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29

Nov

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Mercado de franquias cresce 6,3%; setor de entretenimento e lazer lidera em desempenho

O mercado de franquias brasileiro cresceu 6,3% no terceiro trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano passado, com o faturamento passando de R$ 41,850 bilhões para R$ 44,479 bilhões. Nos últimos 12 meses, a elevação foi de 7%, de R$ 159,826 bilhões para R$ 170,988 bilhões. Os dados são da Pesquisa Trimestral de Desempenho do Franchising, divulgada pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). 

De acordo com o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, as incertezas do cenário eleitoral, o aumento da inflação e a queda da confiança do consumidor e do empresariado refletiram no desempenho do terceiro trimestre. 

“Embora tenhamos registrado um mês de agosto bastante positivo, nos meses de julho e setembro o consumidor estava mais retraído, possivelmente impactado pelas incertezas inerentes ao cenário pré-eleições. Para manter seu crescimento, o franchising brasileiro intensificou a busca por eficiência e novas soluções, o que se traduziu na busca por novos formatos, perfis de público e mercados”, disse.

Abertura de lojas

Os dados mostram que a abertura de lojas cresceu 1,4% no período - sendo 3% de abertura e 1,6% de fechamento de unidades. 

A pesquisa indicou também alta de 6,7% no número de postos de trabalho, o que equivale a mais de 80 mil pessoas contratadas. O número de vagas passou de 1,205 milhão para 1,286 milhão. Na comparação com o segundo trimestre, o crescimento foi de 5%. De acordo com o presidente da ABF, além da sazonalidade, os novos modelos de contratação previstos na reforma trabalhista contribuíram com o movimento. 

Segundo o estudo da ABF, 11 segmentos tiveram desempenho superior no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2017. O segmento com maior crescimento no período foi entretenimento e lazer, com alta de 25,2%. Em segundo, aparecem Serviços e Outros Negócios, com 10,3% de crescimento, impulsionado, principalmente, pelos serviços logísticos. 

O terceiro melhor colocado foi Saúde, Beleza e Bem-Estar, com 9,7%, alavancado pela venda de produtos de higiene e beleza e o desempenho de redes de depilação e demais serviços estéticos. Alimentação ficou em 4º lugar (6,7%), graças aos investimentos das redes em promoções, eficiência operacional e novos modelos e canais de venda, principalmente o delivery. 

De acordo com as projeções da entidade, o ano de 2018 deve ser encerrado com crescimento de 7% em faturamento e de 5% em unidades franqueadas. Já o volume de redes em operação no país deve se estabilizar em 2.800.

A pesquisa foi realizada entre redes que representam cerca de 35% das unidades e 44% do faturamento total do setor.

Com informações da Agência Brasil

27

Nov

Mercado

Diferença salarial entre mulheres e homens aumenta após 23 anos

As desigualdades entre rendimentos de mulheres e homens aumentaram nos últimos dois anos e tornaram mais distante a equiparação de renda entre os gêneros no Brasil. Isso é o que também revela o relatório País estagnado: um retrato das desigualdades brasileiras – 2018, divulgado nesta segunda-feira (26) pela organização não governamental Oxfam Brasil, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua de 2016 e 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento mostra que, em 2016, as mulheres ganhavam em média cerca de 72% do que ganhavam homens no Brasil, proporção que caiu para 70% em 2017, o primeiro recuo em 23 anos. Em 2017, a renda média de mulheres no Brasil era de R$ 1.798,72, enquanto a de homens era de R$ 2.578,15. Os dois gêneros tiveram aumento médio geral de renda em relação a 2016, mas enquanto o incremento entre os homens foi de 5,2%, entre as mulheres foi de 2,2%.

Entre os 10% mais ricos do Brasil, a distância entre a renda de mulheres e homens é ainda maior. As mais ricas ganharam em média 60% do que os mais ricos em 2017. Enquanto os homens mais ricos tiveram quase 19% de aumento em seus rendimentos entre 2016 e 2017, as mulheres mais ricas viram sua renda média crescer apenas 3,4%.

Tendência oposta foi observada entre a metade mais pobre do país, onde verificou-se redução da renda, especialmente entre as mulheres pobres, que perderam 3,7% de seus rendimentos. Os homens pobres perderam 2% do seu rendimento em relação a 2016.

A disparidade de renda entre grupos raciais também aumentou nos últimos dois anos. Em 2016, os negros ganhavam R$ 1.458,16 em média, o que correspondia a 57% dos rendimentos médios de brancos, que naquele ano foram de R$ 2.567,81. Em 2017, os rendimentos médios de negros foram de R$ 1.545,30 frente a R$ 2.924,31 entre os brancos, diminuindo o percentual para 53%.

O relatório da Oxfam revela que entre a metade mais pobre da população, os negros pobres ficaram ainda mais pobres, com redução de renda média de 2,5%;  enquanto os brancos tiveram aumento na renda média de 3%. Em 2016, a média geral da renda da metade mais pobre da população foi de R$ 749,31. Entre os brancos pobres, a média era R$ 882,23, enquanto entre os negros pobres, R$ 634,66.

"Quem está na base da pirâmide social no Brasil é a população negra e, em particular, a mulher negra. A mulher negra é a pessoa que tem a menor renda média no país. A população branca, o homem branco em particular, está no extremo oposto disso. Então, se a mulher negra vai mal no Brasil, o Brasil está indo mal na área social, acho que esse é um indicador principal que a gente tem que prestar atenção”, disse Rafael Georges autor do estudo e coordenador de campanhas da Oxfam Brasil.

Em 2017, a renda média geral dos mais pobres foi de R$ 804,35, e enquanto a renda média dos brancos mais pobres subiu para R$ 965,19, a dos negros foi para R$ 658,14. Entre os 10% mais ricos, a renda média mensal dos brancos em 2017 foi de R$ 13.753,63, enquanto a média dos negros foi R$ 6.186,01 por mês, o equivalente a 45%. Entre 2016 e 2017, os negros que fazem parte dos 10% mais ricos tiveram aumento de renda de 8,1%, enquanto os brancos incrementaram suas rendas em 17,35%.

Com informações da Agência Brasil/Foto/Pixabay

26

Nov

Mercado

Academia potiguar é eleita a melhor do mundo pelo ranking da MXMetrics Medallia Partner

A academia Pulse Health Fitness conquistou o primeiro lugar no ranking da MXMetrics Medallia Partner, sistema mundial de avaliação de empresas do setor fitness. Na pesquisa realizada periodicamente são os próprios alunos que avaliam a estrutura, a grade de aulas, a equipe técnica, os resultados alcançados, a higiene do espaço entre outros quesitos. Atendimento e programas de treinamento estão entre os aspectos mais citados pelos clientes. São quase 600 academias de países do mundo inteiro, principalmente Estados Unidos e Canadá, cadastradas no sistema.

A conquista se deve ao constante investimento em treinamento de equipe e aos diferenciais que academia oferece, em atendimento, serviços, infraestrutura completa e aulas exclusivas. De acordo com a pesquisa, a academia conquistou uma média de 9,4 em todos os quesitos avaliados. Comparado com os resultados da pesquisa divulgada em novembro do ano passado, o índice de “experiência global” da Pulse subiu para 9,1. Outro índice importante, o “fitness results” (a melhoria alcançada pelo aluno na saúde e no corpo) foi um dos que mais subiu no último ano.

De acordo com Lo-amy Fonsêca e Horácio Oliveira, sócios-proprietários da Pulse, o bom resultado vem evidenciar o conceito da academia, que tem como proposta ser uma “segunda casa” para os alunos. “Temos a preocupação de ouvir os clientes pessoalmente para atender e compreender o que eles esperam da Pulse. Todo o feedback que recebemos é compartilhado com nossos colaboradores, para envolver e motivá-los a prestar um serviço com ainda mais qualidade, acima da expectativa. Tudo isso e mais o nosso trabalho regular de treinamento da equipe reflete em melhorias reais no atendimento e na satisfação do aluno”, explica.

26

Nov

Mercado

Evento na Fiern orienta empresários sobre crédito e linhas de financiamento

O Sistema FIERN — por intermédio do Núcleo de Acesso ao Crédito, em parceria com a Caixa Econômica Federal com apoio do SEBRAE realizará quarta-feira, 28 de novembro, a partir das 8h30, na Casa da Indústria evento voltado para orientações de acesso ao crédito das empresas e linhas de financiamento.

Os temas principais do evento serão: “A concessão de crédito no contexto atual” e, em seguida, será abordado o tema “Cenário da Indústria e o Pacote Valor Caixa”. A programação inclui também atendimento as empresas após as palestras.

Para participar, os interessados devem levar 1 kg de alimentos não perecíveis. Os contatos sobre o evento podem ser feitos pelo fone 3204 6154. Em todos os casos pode-se usar o e-mail nac-rn@fiern.org.br. A realização do evento está a cargo do IEL-RN.

As palestras integram uma programação nacional da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com os Núcleos de Acesso ao Crédito (NAC) das Federações de Indústrias, em parceria com a Caixa Econômica Federal.

Trata-se de capacitações que estão alinhadas à Semana Nacional de Crédito, promovida pelo Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Cidades das cinco regiões brasileiras terão atividades gratuitas neste período, entre as quais Natal e João Câmara (no último dia 20).

Segundo o presidente do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da CNI, Amaro Sales, o objetivo das capacitações é ajudar o empresário a identificar instrumentos disponíveis para atender às necessidades de seu negócio. “As empresas de menor porte têm níveis diferentes de maturidade. Queremos apoiá-las na busca de um financiamento assertivo, que cumpra a função de alavancar o crescimento e a modernização dos negócios”, afirma Sales.

“O evento contará com palestras e orientações às empresas, sendo uma oportunidade para as indústrias terem acesso ao pacote de benefícios e condições exclusivas ofertadas pela CAIXA”, explica o vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital da CAIXA, Paulo Henrique Costa.

Para o gerente regional de Pessoa Jurídica da Caixa, Marcelo Almeida Figueiredo, essa capacitação vai auxiliar na orientação da gestão financeira das empresas. “Uma gestão financeira bem orientada se traduz no sucesso do empreendimento”, destacou.

26

Nov

Mercado

Agromarra é a campeã do Desafio de Startups Ideas for Milk no RN

A startup Agromarra foi a grande vencedora da etapa Rio Grande do Norte do Ideas for Milk, o desafio de startups realizado pela Embrapa em parceria com o Senar-RN. A final ocorreu na manhã deste sábado (24) no Centro de Treinamento Kátia Abreu do Parque de Exposições em Parnamirim. A campeã irá disputar a competição em nível nacional, que será em São Paulo, no próximo dia 30 de novembro.

Esta é a terceira edição do evento que tem como objetivo estimular que empreendedores apresentem soluções tecnológicas aplicadas à produção de leite. O anúncio da startup vencedora foi feito pelo presidente da Federação da Agricultura (Sistema Faern/Senar), José Álvares Vieira, diante dos participantes e jurados.

“O grande objetivo do evento é poder espremer, é exigir, é fazer com que vocês deem o máximo de ideias para a cadeia produtiva do leite. Não tenho dúvidas de que o Brasil, daqui a alguns anos, será um grande exportador de leite. Aqui neste evento, de nove ideias, cinco chegaram até aqui e a vencedora irá representar o Rio Grande do Norte no evento nacional em São Paulo. Então boa sorte e parabéns”, declarou José Vieira.

O Ideas for Milk foi criado para impulsionar o desenvolvimento do ecossistema de inovação neste setor da economia. Com a etapa regional no Rio Grande do Norte, Embrapa e Senar-RN visam ajudar o setor a melhorar sua produtividade e impulsionar o Brasil a se tornar competitivo na exportação de leite e derivados.

AGROMARRA

A startup Agromarra foi a mais bem votada entre as cinco finalistas. O júri era composto por 19 pessoas, entre eles pesquisadores da Embrapa, especialistas do Senar-RN e executivos de empresas parceiras do Ideas for Milk. Todas as finalistas apresentaram seus respectivos projetos, foram submetidas a uma sabatina e no final receberam sua nota.

A equipe vencedora, a Agromarra, apresentou um aplicativo que auxilia na gestão da fazenda leiteira, visando o aumento da rentabilidade para o fazendeiro. A ferramenta gera relatórios sobre produção de leite, ração, ganho de peso dos animais, entre outros tipos de manejo. O sistema aplica o conceito de pecuária de precisão e faz o gerenciamento individual dos animais em tempo real. A startup tem aproximadamente dois anos de existência, mas o negócio em si foi lançado no início de outubro passado.

“Estou muito feliz com o resultado e sei que será de uma importância gigantesca para a nossa startup. Nós estamos sendo inseridos agora no mercado e sermos reconhecidos pela Embrapa e todas as empresas que estão por trás com certeza vai ser muito bom. Agora vamos para São Paulo e teremos a oportunidade de mostrar o quanto somos eficientes e trazemos resultados”, disse Diego Fernandes, SEO da startup Agromarra.

25

Nov

Mercado

Saiba como usar o 13° salário para sair do endividamento

O endividamento das famílias continua crescente, e o 13º salário pode ser a saída do buraco financeiro para alguns. De acordo com o levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 17% dos trabalhadores pretendem utilizar o dinheiro extra para quitar dívidas que estão em atraso. Há ainda 16% que vão gastar o recurso durante as festividades de Natal e Ano Novo e 13% que vão pagar despesas essenciais da casa, como contas de água e luz. Outra alternativa, que aparece com menos força (11%), é guardar o dinheiro extra para cobrir tributos e impostos típicos de início de ano, como IPTU e IPVA, por exemplo.

A segunda parcela do 13º deve ser paga até o dia 20 de dezembro, e no cenário contínuo de crise econômica por que passa o País, as famílias já devem planejar como colocar as contas em dia. A gratificação natalina, nome correto do popular décimo terceiro salário, ocorre uma vez ao ano e, por isso, não deve compor o orçamento mensal, de acordo com o professor Jorge de Medeiros, professor do curso de Gestão Financeira da Estácio. Para ele, é preciso reconhecer o que é necessidade e o que é desejo, listar a realidade orçamentária e, somente depois, planejar o que fazer com a gratificação.

“Quitar as dívidas parece ser sempre a primeira opção de quem recebe o décimo terceiro. Porém, isso demonstra uma falta de controle durante todo o ano, e sem planejamento, a situação vai se repetir em 2019. É preciso, antes de tudo, uma mudança de mentalidade financeira”, aconselha o professor. A indicação é de analisar seus gastos do ano não somente em curto prazo, mas também no médio e longo, que são impactantes no orçamento.

O consultor sugere, portanto, que para as dívidas de 2018 é imprescindível negociar. Se houver uma possibilidade de redução de juros, o décimo terceiro pode ser utilizado para quitar a dívida, ou pelo menos abater o valor. “Mesmo que não exista a possibilidade de negociação, é interessante procurar liquidar pelo valor normal. A melhor saída sempre é quitar a dívida em que circunstancia for”, afirma Jorge de Medeiros. Se tiver de decidir qual dívida pagar, escolha a com maior juro.

Já pensando no material escolar, o professor indica que empregar o salário extra com essas compras é uma excelente opção. “Sabe-se que nos meses de janeiro e fevereiro, principalmente, esse tipo de produto sofre uma elevação nos preços devido ao aumento da demanda por esses bens. Comprar antes pode evitar um gasto maior”, indica Medeiros. A orientação também vale para os gastos de inicio de ano. O 13º também pode ser guardado para contas como IPTU, IPVA, entre outros.

23

Nov

Mercado

Quase 8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraudes no último ano, revela pesquisa

Com a chegada do fim de ano, criminosos aproveitam o aumento da circulação de consumidores nos centros de compras para realizar os mais diversos tipos de golpes. Um levantamento da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que, em 12 meses até setembro deste ano, 7,8 milhões de brasileiros foram vítimas de fraude. 

Os dados mostram que a maior parte das ocorrências (41%) está ligada à clonagem de cartão de crédito. Outros golpes mais comuns envolvem o uso indevido do nome para contratação de empréstimos (12%), utilização de documentos para abertura de crediário (10%) e pagamento de boletos falsos (10%). Há ainda pessoas que foram vítimas de clonagem de cartão de débito (7%), falsificação de cheque (7%) e clonagem de placa de veículo (7%).

Crimes como esses acabam causando sérios danos para o consumidor, que ao ter suas informações pessoais utilizadas indevidamente, sofrem não apenas prejuízos financeiros, como também ficam expostos a constrangimentos. Segundo a pesquisa, as principais consequências com ações fraudulentas são perda de tempo com processos burocráticos para regularizar a situação (32%), compras indevidas feitas em seu nome (29%) e negativação do CPF, que dificulta a realização de compras por meio do crédito (24%).

SPC Brasil libera, por 30 dias, gratuidade de monitoramento de CPF

Para auxiliar a população na proteção a fraudes, o SPC Brasil disponibiliza, gratuitamente, por 30 dias, o serviço ‘SPC Avisa’. Com a ferramenta, o consumidor recebe informações via e-mail sempre que seu nome for incluído, excluído ou sofrer alterações cadastrais no banco de dados do SPC Brasil.

De acordo com o SPC Brasil, nos últimos cinco anos, em cada dez avisos de perda ou de furto de documentos protocolados no SPC Brasil, quatro foram feitos entre janeiro e março, período que coincide com o Carnaval, quando as pessoas geralmente viajam e participam de atividades com grande aglomeração. “Com o SPC Avisa, o consumidor recebe alertas em até 24 horas sempre que o seu CPF for consultado para concessão de crédito ou quando houver inclusão ou exclusão da base de inadimplentes do SPC”, afirma o superintendente de bureau de crédito do SPC Brasil, Nival Martins.

Outro serviço que está à disposição dos consumidores é o ‘SPC Alerta de Documentos’. Em caso de perda, roubo, furto ou extravio de documentos pessoais, como CPF, talão de cheque ou cartão de crédito, por exemplo, basta o consumidor comparecer pessoalmente até um balcão de atendimento, do SPC Brasil com o boletim de ocorrência em mãos.

Com isso, o risco de fraudes é reduzido, já que os estabelecimentos comerciais são informados da ocorrência, evitando os problemas decorrentes de ter seus dados pessoais utilizados por golpistas nas compras a prazo, quando são realizadas consultas no banco de dados do SPC para a concessão de crédito.

Serviço

Para contratar o monitoramento gratuito do CPF por 30 dias, o consumidor deve acessar a página https://loja.spcbrasil.org.br/pessoa-fisica/monitorar-cpf-spc-avisa/spc-avisa-e-mail-mensal.html

Metodologia

A pesquisa ouviu 800 consumidores em setembro de 2018 com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais, em 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

21

Nov

Mercado

Projeto “Produto Potiguar” será lançado na capital paulista

Uma delegação de mais de 20 empresários do Rio Grande do Norte estará nestas quinta-feira e sexta-feira, dias 22 e 23, em São Paulo para lançar o projeto “Produto Potiguar”. Fabricantes e compradores irão fazer rodadas de negócios e visitas técnicas no mercado paulista. A expectativa é boa uma vez que algumas empresas locais já fizeram negócios antes mesmo do lançamento.

O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, e o superintendente do Sebrae-RN, Zeca Melo, lideram a comitiva potiguar. O encontro de negócios e as visitas técnicas, em São Paulo, serão mais uma etapa do Projeto Produto Potiguar, lançado em abril deste ano, com o objetivo de ampliar o mercado consumidor de empresas do Rio Grande do Norte. O Sistema FIERN e o SEBRAE-RN firmaram convênio, neste programa, para prospecção e abertura de mercado paulista às empresas potiguares.

Foram realizadas pesquisas a respeito do potencial dos produtos, na qual se constatou que o mercado paulista está em crescente busca de inovação e alimentos com características “gourmet”, com alto valor agregado e com diferenciais de qualidade em relação a outros alimentos e bebidas já comercializados no estado. A pesquisa qualitativa de mercado identificou um público potencial estimado em cerca de 4,7 milhões de pessoas no mercado paulista para produtos regionais, como carnes, queijos, compotas e cachaças nordestinas.

As empresas potiguares que aderiram ao projeto foram distribuídas em quatro grandes grupos dentro do segmento de alimentos e bebidas. Elas tiveram de passar por etapas de preparação antes de chegarem ao mercado paulista, exigente em qualidade e diferenciação.

A estimativa é que participem da rodada de negócios mais de 60 compradores que atuam nos setores de Food Service, Varejo, Hotéis, Bares Restaurantes, Supermercados, Atacarejos, Empórios Orgânicos e Naturais e Casas de Produtos Regionais, instalados no mercado paulista.

Na sexta-feira, 23, serão realizadas visitas técnicas no supermercado Marche, no bairro de São Gabriel. Atualmente, o Marche tem 17 lojas espalhadas na Grande São Paulo, “oferecendo produtos frescos e cuidadosamente selecionados”. Depois, os representantes das empresas potiguares vão a uma das unidades da Eataly, empresas de alimentos e bebidas de alta qualidade, entre as quais água, não alcoólicos, vinhos, carnes frescas, carnes curadas, queijos, massas e doces. Há 38 lojas do Eataly espalhadas por quatro continentes, com forte presença em São Paulo.

Os representantes das empresas potiguares também vão ao Mercado de Pinheiros, que possui boxes de empório, mercearia, frios e laticínios, charutaria, quitanda (venda de frutas, verduras e legumes), açougue, lanchonete, peixaria, avícola, cereais e floricultura.

Os grupos são compostos por bebidas - Cachaça Samanaú; Cachaça Extrema; Cachaça Pátria Amada; Empório do Licor; Cerveja Holanda e Cerveja Bacurim. Temperos - Especiarias e Condimentos; Koru Brasil Temperos e Azeites; Tempero Sadio; Cimsal; Flor de Sal e Coco & Companhia. Frios e Congelados - Bom Demais; Polpa de Frutas; Laticínios CLAN; Do Trigo e Aquamar; Produtos do Mar; Bom Fruit Açaí e Cremes de frutas. Produtos Típicos Regionais - Bassano Grão Massas e Biscoitos; Pão Petrópolis; Phytoactive; Produto Primor;  Aqua Coco e Terra Doce.

20

Nov

Mercado

Ranking coloca Claro e Net como operadoras mais rápidas de internet móvel e fixa

A Ookla divulgou o relatório com as velocidades médias de internet fixa e móvel em várias partes do mundo e o Brasil se viu em uma situação de desvantagem: o país ocupa o 71º lugar no ranking de download móvel e 65º na tabela do download em redes fixas; já para upload, o Brasil é o 99º na móvel e 74º na fixa.

Apesar disso, houve um avanço em relação ao no passado e a expectativa, aponta a Ookla, é de que o panorama se torne ainda melhor nos próximos anos graças aos investimentos das operadoras móveis em tecnologias como LTE e fibra óptica.

A companhia divulgou, também, detalhes a respeito das médias de velocidade da internet brasileira, confira:

Internet móvel

A velocidade média de download móvel registrada entre o segundo e o terceiro trimestres do ano foi de 18,50 Mbps, um avanço de 26,8% em relação ao mesmo período no ano anterior. Já a velocidade de upload ficou com média de 7,52 Mbps, avanço de 27% na comparação com 2017. A operadora com a internet móvel mais rápida do país é a Claro, com média de 26,75 Mbps, seguida pela Vivo, com 17,59 Mbps, e pela TIM, com 13,68 Mbps.

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Claro tem a internet móvel mais rápida do país segundo a Ookla. (Fonte: Ookla)

A avaliação indica que as velocidades médias de download em dispositivos móveis no Brasil variam significativamente dentro do país. Para se ter uma ideia, o estado mais rápido apresentando velocidade 101,2% superior ao mais lento.

Em geral, as maiores médias de velocidades estão regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul, com Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo disputando na ponta do ranking de internet móvel. Os estados com as menores médias de velocidade são Roraima, Amapá, Pará, Maranhão e Piauí.

Esses números são baseados em 4,1 milhões de testes realizados no speedtest.net por pouco mais de 1 milhão de usuários únicos.

Internet fixa

No âmbito da internet fixa, a média de velocidade de download ficou em 23,64 Mbps e a de upload chegou em 10,57 Mbps. Esses números foram obtidos por meio de 34,3 milhões de amostras em um universo de 59,8 milhões de testes realizados por mais de 8,5 milhões de usuários únicos.

A operadora dominante no ranking de velocidade da internet fixa é a NET Virtua, com média de 30,73 Mbps, seguida pela TIM Live, com 29,99 Mbps, e pela Vivo, com 25,84 Mbps.

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NET Virtua domina o ranking das operadoras com maior média de internet fixa. (Fonte: Ookla)

A cidade brasileira com maior velocidade é São Paulo, com média de download de 36,54 Mbps e de upload de 17,45 Mbps. Curitiba vem em segundo lugar com respectivamente 32,58 Mbps e 17,65 Mbps e o pódio é fechado por Porto Alegre, com 32,53 Mbps e 9,97 Mbps, respectivamente.

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Curitiba é a única cidade em que a NET Virtua não está em primeiro ou em segundo lugar no ranking das mais rápidas. (Fonte: Ookla)

A NET Virtua se destaca por ter a velocidade mais rápida em sete das 10 cidades com as melhores médias de todo o país e dividir a ponta com Vivo e TIM Live em outras duas — a única em que ela não é lidera é Curitiba, onde a maior velocidade é oferecida pela Copel (a estatal, porém, tem alcance regional, por isso não entra no ranking das operadoras mais rápidas).

Fonte: TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/136331-claro-tem-internet-movel-rapida-pais-net-domina-na-fixa.htm

19

Nov

Mercado

Seis em cada dez consumidores pretendem comprar na Black Friday 2018, aponta pesquisa

Pouco menos de uma semana da Black Friday, que este ano será no dia 23 de novembro, milhares de pessoas aguardam a mega liquidação para aproveitar as ofertas. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que seis em cada dez (58%) consumidores têm a intenção de fazer compras na Black Friday, um expressivo aumento de 18 pontos percentuais em relação ao ano passado. Por outro lado, 32% só devem ir às compras caso encontrem boas ofertas e apenas 10% não pretendem comprar nada.

Entre os que pretendem comprar produtos de olho nos descontos, 70% consideram a data uma oportunidade de adquirir itens que estejam precisando com preços mais baixos. Cerca de 30% querem antecipar os presentes de Natal de olho nas promoções, enquanto 12% planejam aproveitar as ofertas mesmo sem ter necessidade de comprar algo no momento. Já entre os que não pretendem fazer compras na Black Friday, os principais motivos apontados são falta de dinheiro (28%) e o fato de não precisar comprar nada (22%).

Considerando aqueles que realizaram compras no ano passado, 34% esperam adquirir mais produtos em 2018, 28% comprar menos e 20% a mesma quantidade. Além disso, 32% pretendem gastar mais — sete pontos percentuais acima do previsto em 2017 —, outros 32% gastar menos e 24% desembolsar o mesmo valor. Considerando os que têm intenção de gastar mais, 30% disseram acreditar que os produtos estarão com preço bom e que vale a pena aproveitar a promoção. Para 26%, existe a necessidade de adquirir mais produtos e 23% vão às compras por terem economizado ao longo do ano para poder gastar.

O presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, explica que o evento já é uma importante data de vendas para o varejo e as lojas que praticarem descontos reais sairão à frente da concorrência. “As promoções na internet costumam ser mais vantajosas, mas as lojas físicas que souberem oferecer preços competitivos também conseguirão atrair o consumidor”, destaca.

Gasto estimado com compras será de R$ 1.146 por pessoa

Os consumidores devem comprar, em média, três produtos e desembolsar de R$ 1.145,75 – chegando a R$ 1.268,63 entre os homens e R$ 1.646,67 nas classes A/B. Por outro lado, 30% dos entrevistados ainda não definiram o quanto pretendem gastar. De acordo com o levantamento, a expectativa dos consumidores para este ano é de que haja um desconto médio de 45% nos produtos e serviços ofertados.

A pesquisa também investigou os principais locais que os brasileiros farão as compras. Os sites e aplicativos de varejistas nacionais (66%) mantêm a preferência dos consumidores. Na sequência, estão os shopping centers, as lojas de rua e os supermercados, mencionados por 39% dos entrevistados. Já 24% optam por sites e aplicativos de compra e venda de produtos novos ou usados. Em relação aos que vão comprar pela internet, 41% disseram escolher os portais que costumam fazer compras, 31% os sites que têm frete grátis e 28% as lojas online de marcas conhecidas.

A grande maioria (95%) faz pesquisa de preços antes de comprar, sendo que 53% procuram se certificar de que os produtos estão realmente em promoção e 42% procuram lojas em que os produtos estão mais baratos. Quanto às principais formas de pesquisa de preço, 54% recorrem a sites e aplicativos de comparação, 51% visitam lojas que gostam ou estão acostumados a comprar e 40% comparam preços em sites de busca.

Quase metade dos consumidores (48%) pretende fazer suas compras na semana da Black Friday e 23% apenas no próprio dia. Um dado curioso mostra a força da campanha de descontos promovida pelo varejo: 44% pretendem passar a madrugada conectados na internet para garantir boas compras e 64% dos que trabalham pretendem se manter online durante o expediente para ficar por dentro das ofertas.

A má notícia é que, segundo a pesquisa, 25% dos consumidores costumam gastar mais do que podem com as compras nesta data. “A Black Friday caiu no gosto do brasileiro, mas antes de sair comprando por aí é importante avaliar se os gastos cabem no orçamento. Não basta apenas pesquisar as melhores ofertas e depois se endividar com a aquisição de itens desnecessários”, alerta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Roupas, calçado e smartphones estão entre os produtos mais procurados

As roupas lideram a lista de compras dos consumidores (38%) — um aumento de dez pontos percentuais na comparação com 2017. Os calçados ocupam o segundo lugar (32%), enquanto os celulares e smartphones ficaram com a terceira posição (30%) entre os produtos que devem ser mais adquiridos nesta Black Friday. Depois aparecem os eletrônicos (25%) — 8% a mais do que no ano passado — e os eletrodomésticos (24%).

A forma de pagamento mais utilizada será a de compras a prazo (68%), sobretudo no cartão de crédito parcelado (49%), sendo que a média de parcelas será de seis prestações. Ou seja, até maio de 2019 estes consumidores estarão pagando as compras feitas na Black Friday. Ao mesmo tempo, 66% disseram que pretendem pagar suas compras à vista, principalmente em dinheiro (47%).

Embora a sexta-feira de grandes descontos atraia mais consumidores todos os anos, a maioria dos entrevistados ainda teme a ação de fraudadores: 64% têm medo de sofrer fraudes, como roubo de dados bancários ou clonagem de cartões na Black Friday. Cada vez mais familiarizados com o uso da internet, 87% dos consumidores brasileiros garantem que costumam buscar informações sobre a reputação das lojas antes das compras, principalmente em sites de reclamação (61%), nas redes sociais (45%) e no Procon (14%). Além disso, 97% vão acompanhar o preço de ao menos parte dos produtos para checar a veracidade das ofertas.

Na Black Friday do ano passado 11% das pessoas ficaram com nome sujo

Questionados sobre a experiência com a Black Friday 2017, mais da metade dos consumidores (55%) afirma ter comprado e 78% consideram que valeu a pena. Para 89%, os descontos anunciados pelas lojas eram reais e 83% não encontraram problemas com as compras. Apenas 16% tiveram algum tipo de dor de cabeça, especialmente com entrega fora do prazo (6%). Entre os que enfrentaram contratempos, 43% destacam que não conseguiram resolvê-los, sendo que 15% desistiram de solucioná-los.

Apesar de seis em cada dez entrevistados (64%) terem planejado suas compras, 36% reconhecem que acabaram comprando por impulso e 11% ficaram com o nome sujo. Dentre os consumidores que ficaram negativados por causa de compras feitas no período, 6% já limparam o nome e 5% ainda estão com restrição no CPF.

O SPC Brasil entrevistou 966 consumidores de ambos os sexos, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras para identificar o percentual de pessoas que pretendem comprar na Black Friday. Em um segundo momento, a partir de uma amostra de 600 casos, foi investigado de forma detalhada o comportamento do consumo, gerando um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Com informações da CNDL

19

Nov

Mercado

Pesquisa encomendada pela Fecomércio aponta perfil e preocupações dos empresários do Alecrim

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, realizou a entrega do relatório da pesquisa “Percepção dos Empresários sobre o Alecrim”, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da entidade, ao prefeito de Natal, Álvaro Dias, e ao presidente da Associação dos Empresários do Alecrim (Aeba), Pedro Campos. A pesquisa foi encomendada pela Aeba e ouviu 732 empresários, no período de 8 a 19 de outubro. Segundo a pesquisa, 81% dos empresários do bairro estão preocupados com a escassez de estacionamento rotativo no Alecrim.

 “A pesquisa traz um excelente norteamento de ações para todos nós. O Sistema Fecomércio, como sempre, se coloca à disposição da Aeba e dos empresários para ajudar em tudo o que for possível para tornar o Alecrim um ambiente cada vez mais propício aos negócios do comércio e serviços, que são sua grande vocação”, afirmou o presidente Marcelo Queiroz.

De acordo com os dados coletados, 96,6% de todas as mais de 3 mil empresas instaladas no Alecrim, são classificadas como microempresas (faturamento anual de até R$ 360 mil), microempreeendedores individuais (faturamento anual de até R$ 81 mil), e empresas de pequeno porte (faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhão). Com relação ao número de funcionários, um quarto das empresas ouvidas (25,1%) não empregam ninguém e mais da metade (54,7%) têm, no máximo, seis colaboradores, sendo que 46% têm até 4 deles.

Maioria das empresas é do Simples

Das 68% das empresas que são optantes do Simples, 36,9% delas faturam entre R$ 60 e R$ 240 mil por ano; e outras 29% faturam até R$ 60 mil por ano. Com relação ao segmento em que atuam, as empresas são muito diversificadas, porém, 10,4% são do ramo de autopeças e acessórios; 6,9% de vestuário; 6,3% de móveis e decoração; 5,7% delas são mercadinhos/mercearias/padarias; 5% de materiais de construção; 4,5% de utilidades domésticas; 4% de óticas; entre outros.

Questionados acerca de assuntos que estão ligados ao dia a dia do bairro, 81% dos empresários responderam que são a favor da criação de mais vagas de estacionamento rotativo, já que isso poderia impactar no aumento das vendas, na opinião de 76,1% deles. Entre os principais problemas citados por eles na gestão de suas empresas, estão a carga tributária (50,7%); e a falta de crédito bancário (23,6%).

Empresários se interessam por capacitação

Quando perguntados sobre as áreas que gostaria de obter capacitação, 38,7% citaram gestão administrativa; 26,4% citaram marketing; 24,5% citaram empreendedorismo; 23,4% citaram finanças. Também foram citados assuntos como planejamento (17,2%); mídias sociais (11,7%); tecnologia (11,3%); varejo (10%); e inovação (8,6%). Para pouco mais da metade dos empresários do bairro (56,3%), a presença de ambulantes prejudica o funcionamento das suas empresas, e 93,9% deles defendem a remoção dos camelôs e colocação em um local adequado.

Os comerciantes também citaram formas de como as entidades representativas do setor podem contribuir para o desenvolvimento das empresas do bairro, que são: oferta de capacitações e treinamentos (35%); oferta de cursos (31,3%); apoio ao crédito (27,7%); e orientação empresarial (27,7%).

Atuação da Associação dos Empresários do Bairro do Alecrim

Com a intenção de avaliar o nível de envolvimento e dos empresários do bairro com a Aeba, entidade representativa do setor, o IPDC questionou se os entrevistados consideram importante fazer parte de uma associação que represente seus interesses. 61,1% das respostas foram afirmativas, porém apenas 41,4% relataram interesse em fazer parte da associação.

Entre os motivos pelos quais os empresários alegaram não ter interesse em fazer parte da Aeba estão o desconhecimento da associação por parte dos empresários (32,6%) e falta de tempo disponível para participar (12,9%). Como sugestão de ações que poderiam atrair novos associados, os entrevistados citaram a maior divulgação dos serviços e benefícios oferecidos para os associados (14,3%); ações para viabilizar vagas de estacionamento (13,5%); oferecer cursos, treinamento e capacitações (8,7%), entre outros.

 “Primeiro gostaria de agradecer a parceria da Fecomércio, que prontamente nos atendeu. Além de mostrar a cara do Alecrim, as informações da pesquisa irão nos servir para planejar ações que possam resgatar e fortalecer a imagem do bairro, como também dar mais representatividade à nossa Associação, já que muitos empresários afirmaram desconhecer sua existência”, comentou o presidente da Aeba, Pedro Campos. Já o prefeito de Natal, Álvaro Dias, disse que “com os dados, a Prefeitura irá elaborar ações para recuperar o bairro, como por exemplo a Guarita da Guarda Municipal e a Praça Gentil Ferreira como um todo”, disse.

“Os dados da pesquisa são grandes balizadores de ações que o poder público pode encaminhar, como o reordenamento dos ambulantes e a questão das vagas de estacionamento. Além de ações que podem ser tocadas pela Aeba, com o apoio do nosso Sistema Fecomércio e do Sebrae, como é o caso da dificuldade em acessar mão de obra melhor qualificada, informalidade e falta de conhecimento do setor onde atua”, finalizou Marcelo Queiroz.

16

Nov

Mercado

Ministério Público do RN abre seleção para assessor jurídico

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) abriu processo seletivo para o cargo de assessor jurídico ministerial no núcleo recursal e de controle de constitucionalidade da Coordenadoria Jurídica Judicial (CJUD) do Procurador-Geral de Justiça. Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail selecao@mprn.mp.br até o dia 20 deste mês. A carga é de 40 horas semanais e a remuneração do cargo é de R$ 5.068,83, mais benefícios (auxílio-alimentação e auxílio-saúde).

O cargo é de provimento em comissão, de livre nomeação e exoneração pelo Procurador-Geral de Justiça (PGJ). O processo seletivo compõe-se da análise dos currículos, elaboração de peça jurídica e entrevista técnica.

A seleção leva em consideração a necessidade de o MPRN elevar a eficiência e a eficácia dos seus serviços e valoriza critérios objetivos e meritocráticos. A triagem de currículos será realizada pela própria equipe da Coordenadoria Jurídica Judicial e serão selecionados no processo os candidatos que, no entendimento dos gestores e em atendimento aos requisitos do certame, mais atenderem ao perfil desejável. Serão selecionados 100 candidatos, que serão submetidos à prova subjetiva (elaboração de peça jurídica), seguida de entrevista técnica entre os melhores colocados.

Os candidatos serão contatados via e-mail para manifestação quanto ao interesse de participação nas etapas do certame e, se aplicável, inseridos automaticamente na triagem de currículos.

Ao final do certame, um único candidato será considerado aprovado, com a decorrente nomeação pelo Procurador-Geral de Justiça. O candidato selecionado terá o prazo de 5 dias úteis para providenciar os documentos necessários para a posse. Para assumir como assessor jurídico ministerial, faz-se necessária a suspensão do registro na Ordem dos Advogados do Brasil.

Cargo

Podem concorrer ao cargo pessoas com nível superior em Direito.

O assessor jurídico ministerial tem como atribuições:

- Realizar atividades de nível superior, fornecendo o suporte jurídico ao exercício das funções dos órgãos do Ministério Público;

- Elaborar minutas de pareceres, despachos e peças jurídicas em processos administrativos e judiciais;

- Manter arquivos, registros e controles dos atos que sejam exarados pelo órgão do Ministério Público, perante o qual oficiar;

- Analisar e pesquisar legislação, doutrina e jurisprudência;

- Realizar a indexação de documentos e atender o público;

- Confeccionar os relatórios que lhe sejam determinados por sua chefia imediata;

- Desempenhar outras atividades correlatas a sua área que lhe forem delegadas por chefia imediata ou institucional.

Clique aqui e veja o aviso completo do processo seletivo.

14

Nov

Mercado

Procon revela lista de sites a serem evitados durante a Black Friday

A Black Friday de 2018 está marcada para o dia 23 de novembro, mas, antes de fechar uma compra, que tal saber se o site em questão é confiável? O Procon de São Paulo mantém uma lista de lojas online a serem evitadas, e basta uma rápida pesquisa para reduzir a possibilidade de transtorno na hora de fazer um pedido.

A compilação é útil, também, para contemplar as iniciativas que antecedem a Black Friday em si. No Brasil, é comum que aconteçam promoções pré-Black Friday ou mesmo uma  “Black Week”, o que aumenta a necessidade de atenção por parte do consumidor na hora de fechar uma compra pela internet.

A lista é formada por 500 lojas que tiveram reclamações de consumidores registradas no Procon e não responderam ou não foram encontradas. São informados o site e o nome do responsável por ele, além do CNPJ ou CPF, a situação atual e até mesmo a data em que ele foi incluído na seleção.

Clique aqui e veja a lista completa. Em caso de dúvidas ou problemas, contate o Procon da sua cidade.

Fonte: Portal TechMundo

13

Nov

Mercado

Fórum Turistech conecta empresários do setor ao turismo inteligente

Mostrar a importância do uso da tecnologia e internet aliada a uma estratégia digital para desenvolvimento e competitividade do negócio ligado ao setor do turismo. Esse foi o norte da segunda edição do Fórum Turistech, realizado na tarde da última segunda-feira (12), na sede do Sebrae no Rio Grande do Norte. As palestras e debates do evento giraram em torno dos destinos e negócios inteligentes, sobretudo do turista conectado e o uso do celular antes, durante e depois da viagem.

Mais de 100 empreendedores do setor participaram do fórum, que alertou para as mudanças que o segmento vem passando, principalmente com as plataformas que foram desenvolvidas para ofertar soluções a esse novo turista, e o perigo para os empreendimentos que estão alheios a esse novo cenário, sem se preocupar com a sua presença e reputação online. “É o momento para se compartilhar ideias e informações sobre o uso da tecnologia, sustentabilidade, valorização da experiência e a governança no turismo do Rio Grande do Norte”, diz o gestor do Projeto Destinos Turísticos Inteligentes no Sebrae-RN, Yves Guerra.

 O evento contou com a presença de um dos diretores do Ministério do Turismo (MTur), Ítalo de Oliveira Mendes, que falou no evento sobre as estratégias para o desenvolvimento de um destino. Ele classificou o Turistech, apesar de ter apenas duas edições, como uma referência na discussão do tema destinos inteligentes.

O executivo criticou a forma de se planejar o destino, na qual normalmente se contrata uma empresa, que traça o plano levando em conta todos os aspectos ideais. “Não é assim. Esse tipo de planejamento nunca sai do papel. Primeiro, precisa saber quem se quer atrair e só depois se traça as estratégias. É igual a lançar um carro novo no mercado”, compara.

Para Ítalo Mendes, o planejamento do turismo precisa levar em conta as vantagens competitivas do destino, analisar o comportamento do consumidor (turista), verificar a concorrência, definir as estratégias de posicionamento, atendando para os nichos, elaborar a visão de longo prazo e planos de ação de curto prazo, capazes de serem implementados com facilidade, e por fim traçar o design de experiências. “É melhor criar um planejamento de curto prazo e ir avaliando, implementando por etapas em um período curto”, recomenda.

Também participaram da abertura do Fórum o secretário estadual de Turismo, Manuel Gaspar, e os diretores do Sebrae-RN, o superintendente, José Ferreira de Melo Neto, e o de Operações, Eduardo Viana. “Ainda no primeiro semestre do próximo ano, vamos apresentar um produto arrojado e voltado para o setor do turismo, área na qual o Sebrae tem trabalhado há 25 anos”, adianta o superintendente.

Conexões

Além das conferências principais, os participantes do Turistech também tiveram a oportunidade de saber mais sobre quatro empresas que surgiram no mercado local, brasileiro e internacional como startups e hoje são referências no Brasil: Booking.com, Omnibees, Paytour e Decolar.com. Essas empresas ministraram palestras no piso superior do Sebraelab e também realizaram atendimentos agendados previamente aos empreendedores participantes.

O perfil do turista no RN foi o tema do Decolar.com, que mostrou como os usuários da plataforma estão cada vez mais acessando o serviço via aparelhos celulares. “Temos um aplicativo fácil de utilizar e com três cliques é possível fechar a compra. Atualmente, 50% das buscas do Decolar ocorrem dentro do app”, garante a gerente de mercado da empresa, Renata Colla Bufarat.

Não é à toa. Dados do Ibope revelam que 95% dos brasileiros usam o celular enquanto assistem tevê, principalmente na hora dos comerciais, e a as empresas do turismo precisam saber aproveitar esse hábito. “Existe essa tendência do celular acompanhando a vida dos visitantes e é preciso dar atenção a esse canal”, analisa Renata Bufarat.

A Omnibees - empresa de tecnologia focada em distribuição, análise e marketing hoteleiro - também ministrou palestra no fórum, abordando o uso da tecnologia inserida no meio hoteleiro e os desafios para a hotelaria independente, aqueles estabelecimentos que possuem até 40 quartos.

A empresa está de olho nessa fatia do mercado para ofertar soluções que aumentam a competitividade do negócio via tecnologia. São sistemas para gestão do inventário diário dos multicanais de vendas, de pessoal, da sazonalidade, da concorrência e acesso à informação para tomada de decisão.

“A Omnibees pode ajudar esses empreendimentos colocando tecnologia para ter mais produtividade e ter uma maior rentabilidade”, assegura Rodolfo Delphorno, o gerente comercial da marca, que usa a distribuição de inteligência para simplificar os processos no meio hoteleiro. Em seis anos de atuação no Brasil, a empresa já tem 4 mil hotéis atendidos e agora está com foco no Nordeste, onde predominam os estabelecimentos de pequeno porte.

“O Nordeste é extremamente estratégico para a Omnibees. Temos um mercado muito grande desses hotéis independentes, principalmente nas capitais. Somente este ano, de cada dez novos parceiros que fechamos, seis se enquadram nesse perfil”.

Com informações da Agência Sebrae de Notícias. Fotos: João Gilberto

13

Nov

Mercado

Otimismo: mais de 97% dos empresários afirmam que vão investir em 2019

Os empresários estão otimistas em relação à economia e seus negócios em 2019 e, neste cenário, a grande maioria diz que pretende investir no ano que vem. É o que aponta pesquisa feita pela Deloitte divulgada ao G1 nesta segunda-feira (11). No entanto, enquanto os que pretendem investir são 97% dos empresários, a parcela dos que devem criar novos postos de trabalho é menor, de 47%.

O levantamento foi feito com 826 empresas que, juntas, tiveram faturamento de R$ 2,8 trilhões em 2017 – o equivalente a 43% do PIB do ano.

Entre 97% dos empresários que dizem que vão realizar algum investimento em 2019, a maioria diz que pretendem lançar novos produtos ou serviços e adotar novas tecnologias.

Já sobre o quadro de funcionários, a expectativa de aumentar as contratações atinge 47% dos empresários. Outros 32% dizem que vão manter a quantidade de empregados em 2019, mas fazendo substituições. Os que devem manter o quadro de funcionários inalterados são 14%, enquanto 7% pretendem cortar postos.

Ainda que as expectativas para a economia estejam melhorando, a recuperação lenta do mercado de trabalho está relacionada ao aumento da capacidade ociosa das empresas por causa da crise, como lembra Othon Almeida, sócio-líder de desenvolvimento de mercado da Deloitte.

“Houve uma espera que determinadas mudanças pudessem acontecer”, afirma. “Minha percepção é de que a retomada do emprego continuará se dando de maneira lenta e gradual até que essas medidas fiquem claramente definidas.”

Essas mudanças esperadas pelos empresários e mencionadas por Almeida também foram mapeadas pela pesquisa. A reforma tributária deve ser tratada como uma das prioridades para 93% dos entrevistados e a da Previdência, para 90%.

Já entre as medidas que os empresários acreditam que devem ser prioridade do governo para gerar impacto na atividade econômica, o estímulo à geração de empregos é a mais citada, com 80%. A manutenção da inflação abaixo de 5% ao ano é citada por 58% dos empresários e ampliação da participação do Brasil no comércio exterior, por 53%.

“A conjuntura toda aponta para uma direção: ou nós melhoramos ou morremos”, resume Almeida.

O levantamento também mostra que a maioria dos empresários está confiante que as prioridades apontadas por eles como necessárias serão as mesmas do novo governo. Entre os entrevistados, 94% acreditam que o governo vai adotar parcial ou integralmente as prioridades apontadas por eles.

Planos para o negócio

A pesquisa mostra ainda que, entre as empresas consultadas, 30% não pretendem fazer captação de recursos em 2019.

Dos 70% restantes, a maioria diz que tem expectativa por aporte dos proprietários da empresa, empréstimos com bancos de fomento (como o BNDES) e de varejo. Apenas 1% fala em abertura de capital – ou seja, fazer um IPO para ter ações negociadas em bolsa de valores.

A pesquisa mostra ainda que a maior parte dos empresários está confiante em relação ao desempenho das vendas em 2019 – 16% dizem que deve ser mantido o patamar atual e 69%, elevado.

Outros 46% dizem que vão aumentar investimentos em equipamentos, enquanto os que pretendem diminuir são apenas 6%.

Fonte: G1, via Fecomércio