Mídias Sociais

20

Set

Mídias Sociais

Oito em cada dez brasileiros acreditam que notícias falsas podem impactar os resultados das eleições

O digital está mudando a forma como as pessoas veem o mundo, inclusive com relação às questões eleitorais. Faltando poucas semanas para o primeiro turno das eleições no Brasil, a Avast anuncia uma nova pesquisa com brasileiros abordando a opinião dos entrevistados com relação à veracidade e possíveis impactos das informações, que circulam nas redes sociais, nos resultados eleitorais em outubro próximo. As informações são do Portal Ti Inside.

De acorso com o site, ao serem questionados sobre quais fontes utilizam para obter informações a respeito dos políticos e das eleições, as mídias online são a preferência de 24% dos brasileiros, em seguida está a TV com 22,38%. Já as redes sociais são acessadas por 19,51% dos entrevistados, superando os jornais que são considerados como fonte para 16,92% e o rádio preferido por 10,77%.

A respeito da percepção dos brasileiros sobre a veracidade das notícias que circulam nas redes sociais, a pesquisa apontou que 75% deles não têm sempre certeza de que as informações sejam verdadeiras. Apenas 3,55% dos que participaram do levantamento acreditam que as notícias possam ser reais, enquanto 21,40% não acreditam no que dizem as publicações nas redes sociais.

Ainda segundo a publicação, ao ler sobre as eleições nas plataformas sociais, 61,22% dos brasileiros confessaram buscar por fontes adicionais para certificá-las, enquanto 33,27% apenas fazem essa validação em diferentes websites ou outras fontes algumas vezes.

Portanto, o cenário mostra que os brasileiros estão em alerta para uma possível ameaça cibernética, semelhante àquela envolvendo a Cambridge Analytica que usou "notícias falsas" em redes sociais, para influenciar os eleitores indecisos nos Estados Unidos. Neste sentido, a pesquisa apontou que 80,57% dos brasileiros concordam que as notícias falsas podem sim impactar os resultados das eleições.

Cerca de 96% dos entrevistados identificaram notícias falsas em suas redes sociais. Metade (50,24%) dos participantes da pesquisa consideram que os comentários, de outras pessoas nas redes sociais, não influenciam seu voto. No entanto, três em cada dez brasileiros (30,30%), concordaram que talvez esses relatos pessoais possam exercer tal influência.

No mesmo contexto, 47,78% dos brasileiros disseram não fazer uso de plataformas como o Twitter, Facebook e WhatsApp, como fontes confiáveis de notícias durante o processo eleitoral. Já para 39,24% dos entrevistados algumas plataformas sociais podem ser confiáveis para assuntos políticos, enquanto apenas 12,97% confiam nesse tipo de fonte. Oito em cada dez entrevistados (85,81%) concordam que as redes sociais devem ser responsáveis por remover as notícias, quando se tornam falsas.

Por fim, apenas 32,42% dos brasileiros seguem partidos políticos ou seus candidatos nas plataformas sociais.

Duas diferentes pesquisas com pessoas do Brasil foram conduzidas pela Avast em julho de 2018. Uma delas reuniu 1.280 entrevistados, enquanto participaram da outra 1.000 brasileiros.

Fonte: Ti Inside Online, disponível em: http://tiinside.com.br/tiinside/seguranca/mercado-seguranca/18/09/2018/oito-em-cada-dez-brasileiros-acreditam-que-noticias-falsas-podem-impactar-os-resultados-das-eleicoes/?noticiario=SG&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TI+INSIDE+Online+-+SEGURAN%C7A+-+19%2F09%2F2018+07%3A3

20

Set

Mídias Sociais

Tribunal Superior Eleitoral usa robôs para ajudar a tirar dúvidas de eleitores

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a tirar dúvidas sobre o pleito de outubro e sobre candidatos. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).

Para interagir com os programas, o eleitor precisa enviar mensagens a eles. Os assistentes funcionam como “perfis” com quem o usuário dialoga. No Facebook, basta o usuário procurar o perfil do TSE e enviar uma primeira mensagem. Em seguida, aparecerão diversas opções, como “dúvidas frequentes”, “situação eleitoral”, “quitação eleitoral” e “candidatos”.

Na “situação eleitoral”, por exemplo, basta a pessoa fornecer nome completo e número do título para que o assistente consulte o banco de dados do TSE e informe se a pessoa está apta a votar na disputa de outubro. Caso o eleitor tenha esquecido o número do título, é possível recuperá-lo fornecendo algumas informações (como data de nascimento e nome completo da mãe). O programa permite também consultar a zona eleitoral.

Na opção “candidatos”, é possível buscar todas as candidaturas, tanto nacionais quanto nos estados. O robô apresenta dados básicos e se a candidatura foi ou não deferida. O usuário pode solicitar o programa de governo. O sistema enviará o link para consulta do documento. O programa também dá a opção de ir para o site DivulgaCandContas, onde estão as prestações de contas periódicas dos candidatos.

No Twitter, o robô funciona de forma semelhante. O usuário precisa buscar o perfil do TSE e enviar uma mensagem direta a ele, para que sejam abertas as possibilidades de consulta de informações sobre questões eleitorais e sobre candidatos.

Com informações da Agência Brasil

18

Set

Mídias Sociais

Estudo aponta queda na disseminação de notícias falsas no Facebook

Interações com perfis disseminadores de notícias falsas caíram no Facebook nos últimos dois anos, mas cresceram no Twitter, segundo um artigo publicado por pesquisadores em um estudo sobre desinformação da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Os autores analisaram 570 sites dos Estados Unidos classificados por eles como produtores de conteúdo falso entre janeiro de 2015 e julho de 2018. As fontes de conteúdos falsos foram comparados com páginas e perfis de veículos tradicionais e pequenos de mídia bem como de cobertura segmentada em temas como negócios e cultura.

Segundo a análise, o engajamento (likes, compartilhamentos e comentários) com mensagens desses sites cresceu entre janeiro de 2015 e os meses finais de 2016, logo após as eleições presidenciais dos Estados Unidos. O grupo de sites estudado teve nível de engajamento semelhante às 38 principais páginas de mídia verificadas na pesquisa.

A partir de 2017, as interações caíram mais de 50% no Facebook. No fim de 2016, a plataforma chegou a ter picos de 200 milhões de interações por mês no conjunto dos sites analisados. A média caiu para 70 milhões de engajamentos por mês. “Embora as evidências sejam longe de definitivas, nós vemos como consistente a ideia de que a magnitude geral do problema da desinformação pode ter reduzido, pelo menos temporariamente, e que os esforços do Facebook após as eleições de 2016 para limitar a difusão de desinformação podem ter tido um impacto significativo”, dizem os autores no texto.

Desde dezembro de 2016, o Facebook anunciou um conjunto de medidas que teriam como objetivo barrar a difusão de desinformação dentro da plataforma. Foram celebrados acordos com agências de checagem, marcação de conteúdos como falsos, redução do alcance dessas mensagens e derrubada de contas falsas (veja mais no especial produzido pela Agência Brasil).

Apesar disso, os pesquisadores alertam que os níveis de engajamento com notícias falsas continuam altos e que o Facebook tem um papel importante nessa disseminação. O número de 70 milhões de interações por mês nesses sites de notícias falsas foi considerado pelos autores uma média considerável de reações, compartilhamentos e outras formas de circulação de conteúdos enganosos.

Twitter

Já no Twitter, entre 2017 e 2018 os autores do estudo identificaram uma ampliação de reações, compartilhamentos e outras formas de interação com mensagens enganosas. Enquanto a média mensal de compartilhamentos estava em 2 milhões em janeiro de 2015, em julho de 2018 ela havia chegado a quase 6 milhões por mês.

Na comparação de interações entre Facebook e Twitter, a proporção teve uma queda considerável, saindo de 45:1 (45 engajamentos no Facebook para 1 compartilhamento no Twitter) em 2016 para 15:1 no meio de 2018.

No início do mês, o diretor executivo do Twitter, Jack Dorsey, depôs a um comitê do Senado dos Estados Unidos quando admitiu que a empresa não lidou adequadamente com o problema da desinformação e que não estava preparada para o fenômeno. A plataforma vem focando sua atuação na derrubada de contas falsas, não tendo adotado medidas como a identificação de conteúdos questionados por agências de checagem, como Facebook e Google.

Com informações da Agência Brasil

17

Set

Mídias Sociais

Google poderá manter vídeos de homem condenado por crime eleitoral no RN

O chamado “Direito ao esquecimento”, com o fim de preservar a intimidade de uma pessoa, foi alvo de uma decisão firmada pelos juízes que integram a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Rio Grande do Norte. Os integrantes do órgão julgador acataram os argumentos da Google Brasil Internet LTDA, a qual pedia a não retirada da rede de vídeos de um homem condenado pelo TRE/RN por fraudar certame eleitoral.

Dentre os argumentos, a Google alegou que a importância histórica do conteúdo divulgado supera a proteção individual da privacidade do autor do recurso e afirma que não há lei prevendo o “direito ao esquecimento” no ordenamento jurídico brasileiro, havendo uma gama de dispositivos que apontam em sentido contrário. O fato alegado pela empresa se refere à representação que permanece em trâmite (processo n° 0000801-42.2012.6.20.0029),

O autor (recorrente) ajuizou, inicialmente, a demanda pleiteando a exclusão de vídeos na plataforma do YouTube, intitulados que mostravam sua prisão, ocorrida em outubro de 2012. Ele alegou que tomou conhecimento da existência dos vídeos decorridos seis anos da publicação, quando um cliente questionou se “era ele mesmo naquelas filmagens”, o que teria gerado diversos constrangimentos e violando sua intimidade.

Os fatos que originaram a prisão cautelar capturada nos vídeos e foram apreciados pelo TRE/RN na AIJE n° 0000801-42.2012.6.20.0029, cujo julgamento declarou a inelegibilidade do recorrente para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes, por ter sido operador de esquema abusivo de compra de votos no município de Itajá, inclusive tendo montado uma equipe de campo para tal finalidade.

Segundo a decisão, evidencia-se, desse modo, que nenhum dos paradigmas firmados em recursos especiais, nos tribunais superiores, se amolda ao caso em análise, visto que se está diante de cometimento de crime eleitoral, que traz em seu contexto um manifesto interesse público. “Sempre que existir conflito entre o interesse público e o interesse particular, deverá prevalecer o interesse público, tutelado pelo Estado, respeitados, entretanto, os direitos e garantias individuais expressos na Constituição”, define o relator, juiz Raimundo Carlyle.

Com informações do Tribunal de Justiça do RN

12

Set

Mídias Sociais

Pesquisa mostra que jovens estão deixando de usar o Facebook nos Estados Unidos

Uma pesquisa da ONG Common Sense Media, publicado no site Axios, mostra a atual relação dos jovens dos Estados Unidos com a internet, principalmente com as redes sociais. Entre os dados mais interessantes, o número destes usuários no Facebook teve uma queda considerável: de 68% em 2012 (ano em que o estudo foi feito pela primeira vez) para 15% em 2018. As informações são do Portal B9.

De acordo com a matéria, o motivo para essa debandada dos jovens da rede social de Mark Zuckerberg é simples: o Facebook envelheceu. Não como plataforma e nem pelo que oferece aos usuários, mas por hoje possuir um público que inclui até os avós dessa geração mais nova. E isso não é exagero. Em uma das entrevistadas na pesquisa, uma garota de 16 anos resumiu sua relação com o Facebook como “só uso para me comunicar com meus avós”.

Por outro lado, a porcentagem de adolescentes que acessam a internet várias vezes ao dia subiu de 34% para 70%. A maioria deles prefere utilizar outras redes sociais, como Snapchat (41%) e Instagram (22%).

Segundo Michael Robb, diretor de pesquisas da Common Sense, em entrevista ao site, algumas informações do estudo devem ser vistas com preocupação, como o resultado que aponta que 35% desses jovens preferem mandar mensagens de texto em vez de conversar pessoalmente com os amigos. “Pretendo continuar observando se essa tendência se mantém no futuro. Se essa mudança for real, vale a pena investigar o que ganhamos e o que perdemos ao mudar nossas preferências na maneira como nos comunicamos”, salienta Robb.

Engana-se quem imagina que esses jovens estão dentro de uma bolha alienada, sem identificar quanto tempo passam conectados. 54% se dizem distraídos quando deveriam estar prestando atenção, e 72% acreditam que as empresas de tecnologia manipulam os usuários para passarem mais tempo na internet.

É interessante observar também que 47% dos entrevistados se consideram “viciados em seus smartphones”, mas apenas 24% se intitulam “viciados em redes sociais”.

Para James Steyer, CEO e fundador da Common Sense, os adolescentes por um lado“sentem que as redes sociais fortalecem seus relacionamentos com amigos e familiares, oferecem um importante caminho para autoexpressão e os fazem sentir-se menos sozinhos e mais conectados. Ao mesmo tempo, reconhecem que às vezes os afastam de interações cara a cara e os fazem sentir-se deixados de lado e ‘menos’ que seus pares”.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/96451/jovens-estao-deixando-de-usar-o-facebook-nos-estados-unidos/

11

Set

Mídias Sociais

Pesquisa americana constata que jovens gostam mais de conversar por mensagens de texto do que pessoalmente

Em 2018, foi lançada a segunda parte da pesquisa sobre os hábitos de crianças e adolescentes que utilizam mídias sociais e os impactos dessas tecnologias na vida de tais jovens. Realizada pela Common Sense Media, a primeira etapa foi divulgada em 2012 e analisou como a expansão de Facebook e outros sites de relacionamentos afetam o convívio, o humor e a saúde mental, tendo em vista as experiências vividas no âmbito digital. Os indivíduos analisados têm entre 13 e 17 anos, todos dos Estados Unidos. As informações são do Portal Tecmundo.

O mundo passou por muitas transformações nestes 6 anos e, ao acessarmos os dados de 2012, temos certeza disso. De acordo com o Portal, na época apenas 40% dos jovens possuíam seus próprios smartphones; hoje são quase 90%. Esse fato sozinho já mostra a abrangência das mídias sociais; basta possuir um celular em mãos para acessar qualquer rede.

Outra mudança significativa foi na preferência da plataforma. Enquanto Facebook era a principal rede para 68% do público, atualmente apenas 15% apontam a criação de Mark Zuckerberg como primeira escolha. Já o Snapchat conta com 41% e desponta na liderança. Instagram, com 22%, fecha o pódio.

Sempre alerta

Mais acesso, mais redes e por mais tempo. Segundo a matéria, enquanto apenas 34% dos entrevistados declararam fazer uso das mídias sociais mais de uma vez por dia há 6 anos, atualmente 70% acessam com maior frequência, e 16% indicaram estar constantemente nas plataformas. Como resultado correlacionado, temos uma redução nos números de jovens que preferem interagir pessoalmente: nota-se queda de 49%, em 2012, para 32%, em 2018. Para manter contato com amigos e familiares, mensagens de texto têm a preferência de 35% dos participantes.

Essas mudanças — não só de acesso, mas também de comportamento —, em um curto período, preocupam os envolvidos com educação de jovens. Para Julie Lythcott-Haims, ex-reitora da Universidade de Stanford e atual integrante do conselho da Common Sense, é de responsabilidade dos pais e educadores direcionar os filhos no contato com outras crianças e até mesmo estimular a vivência em sociedade. Julie comenta que, ao interagir pessoalmente, as crianças desenvolvem mais empatia, o que é muito mais proveitoso do que as mensagens de ódio facilmente disseminadas online, por exemplo.

Esse é um ponto crítico também da pesquisa. Cerca de 13% dos jovens em 2018 sofreram algum tipo de bullying cibernético, e 64% deles passam por mensagens homofóbicas, racistas, sexistas ou de ódio religioso enquanto navegam. Outro dado alarmante: 21% praticam essas atividades. Para a escritora Aija Mayrock, autora de "Bullying: Guia de Sobrevivência", o caminho para que haja uma melhor relação das crianças com o mundo passa por uma boa convivência com os pais.

Quando são tratadas de forma autoritária, as crianças acabam se afastando, aprendendo por conta e tendo mais chances de sofrer algum trauma. Ao ter abertura para conversar com os pais, elas podem aprender dentro de casa sobre riscos, impactos e melhores maneiras de ter acesso às mídias.

O lado positivo, para 27% dos entrevistados, é que o acesso às plataformas tem um papel importante no desenvolvimento criativo. Outros pontos de destaque são: organização na atividades extracurriculares, divulgação de notícias e debates políticos. O resultado mais preocupante, segundo os pesquisadores, é quanto ao tempo gasto pelos jovens com as mídias sociais e como isso os afeta diferentes.

Ao mesmo tempo que tais hábitos podem gerar um distanciamento da realidade empática, contribuindo para depressão e baixa autoestima, também aparecem como questões animadoras a possibilidade de expandir o conhecimento, o apoio a causas importantes da sociedade e o contato mesmo que em longas distâncias.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/134115-jovens-preferem-conversar-mensagens-texto-pessoalmente.htm

6

Set

Mídias Sociais

Facebook e Twitter são questionados no Senado dos Estados Unidos

Representantes do Facebook e do Twitter foram questionados por senadores em audiência promovida pelo Comitê de Inteligência. Entre os diversos temas abordados, os parlamentares cobraram os executivos pela dificuldade em combater a influência de outros países no debate político nas redes sociais e em processos eleitorais. Os políticos também criticaram os prejuízos causados pela disseminação de desinformação (e das chamadas notícias falsas) e de mensagens de ódio no interior das plataformas.

A preocupação com a influência externa na política dos EUA ganhou visibilidade com os indícios de que grupos russos teriam atuado nas eleições presidenciais do país em 2016. Uma investigação foi aberta no Parlamento e tanto Facebook quanto Twitter admitiram ter identificado contas controladas por russos com atuação no pleito. Perfis com responsáveis de outros países também foram localizados. O receio foi retomado com a aproximação das eleições intermediárias deste ano no país.

O presidente do Comitê, senador Richard Burr (Republicano – Carolina do Norte), destacou a insuficiência das medidas adotadas pelas empresas contra atuações nocivas no debate político, especialmente estrangeiras. “Infelizmente, essa vulnerabilidade de segurança nacional e risco inaceitável continuam sem respostas. Providências estão sendo tomadas, mas esses problemas não estão indo embora. Não tenho nem certeza se estão indo na direção correta”, comentou, em tom crítico.

A executiva-chefe de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, reconheceu que as eleições de 2016 evidenciaram o que pode acontecer quando há abusos nos serviços da empresa, como o uso destes pela Rússia em uma campanha de minar instituições democráticas e interferir nas eleições. “Nós fomos muito lentos para entender isso e para agir. Isso é nossa culpa”, admitiu, assim como Mark Zuckerberg já havia feito nas audiências no Parlamento ricano em maio.

Ela citou como respostas apurações internas, monitoramento de conteúdos por sistemas automatizados e por profissionais e a derrubada de contas não autênticas. A executiva mencionou a remoção de contas vinculadas a grupos Russos, do Irã e de Mianmar. “Estamos trabalhando com especialistas de fora e governos para compartilhar informação sobre ameaças e prevenir abusos. Estamos ficando melhor em achar e parar nossos oponentes. Mas não temos acesso à inteligência a que o governo tem. Nós nem sabemos sempre quem está por trás dos ataques e seus motivos”, ponderou.

O chefe-executivo do Twitter, Jack Dorsey, também admitiu falhas da empresa em lidar com esse e outros problemas. “Não estamos orgulhosos de como essas interações livres entre usuários estão sendo aparelhadas e usadas para distrair e dividir pessoas e nossa nação. Nós nos encontramos mal preparados e mal equipados para a imensidão de problemas que identificamos. Abuso, assédio, exércitos de trolls, propaganda por bots [robôs] e humanos, campanhas de desinformação e filtros-bolha. Isso não é uma praça pública saudável”, assumiu.

Entre as medidas do Twitter, Dorsey citou a fiscalização e a derrubada de contas falsas em uma média de 8 a 10 milhões por semana. Segundo ele, a companhia aumentou em 200% o ritmo de remoção desse tipo de perfil no seu interior. A senadora Susan Collins (republicana – Maine), entretanto, criticou o fato de a empresa não ter avisado usuários que seguiam ou interagiam com contas operadas por agentes russos. “Precisamos de algo mais, dizer pessoas que elas pessoas foram envolvidas, vítimas inocentes de influência estrangeira”, disse. “Concordo, é inaceitável”, respondeu o chefe-executivo do Twitter.

Os senadores criticaram a ausência de representantes do Google na audiência. “Google tem uma imensa responsabilidade nesse espaço [da internet] dado o seu tamanho e influência. Eu pensei que os líderes do Google queriam mostrar o quão levam a sério esses desafios”, disse o senador Mark Warner.

Com informações da Agência Brasil

30

Ago

Mídias Sociais

Tribunal Superior Eleitoral retoma campanha que desmascara mitos e boatos eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou a campanha Mitos Eleitorais, desenvolvida para veiculação em redes sociais com o objetivo de esclarecer o eleitor e desfazer dúvidas que envolvam o processo de votação. Lançada em junho de 2017, a campanha é composta por 19 vídeos que abordam temas como segurança do voto e da urna eletrônica, votos brancos e nulos, obrigatoriedade de participação nas eleições e regras das campanhas eleitorais.


Desenvolvidos com linguagem adequada às redes sociais, recorrendo a animações curtas, utilização de infográficos e edição dinâmica, os vídeos podem ser acessados nas páginas do Facebook, Twitter e YouTube da Justiça Eleitoral. Esta é a terceira vez que o TSE veicula a campanha Mitos Eleitorais, que já alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações no Facebook e YouTube desde o lançamento.

A retomada da veiculação da campanha Mitos Eleitorais é motivada pelo período pré-eleitoral, quando, juntamente com a elevação do interesse pelo tema, também crescem os boatos e informações equivocadas que podem prejudicar o eleitor. Os vídeos que integram a campanha Mitos Eleitorais podem ser acessados nas páginas do TSE na internet, como o Facebook (@tsejus), Twitter (tsejusbr) e YouTube (justicaeleitoral).

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral

29

Ago

Mídias Sociais

Instagram: agora qualquer usuário poderá pedir um “selinho azul”

O Instagram anunciou que a partir de agora, qualquer usuário da rede social de imagens poderá solicitar que sua conta seja verificada com o objetivo de obter um “selinho azul” ao lado do nome. De acordo com matéria do Portal Tecmundo, até agora era o próprio Instagram que entrava em contato com usuários famosos ou contas de empresas com uma grande legião de seguidores para perguntar se eles gostariam de ser verificados.

Segundo o site, havia inclusive um mercado negro na internet que essencialmente vendia essa verificação de contas, mas isso deve se tornar coisa do passado. Para obter a verificação, será necessário apenas acessar as configurações do app no Android e no iOS e tocar em “Solicitar Verificação” ou “Request Verification”.

Será necessário informar seu nome completo e fornecer documentação pessoal ou da empresa a qual a conta do Instagram está vinculada. Depois de algum tempo, a rede social enviará uma notificação ao usuário explicando se a solicitação foi ou não aceita. Caso a resposta seja positiva, o selo azul ao lado do nome do usuário deve ser exibido imediatamente.

Mais segurança

O Instagram ainda está implementando outras medidas focadas em melhorar a segurança dos usuários e fazer com que seja mais fácil saber se contas são ou não quem dizem ser. Por exemplo, a verificação em duas etapas para login no app em breve terá suporte ao Google Authenticator e ao DUO Mobile, dando alternativas aos códigos enviados via SMS e não são tão seguros.

A plataforma também vai implementar uma seção chamada “Sobre essa conta”. A novidade estará visível para todos os seguidores de contas públicas e vai trazer algumas informações sobre o seu passado. Por exemplo, será possível conferir quando determinada pessoa entrou no Instagram, seu histórico de mudanças de nomes de usuário e também informações sobre a publicação de anúncios na conta. “Nossa comunidade nos contou que é importante ter um entendimento mais profundo sobre contas que atingem muitas pessoas no Instagram”, revelou a rede social em comunicado oficial.

Essa novidade será importante especialmente para minimizar a ação de contas que disseminam fake news ou tentam moldar a opinião dos seguidores de forma política com informações equivocadas. Esse recurso em específico começará a funcionar a partir de setembro, quando as contas com grande quantidade de seguidores poderão revisar as informações antes que elas se tornem públicas.

A integração do sistema de autenticação em duas etapas com serviços de terceiros e também a possibilidade de solicitar um selo azul de usuário verificado estarão disponíveis gradualmente ao longo das próximas semanas para todo mundo no Instagram.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/133654-instagram-qualquer-usuario-pedir-selinho-azul.ht

29

Ago

Mídias Sociais

Instagram é usado como ferramenta didática em sala de aula em universidade de Natal

Presente na rotina de alunos e professores, as redes sociais estão cada vez mais inseridas em nosso cotidiano, modificando as relações pessoais e profissionais. E por que não explorar mais as funcionalidades dessas redes e utilizá-las como ferramenta didática em sala de aula?

 Foi pensando no processo de aprendizagem, que alunos do Programa de Monitoria de Fisiologia Humana do UNI-RN criaram um perfil no Instagram a fim de divulgarem as atividades realizadas nas aulas de monitoria.

O perfil foi criado em 2017 e hoje já conta com mais de 1000 seguidores. Seus conteúdos didáticos são ao mesmo tempo dinâmicos e dizem respeito aos temas discutidos em sala de aula, auxiliando na formação dos alunos que estão no projeto de monitoria.

Coordenado pelo professor do UNI-RN, Eduardo Farias, o grupo de monitoria é formado pelos alunos Ingrid de Souza, Agliberto Lima, Glenda Fonseca, Camila Monteiro e Carla Lima, dos cursos de Fisioterapia e Nutrição, que produzem o conteúdo e administram o perfil no Instragram.

“O intuito do perfil é trazer o pessoal para sala de aula de forma mais animada e divertida”, declara Glenda Fernandes, aluna do 4º período de Fisioterapia, e membro do programa de monitoria há um ano. Os alunos contam que o propósito é promover uma maior dinamicidade entre a relação aluno-monitor, quebrando o padrão clássico de ensino. Confira o que acontece na monitoria de fisiologia acompanhando o Intagram: @monitoriafisiologiaunirn

Na edição do Congresso de Iniciação Científica do UNI-RN (CONIC) de 2017, o grupo de monitoria em fisiologia foi premiado com mérito acadêmico, apresentando o trabalho com os resultados da monitoria durante aquele ano. 

27

Ago

Mídias Sociais

Ministério da Saúde quer combater fake news com serviço pelo WhatsApp

Um canal no aplicativo WhatsApp vai possibilitar que a população consulte se a notícia sobre saúde que recebeu nas redes sociais é verdadeira ou falsa. O anúncio foi feito hoje (27) pelo Ministério da Saúde. De acordo com a pasta, qualquer cidadão poderá adicionar gratuitamente o número (61) 99289-4640 nos contatos do celular.

“Ele servirá exclusivamente para verificar com os profissionais de saúde nas áreas técnicas da pasta se um texto ou imagem que circula nas redes sociais é verdadeiro ou falso. Ou seja, é um canal exclusivo e oficial para desmascarar as notícias falsas e certificar as verdadeiras”, informou o ministério, por meio de nota.

No comunicado, o diretor de Comunicação Social da pasta, Ugo Braga, classifica as chamadas fake news como “praga da modernidade” que vem sendo usada de toda forma para manipular, enganar, iludir e prejudicar. “No caso da saúde, é muito mais grave, porque a notícia falsa mata”, reforçou, ao citar o WhatApp como principal veículo de transmissão de notícias falsas.

A ferramenta vai funcionar da seguinte forma: a partir do recebimento das mensagens, o conteúdo será apurado junto às áreas técnicas do órgão e devolvido ao cidadão com um carimbo que informa se é falso ou não. Dessa maneira, será possível compartilhar a informação de forma segura.

As notícias analisadas pela equipe do ministério também estarão disponíveis no endereço saude.gov.br/fakenews e nos perfis do ministério nas redes sociais.

Com informações da Agência Brasil

27

Ago

Mídias Sociais

Turma da Mônica cria perfil oficial no Twitter e ganha mais de 100 mil seguidores em dois dias

A Turma da Mônica, cada vez mais tecnológica, embarcou agora na onda do Twitter.  As postagens dessa turminha já estão fazendo sucesso com os memes publicados. A cara sarcástica de Mônica e o Cebolinha das trevas são alguns dos memes mais populares das redes sociais.

O estúdio de Mauricio de Sousa criou o perfil para a Turma da Mônica no Twitter, e a ideia já está rendendo boas piadas. Os números comprovam: já são mais de 100 mil seguidores.

Entre as publicações da @turmadamonica, estão a imagem já conhecida de Mônica, a opinião da Magali sobre o almoço e outras sacadas dos quadrinhos que foram publicados pela primeira vez em 1959. Com o avanço das redes sociais nos últimos anos, os internautas se apropriaram de diversas faces e situações dos personagens para gerar memes.

Fonte: Revista Versar, disponível em: https://www.revistaversar.com.br/turma-da-monica-cria-perfil-oficial-no-twitter/

27

Ago

Mídias Sociais

Aplicativo dá transparência e dificulta abusos no Facebook

Ao abrir uma "Linha do Tempo" do Facebook, usuários são inundados com mensagens. Uma parte importante delas é de anúncios ou conteúdos patrocinados (ou impulsionados, no jargão usado pela rede social). Desde o início da campanha eleitoral, os brasileiros passaram também a receber propaganda de candidatos e partidos, canal utilizado pela primeira vez na disputa deste ano.

Mas muitas pessoas não sabem o porquê de estarem recebendo essas publicações pagas. Outras não diferenciam esse tipo de mensagem daquelas enviadas por amigos. Um aplicativo lançado nesta semana pode ajudar usuários a lidar com essas práticas de direcionamento, ao dar mais transparência e dificultar o uso de dados para a segmentação de anúncios. O Fuzzify.me é uma extensão (plug-in) e pode ser instalada gratuitamente em navegadores Chrome e Firefox .

A ferramenta foi produzida pela organização brasileira Coding Rights, que atua com direitos humanos e tecnologias digitais. O desenvolvimento contou também com a participação de pesquisadoras de outras entidades internacionais, como Human Rights Watch.

Transparência

Depois de instalada, a extensão é mostrada na forma de um botão no canto superior direito do navegador, ao lado do menu. Ao abri-la, é possível ver os anúncios publicados na "Linha do Tempo" e o motivo de eles serem mostrados. Assim, o recurso ajuda o usuário a compreender melhor como seu perfil está sendo construído e que tipo de segmentação está sendo adotada por cada anunciante.

“A ideia é que, olhando a Linha do Tempo e porque você está sendo alvejada com anúncios, vá entendendo como o Facebook está te perfilando e te vendendo. Pensamos que seria interessante no contexto de eleições para pegar os anúncios políticos também”, explicou à Agência Brasil Joana Varon, uma das criadoras da ferramenta.

Dificultando anúncios

Mais do que apenas mostrar ao usuário como seus dados estão sendo usados, o Fuzzify.me ajuda a pessoa a “limpar” as preferências de anúncios. O controle dessas configurações já existe no Facebook, mas a extensão facilita tanto a visualização das diversas fontes de informação usadas para segmentar anúncios (como seus interesses ou os anunciantes com quem se relaciona) quanto a remoção destas da plataforma.

Com informações da Agência Brasil

22

Ago

Mídias Sociais

Usuários gastaram 85 bilhões de horas no WhatsApp nos últimos três meses

Os usuários do WhatsApp gastaram 85,21 bilhões de horas no app em um período de três meses: de maio a julho deste ano. O mensageiro é o aplicativo em que as pessoas mais passam tempo, seguido por outro app de conversas, o WeChat. O Facebook aparece em terceiro lugar no ranking, que tem ainda Messenger e Pandora no top 5.

Os dados são da empresa de análise de aplicativos Apptopia, que divulgou as informações coletadas nos últimos três meses. Nesse mesmo período, o Clash of Clans foi o jogo para celular com maior tempo gasto no total, somando 3,83 bilhões de horas entre os usuários. Os números dizem respeito à soma obtida na App Store e na Google Play Store, desconsiderando as lojas Android não-oficiais, como as que existem na China e outros mercados.

Matéria publicada pelo Portal Techtudo mostra que uma das curiosidades do ranking está no fato de que os apps favoritos no Android não correspondem exatamente aos do iPhone. O WhatsApp foi o campeão de tempo gasto pelos usuários do sistema do Google, que passaram 59,27 bilhões de horas no mensageiro. No entanto, os adeptos da Apple ficaram 30,99 bilhões de horas no Facebook, mais do que as 25,94 bilhões de horas despendidas no WhatsApp.

Ainda segundo o texto, outro aspecto interessante é que o Facebook conseguiu emplacar quatro aplicativos no top 10 dos mais presentes na vida dos usuários — o próprio WhatsApp, Facebook, Messenger e Instagram, que aparece em sétimo lugar na lista geral e na da App Store, enquanto assume a sexta posição na Play Store. Já o Google traz dois: o YouTube, em sexto no geral, e o Maps, que aparece em nono.

O número absoluto dos games, bem inferiores em relação aos aplicativos, não deve ser confundido com fracasso. Pelo contrário: os jogos são os maiores responsáveis por compras dentro do app, sendo os mais rentáveis tanto na Play Store quanto na App Store. A diferença reside fundamentalmente na quantidade de usuários, que é menor neste segmento.

Aqui também há descompasso entre usuários dos dois sistemas móveis principais. Das 3,83 bilhões de horas gastas no Clash of Clans, 2,92 bilhões foram a partir de smartphones Android, deixando apenas 0,91 bilhão para o iOS. O jogo que mais consumiu o tempo dos usuários Apple foi o Fortnite, com 2,98 bilhões de horas. Mesmo sem versão para o SO rival, o joguinho conseguiu alcançar o quarto lugar geral.

Top 10 apps com maior tempo gasto no geral

  • 1. WhatsApp
  • 2. WeChat
  • 3. Facebook
  • 4. Messenger
  • 5. Pandora
  • 6. YouTube
  • 7. Instagram
  • 8. Twitter
  • 9. Google Maps
  • 10. Spotify

Top 10 jogos com maior tempo gasto no geral

  • 1. Clash of Clans
  • 2. My Talking Tom
  • 3. Candy Crush Saga
  • 4. Fortnite
  • 5. Lords Mobile
  • 6. Subway Surfers
  • 7. Helix Jump
  • 8. Slither.io
  • 9. PUBG Mobile
  • 10. Fishdom

Fonte: Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/08/usuarios-gastaram-85-bilhoes-de-horas-no-whatsapp-nos-ultimos-tres-meses.ghtml

22

Ago

Mídias Sociais

Sistema da rede social Facebook classifica usuários por confiabilidade de denúncias

O Facebook classifica usuários que denunciam publicações como "notícias falsas", atribuindo maior ou menor pesos à sua confiabilidade. O sistema da rede social dá uma nota maior àquelas pessoas autoras de uma denúncia de um conteúdo que depois foi confirmado por agências de checagem. Já os autores de questionamentos não endossados na análise da rede social teriam um impacto no seu grau de confiabilidade.

Segundo a gerente de produto responsável pelas estratégias de combate à desinformação da empresa, Tessa Lyons, a nota dada aos usuários não é um indicador absoluto, mas uma referência usada para avaliar denúncias de posts enviadas pelos usuários. A medida estaria relacionada à preocupação de haver pessoas apontando mensagens como falsas por discordar do conteúdo ou da fonte da informação. A informação foi dada pela executiva em entrevista ao jornal The Washington Post, dos Estados Unidos.

Segundo o escritório do Facebook no Brasil, a classificação é utilizada para evitar o uso indevido da ferramenta de denúncia. "Estamos desenvolvemos um processo para proteger nossa comunidade de pessoas que denunciam de forma indiscriminada conteúdos como sendo falsos na tentativa de burlar as regras da plataforma. Fazemos isso para ter certeza de que nossa luta contra a desinformação seja mais efetiva", afirmou a empresa por meio de sua assessoria.

A denúncia de posts é uma das ferramentas disponibilizadas pela plataforma para identificar desinformação. Ela é um dos canais utilizados para análise realizada por sistemas informatizados, por equipes responsáveis pela avaliação de textos com indícios de problemas ou por agências de checagem de fato parceiras. A empresa, contudo, afirma que não remove uma publicação por ser uma “notícia falsa”, mas pode reduzir seu alcance.

“Não é incomum pessoas nos dizerem que algo é falso simplesmente porque discordam da premissa de um artigo ou estão intencionalmente visando um veículo”, afirmou Lyons ao jornal.

Com informações da Agência Brasil