Mercado

30

Out

Mercado

Número de empresas com dívidas atrasadas acelera em setembro no país

Levantamento feito pela Federação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra o crescimento no número de empresas com contas em atraso em setembro, registrando alta de 9,39% na comparação com o mesmo período no ano passado. Já na comparação mensalde agosto para setembro deste ano, houve crescimento modesto de 0,56%.

Os dados do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica revelam que a região com o maior volume de empresas devedoras foi o Sudeste, cujo crescimento foi de 17,16% na comparação anual. Na sequência, entram as regiões Sul, com 4,60%; Centro-Oeste, com 4,38%; Nordeste, com 2,78%; e Norte, com 1,83%.

O indicador revela que o número de dívidas em atraso, no nome de pessoas jurídicas, também acelerou em setembro, com alta de 7,25% na comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com o estudo, o setor de serviços foi o ramo credor que registrou o maior crescimento da inadimplência de pessoas jurídicas, apresentando variação de 9,4%, seguido pela indústria (5,7%) e comércio (2,2%).

Considerando as empresas devedoras, a maior parte atua no comércio (46%), seguida do ramo de serviços (40%) e indústrias (9%). Do ponto de vista dos credores – aqueles que deixam de receber - somente as empresas de setor de serviços respondem por 70% do total das dívidas. Na sequência, estão o comércio (17%) e as indústrias (12%). A média é de duas dívidas para cada empresa inadimplente.

Segundo o SPC Brasil, as dificuldades econômicas persistem mesmo com o fim da recessão. A entidade afirma que o desemprego elevado e a consequente queda no faturamento das empresas são os principais fatores que puxam o crescimento no número de empresas inadimplentes.

Fonte: Agência Brasil

29

Out

Mercado

Semana Global terá mais de 3 mil eventos em 500 cidades brasileiras

Já supera a marca de 2,7 mil o número de eventos cadastrados na 11ª Semana Global do Empreendedorismo (SGE), que acontece entre os dias 5 a 9 de novembro. A iniciativa já mobiliza 239 instituições em mais de 460 cidades brasileiras e deve continuar crescendo. A expectativa é que este número pode dobrar próximo a data do evento. Este ano, os principais temas da Semana Global são o empreendedorismo de impacto social, o feminino e o empreendedorismo inovador, todos tendo como base o público jovem. A programação já está disponível para consulta no sitehttps://www.empreendedorismo.org.br/. A SGE está presente em mais de 167 países e mobiliza anualmente milhares de organizações e milhões de pessoas.

Nos últimos três anos, apenas no Brasil, mais de 2,5 milhões de pessoas participaram de cerca de 10 mil atividades da Semana Global do Empreendedorismo, o que torna o país o principal incentivador da modalidade em todo o mundo, rendendo sete premiações internacionais. A tendência é que os números de 2018 sejam ainda maiores do que no ano passado. Até o início desta semana, já são 1.358 eventos. “A tendência é que o total de eventos fique em torno de 3 mil”, afirma Augusto Togni, gerente da Unidade de Cultura Empreendedora.


Até agora, os temas que mais têm despertado atenção dos participantes da Semana Global do Empreendedorismo são vendas e marketing, planejamento estratégico, finanças, gestão de negócios e inovação. São Paulo, que hoje tem o maior número de micro e pequenas empresas em todo o país, lidera o número de eventos, seguido por Pernambuco, Santa Catarina, Bahia e Amazonas. Até agora, já são 243 mil o número de vagas disponibilizadas para as diversas ações previstas.


Criada na Inglaterra em 2007, a Semana Global do Empreendedorismo tem como objetivo fortalecer e disseminar a cultura empreendedora para a sociedade. Em todo o mundo são realizadas diversas atividades voltadas ao tema entre os dias 5 e 9 de novembro. O Sebrae lidera a 11ª edição da SEG, atuando em colaboração com outras organizações: Aliança Empreendedora, Anjos do Brasil, Artemisia, Anprotec, Conaje, Brasil Junior, Junior Achievement e Endeavor. Juntas, as instituições parceiras trabalham para ampliar o impacto do movimento.

 Com informações da Agência Sebrae de Notícias

22

Out

Comunicação

Uninassau realiza Encontro de Influenciadores Digitais em Natal

A Faculdade UNINASSAU Natal, por meio da coordenação de Pós-Graduação, irá promover, no dia 07 de novembro, o “I Encontro de Influenciadores Digitais”, a partir das 19h30, na sede da unidade localizada em Capim Macio. O evento reunirá influenciadores experientes e diversificados do mercado digital do Rio Grande do Norte, como: Anilson Knigth, Bruno Fragoso, Kaddja Maia, Renata Montenegro, Vanessa Borges e Suzana Schott.

De acordo com coordenadora de Pós-Graduação da UNINASSAU, Ytâmitta Barbosa, o objetivo da ação é apresentar aos participantes os impactos das mídias sociais no comportamento social e no mercado de trabalho. “Teremos apresentação de diferentes cases de sucesso em nosso Estado. Será uma oportunidade para que os participantes possam debater e aprender um pouco mais sobre o universo dos influenciadores e como eles inspiram o mercado Potiguar”, explicou.  

A atividade será aberta para estudantes, empresários e comunidade em geral. A entrada é gratuita, devendo o participante fazer apenas a doação de 1kg de alimento não perecível. As inscrições podem ser feitas pelo site: extensao.uninassau.edu.br.  Outras informações podem ser obtidas através do telefone (84)3344-7813.

18

Out

Mercado

Um em cada três clientes ignora valor da fatura do cartão de crédito, mostra pesquisa

Levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que um terço dos consumidores que usaram cartão de crédito no mês de agosto desconhece o valor da fatura. O Indicador de Uso do Crédito revelou também que 25% dos usuários dessa modalidade pagaram parcialmente as contas do cartão, enquanto 74% pagaram o valor integral da fatura (64% nas classes C e D).

De acordo com a pesquisa, 42% dos consumidores recorreram a algum tipo de crédito em agosto, e a modalidade mais citada pelos entre os entrevistados foi o cartão de crédito, mencionado por 35%. Em seguida, aparece o crediário, com 9%, o limite do cheque especial (7%), e os empréstimos (6%).

A sondagem constatou ainda que metade dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, o pagamento de parcelas da dívida, sendo que 21% ainda estão com prestações pendentes.

Sobre a disposição em cortar gastos, a pesquisa revelou que 55% dos consumidores pretendem diminuir as despesas em relação ao mês de agosto. Outros 36% sinalizaram manter o mesmo nível de gastos, enquanto 5% afirmaram ter a intenção de aumentar as despesas.

Limite do orçamento

O levantamento aponta que oito em cada dez consumidores estão no limite do orçamento, sendo que desses, 38% estão no vermelho. Entre quem está abaixo do orçamento, metade deles cita a alta nos preços como a principal causa do desajuste, além da queda na renda (25%), perda do emprego (23%) e o descontrole nos gastos (13%).

Para o SPC Brasil, o uso do crédito exige cuidado e não pode funcionar como complemento de renda. A entidade ressalta ainda que a falta de disciplina no controle financeiro acaba comprometendo parte do orçamento por mais tempo do que o planejado. A causa são as renegociações, que normalmente ampliam os prazos de pagamento.

A pesquisa abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras. Os entrevistados somam 80% da população residente em cada capital. A amostra colheu 800 casos e foi integrada por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Foto/Pixabay. Com informações da Agência Brasil

16

Out

Mercado

Nove em cada dez consumidores fazem algum tipo de serviço em casa para economizar, aponta levantamento

Sair comprando de forma inconsequente tem diversas implicações negativas. A mais percebida pelo consumidor é aquela que impacta sua vida de forma imediata. Por essa razão, o aspecto financeiro é o que mais influencia as práticas de consumo consciente entre as pessoas — ou seja, quando pesa no bolso. O levantamento aponta que dentre as várias práticas que já fazem parte da rotina dos brasileiros, destacam-se: sempre pesquisar preço, que resulta na compra dos itens mais baratos (92%), avaliar previamente o orçamento para saber se é possível levar ou não um determinado produto (91%) e optar por não adquirir algo novo quando o bem ainda pode ser usado ou até mesmo consertado (90%).

Além disso, 88% dos entrevistados disseram ter o costume de fazer na própria casa alguns serviços que poderiam ser contratados fora para economizar, como manicure, pet shop, cinema e lanches. Outros 87% garantem que sempre planejam as compras do dia a dia, como supermercados, feiras e pequenas aquisições.

A pesquisa também indica que há um esforço por parte dos consumidores em controlar o orçamento e economizar ao máximo. Enquanto 78% sempre pedem descontos em suas compras, 77% não recorrem ao cheque especial ou ao limite do cartão de crédito para conseguir fechar as contas do mês. Para 75%, uma forma de economizar é consumir somente frutas e verduras da época, por serem mais baratas. Outros 72% evitam fazer compras parceladas para não comprometer o seu rendimento mensal.

“A crise, ainda que à força, vem ensinando os brasileiros muitas lições valiosas sobre economizar e pesquisar antes de sair comprando. Não se trata de simplesmente frear o consumo, mas sim de entender que é preciso comprar com inteligência. Em vez de procurar sempre um produto novo, é possível buscar a reutilização, a troca, o aluguel, o conserto ou meios que não envolvam, exclusivamente, a decisão de jogar fora e comprar outro”, avalia o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Entrevistados acreditam que o consumo consciente só será importante daqui a alguns anos

Uma boa notícia refere-se à adoção de hábitos sustentáveis do ponto de vista ambiental, que já estão incorporados à rotina dos brasileiros, segundo revela a pesquisa. Ao considerar o consumo racional de água, a atitude mais adotada pelos entrevistados (92%) é fechar a torneira enquanto se escova os dentes. Em seguida, aparecem os que afirmam controlar todo mês o valor da conta de água (86%), ensaboar a louça com a torneira da pia fechada (85%), não considerar um exagero a crença de que um dia a água irá acabar (85%) e não lavar a casa ou a calçada com mangueira (83%).

Quanto ao uso racional de energia elétrica, que tem grande impacto social e ambiental, há também uma conscientização crescente dos brasileiros. Apagar as luzes de ambientes que não estão sendo utilizados é a principal prática (95%) mencionada. O segundo hábito mais comum de economia está ligado ao controle do valor da conta de luz (90%) e o terceiro é passar roupas apenas quando existe um volume grande de peças (82%). Há ainda 76% de consumidores que têm a preocupação em verificar a quantidade de energia que determinado eletrodoméstico gasta antes de comprá-lo e 73% que dão preferência à utilização de lâmpadas de LED na residência.

Entre as ações de preservação do meio ambiente, as mais comuns citadas na pesquisa são doar ou trocar um produto antes de jogá-lo fora (86%) e evitar imprimir papéis para reduzir gastos e prejuízos ao planeta (79%). Em contrapartida, há um sinal de alerta: mais da metade só acha importante praticar o consumo consciente daqui a alguns anos, quando problemas mais graves atingirem o meio ambiente (55%).

Principais obstáculos ao consumo responsável são os maus hábitos

A pesquisa também revela quais são os aspectos que motivam o consumo consciente. Para 35% dos entrevistados, o uso racional de água e energia elétrica está ligado a ações que evitam o desperdício de um bem que pode acabar, ao passo que 22% afirmam dar o exemplo aos filhos, família, amigos e vizinhos, influenciando suas atitudes.

Além disso, a maioria das pessoas ouvidas desaprova atitudes de consumo nocivas quando veem outros desperdiçando água, energia ou comprando produtos sem se preocupar com o meio ambiente. De cada dez entrevistados, seis (60%) se sentem prejudicados por acreditarem que nada irá mudar se apenas eles próprios e não o todo fizerem sua parte.

Entre os principais obstáculos apontados quanto à adoção de atitudes de consumo consciente, o mais citado tem a ver com maus hábitos que vão se tornando rotineiros sem que a pessoa perceba. Quando o assunto é economizar água, luz e telefone, 33% reconhecem que a principal barreira é a distração ou esquecimento. Já 22% afirmam ficar desmotivados por não verem resultados diante das mudanças de atitude, enquanto 20% mencionam falta de tempo.

Preço de produtos falsificados atraem 58% dos brasileiros

Para entender o quanto as pessoas enxergam seu papel e lugar como indivíduos que agem em favor da coletividade, o levantamento quis saber quais ações estão sendo feitas. As práticas mais citadas são: incentivar as pessoas de casa a economizarem água e luz (93%), priorizar o tempo livre com família ou amigos, em vez de ir a shoppings ou fazer compras (89%), evitar compras de produtos de marca ou empresas que utilizam trabalho escravo (87%) e aconselhar outras pessoas a pensar se elas realmente precisam daquilo que vão comprar ou se é apenas um desejo passageiro (82%). Um dado que chama a atenção no levantamento mostra que 58% acabam comprando algumas vezes mercadorias não originais pelo preço atrativo.

Foram entrevistados 824 consumidores, nos meses de maio e junho, nas 27 capitais brasileiras, acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para uma confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

16

Out

Mercado

Brasileiro considera importante o consumo consciente mas prioriza economizar, aponta pesquisa

Apesar de a maioria dos brasileiros reconhecer a importância de atitudes sustentáveis de consumo, poucos vêm adotando práticas mais responsáveis no dia a dia. Foi o que constatou uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realizada em todas as capitais do país. De acordo com o levantamento, a maioria dos brasileiros (55%) se encaixa no grupo de ‘consumidores em transição’, ou seja, com hábitos de consumo consciente ainda aquém do desejado. Os pouco ou nada conscientes somam 14% de entrevistados, ao passo que apenas 31% podem ser considerados ‘consumidores conscientes’.

Os dados fazem parte do Indicador de Consumo Consciente (ICC), que em 2018 atingiu 73%, mantendo-se estável em relação ao ano passado (72%). O ICC pode variar de 0% a 100%: quanto mais próximo de 100% for o índice, maior é o nível de consumo consciente. Para chegar-se ao resultado são aplicadas perguntas relativas aos hábitos, atitudes e comportamentos da rotina dos brasileiros, considerando os aspectos financeiros, ambientais e sociais.

O estudo indica que embora as pessoas enxerguem o consumo consciente como fator que pode fazer diferença na qualidade de vida, essa preocupação nem sempre se traduz em ações concretas. Prova desse contrassenso é que se por um lado os entrevistados demonstram não praticar com muita frequência atitudes sustentáveis, por outro quase a totalidade (98%) considera importante ou muito importante ter uma vida com hábitos de consumo mais consciente — seja pela economia de recursos de água e energia, reduzindo as compras ou pelo reaproveitamento das coisas.

“Muita gente entende a importância de transformar boas intenções em bons hábitos, mas só toma alguma atitude quando a conta fica cara. E não basta ter um esforço de conscientização apenas em situações críticas. Essa prática deve ser contínua, além de estar claro que a escassez de recursos é uma realidade bem próxima”, ressalta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawaut.

11

Out

Mercado

Estimativa é que aeroporto de Natal receba 29 mil passageiros durante o feriado

Entre hoje (11) e a segunda-feira (15), durante o feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, a movimentação no Aeroporto de Natal deverá ser de 29.475 passageiros, entre embarques, desembarque e conexões. A Inframerica, administradora do Terminal aéreo, espera para o período 212 pousos e decolagens, incluindo 14 voos extras.

A estimativa para hoje (11) é de 6.258 mil passageiros e 45 pousos e decolagens, com fluxo mais intenso a partir das 13 h. Na segunda-feira, no retorno do feriado, a previsão é de 5.883 mil usuários e 42 movimentos aéreos. A grande procura é para as regiões Sudeste (Rio de Janeiro e São Paulo) e Nordeste (Salvador e Fortaleza) do país.

A Inframerica informa que todos os passageiros passarão por inspeção de raio-x ao embarcar, e que alguns poderão ser selecionados para revistas aleatórias conforme prevê a legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Por isso, é recomendado chegar com 1h30 de antecedência para voos domésticos e 2h30 para voos internacionais.

Foto/pixabay

8

Out

Mercado

Confira se a sua profissão está entre as que mais cresceram no mercado de trabalho nos últimos dez anos

Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o desempenho da economia nos últimos dez anos impactou de forma significativa o mercado de trabalho formal no Brasil. Se em 2010, tanto a economia quanto o mercado formal de trabalho, acusaram suas melhores performances anuais recentes, no biênio 2015/2016 a recessão destruiu mais de 2,8 milhões de postos formais de trabalho – o equivalente a uma redução de 7% no emprego celetista no acumulado desses dois anos.

“Ainda que indesejável à sociedade, o aumento do desemprego desencadeou uma espécie de processo de ‘seleção natural’ no mercado de trabalho”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC. Entre 2007 e 2017, o contingente de trabalhadores celetistas que possuem nível superior completo ou incompleto aumentou 62,6%, contra um avanço de 23,1% na média do emprego formal. Por outro lado, diversos profissionais empregados com níveis inferiores de qualificação ou mais expostos ao avanço tecnológico ao longo da cadeia produtiva passaram a representar um contingente menor da força de trabalho celetista do País. Em 2007, 16,3 milhões de pessoas formalmente ocupadas não tinham mais do que o nível médio incompleto (43,5% do total). Dez anos depois, esses trabalhadores representavam 25,5% do mercado (11,8 milhões de pessoas).

Profissões em alta e em baixa

Dentre as 20 profissões que mais avançaram entre 2007 e 2017 a CNC destaca uma predominância de atividades voltadas para a saúde (cuidadores de idosos, preparadores físicos, técnicos de enfermagem, técnicos em saúde bucal e fisioterapeutas) e para a educação infantil (professor de educação infantil e pedagogo), além de profissões relacionadas a serviços de informação e comunicação (analistas de informações, instaladores e técnicos de redes de comunicação e operadores de telemarketing). Na contramão, profissões que requerem baixa qualificação, e cujo serviço está exposto aos avanços da tecnologia, perderam espaço no mercado de trabalho na última década em ocupações concentradas nas indústrias extrativa mineral, extrativa vegetal e têxtil, além de serviços bancários, dentre outros.

A CNC ainda aponta no estudo outra característica marcante do período de crescimento econômico: as maiores oportunidades de empreendedorismo. Os empregadores, como proporção da força de trabalho, passaram de 3,9% em 2007 para 4,7% em 2017.“O crescimento do número de empregadores, no entanto, teve como impulso não a oportunidade, mas a necessidade de empreender após o aumento da taxa de desemprego atingir níveis recordes no primeiro trimestre de 2016”, destaca Fabio Bentes. Nos últimos dez anos, o número de empregadores no País passou de 3,43 milhões para 4,40 milhões de pessoas (alta de 27%).

O Estudo tem como base dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ambos do Ministério do Trabalho (MTE), a Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios Contínua (PNADC) e Produto Interno Bruto (PIB), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: CNC/Foto: Pixabay

5

Out

Mercado

Franquias de alimentação crescem quase 9%, diz associação

As franquias de alimentação cresceram 8,1% de junho a agosto em comparação com o trimestre anterior, segundo balanço da Associação Brasileira de Franchising (ABF), com um faturamento de R$ 11,8 bilhões. O segmento da culinária asiática teve um desempenho ainda melhor, registrando expansão de 9% no período.

Segundo o coordenador de food-serviceda ABF, João Baptista da Silva Júnior, o resultado está ligado ao aumento do número de lojas. De acordo com ele, esse crescimento está ligado até com os elevados números de desemprego: “O próprio desemprego, esse movimento de transformação econômica que está acontecendo na sociedade faz com que as pessoas busquem fontes de renda. Uma das possibilidades de fonte de renda é o empreendedorismo”.

Nesse contexto, as franquias – quando um empreendedor abre uma loja de uma rede com marca consolidada –, aparece, na avaliação de Baptista, como uma opção menos arriscada. “É mais seguro quando você opta pelo sistema de franquias”, enfatiza.

O setor também tem se beneficiado, segundo ele, da melhora da confiança dos consumidores na economia. “As pessoas estão vendo uma perspectiva de melhora. Acho que a pior parte da crise já passou”, acrescentou.

As empresas do ramo estão investindo, de acordo com Baptista, em inovações que vão ao encontro das novas demandas apresentadas pelos clientes. “No setor de alimentação, um setor que está crescendo com essa transformação é o delivery. Cada vez as pessoas têm mais problemas de deslocamento”, exemplificou.

No segundo trimestre deste ano, o setor de franquias de alimentação faturou R$ 10,95 bilhões, 9,5% mais do que no período de abril a junho de 2017. O setor de franquias como um todo registrou expansão de 6,8% no faturamento do primeiro semestre de 2018 em comparação com o ano passado, em um montante total de R$ 79,5 bilhões.

Com informações da Agência Brasil - Foto/pixabay

1

Out

Mercado

Encontro dos Profissionais do Turismo de Natal recebe o consultor empresarial Fábio San Martin

O "Encontro dos Profissionais do Turismo de Natal com Cristina Lira", edição de outubro, que será no dia 10 às 19hs no salão Catalunha do SERHS Natal Grand hotel, receberá  o consultor empresarial, Fábio San Martin, como palestrante da noite, com o tema: Crise, oportunidade à vista!

A palestra apresenta a realidade, do ponto de vista econômico e empresarial, através da análise dos dados e pesquisas da atualidade, apontando as alternativas para transformar escassez em oportunidade, alavancando desempenho e promovendo mais resultados, baseado nas práticas das melhores empresas.

Fábio San Martin é formado em Administração de empresas; Possui MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec; É Lider Coach pelo Integrated Coach Institute – ICI/USA; Possui formação em sistema de qualidade ISO 9.000. É especialista em análise comportamental pela ETALENT Brasil.

Com 20 anos de experiência e 500 empresas clientes; Experiência internacional - Estados Unidos (2001) e Angola (2011 a 2013); Professor da Pós graduação da UnP entre 2008 e 2013. Desenvolveu trabalhos para a Queiroz Galvão Angola, Prosegur (maior empresa de segurança do mundo) no RN, PB, PE e MG, Colégio Maple Bear, RedeMAIS, Famiglia Reis Magos, Companhia da Fórmula, Rui Cadete, Unidonto, Unimed, Restaurante Camarões, Instituto de Radiologia, DNA Center, Vitagema, dentre outras. 

É Sócio Diretor da San Martin & Niklas  Desenvolvimento Humano, da NOV4 Gestão Empresarial e da All BPO Financeiro. Desenvolve Consultoria, Assessoria e Mentoring para o Colégio Maple Bear, Nova M3, Michelle Tour, Vitagema e capacitação com a presença de diversas empresas. Também é professor do MBA em Liderança Inovadora e Gestão da Mudança do IEL RN.

28

Set

Mercado

Faculdade em Natal oferece tratamento gratuito de fisioterapia para mulheres na menopausa

Mulheres no climatério podem recorrer à Fisioterapia para o alívio e, em alguns casos, para a solução total dos inconvenientes da fase pela qual atravessam. A Clínica de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra está com vagas abertas para este atendimento especializado na Saúde da Mulher. O tratamento é gratuito e aberto para toda a comunidade.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) o climatério, ou perimenopausa, é definido como uma fase fisiológica da vida e não um processo patológico, visto que é o período de diminuição hormonal da mulher, e dura entre cinco anos antes da menopausa até dois anos depois desse evento. Já a menopausa marca o fim do período reprodutivo da mulher, que acontece depois de um ano sem menstruar.

Por volta dos 45 anos algumas mulheres já começam a sentir alterações no corpo e na vida sexual, decorrentes de alterações hormonais. O que poucas sabem é que os sintomas comuns ao período podem ser amenizados com tratamento fisioterapêutico. Algumas das manifestações clínicas comuns no climatério, que podem ser tratadas com Fisioterapia, são: cansaço, dores musculares, dores articulares, dor de cabeça, redução da libido, diminuição da lubrificação vaginal, deposição de gordura no abdome e flancos.

De acordo com a professora de Fisioterapia Larissa Varela, o foco das sessões são pessoas com disfunções no assoalho pélvico, com problemas de constipação, incontinência urinária/fecal/gases, prolapsos genitais (“bexiga baixa”) ou até disfunções sexuais. Em relação a estes casos, a Fisioterapia atua como “uma forma não invasiva de tratamento, e apresenta resultados positivos e de duração prolongada, além de reduzir a necessidade de cirurgias e do uso de medicamentos, sem complicações e efeitos colaterais”, explica.

“Apesar de ser uma fase já esperada, as mulheres não precisam passar por ela com tanto sofrimento. É neste sentido que trabalha a Fisioterapia, estimulando a consciência do corpo e exercícios que diminuem a frequência e impacto dos sintomas e melhoram a qualidade de vida. Para isto, utilizamos exercícios aeróbicos, atividades para o fortalecimento muscular, equilíbrio, e a recuperação da massa óssea”, explica a professora.

Atendimento gratuito

Para mais informações e/ou agendamento, as interessadas no tratamento podem entrar em contato pelo telefone 3642.7514, durante a semana no período da tarde.

Os atendimentos são realizados por estudantes supervisionados por professores na Clínica de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra, localizada no espaço da faculdade, na Av. Roberto Freire, próximo ao Banco do Brasil.

Foto/divulgação

26

Set

Mundo corporativo

Evento gratuito valoriza quem quer abrir o próprio negócio

Temas que circundam o empreendedorismo estarão na agenda de palestras do evento “A hora da decisão – Como vencer o medo de empreender”. O encontro é destinado para possíveis empreendedores e propõe desmistificar os desafios ao abrir um negócio e apresentar soluções práticas de como transformar o sonho de ser protagonista do próprio destino em realidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até esta quinta-feira (27), mediante um pré-cadastro no endereço eletrônico: https://institutocesar.com/evento-gratis/.

Os interessados serão selecionados de acordo com as motivações pessoais relacionadas à temática da iniciativa. As vagas são limitadas. A programação acontecerá no dia 30 de setembro, no Villa Park Hotel, das 8h às 14h.

A ação marca a abertura das atividades do Instituto Cesar, idealizadora do evento. As palestras serão conduzidas pelo diretor do Instituto, César Augusto, e dos convidados Marcelle Braga – coach, escritora e especialista em programação neurolinguística – e Marcelo Henrique – professor de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mestre e doutorando em administração.

Sobre o Instituto Cesar
Sem fins lucrativos, o Instituto Cesar – Centro Educacional para Superar Adversidades e Riscos surge com o objetivo de fomentar o empreendedorismo para o público em geral. São planejadas diversas iniciativas como séries de vídeos, cursos, eventos e grupos de mentorias.

O Instituto visa disseminar novos conhecimentos acerca do empreendedorismo por meio de publicações de conteúdos nas plataformas digitais: Instagram, Facebook e YouTube. Inicialmente, as atividades funcionarão apenas em ambiente virtual. A expectativa é de que, nos próximos meses, a instituição também atenda o público em espaço físico.

O Instituto Cesar tem à frente o empresário César Augusto, presidente da Telepesquisa, líder no Rio Grande do Norte em anúncios de empresas na internet há 25 anos.

25

Set

Mercado

Preço volta a ser o critério mais decisivo para brasileiro realizar compra

Após quatro anos, o brasileiro voltou a ter o preço como o fator mais importante na hora da compra, segundo o site comparador Zoom e a Consumoteca, como traz o Portal Tech Mundo. Nos últimos quatro anos, a “boa experiência” é o principal fator que definia a compra, com o preço em segundo lugar empatado com “reputação em sites” e “grandes lojas”. De acordo com a Zoom, a mudança se deve ao cenário econômico do Brasil.

Outro ponto que ganhou força em 2018 foi “opção de parcelamento”, que subiu de 13% em 2017 para 24% neste ano.

Para Thiago Flores, CEO do Zoom, a instabilidade econômica e política no Brasil contribui para que o preço ganhe um peso maior na decisão de compra: “Ao longo dos anos, percebemos que os consumidores estão se preocupando, cada vez mais, com a experiência oferecida pelas lojas. Por isso, aqui no Zoom, sempre tivemos preocupação em colocar o usuário no centro da tomada de decisão e de pensar no produto com base em suas necessidades. Além disso, investimos em um atendimento pessoal e humanizado que não tem como objetivo apenas resolver os problemas que possam surgir no processo de compra, mas sim, surpreender o cliente e entregar a melhor experiência possível”, finaliza.

Confira abaixo o comparativo dos resultados com relação aos anos anteriores, publicado pelo Tech Mundo:

tabela

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/134555-preco-volta-fator-importante-hora-compra-brasileiro.htm

25

Set

Mercado

Senac RN oferta cerca de duas mil vagas para cursos em diversas áreas

Para quem busca ingressar no mercado de trabalho ou atualizar conhecimentos, o Senac RN lança cerca de 2 mil vagas em 86 cursos. Esses abrangem as mais diversas áreas, como: moda, beleza, informática, gastronomia, saúde, turismo, design e gestão.

As vagas estão distribuídas nos Centros de Educação Profissional em Natal (Alecrim, Centro, Zona Sul e Zona Norte), Mossoró, Assú, Caicó e Macaíba. Até dezembro, cursos da área da Informática, Gastronomia e Saúde são os que têm a maior quantidade de ofertas.

Para a diretora de Educação Profissional, Lucinete Araújo, um dos diferenciais da Instituição é o encaminhamento ao mercado de trabalho, após finalização do curso. “Disponibilizamos aos alunos formados o serviço gratuito de encaminhamento ao mercado de trabalho, através do Banco de Oportunidades. Só em 2017, foram cerca de 900 encaminhados ao mercado de trabalho”, afirmou.

Os interessados podem efetuar sua matrícula em qualquer unidade do Senac no Rio Grande do Norte. A programação completa dos cursos está disponível no site www.rn.senac.br. Ao final das capacitações os concluintes recebem certificado reconhecido em todo território nacional.

Outras informações podem ser obtidas por meio do número de telefone (84) 4005-1000.

25

Set

Mercado

Empresários brasileiros apostam em alimentos e bebidas saudáveis, a demanda vem dos mercados interno e externo

Em crescimento apesar das turbulências econômicas globais e regionais, o mercado da alimentação saudável tem atraído empresários brasileiros. Enquanto algumas empresas nascem com a proposta de fornecer alimentos livres de conservantes ou açúcar, outras se adaptam para atender às novas necessidades dos consumidores.

A demanda vem dos mercados interno e externo. Exportar produtos típicos brasileiros com o valor agregado conferido pelo selo de alimento saudável é bom negócio.

Um relatório da agência de pesquisas Technavio estima um crescimento anual de 6% para o mercado global de alimentação saudável até 2020. Para o Brasil, a agência Euromonitor Internacional projetou crescimento anual de 4% desse mercado até 2021.

O administrador de empresas e ex-chefe de cozinha Matheus Mariani iniciou a incursão no ramo vendendo para o mercado brasileiro. Após cerca de três anos desenvolvendo os produtos, em 2016 ele fundou a Alquimia da Saúde, uma fábrica de suplementos alimentares sem aditivos químicos.

“Eu já trabalhei com eventos, já fui dono de restaurante. Mas vi que estava tendo essa necessidade de as pessoas se alimentarem melhor de uma forma prática. Meu cunhado era atleta de mountain bike e sempre pedia que eu desenvolvesse algo para ele. Suplementos naturais, nada de química, nada de refinados. Comecei a desenvolver, no início de maneira bem informal”, conta.

A ideia deu certo, no entanto, e se transformou na fábrica hoje com sede em Itajaí, Santa Catarina. Mariani explica que sua formação em gastronomia e a experiência como chefe em restaurantes conceituados da Europa ajudaram na criação dos produtos, que incluem vitaminas em cápsulas, pós e óleos essenciais. O uso de um processo diferenciado na fabricação permite dispensar os aditivos.

“A partir de uma técnica chamada spray dryer você consegue microencapsular um produto, mas precisa da maltodextrina, um aditivo que é um carboidrato e retira toda a fibra. Nós fazemos de forma diferente. O açaí, por exemplo, uma fruta gordurosa, precisa de aditivo para desidratar. Mas a gente usa um processo chamado liofilização, um ultracongelamento que desidrata[sem aditivo]”, diz o empresário. Segundo ele, atualmente os suplementos da Alquimia da Saúde são vendidos em todo o país.

Interesse em exportar

“Começamos com e-commerce para pessoa física. Agora, as lojas de produtos naturais começaram a nos procurar”, relata. Matheus Mariani e o pai, Maurício Danilo Mariani, sócio investidor da empresa, também decidiram que chegou a hora de exportar. Com outras 61 empresas brasileiras, eles participam esta semana de rodadas de negócios na LAC Flavors, uma feira de bebidas e alimentos promovida pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Santiago, Chile.

“A tendência no Brasil é querer tudo fino, tudo coado. Lá fora eles perceberam a importância da fibra, do integral, há um tempo, antes da gente”, destaca Matheus. Na feira, a empresa fará rodadas de negócios com potenciais compradores do Chile, Austrália, Ásia e Estados Unidos. A participação das empresas brasileiras foi articulada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que organizou um stand para exposição dos produtos do Brasil.

Matheus Mariani acredita em um mercado cada vez mais favorável aos produtos naturais, inclusive com redução de preços. “Nós somos co-criadores desse preço alto [dos produtos orgânicos]. Quanto mais a gente consumir, mais vai crescer o volume de produtos disponíveis e mais vai baratear.”

Adaptação

O interesse crescente por produtos mais saudáveis também leva empresas a se adaptarem. É o caso da fabricante de bebidas Refrix, da cidade de Tietê, no interior de São Paulo. No mercado há 45 anos com os refrigerantes Xereta, há cerca de oito anos a empresa tratou de diversificar seu portfólio, após estudos de mercado apontarem uma maior preocupação do consumidor com a saúde.

A empresa ingressou no mercado de produtos saudáveis com a água de coco Vittal, anunciada como livre de conservantes. Segundo Daniela Echeverri Fierro, encarregada de exportações da Refrix, o produto vem diretamente de frutas adquiridas no Nordeste. É feita uma pasteurização, ou seja, um aquecimento a altas temperaturas, e isso garante a conservação por cerca de um ano. Em outubro, a empresa lançará seu segundo produto da linha natural: chás em lata também sem açúcar e aditivos.

A Refrix, no entanto, continua promovendo os refrigerantes. A companhia já está no mercado exportador há alguns anos, com vendas para Paraguai, Uruguai, Guiana Francesa, Estados Unidos, Japão, Inglaterra, Portugal e Alemanha.

Com a participação nas rodadas de negócios da LAC Flavors, pretende ampliar o leque de parceiros internacionais. Segundo Daniela, as exportações são parte importante da estratégia de crescimento da empresa e a linha saudável tem destaque na divulgação para o exterior. “A gente exporta desde antes de começar a crise [econômica no Brasil]. O mercado vem caindo e a nossa empresa, crescendo. A gente consegue afrontar essa crise por ser uma empresa que busca novos negócios.”

Cadeia produtiva sustentável

Fundada há seis anos, a Manaos Polpas, com sede na região metropolitana de Manaus, no Amazonas, também aposta suas fichas na preferência do consumidor por produtos menos industrializados. A empresa comercializa açaí e polpas de frutas tipicamente brasileiras, como cupuaçu, acerola e bacuri. Os produtos são adquiridos por supermercados até mesmo de São Paulo.

“É um mercado muito crescente hoje”, comenta Renato Freitas, diretor comercial da empresa. “Vivemos em uma correria tremenda. Se você puder

A empresa prepara terreno para começar a exportar. Durante a LAC Flavors, tem agendadas rodadas de negócios com México, Uruguai, Estados Unidos, Espanha, Índia, República Tcheca e Chile. Segundo Leís Batista, há um grande interesse pelas frutas brasileiras. “O Brasil tem uma diversidade de frutas muito grande, exótica.” Ele acredita, no entanto, que para além do produto em si, o comprometimento da empresa com a cadeia produtiva como um todo é fundamental.

“Tem que observar o extrativismo do açaí. Se quem vai extrair está recebendo o preço justo, se não está sendo explorado. Se a pessoa sabe fazer a seleção do fruto, se sabe fazer a limpeza, se vai colocar no mercado em 24 horas. Acima de tudo, se vai manter a floresta de pé. A gente está iniciando, agora, a busca por certificações [de que o processo produtivo atende a parâmetros de qualidade]”, afirma Leís, que acredita que isso fará a diferença no mercado internacional.

Com informações da Agência Brasil