Mídias Sociais

12

Jul

Mídias Sociais

Facebook testa novo recurso que coíbe mensagem enviada por conta falsa via Messenger

Preocupado com a desinformação e com a intenção de barrar a disseminação de Fake News nas redes sociais, o Facebook está testando uma nova função no seu aplicativo Messenger. O recurso dá mais informações sobre os contatos que enviam mensagens para o usuário. A intenção é que a ferramenta auxilie os usuários contra golpes digitais em alguém tente se passar por um amigo ou conhecido.

Em entrevista ao Portal Motherboard, representantes do Facebook confirmaram os testes e explicaram que a ideia é encontrar “uma maneira de dar mais contexto para as pessoas sobre gente com as quais eles não tenham se conectado anteriormente”. Mas destacam que se trata de um teste “inicial”, ainda sem data para ser implementado.

Uma imagem publicada no site revela como a ferramenta funciona. O usuário vê um aviso ao receber a mensagem de um contato desconhecido. Ele indica se a pessoa está cadastrada no Messenger com um número de celular da Rússia, ou criou a conta recentemente e tem o mesmo nome de um amigo no Facebook, embora sejam pessoas diferentes.

Com informações do Portal Motherboard.

12

Jul

Mídias Sociais

Trump supera o Papa Francisco e se torna o líder mundial com mais seguidores no Twitter

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se tornou a personalidade mais seguida do mundo no Twitter. Ele chegou a 52 milhões de seguidores, o dobro do que tinha quando assumiu o poder em 2017. De acordo com o estudo Twiplomacy 2018, o líder americano desbancou o Papa Francisco, que no ano passado aparecia na mesma análise como o personagem mais seguido no Twitter. Isso considerando as nove contas que o Pontífice tem nessa plataforma em diferentes idiomas, que são seguidas por um total de 47 milhões de pessoas. A informação foi divulgada pela Agência EFE.

Trump atrai muito mais seguidores mediante sua conta pessoal do Twitter, que utiliza regularmente como principal canal para fazer comentários, expressar a sua opinião e inclusive fazer anúncios, com relação à sua conta oficial como presidente dos EUA: @POTUS.

Esta última, que em geral só retuita coisas escritas na @realDonaldTrump, na do vice-presidente Mike Pence, na da Casa Branca e na de outras instituições do país, fica no quinto lugar entre as contas do Twitter mais seguidas no mundo.

Depois de Trump e do Papa Francisco, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modri, ocupa o terceiro e quarto posto entre as personalidades mais seguidas, através de sua conta pessoal e a de seu escritório, respectivamente. A primeira é seguida por 42 milhões de pessoas e a segunda por 26 milhões.

Vem depois a conta institucional do presidente Trump, com 23 milhões de seguidores, e depois a da Casa Branca, com 17 milhões.

O estudo, elaborado pela firma de relações públicas Burson Cohn & Wikf (BCW), cobre o período de 19 de maio de 2017 a 18 de maio, durante o qual os chefes de Estado e de Governo de 187 países tinham presença no Twitter, ou seja 97% dos 193 Estados-Membros da ONU.

A avaliação cobre 951 contas dos líderes desses países, assim como de agências de governo e ministérios de relevância internacional, entre os quais o presidente Trump é um dos poucos que é pessoalmente ativo nas contas do Twitter.

Trump é também quem gerou mais interações no Twitter nos últimos 12 meses: um total de 264 milhões de "curtidas" e de retweets, 12 vezes mais do que o papa Francisco, que teve 22 milhões de interações do mesmo tipo. Cada tweet de Trump gera uma média de 20 mil retweets, segundo o estudo de BCW.

Em nível europeu, a conta institucional da primeira-ministra britânica, Theresa May, (@10DowningStreet) é com cinco milhões de seguidores a mais popular entre os líderes da União Europeia, bloco que o país deixará em março.

Depois, aparece a família real britânica, com pouco mais de 3 milhões de seguidores, assim como o presidente da França, Emmanuel Macron, que triplicou o número de seguidores desde sua eleição em maio de 2017.

O Governo holandês destaca-se nesta análise comparativa por ser o que mais "conversas" gera, já que responde de maneira assídua às perguntas dos cidadãos sobre questões de políticas públicas e leis, com réplicas a 97% de tweets que recebe das pessoas.

O Facebook é a segunda rede social mais popular entre os líderes políticos e, de fato, é onde mais audiência conseguem em geral, enquanto o Instagram se transformou na terceira rede de maior atividade entre eles.

Fonte: Agência EFE

12

Jul

Mídias Sociais

Reino Unido multa Facebook em mais de US$ 600 mil por uso indevido de dados pessoais no referendo sobre o Brexit

O Facebook permitiu que dados pessoais de 87 milhões de usuários da rede social fossem usados de forma ilícita pela consultoria Cambridge Analytica e recebeu sua primeira multa por isso.

De acordo com a reportagem do Estadão, os órgãos reguladores do Reino Unido aplicaram o valor de cerca de US$ 664 mil – a máxima permitida nesse caso – como forma de punição.

A investigação, como traz ainda o Estadão, divulgada pelas autoridades britânicas, revela que o Facebook não protegeu os dados em 2016. O fato acabou contribuindo para que a Cambridge Analytica manipulasse a opinião pública durante o referendo sobre o Brexit no mesmo ano.

Em comunicado enviado à imprensa e publicado no portal paulista, a diretora global de privacidade do Facebook, Erin Egan explica que “deveria ter feito mais para investigar as denúncias sobre a Cambridge Analytica e tomado providências em 2015”. O caso será atualizado em outubro pelo órgão britânico

11

Jul

Mídias Sociais

Mídias sociais se aproximam do jornalismo com a intenção de combater notícias falsas

A última etapa da pesquisa feita há quase dois anos pelo Tow Center for Digital Journalism, da Escola de Jornalismo da Universidade Columbia (EUA), revela que a pressão contra a disseminação de desinformação, escândalos com dados pessoais e outras aberrações verificadas nas redes sociais e demais plataformas digitais estabeleceu um quadro diferente do verificado no início do estudo, em 2016.

O jornalismo, diz a pesquisa “The Platform Press: How Silicon Valley Reengineered Journalism,” desempenha hoje papel fundamental ao responsabilizar empresas como Facebook, Google e Twitter por suas práticas prejudiciais. Ao mesmo tempo, as redações estão cada vez mais orientadas para entender e alavancar estratégias de convívio com as gigantes de tecnologia como parte da busca de seu futuro sustentável, procurando fortalecer suas autonomias e monetização. Há, afirma a pesquisa, sinais de convergência, mas em um cenário ainda muito desfavorável às empresas produtoras de conteúdo jornalístico.

A pesquisa revela que, a partir de forte pressão iniciada em 2016, ano da última eleição presidencial dos Estados Unidos, Google e Facebook e outras empresas têm sido obrigadas a investir no apoio ao jornalismo. Um dos motivos para isso é o fato de não haver outra forma tão eficaz para combater as fake news, um dos tantos problemas das empresas de tecnologia. Esse investimento, de certa forma, aproxima essas companhias, interessadas em recuperar suas reputações, às redações. O estudo identificou que, na prática, os graves problemas e impactos negativos do design e dos modelos de negócios das companhias do Vale do Silício são agora centrais para o debate de políticas globais. Por isso, as empresas de plataformas tornaram-se mais explicitamente editoriais em suas próprias práticas e estruturas, seja em curadoria mais humana de histórias e feeds.

Entre os produtores de conteúdo jornalístico, a pesquisa indica que há tanto engajamento na mídia social como no começo dos estudos, mas de forma mais criteriosa. Isso tem favorecido a volta das audiências aos seus sites ou outras formas próprias de distribuição de conteúdo em detrimento da publicação “social first”. Nas entrevistas com jornalistas de 1.025 redações dos Estados Unidos e no Canadá, quatro em dada dez pesquisados (41%) dizem que suas redações fizeram grandes mudanças no modo como produzem notícias em resposta ao crescimento das mídias social. Parcela semelhante (42%) afirma que suas organizações promoveram pequenas alterações. Apenas 15% acreditam que suas redações não fizeram mudanças em suas rotinas de produção de notícias.

Nas primeiras etapas da pesquisa, com coletas em 2016, jornalistas falavam sobre mídias sociais com mais distanciamento, classificando as plataformas apenas como canais de distribuição de conteúdo na frente do público. Nas entrevistas realizadas nos últimos seis meses, representantes de empresas de tecnologia e de publishers, entretanto, usaram repetidamente palavras como “parceiro” e “parceria” para descrever seu relacionamento cada vez mais próximo.

“Temos sido constantemente surpreendidos com a quantidade de redações discutindo com equipes de plataformas – em alguns casos, isso inclui orçamentos, fluxo de trabalho e até mesmo o conteúdo”, diz o estudo. Essa parceria em evolução é, porém, desigual, destaca a pesquisa. As empresas de tecnologia exercem mais poder sobre formatos e dados e ganham mais publicidade do que os publishers.

Embora os entrevistados ressaltem as várias dúvidas que os editores têm sobre abrir mão do controle do processo de publicação para empresas de tecnologia, os dados sugerem que os empresas jornalísticas continuam publicando seu conteúdo em grande volume nas mídias sociais. Ao acompanhar o comportamento de 12 grandes publishers, a quantidade de postagens em 14 mídias com base em tecnologia “permaneceu notavelmente consistente ao longo de nossos 18 meses de análise”.

Simultaneamente, empresas de tecnologia – principalmente Facebook, Apple e Google – aumentaram as iniciativas de apoio mais direto ao jornalismo. Esforços iniciais para oferecer oportunidades de publicidade através de seus próprios produtos diminuíram e foram substituídos por pequenas injeções de recursos e dinheiro, e pelo desenvolvimento de produtos de assinatura para publishers.

Os jornalistas têm uma relação conflituosa com as mídias sociais. A maioria disse ter adaptado as práticas na redação em resposta às mídias sociais, mas um número esmagador (86%) acha que as redes sociais contribuíram para um declínio na confiança no jornalismo. Metade dos entrevistados disse que empresas como Facebook fortaleceram o relacionamento com seu público, enquanto 22% disseram que essa relação havia enfraquecido como resultado das mídias sociais.

Entre os pesquisados, 56% disseram que as redes sociais devem assumir "um bom grau" de responsabilidade por apoiar financeiramente o jornalismo; enquanto 76% dos entrevistados disseram que o Facebook não estava fazendo o suficiente para "combater o problema de notícias falsas e desinformação" em sua plataforma. Ao mesmo tempo, 71% disseram o mesmo sobre o Twitter e 65%, sobre o Google.

Com informações ANJ

10

Jul

Mídias Sociais

YouTube investirá US$ 25 milhões para combater fake news

O YouTube anunciou que investirá US$ 25 milhões para lutar contra a propagação de notícias falsas, especialmente em coberturas urgentes e de última hora, informou a plataforma no seu blog oficial. As informações são da Agência EFE.

O YouTube, propriedade do Google, disse que este investimento será parte da plataforma Google News Initiative (GNI), apresentada em março pelo gigante do setor de tecnologia para ajudar os veículos de imprensa e para enfrentar as chamadas fake news.

Além disso, o YouTube apresentou uma série de novidades no seu site para ajudar os usuários para que não caiam em mentiras.

A partir das próximas semanas, os usuários de YouTube nos Estados Unidos, quando procurarem vídeos sobre temas de última hora, verão no portal links com pequenos extratos de notícias sobre esses assuntos publicadas em diferentes veículos de comunicação.

Além disso, o YouTube proporcionará links para a Wikipedia ou para a Enciclopédia Britânica em vídeos de temas controversos ou dados às conspirações, como a chegada do homem à Lua.

"Vamos continuar comprometidos a trabalhar com a comunidade jornalística para construir um ecossistema de vídeo mais sustentado para a imprensa", afirmaram o diretor de produto do YouTube, Neal Mohan, e o diretor de negócio da companhia, Robert Kyncl.

Estes executivos acrescentaram que são conscientes de que resta "muito trabalho a ser feito", mas destacaram seu interesse em proporcionar aos usuários do YouTube "uma melhor experiência" quando buscarem informações e notícias em seu site.

Com informações da Agência ETE

10

Jul

Mídias Sociais

Whatsapp testa nova funcionalidade contra golpes digitais

Preocupado com os golpes que vem sendo aplicados via aplicativo de mensagens, o whatsapp está testando uma nova função. O recurso mostra ao usuário um sinal de alerta quando o link for mal intencionado. A funcionalidade está disponível na última versão beta, somente no Android.

 As mensagens compartilhadas, consideradas suspeitas terão um aviso - etiqueta vermelha, que representa risco aos dados pessoais. Cabendo a cada usuário decidir em clicar ou não. Se optar por acessar o site, uma nova mensagem recomenda que "Esse link contém caracteres incomuns. Ele pode estar tentando se parecer com outro site".

Fonte: Portal Leia Já. http://www.leiaja.com/tecnologia/2018/07/07/whatsapp-testa-recurso-para-evitar-os-famigerados-golpes/

10

Jul

Mídias Sociais

Twitter nega que remoção de 70 milhões de contas falsas afete base de usuários da rede social

O Twitter informou que a remoção de 70 milhões de contas falsas na rede social não afetará o cálculo geral da quantidade de usuários. O diretor financeiro do Twitter, Ned Segal, afirmou que o esforço é para melhorar a plataforma.

"Alguns esclarecimentos: a maioria das contas que removemos não são incluídas em nosso relatórios de métricas, pois elas não estão ativas na plataforma há 30 dias ou mais, ou as pegamos no momento de inscrição e elas nunca são contadas", tuitou Segal.

O post de Segal foi levado ao ar três dias depois que o The Washington Post divulgou, na última sexta-feira (6), que milhões de contas falsas foram removidas, provocando queda no número de usuários ativos no segundo trimestre.

A onda de "limpeza" das contas é uma das iniciativas recentes da empresa contra o spam e uso abusivo de perfis falsos. No mês passado, o Twitter anunciou novas medidas para combater abusos e políticas contra comportamentos de ódio.

Com informações da Agência Brasil

 

9

Jul

Comunicação

Redes sociais adotam medidas para evitar disseminação de notícias falsas nas eleições deste ano

A ascensão das chamadas notícias falsas (fake news, no termo em inglês) a um objeto de preocupação em todo o mundo colocou no centro da discussão o papel de redes sociais como Facebook, Google, YouTube, Twitter e WhatsApp. Se por um lado é reconhecido que o fenômeno da desinformação é antigo, por outro lado é consenso entre pesquisadores, autoridades e empresas que a diferença no cenário atual de divulgação de conteúdos falsos está no alcance e na velocidade permitidos pelo compartilhamento de mensagens nesses ambientes. Para tentar diminuir os questionamentos e o dano à imagem, diversas redes sociais vêm anunciando medidas para tentar combater a circulação das notícias falsas.

As redes sociais são terreno fértil para a difusão de notícias falsas por diferentes motivos. Alguns criadores desses conteúdos buscam divulgar uma ideia ou atacar uma pessoa, partido ou instituição. Outros têm motivação econômica, uma vez que a grande circulação de uma publicação gera interações, o que pode se traduzir em dinheiro a partir da lógica de veiculação de anúncios nessas plataformas.

Essas possibilidades geraram intensos questionamentos. Nos Estados Unidos, o Facebook virou objeto de investigação do Congresso sobre uma possível influência de organizações russas nas eleições de 2016. O presidente da empresa, Mark Zuckerberg, teve de ir ao Congresso prestar explicações também sobre o escândalo de vazamento de dados de 87 milhões de usuários envolvendo a empresa de marketing eleitoral Cambridge Analytica. A companhia foi questionada ainda por autoridades de outros países, inclusive brasileiras, sobre o caso.

Na Índia, o WhatsApp, aplicativo de propriedade do Facebook, virou assunto de preocupação nacional nas últimas semanas depois de uma série de assassinatos e linchamentos a partir de informações falsas divulgadas na rede social.

O Google sofreu críticas por apresentar nos resultados de busca informações falsas, tanto sobre as eleições dos EUA quanto sobre fatos históricos, como o Holocausto.

Facebook 

Rede social mais criticada, o Facebook inicialmente rebateu as acusações relativas ao papel nas eleições dos EUA, mas depois do pleito passou a anunciar um conjunto de medidas para reduzir a circulação dessas mensagens na sua plataforma. A principal delas foi a realização de um acordo com agências de checagem para averiguar a veracidade de publicações. No Brasil, a parceria envolve as agências Lupa, Aos Fatos e France Press. “Esse mecanismo permitiu cortar em até 80% a distribuição orgânica de notícias consideradas falsas por agências de verificação parceiras nos Estados Unidos, onde a ferramenta já está funcionando há algum tempo”, relatou a empresa em nota divulgada em 10 de maio.

Conteúdos são selecionados por meio de sistemas automatizados da plataforma e a partir de denúncias feitas por pessoas. Há ferramentas para que usuários possam indicar um post como fake news. Em seguida, são checados pelas agências – cada uma com metodologia específica.

Em 2017, o Facebook anunciou que as checagens apareceriam como uma informação adicional. Contudo, em 2018 elas passaram a ter consequências para os autores. Aquelas mensagens consideradas falsas têm o alcance reduzido, e os usuários que as compartilharam recebem uma notificação.

Outra frente de atuação é o combate aos perfis falsos, identificados como um instrumento de difusão de fake news. A empresa anunciou em maio que derrubou neste ano, em média, 6 milhões de contas falsas por dia. A remoção ocorreu baseada nos “parâmetros da comunidade”, regras que, quando violadas, geram a exclusão da publicação. O chamado discurso de ódio, muitas vezes associado a notícias falsas, também é objeto de retirada. “Também removemos 2,5 milhões de conteúdos com discurso de ódio no primeiro trimestre de 2018”, informou o vice-presidente de produto, Guy Rosen, em comunicado publicado em 15 de maio.

Uma das principais críticas de autoridades e organizações da sociedade civil é a falta de transparência no pagamento de anúncios, recurso usados por organizações russas na disputa estadunidense de 2016. No Brasil, também cresceu o receio sobre possíveis abusos nessa ferramenta depois que ela foi legalizada para as eleições deste ano pela minirreforma eleitoral aprovada no ano passado.

O Facebook anunciou ao longo do ano algumas ações sobre o tema, como a identificação de anúncios políticos (no Brasil são aqueles divulgados por candidatos), a disponibilização da informação em cada página de quais anúncios estão ativos ou já foram distribuídos no passado. “Durante a campanha eleitoral, os brasileiros verão quais anúncios foram marcados pelos anunciantes nessa categoria, e todos eles serão adicionados ao arquivo”, explicou a diretora de Marketing de Produto, Emma Rodgers, em nota divulgada em 28 de junho.

Google 

O Google evita usar o termo fake news, adotando os conceitos de “conteúdos enganosos, manipulados e fabricados”. A plataforma contribuiu para fundar uma coalizão internacional sobre o tema, chamada First Draft. Neste ano, a rede vai realizar um programa de checagem de informações nas eleições que ganhou o nome de "comprova", contando com a presença de diversos órgãos de mídia do país.

A plataforma criou também um braço voltado ao jornalismo, Google Notícias. Este realiza projetos de estímulo ao jornalismo de qualidade, como financiamento de projetos e cursos. Em março deste ano, a empresa anunciou a destinação de R$ 1,12 bilhão nessa frente.

Para a identificação e verificação de conteúdos falsos disponibilizados na ferramenta de busca, foi criado um selo de checagem de fatos. “O selo de checagem não significa priorização na busca. O resultado em que ele vai aparecer depende da busca pelo conteúdo, e não pelo fato de ele ser checado”, explicou o diretor de Relações Governamentais e Políticas do Google no Brasil, Marcelo Lacerda, em seminário sobre o tema realizado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 21 de junho.

Além disso, a empresa ajustou os sistemas da ferramenta de busca e inseriu o que chama de “avaliadores de qualidade”, indicadores que são lidos para que a ferramenta de busca não disponibilize o conteúdo enganoso. Como forma de promoção de veículos jornalísticos tradicionais, foi incluído na página do site um carrossel com notícias de parceiros em destaque. 

Twitter 

O Twitter não divulgou medidas específicas contra fake news, mas combate o que chama de “contas automatizadas mal-intencionadas e/ou que disseminam spam”, perfis falsos ou os chamados robôs (ou bots, no termo em inglês popularizado). Os robôs são vistos como um dos meios de disseminação de notícias falsas e um dos problemas na rede social, embora estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) tenha apontado o grau de difusão de fake news por essas contas semelhante ao de humanos.

Segundo a assessoria de empresa, também foram realizadas ações como o aprimoramento do processo de abertura de contas, auditorias em contas já existentes e a expansão de detecção de “comportamento mal-intencionado”. O número de contas contestadas mensalmente subiu de 2,5 milhões em setembro de 2017 para 10 milhões em maio de 2018.

“A média de denúncias de spam recebidas por meio de nosso mecanismo de denúncias continuou a diminuir – de uma média de aproximadamente 25 mil por dia em março para cerca de 17 mil por dia em maio”, disse a vice-presidente de Segurança e Confiança, Del Harvey, em comunicado publicado no dia 26 de junho.

Com informações da Agência Brasil

9

Jul

Mídias Sociais

Confira as regras sobre o que pode e o que não pode na comunicação pública durante o período eleitoral - que começou no sábado

Exatamente três meses antes do dia das eleições gerais do País começa o chamado “período eleitoral”. Durante esse tempo, existem regras diferenciadas para propagandas de governo e demais órgãos do Poder Executivo, em todas as esferas de poder. O período eleitoral pode estender-se até o segundo turno. No ano de 2018, o período especial começa no dia 7 de julho e vai até o dia 7 de outubro, data das eleições.

Durante o período, estão vedadas as ações de publicidade como divulgar atos, ações, programas, obras, serviços, campanhas, metas e resultados dos órgãos e entidades do Poder Executivo. Também é proibido promover produtos e serviços que não têm concorrência no mercado.

Não estão sujeitas ao controle da legislação eleitoral propaganda referente à publicidade legal como a divulgação de balanços, atas, editais, decisões, avisos e de outras informações dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, com o objetivo de atender a prescrições legais. Anúncios de utilidade pública também são permitidos, desde que sejam reconhecidos como de grave e urgente necessidade pela Justiça Eleitoral.

A publicidade mercadológica de produtos ou serviços que tenham concorrência no mercado e a publicidade destinada a público constituído de estrangeiros, realizada no País ou no exterior, é liberada também.

De acordo com a Instrução Normativa SECOM nº 1, de 11 de abril de 2018, o uso de marcas de programas, campanhas, ações e eventos, ou mesmo, os slogans ou qualquer elemento que possa constituir sinal distintivo da publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral podem configurar uma publicidade institucional e, por isso, é vedada a sua divulgação no período eleitoral, de forma a evitar sua associação com determinada gestão de governo.

Internet

Sobre o uso da comunicação digital, os órgãos e entidades deverão retirar de suas propriedades digitais toda e qualquer publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral, tais como filmes, vinhetas, vídeos, anúncios, painéis, banners, posts, marcas, slogans e qualquer conteúdo de natureza similar.

 

Essa orientação também vale para a publicidade do órgão em propriedades digitais de terceiros, em decorrência de termos de contrato, convênios, parcerias ou ajustes similares, com eles firmados, cabendo ao órgão guardar comprovação inequívoca de que solicitou tal providência e manter registros claros de que a publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral foi veiculada, exibida ou exposta antes do período eleitoral para, caso necessário, apresentar prova junto à Justiça Eleitoral.

No caso das redes sociais, é vedada a inclusão de posts nos perfis dos órgãos em redes sociais, vinculados à publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral. Esses posts, se anteriores ao período eleitoral, podem ser mantidos desde que devidamente datados.

Candidatos

As regras para candidatos podem sofrer pequenas variações entre as eleições. Assim, além das Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e a Lei nº 13.488/2017, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) costuma publicar, com antecedência, resoluções com normas mais específicas.

Caso o eleitor identifique alguma propaganda irregular, ele pode denunciar à Justiça Eleitoral. O TSE lançou o aplicativo chamado “Pardal”, que permite a denúncia de propaganda eleitoral irregular por celular ou tablet.

Para fazer a denúncia, basta selecionar o estado e o município, tirar uma foto ou fazer um vídeo da irregularidade e enviar a denúncia diretamente ao TRE do estado selecionado. O aplicativo é gratuito, funciona para todo País e está disponível para Android e IOS.

Para fazer a denúncia presencialmente, se a propaganda for relativa ao cargo de presidente, ela deve ser apresentada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para os cargos de governador, senador ou deputado, a denúncia deve ser apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Já para os cargos de prefeito e vereador, a denúncia deve ser encaminhada ao Juízo Eleitoral do município.

Com informações Agência CNJ de Notícias

5

Jul

Mídias Sociais

Comissão do Senado aprova projeto que cria regra para proteção de dados pessoais na internet

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou projeto que prevê a criação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. A matéria foi aprovada na última terça (3) e segue em regime de urgência para análise do plenário.

A proposta define dados pessoais como informações que identifiquem os titulares destes de alguma forma, e disciplina como devem ser tratados para garantir a proteção da privacidade dos usuários e a segurança jurídica das empresas que vão usar as informações.

O relator da proposta, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), reafirmou que o projeto não traz nenhum tipo de censura. Segundo ele, trata-se apenas de conjunto de normas, limites e consequências para empresas ou pessoas que insistem em continuar achando que a internet é um mundo sem regras, onde vale tudo.

O PLC 53 estabelece a necessidade de consentimento para a coleta de dados e os casos em que este não é necessário; lista os direitos do titular (como acesso e reparação das informações armazenadas); indica possibilidades de reutilização dos dados coletados para finalidades diferentes (hipótese chamada de legítimo interesse do responsável pelo tratamento); coloca regras específicas para o Poder Público, pontua obrigações quando há transferência para outros países, e prevê a criação de uma autoridade regulatória, bem como aponta as formas de fiscalização e sanção.

As novas regras passarão a vigorar depois de um ano e meio da publicação da lei, para que órgãos, empresas e entidades se adaptem. O projeto prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Justiça com a missão de zelar pela proteção dos dados, fiscalizar e aplicar sanções, entre outras atribuições.

Quem infringir a nova lei fica sujeito a advertência, multa simples, multa diária, suspensão parcial ou total de funcionamento, além de outras sanções. O responsável que, em razão do exercício de atividade de tratamento de dados, causar dano patrimonial, moral, individual ou coletivo, é obrigado a reparar.

Com informações da Agência Brasil.

4

Jul

Mídias Sociais

Buscas na internet sobre termo “machismo no Brasil” cresceram 263%

Internautas brasileiros demonstram cada vez mais curiosidade em pesquisar o termo “machismo” nos canais de busca do Google e do YouTube, apesar de ainda existir falta de informação ou confusão sobre o tema. O apontamento faz parte de uma pesquisa realizada pelo Google BrandLab, que realizou 700 entrevistas online em diversos estados brasileiros e analisou o resultado nos canais de busca do Google e YouTube. 

 As consultas com o termo “machismo no Brasil” aumentaram 263% nos últimos dois anos, pulando da 9ª posição para 3º em volume de busca, e a existência do machismo no país é uma verdade assumida por 78% dos brasileiros.

No entanto, a pesquisa aponta que, apesar do crescimento do interesse, ainda há muita confusão e falta de informação sobre o tema. Para metade dos homens, machismo e feminismo são movimentos equivalentes. “O feminismo está disputando não é a hegemonia de um grupo sobre o outro, mas as relações de igualdade entre homens e mulheres”, explica o pesquisador do Núcleo sobre Sexualidades, Gêneros, Feminismos e Diferenças da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Fábio Mariano. O machismo, por outro lado, é o esforço para manter as assimetrias entre os gêneros.

Patriarcado e masculinidade

O levantamento apontou que o conceito de "masculinidade tóxica" é desconhecido por 75% dos homens no Brasil. O termo explica que machismo e masculinidade hegemônica vêm a partir da construção do patriarcado, que é o sistema que, na construção do Estado, colocou as mulheres na esfera privada, cuidando da casa e dos filhos, e os homens na arena pública. “Responsável por manter a casa e por ocupar os espaços da política, onde se disputa poder”, destaca Mariano. 

“A masculinidade vem referendar isso dizendo para o homem: ‘você precisa provar que é homem, assimilar determinados comportamentos'”, complementa o pesquisador. Essa construção é, segundo Mariano, tóxica ao dar aval para uma série de práticas nocivas.

Paternidade

Entre os comportamentos ligados ao padrão dominante de masculinidade que, de acordo com a pesquisa, vem sendo questionado pelos homens, está o cuidado com os filhos. Para 88% dos brasileiros, ser um bom pai é participar ativamente do cotidiano dos filhos. Enquanto 40% da audiência do YouTube de vídeos sobre cuidados com bebês é masculina.

“Ser pai é quem cuida, quem está junto o tempo todo, na medida do possível. Garantir uma casa limpa, as fraldas do bebê, as roupas lavadas. Fazer o rango. Dá um tapa na louça. Cuidar das contas. Cuidar da minha companheira”, afirma Marcel Segalla, de 33 anos, pai de Tiê, com menos de dois meses de vida.

Ele acredita ser preciso trabalhar ainda como transmitir bons valores à criança. “Saber a história da minha família, história do mundo. Pensar como traduzir essa história de erros e acertos dos familiares da gente, da humanidade, em forma de aprendizado que eu consiga transmitir para o meu bebê”, completa.

Contradições

A combinação de atenção aos filhos com responsabilidade com as tarefas domésticas não é, no entanto, um consenso ente os brasileiros. Para apenas 34%, os homens também têm como tarefa o trabalho doméstico.

O pesquisador da PUC-SP ressalta que as contradições são ainda maiores. “Os números têm, por um lado, crescido. Os homens têm buscado mais, os canais de YouTube têm mais assinantes. Mas os números de violência continuam crescendo”, aponta. “O Brasil é o país que mais mata LGBTS, é o país em que uma mulher é assassinada a cada duas horas”, acrescenta o pesquisador sobre os fenômenos que atribui ao machismo, a masculinidade tóxica e a construção patriarcal da sociedade. 

“Não adianta reconhecer e perpetuar. Você precisa avançar”, acrescenta Mariano. Ele defende que deve haver um esforço coletivo para descontruir ideias e práticas ligadas à construção da identidade do que é ser homem, mas que são nocivas à sociedade. “Os homens precisam ser educados desde pequenos para comportamentos voltados à igualdade”.

Com informações da Agência Brasil.

29

Jun

Mídias Sociais

Recurso do Facebook vai evitar que candidato faça propaganda política contraditória de acordo com público

Outro recurso que será disponibilizado pelo Facebook nas páginas será o chamado “arquivo”, onde ficarão os anúncios veiculados por aquele determinado perfil. Este tipo de recurso foi cobrado por autoridades e especialistas pela preocupação de que a segmentação e personalização de anúncios poderia ser explorada por um candidato, enviando mensagens direcionadas a cada público que poderiam ser, inclusive, contraditórias entre si. Com a possibilidade de acessar arquivo de anúncios no Facebook, o eleitor pode ver tudo o que o candidato vai impulsionar na plataforma.

O Facebook anunciou também que serão disponibilizadas mais informações sobre as páginas, independentemente de veicularem ou não anúncios. O Facebook não detalhou que tipo de informações serão acrescidas, mas citou como exemplos os nomes antigos (é possível trocar os nomes das páginas na plataforma) e as datas de criação (recurso que pode ajudar a identificar perfis criados especificamente para eleições ou para determinadas ações, como impulsionar anúncios).

Além destas medidas, em abril a companhia já havia divulgado outras regras para as páginas. Entre elas, a fiscalização dos responsáveis por estes perfis, para garantir a identificação no caso de muitos seguidores. No primeiro trimestre, a empresa derrubou seis milhões de contas falsas por dia a partir deste tipo de monitoramento. O Facebook argumentou que as medidas visam coibir o mau uso da plataforma.

“Ao lançar uma luz sobre todos os anúncios, bem como sobre as páginas que estão rodando esses anúncios, conseguiremos evitar abusos, ajudando a garantir que pessoas mal intencionadas tenham responsabilidade sobre os anúncios que fizerem”, afirmou o comunicado, assinado pelo diretor de gerenciamento de produto, Rob Leathern, e a diretora de marketing de produto, Emma Rodgers.

Na avaliação da advogada especialista em direito digital e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil Flávia Lefévre, a possibilidade de acessar os anúncios independentemente do que aparece no feed de notícias ajuda a furar as "bolhas" causadas pela seleção de conteúdos operada pelos algoritmos do Facebook.

Por outro lado, a advogada se preocupa com a fiscalização dos responsáveis pelas páginas. “A possibilidade de você ter um pseudônimo, uma conta alternativa, fortalece sua liberdade de expressão. A gente tem tido casos de jornalistas e comunicadores ameaçados e sendo mortos porque defendem determinadas ideias, então isso pode calar a boca de muita gente”, alertou.

Com informações da Agência Brasil. 

29

Jun

Mídias Sociais

Facebook adota ferramentas de transparência para anúncios políticos

O Facebook divulgou em nota que vai adotar no Brasil, antes das eleições deste ano, ferramentas de transparência em anúncios políticos. Os recursos já haviam sido divulgados em maio pela empresa, mas estavam funcionando em poucos países, como nos Estados Unidos. A medida tem como foco as eleições, valendo para conteúdos políticos em geral.

Os anúncios políticos impulsionados por páginas entraram na mira de questionamentos de autoridades e organizações da sociedade civil quando o Facebook passou a ser questionado pela influência em disputas como as eleições dos Estados Unidos de 2016 e o referendo de saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit.

A empresa foi bastante criticada pelo vazamento de dados de milhões de usuários, que teriam sido usados pela empresa britânica de marketing digital Cambridge Analytica, no pleito de 2016, em favor do ganhador, hoje o presidente Donald Trump. A possível influência de forças russas neste processo, por meio da plataforma, motivou a abertura de uma investigação no Congresso do país.

Instagram e Messenger também vão oferecer serviço

Os usuários poderão visualizar os anúncios que estão sendo promovidos por uma página. Isso não apenas caso eles apareçam nos conteúdos da linha do tempo (chamada de feed de notícias), mas também ao acessar o endereço de cada página. Isso valerá também para outros serviços da empresa, como Instagram e Messenger. Para acessar a informação, o usuário deve procurar pelo link “informações e anúncios”. Também haverá a possibilidade de denunciar este tipo de conteúdo.

Será criada uma identificação de anúncios políticos, para diferenciá-los de outros. Essa foi uma preocupação manifestada nos Estados Unidos, já que o design do feed de notícias não destacava este tipo de conteúdo, por vezes possibilitando a confusão deles com outros anúncios ou até mesmo com notícias não pagas.

Como a legislação brasileira só permite o anúncio pago nas eleições por candidatos, devem aparecer com este rótulo as publicações impulsionadas de quem está disputando algum cargo.

Com informações da Agência Brasil. 

21

Jun

Mídias Sociais

Facebook e Pinterest lideram anúncios pagos das marcas em redes sociais

A presença nas redes sociais é indispensável para as grandes empresas que querem conseguir novos clientes e agregar valor as suas marcas. Dados da pesquisa iProspect revelam que o Facebook e Pinterest são as grandes apostas quando o assunto é anúncios pagos. Só no ano passado o crescimento de investimentos foi de 86% em publicidades do tipo. O levantamento, divulgado pelo Portal Meio e Mensagem, contou com a participação de 210 marcas.

A pesquisa revelou que o investimento em vídeo representou 44% do total gasto no Facebook, só no quarto trimestre de 2017, o que significa 67% a mais que o trimestre anterior. Já os investimentos destinados ao Pinterest subiram 132%, em comparação com o ano retrasado, por conta da presença de clientes de bens de consumo na plataforma em período de férias.

Em contato com o Meio&Mensagem, o diretor da iProspect no Brasil, Gustavo Macedo, responsável pela pesquisa, afirmou que esse aumento é impulsionado pelo objetivo de gerar respostas diretas, conscientização, lembrança de marca e aquisição de clientes.

Caminho inverso fez a rede social Twitter, na qual a aposta em anúncios sofreu uma queda de 56% em relação a 2016. Segundo comunicado, isso aconteceu por conta de a rede social ter um foco cada vez menor em respostas diretas. Além disso, menos dinheiro passou a ser usado em publicidade no Snapchat, um decréscimo de 31% em comparação com 2016.

20

Jun

Mídias Sociais

Fake News deixam usuários de internet de países desenvolvidos desconfiados com as redes sociais

A proliferação de Fake News nas redes sociais tem deixado usuários dos países desenvolvidos desconfiados com esse tipo de site. Estudo realizado pelo Pew Research Center e divulgado no Brasil pela Folha de São Paulo, apontou que o uso das redes nos países desenvolvidos estagnou em 60%. Por outro lado, continua a avançar nos países em desenvolvimento, alcançando 53% da população, enquanto que no levantamento anterior, em 2015, chegava a 38%.

A pesquisa foi realizada de fevereiro a maio de 2017 com 40,4 mil pessoas em 19 países em desenvolvimento e 17 economias avançadas. Aos dados foram somadas informações colhidas nos EUA em janeiro passado e na China em 2016. Em três anos, o uso de internet saltou de 50% para 64% nos países em desenvolvimento e oscilou de 86% para 87% nos desenvolvidos.

Aqui no Brasil, 53% das pessoas que participaram da pesquisa se declararam usuários de alguma rede social, média menor do que a dos argentinos (65%) e americanos (69%). Entre os países ricos, os europeus se mostram mais reticentes a essas plataformas, adotadas por 60% dos britânicos, 53% dos franceses e 40% dos alemães. A Jordânia é, entre os países pesquisados, a que tem o maior índice de uso de redes sociais (75%), e a Indonésia, o menor (26%).

Com informações da pesquisa Pew Research e de reportagem da Folha de S. Paulo.