Tecnologia

30

Ago

TikTok lança campanha para exaltar mulheres no universo gamer

Para celebrar o destaque das mulheres no universo gamer, o TikTok lança a campanha #EssaMinaÉDima, em parceria com a plataforma musical Resso e como parte do projeto Gaming Hits, realizado pela Resso, Final Level Universal. A campanha, que acontece até 31 de agosto, tem uma página dentro do TikTok criada especialmente para a ação, que reúne vídeos de gameplay de criadoras de conteúdo da plataforma e de influenciadoras digitais da Final Level, além de um carrossel que destaca as criadoras de conteúdo do TikTok.

Para completar, a página é embalada pela música “Na Base”, primeiro single do projeto Gaming Hits com participação de Baiano, Leo Santana e Kawee. Na página há ainda um botão de ativação para criação de conteúdo com a música, que leva os usuários para a página da canção no TikTok.

“Estamos bastante animados com o lançamento de Gaming Hits, que não só proporciona uma conexão genuína dos universos gamer e de música, mas passa uma mensagem de diversidade e empoderamento. A ideia da campanha #EssaMinaÉDima é amplificar ainda mais as vozes das mulheres gamers na plataforma”, diz Gui Barbosa, Líder de Parcerias de Gaming do TikTok na América Latina.

Atualmente, a presença de mulheres gamers no TikTok tem ganhado força e alguns nomes têm se destacado, como Thaiga que tem 7.7 milhões de seguidores, e Mii com 5 milhões. Além disso, a plataforma tem transmitido campeonatos femininos como Girrrls League CSGOGirlPwr Valorant e Spike Ladies Valorant.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/149822/tiktok-campanha-exaltar-mulheres-universo-gamer/

29

Ago

Desenvolvedores são os profissionais mais buscados em tecnologia, mostra estudo

O setor de tecnologia já contratou mais de 96% do total de 2019 apenas no primeiro semestre deste ano. E a profissão mais buscada na plataforma em 2020, segundo pesquisa realizada com 27 mil especialistas da área, foi a de Desenvolvedor, os dados são da Revelo.

Os Desenvolvedores são os responsáveis por criar softwares, websites, programas, sistemas, redes sociais, aplicativos - praticamente todas as ferramentas digitais que utilizamos no dia a dia. As especialidades mais comuns destes profissionais são 24,4% em back-end (bastidores dos sistemas), 16,5% em front-end (elementos visíveis aos usuários) e 26,7% em full-stack (ambas funções). Business Intelligence, Data Scientist, Infraestrutura, Mobile, DevOps, são alguns dos outros segmentos de atividade.

Outro dado importante é que 62% dessas pessoas possuem superior completo em Tecnologia, Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento, Engenharia e Ciência da Computação. Além disso, os cinco principais conhecimentos mais buscados para estes perfis são em Java, React.JS, Javascript, SQL e Node.JS. 

“Ter noções de inglês também conta como facilitador para as contratações, já que as ferramentas de atuação dos profissionais sempre esbarram na língua”, reforça a Diretora de Marketing e Experiência do Candidato da Revelo, Juliana Carneiro.

Desigualdade de Gênero 

O Brasil ocupou a 92ª posição do ranking do Fórum Econômico Mundial de 2019, que mediu a igualdade entre homens e mulheres em 153 países. E esse cenário não é diferente no recorte da tecnologia. Durante a pesquisa, a Revelo identificou que apenas 20% das pessoas desenvolvedoras declaram-se do gênero feminino. E apenas 9,2% das mulheres têm carreira longa, com mais de 7 anos de atuação. 

A desigualdade é expressa também na remuneração dos Desenvolvedores. Enquanto a média está entre R$ 6,4 e R$ 9,7 mil, apenas  30,5% das profissionais recebem salários nesta faixa.

Em relação ao ramo de atividade, a maior representatividade feminina dá-se nas especialidades de Product Owner e Business Intelligence, enquanto para Full-stack, Infraestrutura e Back-end, a proporção é de 10 homens para cada mulher.

A Revelo  possui um programa de capacitação de profissionais, o Revelo Up, para quem deseja se especializar em qualquer área da tecnologia, inclusive como Desenvolvedor. São mais de 250 cursos nas maiores escolas do país, como Iron Hack, Tera, Mergo, Impacta, entre outras, cujo pagamento é só após a formação.

Os profissionais que usam a plataforma da Revelo participam de seleções de empresas no Brasil, Estados Unidos e Europa, e há processos que são virtuais desde o convite de entrevista até a contratação.

29

Ago

Ataques cibernéticos: conheça as principais ameaças e como mitigá-las

A maior exposição das empresas ao ambiente digital durante a pandemia de Covid-19 trouxe muitas vantagens em relação às demandas de distanciamento social e trabalho remoto, mas, também impactou na vulnerabilidade das empresas a ataques cibernéticos. Muitas organizações no Brasil ainda se encontravam em níveis iniciais de digitalização, com protocolos de segurança definidos apenas para o perímetro local do escritório.

Além do aumento em volume e intensidade, a complexidade dos ataques também representa um desafio, pois eles se mostram cada vez mais sofisticados e adaptados às medidas preventivas ou mesmo aplicações desenvolvidas para combatê-los. Neste cenário, é essencial que as empresas adotem as medidas de segurança física e patrimonial mais adequadas à sua infraestrutura de rede, a fim de defender usuários, sistemas, aplicações e dados corporativos.

“Ainda estamos avançando em alguns aspectos da segurança cibernética no contexto brasileiro. No Índice Global de Cibersegurança da ONU, o país se encontra atrás de países como México e Paraguai. Inclusive, um levantamento da Kaspersky revelou que o maior volume de ocorrências de ataques cibernéticos da América Latina, em 2020, aconteceu no Brasil”, comenta Ricardo Alário, CEO da ODATA.

Conhecer as principais ameaças que atacam os sistemas de segurança é um elemento importante na hora de mapear soluções que elevem o grau de proteção, diminuindo os riscos à companhia. Pensando nisso, a ODATA lista as ameaças cibernéticas que têm se destacado no cenário atual. E claro, apontamos algumas formas de proteger a rede.

Malware

De forma geral, o malware é um software malicioso que invade e se instala no computador da vítima, por meio de cliques em um link ou anexos de e-mails. Os malwares são responsáveis por causar grandes estragos, podendo paralisar operações por horas ou dias. Dois tipos são bastante populares por aqui:

Ransomware: basicamente podemos definir como um sequestro de dados, de forma que o usuário não tenha mais acesso: o malware encontra dados sensíveis e os bloqueia ou criptografa. Normalmente, o ataque é seguido por um pedido de resgate em dinheiro, que pode incluir ou não ameaça de exposição das informações. Geralmente, os pedidos de resgate são feitos na moeda virtual bitcoin, que torna praticamente impossível o rastreio do criminoso. Recentemente, este tipo de ataque tem se destacado na mídia e preocupando empresas com crises não apenas de segurança, mas de comunicação, ocasionando danos que afetam a reputação e os negócios. Esses golpes têm se concentrado na Indústria, na Engenharia, na Manufatura, na Tecnologia e no Varejo.

Spyware: o software de espionagem silenciosamente monitora atividades online e pode até transferir dados pessoais armazenados no equipamento. 

Phishing

É uma técnica que atinge muitos usuários desavisados e consiste no envio de comunicação fraudulenta, passando-se por oficial. Apesar da forma mais comum ocorrer via e-mail, também acontece por outros meios e tem como objetivo, sobretudo, o roubo de senhas e outras informações pessoais. Entre os principais tipos estão:

Spear phishing: ataca um indivíduo específico, com comunicações personalizadas. Segundo o SANS Institute, 95% dos ataques com foco em empresas são resultado desse modelo.

Whaling: ameaça focada em executivos com cargos altos, como CEOs. É mais complexa por envolver um estudo do perfil do alvo, porém atinge também informações sensíveis do negócio.

Zero-Day

Quando uma vulnerabilidade de software é descoberta, criminosos podem aproveitar o período sem correção para atacar. Apesar do nome, a atualização do programa que conserta a falha pode demorar bem mais do que isso.

Ameaças sofisticadas também são ponto de atenção

Há outras formas de crimes virtuais mais complexos, que trazem problemas de performance e segurança. É o caso dos ataques DDoS – ou Distributed-denial-of-service. Estes golpes são desenhados para ocupar a rede de forma intensa com tráfego supérfluo. Isso, por sua vez, pode gerar como resultado desde uma queda no desempenho até mesmo o downtime (indisponibilidade do serviço).

“O DDoS é bastante utilizado como forma de obter vantagem competitiva ou causar danos à reputação de uma marca. Entre os setores mais afetados estão provedores de serviço, de nuvem ou financeiros e até mesmo o comércio eletrônico”, destaca o CEO da ODATA.

Como se proteger?

É importante lembrar que muitos ciberataques são silenciosos e podem começar a prejudicar as operações muito antes de serem descobertos. A melhor forma de lidar com essa realidade, portanto, é a prevenção.

Em primeiro lugar, é crucial apostar em serviços especializados e capazes de blindar ações criminosas.  O serviço de colocation, por exemplo, consiste na locação de uma infraestrutura preparada para hospedar servidores e, de forma nativa, dispõe de diversas soluções tecnológicas para proteger o data center de invasões físicas e desastres naturais.

Uma característica essencial do colocation é que ele alia diversas camadas de proteção física nativas do serviço, como biometria e automação, à total disponibilidade de internet a partir de uma infraestrutura que inclui uma multiplicidade de provedores. Em síntese, é um investimento que tem tudo para se tornar prioritário daqui para frente, ainda mais por estar diretamente ligado ao uso de Edge Computing, uma das grandes tendências para o segmento corporativo. Para exemplificar, uma em cada quatro empresas globais deve aperfeiçoar seus Data Centers em 2021 com computação de borda.

 

26

Ago

Alunos da SESI Escola RN participam da Liga Robótica CoderZ

Três equipes formadas por alunos 9 a 14 anos, do ensino fundamental II da SESI Escola de São Gonçalo do Amarante/RN representarão o Rio Grande do Norte na competição Nacional virtual de robótica CoderZ League. As competições serão realizadas de forma online no período de 01.10.2021 a 13.01.2022. As três melhores equipes em cada estado receberão um certificado indicando sua posição.

De acordo com a gerente de educação do SESI-RN, Karenine Medina, a competição impulsiona o futuro das crianças, utilizando uma plataforma de codificação ‘gamificada’, tornando mais fácil para qualquer pessoa aprender STEAM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática), e ciência da computação usando robôs virtuais, bem como incentivar carreiras nas áreas de tecnologia.

Ela informou ainda que em todo mundo mais de 150.000 alunos de 18 países já desenvolveram suas habilidades de STEAM e codificação na experiência da Liga CoderZ.

 

“Nenhum hardware caro é necessário. Tudo que eles precisam é de curiosidade e entusiasmo ao embarcar nesta jornada. A competição constrói habilidades de trabalho em equipe e colaboração e esse trabalho em equipe, melhora o aprendizado social e emocional dos alunos’, explica Karenine.

Ela acrescenta que o SESI Escola acredita que o código de programação é uma das linguagens do futuro, e que toda criança deve aprendê-lo, desta forma oferta a todos os seus alunos, nas aulas de oficinas tecnológicas a oportunidade de utilizar as plataformas de programação mais atuais do mercado.

“No CoderZ os alunos se envolvem com diferentes jogos, cada nível se torna mais desafiador e para ter sucesso eles precisam ajustar estratégias, sensores e programações, para competir com a inteligência artificial do jogo e com outras equipes”, enfatiza.

24

Ago

Parque Metrópole atrai empresas estrangeiras e estimula exportação de tecnologia

O Parque Tecnológico do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) celebra nesta terça-feira, 24, seu quarto aniversário. Para comemorar os feitos alcançados no percurso de seus quatro anos de criação, o Parque celebra esse marco em um evento online, às 18h, transmitido por meio do seu canal no YouTube.

A ocasião também vai marcar os oito anos de criação da incubadora de empresas Inova Metrópole, que precedeu o Parque Metrópole e hoje faz parte de sua estrutura. O evento conta com a palestra Transformação Digital para Educação Empreendedora, conduzida pelo docente da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Luciano Meira.

O docente é Ph.D. em Educação Matemática pela Universidade da Califórnia, mestre em Psicologia Cognitiva e bacharel em Pedagogia. Também é professor colaborador da Cesar School (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife) e coordenador de Ciência e Inovação da Joy Street, uma empresa de tecnologias educacionais lúdicas que integra o Porto Digital, em Recife.

Durante esse período, o polo de tecnologia que se formou ao redor do Parque Tecnológico tem dado mostras de seu potencial para a economia do Rio Grande do Norte. Importantes indicadores disso são, por um lado, a capacidade de atrair negócios de fora do estado, e, por outro, o fato de várias de suas empresas exportarem produtos e serviços para todo o Brasil e para o exterior.

Um exemplo é o grupo de tecnologia Wipro Brasil, oriundo da Índia e atualmente presente em 59 países, atuando em áreas como CibersecurityCloudData Analytics e Inteligência Artificial. Seus representantes contam que a opção pelo estado potiguar aconteceu, entre outros motivos, pela qualificação da mão de obra local.

“Vivemos em um momento muito atípico no mercado, no qual há, de maneira geral, escassez de mão de obra em tecnologia. Mas encontramos no estado um ótimo celeiro de formação e esse foi um dos principais motivos para nos estabelecermos na região e firmarmos a parceria com o Parque Metrópole”, destaca Edgy Paiva, diretor de negócios da Wipro.

Outro caso é o da empresa especializada em soluções de hardware Laniaq. Anteriormente situada na Bahia, a empresa transferiu sua sede para o Parque Metrópole. Com atuação em todo o território nacional, ela entrega soluções baseadas em workstations, servidores e clusters computacionais capazes de acelerar processos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Assim, a Laniaq mapeia, com base no contexto do cliente, todo o aparato tecnológico necessário para viabilizar e otimizar projetos científicos e tecnológicos.

Os casos são ilustrativos de que o Parque Metrópole começa a firmar uma imagem positiva para além das fronteiras locais e regionais. “Isso é importante para nós, porque significa que nosso ecossistema é percebido como um território de oportunidades econômicas. A presença de empreendimentos estrangeiros representa um passo concreto para o nosso plano de internacionalização e contribui também para geração de empregos e consumo de bens e serviços locais”, aponta o diretor do Parque, Rodrigo Romão.

Exportação

Outro fenômeno que acontece no ecossistema do Parque Tecnológico é o movimento contrário: a exportação de serviços e produtos tecnológicos. Isso acontece por meio de empresas de tecnologia como o Studio Gepetta, que decidiu expandir seus negócios a ponto de firmar sua marca junto ao mercado estrangeiro.

Especializada na criação de animações voltadas à publicidade, a empresa exporta, desde o início de suas atividades, serviços e produtos audiovisuais para diversos países da Europa e África e para os Estados Unidos. Criada na incubadora do Parque, a Inova Metrópole, o Studio Gepetta apresenta em seu portfólio uma série de trabalhos artísticos e tecnológicos aplicados a grandes marcas, como Dior e Louis Vuitton, além de corporações como a Federação Francesa de Futebol, o banco BNP Paribas e Hitachi.

“O Brasil normalmente é visto como um país exótico e ousado criativamente. Isso é algo muito bom, mas é claro que exportar serviços e produtos também apresenta alguns desafios, como a necessidade de o empreendedor ter network e o próprio trabalho a distância, que requer contato e reuniões mais frequentes”, comenta Andressa Matias, CEO do Studio Gepetta. Para a empresária, o estabelecimento de empresas com atuação internacional em Natal representa uma oportunidade de maturação para o mercado potiguar.

“Aqui nós temos um potencial incrível, vivemos em uma cidade muito boa e com muitos atrativos, mas a nossa maturidade no quesito inovação ainda é baixa quando somos comparados com lugares cuja produção industrial acontece há séculos. Por isso acredito que essa exportação pode contribuir para tornar a nossa região mais madura, dadas as exigências do mercado internacional, e experiente industrialmente”, aponta a CEO.

Com forte atuação junto a instituições europeias e norte-americanas, o Studio Gepetta atende hoje clientes como Leroy Merlin, Louis Vuitton, Cereos e Microsoft.

Mercado nacional

Já no caso da realização de negócios para o mercado nacional, Gleydson Lima, CEO do ESIG Group, maior empresa de TI do estado, aponta que essa característica, que já era uma realidade de muitos negócios vinculados ao Parque Metrópole, ganhou vários adeptos com a pandemia da covid-19.

“Principalmente para quem trabalha com web e nuvem, exportar é algo bastante natural, especialmente agora que o serviço remoto ganhou bastante destaque com a pandemia. É preciso que se tenha uma alma digital e um mindset desbravador para fazer isso. Mas é algo bem possível, já que o que oferecemos no RN tem pleno potencial de ser aplicado em qualquer outro estado do Brasil”, enfatiza Lima.

Hoje a ESIG Group é composta por duas empresas, a Quark Tecnologia, especializada em soluções para nuvem, e a ESIG Software, desenvolvedora dos sistemas de gestão SIG para educação pública básica e superior de universidades e instituições de ensino de todo o Brasil. O grupo emprega cerca de 200 colaboradores.

Polo de tecnologia

Maior polo de empreendedorismo inovador em Tecnologia da Informação do estado, o Parque Tecnológico Metrópole Digital reúne hoje 73 empresas credenciadas que empregam cerca de mil profissionais de diferentes áreas.

Com uma área geográfica de 16,7 km², o complexo tecnológico oferece a todas as suas empresas credenciadas uma série de benefícios, como acesso à infraestrutura física do IMD, serviços de computação e consultorias, além de incentivos fiscais e a sinergia do seu ecossistema de inovação, construído com o apoio da academia, do setor público e do setor produtivo.

Foto cedida

23

Ago

Acesso à internet chega a 83% dos lares brasileiros, diz pesquisa

Uma pesquisa sobre a adoção de tecnologias de informação e comunicação realizada em 2020, a TIC Domicílios, mostra que o acesso à internet nos lares brasileiros chegou a 83%, impulsionado principalmente pelos níveis de conectividade das classes C e D/E.

De acordo com o estudo, a maior alta ocorreu entre os moradores de áreas rurais. Se na área urbana o crescimento foi de 77% em 2019 para 83% em 2020, na área rural o uso da internet subiu de 53% para 70%. Quanto à estratificação social, as conexões residenciais, que já atingem 100% das classes A e B, cresceu para 91% e 64% nas classes C e D/E, um saldo de 10 e 14 pontos percentuais, respectivamente, em relação ao ano anterior.

Divulgada na quarta-feira (18), a pesquisa foi realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Os números confirmaram uma tendência já esperada: a de que a internet teria um grande crescimento durante a pandemia da covid-19. No entanto, a desigualdade digital entre lares mais ricos e pobres permanece em 36%.

Pessoas que usam a internet

Quanto aos usuários de internet, ou seja, aqueles que acessaram a grande rede há menos de três meses da pesquisa, e tanto dentro quanto fora de casa, o número chegou a 152 milhões de pessoas, o que representa um crescimento, de 74% em 2019, para 81% da população brasileira, sendo 83% nas áreas urbanas e 70% nas rurais. O acesso é mais elevado entre pessoas com maior nível de escolaridade, mais jovens e mais ricas.

O celular continua sendo o campeão da conectividade no Brasil, com 58% usando o dispositivo como único meio de acesso à internet. Segundo a Cetic.br, isso ocorre em 90% dos conectados das classes D/E (um contingente de 38,5 milhões de pessoas), 58% dos usuários da classe C, 25% da B e 11% da A.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/223520-acesso-internet-chega-83-lares-brasileiros-diz-pesquisa.htm

23

Ago

IMD abre 28 vagas para curso de mestrado profissional em TI; saiba como participar

O Programa de Pós-graduação em Tecnologia da Informação (PPgTI) do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN) está com processo seletivo aberto para seu curso de mestrado profissional. As aulas são do segundo período letivo de 2021, com data de início prevista para novembro deste ano.

Conforme o edital, as inscrições podem ser feitas até o dia 28 de setembro por meio do preenchimento do formulário de inscrição – localizado na seção Processos Seletivos Stricto Sensu do Sigaa da UFRN. O cadastro é no valor de R$ 180,00.

Ao todo, são ofertadas 28 vagas, sendo 12 para ampla concorrência, 12 para funcionários ou sócios de instituições atuantes no setor, duas para servidores efetivos da UFRN, uma para servidor efetivo da UFERSA e uma para colaborador do Núcleo de Pesquisa em Alimentos e Medicamentos (NUPLAM/UFRN).

Processo seletivo

O processo seletivo ocorrerá em quatro etapas de caráter eliminatório e classificatório, as quais consistirão na análise dos seguintes itens: documentos enviados no ato da inscrição, proposta de trabalho, apresentação da proposta de trabalho e currículo.

O resultado poderá ser conferido na página web da seletiva, na área do candidato. Uma vez selecionado, o aprovado deverá efetivar sua matrícula até o dia 29 de outubro de 2021, através do e-mail ppgti@imd.ufrn.br.

Mestrado em TI

O curso de mestrado profissional do PPgTI conta com três linhas de pesquisa. A primeira delas, Engenharia de Software, abrange tópicos de Engenharia de Requisitos; arquitetura e projeto de software; implementação, testes, reutilização e manutenção de sistemas de software; processos e práticas de software; qualidade de software; entre outros.

Já a segunda, Inteligência Computacional, estuda temas como otimização heurística, Aprendizado de Máquina, Ciência de Dados e Inteligência Computacional aplicada a jogos digitais. Por fim, em Infraestrutura de TI, os estudantes pesquisam sobre Sistemas Embarcados, Internet das Coisas (IoT), Redes de Computadores e Segurança Computacional.

Dada a pandemia da covid-19, as aulas continuarão sendo ministradas no formato remoto e online até que as atividades presenciais de ensino na UFRN sejam normalizadas. Dessa forma, os encontros serão realizados durante as sextas-feiras, nos turnos da tarde e da noite, e aos sábados, nos turnos da manhã e da tarde.

23

Ago

Apple cria aplicativo para coletar feedback silenciosamente e aprimorar Siri

Siri foi uma das primeiras assistentes virtuais das grandes empresas de tecnologia do mercado internacional. Mesmo que tenha surgido antes da Alexa da Amazon ou do Google Assistant, porém, a assistente de voz da Apple nem de longe possui a mesma qualidade seus concorrentes possuem. Pensando nisso, a Apple criou um aplicativo feito exclusivamente para coletar feedback sobre a Siri.

Siri Speech Study só poderá ser acessado por usuários pré-selecionados da própria Apple. “O aplicativo permite que seus usuários enviem dados específicos para a Apple para que ela possa melhorar seu produto, e tudo será consentido para que não haja problemas com privacidade“, diz a empresa ao TechCrunch.

Apple Store shop front

O software foi lançado para algumas pessoas dos seguintes países: Estados Unidos, Canadá, Alemanha, França, Hong Kong, Índia, Irlanda, Itália, Japão, México, Nova Zelândia e Taiwan. O Siri Speech Study está disponível desde o dia 9 de agosto, e recebeu uma atualização pouco tempo depois, no dia 18.

Como nota o Engadget, a Apple não está exatamente escondendo o aplicativo de todos, mas também não está divulgando. A ideia é, de maneira discreta, identificar formas de aprimorar a Siri sem que para isso precise admitir os erros no desenvolvimento do sistema até então. Não por acaso, a empresa optou por não abrir o Siri Speech Study para todos, e sim convidar especificamente quem ela gostaria que contribuísse com as melhorias da assistente.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/149427/apple-cria-aplicativo-para-coletar-feedback-silenciosamente-e-aprimorar-siri/

20

Ago

Riscos de ciberataques corporativos no Brasil são maiores do que a média global

A chance geral de usuários corporativos serem atingidos por ameaças cibernéticas para computadores aumentou 24% (de 11,25% para 13,9%) em todo o mundo em um ano. A conclusão é do Relatório de Risco Global para PC mais recente da Avast, que analisa ameaças bloqueadas pela companhia de 16 de março de 2021 a 14 de abril de 2021 em relação ao mesmo período de 2020.

De acordo com o levantamento, no Brasil, essa probabilidade é ainda maior: 17,52%. O relatório inclui dados de países, territórios e regiões com pelo menos 10 mil computadores pertencentes a usuários domésticos que foram expostos a ameaças durante o período da amostra e pelo menos mil computadores usados por empresas.

A análise considera ameaças totais e avançadas para determinar a taxa de risco. Já a taxa de risco avalia a quantidade de computadores em que as camadas de proteção da Avast interromperam pelo menos uma ameaça em relação ao número total de equipamentos que a solução protegeu proativamente.

Influência da pandemia
Um dos motivos para o aumento global foi a chegada da pandemia de COVID-19, que permitiu que as equipes passassem rapidamente a trabalhar em casa. “Nem todas as empresas foram preparadas com VPNs corporativas seguras e soluções de acesso remoto. Os cibercriminosos se aproveitam disso”, comenta Michal Salat, diretor de inteligência de ameaças da companhia.

Salat destaca que os especialistas da Avast observaram aumento do abuso do protocolo de trabalho remoto. “E, nesse cenário, os ataques de ransomware se tornarem mais prevalentes."

O documento analisa, ainda, o risco de ameaças avançadas (mais sofisticadas ou nunca vistas antes) atingirem as empresas. Elas buscam contornar as tecnologias de proteção comuns dos softwares de segurança. Para essas ameaças, usuários corporativos no Brasil tinham taxa de risco de 3,43% contra os 2,29% da média global.

Cenário global

Aparentemente, as geografias com situações sócio-políticas mais conflituosas enfrentam mais riscos no ambiente online. Veja, a seguir a lista dos 10 países em que os usuários corporativos correm mais riscos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/riscos-de-ciberataques-corporativos-no-brasil-sao-maiores-do-que-a-media-global-193252/

19

Ago

Maratona de programação premia projetos com foco em serviços públicos

O Ministério da Economia, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), anunciou hoje (18) a maratona de programação Hackaton Rede +Brasil. O evento busca colaboradores que criem soluções tecnológicas voltadas para a digitalização de serviços públicos que mudem a forma como o governo presta serviços ao cidadão.

O evento, que ocorrerá entre 8 e 15 de setembro, premiará equipes de 3 a 5 participantes, formadas por programadores a partir de 18 anos, que apresentarem projetos dentro de seis temáticas: transparência, transferência de recursos, simplificação de processos, confiabilidade de dados, combate à corrupção e eficiência no setor público.

Dentre os requisitos, os projetos deverão melhorar a integração e comunicação de sistemas já existentes na plataforma +Brasil e permitir que sistemas municipais se comuniquem com sistemas federais - um dos grandes desafios do projeto de digitalização do governo federal. “O objetivo deve ser proporcionar maior transparência, aumento dos mecanismos de participação e controle social e melhoria da qualidade dos serviços públicos”, informa a nota do Ministério da Economia.

As inscrições começam em 23 de agosto e vão até 5 de setembro, e poderão ser realizadas pelo site do evento.

Imagem ilustrativa mostra homem digitando código em computador

Funcionários do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), do Ministério da Economia e da CGU farão palestras para os interessados para introduzi-los aos sistemas e aos requisitos de desenvolvimento. Equipes participantes também contarão com a mentoria de integrantes do governo federal especializados em desenvolvimento de sistemas e programação em software livre.

Como participar

As inscrições pelo site do evento começam no dia 23 de agosto e vão até o dia 5 de setembro. Os integrantes do ministério, da CGU e do Serpro irão promover palestras para os hackathonistas e participar da banca julgadora e, ainda, como mentores para suporte e orientação das equipes. 

As três soluções vencedoras do Hackathon +Brasil ganham prêmios de R$ 15 mil (primeira), R$ 10 mil (segunda) e R$ 5 mil (terceira). O anúncio dos vencedores será feito no dia 15 de setembro.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Kacper Pempel

19

Ago

Escola de Governo abre inscrições para curso sobre tecnologia da informação

A Secretaria de Estado da Administração (Sead), por meio da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales (EGRN), abriu inscrições para o curso “Noções de Tecnologia da Informação (TI) e Ferramentas de Comunicação”. Podem participar quaisquer servidores públicos da Administração Direta e Indireta do Governo do Estado.

A capacitação tem carga horária de 30h/aula e será realizada em formato remoto, por meio da plataforma Moodle e sistemas de videoconferência, de 30 de agosto a 26 de setembro de 2021, nas segundas e quartas-feiras das 14h às 16h. As inscrições podem ser feitas no site www.escoladegoverno.rn.gov.br.

Além de promover oficinas temáticas com vistas à apropriação de ferramentas digitais de comunicação, o objetivo do curso é instruir os servidores sobre conhecimentos básicos em ferramentas digitais de informação e de comunicação para melhoria da gestão pública.

Tecnologia da Informação é uma área em constante evolução e a pandemia acelerou ainda mais esse processo, visto que os recursos tecnológicos passaram a ser cada vez mais utilizados pelas pessoas e organizações.

Para o diretor da Escola de Governo, João Emanuel Evangelista, a capacitação ajudará a compreender e acompanhar as tendências desse setor. “Conhecer e dominar as ferramentas digitais tem sido fundamental para o desenvolvimento de competências. Esse curso propõe apresentar conceitos e algumas plataformas que estão sendo bastante utilizadas para interação de equipes e colaboradores ultimamente. Uma boa oportunidade para quem precisa se familiarizar mais com o universo virtual”, declara.

“Noções de Tecnologia da Informação (TI) e Ferramentas de Comunicação” será ministrado por Luiz Antônio da Silva dos Santos, via Banco de Talentos. Entre os tópicos abordados no curso, estão os fundamentos de sistemas de informação e apresentação de ferramentas como Google Meet e outros aplicativos Google, Zoom, Canvas, Mentimeter, além do SUAP – Sistema Unificado de Administração Pública, entre outras.

SERVIÇO

18

Ago

Evento on-line gratuito reúne big techs do mercado

Com o propósito de incentivar e acelerar carreiras na área de TI&C (Tecnologia da Informação e Comunicação), a Ânima Educação, o maior e o melhor ecossistema de educação de qualidade do Paíspor meio da UnP, realizará até o dia 20 de agosto a segunda edição da Ânima Tech Week. A semana acadêmica reunirá grandes parceiros do mercado, docentes e estudantes para gerar conhecimento, aprendizagem e oportunidades de trabalho. O evento é aberto a todos os alunos e egressos do ecossistema Ânima, mais ao público externo interessado pelo tema. O evento é gratuito e não há necessidade de fazer inscrição prévia.
 
Hoje, às 19h, acontecerá a abertura do evento pelas vice-presidentes Acadêmica e de Transformação Digital da Ânima, Denise Campos e Patrícia Fumagalli, respectivamente. A programação completa da Ânima Tech Week II está disponível aqui e traz representantes das seguintes empresas: Oracle, Google Cloud, Microsoft, AWS, Red Hat, Unreal Engine, Cisco Network, Gama Academy, Condado Comunity e MedRoom. O momento também será de acolhimento aos calouros, com foco em esclarecimentos sobre o currículo, apresentação das parcerias da área de TI&Cs, perspectivas de certificações e empregabilidade no setor.
 
“A educação vive um forte processo de inovação, em que a tecnologia e suas ferramentas de acesso se farão cada vez mais presentes no cotidiano.  Hoje, o nosso ecossistema tem milhares de estudantes em cursos de graduação na área e, futuramente, eles serão os profissionais por trás de todo processo de revolução. Por isso, oferecemos um currículo disruptivo, alinhado com as necessidades do mercado de trabalho para que, logo mais, eles tenham todos os recursos possíveis para serem agentes das soluções que serão próprias do seu tempo”, afirma a gestora de integração curricular da área de TI&C da Ânima, professora Patrícia Meneghel.
 
Para a vice-presidente de Transformação Digital da Ânima, Patrícia Fumagalli, o mundo está em constante mudança e a tecnologia é uma das grandes responsáveis por isso. “A digitalização é um aspecto essencial para qualquer organização atualmente e as pessoas que possuírem uma formação completa e estruturada em tecnologia serão fundamentais para a construção do futuro do país. Uma proposta acadêmica realmente inovadora e uma experiência universitária conectada com o mundo atual e a realidade de mercado são fatores que farão diferença para conquistar uma carreira de sucesso”, ressalta.

17

Ago

Robô Ciência inaugura nova sede hoje (17) com estrutura ampliada para o ensino da ciência e tecnologia

Um dos principais centros educacionais de robótica do país, a escola Robô Ciência, inaugura hoje (17) sua nova sede, em uma localização privilegiada, no bairro do Tirol, em Natal. A inauguração acontece a partir das 18h, em uma cerimônia restrita a convidados e seguindo todos os protocolos de segurança. A nova sede da escola Robô Ciência fica localizada na avenida Rui Barbosa, 935, próximo a outros grandes complexos educacionais.

O espaço é moderno e amplo, com cerca de 600 m² de área total e uma área verde de 100 m², que vai proporcionar mais conforto e comodidade para os alunos e a família, além do contato com a natureza. Com a nova construção, vai ser possível dobrar o número de alunos atendidos pela escola, que ensino ciência e tecnologia para crianças a partir de 3 anos de idade até jovens de 18 anos. 

A nova sede da Robô Ciência conta com laboratório, espaço para exposição de projetos e seis salas de aula, com estruturas de bancadas, totalmente equipadas para estimular o ensino “mão na massa”. As salas foram planejadas levando em conta a metodologia Steam Education, que reúne Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. 

A escola Robô Ciência

A Robô Ciência é uma escola genuinamente potiguar que atua em vários Estados do Brasil, fundada e dirigida pelo professor Alexandre Amaral. Por meio de projetos de robótica adequados para cada nível de ensino, a metodologia utilizada incentiva os alunos a questionarem e investigarem os problemas propostos, fazendo com que trabalhem de maneira lúdica, participativa, criativa e colaborativa, em busca de soluções. Com mais de 10 anos de existência, a Robô Ciência já está presente com seu método de ensino em mais de 100 escolas no Brasil, ajudando a transformar o conhecimento de mais de 50 mil alunos.

17

Ago

Apple terá eventos separados para seus produtos em setembro, outubro e novembro

Apple está preparando uma série de eventos para apresentar as novas gerações de seus produtos e as vindouras atualizações de sistemas operacionais. Segundo o Gizmodo, os eventos devem ocorrer no outono do hemisfério norte, que ocorre entre setembro e novembro deste ano. É esperado que, no período, a empresa de Tim Cook finalmente mostre o novo iPhone.

Além do smartphone, que é o principal produto da empresa fundada por Steve Jobs, devem ser apresentados também os novos Apple Watch, além do novo MacBook Pro com o chip M1 da Apple. Vale lembrar ainda que em 2020, em virtude da pandemia global do novo coronavírus, o lançamento do iPhone 12 foi adiado para outubro. Entretanto, em 2021, é provável que o novo aparelho seja revelado já em setembro.

O novo modelo do iPhone deve vir com um modo Cinematic Video, focado na qualidade da gravação de vídeos, além de novos filtros de câmera potencializados pelo uso de inteligência artificial, um processador A15 mais potente e uma tela atualizada.

iPhone 13 deve vir em dois tamanhos diferentes, com 5,1 e 6,1 polegadas, enquanto o iPhone 13 Pro deve vir com os tamanhos 6,1 e 6,7 polegadas. Outros produtos a serem apresentados nos eventos, que ainda não possuem dias específicos para serem sediados, devem ser o novo iPad Mini, além da nova geração de fones da marca, os AirPods.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/149094/apple-tera-eventos-separados-para-seus-produtos-em-setembro-outubro-e-novembro/

16

Ago

Startup brasileira lança técnica que traduz línguas de sinais para voz

Hand Talk, startup de Maceió que criou um sistema de inteligência artificial (IA) que transforma automaticamente linguagem de texto ou de áudio em Libras, agora quer fazer o caminho inverso. Anunciou nesta quinta-feira (12) sua tecnologia assistiva que usa IA como sensor de movimentos, convertendo os gestos da língua de sinais para áudio.

A novidade levou mais de dois anos de pesquisa para ver a luz do dia, segundo um comunicado da companhia. A tecnologia Motion, própria da Hand Talk, realiza o reconhecimento de sinais e frases mais longas com qualidade e precisão, também nas palavras da empresa. No futuro, a ideia é que o recurso entenda e traduza diferentes contextos e regionalismos.

A iniciativa não é inédita; em 2019, o queniano Roy Allela inventou luvas que fazem essa conversão de sinais para áudio. Também no Brasil, o estudante Luciano dos Anjos Oliveira, da Escola Técnica Estadual (Etec) Lauro Gomes, de São Bernardo do Campo (SP), inventou um programa similar. Só o uso dirá o quanto a ferramenta nova da Hand Talk é melhor ou mais acessível que estas.

A empresa também lançou o Hand Talk Community, uma plataforma colaborativa que abastece a inteligência artificial da startup. Agora, voluntários fluentes em línguas de sinais do mundo todo poderão contribuir com ela para que a solução chegue a outros idiomas.

Para quem não conhece, o app do Hand Talk (Android | iOS) faz as traduções de texto e voz para a linguagem de sinais usando os personagens Hugo ou Maya. O lançamento da tecnologia Motion em breve estará disponível nos programas da empresa usados pelo público. As inscrições para a rede de voluntários do Community já estão abertas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/startup/startup-brasileira-lanca-tecnica-que-traduz-linguas-de-sinais-para-voz-192689/