Mídias Sociais

5

Jun

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YouTube e Instagram lideram a preferência dos adolescentes e Facebook cai três posições

Os adolescentes estão trocando o Facebook pelo YouTube e Instagram. De acordo com levantamento do Pew Research Center, feito de março a abril deste ano, 51% dos jovens de 13 a 17 anos usam Facebook, queda de 20 pontos percentuais na comparação com 2015, quando o Pew fez um levantamento similar. A pesquisa foi publicada hoje no Portal Meio e Mensagem (www.meioemensagem.com.br), apontando que, com o resultado o Facebook perdeu três posições na preferência dos jovens americanos.

O YouTube lidera a lista e possui o maior número de acessos entre essa faixa: 85% dos adolescentes que participaram da pesquisa disseram usar o site de compartilhamento de vídeos.

O Instagram ocupa o segundo lugar com 72% da preferência. O número de adolescentes que usam Twitter é de 32%, o Tumblr tem 14% de acesso e se manteve praticamente na mesma posição desde 2015. O levantamento ouviu 750 adolescentes e mostra que o uso de smartphones nessa faixa cresceu de 73% para 95% desde 2015.

 

29

Mai

Mídias Sociais

Identifique a que perfil você pertence no Instagram e entenda porque algumas postagens engajam mais

Quem usa o Instagram sabe que algumas postagens possuem mais curtidas e comentários do que outras. Mas, por que isso acontece? Qual a relação entre o engajamento nas postagens pessoais e o nosso comportamento nas redes? Uma reportagem da BBC Brasil revela que alguns psicólogos definiram determinados perfis de usuários das redes sociais a partir de como se comportam por esses meios. Confira os perfis abaixo e veja se você se identifica - ou reconhece alguém - em algum deles:

O pesado (histriônico) - refere-se a pessoas que colocam muitas publicações, onde a grande maioria delas não possui conteúdo relevante, como estar na academia ou mostrando o que come. Os psicólogos apontam uma grande instabilidade emocional.

O egocêntrico - alguém que busca atenção constante e costuma publicar muitas selfies. Uma característica narcisista.

O grupal ou “nunca sozinho” - pessoas que sempre aparecem com amigos. Geralmente pode ser inseguro.

O “amante” - alguém que frequentemente publica fotos com seu parceiro o tempo todo. Característica relacionada a expressividade e dependência.

O ausente ou solitário – pessoas que colocam fotografias estranhas, introvertidas, de paisagens nas quais elas nunca aparecem. Traduz uma sensibilidade e um medo de rejeição.

O “sigo de volta” - alguém que tem um único objetivo: ter cada vez mais seguidores e isso por fim em suas inseguranças.

Um programa da rede britânica BBC, Tomorrow's World, fez uma análise sobre as postagens mais curtidas utilizando robô conversacional (chatboot) que possui a capacidade de analisar publicações e seus níveis de influência. Foi descoberto que a paleta de cores que as fotos utilizam, as emoções dos sujeitos que tiram as imagens e os lugres onde aparecem costumam fazer a diferença.

O chatboot da BBC funciona através do Messenger, do Facebook, sendo alimentado por imagens publicadas no Instagram. A BBC Mundo fez um teste utilizando uma foto com um homem de meia-idade. O programa analisou quatro aspectos: cores ( foram identificadas três – rosa, marrom e preto-, que juntas somaram 11 pontos; Elementos: o rosto da pessoa – 11 pontos; Emoções – a pessoa aparentava estar sorrindo e o robô detecta alegria – 25 pontos; Locais de interesse – não foi detectado nenhum e o robô não atribuiu nenhuma pontuação nesse quesito)

O sistema disse que fotos tiradas em lugares conhecidos possuem maior probabilidade de ter mais curtidas. E aquelas que apresentam emoções positivas, como alegria e felicidade, também terão mais sucesso.

Texto com informações divulgadas pela BBC Brasil.

26

Mai

Mídias Sociais

Cinco dicas para definir a “persona” que você precisa atingir com a comunicação da sua marca

Por Juliska Azevedo

Precisa vender um produto ou serviço, atrair atenção e clientes para uma relação duradoura com sua marca e não sabe por onde começar? Uma das estratégias de marketing mais importantes para se construir relacionamento com o cliente real é definir a buyer persona, ou seja, o personagem, a pessoa, com quem você vai falar nas mídias sociais. É traçar o perfil de cliente desejado pela sua empresa, o que pode ser norteado ao se responder à pergunta: Quem é o meu cliente ideal? Quais as características dele? Sobre que assuntos devo falar nas minhas redes sociais para atrair a atenção deste cliente ideal?

A persona do seu cliente vai nortear a linguagem de comunicação do seu negócio, onde sua marca deverá estar presente e que estratégias utilizar para chamar a atenção e cativá-lo. Vai servir para definir a linguagem a ser adotada nos blogs e nas postagens de mídias sociais e, além disso, vai apontar para quais são as principais redes sociais a serem utilizadas pela sua marca.

“A ideia é que seus esforços estratégicos sejam o mais assertivos possível, para que não haja desperdício de tempo, energia, e muito menos de dinheiro, para se atingir o alvo desejado”, explica a professora de Comportamento do Consumidor Digital, Juliana Utyama, da pós-graduação em Comunicação Digital da UNP, ao falar para o Blog sobre o processo de formação da persona.

Abaixo, dicas para você identificar a buyer persona do seu negócio e passar a comunicar-se com ela:

1 – Comece definindo quem é o seu cliente ideal

Qual seria o melhor cliente possível para seu negócio? Defina como é esse cliente. Ele representa o perfil que você quer “atingir” com suas ações de comunicação.

2 – Não trabalhe com achismos

Não defina a persona a partir de suposições. Pesquise, siga e acompanhe clientes em mídias sociais com perfis semelhantes.

3 – Descubra quais são os gostos e preferências

Que tipo de mensagens e informações podem chamar a atenção da persona por tratarem de temas e assuntos que ele goste, que sejam do interesse dele? Seu desafio é descobrir e produzir conteúdo que atraia a atenção.

4 – Elenque as “dores e necessidades” da persona

Pesquise e encontre quais são os maiores temores do seu cliente ideal. O que ele precisa e o que ele teme com relação ao serviço que você está oferecendo. Que tipo de experiências anteriores podem ter gerado “traumas”.

5 – Identifique como ele se informa

Descubra quais os canais principais utilizados pelo persona para se informar. Por newsletter, por site? Podcast, YouTube? Faça por onde estar presente onde seu persona está.

O passo a passo norteia como saber para quem se está falando, como forma de otimizar as estratégias de marketing de atração a serem adotadas e para dar asas à criatividade na produção de mensagens que possam criar uma relação de proximidade com o seu cliente de perfil ideal.

22

Mai

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Um em cada 4 brasileiros foi potencialmente vítima de cibercriminosos no primeiro trimestre deste ano

O dado está na primeira edição de 2018 do Relatório de Segurança Digital no Brasil da organização chamada “dfndr lab”, um time global de white hat hackers com vasta experiência e conhecimento técnico em segurança digital, ou seja, hackers “do bem”.

O relatório traz um panorama do quadro atual de ciberataques via links maliciosos no país, indicando um aumento dos ataques dos cibercriminosos aos usuários da internet no decorrer do ano. Neste primeiro trimestre, o dfndr lab registrou 56,9 milhões de ciberataques via links maliciosos e 7,9 milhões de pessoas atacadas.

Em editoral que abre o estudo divulgado nesta semana, o dfndr lab chama o momento atual de “epidemia da manipulação”, diante do tão grande número de ações intencionais com o objetivo de aplicar golpes nos internautas.

De acordo com a organização, a maior parte dos golpes em internet ocorrem via publicidade suspeita e notícias falsas - popularmente conhecidas como fake news - duas categorias de links maliciosos com o maior crescimento quando comparado aos três últimos meses de 2017, registrando 8.144.136 (+27,4%) e 2.985.513 (+11,97%) ataques, respectivamente.

“Ambas as categorias apresentam o mesmo objetivo: lucrar indevidamente a partir de visualizações, acessos e cliques em anúncios nas páginas maliciosas ou em pop-ups fraudulentos - sem o conhecimento dos próprios anunciantes. Quanto mais usuários impactados, maior a remuneração”, explica o relatório.

Estratégia para captar atenção

Para chamar ao clique, os cibercriminosos usam como isca abordagens com tons de alerta e temas que instigam a curiosidade e a atenção dos usuários, e assim captam mais vítimas. O dfndr lab explica que, no caso da publicidade suspeita, a isca principal é a disseminação de falsas notificações de detecções de vírus usando o nome e a marca de aplicativos e serviços de segurança populares no mercado para solucionar o problema, sem o conhecimento ou autorização das empresas proprietárias.

“Por outro lado, os golpes via fake news também usam a credibilidade e a popularidade de veículos de comunicação, empresas e personalidades da mídia, sem o conhecimento ou autorização destes”, afirma.

Publicidade suspeita e notícias falsas foram as duas categorias de links maliciosos com o maior crescimento quando comparado aos três últimos meses de 2017. Ao todo, foram 56,9 milhões de ciberataques e 7,9 milhões de pessoas impactadas entre janeiro e março deste ano. A análise foi realizada entre os dias 01 de janeiro de 2018 e 31 de março de 2018.

Por Juliska Azevedo, com informações do relatório do dfndr lab.

20

Mai

Mídias Sociais

Adolescentes que gastam muito tempo em redes sociais apresentam índice 68% maior de infelicidade, revela pesquisa

Atenção pais, atenção jovens: ficar em frente a telas para navegar na internet, acessar redes sociais ou jogar videogame tem impacto negativo no bem-estar de adolescentes. A tese é de uma pesquisa conduzida por três acadêmicos das universidades da Georgia e de San Diego, nos Estados Unidos, publicada neste ano. Os investigadores analisaram dados de um levantamento anual feito no país com respostas de mais de 1 milhão de meninos e meninas. De acordo com a pesquisa, adolescentes que gastam muito tempo em redes sociais apresentaram índice 68% maior de infelicidade.

Os pesquisadores observaram os índices de bem-estar, entendido como uma sensação a partir de diversos critérios, e identificaram uma queda brusca, desde 2012, em aspectos como autoestima, satisfação com a vida e felicidade. O estudo revelou também redução no sentimento de satisfação como um todo, menos entusiasmo dos jovens na relação com amigos e na diversão e queda da sensação de segurança.

Quanto maior uso, menor o bem estar

Ao buscar as causas da redução, chegaram à conclusão que quanto maior o uso de computadores e dispositivos eletrônicos, menor o bem-estar relatado pelos adolescentes entrevistados. Aqueles que usam meios eletrônicos por seis horas ou mais tiveram índices de infelicidade quase o dobro da média.

As atividades de maior impacto negativo foram: navegar na internet, jogar videogame e acessar redes sociais. Os adolescentes que gastam muito tempo em redes sociais apresentaram índice 68% maior de infelicidade. O efeito negativo sobre o bem-estar foi maior entre os adolescentes de menor idade do que entre os mais próximos da vida adulta.

Já aqueles jovens que passam menos tempo em frente a telas e que realizam outras atividades se disseram mais felizes. Entre as atividades relacionadas estão estudos, passeios, prática de esportes e interações sociais presenciais com a família, amigos e conhecidos.

Menos presença, mais eletrônicos

“A combinação de interações sociais presenciais menores (que estimulam o bem-estar) e o uso de comunicações eletrônicas mais constante (que impactam negativamente o bem-estar) podem ser duas causas possíveis e relacionadas do declínio do bem-estar psicológico”, afirmaram os autores no estudo.

Um dos fatores que estimularam o maior consumo de serviços eletrônicos, na avaliação dos autores é a disseminação de smartphones. Segundo o estudo, a presença de smartphones entre adolescentes pulou de 37% em 2012 para 73% em 2015. Além disso, o tempo crescente que os jovens gastam no uso de dispositivos eletrônicos tem impacto na qualidade do sono e pode, acrescentam os autores, levar ao vício.

Com informações da Agência Brasil.

 

20

Mai

Mídias Sociais

Especialistas levantam questões sobre a remoção de conteúdo da internet: “falta contextualização”, apontam

A ação do Facebook de retirada dos 2,5 milhões de posts de suas páginas, divulgada na semana passada, está tendo sua eficácia ponderada por especialistas. Em um debate no evento Rightscon, em Toronto, no Canadá, o relator para a liberdade de expressão das Nações Unidas, David Kaye, questionou a moderação de conteúdos por grandes plataformas, como o Facebook.

Na avaliação do relator, o fato das regras serem privadas, e de decisão exclusiva da plataforma, gera um problema para o debate no interior destes espaços, afetando a liberdade de expressão. “Os termos de serviço outorgam um poder discricionário às companhias para a remoção de conteúdos. As empresas as explicam em seus blogs, mas elas são vagas. Há questionamentos também sobre a consistência destas”, destacou o relator.

Contexto pode ser falho

Na avaliação de Natália Neris, pesquisadora sobre o tema e integrante da ONG InternetLab, há que se tomar cuidado no uso de tecnologias para remoção de conteúdo, pois estes sistemas apresentam grandes limitações para compreender contextos. Por conta disso, a identificação pode ser falha, o que pode resultar na exclusão de mensagens que não deveriam ser deletadas.

Ela relata que a entidade recebeu denúncias de conteúdos derrubados por supostas discriminações raciais contra brancos e preconceito de homossexuais contra heterossexuais. “A inteligência artificial não consegue entender que não é possível racismo reverso. O contexto é importante e varia demais de lugar para lugar. Ainda vai gerar muita confusão”, pondera.

Neste mês, pesquisadores de organizações norte-americanas que trabalham com direitos digitais – como Eletronic Frontier Foundation, Center for Democracy & Technology e New America´s Open Technology Institute - realizaram um seminário sobre o tema e publicaram uma série de recomendações, que denominaram “princípios de Santa Clara”.

Entre as diretrizes defendidas pelos especialistas estão:

- Companhias devem publicar regularmente o número de publicações removidas e contas suspensas ou bloqueadas em razão da violação de suas regras;

- Empresas devem notificar os autores da publicação ou da conta sobre os motivos da remoção da mensagem ou suspensão do perfil;

- As plataformas devem disponibilizar opção de recurso para quem teve conteúdos removidos ou contas bloqueadas.

Com informações da Agência Brasil. 

20

Mai

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Facebook retira do ar 2,5 milhões de postagens com discurso de ódio, revela relatório de transparência

O Facebook retirou do ar 2,5 milhões de publicações que foram identificadas como contendo discurso de ódio no primeiro semestre do ano. A informação foi divulgada no relatório de transparência da plataforma, publicado pela primeira vez na semana passada. O documento traz os resultados das ações de moderação de conteúdo praticadas pela empresa, como o monitoramento e a exclusão de mensagens publicadas.

A avaliação é feita com base em diretrizes estabelecidas pela companhia. Segundo elas, discurso de ódio é considerado “um ataque direto a pessoas com base no que chamamos de características protegidas: raça, etnia, nacionalidade, filiação religiosa, orientação sexual, sexo, gênero, identidade de gênero e doença ou deficiência grave”, além do status migratório. “Ataques” são “discursos violentos ou degradantes, declarações de inferioridade ou incentivo à exclusão e segregação”

O Facebook também excluiu 3,5 milhões de conteúdos violentos. Estes são definidos nas diretrizes como uma mensagem “que exalte a violência ou celebre a humilhação ou o sofrimento de outras pessoas”. São permitidas publicações com imagens explícitas em alguns casos mas, segundo a empresa, “para ajudar as pessoas a gerar conscientização sobre algumas questões”.

Pornografia e contas falsas

O monitoramento de conteúdo do Facebook identificou e derrubou 21 milhões de conteúdos de nudez ou pornografia. A empresa estima que a cada 10 mil publicações, entre 7 e 9 traziam algum tipo de conteúdo que violava os padrões sobre nudez ou pornogafia.

A moderação também busca contas falsas. De acordo com o relatório, no primeiro semestre foram derrubados 583 milhões de perfis deste tipo. O número representa 26,5% do total de usuários que a plataforma tem (2,2 bilhões, segundo dados de abril). Contudo, não necessariamente as contas já existiam. De acordo com o documento, a maioria dos perfis considerados falsos é excluída minutos após a criação.

Automatização em destaque

Um dos pontos exaltados pelo Facebook em seu relatório é a atuação de seus sistemas para identificar os conteúdos violadores de suas regras para exclusão. No caso das publicações com nudez e pornografia, 96% foram marcadas pela tecnologia da plataforma. Nas mensagens com imagens de violência, o índice ficou em 86%. Já nos conteúdos com discurso de ódio, a proporção de mensagens sinalizadas pelo sistema da companhia cai bastante, ficando em 38%.

“Tecnologias como a inteligência artificial, que embora seja promissora, ainda está longe de ser efetiva para a maioria dos conteúdos de baixa qualidade, já que uma análise do contexto também é muito importante. Por exemplo, a inteligência artificial não é boa o suficiente para determinar se alguém está proclamando ódio ou se está descrevendo uma situação ocorrida consigo mesma para gerar conscientização sobre o assunto”, disse Guy Rosen, vice-presidente de gerenciamento de produto, em texto publicado no site oficial da empresa.

Com informações da Agência Brasil.

 

16

Mai

Mídias Sociais

Faculdade de Natal promove palestra gratuita sobre Mídias Sociais e Eleições

A Estácio Fatern promove, no próximo dia 25, uma palestra gratuita com o tema “Mídias sociais e eleições”, com a professora Lídia Raquel. O evento será voltado para alunos da graduação em Publicidade, coordenada pela professora Márcia Leite, mas interessados que não estejam matriculados podem solicitar pré-inscrição para vagas remanescentes pelo email marcia.leite@estacio.br.

A palestrante é doutoranda em Comunicação, pela Unisinos, com estágio doutoral na Flórida State University. É mestre em estudos da mídia pela UFRN e graduada em Publicidade e Propaganda pela IESP. O tema, muito atual, envolve a preocupação com a influência das mídias nas eleições deste ano no Brasil, assim como vem ocorrendo em outros países.

10

Mai

Mídias Sociais

Facebook lançará programa de checagem de notícias falsas em parceria com agências brasileiras

A proximidade das eleições deste ano no Brasil estão começando a provocar ações do Facebook que buscam evitar a propagação de Fake News ou o uso indevido de informações de usuários, como aconteceu em 2016, nos Estados Unidos.

A rede social anunciou que lançará, na próxima semana, um programa de checagem de notícias no Brasil e que contará com a participação das agências brasileiras Aos Fatos e Lupa. A iniciativa existe nos EUA desde 2016.

Essas agências terão acesso às notícias marcadas como falsas pelos usuários do Facebook. A rede social afirma que desde que foi criado esse programa, houve uma quede de 80% na distribuição orgânica desses conteúdos. “Essa parceria com Aos Fatos e Agência Lupa é mais um passo em nossos esforços para combater a desinformação e melhorar a qualidade das notícias que as pessoas encontram no Facebook”, disse a líder de parcerias com veículos de mídia do Facebook para América Latina, Cláudia Gurfinkel, em comunicado da rede.

Os conteúdos que forem considerados como falsos, terão seu alcance reduzido e os usuários que compartilharem essas postagens serão notificados por meio de comunicados informando que há um texto questionando a veracidade dessa informação. Índia, Filipinas e Itália já adotaram o programa.

 

8

Mai

Mídias Sociais

WhatsApp agora permite remover administradores de grupos e cria novo recurso para acesso a vídeos

O WhatsApp liberou novas funcionalidades para quem é administrador de grupos no aplicativo. Agora, é possível um administrador remover esse “status” de outros participantes. Se alguém estiver criando tumulto em conversas, por exemplo, é só ir em “Dados do Grupo” e selecionar “Remover como Admin”. Ademais, todos aqueles que estão configurados como “administradores” podem apontar quais os participantes terão o poder de alterar informações, como nome, imagem e descrição do grupo no ícone “Ajustes do Grupo”.

Além dessa novidade, o WhatsApp permite que o aplicativo abra vídeos do Facebook e Instagram direto no App. Ao receber um link de um vídeo originado de uma dessas redes sociais, basta clicar no “Play”. Esse recurso permite também realocar o vídeo na tela do celular, possibilitando mudar de conversa mesmo quando ele está em execução. Essa atualização está disponível na versão 2.18.51, voltada para dispositivos da Apple.

7

Mai

Mídias Sociais

Twitter descobre falha e pede que usuários troquem suas senhas

Atenção usuários da rede social Twitter. Em um comunicado, a rede do pássaro azul pediu que os seus usuários troquem as senhas que utilizam na rede social após descobrir uma falha interna. A troca é recomendada por precaução. “Recentemente descobrimos um bug (erro) que armazenava as senhas não ocultas em um registro interno. Corrigimos o bug e não temos nenhum indício de que haja invasão ou uso fraudulento de ninguém", diz a mensagem dos administradores na rede social.

A empresa diz que “oculta as senhas através de um processo de hash utilizando uma função chamada bcrypt, que substitui a senha real por uma série aleatória de números e letras armazenado no sistema do Twitter. Isso permite que nossos sistemas validem suas contas sem revelar suas senhas, que é uma norma da indústria", relatou a rede social em seu blog. O Twitter lamentou o ocorrido.

3

Mai

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Grupos de famílias no Whatsapp são os que mais propagam Fake News, aponta estudo

O projeto acadêmico Monitor do Debate Político no Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP), realizou estudo que aponta que os grupos de famílias no Whatsapp são os que mais propagam Fake News. A constatação veio de um levantamento em que se avaliou a rapidez e intensidade da propagação de notícias pagas envolvendo a morte da ex-vereadora Marielle Franco, e está a disposição no blog do projeto (https://www.monitordigital.org).

Segundo o estudo, o boato mais compartilhado foi um texto ligando Marielle ao traficante Marcinho VP, quando mais de 915 entrevistados receberam a mensagem. Questionados de onde receberam, 51% deles responderam que ela veio por grupos da família; 32% receberam em grupos de amigos e 9% de colegas de trabalho.

Não há ainda uma certeza sobre o motivo de grupos familiares compartilharem mais Fake News. Mas uma das hipóteses, levantada por um dos responsáveis pela pesquisa, o professor Pablo Ortelado, em entrevista ao Portal Comunique-se, é a de que em grupos mais íntimos, as pessoas ficam mais à vontade para divulgar informações sem checar.

“O ônus é menor porque se você se expõe em família com um conteúdo assim especulativo, você provavelmente vai ser menos julgado do que se você estiver num ambiente mais impessoal, por exemplo, um grupo de trabalho, onde as pessoas vão te julgar, ou num grupo de amigos onde as pessoas podem ter opiniões mais dissidentes, contrárias”, disse o professor.

A propagação de Fake News nos grupos de Whatsapp também é turbinada pelo fato de serem de difícil monitoramento. No caso de Marielle, o primeiro boato circulou apenas duas horas e meia depois do assassinato. Os boatos circularam primeiro no Whatsapp, depois emergiram no Twitter e Facebook e ganharam ampla difusão quando foram relatados pela imprensa.

O “Monitor do debate político no meio digital” se autodescreve como um projeto que busca mapear, mensurar e analisar o ecossistema de debate político no meio digital. “Nossa ferramenta recolhe todas as matérias de política brasileira de centenas de veículos de comunicação e páginas de Facebook”, explica.

“Atualmente, podemos analisar o número de matérias produzidas e o número de compartilhamentos e comentários de cada matéria, por veículo e por categoria agregada; podemos também fazer análises quantitativas das palavras utilizadas nas manchetes e na descrição”, afirma o site do Monitor. O projeto mantém parceria com a Agência Lupa, que trabalha na identificação de Fake News.

 

27

Abr

Mídias Sociais

Apesar dos escândalos, Facebook cresce e alcança 2,20 bilhões de usuários no primeiro trimestre deste ano

Sabe aquela máxima “falem mal, mas falem de mim”? Parece que se aplicou bem ao  Facebook neste início de ano. Ontem a rede social anunciou o seu balanço do primeiro trimestre de 2018. A empresa atingiu mais de 2,20 bilhões de usuários ativos por mês, o que corresponde a um aumento de 13% em comparação com o mesmo período em 2017. O número de usuários ativos diariamente também manteve um crescimento de 13%. Um total de 1,45 bilhão de usuários acessam a rede social todos os dias.

Reportagem de Bruno Capelas, no Estadão de hoje, informa que em uma carta enviada aos acionistas, o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, pediu desculpas pelo episódio envolvendo a Cambridge Analytica e relatou que está realizando investigações que garantam o bom uso da rede social. Ele também comemorou os bons resultados. "Precisamos continuar construindo novas ferramentas para ajudar as pessoas a se conectarem, fortalecer nossas comunidades e deixar o mundo mais próximo e unido”, disse o executivo, segundo revela o Estadão.

No primeiro semestre de 2018, o Facebook teve um crescimento em sua receita de US$ 11,97 bilhões, o que equivale a um aumento de 50% em relação ao ano anterior.

26

Abr

Mídias Sociais

Pesquisa aponta percentual de seguidores falsos em perfis de grandes marcas e acendem a luz amarela para quem investe no Instagram

Por Juliska Azevedo

Saber se o investimento em mídia no Instagram está chegando a seguidores reais, potenciais clientes, ou se está destinando munição para fakes e perfis sem qualquer possibilidade de retorno, é um tema que está na pauta de preocupações dos empreendedores ou profissionais de mídia digital que usam o Instagram com finalidade comercial mundo afora.

Pesquisa realizada nos perfis de grandes empresas que investem alguns milhões e mídias sociais, divulgada hoje no Portal Meio e Mensagem, apontou que o número de seguidores falsos em um grande perfil pode chegar a mais de 70% do total. Forte indicativo de que a fase de acreditar em qualquer número pujante de seguidores está chegando ao fim. Os investidores em mídias sociais começam a compreender que crescimento muito rápido com baixo engajamento são indícios de haver uma porcentagem grande de seguidores falsos no perfil.

Artigo publicado hoje no site Meio e Mensagem, por Luiz Gustavo Pacete, informa que uma pesquisa da Points North Group, publicada pelo AdAge, mostrou o percentual de seguidores fakes no Instagram entre as marcas que mais investem na plataforma. Segundo destaca o artigo, a empresa de pesquisa avaliou no mês de março a quantidade de posts versus o total de usuários que se engajaram com eles. A rede de hotéis Ritz, por exemplo, aparece como a mais impactada com um percentual de 78% de seguidores falsos em seu montante de postagens.

A surpresa apontada por especialistas, com relação ao estudo, é ver no ranking de perfis com seguidores falsos marcas de grandes empresas como a P&G (mais de 32% de fakes), que possuem profissionais de marketing qualificados e uma grande preocupação em utilizar métricas reais e eficientes. O que mostra que estar fora dos riscos de ser “iludido” nas redes é tarefa difícil para empresas de qualquer tamanho. Outros percentuais apresentados: L'Occitane - 39%; Crocs - 25%; Aquaphor - 52% e Olay - 19%. 

Ontem eu conversava com uma empresária de Natal, do ramo da beleza, que me expunha a preocupação com o momento em que não se sabe, nas palavras dela, “o que de fato é verdadeiro”. “Tenho percebido que há ‘influencers’ com milhares de seguidores mas poucas curtidas. Quando você vai ver o perfil dos seguidores, encontra muita gente que não tem relação com o universo local, o que não gera qualquer retorno”, comentou. O momento exige mais atenção a perfis com seguidores reais e maiores índices de engajamento – que quanto mais segmentados forem ao público da marca, melhor será a proporção positiva do resultado.

25

Abr

Mídias Sociais

Facebook revela o que pode e o que não pode nas postagens da rede social

O assunto do semana no universo das mídias sociais é a abertura pelo Facebook, pela primeira vez, dos detalhes de sua política de análise de postagens para identificar aquelas que serão eliminadas. Trata-se de um documento que aborda as regras adotadas pela rede social para diferentes assuntos. Sobre a violência, por exemplo, a política do Facebook diz que nenhum conteúdo que ameace uma pessoa vulnerável ou minoria pode ser postado e que pessoas engajadas com o terrorismo, grupos de ódio, crime organizado, entre outros, não podem participar da rede social. O Facebook proíbe também publicações com conteúdo de pedofilia e discursos de ódio contra raça, religião, orientação sexual, deficiência etc. O documento não faz referência à publicação de Fake News.

De acordo com Monika Bickert, vice-presidente global de gestão de produtos do Facebook, a empresa resolveu tornar pública essas diretrizes por duas razões. "A primeira, é que as diretrizes ajudarão as pessoas a entender onde fica nosso limite em problemas com várias nuances. A segunda, é que prover esses detalhes torna mais fácil para todos, incluindo especialistas em várias áreas, a nos dar sugestões de como podemos melhorar as diretrizes e nossas decisões ao longo do tempo.", afirma a executiva. Há 11 escritórios da empresa pelo mundo pesquisando sobre essas diretrizes e cerca de 7,5 mil moderadores.

Confira aqui o documento completo da política de publicações do Facebook: https://www.facebook.com/communitystandards/