Mídias Sociais

13

Mar

Pesquisa mostra que Influenciadores digitais já fazem parte da estratégia de marketing de 92% das marcas de turismo

Blogueiros do segmento turístico influenciam mesmo na decisão de viagens? As marcas de turismo apostam neles como estratégia de marketing? De acordo com a pesquisa feita pela Associação Brasileira dos Blogueiros de Viagem (ABBV), 92% das empresas entrevistadas já consideram sim fazer ações com influenciadores digitais.

A pesquisa foi realizada um pouquinho antes da pandemia, com participação de 118 profissionais de marketing e turismo, incluindo representantes de órgãos de turismo de destinos (33%), hotelaria (23%), empresas prestadoras de serviços diretamente relacionados ao turismo (tours, câmbio, seguros etc. - 22%) e agências de viagem (12%).

Ações com blogs e influenciadores digitais já estão bastante difundidas no setor de turismo, especialmente entre em agências de comunicação que atendem instituições e profissionais de marketing de empresas de serviço. Entre as 118 participações, 109 declararam ter realizado ações com blogueiros e influenciadores digitais em 2019 e 117 declararam interesse em fazê-lo oportunamente.

Acompanhe os resultados da pesquisa:

Que ações as empresas de turismo fazem com influenciadores?

As ações mais praticadas são aquelas vinculadas às atividades de assessoria de comunicação e relações públicas, como a divulgação de releases. No entanto, ações de publicidade estão com tendência de crescimento mais acentuada – como programas de afiliados ou apoio a eventos feitos por/para blogueiros e influenciadores. Também estão em alta contratações de publieditoriais (publicações pagas) e organização de press trips.

Credibilidade da experiência compartilhada

A divulgação do produto, serviço ou destino turístico é a principal motivação para a procura por influenciadores.  Maior parte das marcas entende que blogs e canais de mídias sociais têm papel fundamental na tomada de decisão dos viajantes. Também se destaca o interesse em alcançar um público qualificado – isto é, com segmentado por nichos e de acordo com o perfil de público-alvo da marca.

Ao buscar visibilidade das marcas, os profissionais de marketing e turismo valorizam conteúdo de qualidade e com credibilidade – o que também está relacionado ao compartilhamento de experiências reais e ao endosso agregado pelos criadores de conteúdo. “Acredito que o futuro do marketing e da publicidade está muito atrelado à blogueiros e influenciadores, já que consumidores tendem a confiar muito mais em suas opiniões, o que é super positivo. Empoderar pessoas reais para falarem de suas experiências pode ser muito mais eficaz do que simplesmente fazer publicidade para a sua marca” - Marcella Pasquarelli, Online Affiliate Manager da WePlann.

Variedade de mídias na estratégia de marketing

Ao indicar as plataformas de conteúdo prioritárias para suas estratégias de marketing, os entrevistados puderam selecionar múltiplas respostas. Maior parte das instituições (74%) trabalha com um mix diversificado de plataformas, tendo selecionado mais de 3 tipos de mídia.

O Instagram – plataforma já habitual para práticas de influencer marketing – está entre as prioridades de 76% das instituições, inclusive pela afinidade com o conteúdo de turismo. Blogs e sites são prioritários para 61% das marcas, por serem conteúdos com ciclo de vida mais longo, com presença em buscadores, além da distribuição em redes sociais.

Metodologia de seleção dos influenciadores

Outro fator que pesa no sucesso das campanhas é o perfil dos influenciadores selecionados. Busca e análise manual é a metodologia mais usada no setor (38%), destacando-se a avaliação qualitativa do conteúdo além da observação de métricas básicas como volume de público e engajamento. Apenas 13% dos profissionais declararam usar ferramentas para mapeamento e análise de blogs e perfis de redes sociais, e outros 5% mencionaram a contratação de agências especializadas em influencer marketing.

Existe uma grande participação de atendimento a demandas recebidas (23%) – quando o blogueiro ou influenciador entra em contato com a instituição demonstrando interesse ou apresentando alguma proposta de parceria. Assim como relacionamento direto e a troca de indicações entre profissionais de marketing (21%) é bastante frequente, visto que agências tendem a trabalhar com múltiplos clientes do setor de turismo e muitas instituições mantêm há anos um trabalho permanente de relações públicas.

A pesquisa completa, com todos os dados analisados, está disponível no link https://abbv.net.br/influencer-marketing-no-turismo-2020/

12

Mar

Ranking dos 10 influencers que mais lucram com o Instagram

O Instagram é uma das principais redes sociais do mundo, sendo a 3ª colocada entre todas as redes sociais mais usadas - somente atrás do Facebook e Youtube.

Com de mais de 1 bilhão de usuários, e um tempo médio gasto no aplicativo de 29 minutos por dia, o Instagram se tornou uma ferramenta importante para as marcas divulgarem os produtos e serviços.

Aqui temos os influencers, perfis que podem atingir centenas de milhões de seguidores, e que pode faturar mais de R$8 milhões por um único post divulgado na rede.

É o que releva um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br que reuniu dados da Statista e Hopper, sobre a remuneração dos influencers.

Confira abaixo a lista dos 10 influencer mais bem pagos por post no Instagram:


Os 10 mais bem pagos do mundo

O jogador de futebol Cristiano Ronaldo é o perfil que tem o custo por post mais caro no mundo. Para anunciar, as marcas precisam desembolsar R$8.020.000 por post.

Em segundo lugar está o ator Dwayne Johnson (mais conhecido como “The Rock”), que cobra me média R$7.615.000 por post.

Já na terceira colocação, está a cantora Ariana Grande, com um faturamento de R$7.550.000 por post.

Ao analisarmos o topo do ranking, encontramos um padrão: a grande maioria são cantores, celebridades ou atletas. Por aparecerem mais na mídia, estas personalidades passam a ser reconhecidos mundialmente, e com isso conseguem agregar com maior facilidade uma maior quantidade de seguidores.

Porém, a quantidade de seguidores não é o único fator levado em consideração para a precificação de um post na rede. Uma métrica bem utilizada na indústria para analisar o real valor entregue, é o fator de engajamento – quantidade de seguidores que curtem e comentam cada post publicado. Assim, é possível encontrar perfis com uma quantidade de seguidores menor, mas com um valor maior cobrado por post.


Remuneração por post no Brasil

O Brasil é o 3º país que mais utiliza o Instagram (só atrás da Índia e Estados Unidos), e já existem muitos influencers que vivem somente da remuneração da rede social.

Segundo o estudo, no Brasil a remuneração média por post inicia com R$50 para perfis com 1.000 a 5.000 seguidores. Para perfis com 20.000 a 100.000 seguidores o valor cobrado por post sobe para R$1.000 a R$10.500. Por fim, para perfil com mais de 1 milhão de seguidores, o valor por post se inicia a partir de R$75.000.

Ao levar em conta somente os brasileiros, o Neymar está em primeira colocação cobrando em média R$4.120.000 por post no Instagram. O Ronaldinho Gaúcho está na segundo posição, com um faturamento de R$1.505.000 por post. O ator Caio Castro recebe em média R$750.000 por post, e está na terceira posição. E por fim a Camila Coelho e Gracyanne Barbosa, cobram em média R$150.000 e R$120.000 por post, respectivamente.

11

Mar

Twitter testa nova guia dedicada ao feed cronológico

O Twitter começou a testar a aba exclusiva para o feed em ordem cronológica nesta quinta (10). A adição foi antecipada por vazamentos no ano passado e torna o processo de alternar entre estilos de feed mais prático, deixando a área sempre disponível com um toque.

Atualmente, para mudar do feed gerenciado por algoritmo para o feed com posts em ordem cronológica, o usuário precisa tocar no botão com “estrelas” no canto superior direito da tela e mudar a seção por inteiro, definindo a preferência de exibição. Uma vez alterado, o feed permanecerá naquele estilo até que o usuário altere de novo.

Na nova versão, porém, o feed cronológico ganha uma aba inteira só para ele, a “Latest” (ou “Recentes”, em português). A guia está disponível na Página Inicial do app, e poderia ser exibida ou ocultada ao tocar no botão de “estrelas” no canto superior direito.

Acesso mais "burocrático"

Contudo, a novidade não foi tão bem recebida pela comunidade, a julgar pelas respostas ao tuíte de anúncio: sempre que o app Twitter é aberto, a Página Inicial volta para a guia ordenada por algoritmo, em vez de voltar direto para a “Recentes”, caso ela seja a preferida. Embora seja mais fácil de alternar entre feeds, o comportamento padrão do aplicativo implica em um passo extra para aqueles que querem ver posts na ordem de publicação.

Os testes com a nova interface acontecem exclusivamente no app Twitter para iOS, mas a empresa promete entregar a novidade no Android e na versão web em breve. Se o recurso ainda não chegou ao seu celular, vale conferir na App Store se há atualizações disponíveis.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-testa-nova-guia-dedicada-ao-feed-cronologico-211256/

11

Mar

WhatsApp Web ganha extensão gratuita para verificar segurança

A Meta está trabalhando junto com a Cloudflare para levar ao WhatsApp Web uma nova camada de segurança. Neste sentido, a empresa anunciou nesta quinta-fe9ra (10) o Code Verify, um software de código aberto que verifica automaticamente a autenticidade do código do WhatsApp Web que está sendo utilizado.

A verificação serve para confirmar que o código que o usuário está usando não foi alterado por um agente malicioso. A checagem garante que o navegador no computador que está executando o programa ficará menos exposto a perigos como extensões desconhecidas, por exemplo.

Em uma publicação no site da Meta, Richard Hansen e Vicente Silveira, engenheiro de software e gerente de produto da companhia, respectivamente, explicaram que ao contrário de um aplicativo para smartphone, uma aplicação Web não tem seus códigos revisados por terceiros e isso acaba colocando as pessoas em risco.

“Como a infraestrutura dos aplicativos móveis foi criada após a criação da Web, as garantias de segurança oferecidas no celular podem ser mais fortes, principalmente porque as lojas de aplicativos de terceiros revisam e aprovam cada aplicativo e atualização de software. Mas hoje isso está mudando, pois o Code Verify está trazendo ainda mais segurança para o WhatsApp Web”, garantiram.

Para o Chrome e Edge

A extensão Code Verify está disponível nas lojas virtuais dos navegadores Google Chrome e Microsoft Edge e chegará em breve para Mozilla Firefox. O programa, que pode ser baixado gratuitamente, não registra dados dos usuários, não compartilha nenhuma informação com o WhatsApp e também não lê ou acessa as mensagens que você envia ou recebe, prometeu a Meta.

Assim que for instalada, a extensão funcionará de maneira automática sempre que a pessoa acessar o WhatsApp Web. A partir de sinalizações parecidas com um semáforo, ele alertará o usuário quanto à segurança do mensageiro no computador.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/235218-whatsapp-web-ganha-software-gratuito-verificar-seguranca.htm

11

Mar

E-commerce e vendas de computadores continuam em alta mesmo com impactos da Pandemia

Mesmo com o impacto da pandemia, que causou drásticos problemas para o varejo e lojas físicas, o e-commerce continuou a crescer no Brasil. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio, a estimativa é que o setor tenha fechado um avanço de 38% em 2021. Em termos de faturamento, isso seria algo em torno dos R$ 304 bilhões.

Isso vem desde 2020, quando as vendas online em junho cresceram 73% na comparação com o mesmo período de 2019, segundo dados da IDC Brasil.

Uma das empresas que prova este grande avanço em faturamento é a Avell, fabricante nacional de computadores a qual têm seu grande foco nas vendas online, via plataforma online oferecida pela empresa eMutua Digital.

A Avell registrou em 2021 um faturamento de R$ 207 milhões, alta de 90% em relação ao total do ano anterior, 2020, quando registrou faturamento de R$ 120 milhões. Mais que o triplo do valor de 2019, R$ 65 milhões.

As facilidades, comodidade e especialmente o home office foram fatores que fizeram este mercado permanecer ativo e aquecido. De acordo com pesquisa levantada pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV), 59,4% dos consumidores entrevistados informaram que compraram mais pela internet, através de sites ou aplicativos. Desses, 44,4% disseram que pretendem continuar comprando online pelos próximos 12 meses e 19,4% disseram que vão voltar a comprar presencialmente.

Um dos setores de mercado que mais apresentaram crescimento foi o de notebooks, com crescimento em volume de 21,9%, segundo a IDC Brasil.

Isso aconteceu até mesmo com o aumento de custos para os fabricantes, que consequentemente gerou um aumento de preço para o consumidor final. Houve no período da metade de 2020 até 2021 um crescimento de 22,1% no valor final de PCs de mesa e de 20,5% em notebooks, que agora custam, em média, R$ 3.842 e R$ 4.450, contra R$ 3.146 e R$ 3.692 praticados no primeiro trimestre de 2020.

“A Avell viveu um novo momento com a pandemia. Sempre existiu o receio de como o mercado se comportaria com base na tendência mundial, porém a pandemia trouxe uma nova realidade: as pessoas perceberam a necessidade de possuir os equipamentos certos para manter a rotina no novo normal”, comentou um porta-voz da empresa. “Foi assim que surgiu uma nova tendência de consumo de eletrônicos, iniciada por volta de março de 2020. Como a Avell sempre ofereceu excelentes soluções com preços competitivos, o aumento das vendas foi uma consequência nesse período.”

De acordo com a fabricante, a comercialização por meio de um e-commerce traz a simplificação de processos, item que a Avell segue como um dos pilares da empresa. Essa facilidade de informações sobre produtos que o e-commerce proporciona aos consumidores, auxilia neste tipo de venda. Trata-se de um canal muito importante para a empresa e que sempre buscam aprimorar, trazendo soluções cada vez mais práticas para o meio virtual.

Heitor Bover, CEO da eMutua Digital, plataforma que oferece as soluções para a Avell manter seu ambiente online de vendas e e-commerce, comenta:

“O mundo enfrentou um grande desafio nesses tempos de pandemia. As empresas tiveram que quebrar paradigmas e, enfim, começar a se comunicar com seus clientes, e oferecer seus produtos, no ambiente virtual. Um dos efeitos imediatos dessa mudança foi a aproximação das marcas com seu público. Tendo em vista que as lojas físicas não eram mais uma opção, os consumidores procuraram pelos produtos no mundo virtual. As empresas que já estavam bem posicionadas, e com uma boa estratégia digital, como no caso da Avell, conseguiram crescer de forma consistente e ganharam mercado frente aos concorrentes.” 

Em 2022, o setor de e-commerce no Brasil deve crescer ainda mais, e,. A Avell pretende ampliar a receita em 30 a 40%, chegando a um faturamento de R$ 300 milhões no ano.

Em especial, o mercado também deve abraçar algumas tendências que o futuro, entre algumas pouco exploradas como o Metaverso, outras já conhecidas, mas que se tornarão mais presentes: como o caso de experiências de compras personalizadas, formatos multimídia, realidade aumentada e Inteligência Artificial, mais cashbacks e o foco em green techs, empresas que se importam com o meio ambiente. 

10

Mar

Facebook adiciona ferramentas para combater desinformação em grupos

O Facebook prepara novas ferramentas para facilitar o combate à desinformação e fake news nos grupos da plataforma. Públicos ou privados, esses espaços são usados pelos interessados em conversar sobre temas específicos, como games, produtos e política.

O novo recurso permitirá aos administradores recusarem automaticamente publicações que tenham sido classificadas como falsas pelos checadores de fatos terceirizados do Facebook. A plataforma tem parceria com mais de 80 agências especializadas em verificar notícias e cruzar informações para ver se os dados são ou não verdadeiros.

A rede social acredita que isso deve reduzir o número de pessoas com acesso às informações mentirosas ou boatos. Todas as publicações podem passar por esse tipo de análise, mas isso não inviabiliza a circulação nos grupos. Com a adição, agora, os proprietários dos grupos poderão banir tudo feito com a intenção de enganar as pessoas.


Um porta-voz da empresa disse que os desenvolvedores trabalham em uma nova maneira de admins removerem também postagens sinalizadas como falsas após serem publicadas. Eles poderiam apenas deletar o post se quisessem, mas isso poderia gerar uma onda de insatisfação, diferentemente de ter uma clara indicação de fake news associada.

Ferramentas para gestores de grupos

Também chegará em breve um recurso que permite enviar convites por e-mail e compartilhar QR Codes personalizados com direcionamento para a página Sobre de um grupo. A ideia é fornecer acesso direto e seguro, mesmo para quem está no meio físico, com o auxílio de uma câmera de celular.

As ferramentas não vão impedir que o usuário compartilhe postagens com avisos de informações falsas, mas trazem mais contexto para facilitar a compreensão. Além disso, a rede social não divulga quantos conteúdos são verificados diariamente no site, por isso é difícil mensurar o alcance disso.

A única certeza é que a companhia parece focada em intensificar esforços para combater mentiras a todo custo. Segundo a rede, mais de 95% das pessoas desistem de ver conteúdos marcados com o rótulo de informação mentirosa, imprecisa ou manipulada. Hoje, há mais de 1,8 bilhão de pessoas no mundo inteiro que usam os Grupos do Facebook todos os meses.

Fonte: Canaltech, disponível em:https://canaltech.com.br/redes-sociais/facebook-adiciona-ferramentas-para-combater-desinformacao-em-grupos-211092/

10

Mar

Perfis de política crescem no Instagram no fim de 2021

As marcas continuam a crescer nas redes sociais, enquanto os perfis dedicados à política começam a descrever uma ascendente com a proximidade das eleições. A afirmação é fruto do estudo #MS360FAAP, que é desenvolvido trimestralmente pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital do Centro Universitário Faap em parceria com a Emplifi.

De acordo com o grupo, nos últimos três meses de 2021, as marcas tiveram um crescimento de 2,68% no número de seguidores no Instagram, na comparação com o período anterior. Essa alta já vinha sendo observada nas últimas edições.

Em paralelo, a categoria “sociedade”, que engloba temas políticos, avançou 2,66% na plataforma de fotos e vídeos. De acordo com os desenvolvedores da pesquisa, o crescimento é um movimento incomum já que até então os assuntos polêmicos não tinham tanto espaço no Instagram. O cenário, no entanto, vem sendo transformado pela pandemia e a proximidade das eleições. A Faap alerta para o risco da disseminação de fake News. Isso porque, na rede social, os posts mais criados são os de fotos que não permitem tanto texto na descrição.

O estudo também revelou que as campanhas de conscientização e mensagens de festa foram destaque no Instagram ao longo do quarto trimestre de 2021. Entre outubro e dezembro, a hashtag mais usada foi #natal, seguida por #outubrorosa. Também figuram na lista das 20 mais usadas #novembroazul e #boasfestas.

Desempenho do Facebook

Já no Facebook, havia uma expectativa que o período de férias escolares e o final do ano aumentassem a interação no público na plataforma. No entanto, a premissa não se confirmou. Ainda assim, o Facebook segue com um volume semanal de postagens superior ao do Instagram. As fotos também são maioria no Facebook e, ao mesmo tempo, as com os maiores índices de interação.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2022/03/10/perfis-de-politica-crescem-no-instagram-no-fim-de-2021.html

10

Mar

Twitter adiciona recursos de compra nos perfis para acelerar e-commerce

Nesta quarta (9), o Twitter deu início ao primeiro experimento do Twitter Shops, uma seção dedicada para perfis gerenciados por vendedores. A seção permite que o dono da conta disponha um catálogo de produtos para os visitantes, num formato bem parecido com a aba Loja, do Instagram.

Na tela de perfil, o catálogo estará acessível no botão “Ver loja”, logo abaixo das informações de descrição. Ao tocar num produto específico, o usuário confere detalhes sobre a oferta e de que forma pode fazer a compra no site oficial da loja — novamente, de forma bem semelhante ao que é feito na rede social da Meta.

Essa adição é diferente da Shop Module, seção dedicada para exibição de até cinco produtos direto na tela de perfil inaugurada no ano passado. No caso do Twitter Shops, o catálogo toma a tela inteira do app, dando espaço para uma lista de produtos ainda maior e mais bem apresentada.

O Twitter disse em anúncio que o Shops é só uma parte do Twitter Shopping, que também inclui o Shop Module, Live Shopping e o Shopping Manager. O projeto existe para “oferecer melhor suporte a profissionais de todos os tipos — de pequenas empresas e criadores a grandes marcas”, revela a rede social.

"As pessoas já falam sobre produtos no Twitter. Queremos que o Twitter Shops seja o lar dos comerciantes no Twitter, em que eles podem selecionar intencionalmente um catálogo de produtos para seu público e aproveitar as discussões de produtos que já estão acontecendo em nosso serviço", disseram os gerentes de produtos do Twitter Juistin Hoang e David Lie-Tjauw.

Somente nos EUA e no iPhone

Os testes com o novo catálogo do Twitter acontecem exclusivamente nos Estados Unidos e no app para iOS. Além disso, somente consumidores com o app para iPhones poderão conferir a lista de produtos.

Para o futuro, a Rede do Passarinho Azul promete continuar explorando a presença dessas lojas online, com novas maneiras para mostrá-las ao público e expandindo o número de produtos da lista. A empresa, porém, não deu datas para o lançamento definitivo da ferramenta, tampouco da ampliação da novidade para outras regiões.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/twitter-experimenta-aba-para-catalogo-de-produtos-211098/

8

Mar

WhatsApp terá ferramenta de desfoque de imagens nativa no app

O WhatsApp trabalha em uma atualização para testadores beta que trará uma ferramenta de desfoque para o editor de fotos do aplicativo. A versão 2.22.7.1 mostra que a adição, ainda em fase de desenvolvimento, deve ajudar quem precisa fazer uma edição rápida para usar a imagem no perfil.

Antes, duas novas opções de pinceis já tinham vazado com diferentes grossuras para desenhos. Hoje, essas melhorias se somam à ideia de embaçar fundos de imagens para deixar algo em evidência no primeiro plano, apagar dados sensíveis ou borrar rostos de pessoas.

O print de tela publicado pelo site WABetaInfo revela que a ferramenta de desfoque será adicionada quando o WhatsApp liberar o editor de desenho renovado. O WhatsApp para iOS já tinha o recurso em testes, embora era restrito apenas aos pinceis, mas os proprietários de celular Android agora passaram a ser contemplados.

Embora o desfoque seja uma opção presente na maioria dos softwares de câmeras para celulares modernos, nem sempre é possível usá-la no momento adequado. Além disso, fotos copiadas da internet, documentos ou ilustrações podem conter muitos elementos que precisam ser omitidos.

O novo editor de desenho ainda está em fase de ajustes e deve ser lançado posteriormente, porém sem data definida. Como ela já pode ser acessada no código-fonte do mensageiro, é provável que o WhatsApp planeje liberar uma versão de testes em breve.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-tera-ferramenta-de-desfoque-de-imagens-integrado-ao-app-210874/

7

Mar

Pinterest terá recursos para combater desinformação nas Eleições

O Pinterest anunciou, nesta segunda-feira (07), o lançamento de várias ferramentas para combater a desinformação durante as Eleições de 2022. Apesar de ser voltada para imagens e conter muito conteúdo sobre moda, a plataforma disse que as pessoas podem buscar informações sobre o assunto na rede durante o período eleitoral.

De acordo com o site, os recursos irão prevenir, identificar e impedir a propagação de materiais nocivos que promovam informações falsas ou discurso de ódio.

“O Pinterest tem o compromisso de oferecer um local mais acolhedor, saudável emocionalmente e ‘brand safe’ para que as pessoas em geral, os criadores de conteúdo e as marcas possam colocar em prática toda a inspiração que tiverem”, diz trecho de comunicado da empresa.

Além do Brasil, as novidades também servirão para as Eleições na França, Austrália e nas Filipinas. Confira, a seguir, as ferramentas anunciadas pelo Pinterest:

Recomendações de pesquisa: quando as pessoas pesquisarem termos como votar ou eleições, será exibido uma recomendação para acessar o site oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Limitação de conteúdos relacionados às eleições: serão limitadas as recomendações de pesquisa de conteúdo relacionado às eleições a alguns locais, como o feed inicial, os Pins relacionados, as notificações ou a área "mais ideias" dentro de uma pasta.

Regras para todos: qualquer usuário que publicar conteúdo que viole as políticas sobre desinformação, discurso de ódio, etc., estará sujeito às sanções do Pinterest, independentemente de a pessoa ser ou não uma figura pública.

Monetização: assim como é feito desde 2018, não serão aceitos anúncios de campanhas políticas. Além disso, a rede social não irá monetizar nenhum conteúdo relacionado às eleições e também não mostrará anúncios sobre o tema.

Política de desinformação cívica: as regras de desinformação cívica foram atualizadas para ficarem mais abrangentes e deixarem claro o que será o que não será permitido na plataforma durante o período eleitoral.

Para tentar coibir a disseminação de fake news e discursos de ódio nas Eleições 2022, o TSE chegou a fazer acordos com as principais redes sociais do país, incluindo Facebook, Instagram e WhatsApp.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/234876-pinterest-tera-recursos-combater-desinformacao-eleicoes.htm

3

Mar

WhatsApp terá animação para reações a mensagens com emojis

O WhatsApp pode lançar animações para complementar o uso das reações com emojis nas conversas em grupo ou individuais. O aplicativo de bate-papo testa um layout que dá mais ênfase quando alguém usa um coração vermelho ou a curtida, por exemplo.

Ao tocar na mensagem, o programa exibirá o menu deslizante de seleção dos seis emojis já tidos como certos: polegar para cima (

3

Mar

Instagram agora gera legendas para vídeos automaticamente

O Instagram anunciou nesta terça (1°) a chegada de legendas geradas automaticamente para vídeos do feed. O recurso de acessibilidade será opcional e compatível com 17 idiomas (incluindo português), mas a plataforma promete ampliar o suporte no futuro.

No Twitter, o chefe da plataforma, Adam Mosseri, comentou que este recurso está em construção há bastante tempo e, assim como nos Stories (ainda limitado em idioma), ele pode ser desativado no menu de configurações. Para o executivo, a adição possibilita que portadores de deficiência auditiva possam consumir conteúdo sem dificuldade.

A opção de legendas automáticas está contida em Configurações > Conta > Legendas. As transcrições serão feitas por inteligência artificial, que será aprimorada à medida que é utilizada. Além do português, alguns outros idiomas que recebem a legendagem incluem inglês, espanhol, francês, italiano, alemão e russo.

Serve para todos

Além de ser uma importante ferramenta para garantir acessibilidade para diferentes públicos, legendas geradas automaticamente também podem facilitar o dia a dia de quem usa o Instagram. Em vez de ouvir uma publicação, seja no alto-falante do celular ou nos fones de ouvido, dá para se apoiar inteiramente nas legendas para entender do que o post se trata.

A novidade deve ser distribuída para todos por meio de uma atualização no app. Se ainda não apareceu para você, confira se há downloads pendentes na App Store e na Play Store.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/instagram-agora-gera-legendas-para-videos-automaticamente-210420/

2

Mar

Ansiedade é assunto mais buscado por brasileiros durante a pandemia

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil tem o maior índice de pessoas com transtorno de ansiedade no mundo. São quase 19 milhões de brasileiros diagnosticados, o que se intensificou durante a pandemia da covid-19. A percepção desse quadro entre os brasileiros está cada vez maior e a busca por esse tema no País lidera o ranking das pesquisas, representando 20,1%. É o que revela o “Report Anual da Saúde Mental dos Brasileiros”, relatório quantitativo detalhado com dados extraídos da plataforma Psicologia Viva, maior empresa de saúde mental da América Latina e integrante do Grupo Conexa, em parceria com a Eurofarma. 

Entre junho de 2020 e junho de 2021, foram avaliados mais de 84 mil registros distintos de pacientes, associados a aproximadamente 925 mil agendamentos de teleconsultas psicológicas. Além da ansiedade, que lidera as buscas dos pacientes na plataforma com 20,1% de procura, depressão (6,5%), desenvolvimento pessoal (4,93%), psicologia clínica (3,27%) e saúde mental (2,59%) entram no ranking dos 5 temas mais buscados entre todas as faixas etárias. 

Para Fabiano Carrijo, CEO Brasil da Psicologia Viva, esta pesquisa ajuda a entender os principais desafios de cada fase da vida, desde a infância até a terceira idade, e se torna um ponto de partida para que os psicólogos também possam dar uma orientação com ainda mais qualidade e direcionamento aos seus pacientes. 

De acordo com o relatório, as mulheres agendaram mais consultas na plataforma durante o período analisado. Entre os que optaram em informar o gênero (62,5%), 73,8% dos pacientes são do sexo feminino e 26,2% são do sexo masculino. Esses números refletem uma informação de conhecimento popular, de que a mulher, historicamente, busca se cuidar mais. “Ao notar que algo não está bem, seja relacionado à sua saúde física ou mesmo emocional, elas já procuram ajuda, ao contrário dos homens, que acabam relutando mais em buscar um apoio profissional”, comenta Luciene Bandeira, psicóloga e cofundadora da Psicologia Viva. 

Os jovens adultos são os que mais procuram por assistência psicológica on-line. Os da faixa etária entre 21 e 40 anos representam cerca de 40% dos agendamentos de teleconsultas no período, entre os que reportaram a idade. Sobre os temas mais buscados na plataforma por essa faixa de idade, a ansiedade ocupa o primeiro lugar, com 21,3% das pesquisas. Tanto homens quanto mulheres de 15 a 30 anos têm como segundo principal tema de busca o desenvolvimento pessoal, com 6,2% das buscas. Já dos 31 aos 45 anos, o segundo lugar é ocupado pelo tema depressão (6,0%). 

“Uma possível explicação para o desenvolvimento pessoal ser foco das buscas dos jovens talvez seja o ingresso no mercado de trabalho e as questões psicológicas que isso envolve. Já dos 31 ao 45, é preocupante avaliar que a depressão ocupa este lugar, o que pode sugerir uma relação com a Síndrome de Burnout (relacionada ao estresse gerado pelo trabalho excessivo), problemas financeiros ou de relacionamento”, explica Luciene. 

Pais de crianças e adolescentes também se mostram preocupados com a saúde mental de seus filhos, buscando aconselhamento para esse público. Os meninos de 0 a 16 anos agendaram mais atendimentos psicológicos, equivalendo a 5,5% do total de agendamentos por pessoas do sexo masculino no período, em comparação com as meninas na mesma faixa etária (2,7% dos agendamentos por pessoas do sexo feminino). “A literatura especializada sugere algumas possíveis explicações para o caso. A prevalência de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) em meninos é de 14%, por exemplo, contra apenas 6,3% nas meninas. O autismo também é mais prevalente nos garotos, cerca de 4,3 vezes mais”, conta a psicóloga. 

É importante destacar que pessoas acima dos 80 anos, que geralmente não têm familiaridade com as novas tecnologias, representam 0,35% do total, aproximadamente dois mil agendamentos de consultas psicológicas on-line, o que não deixa de ser um número expressivo. Entre os temas mais buscados por homens e mulheres acima dos 60 anos está “acompanhamento psicológico de idosos” (22% mulheres e 18% homens), seguido de ansiedade e depressão. “É interessante notar que este público está em busca de ajuda através da tecnologia, pois é uma fase da vida em que muitos já perderam membros importantes da família, sentem os impactos da idade, ou podem se sentir sozinhos”, conclui Luciene. 

Para visualizar o relatório completo, acesse: https://conteudo.psicologiaviva.com.br/report-pviva-eurofarma 

25

Fev

Plataformas se posicionam sobre Lei das Fake News

Aprovada no Senado e prestes a ser votada na Câmara dos Deputados, a PL 2630/2020, também conhecida popularmente como “Lei das Fake News” está gerando repercussões negativas no mercado de plataformas sociais e instituições publicitárias. Nesta quinta-feira, 24, Google, Facebook, Instagram, Twitter e Mercado Livre emitiram uma carta em conjunto se posicionando contra o projeto de lei, alegando que a iniciativa prejudica negócios e a livre internet.

De autoria do Senador Alessandro Vieira (Cidadania), o projeto de lei 2630/2020 propõe a instituição da Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet, cujo intuito é criar medidas de combate à disseminação de notícias falsas em plataformas digitais como Facebook, Twitter, WhastApp e Telegram.

No pronunciamento, Google, Facebook, Instagram, Twitter e Mercado Livre reiteram a posição contrária a disseminação de notícias falsas, mas afirmam que a PL 2630/2020 representa uma ameaça à internet livre, democrática e aberta, pois propõe que as plataformas remunerem os veículos jornalísticos que publicam em tais redes.

Isso, segundo as empresas, pode favorecer as empresas de conteúdo maiores e mais tradicionais e prejudicar o jornalismo independente. O que, na visão das companhias, deve limitar o acesso do público usuário a informações de fontes diversas e desestimular iniciativas das próprias plataformas em tornar o ambiente digital saudável. “A moderação de conteúdo on-line é uma tarefa que exige que as plataformas tomem medidas rápidas diante de novas ameaças. Por isso, precisamos de flexibilidade para poder agir para remover conteúdo nocivo. O texto, no entanto, traz exigências severas caso as plataformas tomem alguma medida que seja posteriormente questionada e revertida. O receio de uma enxurrada de processos judiciais levará as plataformas a agir menos na moderação de conteúdo, deixando o ambiente on-line mais desprotegido do discurso de ódio e da desinformação. Isso vai totalmente na contramão das demandas da sociedade pela preservação de um debate público saudável, confiável e em igualdade de condições”, diz a carta.

Em seu tópico sobre a publicidade em tais plataformas, o projeto de lei sugere que todos os conteúdos pagos nas redes sociais terão que ser identificados. Em novas versões, foram acrescentados: veto a combinação do tratamento de dados pessoais dos serviços essenciais dos provedores com os de serviços prestados por terceiros, quando tiverem como objetivo exclusivo a exploração direta e indireta no mercado em que atua ou em outros mercados.

Na carta, as empresas argumentam que a PL impede uso equilibrado de dados pessoais para a entrega das peças publicitárias eficientes, o que prejudicaria pequenas e médias empresas. As autoras da carta reiteram, ainda, que a proposta não reconhece as iniciativas das plataformas, que fazem parcerias e projetos de incentivo ao jornalismo imparcial e crível e afirmam que seguem em negociação com parlamentares “em prol de uma proposta que beneficie a economia brasileira, a internet livre e aberta e, acima de tudo, todos que usam os meios digitais para empreender, se expressar, se informar e consumir.

Em dezembro de 2021, o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) lançou um manifesto pedindo a revisão de alguns pontos considerados pela instituição como críticos à economia. Assinado pela CEO, Cris Camargo, o texto do IAB aponta que a PL impede anúncios segmentados quando veda o uso de dados dos usuários por outras empresas. Assim, as estratégias de empresas que trabalham com ferramentas de segmentação seriam expostas e as agências e clientes estariam em risco. De acordo com o Bureau, a publicidade é essencial à economia, pois movimentou R$ 23 bilhões em 2020, 90% em anúncios segmentados.

A Comissão de Privacidade e Proteção de Dados da OAB/SP também manifestou preocupação ao citar que a PL impõe mais regras do que a própria Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Segundo a comissão, ao considerar os tratos de dados pessoais por terceiros com o objetivo de explorar o mercado direta ou indiretamente uma infração, o projeto de lei impede a verificação em dois fatores, como enviar mensagens aos usuários, o uso de controladores de dados e a inovação.

Fonte: Meio e Mensagem

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2022/02/24/plataformas-se-posicionam-sobre-lei-da-fake-news.html

25

Fev

WhatsApp expande ferramenta para busca por empresas locais no Android

O WhatsApp anunciou a expansão do recurso de localização e busca por empresas locais para mais pessoas. A função "Empresas perto de você" permite encontrar novos clientes (para empresas) ou negócios de interesse nas redondezas, tudo feito diretamente na tela principal do aplicativo.

A funcionalidade foi lançada em caráter experimental em setembro de 2021 para alguns usuários do Android somente na cidade de São Paulo (SP). Após os feedbacks recebidos da comunidade, a empresa garante que está muito mais rápido descobrir um estabelecimento local nas adjacências para contatar ou uma loja específica no seu bairro.


Para aproveitar o Carnaval, o WhatsApp promete implementar a funcionalidade nos próximos dias para todos os telefones com Android na capital paulista. A ideia é ajudar as pessoas a saber se uma loja estará aberta ou fechada durante o recesso. "Acreditamos que essa melhoria tornará o relacionamento das empresas com seus clientes mais fácil e eficiente, além de alavancar vendas em um período tão movimentado", explicou um porta-voz do app.

Procurar uma empresa local no WhatsApp é fácil, basta seguir os passos abaixo:

Abra a tela principal do app e toque na lupa, na parte superior direita;

Uma nova área chamada "Empresas perto de você" será liberada logo abaixo dos botões "Fotos", "Vídeos" e "Links";

Será possível definir um filtro para encontrar a categoria desejada, como restaurantes, roupas e mercados;

Já na interface nova, o usuário pode selecionar a localização ou o nome do lugar desejado.

Para pesquisar as empresas que estão perto, o WhatsApp precisará ter permissão para acessar os serviços de localização do seu celular. A plataforma garante que tudo se manterá de forma privada e que ninguém poderá rastrear o seu aparelho.

WhatsApp para Negócios

Uma pesquisa da Accenture revelou que 83% dos consumidores já utilizam o WhatsApp como ferramenta de compras. Para muitos usuários, o app faz parte dos hábitos regulares para pedir um almoço, adquirir um produto ou assinar um serviço.

As empresas interessadas podem cadastrar sua companhia no guia de negócios. Como o recurso ainda está restrito a São Paulo, a empresa deve estar registrada no app WhatsApp Business com um número de telefone que começa com +5511. Será preciso preencher um cadastro com o CNPJ e outros dados da empresa para serem submetidos à avaliação.


Agora, a plataforma pretende expandir ainda mais essa relação com esse recurso. A expectativa é aperfeiçoar o sistema ao longo do ano para deixá-lo ainda mais útil, bem como expandi-lo para mais tipos de empresas e cidades brasileiras.

Como é uma mudança no lado do servidor, não é necessário atualizar o aplicativo do WhatsApp para funcionar. A novidade pode levar alguns dias para chegar para os moradores de São Paulo capital, portanto é preciso aguardar a sua vez.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/whatsapp-expande-ferramenta-para-busca-por-empresas-locais-no-android-210113/