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10

Dez

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Funpec abre processo seletivo para Analista de Negócios

A Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (Funpec) abriu processo seletivo nesta sexta-feira, 7, para preenchimento de uma vaga para analista de negócios. A atuação será em projeto acadêmico gerenciado pela Fundação. O salário é de R$ 4.272,03, com carga horária de 40 horas semanais.

Os candidatos à vaga deverão ter nível superior completo em Administração, além de curso de especialização na área administrativa. Também é necessário ter experiência comprovada de, no mínimo, seis meses na área de assessoria de gestão e/ou como analista de negócios.

As inscrições vão até o dia 13 de dezembro e são feitas, gratuitamente, no site da Funpec (www.funpec.br). Lá constam o edital de seleção e o formulário de inscrição. O processo seletivo será realizado em duas etapas: análise de currículo e entrevista técnica. O resultado final será divulgado no site da Fundação.

10

Dez

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Estudo apontou que o turismo gerou mais de 6 mil postos de trabalho em outubro

O setor de turismo no Brasil fechou o mês de outubro de 2018 com saldo positivo de 6.452 postos de trabalho. O estudo Empregabilidade no Turismo, produzido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), verifica que foi o terceiro aumento consecutivo. O saldo do ano até outubro, no entanto, aponta um crescimento de apenas 647 vagas – resultado impactado pela greve dos caminhoneiros, quando as empresas tiveram que realizar ajustes, fechando 24.267 postos de trabalho entre maio e julho deste ano.

“Em relação a outubro de 2017, as atividades típicas do turismo criaram 2.440 empregos, sinal de que o mercado tem se restabelecido no ritmo atual do crescimento da economia”, avalia o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes. Em 12 meses terminados em outubro de 2018, o emprego no turismo apontou recuperação das atividades (+2.162 vagas), enquanto ano passado, no mesmo período, o saldo foi negativo de -16.781 postos, em virtude da dimensão da crise econômica.

Empregos por setor

No mês de outubro, a criação de vagas formais foi 60,8% maior do que no mesmo período do ano passado. Os segmentos que mais geraram empregos foram hotéis e similares (+1.177) e restaurantes e similares (+5.062). O emprego no transporte aéreo (+266) e nas locadoras de veículos (+519) também sugeriu o aumento da demanda nestes segmentos. Em contrapartida, as empresas de transporte rodoviário de passageiros foram as que mais cortaram postos de trabalho (-599).

Resultado por estado

Regionalmente, Sudeste (+3.619) e Sul (+2.112) destacaram-se no mês de outubro, criando 88,8% das vagas abertas nas atividades características do turismo. Nesse aspecto, São Paulo (+2.996) e Santa Catarina (+1.188) revelaram os maiores saldos.

O estado do Rio de Janeiro conseguiu criar +586 empregos, segunda variação positiva consecutiva no ano. Em setembro, o estado também gerou poucas vagas (+218). No acumulado do ano de 2018, no entanto, a economia fluminense mais destruiu empregos do que criou, com um saldo negativo de -9.899 vagas, e, em 12 meses com menos 11.452 vagas, é o estado que apresenta a pior empregabilidade.

Variação de preços

A CNC destaca que a estabilidade dos preços tem favorecido o consumo de serviços, em particular alguns do turismo. A inflação em 12 meses até outubro acumulou 4,56%. Excetuando ônibus interestadual de passageiros (+5,88%) e transporte hidroviário (+9,83%), alguns dos principais itens ofertados para o turista apresentaram variações abaixo da média do IPCA, tais como: alimentação fora do domicílio (+3,31%), ônibus intermunicipal (+3,13%), táxi (+2,13%), aluguel de veículos (+1,88%) e excursão (+1,68%). Observam-se a variação negativa das passagens aéreas (-3,22%) e a leve queda dos preços das hospedagens em hotel (-0,07%).

10

Dez

Mercado

Intenção de investimentos da indústria cresce 4,4 pontos, mostra Fundação Getulio Vargas

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 4,4 pontos no quarto trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior. Com a alta,ele chegou a 117,4 pontos, o maior nível desde o primeiro trimestre deste ano (123,7). Segundo a FGV, o indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas.

Esse trimestre também registrou o sétimo resultado consecutivo acima dos 100 pontos, nível em que a proporção de empresas prevendo aumentar o volume de investimentos produtivos nos 12 meses seguintes supera o das que projetam reduzir os investimentos. A proporção de empresas que planejam investir mais cresceu de 28,3% no terceiro trimestre para 30,7% no quatro trimestre. Aquelas que preveem investir menos caíram de 15,3% para 13,3% no período.

A proporção de empresas que estão certas de que executarão seu plano de investimentos foi de 31%, ficando acima da parcela de 25,9% de empresas incertas. Segundo o pesquisador da FGV Aloisio Campelo Jr., apesar da melhora, o indicador ainda está distante do nível médio registrado nos dois anos anteriores à recessão de 2014-2016. Para ele, o resultado mostra que a recuperação dos investimentos deve seguir em rota moderada nos próximos meses.

“Entre os fatores que impedem uma alta mais consistente do indicador estão a persistente incerteza econômica e as dúvidas quanto ao ritmo da economia no primeiro ano do novo governo”, finalizou.

Com informações da Agência Brasil

 

8

Dez

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Aplicativo Uber Eats inicia a operação em Natal e já tem 44 restaurantes credenciados

Deu na Tribuna do Norte:

Uma nova conexão saborosa entre gastronomia, tecnologia e comodidade já está ao alcance dos natalenses bons de garfo: o aplicativo de entrega de comida Uber Eats foi lançado esta semana na capital potiguar, conectando uma nova leva de internautas a 44 estabelecimentos gastronômicos da cidade, dos mais variados cardápios, ao alcance de sua digitação. O Uber Eats é a plataforma do gênero que mais cresce no mundo – e nestes primeiros dias de funcionamento em Natal, terá entrega grátis.

Para usar, primeiramente é preciso baixar o aplicativo direto do Play Store ou da App Store. A partir daí basta escolher um endereço de destino, encontrar o estabelecimento e o prato favorito, e acompanhar o deslocamento do pedido no mapa, em tempo real. O Uber Eats também permite que o usuário agende o dia e o horário da entrega. As entregas podem ser realizadas por motoristas de carro, motoqueiros e até ciclistas, ampliando as possibilidades do serviço para aqueles que não atendem os requisitos obrigatórios da Uber.

Menus online

Os restaurantes associados estão disponíveis no app conforme seus horários próprios de funcionamento. Entre os locais estão o McDonald’s, Brasa’s Food, Kalaz Restaurante, Jolie Patisserie, Sushideli, Flor de Sálvia, Disque Quentinha e Caranguejo, Panini House, Crooks Cookie Shop, Dom Picanha, Doce Portugal, Massa Mia, Cordeiro Chique, Bixiga, Famiglia Reis Magos, Blacktichen, Marenosso, Borelli Tortas Finas, Gaucho’s Grill, Tirinete Gastrobar, O Padeiro, Pizzaria Napolis, Salus Healthy Food, Boca do Forno, entre outros.

O restaurante Kalaz, por exemplo, trabalha cozinha contemporânea no quilo e está servindo um menu em que o cliente escolhe a proteína e o molho, e mais quatro acompanhamentos a um preço a partir de R$19,90.  E por enquanto está o serviço de entrega gratuito do aplicativo. Os estabelecimentos deverão atingir novos públicos através do novo serviço, e até entrar numa nova fase de comércio, já chamada de “restaurantes virtuais”, de lojas que só existem no ambiente online, nos quais muita gente não tem interesse em ir pessoalmente.

Segundo Delon White, diretor geral da Uber Eats no Brasil, o país já é considerado o maior mercado de entrega de comida da América Latina. “Desde a chegada desse app vimos o quanto os brasileiros ansiavam por uma plataforma que conecta os usuários aos melhores restaurantes da cidade. Ele ressaltou que até o fim do ano o aplicativo chegará a ainda mais cidades, com o objetivo de se tornar a plataforma mais popular entre os brasileiros. O Uber Eats chegou a São Paulo em dezembro de 2016, e desde então já está presente em mais de 25 cidades.

Fonte:http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/aplicativo-uber-eats-ja-opera-em-natal-com-44-credenciados/432373 

 

7

Dez

Mercado

Pesquisa aponta que 4 em 10 varejistas esperam crescimento nas vendas

Um estudo da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) constatou que, na comparação com 2017, quatro em cada dez varejistas – 43% - acreditam que as vendas devem melhorar neste final de ano; 32% que as vendas se manterão no mesmo patamar e apenas 9% esperam um desempenho pior, uma queda de 12 pontos percentuais em relação a 2017. O número dos que não souberam responder cresceu 15%.

As entidades revelaram também que 46% dos entrevistados se preparam ou pretendem se preparar para as festas do final de ano.

Por outro lado, 44% afirmam não ter um plano especial para o seu comércio para o Natal e o Ano Novo. Dentre os que farão algum investimento, as principais estratégias mencionadas são ampliação do estoque (50%), diversificação de produtos e serviços (34%) e investimento na infraestrutura da empresa (20%).

Os empresários que não pretendem fazer alguma ação específica no período justificam que não enxergam necessidade de investir, sobretudo por não ver aumento significativo na demanda (45%); 21% alegam falta de dinheiro e 9% estão desanimados com o resultado das vendas este ano.

De acordo com o SPC, a expectativa da reação sobre a economia ainda não reflete na criação de novos postos de trabalho no curto prazo. Apenas 20% dos comerciantes já contrataram ou contratarão mão de obra extra para reforçar o quadro de trabalhadores nesse período – sejam eles temporários, informais, efetivos ou terceirizados.

A CNDL e o SPC explicam ainda que, tradicionalmente, o varejo registra um crescimento nas vendas nesse período e que, embora o cenário econômico ainda esteja pouco aquecido, o Natal é a data mais importante para os setores de comércio e serviços, e por essa razão, os empresários seguem animados.

A pesquisa ouviu 605 empresários e gestores responsáveis pela contratação de mão de obra de empresas do comércio varejista localizadas nas capitais e interior do país. A margem de erro é de 4 pontos percentuais e uma confiança de 95%.

Com informações da Agência Brasil

6

Dez

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Direção da General Motors concede prêmio a concessionárias Chevrolet de Natal por excelência no atendimento

Excelência no atendimento e a determinação de encantar o cliente. As duas qualidades, que refletem o empenho da diretoria e funcionários, levaram a direção nacional da montadora General Motors a conceder na noite desta quarta (05) o título de “Concessionária Classe A” para as duas lojas do Grupo Dão Silveira em Natal, a Espacial Autopeças e a Natal Veículos.

O título é referente ao ano de 2017, quando ambas atingiram a marca de líderes do mercado, tendo o Chevrolet Onyx como carro-chefe, como o veículo mais comercializado do RN. O reconhecimento foi entregue ao Grupo no show room da Espacial, em Natal, em evento com os colaboradores.

O compromisso com o cliente ao longo dos anos permitiu que esta seja a 19ª vez que a Espacial recebe o título e a 15ª que a Natal Veículos é enquadrada como Classe A. O gerente regional da GM, Renato Heiffig, explica que não é simples chegar ao conceito A na montadora. “Não é qualquer um. Tem que ser bom em vendas, em peças, ser muito bom em oficina e excelente em atendimento. Se o cliente não for bem atendido, não volta. E o que faz uma concessionária ser Classe A por tanto tempo é a satisfação do cliente”, explica.

O diretor nacional de vendas da GM, Kleusner Lopes, que veio de São Paulo para conceder a premiação, afirmou que em meio à crise que o país vem enfrentando, a Chevrolet optou por investir, e hoje tem o carro mais vendido da América Latina – o Onyx – e concessionárias com o desempenho louvável como a Espacial e Natal Veículos. “E até o ano de 2023, a Chevrolet trará 20 novos modelos para o Brasil, ou 30, se considerarmos as séries especiais”, anunciou.

O diferencial das concessionárias Chevrolet em Natal está baseado no empenho de seus colaboradores. Quem destaca é o diretor comercial do Grupo Dão Silveira, Tomás Guimarães Filho. “Esta é a maior premiação da GM do mundo, que avalia as concessionárias em todos os países onde a marca está presente. Só no Brasil, são mais de 500 disputando esse reconhecimento, alcançado por poucas. Ele é resultado de uma avaliação criteriosa e detalhada de toda a nossa operação e vem para ratificar, para mostrar que a gente está no caminho certo, tentando encantar o nosso cliente”, afirma.

A solenidade contou com homenagens a dez funcionários das duas concessionárias premiadas. Um dos agraciados foi o vendedor da Espacial, Jucier Teixeira, que comentou a homenagem. “É um reconhecimento do trabalho bem feito, da nossa dedicação. Hoje o cliente é muito mais exigente. Ele procura a qualidade GM, procura preço e bom atendimento. E a GM investe muito no Brasil, está no gosto do público e na liderança”, destacou.

6

Dez

Mercado

Parceria do Sistema Fecomércio RN com a Alemanha ganha prêmio do Ministério do Turismo

O Projeto Verena, um dos principais frutos de uma parceria que começou a ser costurada há cerca de dez anos pelo presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, e que contou com o apoio decisivo do cônsul honorário da Alemanha no RN, Axel Geppert para sua concretização, ficou em primeiro lugar no Prêmio Nacional de Turismo (PNT), promovido pelo Ministério do Turismo, na categoria Qualificação e Formalização no Turismo. Os premiados foram anunciados na noite desta quarta-feira (5), em cerimônia realizada na Fundação Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. O PNT premia projetos inéditos, inovadores e com contribuição significativa para o turismo brasileiro.

“É uma grande honra receber, em nome do Sistema Fecomércio, este prêmio que coroa um trabalho realizado com muito planejamento e foco em resultados. Temos trabalhado arduamente para contribuir com o desenvolvimento do turismo do Rio Grande do Norte, que é uma das nossas principais atividades econômicas. Somos gratos ao governo alemão e ao cônsul honorário no RN, Axel Geppert”, comemorou o presidente Marcelo Queiroz, durante a solenidade.

O Projeto Verena é operado por meio do Senac RN e surgiu da parceria entre o Sistema Fecomércio RN e o estado alemão da Renânia-Palatinado, iniciada em 2009. No caso do Verena, o braço alemão é a Câmara do Comércio da Cidade de Trier. O objetivo da iniciativa é promover o intercâmbio de conhecimentos para contribuir com a implementação de novas tecnologias e desenvolvimento do turismo potiguar, o que tem possibilitado ao Senac RN acesso à metodologias e processos inovadores voltados à cadeia produtiva do turismo.

A partir da estruturação do Projeto Verena, desde 2016, uma série de investimentos e ações foram implementadas, resultando na criação de 33 novos cursos pelo Senac, os quais já beneficiaram mais de 500 pessoas.

A assinatura do convênio de renovação do Projeto Verena para o ano de 2019 será realizada nesta sexta-feira, 7.12, às 15h, na sede da Fecomércio RN, entre o presidente Marcelo Queiroz e coordenador de projetos da Câmara de Comércio e Indústria da cidade de Trier (EIC Trier), Matthias Fuchs.

Entre as iniciativas de sucesso participantes do Prêmio Nacional do Turismo, foram definidas sete categorias, as quais passaram por análise de uma comissão julgadora: Monitoramento e Avaliação do Turismo; Qualificação e Formalização no Turismo; Valorização do Patrimônio pelo Turismo; Turismo de Base Local e Produção Associada ao Turismo; Turismo Social; Inovação Tecnológica no Turismo; Marketing e Apoio à Comercialização do Turismo. Ao todo, 241 projetos foram inscritos no prêmio.

O evento teve como anfitriões o atual ministro do Turismo, Vinícius Lummertz; e o seu sucessor, Marcelo Álvaro Antonio; e contou com a presença do presidente da CNC, José Roberto Tadros; do diretor Regional do Senac RN, Raniery Pimenta; do diretor Regional do Sesc e ex-diretor do Senac RN, que auxiliou na execução do projeto Verena, Fernando Virgilio; do coordenador de turismo e hospitalidade da instituição, Marcelo Milito; além de representantes de entidades do turismo de todo o país.

4

Dez

Mercado

Mercado prevê menos inflação e alta menor do PIB neste ano

Os analistas das instituições financeiras baixaram a estimativa de inflação para 2018 e também reduziram a previsão de crescimento da economia para este ano. As expectativas constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (3) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, o mercado financeiro reduziu a previsão de 3,94% para 3,89% para este ano. Foi a sexta queda seguida deste indicador. A expectativa do mercado segue abaixo da meta de inflação, que é de 4,5% neste ano, e dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema. A meta terá sido cumprida se o IPCA ficar entre 3% e 6% em 2018.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2019, os economistas das instituições financeiras diminuíram sua expectativa de inflação de 4,12% para 4,11%, na quarta queda seguida do indicador. A meta central do próximo ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Produto Interno Bruto

Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, a previsão do mercado financeiro recuou de 1,39% para 1,32% na semana passada. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. A queda na previsão de alta do PIB para este ano aconteceu após a divulgação do resultado do terceiro trimestre – que apontou crescimento de 0,8% contra os três meses anteriores.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia subiu de 2,50% para 2,53%. Os economistas dos bancos também não alteraram a previsão de expansão da economia para 2020 e para 2021 – que continuou em 2,5%.

Outras estimativas

- Taxa de juros: O mercado manteve estável em 6,50% ao ano a estimativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao final de 2018 – atual patamar e piso histórico. Para o fim de 2019, a expectativa do mercado financeiro permaneceu em 7,75% ao ano. Com isso, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem.

- Dólar: A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 subiu de R$ 3,70 para R$ 3,75 por dólar. Para o fechamento de 2019, avançou de R$ 3,78 para R$ 3,80 por dólar.

- Balança comercial: Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2018 ficou estável em US$ 58 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit permaneceu em US$ 52,2 bilhões.

- Investimento estrangeiro: A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2018, continuou em US$ 70 bilhões. Para 2019, a estimativa dos analistas ficou inalterada em US$ 76 bilhões.

Fonte: G1, via Fecomércio

3

Dez

Mercado

Quatro em cada dez micro e pequeno empresários pretendem investir nos próximos três meses, apontam CNDL/SPC Brasil

Otimistas com o cenário econômico pós-eleições e com a chegada do fim de ano, o empresariado dos setores de comércio e serviços têm planos para reforçar seus investimentos. É o que revela dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De acordo com o levantamento, quatro em cada dez (39%) empresários disseram que pretendem investir nos próximos três meses. Este é o maior valor da série histórica, desde maio de 2015 quando esse percentual era de 30%.

Por outro lado, 44% não preveem investimentos para seus negócios — menor índice registrado até o momento. Entre estes empresários, 46% afirmaram não ver necessidade e 24% entendem que o país ainda não se recuperou da crise. Outros 16% alegam que já investiram recentemente e 15% mencionam falta de recursos.

Mesmo com o crescimento observado entre os resultados de outubro e novembro, o percentual dos que não pretendem investir supera o dos que planejam fazê-lo, o que mostra cautela de uma parcela significativa dos micro e pequenos empresários que continuam sentindo os reflexos remanescentes da recessão econômica de 2017. Em uma escala de zero a 100, o Indicador de Propensão a Investir registrou 46,8 pontos em novembro, 12% acima do mês anterior. Pela metodologia, quanto mais próximo de 100, maior a propensão para o investimento. Quanto mais próximo de zero, menor a propensão.

Na avaliação do presidente da CNDL, José César da Costa, a volta do apetite por novos investimentos por parte dos micro e pequenos empresários representa um bom sinal, apesar de outra boa parte aguardar um cenário econômico mais definido. “Os empresários esperam maior previsibilidade em relação aos rumos do país e um quadro de menor risco para que possam tirar do papel seus projetos”, avalia o presidente da CNDL.

50% dos empresários que pretendem investir buscam aumento das vendas; principal finalidade é ampliar estoques

De olho na proximidade do fim de ano, 50% dos empresários que têm intenção de investir planejam aumentar suas vendas. Já 26% destinarão recursos para atender ao aumento da demanda em seus estabelecimentos. Dados do indicador mostram que a principal finalidade dos investimentos de quem pensa em vender mais é ampliar os estoques (32%).

Além desses, 25% pretendem reformar a própria empresa; 22% comprar equipamentos e maquinário; 13% usar os recursos em mídia e propaganda; e 12% expandir o portfólio de produtos e serviços. A sondagem revela ainda que a maior parte dos que pretendem investir irá recorrer a capital próprio, seja na forma de aplicações financeiras (49%) ou da venda de algum bem (13%). O motivo do uso de capital próprio está ligado ao juro elevado, mencionado por 51%. Outros 20% devem recorrer a empréstimos.

Número de MPEs que devem tomar crédito nos próximos três meses tem alta de 21% em novembro; 36% consideram contratação difícil

Em novembro, o Indicador de Demanda por Crédito também apresentou aumento na comparação com o mês anterior. Na escala, que varia de zero a 100, o indicador passou de 21,4 para 26,0 pontos, apesar de ainda apresentar baixo interesse dos MPEs na tomada de crédito nos próximos três meses. Quanto mais próximo de 100, maior o apetite; quanto mais distante, menor é o apetite. Na comparação com o mês de outubro, houve uma alta de 21% na intenção de contratar crédito.

Em termos percentuais, 17% dos MPEs pretendem tomar alguma modalidade de crédito nos próximos três meses, ante 10% em outubro. Já 14% não sabem ainda se contratarão e 69% não devem buscar crédito. A principal razão apontada pela maioria que não planeja contrair crédito foi o fato de conseguir manter os negócios com recursos próprios (59%). Outro aspecto é a percepção de que os juros são muito altos (29%), além da insegurança com relação ao cenário econômico (15%).

“As altas taxas de juros, que ainda seguem elevadas apesar das quedas recentes, acabam inibindo a tomada de crédito por boa parte do empresariado. Além disso, há o fator confiança. Embora exista um maior clima de otimismo em relação ao cenário atual, o quadro dificuldades econômicas persiste para muitas empresas”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

O Indicador também mostra que apesar do aumento na intenção de tomar crédito, o percentual dos que acham o processo de contratação difícil permanece elevado (36%). Desse total, 59% justificam que o excesso de burocracia é o maior entrave e 46% atribuem aos juros elevados.  Os créditos mais difíceis de serem contratados, segundo observou a sondagem, são empréstimos (32%) e financiamentos (21%) em instituições financeiras.

Metodologia

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário calculados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.  Acesse a íntegra do indicador e a metodologia em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/indices-economicos

Fonte: CNDL, disponível em: http://site.cndl.org.br/quatro-em-cada-dez-micro-e-pequeno-empresarios-pretendem-investir-nos-proximos-tres-meses-apontam-cndlspc-brasil/

30

Nov

Mercado

FMI: investimento público no Brasil foi menor que em países emergentes

O investimento público do Brasil ficou abaixo da média dos países emergentes e da América Latina, nas duas últimas décadas. É o que conclui relatório com avaliação da gestão do investimento público no Brasil, divulgado hoje (30) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

No período de 1995 a 2015, o investimento público no Brasil foi, em média, de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Já os países emergentes registraram 6,4% e os países da América Latina, 5,5%.

Em 2015, o estoque de capital público era de apenas 35% do PIB, em comparação com a média de 92% das economias emergentes e 86% da América Latina.

O relatório ressalta que há uma grande margem para aumento da eficiência do investimento público no Brasil. O hiato de eficiência do Brasil em relação aos países mais eficientes é de 39%. Esse resultado é maior do que a média observada nos demais países emergentes (27%) ou da América Latina (29%).

O documento propõe um plano de ação que recomenda, entre outros pontos, fortalecer a priorização estratégica do investimento público e desenvolver um banco de projetos de alta qualidade; padronizar os procedimentos de avaliação e seleção de projetos; e o aperfeiçoamento das análises e da estrutura dedicada às concessões e parcerias público-privadas.

O relatório é resultado de uma missão do FMI, solicitada pela Secretaria do Tesouro Nacional, realizada ao longo do segundo semestre de 2017. Foram avaliados 15 temas chaves, relacionados às fases de planejamento, alocação de recursos e implementação de projetos.

Com informações da Agência Brasil

30

Nov

Mercado

Compras com cartões cresceram quase 15% no terceiro trimestre do ano

As compras com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 14,7% no 3º trimestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados da Associação das Empresas Brasileiras de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs), o resultado é o maior desde o 2º trimestre de 2014, quando o setor avançou 15%.

O levantamento mostra que os brasileiros movimentaram R$ 391,1 bilhões em transações, com maior peso para os cartões de crédito, que registraram R$ 244,4 bilhões e crescimento de 14,8%. Os cartões de débito somaram R$ 143,8 bilhões (13,7%) e os cartões pré-pagos, R$ 2,9 bilhões (67%).

O estudo aponta ainda que a região Sudeste concentra a maior quantidade de uso de cartões, que detém 60,4% de todo o volume movimentado. No entanto, os crescimentos mais expressivos no período vieram das regiões Norte, com alta de 16,4%, e Nordeste, com 15%. Em seguida estão Sudeste (14,7%), Centro-Oeste (14,6%) e Sul (13,9%).

No acumulado do ano, o uso dos cartões chegou a R$ 1,11 trilhão, com crescimento de 14% em relação ao mesmo intervalo de 2017. A projeção da Abecs é que o valor transacionado supere R$ 1,5 trilhão em 2018.

As compras internacionais realizadas por brasileiros com cartão de crédito somaram R$ 8 bilhões, avanço de 7% em relação ao mesmo período do ano passado. Já os gastos de estrangeiros no Brasil com cartões cresceram 20,4%, chegando a R$ 3,6 bilhões.

Com informações da Agência Brasil

29

Nov

Mercado

Mercado de franquias cresce 6,3%; setor de entretenimento e lazer lidera em desempenho

O mercado de franquias brasileiro cresceu 6,3% no terceiro trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano passado, com o faturamento passando de R$ 41,850 bilhões para R$ 44,479 bilhões. Nos últimos 12 meses, a elevação foi de 7%, de R$ 159,826 bilhões para R$ 170,988 bilhões. Os dados são da Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising, divulgada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). 

De acordo com o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, as incertezas do cenário eleitoral, o aumento da inflação e a queda da confiança do consumidor e do empresariado refletiram no desempenho do terceiro trimestre. 

“Embora tenhamos registrado um mês de agosto bastante positivo, nos meses de julho e setembro o consumidor estava mais retraído, possivelmente impactado pelas incertezas inerentes ao cenário pré-eleições. Para manter seu crescimento, o franchising brasileiro intensificou a busca por eficiência e novas soluções, o que se traduziu na busca por novos formatos, perfis de público e mercados”, disse.

Abertura de lojas

Os dados mostram que a abertura de lojas cresceu 1,4% no período - sendo 3% de abertura e 1,6% de fechamento de unidades. 

A pesquisa indicou também alta de 6,7% no número de postos de trabalho, o que equivale a mais de 80 mil pessoas contratadas. O número de vagas passou de 1,205 milhão para 1,286 milhão. Na comparação com o segundo trimestre, o crescimento foi de 5%. De acordo com o presidente da ABF, além da sazonalidade, os novos modelos de contratação previstos na reforma trabalhista contribuíram com o movimento. 

Segundo o estudo da ABF, 11 segmentos tiveram desempenho superior no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2017. O segmento com maior crescimento no período foi entretenimento e lazer, com alta de 25,2%. Em segundo, aparecem Serviços e Outros Negócios, com 10,3% de crescimento, impulsionado, principalmente, pelos serviços logísticos. 

O terceiro melhor colocado foi Saúde, Beleza e Bem-Estar, com 9,7%, alavancado pela venda de produtos de higiene e beleza e o desempenho de redes de depilação e demais serviços estéticos. Alimentação ficou em 4º lugar (6,7%), graças aos investimentos das redes em promoções, eficiência operacional e novos modelos e canais de venda, principalmente o delivery. 

De acordo com as projeções da entidade, o ano de 2018 deve ser encerrado com crescimento de 7% em faturamento e de 5% em unidades franqueadas. Já o volume de redes em operação no país deve se estabilizar em 2.800.

A pesquisa foi realizada entre redes que representam cerca de 35% das unidades e 44% do faturamento total do setor.

Com informações da Agência Brasil

27

Nov

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Diferença salarial entre mulheres e homens aumenta após 23 anos

As desigualdades entre rendimentos de mulheres e homens aumentaram nos últimos dois anos e tornaram mais distante a equiparação de renda entre os gêneros no Brasil. Isso é o que também revela o relatório País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras – 2018, divulgado nesta segunda-feira (26) pela organização não governamental Oxfam Brasil, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua de 2016 e 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostra que, em 2016, as mulheres ganhavam em média cerca de 72% do que ganhavam homens no Brasil, proporção que caiu para 70% em 2017, o primeiro recuo em 23 anos. Em 2017, a renda média de mulheres no Brasil era de R$ 1.798,72, enquanto a de homens era de R$ 2.578,15. Os dois gêneros tiveram aumento médio geral de renda em relação a 2016, mas enquanto o incremento entre os homens foi de 5,2%, entre as mulheres foi de 2,2%.

Entre os 10% mais ricos do Brasil, a distância entre a renda de mulheres e homens é ainda maior. As mais ricas ganharam em média 60% do que os mais ricos em 2017. Enquanto os homens mais ricos tiveram quase 19% de aumento em seus rendimentos entre 2016 e 2017, as mulheres mais ricas viram sua renda média crescer apenas 3,4%.

Tendência oposta foi observada entre a metade mais pobre do país, onde verificou-se redução da renda, especialmente entre as mulheres pobres, que perderam 3,7% de seus rendimentos. Os homens pobres perderam 2% do seu rendimento em relação a 2016.

A disparidade de renda entre grupos raciais também aumentou nos últimos dois anos. Em 2016, os negros ganhavam R$ 1.458,16 em média, o que correspondia a 57% dos rendimentos médios de brancos, que naquele ano foram de R$ 2.567,81. Em 2017, os rendimentos médios de negros foram de R$ 1.545,30 frente a R$ 2.924,31 entre os brancos, diminuindo o percentual para 53%.

O relatório da Oxfam revela que entre a metade mais pobre da população, os negros pobres ficaram ainda mais pobres, com redução de renda média de 2,5%;  enquanto os brancos tiveram aumento na renda média de 3%. Em 2016, a média geral da renda da metade mais pobre da população foi de R$ 749,31. Entre os brancos pobres, a média era R$ 882,23, enquanto entre os negros pobres, R$ 634,66.

"Quem está na base da pirâmide social no Brasil é a população negra e, em particular, a mulher negra. A mulher negra é a pessoa que tem a menor renda média no país. A população branca, o homem branco em particular, está no extremo oposto disso. Então, se a mulher negra vai mal no Brasil, o Brasil está indo mal na área social, acho que esse é um indicador principal que a gente tem que prestar atenção”, disse Rafael Georges autor do estudo e coordenador de campanhas da Oxfam Brasil.

Em 2017, a renda média geral dos mais pobres foi de R$ 804,35, e enquanto a renda média dos brancos mais pobres subiu para R$ 965,19, a dos negros foi para R$ 658,14. Entre os 10% mais ricos, a renda média mensal dos brancos em 2017 foi de R$ 13.753,63, enquanto a média dos negros foi R$ 6.186,01 por mês, o equivalente a 45%. Entre 2016 e 2017, os negros que fazem parte dos 10% mais ricos tiveram aumento de renda de 8,1%, enquanto os brancos incrementaram suas rendas em 17,35%.

Com informações da Agência Brasil/Foto/Pixabay

26

Nov

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Academia potiguar é eleita a melhor do mundo pelo ranking da MXMetrics Medallia Partner

A academia Pulse Health Fitness conquistou o primeiro lugar no ranking da MXMetrics Medallia Partner, sistema mundial de avaliação de empresas do setor fitness. Na pesquisa realizada periodicamente são os próprios alunos que avaliam a estrutura, a grade de aulas, a equipe técnica, os resultados alcançados, a higiene do espaço entre outros quesitos. Atendimento e programas de treinamento estão entre os aspectos mais citados pelos clientes. São quase 600 academias de países do mundo inteiro, principalmente Estados Unidos e Canadá, cadastradas no sistema.

A conquista se deve ao constante investimento em treinamento de equipe e aos diferenciais que academia oferece, em atendimento, serviços, infraestrutura completa e aulas exclusivas. De acordo com a pesquisa, a academia conquistou uma média de 9,4 em todos os quesitos avaliados. Comparado com os resultados da pesquisa divulgada em novembro do ano passado, o índice de “experiência global” da Pulse subiu para 9,1. Outro índice importante, o “fitness results” (a melhoria alcançada pelo aluno na saúde e no corpo) foi um dos que mais subiu no último ano.

De acordo com Lo-amy Fonsêca e Horácio Oliveira, sócios-proprietários da Pulse, o bom resultado vem evidenciar o conceito da academia, que tem como proposta ser uma “segunda casa” para os alunos. “Temos a preocupação de ouvir os clientes pessoalmente para atender e compreender o que eles esperam da Pulse. Todo o feedback que recebemos é compartilhado com nossos colaboradores, para envolver e motivá-los a prestar um serviço com ainda mais qualidade, acima da expectativa. Tudo isso e mais o nosso trabalho regular de treinamento da equipe reflete em melhorias reais no atendimento e na satisfação do aluno”, explica.

26

Nov

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Evento na Fiern orienta empresários sobre crédito e linhas de financiamento

O Sistema FIERN — por intermédio do Núcleo de Acesso ao Crédito, em parceria com a Caixa Econômica Federal com apoio do SEBRAE realizará quarta-feira, 28 de novembro, a partir das 8h30, na Casa da Indústria evento voltado para orientações de acesso ao crédito das empresas e linhas de financiamento.

Os temas principais do evento serão: “A concessão de crédito no contexto atual” e, em seguida, será abordado o tema “Cenário da Indústria e o Pacote Valor Caixa”. A programação inclui também atendimento as empresas após as palestras.

Para participar, os interessados devem levar 1 kg de alimentos não perecíveis. Os contatos sobre o evento podem ser feitos pelo fone 3204 6154. Em todos os casos pode-se usar o e-mail nac-rn@fiern.org.br. A realização do evento está a cargo do IEL-RN.

As palestras integram uma programação nacional da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com os Núcleos de Acesso ao Crédito (NAC) das Federações de Indústrias, em parceria com a Caixa Econômica Federal.

Trata-se de capacitações que estão alinhadas à Semana Nacional de Crédito, promovida pelo Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Cidades das cinco regiões brasileiras terão atividades gratuitas neste período, entre as quais Natal e João Câmara (no último dia 20).

Segundo o presidente do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da CNI, Amaro Sales, o objetivo das capacitações é ajudar o empresário a identificar instrumentos disponíveis para atender às necessidades de seu negócio. “As empresas de menor porte têm níveis diferentes de maturidade. Queremos apoiá-las na busca de um financiamento assertivo, que cumpra a função de alavancar o crescimento e a modernização dos negócios”, afirma Sales.

“O evento contará com palestras e orientações às empresas, sendo uma oportunidade para as indústrias terem acesso ao pacote de benefícios e condições exclusivas ofertadas pela CAIXA”, explica o vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da CAIXA, Paulo Henrique Costa.

Para o gerente regional de Pessoa Jurídica da Caixa, Marcelo Almeida Figueiredo, essa capacitação vai auxiliar na orientação da gestão financeira das empresas. “Uma gestão financeira bem orientada se traduz no sucesso do empreendimento”, destacou.