartphones a aderir à tecnologia. Vale lembrar que, hoje, gigantes como SamsungMotorola e Xiaomi já possuem linhas de smartphones dobráveis Mesmo que a tecnologia ainda não convença o público dos celulares, a chegada dela ao Kindle poderia representar um novo olhar para as telas que dobram.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146530/amazon-estuda-lancar-kindle-dobravel/

28

Jun

Startup lança aplicativo gratuito que organiza a rotina de trabalho e equipes em pequenas empresas

O trabalho remoto surgiu como uma alternativa para as empresas continuarem seus trabalhos durante a pandemia ocasionada pela COVID-19. Com isso, a gestão do trabalho mudou e obrigou as empresas a repensarem seus modelos de organização e comunicação entre colaboradores, equipes e clientes.

Pensando nisso, a startup curitibana Ummense, criadora da ferramenta de gestão de equipes que mais cresceu no Brasil em 2020, buscou formas de trazer mais mobilidade, automação e gestão inteligente das atividades nas empresas, principalmente para micro, pequenas e médias, que foram as mais impactadas pela necessidade de ferramentas de gestão à distância. Para isso, a startup lançou o aplicativo da Ummense, uma extensão gratuita para celular da ferramenta web já existente. 

Com interface fácil e intuitiva, a plataforma funciona como um Kanban digital, organizando as informações das equipes em fluxos, cards e tarefas. O app da Ummense  sincroniza todos os registros realizados através da plataforma desktop, informações de projetos, fluxos, tarefas, conversas nos cards, prazos de entrega e documentos. O app está disponível para Android e iOS e pode ser baixado e utilizado gratuitamente

“Para que o trabalho remoto funcione bem, é essencial que as equipes tenham as informações organizadas e acessíveis, assim como tarefas e responsabilidades claras. O app da Ummense vem para garantir o acesso às informações em qualquer lugar, facilitando em muito a gestão das empresas”, afirma Raul Cesar Sindlinger, co-fundador e CEO da Ummense.

A Ummense foi criada para proporcionar organização e produtividade para as equipes, melhorando a qualidade de vida no trabalho. A startup oferece para as empresas uma solução completa que organiza as atividades e possibilita uma gestão inteligente dos projetos, além de promover mais produtividade, organização, autonomia e liberdade entre empresa, colaboradores e clientes. Tanto os gestores como a equipe acompanham o andamento das atividades de forma simplificada e em tempo real. “O erro das pequenas empresas é achar que somente as grandes podem ter acesso a esse tipo de solução. O nosso objetivo é justamente facilitar tanto a gestão de equipes que mesmo pequenas empresas com orçamentos apertados e baixa experiência possam ter acesso a uma gestão eficiente e produtiva. Os ganhos são inestimáveis.” complementa o CEO da Ummense.

Para aumentar ainda mais a produtividade das empresas, a Ummense possibilita a configuração de automações que podem ser implementadas sem nenhum conhecimento técnico. Entre as possibilidades de automações estão a criação de tarefas, notificações, disparo de e-mails, mudança de fluxos, inserção de equipes e várias outras. O usuário também conta com sugestões de modelos de fluxos prontos para ajudar a criar processos para cada departamento da empresa, sem perder tempo.

Plataforma disponibiliza plano gratuito por tempo ilimitado

Diferentemente de outras ferramentas de gestão de equipes, as empresas podem utilizar o plano gratuito por quanto tempo quiserem, não tem limite de usuários e já oferece recursos suficientes para gerenciar as equipes, projetos, clientes ou mesmo suas atividades pessoais. O que muda para as versões premium são os recursos mais avançados, como as automações, formulários personalizados, estatísticas e o tamanho do espaço de armazenamento de arquivos disponibilizado. O aplicativo já está disponível para baixar na versão gratuita. Para conhecer mais sobre a plataforma, acesse www.ummense.com

28

Jun

Ataques cibernéticos automatizados estão ganhando espaço, revela pesquisa

Divulgada oficialmente nesta sexta-feira (25), a pesquisa The State of Security Identity, da Auth0, mostra que ciberataques automatizados são uma preocupação crescente entre empresas. Segundo a empresa, ações do tipo são usadas para cadastrar credenciais falsas, realizar desvios de autenticação, testar o uso de senhas vazadas e realizar ataques baseados no roubo de identidades.

O relatório revela que, nos primeiros 90 dias de 2021, as tentativas automatizadas de comprometer uma grande quantidade de contas de usuários correspondia a 16,5% do tráfego registrado pelas plataformas de login das empresas analisadas. Em março, esse número saltou para 40%, indicando a intensificação nas atividades de criminosos.

O estudo aponta que empresas do setor de viagem e lazer e varejo são os mais afetados por ataques que comprometem grande quantidade de contas e que, no geral, 15% de todas as tentativas de registros de novas contas podem ser atribuídos a bots. Ao usar métodos automatizados, atacantes ganham agilidade em suas ações e podem ser aproveitar rapidamente de grandes vazamentos de dados — como o RockYou2021, que comprometeu 8,4 bilhões de contas em junho.

Soluções devem ser seguras e acessíveis

"Proteger identidades do cliente é dificultado por falhas de proteção de dados em todo o setor. O predomínio de senhas violadas e a disponibilidade de ferramentas automatizadas de ataque tornam a modesta senha uma medida protetiva do passado", afirma Duncan Godfrey, vice-presidente de engenharia de segurança da Auth0.

O relatório aponta o uso de credenciais baseadas em tecnologias que vão além das senhas tradicionais como solução para muitos desses problemas. Ao apostar em soluções como biometria e técnicas que dispensam senhas, mas garantem a autenticidade de acessos, empresas podem se proteger de ameaças relativamente comuns que ganham força com a implementação de sistemas automatizados.

Outras soluções apontadas pelo relatório incluem a obrigatoriedade do uso de senhas fortes (que misturam caracteres maiúsculos, minúsculos, especiais e números) e o impedimento de que a mesma chave seja usada em mais de um serviço. Também é recomendado criar soluções que facilitem reconfigurar uma senha e minimizem atritos com consumidores e garantindo a segurança de suas informações pessoais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/ataques-ciberneticos-automatizados-estao-ganhando-espaco-revela-pesquisa-188325/

26

Jun

Empresa de TI abre 30 vagas nas áreas técnica, comercial, administrativa, marketing e atendimento a clientes

Com sede em Curitiba, a Gestran, desenvolvedora de softwares para empresas do segmento de logística, transportes e frotistas, está com 30 vagas em aberto para diferentes áreas com disponibilidade para trabalho de modo híbrido e presencial.

A oferta vai ao encontro das projeções da empresa de crescer 40% em 2021 e atingir R$ 7 milhões em faturamento. Em 2020, a logtech vivenciou alta acelerada puxada pelo setor de transportes, que, devido à restrição de serviços presenciais causada pela pandemia de Covid-19, registrou crescimento de 19,2% no segundo semestre de 2020, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“Buscamos profissionais comprometidos e que se adaptem rapidamente às situações inesperadas, com pensamento crítico, que sejam criativos para trazer soluções e identificar problemas”, explica Paulo Raymundi, CEO da Gestran.

A empresa, que atende todo o Brasil, oferece ao mercado dois sistemas: um com tecnologia ERP voltado a transportadoras e uma plataforma SaaS (software baseado na web), para Gestão de Frotas, que auxilia no gerenciamento de frotas das empresas e atende não só transportadoras, mas qualquer estabelecimento com frota de veículos, como empresas do varejo, indústria, agronegócio e até administrações públicas.

A Gestran também é responsável pela criação do Fretefy: um software de logística que conecta embarcadores, transportadoras e caminhoneiros. "E após o seu sucesso, nos preparamos para o lançamento de uma nova startup", antecipa Raymundi. Veja a relação completa das vagas:

Desenvolvedores (front-end Angular) – 2 vagas
Desenvolvedores (back-end .Net) – 2 vagas
Desenvolvedores (Delphi) – 2 vagas
Arquiteto de Software (Microsoft Azure) – 2 vagas
Analista de Qualidade – 2 vagas
Gestor de Projetos ERP – 2 vagas
Produt Owner - 1 vaga
Analista de Marketing – 2 vagas
Pré-vendas – 2 vagas
Vendas – 2 vagas
Executivo de relacionamento de canais – 2 vagas
Representante de canais – 1 vagas
Suporte técnico – 3 vagas
Consultor Implantação ERP – 2 Vagas
Customer Success – 2 vagas
RH – 1 vaga

O processo seletivo para preenchimento das vagas acontece apenas pela internet. Interessados podem mandar currículo por e-mail (recrutamento@gestran.com.br) com o título da vaga que pretende se candidatar no assunto ou acessar o link (https://gestran.com.br/trabalhe-conosco/) e preencher as informações necessárias.

26

Jun

Prepare-se: ataques hackers ao poder público poderão ser mais frequentes

Os ataques cibernéticos são bem mais comuns do que as pessoas pensam. Eles podem afetar desde usuários na internet até grandes organizações em todo o mundo. Este último exemplo, aliás, leva as empresas ao topo das preferências dos hackers. Afinal, uma ação bem-sucedida resulta em roubo de dados extremamente valiosos e, consequentemente, de grandes valores financeiros. Contudo, mais recentemente, os cibercriminosos mudaram o foco de suas estratégias. Agora eles miram na esfera pública, ou melhor, nas estruturas do poder público, incluindo governos, empresas estatais, autarquias e todo o sistema do poder judiciário. É uma rotina que, infelizmente, deverá ficar mais comum nos próximos meses e anos.

No Brasil, vários casos recentes se sucederam e expuseram essa realidade. Em novembro de 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) sofreu um ataque de ramsonware, ou seja, um invasor entrou nos sistemas da instituição, criptografou os arquivos e pediu um resgate em dinheiro para liberá-los. Um mês depois foi a vez de a Embraer ter dados de funcionários e registros administrativos vazados, também em razão desse malware. Por fim, no início de maio, o Supremo Tribunal Federal (STF), órgão máximo do poder judiciário no Brasil, também sofreu com uma tentativa de invasão, mas conseguiu contornar o problema em sua estrutura e proteger as informações.

Não é preciso fazer um grande esforço de imaginação para identificar os perigos que o vazamento e roubo de dados em órgãos públicos pode proporcionar à sociedade como um todo. Praticamente todas as informações sobre pessoas e empresas estarão comprometidas. A questão é que, a partir do momento em que os hackers conseguem entrar na infraestrutura de uma entidade governamental, a recomendação é esperar mais ataques contra as outras. Isso ocorre porque eles estudam a arquitetura de todos os sistemas, usualmente semelhantes, e sabem onde procurar as vulnerabilidades, que servem como portas de entrada à rede como um todo.

Curiosamente, apesar de toda a campanha de transformação digital no poder público, os ataques acontecem pelos mesmos motivos dos individuais contra os usuários: falta de atualizações e correções oferecidas pelos fornecedores. Sem esse cuidado, os sistemas ficam desprotegidos e, evidentemente, com buracos a serem explorados pelos hackers. O problema é ainda maior em um cenário de home office, com os profissionais trabalhando em seus próprios equipamentos e dispositivos. Qualquer descuido com senhas e logins pode trazer graves prejuízos financeiros.  

No caso de ransomwares, em que há um pedido de resgate, chega a ser tentador obedecer aos pedidos para evitar novas perdas. Mas, além de ser um valor salgado até para empresas de grande porte (cerca de US$ 178,2 mil, um crescimento de 60% em relação a 2019), um pagamento único nem sempre resolve os problemas – e os cibercriminosos podem pedir sempre mais. Dessa forma, velhos e bons hábitos nunca saem de moda para preservarem os dados, sejam de entidades públicas ou privadas. Entre eles estão uso de senhas únicas e complexas, de gerenciador de senhas, bem como evitar links suspeitos e utilizar um software de proteção na navegação, como uma VPN (rede virtual privada).

A transformação digital é um caminho sem volta mundo afora e deve ser percorrida por todos os atores da sociedade: empresas, pessoas e, claro, poder público em todas as suas instâncias. Isso exige adaptação, preparação e estratégia. Os cibercriminosos sempre parecem estar um passo à frente, mas isso não significa que é o fim da linha. Com medidas preventivas e apoio de soluções que protegem a navegação e as informações, é possível dificultar ao máximo a ação dos hackers que tentarem invadir seus sistemas. Dessa forma, a esfera pública consegue dar segurança às empresas e aos cidadãos.

 

25

Jun

Aplicativos do Android serão lançados para desktop no Windows 11

Microsoft está preparando uma total repaginação de seu sistema operacional para computadores com o Windows 11, e agora, anunciou uma novidade bastante aguardada pelos usuários. Em breve, alguns aplicativos de Android serão disponibilizados também para desktop.

Em evento que ocorreu na manhã desta quinta (24), a empresa apresentou a novidade, que será possível por downloads feitos a partir da Microsoft Store ou pela Amazon App Store. Antes, usuários que desejassem ter acesso à maioria dos aplicativos Android no computador, precisavam instalar um emulador de dispositivos.

O recurso já existe no concorrente do Windows, o macOS. Hoje, computadores da Apple já possuem sua própria App Store, na qual é possível baixar vários aplicativos que também estão disponíveis para a versão mobile do sistema operacional, o iOS, do iPhone, e também para iPad OS, para os tablets da marca.

Os primeiros programas e aplicativos de Android oferecidos para Windows ainda serão revelados em um futuro próximo, mas já podemos esperar que a loja ao menos tenha algo além dos aplicativos padrão que estão entre os mais baixados da Google Play Store, como NetflixWhatsApp e Spotify.

A Microsoft deve revelar mais novidades nas próximas semanas, enquanto ainda finaliza as primeiras versões de aplicativos que serão oferecidos na Microsoft Store. O modelo da loja será, não por acaso, bastante semelhante ao da App Store da Apple.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/146353/aplicativos-do-android-serao-lancados-para-desktop-no-windows-11/

24

Jun

Ataques contra gamers foram os que mais cresceram durante a pandemia

O engajamento e o tempo gasto em games aumentou significativamente durante a pandemia do novo coronavírus e, com isso, também o nível de ataques contra jogadores e a própria indústria. Um levantamento mostra, agora, que o setor de jogos foi o que teve maior crescimento no índice de ataques desde o ano passado, com um volume de ameaças mais de 340% maior que o registrado em 2019.

Os dados são do Akamai, empresa voltada a soluções de proteção em experiências digitais, que mostram um volume de aproximadamente 240 milhões de tentativas de ataque diárias contra o setor de games. Os principais métodos são os golpes de phishing, com foco no roubo de credenciais de acesso, ou o uso de sites fraudulentos que prometem a compra de itens virtuais, também focados no roubo de dados pessoais e bancários.

O levantamento também mostra uma persistência no volume de ataques ao contrário das outras indústrias, com picos e reduções constantes. No caso dos jogos eletrônicos, houve uma grande alta em julho de 2020, com os números retornando ao patamar usual e permanecendo como tal até os tempos atuais, o que significa que as tentativas de ataque testam consistentemente as defesas dos servidores e, também, miram os jogadores de maneira constante.

Para Steve Ragan, pesquisador de segurança da Akamai, esse panorama é perigoso pois a proteção nem sempre é uma prioridade para o público consumidor de jogos. Ao mesmo tempo, muitos dos ataques foram voltados às companhias, com servidores e bancos de dados sendo testados de forma constante em busca de falhas que possam levar ao vazamento de dados pessoais e financeiros, que circulam como item essencial, principalmente, dos jogos mobile ou entre os mais lucrativos do mercado, todos focados em microtransações.

Entre os tipos de ataques detectados, 59% foram da categoria SQL Injection, que tenta se aproveitar de falhas de configuração ou vulnerabilidades em bancos de dados para aplicar comandos que possam levar à obtenção de dados. Em segundo lugar está a inserção de arquivos maliciosos nos servidores (24%), seguido das tentativas de cross-site scripting (7,5%), que permitem a execução de códigos a partir de sites e soluções legítimas, de forma a enganar quem acessa.

Nesse sentido, e também no foco maior pelos serviços mais financeiramente rentáveis, a indústria de games segue um caminho semelhante ao de outras verticais que também foram alvo de ataques durante a pandemia, como os setores financeiro ou indústria. Entretanto, a Akamai levanta novamente o ponto quanto à preocupação com a segurança, que por mais que seja uma prioridade de muitas empresas do setor, acaba não sendo para os usuários, levando a golpes mais bem-sucedidos contra eles.

Prova disso é que, contra os jogadores, houve um aumento de 224% nas tentativas de intrusão a contas a partir de credenciais vazadas. Golpes desse tipo, juntamente com o uso de e-mails de phishing para roubo de informações, foram os maiores perigos aos gamers em 2020. Para os criminosos, se trata não apenas de ganhar acesso a perfis com itens valiosos e dados pessoais, mas também da venda destas informações no mercado negro, de forma que terceiros também possam realizar os golpes.

As recomendações de segurança, aos usuários, giram em torno do uso de senhas seguras e aleatórias, que não sejam repetidas em mais de um serviço, e da ativação de soluções de autenticação em duplo fator, de forma que, mesmo com suas credenciais, um atacante não obtenha acesso à conta. Além disso, a indicação é para que os usuários ignorem contatos, e-mails e demais ofertas mirabolantes relacionadas a aplicativos ou itens de jogos, preferindo realizar compras ou preencher cadastros apenas em sites e plataformas oficiais e reconhecidas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/ataques-contra-gamers-foram-os-que-mais-cresceram-durante-a-pandemia-188004/

23

Jun

IFRN promove campanha para receber doação de equipamentos eletrônicos

“Doe chances, doe sonhos, doe oportunidades”: esse é o tema da campanha promovida pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) até o dia 30 de junho. A campanha recebe a doação de computadores, notebooks ou tablets para atender 1.755 estudantes do Instituto que, neste momento, encontram-se sem condições de acompanhar as aulas no formato remoto emergencial por não possuírem equipamento eletrônico. 

Tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem doar, desde que os equipamentos estejam em bom estado de conservação e em funcionamento. Os aparelhos podem ser doados até o dia 30 de junho e os pontos de coleta são a Reitoria e qualquer um dos 22 campi do Instituto. Após o prazo, as doações serão distribuídas proporcionalmente de acordo com a demanda ainda não atendida de cada um dos campi.

Conseguir assistir aulas, ter acesso a conteúdos no ensino remoto emergencial e continuar com o sonho que é estudar no IFRN não são atividades simples em meio à pandemia da Covid-19, que promove uma crise não apenas sanitária e social, mas também econômica. Em 2021, mesmo destinando um valor de R$ 2.758.600 para edital de auxílio digital - item equipamentos eletrônicos - a estudantes em vulnerabilidade social, a Instituição não conseguiu atender a todos. É o que destaca a diretora de Gestão em Atividades Estudantis, Valéria Regina. 

IFRN promove campanha para receber doação de equipamentos eletrônicos

Com esse recurso, foi possível possibilitar a compra de equipamento digital a 2.316 estudantes em todo o estado. "Esse número está longe de ser suficiente. Já identificamos 1755 estudantes que continuam sem equipamento, pela impossibilidade orçamentária de atendê-los. Somado a isso, existe a perspectiva de alteração deste quantitativo, uma vez que haverá lançamento de novos processos seletivos e a entrada de novos estudantes na Instituição. A demanda reprimida é maior do que isso por isso quanto mais doações recebermos melhor", destaca Valéria.

Fora do contexto da pandemia de Covid-19, o recurso destinado aos auxílios digitais seria utilizado para auxílios moradia, transporte, iniciação profissional e outros tipos de assistência. De acordo com o Serviço Unificado de Administração Pública (Suap), 92% dos estudantes do IFRN estão dentro dos parâmetros estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). Isso quer dizer que nove em cada dez estudantes do Instituto apresentam renda familiar que os tornam aptos a serem atendidos por políticas assistenciais. 

O reitor do IFRN, professor José Arnóbio, foi um dos idealizadores da campanha de doação de equipamentos. "Neste momento, além de valorizar e lutar pela vida, precisamos buscar as formas de manter os nossos estudantes matriculados, reconstruindo suas histórias", enfatiza.

De acordo com as Diretrizes Pedagógicas aprovadas pelo IFRN, o primeiro semestre letivo de 2021, iniciado em 31 de maio, vai acontecer todo no formato remoto emergencial, com o retorno gradual ao presencial a partir do segundo semestre letivo. O instituto atende mais de 40 mil estudantes em 22 campi distribuídos por todas as regiões do estado.

22

Jun

App que alerta sobre covid é instalado automaticamente no Android

Um app de rastreamento de casos de covid-19 está sendo instalado automaticamente nos celulares Android dos moradores do estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, conforme relata o The Verge nesta segunda-feira (21). Muitos usuários aproveitaram a seção de comentários da Google Play Store para reclamar da instalação sem autorização.

Lançado na última terça-feira (15), o app MassNotify foi desenvolvido em parceria com a Google e a Apple para ajudar a desacelerar a disseminação do novo coronavírus. Baseado no Bluetooth dos dispositivos, ele notifica sobre a proximidade com o telefone de alguém que foi infectado e relatou o diagnóstico no serviço.

No entanto, a instalação automática da ferramenta não agradou aos proprietários dos smartphones. "Embora eu acredite na intenção com que este aplicativo foi feito, instalá-lo sem nenhuma notificação é extremamente alarmante", escreveu um dos usuários na loja.

O app MassNotify ajuda a rastrear os casos de covid-19.

"Aplicativos normais não podem simplesmente se instalar. Não tenho certeza do que está acontecendo aqui, mas isso não conta como voluntário", queixou-se outro usuário, se referindo ao cadastro para usar o serviço, que não é obrigatório. Cerca de 500 mil moradores aderiram à plataforma voluntariamente, nos primeiros dias de funcionamento do app.

Instalado, mas não ativado

Questionada sobre a instalação do MassNotify sem o consentimento do usuário, o Google confirmou a disponibilidade automática do app, lançado em parceria com o Departamento de Saúde Pública de Massachusetts. Mas, segundo a gigante das buscas, a ferramenta só funciona se for ativada pelo proprietário do celular.

"As notificações de exposição de covid-19 são habilitadas apenas se um usuário ativá-las de forma proativa. Os usuários decidem se ativam esta funcionalidade e se compartilham informações por meio do sistema para ajudar a alertar outras pessoas sobre uma possível exposição", explicou a companhia de Mountain View.

Quem quiser utilizar o sistema deve habilitá-lo nas configurações do dispositivo, dentro do menu "Google", ativando a opção "Notificações de exposição covid-19".

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/219669-app-alerta-covid-instalado-automaticamente-android.htm