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23

Abr

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Faculdade oferece atendimentos no Alecrim e Zona Norte para os últimos dias de declaração do IRPF

Em menos de uma semana se encerra o prazo para declarar o Imposto de Renda 2019 e mais de 40% dos contribuintes potiguares ainda não enviaram seus dados à Receita Federal. No Brasil, até esta segunda-feira (22), 16.595.450 declarações foram recebidas pelos sistemas da Receita. De acordo com o supervisor nacional do IR, auditor-fiscal Joaquim Adir, a expectativa é de que 30,5 milhões de contribuintes entreguem a declaração.

O prazo termina na terça-feira (30). A Faculdade Estácio de Natal oferece o serviço gratuito de auxílio no preenchimento e envio da documentação com atendimentos no Alecrim e Zona Norte.

Quem for ao Núcleo de Apoio Fiscal e Contábil (NAF) da Estácio Natal receberá o kit completo: recibo e comprovante de declaração, além do esclarecimento de todas as dúvidas quanto ao Fisco. O NAF tem sede na unidade Alexandrino, que fica localizada na Av. Alexandrino de Alencar, 708, bairro Alecrim. O Núcleo estará aberto para atendimento na terça e quinta-feira, das 17h às 20h30.

Os contribuintes que moram na Zona Norte de Natal também têm uma opção mais próxima às suas residências. Uma equipe de estudantes e professores do curso de Contabilidade da Faculdade Estácio de Natal – unidade Zona Norte está com atendimentos para orientações e elaboração da declaração da quinta-feira ao sábado. A atividade conta com a parceria do Tribunal de Justiça do RN.

A equipe oferece atendimento na quinta-feira (25) e sexta-feira (26), das 14h às 18h, na Casa de Justiça e Cidadania, que funciona na Central do Cidadão da Zona Norte. Já no sábado (27), a atividade será realizada na própria faculdade, no horário das 12h às 18h. A Estácio Zona Norte está localizada na Rua Henrique Dias, bairro Igapó.

22

Abr

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Férias frustradas: confira o ranking das aéreas campeãs de reclamações no Brasil

Em 2018, considerando as aéreas com mais de 10% de participação de mercado, a Latam foi a que recebeu o maior número de reclamações na plataforma Consumidor.gov.br em relação ao número de passageiros pagos transportados. A cada grupo de 100 mil passageiros, a empresa foi alvo de 37 registros de reclamações, respondendo por 12.629 das manifestações (50,5% do total) relacionadas às quatro principais aéreas brasileiras no ano passado. Em relação ao índice de solução de demandas, a Latam alcançou média de 74,1%.

A Avianca foi a segunda empresa mais reclamada entre as aéreas com mais de 10% de participação de mercado em 2018. Para cada grupo de 100 mil passageiros pagos transportados, a empresa recebeu 20,8 reclamações e respondeu por 2.546 das manifestações (10,2% do total) relacionadas às quatro maiores aéreas brasileiras em 2018. Quanto à solução das demandas dos passageiros, a Avianca apresentou índice de 72,9%.

Do grupo das empresas com mais de 10% de participação do mercado, Gol e Azul ficaram empatadas em terceiro lugar em número de reclamações por grupo de 100 mil passageiros em 2018, com 17,5 registros cada uma. Contudo, com fatias distintas de mercado, Gol e Azul receberam, respectivamente, 5.855 (23,4%) e 3.946 (15,8%) do total de manifestações destinadas às quatro principais empresas aéreas brasileiras no ano passado.

No quesito solução de demandas, as duas aéreas tiveram desempenho distinto. A Azul apresentou o melhor índice entre as quatro maiores concorrentes, de 77,1%, enquanto a Gol teve o pior resultado, com índice de 72%. O indicador reflete o compromisso das empresas com a solução alternativa de conflitos de consumo. Na média, as aéreas brasileiras alcançaram média de 73,8% em 2018, ficando acima da média obtida pelas estrangeiras (60%) no período.

19

Abr

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Somente 52% já declararam IR no RN; especialista orienta contribuintes que deixaram para última hora

A Receita Federal no Rio Grande do Norte recebeu, até o momento, 52% das declarações de imposto de renda previstas para 20119. O prazo para o recebimento termina no próximo dia 30 de abril. Dos 320.250 contribuintes que devem prestar contas ao “leão” no RN, 169.142 já cumpriram com a obrigação. Essa parcial leva em conta as declarações enviadas até a última quinta-feira (18), antes do feriadão da Páscoa.

Faltando poucos dias para o envio das informações, o contador e diretor-executivo da Way Contabilidade, Péricles Medeiros, orienta os declarantes. “Quem está atrasado na entrega deve ter o cuidado de se informar sobre todos os documentos, tudo que tem que providenciar antes de fazer a declaração. Já que está em cima da hora, é mais do que recomendado procurar um profissional de contabilidade para evitar problemas futuros”.

Para o contador, o índice de 52% apurado pela receita ainda é baixo, por causa da proximidade do fim do prazo. Ele alerta para a obrigatoriedade de inserir na declaração do IR deste ano o número do CPF de dependentes. Isso pode atrapalhar ainda mais o envio dos dados para quem deixou para a última hora. “Os contribuintes com dependentes que ainda não tem CPF tem que correr ao Banco do Brasil, Correios, Lotéricas, Receita Federal e outras instituições que emitem esse documento para ter posse do número e inserir na declaração”, aconselhou.

Este ano é obrigatório apresentar a declaração anual aquele contribuinte que, no ano-calendário de 2018, recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, quem obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50.

A declaração pode ser feita de três formas: pelo computador, pelo aplicativo pra celular ou tablet “Meu Imposto de Renda” ou por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Pelo computador, será utilizado o Programa Gerador da Declaração - PGD IRPF2019, disponível no site da Receita Federal(receita.economia.gov.br).

18

Abr

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Governo instala nova Câmara Setorial de Comércio e Serviços

O Governo do RN instalou oficialmente, na tarde desta quarta-feira (17), a Câmara Setorial de Comércio e Serviços, a segunda do novo Sistema de Câmaras Setoriais do Rio Grande do Norte. O evento aconteceu no gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (Sedec).

Participam do novo dispositivo órgãos do Governo, instituições coligadas, empresários, bancos e representantes de associações comerciais - também se destaca a presença da academia: universidades públicas e escolas de ensino técnico (UFRN, UERN e IFRN).

“É através do diálogo com o setor empresarial e a presença das universidades que nós poderemos avançar no desenvolvimento econômico e social do nosso Estado com a geração de emprego e renda”, afirmou a governadora Fátima Bezerra, ao lembrar que o setor de comércio e serviços representam mais de 70% dos empregos do Rio Grande do Norte.

O secretário da Sedec, Jaime Calado, reforçou o papel da Câmara: “Vamos juntos achar gargalos para os problemas que existam ou possam existir. Traremos a pesquisa aplicada para a gestão em busca de inovação”, acrescentou.

As Câmaras são fóruns permanentes de discussão entre entidades públicas e privadas de cada setor da economia. Serão criadas pelo menos 6 Câmaras até o final do ano. Além da Câmara de Comércio e Serviços - e a da Indústria, instalada em fevereiro - a Sedec irá reunir ainda representantes dos setores de Pesca e Aquicultura, Minérios, Energias e Ciência e Tecnologia.

Para o superintendente do Sebrae/RN, José Ferreira Melo, a iniciativa é vista de forma positiva para o setor. “Vamos criar uma agenda positiva para o RN, na qual a gente possa valorizar e fortalecer a nossa economia para transformar o Estado em um local viável economicamente e que seja bom para a população potiguar. Não melhoramos na questão social se não tivermos um desenvolvimento econômico forte”, disse.

Durante a solenidade, o vice-presidente da Fecomércio RN, Gilberto Costa, aproveitou para entregar à governadora um documento reunindo sugestões do segmento para aumentar a competitividade do setor no Estado. “O RN estava precisando dessa união de esforços”, destacou.

17

Abr

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Atividade do comércio cresce 2,33% em março, aponta indicador da CNDL/SPC Brasil

O comércio varejista segue em trajetória de recuperação, mas a passos lentos. Dados apurados pelo Indicador de Atividade do Varejo da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que as consultas para vendas a prazo cresceram 2,33% no acumulado em 12 meses até março deste ano.

No mesmo período do ano passado, as vendas do segmento haviam crescido 1,49%. Já nos anos anteriores, em plena recessão econômica, os dados estavam no negativo, com queda de -4,49% em 2017, -4,39% em 2016 e -0,84% em 2015.

O Indicador de Atividade do Comércio é construído a partir do volume de consultas de CPFs e é um termômetro da intenção de compras a prazo por parte do consumidor, abrangendo os segmentos varejistas de supermercados, lojas de roupas, calçados e acessórios, móveis e eletrodomésticos, entre outros.

Outro dado também apurado pelo indicador é o nível de atividade no comércio atacadista. Nesse caso, que não leva em consideração a venda de veículos e motocicletas, o crescimento no acumulado em 12 meses até março foi de 4,73%. O dado sucedesse outras duas altas observadas neste ano, como a expansão de 5,29% em janeiro e 5,66% em fevereiro.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o desempenho das vendas tem esboçado uma reação nos últimos meses, mas apesar da trajetória de recuperação, ainda não retornou para o nível de antes da crise.

“A atividade varejista foi impulsionada pela melhora da confiança dos consumidores e dos empresários após o desfecho das eleições, mas ainda enfrentará novos desafios, como a persistência do desemprego em patamar elevado e da massa salarial que somente agora voltou ao patamar pré-crise. A inflação sob controle é um fator positivo para a expansão das vendas, mas a inadimplência limita o acesso das famílias ao crédito, prejudicando as vendas a prazo”, analisa o presidente.

Metodologia

O Indicador de Atividade do Comércio é construído a partir das consultas de CPFs feitas nas bases de dados que o SPC Brasil tem acesso. As consultas de CPF indicam a intenção de compra a prazo por parte do consumidor e podem resultar, ou não, na efetivação da venda. Para a construção do Indicador, considera-se apenas as consultas feitas pelo setor de Comércio. Os dados podem ser abertos por Comércio varejista e atacadista a de bens não duráveis e semiduráveis. Acesse a íntegra do indicador em: https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

17

Abr

Mercado

Maioria de queixas contra bancos é sobre oferta de produtos e serviços

O Santander liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras no primeiro trimestre, informou ontem (16), em Brasília, o Banco Central (BC). Foram consideradas apenas as instituições com mais de 4 milhões de clientes.

No período, o BC recebeu 1.135 queixas consideradas procedentes contra o banco, sendo a maioria relacionada à “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada (246)”.

Para elaborar o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão.

Assim, é gerado um índice, que representa o número de reclamações do banco para cada grupo de 1 milhão de clientes.

O resultado é, portanto, avaliado pela quantidade de clientes de cada instituição financeira. Com esse cálculo, o Santander ficou com índice 25,93. O conglomerado do banco tem mais de 43,7 milhões de clientes.

Em segundo lugar nas queixas, vem a Bradesco, com índice 23,35 e 2.239 reclamações. E, em terceiro, a Caixa Econômica Federal, com índice 23,25 e 2.121 reclamações. O Bradesco tem mais de 95,8 milhões de clientes e a Caixa, 91,2 milhões.

No total, o Banco Central recebeu 11.628 reclamações contra todas as instituições financeiras.

A maioria das reclamações é relacionada com a oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada (2.094) e irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito (1.277).

17

Abr

Mercado

Participação de produtos importados no consumo do país é a maior desde 2011, diz CNI

A participação de produtos importados no consumo dos brasileiros aumentou 1,3 ponto percentual em relação a 2017 e alcançou 18,4% em 2018, o maior nível desde 2011, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (16) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que realizou pesquisa com as empresas do setor.

Trata-se do segundo ano consecutivo de alta do indicador, o que mostra que a indústria brasileira segue perdendo competitividade e, consequentemente, mercado para os concorrentes estrangeiros. “Desde 2003, esse é o segundo maior valor do indicador, perdendo apenas para os 18,8% registrados em 2011”, destacou a CNI.

“O aumento do coeficiente de penetração das importações ocorreu apesar da desvalorização do real no período, que encarece os produtos importados frente aos nacionais”, afirma o estudo.

Entre os 23 setores da indústria de transformação analisados, apenas três registraram queda no consumo de importados e ganharam espaço no mercado doméstico entre 2017 e 2018: o de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis (queda de 2,1 pontos percentuais), o de celulose e papel (recuo de 0,4 ponto percentual) e o de bebidas (redução de 0,3 ponto percentual).

Já o coeficiente de insumos industriais importados, que mede a participação dos insumos importados na produção da indústria, subiu de 23,1% em 2017 para 24,3% em 2017, atingindo o maior valor desde 2014, quando era de 25,9%. Dos 19 setores da indústria de transformação, apenas três – metalurgia, químico, e impressão e reprodução – reduziram a proporção de insumos importados.

Vendas externas

O coeficiente de exportação, que mede a importância do mercado externo para a indústria, ficou praticamente estável, passando de 15,7% em 2017 pata 15,8% em 2018. “Tal comportamento deve-se, sobretudo, à recuperação da produção doméstica, que praticamente acompanhou o aumento das exportações”, afirma o estudo.

Já o coeficiente de exportações líquidas, que mostra a diferença entre as receitas obtidas com as exportações e as despesas com a importação de insumos industriais, caiu de 6,5% em 2017 para 5% em 2018 em valores correntes.

Fonte: G1, via Fecomércio

16

Abr

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Hotelaria estima ocupação de 81% durante a Semana Santa em Natal

A ABIH-RN (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio Grande do Norte) divulgou nesta terça-feira (16) os números da ocupação hoteleira durante o feriado da Semana Santa. A perspectiva de ocupação na capital foi de 81%.

De acordo com José Odécio, presidente da ABIH-RN, o crescimento é sinônimo de satisfação mesmo em baixa estação. Ele explica que apesar dos altos preços nas passagens aéreas o turismo sol e mar está sempre em alta. "Os hotéis abrigam turistas que estão à procura de descanso nas praias potiguares. Natal possui belezas naturais, uma vasta rede hoteleira e boa gastronomia. Isso encanta o turista e consequentemente a procura pelo destino aumenta", esclarece.

José Odécio lembra que em relação ano passado, as reservas chegaram a 72% em Natal. Já em Pipa, este ano apontou uma queda chegando a 70%, preocupando o setor, uma vez que em 2018, a média de ocupação foi de 84%. Em Mossoró, os índices indicam uma elevação nos leitos e ao todo somam 75% na acomodação.

Para o presidente da ABIH-RN, o futuro do turismo potiguar preocupa. “Qualquer perda, por menor que seja no setor, é significativa. O Turismo era o setor com maior participação na economia formal do estado. Infelizmente a economia está preocupada devido ao alto valor das passagens aéreas. Precisamos do apoio dos nossos representantes para resgatar a autoestima do estado. Ontem tivemos um debate na Câmara Natal onde discutimos o futuro do turismo. Dependemos da votação da Medida Provisória 863/2018 para só assim quebrar o monopólio das empresas aéreas e gerar concorrência no mercado brasileiro”, pondera.

15

Abr

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Quase 67% dos empresários do Nordeste esperam faturar mais

Os proprietários de micro e pequenas empresas do Nordeste estão otimistas quanto aos rumos da economia do país e também dos negócios para os próximos meses.  De acordo com a Sondagem Conjuntural, a primeira de 2019 feita pelo Sebrae, 66,9% dos empresários do Nordeste acreditam que o faturamento da empresa vai aumentar nos próximos 12 meses. A pesquisa ouviu, entre fevereiro e março, quase 3 mil empreendedores de pequeno porte, sendo 574 somente no Nordeste brasileiro, para compor o Índice de Confiança dos Pequenos Negócios do país.

O levantamento revela que 22,8% desses empresários da região estimam que as receitas totais da empresa não deverá ter alterações daqui para frente. Já 7,3% acham que o faturamento deverá cair nos próximos meses e 3,1% não sabem o que pode acontecer. Mesmo com a maioria do empresariado nordestino estando otimista em relação ao aumento das receitas, o percentual é o menor entre todas as outras regiões, cujo topo do ranking ficou com os empreendedores da região Norte, onde o 93,1% acreditam que vão faturar mais.

O estudo feito pelo Sebrae Nacional também verificou a percepção dos empresários nordestinos acerca de um item que influencia diretamente na economia: a possibilidade de novas contratações e demissões. Segundo a Sondagem Conjuntural, 26,7% dos empresários nordestinos acham que vão contratar funcionários nos próximos meses. Outros 25,8% não pretendem nem contratar nem demitir e outros 23,9% já pensam que vão demitir. De acordo com a pesquisa do Sebrae, 5,1% pretendem substituir funcionários. 17,4% não possuem funcionários e 1,1% não sabem.

Economia nacional

O estudo do Sebrae também avaliou a expectativa dos empresários quanto ao futuro da economia brasileira. 58,9% dos empresários do Nordeste acreditam que a economia do Brasil vai melhorar nos próximos 12 meses. Outros 21% acham que o cenário deve permanecer como está e 17,4% estima que vai piorar. 2,7% não sabe informar. Daqueles que estão otimistas, os mais confiantes são os empresários nordestinos do setor de serviço (62,6%). No comércio, a confiança é de 60,7%, na indústria 59,7% e na construção civil 48,9%.

Entre aqueles que acreditam que a economia tende a melhorar, os principais motivos citados foram o otimismo em relação ao novo governo e também a percepção dos empresários de que a economia mostra sinais de recuperação.

Já entre os empresários que acreditam que a economia irá piorar nos próximos meses, o motivo os motivos mais citados referem-se, principalmente, às taxas de desemprego, que se mantêm altas, a percepção de que a economia não está dando sinais de recuperação e de que o brasileiro compra menos por estar endividado. Isso também afeta em grande proporção o pessimismo dos empresários. A margem de erro da pesquisa é de 1,8% e o intervalo de confiança é de 95% para os resultados gerais.

 

12

Abr

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Potigás projeta expansão de rede e ultrapassa marca de 24 mil clientes

A Companhia Potiguar de Gás ligou mais de mil clientes nos primeiros cem dias de 2019, o que representa um aumento de 5% no total de clientes. Com as novas ligações à rede de gasodutos da distribuidora, a Potigás agora conta com 24.386 usuários do gás natural canalizado, combustível mais barato, prático, seguro e sustentável.

O aumento no número de clientes impactou também no volume do gás comercializado para os segmentos comercial e residencial, que cresceu 9,12% no primeiro trimestre de 2019, em comparação ao mesmo período do ano anterior. No total, a Companhia distribui 313 mil metros cúbicos diários de gás natural canalizado para os quatro segmentos de atuação: comercial, residencial, industrial e veicular.

Os primeiros meses de 2019 foram de muitas obras de infraestrutura através da construção de gasodutos, movimentando a economia norte-rio-grandense, gerando emprego e renda para o povo potiguar. Foram implantados quase 3 mil metros de gasodutos nesse período. Só em Mossoró foram executados 2,5 mil metros, beneficiando os bairros de Nova Betânia e Alto de São Manoel.

Em 2019, a Potigás projeta a maior expansão de rede dos seus 25 anos de história através da implantação de quase 21 mil metros de gasodutos para beneficiar ainda mais os potiguares com um combustível econômico, moderno e sustentável.

“Com esse crescimento, a Potigás cumpre sua função social de fomentar o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Norte através do investimento em infraestrutura para instalação de empresas que movimentam a economia potiguar”, afirma Larissa Dantas Gentile, diretora presidente da Potigás.

11

Abr

Mercado

Projeto com foco na estruturação de políticas públicas para o varejo chega a Natal

A cidade de Natal recebe, no próximo dia 12 de abril, uma iniciativa do Políticas Públicas 4.0 (PP 4.0), convênio firmado entre a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O projeto pretende unir entidades e associados do Sistema CNDL e representantes do poder público em discussões em torno de questões essenciais para o desenvolvimento do setor varejista no país.

O encontro tem como objetivo realizar atividades coletivas com foco no desenvolvimento local e regional conciliando interesses comuns e objetivos compartilhados. “O fortalecimento das lideranças do setor varejista depende de ações articuladas com a participação dos setores público, privado e terceiro setor.

Neste sentido, haverá também destaque para atividades efetivas de articulação das lideranças com o poder público para alinhamento das demandas na agenda política local”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa. “Os resultados desses encontros serão compilados de forma a materializar demandas, planos de ação e propostas de políticas públicas”, pontua.

Especialista conduz ação – O professor Marcos Lima, consultor do Instituto de Avaliação, Gestão & Educação (IAGEE), organização especializada em gestão de políticas públicas e organizacionais, fala sobre sua contribuição no programa.

“O nosso foco de atuação será desenvolver e implantar metodologias que promovam, por meio da articulação de lideranças, o desenvolvimento regional e local, com a estruturação concreta de propostas de políticas públicas para o varejo brasileiro”, explica.

Lima exalta a iniciativa pelo poder de mobilização das lideranças do Sistema CNDL, considerando interesses comuns e objetivos compartilhados entre o setor do varejo e as demais políticas públicas setoriais. O especialista explica que os resultados das atividades serão compilados de forma a materializar demandas, planos de ação e propostas de políticas públicas que deverão ser articuladas junto aos atores políticos.

“Pela minha experiência, esses processos de construção têm demonstrado que nós poderemos não só mobilizar e conscientizar as lideranças do varejo, mas também contribuir para uma melhor organização interna do setor varejista que é tão fundamental para a economia nacional”, avalia.

5

Abr

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Endividamento de famílias brasileiras atinge maior patamar desde 2015

O percentual de famílias brasileiras com dívidas (em atraso ou não) chegou a 62,4% em março deste ano. O índice é superior aos 61,5% de fevereiro deste ano e aos 61,2% de março do ano passado. Esse também é o maior patamar de endividamento das famílias desde setembro de 2015, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada ontem (4) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Já as famílias inadimplentes, ou seja, aquelas que têm dívidas ou contas em atraso, ficou em 23,4% em março deste ano, acima dos 23,1% do mês anterior. Na comparação com março do ano passado (25,2%), no entanto, o indicador teve uma queda de 1,8 ponto percentual.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso aumentou de 9,2% em fevereiro para 9,4% em março deste ano. No entanto, continuou abaixo do patamar de março do ano passado (10%).

Segundo a economista da CNC Marianne Hanson, além da recuperação gradual das concessões de crédito e do consumo das famílias, há um fator sazonal que influi nos resultados: a incidência dos gastos extras de início de ano, ocasionando uma demanda maior por empréstimos.

O cartão de crédito foi apontado como o principal motivo das dívidas por 78% das famílias endividadas, seguido por carnês, para 14,4%, e, em terceiro, por financiamento de carro, para 10%.

Fonte: Agência Brasil

4

Abr

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País já tem 8,1 milhões de microempreendedores formais; veja atividades em alta entre MEIs

O número de microempreendedores individuais (MEIs) no país ultrapassou neste ano a marca de 8 milhões, fechando março com 8.154.678 cadastros, segundo dados do Portal do Empreendedor do governo federal. Nos últimos 5 anos, desde o período pré-recessão, o número de MEIs no país já cresceu mais de 120%. Somente nos 3 primeiros meses do ano, o Brasil ganhou 379 mil novos microempreendedores individuais.

O programa, que em 2019 completa 10 anos, foi lançado para incentivar a formalização de pequenos negócios e de trabalhadores autônomos como vendedores, doceiros, manicures, cabeleireiros e eletricistas, entre outros, a um baixo custo. Mas, com a crise do mercado de trabalho e aumento do trabalho por conta própria, tem se transformado também em opção de ocupação temporária, de “bico” ou do chamado “empreendedorismo por necessidade”.

Segundo os números do IBGE, o desemprego atinge atualmente mais de 13 milhões de brasileiros, o que tem contribuído para o aumento do número recorde de trabalhadores por conta própria, categoria que inclui os MEIs. No trimestre encerrado em fevereiro, eram 23,8 milhões de trabalhadores nessa situação.

Atividades em alta

Os serviços de entrega rápida estão entre as atividades de MEIs em alta e com a maior expansão no número de registros nos últimos meses, segundo levantamento do Sebrae. Nos últimos 15 meses, foram mais de 36 mil novos cadastros nesta categoria, elevando para 91 mil o número de MEIs que atuam nesta atividade.

As atividades que mais crescem, segundo o Sebrae, são as relacionadas a vendas e marketing direto, serviços de beleza, serviços domésticos, transportes e pequenos reparos.

As categorias com maior acréscimo de registros de MEIs nos últimos 15 meses são: Promoção de vendas (+59.538 registros); Cabeleireiros, manicure e pedicure (+43.695 registros); Serviços domésticos (+39.630 registros); Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo (+36.321 registros); Serviços de entrega rápida (+32.660 registros); Obras de alvenaria (+26.838 registros); Atividades de ensino (+23.616 registros); Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial (+19.213 registros); Apoio e assistência a paciente no domicílio (+19.071 registros); Transporte rodoviário de carga (+18.025 registros); Fornecimento de alimentos (+11.249 registros); Serviço de táxi (+8.619 registros).

Atualmente, são mais de 500 atividades permitidas para o registro de MEI. Além da atividade principal, o microempreendedor pode registrar até 15 ocupações para atividades secundárias. Os profissionais do setor de beleza, vendedores do ramo de vestuário, pedreiros e pequenas lanchonetes lideram a lista de atividades com o maior número de microempreendedores, segundo o levantamento do Sebrae.

3

Abr

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Dinheiro: Quase metade dos casais costuma brigar por questões relacionadas a gastos

Quando o assunto é dinheiro, no entanto, manter um diálogo em casa nem sempre é tarefa fácil, já que cada pessoa possui uma forma própria de lidar com as contas no dia a dia. O levantamento, feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB),revela que 46% dos casais admitem brigar por questões financeiras, sendo que o principal motivo das desavenças está ligado aos gastos realizados pelo parceiro além de suas condições financeiras (38%). Já 54% não costumam entrar em conflito por causa de dinheiro.

As discussões também são motivadas pelo fato de o cônjuge gastar tudo o que ganha e não formar uma reserva financeira (27%), existir discordâncias em relação aos gastos da casa (25%) e os atrasos no pagamento das contas (25%). Além disso, o hábito de consumir além da capacidade financeira também é considerado prejudicial à saúde do orçamento familiar, de acordo com o levantamento. Metade dos entrevistados (51%) acredita que algum dos familiares compromete com frequência o equilíbrio das contas, sendo o cônjuge apontado como um dos maiores responsáveis (20%). O estudo mostra ainda que 40% costumam gastar mais do que podem para satisfazer as vontades do marido ou da mulher.

Questionados sobre quem costuma ser mais cuidadoso em administrar as finanças da casa, entre os casados ou que vivem em união estável, 52% consideram ter um controle melhor do que seus cônjuges. Já 27% declararam que ambos são igualmente controlados e 18% que é o outro. Apenas 2% reconhecem que ambos são descontrolados.

“Dividir a vida com outra pessoa requer compartilhar não apenas sonhos e planos, mas sobretudo a realidade dos gastos pessoais e da família, com maior abertura possível. Não é saudável deixar para conversar com o parceiro apenas na hora em que acontece um problema. A confiança acaba sendo comprometida, com desgaste no relacionamento”, avalia a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Três em cada dez entrevistados contam ao parceiro apenas parte das compras que fazem; principais itens omitidos são roupas e calçados

A pesquisa também constatou que 89% dos entrevistados compartilham com o cônjuge ou companheiro quanto ganham por mês, sendo que 60% sabem o valor exato e 29% apenas a quantia aproximada. A grande maioria (95%) costuma abrir seus gastos pessoais ao parceiro, sendo que 66% contam todas as compras que fazem e 29% apenas algumas.

Entre os itens omitidos em relação aos gastos, estão roupas, calçados e acessórios (32%), maquiagem, perfumes e cosméticos (27%), além de comida ou guloseimas (25%). A principal razão apontada para não contar para o cônjuge as compras feitas é evitar brigas ou conflitos (45%). Outros 25% reservam parte do dinheiro para gastar como quiser no dia a dia e 15% evitam comentar quanto consomem por não gostar de ter seu dinheiro controlado pelas pessoas.

Ao avaliar se os casados pensam no futuro, 42% responderam que têm um planejamento de vida em conjunto para os próximos cinco anos e respeitam a estratégia traçada para atingir a meta — especialmente os mais jovens, com 80% das menções. Em contrapartida, 31% dos casais não possuem qualquer tipo de plano, e 27% dos entrevistados afirmam ter planos financeiros para o futuro, mas não fazem nada de concreto para atingi-lo.

3

Abr

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Cresce o número de brasileiros que conversam sobre orçamento familiar em casa

Falar sobre dinheiro tem sido uma rotina cada vez mais frequente entre as famílias brasileiras. É o que revela uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Os dados mostram que 85% dos entrevistados conversam em casa sobre o orçamento, sendo que metade (51%) discute com frequência – número que cresceu 7 p.p. em relação ao ano passado – e 21% apenas quando a situação financeira não está boa. Além disso, 15% assumem não tocar no assunto.

Considerando a forma como os rendimentos da família são organizados, 51% mantêm os ganhos em contas separadas, com cada um administrando suas finanças individualmente. Outros 25% possuem conta conjunta envolvendo todo o rendimento da família e, em 19% dos casos, cada familiar separa parte dos rendimentos para guardar na conta única da família e faz o que quiser com o restante do seu dinheiro.

Quando se observa como os casais pensam no que se refere à reserva financeira da família, 23% dos entrevistados afirmaram nunca ter sobras no orçamento familiar, fazendo com que o dinheiro seja sempre direcionado para o pagamento de contas básicas. Em 17% dos casos, quando há sobras, esse recurso é destinado para uso pessoal — percentual que sobre para 23% entre os mais jovens. Para outros 17%, o dinheiro fica guardado para gastos do mês seguinte, enquanto 15% direcionam para poupança ou algum tipo de investimento pessoal e outros 15% guardam o valor que sobra em um investimento da família.

Ainda de acordo com o estudo, 79% dos brasileiros que moram com familiares tomam decisões sobre os gastos em conjunto com todos da casa. Já 21% afirmam que a última palavra cabe a um único morador. No que diz respeito ao uso do próprio dinheiro no dia a dia, 91% disseram tomar as próprias decisões.

“Independentemente de quem paga as contas, se não há diálogo, a tendência é que surjam divergências e gastos que vão extrapolar o orçamento. É muito importante manter conversas frequentes para estabelecer alguns pontos, como valor disponível para as despesas da casa, se haverá sobras para gastos extras e, acima de tudo, definir uma quantia que possa servir de reserva para imprevistos e realização de planos da família”, ressalta o Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Mansur.