Tecnologia

23

Set

IMD abre mais de 200 vagas para diversos cursos na área de TI

Fundado com a missão de fomentar um polo de Tecnologia da Informação (TI) em Natal e de desenvolver formação e pesquisa nessa área, o Instituto Metrópole Digital (IMD), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), está com mais de 200 vagas abertas neste mês de setembro para ingresso em diversas modalidades de cursos.

As oportunidades estão distribuídas entre cursos de especialização, mestrado (acadêmico e profissional) e doutorado, além de formações do Programa de Estudos Secundários (PES), que podem ser feitas por qualquer profissional com ensino superior completo ou incompleto reconhecido pelo MEC.

As formações do PES estão com inscrições abertas até o próximo sábado, 25, e são oferecidas 35 vagas, distribuídas entre sete áreas: Bioinformática, Ciência de Dados, Inovação e Empreendedorismo, Informática Educacional, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Jogos Digitais. O  processo seletivo consiste em prova on-line de conhecimentos específicos. Os cursos, que são gratuitos, têm duração máxima de 24 meses. Mais informações podem ser obtidas por meio deste link (buscar por Estudos Secundários).

Dispositivos móveis

Dentre as especializações ofertadas pelo IMD, está a de Desenvolvimento para Dispositivos Móveis, que tem 70 vagas abertas e cujas inscrições podem ser feitas até o dia 6 de outubro.  O processo seletivo consiste em análise de experiência profissional e avaliação de histórico escolar. Mais informações estão disponíveis no link (buscar por Dispositivos Móveis).

Outra formação do Instituto é o mestrado profissional do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia da Informação (PPGTI). Com três linhas de pesquisa principais – Engenharia de SoftwareInteligência Computacional e Infraestrutura de TI –, o programa está com 29 vagas abertas (buscar PPGTI) e o prazo de inscrições se encerra no dia 28 deste mês. 

Tecnologias educacionais

Também no formato de mestrado profissional, encontra-se a formação do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais (PPGITE). Para o curso, são oferecidas, neste momento, 33 vagas ao todo, com inscrições abertas até o dia 7 de novembro.

O mestrado dispõe de duas linhas de pesquisa – Desenvolvimento de Tecnologias Educacionais e Práticas Educativas com Tecnologias Digitais – e tem duração total de 360 horas. A nova turma está com as aulas previstas para começar em abril de 2022. Mais informações estão disponíveis no Sigaa, na seção de processos seletivos.

Bioinformática

Já o Programa de Pós-Graduação em Bioinformática (PPGBioinfo) do IMD está com processo seletivo aberto desde o primeiro trimestre deste ano. Em regime de fluxo contínuo, a seleção oferece agora, em sua Demanda 3, um total de 50 vagas, distribuídas para mestrado e doutorado, cujas inscrições seguem abertas até os dias 23 e 29 de outubro, respectivamente.

As oportunidades são regidas por três editais diferentes. Dois deles coordenam o ingresso de pesquisadores de empresas de TI ou de biotecnologia nos cursos de mestrado ou doutorado, ambos com 10 vagas. Já o terceiro edital oferece 30 vagas para doutorado em ampla concorrência.

 Foto: Ascom/UFRN

22

Set

Quarta edição do Seridó Digital já está com inscrições abertas

As estratégias de marketing e as plataformas de gestão e vendas disponíveis para os empreendedores estão entre os assuntos que entram em debate na quarta edição do Seridó Digital, um evento inteiramente online promovido pelo Sebrae no Rio Grande do Norte para estimular a inovação, transformação digital, marketing e redes sociais como instrumentos de geração de negócios. O evento será realizado entre os dias 28 e 30 deste mês, das 19h às 21h, pelo canal do Sebrae-RN no YouTube. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site https://www.rn.sebrae.com.br/serido-digital-2021/.

A proposta do 4º Seridó Digital é capacitar empreendedores e potenciais empresários a estruturar o negócio com foco no uso do marketing digital para fortalecer a marca e ampliar as vendas. O evento é totalmente gratuito e vai contar com diversos especialistas nessa área, que repassarão dicas e informações capazes de ajudar no desenvolvimento e expansão das empresas da região Seridó.
A programação do primeiro dia serva voltada para mostrar como o marketing de influência pode ser adotado como estratégia de negócio. O tema será conduzido por Ada&Leo do Apartamento 402.

No dia seguinte, o assunto é marketplace, esse sistema de vendas em que diferentes lojas ou pessoas podem vender produtos em uma mesma plataforma digital, seja site ou aplicativo. A estrutura, gestão e divulgação ficam por conta da empresa detentora da plataforma e é cobrada uma taxa de quem deseja vender os produtos, a forma de monetizar a operação. O especialista em Marketing, o consultor Kelil Marcílio, da Escola do Like, vai detalhar aos participantes do evento como é possível expandir vendas e ampliar o alcance de visualização de produtos locais junto a consumidores de todo o Brasil recorrendo a esse modelo de comercialização virtual.

O tema abordado no último dia do Seridó Digital será as melhores formas de anunciar e promover produtos e marcas na internet. E para apresentar os principais recursos a convidada é a presidente da Associação Brasileira de Agentes Digitais (Abradi), Dani Barone, que carrega uma larga experiência nessa área e tem carrega no currículo trabalhos com grandes eventos, como o Carnatal, e marcas de abrangência nacional.

Todas as palestras com especialistas serão mediadas por um time de analistas do Sebrae que já prestam atendimento aos empreendedores nas áreas em questão, é o caso de Ana Débora Morais, Juliana Cavalcanti e Edinete Nascimento, esta última com experiência consolidada no atendimento empresarial aos empreendedores de cidades do Seridó Oriental. Isso proporcionará uma abordagem direcionada à realidade dos negócios da região e dos desafios enfrentados por esses empresários para adequar os exemplos e informações ao cenário local.

O Seridó Digital já está inserido no calendário de eventos corporativos da região. A primeira edição foi realizada em 2018 de forma presencial, formato que se repetiu no ano posterior. Devido à pandemia da covid-19, teve de se adaptar, com êxito, ao meio remoto no ano passado e em 2021 a fórmula se repete. O público alvo do evento são donos de negócios e também profissionais das áreas de comunicação e marketing.

“Nesse contexto de pandemia, identificamos que alguns temas estavam em ascensão e que empresários, e até mesmo profissionais da área, ainda não tinham domínio completo de alguns assuntos, como é o caso do marketing de influência, que pode ser utilizado como estratégia de negócio. Assim, essa edição do Seridó Digital se propõe a explorar melhor essas temáticas e tendências de vendas”, explica Edinete Nascimento.

22

Set

Pesquisa: pelo menos 44% das indústrias globais estão com seus dados em perigo

Exposições de dados têm sido cada vez mais frequentes. No Brasil, uma mega violação atingiu 223 milhões de cidadãos no início de 2021. As informações coletadas incluíam CPF, endereço, foto de rosto e data de nascimento — até falecidos entraram na lista. As empresas não ficaram de fora: 40 milhões de organizações viram CNPJ, razão social, nome fantasia e data de constituição serem expostos.

Um dos motivos para isso aparece no 2021 Manufacturing Data Risk Report, da Varonis: 44% das indústrias têm mais de mil contas ativas com usuários fantasmas habilitados. Além disso, 4 em cada 10 empresas têm cerca de mil arquivos confidenciais abertos para todos os funcionários e mais da metade das companhias tem 500 contas com senhas que não são atualizadas.

O levantamento usou uma amostra aleatória de relatórios de avaliação de riscos de 50 indústrias globais — um total de 4 bilhões de arquivos. Os resultados apontam que mais de 6 milhões de documentos online estão abertos para todos os funcionários e correm risco de violação ou de sofrer com outros crimes virtuais.

Para grandes empresas é ainda pior: esse número dobra. O estudo aponta que em companhias com mais de 1.500 trabalhadores, os funcionários podem acessar mais de 12 milhões de arquivos. Sem contar que um em cada dez documentos abertos para todos na empresa são confidenciais.

Em média, as corporações pesquisadas têm mais de 27 mil arquivos confidenciais aos quais os colaboradores têm acesso irrestrito. Esses documentos incluem dados de propriedade intelectual, registros de manufatura, desenvolvimento de produtos, planos de marketing, planejamento financeiro, segredos de venda, planos de negócios e outros elementos comprometedores.

Cadeia industrial

Ataques à cadeia industrial são cada vez mais frequentes. Em geral, as invasões usam ransomware, um malware que rouba dados das vítimas, os criptografa e depois cobra resgate para liberá-los. Isso pode causar danos imediatos, como a interrupção de linhas de montagem ou de cadeias de suprimentos.

O relatório da Varonis indica que o setor industrial foi o quinto segmento mais visado para ataques virtuais em 2020. As violações de dados no setor ocorreram, em média, a cada 220 dias e causaram prejuízos de US$ 4,99 milhões.

Em resumo, quase metade das corporações não está preparada para lidar com crimes cibernéticos. Setores mais regulamentados, como financeiro e saúde, têm políticas de segurança cibernética mais desenvolvidas, mas a maior parte das empresas age de forma a amenizar as situações.

Vale lembrar que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em vigor desde agosto, busca combater esse tipo de crime. Segundo a legislação, a segurança das informações deve ser prioridade em empresas que administram dados pessoais. Se não cuidarem desse material adequadamente e ele for vítima de violações ou outros crimes, as companhias são penalizadas.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/pelo-menos-44-das-industrias-globais-estao-com-seus-dados-em-perigo-196486/

21

Set

Videomonitoramento inteligente: tecnologia aliada para retorno de eventos

Desde o início da pandemia de covid-19, a tecnologia tem colaborado tanto na prevenção quanto no combate ao coronavírus. No Rio Grande do Norte, a retomada de eventos com grandes públicos encontra no videomonitoramento inteligente, serviço da Interjato Soluções, mais um aliado para garantir a segurança das pessoas.

A Natal Hair – Feira Regional de Saúde & Beleza, que acontece no Partage Norte Shopping, Zona Norte da capital, é um dos maiores eventos do setor de beleza da região Nordeste. Além dos protocolos recomendados pelas entidades sanitárias, a feira conta ainda com a parceria da Interjato Soluções através do videomonitoramento inteligente para verificação de temperatura e uso de máscaras.

A organizadora da Natal Hair, Fafá Medeiros comenta: “Nesse momento de retomada do segmento de eventos e na 20ª edição da Natal Hair, poder contar com a parceria da Interjato Soluções é um diferencial grande. Vamos atender a todas as medidas de segurança e através  do videomonitoramento inteligente, temos ainda com essa verificação de temperatura, um serviço muito especializado”.

São dois totens para checagem de temperatura nas entradas da Natal Hair. Os equipamentos podem verificar até 30 pessoas ao mesmo tempo, um grande aliado nos locais de grande circulação. “A Interjato Soluções oferece tecnologia de ponta através do videomonitoramento inteligente com câmeras térmicas que detectam com alta precisão se a pessoa está com a temperatura elevada, fazem o reconhecimento facial e alertam em caso de ausência de máscara de proteção”, explica o CEO da Interjato Soluções, Erich Rodrigues.

Em eventos com grandes públicos, o videomonitoramento inteligente diminui filas que se formam para medição e reduz o contato que aconteceria em caso de verificação manual. Para o empresário, essa tecnologia continuará sendo utilizada devido aos vários recursos e eficácia dos equipamentos.

“Quanto falamos em segurança, o videomonitoramento reduz falsos positivos e alertas gerados por animais e árvores. São muitas possibilidades e soluções que podem fazer muita diferença para garantir a segurança também nos eventos e locais de grande circulação”, finaliza Erich. 

21

Set

Google atualiza apps para iOS 15 com modo Foco e outras novidades

Lançado nesta segunda-feira (20), o iOS 15 começou a chegar aos iPhones compatíveis trazendo várias novidades. Aproveitando a estreia, a Google também anunciou a atualização dos seus aplicativos que rodam no sistema operacional da Apple, tornando-os compatíveis com a versão mais recente do software.

A principal novidade é o suporte ao modo Foco, que prioriza a exibição de notificações urgentes, deixando o usuário mais concentrado no trabalho e estudos. Com o recurso ativado, os alertas menos importantes são direcionados à Central de Notificações, para visualização posterior.

Se o Google Maps estiver em uso, por exemplo, notificações sobre a necessidade de alterar o trajeto por conta de algo inesperado no trânsito continuarão a ser enviadas com o modo Foco. O mesmo vale para lembretes do Tarefas vinculados a horários específicos e para alguns avisos do Google Home, entre outras situações.

Imagem de: Google atualiza apps para iOS 15 com modo Foco e outras novidades

De acordo com a gigante de Mountain View, as alterações já começaram a ser feitas e estarão disponíveis para todos ao longo das próximas semanas. Elas serão notadas no Gmail, Meet, Maps, Home, Tarefas e em vários outros apps da Google no iOS 15.

Widgets maiores e YouTube Music

Algumas novidades também chegam ao iPadOS 15, como widgets maiores para o Google Fotos e o YouTube Music. Segundo a empresa, as versões de tamanho extra grande permitirão aos usuários visualizar melhor suas recordações e músicas preferidas na tela inicial do iPad.

De volta ao iOS, outra mudança promete facilitar a vida dos fãs de músicas. Ao pesquisar por qualquer canção no app Spotlight, será possível reproduzi-la diretamente no YouTube Music, a partir de uma integração entre o sistema de buscas da Apple e o streaming da Google. Essas novidades também estarão disponíveis nas próximas semanas.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/225313-google-atualiza-apps-ios-15-modo-foco-outras-novidades.htm

21

Set

IMD oferece cursos gratuitos de TI com 35 vagas para público externo; saiba como participar

Criado para oferecer formação complementar em Tecnologia da Informação (TI), o Programa de Estudos Secundários (PES), do Instituto Metrópole Digital (IMD/UFRN), abriu inscrições para novas turmas. Ao todo, são oferecidas 35 vagas, distribuídas entre sete especialidades diferentes para pessoas não matriculadas na UFRN.

As inscrições podem ser feitas até o dia 25 deste mês, por meio deste link (buscar por estudos secundários). São oferecidas cinco vagas para cada um dos cursos – Bioinformática, Ciência de Dados, Inovação e Empreendedorismo, Informática Educacional, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Jogos Digitais.

O programa não permite o cadastramento em mais de uma especialidade. Apesar disso, os cursos são gratuitos e podem se inscrever profissionais que tenham cursado qualquer graduação oferecida por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). Alunos da UFRN podem se matricular por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa).

Processo seletivo
O ingresso no PES é concedido mediante processo seletivo, que consiste em prova de conhecimentos específicos. É cobrada uma taxa de R$ 70 para a inscrição, e o exame acontece no dia 10 de outubro.

Aplicado online, por meio do sistema Multiprova, o teste é composto por 30 questões objetivas que versam sobre temas relacionados às bases teóricas e práticas de cada especialidade. O resultado final está previsto para ser divulgado no dia 14 de outubro e as aulas começam no dia 18 do mesmo mês.

Mais informações sobre a seleção estão disponíveis no edital nº 001/20201.

Estudos Secundários
O Programa de Estudos Secundários do IMD é uma iniciativa que oferece formação complementar em diferentes áreas da TI. A ideia é, pelo caráter transdisciplinar da tecnologia, agregar novas habilidades e ferramentas à atuação profissional nos mais variados campos.

Mesmo discentes que tenham trancado o curso podem participar do programa e, uma vez aprovados, os alunos do PES recebem matrícula na UFRN, ainda que não tenham feito graduação na Universidade. O prazo máximo para obtenção do certificado é de 24 meses.

Mais informações sobre o PES estão disponíveis neste link.

21

Set

Brasil está em 57º lugar no ranking mundial de inovação

Em ranking divulgado hoje (20) pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o Brasil ocupa a 57ª posição no Índice Global de Inovação (IGI) entre 132 países. O país subiu cinco posições em relação ao ano passado, mas está 11 posições atrás de sua melhor colocação, 47º, alcançada em 2011. A classificação começou a ser publicada anualmente em 2007.

As principais fraquezas do país apontadas no ranking são Formação bruta de capital, Facilidade para abrir uma empresa, Facilidade para obtenção de crédito e Taxa tarifária aplicada. Os maiores avanços do Brasil em relação aos dados de 2020 se deram nos indicadores de Crescimento da produtividade no trabalho e de Gastos totais com software.

Brasília - Profissionais e entusiastas da tecnologia participam da Campus Party, em Brasília (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a colocação brasileira é incompatível com o fato de o país ser a 12ª maior economia do planeta, em 2020, e com a realidade de ter um setor empresarial sofisticado. Para o presidente da entidade, Robson Andrade, os investimentos em ciência, tecnologia e inovação são fundamentais para a competitividade do país no cenário internacional.

“Uma estratégia nacional ambiciosa, que priorize o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação para o fortalecimento da indústria, tornará a economia mais dinâmica, promovendo maior equidade e bem-estar social”, afirmou.

O IGI é um dos principais instrumentos de referência para dirigentes empresariais, formuladores de políticas públicas e aos que buscam conhecimentos sobre a inovação no mundo. As diferentes métricas do ranking podem ser usadas para monitorar o desempenho de um país, comparando-o com economias da mesma região ou mesmo grupo de renda.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Marcelo Camargo

20

Set

Criação de jogos e aplicativos, programação, impressão 3D e robótica na rotina dos alunos do novo Ensino Médio

O novo Ensino Médio começa a ser implantado de forma gradual a partir do ano que vem para os alunos do 1º ano. As mudanças focam na formação dos estudantes e no desenvolvimento de competências e habilidades. O aluno poderá escolher os chamados itinerários formativos de acordo com áreas do seu interesse e projetos de vida e carreira. As redes de ensino terão autonomia para definir quais itinerários serão ofertados. Com mais de 50 mil alunos em todo o país e uma metodologia de ensino reconhecida pelos mais de 10 anos de experiência, a escola Robô Ciência estruturou itinerários direcionados ao aprendizado tecnológico no novo Ensino Médio. 

Os itinerários formativos são um conjunto de disciplinas, projetos, oficinas, núcleos de estudo, entre outras situações de trabalho. Eles foram organizados para preparar o estudante para o Ensino Superior e para sua carreira profissional e tem foco tanto em áreas de conhecimento, quanto em formação técnica e profissional. 

A Robô Ciência vai disponibilizar todo o material e os equipamentos necessários para o desenvolvimento das competências técnicas no ensino da robótica educacional dentro dos itinerários formativos do novo Ensino Médio, além do suporte pedagógico de um dos maiores centros de robótica educacional do país. Os estudos vão ocorrer em torno de quatro eixos: Prototipagem e Impressão 3D, Programação e Criação de Jogos, Robótica e Automação e Desenvolvimento de Apps. 

“Raciocínio lógico, comunicação interpessoal, criatividade e liderança são algumas das habilidades que serão aprimoradas a partir desses eixos que fazem parte dos itinerários oferecidos pela Robô Ciência. Eles terão um grande diferencial nas escolhas profissionais, o que coaduna com o objetivo desse novo Ensino Médio”, explicou o professor Alexandre Amaral, diretor da Robô Ciência. 

Itinerários envolvem máquinas e tecnologia

Com a evolução diante das novas tendências de mercado que apresentam as máquinas e tecnologias como ferramentas facilitadoras da vida em sociedade, a oferta do itinerário voltado a ciência e tecnologia se torna essencial, já que vai acelerar a inserção do jovem no meio globalizado de forma sistematizada, além de possibilitar uma melhor orientação diante das escolhas e possibilidades de futuro profissional. Abaixo, conheça um pouco mais dos itinerários oferecidos pela Robô Ciência:

Prototipagem e impressão 3D

Imagine a possibilidade de desenhar a peça que você precisar e torná-la um objeto real? Nesse curso serão trabalhadas situações problema dentro do contexto da mecânica, e serão desenvolvidos recursos utilizando o desenho técnico e a impressão 3D para a projeção de peças que atendam às necessidades do estudo da robótica. 

Programação e criação de jogos 

O desenvolvimento de jogos foi capaz de movimentar 11 bilhões de dólares apenas em novembro de 2020. Além dos pontos comerciais, o mercado de desenvolvimento de jogos depende da compreensão de habilidades como programação, design, roteirização de enredo, estruturação etapas de um projeto e as tecnologias para o desenvolvimento de jogos.

Robótica e automação

Nesse curso, os alunos aprenderão a como projetar uma máquina capaz de analisar um ambiente e executar tarefas predefinidas durante a criação do projeto. Para a prototipagem serão utilizadas ciências como mecânica, eletrônica e programação para compor o que se conhece como mecatrônica, aplicando à situações-problema do mundo real.

Desenvolvimento de Apps

O itinerário de desenvolvimento de aplicativos ajudará a construir conhecimentos sobre a lógica de programação e o pensamento computacional, definição de objetivos, estruturação das etapas de um projeto e as tecnologias para o desenvolvimento híbrido de aplicativos.

20

Set

iOS 15 chega nesta segunda (20); saiba quais iPhones são compatíveis

Como anunciado na semana passada, o novo iOS 15 deve começar a ser liberado nesta segunda-feira (20) aos usuários do iPhone. O sistema operacional foi apresentado oficialmente durante a Apple Worldwide Developers Conference (WWDC) em junho e conta com novas funções importantes.

A atualização está sendo liberada de maneira gradual, mas você já pode fazer uma busca pelo update. Para isso, entre nos "Ajustes" do celular, selecione a opção "Geral" e vá em "Atualizações de Software". Abaixo, veja quais são os iPhones compatíveis com a novidade.

Quais aparelhos receberão o iOS 15:

  • iPhone 13, 13 mini, 13 Pro, 13 Pro Max;
  • iPhone 12, 12 mini, 12 Pro e 12 Pro Max
  • iPhone 11, 11 Pro e 11 Pro Max
  • iPhone XS e XS Max
  • iPhone X e iPhone XR
  • iPhone 8 e 8 Plus
  • iPhone 7 e 7 Plus
  • iPhone 6s e iPhone 6s Plus
  • iPhone SE (1ª geração)
  • iPhone SE (2ª geração)
  • iPod touch (7ª geração)

Vale lembrar que algumas funções - como o modo Texto ao Vivo - só serão disponibilizados para os iPhones lançados a partir de 2018.

Novidades

Entre as novidades está o novo Safari, que agora está posicionada na parte inferior da interface e permite que o usuário alterne, salve e organize as abas facilmente com o polegar. Outra função importante é o Texto ao Vivo, semelhante ao Google Lens. Com o recurso é possível ler e traduzir textos que estão em imagens.

No app Notas, agora o usuário poderá adicionar hashtags para categorizar um texto, além de poder compartilhar uma nota com outra pessoa, utilizando arrobas. Já o Face Time agora conta com um novo recurso para desfocar o plano de fundo com o objetivo de deixar o usuário em destaque.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/225223-ios-15-chega-segunda-20-saiba-iphones-compativeis.htm

20

Set

Google explica como o site trabalha para entregar exatamente o que você busca

Aparecer nos três primeiros resultados na busca orgânica do Google é o sonho de todo profissional que trabalha na internet. Esse posicionamento nobre garante a maioria dos cliques e ajuda a inflar bastante os acessos dos sites, o que pode significar aumento de vendas para e-commerce, maior autoridade para empresas ou mais credibilidade para produtores de conteúdo.

Alcançar o topo é uma missão bastante complexa, tanto que possui até uma área específica do conhecimento dedicada: Search Engine Optimization (SEO). Na prática, significa produzir conteúdo de qualidade com base nas regras de boas práticas do Google para agradar ao público e, consequentemente, ganhar alguns pontinhos extras com o algoritmo da plataforma.

Embora divulgue diretrizes gerais, a gigante das buscas não revela ponto a ponto o que impacta no posicionamento de sites. Foi justamente para entender melhor questões relativas ao buscador que o Canaltech conversou com exclusividade com Danny Sullivan, executivo do Google no segmento de buscas e um dos maiores especialistas em ferramentas de pesquisa do mundo. Após trabalhar por anos como jornalista, o profissional passou a se dedicar a esses mecanismos e virou um expert ao ponto de ser contratado pela empresa.

Os critérios e a busca

Os critérios usados pelo algoritmo para posicionar sites levam em conta a missão da empresa de organizar a informação e mantê-la acessível de forma simples. Pode parecer uma afirmação óbvia, mas é bem mais complicado do que aparenta. “Isso significa ir além da web, porque há muitas informações que não estão na internet”, explica Sullivan.

O especialista separa em cinco categorias os dados organizados pelo buscador:

  •  Informação da web aberta: sites, vídeos, imagens, notícias;
  •  Conhecimento comum e dados públicos: estatísticas, patentes, estudos acadêmicos, Wikipedia;
  •  Parcerias: clima, placares esportivos, feeds de redes sociais, letras de música e finanças;
  •  Negócios: dados submetidos por empresários sobre negócios, locais e atualizações;
  •  Novas informações e insights: Street View, livros, locais de alagamentos, mapeamento de queimadas;

Todas essas vertentes são distintas entre si e precisam de tratamento próprio, por isso o desafio, na visão do pesquisador, é entender a pesquisa do usuário. “Imagine que você está andando pelas ruas e alguém fala: ‘panquecas’. Você vai pensar: ‘ok, mas o que você quer dizer com isso?’. E então fará algumas outras questões para compreender”, contextualiza.

O Google, contudo, não tem a habilidade de retornar ao usuário perguntas específicas para entender o que ele quer encontrar, por isso ele fará associações para entregar os resultados que considera mais relevantes.

O que pode influenciar nos resultados?

Para entender o que você quer encontrar, o algoritmo do Google considera estes fatores:

  1. Atualidade do assunto (o que é mais novo será exibido em destaque)
  2. Sua localização
  3. Pesquisas anteriores
  4. Outras palavras na busca
  5. Idioma

O local onde é feita a busca é um fator importante para o resultado, porque há palavras similares com significados diferentes conforme o idioma. Propina em português significa suborno, mas em espanhol é gorjeta, o que definitivamente resultará em sites distintos no topo da busca.

Há ainda os famosos sinônimos, que deixam qualquer algoritmo louco se não for considerado o contexto da frase. Sullivan cita como exemplo a palavra inglesa change, que é usada como substituta de termos como ajustar, converter, trocar, instalar, modificar, substituir e câmbio de dinheiro.

“O desafio é entender como todas essas palavras juntas criam um significado, um conceito. Foi com base nisso que surgiu o BERT”, ressalta. O BERT é um mecanismo de compreensão da chamada “linguagem natural” das pessoas, cujo enfoque é não somente mostrar resultados conforme os termos, mas, sim, tentar compreender o que a pessoa quis dizer.

Na imagem abaixo, você confere um exemplo de como o sistema funciona. Antes, o resultado apontava para um site que ensinava como conseguir receita médica. Com a mudança do BERT, a resposta passou a ser uma notícia que sanava a dúvida original: se você poderia pegar um medicamento na farmácia para um parente ou amigo.

Como o algoritmo da busca funciona?

Sullivan explica que o Google usa diversos sinais em cada busca para associar sua palavra-chave aos resultados. Todo esse conjunto de elementos é analisado em uma fração de segundos para retornar com sites que possivelmente satisfaçam ao seu anseio.

O primeiro deles são os termos da pesquisa. “Se a página tem a palavra, então provavelmente ela é relevante, mas você terá milhares delas na mesma situação. Se ela aparece no título, é mais provável ainda”, contextualiza. Porém, apenas isso seria muito pouco para definir a relevância, caso contrário bastaria apenas repetir várias vezes na página a palavra que se pretende ranquear.

Os resultados são apresentados de várias maneiras conforme o termo, de acordo com o que é mais útil para o tipo de informação que você está procurando. É por isso que pesquisar por “Pizza” exibirá um resultado e ”Pizza de calabresa” terá outro diferente: na primeira, o buscador entenderá se tratar do conceito de pizza, enquanto no segundo pode significar que você deseja comer aquele sabor.

Importância dos links

Na sequência das palavras contextualizadas, outros sinais são analisados também, mas há um fator bastante importante: links. A maioria das pessoas só lembra dos hyperlinks quando estão quebrados ou não apontam para o resultado esperado, mas eles são fundamentais na web.

“Pense nos links como recomendações: quando você precisa de um médico, você pergunta a pessoas de confiança quem elas indicam no mundo real. Na internet, se há muitos websites com links para uma para página, ela pode ser mais relevante que outras”, elucida o especialista.

Apesar disso, só ter muitos links não significa ser uma página confiável, de fato, pois é preciso saber a origem deles para garantir a autoridade. Receber um apontamento de um site com elevada reputação, como o New York Times, por exemplo, é muito mais relevante para o Google do que o link do blog do seu irmão criado há duas horas.

Propaganda influencia?

Sullivan explica que a venda de propagandas não tem impacto algum sobre os resultados efetivos da busca orgânica. O Google ADS comercializa palavras-chaves que colocam os sites em evidência nos resultados, mas não afeta o algoritmo da busca.

“Nós vendemos publicidade e as exibimos quando elas podem ser relevantes para as pessoas. Não vendemos histórico de busca ou informações sobre o que as pessoas procuram. Ninguém vai se sair melhor nos resultados da busca orgânica só porque pagou”, explica.

Avaliações da busca

Para garantir que os resultados sejam efetivos, o buscador possui avaliadores que permitem dizer se aquilo está adequado ou se precisa de melhorias. “Nós temos mais de 10 mil avaliadores em todo o mundo e é importante termos essa diversidade, porque os resultados da busca são exibidos para todo o planeta. São várias pessoas, de vários países, com diversos idiomas para que tenhamos a certeza de que fazemos o melhor trabalho para todos que usam os serviços”, conclui.

Essas pessoas trabalham com base em um documento de quase 200 páginas com diretrizes gerais sobre a qualidade de busca. Essa é a forma de todos terem os mesmos parâmetros e usam estruturas similares na hora de mensurar os resultados.

Segundo Sullivan, os avaliadores não monitoram os sites em si, de forma individualizada, porque isso daria margem a critérios subjetivos de favorecer uma de preferência em detrimento de outra. “Há sempre novos sites, por isso você nunca verá nenhum avaliador olhando página por página dos resultados, inclusive porque isso muda o tempo inteiro. Para essa avaliação geral você precisa de sistemas automatizados como os que são usados. O que os avaliadores fazem é analisar se o resultado satisfaz a busca”, complementa.

Na prática, o Google usa a informação coletada dessas fontes confiáveis, de modo similar à atitude das pessoas ao avaliar um restaurante ou analisar a opinião dos outros antes de comprar um produto online. Esses dados são reunidos na base e usados para aprimorar o sistema como um todo.

Temas mais delicados exigem tratamento diferenciado

Dentro do sistema de avaliação do Google, há algumas questões que são tratadas com mais cautela pelo buscador e pelos avaliadores: um conceito chamado Your Money or Your Life (YMYL), que significa Seu Dinheiro ou Sua Vida. Tudo que tem impacto sobre vidas ou finanças passam por critérios diferenciados de revisão.

Quando se avalia os resultados para a pesquisa “Como conseguir um financiamento”, há uma preocupação maior de não exibir resultados com tentativas de roubo de dados ou informações erradas que levariam a um prejuízo financeiro.

Um exemplo dado por Sullivan são os resultados acerca da vacina da Covid-19. No início, o site limitava-se a mostrava informações técnicas e notícia sobre os imunizantes, mas depois começou a exibir locais de aplicação das doses, dados sobre os vacinados e informações de secretarias de saúde locais.

Neste caso, o algoritmo foi aprimorado para dar um tratamento especial para uma situação atípica que envolve a saúde das pessoas. Essa percepção foi obtida graças ao trabalho dos avaliadores, que tiveram a percepção de notar a necessidade de aprimorar o resultado para esses termos específicos.

E o futuro das buscas?

Danny Sullivan disse não ter muito o que falar sobre o futuro das buscas além do que já foi anunciado para o mercado. Em geral, as tendências apontam para um uso cada vez maior de recursos como o Google Lens, que permite usar a câmera do celular para fazer pesquisas, e para a integração da busca com recursos de realidade aumentada.

O BERT também é algo em constante aprimoramento para impactar não somente as buscas por texto, mas também por voz com a tecnologia Duplex. Esse último, inclusive, foi um dos destaques da Google I/O de 2021, com uma interação bastante impressionante entre ser humano e máquina graças à IA do BERT.

Alguns dados curiosos sobre o buscador do Google:

  • 15% das buscas diárias são por termos novos
  • O índice de sites ocupa mais de 100 milhões de GB
  • Se todas as fossem impressas como livro e colocadas lado a lado daria para fazer 12 viagens a Lua
  • Por ano, o Google realiza: 613.386 testes de qualidade, 10.450 experimentos de tráfego, 59.514 experimentos comparativos e 4.887 atualizações do algoritmo.
  • O filtro da busca detecta e barra 40 bilhões de páginas com spam por dia

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/internet/google-explica-como-o-site-trabalha-para-entregar-exatamente-o-que-voce-busca-196071/

19

Set

Como o cérebro reage quando se sente observado... por robôs?

Você já se sentiu observado? A sensação é ligeiramente desconfortável, ou bastante, dependendo do contexto. No entanto, pesquisadores apontam, em um novo estudo, que isso ocorre até mesmo quando os olhos direcionados não são humanos, mas sim... robóticos.

Basicamente, os cientistas criaram um experimento em que as pessoas jogavam contra um robô. Se o robô olhava para os jogadores humanos durante a sessão, isso acabava afetando o comportamento e a estratégia dos participantes no jogo, uma mudança que podia ser percebida nas medidas de sua atividade neural registradas por eletroencefalograma.

Segundo os pesquisadores, se o robô olhar para você durante o momento em que você precisa tomar uma decisão sobre o próximo movimento, terá mais dificuldade em tomar sua decisão. Além disso, o cérebro precisará empregar processos mais difíceis para tentar ignorar o olhar do robô.

Os resultados do experimento mostraram que o olhar do robô não influenciou as escolhas dos jogadores, mas fez com que seu tempo de resposta aumentasse ligeiramente, com os participantes geralmente respondendo mais rápido no jogo quando o robô desviava o olhar.

De acordo com os pesquisadores, essa mudança no comportamento do jogador correspondeu a uma mudança na atividade neural chamada atividade alfa sincronizada, que consiste em um padrão de ondas cerebrais anteriormente associado à supressão da atenção. O estudo completo pode ser acessado aqui

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/comportamento/como-o-cerebro-reage-quando-se-sente-observado-por-robos-195772/

17

Set

Iniciativa da Microsoft vai capacitar mulheres negras em tecnologia

A terceira turma do Black Women in Tech está com inscrições abertas até domingo (19). O programa de capacitação da Microsoft busca formar mulheres negras para o mercado de tecnologia.

Idealizada e liderada por colaboradores da empresa e voluntários de Diversidade e Inclusão da companhia, a iniciativa quer diminuir a lacuna de profissionais especializados em tecnologia enquanto amplia a igualdade de gênero e racial no segmento. A primeira edição do Black Women in Tech formou 26 mulheres e a segunda turma teve 35 alunas capacitadas.

São 50 vagas para mulheres pretas e pardas participarem de mentorias gratuitas com foco nas certificações técnicas Fundamentos do Microsoft Azure e Fundamentos de Segurança. O projeto oferece, ainda, módulos de soft skills, desenvolvimento de carreira e inglês básico.

Para concorrer, as candidatas devem participar do Cloud Skill Challenge na plataforma de aprendizado Microsoft Learn. As interessadas devem ter mais de 18 anos, se autodeclarar preta ou parda e cumprir os requisitos de preenchimento do questionário.

Aulas vão até dezembro

As aulas começam em 27 de setembro e vão até 22 de dezembro. A formatura e cerimônia de encerramento acontecem no último dia de curso. Todos os mentores são funcionários da Microsoft, que atuam no projeto voluntariamente.

Ao fim do processo, as participantes receberão tíquetes digitais para fazer os exames de certificação correspondentes. As formandas participarão também da feira de empregabilidade da Microsoft. O encontro vai conectar as profissionais às empresas parceiras da companhia, com o objetivo de fortalecer o networking para oportunidades de trabalho.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/cursos/iniciativa-da-microsoft-vai-capacitar-mulheres-negras-em-tecnologia-195932/

15

Set

Amazon começa a testar scanner de palma em eventos

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Amazon já havia lançado sua tecnologia de escaneamento de palma de mão para agilizar pagamentos com segurança. Agora, a gigante do varejo, do streaming e da tecnologia vai expandir o serviço para alguns eventos específicos. Segundo o The Verge, a empresa vai implementar a tecnologia em alguns espaços públicos, como escritórios e estádios.

A novidade foi anunciada em parceria com a empresa de ingressos AXS. O Amazon One estará disponível para ser validado no anfiteatro Red Rocks, em Colorado, nos Estados Unidos. Será a primeira vez que o sistema será testado fora da própria Amazon e das unidades do seu Whole Food, e a empresa espera continuar expandindo em um futuro próximo.

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Para a Amazon, o cadastro da palma da mão e o uso dessa tecnologia para efetuar pagamentos é mais conveniente do que as outras formas de pagamento que têm se popularizado, como QR Codes e cartões de aproximação. Por outro lado, boa parte da população estadunidense já está habituada a ter os ingressos de eventos como concertos e cinema em seus celulares, o que faz com que a popularização do Amazon One tenha um grande desafio de adesão pela frente.

Segundo a própria Amazon, dezenas de milhares de clientes da empresa já se inscreveram para participar do Amazon One e já utilizam a tecnologia nas lojas da companhia. Para incentivar a adesão, a Amazon também está oferecendo US$ 10 para que seus clientes façam o escaneamento de suas mãos.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/150722/amazon-comeca-a-testar-scanner-de-palma-em-eventos/

15

Set

Apple apresenta nova geração de iPhones 13 e outras atualizações, incluindo iOS 15

É setembro, e para os fãs da Apple isso significa conferir as novidades apresentadas pela empresa. Dessa vez, o evento comandado por Tim Cook mostrou ao mundo a nova geração de iPhone, que inclui quatro modelos: iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max.

Embora esse seja o grande anúncio da empresa no dia, nem só de iPhone vive a companhia, que também apresentou o novo Apple Watch Series 7, novos modelos da família iPad, o iOS 15 e mais.

Abaixo, você confere as principais novidades anunciadas pela Apple neste 14 de setembro:

iPhone 13 e iPhone 13 Mini

A Apple apresentou quatro modelos para a geração 13 do iPhone. São eles: iPhone 13, iPhone 13 Mini, iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max. Começando pelos dois “mais simples”, os dispositivos chegam menos de um ano de diferença do antecessor, o iPhone 12.

Como novidade, o entalhe da câmera frontal do iPhone 13 é 20% menor que seu antecessor, enquanto o sistema de câmera traseira também foi redesenhado. A tela é 28% mais brilhante, e continua com 6,1 polegadas.

O iPhone 13 Mini tem as mesmas características e funcionalidades que o iPhone 13, diferindo apenas no tamanha da tela, que é de 5,4 polegadas.

As câmeras têm algumas novidades, como o sensor principal de 12 megapixels capaz de captar 47% mais luz. Há também o chamado “Modo Cinemático” para a gravação de vídeos, e que permite fazer transições de foco automáticas e inteligentes.

Os dois smartphones são alimentados pelo novo chip A15 Bionic da Apple, construído com um processador de 5 mm. A CPU tem 6 núcleos que a empresa está chamando de “a CPU mais rápida em qualquer smartphone”.

O iPhone 13 tem um armazenamento padrão de 128 GB (o dobro do iPhone 12). Há ainda opções de 256 GB e 512 GB. O valor inicial do aparelho começa em US$ 799,00 enquanto o iPhone 13 Mini começa em Us$ 699,00.

iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max

A grande novidade para os modelos 13 Pro e 13 Pro Max está na tela com uma taxa de atualização que se adapta ao conteúdo, indo de 10 Hz a 120 Hz. Ou seja, as imagens aparecem mais fluidas e reais, especialmente para vídeos, jogos e conteúdos do tipo.

“Nossa linha Pro ultrapassa os limites com nossas tecnologias mais avançadas para usuários que desejam o melhor iPhone”, disse o CEO da Apple, Tim Cook, durante a apresentação dos novos aparelhos.

O painel continua com 6,1 polegadas para o Pro e 6,4 para o Pro Max. Há 3 sensores de câmera, todos agora com Modo Noturno. O “Modo Cinemático” também está presente, e promete a produção rápida de vídeos.

Como o iPhone 13 e o 13 Mini, os modelos Pro vêm com o chip A15 Bionic da Apple. É um projeto de 5 mm. Existem dois núcleos de alto desempenho e quatro núcleos de eficiência energética.

As pré-encomendas dos modelos começam na sexta-feira, e estarão disponíveis no mercado a partir de 24 de setembro. Existem quatro modelos diferentes com 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento. Os valores começam em US$ $999 para o Pro e US$ 1099,00 para o Pro Max.

Apple Watch Series 7

Desde 2015, quando o lançou o primeiro Apple Watch, a empresa pouco mexe no design do gadget. Com o Watch Series 7, a Apple muda um pouco esse design, incluindo telas maiores (20% maior em relação ao 6), mais brilhantes e mais duráveis. A nova tela é capaz de acomodar 50% mais texto do que os modelos anteriores, e o sistema apresenta um novo recurso de entrada de texto com previsões de inteligência artificial.

Esse também é o primeiro smartwatch da companhia que recebe uma classificação de resistência à poeira (IP6X), o que pode ser útil para ambientes como praias, por exemplo. A bateria, no entanto, não foi melhorada, mas pode carregar cerca de 33% mais rápido.

A maioria das atualizações vem através do WatchOS 8, que agora inclui diversos novos recursos projetados especialmente para os ciclistas.

A Apple lança o Watch Series 7 nos próximos meses, em cinco cores diferentes e valores a partir de US$ 399,00.

iPad e iPad Mini

O novo iPad é o mais acessível da linha, sendo mais barato que o iPad Air e o iPad Pro. O modelo vem com o chip A13 Bionicm e apresenta um desempenho 20% mais rápido que o iPad anterior. A câmera possui um foco automático aprimorado e bom desempenho em condições de pouca luz.

A tela tem o mesmo tamanho da anterior, 10,2 polegadas, mas a face frontal ganha uma grande atualização, contando agora com uma câmera ultra-grande angular de 12 megapixels com um ângulo de visão de 122°.

O novo iPad estará disponível já na próxima semana, por US$ 329,00 om 64 GB.

Depois de dois anos e meio sem uma atualização, a Apple anuncia a nova versão do iPad Mini, que traz a maior atualização do tablet até agora. O modelo apresenta uma reformulação do design que se assemelha ao do iPad Pro.

O dispositivo tem 8,3 polegadas, e cantos mais arredondados, sem espaço para um botão Home, que dá lugar ao sensor Touch ID no botão liga/desliga. A porta Lightning também se foi, com uma porta USB-C em seu lugar, e que oferece velocidades de transferência de dados de até 5 Gbps, bem como conectividade com uma ampla gama de dispositivos, incluindo câmeras e monitores 4K externos.

A Apple também moveu os botões de volume para a parte superior do tablet. Segundo a empresa, o modelo é 40% mais rápido que seu antecessor, com um desempenho 80% mellhor. Essa é a primeira vez que o dispositivo ganhou um grande redesign desde o lançamento em 2012.

O iPad Mini também chega às lojas na próxima semana, com valor mínimo de US$ 499,00.

iOS 15

Pouco depois da conferência virtual de hoje, a Apple anunciou que a próxima versão principal do iOS chega para os usuários no próximo dia 20 de setembro. O iOS 15 já havia sido apresentado pela empresa em sua Conferência Mundial de Desenvolvedores.

A maior mudança do iOS 15 é um novo modo Focus. Além de “Não perturbe”, o usuário agora pode configurar vários como escolher os aplicativos e as pessoas das quais deseja receber notificações, para não ser “bombardeado” por informações.

A nova versão do iOS também verifica fotos em busca de texto. Chamado de Live Text, o recurso permite destacar, copiar e colar texto em fotos. O que facilita a acessibilidade também.

O iOS 15 está disponível para modelos a partir do iPhone 6s, qualquer modelo de iPhone SE e modelos de iPod touch recentes. Ele estará disponível para download gratuito.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/150723/apple-nova-geracao-iphones-13-atualizacoes/

15

Set

Pesquisadoras ocupam 2% de cargos de liderança em Ciência e Tecnologia

A América Latina e o Caribe, juntamente com a Ásia Central, são as duas regiões que alcançaram paridade de gênero entre pesquisadores em todas as áreas de conhecimento. A boa notícia, no entanto, esbarra em outros desafios: a pouca presença de mulheres em posições de liderança, as dificuldades em carreiras em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, na sigla em inglês) e a acentuada desigualdade racial.

Os dados fazem parte de pesquisa divulgada hoje (15) como parte do Gender Summit, encontro virtual que vai até o dia 23 e discutirá a importância feminina na ciência.

No Brasil, as mulheres são maioria entre os alunos de graduação e doutorado. Apesar disso, a sub-representação começa no nível da docência universitária e cresce à medida que os cargos de liderança aumentam e se tornam mais políticos. A Pesquisa Comparativa sobre Mulheres e Meninas em STEM na América Latina indica que, nos cargos políticos mais elevados em Ciência e Tecnologia, a representação feminina não passa de 2%.

Vera Oliveira, gerente sênior de Educação Superior do British Council, diz que, ao longo da carreira, as mulheres enfrentam diversas barreiras e falta de incentivos, dentro e fora da academia, para alcançar posições mais altas. Ela cita como exemplo a rede de apoio para mães pesquisadoras e lembra que a licença maternidade para alunas de pós-graduação é uma conquista recente. O British Council é uma das instituições organizadoras do evento.

Vera sugere que análises de rendimento sejam feitas a partir de um olhar qualitativo. “Usa-se o [curriculum] Lattes de uma mulher e de um homem para comparar o rendimento acadêmico: o tanto que publicaram em certo período. Só se comparava os anos e via quem tinha mais publicação, então o homem rendia mais.” Desconsiderava-se, portanto, o período de afastamento por licença. “A mulher é penalizada na produtividade acadêmica justamente por assumir essa nova responsabilidade.” 

Ela também destaca questões culturais a serem superadas. “Muitas vezes, os perfis de liderança são muito associados a características masculinas, um perfil que não permite tantas possibilidades e que está sendo repensado. Liderança pode ser feita de vários modos”. A gerente diz ainda que muitas mulheres não são incentivadas a ocupar esses postos ou não se sentem preparadas, mesmo cumprindo os requisitos exigidos.

As bolsas científicas em STEM, são 91.103 no Brasil, segundo dados da pesquisa, das quais 58% foram concedidas a pesquisadores brancos. A participação de pesquisadores negros é de 26% e a de indígenas não chega a 1%. Com o recorte de gênero, entre as bolsistas, 59% são brancas. As mulheres negras representam 26,8%. 

O levantamento mostra ainda que 17% da população feminina do Brasil, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) de 2016, concluíram o ensino superior. Entre os homens, o percentual é de 13,5%. O percentual de mulheres brancas com diploma é maior, 23,5%. Os alunos matriculados no ensino superior, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) 2020, somam mais de 8,4 milhões, sendo 57% mulheres e 43% homens.

"As mulheres são grandes contribuintes para as publicações no Brasil: 51% dos autores de publicações científicas são mulheres, enquanto 40% dos 10% dos principais autores mais produtivos são mulheres.”

Fonte: Agência Brasil