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14

Mai

Mercado

Escritório compartilhado é a tendência do mercado para profissionais liberais e empreendedores

Trabalhar em um espaço de alto padrão, localizado em um dos endereços mais nobres da cidade, planejado para que o empreendedor exerça sua atividade com tranquilidade e estrutura e tome as melhores decisões sobre os seus negócios. Essa é a proposta o Tirol Office, um escritório compartilhado que reúne em um só lugar salas de atendimento, espaços para coworking, auditório e salas de reuniões – uma para doze e outra para seis pessoas – além do espaço para aquele cafezinho.

A proposta do Tirol Office, que fica na avenida Afonso Pena, em Natal, é facilitar a vida de profissionais liberais, pequenos empreendedores e startups que não possuem um ponto fixo de trabalho. Os espaços são alugados por demanda para reuniões, tomada de decisões, trabalhos temporários. Basta reservar o local por um período de horas e por um valor bastante acessível.

O escritório compartilhado ainda possui uma equipe capacitada, com serviço de manutenção, vendas e atendimento, portaria e recepção, além de oferecer gerenciamento de correspondência e endereço fiscal. Atualmente, além dos associados que utilizam eventualmente o espaço, há empresas com sede fixa no endereço, usufruindo de toda o suporte para o trabalho.

“A gente investe muito na qualidade do nosso atendimento, do nosso espaço. Todos os meses fazemos algum tipo de modificação para nos adequarmos ao que surge de novidade. A manutenção do prédio também é muito importante. Sempre ter tudo organizado, funcional e limpo para que o cliente esteja satisfeito e possa desempenhar bem o seu trabalho”, destacou Augusto Cunha Lima, proprietário do Tirol Office.

Um dos destaques do Tirol Office é o espaço para coworking, uma das tendências no mundo dos pequenos negócios. O local reúne pessoas que não trabalham necessariamente para a mesma empresa ou na mesma área de atuação e que estão ali, lado a lado, compartilhando do mesmo espaço de trabalho. A grande vantagem é o baixo custo e a oportunidade de criar uma rede de contatos, o famoso networking.

“É uma forma diferente de trabalhar, mais aberta, convivendo com outras realidades. Um advogado pode trabalhar ao lado de um contador, de um consultor. Essas pessoas se relacionam, almoçam juntas, criam um grande networking e isso vira uma grande empresa, com um custo baixo, sem a necessidade de alugar uma sala, mobiliar, colocar internet, segurança”, explicou Augusto Cunha Lima.

A tendência é que escritórios compartilhados como esse se tornem mais comuns nos próximos anos, o que faz o empresário cogitar a abertura de mais um espaço desse tipo em 2020. “A gente quer que as pessoas tirem os fones do ouvido e escutem o que os outros estão falando, num espaço agradável, onde podem surgir vários negócios e oportunidades”, finalizou.

13

Mai

Mercado

Brasil tem 12 aeroportos entre os melhores do mundo

Doze aeroportos brasileiros ficaram entre os 50 melhores do mundo, de acordo com o AirHelp Score 2019'ranking' internacional dos melhores aeroportos e companhias aéreas do mundo. Entre os 25 melhores, o Rio de Janeiro pontuou dois aeroportos: Santos Dumont, que ficou na 17ª colocação e o Internacional do Rio de Janeiro RioGaleão (25º classificado). A classificação é feita pela AirHelp, maior organização internacional dos direitos de passageiros aéreos.

"O Brasil foi o país que mais teve aeroportos entre os 50 melhores do mundo, com representação em quatro das cinco regiões do país: Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. A pontualidade é o índice em que os aeroportos brasileiros foram mais bem avaliados, sendo que 11 dos 12 aeroportos tiveram nota acima de oito. Em segundo lugar, vem a qualidade dos serviços e, por último, a qualidade do varejo, que leva em consideração opções de alimentação e lojas", disse Karin Herbsthofer, especialista em direitos dos passageiros da AirHelp. Ela acredita que uma melhora dos aeroportos do Brasil nesses critérios pode ajudar a elevar sua posição no 'ranking'.

De acordo com a pesquisa, divulgada quinta-feira (9), o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR), obteve a quarta melhor colocação, com 8,37 pontos. Os três melhores aeroportos do mundo são o Aeroporto Internacional Hamad, do Catar, com 8,39 pontos, mesma pontuação do Aeroporto Internacional Tóquio Haneda, seguido pelo Aeroporto Internacional de Atenas, com 8,38 pontos. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ocupa a 10ª posição, com 8,25 pontos. O último aeroporto brasileiro listado foi o de Guarulhoo, que ocupa a 45ª posição, com um total de 7,76 pontos.

Lançado em 2015, o   é considerado a avaliação mais abrangente e precisa de companhias aéreas e aeroportos. A partir daí, anualmente, a AirHelp produz um 'ranking' global dos aeroportos mais conhecidos do mundo. Este ano, foram analisados e classificados 132 aeroportos do mundo mais conhecidos e mais utilizados.

Melhores companhias

A AirHelp avaliou também as 72 melhores companhias aéreas do mundo. A mais cotada foi a Qatar Airways, com pontuação 8,23, repetindo a posição do 'ranking' de 2018 devido à presteza no processamento de reclamações e à elevada pontualidade. American Airlines ficou na segunda posição, com 8,07 pontos, seguida pela Aeromexico, com igual pontuação.

Para esse 'ranking' de empresas, foram considerados três fatores: pontualidade dos voos segundo a base de dados da AirHelp, que avalia o horário de partida e chegada dos voos de todas as companhias aéreas; qualidade do serviço das companhias aéreas segundo avaliação de passageiros; e processamento de reclamações com base na eficiência para o atendimento a pedidos de indenização de clientes. Os três critérios têm o mesmo peso (33,33% da pontuação final).

As empresas brasileiras Azul Airlines e Gol Intelligent Airlines ficaram no 29º e no 58º lugares, respectivamente. Apesar da boa pontuação em termos de serviço e 'performance' de partida e chegada no horário, as duas companhias não receberam pontos positivos no atendimento a queixas de passageiros. A Azul recebeu nota 8,3 para qualidade do serviço, 8,4 para pontualidade, e apenas 5 para processamento de reclamações, enquanto a pontuação da Gol foi 8,1 (serviço), 7,8 (pontualidade), e 3,1 (processamento de reclamações).

Entre as piores companhias, estão Ryanair, Korean Air, EasyJet e Thomas Cook Airlines, consideradas n]ao amigáveis em relação aos passageiros.

Fonte: Agência Brasil

13

Mai

Mercado

Em todo o país, passagens aéreas ficam em média 35% mais caras em um ano

Os preços das passagens aéreas subiram bem acima da inflação nos últimos 12 meses, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta média do item foi de 35,12% no período entre maio de 2018 e abril de 2019.

No mesmo período, a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a ‘inflação oficial’ do país, ficou em 4,94%. No ano, no entanto, houve queda de preços, de 9,21%, segundo o IBGE, enquanto a inflação geral ficou em 0,57%.

‘Efeito Avianca’

Um levantamento feito pelo Skyscanner a pedido do G1 apontou que a crise vivida pela Avianca Brasil – que vem cancelando centenas de voos desde abril, por conta da recuperação judicial da empresa e da devolução da maior parte dos aviões que operava – pode ter tido influência sobre os preços das passagens aéreas nas últimas semanas.

O site de busca de viagens mapeou as 15 rotas mais reservadas operadas pela Avianca Brasil e comparou a evolução dos preços médios praticados por todas as companhias de 14 de janeiro a 28 de abril. Os dados obtidos sugerem que a alta de preços nessas rotas se intensificou a partir do início de abril, quando a Avianca começou a cancelar voos em massa.

Na análise do período completo, o destaque de alta foi na rota Salvador-Guarulhos, de 76%, com o preço médio cobrado pelas aéreas passando de R$ 580 para R$ 1.022. Na rota Salvador-Galeão, o aumento foi de 60%, passando de R$ 650 para R$ 1.046.

Foto: G1 Economia, via Fecomércio

13

Mai

Mercado

Mais de 2 milhões de pessoas ainda não sacaram abono salarial relativo a 2017

A menos de dois meses para o fim do prazo, cerca de 2,34 milhões de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos não sacaram o abono salarial ano-base de 2017. O prazo para a retirada acaba em 28 de junho. Quem não tiver feito o saque perderá o direito ao benefício.

Segundo a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o montante ainda não sacado soma R$ 1,53 bilhão. Os trabalhadores que não retiraram o benefício equivalem a 9,49% do total.

A maior parte dos benefícios não sacados está na Região Nordeste, onde 642.074 trabalhadores ainda não retiraram o abono. No entanto, o estado com o maior volume de esquecimentos é o Rio Grande do Sul, com 584,1 mil benefícios não retirados.

Tem direito ao abono salarial quem estava inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017, recebendo até dois salários mínimos. Além disso, é preciso que os dados do trabalhador tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os empregados da iniciativa privada sacam o abono do PIS nas agências da Caixa Econômica Federal. Os servidores públicos e empregados de estatais devem fazer a retirada em qualquer agência do Banco do Brasil. O abono salarial ano-base 2017 começou a ser pago em 26 de julho de 2018.

O valor a que cada pessoa tem direito depende do tempo trabalhado formalmente no ano-base. Quem trabalhou por apenas 30 dias em 2017 pode sacar o valor mínimo, que é de R$ 84, o equivalente a 1/12 do salário mínimo. A quantia sobe 1/12 por mês trabalhado até atingir um salário mínimo (R$ 998), para quem trabalhou durante todo o ano.

Fonte: Agência Brasil, via Fecomércio

9

Mai

Mercado

Potiguares irão gastar mais de R$ 100 com presentes do Dia das Mães em 2019

O Dia das Mães é considerada a segunda melhor data para o comércio varejista, e será comemorado no próximo domingo, 12 de maio. Como acontece todos os anos, o Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio RN realizou a pesquisa de intenção de compras para a data, nas cidades de Natal e Mossoró. Em Natal, foram entrevistadas 650 pessoas entre os dias 22 e 25 de abril; e em Mossoró, 500 pessoas entre os dias 29 de abril e 1 de maio.

Entre o universo de pessoas entrevistadas, o número de consumidores que vão presentear neste dia das mães é semelhante nas duas cidades – 74,6% em Natal e 74,8% em Mossoró. Em relação à 2018, o índice de pessoas que pretendem presentear diminuiu 1,3 pontos percentuais em Natal e 0,2 pontos percentuais em Mossoró. Entre os que não vão presentear em Natal (25,4%) e em Mossoró (25,2%), as principais justificativas são: ausência de figura materna (43,6% em Natal); não comemoram a data (41,3% em Mossoró); e falta de dinheiro (33,9% em Natal e 38,9% em Mossoró).

Entre os que irão presentear, a maioria dos consumidores – 38,3% em Natal e 37,7% em Mossoró – pretendem gastar até R$ 100 em produtos. O gasto médio aumentou nas duas cidades, ficando em R$ 124,28 em Natal (acréscimo de 2% em comparação com 2018, quando o gasto médio foi de R$ 121,84); e de R$ 113,70 em Mossoró (acréscimo de 3,8% em comparação a 2018, quando o gasto médio foi de R$ 109,53). A maioria dos entrevistados (61,1% de Natal e 67,4% de Mossoró) irão comprar apenas um presente, e acham que os produtos estarão mais caros (60,8% – Natal; 59,6% – Mossoró).

Entre os itens que foram mais citados como opções de presentes na data estão os perfumes/cosméticos (30,3%) em Natal, ao contrário do ano passado quando as roupas eram as campeãs, com 35,4% das citações. Já em Mossoró, as roupas continuam liderando, com 30,5% das respostas (contra 35,9% em 2018). Outras opções citadas foram: itens são o vestuário (29,3% em Natal); perfumes/cosméticos (28,6% em Mossoró); eletrodomésticos (12,2% em Natal e 11,5% em Mossoró); e calçados/bolsas (9,7% em Natal e 12,6% em Mossoró). A íntegra das pesquisas está disponível no www.fecomerciorn.com.br/pesquisas.

9

Mai

Mercado

Semana que antecede Dia das Mães aquece comércio

Na semana que antecede o Dia das Mães, comemorado no próximo domingo (12), o varejo espera alcançar o tão aguardado aquecimento nas vendas. A data é uma das melhores do ano, seguida pelo período natalino. No Natal Shopping, a expectativa é de que a busca pelo presente ideal para as mães resulte em 4% a mais nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado. O empreendimento segue a tendência do mercado.

Pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e pelo Serviço de Proteção ao Crédito aponta que 78% dos consumidores pretendem fazer compras para a data. O período deve movimentar mais de R$ 24 bilhões e mais de 122 milhões. Roupas, calçados e acessórios são os presentes mais procurados pelos filhos neste ano: 42% dos entrevistados afirmaram que essas serão as preferências na hora da compra.

Na lista de presentes também estão perfumes, cosméticos e chocolates, além de flores e maquiagem. A pesquisa aponta que o brasileiro deve gastar R$ 198,79 na data, um aumento de 24% em relação ao ano passado, quando a média foi de R$ 152,98.

“Estamos otimistas com as vendas para o Dia das Mães, é uma das datas em que mais atraímos clientes, então, apostamos em uma campanha que tem como tema ‘Aqui é sempre amor’. Todas as nossas operações estão envolvidas para oferecer o presente que vai deixar a mãe mais feliz”, atesta Felipe Furtado, superintendente do Natal Shopping.

8

Mai

Mercado

Cresce percentual de famílias brasileiras endividadas

O percentual de famílias brasileiras com dívidas, em atraso ou não, chegou a 62,7% do total, em abril deste ano. O dado, divulgado ontem (7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é superior aos registrados em março deste ano (62,4%) e em abril de 2018 (60,2%).

Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a alta no percentual de famílias com dívidas pode ser explicada por pela continuidade do processo de recuperação das concessões de crédito e do consumo das famílias.

A parcela de inadimplentes, ou seja, de pessoas com contas ou dívidas em atraso, ficou em 23,9%, superior ao 23,4% de março deste ano mas inferior aos 25% de abril do ano passado.

As famílias que não têm condições de pagar suas dívidas ou contas em atraso chegaram a 9,5% em abril deste ano, superior ao 9,4% de março, mas inferior aos 10,3% de abril de 2018.

Fonte: Agência Brasil

7

Mai

Mercado

Geração Z: jovens nativos digitais são conservadores ao economizar dinheiro

Dados levantados em uma pesquisa conduzida pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostram que pouco mais da metade dos jovens entrevistados possui dinheiro guardado (52%), sendo as principais motivações os acontecimentos imprevistos (33%), viagens (21%) e compra da casa própria (19%). 85% guardaram os próprios recursos, enquanto 20% obtiveram esses recursos financeiros dos pais.

Mas mesmo com acesso a grandes quantidades de informação, estes jovens investem em opções pouco ou nada rentáveis, com claro predomínio do uso das modalidades mais tradicionais: 53% mantém os valores na poupança, 25% guardam em casa e 20% na conta corrente. Entre os motivos de quem não guarda nenhuma quantia, 51% afirmam que nunca sobra dinheiro, 22% não têm disciplina para juntar dinheiro e 19% sentem-se desestimulados e sem esperança de juntar um bom valor a longo prazo por sobrar pouco dinheiro.

Em relação aos hábitos de consumo, 56% admitem que costumam ceder aos impulsos quando querem muito comprar algo, enquanto 47% às vezes perdem a noção de quanto podem gastar com atividades de lazer e 34% gostam de ter um produto que a maioria dos seus amigos têm. Três em cada dez admitem que a forma como gastam o dinheiro é motivo para brigas frequentes com pais, familiares ou cônjuge (32%).

Quatro em cada dez entrevistados já estiveram com o nome negativado (37%). Ao comentar as razões para os compromissos financeiros não pagos, os jovens mencionam a perda do emprego (24%), o fato de não terem planejado os gastos ou terem gasto mais do que podiam (21%) e o empréstimo do nome para terceiros (20%).

“Embora a crise econômica e desemprego elevado ajudem, em parte, a explicar as dificuldades financeiras dos jovens, é preciso ressaltar a importância de investir na formação e na educação financeira dessa parcela da população. A seu favor eles têm a enorme familiaridade com a tecnologia e o pensamento lógico, a fluidez ao transitar entre os ambientes físico e o online, a aptidão intrínseca para absorver e compreender novas formas de interação social mediadas pelos aplicativos e ferramentas online, bem como para colocar ideias novas em prática”, comenta Costa.

Somente um em cada quatro se prepara para a aposentadoria

A pesquisa revela que 75% não se preparam para a aposentadoria. Dentre os que realizam algum preparo, a estratégia mais comum é a aplicação em poupança (26%), o INSS pago pela empresa (21%) – que não reflete um investimento deles mesmos –, a Previdência Privada (21%), a abertura do próprio negócio (21%) e o INSS pago de forma autônoma (19%).

As razões apontadas pelos que se preparam para a aposentadoria envolvem julgar que sempre foram precavidos (35%), espelhar-se em exemplos de pessoas que não se prepararam e tiveram problemas financeiros (22%) ou mesmo em pessoas que se prepararam e, por isso, tiveram uma aposentadoria tranquila (18%). Por outro lado, aqueles que não se preparam argumentam não ter renda (27%), o fato de ser cedo, pois ainda são muito jovens (27%), não sobrar dinheiro (24%) e não saber como fazer (21%).

“É importante observar que os jovens precisam ter objetivos financeiros claros e aprender a controlar o imediatismo e os impulsos de consumo, evitando gastos excessivos desde cedo para que não se tornem hábitos e comprometam a saúde financeira e o atingimento de metas no futuro”, afirma Costa.

6

Mai

Mercado

Blog Imob Marketing oferece informações e estratégias sobre o mercado imobiliário

As novidades voltadas para o marketing imobiliário podem ser conferidas semanalmente no primeiro e único blog do RN sobre essa temática: o Imob Marketing.

O blog é um verdadeiro guia voltado para corretores de imóveis, incorporadoras, imobiliárias e outros profissionais que trabalham direta ou indiretamente com marketing imobiliário. Nele, são postadas estratégias diferenciadas para esse mercado, os principais eventos, dicas de livros, cursos, ações de venda, aplicativos para corretores, dentre outros assuntos relacionados a esse universo. 

O endereço eletrônico do blog é o: www.imobmarketing.com.br.

O Imob Marketing é uma criação do publicitário Gabriel Passos, que atua há mais de 5 anos no mercado imobiliário local. Formado pela UFRN, Gabriel possui especialização em Marketing Digital com certificações no Google, Hubspot, Goobec, Rock Content, Resultados Digitais e Agência Mestre. Gabriel Passos destaca que o blog tem como missão “ajudar os profissionais do mercado imobiliário a ter resultados reais com o marketing digital”.

6

Mai

Mercado

Produtos potiguares brilham em São Paulo durante feira do setor de alimentos e bebidas

Um grupo de empresários do Rio Grande do Norte do setor de alimentos e bebidas terá a oportunidade de apresentar o diferencial dos produtos de origem potiguar a supermercadistas e demais compradores do mercado paulista. Doze empresas vão expor produtos numa das maiores feiras desse segmento, a APAS Show, promovida pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), que começa na próxima segunda-feira (6) e vai até o dia 9, em São Paulo.

Serão expostos produtos considerados gourmet, como a flor de sal, o mel trufado com trufa negra e castanhas de caju trufadas com flor de sal, bebidas - entre elas a cachaça orgânica e água de coco – e outros alimentos. Com o apoio do Sebrae no Rio Grande do Norte, a comitiva de 37 pessoas embarca para São Paulo neste sábado (4).

Participam da feira como expositores as marcas Tempero Sadio, Cimsal, Bom Demais, Aquacoco, Cachaça Samanaú, Leite Clan, Fhytoactive, Sea Express, Coco e Cia, Bassano Grão, Nordeste Fruit, Do Trigo. Essas empresas participam do projeto Produto Potiguar, desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Sistema Fiern desde abril do ano passado e que busca ampliar o mercado consumidor para empresas do estado.

Os produtos ficarão reunidos no Espaço Produto Potiguar, uma área de 90 metros quadrados com 16 boxes de dois metros quadrados projetados para expor itens e também realizar conexões de negócios. O estande está sendo instalado pavilhão vermelho do Expo Center Norte, onde será realizada a APAS Show. O evento é considerado a maior feira de alimentos, bebidas, higiene, limpeza, equipamentos e tecnologia para supermercados do mundo e chega a 35ª edição com a expectativa de atrair 13 mil empresas, sendo 738 expositores, e mais de 71 mil visitantes inscritos.

Mercado paulista

“O mercado de São Paulo é muito estratégico para essas empresas, por isso, o Sebrae e a Fiern estão subsidiando parte dos custos dessa participação. Acreditamos que o retorno será positivo. Já temos inclusive agendamento com clientes internacionais, feito pela Samanaú, por exemplo”, ressalta a coordenadora do Espaço Produto Potiguar na APAS, Maezia Teodora Santos. Segundo ela, as empresas ficaram responsáveis por captar os potenciais clientes dentro do segmento de atuação de cada uma.

O mercado paulista é estratégico porque busca alimentos com características “gourmet”, com alto valor agregado e com diferenciais de qualidade em comparação a outros alimentos e bebidas normalmente comercializados. O projeto identificou um público potencial estimado em cerca de 4,7 milhões de pessoas no mercado paulista que podem demandar e ser consumidoras desses produtos.

Antes de desbravar o mercado de São Paulo, as empresas potiguares participantes da iniciativa passaram por capacitação e preparação para atender aos requisitos do exigente consumidor paulista em termos de qualidade e diferenciação.

3

Mai

Mercado

[CRÔNICA] A culpa NÃO é sempre do estagiário: os percalços para sobreviver a um estágio

Por Nathália Gomes*

Aqueles momentos de corre e corre, currículos prontos para serem enviados a qualquer momento por e-mail ou impressos em uma pastinha carregada sempre debaixo do braço. Quando uma entrevista surge, tem gente que até faz um ensaio em frente ao espelho para não errar no que vai dizer, de tão tensa que é a situação para ser selecionado para aquela vaga de estágio. 

A expectativa de conseguir e ser contratad@ é tão grande que no primeiro dia do ofício não tem um fio de cabelo fora do lugar e a roupa está sempre bem engomadinha. Ah, mas pra quem vai começar a receber um salário vindo do esforço do seu trabalho e estudo, tem que ficar feliz mesmo e usar o primeiro pagamento pra comemorar (rs). 

Acordar todo dia pela manhã bem cedo e dar conta de estudar à tarde ou à noite, se esse for o caso, começa a pesar ao passar dos dias. Mas, a vontade de conquistar espaço leva o estagiário chegar no horário e se empolgar para trabalhar todos os dias para conquistar a confiança dos seus futuros colegas de profissão e, principalmente, do ‘chefe’. 

Suas "principais funções" são: levar sempre a culpa quando algo sai errado e servir – seja cafezinho ou até mesmo entregar papéis de um setor para outro – afinal, fazer novas amizades conta para o currículo. Mas, isso dignifica qualquer pessoa e não deve ser taxado como trabalho de ‘’pessoas inferiores que estão fazendo de tudo para entrar no mercado’’.

O velho bordão – a culpa é sempre do estagiário – é usado muitas vezes em várias situações: a palavra errada foi escrita pelo estagiário; o papel foi impresso errado porque o estagiário é desatento; a postagem saiu no horário errado porque o estagiário não viu o correto; a reunião atrasou porque o estagiário esqueceu de trazer a pasta com os documentos. 

Mas, pouco se valoriza quando o cliente fica satisfeito porque o estagiário deu uma ideia produtiva para o job, quando ele expõe uma maneira mais rápida para solucionar algum trabalho, quando indica que deve envolver algo mais atual nas campanhas e quando aprendeu ou passou aos colegas problemas que nem eram da sua área. 

O tempo passa e o estagiário, finalmente, conhece todo mundo, desenrola melhor as reuniões, consegue articular as ideias dele sem atingir o ego de algumas pessoas, começa a compreender a teoria de sala de aula na prática do trabalho e começa a usar os termos da área. Depois que o contrato chega ao fim, há uma esperança de ser efetivado no quadro da empresa ou resta a ele apenas seguir outros voos. 

Afinal, o estágio é um período que QUALQUER profissional passa. A realidade é que uma das principais lições é ter a humildade em ser sempre uma pessoa disposta a novos desafios e não ter medo do novo. São momentos de aprendizado valorizados e que pagam o lanche e almoço da semana na faculdade! (rsrs)

* Nathália Gomes é Jornalista, especialista em Comunicação Digital, CEO da Pirâmide Conteúdo Digital e colaboradora do Blog da Juliska

3

Mai

Mercado

Estado abre 4,5 mil novos negócios no primeiro trimestre

O número de Microempreendedores Individuais (MEI) no Rio Grande do Norte, no mês passado, a marca de 105,7 mil negócios registrados formalmente, sendo 4,5 mil deles constituídos no primeiro trimestre do ano. A quantidade de empresas enquadradas nessa categoria jurídica já representa pouco mais de 66% do total de empresas optantes pelo Simples Nacional no RN, cujo repasse de tributos para o estado e municípios potiguares somou R$ 221 milhões em 2018, mostrando a importância do segmento das micro e pequenas empresas para a economia potiguar.

Mensalmente, as formalizações do MEI ultrapassaram a faixa dos mil negócios. Em janeiro, foram registradas 1.624 formalizações e, no mês seguinte, outras 1.404. Em março, os registros subiram para 1.491, encerrando o trimestre com 4.519 empresas abertas e classificadas como MEI em todo o Rio Grande do Norte, o maior número de formalizações para o primeiro trimestre dos últimos cinco anos.

Importante instrumento de acesso ao mundo empresarial, o programa do MEI completa em 2019 dez anos de lançamento e engloba negócios de pequeno de porte e, principalmente, trouxe para a formalidade trabalhadores autônomos, como vendedores, doceiros, manicures, cabeleireiros e eletricistas. Esse grupo passou a ter cobertura previdenciária e seguridade social a baixo custo, já que o valor do boleto mensal do MEI não ultrapassa os R$ 56,00.

Os dados do registro do MEI no trimestre foram divulgados nesta segunda-feira (29) pelo Sebrae no Rio Grande do Norte com a edição 43 do Boletim dos Pequenos Negócios do RN. O informativo traz uma análise do comportamento dos principais indicadores que influenciam a economia potiguar em uma edição especial que enfoca os resultados desses indicadores no primeiro trimestre.  O material poder ser conferido na íntegra e está disponível para download no Portal do Sebrae (www.rn.sebrae.com.br), na seção ‘Estudos e Pesquisas’.

Nessa edição trimestral, o Boletim dos Pequenos Negócios apresenta um perfil dos microempreendedores do estado. Segundo o levantamento, a maioria dos MEIs potiguares é do sexo masculino, no entanto, 47% deles já são mulheres. Mais da metade – 53% – dessas pessoas formalizadas está na faixa etária dos 21 aos 40 anos. A maior parcela atua no comércio de roupas e acessórios (24%), cabeleireiros (18%), mercadinhos e mercearias (13%), lanchonetes (8%) e comércio de bebidas (8%).

25

Abr

Mercado

Programa Nota Potiguar, para incentivar a arrecadação, é lançado na Arena das Dunas

O programa Nota Potiguar – que visa aumentar a arrecadação tributária numa perspectiva de R$ 84 milhões ao ano - foi lançado pelo Governo do RN na noite da última quarta-feira, na Arena das Dunas, durante o clássico América X ABC, na decisão do Campeonato Estadual. Não foi por acaso que o estádio foi escolhido para esse evento, uma vez que a campanha prevê que, além de concorrer a prêmios em dinheiro, o contribuinte poderá usar as notas em troca de descontos no IPVA e ingressos para jogos de futebol.

Para “entrar no jogo” , as pessoas deverão inserir o CPF nas notas e depois cadastrá-las por meio do aplicativo Nota Potiguar, que já está disponível para os sistemas Android e IOS nas respectivas lojas de aplicativos. O programa começa a vigorar a partir de junho, no entanto, os contribuintes já podem cadastrar as notas para acumular pontuação. "A estratégia do Fisco Estadual é ter o consumidor como aliado, conscientizando sobre a importância de pedir a nota fiscal", afirmou o secretário da Tributação, Carlos Eduardo Xavier.



O programa Nota Potiguar foi idealizado nos moldes de uma campanha de premiação para quem exigir a nota fiscal na hora da compra. Aprovado pela Assembleia Legislativa no dia 13 de março, o programa vai conceder prêmios, por meio de sorteios mensais. Instituído pela lei 10.228/2017, regulamentada por decreto pela governadora Fátima Bezerra, o Programa Estadual de Educação e Cidadania Fiscal será executado na forma de uma campanha de incentivo à emissão de documentos fiscais por estabelecimentos contribuintes do ICMS, localizados no Rio Grande do Norte.

"O Governo fará uma ampla campanha de divulgação para que toda a população seja informada desse benefício", declarou Fátima. A ideia é estimular e conscientizar o contribuinte a exercer sua cidadania, exigindo a nota, e minimizar a sonegação de impostos. O programa prevê distribuição de prêmios a pessoas físicas consumidoras de bens sujeitos ao ICMS e a entidades de fins não econômicos. Instituições filantrópicas também participam da iniciativa, sendo beneficiadas de acordo com o sorteio.

Foto: Elisa Elsie

23

Abr

Mercado

Alerta para a prevenção: RN tem mais de 25 mil acidentes de trabalho em cinco anos

O Rio Grande do Norte registrou, em um intervalo de cinco anos, mais de 25 mil acidentes de trabalho. Os dados consolidados estão no Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, ferramenta online do Ministério Público do Trabalho.  No mesmo período, entre os anos de 2012 e 2017, 146 pessoas morreram em decorrência de acidentes desse tipo. A estimativa é que, de 2012 até hoje, a quantidade de acidentes passe dos 31 mil. Os números chamam atenção para a importância do uso dos Equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, que além de serem obrigatórios, fazem a diferença para salvar vidas nos casos de acidente.

Todas as atividades profissionais que possam representar algum tipo de risco físico para o trabalhador devem ser cumpridas com o auxílio de EPIs. Em Natal, as lojas O Borrachão em Lagoa Nova e no Alecrim possuem uma grande variedade de equipamentos de proteção individual, como botas, luvas, máscaras, coletes, cintos, capacetes, óculos, protetores auriculares, capas e aventais. Produtos de qualidade, com a chancela de quem está há 40 anos no mercado potiguar.

 

“Esses equipamentos de proteção individual só podem ser comercializados e devem ser adquiridos pelas empresas quando eles tem o Certificado de Aprovação expedido pelo Ministério do Trabalho. Eu recomendo a aquisição desses materiais em lojas que vendam produtos de qualidade no estado, como é o caso das lojas de O Borrachão”, disse o engenheiro de segurança do trabalho, José Luiz Junior, com mais de 20 anos de experiência no mercado local.

Todos esses acessórios são indispensáveis para garantir a saúde e a proteção do trabalhador, evitando consequências mais graves em casos de acidentes de trabalho. O EPI também evita que o profissional seja exposto a doenças que podem comprometer a capacidade de trabalho e de vida durante e depois da fase ativa de trabalho. Os equipamentos de proteção individual devem ser fornecidos de forma gratuita ao trabalhador, como estabelece a norma técnica NR6.

“Nas nossas lojas, além de encontrar toda a variedade de equipamentos, o cliente recebe  assistência técnica para fazer a escolha mais adequada à sua necessidade, ao que é preciso para a atividade de sua empresa. É um investimento necessário que pode ter um impacto fundamental para salvar vidas ou evitar graves sequelas para os trabalhadores que venham a se acidentar”, explica a diretora de relacionamento do grupo O Borrachão, Renalle Diniz Costa.

Acidentes de trabalho em números

Os números são impressionantes e preocupantes, apontando para a necessidade do empreendedor de exigir de sua equipe o uso adequado dos EPIs. Entre os anos de 2012 a 2017, dos 25.756 acidentes de trabalho registrados no RN, 69% resultaram em auxílios-doença, com um impacto previdenciário de mais de R$ 184 milhões e a perda de 4.362.637 dias de trabalho. 146 pessoas morreram durante a atividade profissional.

Esses dados foram os últimos consolidados pelo Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho. Mas a ferramenta faz uma estimativa dos números em tempo real. Com 1 acidente de trabalho estimado a cada 2 horas e 2 minutos, o Rio Grande do Norte pode ter ultrapassado os 31.300 acidentes desde 2012. O Observatório também estima 1 morte a cada 14 dias e 12 horas, o que resultaria em 182 óbitos.

Entre os acidentes mais frequentes, estão os cortes, as fraturas, lesões, contusões e esmagamentos. As atividades de atendimento hospitalar, confecção de peças de vestuário, atividades de Correio, comércio varejista e construção de edifícios estão entre os setores econômicos com mais comunicação de acidentes ao Ministério Público do Trabalho.

23

Abr

Mercado

Cartão de crédito clonado é principal fraude sofrida por consumidores nos últimos 12 meses, aponta levantamento CNDL/SPC Brasil

O cartão de crédito é hoje uma das formas mais populares de pagamento no mundo inteiro, principalmente pelas facilidades que oferece. Mas seu uso exige alguns cuidados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 8,9 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude nos últimos 12 meses, sendo que a maior parte dessas ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartão de crédito.

Já o segundo golpe mais comum observado pelo estudo é o recebimento de boletos falsos, com 13% das menções. Além desses tipos de fraudes, também aparecem clonagem de cartão de débito, contratação de empréstimos e financiamento, todos com o mesmo nível de incidência (11%), respectivamente.

De acordo com o levantamento, metade (48%) das fraudes se deu em transações ou compras feitas pela internet. Outros 20% dos golpes aconteceram nas operações realizadas em agências bancárias ou financeiras e 15% em lojas físicas.  Quanto às principais consequências enfrentadas pelas vítimas de ações fraudulentas estão as compras indevidas em nome da pessoa (37%) e os prejuízos financeiros (24%).

Há ainda problemas relacionados à perda de tempo com processos burocráticos para regularizar a situação e a inclusão em cadastros de inadimplentes, deixando a pessoa com o nome sujo e impossibilitando a realização de compras por meio do crédito — ambas situações com 22% das citações.

Crimes como esses podem causar sérios danos ao consumidor que tem suas informações pessoais utilizadas para fins fraudulentos. Na avaliação do superintendente de produtos e operações do SPC Brasil, Nival Martins, os transtornos ocasionados por estelionatários podem comprometer não apenas a saúde financeira dos consumidores que acabam caindo nesses golpes.

“Além dos prejuízos financeiros, existe o constrangimento de, muitas vezes, ser incluído indevidamente em cadastros de devedores. Sem contar a burocracia para abrir boletim de ocorrência e avisar os órgãos competentes sobre o ocorrido”, alerta.

O SPC Brasil também liberou por 30 dias grátis o ‘SPC Avisa’, que faz o monitoramento de CPFs para evitar fraudes. Com o serviço, o consumidor é avisado por e-mail, em até 24 horas, sobre qualquer movimentação em seu documento, como consultas para a realização de compras a prazo, verificação de nome restrito, inclusão de registros de inadimplência, alteração de dados cadastrais, entre outros.

Para consultar o Posto de Atendimento do SPC Brasil mais próximo da residência, o consumidor deve acessar a página:  https://www.spcbrasil.org.br/consumidor/postos-atendimento

Para ter acesso ao monitoramento grátis por 30 dias, o consumidor deve acessar a página:  https://loja.spcbrasil.org.br/pessoa-fisica/monitorar-cpf-spc-avisa/spc-avisa-e-mail-mensal.html