Mídias Sociais

10

Jul

Mídias Sociais

Whatsapp testa nova funcionalidade contra golpes digitais

Preocupado com os golpes que vem sendo aplicados via aplicativo de mensagens, o whatsapp está testando uma nova função. O recurso mostra ao usuário um sinal de alerta quando o link for mal intencionado. A funcionalidade está disponível na última versão beta, somente no Android.

 As mensagens compartilhadas, consideradas suspeitas terão um aviso - etiqueta vermelha, que representa risco aos dados pessoais. Cabendo a cada usuário decidir em clicar ou não. Se optar por acessar o site, uma nova mensagem recomenda que "Esse link contém caracteres incomuns. Ele pode estar tentando se parecer com outro site".

Fonte: Portal Leia Já. http://www.leiaja.com/tecnologia/2018/07/07/whatsapp-testa-recurso-para-evitar-os-famigerados-golpes/

10

Jul

Mídias Sociais

Twitter nega que remoção de 70 milhões de contas falsas afete base de usuários da rede social

O Twitter informou que a remoção de 70 milhões de contas falsas na rede social não afetará o cálculo geral da quantidade de usuários. O diretor financeiro do Twitter, Ned Segal, afirmou que o esforço é para melhorar a plataforma.

"Alguns esclarecimentos: a maioria das contas que removemos não são incluídas em nosso relatórios de métricas, pois elas não estão ativas na plataforma há 30 dias ou mais, ou as pegamos no momento de inscrição e elas nunca são contadas", tuitou Segal.

O post de Segal foi levado ao ar três dias depois que o The Washington Post divulgou, na última sexta-feira (6), que milhões de contas falsas foram removidas, provocando queda no número de usuários ativos no segundo trimestre.

A onda de "limpeza" das contas é uma das iniciativas recentes da empresa contra o spam e uso abusivo de perfis falsos. No mês passado, o Twitter anunciou novas medidas para combater abusos e políticas contra comportamentos de ódio.

Com informações da Agência Brasil

 

9

Jul

Comunicação

Redes sociais adotam medidas para evitar disseminação de notícias falsas nas eleições deste ano

A ascensão das chamadas notícias falsas (fake news, no termo em inglês) a um objeto de preocupação em todo o mundo colocou no centro da discussão o papel de redes sociais como Facebook, Google, YouTube, Twitter e WhatsApp. Se por um lado é reconhecido que o fenômeno da desinformação é antigo, por outro lado é consenso entre pesquisadores, autoridades e empresas que a diferença no cenário atual de divulgação de conteúdos falsos está no alcance e na velocidade permitidos pelo compartilhamento de mensagens nesses ambientes. Para tentar diminuir os questionamentos e o dano à imagem, diversas redes sociais vêm anunciando medidas para tentar combater a circulação das notícias falsas.

As redes sociais são terreno fértil para a difusão de notícias falsas por diferentes motivos. Alguns criadores desses conteúdos buscam divulgar uma ideia ou atacar uma pessoa, partido ou instituição. Outros têm motivação econômica, uma vez que a grande circulação de uma publicação gera interações, o que pode se traduzir em dinheiro a partir da lógica de veiculação de anúncios nessas plataformas.

Essas possibilidades geraram intensos questionamentos. Nos Estados Unidos, o Facebook virou objeto de investigação do Congresso sobre uma possível influência de organizações russas nas eleições de 2016. O presidente da empresa, Mark Zuckerberg, teve de ir ao Congresso prestar explicações também sobre o escândalo de vazamento de dados de 87 milhões de usuários envolvendo a empresa de marketing eleitoral Cambridge Analytica. A companhia foi questionada ainda por autoridades de outros países, inclusive brasileiras, sobre o caso.

Na Índia, o WhatsApp, aplicativo de propriedade do Facebook, virou assunto de preocupação nacional nas últimas semanas depois de uma série de assassinatos e linchamentos a partir de informações falsas divulgadas na rede social.

O Google sofreu críticas por apresentar nos resultados de busca informações falsas, tanto sobre as eleições dos EUA quanto sobre fatos históricos, como o Holocausto.

Facebook 

Rede social mais criticada, o Facebook inicialmente rebateu as acusações relativas ao papel nas eleições dos EUA, mas depois do pleito passou a anunciar um conjunto de medidas para reduzir a circulação dessas mensagens na sua plataforma. A principal delas foi a realização de um acordo com agências de checagem para averiguar a veracidade de publicações. No Brasil, a parceria envolve as agências Lupa, Aos Fatos e France Press. “Esse mecanismo permitiu cortar em até 80% a distribuição orgânica de notícias consideradas falsas por agências de verificação parceiras nos Estados Unidos, onde a ferramenta já está funcionando há algum tempo”, relatou a empresa em nota divulgada em 10 de maio.

Conteúdos são selecionados por meio de sistemas automatizados da plataforma e a partir de denúncias feitas por pessoas. Há ferramentas para que usuários possam indicar um post como fake news. Em seguida, são checados pelas agências – cada uma com metodologia específica.

Em 2017, o Facebook anunciou que as checagens apareceriam como uma informação adicional. Contudo, em 2018 elas passaram a ter consequências para os autores. Aquelas mensagens consideradas falsas têm o alcance reduzido, e os usuários que as compartilharam recebem uma notificação.

Outra frente de atuação é o combate aos perfis falsos, identificados como um instrumento de difusão de fake news. A empresa anunciou em maio que derrubou neste ano, em média, 6 milhões de contas falsas por dia. A remoção ocorreu baseada nos “parâmetros da comunidade”, regras que, quando violadas, geram a exclusão da publicação. O chamado discurso de ódio, muitas vezes associado a notícias falsas, também é objeto de retirada. “Também removemos 2,5 milhões de conteúdos com discurso de ódio no primeiro trimestre de 2018”, informou o vice-presidente de produto, Guy Rosen, em comunicado publicado em 15 de maio.

Uma das principais críticas de autoridades e organizações da sociedade civil é a falta de transparência no pagamento de anúncios, recurso usados por organizações russas na disputa estadunidense de 2016. No Brasil, também cresceu o receio sobre possíveis abusos nessa ferramenta depois que ela foi legalizada para as eleições deste ano pela minirreforma eleitoral aprovada no ano passado.

O Facebook anunciou ao longo do ano algumas ações sobre o tema, como a identificação de anúncios políticos (no Brasil são aqueles divulgados por candidatos), a disponibilização da informação em cada página de quais anúncios estão ativos ou já foram distribuídos no passado. “Durante a campanha eleitoral, os brasileiros verão quais anúncios foram marcados pelos anunciantes nessa categoria, e todos eles serão adicionados ao arquivo”, explicou a diretora de Marketing de Produto, Emma Rodgers, em nota divulgada em 28 de junho.

Google 

O Google evita usar o termo fake news, adotando os conceitos de “conteúdos enganosos, manipulados e fabricados”. A plataforma contribuiu para fundar uma coalizão internacional sobre o tema, chamada First Draft. Neste ano, a rede vai realizar um programa de checagem de informações nas eleições que ganhou o nome de "comprova", contando com a presença de diversos órgãos de mídia do país.

A plataforma criou também um braço voltado ao jornalismo, Google Notícias. Este realiza projetos de estímulo ao jornalismo de qualidade, como financiamento de projetos e cursos. Em março deste ano, a empresa anunciou a destinação de R$ 1,12 bilhão nessa frente.

Para a identificação e verificação de conteúdos falsos disponibilizados na ferramenta de busca, foi criado um selo de checagem de fatos. “O selo de checagem não significa priorização na busca. O resultado em que ele vai aparecer depende da busca pelo conteúdo, e não pelo fato de ele ser checado”, explicou o diretor de Relações Governamentais e Políticas do Google no Brasil, Marcelo Lacerda, em seminário sobre o tema realizado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia 21 de junho.

Além disso, a empresa ajustou os sistemas da ferramenta de busca e inseriu o que chama de “avaliadores de qualidade”, indicadores que são lidos para que a ferramenta de busca não disponibilize o conteúdo enganoso. Como forma de promoção de veículos jornalísticos tradicionais, foi incluído na página do site um carrossel com notícias de parceiros em destaque. 

Twitter 

O Twitter não divulgou medidas específicas contra fake news, mas combate o que chama de “contas automatizadas mal-intencionadas e/ou que disseminam spam”, perfis falsos ou os chamados robôs (ou bots, no termo em inglês popularizado). Os robôs são vistos como um dos meios de disseminação de notícias falsas e um dos problemas na rede social, embora estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês) tenha apontado o grau de difusão de fake news por essas contas semelhante ao de humanos.

Segundo a assessoria de empresa, também foram realizadas ações como o aprimoramento do processo de abertura de contas, auditorias em contas já existentes e a expansão de detecção de “comportamento mal-intencionado”. O número de contas contestadas mensalmente subiu de 2,5 milhões em setembro de 2017 para 10 milhões em maio de 2018.

“A média de denúncias de spam recebidas por meio de nosso mecanismo de denúncias continuou a diminuir – de uma média de aproximadamente 25 mil por dia em março para cerca de 17 mil por dia em maio”, disse a vice-presidente de Segurança e Confiança, Del Harvey, em comunicado publicado no dia 26 de junho.

Com informações da Agência Brasil

9

Jul

Mídias Sociais

Confira as regras sobre o que pode e o que não pode na comunicação pública durante o período eleitoral - que começou no sábado

Exatamente três meses antes do dia das eleições gerais do País começa o chamado “período eleitoral”. Durante esse tempo, existem regras diferenciadas para propagandas de governo e demais órgãos do Poder Executivo, em todas as esferas de poder. O período eleitoral pode estender-se até o segundo turno. No ano de 2018, o período especial começa no dia 7 de julho e vai até o dia 7 de outubro, data das eleições.

Durante o período, estão vedadas as ações de publicidade como divulgar atos, ações, programas, obras, serviços, campanhas, metas e resultados dos órgãos e entidades do Poder Executivo. Também é proibido promover produtos e serviços que não têm concorrência no mercado.

Não estão sujeitas ao controle da legislação eleitoral propaganda referente à publicidade legal como a divulgação de balanços, atas, editais, decisões, avisos e de outras informações dos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal, com o objetivo de atender a prescrições legais. Anúncios de utilidade pública também são permitidos, desde que sejam reconhecidos como de grave e urgente necessidade pela Justiça Eleitoral.

A publicidade mercadológica de produtos ou serviços que tenham concorrência no mercado e a publicidade destinada a público constituído de estrangeiros, realizada no País ou no exterior, é liberada também.

De acordo com a Instrução Normativa SECOM nº 1, de 11 de abril de 2018, o uso de marcas de programas, campanhas, ações e eventos, ou mesmo, os slogans ou qualquer elemento que possa constituir sinal distintivo da publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral podem configurar uma publicidade institucional e, por isso, é vedada a sua divulgação no período eleitoral, de forma a evitar sua associação com determinada gestão de governo.

Internet

Sobre o uso da comunicação digital, os órgãos e entidades deverão retirar de suas propriedades digitais toda e qualquer publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral, tais como filmes, vinhetas, vídeos, anúncios, painéis, banners, posts, marcas, slogans e qualquer conteúdo de natureza similar.

 

Essa orientação também vale para a publicidade do órgão em propriedades digitais de terceiros, em decorrência de termos de contrato, convênios, parcerias ou ajustes similares, com eles firmados, cabendo ao órgão guardar comprovação inequívoca de que solicitou tal providência e manter registros claros de que a publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral foi veiculada, exibida ou exposta antes do período eleitoral para, caso necessário, apresentar prova junto à Justiça Eleitoral.

No caso das redes sociais, é vedada a inclusão de posts nos perfis dos órgãos em redes sociais, vinculados à publicidade sujeita ao controle da legislação eleitoral. Esses posts, se anteriores ao período eleitoral, podem ser mantidos desde que devidamente datados.

Candidatos

As regras para candidatos podem sofrer pequenas variações entre as eleições. Assim, além das Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e a Lei nº 13.488/2017, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) costuma publicar, com antecedência, resoluções com normas mais específicas.

Caso o eleitor identifique alguma propaganda irregular, ele pode denunciar à Justiça Eleitoral. O TSE lançou o aplicativo chamado “Pardal”, que permite a denúncia de propaganda eleitoral irregular por celular ou tablet.

Para fazer a denúncia, basta selecionar o estado e o município, tirar uma foto ou fazer um vídeo da irregularidade e enviar a denúncia diretamente ao TRE do estado selecionado. O aplicativo é gratuito, funciona para todo País e está disponível para Android e IOS.

Para fazer a denúncia presencialmente, se a propaganda for relativa ao cargo de presidente, ela deve ser apresentada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para os cargos de governador, senador ou deputado, a denúncia deve ser apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do estado. Já para os cargos de prefeito e vereador, a denúncia deve ser encaminhada ao Juízo Eleitoral do município.

Com informações Agência CNJ de Notícias

5

Jul

Mídias Sociais

Comissão do Senado aprova projeto que cria regra para proteção de dados pessoais na internet

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou projeto que prevê a criação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais. A matéria foi aprovada na última terça (3) e segue em regime de urgência para análise do plenário.

A proposta define dados pessoais como informações que identifiquem os titulares destes de alguma forma, e disciplina como devem ser tratados para garantir a proteção da privacidade dos usuários e a segurança jurídica das empresas que vão usar as informações.

O relator da proposta, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), reafirmou que o projeto não traz nenhum tipo de censura. Segundo ele, trata-se apenas de conjunto de normas, limites e consequências para empresas ou pessoas que insistem em continuar achando que a internet é um mundo sem regras, onde vale tudo.

O PLC 53 estabelece a necessidade de consentimento para a coleta de dados e os casos em que este não é necessário; lista os direitos do titular (como acesso e reparação das informações armazenadas); indica possibilidades de reutilização dos dados coletados para finalidades diferentes (hipótese chamada de legítimo interesse do responsável pelo tratamento); coloca regras específicas para o Poder Público, pontua obrigações quando há transferência para outros países, e prevê a criação de uma autoridade regulatória, bem como aponta as formas de fiscalização e sanção.

As novas regras passarão a vigorar depois de um ano e meio da publicação da lei, para que órgãos, empresas e entidades se adaptem. O projeto prevê a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), uma autarquia especial vinculada ao Ministério da Justiça com a missão de zelar pela proteção dos dados, fiscalizar e aplicar sanções, entre outras atribuições.

Quem infringir a nova lei fica sujeito a advertência, multa simples, multa diária, suspensão parcial ou total de funcionamento, além de outras sanções. O responsável que, em razão do exercício de atividade de tratamento de dados, causar dano patrimonial, moral, individual ou coletivo, é obrigado a reparar.

Com informações da Agência Brasil.

4

Jul

Mídias Sociais

Buscas na internet sobre termo “machismo no Brasil” cresceram 263%

Internautas brasileiros demonstram cada vez mais curiosidade em pesquisar o termo “machismo” nos canais de busca do Google e do YouTube, apesar de ainda existir falta de informação ou confusão sobre o tema. O apontamento faz parte de uma pesquisa realizada pelo Google BrandLab, que realizou 700 entrevistas online em diversos estados brasileiros e analisou o resultado nos canais de busca do Google e YouTube. 

 As consultas com o termo “machismo no Brasil” aumentaram 263% nos últimos dois anos, pulando da 9ª posição para 3º em volume de busca, e a existência do machismo no país é uma verdade assumida por 78% dos brasileiros.

No entanto, a pesquisa aponta que, apesar do crescimento do interesse, ainda há muita confusão e falta de informação sobre o tema. Para metade dos homens, machismo e feminismo são movimentos equivalentes. “O feminismo está disputando não é a hegemonia de um grupo sobre o outro, mas as relações de igualdade entre homens e mulheres”, explica o pesquisador do Núcleo sobre Sexualidades, Gêneros, Feminismos e Diferenças da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Fábio Mariano. O machismo, por outro lado, é o esforço para manter as assimetrias entre os gêneros.

Patriarcado e masculinidade

O levantamento apontou que o conceito de "masculinidade tóxica" é desconhecido por 75% dos homens no Brasil. O termo explica que machismo e masculinidade hegemônica vêm a partir da construção do patriarcado, que é o sistema que, na construção do Estado, colocou as mulheres na esfera privada, cuidando da casa e dos filhos, e os homens na arena pública. “Responsável por manter a casa e por ocupar os espaços da política, onde se disputa poder”, destaca Mariano. 

“A masculinidade vem referendar isso dizendo para o homem: ‘você precisa provar que é homem, assimilar determinados comportamentos'”, complementa o pesquisador. Essa construção é, segundo Mariano, tóxica ao dar aval para uma série de práticas nocivas.

Paternidade

Entre os comportamentos ligados ao padrão dominante de masculinidade que, de acordo com a pesquisa, vem sendo questionado pelos homens, está o cuidado com os filhos. Para 88% dos brasileiros, ser um bom pai é participar ativamente do cotidiano dos filhos. Enquanto 40% da audiência do YouTube de vídeos sobre cuidados com bebês é masculina.

“Ser pai é quem cuida, quem está junto o tempo todo, na medida do possível. Garantir uma casa limpa, as fraldas do bebê, as roupas lavadas. Fazer o rango. Dá um tapa na louça. Cuidar das contas. Cuidar da minha companheira”, afirma Marcel Segalla, de 33 anos, pai de Tiê, com menos de dois meses de vida.

Ele acredita ser preciso trabalhar ainda como transmitir bons valores à criança. “Saber a história da minha família, história do mundo. Pensar como traduzir essa história de erros e acertos dos familiares da gente, da humanidade, em forma de aprendizado que eu consiga transmitir para o meu bebê”, completa.

Contradições

A combinação de atenção aos filhos com responsabilidade com as tarefas domésticas não é, no entanto, um consenso ente os brasileiros. Para apenas 34%, os homens também têm como tarefa o trabalho doméstico.

O pesquisador da PUC-SP ressalta que as contradições são ainda maiores. “Os números têm, por um lado, crescido. Os homens têm buscado mais, os canais de YouTube têm mais assinantes. Mas os números de violência continuam crescendo”, aponta. “O Brasil é o país que mais mata LGBTS, é o país em que uma mulher é assassinada a cada duas horas”, acrescenta o pesquisador sobre os fenômenos que atribui ao machismo, a masculinidade tóxica e a construção patriarcal da sociedade. 

“Não adianta reconhecer e perpetuar. Você precisa avançar”, acrescenta Mariano. Ele defende que deve haver um esforço coletivo para descontruir ideias e práticas ligadas à construção da identidade do que é ser homem, mas que são nocivas à sociedade. “Os homens precisam ser educados desde pequenos para comportamentos voltados à igualdade”.

Com informações da Agência Brasil.

29

Jun

Mídias Sociais

Recurso do Facebook vai evitar que candidato faça propaganda política contraditória de acordo com público

Outro recurso que será disponibilizado pelo Facebook nas páginas será o chamado “arquivo”, onde ficarão os anúncios veiculados por aquele determinado perfil. Este tipo de recurso foi cobrado por autoridades e especialistas pela preocupação de que a segmentação e personalização de anúncios poderia ser explorada por um candidato, enviando mensagens direcionadas a cada público que poderiam ser, inclusive, contraditórias entre si. Com a possibilidade de acessar arquivo de anúncios no Facebook, o eleitor pode ver tudo o que o candidato vai impulsionar na plataforma.

O Facebook anunciou também que serão disponibilizadas mais informações sobre as páginas, independentemente de veicularem ou não anúncios. O Facebook não detalhou que tipo de informações serão acrescidas, mas citou como exemplos os nomes antigos (é possível trocar os nomes das páginas na plataforma) e as datas de criação (recurso que pode ajudar a identificar perfis criados especificamente para eleições ou para determinadas ações, como impulsionar anúncios).

Além destas medidas, em abril a companhia já havia divulgado outras regras para as páginas. Entre elas, a fiscalização dos responsáveis por estes perfis, para garantir a identificação no caso de muitos seguidores. No primeiro trimestre, a empresa derrubou seis milhões de contas falsas por dia a partir deste tipo de monitoramento. O Facebook argumentou que as medidas visam coibir o mau uso da plataforma.

“Ao lançar uma luz sobre todos os anúncios, bem como sobre as páginas que estão rodando esses anúncios, conseguiremos evitar abusos, ajudando a garantir que pessoas mal intencionadas tenham responsabilidade sobre os anúncios que fizerem”, afirmou o comunicado, assinado pelo diretor de gerenciamento de produto, Rob Leathern, e a diretora de marketing de produto, Emma Rodgers.

Na avaliação da advogada especialista em direito digital e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil Flávia Lefévre, a possibilidade de acessar os anúncios independentemente do que aparece no feed de notícias ajuda a furar as "bolhas" causadas pela seleção de conteúdos operada pelos algoritmos do Facebook.

Por outro lado, a advogada se preocupa com a fiscalização dos responsáveis pelas páginas. “A possibilidade de você ter um pseudônimo, uma conta alternativa, fortalece sua liberdade de expressão. A gente tem tido casos de jornalistas e comunicadores ameaçados e sendo mortos porque defendem determinadas ideias, então isso pode calar a boca de muita gente”, alertou.

Com informações da Agência Brasil. 

29

Jun

Mídias Sociais

Facebook adota ferramentas de transparência para anúncios políticos

O Facebook divulgou em nota que vai adotar no Brasil, antes das eleições deste ano, ferramentas de transparência em anúncios políticos. Os recursos já haviam sido divulgados em maio pela empresa, mas estavam funcionando em poucos países, como nos Estados Unidos. A medida tem como foco as eleições, valendo para conteúdos políticos em geral.

Os anúncios políticos impulsionados por páginas entraram na mira de questionamentos de autoridades e organizações da sociedade civil quando o Facebook passou a ser questionado pela influência em disputas como as eleições dos Estados Unidos de 2016 e o referendo de saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit.

A empresa foi bastante criticada pelo vazamento de dados de milhões de usuários, que teriam sido usados pela empresa britânica de marketing digital Cambridge Analytica, no pleito de 2016, em favor do ganhador, hoje o presidente Donald Trump. A possível influência de forças russas neste processo, por meio da plataforma, motivou a abertura de uma investigação no Congresso do país.

Instagram e Messenger também vão oferecer serviço

Os usuários poderão visualizar os anúncios que estão sendo promovidos por uma página. Isso não apenas caso eles apareçam nos conteúdos da linha do tempo (chamada de feed de notícias), mas também ao acessar o endereço de cada página. Isso valerá também para outros serviços da empresa, como Instagram e Messenger. Para acessar a informação, o usuário deve procurar pelo link “informações e anúncios”. Também haverá a possibilidade de denunciar este tipo de conteúdo.

Será criada uma identificação de anúncios políticos, para diferenciá-los de outros. Essa foi uma preocupação manifestada nos Estados Unidos, já que o design do feed de notícias não destacava este tipo de conteúdo, por vezes possibilitando a confusão deles com outros anúncios ou até mesmo com notícias não pagas.

Como a legislação brasileira só permite o anúncio pago nas eleições por candidatos, devem aparecer com este rótulo as publicações impulsionadas de quem está disputando algum cargo.

Com informações da Agência Brasil. 

21

Jun

Mídias Sociais

Facebook e Pinterest lideram anúncios pagos das marcas em redes sociais

A presença nas redes sociais é indispensável para as grandes empresas que querem conseguir novos clientes e agregar valor as suas marcas. Dados da pesquisa iProspect revelam que o Facebook e Pinterest são as grandes apostas quando o assunto é anúncios pagos. Só no ano passado o crescimento de investimentos foi de 86% em publicidades do tipo. O levantamento, divulgado pelo Portal Meio e Mensagem, contou com a participação de 210 marcas.

A pesquisa revelou que o investimento em vídeo representou 44% do total gasto no Facebook, só no quarto trimestre de 2017, o que significa 67% a mais que o trimestre anterior. Já os investimentos destinados ao Pinterest subiram 132%, em comparação com o ano retrasado, por conta da presença de clientes de bens de consumo na plataforma em período de férias.

Em contato com o Meio&Mensagem, o diretor da iProspect no Brasil, Gustavo Macedo, responsável pela pesquisa, afirmou que esse aumento é impulsionado pelo objetivo de gerar respostas diretas, conscientização, lembrança de marca e aquisição de clientes.

Caminho inverso fez a rede social Twitter, na qual a aposta em anúncios sofreu uma queda de 56% em relação a 2016. Segundo comunicado, isso aconteceu por conta de a rede social ter um foco cada vez menor em respostas diretas. Além disso, menos dinheiro passou a ser usado em publicidade no Snapchat, um decréscimo de 31% em comparação com 2016.

20

Jun

Mídias Sociais

Fake News deixam usuários de internet de países desenvolvidos desconfiados com as redes sociais

A proliferação de Fake News nas redes sociais tem deixado usuários dos países desenvolvidos desconfiados com esse tipo de site. Estudo realizado pelo Pew Research Center e divulgado no Brasil pela Folha de São Paulo, apontou que o uso das redes nos países desenvolvidos estagnou em 60%. Por outro lado, continua a avançar nos países em desenvolvimento, alcançando 53% da população, enquanto que no levantamento anterior, em 2015, chegava a 38%.

A pesquisa foi realizada de fevereiro a maio de 2017 com 40,4 mil pessoas em 19 países em desenvolvimento e 17 economias avançadas. Aos dados foram somadas informações colhidas nos EUA em janeiro passado e na China em 2016. Em três anos, o uso de internet saltou de 50% para 64% nos países em desenvolvimento e oscilou de 86% para 87% nos desenvolvidos.

Aqui no Brasil, 53% das pessoas que participaram da pesquisa se declararam usuários de alguma rede social, média menor do que a dos argentinos (65%) e americanos (69%). Entre os países ricos, os europeus se mostram mais reticentes a essas plataformas, adotadas por 60% dos britânicos, 53% dos franceses e 40% dos alemães. A Jordânia é, entre os países pesquisados, a que tem o maior índice de uso de redes sociais (75%), e a Indonésia, o menor (26%).

Com informações da pesquisa Pew Research e de reportagem da Folha de S. Paulo.

 

20

Jun

Mídias Sociais

Facebook confirma em documento ao Senado que rastreia até os movimentos do seu mouse

Reportagem do El País revela detalhes de documento enviado pelo Facebook ao Senado dos Estados Unidos, onde a rede social responde ponto por ponto às perguntas feitas pelos parlamentares. Segundo o portal internacional, são 228 páginas em que a empresa expõe a maneira como age em relação aos dados dos seus usuários. Um dos aspectos mais polêmicos é o da coleta de informações.

Segundo o El País, a empresa de Mark Zuckerberg lista em vários trechos do documento como reúne dados concretos sobre os dispositivos do usuário e que uso faz dessas informações. No computador, um dos parâmetros mais chamativos que o Facebook monitora são os movimentos do mouse. Tradicionalmente, esse tipo de rastreamento, conhecido como mouse tracking, serve para indicar como os usuários se comportam dentro de uma plataforma de software, reunindo dados que permitam melhorar a interface.

No computador, o Facebook controla os movimentos do cursor do mouse e também se uma janela está aberta em primeiro ou segundo plano. A companhia acrescenta entre parênteses que esse tipo de informação “pode ajudar a distinguir humanos de robôs”. A reportagem do El País acrescenta que o Facebook também observa que toda a informação colhida de um usuário através dos múltiplos dispositivos que ele usa, como computadores, smartphones e TVs conectadas, é cruzada para “ajudar a proporcionar a mesma experiência personalizada onde quer que as pessoas usem o Facebook”.

A empresa acrescenta que esse tipo de informação “pode ajudar a distinguir os humanos dos robôs”. Informações desse tipo são relevantes porque o lugar onde o cursor se detém muitas vezes coincide com o ponto no qual focamos nossa atenção, segundo os especialistas em mouse tracking.

Dados sobre bateria, armazenamento e operadora

No memorando enviado ao Senado dos EUA – e que a revista Business Insider foi o primeiro veículo de comunicação a examinar –, o Facebook também enumera a informação que reúne sobre os atributos do aparelho que usuário utiliza. Isso inclui o sistema operacional, as versões de hardware e software, o nível de bateria e a capacidade de armazenamento disponível. Do mesmo modo, sabe qual navegador e os tipos e nomes dos aplicativos instalados e de arquivos guardados.

A companhia também tem a capacidade de acessar o sinal Bluetooth e de rastrear informação sobre os pontos de acesso wi-fi próximos, as torres de telecomunicações ou outros dispositivos emissores de sinal, como os beacons.

O nome da operadora de telefonia celular de um usuário e o seu provedor de Internet são outros dados que a rede social conhece. Neste item relativo à conexão, o Facebook também detecta “o número de telefone, o endereço IP, a velocidade de conexão e, em alguns casos, informações a respeito dos dispositivos que estão próximos ou em sua mesma rede, com o que podemos fazer coisas como ajudar a enviar um vídeo do celular para a televisão”.

Informações sobre a localização por GPS, assim como acesso à câmera e à galeria de fotos, são outros dos aspectos, já amplamente conhecidos, que a companhia enumera no documento. Mas ela deixa claro, diante de várias perguntas ao longo do texto, que “não usa o microfone do celular dos usuários ou qualquer outro método para extrair áudio” a fim de influenciar os anúncios que são apresentados ou para determinar o que aparece no feed de notícias do usuário.

Fonte: Texto de Pablo Begerano para o El País (https://brasil.elpais.com/brasil/2018/06/14/tecnologia/1528970968_169921.html)

 

 

19

Jun

Mídias Sociais

Torcedores brasileiros preferem o Facebook como segunda tela para assistir aos jogos da Copa do Mundo

Não basta o olho no lance na hora do jogo – o torcedor contemporâneo tem um olho na tela da TV e o outro, nas mídias sociais. Estudo realizado pela consultoria eCGlobal aponta que o Facebook é a plataforma preferida entre os que terão as redes sociais como segunda tela durante a Copa. A pesquisa foi feita por meio de um questionário digital feito com dois mil internautas, e divulgada hoje no Portal Meio & Mensagem.

O levantamento revelou que Facebook tem 58% da preferência como segunda tela de quem está acompanhando os jogos, seguido do WhatsApp, com 40%; do Instagram, com 32%; do Youtube, com 24% e do Twitter, com 19%.

O Instagram se mostrou mais relevante para os jovens de 15 a 20 anos de idade, a geração Z, que registrou 44% de menções, junto com WhatsApp (43%) e Facebook (53%). Do montante, 78% dos participantes pretendem compartilhar e consumir conteúdo sobre a Copa do Mundo nas redes sociais e 45% já seguem ou pretendem seguir jogadores nas redes.

14

Jun

Mídias Sociais

A Copa do celular: pesquisa aponta mobile como preferido para informações sobre o mundial

Entre os brasileiros, 96% vão usar a internet para se informar sobre a Copa do Mundo Fifa 2018. Esse é um dos resultados da primeira pesquisa do Trivela Data, projeto de estudos online realizada pelas agência Opus 1060 e Bites, empresa de análises de dados no digital, com leitores do Trivela, vertical especializado em futebol, que ouviu uma amostragem de 1.050 pessoas. A pesquisa foi divulgada hoje pelo portal Meio & Mensagem.

O questionário, respondido entre abril e maio deste ano, tem a finalidade de mapear o consumo de notícias sobre o esporte em ambiente digital. O estudo aponta que o celular será o meio predominante para obtenção de informação, usado por 48% dos entrevistados, seguido pelo computador (33%) e TV (17%, se retirada a opção de ver jogos ao vivo).

“Tendo acompanhado as copas anteriores e a partir dos resultados da nossa pesquisa, podemos afirmar que essa é a copa do celular”, conta Ernesto Bernardes, fundador da Opus 1060. O executivo diz que isso se deve aos horários dos jogos. A maioria vai acontecer durante o horário comercial. “Ninguém vai estar em casa para assistir ao vivo ou ver as informações”. Ele também diz que há mais aplicativos destinados a facilitar o acompanhamento do evento.

Em termos de provedor de conteúdo, os portais especializados foram os mais mencionados na pesquisa, por 86% dos usuários, e os sites de notícias em geral ocuparam o segundo lugar com 52% das menções. Os dois estiveram na frente das redes sociais (cerca de 23%) e Whats App (cerca de 8%).

Na internet, o leitor procura análises de comentaristas, do público geral e estatísticas. De acordo com Ernesto, o público vai buscar as reprises de melhores momentos também. “Se for assistir todos os jogos, ele não vai sair de casa, perde o dia”. Apesar de não apontar a porcentagem dos que vão assistir os jogos ao vivo pela TV, o relatório diz que 28% do público tem a intenção de assistir ao vivo pela internet.

Fonte: Thaís Monteiro, Portal Meio&Mensagem. Leia Mais em http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2018/06/13/mobile-e-sites-especializados-lideram-na-copa.html 

14

Jun

Mídias Sociais

Facebook oferece ferramenta online para cadastrar e facilitar doações de sangue

Uma informação para o dia mundial do doador de sangue, celebrado hoje: você sabe quantas vidas pode salvar com apenas uma doação? Quatro. Pois a partir deste dado, e com a intenção de engajar mais brasileiros nessa rede de solidariedade, o Facebook Brasil juntamente com o Ministério da Saúde lançou a ferramenta Donate Blood, ou Doe Sangue, numa tradução livre. O sistema funciona dentro da página fb.com/donateblood e está disponível para mais de 8 milhões de pessoas espalhadas pelo mundo.

O processo é bem simples, o internauta interessado em doar sangue deve avisar o serviço através da página e clica no botão “Começar a ajudar agora”. Será necessário informar se você já doou sangue antes e especificar (caso saiba) qual é o seu tipo sanguíneo. A partir desse momento, o usuário será notificado sempre que algum banco de sangue abrir uma campanha nas proximidades.

No Brasil, são feitas cerca de 3,4 milhões de doações de sangue por ano. Dados de 2016 indicam que 1,6% da população brasileira doa sangue. Uma das maiores preocupações dos bancos de sangue é manter o cadastro de doadores regulares.

De acordo com o Facebook, o programa vai englobar seis bancos de sangue: HemoCe (Ceará), na região nordeste; HemoPA (Pará), na região norte; HemoSC (Santa Catarina), no sul; Fundação Hemocentro de Brasília (Brasília), no centro-oeste; e HemoRio (Rio de Janeiro) e Pró-Sangue (São Paulo), na região sudeste. No total, são 64 postos de coleta para os quais os internautas poderão se dirigir no caso de campanhas.


11

Jun

Mídias Sociais

Sesi e Senai realizam concurso para novo Youtuber que irá cobrir Olimpíadas do Conhecimento

Você já pensou em ficar famoso fazendo vídeos para o youtube? Como dois atributos essenciais para chegar lá, estão a criatividade e bons equipamentos para criação de conteúdo para web. E são exatamente os bons equipamentos parte do que oferece o prêmio do concurso promovido pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), que visa descobrir dois novos youtubers jovens. A criatividade, por sua vez, será atributo decisivo para a escolha dos premiados.

De acordo com as informações divulgadas pela agência de notícias CNI, o foco principal do concurso é levar os vencedores para cobrir as Olimpíadas do Conhecimento, em Brasília, nos dias 5 e 8 de julho e conhecer o casal Mari e Iberê, do canal Manual do Mundo que ultrapassou os 10 milhões de inscritos.

O concurso denominado #SEMPRESESISENAI busca pessoas que tenham espírito inovador e estejam entre 18 e 25 anos. Para concorrer, o participante deve fazer um vídeo de um minuto – pode ser pelo celular – falando sobre sua visão de futuro, que inclua um dos quatro pilares: tecnologia, carreira, educação e inovação.

As inscrições podem ser feitas até 17 de junho. Acesse o regulamento em www.sempresesisenai.br-mediagroup.com.