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3

Jan

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Tempo que usuários do Facebook passam conectados completa cinco anos de estagnação

O crescimento no tempo diário consumido pelos norte-americanos no Facebook, impulsionado principalmente a partir da popularização dos smartphones, chegou ao fim. A análise é da equipe de especialistas do site eMarketer, cuja  previsão é a de que, em 2020, os usuários gastem em média 40 minutos por dia na rede social. O número é exatamente o mesmo de 2016 e, se confirmado, representará cinco anos de estagnação.

Os analistas do eMarketer destacam ainda que, como o tempo total gasto no meio digital permanecerá em crescimento (ainda que modesto), o tempo do Facebook está em curva decrescente em relação ao quadro geral. Em 2016, o Facebook representou mais da metade (53%) do tempo gasto com mídias sociais. A projeção do eMarketer aponta para uma queda de até 43,5% em 2020.

Em relatório, o eMarketer indica que o Facebook estará muito dependente do feed de notícias de seu site para tentar engajar audiência. Isso porque, diz o estudo, a rede social “não decifrou o código” para fazer alavancar a audiência via Stories (apesar de a ferramenta ser muito popular no Instagram) e os resultados da exibição de vídeos sob demanda ainda são insipientes.

Desaceleração no crescimento das receitas 

O Facebook continuará liderando o bolo da publicidade digital até 2020, seguido do Google, com o qual forma o duopólio online. O eMarketer projeta que as receitas globais com anúncios da rede social cresçam de US$ 39,94 bilhões, em 2017, para US$ 55,44 bilhões este ano, a caminho de US$ 67,25 bilhões em 2019. Mas essa curva de crescimento, segundo o site especializado, segue uma tendência de desaceleração verificada desde 2016 (veja gráfico abaixo).

face2vale

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/15393-tempo-gasto-no-facebook-pelos-usuarios-dos-estados-unidos-caminha-para-cinco-anos-de-estagnacao.html

2

Jan

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Ministério Público pede que Google retire do ar vídeos de youtubers mirins

O Ministério Público do Estado de São Paulo solicitou ao Google, por meio de ação civil pública, que a empresa retire do ar vídeos protagonizados pelos chamados "youtubers mirins". De acordo com a entidade, tais peças fazem propaganda de forma velada de produtos ao público infantil, o que fere a lei, segundo a interpretação da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), da Convenção das Nações Unidas sobre as Crianças (Decreto no 99.710/1990), do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e da Resolução nº 163, de 13 de março de 2014, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a ação começou a partir de um inquérito civil que envolvia a fabricante de brinquedos Matel do Brasil, a partir de uma ação divulgada pela youtuber mirim Júlia Silva. Em uma série de doze vídeos, eram lançados desafios relacionados aos personagens da Monster High, com os vencedores convidados a participar de um evento na sede da empresa.

Baseado nesta ação, o inquérito investigava o “uso de estratégias abusivas de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil”. A assessoria psicossocial do MP analisou o tema e concluiu que “diversas empresas, aproveitando-se da hipervulnerabilidade tanto da criança youtuber, como da criança espectadora, passaram a enviar seus produtos a esses influenciadores digitais para que eles os desembrulhassem, apresentassem, como verdadeiros promotores de vendas”.

A partir desta análise, o promotor Eduardo Dias decidiu pedir à Justiça que o Google – controlador do YouTube – faça a retirada dos vídeos de sua plataforma de streaming. Além disso, o MP notificou empresas que aderiram à prática para tentar um acordo para que elas se abstenham de fazer propaganda disfarçada por meio de influenciadores mirins.

Contatado, o Google afirma que não comenta casos isolados.

Fonte: Folha de São Paulo, disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2019/01/ministerio-publico-pede-que-google-retire-do-ar-videos-de-youtubers-mirins.shtml

2

Jan

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Em breve, WhatsApp vai oferecer anúncios na sua página de 'Status'

Em outubro de 2018, vimos os primeiros rumores sobre a chegada de propagandas ao WhatsApp. Agora, a empresa confirmou que vai oferecer anúncios na aba de ‘Status’ do mensageiro. As informações são do Olhar Digital.

De acordo com a declaração do vice-presidente do WhatsApp, Chris Daniels, o novo recurso será usado para conectar as empresas ao seu público-alvo dentro do aplicativo: “vamos colocar anúncios nos 'Status'. Esse será o principal modo de monetização da empresa, bem como uma oportunidade para que diversas companhias alcancem pessoas no WhatsApp”.Apesar de confirmar a novidade, Daniels não informou quando a empresa vai começar a oferecer anúncios no mensageiro.

Segundo a matéria, as propagandas devem funcionar da mesma forma como temos hoje no Instagram. Isso significa que, após visualizar uma certa quantidade de status, o usuário encontra um anúncio publicitário no mesmo formato das mensagens enviadas por amigos. Dados divulgados pelo Facebook, em outubro, indicam que mais de 450 milhões de pessoas usam diariamente o recurso.

E aí, você ainda vai continuar usando o WhatsApp depois disso?

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/em-breve-whatsapp-vai-oferecer-anuncios-na-sua-pagina-de-status/80930

29

Dez

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Facebook lidera ranking de empresas menos confiáveis com privacidade

O Facebook foi considerado com folga a empresa menos confiável com relação ao respeito à privacidade de seus usuários, de acordo com um ranking divulgado pela companhia de pesquisas Toluna. Empatados em um distante segundo lugar estão Twitter e Amazon. Os dados são frutos de um estudo realizado com mil participantes, dos quais nada menos que 40% afirmaram não confiar na empresa de Mark Zuckerberg com seus dados pessoais.

A desconfiança com relação à empresa por trás da rede social não é sem motivos. Ao longo dos últimos anos a companhia não apenas foi vítima de vários vazamentos e revelações de políticas escusas envolvendo informações dos usuários, mas seus executivos também não souberam gerenciar muito bem as crises subsequentes.

Do escândalo envolvendo a Cambridge Analytica até histórias mais recentes, como o bug que expôs fotos privadas de 6,8 milhões de usuários e a autorização para que empresas terceiras acessassem mensagens do público, não faltaram momentos tensos para o Facebook.

Ranking da desconfiança

Depois dos 40% da firma de Zuckerberg, Amazon e Twitter aparecem com 8% de desconfiança cada. Até mesmo a Uber, que já passou por diversos escândalos de privacidade, não chega perto do número do Facebook e tem 7%. Lyft e Google empatam com 6%, Apple e Snap têm 4% cada, Microsoft ficou com 2% e Netflix e Tesla tiveram os melhores resultados, com apenas 1% de desconfiança contra cada.

piores privacidade empresas

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137499-facebook-lidera-ranking-empresas-confiaveis-privacidade.htm

26

Dez

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Aplicativos que trazem os canais de TV para o seu smartphone (iOS e Android)

O iPhone, assim como aparelhos equipados com os principais recursos do Android, acabam se tornando nossos "melhores amigos" em momentos de tédio. A oferta de apps é imensa - o díficl é encontrar algo que realmente seja interessante entre eles. Mas, caso você sinta falta da TV no seu aparelho, a resposta está aqui.

Um app gratuito chamado WatchTV (iOS) promete te entregar Globo, SBT, Cultura e até ESPN, HBO e Fox no seu iPhone. O software funciona desde que você tenha uma conexão à internet, seja ela 3G ou Wi-Fi. Primeiro, é preciso que você escolha o país e, então, ele te dá a lista dos canais disponíveis naquele local. É possível assistir a 19 canais brasileiros e cerca de 1000 canais espalhados pelo mundo.

Já o app TVU (iOS) te permite acompanhar mais de 300 canais do mundo inteiro, mas só funciona em Wi-Fi. Ele é gratuito, mas existe outra versão paga que te oferece favoritos, busca e outras vantagens.

Para Android, a sugestão é o SPB TV, também gratuito, que oferece acesso a mais de 150 canais de mais de 20 países. Alguns deles têm um guia da programação integrado. Faça o download e aproveite mais essa forma de diversão no seu smartphone! 

Fonte: Olhar Digital

26

Dez

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Relatório mostra que Rússia usou mais o Instagram que o Facebook para manipular eleições americanas de 2016

O Instagram pode ter desempenhado um papel muito maior nas eleições americanas de 2016 do que o Facebook, até agora tido como o grande violão da história

Segundo um relatório encomendado pelo Comitê de Inteligência do Senado, a manipulação russa dos eleitores americanos através da Russian Internet Research Agency (IRA), “fábrica” de trolls que buscou dividir os eleitores com informações falsas e meme inúteis em torno das eleições, teve sua grande frente e operação no Instagram, “algo que os executivos do Facebook parecem ter evitado mencionar em depoimentos no Congresso”, diz o relatório.

Foram 187 milhões de interações com o conteúdos manipulados no Instagram, em comparação com 77 milhões no Facebook e 73 milhões no Twitter, de acordo com um conjunto de dados entre 2015 e 2018, analisados ​​pela New Knowledge, pela Columbia University e pela Canfield Research.

O Facebook afirmou em comunicado que forneceu milhares materiais aos legisladores e fez progresso na prevenção de interferências durante as eleições. Já o Twitter afirmou que também fez avanços significativos no combate à manipulação de seus serviços e apontou para a divulgação de dados adicionais em outubro para permitir mais pesquisas e investigações.

Durante os depoimentos de Mark Zuckerberg ao Congresso dos Estados Unidos, o Instagram foi mencionado apenas de forma passageira, sem uma contagem de quantos americanos foram atingidos pelo conteúdo russo, por exemplo. A rede social tem, até agora, uma certa vantagem em reação aos assuntos de manipulação de conteúdo, justamente por não ter um botão de “compartilhamento”, o que ajuda no viral.

Ainda assim, de acordo com os pesquisadores, cerca de 40% das contas criadas pela IRA alcançaram mais de 10 mil seguidores. A maior conta, @blackstagram__, atraiu mais de 300 mil seguidores.

O conteúdo do Facebook incentivou as pessoas a seguirem essas contas no Instagram, o que reforçou as mensagens que o IRA estava divulgando em outras redes, incluindo o YouTube e o Twitter. As contas do Instagram para determinados grupos de interesse mencionavam umas às outras e, às vezes, contas legítimas, dirigidas por americanos de verdade, para melhorar o perfil delas.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101567/relatorio-mostra-que-russia-usou-mais-o-instagram-que-o-facebook-para-manipular-eleicoes-americanas-de-2016/

25

Dez

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Quanto vale a sua conta no Facebook? Americanos deletariam por US$ 1 mil

Um estudo realizado por um conjunto de universidades norte-americanas chegou à conclusão de que o “usuário médio” do Facebook nos EUA deletaria sua conta na rede social por um ano caso alguém lhe pagasse US$ 1 mil.

O detalhamento completo da metodologia está disponível no artigo do grupo de pesquisadores neste link. Mas, basicamente, uma série de leilões reais foi realizada em algumas localidades para descobrir qual seria o menor valor possível pelo qual as pessoas aceitariam sair do Facebook.

Apesar de alguns elemenots do formato terem variado entre os leilões, o objetivo comum era de fato o mesmo: encontrar o menor valor que grande parte das pessoas aceitaria como justo para ficar longe do Facebook por um ano. O melhor preço, de acordo com o estudo, foi mesmo os US$ 1 mil, o equivalente a R$ 3,85 mil.

Contudo, caso o Facebook começasse a cobrar uma mensalidade de qualquer valor, os usuários abandonariam a plataforma em massa sem que alguém precisasse pagar um centavo sequer para isso.

O estudo foi idealizado após o primeiro escândalo de privacidade do Facebook, que ocorreu no começo deste ano com a Cambridge Analytica, mas foi realizado antes de o New York Times fazer uma denúncia muito pior. Segundo o jornal, a rede social teria permitido que empresas parceiras observassem usuários e até mesmo lessem mensagens enviadas de forma privada.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/137387-vale-conta-facebook-americanos-deletariam-us-1-mil.htm

24

Dez

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Pesquisa mostra que anúncios em podcasts funcionam melhor do que em outras mídias digitais

Uma recente pesquisa da Nielsen encomendada pela Midroll, setor de publicidade da Stitcher (empresa de podcasts) mostra que os ouvintes se lembram bastante de marcas e produtos citados em anúncios em podcasts. Além disso, as propagandas feitas em podcasts geram até 4,4 vezes mais retorno para as marcas que anúncios estáticos e pop-up em outras mídias digitais.

O estudo analisou a eficácia de oito marcas dos Estados Unidos que colocaram anúncios em podcasts durante 2018. Foram coletados dados sobre como os ouvintes lembraram, compraram e recomendaram um produto depois de ouvir o anúncio do mesmo ou da marca em um podcast.

Ao todo, 7.100 pessoas com idade entre 18 e 64 anos participaram da pesquisa. 61% dos consumidores que ouviram os anúncios no meio de um podcast disseram que provavelmente comprariam o produto, em comparação com 56% dos ouvintes que não ouviram o mesmo anúncio.

Segundo Korri Kolesa, diretora de reputação da Stitcher, essa mudança “ressalta o poder dos podcasts de falar com uma geração de consumidores que tendem a ser difíceis de alcançar por meio de outras plataformas de mídia digital”.

De acordo com o Pew Research Center, o número de ouvintes de podcast continua aumentando. A última pesquisa do centro, referente a 2017, mostrou que 40% dos norte-americanos disseram ouvir pelo menos um podcast, e 24% disseram que o fizeram no último mês.

Foto: Pixabay / Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101391/pesquisa-da-nielsen-anuncios-em-podcasts-funcionam-melhor-que-em-midias-digitais/

21

Dez

Mídias Sociais

Número de usuários de internet cresce 10 milhões em um ano no Brasil

Passou de 64,7% para 69,8% o número de brasileiros com 10 anos ou mais (181 milhões da população) que acessaram a internet de 2016 para 2017. São quase 10 milhões de novos usuários na comparação entre o último trimestre de cada ano.

Os dados constam no suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição foi divulgada pela primeira vez trazendo informações relativas a 2016.

Em todas as regiões do país, houve variação positiva entre quatro e seis pontos percentuais. "Esse é um processo que vem ocorrendo de uma maneira relativamente rápida. Em um ano, houve um avanço de quase 10 milhões usuários de internet. Isso está ocorrendo em diversos grupos etários, tanto entre os jovens quanto entre os mais velhos", explica a analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy.

Idosos

Proporcionalmente, o maior crescimento ocorreu entre as pessoas com 60 anos ou mais, com alta de 25,9%. A pesquisa também mostra aumento de 7,4% no uso da internet entre adolescentes de 10 a 13 anos. Nesta faixa etária, 71,2% das pessoas já acessaram o ambiente virtual e 41,8% têm telefone celular pessoal.

Internet na TV

De acordo com a pesquisa, no último trimestre de 2017, 16,3% da população brasileira com 10 anos ou mais fizeram uso da internet através da televisão. Em 2016, esse percentual foi de 11,3%. Esse aumento de 5 pontos percentuais foi o mais expressivo. "[Isso] é viabilizado pelas Smart TVs, que vem ganhado cada vez mais espaço no mercado", diz Adriana.

No caso dos celulares, houve um salto de 2,4 pontos percentuais, saindo de 94,6% para 97%. De outro lado, em 2016, 63,7% dos usuários acessaram a web através de um computador, percentual que caiu para 56,6% em 2017. A redução no tablet foi de 16,4% para 14,3%. A pesquisa também mostrou que de 2016 para 2017, cerca de 835 mil casas deixaram de ter um computador.

Conexão

Em relação aos tipos de conexão, a banda larga móvel é mais usada, com presença em 78,5% dos domicílios. A banda larga fixa está em 73,5%. A internet discada se mostrou irrelevante: apenas 0,4% dos domicílios com acesso registraram esse tipo de conexão.

Os dados de banda larga não são uniformes para todo o país. "Em áreas mais afastadas, prevalece a banda larga móvel", explica Adriana. Em comunidades da floresta amazônica, por exemplo, há maior dificuldade de implantação de internet a cabo. Dessa forma, na Região Norte, em 88,7% dos domicílios com acesso à internet, as pessoas se conectam usando serviços de banda larga móvel, enquanto em apenas 48,8% das casas há banda larga fixa.

No Sudeste, de outro lado, os percentuais são mais próximos. A banda larga móvel está presente em 83,5% dos domicílios com conexão e a fixa em 72,5%. O Nordeste é a única região em que os índices se invertem: a banda larga fixa existe em 74,2% dos domicílios com internet e supera os 63,8% da banda larga móvel.

A Pnad Contínua também mostrou crescimento mais expressivo de conexão na área rural do que na urbana. De 2016 para 2017, a quantidade de casas na área rural com acesso subiu mais de sete pontos percentuais, de 33,6% para 41%. No mesmo período, as residências com conexão nos centros urbanos tiveram alta de cinco pontos percentuais, de 75% para 80,1%.

Finalidade

Outro dado que consta na pesquisa diz respeito à finalidade de uso. O acesso para enviar e-mails foi relatado por 66,1% dos usuários, uma queda em relação aos 69,3% de 2016. De outro lado, houve aumentos expressivos na utilização da internet para fazer chamadas de voz ou de vídeo, que saltou de 73,3% para 83,8%, e para assistir a programas, séries e filmes, número que saiu de 74,6% e alcançou 81,8%.

Foi ainda observado crescimento do acesso para enviar mensagens de texto ou de voz através de aplicativos diferentes de e-mail, como o Whatsapp ou o Telegram. Essa finalidade foi mencionada por 95,5% dos usuários, representando aumento em relação aos 94,2% registrados em 2016.

Não uso

A falta de conhecimento é a principal causa para não acessar a rede mundial de computadores. O motivo foi citado por 38,5% dos entrevistados. "A população que afirma não saber usar a internet é maior na região urbana do que na região rural. Pode influenciar o fato de a região rural ter uma estrutura etária mais jovem. E apesar do acesso à internet entre a população mais velha ter crescido de forma mais expressiva, os idosos ainda são os que a utilizam em menor proporção", analisa Adriana.

A falta de interesse foi o segundo motivo mais alegado para o não uso da internet. Ele foi mencionado por 36,7%. Somadas, não saber usar a internet e a falta de interesse foram as razões apresentadas por 75,2% das pessoas que não acessam a internet. O preço, a indisponibilidade do serviço na região e o custo do equipamento necessário para o acesso estão entre as outras explicações.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua substituiu a Pnad e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Por meio da pesquisa, são publicados relatórios mensais e trimestrais com informações conjunturais relacionadas à força de trabalho. Também são divulgadas informações educação e migração. Há ainda suplementos em que determinados assuntos são pesquisados com periodicidades diferentes.

Com informações da Agência Brasil

20

Dez

Mídias Sociais

Facebook anuncia mudanças de infraestrutura e moderação de conteúdo para 2019

2018 foi um ano difícil para o Facebook, que esteve no centro de um dos maiores escândalos da História na área da tecnologia, o caso do vazamento de dados do Cambridge Analytica. Além disso, a capa do New York Times da quarta-feira (19) destaca que o Facebook permitiu o acesso de mensagens de usuários para o Spotify e o Netflix. 

Desde então, organizações e membros da sociedade civil, além de parlamentares de diversos países, têm pressionado a empresa a combater a proliferação de fake news em sua plataforma e a moderar práticas de biases, ou de discriminação, entre seus algoritmos de conteúdo, entre outros problemas vistos como ameaça à garantia de direitos civis dos usuários.  

Com a hashtag #LogOutFacebook, a Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP), convocou usuários – especialmente os afrodescendentes – a ficarem ao menos uma semana sem acessarem o Facebook , Whattaspp e o Instagram.

A organização americana, famosa por sua luta antirracista de mais de 100 anos, exige do Senado americano uma investigação completa sobre as informações reveladas na última segunda-feira (17) por um relatório do Comitê de Inteligência do Senado, que revelou que companhias russas desempenharam um papel crucial nas eleições americanas de 2016, ao redirecionar conteúdos que atacavam o partido Democratas (da candidata à presidência Hillary Clinton) para eleitores negros da plataforma, maioria entre o público americano no Facebook. 

A NAACP também protesta pela falta de diversidade na empresa, além de outros usos polêmicos com os dados dos usuários, e a falta de moderação para conteúdos que apresentam uma visão racista da população negra. A entidade também devolveu ao Facebook uma doação recebida anteriormente pela empresa. 

No mesmo dia do início do boicote, o Facebook divulgou o que pareceu ser uma resposta à NAACP, embora não a tenha mencionado. Especialista em combate a políticas discriminatórias na área da tecnologia, Laura Murphy foi escolhida pela empresa de Mark Zuckerberg para divulgar a atualização do documento de direitos civis do Facebook, em nota em que também analisou os avanços e os desafios que ainda estão por vir. 

Entre as áreas analisadas por Murphy, destacam-se transparência quanto à infraestrutura da rede, vieses em algoritmos e IA do Facebook, moderação de conteúdo, publicidade, privacidade e transparência, além das táticas de votos que estão entre os principais motivos do boicote da NAACP. 

Sobre os grupos que estão levantando as discussões sobre os impactos dos vieses na disseminação de conteúdo no Facebook, Murphy destacou que a preocupação ultrapassa questões identitárias. 

“Grupos de Direitos Civis que estão aumentando essas inquietações lutam pela tecnologia, mas também estão comprometidos com a luta contra os vieses; e mais ainda, eles estão preocupados com o impacto da plataforma no discurso público e nas instituições que são a base da democracia americana”, pontuou. 

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101339/facebook-anuncia-mudancas-de-infraestrutura-e-moderacao-de-conteudo-para-2019/

19

Dez

Mídias Sociais

No Twitter, uma mulher é agredida a cada 30 segundos

​​​​​Não é novidade que as redes sociais são um ambiente tóxico e lotado de machismo, racismo, homofobia e outros preconceitos. Mesmo assim as estatísticas assustam, mostrando que a realidade é ainda pior do que imaginávamos. 

De acordo com matéria do Portal B9, no Twitter, por exemplo, uma mulher sofre alguma forma de abuso a cada trinta segundos. O estudo foi feito pela Anistia Internacional e pela startup Element AI, que trabalha com inteligência artificial. No estudo, chamado Troll Patrol (patrula de troll, em tradução livre), as empresas analisaram dados de 288 mil tweets enviados a 778 políticas e jornalistas mulheres nos Estados Unidos e no Reino Unido em 2017.

A pesquisa ainda mostra que para mulheres negras a rede social consegue ser mais hostil, já que a probabilidade de serem mencionadas em tweets abusivos ou problemáticos é 84% maior. A cada dez tweets mencionando mulheres negras, pelo menos um é problemático, enquanto para mulheres brancas a porcentagem é de um a cada 15.

Considerando outras etnias (além de negras, asiáticas, latinas e mestiças), as mulheres têm probabilidade 34% maior de serem atacadas se não forem brancas. Anualmente, 1,1 milhão de tweets ofensivos e direcionados a mulheres são publicados.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101298/no-twitter-uma-mulher-e-agredida-a-cada-30-segundos/

17

Dez

Mídias Sociais

Confira 5 razões para monitorar a sua marca em relação às fake news e como tirar proveito disso

Do Portal Comunique-se:

Toda marca que tenha interesse em crescer e se consolidar no mercado precisa estar presente nas redes sociais. Palco de discussões de grande parte da sociedade, essas mídias assumiram um papel importante na divulgação e relacionamento entre a empresa e seus consumidores. O público começou a utilizar desses recursos para comentar sobre suas opiniões e gostos, e acompanhar o que é dito online se tornou imprescindível no processo de conhecer e entender os seus desejos.

Enquanto a criação e aplicação de uma pesquisa de mercado envolve altos gastos e muita demanda de tempo, monitorar o que dizem e opinam nas redes sociais por meio de plataformas como a Scup Social é um trabalho mais ágil, dinâmico, menos custoso e ainda ajuda as marcas a criarem ações imediatas para aproveitarem o que está sendo dito naquele exato momento.

Dentro deste cenário, não dá para não ter uma conta no Facebook, um usuário no Twitter ou um perfil no Instagram e não acompanhá-los cuidadosamente. Monitorar sua marca significa ter posse de informações valiosas. Isso por si só já justifica um monitoramento, mas ainda há mais razões para acompanhar de perto as métricas da sua empresa no mundo digital.

1.Identificar e tratar as fake news

As notícias falsas, também conhecidas pelo termo em inglês fake news, fazem cada vez mais parte do nosso dia a dia, e isso não é mais novidade. Até haver uma solução para acabar com essa tendência é necessário estar atento aos conteúdos publicados, sobretudo nas redes sociais. Sejam totalmente falsas, meias verdades ou notícias fora do contexto, um boato espalhado na internet pode comprometer a imagem de uma marca.

Monitorar as redes sociais ajuda a identificar mais facilmente estas eventuais mentiras. Com uma ferramenta própria para isso é possível observar em tempo real a propagação dos conteúdos que mencionarem o nome da empresa ou termos relacionados e identificar quando uma fake news é publicada para poder desmenti-la em um curto espaço de tempo. Mas é importante relembrar: as ferramentas não detectam perfis e nem notícias falsas. Por isso é necessário estar sempre atento ao monitoramento.

2. Conhecer as ações dos seus concorrentes

Quando queremos saber algo sobre uma determinada marca, basta entrar em suas redes sociais. Lá é possível ter uma ideia da imagem que ela quer passar para os seus consumidores ou futuros clientes por meio dos comentários positivos, reclamações, o atendimento da empresa, quantidade de curtidas, serviços, promoções, campanhas etc.

Mas sem uma ferramenta de monitoramento fica impossível acompanhar o que dizem sobre os seus concorrentes de forma prática e ágil. E conhecer as ações de quem compete diretamente com você é valido para entender melhor sobre o mercado em que atua, fazer benchmark, conhecer o seu próprio negócio e identificar oportunidades e mudanças.

3.Identificar o comportamento do público com relação a sua marca

As ferramentas de monitoramento de redes sociais devem, também, conter a possibilidade de analisar o sentimento da menção. Com isso é possível perceber se o posicionamento do público perante a sua marca é positiva, negativa ou neutra. Essa etapa é uma das mais importantes na avaliação e classificação das opiniões coletadas no monitoramento porque ajuda a estudar quais estratégias ou produtos funcionam para sua marca e o que pode ser melhorado ou contornado, e identificar como anda a saúde do seu produto ou serviço.

4. Evitar crises

Com um monitoramento de redes sociais é possível saber de todas as menções aos termos relacionados com o seu negócio — seja o nome da sua marca, do seu produto e até mesmo do seu concorrente. Dessa forma é possível saber quando alguém estiver falando sobre você ou sua área de atuação. Isso significa que fica mais fácil para a empresa identificar qualquer crise que venha a acontecer e contornar a situação rapidamente. Nada de ser o último a saber e ainda ter de lidar com uma bola de neve.

5. Identificar oportunidades

Ao monitorar uma marca, nada passa despercebido. Com a ferramenta certa, é possível saber toda vez que um consumidor mencionar o nome do seu negócio, independente se utilizarem o @ ou não. Dessa forma, a empresa pode não só responder os clientes que entram em contato diretamente, mas também aqueles que estão comentando aleatoriamente sobre a marca. Se alguém posta no Twitter que achou seu último lançamento incrível, mas está na dúvida se irá comprá-lo, por exemplo, o time pode respondê-lo com três razões imperdíveis para adquirir o produto — e engana-se quem achar que a maior conquista nessa interação é a venda. Quando um consumidor é surpreendido positivamente, ele passa a enxergar a marca com outros olhos.

Artigo de Renato Shirakashi. Link para acesso à íntegra: https://portal.comunique-se.com.br/monitorar-as-redes-pode-ajudar-no-tratamento-de-fake-news/

17

Dez

Mídias Sociais

Facebook cria novas regras de anúncios para reprimir 'fake news'

Se você acompanhou as notícias relacionadas às eleições e à tecnologia neste ano, deve ter uma boa ideia do impacto que as redes sociais e outras plataformas podem causar em diversos processos políticos. Com a aproximação do processo eleitoral na Índia, o Facebook já está tomando algumas providências em relação aos anúncios do site para evitar mais problemas.

No dia 6 de dezembro, a empresa declarou que quem quiser veicular algum tipo de anúncio político no país terá que, antes de mais nada, divulgar tanto seu nome quanto sua localização. Em seguida, o próximo passo é disponibilizar ainda mais detalhes a respeito do autor da publicação.

Assim, no início do ano que vem, os anúncios relacionados à política só poderão ser veiculados por anunciantes autorizados e terão um aviso com informações sobre quem criou a propaganda em questão. Para Sarah Clark Schiff, gerente de produtos na empresa, ter anunciantes autorizados e trazer mais transparência são duas medidas que podem ajudar a defender o Facebook de interferências externas causadas por outros países no processo eleitoral indiano.

As medidas são tentativas realizadas pela plataforma para buscar melhorar sua reputação após os diversos escândalos que ocorreram no mundo em função da difusão de notícias falsas. Vale lembrar que esse quadro fica ainda mais perigoso na Índia, já que se trata de um país onde as fake news podem causar danos gravíssimos. Além disso, o WhatsApp, aplicativo comprado pelo Facebook, também esteve envolvido nessas polêmicas, mas as ações tomadas não foram suficientes para conter a crise.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137010-facebook-cria-novas-regras-anuncios-para-reprimir-fake-news.htm

17

Dez

Mídias Sociais

Instagram remove curtidas e seguidores falsos; veja o que muda para você

Instagram está removendo curtidas, seguidores e comentários de perfis falsos gerados por aplicativos terceiros que prometem aumentar a popularidade dos usuários. A rede social criou uma ferramenta de machine learning capaz de reconhecer esse tipo de serviço e deletar as atividades identificadas como “não autênticas”. Com isso, usuários que usam apps para ganhar likes e follows podem ver a redução de seus números na rede social.

“Esse tipo de comportamento é ruim para a comunidade, e os apps terceiros que geram likes, follows e comentários inautênticos violam nossas Diretrizes da comunidade e os Termos de uso”, explicou a plataforma em comunicado oficial nesta segunda-feira (19).

A rede social esclareceu também que os usuários que forem apontados pelo sistema como utilizadores desses apps pra ganhar likes e follows receberão uma mensagem explicando que curtidas, seguidores e comentários de perfis não verdadeiros foram removidos de sua conta. “Se você receber uma mensagem no aplicativo, basta alterar sua senha para revogar o acesso deles à sua conta”, alerta o Instagram. Isso porque pessoas que usam esse tipo de aplicativo podem acabar compartilhando, sem saber, seus dados de acesso e tendo seus perfis utilizados para realizar atividades falsas em páginas de outros usuários.

O comunicado deixou claro que quem continuar usando programas do gênero para aumentar o público na rede social pode ter a experiência na plataforma impactada, mas não explicou como. O Instagram informou ainda que essa é apenas o primeiro de uma série de passos que visam manter o serviço como fonte de relações autênticas e que, nas próximas semanas, serão disponibilizadas novas atualizações a fim de combater atividades falsas.

Fonte: Portal Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/11/instagram-remove-curtidas-e-seguidores-falsos-veja-o-que-muda-para-voce.ghtml

14

Dez

Mídias Sociais

YouTube deleta contas falsas e avisa canais: contagem de inscritos vai cair

YouTube anunciou hoje (13) que está fazendo uma grande limpeza na plataforma para deletar contas falsas. A empreitada é tão grande que o site resolveu avisar aos youtubers que suas contagens de inscritos podem cair dramaticamente.

Essas contas falsas estão sendo chamadas de spam pelo YouTube, mas o fato é que a Google chegou à conclusão de que elas são ilegítimas e estão sendo usadas para inflar os números de seguidores de determinados canais.

“Nós verificamos regularmente a legitimidade de contas e ações no seu canal do YouTube”, diz o comunicado oficial. “Como parte dessas conferências regulares, nós identificamos e vamos remover dos nossos sistemas um número de inscritos que são, na verdade, spam”.

O objetivo do YouTube com essa ação, além de eliminar contas falsas, é promover um “ambiente justo”, uma vez que criadores podem de fato comprar seguidores para inflar suas contagens de inscritos.

Pior para os pequenos

Grandes canais devem perder uma quantidade absoluta maior de inscritos, mas, na verdade, essa limpeza é mais perigosa para pequenos criadores, especialmente aqueles que estão com cerca de mil inscritos. 1.000 é o número mínimo que o YouTube aceita para que canais possam ser monetizados na plataforma.

“Canais que tiverem uma alta porcentagem de spam e caírem para menos de mil inscritos não poderão mais participar do YouTube Partner Program (monetização). Nós encorajamos esses canais a solicitar novamente a participação no programa assim que tiverem reconstruído sua audiência organicamente”, disse a postagem do YouTube.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/137169-youtube-deleta-contas-falsas-avisa-canais-contagem-inscritos-cair.htm