Mercado

15

Out

Confiança do empresário industrial fica estável em outubro

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) mapeou, pelo 15º mês consecutivo, confiança do empresário no próprio negócio e na economia brasileira. É o que mostra o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI). O ICEI variou de 58 pontos para 57,8 pontos entre setembro e outubro e, apesar da leve queda, o cenário é de estabilidade.

O índice varia de uma escala de 0 a 100 e, por se situar acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança, indica que os empresários da indústria estão confiantes.. Foram entrevistados 1.488 empresários, sendo 607 de pequenas empresas, 543 de médias e 338 de grandes entre 1º e 7 de outubro.

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que o Índice de Condições Atuais variou -0,7 ponto e ficou em 51,5 pontos, enquanto o Índice de Expectativas não variou, permanecendo em 60,9 pontos.

“Ambos os componentes do ICEI estão acima dos 50 pontos, o que indica que a avaliação das condições atuais é positiva na comparação com os últimos seis meses e que as expectativas para os próximos seis meses são otimistas”, explica o economista. Faça o download da última edição na íntegra.

15

Out

A maioria das pessoas mudaria de carreira pensando na felicidade, diz estudo

Ser feliz é o objetivo da humanidade. Independentemente de qual seja a meta de vida, as pessoas nascem, crescem e o seu desenvolvimento a partir daí é voltado para esse propósito: ser, de algum modo, satisfeito. Nesse sentido, o Nube - Núcleo Brasileiro de Estágios fez um estudo em seu site, entre 23 de agosto e 3 de setembro, com a participação de 26.012 jovens entre 15 e 29 anos, perguntando: “se pudesse mudar de carreira, se sentiria confortável?”. Como resultado, encontramos um cenário com grande parte dos indivíduos tranquilos com a ideia e em busca da felicidade.

Com 36,41% (ou 9.472) dos votos, a maioria dos participantes acredita na importância de ser realizado com a atuação profissional. Todavia, isso é diferente de ter o foco na remuneração. “Pensar apenas no salário pode trazer muitas frustrações porque apesar de ser importante para o nosso entusiasmo, é uma parte pequena quando pensamos em um mês todo desempenhando algumas atividades”, alerta a analista de seleção do Nube, Vitoria Ribeiro.

Nesse sentido, o entusiasmo em relação a isso, envolve um conjunto de fatores como a identificação com as tarefas, a perspectiva de crescimento, entre outros. “O retorno financeiro é apenas um desses pontos, se avaliarmos apenas ele, as chances de decepção são grandes”, continua.

Como saber se está na hora de mudar de área? “A desmotivação com a profissão pode trazer diversos sintomas: o estresse excessivo, cansaço além do esperado e queda na performance. Esses são os principais sinais da existência de algum problema a ser ajustado. Sobretudo, é importante analisar minuciosamente como anda a sua saúde para entender se é o momento de buscar novos ares”, complementa a especialista.

Já 28,98% (7.538) estão alegres com suas jornadas e não pensam em mudar. “É fundamental sentir-se confortável com o ofício. A construção de um caminho de sucesso depende, significativamente, da motivação”, diz Vitoria.

Ainda para 19,86% (5.167) dependeria de algumas circunstâncias, mas ponderariam. “Quando não nos sentimos bem em alguma atividade é importante traçar uma estratégia. É fundamental estar firme na decisão e para facilitar o processo, busque contato com outros para entender na íntegra o funcionamento dessa ocupação”, expõe a analista.

Em contraponto,12,72% (3.309) consideraram fazer a alteração e contam com o apoio da família. No entanto, além desse auxílio, a busca por cursos complementares e conhecimento adicionais pode fortalecer esse momento. “Quando ingressamos em uma área ainda sem experiência, é importante buscar aprendizados para te destacar no mercado, como ferramentas utilizadas, outros idiomas e até mesmo aulas livres”, sugere a recrutadora.

Por fim, 2,02% (526) não se sentem confortáveis em mudar, mas também não estão bem com a escolha inicial. Para Vitoria, esse medo é perigoso e pode desdobrar outras coisas. “Quando não nos sentimos engajados e motivados, o nosso rendimento cai muito, pois é bem desanimador. Isso gera diversos traumas como: oscilações constantes de vaga ou companhia, esgotamento e estafa excessiva em relação às ações exercidas. Tudo isso, pode gerar ainda mais desencanto”, finaliza. 

15

Out

Brasil: 5% das tentativas de abertura de contas digitais no país são fraudes

No Brasil, 5% das tentativas de registros de contas em bancos são identificadas como fraude. Os dados são de uma pesquisa da Flexdoc, empresa de engenharia bancária, que analisou 10 milhões de operações de cadastros de abertura de perfis financeiros em diversas instituições que utilizam sua plataforma de serviços.

As tentativas de fraude em registro digital, feitas a partir da apresentação de dados de terceiros ou documentos não autênticos, atingiram 5% das operações nos registros analisados, o que totalizou mais de 500 mil alertas emitidos pela Flexdoc para as instituições atacadas. Além disso, de acordo com a pesquisa da empresa, os processos de registro digital apresentam praticamente 100% de sucesso na detecção dessas tentativas, uma vez que diversos fatores de checagem são utilizados durante o processo.

Entre estes fatores de autenticação estão o próprio hardware do celular, com suas identidades nativas, cruzadas com dados do chip, as coordenadas de GPS e a conta do usuário, tudo isto o habilitando o aparelho como um token. Somando-se a isto, o processo de registro emprega a extração de dados digitais do cliente diretamente das imagens de documentos (sem possibilidade de adulteração) e confronta as informações de credenciais com arquivos públicos e privados, como birôs de informação, polícia, cartórios e órgãos de registros.

Outros dados da pesquisa

A pesquisa da Flexdoc também mostra outros dados, como o fato que para 65% dos casos avaliados, o registro digital de contas de pessoa física com o uso do celular leva, em média, 3,5 minutos no Brasil. Nas outras 35% ocorrências estudadas, porém, este indicador é bem menor, e cai para 2 minutos ou menos. Segundo a empresa, a incidência do índice reduzido coincide com os dados de instituições que usam Apps específicos para a captura digital instalados no celular do cliente, não usada por parte dos bancos. 

O uso de apps específicos, explica a Flexdoc, tem o objetivo de não comprometer recursos nativos e a memória do celular do usuário, a partir de interfaces não especializadas para a captura móvel. Em contrapartida, esta economia de memória resulta em maiores dificuldades de operação e na geração de jobs (pacotes de dados e documentos) mais pesados e mais difíceis de serem enviados para os sistemas usados no processamento das solicitações de registros. 

O estudo também mostra que a taxa de sucesso geral dos cadastramentos digitais é alta, atingindo 70% das operações, considerando apenas o sucesso na primeira tentativa. Ao mesmo tempo, 25% dos cadastramentos precisam de duas até cinco tentativas para concluir com sucesso o processo, e 5% resultam em falha completa, durante um período de 30 dias analisados. Os principais problemas encontrados no processo são no envio de imagens dos documentos, nas selfies dos usuários e erros na operação do processo pelos clientes.

A rejeição das imagens capturadas se dá por fatores como a baixa nitidez (fotos muito apagadas, escuras ou distorcidas) erro de posicionamento do documento  e obstrução do campo de visão (como o dedo do usuário segurando a CNH ou a capa plástica translúcida envolvendo a credencial). Outro erro frequente nos registros é visto nas selfies, onde muitas vezes as orientações não são completas, resultando em usuários enviando fotos de corpo inteiro, que são rejeitadas no cadastro.

De acordo com Everson Lima, sócio responsável pela arquitetura de sistemas da Flexdoc, essas falhas podem ser minimizadas pelo uso de Apps de captura, que segundo o sócio permite processar várias funções da captura no próprio celular, corrigido distorções de imagem e aplicando compressão de dados antes de criar o pacote que será enviado para o registro. 

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/seguranca/5-das-tentativas-de-abertura-de-contas-digitais-no-brasil-sao-fraudes-198877/

15

Out

Fintechs deverão ter políticas de relacionamento iguais às dos bancos

A partir de 1º de novembro, os consórcios e as instituições de pagamento, categoria que abrange fintechs (startups financeiras) e bancos digitais, deverão ter políticas de relacionamento com clientes iguais às dos bancos tradicionais. O Banco Central (BC) aprovou hoje (14) resolução que institui a exigência.

Com a medida, todas as instituições financeiras reguladas pelo BC deverão oferecer canais como centrais de atendimento e ouvidorias, que recebem reclamações de clientes e usuários e respondem a dúvidas. Em nota, o BC informou que a medida tem como objetivo aumentar a credibilidade do sistema financeiro.

“A política de relacionamento deverá nortear a condução das atividades das instituições em conformidade com os princípios de ética, responsabilidade, transparência e diligência, propiciando a convergência de interesses e a consolidação de imagem institucional de credibilidade, segurança e competência”, destacou o comunicado.

De acordo com o BC, a regulamentação padroniza as normas de relacionamento entre as instituições financeiras e os usuários. “Busca-se com isso, aprimorar essa relação, alinhando os interesses das instituições aos de seus clientes”, acrescentou o texto.

Fonte: Agência Brasil

14

Out

Rio Grande do Norte registra ocupação de 68% no feriadão

 Em mais um demonstrativo de recuperação do turismo, neste feriadão da padroeira do Brasil, o Rio Grande do Norte registrou ocupação de 68% na rede hoteleira do estado. Os dados são da pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do RN - Abih.

Segundo o presidente da entidade, Abdon Gosson, os números são animadores. "Como principal fonte de renda dos potiguares, o turismo vem se recuperando de maneira positiva, principalmente nesse segundo semestre onde grande parte da população está vacinada. O Rio Grande do Norte vem cumprindo as regras sanitárias e isso dá ao visitante segurança para nos escolher como destino de férias e feriados", disse.

A pesquisa mostrou que a procura por hospedagem cresceu tanto na cidade, quanto no interior. Também houve um aumento de 9% em relação ao último feriadão de 7 de setembro. De acordo com Abdon Gosson isso reflete o trabalho de divulgação do destino que está sendo promovida pela ABIH-RN, e conta com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Turismo / Emprotur, e pela Prefeitura de Natal, através da Secretaria Municipal de Turismo.

"Em setembro estivemos nas cidades de Brasília-DF, Goiânia-GO, Uberlândia-MG, Belo Horizonte-MG e Rio de Janeiro-RJ, no total foram capacitados mais de 500 pessoas. A próxima ação vai acontecer em cidades pelo interior de São Paulo, ponto importante de saída com destino ao Rio Grande do Norte. Dessa forma estamos conseguindo alcançar nosso objetivo que é trazer mais turistas para para o RN", frisou.
 

14

Out

Rodadas de negócios são atrativos da Feira do Empreendedor 2021

A Feira do Empreendedor 2021 vai fomentar o desenvolvimento de ideias, capacitação e, principalmente, a geração de mais negócios. Durante o evento, que será realizado gratuitamente via plataforma de realidade virtual Sebrae Experience, estão programadas rodadas de negócios multissetoriais nacional e internacional. Os encontros de aproximação comercial entre pequenas empresas ofertantes e grandes compradores ocorrem a partir do dias 23. A inscrição para participar de uma das quatro sessões pode ser feita pelo site https://feiradoempreendedor.sebraesp.com.br/Promovida pelo Sebrae, a Feira do Empreendedor vai ser realizada na plataforma de realidade virtual Sebrae Experience, que permite uma navegação em ambiente 3D fácil, intuitiva, com acesso imediato aos expositores, conteúdos e soluções para os pequenos negócios.

A expectativa do Sebrae é que centenas de micro e pequenas empresas se reúnam nesse ambiente virtual para negociar seus produtos e serviços com compradores nacionais e internacionais. As inscrições podem ser feitas via site da feira. Os agendamentos das sessões serão realizados previamente para os inscritos, sem possibilidade de entrar na hora. Para os compradores nacionais, as rodadas acontecerão entre os dias 23 e 25 de outubro. Já nos dias 26 e 27 de outubro será a vez dos compradores internacionais.

Haverá rodada para o agronegócio no primeiro dia e, nos dois dias seguintes, rodadas multissetoriais, de acordo com o mapeamento das demandas e dos segmentos. No caso das rodadas internacionais, o foco sarão os segmentosr de alimentos e bebidas, moda, couro e calçados, além do agronegócio. Nas rodadas virtuais, potenciais compradores e vendedores se reúnem de forma on-line para fazer transações comerciais conforme interesses em comum. A previsão é que sejam realizadas cerca de 300 reuniões nos quatro dias.

A plataforma da Feira do Empreendedor permanecerá ativa com possibilidade para que as empresas continuem a se comunicar para fechar acordos comerciais até o dia 12 de novembro. Após essa data, as empresas expositoras terão espaço garantido no Catálogo Oficial do evento, que ficará disponível para download para os empreendedores que procuram novos negócios.

Para a analista da Unidade de Inovação e Negócios do Sebrae-RN, Daniela Tinoco, as rodadas da Feira do Empreendedor representam uma excelente oportunidade para que empresas do Rio Grande do Norte com capacidade produtiva possam colocar seus produtos em uma vitrine nacional e com possibilidade de fechar negócios com compradores estrangeiros. “Essa é uma ótima oportunidade para a abertura de novos mercados e nossos empreendedores não devem perder”.

Com conteúdo e informações para quem já é dono de negócio ou pensa em empreender, o evento vai trazer grandes nomes do mercado, especialistas multisetoriais e personalidades. Entre as participações já confirmadas estão o rapper paulistano Emicida; a empresária Luiza Helena Trajano, da Magazine Luiza; o fundador e CEO do Gerando Falcões, Eduardo Lyra; o ex-nadador da seleção brasileira Joel Jota; a investidora anjo e empresária Camila Farani, que faz parte do time do Shark Tank Brasil; o economista Ricardo Amorim, entre outros.

Os empreendedores ainda poderão fazer contato com o atendimento remoto e conversar com os consultores do Sebrae, disponíveis para tirar dúvidas e passar orientações. O Sebrae Experience é compatível com os navegadores Chrome, Firefox, Edge, Safari e IE, podendo ser acessado por tablet, celular e desktop.

13

Out

Nilo e Magno Vila apresentam nova marca do grupo empresarial

Os empreendedores Nilo e Magno Vila apresentaram nesta segunda-feira (11), em live transmitida pelo canal do Youtube, ao corpo de funcionários e ao mercado a nova marca do grupo empresarial, que agora passa a se chamar Vila. O conceito da marca representa o compromisso dos empresários com a trajetória de 73 anos da família, que carrega no sobrenome sinônimo de credibilidade e inovação, quando o assunto é acolhimento, por meio dos serviços funerários e cemiteriais prestados.

A marca Vila, criada pela agência Execom, nasce com objetivo também de marcar o momento de expansão da empresa, que em breve inaugurará um cemitério, em Mossoró. Na oportunidade, os empresários destacaram que a proposta da Vila é ser ainda mais eficiente e inovadora, tanto para os que buscam seus serviços, no Rio Grande do Norte, como na Paraíba. E seguirá sua missão primordial de cuidar em vida, amparar na despedida e preservar viva a memória dos entes que já partiram.



Para o sócio-diretor Nilo Vila o tempo é de renovação e fortalecimento da empresa. "Unimos os ensinamentos da história, iniciada ainda pelo nosso pai, ao amadurecimento da equipe, a união de todos para nos colocarmos sempre como a melhor escolha para os nossos clientes", disse.

No mercado desde 1948, o sobrenome Vila é referência quando se trata de serviços funerários e cemiteriais. E a solidez da trajetória de sucesso está baseada na gestão formada em valores sólidos.

Ao falar para os colaboradores, o também sócio-diretor, Magno Vila reforçou a contribuição dada por cada um. “Compartilhar com vocês este momento é ressaltar que vocês são parte deste crescimento. Chegar até aqui só foi possível pelo sim de vocês a tudo aquilo que acreditamos. E os nossos valores são os princípios que regem as decisões e ações da empresa. Estamos e continuaremos pautados na simplicidade, respeito, excelência, integridade, acolhimento, desenvolvimento humano, centralização no cliente e inovação”, reiterou.

Atualmente, a empresa conta com 477 colaboradores em seu quadro funcional. 

Sobre a empresa Vila

Responsáveis por uma história de excelência, sucesso e serviços prestados, Magno Vila e Nilo Vila, dirigem o grupo que é sinônimo de tradição, credibilidade, inovação, respeito aos clientes, parceiros e colaboradores, há 73 anos, oferecendo os seguintes serviços à sociedade:

•Plano Sempre de Assistência Funeral, em todo o RN e região do Seridó paraibano;
•Centro de Velório São José, em Natal-RN;
•Funerárias e Velórios Sempre, em todo o RN e região do Seridó paraibano
•Cemitério e Crematório Vila Memorial;
•Cemitério Vila Memorial Caicó;
•Cemitério Vila Memorial Mossoró (em construção);
• Crematório Vila Pet (em breve cemitério).

13

Out

Jovens da periferia de Caicó serão capacitados em empreendedorismo

Até a próxima quinta-feira (14), jovens carentes que vivem na periferia do município de Caicó, na região do Seridó potiguar, podem se inscrever no projeto “JÁ É! Empreendedorismo Social”. As inscrições podem ser feitas de forma gratuita no site www.brasilmaisempreendedor.com/ e na sede da Casa do Empresário, que reúne a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Associação Comercial, Industrial e Serviços de Caicó (ACISC) e Sindicato do Comércio Varejista de Caicó (SindVarejo). A primeira edição atenderá jovens com idade entre 16 e 29 anos e que tenham concluído o ensino fundamental; residentes na Zona Oeste de Caicó, incluindo Vilas do Sabugi; e que possuam negócios formal ou informal.

O Sebrae do Rio Grande do Norte disponibilizará a metodologia, com suporte da Besouro Agência de Fomento Social. A Cáritas Diocesana dará suporte para os jovens participantes com psicólogo e assistente social. A mobilização dos jovens empreendedores contará com apoio da Rede de Juventudes do Seridó. A coordenação é da CDL de Caicó, com o apoio da ACISC e SindVarejo.

O projeto “JÁ É! Empreendedorismo Social” terá duração de quatro meses e a expectativa é que sirva de piloto para outras turmas que atendam outras regiões do município. Os selecionados receberão capacitação semipresencial com exposições temáticas, a partir de módulos sobre empreendedorismo, através de aulas expositivas, promoção de debates, realização de dinâmicas e atividades de campo, apresentação de cases de sucesso e elaboração de plano de negócio.

Segundo o gerente da Agência Sebrae, em Caicó, Pedro Medeiros, o propósito do projeto é capacitar jovens empreendedores, contribuindo com a transformação social e econômica das comunidades periféricas. “Com essa capacitação, os jovens caicoenses terão a oportunidade de conhecer os requisitos essenciais para montar um negócio e gerar a própria renda. O apoio aos jovens empreendedores é de grande relevância, sobretudo neste momento de enfrentamento da crise econômica, provocada pelo fechamento de empresas e elevado nível de desemprego, decorrentes da pandemia”, avalia o analista técnico do Sebrae-RN.

A presidente da CDL/Caicó, Leonete Gorgônio, destaca a importância da parceria entre as entidades do setor produtivo e o Sebrae-RN no momento da retomada da economia no município e em todo o estado. “Nesse momento de dificuldades econômicas, podemos mostrar aos jovens que é possível eles transformarem seus sonhos em um negócio exitoso. E, o mais importante, que empreendam por vocação e promovam impactos em suas comunidades”, destaca.

13

Out

Expectativa de negócios na Black Friday 2021 é alta

Uma das grandes apostas do varejo para alavancar vendas anualmente, a Black Friday deste ano se aproxima. A data acontece em novembro, no dia 26, e, como todos os anos, promete ser a mais rentável para diversos setores. No ano passado, a pandemia alterou o cenário dando mais força ao e-commerce e, neste ano, a mudança de canais de compra ainda permanece forte. Segundo pesquisa da Conversion, agência especializada na ferramenta de search engine optimization (SEO), que ouviu 400 brasileiros, mostrou que 62,96% pretendem comprar online, contra 75,3% em 2020 devido ao medo do contágio pelo coronavírus. Ainda, a intenção de compra para o ano passado era de 76,5%, resultado que tem expectativa de aumento para 87,75%. 

Essa questão permanece forte mesmo após a flexibilização de medidas de isolamento e contenção considerável da crise em relação ao ano passado. A escolha dos consumidores pode ser justificada, segundo a Conversion, pela comodidade e facilidade de adquirir produtos sem sair de casa. Dos que optarão pelo comércio eletrônico, lojas virtuais (56,98%) e apps (14,81%) são alternativas. Contudo, um obstáculo considerável para a prática é o receio de fraudes, em que 80,63% dos respondentes apontaram ter algum. A confiabilidade aumentou, ainda que pouco: em 2020, esse número era de 84,6%. Além disso, a pandemia ainda guia algumas decisões do público. A pesquisa viu que 55,56% pretendem comprar produtos para prevenir o coronavírus. 

Outro ponto interessante identificado pelo estudo foi o fato de que mais da metade dos respondentes (52%) disseram que a busca no Google é importante na decisão de compra. A Conversion destaca que a busca orgânica é o segundo maior canal de tráfego do comércio eletrônico brasileiro, perdendo apenas para o acesso direto e estando a frente da mídia paga. 

Os lojistas podem aguardar os consumidores antes da famosa sexta-feira de descontos, uma vez que 72,65% dos entrevistados afirmam que já querem comprar produtos assim que os descontos começarem a surgir, enquanto apenas 27% comprarão, de fato, apenas em 26 de novembro.

Entre os fatores levados em consideração pelos consumidores para escolher onde fazer compras, o preço do produto aparece em primeiro lugar, com 83,48% das respostas. Em seguida, estão o nível de conhecimento da loja (54,7%), ter selos de segurança (38,18%), ter boa avaliação no ReclameAqui (37,89%) e depoimentos de outros clientes (35,9%). Além disso, como já é esperado pelo teor do evento, 77% disseram que os preços mais baixos são o maior motivador das compras feitas na Black Friday, acompanhados de necessidades e do recebimento do 13° salário. 

Destacando-se no e-commerce, o top 3 empresas preferidas dos consumidores é composto pela Americanas (17,67%), Magazine Luiza (14,9%) e Amazon (11,98%). A Conversion chama a atenção para o fato de que, ainda que o maior do país seja o Mercado Livre em termos comerciais, este aparece com 9,68% do favoritismo, aparecendo em quinto lugar depois de Casas Bahia. Entre as demais marcas citadas pela amostra, estão AliExpress, Submarino, Extra, Ponto e Dafiti.

Com o Natal se aproximando, boa parte dos indivíduos — 86,04% deles — pretendem aproveitar a Black Friday para comprar os presentes da data festiva.  Entre as categorias que lideram a intenção de compra, os celulares e eletrônicos lideram a lista, com 66,67% das respostas. O resultado de 2021 contrasta com o ano anterior, em que eletrônicos e eletrodomésticos apareciam em primeiro lugar — hoje ocupando a segunda posição, com 60,68%. Na sequência, estão moda & acessórios (47,58%), calçados (40,46%), casa & móveis (25,93%) e cosméticos (23,36%).

Por fim, o levantamento relembrou a decisão que algumas marcas tomaram, em 2020, de substituir o termo “Black Friday” por outros, alegando cunho racista. Players como o Natura, Boticário, Adidas e Lojas Americanas aderiram a outros termos, como Red Friday e Beauty Friday. Contudo, o mesmo pensamento não apareceu entre os 400 consumidores consultados pela Conversion: 92,31% não acreditam que o termo seja racista.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2021/10/11/expectativa-para-a-black-friday-2021-e-alta.html

12

Out

Pesquisa revela piora do estilo de vida do brasileiro na pandemia

Maior tempo de tela e menos atividade física: o estilo de vida do brasileiro piorou durante a pandemia, mostra pesquisa de universidades federais mineiras. O estudo foi iniciado cinco meses após o início das medidas de distanciamento social. 

Os resultados da primeira etapa foram publicados em artigo nas revistas Public Health Nutrition e na Frontiers in Nutrition. A pesquisa foi realizada em conjunto pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas universidades federais de Lavras (Ufla), Ouro Preto (Ufop) e Viçosa (UFV). 

Em relação às refeições, diminuiu a frequência de realização de café da manhã, lanche e almoço, por outro lado, aumentou a realização de lanches noturnos e outras refeições além das tradicionais. Os hábitos alimentares também pioraram, com aumento de consumo de pães, farináceos, refeições instantâneas e fast food. O consumo de frutas e vegetais, por sua vez, caiu.

Sobre o estilo de vida, houve mudança no consumo mais frequente de bebida alcoólica, aumento na frequência no hábito de fumar, e no tempo de utilização de telas e dispositivos. Antes da pandemia, os participantes da pesquisa relataram média diária de seis horas e meia de exposição. Durante a pandemia, esse número subiu para dez horas por dia.

Por outro lado, houve redução da prática de atividade física. Os voluntários que responderam ao questionário informaram praticar em torno de 120 minutos por semana no período pré-pandemia e o índice caiu para 80 minutos por semana com as restrições para evitar a circulação do novo coronavírus. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma prática semanal de 150 a 300 minutos.

Para o estudo, foram aplicados questionários online entre agosto e setembro de 2020. Os dados reúnem respostas de 1.368 pessoas de ambos os sexos, com idade a partir de 18 anos. Quase 90% são da região Sudeste e 80% são mulheres. Entre os respondentes, 97% disseram estar cumprindo as medidas de distanciamento social.

A segunda etapa da pesquisa envolve a análise de variáveis de comportamento alimentar, ganho de peso e prática de exercício físico durante a pandemia. De acordo com os pesquisadores, esta fase está em andamento e inclui a reaplicação do questionário após 10 meses.

Agência Brasil

11

Out

DNA Kids: espaço exclusivo para crianças e cuidado diferenciado para a realização de exames

Um espaço lúdico e colorido, exclusivo para o público infantil, com profissionais especializados. Essa á proposta do DNA Kids, um lugar dedicado à realização dos mais diversos tipos de exames para crianças, que fica localizado na unidade do laboratório DNA Center, na avenida Afonso Pena, em Natal. 

Repleta de brinquedos, com óculos 3D que criam um cenário virtual de entretenimento e atrações adaptadas para os pequenos, o DNA Kids cumpre um papel importante na hora da famosa “picadinha”, já que é muito comum as crianças ficarem ansiosas. Isso acaba não sendo saudável, além de deixar os pais preocupados.

“Eu escolhi fazer os exames aqui pela credibilidade do laboratório DNA Center. Além disso, acho importante ter um espaço direcionado para criança, para a segurança deles e porque ajuda a tirar o medo e a tensão”, explicou a mãe de Joaquim Guilherme, de 9 anos, paciente do DNA Kids. “Eu achei muito legal porque dá pra brincar e eu não fico nervoso na hora de fazer o exame”, disse o garoto. 

O DNA Kids conta com o serviço de profissionais especializados em coleta infantil, que garantem a qualidade da amostra e passam tranquilidade para os pequenos pacientes. Há também materiais específicos, como agulhas de diversos calibres para garantir uma coleta sem dor e de forma confortável.

“A gente tem todo aquele carinho especial com a criança. Tem que ter um pouco de paciência, jogo de cintura. A gente conversa, tenta descontrair, brinca um pouquinho pra deixar o ambiente mais acolhedor”, descreveu o técnico de laboratório, Marcelino Oliveira. Ao fim dos atendimentos, as crianças ganham um “Certificado de Bravura”, um joguinho de tabuleiro e uma lancheira repleta de guloseimas.

Exames diferenciados

Uma outra característica do DNA Kids é a variedade de exames que o laboratório oferece. Desde as mais simples coletas de sangue, a testes mais especializados, como são os casos do Painel Molecular de Doenças Respiratórias e o Teste de Intolerância Alimentar por meio do ar expirado. 

O primeiro pode detectar, em um único exame, até 21 agentes causadores de síndromes respiratórias, que tem sintomas parecidos com os da Covid-19 O resultado sai em até 2 dias úteis. O material genético é extraído por meio de amostras do nariz e da boca. 

O Teste Respiratório de intolerância alimentar fornece informações sobre a digestão de determinados açúcares, tais como o açúcar do leite (lactose) ou açúcar de frutas (frutose).  

Um exemplo é o uso para detectar a intolerância à lactose, um transtorno no qual as pessoas têm sintomas de processamento anormal à proteína do leite e seus derivados. O exame é feito por meio de um sopro da criança em um equipamento, o que garante mais conforto. 

Serviço

A unidade exclusiva para o atendimento das crianças fica dentro na matriz do DNA Center, localizada na avenida Afonso Pena, 952, Tirol. O funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 06h às 18h e no sábado, das 06h às 12h. Outras unidades do laboratório contam com sala de coleta ou espaço kids. Mais informações pelo telefone (84) 4007-2595 (Whatsapp) ou pela página no Instagram @dnacenterlab.

8

Out

Memorial Vila conquista dois prêmios nacionais que reconhecem excelência nos serviços, acolhimento e inovação

O cemitério Memorial Vila, do grupo empresarial Irmãos Vila, foi único potiguar vencedor dos prêmios Qualidade & Excelência e Destaque Empresa Acolhedora entregues, anualmente, pelas entidades Associação dos Cemitérios e Crematórios do Brasil (ACEMBRA) e Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (SINCEP), que tem o objetivo de reconhecer as melhores empresas e práticas do setor funerário, de Norte a Sul do país. 

O Comitê de Análise e Avaliação, formado por consultores e especialistas do setor, examinou os seguintes quesitos: ética e compliance (gestão e qualidade); liderança e desenvolvimento profissional da equipe (T&D); alcance familiar, suporte e serviços (apoio ao luto); serviços sociais e comunidade (responsabilidade social); serviços profissionais e participação (gestão do conhecimento); marketing, publicidade e comunicação. Além disso, as ações de inovação foram um diferencial. 

Para o empresário Nilo Vila, o prêmio é um reconhecimento ao trabalho que o grupo desenvolve há mais de sete décadas. “Nós sempre buscamos levar os melhores serviços para atender bem ao nosso público. A pauta é sensível e o acolhimento é uma das nossas missões prioritárias, enquanto empresa. Receber o anúncio que fomos vencedores deste prêmio é muito satisfatório e nos motiva cada vez mais”, apontou. 

O comitê avaliador foi composto pelos profissionais César Pancinha (consultor empresarial que já treinou mais de 100 mil profissionais de diversos setores), Kleber Nóbrega (Engenheiro mecânico com mestrado e doutorado em Engenharia de Produção, além de professor de Gestão, Gestão de Serviços, Qualidade e Estratégia) e Juliana Vieira de Almeida, que é professora, consultora e palestrante, que tem pós-doutorado pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho (Portugal) e mestrado em Engenharia de Produção. 

Nesta edição, o Cemitério Memorial Vila ganhou o Prêmio Qualidade & Excelência ACEMBRA | SINCEP pelas práticas de gestão, qualidade e excelência empregadas na unidade. As áreas avaliadas refletiram os principais temas de atuação do grupo empresarial na prestação de serviços das empresas de Cemitério e Crematórios. E os Irmãos Vila conquistaram também o Prêmio Destaque Empresa Acolhedora, que aborda a forma como as empresas respondem às necessidades de acolhimento e conforto das pessoas que recorrem aos seus serviços. 

Projeto Solidário

Nesse último item, o Memorial Vila foi reconhecido pelo projeto de inovação Funeral Solidário, um programa social para pessoas em situação de vulnerabilidade, que doa funerais para quem não pode pagar, por meio de instituições filantrópicas credenciadas. No Rio Grande do Norte são atendidas pelo projeto as seguintes instituições: Centro Integrado de Assistência Social da Assembleia de Deus (CIADE), Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC), Hospital Infantil Varela Santiago, Lar da Vovozinha e Lar do Ancião Evangélico (LAE).

A cerimônia de entrega será realizada no Encontro Nacional ACEMBRA e SINCEP, programado para acontecer em São Paulo nos dias 17 e 18 de novembro.

Sobre Irmãos Vila

Responsáveis por uma história de excelência, sucesso e serviços prestados, Magno Vila e Nilo Vila, dirigem o grupo que é sinônimo de tradição, credibilidade, inovação, respeito aos clientes, parceiros e colaboradores, há 72 anos, oferecendo os seguintes serviços à sociedade:

Plano Sempre de Assistência Funeral, em todo o RN e região do Seridó paraibano;

Centro de Velório São José, em Natal-RN;

Funerárias e Velórios Sempre, em todo o RN e região do Seridó paraibano

Cemitério e Crematório Memorial Vila (antigo Morada da Paz Zona Norte);

Cemitério Memorial Vila Caicó (antigo Morada da Paz Caicó);

Cemitério Memorial Vila Mossoró (em construção);

Crematório Vila Pet (em breve cemitério).

8

Out

Jornada de Franquias é um dos destaques da Feira do Empreendedor

“Como funciona uma franquia?” A pergunta que permeia os pensamentos de curiosos e empreendedores que pretendem abrir um negócio já testado e, na maioria das vezes, exitoso, será respondida em uma jornada sobre o tema na Arena do Conhecimento, um pavilhão virtual da Feira do Empreendedor, evento 100% online e gratuito, que acontecerá de 23 a 27 deste mês de outubro. Por definição, franquia é um sistema de venda de licença no qual o franqueador - o detentor da marca - cede, ao franqueado - o autorizado a explorar a marca -, o direito de uso da sua marca.

A pandemia da Covid-19 afetou fortemente todos os modelos de negócio, inclusive as franquias que tiveram de se adequar aos novos comportamentos do consumidor e à necessidade de marcar presença no digital. Para inspirar, capacitar e orientar os empresários que desejam empreender através do modelo de franquias, o Sebrae idealizou e estruturou a jornada “Como funciona uma franquia?”. Serão sete horas de transmissão de conteúdo, entre palestra masterclass, palestras Ted/taks, painéis com conversas mediadas e oficinas, com destaque para a masterclass sobre “Tendências em franquias” com a empresária, Adriana Auriemo, franqueadora da marca Nutty Bavarian (foto), famosa pelo aroma dos nuts glaceados vendidos em quiosques instalados em corredores de shoppings e aeroportos do país.

A Feira do Empreendedor virtual contará com cinco arenas distintas: Conhecimento, Negócios, Atendimento, Retomada e de Expositores. A Jornada de Franquias fará parte da Arena do Conhecimento, que terá outras 13 jornadas de segmentos ligados ao empreendedorismo. Para a analista técnica do Sebrae-RN, Daniela Tinoco, a jornada é uma excelente oportunidade para os interessados em conhecer o modelo de negócio das franquias e a viabilidade de investir no segmento.

Sebrae Experience

A jornada “Como funciona uma franquia?” será liderada pelo Sebrae de Minas Gerais com a colaboração do Sebrae do Rio Grande do Norte. “Para esse conteúdo vários empreendedores falarão ao nosso público para que seja uma conversa de empreendedor para empreendedor, já que o tema geral da Feira é ‘Empreender é para Todos’. Teremos nomes como Alberto Oyama Multifranqueado das marcas L’Occitane au Brésil, Açaí Concept, Estetic 360 e Beetools; Adilson Ladeira Empresário e Fundador do Hakuna Batata e do Japa Nobre; Adriana Auriemo Sócia diretora da Nutty Bavarian, rede de quiosques de amêndoas glaceadas, diretora de relacionamento, microfranquias e novos formatos da ABF; Raphael Mattos, CEO do Grupo Premia e maior YouTuber de franquias do Brasil; Sidnei Amendoeira Diretor Jurídico da ABF e Advogado, sócio do escritório MMA Advogados; Dorian Corradi Drumond Empreendedor e CEO da Rede Segurar Premium; Sedilha Aquino Ferreira Novais é franqueada das marcas CNA e Maple Bear e também Cristiane Martins - Franqueada The Body Shop, Diretora Comercial da H2O Tierra Comunicação Estratégica”, explica a analista técnica do Sebrae-MG, Alessandra Simões.

A Feira, será realizada na plataforma de realidade virtual Sebrae Experience, que permite uma navegação em ambiente 3D fácil, intuitiva, com acesso imediato aos expositores, conteúdos e soluções para os pequenos negócios.

Para obter todas as informações e fazer a inscrição no evento, basta acessar www.feiradoempreendedor21.com.br

8

Out

Brasil é o quinto maior produtor de lixo eletrônico

Fones de ouvido, pilhas, celulares, eletrodomésticos. Todos esses utensílios, quando deixam de funcionar e não são mais aproveitados, viram lixo eletrônico. O Brasil é o quinto maior gerador desse lixo no mundo. Mesmo assim, muita gente ainda não sabe o que é esse tipo de resíduo e como ele deve ser descartado para evitar danos ao meio ambiente e à saúde humana. 

As informações são da pesquisa Resíduos eletrônicos no Brasil - 2021, divulgada ontem (7) pela Green Eletron, gestora sem fins lucrativos de logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas. O estudo foi conduzido pela Radar Pesquisas. 

A maior parte dos brasileiros (87%) já ouviu falar em lixo eletrônico, mas um terço (33%) acredita que esse lixo está relacionado ao meio digital, como spam, e-mails, fotos ou arquivos. Para outros 42% dos brasileiros lixo eletrônico são aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos quebrados e 3% acreditam que são todos os aparelhos que já viraram lixo, ou seja, apenas os que foram descartados, inclusive aqueles que acabam incorretamente em aterros ou na natureza.

A pesquisa também especificou alguns produtos para saber se as pessoas os reconheciam como lixo eletrônico. Mais de 90% acreditam que celulares, smartphones, tablets, notebooks, pilhas e baterias são lixo eletrônico e estão corretos. 

Houve, no entanto, muitas respostas erradas: 51% não acham que lâmpadas comuns, incandescentes e fluorescentes são lixo eletrônico; 34% acreditam que lanternas não são lixo eletrônico; e 37% acreditam que balanças não são lixo eletrônico. Na verdade, todos esses objetos são lixo eletrônico. 

O conceito de Resíduo de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE) é todo produto elétrico ou eletrônico que descartado por não ter mais utilidade. Inclui grandes equipamentos como geladeiras, freezers, máquinas de lavar; pequenos equipamentos como torradeiras, batedeiras, aspiradores de pó, ventiladores; equipamentos de informática como computadores e celulares; e pilhas e baterias. 

Descarte 

O descarte incorreto de lixo eletrônico é considerado um problema, pois os componentes químicos podem ser prejudiciais ao meio ambiente e à saúde humana. 

Anualmente, mais de 53 milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas em todo o mundo, segundo o The Global E-waste Monitor 2020. Na outra ponta, o número de dispositivos, no mundo, cresce cerca de 4% por ano. Apenas o Brasil descartou, em 2019, mais de 2 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos, sendo que menos de 3% foram reciclados, de acordo com o relatório desenvolvido pela Universidade das Nações Unidas. 

A pesquisa mostrou que, no Brasil, 16% descartam com certa frequência algum eletroeletrônico no lixo comum. Esse tipo de descarte não permite a reciclagem das matérias-primas presentes nos aparelhos. Um terço dos entrevistados (33%) nunca ouviu falar em pontos ou locais de descarte correto para lixo eletrônico. 

A maioria (87%) disse guardar algum tipo de eletroeletrônico sem utilidade em casa. Mais de 30% fica com eles por mais de um ano.

Ao todo, foram entrevistadas para o estudo 2.075 pessoas de 18 a 65 anos, entre os dias 14 e 24 de maio de 2021. A pesquisa foi feita no Distrito Federal e em 13 estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pará, Goiás e Mato Grosso do Sul. 

O que diz a lei 

No Brasil, a destinação correta do lixo eletrônico está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e é regulamentada pelo Decreto Federal 10.240/2020. Este dispositivo define metas para os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes sobre a quantidade de pontos de Entrega Voluntária (PEV) que devem ser instalados, o número de cidades atendidas e o percentual de aparelhos eletroeletrônicos a serem coletados e destinados corretamente. 

Pelo decreto, as empresas devem, gradualmente, até 2025, instalar PEVs nas 400 maiores cidades do Brasil e coletar e destinar o equivalente em peso a 17% dos produtos colocados no mercado em 2018, ano definido como base.

Fonte: Agência Brasil

8

Out

Inmetro alerta sobre importância do selo de conformidade de brinquedos

O diretor substituto de Avaliação da Conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Leonardo Rocha, alertou sobre a necessidade de atenção na hora da compra de presentes, principalmente brinquedos, para o Dia das Crianças. Em entrevista nesta quinta-feira (7) à Agência Brasil, Rocha disse que a principal recomendação é verificar, no ato da compra, a presença do Selo de Conformidade do Inmetro.

“A presença desse selo significa que o produto passou por um processo de avaliação e demonstrou cumprir com os requisitos de segurança”, afirmou Rocha, ao lembrar que a avaliação é feita pelo Inmetro, pelos organismos de certificação e laboratórios de ensaio uma vez por ano nas fábricas e que a responsabilidade pela manutenção da conformidade recai, portanto, sobre o próprio fabricante.

Em entrevista ontem ao programa A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o presidente do Inmetro, Marcos de Oliveira Júnior, falou sobre o assunto. Segundo Oliveira Júnior, todos os brinquedos comercializados no Brasil, nacionais ou importados, têm que ter o selo do instituto. “Eles precisam passar pela certificação do Inmetro, têm que ter o selo do Inmetro e, junto com ele, o logotipo do organismo que faz a certificação desse brinquedo.”

Mercado formal

Já Leonardo Rocha destacou que as compras devem ser feitas preferencialmente em estabelecimentos legalmente constituídos, evitando camelôs e feiras, locais em que, geralmente, são vendidos produtos que não atendem aos requisitos de segurança e, muitas vezes, são piratas. É importante que, no caso de produtos sem o selo, isso seja denunciado à Ouvidoria do Inmetro, pelo número 0800-23851818. Segundo Rocha, isso permite que o instituto encaminhe equipes de fiscalização ao local para recolher os produtos irregulares no mercado.

Obrigatório em brinquedos desde 1992, o selo do Inmetro é concedido depois que o produto passa por vários ensaios em laboratórios. São analisados itens de segurança como impacto e queda (bordas cortantes e pontas agudas); mordida (partes pequenas que podem ser levadas à boca); toxicidade (metais e substâncias nocivos à saúde); inflamabilidade (risco de combustão em contato com o fogo); e ruído (níveis acima dos limites estabelecidos pela legislação).

Faixa etária

Também é importante observar à questão da restrição da faixa etária, que tem a ver com segurança. Já a indicação de faixa etária está relacionada ao aspecto cognitivo: os brinquedos são classificados por faixa etária. Rocha destacou que alguns brinquedos não são indicados para crianças de até 6 meses ou de até 3 anos, por exemplo, por questões de segurança. “São brinquedos que têm peso incompatível com a idade da criança, têm uma ponta ou alguma coisa incompatível com a faixa etária”. Há idades, porém, em que as crianças já conseguem brincar melhor e extrair o máximo do que o brinquedo pode oferecer a elas, ressaltou.

Para os pais que têm mais de uma criança em casa, de idades diferentes, Rocha recomendou que fiquem atentos para que a mais nova não use o brinquedo da mais velha e que haja uma supervisão mínima por parte dos pais. “Isso também é importante.”

Na entrevista à Voz do Brasil, o presidente do Inmetro ressaltou que é preciso ter atenção com produtos comprados pela internet. “A regra é a mesma”, afirmou Oliveira Júnior. Ele lembrou que nos sites de venda virtual, há fotos dos produtos, de vários ângulos, e que o responsável deve procurar observar se tem o selo do Inmetro ali.

“Se ficar na dúvida, pergunte para quem está vendendo no chat, na mensagem, se tem o selo do Inmetro. Se não tiver, o produto é irregular”. Oliveira Júnior disse que uma boa dica é: “se não tem o selo do Inmetro, comunique à própria plataforma que está vendendo, para que ela tome as providências”.

Nota fiscal

Pais e responsáveis devem exigir também a nota fiscal, não só para brinquedos, mas para qualquer produto. “Exigir a nota fiscal para, em caso de qualquer problema, poder requerer a troca do brinquedo.” Leonardo Rocha destacou a importância da ajuda da população para, na eventualidade de algum acidente no caso de produtos com selo do Inmetro e comprados em estabelecimento comercial legalizado, denunciar o fato ao instituto.

“Temos o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo e, a partir desses relatos, promovemos melhorias e aperfeiçoamento na nossa regulamentação e nas ações de fiscalização”, ressaltou. Nesses casos, o problema é considerado risco para o consumidor e é investigado de forma diferente. Para produtos sem o selo de conformidade, a ação é de fiscalização e de repressão.

O Inmetro iniciou no fim de setembro uma ação de fiscalização relativa à venda de produtos para o Dia das Crianças que irá até o dia 12. “Temos operações ao longo do ano e uma ação especial voltada à fiscalização de brinquedos no mercado em geral, no país todo.” Essa ação é feita em parceria com os institutos estaduais de Pesos e Medidas, de maneira simultânea, para evitar a comercialização de produtos irregulares, principalmente nesse período e perto do Natal.

Cerca de 15% das reclamações que chegam ao Inmetro são referentes a brinquedos, disse Rocha.

Pop-its e orbeez

Leonardo Rocha afirmou que o alerta vale igualmente para os pop-its e orbeez. Pop-its são produtos coloridos e maleáveis, para uso de crianças, com a finalidade de interagir e aliviar o estresse. Destinados a crianças de até 14 anos, por serem lúdicos, são considerados brinquedos. Por isso, devem ser comercializados no Brasil com o selo do Inmetro em suas embalagens.

Já o orbeez é um brinquedo que tem em seu interior diversas microbolinhas macias e é contraindicado para crianças de até 3 anos, que costumam levar produtos à boca. Como são destinados ao público infantil, valem as mesmas orientações: aquisição no mercado formal, presença do Selo de Conformidade do Inmetro e restrição de faixa etária, acrescentou.

Marcos de Oliveira Júnior reforçou que os pais devem ter os mesmos cuidados quando adquirirem tal tipo de brinquedo. “Os pop-its também são brinquedos e têm que ter a certificação do .Inmetro. Têm que ter o selo visível na embalagem, e o que nós observamos é que tem muitos aí sendo vendidos no mercado informal, em compras pela internet, que não têm esse cuidado.” |Tais brinquedos sem o Selo de Conformidade podem ser tóxicos, disse o presidente do Inmetro, reiterando que essa certificação significa que o brinquedo passou pelos testes e verificou-se que não tem nenhum problema de toxicidade para as crianças.

Segundo Oliveira Júnior, muitos pais preferem pagar menos por brinquedos similares, embora isso “gere risco para a criança”. Muitas vezes, esse tipo de produto mostra-se, mais tarde, defeituoso e com problemas. Ele admitiu que é possível encontrar em camelódromos produtos com selo falsificado do Inmetro. Nesse caso, a orientação é denunciar o fato ao site do Inmetro e aos institutos de Pesos e Medidas dos estados, “para que se possa fazer a atuação correta de vigilância de mercado e retirar esses produtos que causam risco”.

Oliveira Júnior destacou que as crianças são muito criativas e sempre encontram um jeito novo de usar os brinquedos. Por isso, sugeriu que, para evitar riscos, os pais sempre verifiquem se elas estão usando o brinquedo corretamente. Mesmo que o produto tenha o selo do Inmetro, é preciso ler as instruções porque, “ na criatividade que têm, as crianças são capazes de fazer coisas inimagináveis”.

Fonte: Agência Brasil