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5

Nov

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Programa Novos Rumos do TJRN abre vagas para estagiários de Direito, Psicologia e Serviço Social

O programa Novos Rumos na Execução Penal publicou edital de processo seletivo para estagiário de pós-graduação remunerado. São oferecidas três vagas, sendo uma para o curso de Direito, uma para o curso de Psicologia e uma vaga para o curso de Serviço Social.

As inscrições serão realizadas no período de 5 a 9 de novembro, no horário das 8h às 14h, na sede do programa Novos Rumos na Execução Penal, localizada no Anexo da Ribeira (Avenida Duque de Caxias, 151, CEP: 59025-300). A jornada de estágio é de seis horas diárias, sendo 30 horas semanais. O estagiário receberá mensalmente bolsa-auxílio no valor de R$ 1.874,00, mais auxílio transporte no valor de R$ 127,60. Informações pelos telefones: (84) 3616-6800 ou 3616-6850/51 ou 52. O edital completo pode ser acessado AQUI.

Documentos

É necessário ao candidato levar os seguintes documentos para o ato de inscrição: Fotocópia legível da cédula de identidade e do CPF, cópia do Diploma de Graduação registrado, cópia do histórico escolar de graduação, certidão comprobatória de matrícula em curso de pós-graduação em instituição de ensino superior e declaração de que não está no desenvolvimento de atividades em quaisquer escritórios de advocacia.

Provas

Para seleção dos candidatos será realizada prova discursiva, de caráter classificatório e eliminatório. Além disso, será feita entrevista com os cinco primeiros colocados na prova subjetiva, em que se analisará a aptidão do candidato à vaga.

A prova subjetiva terá duração de três horas e será realizada na data provável de 27 de novembro, na sede da Escola da Magistratura do Rio Grande do Norte (Esmarn), com início previsto para as 14h (horário de Brasília).

5

Nov

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Instituto Metrópole Digital lança edital para seleção de programa de residência em Tecnologia da Informação

O Instituto Metrópole Digital (IMD) lançou na última quinta-feira (1) dois editais para seleção do Programa Residência em Tecnologia da Informação (pós-graduação lato sensu), que nesta edição está sendo realizada em parceria com Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN). As inscrições para participar do processo seletivo seguem até o dia 13 de novembro. O valor mensal das bolsas para os aprovados é de R$ 1.500.       

São ofertadas oito vagas, divididas em duas áreas de atuação: analista e desenvolvedor de Softwere (quatro vagas)e analista de Business Intelligence (quatro vagas). As inscrições devem ser realizadas exclusivamente via Sistema de Gestão de Atividade Acadêmicas (Sigaa), mediante preenchimento e envio de formulário, disponível no próprio link da inscrição.

Podem participar da seleção candidatos que possuam graduação de nível superior em qualquer área. No entanto, o processo seletivo será realizado por meio de prova teórica objetiva de conhecimentos específicos, que será aplicada no dia 18 de novembro, na sede do IMD.         

Os selecionados no processo deverão cumprir carga horária de 30 horas semanais, distribuídas entre atividades práticas no TRE e aulas teóricas no IMD. O resultado final do processo será divulgado no dia 26 de novembro, no site do IMD. Os detalhes sobre seleção, datas e prazos podem ser conferidos no edital do processo, disponível neste endereço eletrônico.

1

Nov

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Detran reduz filas e facilita atendimento aos usuários com ampla oferta de serviços pela internet

A implantação pelo Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) da abertura de processos de renovação, segunda via da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), primeira Habilitação, CNH Digital, CNH Definitiva e Permissão Internacional para Dirigir (PID) via internet demonstra resultados positivos no tocante a agilidade do serviço de atendimento e na diminuição de filas de espera no setor de Habilitação de Condutores do Órgão.

A sala de abertura de processos de habilitação situada na unidade sede do Detran, no bairro de Cidade da Esperança, em Natal, que antes se mantinham com uma lotação rotineira, hoje é possível verificar uma diminuição da permanência do usuário para resolver sua demanda. O motivo principal está relacionado a abertura de processos via internet, o que resulta num tempo bem menor de retenção do cidadão na sala de habilitação, já que na abertura do serviço via internet ele adianta duas etapas do processo, inclusive já chegando ao Detran com a guia de pagamento do serviço devidamente quitada e com isso evita a fila no guichê de pagamento instalado na sede do Departamento.

Os serviços online do Detran contam ainda com duas situações em que o usuário pode resolver tudo pela internet, sem a necessidade de se dirigir as centrais de atendimento do Detran. Essas situações se aplicam àqueles cidadãos que perderam a CNH ou precisam solicitar a CNH Definitiva. Nesses casos, todo o processo é iniciado e finalizado via online e o documento novo é enviado diretamente para o endereço do usuário cadastrado no sistema do Detran.

O plano da Direção Geral do Detran é de gradativamente ir incorporando novas demandas dos usuários a plataforma de serviços online oferecidos pelo Departamento de Trânsito do RN. “A ideia é modernizar os processos dando ao cidadão as melhores condições nos itens de comodidade, transparência, segurança e agilidade na solicitação e emissão do documento de CNH”, comentou o diretor-geral do Detran, Eduardo Machado.

O procedimento de solicitação dos serviços pela internet é simples e prático, bastando que o usuário entre no site do Detran e clique no botão “Consulta de Pessoas e Boletos”. Logo em seguida, abre uma nova tela onde o sistema pede para que o cidadão insira os números do CPF e do registro da CNH, e logo após, clica em “consulta”. Dessa maneira, o usuário tem acesso aos dados da sua habilitação, a exemplo de possíveis débitos e de pontuação. Nessa mesma tela é possível visualizar os botões que dão acessos a segunda via da CNH, renovação de CNH, PID e CNH Digital. Já o usuário que deseja abri o processo de primeira habilitação, basta digitar o CPF e seguir as instruções fornecidas pelo sistema.

Na fase seguinte, o solicitante escolhe o serviço desejado e preenche um formulário padrão, podendo até mesmo atualizar o endereço residencial. Após finalizar o cadastro, será gerado uma página com o número do Registro Nacional de Carteira de Habilitação (Renach) e a finalização do processo. Essa página com número do Renach deverá ser impressa pelo usuário e levada acompanhando a documentação pessoal para ser apresentada no guichê de atendimento do Detran, onde será iniciada a segunda etapa do procedimento para aqueles que optaram pela renovação do documento, que é a captura da imagem e das digitais do cidadão, sendo em seguida liberada a emissão da CNH.

Já o pagamento da taxa gerada pelo serviço pode ser realizado assim que o cidadão concluir a etapa online. Os meios utilizados para a quitação pode ser pelo aplicativo do Banco do Brasil; imprimir a guia e pagar diretamente no caixa do banco de preferência do usuário; ou mesmo buscar uma agência do Pagfácil e informar o CPF, que o débito será localizado, podendo assim ser quitado. Com essa opção, ao chegar no Detran o cidadão já pula duas etapas da abertura do processo, fazendo com que a conclusão do serviço seja mais ágil e prática.

1

Nov

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Brasil registra aumento em linhas celulares pós-pagas no último ano

O Brasil registrou aumento de 13,16% de linhas de celular no sistema pós-pago entre os meses de setembro de 2017 e setembro de 2018, confirmando tendência de migração de linhas pré-pagas para pós-pagas observada nos últimos meses. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (31) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em julho de 2018 as linhas móveis pós-pagas detinham 41% de participação de mercado, frente 59% de linhas no sistema pré-pago.

Os dados da Anatel também mostram que, em setembro de 2018, aparelhos celulares que usam tecnologia 4G correspondiam a mais da metade do mercado, respondendo por 54% do total, com 125 milhões de linhas, seguidos de aparelhos com tecnologia 3G, com 63 milhões de linhas e 27% do mercado, e dos 2G, com 26 milhões e 11% do mercado. As linhas voltadas a aplicações máquina-máquina (M2M) totalizaram 18 milhões de unidades e respondem por 8% do mercado.

Redução de linhas

De acordo com a Anatel, o Brasil registrou 234,25 milhões de linhas móveis em operação em setembro de 2018. O número apresenta uma redução de 111.806 linhas em relação a agosto de 2018. Nos últimos 12 meses, houve redução de 6,8 milhões de linhas no país.

Na contramão da tendência nacional, o estado de Roraima registrou o maior aumento no número de linhas percentualmente, com a entrada de 38.406 linhas móveis, aumento superior a 8% na comparação entre os meses de setembro de 2017 e 2018. Em seguida está o Amapá, com aumento de 35.693 linhas, que corresponde a mais de 5%.

O Amazonas, Espírito Santo, Pará e Acre também registraram aumento no número de linhas, enquanto todos os demais estados e o Distrito Federal apresentaram redução. A maior queda foi registrada no Distrito Federal, com redução de 431.014 linhas, queda de 8,4%.

Fonte: Agência Brasil

1

Nov

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Crise no mercado editorial leva Saraiva fechar 20 lojas e apostar em vendas pela internet

Deu no Portal Meio e Mensagem:

A Saraiva, empresa de 104 anos que opera em 17 estados e no Distrito Federal, anunciou o fechamento de 20 lojas em todo o País como parte de um “esforço da companhia em obter rentabilidade e ganho de eficiência operacional, dentro de uma estrutura mais enxuta e dinâmica. Nesse sentido, as medidas adotadas pela companhia incluem o fechamento de algumas lojas.

Com este movimento, a empresa dá continuidade ao seu plano de transformação, que inclui aberturas, reformas e fechamentos de unidades, a fim de manter sua operação saudável e cada vez mais multicanal. A empresa inaugurou neste ano quatro lojas dentro do novo conceito nas cidades de Cuiabá (MT), Rio de Janeiro (RJ) e Olinda (PE)”, diz o comunicado que emitiu ao avisar sobre o encerramento das lojas.

Na última sexta-feira (26) a Livraria Cultura entrou com pedido de recuperação judicial para renegociar uma dívida de R$ 285,4 milhões, com bancos e fornecedores. A Cultura adquiriu a Fnac que, também recentemente, encerrou completamente sua operação no Brasil. Segundo o comunicado da Cultura, a iniciativa foi tomada devido às “incertezas do cenário econômico brasileiro e, dentro delas, a crise do mercado editorial, que encolheu 40% desde 2014, o que fez com que a Livraria Cultura passasse a enfrentar dificuldades, também.

Diante disso, a Livraria Cultura iniciou, há três meses, um duro programa de ajustes: eliminamos lojas de baixo resultado; redimensionamos o quadro de funcionários; cortamos despesas de toda ordem; fizemos uma revisão profunda do planejamento de curto e médio prazos. Optamos também pela recuperação judicial da Livraria Cultura, cujo pedido está sendo apresentado aos órgãos competentes. Com essa medida visamos normalizar, em curto espaço de tempo, compromissos firmados com nossos fornecedores”, relata a nota da empresa.

A Saraiva, ainda via comunicado, diz que tem tomado uma série de medidas voltadas para a evolução da operação e perenidade do negócio.

“A empresa continua a investir em seu futuro e reforçará sua estratégia voltada para o digital, com uma operação, cada vez mais, omnichannel para atender seus clientes em todas as plataformas, e passa a contar com 84 lojas físicas e e-commerce. Esse último, com crescimento significativo nos últimos anos, alcançando 38,4% do total de vendas da companhia no segundo trimestre de 2018. Esse resultado reflete o investimento na transformação do negócio, com ações interativas e a integração de novas soluções que trazem mais agilidade e consistência aos dados obtidos, melhorando a experiência em nosso canal e-commerce. Além disso, a empresa focará seu negócio no mercado de livros, que representa a essência da companhia e é a categoria mais vendida pela rede. Complementar ao universo de leitura continua a ofertar produtos de papelaria, games, filmes e música. Com isso, os itens de tecnologia, que incluem telefonia e informática, passarão a ser vendidos no modelo de negócio de marketplace próprio, que atualmente já opera integrado ao nosso e-commerce”.

Fonte: Portal Meio e Mensagem / Disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2018/10/30/saraiva-fecha-20-lojas-e-aposta-no-online.html

31

Out

Mercado

Alta nos preços dos smartphones leva consumidor a esperar três anos para trocar

Os celulares estão cada vez mais caros e isso está afastando os consumidores. Uma pesquisa da HYLA Mobile Inc, publicada pelo Portal TechMundo, descobriu que os consumidores estão aguardando cada vez mais tempo para trocar de smartphone por causa dos preços e da queda de subsidios realizados por operadoras.

Em 2016, o consumidor médio esperava 2,3 anos para trocar de smartphone. Hoje, esse número pulou para 2,8 anos — entre os pesquisados, uma parcela alcançou 2,92 anos. E a barreira dos US$ 1 mil para apenas um celular quebrada há pouco tempo ajudou a empurrar esse número.

“Mudanças na estrutura dos contratos de telefonia celular forçaram mais clientes a pagar o preço total por dispositivos que antes eram subsidiados por grandes operadoras como a Verizon Communications Inc e a AT & T Inc. As operadoras nos últimos anos ofereceram promoções menos generosas e separaram o custo de um telefone de taxas de serviço mensais de um cliente, levando ao desaparecimento do ritual de dois anos de atualização de dispositivos e contratos de serviço simultaneamente”, disse o Wall Street Journal.

Essa pesquisa, contudo, diz respeito aos consumidores nos Estados Unidos. Seria interessante notar o tempo levado pelos consumidores brasileiros.

Fonte: TechMundo/ Disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/135731-preco-alto-consumidores-demoram-3-anos-trocar-celular.htm  

30

Out

Mercado

Empresariado está cauteloso para investir neste fim de ano, aponta pesquisa da CNDL/SPC Brasil

O empresariado dos setores de comércio e serviços ainda está cauteloso para realizar investimentos neste fim de ano. Dados apurados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que mais da metade (54%) dos micro e pequenos empresários não vai investir nos próximos três meses.

Na escala, o Indicador de Demanda por Investimento ficou em 38,5 pontos no mês passado. Índice muito próximo do patamar registrado em junho de 2018 (38,3 pontos), quando houve impacto da paralisação dos caminhoneiros. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior a propensão para o investimento. Quanto mais próximo de zero, menor a propensão.

Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, a intenção de investimento por parte dos micro e pequenos empresários ainda é tímida porque permanece um clima de incertezas diante das eleições. “Espera-se que com a definição do cenário eleitoral, os empresários tenham maior previsibilidade em relação aos rumos do país e possam, assim, colocar em práticas seus projetos, retirando a economia desse compasso de espera”, afirma o presidente da CNDL.

62% dos empresários que pretendem investir buscam aumentar vendas

De olho na proximidade das festas de fim de ano, 62% dos empresários que têm intenção de investir planejam aumentar suas vendas. Além disso, 23% disseram que destinarão recursos para atender ao aumento da demanda em seus estabelecimentos, 16% adaptarão a empresa para adotar uma nova tecnologia e 11% para economizar.

Como a maior parte dos empresários que pretende investir buscam vender mais, a ampliação dos estoques é a principal finalidade nesse período, mencionada por de 39% da amostra. Outras formas de preparo são compra de equipamentos e maquinário (23%), reforma das instalações da empresa (21%); divulgação, como mídia e propaganda (18%); ampliação de portfólio (12%) e contratação de funcionários (12%). “Embora o momento seja de cautela entre os empresários que têm a intenção de investir, o período de fim de ano, data importante para o comércio, já aparece no radar”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A sondagem revela ainda que, entre aqueles que planejam investir, a maior parte irá recorrer ao capital próprio guardado na forma de poupança ou outros investimentos (58%). Já 10% será resultante da venda de algum bem e 17% mencionaram buscar empréstimo e financiamentos em bancos e financeiras. Quando questionados sobre a razão de utilizar capital próprio para investir no negócio, a maioria destes empresários justificou com o fato dos juros bancários serem muito altos (72%).

Apenas 11% dos entrevistados devem tomar crédito nos próximos três meses

Em setembro, o Indicador de Demanda por Crédito apresentou leve recuo na comparação com o mês anterior. Na escala do indicador que varia de zero a 100, houve uma pequena variação, passando de 19,5 para 18,5 pontos. Na comparação com os últimos dois meses, o recuo foi de 4,3 pontos — em julho último, o indicador chegou a marcar 22,8 pontos. Quanto mais próximo de 100, maior o apetite para tomada de crédito nos próximos três meses; quanto mais distante, menor é o apetite.

Em termos percentuais, apenas 11% dos micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços disseram ter intenção de tomar recursos emprestados de terceiros nos próximos três meses. Já os que não pretendem tomar crédito somam 79% dos empresários consultados. A maior parte (58%) justifica que consegue manter seu negócio com recursos próprios, enquanto 25% preferem não arriscar em meio às inseguranças econômicas e 23% consideraram as taxas de juros muito elevadas. Entre os que manifestam a intenção de contratar crédito, as principais finalidades são formar capital de giro (29%), adquirir equipamentos (18%) e ampliar estoque (14%).

30

Out

Mercado

Número de empresas com dívidas atrasadas acelera em setembro no país

Levantamento feito pela Federação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra o crescimento no número de empresas com contas em atraso em setembro, registrando alta de 9,39% na comparação com o mesmo período no ano passado. Já na comparação mensalde agosto para setembro deste ano, houve crescimento modesto de 0,56%.

Os dados do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica revelam que a região com o maior volume de empresas devedoras foi o Sudeste, cujo crescimento foi de 17,16% na comparação anual. Na sequência, entram as regiões Sul, com 4,60%; Centro-Oeste, com 4,38%; Nordeste, com 2,78%; e Norte, com 1,83%.

O indicador revela que o número de dívidas em atraso, no nome de pessoas jurídicas, também acelerou em setembro, com alta de 7,25% na comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com o estudo, o setor de serviços foi o ramo credor que registrou o maior crescimento da inadimplência de pessoas jurídicas, apresentando variação de 9,4%, seguido pela indústria (5,7%) e comércio (2,2%).

Considerando as empresas devedoras, a maior parte atua no comércio (46%), seguida do ramo de serviços (40%) e indústrias (9%). Do ponto de vista dos credores – aqueles que deixam de receber - somente as empresas de setor de serviços respondem por 70% do total das dívidas. Na sequência, estão o comércio (17%) e as indústrias (12%). A média é de duas dívidas para cada empresa inadimplente.

Segundo o SPC Brasil, as dificuldades econômicas persistem mesmo com o fim da recessão. A entidade afirma que o desemprego elevado e a consequente queda no faturamento das empresas são os principais fatores que puxam o crescimento no número de empresas inadimplentes.

Fonte: Agência Brasil

29

Out

Mercado

Semana Global terá mais de 3 mil eventos em 500 cidades brasileiras

Já supera a marca de 2,7 mil o número de eventos cadastrados na 11ª Semana Global do Empreendedorismo (SGE), que acontece entre os dias 5 a 9 de novembro. A iniciativa já mobiliza 239 instituições em mais de 460 cidades brasileiras e deve continuar crescendo. A expectativa é que este número pode dobrar próximo a data do evento. Este ano, os principais temas da Semana Global são o empreendedorismo de impacto social, o feminino e o empreendedorismo inovador, todos tendo como base o público jovem. A programação já está disponível para consulta no sitehttps://www.empreendedorismo.org.br/. A SGE está presente em mais de 167 países e mobiliza anualmente milhares de organizações e milhões de pessoas.

Nos últimos três anos, apenas no Brasil, mais de 2,5 milhões de pessoas participaram de cerca de 10 mil atividades da Semana Global do Empreendedorismo, o que torna o país o principal incentivador da modalidade em todo o mundo, rendendo sete premiações internacionais. A tendência é que os números de 2018 sejam ainda maiores do que no ano passado. Até o início desta semana, já são 1.358 eventos. “A tendência é que o total de eventos fique em torno de 3 mil”, afirma Augusto Togni, gerente da Unidade de Cultura Empreendedora.


Até agora, os temas que mais têm despertado atenção dos participantes da Semana Global do Empreendedorismo são vendas e marketing, planejamento estratégico, finanças, gestão de negócios e inovação. São Paulo, que hoje tem o maior número de micro e pequenas empresas em todo o país, lidera o número de eventos, seguido por Pernambuco, Santa Catarina, Bahia e Amazonas. Até agora, já são 243 mil o número de vagas disponibilizadas para as diversas ações previstas.


Criada na Inglaterra em 2007, a Semana Global do Empreendedorismo tem como objetivo fortalecer e disseminar a cultura empreendedora para a sociedade. Em todo o mundo são realizadas diversas atividades voltadas ao tema entre os dias 5 e 9 de novembro. O Sebrae lidera a 11ª edição da SEG, atuando em colaboração com outras organizações: Aliança Empreendedora, Anjos do Brasil, Artemisia, Anprotec, Conaje, Brasil Junior, Junior Achievement e Endeavor. Juntas, as instituições parceiras trabalham para ampliar o impacto do movimento.

 Com informações da Agência Sebrae de Notícias

22

Out

Comunicação

Uninassau realiza Encontro de Influenciadores Digitais em Natal

A Faculdade UNINASSAU Natal, por meio da coordenação de Pós-Graduação, irá promover, no dia 07 de novembro, o “I Encontro de Influenciadores Digitais”, a partir das 19h30, na sede da unidade localizada em Capim Macio. O evento reunirá influenciadores experientes e diversificados do mercado digital do Rio Grande do Norte, como: Anilson Knigth, Bruno Fragoso, Kaddja Maia, Renata Montenegro, Vanessa Borges e Suzana Schott.

De acordo com coordenadora de Pós-Graduação da UNINASSAU, Ytâmitta Barbosa, o objetivo da ação é apresentar aos participantes os impactos das mídias sociais no comportamento social e no mercado de trabalho. “Teremos apresentação de diferentes cases de sucesso em nosso Estado. Será uma oportunidade para que os participantes possam debater e aprender um pouco mais sobre o universo dos influenciadores e como eles inspiram o mercado Potiguar”, explicou.  

A atividade será aberta para estudantes, empresários e comunidade em geral. A entrada é gratuita, devendo o participante fazer apenas a doação de 1kg de alimento não perecível. As inscrições podem ser feitas pelo site: extensao.uninassau.edu.br.  Outras informações podem ser obtidas através do telefone (84)3344-7813.

18

Out

Mercado

Um em cada três clientes ignora valor da fatura do cartão de crédito, mostra pesquisa

Levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que um terço dos consumidores que usaram cartão de crédito no mês de agosto desconhece o valor da fatura. O Indicador de Uso do Crédito revelou também que 25% dos usuários dessa modalidade pagaram parcialmente as contas do cartão, enquanto 74% pagaram o valor integral da fatura (64% nas classes C e D).

De acordo com a pesquisa, 42% dos consumidores recorreram a algum tipo de crédito em agosto, e a modalidade mais citada pelos entre os entrevistados foi o cartão de crédito, mencionado por 35%. Em seguida, aparece o crediário, com 9%, o limite do cheque especial (7%), e os empréstimos (6%).

A sondagem constatou ainda que metade dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, o pagamento de parcelas da dívida, sendo que 21% ainda estão com prestações pendentes.

Sobre a disposição em cortar gastos, a pesquisa revelou que 55% dos consumidores pretendem diminuir as despesas em relação ao mês de agosto. Outros 36% sinalizaram manter o mesmo nível de gastos, enquanto 5% afirmaram ter a intenção de aumentar as despesas.

Limite do orçamento

O levantamento aponta que oito em cada dez consumidores estão no limite do orçamento, sendo que desses, 38% estão no vermelho. Entre quem está abaixo do orçamento, metade deles cita a alta nos preços como a principal causa do desajuste, além da queda na renda (25%), perda do emprego (23%) e o descontrole nos gastos (13%).

Para o SPC Brasil, o uso do crédito exige cuidado e não pode funcionar como complemento de renda. A entidade ressalta ainda que a falta de disciplina no controle financeiro acaba comprometendo parte do orçamento por mais tempo do que o planejado. A causa são as renegociações, que normalmente ampliam os prazos de pagamento.

A pesquisa abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras. Os entrevistados somam 80% da população residente em cada capital. A amostra colheu 800 casos e foi integrada por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

Foto/Pixabay. Com informações da Agência Brasil

16

Out

Mercado

Nove em cada dez consumidores fazem algum tipo de serviço em casa para economizar, aponta levantamento

Sair comprando de forma inconsequente tem diversas implicações negativas. A mais percebida pelo consumidor é aquela que impacta sua vida de forma imediata. Por essa razão, o aspecto financeiro é o que mais influencia as práticas de consumo consciente entre as pessoas — ou seja, quando pesa no bolso. O levantamento aponta que dentre as várias práticas que já fazem parte da rotina dos brasileiros, destacam-se: sempre pesquisar preço, que resulta na compra dos itens mais baratos (92%), avaliar previamente o orçamento para saber se é possível levar ou não um determinado produto (91%) e optar por não adquirir algo novo quando o bem ainda pode ser usado ou até mesmo consertado (90%).

Além disso, 88% dos entrevistados disseram ter o costume de fazer na própria casa alguns serviços que poderiam ser contratados fora para economizar, como manicure, pet shop, cinema e lanches. Outros 87% garantem que sempre planejam as compras do dia a dia, como supermercados, feiras e pequenas aquisições.

A pesquisa também indica que há um esforço por parte dos consumidores em controlar o orçamento e economizar ao máximo. Enquanto 78% sempre pedem descontos em suas compras, 77% não recorrem ao cheque especial ou ao limite do cartão de crédito para conseguir fechar as contas do mês. Para 75%, uma forma de economizar é consumir somente frutas e verduras da época, por serem mais baratas. Outros 72% evitam fazer compras parceladas para não comprometer o seu rendimento mensal.

“A crise, ainda que à força, vem ensinando os brasileiros muitas lições valiosas sobre economizar e pesquisar antes de sair comprando. Não se trata de simplesmente frear o consumo, mas sim de entender que é preciso comprar com inteligência. Em vez de procurar sempre um produto novo, é possível buscar a reutilização, a troca, o aluguel, o conserto ou meios que não envolvam, exclusivamente, a decisão de jogar fora e comprar outro”, avalia o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Entrevistados acreditam que o consumo consciente só será importante daqui a alguns anos

Uma boa notícia refere-se à adoção de hábitos sustentáveis do ponto de vista ambiental, que já estão incorporados à rotina dos brasileiros, segundo revela a pesquisa. Ao considerar o consumo racional de água, a atitude mais adotada pelos entrevistados (92%) é fechar a torneira enquanto se escova os dentes. Em seguida, aparecem os que afirmam controlar todo mês o valor da conta de água (86%), ensaboar a louça com a torneira da pia fechada (85%), não considerar um exagero a crença de que um dia a água irá acabar (85%) e não lavar a casa ou a calçada com mangueira (83%).

Quanto ao uso racional de energia elétrica, que tem grande impacto social e ambiental, há também uma conscientização crescente dos brasileiros. Apagar as luzes de ambientes que não estão sendo utilizados é a principal prática (95%) mencionada. O segundo hábito mais comum de economia está ligado ao controle do valor da conta de luz (90%) e o terceiro é passar roupas apenas quando existe um volume grande de peças (82%). Há ainda 76% de consumidores que têm a preocupação em verificar a quantidade de energia que determinado eletrodoméstico gasta antes de comprá-lo e 73% que dão preferência à utilização de lâmpadas de LED na residência.

Entre as ações de preservação do meio ambiente, as mais comuns citadas na pesquisa são doar ou trocar um produto antes de jogá-lo fora (86%) e evitar imprimir papéis para reduzir gastos e prejuízos ao planeta (79%). Em contrapartida, há um sinal de alerta: mais da metade só acha importante praticar o consumo consciente daqui a alguns anos, quando problemas mais graves atingirem o meio ambiente (55%).

Principais obstáculos ao consumo responsável são os maus hábitos

A pesquisa também revela quais são os aspectos que motivam o consumo consciente. Para 35% dos entrevistados, o uso racional de água e energia elétrica está ligado a ações que evitam o desperdício de um bem que pode acabar, ao passo que 22% afirmam dar o exemplo aos filhos, família, amigos e vizinhos, influenciando suas atitudes.

Além disso, a maioria das pessoas ouvidas desaprova atitudes de consumo nocivas quando veem outros desperdiçando água, energia ou comprando produtos sem se preocupar com o meio ambiente. De cada dez entrevistados, seis (60%) se sentem prejudicados por acreditarem que nada irá mudar se apenas eles próprios e não o todo fizerem sua parte.

Entre os principais obstáculos apontados quanto à adoção de atitudes de consumo consciente, o mais citado tem a ver com maus hábitos que vão se tornando rotineiros sem que a pessoa perceba. Quando o assunto é economizar água, luz e telefone, 33% reconhecem que a principal barreira é a distração ou esquecimento. Já 22% afirmam ficar desmotivados por não verem resultados diante das mudanças de atitude, enquanto 20% mencionam falta de tempo.

Preço de produtos falsificados atraem 58% dos brasileiros

Para entender o quanto as pessoas enxergam seu papel e lugar como indivíduos que agem em favor da coletividade, o levantamento quis saber quais ações estão sendo feitas. As práticas mais citadas são: incentivar as pessoas de casa a economizarem água e luz (93%), priorizar o tempo livre com família ou amigos, em vez de ir a shoppings ou fazer compras (89%), evitar compras de produtos de marca ou empresas que utilizam trabalho escravo (87%) e aconselhar outras pessoas a pensar se elas realmente precisam daquilo que vão comprar ou se é apenas um desejo passageiro (82%). Um dado que chama a atenção no levantamento mostra que 58% acabam comprando algumas vezes mercadorias não originais pelo preço atrativo.

Foram entrevistados 824 consumidores, nos meses de maio e junho, nas 27 capitais brasileiras, acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para uma confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

16

Out

Mercado

Brasileiro considera importante o consumo consciente mas prioriza economizar, aponta pesquisa

Apesar de a maioria dos brasileiros reconhecer a importância de atitudes sustentáveis de consumo, poucos vêm adotando práticas mais responsáveis no dia a dia. Foi o que constatou uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realizada em todas as capitais do país. De acordo com o levantamento, a maioria dos brasileiros (55%) se encaixa no grupo de ‘consumidores em transição’, ou seja, com hábitos de consumo consciente ainda aquém do desejado. Os pouco ou nada conscientes somam 14% de entrevistados, ao passo que apenas 31% podem ser considerados ‘consumidores conscientes’.

Os dados fazem parte do Indicador de Consumo Consciente (ICC), que em 2018 atingiu 73%, mantendo-se estável em relação ao ano passado (72%). O ICC pode variar de 0% a 100%: quanto mais próximo de 100% for o índice, maior é o nível de consumo consciente. Para chegar-se ao resultado são aplicadas perguntas relativas aos hábitos, atitudes e comportamentos da rotina dos brasileiros, considerando os aspectos financeiros, ambientais e sociais.

O estudo indica que embora as pessoas enxerguem o consumo consciente como fator que pode fazer diferença na qualidade de vida, essa preocupação nem sempre se traduz em ações concretas. Prova desse contrassenso é que se por um lado os entrevistados demonstram não praticar com muita frequência atitudes sustentáveis, por outro quase a totalidade (98%) considera importante ou muito importante ter uma vida com hábitos de consumo mais consciente — seja pela economia de recursos de água e energia, reduzindo as compras ou pelo reaproveitamento das coisas.

“Muita gente entende a importância de transformar boas intenções em bons hábitos, mas só toma alguma atitude quando a conta fica cara. E não basta ter um esforço de conscientização apenas em situações críticas. Essa prática deve ser contínua, além de estar claro que a escassez de recursos é uma realidade bem próxima”, ressalta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawaut.

11

Out

Mercado

Estimativa é que aeroporto de Natal receba 29 mil passageiros durante o feriado

Entre hoje (11) e a segunda-feira (15), durante o feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, a movimentação no Aeroporto de Natal deverá ser de 29.475 passageiros, entre embarques, desembarque e conexões. A Inframerica, administradora do Terminal aéreo, espera para o período 212 pousos e decolagens, incluindo 14 voos extras.

A estimativa para hoje (11) é de 6.258 mil passageiros e 45 pousos e decolagens, com fluxo mais intenso a partir das 13 h. Na segunda-feira, no retorno do feriado, a previsão é de 5.883 mil usuários e 42 movimentos aéreos. A grande procura é para as regiões Sudeste (Rio de Janeiro e São Paulo) e Nordeste (Salvador e Fortaleza) do país.

A Inframerica informa que todos os passageiros passarão por inspeção de raio-x ao embarcar, e que alguns poderão ser selecionados para revistas aleatórias conforme prevê a legislação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Por isso, é recomendado chegar com 1h30 de antecedência para voos domésticos e 2h30 para voos internacionais.

Foto/pixabay

8

Out

Mercado

Confira se a sua profissão está entre as que mais cresceram no mercado de trabalho nos últimos dez anos

Estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra que o desempenho da economia nos últimos dez anos impactou de forma significativa o mercado de trabalho formal no Brasil. Se em 2010, tanto a economia quanto o mercado formal de trabalho, acusaram suas melhores performances anuais recentes, no biênio 2015/2016 a recessão destruiu mais de 2,8 milhões de postos formais de trabalho – o equivalente a uma redução de 7% no emprego celetista no acumulado desses dois anos.

“Ainda que indesejável à sociedade, o aumento do desemprego desencadeou uma espécie de processo de ‘seleção natural’ no mercado de trabalho”, afirma Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC. Entre 2007 e 2017, o contingente de trabalhadores celetistas que possuem nível superior completo ou incompleto aumentou 62,6%, contra um avanço de 23,1% na média do emprego formal. Por outro lado, diversos profissionais empregados com níveis inferiores de qualificação ou mais expostos ao avanço tecnológico ao longo da cadeia produtiva passaram a representar um contingente menor da força de trabalho celetista do País. Em 2007, 16,3 milhões de pessoas formalmente ocupadas não tinham mais do que o nível médio incompleto (43,5% do total). Dez anos depois, esses trabalhadores representavam 25,5% do mercado (11,8 milhões de pessoas).

Profissões em alta e em baixa

Dentre as 20 profissões que mais avançaram entre 2007 e 2017 a CNC destaca uma predominância de atividades voltadas para a saúde (cuidadores de idosos, preparadores físicos, técnicos de enfermagem, técnicos em saúde bucal e fisioterapeutas) e para a educação infantil (professor de educação infantil e pedagogo), além de profissões relacionadas a serviços de informação e comunicação (analistas de informações, instaladores e técnicos de redes de comunicação e operadores de telemarketing). Na contramão, profissões que requerem baixa qualificação, e cujo serviço está exposto aos avanços da tecnologia, perderam espaço no mercado de trabalho na última década em ocupações concentradas nas indústrias extrativa mineral, extrativa vegetal e têxtil, além de serviços bancários, dentre outros.

A CNC ainda aponta no estudo outra característica marcante do período de crescimento econômico: as maiores oportunidades de empreendedorismo. Os empregadores, como proporção da força de trabalho, passaram de 3,9% em 2007 para 4,7% em 2017.“O crescimento do número de empregadores, no entanto, teve como impulso não a oportunidade, mas a necessidade de empreender após o aumento da taxa de desemprego atingir níveis recordes no primeiro trimestre de 2016”, destaca Fabio Bentes. Nos últimos dez anos, o número de empregadores no País passou de 3,43 milhões para 4,40 milhões de pessoas (alta de 27%).

O Estudo tem como base dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ambos do Ministério do Trabalho (MTE), a Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios Contínua (PNADC) e Produto Interno Bruto (PIB), ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: CNC/Foto: Pixabay