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17

Out

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Apoiadores de Donald Trump ganham aplicativo de namoro exclusivo nos Estados Unidos

Do jeito que anda o radicalismo político por aqui, daqui a pouco a ideia de segregar paqueras por preferência política chega por aqui também. Mas veja só: 

Os Estados Unidos agora têm um novo aplicativo de relacionamento, com uma proposta um tanto peculiar. Lançado ontem, o Donald Daters estimula a paquera entre simpatizantes do presidente Donald Trump e tem como slogan a frase “Make America Date Again”, uma analogia ao mote “Make America Great Again” usado por Trump na campanha presidencial.

Além de um tanto bizarro, o app já teve um grande problema: o vazamento de dados dos usuários. O pesquisador de segurança Baptiste Robert conseguiu baixar e compartilhar todo o banco de dados dos usuários do aplicativo em um dia. Robert teve acesso aos nomes, fotos e mensagens privadas dos usuários.

O aplicativo foi criado por Emily Moreno, que trabalhou na última campanha do senador republicano Marco Rubio. Várias organizações de notícias do país entraram em contato com ela para saber sua posição sobre o incidente de segurança, mas ela não respondeu.

Motherboard escreve que parece que muitas pessoas ainda não estão usando o programa, enquanto outro relatório alega que cerca de 1.600 já estão online. Parece mesmo haver mensagens de usuários que também notam poucas pessoas no site e se queixam de gastar dinheiro com isso.

Com informações do B9 

17

Out

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Conselho de Fake News do TSE se reúne com Whatsapp para discutir disseminação de notícias no aplicativo

Integrantes do Conselho Consultivo para notícias falsas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizaram nesta terça-feira (16) uma reunião à distância com representantes da plataforma de troca de mensagens WhatsApp. O objetivo foi discutir formas de garantir o alcance de respostas diante da divulgação de notícias falsas dentro da rede social.

A videoconferência foi uma providência decidida em reunião realizada na semana passada. Integrantes do colegiado manifestaram receios em relação à disseminação de notícias falsas na plataforma, especialmente mensagens e vídeos colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral e apontando supostas fraudes nas urnas.

Uma das preocupações manifestadas por integrantes do órgão após o encontro foi como encontrar meios para garantir que desmentidos e direitos de resposta alcançassem no WhatsApp usuários atingidos pelas mensagens iniciais, prática mais comum em redes como Facebook e Twitter.

Segundo o vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, na videoconferência de ontem o WhatsApp se propôs a disponibilizar ferramentas ao TSE já adotadas por agências de checagem de conteúdos enganosos e fabricados. Mas o vice-procurador não detalhou que sistemas poderão ser aplicados e qual a serventia deles.

De acordo com Jacques de Medeiros, os representantes da plataforma relataram encontrar “dificuldades” para aplicar a metodologia de outras redes sociais, como mecanismos de checagem de fatos (como no Facebook e no Google) e possibilidades de veiculação de direito de resposta aos mesmos usuários alcançado pelas mensagens originais consideradas falsas. O WhatsApp estaria “aquém disso”, nas palavras do procurador.

Propostas

A ONG Safernet, uma das participantes do conselho consultivo do TSE, apresentou um documento à parte com propostas ao WhatsApp. Entre elas estão a redução da possibilidade de encaminhamento de mensagens para até cinco destinatários (como adotado na Índia) e a limitação da possibilidade de criação de grupos e de participação neles por um mesmo usuário, o que abre espaço para abusos de sistemas automatizados.

A organização também defendeu que o WhatsApp adote sistemas de verificação de conteúdos e de indicação daquelas mensagens atestadas como falsas por agências de checagem, estabelecendo limitadores para seu compartilhamento em massa. Por fim, o documento de recomendações chama a empresa a atuar em conjunto com o TSE para evitar que seja um instrumento de massificação de notícias falsas e interferência eleitoral.

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

16

Out

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Fake News: TSE debate notícias falsas com campanhas dos presidenciáveis

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, vai se reunir, nesta terça-feira (16), com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Na pauta do encontro, previsto para as 18h, em Brasília, estão as notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral. O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem abalar a credibilidade do pleito. Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais.

Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet. Na semana passada, o ministro Luis Felipe Salomão negou um pedido da coligação de Haddad (PT/PCdoB/PROS) para remoção de conteúdo veiculado no grupo do WhatsApp “a Rede – Eleições 2018”.  

Para Salomão, as mensagens enviadas pelo aplicativo não são abertas ao público, como acontece nas redes sociais. Nesse caso, segundo o ministro, a comunicação fica restrita a um grupo de pessoas.

Com informações da Agência Brasil

15

Out

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Twitter teve mais de 2 milhões de postagens sobre divergências políticas após 1º turno

Entre as 19h de domingo (7) e as 15h de quinta-feira (11), usuários do Twitter movimentaram a rede com 2,7 milhões de postagens relacionadas a ataques motivados por divergências político-ideológicas, no contexto das eleições, e relatos de pessoas que temem se tornar alvo desse tipo de agressão. De acordo com a Diretoria de Análise de Políticas Públicas (Dapp), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que produziu o mapeamento, a parcela populacional que mais manifestou apreensão diante das ocorrências foram pessoas LGBTI+, negros e mulheres.

O pico de publicações veiculadas com esse teor foi identificado já na primeira hora de análise, período em que se registrou uma média de 3,2 mil tweets - como são chamadas as micropostagens do Twitter - por minuto. Nesse momento, informou o Dapp, houve predominância de tweets de usuários que faziam menção ao medo diante dos resultados do primeiro turno.  

No dia seguinte, o assunto mais comentado no Twitter foi a morte do capoeirista Mestre Moa, citado em 112 mil postagens. Um grande volume de denúncias sobre outros casos e compartilhamentos de conteúdos que noticiavam agressões a jornalistas e eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT) também foi identificado, segundo a Dapp.

Na data, postagens repercutindo incidentes de violência psicológica e moral, como ofensas virtuais e ameaças também se multiplicaram na rede, evidenciando que as vítimas têm sido agredidas nas ruas e nos mais diversos locais, incluindo o transporte público e seu próprio local de trabalho. Ao mesmo tempo, usuários da rede divulgaram campanhas e iniciativas como forma de encorajá-las a denunciar formalmente os agressores.

Violência

Ainda conforme levantamento da Dapp, na quarta-feira (10), os posicionamentos oficiais do candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário, Fernando Haddad (PT) mobilizaram significativamente o debate em torno das violências cometidas após o primeiro turno do pleito. Os candidatos assinavam dois dos cinco tweets de maior impacto no período. 

Junto às declarações de ambos os candidatos, informaram os pesquisadores da Dapp, prevaleceram as menções ao caso da jovem agredida e marcada com uma suástica, no Rio Grande Sul. Ao todo, foram identificadas 329 mil referências ao fato.

"Tanto perfis contrários a Bolsonaro quanto favoráveis discutiram sobre o ataque, com críticas à volta de situações violentas associadas ao nazismo, à quantidade de ataques a minorias (em especial homossexuais) e à falta de posicionamento das autoridades. Perfis pró-Bolsonaro, com base em entrevistas com a equipe que investiga o crime, questionaram se foi, de fato, um crime de ódio, e argumentaram que nem todos os ataques são de apoiadores do deputado federal, mas sim de opositores que desejam prejudicá-lo na eleição", destacou a Dapp em seu relatório.

Histórico

Números da Dapp mostram ainda que, no mês que antecedeu o debate eleitoral, a cada dia uma média de 35,9 mil tweets fazia menção a agressões e casos de violência associados ao contexto político das eleições, excluídas as referências ao ataque a Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG). Nessa fase, esse tipo de conteúdo foi veiculado tanto pelo eleitorado de Bolsonaro como o de Haddad e dos demais candidatos à Presidência da República. De 7 de setembro a 7 de outubro, foram publicados 1,1 milhão de tweets sobre agressões. 

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

12

Out

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Dia das Crianças: Confira o ranking dos canais infantis mais influentes do youtube

Motivada pelo Dia das Crianças, comemorado em 12 deste outubro, a Rede Snack, multiplataforma brasileira de social video, anuncia o ranking dos dez canais infantis mais influentes e visto no YouTube Brasil. O estudo foi realizado neste mês pela área de tendência Snack Intelligence, à frente de pesquisas, monitoramento e análises de mercado audiovisual digital. As informações são do portal meio e mensagem.

A pontuação dos mais influentes leva em conta uma fórmula que analisa dez diferentes métricas como alcance, frequência de postagem e capacidade de influenciar a audiência. Já a dos mais vistos é baseada no número de visualizações de cada canal.

O primeiro lugar no ranking dos mais influentes é ocupada pelo canal Felipe Neto, que soma 1042 pontos, de acordo com a Rede Snack. A lista dos mais vistos, por sua vez, é encabeçada pelo canal Galinha Pintadinha, que possui 9,8 bilhões de visualizações. “É importante notar que na lista de mais vistos e na lista de mais influentes tem alguns nomes coincidentes, mas não na mesma posição. Ou seja, a influência não é uma razão direta do número de visualizações”, disse Vitor Knijnik, um dos fundadores da Rede Snack, em nota.

Confira o ranking dos canais infantis mais influentes e dos mais vistos no YouTube:

 

Os canais infantis mais influentes

 

  • 1. Canal Felipe Neto – 1.042

  • 2. Canal Luccas Neto – 959
  • 3. Canal Rezendeevil – 947
  • 4. Canal Irmãos Neto – 923
  • 5. Canal Camila Loures – 909
  • 6. Canal Enaldinho – 908
  • 7. Canal AuthenticGames – 902
  • 8. Canal Flavia Calina – 886
  • 9. Canal Planeta das Gêmeas – 882
  • 10. Canal KidsFun – 880

 

Os canais infantis mais vistos

 

  • 1. Canal Galinha Pintadinha – 9,8 bilhões de visualizações

 

  • 2. Canal Turma da Mônica – 7,1 bilhões de visualizações
  • 3. Canal Rezendeevil – 6,9 bilhões de visualizações
  • 4. Canal AuthenticGames – 6,2 bilhões de visualizações
  • 5. Canal TotoyKids – 6,1 bilhões de visualizações
  • 6. Canal Felipe Neto – 4,8 bilhões de visualizações
  • 7. Canal Luccas Neto – 4,6 bilhões de visualizações
  • 8. Canal TazerCraft – 3,7 bilhões de visualizações
  • 9. Canal Erlania e Valentina – 3,2 bilhões de visualizações
  • 10. Canal Paulinho e Toquinho – 2,8 bilhões de visualizações

Fonte: Meio e mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2018/10/10/os-canais-infantis-mais-influentes-no-youtube.html

11

Out

Mídias Sociais

Banco do Brasil inicia serviço de transações financeiras por WhatsApp

Clientes do Banco do Brasil (BB) agora podem fazer transações financeiras por meio do WhatsApp. Ao todo, 11 tipos de serviços podem ser realizados pelo aplicativo de mensagens. O banco está liberando a novidade para cerca de 500 mil clientes a cada semana, mas a ferramenta estará disponível a todos os correntistas nas próximas semanas.

De acordo com o BB, as seguintes transações estão disponíveis por meio do WhatsApp: transferências, consulta do código Iban (que indica o número de conta internacional), recarga de celular, liberação de cartão, saldo de conta-corrente, extrato de conta-corrente, saldo de poupança, extrato de poupança, extrato de fundos de investimento, rastreio de cartão e emissão de fatura de cartão.

Desde junho, o banco oferece consultas pelo WhatsApp e pelo Twitter. Agora, a ferramenta foi expandida para transações financeiras. Todas as operações são executadas por meio de um sistema de inteligência artificial. Segundo o Banco do Brasil, as transações são seguras porque são criptografadas de ponta a ponta.

Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp, é necessário apenas salvar o telefone (61) 4004-0001 no celular e iniciar uma conversa. No caso de consultas, o banco envia um código de confirmação por meio de notificações push ou por SMS. Para as demais transações, o cliente também deverá digitar a senha, antes de receber uma resposta em texto confirmando a transação. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente será encaminhado a um funcionário do banco.

Com informações da Agência Brasil

10

Out

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Nova atualização do Instagram permite Stories com mais de 15 segundos. Saiba como.

O Instagram vai atualizar a ferramenta Stories, que permite a publicação de pequenos vídeos efêmeros de 15 segundos feita por usuários. Segundo o Android Police, o aplicativo permitirá que os usuários gravem vídeos mais longos, sem restrição de tempo, para depois dividí-los em segmentos.

Um vídeo publicado no YouTube pelo usuário Smarth Verma mostra como a ferramenta atualizada vai funcionar: enquanto você grava o Stories, a cada 15 segundos, o Instagram armazena em sequência o que foi capturado.

Ainda não está claro que se a novidade chega na próxima versão de atualização do aplicativo ou se o Instagram ainda está em fase de testes. Acompanhe abaixo o vídeo mostrando como os novos Stories vão funcionar:

Fonte: TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/135036-instagram-permitir-stories-15-segundos.htm 

8

Out

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Polarização política eleva índice de desinformação propagada nas redes sociais, diz estudo

Estudo do Instituto para Internet de Oxford, da Universidade de Oxford (EUA), revela que polarização política no Brasil motivou a maior propagação de dois tipos de desinformação nas redes sociais no primeiro turno da eleição: as junk news – ou notícias distorcidas – e as informações falsas. A pesquisa foi feita com base em publicações no Twitter, onde apenas 1,2% do conteúdo mostrou ser lixo digital. Os pesquisadores, entretanto, alertam que, no caso do Brasil, as notícias falsas são preferencialmente propagadas em outras redes e em aplicativos de mensagens, como o WhatsApp.  As informações são do Portal ANJ.

"Apenas uma pequena parte da população brasileira politicamente experiente usa o Twitter, enquanto plataformas de mensagens privadas como WhatsApp e Facebook Messenger são mais populares no público em geral, oferecendo novos caminhos para a disseminação da desinformação”, explIca ao Portal, Nahema Marchal, uma das pesquisadoras. “A polarização do discurso político usando retórica ideologicamente extrema e populista tornou-se uma receita para o sucesso nas eleições na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. Os eleitores brasileiros não estão imunes a tais ameaças”, complementa outra autora da pesquisa, Lisa-Maria Neudert.

De acordo com a matéria, o estudo indica que no Twitter, ao contrário de outros países da Europa ou dos Estados Unidos, os eleitores no Brasil compartilham um nível muito baixo de conteúdo conspiratório, enganoso ou falso mascarado como notícia no período que antecede as eleições, diz Neudert. “Os usuários do Twitter no Brasil compartilharam altos níveis de notícias profissionais.”

Junk news e robôs

Mesmo assim, a pesquisa, que analisou dados de quase um milhão de tweets de mais de 200 mil usuários únicos enviados entre 19 e 28 de agosto de 2018, revela os perigos da desinformação espalhada nas redes sociais, principalmente em ambientes políticos polarizados. As junk news, mais usadas pelos  apoiadores do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, são classificadas, segundo informou o jornal O Estado de S.Paulo, como publicações com ao menos três dos cinco critérios estabelecidos pelos pesquisadores, que incluem falta de profissionalismo; estilo emocional; problema de credibilidade e informação falsa; enviesamento ideológico; ou falsificação de marcas e fontes para deixar conteúdo produzido com aparência de verdadeiro.

Srgundo o texto, as junk news tiram de contexto um assunto para transmitir outra mensagem. Isso inclui não só notícias falsas, mas publicações excessivamente polarizadas com intuito de confundir o leitor, por exemplo, sem indicar a autoria. "Esse tipo de notícia de baixa qualidade se espalha rapidamente na rede social, não necessariamente pela atividade de robôs, mas porque é produzida para causar reações emocionais no público – como raiva – o que causa maior compartilhamento", diz Marchal.

No total de publicações no Twitter, informou o Estado de S.Paulo, o PT reúne a maior parcela de publicações de alta frequência (47% do total). As contas de alta frequência, com muitas publicações ao dia, são consideradas um indício de uso de robôs para amplificar o conteúdo.

O coordenador do instituto de Oxford, Philip Howard, assina o trabalho junto com outros cinco pesquisadores vinculados à universidade. O time tem três brasileiros. Howard já conduziu pesquisas sobre o uso de robôs nas eleições americanas de 2016 e foi um dos especialistas ouvidos pelo Senado americano nas investigações sobre interferência externa na disputa presidencial dos EUA.

Fonte: ANJ. Disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/13046-polarizacao-politica-eleva-indice-de-desinformacao-propagada-nas-redes-sociais-diz-estudo.html

4

Out

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Três em cada quatro eleitores temem ser influenciados por fake news

Ter o voto influenciado por notícias falsas (fake news) é uma preocupação de 75% dos eleitores, segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Entre os mais jovens, com até 34 anos, o receio sobe para 82%.

Mais da metade (60%) dos eleitores têm o hábito de checar se as informações que recebem pelas redes sociais são verdadeiras. O método mais usado para conferir a confiabilidade das notícias é a partir da verificação da fonte, prática de 52% dos que se preocupam em fazer a checagem, 45% usam os mecanismos de busca, como o Google, para pesquisar e 33% tomam o cuidado de ler todo o texto, não apenas o título.

Cerca de um terço (34%) dos brasileiros tem o hábito de compartilhar informações sobre políticos pelas redes sociais. Entre os homens, esse índice é um pouco maior (42%). A rede mais usada para compartilhar esse tipo de conteúdo é o Facebook, utilizado por 83% dos que disseram divulgar notícias envolvendo políticos, seguido pelo Whatsapp (67%), o Instagram (25%) e o Twitter (23%). A maioria das pessoas (62%), no entanto, não compartilha informações sobre política.

Apesar da importância das redes sociais, a TV é o principal meio de informação sobre as propostas dos candidatos à Presidência, mencionado por 67% dos eleitores. A internet aparece em segundo lugar, com 40% da preferência, as matérias jornalísticas vêm em seguida (34%) e as conversas com parentes são citadas por 30%. O horário eleitoral gratuito em rádio e TV é acompanhado por 29% dos brasileiros. Para elaboração da pesquisa foram ouvidas 800 pessoas acima de 18 anos de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras.

Facebook

Em maio, o Facebook anunciou um acordo com agências de checagem para averiguar a veracidade de publicações e evitar a circulação das notícias falsas. No Brasil, a parceria envolve as agências Lupa, Aos Fatos e France Press. As mensagens consideradas falsas têm o alcance reduzido e os usuários que as compartilharam recebem uma notificação.

Outra frente de atuação é o combate aos perfis falsos, identificados como um instrumento de difusão de fake news. A empresa anunciou em maio que derrubou neste ano, em média, 6 milhões de contas falsas por dia. A remoção ocorreu baseada nos “parâmetros da comunidade”, regras que, quando violadas, geram a exclusão da publicação. O chamado discurso de ódio, muitas vezes associado a notícias falsas, também é objeto de retirada.

Com informações da Agência Brasil

3

Out

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Instagram libera adesivo especial no Brasil para as Eleições 2018

O Instagram liberou um novo sticker temático das Eleições 2018 no Brasil. As imagens são apartidárias e trazem apenas a mensagem "A Minha Voz Conta" em três variações de design. Assim como outros adesivos da rede social, a novidade está disponível para posts do Instagram Stories, em celulares Android e iPhone (iOS), após capturar uma foto ou vídeo. A empresa não especificou uma data de validade para o recurso, então é possível que o adesivo seja mantido mesmo após o fim do período eleitoral.

O novo adesivo das eleições está disponível no tradicional menu de anexos do Stories. O sticker está ao lado de opções populares, como "Daora", "Animal" e "Sinistro". As figuras foram desenvolvidas pela designer brasileira Larissa Ribeiro. Segundo o Instagram, o objetivo é "estimular o engajamento cívico durante as eleições no Brasil".

Após fotografar, gravar um vídeo ou importar uma mídia já existente da galeria, o menu é acessível por meio de um botão na parte superior ou um deslize de baixo para cima na tela. Para trocar o visual do adesivo, basta tocar no objeto depois de inserir no Stories. A partir daí, também é possível incrementar a publicação com hashtags, textos e mais recursos disponibilizados pela ferramenta.

Fonte: Tectudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/10/instagram-libera-adesivo-especial-no-brasil-para-as-eleicoes-2018.ghtml Foto: Reprodução/Paulo Alves

3

Out

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Ferramenta do Facebook traz vídeos de candidatos para ajudar eleitores

Faltando menos de uma semana para as eleições no Brasil, o Facebook anunciou uma nova ferramenta criada para ajudar os eleitores a conhecer os candidatos que concorrem ao pleito. Ela aparecerá durante a semana no Feed de Notícias dos usuários. As informações são do Portal Tecmundo.

Nesse espaço, segundo a matéria,  será possível ver quais candidatos concorrem a cada cargo, acessar a página oficial de cada um deles e assistir a vídeos de até 20 segundos sobre questões consideradas importantes pela plataforma, como “O que te motivou a concorrer?”, “Se eleito, o que é mais importante aprovar nos primeiros 100 dias do seu mandato?” e “Por que essas eleições são importantes?”.

De acordo com o Facebook em entrevista ao Portal,  a escolha das perguntas foi feita em parceria com a ONG Transparência Brasil e a rede social não interfere no conteúdo dos vídeos gravados pelos candidatos. “Isso faz parte do nosso trabalho contínuo para construir uma comunidade bem informada e engajada civicamente”, diz o comunicado da empresa.

As eleições brasileiras de 2018 serão realizadas no próximo domingo, dia 7 de outubro, com o segundo turno acontecendo no dia 28 do mesmo mês.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/134810-ferramenta-facebook-traz-videos-candidatos-ajudar-eleitores.htm

2

Out

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Plataformas digitais permitem ao eleitor conferir local de votação rapidamente via internet

Na última semana antes da votação do 1º turno das eleições, candidatos se mobilizam para as mas tentativas de angariar apoios e eleitores vão atrás de informações tanto sobre as opções em disputa quanto sobre os procedimentos para a votação. Uma das principais dúvidas é o local de votação. É possível conferir seção, zona e endereço por diversos canais na internet.

Urna eletrônica

No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode fazer a consulta. A opção está na página principal. Basta inserir o número do título de eleitor. Para quem esqueceu o registro do documento, uma alternativa é preencher nome, nome da mãe e data de nascimento. O sistema apresenta número do título, seção, zona, endereço e município.

Para quem quiser usar as redes sociais, também há opções. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a obter essas informações. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter(@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).

Mensagens

Para interagir com os programas, o eleitor precisa enviar mensagens a eles. Os assistentes funcionam como “perfis” com quem o usuário dialoga. No Facebook, basta o usuário procurar o perfil do TSE e enviar uma primeira mensagem.

Em seguida, aparecerão diversas opções como “dúvidas frequentes”, “situação eleitoral”, “quitação eleitoral” e “local de votação”. Para conferir o endereço de onde o eleitor terá de comparecer, basta a pessoa fornecer nome completo e número do título para que o assistente consulte o banco de dados do TSE.

Caso o eleitor tenha esquecido o número do título, é possível recuperá-lo fornecendo algumas informações (como data de nascimento e nome completo da mãe). No Twitter, o robô funciona de forma semelhante. O usuário precisa buscar o perfil do TSE e enviar uma mensagem direta a ele, para que sejam abertas as possibilidades de consulta de informações sobre questões eleitorais e sobre candidatos.

Outras informações

Tanto no site quanto por meio dos assistentes virtuais, também é possível obter outras informações. Na opção “situação eleitoral”, por exemplo, a pessoa confere se está regular e se pode votar normalmente. Na alternativa “candidatos”, é possível buscar todas as candidaturas, tanto nacionais quanto nos estados. O robô apresenta dados básicos e se a candidatura foi ou não deferida.

O usuário pode solicitar o programa de governo. O sistema enviará o link para consulta do documento. O programa também dá a opção de ir para o site DivulgaCandContas, onde estão as prestações de contas periódicas dos candidatos.

Com informações da Agência Brasil/ José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

1

Out

Mídias Sociais

Ministério Público divulga "Ouvidoria Cidadã" em campanha nas mídias sociais

A Ouvidoria do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) lançou uma campanha de divulgação do órgão nas mídias sociais. Com o slogan “Ouvidoria Cidadã”, a campanha tem o objetivo de mostrar o papel da unidade à população em geral.

As peças foram publicadas nos perfis oficiais do MPRN no Instagram, Twitter e Facebook, e também foram remetidas em listas de transmissão por meio da ferramenta “Em TeMPo” (no Whatsapp) a jornalistas e a cidadãos cadastrados.

“Estamos trabalhando as mídias sociais como apoio para chegarmos ao cidadão e mostrar a eles os serviços que a Ouvidoria oferece”, disse a atual ouvidora, a procuradora de Justiça Iadya Gama Maio. “É muito importante a participação da população junto à Ouvidoria, elogiando, criticando e denunciando, pois é a partir daí que podemos melhorar o serviço prestado pelo MPRN”, destacou.

A Ouvidoria do MPRN é o órgão responsável por receber e analisar reclamações, críticas, representações, sugestões, elogios e pedidos de informações dos cidadãos. Qualquer pessoa física ou jurídica pode registrar manifestações. Cabe ao órgão dar prosseguimento às demandas e cobrar os resultados com prazo máximo de até 30 dias para retorno aos requerentes. Os fatos devem ser descritos com clareza e objetividade, indicando elementos suficientes para a análise da situação (como, onde, quando e como ocorreram).

A Ouvidoria do MPRN garante o sigilo dos dados do reclamante. O órgão está em novo endereço e atende os cidadãos de segunda a quinta das 8h às 17h, e nas sextas-feiras das 8h às 14h. Veja a campanha da Ouvidoria nos perfis do MPRN no InstagramTwitter e Facebook.

24

Set

Mídias Sociais

Facebook anuncia medidas para combater contas falsas e desinformação

O Facebook divulgou nota com novas medidas para evitar abusos na plataforma relacionados ao debate eleitoral. Ao longo do ano, a empresa já havia anunciado diversas iniciativas para o pleito de outubro relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas “não autênticas” e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas.

Segundo comunicado divulgado pela companhia, foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos (como esportes e música) e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.

“Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, justificou o informe. A empresa, contudo, não divulgou o nome das páginas.

A plataforma também derrubou o que chamou de contas impostoras. Perfis que se faziam passar por candidatos disputando as eleições. Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

Aplicativos e santinhos

No comunicado, o Facebook relatou ter retirado aplicativos que convidavam pessoas a votar pela internet. Esses programas “poderiam levar eleitores a acreditar que tinham efetivamente votado, ferindo nossas políticas que impedem apoio a fraude”, pontuou a nota. Pessoas que usaram esses aplicativos estão sendo notificadas.

A companhia está removendo também fotos nas quais o número não corresponde ao candidato, bem como molduras com números trocados. “Nossas políticas não permitem declarações de intenção ou apoio a fraude, por isso a remoção dessas imagens”, reiterou a empresa no comunicado divulgado.

Verificação de fotos e vídeos

No dia 13 de setembro, em outro comunicado,  o Facebook anunciou ter iniciado a verificação de desinformação também em fotos e vídeos. Até então, o monitoramento era focado apenas em textos. A partir deste mês, os sistemas automatizados da plataforma passarão a fiscalizar fotos e vídeos em busca de indícios de problemas, como manipulações.

Essa análise é complementada pela realizada por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil, realizam este trabalho Lupa, Aos Fatos e Agência France Press. Conteúdos identificados como enganosos por essas agências têm seu alcance reduzido na plataforma.

Com informações da Agência Brasil

20

Set

Mídias Sociais

Facebook monta “sala de guerra” para monitorar eleições no Brasil e nos EUA

O Facebook admitiu o abuso da plataforma com iniciativas de desinformação nas eleições presidenciais estadunidenses em 2016 e desde então vem reunindo esforços para evitar que as fake news e ações coordenadas de pessoas mal-intencionadas possam interferir em novos pleitos. As informações são do Portal Tecmundo.

Agora, de acordo com o Portal, a companhia prepara “salas de guerra” física e digital para combater esse tipo de comportamento no processo eleitoral deste ano no Brasil e nos Estados Unidos — por aqui escolhemos presidente, governador, senadores e deputados em outubro e os ianques selecionam seus novos deputados e senadores em novembro.

Essas centrais de monitoramento estarão na sede da rede social, em Menlo Park, na Califórnia. As equipes reunião diversos departamentos, incluindo os de engenharia e inteligência sobre ameaças, e dados legais e científicos, entre outras frentes. Serão mais de 300 pessoas mobilizadas simultaneamente, enquanto 20 delas estarão nessa base de operações.


“Vai servir como uma central de comando. Assim poderemos tomar decisões em tempo real, caso sejam necessárias”, adiantou o diretor de gerenciamento de produtos para as campanhas eleitorais e esforços de engajamento cívico do Facebook, Samidh Chakrabarti, em conferência com jornalistas na última quarta-feira (19).

Brasil já conta com uma força-tarefa especial

Em julho, o Facebook disse que desvendou uma campanha com dezenas de contas e páginas usando o equivalente a US$ 11 mil em anúncios para influenciar pessoas com causas políticas de forma suspeita. O CEO Mark Zuckerberg disse recentemente que de março a outubro mais de 1,3 bilhão de perfis falsos foram desabilitados e a rede social mantém parceria com duas organizações sem fins lucrativos para monitorar a segurança em pleitos e eventos internacionais, a International Republican Institute e a International Democratic Institute.

No Brasil, segundo o Tecmundo, já há uma reunião de esforços na plataforma para desativar contas que vêm espalhando notícias falsas e a companhia disse que se aliou a companhias de checagem de dados para criar dois bots, capazes de ajudar a reconhecer automaticamente o conteúdo de desinformação antes mesmo que eles se espalhe por aí.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em:  https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/134430-facebook-monta-sala-guerra-monitorar-eleicoes-brasil-eua.ht