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30

Jul

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Eleições de 2018 serão as primeiras a permitir propaganda paga nas redes sociais

Chamado de impulsionamento, a compra de anúncios em plataformas como o Facebook, Instagram, YouTube e o Twitter foi autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dá aos candidatos a chance de alcançar um número muito maior de usuários do que aqueles que já acompanham suas páginas e veem seus posts.

Os partidos não informam quanto pretendem investir nessa modalidade este ano, mas é certo que a palavra “patrocinado”, acompanhando mensagens políticas e pedidos de voto, vai invadir as redes sociais, a partir de 16 de agosto.

Fábio Malini acredita que a formalização de campanhas na internet pode trazer também como consequência a diminuição do uso de robôs e de perfis falsos para amplificar informações nas redes sociais.

Estudo

Levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (DAPP/FGV) com 5.415.492 tuítes avaliados entre 22 de junho e 23 de julho mostrou a ação de robôs na pré-campanha presidencial.

De acordo com o trabalho, as interações motivadas pela ação de perfis automatizados, nesse período, corresponderam a 22,17% dos tuítes de perfis ligados ao campo da esquerda e que compõem tradicionalmente a base do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 21,96% relacionados ao campo conservador e alinhados ao deputado Jair Bolsonaro; 16,18% ligados ao campo de centro (não alinhados a nenhum dos “polos” tradicionais); e 3,99% ligados ao grupo de centro-esquerda (sem predomínio de nenhum ator político em particular).

Com informações da Agência Brasil

30

Jul

Mídias Sociais

No lugar de santinhos, cartazes e panfletos, candidatos apostam no Instagram para alavancar campanha

As redes sociais devem ajudar a dar uma cara nova à propaganda nas eleições de 2018. De olho na oportunidade de se tornarem mais conhecidos entre os eleitores, candidatos deixam de lado santinhos, cartazes e panfletos e, agora, apostam em seguidores, likes e compartilhamentos.

Para coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Fábio Malini, apesar de ocupar o 4º lugar no ranking das redes sociais mais utilizadas no Brasil, atrás do Facebook, Whatsapp e YouTube, o Instagram deve ser a grande aposta dessas eleições no Brasil.

“Existe uma curva de crescimento dessa ferramenta. É um veículo não contaminado por links, portanto muito difícil de colar notícia falsa. É claro que essa característica não exime o Instagram de conteúdos falsos ou distorcidos”, explicou.

Malini também aponta como uma vantagem o fato de o Instagram ser reconhecidamente uma plataforma alegre e com pouca toxidade. “Isso bem trabalhado politicamente faz com que o candidato tenha uma outra perspectiva de mostrar muito mais relações afetivas positivas”, avaliou.

Outra vantagem do Instagram, segundo o professor, é que nessa rede predominam os conteúdos originais, que têm mais credibilidade, enquanto no Facebook e no Whatsapp são mais compartilhamentos.

Captação de votos

Quando o assunto é atração de votos, o professor diz que a televisão, cada vez mais conectada às redes sociais, ainda tem um papel muito importante, já que só ela é capaz de falar para milhões de pessoas ao mesmo tempo.

“Juntas, as duas plataformas são capazes de criar clima de opinião”, explica.

De acordo com o especialista, o que conta para o eleitor não é o debate, que tem perdido cada vez mais audiência, mas a repercussão nas redes sociais. Atualmente, o Twitter domina as repercussões do que aparece na TV. Também é importante a exposição do candidato em programas fora do horário gratuito e a repercussão dessas inserções nas redes sociais.

Com informações da Agência Brasil

 

26

Jul

Mídias Sociais

Facebook vai precisar justificar ao Ministério Público porque removeu perfis suspeitos, inclusive os do MBL

O Ministério Público Federal em Goiás solicitou ao Facebook explicações sobre a decisão de remover 196 páginas e 87 perfis por violação das políticas de autenticidade da rede social. O Facebook recebeu prazo de 48 horas para apresentar a lista de todas as páginas e perfis removidos com justificativa para cada exclusão.

No ofício dirigido ao Facebook, o procurador da República Ailton Benedito de Souza, responsável pela iniciativa, ressalta que o Ministério Público pode propor ação civil pública e implicar responsabilidade em caso de “falta injustificada ou retardamento indevido” da solicitação.

O Facebook justificou mais cedo que as páginas removidas faziam parte de uma rede de contas falsas que tinham o objetivo de espalhar desinformação. Entre as páginas excluídas está a do Movimento Brasil Livre (MBL). Em nota, o MBL criticou a exclusão e argumentou que a página não era falsa, pois continha informações que permitiam a identificação dos responsáveis.

Benedito investiga o Facebook desde setembro do ano passado alegando supostos atos de censura e bloqueio de usuários brasileiros que se manifestaram nas redes sociais para protestar contra a mostra Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, promovida pela Santander Cultural, durante os meses de julho a setembro de 2017, em Porto Alegre.

Em documento que instaura o chamado procedimento preparatório referente à investigação de 2017, o procurador diz que as normas que regulam a internet no Brasil atuam ‘‘sempre com vistas à liberdade de expressão, ao direito de acesso de todos à informação, ao conhecimento e à participação na vida cultural e na condução dos assuntos públicos; a impedir a censura bem como a discriminação dos usuários, por motivo de origem, raça, sexo, cor, idade etc”.

Com informações da Agência Brasil

25

Jul

Mídias Sociais

Facebook vai dar transparência para anúncios eleitorais no Brasil

O Facebook confirmou que vai adotar no Brasil ferramentas de transparência para o uso da plataforma durante as eleições, especialmente por partidos e candidatos e no impulsionamento de conteúdos. O país será o segundo do mundo, depois dos Estados Unidos, onde esses recursos técnicos serão disponibilizados.

Os anúncios pagos relacionados às eleições serão identificados como “propaganda eleitoral”. Aqueles publicados por candidatos vão mostrar o CPF dele, bem como a legenda à qual é filiado. Já os anúncios de partidos vão conter o CNPJ da agremiação. Segundo a legislação eleitoral, apenas esses dois atores podem impulsionar conteúdos no pleito de outubro.

Para utilizar a identificação, é preciso fazer um cadastro no Facebook. Neste processo, a plataforma vai verificar a identidade do responsável e sua residência, com o intuito de evitar que pessoas de fora do país possam impulsionar conteúdos.

O procedimento será disponibilizado a partir do dia 31 de julho e será exibido a partir de 16 de agosto. Caso um candidato ou partido não se cadastre e divulgue posts pagos sem o selo, fica sujeito à fiscalização do Tribunal Superior Eleitoral.

Biblioteca

Outra ferramenta a ser disponibilizada é o que a empresa está chamando de “biblioteca de anúncios”. Nela, os usuários poderão ver posts pagos relacionados à política, incluindo propaganda eleitoral. Este repositório vai reunir tanto as publicações impulsionadas ativas quanto as que já foram divulgadas, permitindo que o eleitor possa verificar quais são as mensagens difundidas por seu candidato ou por concorrentes.

Este mecanismo visa a dialogar com preocupações manifestadas por diversos agentes da sociedade civil em eventos sobre internet e eleições acerca dos riscos da publicidade paga no Facebook, já que este permitiria segmentar, ou quase personalizar, mensagens dos candidatos. Assim, abriria espaço para que um político falasse algo específico para um determinado público e, para outro grupo segmentado, um conteúdo diferente, ou até mesmo contraditório.

Outras ferramentas

No comunicado emitido pela empresa, também foram anunciadas outras ferramentas já adotadas em processos eleitorais em outros países e que serão aplicadas no Brasil neste ano. Uma delas será a aba “temas”, na qual estarão publicados conteúdos dos candidatos sobre diferentes assuntos, como saúde, educação e segurança.

Além disso, serão enviados lembretes aos eleitores. Em maio, uma mensagem foi encaminhada reiterando o prazo para o registro na Justiça Eleitoral para participar do pleito. Em outros países, como nos Estados Unidos, os lembretes foram usados nos dias de votação. Contudo, este mecanismo também foi alvo de questionamentos, uma vez que seu uso para determinados públicos pode reforçar a participação de eleitores de um determinado candidato em detrimento de outro.

Além disso, usuários verão um “botão de cidadãos informados” (informed voter button), com link para autoridades eleitorais (como os tribunais eleitorais). Após as eleições, usuários poderão também seguir, localizar e contatar os representantes eleitos. O recurso ganhou o nome “Town Hall”, termo usado em inglês para designar prefeituras.

Com informações da Agência Brasil

24

Jul

Mídias Sociais

Facebook vai bloquear contas de crianças e pré-adolescentes

A política das redes sociais Facebook e Instagram começam a mudar e passam agora a banir ativamente perfis de crianças que fingem ser maiores de idade. Não era possível verificar a idade real do usuário. Com a mudança, moderadores que trabalham nas plataformas poderão bloquear qualquer conta suspeita, confirmou um porta-voz da rede social ao site TechCrunch — o protocolo anterior era banir esse tipo de perfil somente mediante denúncias de outros usuários. As informações foram publicadas pela Veja Online.

Uma vez bloqueado, de acordo com o texto, o dono da conta poderá recuperá-la se apresentar um documento de identidade com foto que prove que ele tem mais de 13 anos — é possível usar o celular para tirar a foto e encaminhar a imagem para a rede social.

A atualização vai ao encontro dos termos de uso de ambas as plataformas: o texto alerta que menores de 13 anos não podem se cadastrar nas redes sociais.

A matéria relembrou ainda que na última semana, o britânico Channel 4 afirmou, em reportagem, que funcionários terceirizados pelo Facebook para revisar o conteúdo postado na rede social eram orientados a ignorar perfis que parecessem ter menos de 13 anos. “Precisamos de uma confissão de que a pessoa é menor de idade. Se não, nós apenas fingimos que somos cegos e que não sabemos qual a aparência de uma criança”, afirmou um funcionário da agência CPL Resources, que presta serviço para a rede social, ao canal de televisão.

O Facebook defendeu-se afirmando que todo o trabalho das terceirizadas é checado uma segunda vez por funcionários da rede social. Em seu blog corporativo, a empresa disse estar reforçando a mensagem de que suas equipes não devem ignorar esses perfis.

Em maio deste ano, o Twitter também começou a banir usuários que criaram suas contas com menos de 13 anos. Na época do anúncio, a rede social disse que não poderia separar o conteúdo postado antes e depois dos 13 anos e que não poderia manter o conteúdo de uma criança na plataforma.

Com informações da Veja Online, disponível em: https://veja.abril.com.br/economia/facebook-vai-bloquear-contas-de-criancas-e-pre-adolescentes/

 

24

Jul

Mídias Sociais

Ministério Público vai apurar legalidade do uso de reconhecimento facial pelo Facebook

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu um inquérito pra apurar se a adoção de tecnologia de reconhecimento facial pelo Facebook está amparada na lei ou se é ilegal. Este tipo de recurso técnico vem sendo utilizado pela plataforma e em diversos outros locais, e agora é oferecido a lojistas pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Antes, o Facebook permitia que as pessoas marcassem a si e outros em fotos. Desde o fim de 2017, passou a utilizar sistemas de reconhecimento facial que identificavam pessoas nas fotos independentemente de qualquer solicitação destas. A empresa justificou que a ferramenta tinha como objetivo aumentar a segurança do usuário ao permitir que ele monitorasse imagens publicadas onde ele aparece.

Mas a Comissão de Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) quer avaliar se tal prática é permitida por lei. O órgão considera que a face é um dado biométrico sensível.

O promotor responsável pelo inquérito, Frederico Meinberg, destaca entre suas preocupações o fato de as tecnologias de reconhecimento conseguirem atualmente, inclusive, gerar informações sobre as pessoas, como sua orientação sexual.

Além disso, estudos divulgados - como um artigo do Instituto de Tecnologia de Massaschussets (MIT, na sigla em inglês) divulgado em fevereiro - apontam uma precisão maior no caso de rostos brancos e de homens, o que abre espaço para riscos de discriminação na utilização deste tipo de sistema, que opera de maneira automatizada.

Segundo o promotor, tais tecnologias podem promover “novas formas de discriminações possíveis com o uso do reconhecimento facial, veladas ou expressas, tais como: recrutamento de candidatos para vagas de emprego; acesso aos cargos públicos; ingresso em instituições de ensino; filiação a entidades; participação em organizações religiosas etc”.

À Agência Brasil, o Facebook disse que irá cooperar com a apuração. "Nos colocamos à disposição para prestar eventuais esclarecimentos ao Ministério Público. Neste caso específico, ainda não fomos notificados", informou a assessoria.

Com informações da Agência Brasil

23

Jul

Mídias Sociais

Facebook enfrenta questionamentos por ferramenta de reconhecimento que identifica usuários da rede

Um dos alvos tanto de preocupação quanto de questionamentos judiciais quando se fala em reconhecimento facial é o Facebook. A plataforma começou a adotar o reconhecimento de faces no ano passado. Diferentemente da ferramenta de marcação de pessoas em fotos, o novo recurso passou a identificar o usuário em qualquer imagem e a alertá-lo quando uma foto era publicada ou compartilhada.

“Nós queremos que as pessoas se sintam confortáveis ao postar uma foto de si próprias no Facebook. Estamos fazendo isso para prevenir que pessoas se passem por outras”, explicou o diretor de Machine Learning da empresa, Joaquim Candela, em um comunicado divulgado em dezembro.

Contudo, a iniciativa foi questionada tanto publicamente quanto na Justiça em diferentes locais. A organização de promoção da privacidade estadunidense EPIC apresentou em abril uma reclamação junto ao órgão de concorrência dos EUA (FTC, na sigla em inglês). Segundo a entidade, “o escaneamento de imagens faciais sem consentimento afirmativo e expresso é ilegal e deve ser proibido”. A plataforma também é objeto de outro processo, ajuizado por cidadãos do estado de Illinois, que pode resultar em multas de bilhões de dólares.

A ferramenta do Facebook passou a ser questionada também na Europa, que ganhou uma nova legislação de proteção de dados em maio deste ano. A Regulação Geral (GDPR, na sigla em inglês) coloca como requisito para a coleta de um dado o consentimento, que deve ser obtido de formas específicas não respeitadas pelo sistema da plataforma.

Sistema apresenta falhas para reconhecimento em grupos raciais

Outra preocupação com os sistemas de reconhecimento e detecção facial envolve as falhas na identificação de pessoas, especialmente na precisão diferente para distintos grupos étnicos e raciais.

Em fevereiro deste ano, dois pesquisadores do renomado Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) e da Universidade de Stanford, Joy Buolamwini e Timnit Gebru, testaram sistemas e constaram que as margens de erro eram bastante diferentes de acordo com a cor da pele: 0,8% no caso de homens brancos e de 20% a 34% no caso de mulheres negras.

Os pesquisadores também identificaram que as bases de dados utilizadas para “treinar” determinados sistemas eram majoritariamente de cor branca e de homens. O artigo coloca a preocupação de como essas tecnologias são construídas e de que maneira esses vieses podem ter impactos problemáticos, como na identificação de suspeitos de crimes.

Com informações de reportagem de Jonas Valente para a Agência Brasil

21

Jul

Mídias Sociais

Dando uma pausa na chatice: dicas para escapar de quem é inconveniente no WhatsApp

Com mais de 1,5 bilhão de usuários ativos e 60 bilhões de mensagens enviadas todos os dias, o WhatsApp pode facilitar conversas por texto, vídeo e áudio sem que os participantes precisem configurar o aplicativo de alguma forma especial. No entanto, quando se trata de gente inconveniente, é necessário usar alguns recursos extras do aplicativo para evitar a chatice.

O Portal Techtudo trouxe as opções mais populares para silenciar contatos e desativar o “Visto por último” para que ninguém saiba quando esteve online, além de outros recursos. Os procedimentos estão disponíveis tanto para Android quanto para iPhone (iOS). A seguir, confira as seis dicas principais dicas:

1. Silenciar contatos

A principal forma de fugir de amigos chatos no WhatsApp é silenciando contatos e grupos. O recurso é simples e pode ser configurado para oito horas, uma semana ou um ano. Além disso, é possível definir se deseja exibir notificações (ou não) quando receber mensagens na conversa.

Para ativar a função, selecione, na tela de conversas, os contatos ou grupos que deseja silenciar. É possível realizar a ação com mais de uma pessoa de uma só vez. Após definir todos, clique no ícone de Mute, indicado por um megafone com um risco no topo da tela. Depois defina o tempo para manter o silêncio e confirme em “OK”.

2. Sair de vários grupos ao mesmo tempo

Outra opção para quem quer fugir de perturbações no mensageiro é sair de vários grupos ao mesmo tempo. Assim, você pode acabar com todo o transtorno de forma simples e rápida.

Da mesma maneira que o tópico anterior, selecione todos os grupos que deseja sair. Depois, toque no menu superior indicado por “...”, no canto direito da tela, e confirme o processo em “Sair dos Grupos” e “Sair”.

3. Marcar todas as conversas como lidas

Caso esteja com muitas mensagens recebidas e não lidas, as notificações começam a te incomodar. Uma forma de resolver o problema é marcar todas as conversas como lidas. Dessa maneira, você acaba com os números inconvenientes informados pelo aplicativo e fica tranquilo para usar o smartphone sem alertas.

Assim como nas dicas anteriores, selecione todas as conversas não lidas, toque no menu no canto superior direito indicado por “...” e vá em “Marcar como lida”. Automaticamente o WhatsApp vai interpretar que todas as mensagens já foram abertas, dando fim às notificações incômodas.

4. Configurar prioridade das notificações

Para estabelecer uma hierarquia nas notificações, o WhatsApp também permite configurar a prioridade das mensagens recebidas no aplicativo. Por padrão, o mensageiro envia todos os alertas de qualquer conversa para o topo da tela do smartphone, definindo como alta prioridade. No entanto, é possível desativar a função para amigos e também para grupos, fazendo com que outros apps ocupem a parte superior.

No menu indicado no topo direito da tela pelo ícone “...”, acesse “Configurações” → “Notificações” → “Usar notificações de alta prioridade”. A opção está disponível para desativar tanto em “Notificações de mensagem” como em “Notificações de grupo”, caso queira restringir apenas para determinada categoria de conversas.

Caso queira desativar a alta prioridade para todas as mensagens e ativar apenas para um grupo ou pessoa específica, também é possível realizar a configuração. Para isso, vá na conversa e clique no nome do contato, na parte superior. Depois toque em “Notificações personalizadas” → “Personalizar” → “Usar notificações de alta prioridade”.

5. Restringir o envio de mensagens em grupos

A função de administrador de grupo do WhatsApp oferece alguns privilégios. Um deles é o de restringir o envio de mensagens de todos os participantes da conversa. Dessa forma, caso a conversa tenha um propósito profissional, como enviar alertas, é possível evitar que qualquer pessoa mande fotos ou textos desnecessários, fazendo com que apenas você fale no chat.

A função, uma das mais recentes do mensageiro, é ajustável a partir do grupo em que você já é admin. Para isso, toque no topo da tela para acessar o menu da conversa, desça até “Configurações do grupo” e siga para “Enviar mensagens” → “Somente admins” → “OK”. Assim como os demais processos, esse também pode ser desativado quando quiser.

6. Desativar o “Visto por último”

A última dica, mas não menos importante, é talvez a função mais utilizada para fugir de pessoas inconvenientes no WhatsApp. Ao desativar o “Visto por último” no mensageiro, outros usuários ficam impossibilitados de saber quando você esteve online no app — o que evita que reclamem quando está demorando para responder, por exemplo.

Para desativar a informação, vá em “Configurações” → “Conta” → “Privacidade” → “Visto por último”. Há opções para definir se todos podem visualizar seus dados pessoais de data e horário em que visualizou o app; apenas seus contatos; ou ninguém. É só escolher uma delas e aproveitar.

Fonte: Portal Techtudo, disponível em https://www.techtudo.com.br/listas/2018/07/chega-de-chatice-dicas-para-se-livrar-de-gente-inconveniente-no-whatsapp.ghtml

17

Jul

Mídias Sociais

Agora eu voo: site lançando por jornalistas potiguares divulga promoções de viagens com embarque em Natal

Viajar mais por menos. Esse é o lema do Agora Eu Voo, site de viagens potiguar que fideliza, desde maio, cada vez mais leitores e seguidores no Instagram. Não se trata apenas de um espaço com dicas. Na página, o forte mesmo são as barganhas, dentro ou a partir do Rio Grande do Norte.

São passagens, hospedagens e pacotes com preços bem vantajosos. Tudo para os leitores e seguidores norte-rio-grandenses viajarem com mais frequência e gastando menos. Há ainda ofertas com saída de capitais vizinhas, como João Pessoa, Recife e Fortaleza que, pela distância, podem fazer a viagem terrestre valer a pena pela economia.

O conteúdo é gerido pelos jornalistas Alice Lima e Octávio Santiago, que já escreviam sobre Turismo e contam com muitas horas de voo. A dupla compila as ofertas do momento e posta no site (agoraeuvoo.com.br) e no perfil do Instagram (@agoraeuvoo), gerando oportunidades de viagem e barateando férias já planejadas.

Além das ofertas, o site tem a seção Leitura de Bordo, com dicas de viagens que vão além dos roteiros. Alguns posts, por exemplo, dão dicas sobre como juntar mais milhas em atividades rotineiras ou qual dia da semana comprar passagens é mais barato.

17

Jul

Mídias Sociais

Jornal impresso tradicional dos EUA estreia canal em rede social de games em busca de audiência jovem

O jornal The Washington Post estreou seu canal no Twitch, rede social especializada em jogos eletrônicos que, aos poucos, tem incorporado vídeos com outros conteúdos. O objetivo da iniciativa é alcançar novas audiências de vídeo, em especial os mais jovens, informou o site especializado Digiday. O Twitch pertence à Amazon, do bilionário Jeff Bezos, também proprietário do diário norte-americano.  

O primeiro programa a ir ao ar pelo novo canal transmitiu ao vivo o encontro dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, em Helsinque, na Finlândia. Apresentado pela repórter Libby Casey, o programa – sem periodicidade definida – também analisou a reunião dos dois mandatários, com entrevistas e análises. Outro programa, também jornalístico, “Playing Games with Politicians”, tem estreia marcada para quinta-feira (19). O repórter David Weigel entrevistará proeminentes políticos enquanto eles jogam videogame.

O Twitch tem 15 milhões de usuários diários ativos diariamente e, segundo relatos, 1 milhão de visualizações a qualquer momento. A decisão do jornal em investir em vídeos nesta rede social ocorreu após o sucesso de uma primeira experiência: a transmissão das audiências de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, no Congresso dos Estados Unidos, em abril. No primeiro dia, a transmissão registrou 380 mil espectadores e, no segundo, saltou para 1,5 milhão de visualizações. No mesmo dia, o canal de jogos mais visto foi o Fortnite, com pouco mais de 200 mil visualizações ao vivo.

"O cenário digital está evoluindo, e a questão é: onde está o nosso público agora?", disse Phoebe Connelly, vice-diretora de vídeo do The Washington Post. “Neste momento, uma enorme audiência de vídeo vive no Twitch. Esse é o apelo para nós”.  Connelly negou que a decisão tenha algum associação ao fato de o Twitch pertencer a Bezos. 

O The Washington Post já foi um grande usuário do Facebook Live, com mais de 175 vídeos ao vivo por mês na rede social de Mark Zuckerberg. Desde o começo deste ano, a partir das mudanças nas políticas e nos algoritmos do Facebook, o jornal passou a investir mais na distribuição de seus vídeos ao vivo em plataformas próprias e no YouTube.

O Twitch tem algumas vantagens para os publishers que buscam novos públicos. Primeiro, os fluxos ainda são gerados pelos usuários, e não há muito conteúdo produzido profissionalmente, embora isso esteja crescendo. O jogo ainda é a principal atração, mas os produtores que não usam games, como BuzzFeed, Cheddar e NBA, transmitem vídeo sob demanda ou ao vivo na rede social, cujo público médio tem entre 18 e 34 anos.

Leia mais em: https://digiday.com/media/washington-post-starting-channel-amazon-owned-twitch/

17

Jul

Mídias Sociais

Ferramenta analisa quantidade de seguidores femininos e masculinos do Twitter e dá sugestões em defesa da diversidade

Atenção twitteiros de plantão: tem novidade chegando na rede social. O plugin #DiversifyYourFeed - Diversifique seu feed, em tradução livre, vai verificar quais gêneros você está seguindo na plataforma, informar o percentuais de homens e mulheres seguidos e lhe apresentar sugestões para “diversificar” seus relacionamentos online. A ferramenta foi lançada em Londres e já se espalha pelo mundo com essa proposta de diversidade.

Para ter acesso ao recurso #DiversifyYourFeed é necessário que o usuário entre no site e autorize o escaneamento dos dados. Além de apresentar a divisão de gênero, a ferramenta indica novos seguidores priorizando a diversificação.

Após o escaneamento do perfil, o resultado é mostrado em porcentagem de mulheres e homens seguidos e quanto se está acima ou abaixo da média, em termos de equilíbrio de gênero. Criada pelas empresas Deloitte Digital e Acne para ser utilizada, inicialmente pelo Twitter, os desenvolvedores do plugin anunciaram em sites especializados do gênero que pretendem expandir para outras redes sociais.

17

Jul

Mídias Sociais

Educação midiática é decisiva para uma juventude exposta à desinformação nas redes sociais, diz especialista

As crianças e adolescentes não sabem diferenciar conteúdo noticioso de publicidade e, invariavelmente, fazem uso de informação pouco confiável e de procedência duvidosa. O alerta é da especialista Roxana Morduchowicz, doutora em comunicação pela Universidade de Paris e consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), para quem o ensino escolar precisa mudar e abordar a educação midiática.  

O fenômeno do desconhecimento entre jovens ocorre porque essa faixa etária da população se informa basicamente pelas redes sociais, diz a estudiosa, em entrevista à Asociación de Entidades Periodísticas Argentinas (ADEPA). “O perigo que isso traz é que, nas redes sociais, a informação é parcial, porque depende de seus gostos ou de seus contatos. [A informação] está descontextualizada e fragmentada. Não é como em um jornal em que temos distintas notas para conectar e entender melhor o problema”, afirma Roxana.

Autora do livro “Ruídos na web. Como se informam os adolescentes na era digital”, a especialista detalha que os riscos estão presentes até mesmo quando os jovens buscam informação para seus estudos escolares, além das pesquisas para seus próprios interesses. “Utilizam o primeiro link que aparece; não checam, não comparam e não buscam segundos e terceiros sites na web”, afirma.

Roxana ressalta que, durante séculos, o principal trabalho da escola era distribuir informação, da forma acessível a toda a população. Hoje, diz, esse desafio não existe mais, porque a informação está ao alcance de todos via internet. “A escola tem outros desafios, que já não é o de distribuir informação, mas ensinar a pensar, a comparar, a checar, a organizar, a processar e a formar a própria opinião”.

Fonte: https://bit.ly/2zMixLm

16

Jul

Mídias Sociais

América Latina: índice de bullying com crianças e adolescentes nas redes sociais chega a 76%, revela pesquisa

Uma recente pesquisa realizada pela Ipsos sobre cyberbullying mostra números assustadores. Um em cada três pais afirmam saber de uma criança em sua comunidade vítima dessa modalidade de bullying. O levantamento foi feito em 28 países, com 20.793 entrevistados, no período de março a abril de 2018 e divulgados essa semana pelo Portal Meio e Mensagem. A maioria das pessoas ouvidas ainda afirma que as medidas para coibir a prática são insuficientes.

Segundo a matéria, no mundo, 17% dos genitores ouvidos afirmaram que seus próprios filhos sofreram com esse tipo de agressão. Em diversos países, esse número vem crescendo nos últimos anos.  Na África do Sul, por exemplo, desde 2011 a taxa saltou de 10% para 25%. Nos Estados Unidos, o índice avançou 12 pontos percentuais, atingindo 27% em 2018.

A maior parte do assédio é feito dentro de redes sociais. Nesse quesito, a América Latina é a região onde este ambiente é mais comum para a prática do assédio, com 76% dos casos relatados. O menor índice foi registrado nos países da Ásia-pacífico, com 53%. Ao todo, pouco mais da metade das crianças foram vítimas de colegas de sala.

Em entrevista ao Meio e Mensagem, Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs disse que esses “comportamentos antissociais ou de bullying sempre existiram nas relações humanas, especialmente entre crianças e adolescentes. A diferença é que agora as redes sociais potencializam essa prática e a torna ainda mais danosa”.

O executivo afirma, ainda, que ampliar campanhas de conscientização e divulgar canais de denúncias para vítimas de cyberbullying são o primeiro passo para combater a prática. “Investir em tecnologia que permita rastrear e identificar agressores visando tornar as investigações mais ágeis e estabelecer uma regulação mais rígida sobre essa prática também contribuirão para coibir, ao menos parcialmente, a incidência deste comportamento”, sugere.

De acordo com os critérios da pesquisa, o cyberbullying é praticado quando uma criança ou adolescente (ou mesmo um grupo de pessoas menores de idade) intimidam, ofendem, ameaçam ou embaraçam outra criança, especialmente através do uso de tecnologia, como sites, aplicativos de troca de mensagens ou redes sociais

13

Jul

Mídias Sociais

Ficou mais fácil ter uma conta verificada no Instagram

Se você pretende ter sua conta verificada no instagram, ou seja, com aquele selo azul ao lado do nome de usuário na busca, em breve ficará mais fácil. A rede social, que pertence ao Facebook, começou a testar um novo processo de verificação com um formulário e solicitação oficial, acessível publicamente no aplicativo pela primeira vez.

É importante ressaltar que existes alguns requisitos para a aprovação. Segundo o Instagram, o selo é reservado apenas algumas figuras públicas, celebridades e marcas. Portanto, solicitar a verificação é apenas parte do processo - a empresa ainda avaliará se um determinado perfil atende aos critérios.

Por enquanto, o novo formulário está disponível apenas no aplicativo para iPhone do Instagram, na Austrália, e em alguns outros países não especificados, mas a empresa diz que o recurso será liberado também para telefones com Android nas próximas semanas.

Na Austrália e nos outros países onde o novo processo está sendo testado, uma opção de solicitação de conta verificada já aparece nas configurações principais do Instagram.

13

Jul

Mídias Sociais

WhatsApp cria aviso de quando mensagem é encaminhada com o objetivo de ajudar a combater Fake News

Agora o Whatsapp conta com um aviso de que uma mensagem foi encaminhada, e não escrita originalmente por quem está passando a diante. Esse recurso já está disponível para todos os usuários. A nova versão do aplicativo tem como intenção - segundo afirma a empresa - diminuir a disseminação de notícias falsas, pois ajudará a saber se a fonte que repassa o texto recebido é a original, ou se está simplesmente repassando a diante. Com isso, todos vão verificar se o conteúdo é mesmo escrito de fato pelo remetente de envio ou se é uma cópia da mensagem.

A verdade é que o recurso apenas poderá ajudar nesse processo de checagem apresentando claramente se ali há um dos requisitos mais comuns das Fake News - que é o de serem repassadas indiscriminadamente, sem que se saiba a origem, fonte ou veracidade. No entanto, a informação de que a mensagem é "encaminhada" não é suficiente para classificá-la como possível notícia falsa.

Os usuários já podem atualizar o recurso em qualquer sistema de operação, seja ele Iphone ou Android. A partir da mais nova atualização, o conteúdo será evidenciado com a indicação “encaminhada” através de um destaque exibido no início do balão da conversa, junto com a seta. O recurso é destinado em mensagens de texto, imagem, vídeo e áudio.

Veja como verificar se um conteúdo recebido é Fake News:

Confira oito dicas para identificar notícias falsas na internet
 
[PODCAST] Ouça dicas para checar a veracidade do que você recebe na internet e não compartilhar Fake News http://www.blogdajuliska.com.br/podcast-ouca-dicas-para-checar-a-veracidade-do-que-voce-recebe-na-internet-e-nao-compartilhar-fake-news

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Grupos de famílias no Whatsapp são os que mais propagam Fake News, aponta estudo