Tecnologia

3

Out

Atualizações de sistemas e senhas fortes podem impedir 60% dos ataques virtuais

O mais recente Relatório de Análise de Resposta a Incidentes da Kaspersky mostrou dados interessantes sobre a segurança virtual como um todo, principalmente sobre como muitos usuários e empresas não estão adotando medidas ideais de proteção.

Segundo o levantamento feito pela Kaspersky, 63% dos ciberataques investigados pelo relatório conseguiram adivinhar a senha de sistemas, ou seja, entraram por força bruta, ou usaram de falhas já corrigidas em atualizações dessas mesmas redes.

A análise de dados anônimos usada como base para o relatório também mostra que ataques de força bruta são os vetores iniciais mais usados para entrar nas redes de uma empresa. Em comparação com o ano anterior, este método disparou de 13% para 31,6%, devido à pandemia e à explosão do trabalho remoto.

O segundo tipo de vetor inicial mais observado é o uso de vulnerabilidades, com uma participação de 31,5%. O levantamento mostrou que em apenas alguns casos foram usadas falhas descobertas recentemente, com os ataques, em sua grande maioria, usando vulnerabilidades que já são de conhecimento público há bastante tempo, mas ainda não foram corrigidas.

Gráfico mostrando os principais vetores iniciais de ataques virtuais, segundo o relatório da Kaspersky. (Imagem: Reprodução/Kaspersky)
Outra conclusão apresentada pelo relatório é que mais da metade dos ataques virtuais que tem como vetor inicial e-mails maliciosos, força bruta ou a exploração de falhas em programas desatualizados foi detectado em questão de horas (18%) ou em dias (55%).

Por fim, o estudo também mostra que ataques que envolvem um vetor inicial de força bruta são fáceis de detectar na teoria, mas, na prática, apenas uma fração das empresas consegue impedi-los antes que eles afetem sistemas.

Prevenção

Embora as pessoas com o mínimo de conhecimento sobre cibersegurança saibam a importância de aplicar atualizações regularmente, poucas empresas aplicam essa prática, e dessa forma acabam facilitando o acesso inicial de criminosos nos sistemas corporativos.
Para Roberto Rebouças, gerente executiva da Kaspersky no Brasil, essas práticas pouco seguras de senhas e atualizações de software acabam se tornando os principais vetores iniciais de ataques. Ele completa afirmando que senhas fracas e sistemas antigos são o equivalente na vida real a sair de casa, deixar uma janela destrancada e a chave da porta da frente debaixo do tapete.

Por outro lado, a adoção de políticas de senhas fortes para os usuários das redes corporativas, segundo a Kaspersky, pode reduzir em até 60% o risco de ataques. Um gerenciamento adequado de atualizações de sistemas também apresenta bons números, com redução em cerca de 30% em golpes que usam falhas antigas como vetor inicial.

Por fim, a Kaspersky recomenda os seguintes passos para maior proteção de sistemas corporativos:

- Implementação de políticas de senhas robustas, com autenticação de múltiplos fatores (MFA) e ferramentas de gerenciamento de identidade e acesso;
- Tolerância zero no gerenciamento de atualizações. As atualizações regulares e as verificações de vulnerabilidades na rede são fundamentais para proteger a empresa;
- Treinamento de funcionários para que eles saibam reconhecer ameaças e saibam como agir em situações perigosas;
- Uso de tecnologias de detecção e resposta de segurança com serviços gerenciados (MDR), que são capazes de gerar relatórios e checar status de cada parte do sistema, para gerenciar crises de maneira rápida e eficiente.

O relatório completo pode ser acessado aqui.

2

Out

[ARTIGO] Como a IA vai mudar a sua relação com o dinheiro?

*Por Jean Malaquias

Nós não lidamos com o dinheiro da mesma forma com a qual nossos pais ou avós lidavam. Muito provavelmente, nossos filhos também terão comportamentos diferentes do que temos hoje. A gestão financeira, que antes predominava manualmente com as cédulas, vem sendo constantemente inovada com o advento dos avanços tecnológicos e, principalmente, investimentos em inteligência artificial, a qual proporcionou o surgimento de novas moedas digitais e sistemas de gestão online.

A necessidade de atualização do mercado, impulsionada pela pandemia, possibilitou um avanço inimaginável do setor financeiro que, não era esperado. A moeda física, perpetuada por anos em nossa sociedade, já deixou de ser a predominante dentre a grande maioria da população. Em substituição, as criptomoedas foram, sem dúvida, um dos maiores avanços e explosão de investimentos feitos no último ano. Segundo uma pesquisa feita pela Hashdex, a maior gestora de criptomoedas do país, o crescimento registrado desde o começo de 2021 foi de 938% - um salto de quase 300 mil investidores a mais do em comparação ao ano anterior.

Hoje, o papel moeda deixou de ser saudável para a economia de um país. Além de causar enorme desmatamento para sua circulação, sua impressão também é cara, gerando um custo maior do que representa e, consequentemente, um prejuízo para os bancos nacionais. Em contrapartida, as criptomoedas vieram para estabilizar a economia, incapaz de gerar uma inflação da mesma forma em que o dinheiro físico. Mesmo com sua limitação quantitativa – escassez equivalente ao ouro no mercado – são uma tendência que veio para ficar.

Fora elas, o machine learning é outra grande inovação, com fortes expectativas futuras. O ensinamento profundo das máquinas, capaz de desenvolver a habilidade de desempenharem funções humanas e, até mesmo raciocinarem de forma parecida, poderá evoluir em níveis antes apenas imaginados em filmes. Em poucos anos, os cientistas não serão mais necessários para ensinar tais máquinas, aprendizado que será feito diretamente entre uma máquina e outra – conquista que proporcionará um aumento gradativo da performance e conhecimento.

Ainda, a evolução da transmissão de conhecimento que hoje já se provou possível, poderá contribuir para a diminuição da burocracia e tempo de entrega de serviços ou produtos. A probabilidade de acerto será muito maior e mais rápida, especialmente com os resultados já vistos no desenvolvimento de programas capazes de criar outros semelhantes.

Todos esses avanços, quando aplicados no setor econômico, possibilitarão uma gestão muito mais assertiva e eficiente de nossas finanças, servindo como importante auxiliadora no mapeamento de gastos antecipadamente e, como equilibrá-las evitando prejuízos e endividamentos – até mesmo, bloqueando gastos e visando uma melhor educação financeira.

A inteligência artificial veio para automatizar processos e mostrar o que não podemos ver a olho nu. Ao mapear nosso histórico e mapear o comportamento, criará uma relação muito mais saudável com o nosso dinheiro, indicando os melhores caminhos a serem seguidos e as melhores opções para investimentos.

*Jean Malaquias é CTO da Poupay+, fintech de gestão financeira exclusiva para mulheres.

2

Out

De acordo com pesquisa, 48% afirmam que deixariam de comprar se descobrissem que a loja já sofreu um ataque cibernético

Em agosto de 2021, uma loja de departamentos sofreu um ataque cibernético em parte de seus sistemas e operações, forçando a empresa a suspender suas atividades online. O e-commerce da marca no site e no aplicativo ficou indisponível e os clientes não puderam realizar suas compras. 

Além da loja de departamentos, outras empresas também foram alvo de ciberataques em 2021, como uma companhia que opera no processamento de carnes, que foi alvo de um ataque e resolveu pagar 11 milhões de dólares de resgate aos hackers, em junho deste ano. Outro caso recente envolve o Ministério da Economia, que teve a rede interna da Secretaria do Tesouro Nacional invadida por um ataque de ransomware, um vírus que impede o acesso às informações armazenadas no sistema da empresa. O objetivo dos hackers é forçar o pagamento para recuperação do acesso aos dados.

A Zoho, empresa de tecnologia global que oferece amplo conjunto de aplicativos e softwares de negócios, encomendou um estudo através da plataforma Toluna, com 1.000 brasileiros questionando sobre a segurança dos dados online. Na pesquisa, 48% dos entrevistados afirmaram que deixariam de comprar em uma empresa se descobrissem que o site já sofreu ataque cibernético. 

"Com esse resultado, podemos analisar que o consumidor está preocupado com a forma que as empresas lidam com seus dados pessoais. Se antes era comum que os consumidores fornecessem dados, agora eles estão mais cautelosos sobre as informações que compartilham", diz Jonathan Melo, diretor de marketing da Zoho Brasil. 

O estudo também questionou os 1.000 respondentes sobre a relação que eles mantêm com as lojas ao realizar compras por meio digital. 65% dos respondentes afirmaram que têm medo de fornecer seus dados pessoais ao realizar uma compra online. 

Já 72% afirmaram que evitam fazer negócios com lojas virtuais que não tenham domínio de email próprio. Entre os respondentes, 39% disseram que confiam mais em comprar no aplicativo da loja do que no site. 

"As preocupações dos consumidores são válidas, ainda mais quando vemos a quantidade de ciberataques que as empresas estão tendo que lidar. A solução é investir mais em tecnologia e segurança de ponta, especialmente por lidarem com dados sensíveis de clientes. O avanço que o e-commerce teve durante a pandemia pode acabar sendo afetado caso os ataques cibernéticos continuem afetando as grandes empresas", avalia o diretor de marketing. 

A pesquisa da Toluna foi realizada entre os dias 7 e 13 de julho de 2021, com 1.000 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 4.500 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3 pontos percentuais de margem de erro e 95% de margem de confiança.
 

1

Out

Conheça cinco tecnologias que estão mudando a vida do advogado

Com evolução um pouco mais demorada que em outros setores, hoje, as atividades do setor jurídico estão se modificando com a forte presença tecnológica, que ganha cada vez mais espaço nos escritórios de advocacia e na rotina dos advogados, facilitando a execução do trabalho e aumentando a produtividade. Atualmente, acompanhar processos online, automatizar processos internos e ter acesso a modelos de petições é uma realidade no Brasil, país com maior número de faculdades e cursos de direito no mundo. 

De acordo com a StartSe, as lawtechs já sabem como reduzir o número de processos que chega aos tribunais, evitando que a fila de 80 milhões de processos aumente e sofra pela burocracia. Segundo a Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), existem mais de 200 lawtechs - empresas oferecem serviços como monitoramento e extração de dados públicos, jurimetria, compliance, conteúdo e consultoria para advogados, como é o caso do Previdenciarista, plataforma que oferece serviços para advogados economizarem tempo e dinheiro com rotinas previdenciárias.

A startup possui 9 mil clientes e oferece - por meio de uma plataforma - ferramentas que automatizam análises em previdência e indicam petições de referência para ajudar os advogados nos processos. Na plataforma, o advogado consegue fazer os cálculos de benefícios previdenciários em minutos, o que evita erros e economiza tempo do advogado. Até o ano passado, mais de 1 milhão de benefícios já foram calculados.

“O advogado não deve ter receio da tecnologia, porque ela o ajuda a diminuir as tarefas repetitivas para empregar mais tempo nos casos dos clientes. É importante lembrar que o perfil do cliente também está se modificando, e compete aos novos advogados explorar novos recursos tecnológicos para tornar o processo mais prático, com soluções mais criativas, apostando em novas soluções, afinal escritórios e atendimentos online serão cada vez mais comuns.”, destaca Renan Oliveira, advogado e cofundador do Previdenciarista.

Conheça agora 5 tecnologias que estão impactando a vida do advogado:

1. Legal Analytics 

A tecnologia de análise de dados baseada em inteligência artificial contribui para ações mais precisas já que analisa processos já deferidos. Ela identifica padrões decisórios na Justiça, mudanças de paradigmas e as novas decisões dos magistrados, assim é possível compreender a expectativa social sobre a decisão do juiz, tempo de andamento do processo, provas estatísticas sobre o tema e posicionamento do tribunal, por exemplo. Para Renan, o investimento em Analytics representa uma boa estratégia para ter sucesso nos negócios, pois a solução ajuda o advogado a ter mais efetividade em suas causas.

2. Inteligência Artificial 

Uma forte aliada a rotina repetitiva em escritórios e na vida do advogado, a inteligência artificial pode ser utilizada para realizar pequenas tarefas, como registrar petições, efetuar uma pesquisa legal e criação de documentos. Contribui para que o advogado ganhe tempo e se dedique a tarefas mais complexas, automatizando cada vez mais seu dia a dia e crescendo estrategicamente.

3. Blockchain

O uso dessa tecnologia permite que os processos sejam registrados em uma única vez e fiquem à disposição em uma base de dados para ser acessado em qualquer lugar e a qualquer momento. O blockchain garante a autenticidade e a integridade de documentos, impede que sejam alterados e rastreados. Para os advogados a tecnologia representa maior segurança nas transações jurídicas, gerando menores riscos e custos de transação aos clientes. Ainda “colabora com o compartilhamento de documentos entre os interessados e reduz custos com os processos internos e externos do escritório” finaliza Renan.

4. Machine Learning 

É um tipo de inteligência artificial destinada a gestão e organização de processos, contribui para apurar fraudes, examinar documentos e contratos, realizar análises preditivas e auxiliar nas tomadas de decisões para prevenção de crimes, faz análise de riscos e colabora para evitar controvérsias nos tribunais. Essa tecnologia faz com que algumas empresas tenham informações precisas, impactando positivamente em seus resultados.

5. ODR (Online Dispute Resolution)

Agora é possível resolver disputas e conflitos pela internet, com a ODR diversos métodos podem ser aplicados, como negociação, conciliação, mediação, arbitragem, dispute board, entre outros. Nesse caso, os operadores do direito podem utilizar a tecnologia para evitar mais desgastes emocionais e encontros no mesmo ambiente físico, economizar recursos e resolver remotamente os casos de seus clientes. Com ODR é possível gerar soluções mais criativas, duradouras e de resultados ganha-ganha, atendendo melhor o interesse das partes.

1

Out

Google Maps facilita visualização de incêndios florestais

O Google Maps adicionou uma nova camada que permite identificar incêndios florestais. O recurso foi anunciado durante o evento Search On, nesta quarta-feira (29), e poderá ajudar a entender a extensão aproximada e localização das queimadas, a partir do celular, tablet ou computador, e tomar decisões rápidas em momentos de emergência.

Segundo a empresa, o aplicativo fornecerá informações sobre os recursos de governos locais, como sites de emergência e número de telefone para obter ajuda e orientações de evacuação. Se as informações estiverem disponíveis, o Maps também apresentará as medidas que foram tomadas para conter os incêndios.

O mapa é atualizado a cada hora, com dados coletados por satélites e processados pela plataforma de análise geoespacial Google Earth Engine. O recurso foi testado pela primeira vez em 2019 na Califórnia e foi expandido para o resto dos Estados Unidos em 2020.

Nova camada do Google Maps mostra informações sobre incêndios florestais para facilitar evacuação. (Fonte: Google/Reprodução)

A novidade será lançada ainda esta semana nos dispositivos Android em todo o mundo. Para os iPhones, iPads e computadores, o recurso estará disponível durante o mês de outubro.

Nos Estados Unidos, a ferramenta terá informações mais detalhadas, com dados alimentados pelo National Interagency Fire Center (NIFC). O Google informa que esse nível de detalhe poderá ser expandido para mais países, começando pela Austrália nos próximos meses.

Cobertura florestal

O Google Maps anunciou também uma ferramenta de Inteligência Artificial (IA) que permite verificar locais com necessidade de arborização. O Tree Canopy Insights pretende ajudar os governos locais a mapear a densidade da cobertura de árvores a partir de imagens de avião, além de sugerir o plantio de árvores para aumentar a área de sombra e prevenir doenças causadas por ondas de calor.

O serviço já está disponível em 15 cidades dos Estados Unidos. Em Los Angeles, o recurso se tornou fundamental para a cidade aumentar em pelo menos 50% a sombra de árvores até 2028. A ferramenta passará a ser oferecida em mais de 100 outras cidades durante o próximo ano, incluindo Guadalajara, Londres, Sydney e Toronto até o final de 2022.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/226060-google-maps-facilita-visualizacao-incendios-florestais.htm

1

Out

Pesquisa: 98% dos sites corporativos brasileiros correm risco de ciberataques

Um estudo da PSafe, especialista em segurança digital, identificou que 98% de 2.400 sites corporativos brasileiros analisados têm risco médio de sofrer um ciberataque. A avaliação sobre as páginas nacionais foi feita com o dfndr enterprise, que detecta ameaças e brechas de segurança com inteligência artificial.

Além disso, entre os endereços avaliados, 90% apresentam risco leve de invasão enquanto 25% se encontram ao nível alto; e 2%, crítico. “É importante salientar que os cibercriminosos buscam qualquer vulnerabilidade que possa ser explorada”, ressalta Emilio Simoni, executivo-chefe de segurança da PSafe. “Basta um dispositivo comprometido com acesso a informações sigilosas para que todos os dados corporativos sejam afetados.”

Por esse motivo, é fundamental prevenir os ataques. “A exploração de vulnerabilidades pode trazer diversos riscos para as empresas: da coleta de informações confidenciais para exposição ou venda à invasão de contas para transações financeiras não autorizadas”, lembra o executivo. “E ainda pode causar uma mancha irreparável na reputação de uma marca.”

Com o dfndr enterprise, a PSafe descobriu um dos maiores incidentes de segurança da história do país: a exposição de mais de 400 milhões de dados em site público. Segundo especialistas da empresa, trata-se de um compilado de outros vazamentos. “Esse é um exemplo de como as vulnerabilidades são perigosas e precisam ser solucionadas com urgência”, aponta Simoni. “De posse de tantos dados, as quadrilhas têm acesso a muitas vítimas”, conclui ele.

O “Teste de Invasão” do dfndr enterprise faz verificações em nuvem, gratuitamente, de forma automatizada. Segundo Simoni, ele também ajuda as empresas a se adequarem às regras da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). “Como atua preventivamente, o teste ajuda a evitar penalidades como a paralisação parcial ou total de atividades relacionadas ao tratamento de dados, bem como sanções administrativas e multa, que pode chegar a R$ 50 milhões.”

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/98-dos-sites-corporativos-brasileiros-correm-risco-de-ciberataques-197500/

30

Set

Sesi lança nova temporada de competições de robótica

O Serviço Social da Indústria (Sesi) lançou nesta quarta-feira (29) a temporada 2021/2022 das competições  FIRST LEGO League Challenge (FLL) e FIRST Tech Challenge (FTC). As competições de robótica FLL e FTC foram criadas e são realizadas, mundialmente, pela organização sem fins lucrativos For Inspiration and Recognition of Science and Tecnology (FIRST). No Brasil, o Sesi é o operador oficial das competições FIRST. 

O intuito da organização é preparar jovens para o futuro por meio de competições e desafios socioeducativos que promovem a metodologia STEAM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), além de estimular a autoconfiança, comunicação e liderança.

Para os competidores da modalidade FLL, o tema da temporada 2021/2022 se chama Cargo Connect. Já no FTC, o tema é reight Frenzy. Lançada mundialmente pela FIRST, a temporada explora o futuro do transporte e logística de pacotes e mercadorias.

Começa hoje a etapa nacional do Torneio de Robótica First Lego League, que vai reunir 600 estudantes de 18 estados. A competição vai até domingo, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Antonio Cruz/Agência Brasil)

O tema ganhou grande relevância com a pandemia de covid-19. No caso da indústria, a busca é por processos de produção e comercialização com logística inteligente. Pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, publicada em janeiro, aponta que 47% dos brasileiros passaram a fazer mais compras online durante a pandemia.

Por causa disso, as empresas estão investindo em novas tecnologias para atender ao crescimento de demanda. Inteligência artificial, realidade virtual, algoritmos inteligentes e 5G são algumas das soluções usadas para tornar a operação logística mais eficiente, ágil e rentável. A nova temporada das competições de robótica querem trazer a percepção das crianças e jovens sobre o tema.

Modalidades

A modalidade FLL é destinada a jovens de 9 a 16 anos, de escolas públicas, privadas e da rede Sesi. Os competidores integram equipes de duas a dez pessoas, supervisionadas por dois adultos, e constroem e programam robôs LEGO, que devem cumprir uma série de missões em um tapete oficial da FIRST. A equipe ainda é responsável por idealizar e criar um projeto de inovação com base no tema da temporada.

Na FTC, adolescentes de 14 a 18 anos podem participar das competições. Nesta modalidade, os competidores projetam, constroem e programam um robô de até 19 quilos, que é pilotado em uma arena para cumprir atividades diversas. Os jovens também devem executar atividades comuns para empresas reais, como estratégia de marketing, plano de responsabilidade social, vendas e engajamento com a comunidade local.

Fonte: Agência Brasil

29

Set

Startup de agricultura urbana lança horta inteligente para quem deseja cultivar seu próprio alimento em casa

No último ano, o interesse pelo contato com a natureza tornou-se ainda maior durante a pandemia, por isso, ter plantas em casa e realizar o próprio cultivo de alimentos virou um hobby em muitas rotinas. Foi pensando nisso que a Yes We Grow - startup de agricultura urbana com a proposta de plantio simples e eficiente - lançou uma horta inteligente, solução para quem quer plantar sua própria comida dentro de casa. 

Com sistema inteligente que permite a plantação de maneira fácil e sem preocupação, a horta inteligente tem capacidade para até seis plantas, sistema autoirrigável de até 25 dias de autonomia,  iluminação automática com tempo correto de luminosidade e ainda conta com o mix de plantio e sementes selecionados da Yes We Grow - que tem a função de substituir  adubo e a terra com o mix correto entre os ingredientes. 

O lançamento do produto faz parte de um dos principais objetivos da startup: possibilitar o consumo de alimentos naturais e sem agrotóxicos para quem mora em grandes centros urbanos e que por muitas vezes sofre tanto com falta de luz natural no ambiente quanto com a irrigação. Por isso, a horta conta com um ciclo de iluminação inteligente para a planta com 16 horas de luz e desligamento automático atendendo a necessidade das plantas, além de sistema autoirrigável com duração de 25 dias de autonomia. 

“Nos últimos anos, percebemos um crescimento exponencial pela busca do cultivo, por isso, decidimos que era necessário oferecer um produto que possa trazer benefícios para toda a família e ainda ser simples e eficiente para quem vive na correria do dia a dia  e deseja ter uma vida mais saudável”, explica Rafael Pelosini  - CEO da Yes We Grow. 

Atualmente, a startup oferece mais de 50 produtos ligados ao plantio que vão desde sementes, vasos, regadores até adubos e fertilizantes. A Yes We Grow pretende fechar o ano de 2021 com cinco novos lançamentos, reforçando o projeto de se tornar a maior fazenda do mundo, sem ter nenhum pedaço de terra. O produto pode ser encontrado neste link.

29

Set

LinkedIn testa serviço de venda de ingressos para eventos online

O LinkedIn está realizando testes de um novo serviço que permitirá aos usuários cobrar ingressos por eventos online hospedados na plataforma. A novidade, revelada pelo TechCrunch nessa segunda-feira (27), possibilita a geração de renda para perfis e a própria rede social.

Segundo a publicação, o recurso é usado por um pequeno grupo de usuários. Os participantes recebem um código, por meio do qual podem organizar e gerenciar eventos virtuais, incluindo o monitoramento da venda de ingressos e da receita gerada.

Ainda de acordo com o site, o projeto seria uma evolução do hub de eventos lançado em 2019, focado em encontros presenciais. Mas, com a pandemia do novo coronavírus, o serviço tem passado por algumas adaptações para o mundo virtual, adicionando transmissões ao vivo, enquetes online e outros recursos para os anfitriões.

Em 2021, a rede social começou a oferecer a possibilidade de anunciar eventos, além de ter investido na empresa de videoconferências Hopin. Especula-se que essa plataforma seria usada no impulsionamento dos eventos com venda de ingressos no LinkedIn.

Porta-voz confirma testes

A porta-voz da empresa Nicole Leverich confirmou os testes da funcionalidade. Conforme ela disse, o recurso foi baseado na "transição para uma força de trabalho quase totalmente remota" e no crescimento do LinkedIn Events, que teve 21 milhões de pessoas participando de encontros virtuais ao longo do ano passado.

No entanto, Leverich não disse se e quando a companhia vai disponibilizar a ferramenta de forma mais ampla. Ela revelou apenas que a rede social continua a "aprender com o feedback de membros e clientes", enquanto testa novas maneiras de melhorar a experiência.

Enquanto realiza experimentos com o recurso, a plataforma recentemente anunciou ter desistido dos Stories, lançados há pouco mais de um ano. Em seu lugar, entrará um novo formato, ainda sem data para estrear.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/225869-linkedin-testa-servico-venda-ingressos-eventos-online.htm

29

Set

Amazon anuncia novos recursos para Alexa incluindo maior personalização

Em evento realizado nesta terça-feira, 28/09, a Amazon anunciou novidades para diversos produtos da empresa. Entre os destaques estão novos recursos para a Alexa.

Os novos recursos da Alexa permitem aos consumidores personalizar ainda mais a experiência com a assistente virtual, especialmente em relação a treinar a inteligência artificial do dispositivo. Será possível, por exemplo, ensinar a Alexa a identificar sons específicos da casa, como uma campainha, por exemplo. Para além de facilitar tarefas do dia a dia, esse é um aprimoramento da Alexa Guard, função de segurança que identifica sons como vidros quebrados ou um alarme de incêndio, e são úteis especialmente para o monitoramento longe de casa.

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Os clientes poderão ensinar um som personalizado para a Alexa, diretamente do dispositivo ou por meio do app móvel. No entanto, o processo de inscrição e treinamento ocorrerá na nuvem.

Agora, os usuários também poderão ajustar o dispositivos às suas preferências pessoais em relação a informações sobre times esportivos, aplicativos favoritos ou até mesmo sobre preferências alimentares. A Amazon afirma que esses dados de preferência estão associados apenas ao ID do cliente e podem ser ajustados.

Como observou Rohit Prasad, vice-presidente sênior e cientista-chefe da Alexa, a assistente virtual “pode aprender sobre você e se adaptar às suas necessidades, em vez de você ter que se moldar a ela”. O executivo completa dizendo que, para ele, a Alexa “não é apenas um serviço de linguagem falada. Em vez disso, é um serviço de inteligência ambiental que está disponível em muitos dispositivos ao redor para entender o estado do ambiente e até mesmo agir proativamente em seu nome”, disse ele.

As novidades chegam aos dispositivos Echo mais recentes nos próximos meses.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/151293/amazon-anuncia-novos-recursos-para-alexa-incluindo-personalizacao/

28

Set

Imagine Cup 2022: Microsoft abre inscrições para competição de soluções tecnológicas do mundo

As inscrições para a Imagine Cup 2022, competição estudantil global organizada anualmente pela Microsoft, já estão abertas e podem ser feitas por meio do portal oficial até 22 de janeiro de 2022, incluindo a submissão do projeto. O torneio chega este ano a sua 20º edição e convida as mentes jovens mais brilhantes para construir, aprender e competir juntas com o objetivo de resolver desafios globais em quatro categorias: Terra, Educação, Saúde e Estilo de vida. As equipes podem criar qualquer solução pela qual tenham interesse nessas frentes mas devem incluir um componente do Microsoft Azure e levar em consideração diversidade, inclusão e acessibilidade. 

A Imagine Cup 2022 possibilitará jovens estudantes do mundo inteiro a adquirir novas habilidades técnicas e de negócios por meio de seus projetos. Os participantes poderão, nesta edição, dar vida a seus projetos enquanto desenvolvem um portfólio para suas carreiras. Equipes de até quatro pessoas deverão desenvolver um projeto de tecnologia original do início ao fim e precisarão criar uma ideia, construir a prova de conceito e concorrer. Após o registro, os estudantes terão acesso a uma comunidade virtual no Discord e podem completar um treinamento com curadoria no GitHub para poder participar de sessões de mentoria com profissionais da Microsoft. Como ação opcional os estudantes podem participar do evento Build Your Epic, no Microsoft Teams, para encontrar colegas de equipe, começar a usar o Azure e compartilhar ideias e soluções. Todas as equipes podem optar por participar do Epic Challenge durante o período de registro e submissão dos trabalhos. As equipes vencedoras desse desafio receberão US$ 1.000 e avançarão diretamente para a rodada das Finais Mundiais. 

Todas as inscrições concluídas serão julgadas e os finalistas em cada uma das quatro categorias farão uma apresentação para um painel de juízes na Final Mundial. Os finalistas de cada categoria são selecionados nas semi-finais online e passam para as Finais Mundiais. Os finalistas recebem um mentor e um Azure grant no valor de US$ 1.000 e são apresentados a um painel de jurados online nas Finais Mundiais. Os vencedores das categorias regionais nas Finais Mundiais receberão US$ 2.500, e as três primeiras equipes também ganharão uma vaga no Campeonato Mundial. A equipe campeã mundial de 2021 ganhará US$ 100.000 e uma sessão de mentoria com o CEO da Microsoft, Satya Nadella.

O período de inscrições e submissões dos projetos ficará aberto até 22 de janeiro de 2022 e as semifinais acontecem de maneira online no mês de fevereiro de 2022. Para participar, é necessário ter pelo menos 16 anos de idade (completos em 21 de setembro de 2021) e estar ativamente matriculado como um estudante em uma instituição educacional de ensino médio ou educação superior. É possível conferir o regulamento oficial em: http://aka.ms/icrulesregs  

A base da Imagine Cup sempre foi a incrível comunidade estudantil trabalhando duro para causar impacto na vida de outras pessoas. Nos últimos 20 anos, mais de 2 milhões de concorrentes de 163 países deram vida às suas ideias com a ajuda do Microsoft Azure.  Em comum, eles tinham o objetivo de construir algo que fizesse a diferença em suas comunidades por meio da inovação.  

Mais de 200 mil brasileiros já participaram do torneio e nove equipes nacionais foram campeãs nesse período, entre elas a equipe eFitFashion, que venceu a competição em 2015 com um projeto que revolucionou o mercado de moda online. Por ter vencido, o time teve a oportunidade de ser orientado por Satya Nadella. Em 2020, 886 estudantes brasileiros participaram da Imagine Cup e a equipe Intivity, criadores da solução Like Bee, uma lixeira inteligente que identifica cada material descartado com o intuito de facilitar a coleta seletiva nas cidades, foi a representante brasileira na final da competição.  

28

Set

Ataques criminosos contra gamers quase triplicaram no último ano

Junto com funcionários em home office e serviços de streaming, os games estão entre as categorias que mais cresceram ao longo do período de isolamento social causado pela covid-19. E com isso, aumenta também o índice de ataques, com os golpes contra jogadores de PC tendo aumento de 66%, enquanto os que miram usuários de Android quase triplicaram, com 185% mais tentativas.

Minecraft é, de longe, o título mais usado na aplicação desse tipo de golpe. De acordo com os dados divulgados pela Kaspersky, especializada em segurança digital, mais de 36,3 mil arquivos infectados por malware foram encontrados em relação ao game, gerando mais de três milhões de tentativas de contaminação contra 184,8 mil pessoas. Versões, mods, trapaças e itens gratuitos estão entre as principais ofertas usadas para induzir os usuários ao download das pragas.

No segundo lugar aparece The Sims 4, com 5,8 mil arquivos e 1,2 milhão de golpes, seguido de PUBG (484 mil ocorrências), Fortnite e Grand Theft Auto V, o único da lista que não está disponível em versão mobile. Mesmo assim, sua popularidade levou à localização de 4,9 mil pacotes maliciosos e 187,1 mil tentativas de ataque. Durante o período pandêmico, também houve pouca alteração no quadro de países mais atingidos, com o Brasil sendo a segunda nação mais atingida no ranking global. Estamos atrás apenas da Rússia e, atrás, estão Índia, México e Irã.

Quando se leva em conta o total do setor, os números são ainda maiores. De acordo com a Kaspersky, já no segundo trimestre de 2020, foram mais de 2,48 milhões de ataques detectados contra jogadores em todo o mundo, contra 1,48 milhão no período anterior. Os números de tentativas também explodem no Android no mesmo período, com 3,2 milhões de incidentes registrados entre abril e junho do ano passado.

A passagem do tempo e a reabertura em muitos países fez com que os dados relacionados ao PC apresentassem queda de 74% no segundo trimestre de 2021. O mesmo, entretanto, não pode ser dito do ecossistema mobile, já que mesmo na volta ao trabalho e estudo, os celulares ainda são usados para jogar — nesse segmento, a baixa foi de apenas 10%, mantendo o Android como um campo fértil para ameaças digitais voltadas a games.

“O uso de dinheiro real, por meio de cartão de débito e crédito ou vale-presentes, tornou essa indústria ainda mais atraente e lucrativa para os cibercrminosos”, explica Santiago Pontiroli, especialista de segurança da Kaspersky na América Latina. Segundo ele, o foco do cibercrime nestes casos é financeiro, com os bandidos de olho nas credenciais e dados dos usuários, assim como a venda dos perfis recheados de itens especiais.

Por isso, a recomendação é que os downloads e compras sejam feitos apenas em lojas oficiais. Os usuários devem se manter atentos a ofertas boas demais para serem verdades, itens gratuitos, modificações ou trapaças que podem esconder arquivos maliciosos; novamente, caso elas não sejam oficiais ou estejam em ambientes reconhecidos, o ideal é evitar a instalação.

Usar uma solução robusta de segurança no computador e celular, assim como manter sistemas operacionais e os próprios apps de games atualizados, também são bons caminhos para a proteção. A Kaspersky recomenda ainda o uso de senhas seguras e únicas, além de sistemas de autenticação em duas etapas, para evitar intrusões e o roubo de perfis.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/ataques-criminosos-contra-gamers-quase-triplicaram-no-ultimo-ano-197043/

25

Set

Mais de 27% das pessoas que buscam um curso de tecnologia quer mudar área de atuação, indica levantamento

Muitos profissionais estão em busca de oportunidades para trabalhar com tecnologia. Isso é o que indica a pesquisa da Revelo, startup líder de recrutamento no setor na América Latina, realizada com mais de oito mil pessoas que fazem cursos por meio do Revelo Up, programa de aceleração de carreira e financiamento estudantil. Cerca de 27,6% deles declararam que o objetivo de capacitar-se é para mudar a área de atuação.

A tecnologia é uma carreira com muitas oportunidades de contratação e, por falta de profissionais qualificados, sobram postos de trabalho. A média é de um candidato para duas vagas disponíveis no mercado. Com isso, a remuneração também é valorizada: o teto salarial chegou a R$ 8.353 em março deste ano. 

O motivo escolhido por 24% dos entrevistados foi a busca de recolocação no mercado, ficando em segundo lugar na pesquisa. Em seguida, “Quero me sentir mais seguro para entrar no mercado de trabalho na minha área”, com 22,5% dos votos,  com 20%, “Quero melhorar minhas habilidades e crescer na empresa em que trabalho”. e apenas 5% escolheu “Quero mudar de emprego na mesma área de atuação”.

O desemprego, que já alcança o patamar de 15 milhões de brasileiros, segundo o IBGE, também é um grande motivo para as buscas por uma nova área de atuação. Durante a pesquisa, 37% dos entrevistados declararam-se desempregados, 26% em empregados em regime CLT, 6% em regime PJ e 10% em trabalhos informais. Os outros 21% não responderam essa questão.

São mais de 200 cursos disponíveis, específicos para carreiras de business intelligence, desenvolvimento, análise de dados, programação e muito mais. Mas, além disso, por se tratar de uma área que utiliza muitas ferramentas universais, dominar o idioma inglês é imprescindível para garantir uma boa colocação profissional.

“Mesmo sedentos por candidatos, as empresas se veem obrigadas a oferecer mais do que um bom salário. Flexibilidade, benefícios e gestão humanizada é que fazem diferença de verdade na hora do profissional aceitar a vaga”, destaca Juliana Carneiro, diretora de marketing e experiência do candidato da Revelo.

24

Set

Android ganha controle por movimentos dos olhos e gestos faciais

Pensando em tornar o Android mais inclusivo, a Google anunciou nesta quinta-feira (23) a chegada de novos recursos de acessibilidade ao sistema operacional. Um deles foi batizado de Interruptores de Câmera e é capaz de detectar os movimentos dos olhos e os gestos faciais.

A ferramenta, que usa a câmera frontal do celular e inteligência artificial para rastrear o olhar e a face, permite associar os movimentos a alguns comandos. Sem utilizar as mãos ou a voz, a pessoa pode abrir apps para ouvir música, assistir vídeos ou acessar e-mails, além de abrir notificações, voltar para a tela inicial e pausar as funções.

Há seis opções de gestos para digitalizar e selecionar: olhar para cima, para a direita, para a esquerda, sorrir, abrir a boca e levantar as sobrancelhas. Depois de escolher a melhor alternativa, o usuário pode definir por quanto tempo manter o gesto e o tamanho que ele deve ter para ser detectado, além de testar o recurso antes de ativá-lo.

Imagem de: Android ganha controle por movimentos dos olhos e gestos faciais
De acordo com a gigante das buscas, os Interruptores de Câmera estão disponíveis em 80 idiomas, incluindo o português, e funcionam em conjunto com os interruptores físicos. Para habilitá-lo, é necessário abrir as configurações de acessibilidade do Android e procurar por “Interruptor de Acesso” ou baixar o app na Play Store.

Novidades nos apps Lookout e Action Blocks

Lançado em 2019, o Lookout objetiva tornar o mundo físico mais acessível para pessoas cegas ou com baixa visão. Ele recebeu o modo Documentos no ano passado, capaz de capturar textos, e com a nova atualização disponibilizada agora começou a ler textos escritos à mão, bastando apontar a câmera para o manuscrito.

No caso do Action Blocks, cuja função é facilitar o acesso a diferentes tarefas no smartphone, a novidade é o lançamento da versão em português, com o app passando a ser chamado de Blocos de Ação.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/225584-android-ganha-controle-movimentos-olhos-gestos-faciais.htm

24

Set

Planetário Móvel da UFRN promove sessão virtual

O projeto Planetário Móvel Barca dos Céus, do Departamento de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DFTE/UFRN), estará fazendo, no sábado, 25 de setembro, uma apresentação da sessão virtual Um ensaio sobre relações entre céu e mar. A sessão tem vagas limitadas e os interessados podem se inscrever até o dia 24, por meio do formulário. O link para o Google Meet será enviado somente aos inscritos, no dia da apresentação.

A ação visa, entre outros aspectos, explicitar a dependência da vida e da dinâmica do planeta Terra em relação ao oceano, e evidenciar conexões entre essa dinâmica e nossas interações com os astros, Sol e Lua em particular, além de fomentar sensibilização e cuidados em relação ao oceano e ao céu.

O evento faz parte da programação do Museu Câmara Cascudo (MCC) para a Primavera dos Museus, evento que ocorre anualmente, promovido pelo Instituto Brasileiro dos Museus (IBRAM). A temática central da Primavera dos Museus, esse ano, convida à reflexão sobre o tema Perdas e Recomeços, a partir disso, a equipe da Barca selecionou alguns dos momentos/eventos relevantes da história do planeta Terra, relacionados aos temas da sessão, para as reflexões com o público durante e ao final do vídeo.

As interações no ambiente virtual serão motivadas por um vídeo produzido pela equipe do Planetário, por meio de provocações da equipe e do próprio público, de modo que em cada apresentação surgem novas discussões. O público também pode participar com considerações e questionamentos que levem a pensar sobre tais momentos, em particular, sobre o recomeço que ora é vivenciado no planeta.

O Planetário Móvel Barca dos Céus é um projeto do grupo de pesquisas em ensino de Física e de Astronomia. No momento, também está fazendo apresentações para turmas escolares. Mais informações podem ser encontradas por meio do email planetarioufrn@gmail.com ou no perfil do Instagram.