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19

Mar

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RN registra mais de 3 mil formalizações de MEI no bimestre

O Rio Grande do Norte teve um início de ano com um incremento na abertura de novos negócios. O número de formalizações como Microempreendedor Individual (MEI) chegou a 3.028 novas empresas entre janeiro e fevereiro. Os números são da Receita Federal e mostram a evolução dos negócios registrados nessa categoria jurídica entre as empresas optantes pelo Simples Nacional no estado. Com isso, o RN fechou o bimestre com 104.301 microempreendedores.

Esse segmento tem mostrado a relevância para a economia potiguar, por ser a principal porta de entrada de empreendedores no meio empresarial formal e também por movimentar a economia, com geração de renda. Hoje, os negócios enquadrados como MEI representam 68% das 157.736 empresas optantes pelo Simples no estado.

Foi através da figura do MEI que o estudante de administração Vinicius Calazans conseguiu realizar o sonho de ter um negócio próprio, a doceria Sonho de Brownie, localizada no shopping Natal Sul. Ele se formalizou como MEI em setembro do ano passado. “Formalizar a empresa foi algo fundamental para conseguir entrar mais no mercado, pois dá mais credibilidade à minha marca e passa mais confiança aos distribuidores e clientes”, diz o empreendedor. Sem o MEI, seria mais complicado a empresa fornecer brownies para restaurantes e outros estabelecimentos, pois possui clientes que são pessoas jurídicas”.

Vinícius Calazans espera futuramente faturar mais e migrar para a categoria de microempresa, faixa onde estão inseridos os negócios com receita bruta anual de até R$ 360 mil. A loja chega a faturar em média R$ 3 mil por mês devido à produção mensal de 1800 brownies, além de outros produtos. “Estou dando um passo por vez. Estou com muitas ideias e coisas para organizar ainda, mas, a expectativa é crescer e, se necessário, a mudar de categoria. Para isso, terei muito trabalho pela frente”.

O que fazer?

Para se formalizar como MEI, o empreendedor pode se dirigir a qualquer ponto de atendimento do Sebrae. Ele participa de uma palestra, que expõe todos os detalhes da figura jurídica, obrigações e vantagens, e, em seguida, recebe suporte de um técnico para fazer o registro propriamente dito. É possível também fazer todo o processo sem sair de casa, por meio do Portal do Empreendedor (www.portaldoempreendedor.gov.br).

Para se formalizar, o negócio deve faturar, no máximo, R$ 81 mil por ano, uma média de R$ 6.750 por mês. Sendo MEI, o empreendedor terá um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), que permite a emissão de notas fiscais, vender para outras empresas, abrir conta bancária e até pedir empréstimos.

O empreendedor pode trabalhar de forma autônoma, mas não pode ter participação em outra empresa como titular ou sócio. Pode ainda contratar um funcionário com carteira assinada. O MEI paga uma taxa mensal fixa, que corresponde a 5% do salário mínimo vigente e garante cobertura previdenciária, desde contribuição para aposentadoria até direito aos auxílios doença e maternidade.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias, via Fecomércio, disponível em:  http://fecomerciorn.com.br/noticias/rn-registra-mais-de-3-mil-formalizacoes-de-mei-no-bimestre/

15

Mar

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Imposto de Renda 2019: Comprovante de rendimentos disponível para servidores e pensionistas do Governo do Estado do RN

Está disponível para servidores, aposentados, pensionistas e demais beneficiários incluídos na folha de pagamento do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, o comprovante de rendimentos do ano-calendário 2018, necessários para a declaração do Imposto de Renda 2019.

A declaração anual traz informações sobre rendimentos recebidos pelo servidor em 2018, incluindo os valores referentes aos salários atrasados de 2017 que foram pagos apenas em 2018. 

Para o subsecretário de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos (Searh), Ediran Teixeira, é de suma importância que o servidor (contribuinte) fique atento a essa questão, porque a Receita Federal trabalha em regime de caixa, e não de competência.  O que significa que somente devem ser considerados os rendimentos que foram efetivamente recebidos no ano anterior à declaração.

“Desse modo, àqueles servidores que, em 2018, receberam salário integral e 13º de 2017, devem considerar esses valores para fins da declaração ano-calendário 2018, de acordo com o informe de rendimentos disponibilizado pela Searh. Por outro lado, é necessário esclarecer que salários e 13º de 2018 ainda em atraso não foram computados nesse informe de rendimentos para fins de declaração do Imposto de Renda 2019”, aponta Ediran.

Caso haja alguma divergência nos dados, é imprescindível que o servidor estadual se dirija à Searh para averiguação e, caso necessário, correção dentro do prazo para declarar.

O documento está disponível para os servidores na intranet e nos sites: www.rn.gov.br e www.searh.rn.gov.br.  Caso o contribuinte (servidor ativo/inativo ou pensionista) opte pela via impressa, pode fazer a solicitação no setor de atendimento da Secretaria da Administração.

14

Mar

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UNI-RN atende público externo para declarações de Imposto de Renda a partir de amanhã

O Centro Universitário UNI-RN, por meio do Núcleo de Apoio Fiscal (NAF), projeto de extensão do curso de Ciências Contábeis, está com atendimento ao público externo para a realização de declarações de impostos de renda referentes ao ano de 2019. O atendimento acontece no Centro de Convivência Clara Camarão, no campus do UNI-RN.

Os interessados nos serviços serão atendidos todas as sextas-feiras, das 14h às 17h, mediante a doação de 3kg de alimentos não perecíveis, que serão doados à instituições de caridade. Para mais informações ligue 3215 2976.

É obrigatório para quem é proprietário de imóveis trazer o registro do cartório e quem possuir veículos, o número do Renavam (Registro Nacional de Veículos) .

O atendimento feito pelo núcleo é realizado por docentes e discentes dos diferentes períodos do curso de Ciências Contábeis. Os alunos voluntários no projeto participaram de um treinamento para atender a população. O atendimento é coordenado pelo professor Dinarte Paiva. 

14

Mar

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Negócio a Negócio vai atender mais de 3,3 mil empresas no RN

O Sebrae no Rio Grande do Norte espera ampliar o número de empresas atendidas pelo programa Negócio a Negócio em 2019. A meta é oferecer orientação empresarial gratuita e personalizada a 3.370 negócios, entre Microempreendedores Individuais (MEI) e microempresas, até novembro deste ano – um incremento de 200 empresas em relação ao total atendido ao longo de 2018. O período para novas adesão começou desde fevereiro. Os empreendedores podem se cadastrar gratuitamente pelo 0800 570 0800 ou em qualquer ponto de atendimento do Sebrae em Natal ou no interior do estado.

A iniciativa leva soluções in loco a problemas enfrentados no dia a dia de um pequeno negócio, contribuindo para que a empresa melhore o desempenho de produção ou a prestação de serviços, bem como aperfeiçoe as formas de atuação no mercado sem ter de investir recursos nessa ação. A ação também proporciona maior controle sobre a área financeira, garantindo a longevidade do negócio.

De acordo com a gestora do Negócio a Negócio no RN, Jupira Nunes, a ação atendeu, somente em fevereiro, cerca de 300 empresas e as adesões podem ser feitas até novembro. “Muitas vezes, o empreendedor deixa de fazer o planejamento da empresa e acaba tendo dificuldade de gerir a empresa. O Negócio a Negócio vem justamente auxiliá-lo a identificar as fragilidades e apresentar soluções”.

No estado, o programa conta com 14 Agentes de Orientação Empresarial (AOE), que fazem duas visitas ao empreendimento. Na primeira, o empresário recebe o agente, que levanta dados cadastrais e gerenciais da empresa. Essas informações são analisadas por especialistas, que fazem um diagnóstico do negócio.

No segundo atendimento, que dura no máximo 15 dias, o empresário recebe um relatório com orientações empresariais. Esse documento aponta ferramentas de gestão para sanar os pontos fracos identificados. Há ainda avaliação dos resultados alcançados e levantamento das dificuldades encontradas na implantação das soluções indicadas.

Nessa etapa, o empresário recebe o Caderno de Ferramentas, uma cartilha que ensina a implantar rotinas essenciais para fortalecimento do negócio, como fluxo de caixa, controle de estoque e cadastro de clientes. Todos os atendimentos são rigorosamente avaliados e o acompanhamento pelos agentes, capacitados pelo Sebrae, que repassam noções básicas de gestão.

Foto: Agência Sebrae

12

Mar

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Mulheres são as que mais formalizam empresas no Brasil

Em uma década, as mulheres foram as que mais formalizaram empresas no Brasil. Em 2013, 85,1% das empregadoras registraram seu empreendimento no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) contra 76% dos homens.   É o que mostra o Anuário das Mulheres Empreendedoras e Trabalhadoras em Micro e Pequenas Empresas, realizado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), entre 2003 e 2013.

Em dez anos, subiu de 21,4 milhões para 23,5 milhões o número de pessoas que tinham um negócio próprio (empregadores e conta própria). Em 2013, os homens que correspondiam a 16,2 milhões de pessoas eram maioria nesta ocupação (69%), e as mulheres totalizavam 7,3 milhões. Porém, a taxa de crescimento das mulheres nos negócios (1,5% ao ano) foi o dobro da registrada para os homens (0,7% ao ano). 

No Rio Grande do Norte, a taxa de crescimento do empreendedorismo feminino também registrou avanços. Em 2003, 21,9% das potiguares trabalhavam por conta própria ou eram empregadoras. Uma década depois, esse percentual subiu para 23%, passando de 100 mil para 135 mil empreendedoras. 39,6% das mulheres potiguares que empregam estão à frente de microempreendimentos. O restante é comandado por homens.

Outra curiosidade levantada pelo estudo, é que o percentual de mulheres empregadoras nos micro empreendimentos que contribuem para a Previdência Social (71,3%) é maior que o de homens (63,7%).

Em relação à ocupação setorial, 85,8% das mulheres empregadoras e as que trabalham por conta própria estão ligadas aos setores de comércio e serviço. Já sobre o perfil das mulheres empreendedoras (empregadoras e conta própria), o anuário mostra que 57,8% delas têm entre 40 e 64 anos, 25,4% são negras e 53,8% têm Ensino Superior completo, enquanto o percentual dos homens com essa escolaridade é de 41,7%.

Sobre os empregos gerados, a participação das mulheres no total de empregos formais passou de 33,9% e, 2003, para 38,2%, em 2013. Das mais de 30 mil assalariadas, em 2013, 16,8 mil tinham carteira assinada. De 2003 a 2013, a construção civil registrou a maior taxa de crescimento dos empregos formais das mulheres nas micro e pequenas empresas, 179,6%.

O estudo mostra que a média salarial da mulher é menor que a do homem. Em 2013, enquanto as mulheres ganhavam em torno de R$ 1.522, eles recebiam R$ 2.091. A região Sudeste registrou a maior média de renda entre as mulheres, R$ 1.707. Em relação aos setores, somente na construção é que a renda delas (R$ 1.919) é maior que a dos homens (R$ 1.870).

Foto: Pixabay / Fonte: Simone Guedes/Sebrae RN

11

Mar

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Tributação: mais de 15 mil empresas potiguares poderão ter inscrição cancelada

A Secretaria Estadual de Tributação (SET) convoca  empresas do Rio Grande do Norte que têm alguma pendência fiscal,  as chamadas obrigações acessórias, para regularizar a situação até o dia 31. As empresas que não normalizarem a situação dentro do prazo poderão ficar com inaptidão da inscrição estadual, o que as impede de emitir nota fiscal eletrônica e fazer compras de mercadorias.

O processo de regularização das obrigações é todo digital e feito pela internet. Os editais de intimação foram publicados no Diário Oficial do Estado dos dias 27 e 28 de fevereiro e a relação das empresas irregulares  pode ser conferida no site www.set.rn.gov.br/.

Estão sendo convocados aqueles empreendimentos que apresentam alguma pendência relativa à falta do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-D e DASN-Simei), falta de contador, Número de Identificação de Registro de Empresa (Nire) cancelado na Junta Comercial do Rio Grande do Norte (Jucern), envio da Escrituração Fiscal Digital (EFD), entre outras. Essas obrigações pendentes podem ser regularizadas eletronicamente sem precisar o comparecimento à SET.

De acordo com dados da secretaria, 15.671 empreendimentos estão nessa condição e precisam se regularizar para não ter a inscrição cancelada.

Os empreendedores terão um prazo de até 30 dias a contar da data de publicação no DOE para apresentar a documentação e quitar a situação. Quem perder o prazo terá a inscrição tornada inapta, ficando a empresa impedida de operar comercialmente até que restabeleça a regularidade da inscrição estadual. Isso porque, na condição de inapta, a empresa fica descredenciada para emissão de nota fiscal eletrônica e também impossibilitada de comprar mercadorias, além de ficar sujeita à autuação caso continue funcionando.

Em caso de cancelamento da inscrição estadual, o pedido de reativação é via site da Redesim (http://www.redesim.gov.br), ferramenta usada para solicitações de alterações cadastrais de empresas.

Foto: Pixabay

8

Mar

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Dia das Mulheres: elas estão mudando os negócios

Desigualdade salarial, baixo investimento, assédio sexual. Essas são apenas algumas das barreiras que mulheres encontram em suas jornadas profissionais - dentro e fora do mundo da tecnologia. Mas, ainda que as injustiças ocorram, notícias recentes dão razões para acreditar que lugar de mulher é aonde ela quiser, seja empreendendo, comandando uma grande corporação ou desenvolvendo novas ideias. São dezenas de dados que confirmam: mulheres fazem a diferença nos negócios.

No Brasil, 24 milhões de mulheres empreendem, sendo que 5,6 milhões podem chegar a faturar R$ 3,6 milhões ao ano, segundo dados da Rede Mulher Empreendedora. Ainda que o investimento em empresas fundadas por mulheres seja menor - uma disparidade, em média, de mais de US$ 1 milhão -, elas geram receitas mais altas. De acordo com a pesquisa do BCG, negócios tocados por mulheres ganham mais do que o dobro por dólar investido em relação às companhias criadas por homens. Ou seja, empresas de propriedade feminina são melhores investimentos para os financiadores, mesmo que eles não tenham percebido.

Investimento

Em uma análise de cinco anos de dados de investimento e receita feita com 350 empresas, ficou clara a lacuna de gênero no que diz respeito ao financiamento. Os investimentos em empresas fundadas ou cofundadas por mulheres foram em média de US$ 935 mil, o que representa menos da metade da média de US$ 2,1 milhões investidos em empresas faundadas por empreendedores do sexo masculino.

Apesar disso, startups fundadas e cofundadas por mulheres na verdade tiveram um desempenho melhor ao longo do tempo, gerando 10% a mais em receita acumulada ao longo de um período de cinco anos: US$ 730 mil em comparação com US$ 662 mil.

Uma pesquisa adicional, realizada pelo SEBRAE, aponta que mulheres representam 52% dos novos negócios abertos no país. Há dez anos, esse número era inferior a 30%. A força do empreendedorismo feminino alcançou até mercados antes liderados pelo público masculino, como é o caso da Tecnologia da Informação. Hoje as mulheres representam aproximadamente 20% do total de trabalhadores do segmento.

Liderança

Já no lado corporativo, um levantamento realizado pela McKinsey, em 2016, mostra que companhias com pelo menos uma mulher na primeira linha de comando (presidente ou vice-presidente) podem aumentar a margem de lucro em até 47% e gerar 44% a mais de riqueza para o acionista. Um dos principais motivos é o aumento da produtividade, na medida em que você mescla estilos diferentes e ideias complementares, que primam pela diversidade.

Outro estudo desenvolvido pelo instituto americano Peterson Institute, em parceria com a consultoria EY, também em 2016, sinaliza que a presença de mulheres na liderança de uma corporação pode melhorar o desempenho da empresa. Após pesquisar 21.980 empresas em 91 países, o instituto acredita que instituições com pelo menos 30% dos cargos de liderança ocupados por mulheres podem elevar o lucro em até 15%, quando comparadas com aquelas que não têm a presença feminina em posições-chave.

As diferenças entre homens e mulheres também são evidenciadas em várias outras posições profissionais, de acordo com os resultados apresentados pelo estudo “Alfabetismo no Mundo do Trabalho”, com base na metodologia Inaf, divulgado em 2018, pelo Instituto Paulo Montenegro e ONG Ação Educativa, com apoio do IBOPE Inteligência. As mulheres apresentam maior grau de escolaridade, mas ainda enfrentam uma série de desigualdades de oportunidades no ambiente de trabalho.

Os dados confirmam a tendência observada nas edições anteriores do Inaf, que indicam um desempenho das mulheres em termos de alfabetismo ligeiramente superior ao dos homens. Homens e mulheres estão distribuídos no grupo Intermediário na mesma proporção que os encontramos na população (48% homens e 52% mulheres) e as mulheres passam a ser maioria no nível condição Proficiente. Além disso, 72% das mulheres podem ser consideradas Funcionalmente Alfabetizadas, enquanto essa proporção é ligeiramente inferior entre os homens (69%).

Projetos para encorajar

No mundo da tecnologia mais e mais projetos são criados a cada ano com um único objetivo: inspirar mulheres a seguirem seus sonhos. Iniciativas feministas ao redor do mundo têm contribuído para que muitas mulheres aprendam sobre um determinado assunto sob mentoria e orientação de outras ‘manas’. Nas comunidades, elas se sentem seguras para questionar, estimuladas para inovar e capacitadas para entrar no mercado de trabalho.

O PyLadies é um desses grupos que nasceu para mulheres compartilharem conhecimentos sobre Python, uma linguagem de programação simples, versátil e que pode ser aplicada para diversos fins e em muitas áreas diferentes. “Python é o que chamamos de linguagem alto nível, pois se aproxima mais da linguagem humana. É como uma poesia, você declama o código, lê e entende o que está acontecendo” explica Erika Campos, fundadora do grupo Pyladies de São Paulo.

O grupo oferece cursos de Python do nível mais básico até avançado. Todos são ministrados e monitorados por mulheres, e o melhor: são gratuitos. As alunas de um dia se tornam monitoras em outro e professoras mais para frente. Elas repassam conhecimento voluntariamente para outras mulheres contando apenas com o apoio das administradoras do grupo que desenvolveram a didática.

“Ninguém ganha nada. Temos um pequeno faturamento com a venda de camisetas que é revertido para tinta da impressora, adesivos e demais materiais das aulas. Alguma meninas que se inscrevem nem tem computador, por isso emprestamos equipamentos ou pegamos emprestado de alguém. E os café são trazidos voluntariamente pelas próprias alunas. Trata-se de uma comunidade”, comenta.

Protagonismo

Na mesma linha, o CloudGirls é focado em dar autonomia às mulheres neste setor da tecnologia e em outros segmentos de TI. Segundo Ana Paula de Luca Diegues, arquiteta de sistemas sênior do Itaú e coordenadora do grupo, a comunidade (criada dentro da plataforma MeetUp) nasceu pois a frequência das mulheres em eventos de cloud era inferior a 10%.

“Historicamente, quando há ocupação masculina, há um esvaziamento da ocupação feminina. Criamos encontros que são ambientes seguros para as mulheres, onde não existe pergunta errada", disse. "Temos um público bem abrangente, desde mulheres com bastante tempo de carreira no ambiente tradicional e está migrando pra nuvem, até mulheres que já atuam com cloud. Também tem mulheres que estão mudando de carreira e querem aprender mais", finalizou.

Outros grupos como Rails GirlsWoman Who CodeCode GirlsUP[W]ITMariaLabMulheres na TecnologiaMeninas DigitaisMinas ProgramamPrograMariaWoMakersCodeRede Mulher EmpreendedoraHeardItaú Mulher EmpreendedoraW55ELAS_inTech e B2Mamy, também nasceram para reverter a falta de diversidade no mundo da tecnologia e incentivar o protagonismo feminino no mundo dos negócios. Com eles, muitas profissionais conseguiram migrar de profissão ou iniciar uma carreira já na área.

O Facebook também lançou no Brasil há poucos meses, o #ElaFazHistória, um espaço que reúne as mais diversas comunidades (como as citadas acima) para conectar mulheres, além de ferramentas e recursos gratuitos para desenvolvimento de negócios.

Se você conhece algum projeto que encoraja o protagonismo feminino ou tem uma história inspiradora para contar, compartilhe com a gente.

Fonte: Canal Tech, disponível em:https://canaltech.com.br/negocios/dia-das-mulheres-elas-fazem-a-diferenca-nos-negocios-134283/

1

Mar

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Janeiro registra criação de 34,3 mil empregos formais

A criação de empregos com carteira assinada iniciou o ano com o segundo melhor nível para o mês em seis anos. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 34.313 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

A criação de empregos caiu 56% em relação a janeiro de 2018, quando haviam sido abertos 77.822 postos formais de trabalho. No entanto, esse foi o segundo melhor janeiro para o mês desde 2013, quando haviam sido criadas 28,9 mil vagas.

Esse foi o segundo ano seguido em que o país registrou mais contratações que demissões em janeiro. Em 2015, 2016 e 2017, as dispensas tinham superado as contratações no primeiro mês do ano.

Nos 12 meses terminados em janeiro, foi registrado o crescimento de 471.741 empregos formais, resultado da diferença entre 1.325.183 admissões e 1.290.870 desligamentos.

Na divisão por ramos de atividade, cinco dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em novembro. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 43.449 postos, seguido pela indústria de transformação (34.929 postos). A construção civil ficou em terceiro lugar (14.275 postos), seguida pela agropecuária (8.328 postos) e pelo extrativismo mineral (84 postos).

Os três setores que fecharam postos de trabalho em janeiro foram o comércio (-65.978 postos), administração pública (-686 postos) e serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento (-88 postos).

Tradicionalmente, janeiro registra dispensas no comércio por causa do fim das contratações temporárias para as vendas de Natal. Em início de governo, a administração pública demite terceirizados e comissionados.

Destaques

Nos serviços, a criação de empregos foi impulsionada por serviços de comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico (23.318 vagas), serviços médicos, odontológicos e veterinários (15.163 vagas) e ensino (5.152 vagas). Na indústria de transformação, os destaques foram os setores têxtil e de vestuário (9.276 postos), de calçados (5.870 postos) e indústria mecânica (5.502 postos).

No comércio, que liderou o fechamento de vagas em janeiro, as maiores quedas no nível de emprego foram registradas no ramo varejista, com o encerramento de 69.027 pontos formais. O setor atacadista, no entanto, abriu 3.049 vagas.

Regiões

Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em novembro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 41.733 postos, seguido pelo Centro-Oeste (22.802 vagas) e pelo Sudeste (6.485 vagas). O Nordeste fechou 30.279 postos, e o Norte registrou 6.428 vagas a menos no mês passado.

Na divisão por estados, 11 unidades da Federação geraram empregos e 16 demitiram mais do que contrataram. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em Santa Catarina (abertura de 20.157 postos), em São Paulo (14.638), no Rio Grande do Sul (12.431) e em Mato Grosso (11.524). Os estados que lideraram o fechamento de vagas formais foram Rio de Janeiro (-12.253 postos), Paraíba (-7.845) e Pernambuco (-7.242).

Fonte: Agência Brasil

27

Fev

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Novas tendências profissionais e mercado de trabalho são assuntos da Semana Acadêmica da Estácio

Discussões sobre a atuação do enfermeiro na era digital; as tendências para o personal trainer no mercado de trabalho; e o uso racional de plantas medicinais e/ou fitoterápicos são alguns dos temas em pauta na Semana Acadêmica da faculdade Estácio – unidade Ponta Negra. O evento acontece até esta sexta-feira (01) e visa abrir o horizonte acadêmico para os novos alunos da instituição. A programação também é aberta ao público externo gratuitamente.

De acordo com André Samora, Diretor da Estácio Natal, o propósito da Semana Acadêmica é dar as boas-vindas aos calouros com uma programação de palestras e oficinas que já os prepare tanto para o ambiente educacional como profissional. “Organizamos este evento como forma de acolher os novos alunos, bem como para integrá-lo ao ambiente universitário, dentro de uma perspectiva multidisciplinar e autônoma”, salienta.

A programação envolve todos os cursos nas diversas áreas de conhecimento, tais como Direito, Administração, Engenharias, Nutrição, Educação Física, Enfermagem, Psicologia, Fisioterapia, Serviço Social e Publicidade e Propaganda. As palestras estão distribuídas nos turnos da manhã, tarde e noite.

27

Fev

Mercado

Brasil teve 2º melhor desempenho em empreendedorismo em 2018

Cerca de 52 milhões de brasileiros em idade produtiva estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora no ano passado. É o que mostra a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), realizada em 49 países e que, no Brasil, contou com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Esse foi o segundo melhor desempenho para a taxa de empreendedorismo brasileira desde 2002, quando o índice começou a ser medido.

Em 2018, 2 em cada 5 brasileiros entre 18 e 64 anos estavam à frente de uma atividade empresarial ou tinham planos de ter um negócio. A pesquisa mostra que a taxa total de empreendedorismo, que reúne novos empreendedores e donos de negócios já estabelecidos, chegou a 38%.

Segundo o Sebrae, nesse contexto, uma das informações mais importantes reveladas pela pesquisa é que o empreendedorismo por oportunidade, verificado quando os empresários abrem negócio motivados pela identificação de uma oportunidade de mercado, registrou o melhor resultado dos últimos quatro anos (61,8%).

Novos empreendedores

A pesquisa também revelou um crescimento do público jovem (18 a 24 anos) entre os novos empreendedores. De 2017 para 2018, a participação dessa faixa etária subiu de 18,9% para 22,2% do total de empreendedores que iniciavam uma atividade empresarial, com negócios (formais ou informais) de até 3,5 anos.

A taxa de empreendedorismo inicial (da sigla em inglês TEA) começa a decair a partir dos 45 anos, chegando a 9,7% na faixa dos 55 a 64 anos. Entretanto, mesmo com uma taxa menor, a pesquisa GEM revela que o contingente de pessoas com mais de 55 anos iniciando um negócio é de quase 2 milhões de empreendedores.

Negócios mais estáveis

Em relação às taxas de empreendedores iniciais e estabelecidos, a pesquisa GEM indicou que a TEE (estabelecidos) com 20,2%, superou a TEA (iniciais) em pouco mais de 2 pontos percentuais. Com isso, é possível avaliar que 2018 foi um ano em que, majoritariamente, os empreendedores atuaram de forma a consolidar os negócios criados em períodos anteriores, ou seja, um certo contingente de empreendedores iniciais tornou-se estabelecido, informou o Sebrae.

Foto: Pixabay / Fonte: Agência Brasil

26

Fev

Mercado

Inadimplência das empresas fecha janeiro com alta de 5,91%

O número de empresas com contas em atraso e registradas no cadastro de inadimplentes cresceu 5,91% em janeiro ante o mesmo período de 2018. Na comparação com dezembro de 2018, o avanço foi de 7,44%, de acordo com dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

De acordo com o Indicador de Inadimplência de Pessoas Jurídicas, em relação a janeiro de 2018 a Região Sudeste registrou aumento de 9,42% no número de empresas negativadas. No Sul, o avanço foi de 3,93%, enquanto no Centro-Oeste a variação chegou a 3,14% e no Nordeste, 2,13%. Já a Região Norte teve a menor variação, com 0,90%.

“O menor crescimento da inadimplência entre as empresas começa a refletir os sinais de melhora no resultado das empresas. Embora a retomada da economia aconteça de forma gradual, já se observa um pequeno avanço nos dados de faturamento de diferentes setores. E a expectativa é de que o quadro de inadimplência no âmbito corporativo recue com a recuperação da atividade econômica“, disse o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

O aumento da inadimplência em janeiro de 2019 foi maior entre as empresas do ramo de serviços (9,15%). Os atrasos entre empresas do comércio cresceram 3,73%, na indústria, o crescimento foi de 2,73%. No total, 45,6% de todas as empresas que estão negativadas pertencem ao setor de comércio e 40,1% ao de serviços.

Segundo os dados, entre os segmentos credores (empresas que deixaram de receber de outras empresas) o setor de serviços (bancos e financeiras) também teve destaque, sendo 69,4% do total de dívidas. O comércio detém 17,2% das dívidas de empresas e 12,5% correspondem à indústria.

Fonte: Agência Brasil

25

Fev

Mercado

Seis indústrias que geram 3.500 empregos no RN recebem incentivo fiscal do Governo

A governadora Fátima Bezerra assinou a renovação de quatro contratos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte – PROADI. Outras duas indústrias passam, a partir de agora, a contar com os incentivos. As novas empresas que passam a receber o incentivo são a Nina Refrigerantes, localizada em Extremoz, que gera 35 empregos diretos e 105 indiretos e a Delícias Potiguar, que produz goma de mandioca e derivados no município de Serra Caiada, e gera 25 empregos diretos e 1.400 indiretos (através de 250 fornecedores e produtores).

As quatro indústrias que tiveram renovados os contratos do PROADI são a Refrigerantes Dore, instalada em Parnamirim; Megafral, fabricante de fraldas infantis e geriátricas no município de Monte Alegre e que atende o mercado das regiões Nordeste e Norte; Pipoca Bokus, instalada no Distrito Industrial de Macaíba e a Sterbom Polpa de Frutas, também em Macaíba.

“Estamos aqui apoiando, concedendo incentivos fiscais a seis indústrias que juntas empregam 3.500 norte-rio-grandenses e representam investimentos de R$ 20 milhões. Estas empresas vão investir para ampliar a produção e gerar mais emprego e trabalho, movimentando a nossa economia e fazendo o Estado crescer”, afirmou Fátima Bezerra no ato de assinatura dos contratos na sede da Federação das Indústrias do RN – FIERN.

Fátima destacou a importância do governo estadual incentivar o desenvolvimento industrial e a repercussão disso junto à sociedade. “Atravessamos uma crise fiscal gigantesca, mas temos propostas e ações para enfrentá-la. Nosso governo é do diálogo, da transparência e da união com todos os segmentos da sociedade. Este ato aqui, na sede da FIERN quando os industriais realizam a assembleia de abertura dos trabalhos para o ano de 2019, é uma demonstração disso”, enfatizou a chefe do Executivo estadual.

Ainda na FIERN a governadora informou que a administração estadual está trabalhando para aprimorar o PROADI e criar uma linha para atender as pequenas e micro indústrias. “Criar empregos, oportunidades de trabalho e produção é o que o nosso estado mais precisa. E nossa orientação à frente da administração é fomentar o crescimento econômico e o desenvolvimento social. Para isso contamos com o entendimento e parcerias com a indústria e com o conjunto dos setores produtivos do RN”, declarou.

Fátima Bezerra concluiu seu discurso na FIERN informando que o governo está criando câmaras setoriais que irão funcionar como fórum permanente de diálogo com a indústria e com os setores do comércio e serviços. “Já iniciamos e vamos fortalecer o diálogo com os setores produtivos, inclusive com a criação de uma câmara setorial para tratar da ciência, tecnologia e inovação”.

25

Fev

Mercado

Clube de Permuta: nova forma de fazer negócios conquista adeptos em Natal

Uma nova forma de movimentar o mercado local, baseado em uma das mais antigas práticas da economia, aliada às vantagens de uma plataforma eletrônica única e exclusiva. Este é o Clube de Permuta, que chega a Natal com a proposta de movimentar a economia local por meio de permutas multilaterais. O foco da empresa é o relacionamento entre empresários que gera trocas de produtos e serviços. Após passar por uma análise, o associado recebe um limite de crédito para realizar as negociações dentro da plataforma. 

Em Natal, os responsáveis pela operação são os empresários Raissa Diniz e Francisco Nunes, que já traz a experiência da franquia do Clube de Permuta em Brasília. “A plataforma chega na cidade para integrar e gerar negócios entre empresários de segmentos diferentes. Temos critérios bem definidos para reunir boas empresas. A receptividade tem sido muito boa”, comenta Raissa. 



Na prática, o Clube de Permuta permite que a empresa A possa vender feijão para a B. Com o crédito em ‘permutz’ que receberá, poderá adquirir um automóvel da companhia C, que também é associada. Cada ‘permutz’ equivale a um real”, comenta Leonardo Bortoletto, presidente e fundador do negócio. A expectativa dos sócios é alta para o início do negócio. A meta é chegar a 100 associados em Natal até o final de 2019. 

Atualmente, além da primeira unidade em Belo Horizonte (MG), as cidades de Montes Claros (MG), Vitória (ES), Juiz de Fora (MG), Araxá (MG), Brasília (DF), Sete Lagoas (MG), Uberlândia (MG), Curitiba (PR), Jundiaí (SP), Franca (SP), Salvador (BA) e Petrópolis (RJ) contam com franquias do Clube de Permuta.

25

Fev

Mercado

Desemprego cai em 18 estados e no Distrito Federal, diz IBGE

O desemprego, medido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), caiu em 18 das 27 unidades da federação de 2017 para 2018, segundo dados divulgados hoje (22), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior queda foi observada no Amazonas: recuo de 15,7% para 13,9%. Na região Norte, houve queda no Acre (de 14,1% para 13,5%), Pará (de 11,8% para 11,1%) e Tocantins (de 11,7% para 10,6%). No Sul, foram registradas reduções no Rio Grande do Sul (de 8,4% para 8,1%), Santa Catarina (de 7,1% para 6,4%) e Paraná (de 9% para 8,8%).

Houve recuo em todo o Centro-Oeste: Mato Grosso do Sul (de 8,5% para 7,6%), Mato Grosso (de 9% para 7,9%), Goiás (de 10,6% para 9,2%) e Distrito Federal (de 13,2% para 12,7%). No Sudeste, caíram as taxas de desemprego em São Paulo (de 13,4% para 13,3%), Minas Gerais (de 12,2% para 10,7%) e Espírito Santo (de 13,1% para 11,5%). Já no Nordeste, recuaram as taxas no Piauí (de 12,9% para 12,8%), Ceará (de 12,6% para 11,3%), Rio Grande do Norte (de 14,5% para 13,6%), Paraíba (de 11,4% para 11,1%) e Pernambuco (de 17,7% para 16,7%). Na Bahia, a taxa permaneceu em 17%.

Em outros sete estados, as taxas não só cresceram de 2017 para 2018 como também foram as maiores da série histórica, iniciada em 2012: Rio de Janeiro ( passou de 14,9% em 2017 para 15% em 2018), Sergipe (de 14,3% para 16,6%), Alagoas (de 16,7% para 17%), Maranhão (de 14,3% para 14,4%), Roraima (de 9,9% para 12,3%) e Amapá (de 17,8% para 20,2%). O Amapá, além de ter a maior alta de 2017 para 2018, junto com Roraima, teve a maior taxa de desemprego do ano passado.

Quarto trimestre

O IBGE informou que, do terceiro para o quarto trimestre, a taxa caiu em apenas seis das 27 unidades da federação, com destaque para o Sergipe, que passou de 17,5% para 15%, e Pernambuco: de 16,7% para 15,5%. O desemprego subiu na Bahia – de 16,2% para 17,4% – e se manteve estatisticamente estável em outras 20 unidades da federação.

21

Fev

Mercado

Mais de 2,6 milhões de eleitores faltosos poderão ter o título cancelado caso não regularizem situação

Um total de 2.645.785 eleitores identificados como faltosos pela Justiça Eleitoral poderão ter o título cancelado caso não regularizem sua situação no período de 7 de março a 6 de maio. Desde quarta-feira (20), os cartórios eleitorais disponibilizam ao público as relações contendo os nomes e os números dos títulos desses cidadãos.

Eleitor faltoso é aquele que não votou nem justificou a ausência nos três últimos pleitos (regulares ou suplementares), sendo cada turno considerado uma eleição. Conforme previsto no parágrafo 1º do artigo 7º da Lei nº 4.737/1965 (Código Eleitoral), enquanto não regularizar sua situação junto à Justiça Eleitoral, o eleitor estará sujeito a uma série de impedimentos (veja lista abaixo).

Os prazos para a execução dos procedimentos relativos ao cancelamento dos títulos eleitorais, bem como para a regularização da situação dos eleitores que deixaram de votar nas três últimas eleições e de justificar o voto, estão previstos na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.594/2018.

De acordo com o cronograma estabelecido pela norma, os cartórios eleitorais deverão afixar, nesta quarta-feira (20), os editais contendo as listagens dos eleitores faltosos aos três últimos pleitos. Somente aqueles que estiverem nessa condição deverão regularizar sua situação nos cartórios no período de 7 de março a 6 de maio.

Ainda segundo o cronograma, a Justiça Eleitoral cancelará, no período de 17 a 20 de maio, as inscrições dos eleitores que não tiverem regularizado sua situação até a data-limite estabelecida. Enquanto os cancelamentos estiverem sendo efetuados, não serão feitas atualizações no cadastro eleitoral.

A partir do dia 21 de maio, as atualizações cadastrais serão retomadas, e a Justiça Eleitoral divulgará, a partir do dia 24 do mesmo mês, as relações contendo os nomes dos eleitores e os números dos respectivos títulos cancelados por ausência aos três últimos pleitos.

Com informações do TSE