Mídias Sociais

25

Abr

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Instagram, a rede social queridinha do momento, divulga novidades sobre as fotos do feed e do Stories

O Instagram lançou um recurso que permite o usuário fazer o download de todas as suas fotos. A novidade busca adequar o aplicativo à nova legislação de proteção de dados que entrará em vigor na Europa no dia 25 de maio.

Já existem funções semelhantes em outras redes sociais, como o Facebook e Twitter. Para baixar suas fotos no Instagram, o usuário precisa acessar o site (https://www.instagram.com/) em um navegador de internet, entrar no menu “Configurações” e em “Segurança e Privacidade”. Feito isso, é só solicitar uma cópia de seus dados em “Download de Dados”. A empresa pode demorar até 48 horas para enviar o link para download dessas informações para o e-mail.

Outra mudança do aplicativo é com relação ao Instagram Stories. A nova atualização permite inserir até dez fotos da galeria do celular de uma só vez. Por enquanto, o recurso está disponível apenas para quem utiliza o aplicativo em aparelhos Android.

25

Abr

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Aplicativos infantis estariam coletando dados confidenciais de crianças e adolescentes

Enquanto nossos filhos estão usando o celular, raramente relacionamos o ato ao risco de privacidade a que estão expostos. Mas pesquisas indicam que crianças e adolescentes conectados podem estar fornecendo dados confidenciais a aplicativos, que, por sua vez, estariam cedendo informações para o compartilhamento de anúncios segmentados para a faixa etária. A constatação vem de estudo internacional e apontam que quase 60% dos aplicativos infantis podem estar compartilhando informações não-autorizadas. 

O estudo foi realizado pelo IMDE, um projeto do governo espanhol de incentivo à pesquisa, e pela Universidade da Califórnia. Foram analisados 5.855 aplicativos infantis e os resultados apontam que 57% deles podem estar compartilhando com empresas terceiras informações de menores de 13 anos sem o consentimento dos pais, violando assim o COPPA, que é uma lei norte-americana semelhante ao Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil, porém focado na área digital.

Segundo a pesquisa, 28% dos aplicativos que coletavam dados tinham acesso a informações confidenciais; 4,8% cometiam “violações claras ao compartilhar localizações e informações dos contatos sem consentimento”, afirma o estudo; 40% deles repassavam informações pessoais sem o cuidado com técnicas de segurança que evitam que os dados das crianças vazem e 18% dos apps compartilhavam dados, como o IMEI do smartphone, visando anúncios publicitários segmentados para crianças.

Os aplicativos analisados são bem populares, como o “Where’s My Water”, “Minion Rush” e “Duolingo”. As empresas envolvidas disseram em comunicados que se preocupam com a privacidade das crianças e vão investigar os problemas apontados pela pesquisa.

 

Fonte: Super Interessante https://abr.ai/2qZyjuG 

16

Abr

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Agência de checagem de informações e canal Futura lançam banco de memes contra as Fake News

A Agência Lupa, que é especializada em checagem de informações, e o canal Futura lançaram um banco de memes com a intenção de identificar e combater as Fake News. A ideia é usar o poder de convencimento dos memes — imagens divertidas com algum texto engraçado — para convencer familiares, amigos e a população em geral a não compartilharem informações duvidosas.

Os memes do projeto foram desenvolvidos pela designer Mariana Martins. “A ideia de produzirmos essa série de memes veio de experiências da vida real, de situações em que nossos checadores sabiam que determinado conteúdo era falso, velho, fora de contexto, exagerado… Mas não tinham um jeito educado e bem-humorado de pedir a seu interlocutor que pensasse duas vezes antes de compartilhar”, relata Cristina Tardáguila, diretora da agência Lupa.

Para José Brito, gerente de distribuição do Canal Futura, “A proposta dos memes é sensacional, pois amplia o alcance do projeto com uma linguagem contemporânea, muito comum em sistemas de mensageria, como o WhatsApp, e redes sociais”, disse o gestor. Em um ano em que teremos eleições no Brasil, essa é uma boa alternativa estimular as pessoas a questionarem as informações que recebem.

Os memes já estão disponíveis para download no site http://fakeounews.org/ e podem ser compartilhadas em redes sociais como o Facebook, Whatsapp, entre outras. No site você encontra também dicas para verificar se um conteúdo é falso e vídeos sobre o assunto.

Fonte: Agência Lupa 

12

Abr

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Proteste cobra do Facebook uma indenização para usuários afetados pelo vazamento de dados

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) se reuniu com a direção do Facebook em Bruxelas, na Bélgica, para reivindicar uma indenização aos usuários afetados pelo compartilhamento de informações pessoais da rede social com a empresa de consultoria Cambridge Analytica. O Facebook se comprometeu a apresentar soluções em duas semanas.

Dentre os pedidos da Proteste, estão a compensação para todos os consumidores afetados pelo escândalo da Cambridge Analytica; compensação também para todos os demais consumidores que possam ter sido vítimas do uso indevido de seus dados, por meio de aplicativos que operam na plataforma do Facebook, por exemplo; e soluções que contemplem o usuário como o único gestor de suas próprias informações.

Além da instituição brasileira, estiveram presentes na reunião as organizações Test-Achats, da Bélgica; OCU (Espanha); Altroconsumo (Itália); e Deco Proteste (Portugal).

Fonte: Proteste https://bit.ly/2HtsPjD  

11

Abr

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Veja como descobrir se seus dados foram investigados no escândalo do Facebook com a Cambridge Analytica

Uma das preocupações dos usuários do Facebook em todo o mundo é saber se seus dados foram ou não acessados pela Cambridge Analytica. No Brasil, estimativas apontam que mais de 443 mil contas estão entre as mais de 87 milhões no mundo que a empresa de consultoria teve acesso. Nesta semana, a rede social presidida por Mark Zuckerberg começou a notificar os usuários afetados através de mensagens no feed de notícias. Mas, se você não receber nenhum comunicado, como ter certeza que os seus dados pessoais continuam protegidos?

Para isso, o Facebook lançou uma página na central de ajuda que serve como atalho para saber se suas informações foram realmente compartilhadas com a Cambridge Analytica. Primeiro, é necessário fazer o login na sua conta na rede social. Depois, acesse a página https://www.facebook.com/help/1873665312923476 e verifique se aparece a mensagem: “Com base em nossos registros disponíveis, nem você, nem seus amigos entraram no aplicativo ‘This Is Your Digital Life’. Como resultado, não parece que suas informações do Facebook tenham sido compartilhadas com a Cambridge Analytica pelo aplicativo ‘This Is Your Digital Life’.”

Se aparecer essa mensagem, você não teve seus dados pessoais compartilhados com a Cambridge Analytica. As informações foram coletadas através do aplicativo “This Is Your Digital Life”. Caso você tenha acessado esse aplicativo, após fazer a análise indicada pela central de ajuda do Facebook, aparecerá um texto que relatando que suas informações com imagem do perfil, páginas curtidas, cidade e data de nascimento foram, possivelmente, acessadas pela empresa de consultoria.

11

Abr

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Whatsapp testa recurso que permite gravar áudio sem manter pressionado o ícone de gravação

O Whatsapp está realizando um novo teste para usuários do aplicativo no sistema Android. Quem está inscrito no programa Beta, com a versão 2.18.12, poderá gravar mensagens de voz sem a necessidade de manter pressionado o ícone do microfone.

Para utilizar esse novo recurso, o usuário dessa versão beta deve pressionar o ícone do microfone, que se localiza no canto inferior direito em uma janela de conversa e deslizar o dedo para o “cadeado” que se encontra logo acima. Feito isso, a gravação continuará mesmo após soltar o dedo da tela.

A empresa de mensagens ainda planeja outras atualizações. De acordo com o portal WABetaInfo , quem utiliza a plataforma pelo iOS poderá, em breve, ter a possibilidade de adicionar em um grupo mais de 4 mil participantes.

11

Abr

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Facebook oferece recompensa em dinheiro para quem encontrar falhas de segurança na rede

Na sequência do depoimento de Mark Zuckerberg à Justiça americana, e em meio ao escândalo do vazamento de dados, o Facebook anunciou hoje que está oferecendo recompensas em dinheiro para programadores que encontrem e denunciem abusos de dados dos usuários dentro da rede social. O Programa Data Abuse Bounty (ou programa de recompensa de abuso de dados, em português) teve como inspiração os esforços similares que startups e empresas de tecnologia fazem para buscar por bugs críticos em seus sistemas.

Em texto divulgado hoje pela rede, o líder de segurança de produtos do Facebook, Collin Greene, afirmou que o Programa Data Abuse Bounty, “ajudará a descobrir possíveis violações de nossas políticas”.

O programa vai recompensar quem denunciar “qualquer uso indevido de dados por desenvolvedores de aplicativos, desde que comprovado que um aplicativo dentro da plataforma do Facebook coleta e transfere dados das pessoas para um terceiro que os venderá, roubará ou os usará para golpes ou até influência política”, afirma Greene. Segundo ele, outro programa, o de caça aos bugs, já pagou mais de 40 mil dólares para as pessoas que denunciaram problemas.

 

 

10

Abr

Mídias Sociais

Presidente do Facebook admite falha na proteção de dados dos usuários

O presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, classificou a incapacidade da empresa de prevenir episódios como a atuação da empresa Cambridge Analytica e a interferência russa nas eleições dos EUA de 2016 como “um grande erro” e pediu desculpas. Ele depôs na tarde de hoje (10) em uma audiência conjunta das comissões Judiciária e de Comércio do Senado dos Estados Unidos (EUA) sobre a responsabilidade da companhia na proteção da informação de seus usuários.

O escândalo envolvendo a consultoria britânica Cambridge Analytica ganhou visibilidade após um ex-funcionário da empresa revelar aos jornais The New York Times (EUA) e The Guardian (Reino Unido), em março, que informações de dezenas de milhões de americanos foram usadas pela companhia para criar publicidade personalizada e influenciar eleições em todo o mundo, inclusive a disputa de 2016 que resultou na vitória de Donald Trump.

No total, 70 milhões tiveram dados usados sem permissão. “Está claro agora que nós não fizemos o suficiente para prevenir essas ferramentas [a plataforma] de serem usadas para danos. Isso vale para notícias falsas, interferências estrangeiras em eleições e discurso de ódio, bem como desenvolvedores e privacidade de dados. Nós não tomamos uma visão ampla o suficiente da nossa responsabilidade. Peço desculpas”, disse.

Já a interferência russa nas eleições de 2016 mereceu uma investigação no Congresso após a revelação de relações da campanha de Donald Trump com autoridades russas e de que contas daquele país atuaram durante o pleito para apoiar o atual presidente norte-americano e atacar a então concorrente, Hillary Clinton, além de segmentos minoritários, como negros e muçulmanos. Em fevereiro, o Departamento de Justiça do país indiciou 13 russos pela campanha de desinformação.

Medidas

Zuckerberg apresentou as medidas adotadas pela empresa sobre o tema. Lembrou que antes da divulgação na imprensa, em março deste ano, o acesso aos dados por desenvolvedores como Alexandr Kogan havia sido drasticamente reduzido em 2014. Em 2015, Kogan foi banido e uma cobrança foi feita à Cambridge Analytica para apagar as informações repassadas. A consultoria teria confirmado não dispor mais dos registros, o que se comprovou irreal.

O presidente expôs outras decisões tomadas pela empresa. Aplicativos com acesso a dados de muitas pessoas estão sendo “investigados” pela empresa. Em havendo suspeitas, o programa poderá ser auditado. “Se acharmos alguma atividade imprópria, vamos bani-lo do Facebook e informar aos usuários que tiveram dados impropriamente usado”, comentou.

Interferência estrangeira

A senadora Dianne Feinstein questionou quais providências estão sendo tomadas para evitar interferências estrangeiras em eleições. Zuckerberg informou que diversas contas vinculadas à atividade de russos foram derrubadas. Acrescentou que, desde 2016, houve eleições em que o Facebook teve atuação melhor, como na França e na Alemanha.

De acordo com ele, depois do pleito de dois anos atrás, a empresa investiu em recursos de inteligência artificial para derrubar contas criadas com este intuito. No mês passado, relatou, 270 contas alegadamente vinculadas à Agência de Pesquisa em Internet da Rússia (órgão que teria atuado nas eleições dos EUA) foram fechadas porque os técnicos teriam identificado uma atuação na Rússia em outros países vizinhos.

Discurso de ódio

O senador John Tune questionou a efetividade da postura do Facebook. “Vocês têm um histórico de se desculpar. Depois de mais de uma década de promessas de fazer diferente, por que devemos acreditar que agora é diferente?”, perguntou. O presidente reafirmou que houve muitas falhas. “É difícil ter uma companhia desta escala sem cometer erros. Tentamos não cometer erros repetidamente”. Ele afirmou que, agora, há uma mudança filosófica na empresa, para assumir um papel mais proativo no uso das ferramentas disponibilizadas aos usuários.

O parlamentar questionou como a empresa vai usar inteligência artificial para coibir discurso de ódio. Zuckerberg respondeu que as tecnologias de IA vão contribuir para identificar conteúdos, em parceria com funcionários, para fazer a revisão e validar a derrubada dos conteúdos. “Discurso de ódio é difícil para inteligência artificial, pois há uma nuança linguística”, comentou.

Anúncios

O senador Bill Nelson citou um diretor do Facebook, segundo quem, para não receber anúncios, as pessoas teriam que pagar pelo uso da rede social. E questionou por que o usuário não pode deligar o recebimento de anúncios. Zuckerberg respondeu que o usuário pode desligar informação para terceiros. Mas se há pessoas que não gostam de anúncios, a resposta da comunidade, segundo ele, é de que pessoas preferem receber informação do que não receber. Para não ter anúncios, a empresa teria que ter outro modelo de negócios que não ofereceria o serviço de graça.

Reportagem de Jonas Valente – Agência Brasil

10

Abr

Mídias Sociais

Nova atualização do Instagram traz recurso para produção de fotos com fundo desfocado

O Instagram promoveu mais uma inovação. A nova atualização traz um novo recurso: fazer fotos com o fundo desfocado. Essa nova função é chamada de modo “Foco” e aparece abaixo do ícone de gravação para quem usa o aplicativo nos smartphones iPhone SE, 6S, 6S Plus, 7, 7 Plus, 8, 8 Plus, X e alguns aparelhos com sistema Android. Não foi especificado pelo Instagram quais seriam esses modelos.

Para utilizar o novo recurso, basta abrir o ícone de câmera do aplicativo, procurar a novidade e fotografar. O efeito de desfoque do fundo da imagem acontece assim que um rosto é identificado.

10

Abr

Mídias Sociais

Mídias sociais nas eleições são tema de palestra promovida pela Escola Judiciária do TRE-RN

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, através da Escola Judiciária Eleitoral do RN, promove clico de palestras que vão discutir democracia, reforma política e uso de mídias sociais nas eleições entre os dias 10 de abril a 15 de maio no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), tendo como público-alvo os alunos dos cursos técnicos integrados ao ensino médio da instituição.

Além de “O poder das mídias sociais nas eleições”, estarão entre os temas das palestras “O sistema democrático e a reforma política no Brasil”, “Sistemas eletrônicos de segurança das eleições no Brasil”, “A corrupção como um fenômeno jurídico e cultural na escola brasileira” e “Desafios da Democracia brasileira e a reforma política: Eleições 2018”, tanto no Campus Central, na Av. Salgado Filho, quanto no da Cidade Alta, na Avenida Rio Branco.

A parceria entre o TRE-RN e IFRN propõe contribuir para a formação de caráter dos cidadãos e especialmente a difusão das regras que orientam o pleno exercício da democracia, bem como o esclarecimento sobre sistemas técnicos que a Justiça Eleitoral adota, em todo o Brasil, para executar, com segurança, as eleições.

Após o ciclo de palestras, no período de 24 e 25 de abril, o TRE-RN oferecerá a instalação e funcionamento de um posto de atendimento cartorário, com servidores do próprio Regional Eleitoral, para a prestação dos serviços de: novos alistamentos de eleitores (1ª via do Título de Eleitor), emissão de segunda via do documento eleitoral, transferência do domicílio eleitoral, emissão de certidões eleitorais diversas, atualização de dados em cadastro e revisão biométrica, voltado para o público interno do IFRN.

 

 

9

Abr

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Google e You Tube são acusados por associações americanas de manter práticas ilegais com crianças

Mais uma polêmica envolvendo invasão de privacidade e práticas ilegais nas redes sociais. Dessa vez, associações americanas estão acusando o You Tube e o Google de coletar dados pessoais de crianças para utilizá-los com fins publicitários e exigindo das autoridades que investiguem tais práticas. A Agência France Press divulgou que hoje 23 organizações de defesa dos direitos digitais e proteção à infância denunciaram às empresas à FTC, a comissão federal de comércio dos Estados Unidos.

As associações alegam que o You Tube coleta informações como a localização das crianças sem a devida autorização dos pais, assim como o número do celular e o aparelho que utilizam para a conexão. Reclamam ainda que o You Tube é restrito, por suas próprias regras, para maiores de 13 anos, mas usaria, inclusive, dados de crianças menores.

Em entrevista à Agência France Press, Josh Golin, porta-voz de uma das organizações denunciantes, da Campanha por uma Infância sem Publicidade, disse que o Google afirma de maneira enganosa que o You Tube não está habilitado para menores de 13 anos, mas é, na realidade, “um site inundado de desenhos animados, canções infantis e publicidade de brinquedos”, critica, ressaltando que o Google mantém lucros gigantescos com a publicidade para crianças. Também em contato com a AFP, o Google afirmou que ainda não teve acesso à denúncia, mas que proteger crianças e suas famílias “é uma prioridade” para a rede.

Galinha Pintadinha está entre canais mais populares do You Tube no mundo

A notícia me lembrou dos números da rede social divulgados em fevereiro passado, apontando que A GALINHA PINTADINHA havia se tornado o canal mais popular no You Tube mundial, chegando a ter 30 vídeos com mais de 100 milhões de visualizações e ultrapassando grandes estrelas da música internacional como Rihanna e Justin Bieber.

Entre os canais brasileiros, a animação já era um fenômeno: tem hoje mais de 10 milhões de inscritos, e em fevereiro os vídeos da "Galinha Pintadinha" já acumulavam mais de 7,5 bilhões de visualizações. De acordo com produtores que gerem a marca "Galinha Pintadinha", o segredo do sucesso é cativar, com músicas, personagens e histórias, o público logo no início da infância, na faixa de zero a seis anos.

Ou seja: difícil de entender como é que tendo em um canal para crianças de zero a seis anos o seu maior sucesso, o You Tube se apresenta como rede restrita ao público acima dos 13 anos.

6

Abr

Mídias Sociais

Facebook exigirá confirmação de identidade das pessoas que fizerem anúncios políticos na rede social

E a série de acontecimentos que envolvem o Facebook nos últimos dias continua. Nesta sexta (06), o presidente da Rede Social, Mark Zuckerberg, afirmou que exigirá a confirmação de identidade e localização dos anunciantes que fizerem publicações políticas.

Trata-se de mais uma medida para minimizar os danos à imagem do Facebook causados pelas polêmicas envolvendo a empresa Cambridge Analytica e o vazamento de dados de usuários que podem ter atingido 87 milhões de pessoas pelo mundo. No Brasil, a estimativa da Rede Social aponta que mais de 443 mil usuários foram afetados. O país aparece em 8º lugar na lista dos que tiveram o maior número de informações de usuários compartilhadas com a Cambridge Analytica. Lideram o ranking os Estados Unidos, Filipinas e Indonésia.

De acordo com Mark Zuckerberg, um dos objetivos do Facebook agora é "garantir o discurso positivo e impedir a interferência nas eleições", visto que, além do Brasil, países como México, Índia e Paquistão também terão eleições em 2018. A Rede Social realizará ações de verificação de anunciantes de conteúdo político e de grandes contas de todos os temas. "Para exigir a verificação de todas essas páginas e anunciantes, contrataremos milhares de pessoas. Estamos comprometidos em fazer isso a tempo para os meses críticos antes das eleições de 2018", disse o executivo e um dos fundadores do Facebook.

O Presidente do Facebook acredita que essas ações não irão deter todos aqueles que tentam utilizar perfis falsos, mas tornará mais difícil a realização dessa prática. “A interferência das eleições é um problema maior do que qualquer plataforma, e é por isso que apoiamos a lei de anúncios honestos. Isso ajudará a elevar o nível de toda a publicidade política online.", relatou Mark Zuckerberg, em seu perfil no Facebook.

Fonte: G1 em https://glo.bo/2IvxUaz e https://glo.bo/2H0IQ33

4

Abr

Comunicação

Sete em cada dez pessoas no mundo temem o uso de Fake News como arma de contrainformação

Por Juliska Azevedo

O indicativo de que as Fake News estão hoje no centro das atenções e, principalmente, preocupações no mundo conectado foi revelado pelo relatório Endelman Trust Barometer 2018, que pesquisa anualmente o grau de confiança da população de 28 países – entre eles o Brasil – nas quatro principais instituições: mídias, Organizações Não-Governamentais, governos e iniciativa privada.

Na pesquisa mais recente, a polêmica das Fake News entrou em pauta, e o resultado foi de que 7 em cada 10 habitantes dos principais países do mundo temem que as informações falsas sejam usadas como arma para ludibriar a população ou transformá-la em massa de manobra, influenciando decisões e eleições.

No Brasil, preocupação chega a 75%

Os números do Brasil, se analisados em separado, são maiores do que a média mundial. Por aqui, o índice de preocupação com o uso das Fake News como armas na guerra da informação chega próximo dos 75%. Em outros sete países o índice de preocupação com a Fake News ficou entre 71% e 75%: Índia, Colômbia, Malásia, Coréia do Sul, Estados Unidos, China e Rússia.

Temor maior das Fake News foi registrado em 4 outros países, onde entre 76% e 80% da população teme o uso das notícias falsas como armas: México, Argentina, Espanha e Indonésia. Mesmo nos países onde o temor é menor, entre os pesquisados, mais da metade das pessoas conectadas, na casa entre 55% e 60%, teme o uso calculado das Fake News: França, Alemanha e Suécia.

Durante o período do estudo, fatos relacionados à disseminação de notícias falsas tiveram destaque entre os países pesquisados. Na Itália, o Papa Francisco criticou a viralização de Fake News; o gerente de campanha do líder do partido conservador no Canadá foi flagrado plantando notícias falsas contra adversários; a Alemanha aprovou lei que pune empresas de mídias sociais por falhas em apagar notícias falsas; Fake News causaram tumulto em eleições na África do Sul e Singapura anunciou planos de criar leis para combater as notícias falsas.

 

3

Abr

Mídias Sociais

Facebook financia projeto brasileiro de checagem de notícias

Na berlinda e com as atenções voltadas para si, e preocupado em mostrar como fará para evitar invasão de privacidade nos perfis com interferência nas eleições do Brasil, o Facebook resolveu financiar um projeto brasileiro de verificação de Fake News. O “Projeto Lupe!” permite que pessoas chequem a veracidade de informações – desde as declarações de candidatos a notícias que circulem nas redes. O Facebook tem cerca de 125 milhões de usuários no Brasil.

De acordo com informações do Instituto Poynter, da Flórida (EUA), o projeto brasileiro foi inspirado em um modelo francês usado pelo Le Monde na eleição francesa de 2017, sendo uma adaptação deste. O Projeto Lupe conta com financiamento de R$ 250 mil do Facebook.

"Quando as pessoas estão bem informadas, elas podem tomar melhores decisões", disse Cristina Tardáguila, diretora da Agência Lupa, em um comunicado à imprensa enviado ao Poynter. "Queremos ajudar os eleitores no Brasil a encontrar informações corretas sobre aqueles que desejam se tornar nossos líderes do país ”. O projeto foi lançado na última segunda, data marcada como Internacional Fact-Checking Day.

 

2

Abr

Mídias Sociais

Papo de Mídias na campanha pela checagem de notícias hoje e na próxima quarta

No mercado local da Comunicação, a organização Papo de Mídias - dirigida pela jornalista Erika Zuza - se manifestou em registro ao Fast-Checking Day, dia internacional contra a disseminação de notícias falsas. 

Aliás, o Papo de Mídias promove, na próxima quarta (04), uma discussão com o tema MAIS ATUAL IMPOSSÍVEL: “O uso de Fact Checking para combater Fake News”, no Sebrae, as 18h30, com convidados da área de comunicação - entre eles esta blogueira que vos fala ;) 

Mais informações no perfil do Insta @papodemidias