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7

Jan

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Detran amplia ações da Operação Verão com abordagem de mais de 1.600 motoristas em blitz

O Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran) empregou na madrugada desse domingo (06), mais uma ação dentro da Operação Verão 2019, que é coordenada pelo Governo do Estado. A fiscalização realizada pelos policiais da Operação Lei Seca foi montada na Rota do Sol e averiguou cerca de 1.600 condutores e veículos que circularam na via durante a madrugada.

A ação encampada pelo Detran, por meio da Operação Lei Seca, teve o objetivo de evitar que motoristas embriagados venham a dirigir veículos automotores e possibilitem a ocorrência de acidentes de trânsito. Outro ponto importante da fiscalização é manter a área do litoral segura, evitando delitos relacionados a roubo de automóveis e outros tipos de crimes.

“Optamos por montar a fiscalização na Rota do Sol por ser uma importante via de acesso as praias do litoral Sul que nessa época do ano se torna extremamente movimentada devido ao período de veraneio e de eventos organizados na região”, explicou o oficial da Lei Seca, major Charleson.

Durante a fiscalização foi possível flagrar 18 motoristas conduzindo veículo sob efeito de bebida alcóolica, sendo um deles preso por se enquadrar na lei de crime de trânsito. Nessa situação, além das medidas administrativas de multa e perda do direito dirigir por um ano, o condutor responde a processo na esfera criminal.

As abordagens coordenadas pelo Detran não se limitam a fiscalização das normas estabelecidas pela Lei Seca. Os condutores fiscalizados tiveram a documentação pessoal de habilitação e a dos veículos averiguadas pelos policiais. A iniciativa busca também combater o roubo de automóveis na capital.

O motorista flagrado dirigindo embriagado é punido com retenção da CNH, apreensão do veículo, que só será liberado com a presença de um condutor habilitado, multa no valor de R$2.934,70 e sete pontos na carteira, além de outras penalidades administrativas (artigo 165 CTB). Isso se o teste de bafômetro acusar até 0,33 mg/l de álcool por litro de sangue no organismo ou se ele se recusar a fazê-lo.

Se o teste acusar a partir de 0,34 mg/l, ou se ele se recusar a fazê-lo, mas apresentar sinais visíveis de embriaguez, além de responder nos termos do artigo 165, vai ser enquadrado no artigo 306 (crime de trânsito): será preso e conduzido à Delegacia de Polícia, onde será iniciado o devido processo legal, respondendo pelo crime que prevê a punição de seis meses a três anos de prisão.

4

Jan

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Prêmio Revista Elas por Ela vai reconhecer o trabalho de “mulheres inspiradoras”

Está confirmada para o dia 24 de janeiro a primeira edição do Prêmio Revista Elas por Ela, que premiará mulheres que fazem história como profissionais e atuaram na mudança da realidade no entorno em que convivem.

O evento será realizado no auditório do CTGás, em Natal, e contará com a presença de 40 mulheres que se destacaram em 2018. “A ideia é divulgar o trabalho do público feminino apresentando personalidades inspiradoras”, afirma a idealizadora do prêmio, Kalina Veloso.

Entre as homenageadas, estão a conselheira federal que é representante do Brasil no consulado em Roma, Edilene Vasconcelos Giustini e ex-ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, que virão a Natal para a solenidade. 

4

Jan

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Varejistas iniciam liquidações de janeiro para impulsionar vendas do 1º trimestre

Passada a temporada de compras de Natal, redes varejistas no Brasil se movimentam para liquidar os estoques remanescentes com ações promocionais tanto no comércio eletrônico quanto nas lojas físicas a partir desta semana, visando impulsionar as vendas e compensar a ausência de eventos sazonais no primeiro trimestre do ano.

Uma das redes que faz promoções neste início de ano é o Magazine Luiza, que nesta quinta-feira (3) fechou todas as 937 lojas espalhadas pelo Brasil em preparação para a chamada “Liquidação Fantástica” na sexta-feira (4), que promete descontos que podem chegar a 70%.

“Temos este ano 20% a mais de estoque em relação ao ano passado e faremos a promoção em todas as lojas, incluindo as 100 que abrimos no ano passado e participarão da liquidação pela primeira vez”, disse à Reuters o vice-presidente comercial e de operações da Magazine Luiza, Fabrício Bittar Garcia.

Segundo ele, a companhia espera comercializar o equivalente a 15 dias de venda nesta sexta-feira e filas de consumidores já devem começar a se formar em algumas lojas do interior do Estado de São Paulo e do Nordeste a partir desta quinta-feira.

“Tem pessoas que ficam mais de 20 horas na fila… Esperamos bom crescimento em relação ao ano passado e teremos mais de 8 mil (funcionários) intermitentes nas lojas para ajudar nesse dia”, comentou o executivo, acrescentando que as promoções começam nas lojas às 6h da manhã e no aplicativo e site do grupo entre 8h e 9h de sexta-feira. Garcia não quis especificar o percentual de alta de vendas observado na liquidação em 2018, mas citou expansão de dois dígitos.

As ações das redes acontecem depois de uma temporada de compras de fim de ano relativamente positiva para o varejo nacional. No fim de dezembro, a entidade que representa shopping centers do país, Abrasce, citou alta de 9,3% nas vendas no Natal. Enquanto isso, a empresa de pesquisa de mercado Ebit|Nielsen, apontou aumento de 13,5% nas vendas natalinas do comércio eletrônico nacional.

A B2W, grupo de comércio eletrônico que opera sob as marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, também inicia a partir desta quinta-feira promoções de até 60%. Mais de 1.360 lojas físicas da controladora da B2W, a Lojas Americanas, em todo o país também oferecerão descontos entre 4 e 7 de janeiro. Outra varejista que promove ações promocionais em janeiro é a Via Varejo, dona das bandeiras Casas Bahia e Ponto Frio, que anteciparam o início das ofertas para 2 de janeiro.

Com descontos de até 70%, a companhia controlada pelo Grupo Pão de Açúcar (GPA) ainda abrirá as lojas a partir das 6h da manhã de sexta-feira. As ações da Magazine Luiza encerraram o último ano com a maior valorização do Ibovespa, depois de altas de cerca de 500% em 2017 e em 2016, enquanto as da B2W acumularam ganho de cerca de 105% em 2018. Na contramão, Via Varejo perdeu mais de 40% no ano passado.

Fonte: Reuters, via Fercomércio

2

Jan

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Brasileiro quer juntar dinheiro para pagar dívidas, revela pesquisa

Pesquisa divulgada hoje (2) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que as principais metas financeiras do brasileiro para 2019 são juntar dinheiro para pagar dívidas.

Segundo a pesquisa, 51% do total dos entrevistados pretende juntar dinheiro em 2019 e 37% e "sair do vermelho". Sete em cada dez entrevistados (72%) dizem estar otimistas com a economia neste ano e que a vida financeira será melhor, enquanto 8% do total revela pessimismo, dizendo que a economia vai piorar.

“À medida em que o novo governo anuncia seus projetos para o país, aumenta o clima de otimismo com a retomada da economia, que deve começar a ser percebido a partir do segundo semestre”, disse José César da Costa, presidente da CNDL.

Entre os otimistas, as perspectivas para este ano são manter os pagamentos das contas em dia (69%), fazer reserva financeira (59%) e realizar algum sonho de consumo (57%).

Foram entrevistadas 702 pessoas, entre os dias 27 de novembro e 10 de dezembro de 2018, de ambos os sexos e acima de 18 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões brasileiras.

Crise

Seis em cada dez entrevistados (58%) acreditam que os efeitos da crise terão impacto ainda neste ano. Para evitar o impacto dela no cotidiano, os entrevistados dizem que pretendem organizar ou controlar mais as contas da casa (51%), pesquisar mais os preços (50%), aumentar a renda com trabalho extra e bicos (44%) e evitar o uso do cartão de crédito (44%).

Temores

Entre os principais temores para este novo ano foram citados: não conseguir pagar as contas (61%), não guardar dinheiro (45%), abrir mão de determinados confortos no dia a dia (34%), não obter um emprego (28%) e perder o emprego (20%).

“Apesar de os brasileiros continuarem sentindo os efeitos da crise, a possibilidade de crescimento da economia impõe novos desafios para o sucesso de projetos pessoais, que passará pela capacidade do consumidor de controlar o orçamento, planejar e poupar”, disse Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC Brasil.

Com informações da Agência Brasil

2

Jan

Mercado

Quais são as 10 maiores empresas do ecommerce brasileiro? Confira o ranking

A Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) divulga a quarta edição do ranking de 50 maiores empresas do e-commerce brasileiro, com dados e análise realizados com apoio técnico da BTR-Educação e Consultoria, Varese Retail e Centro de Estudo e a Pesquisa de Varejo (CEPEV — USP). As varejistas listadas apresentaram um crescimento de 8,74% nas vendas, enquanto o setor online como um todo teve uma alta de 7,5% (dados Ebit).

As 50 tiveram um faturamento bruto de R$ 36,2 bilhões, o equivalente a 75,89% de todo o e-commerce brasileiro em 2017. Dessas, 36 oferecem comércio multicanal e 14 são do setor de operações. As 10 maiores somam R$ 29,91 bilhões em vendas, o que representa 62,7% do comércio eletrônico no País.

Oito das listadas tiveram, em 2017, um aumento nas vendas acima de 100%. As líderes nesse quesito foram Carrefour, Livraria Cultura e Supermercados Mambo — embora a Livraria Cultura esteja encerrando unidades e realizando recuperação judicial. Confira abaixo as 10 maiores varejistas brasileiras:

1 B2W Digital (R$ 8.763.600.00,00)
2 Via Varejo (R$ 8.849.000.000,00)
3  Magazine Luiza (R$ 4.353.615.616,00)
4  Walmart Brasil (R$ 3.000.000.000,00)
5  Grupo NetShoes (R$ 2.600.000.000,00)
6  Máquina de Vendas (R$ 2.280.000.00,00)
7  Carrefour (R$ 1.752.750.900,00)
8  GFG LatAm  (R$ 1.100.000.000,00)
9 Saraiva (R$ 708.153.000,00)
10 Privalia (R$ 500.000.000,00)

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137513-10-maiores-empresas-ecommerce-brasileiro-confira-ranking.htm

2

Jan

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Confiança Empresarial atinge maior nível desde março de 2014, diz FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 1,0 ponto em dezembro, indo a 95,9 pontos, o maior nível desde os 97,8 de março de 2014. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice avançou 1,9 ponto.

Os dados fazem parte da Sondagens de Índices de Confiança Empresarial, e foram divulgados hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE).

O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: indústria, serviços, comércio e construção. Os dados indicam que o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 1,1 ponto, para 91,2, o maior valor desde os 92,8 pontos de junho de 2014.

Já o Índice de Expectativas (IE-E) avançou 0,2 ponto, indo para 101,0. É segundo mês consecutivo em que o IE-E ultrapassa 100 pontos.

Na avaliação do superintendente de Estatísticas Públicas da FGV, Aloisio Campelo Jr., o índice de confiança do empresariado vem se aproximando da normalidade. “Após a terceira alta consecutiva, a confiança empresarial se aproxima de níveis que retratam uma situação de normalidade” disse.

Para ele, a segunda boa notícia de dezembro foi que o índice que mede a percepção sobre o momento atual (ISA) avançou mais que o índice de expectativas (IE), “o que acontece pela primeira vez desde julho de 2018”.

O economista afirmou, porém, que, apesar dessas constatações, “a distância ainda superior a 15 pontos entre ISA e IE no comércio e na construção sugere que os ganhos recentes da confiança devem ser explicados por uma efetiva melhora gradual do ambiente econômico, mas também pelo efeito favorável do fim do período eleitoral sobre as expectativas”.

Confiança por setores

O estudo da FGV indica, ainda, que, pelo segundo mês consecutivo, houve aumento da confiança na margem em todos os setores que integram o ICE.

Já na métrica de média móveis trimestrais, a variação foi negativa apenas na indústria, com queda de 0,4 ponto. Com expressiva alta no mês, a confiança do comércio passa dos 100 pontos pela primeira vez desde março de 2014.

A indústria e os serviços avançaram menos e apresentam agora níveis de confiança muito próximos entre si. Já a confiança da construção subiu pelo quarto mês consecutivo, mas continua sendo a mais baixa entre os quatro setores.

Difusão da Confiança

Em dezembro, houve alta da confiança em 65% dos 49 segmentos que integram o Índice de Confiança Empresarial. No mês passado, no entanto, a alta havia alcançado 84% dos segmentos. Para a edição de novembro de 2018, foram coletadas informações de 4.701 empresas entre os dias 3 e 21 de dezembro. A próxima divulgação do ICE será no dia 31 de janeiro.

27

Dez

Mercado

Comércio eletrônico brasileiro tem aumento de 13,5% em vendas de Natal

Segundo um relatório feito pela Ebit|Nielsen, o comércio eletrônico vendeu cerca de R$ 9,9 bilhões no Brasil durante o período de Natal de 2018. Em comparação com o ano de 2017, isso representa um aumento de 13,5%, com um crescimento de 5,2% na quantidade de pedidos (20,1 milhões no total) e de 8% no ticket médio, que somou R$ 493.

O registro dessas vendas no comércio eletrônico foi feito entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, incluindo o período de vendas com desconto da Black Friday. Entre os produtos mais comprados nesse fim de ano estão eletrodomésticos, perfumaria e cosméticos, moda e acessórios, casa e decoração, e telefonia e celulares.

"O varejo está cada vez mais preparado para as vendas online. Os atores estão investindo em tecnologia e disponibilizando mais informações sobre os produtos", disse em nota a diretora comercial da Ebit|Nielsen, Ana Szasz.

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) também apontaram crescimento de 2,66% nas vendas a prazo no Natal no Brasil, na comparação com 2017, o melhor resultado para o período desde 2013.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137475-comercio-eletronico-brasileiro-tem-aumento-13-5-vendas-natal.htm

27

Dez

Mercado

Indústria aposta em aumento do consumo e do emprego nos próximos seis meses, segundo CNI

Os industriais brasileiros esperam o aumento da demanda, da compra de matérias-primas, do número de empregados e das exportações nos próximos seis meses, informa a Sondagem Industrial, divulgada nesta quinta-feira (20) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todos os indicadores de expectativas da pesquisa aumentaram pelo segundo mês consecutivo e ficaram acima da linha divisória dos 50 pontos, indicando que os empresários estão otimistas com o futuro próximo.

 “As perspectivas são mais otimistas que no final de 2017”, diz a pesquisa. A melhora das expectativas ocorre porque o país voltou a discutir as reformas que são decisivas para estimular a atividade, explica o economista da CNI Marcelo Azevedo. “A possibilidade de que as reformas sejam encaminhadas e tenham alguma evolução no início do próximo ano anima os empresários”, diz Azevedo. 

Diante desse cenário, o indicador de intenção de investimento aumentou 0,5 ponto na comparação com novembro e alcançou 55,5 pontos neste mês, o maior valor registrado desde abril de 2014. A disposição para investir é maior nas grandes empresas, segmento em que o indicador ficou em 62,9 pontos, muito acima dos 51,6 pontos registrados nas médias empresas e dos 44,8 pontos das pequenas. 

PRODUÇÃO E EMPREGO EM QUEDA – No entanto, a atividade industrial continua em ritmo lento. “O desempenho da indústria foi fraco, como é tradicional para o mês de novembro”, observa Azevedo. O índice de evolução da produção ficou em 48,3 pontos e, o de número de empregados, foi de 49,1 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando ficam abaixo dos 50 pontos, mostram queda da produção e do emprego. 

Com isso, a utilização da capacidade instalada ficou estável em 69%. A ociosidade é menor nas grandes empresas, onde a utilização da capacidade instalada alcançou 73% em novembro. Nas pequenas ficou em 62% e, nas médias, em 67%.  “Embora em melhor patamar que em anos anteriores, a utilização da capacidade instalada ainda está distante do usual”, diz a Sondagem Industrial. 

O dado positivo, observa a CNI, é o nível de estoques em relação ao planejado, que caiu de 50,8 pontos em outubro para 50,2 pontos em novembro. Isso indica que os estoques estão muito próximos do planejado pelos empresários. Esta edição da Sondagem Industrial foi feita entre 3 e 12 de dezembro com 1.961 empresas. Dessas, 813 são pequenas, 699 são médias e 449 são de grande porte. 

Fonte: Agência de Notícias CNI, disponível em: https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/economia/industria-espera-aumento-do-consumo-e-do-emprego-nos-proximos-seis-meses-informa-cni/ 

26

Dez

Mercado

Pesquisa aponta que confiança do consumidor brasileiro é a maior desde 2013

Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) aumentou 0,6% na comparação com novembro e atingiu 114,3 pontos em dezembro. Com a sexta alta consecutiva, o indicador alcançou o maior valor desde março de 2013 e ficou acima da média histórica, que é de 107,8 pontos, informa a pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (19). O INEC deste mês é 13,7% maior do que o registrado em dezembro do ano passado. 

O otimismo dos brasileiros é resultado da melhora das expectativas em relação à inflação, ao emprego, à renda pessoal e à situação financeira. “Em relação a novembro, o indicador de endividamento é o único que recua em dezembro, com queda de 0,3%, mostrando que o consumidor avalia que está mais endividado”, diz a pesquisa. O indicador de expectativas de compras de maior valor ficou estável na comparação com novembro e está 2,5% abaixo do registrado em dezembro do ano passado. Isso mostra que os brasileiros estão pouco dispostos a fazer compras de maior valor, como móveis e eletrodomésticos, nos próximos seis meses. 

De acordo com a pesquisa, o indicador de expectativa em relação à inflação aumentou 1,8%, o de desemprego subiu 1,1%, o de renda pessoal cresceu 0,1%, e o da situação financeira teve expansão de 1,1% em relação a novembro. Isso mostra que os consumidores esperam a queda da inflação e do desemprego, a melhora da renda pessoal e da situação financeira nos próximos seis meses. 

O INEC antecipa tendências da economia. Consumidores otimistas têm mais disposição para fazer compras. Isso aquece o consumo e estimula as empresas a investir na produção, o que é decisivo para o crescimento da economia e para a geração de empregos. Esta edição do INEC, feito em parceria com o Ibope-Inteligência, ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios entre 29 de novembro e 2 de dezembro. 

21

Dez

Mercado

Uso de máquina de cartão já é realidade em 46% dos pequenos negócios

Nos últimos dois anos, o uso das máquinas de cartões de crédito e débito nos pequenos negócios cresceu consideravelmente. Conforme pesquisa feita pelo Sebrae entre 10 de setembro e 3 de outubro deste ano, mesmo com a oscilação da situação econômica do país, o aumento na utilização deste meio de pagamento foi de 19% em relação a 2016. A segurança e o faturamento são citados como importantes benefícios da utilização dessas máquinas, além da satisfação do cliente. As máquinas de cartão têm sido mais adotadas pelos empresários do comércio, os mais jovens e mais acentuadamente nas microempresas.

De acordo com a pesquisa Sebrae de 2016, que ouviu 3.348 donos de negócio, a proporção dos empresários de pequenos negócios que utilizavam cartões em 2016 era de 39%, tendo subido agora para 46% este ano. Esse forte crescimento pode ser comprovado também pelo fato de que 37% dos empreendedores entrevistados começou a fazer uso da máquina de cartão na empresa nos últimos dois anos. Entre os MEI esse avanço é ainda mais notável: 54% dos MEI passaram a usar as maquininhas nesse período.

A principal explicação para esses avanços foi o crescimento da concorrência: novos operadores oferendo maquininhas sem aluguel e com taxas mais baixas tornaram mais econômico para os pequenos negócios adotar os cartões de débito e crédito. Para cerca de 80% dos MEI a escolha da máquina se deve ao fato de não ter de pagar aluguel da maquininha e/ou às taxas mais baratas.

“Apesar do avanço no uso das maquininhas nos últimos anos, há muito espaço para ampliar a utilização deste meio de pagamento entre os pequenos negócios. Mais do que reduzir taxas e melhorar condições de antecipação de vendas, é necessário também aumentar a conscientização sobre o uso das máquinas de cartão, pois percebemos que há desconhecimento sobre esta forma de recebimento por muitos empresários de pequenos negócios”, analisa o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. 

Novo modelo

De 2016 a 2018 a pesquisa constatou que o mercado de cartões para pequenos negócios sofreu uma alteração drástica. A participação dos dois operadores tradicionais do mercado, Cielo e Rede, caiu de 86% para 46% dos empresários que possuem máquina de cartão. A PagSeguro, atual líder com 35%, possuía apenas 16% em 2016. De acordo com Afif, foi justamente esse operador que mais agressivamente contestou o mercado de máquinas de cartão oferecendo maquininhas sem aluguel. 

“No caso dos MEI, sua participação atingiu 54% dos que possuem máquina de cartão em 2018, evidenciando que esse novo modelo de negócio se tornou dominante nesse grupo de empresários e explica a ampliação na adoção da maquininha. Considerando que no período mais recente os concorrentes tradicionais acabaram por aderir a esse modelo, é de se esperar que os MEI passem a aceitar cada vez mais os cartões”, afirma.

Como em 2016, os empresários que não usam o mecanismo avaliaram, este ano, que ainda preferem outras formas de pagamento. Entretanto, outras motivações para não usar as maquininhas, como a alta taxa de desconto, baixo volume de vendas e o custo da mensalidade foram reduzidas consideravelmente na pesquisa de 2018. Esses resultados configurariam uma maior pré-disposição e receptividade dessas empresas para passarem a trabalhar com a maquininha de crédito ou débito. 

A pesquisa do Sebrae teve como objetivo conhecer os motivos que levam os empresários a utilizar máquinas de cartão de crédito ou débito, assim como as vantagens e os problemas enfrentados. Independentemente do ramo de atividade econômica ou do sexo do entrevistado, existe uma grande similaridade no comportamento das empresas no que se refere ao recebimento dos valores das vendas. Dos empresários entrevistados, 84% preferem conta corrente, embora as preferencias por conta poupança tenha crescido de 5% para 11% nos últimos dois anos e o cartão pré-pago dobrou de 4% para 8% no mesmo período. 

Dificuldades
A maioria dos problemas relatados com a máquina de cartão foram relacionados à conexão (73%), a exemplo do observado também em 2016, ainda que com uma leve redução de 3%. Dentre as necessidades de melhorias apontadas pelas empresas, as duas mais citadas são a necessidade de reduzir as altas taxas de desconto e antecipação e a necessidade de reduzir os custos de aquisição/manutenção das máquinas (88% e 80% respectivamente). Em seguida, a mais citada faz referência à agilidade no atendimento (75%) e melhoria na conexão (73%), percentual de respostas 7% superior ao registrado em 2016. Nove em cada 10 entrevistados (88%) afirmaram que poder operar com várias bandeiras foi a motivação para a escolha da máquina utilizada e depois o valor da taxa foi citado por 8 em cada dez empreendedores (78%).

Diferenciação de preços

Nesta edição a pesquisa procurou medir o conhecimento e o comportamento dos pequenos negócios que usam maquininhas no que diz respeito à mudança de legislação que permite praticar preços diferentes nas vendas com cartão de débito, de crédito ou dinheiro.

Apenas 54% dos entrevistados afirmaram conhecer a nova legislação. Apesar disso, 70% responderam que sua empresa dá desconto para pagamento em dinheiro, ao invés de cartões, uma elevação substantiva em relação aos 53% que deram a mesma resposta em 2016. Cruzando diversas perguntas, fica claro que a prática de diferenciação de preços não está correlacionada ao conhecimento sobre a legislação.

21

Dez

Mercado

Iguales - complexo de arte, gastronomia e moda - é inaugurado em Natal

Natal ganhou um novo complexo de arte, o Iguales, com espaços de gastronomia, beleza, moda e comunicação integrados. Essa fusão acontece em cerca de 1 mil metros de área construída, na Avenida Hermes da Fonseca, 1062, no Tirol. A inauguração foi realizada nesta quinta-feira (20).

Concebido pelos empresários Cristiano Félix e Everton Barbosa, que já respondem pela Galeria Toque de Mídias, o novo prédio carrega o nome da marca própria de roupas agênero – do inglês genderless, além de abrir espaço para o Thomé Galeria Bistrô, espaço gastronômico que homenageia o artista potiguar Thomé Filgueira (1938 - 2008).

“Arte é não é algo simplesmente objetificado. Ela está presente em toda parte e costura muitos dos nossos movimentos cotidianos. A maquiagem pode ser artística, a criação de moda também, assim como as formas clássicas de pintura e escultura, por exemplo. É por isso que abrigamos todos esses segmentos dentro de um só equipamento, para criar a oportunidade de diálogo entre eles”, defende Cristiano Félix.

A galeria de arte, considerada a alma do complexo, será aberta com o propósito de encurtar distâncias ao promover sempre o encontro de artistas potiguares com nomes destacados nacional e internacionalmente. Para a inauguração, foram convidados o artista paulista Alemão Art, aclamado até na Europa, e o natalense Alex Júnior. As exposições “Pedal Imaginário” e “Olhos de Coruja”, assinadas por eles, respectivamente, serão montadas individualmente, nos dois salões de exposição da galeria.

O espaço gastronômico, além de estar abrigado no mesmo conceito arquitetônico inovador, incluindo salão climatizado que se volta para a galeria e uma varanda com vista para uma das principais avenidas de Natal, está sob a batuta do chef Leonardo Campos. “Uniremos a alma da comida brasileira e nordestina com técnicas das mais sofisticadas cozinhas internacionais. E tudo isso em um espaço descontraído, capaz de atender das pessoas mais descoladas às mais exigentes”, afirmou. O carro-chefe será o filé de sol com molho de rapadura e arroz vermelho cremoso gratinado com queijo de cabra. “Mas a cozinha é pontuada também em frutos do mar, camarão, lagosta, polvo; teremos de tudo”, completou.

O evento de inauguração do equipamento cultural marcou ainda o lançamento oficial da coleção verão 2019 da marca própria da loja homônima ao espaço. Com design apurado, a Iguales valoriza corpos femininos e masculinos igualmente. Diferente de outras marcas que também quebraram a barreira dos gêneros, o corte das peças é ajustado, com um caimento fluido e tecidos leves, em coerência com as referências locais de cidade praiana.

Moda e beleza andam juntas. No complexo Iguales, os espaços dos dois segmentos estão lado a lado, já na entrada principal. É possível escolher o look completo e já sair com cabelo e maquiagem feitas, sem precisar enfrentar o trânsito. A parte de mechas e penteados, é por conta de Igor Souza. Já barba e cabelos masculinos, é a especialidade de Thaygo Carlos. O projeto arquitetônico leva a assinatura de Renata Matos.

20

Dez

Mercado

Publicidade: Art&C é ouro em design de embalagens com os rótulos de vinhos do Camarões

A Art&C Comunicação Integrada está comemorando o prêmio ouro na categoria Design de Embalagens do Colunistas Norte/Nordeste, uma das principais premiações da publicidade atualmente. 

O case premiado foi o desenvolvimento dos rótulos de vinho para o restaurante Camarões Natal, segundo a agência, “celebrando a autêntica relação do restaurante com os pontos turísticos de Natal e contando, através dos rótulos, registros de locais importantes e marcantes da nossa cidade”. Os vinhos fazem parte de uma carta própria e exclusiva do restaurante.

“Queríamos agradecer ao Camarões pela confiança depositada em nós. Estamos muito orgulhosos do resultado”, disse a Art&C, pelas redes sociais da agência.

20

Dez

Mercado

Seguro-desemprego poderá ser solicitado pela internet

Os trabalhadores brasileiros já podem solicitar o seguro-desemprego pela internet pelo portal Emprega Brasil. O chamado seguro-desemprego 100% web permite que o benefício seja concedido sem a necessidade de comparecimento a um posto de atendimento. O serviço foi lançado por meio do Ministério do Trabalho.

Pelo portal, o trabalhador poderá consultar também oportunidades de trabalho e cursos de qualificação profissional que estejam sendo ofertados próximos ao local onde reside. O trabalhador que quiser o benefício deve acessar o portal Emprega Brasil e seguir o passo a passo informado. Deve informar os dados pessoais e responder um breve questionário sobre a vida laboral e previdenciária.

O sistema irá checar se as informações necessárias constam nas bases de dados do governo. Caso não haja necessidade de complementação, o benefício será concedido em 30 dias, mesmo prazo necessário caso o trabalhador vá diretamente a uma agência. Caso contrário, será necessário o comparecimento a postos de atendimento.

O Ministério do Trabalho estima que um em cada quatro trabalhadores desempregados possa receber o seguro apenas com o acesso on-line.

“Queria estar tratando do seguro emprego e não do seguro-desemprego, mas, infelizmente, devido à questão da rotatividade, do desemprego, a questão econômica, aparece essa ferramenta que tem como finalidade garantir uma subsistência ao trabalhador no período em que está completamente desativado da sua função”, disse o ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello, no discurso de lançamento da nova modalidade.

Segundo a pasta, há atualmente 600 mil requerimentos mensais do benefício. A estimativa é que com a possibilidade de pedido pela internet esse número cresça. De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem 12,5 milhões de desempregados.

Podem receber o seguro-desemprego trabalhadores que foram dispensados de trabalhos formais, com carteira de trabalho assinada. Atualmente existem cinco modalidades para pagamento do seguro-desemprego. Pelo seguro-desemprego formal, os trabalhadores recebem entre R$ 954 e 1.677,74. Há ainda as modalidades pescador artesanal, empregado doméstico, trabalhador resgatado e bolsa de qualificação profissional.

Com informações da Agência Brasil

20

Dez

Mercado

Ainda é pouco, mas sobe para 22% número de brasileiros que conseguem poupar

Aumentou em outubro o percentual de brasileiros que conseguiram poupar dinheiro, saindo de 17% em setembro para 22%. Segundo a sondagem divulgada hoje (19) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a aplicação preferida entre os que conseguiram economizar foi a poupança, escolhida por 60% deles.

Entre as classes A e B o percentual dos que guardaram dinheiro ficou em 43%, enquanto nas classes C, D e E é de apenas 17%. O valor médio poupado em outubro é de R$ 591,70. Além da poupança, 24% dos que economizaram deixam o dinheiro dentro de casa e 22% mantiveram na conta-corrente. Há ainda os que preferiram os fundos de investimento (6%), a previdência privada (6%) e a bolsa de valores (4%).

A preocupação com imprevistos é a razão que motiva 50% dos poupadores. A segunda maior motivação é garantir um futuro melhor para a família, apontada por 30%, seguida por ter uma reserva em caso de desemprego (28%). As intenções de consumo começam a aparecer em quarto lugar, com os 20% que guardam dinheiro para fazer uma viagem, 12% que pretendem quitar ou comprar um imóvel e 12% que querem comprar um automóvel.

Entre os que não guardam dinheiro, 41% dizem que não poupam porque têm renda muito baixa, 14% disseram ter tido imprevistos e 13% admitem terem dificuldades para controlar os gastos e conseguir ter sobras no fim do mês.

A sondagem foi elaborada ouvindo 800 pessoas em 12 capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém.

Com informações da Agência Brasil

20

Dez

Mercado

Vai trabalhar em uma multinacional? Conheça os diferenciais que você pode ter!

A maioria das empresas multinacionais busca por profissionais qualificados e que tenha disposição para crescer junto à empresa. No entanto, todo mundo já está cansado dessa ladainha e quer saber, de fato, os diferenciais para entrar em uma organização reconhecida internacionalmente.

Se você é uma dessas pessoas que tem o sonho de entrar em uma multinacional, continue lendo este artigo e confira passo a passo sobre os diferenciais exigidos por esse tipo de organização.

Qualifique-se

O primeiro passo é a qualificação profissional, que pode ser graduação, cursos complementares internacionais, dentre outros cursos que podem enriquecer o seu currículo.

Por mais que você tenha outras diversas qualidades, a sua formação sempre será um fator de destaque no seu currículo.  Neste caso, investir em uma boa qualificação pode ser a chave para garantir aquela tão sonhada oportunidade.

A ferramenta SAP, por exemplo, é um dos sistemas que mais tem destaque dentro das empresas multinacionais. O software oferece soluções em gestão, o que inclui todos os setores das empresas. Por isso, conhecimento em SAP pode ser uma excelente alternativa para o mercado atual, para isso, existem diversos cursos SAP para que você possa aprimorar seu conhecimento.

Esse deve ser o primeiro passo para aprender sobre alguma área de conhecimento como negócios, marketing, administração, dentre outros setores empresariais.

Estágios renomados

O profissional que passou por estágios em grandes empresas também possui grandes chances de garantir vaga dentro de uma empresa multinacional. Sendo assim, o estágio dá o entender que o colaborador aprendeu e se desenvolveu profissionalmente, garantindo à empresa que, se contratado, já entenderá tudo o que será proposto.

A importância desse esforço é que você vai conseguir incrementar ainda mais a formação e os cursos adicionais realizados fora de sala, como o SAP. Todavia, o estágio é uma ótima oportunidade para colocar em prática os conhecimentos adquiridos na faculdade.

O profissional que não passa pela função do estágio tende a entrar no mercado de trabalho completamente despreparado, sem entender o que acontece. Com isso, a chance de ele desistir é muito grande.

Por isso, recomenda-se procurar por estágios até mesmo dentro da empresa multinacional desejada. Assim, aumentam as chances do estagiário ser contratado no mesmo local.

Portanto, se o seu interesse é trabalhar em multinacional, aproveite para tentar uma oportunidade nesse tipo de empresa para começar a entender como ela funciona desde o princípio.

Busque por inovação

Independente do setor da empresa é necessário buscar por inovação no mercado. Ou seja, dominar um ou mais idiomas é uma excelente opção para garantir aquela tão sonhada vaga de emprego.

Entretanto, o processo de aprendizagem pode demorar. Neste meio tempo, o profissional pode continuar se qualificando, assim como já foi mencionado sobre o sistema SAP. Desse jeito, o colaborador tem a chance de conseguir uma boa vaga de emprego em outra empresa até ser chamado na multinacional.

No entanto, para tudo vai exigir um pouco de tempo e dedicação. O SAP, por sua vez, deve ser estudado minuciosamente, para, assim, o profissional se tornar um destaque no mercado de trabalho.

Parceiro: Evo Educação