Mídias Sociais

13

Fev

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Netflix adverte sobre o risco de compartilhar senha, prática comum entre usuários da plataforma

Há um grande risco em compartilhar senhas no geral, não apenas da Netflix. Contudo, neste caso, uma pesquisa da SurveyMonkey descobriu alguns dados interessantes sobre esta prática. Entre eles, mais de 30% dos assinantes da Netflix cancelariam a assinatura se a empresa bloqueasse o compartilhamento de contas.

Vamos por partes: não é legal compartilhar sua senha da Netflix (e, novamente, qualquer uma) pelo perigo de você espelhar essa senha em outros serviços. É bom deixar claro que: cada plataforma ou site deve ter sua própria senha. Algo único que, se perdido ou compartilhado, apenas esse site será afetado.

Sobre a Netflix, a SurveyMonkey já descobriu que 71% dos usuários consideraria compartilhar a senha com um parceiro. Outro dado bacana? 46% das pessoas que já tiveram suas senhas vazadas anteriormente são mais prováveis a entregar suas senhas para amigos, quando comparadas com pessoas que nunca sofreram com vazamentos. Por outro lado, 41% pessoas que acreditam nunca terem sofrido com vazamentos afirmam que compartilhariam senhas de banco. Sim, senhas de banco.

Agora, de acordo com a pesquisa, 16% dos usuários da Netflix nos EUA admitiram que já compartilham a própria senha. Esse número provavelmente é maior por lá. Em outros países, como o Brasil, essa porcentagem deve ser ainda maior — visto nossa habilidade social de “compartilhamento”.

Brent Williams, o chefe de segurança da SurveyMonkey, disse o seguinte sobre o caso: “Hoje, usamos senhas para uso comercial e pessoal e, como muitas pessoas compartilham ou reutilizam as mesmas senhas, isso coloca em risco os dados pessoais e corporativos”.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/seguranca/138676-ha-grande-risco-compartilhar-senhas-netflix.htm

13

Fev

Mídias Sociais

Google+ será extinto: veja antes como salvar seus dados

Google+ será encerrado 2 de abril, conforme foi anunciado pelo Google em dezembro após um segundo vazamento de dados. A empresa aponta como motivo para o término da rede social a baixa adesão de usuários e os desafios envolvidos na manutenção do produto. Além disso, uma falha de privacidade expôs informações de cerca de 500 mil usuários em outubro.

O Google+ será desativado por fases: desde a última segunda-feira (4), não é mais possível criar novos perfis, páginas, comunidades ou eventos. Em abril, os perfis e páginas serão desativados, mas o processo de exclusão do conteúdo das contas pessoais (como posts, fotos e vídeos) deve demorar alguns meses. Os usuários têm a opção de fazer backup de suas contas antes do fim do Google+, em 2 de abril. Entenda o que muda para você com o término da rede social.

Como salvar seus dados

Na página da sua conta Google, acesse no menu principal “Dados e personalização” e procure pela seção “Fazer o download, excluir ou criar um plano para seus dados”. Depois, acesse “Fazer o download dos seus dados”.

Na tela seguinte, será exibida uma lista com todos os serviços da companhia que você usa ou já usou. Selecione os itens referentes ao G+ que quiser baixar (círculos, comunidades, stream e marcações com +1) e, se preferir, use a setinha para baixo para selecionar apenas dados específicos de cada item, como fotos, eventos ou postagens.

Foto: Reprodução/Isabela Cabral

No final da página, aperte o botão “Próxima”. Escolha então qual formato, tamanho máximo de arquivo e método de envio você deseja. É possível obter um link de download por e-mail ou adicionar o arquivo ao Google Drive, Dropbox, OneDrive ou Box.

Outras consequências

Além de fazer backup dos dados do Google+, é preciso ficar atento a outros efeitos do fim da plataforma. Por exemplo, o login a serviços a partir da conta do Plus não ficará mais disponível e, em alguns casos, será substituído pelo botão de login do Google.

A ferramenta de comentários em blogs e sites pela rede social também será desativada. No Blogger, o recurso já foi removido e, em outros locais, ele será retirado até 7 de março. Os comentários feitos pelo G+ em todos os sites serão apagados a partir do dia 2 de abril.

Foto: Reprodução/Marvin Costa

Por outro lado, clientes do G Suite, serviço que reúne as versões empresariais do Gmail, Documentos, Drive e Agenda, continuarão com o Google+ ativo na conta e verão, em breve, uma aparência reformulada e com novos recursos. A gigante das buscas está justamente redirecionando o foco da rede para o uso interno de grandes empresas.

Fonte: Portal TechTudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/02/fim-do-google-o-que-voce-precisa-saber-antes-que-a-rede-acabe.ghtml

12

Fev

Mídias Sociais

Redes sociais podem ser decisivas em processo seletivo, destaca especialista

O tempo em que as redes sociais eram usadas exclusivamente para fins de entretenimento e diversão já passou. O meio digital se incorporou ao dia a dia e hoje ocupa um lugar de destaque nas relações sociais, inclusive no âmbito corporativo. Diante deste cenário, é importante que os profissionais fiquem atentos ao modo como se comportam no meio digital, principalmente aqueles que estão à procura de um espaço no mercado de trabalho.

“As redes sociais passaram a ser um espaço de consulta para a área de Recursos Humanos, é onde podemos conhecer um pouco mais sobre o candidato, como se comporta em outros ambientes e verificarmos como sua atitude pode repercutir na empresa”, destaca Ana Cláudia Medeiros, gerente de Recursos Humanos da Rui Cadete Consultores. Para a especialista, esse recurso é fundamental na hora de um processo seletivo e pode ser decisivo na escolha de um candidato.

Nesse sentido, os que estão na busca de um emprego devem se atentar ao que mostram em sua vitrine virtual. A especialista em Recursos Humanos recomenda selecionar uma boa foto para a rede e alimentar o perfil com postagens construtivas e interessantes, além de ser cauteloso com o que comenta e compartilha. “As pessoas tendem a ser muito radicais, ou é ferro ou fogo. É importante que não sejamos tão radicais ao opinar, criticar e nos expressarmos em relação àquilo que pensamos”, adverte.

Os cuidados, porém, não devem ser tomados apenas pelos que desejam ingressar no mercado. É importante que os colaboradores que já estão na empresa também se policiem em relação a postagens nas redes sociais. “Depois que ocupamos uma vaga, nossa atitude no ambiente virtual se torna ainda mais visada, porque passamos a ser uma extensão da empresa, da organização, somos a imagem da empresa”, finaliza Ana Cláudia.

11

Fev

Mídias Sociais

Para provar efeito negativo das redes sociais, projeto pede a jovens que ajustem suas selfies da forma que quiserem

Qual é o efeito das redes sociais na saúde mental das pessoas? Esta é uma pergunta que a agência de publicidade M&C Saatchi resolveu responder à partir de uma ideia muito simples: permitir que jovens alterassem suas próprias selfies do jeito que bem entendessem.

Esta é a premissa de “Visual Diet”, um projeto concebido pela chefe de conteúdo visual da empresa Mimi Gray em parceria com Marine Tanguy da MTArt Agencye o fotógrafo Rankin. Foram selecionados 15 jovens entre as idades de 15 e 17 anos para a produção, que fez com que Rankin fizesse o retrato dos garotos e garotas e depois permitia que esses retocassem as fotos até que elas ficassem – pelo menos em seus respectivos julgamentos – “apropriadas paras as redes sociais”.

E o resultado, como bem se imagina, é aterrorizante. Cada uma das 15 crianças – sejam eles os meninos ou as meninas – basicamente pinta um visual completamente distinto do seu, desde atos como afinar o maxilar até aumentar os olhos e a boca. Confira abaixo o vídeo com todas as fotos pré e pós-edição.

De acordo com o CCO da M&C Saatchi, Justin Tindall, o que levou a agência a criar o “Visual Diets” foi a falta de disciplina da disciplina de tomar cuidado com o que vemos e tomamos como ideal visual no dia-a-dia: “O que nós comemos afeta nosso corpo, então nós temos consciência do que a gente se alimenta. O que a gente afeta nossos cérebros, mas nós raramente temos cuidado com o que vemos. Está na hora de balancear nossas dietas visuais” afirma.

Com uma conta no Instagram, o “Visual Diet” ainda inclui o site http://www.visualdiet.co.uk/, onde as pessoas podem votar quais imagens tem um impacto positivo ou negativo nelas. Um pôster digital, cuja função é de por meio de inteligência artificial ler a reação de pedestres a diferentes imagens, também foi desenvolvido pela agência.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/103546/para-provar-efeito-negativo-das-redes-sociais-projeto-pede-a-jovens-que-ajustem-suas-selfies-da-forma-que-quiserem/

8

Fev

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Ministério da Justiça abre investigação contra Google por violação à privacidade de usuários

O Ministério da Justiça (MJ) abriu um processo administrativo para averiguar se a empresa Google violou direitos de usuários de internet. O procedimento, que ficará a cargo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), pode resultar, se atestada a responsabilidade da empresa, em uma multa de R$ 9,7 milhões.

A apuração teve origem em uma Ação Civil Pública do Ministério Público Federal (MPF) do Piauí ajuizada em 2015 que pedia a interrupção do escaneamento de e-mails até que fosse implantado a obtenção do consentimento dos usuários. A Justiça Federal do Piauí negou a solicitação contida na peça em 2018, mas o conteúdo da denúncia foi recepcionado pelo Ministério da Justiça.

Segundo o MJ, foram identificados indícios de violação à privacidade dos usuários pela companhia ao acessar o conteúdo de mensagens trocadas por meio do aplicativo de e-mail Gmail sem o consentimento destes. As violações serão analisadas à luz da legislação, como o Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. O Marco Civil da Internet estabeleceu a proteção à privacidade e a proteção dos dados pessoais como princípios do uso da web no país.

A norma elenca como direito dos usuários “informações claras e completas sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados pessoais”, o uso dos dados coletados somente para atividades que “justifiquem sua coleta” e consentimento expresso sobre coleta, uso, armazenamento e tratamento de dados pessoais, que deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais”.

Fonte: Agência Brasil/ Foto: Pixabay

6

Fev

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Comprovado pela ciência: pesquisa mostra aumento de bem-estar de usuários após deixarem o Facebook

Uma pesquisa de acadêmicos das universidades de Stanford e de Nova York, nos Estados Unidos (EUA), mostrou impactos positivos em pessoas que pararam de usar a rede social Facebook durante um período. O estudo verificou entre os entrevistados um aumento do “bem-estar”, melhoria na socialização offline, redução da polarização política e uma queda do tempo de presença na plataforma após o fim do levantamento.

O trabalho, que envolveu 2,8 mil pessoas residentes nos EUA, constatou que a interrupção reduziu o tempo em redes sociais, “liberando” em média uma hora por dia dos participantes. Eles relataram ter se dedicado a outras atividades, como assistir televisão e socializar com familiares e amigos.

Os autores também examinaram o acompanhamento de notícias e o engajamento político, incluindo a polarização das pessoas envolvidas. Esse último termo mostra a intensidade de discordância de pontos de vista, fenômeno indicado por outros estudos como um dos efeitos do uso de redes sociais diversas.

Foi observada uma queda de 15% no tempo dedicado a notícias. As pessoas fora da rede social acompanharam menos questões de atualidade política e iniciativas de governantes, como do presidente Donald Trump. Os autores não conseguiram detectar impacto na participação política, como a decisão de não participar das eleições legislativas norte-americanas.

Contudo, o estudo verificou uma diminuição da polarização e exposição a mensagens com conteúdos de críticas fortes a determinadas visões políticas. Houve queda no índice formulado pelos autores. Contudo, eles alertam para o fato de que esse resultado não foi significativo e não pode ser generalizado como uma mudança de postura em relação a temas como o partido de preferência, por exemplo.

Bem-estar

Também foram analisados indicadores relacionados ao bem-estar das pessoas que participaram do estudo. “A desativação da rede social trouxe pequenas, mas significativas melhorias no bem-estar e, em particular, em registros de felicidade, satisfação de vida, depressão e ansiedade”, concluíram os acadêmicos. Na escala utilizada, esses impactos foram equivalentes a cerca de 25% a 40% de efeitos percebidos em intervenções psicológicas, como terapias individuais e em grupo.

Uso do Facebook

Outro ponto avaliado foi a continuidade do uso do Facebook pelos participantes. Eles relataram, em média, um tempo na plataforma 23% menor do que o dispendido pelas pessoas que não desativaram as contas e também foram acompanhadas no estudo. “Os participantes relataram que estavam passando menos o Facebook, tinham desinstalado o app de seu telefone e estavam fazendo um uso mais decidido da plataforma”, diz o texto.

Segundo os autores, essas respostas vão ao encontro da percepção de impactos positivos na vida dos usuários, ao encerrar ou reduzir o engajamento na rede social. “A desativação fez com que as pessoas apreciassem mais o Facebook, tanto em seus impactos positivos quanto negativos em sua vida”, destaca a pesquisa.

Procedimentos

O levantamento avaliou 2,8 mil usuários da rede social e convidou-os a interromper o uso durante um mês, especificamente na reta final das eleições legislativas promovidas no ano passado nos Estados Unidos. Foram avaliadas tanto pessoas que desativaram seus perfis quanto aquelas que não o fizeram, técnica chamada em pesquisas de “grupos de controle”.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Pixabay

5

Fev

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Pesquisa realizada em 30 países mostra que compartilhar postagens é hábito de 90% dos adolescentes

Mostrar detalhes de seu dia a dia para os amigos e seguidores nas redes sociais tornou-se parte da rotina dos adolescentes em todo o mundo. Comparados com os jovens de outras partes do mundo, os brasileiros parecem estar, mais ainda, conectados com o ambiente virtual. Enquanto na média global, 86% dos adolescentes declaram que gostam de compartilhar coisas engraçadas e seu próprio cotidiano no Instagram, YouTube, Facebook, Twitter, Snapchat e outras redes sociais, no Brasil, esse índice sobe para 91% dos jovens. As informações são do Portal Meio & Mensagem.

Os dados fazem parte do estudo My Teen Life: Uma História Global, realizado pela Viacom International Media Networks, que pesquisou o comportamento de 5 mil adolescentes em 30 países. Entre outros insights, o estudo também mostrou que os jovens veem as redes como uma plataforma para divulgar suas ideias e se posicionar a respeito de questões como política, crenças e opiniões. No Brasil e no mundo, 90% dos jovens pesquisados responderam que a rede social é um território para compartilhar livremente seus pensamentos.

Fonte: Portal Meio & Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/02/04/compartilhar-conteudo-nas-redes-e-habito-de-90-dos-adolescentes.htm

4

Fev

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Acesso às mensagens do WhatsApp pode agora ser protegido por reconhecimento facial

Usuários do sistema IOS de todo o mundo contam agora com mais uma ferramenta de segurança nos dispositivos Apple. A atualização liberada pelo aplicativo de mensagem bloqueia o acesso ao whatsapp via reconhecimento biométrico facial, Face ID, ou com impressões digitais, no Touch ID.

O update está disponível na versão 2.19.20, que pode ser encontrada na App Store. Siga o passo a passo e tenha acesso ao novo recurso: Configurações do app - Contas – Privacidade - Bloqueio de Tela. Não há data para que a atualização esteja disponível nos aparelhos Android.

1

Fev

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Mesmo com escândalos, Facebook bate recorde de lucro no final de 2018

O Facebook divulgou seu balanço financeiro do último trimestre de 2018. A plataforma bateu recorde de lucro no período, atingindo a marca de US$ 6,8 bilhões e um crescimento de 30% na receita. Os resultados positivos vêm na contramão da crise vivida pela empresa após os casos de uso indevido de dados e falta de transparência. As informações são do Portal Meio & Mensagem.

 De acordo com o site, o relatório apontou, ainda, um crescimento anual de 9% no número de usuários ativos da rede concentrados fora do eixo Europa – América do Norte, que manteve o público estável. Instagram, WhatsApp e Messenger assinalaram uma estimativa de 2,7 bilhões de usuários por mês. Depois da divulgação do balanço, as ações da companhia subiram mais de 11% no mercado de valores.

O último ano foi marcado por escândalos na companhia. A rede reportou três incidentes de violação à proteção de dados pessoais e o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, chegou a ser pressionado para deixar o conselho da companhia depois de depor sobre o uso de informações privadas na campanha do presidente americano Donald Trump.

Ainda nessa semana, a companhia se envolveu em uma nova polêmica. Segundo o site TechCrunch, a rede estaria usando um aplicativo de pesquisa e rastreamento de iPhones para ter acesso aos dados de adolescentes americanos. Em resposta, a Apple baniu o Facebook do programa que tem fins corporativos.

Fonte: Portal Meio & Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/01/31/facebook-bate-recorde-de-lucro-no-final-de-2018.htm

31

Jan

Mídias Sociais

Mais um escândalo: Facebook pagou para monitorar celulares de jovens de 13 a 25 anos

A maré de polêmicas que persegue o Facebook desde o escândalo da Cambridge Analytica parece não ter fim. Dessa vez, foi descoberto que a empresa de Mark Zuckerberg pagou mensalidades de vinte dólares para ter acesso aos celulares de adolescentes e jovens adultos e monitorar suas atividades.

Segundo o TechCrunch, o Facebook estava realizando o experimento com jovens entre 13 e 25 anos, pagando-os para instalar um aplicativo chamado Facebook Research. O aplicativo monitora os aparelhos e cria um relatório que é enviado para o próprio Facebook.

Anteriormente, o Facebook já coletou dados por meio do projeto Onavo, um serviço de VPN que foi adquirido em 2013. Na época, o projeto foi utilizado pela empresa para detectar o surgimento de novos competidores no mercado e, então, comprá-los. Após reclamações da Apple, o Facebook foi obrigado a remover o aplicativo da Appstore, por violar os termos de uso da loja.

Ao ser instalado, o Facebook Research pede que o usuário ceda permissão para que sejam instalados programas que dão ao Facebook o poder de acessar as mensagens, e-mails, históricos de pesquisa e de navegação do celular. Ao ser procurado pelo TechCrunch, o Facebook confirmou o uso do aplicativo.

Vale lembrar que, em setembro de 2018, uma pesquisa mostrou que o Facebook estava perdendo popularidade entre o público jovem – entre esse público, entre 2012 a 2018, o uso da rede social caiu de 68% para 15%. Portanto, não surpreende que a empresa esteja monitorando justamente adolescentes e jovens adultos, a fim de identificar quais aplicativos estão em ascensão e comprá-los, como fez com o Instagram – ou até mesmo copiá-los, como fez com o sistema de story que é idêntico ao do Snapchat.

Texto de Matheus Fiore para o Portal B9, disponível em:https://www.b9.com.br/103000/facebook-pagou-para-monitorar-celulares-de-jovens-de-13-a-25-anos/

30

Jan

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Caicó recebe curso de preparação para novos Youtubers

O universo dos vídeos na internet só cresce! Ganhar dinheiro com conteúdo no YouTube e conquistar fama é uma realidade de muitos que se aventuram na plataforma. Mas não basta falar coisas legais. A forma como você fala e a qualidade do material que veicula é que fazem a diferença na disputa pela atenção dos internautas.

Nos próximos dias 25 e 26 de fevereiro de 2019, a jornalista e apresentadora Delma Lopes estará em Caicó para ministrar o Workshop para Novos Youtubers: criação e performance. Os participantes vão aprender desde a criação do canal, com identidade visual, como produzir e editar material de qualidade, monetização (como receber dinheiro por visualizações) e performance diante das lentes. Eles também vão receber dicas de como postar o conteúdo para ter mais repercussão nas redes sociais.

Delma Lopes tem larga experiência em performance para áudio e vídeo, adquiridos em cursos de aperfeiçoamento e em sua carreira na área de Comunicação há quase 20 anos, com atuação como repórter e apresentadora em emissoras como Rádio 96 FM de Natal, TV Ponta Negra, TV Cabugi, TV Assembleia RN, portal Nominuto.com no Rio Grande do Norte e na rádio Super, portal O Tempo e TV Globo Minas, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Para se inscrever no Workshop, os interessados devem enviar um e-mail para delmalopescom@gmail.com ou entrar em contato com a Referência Comunicação, em Caicó, pelo telefone (84) 9 9955-8605.  

30

Jan

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Facebook cria conselho para analisar violações de regras internas

O Facebook vai criar um “conselho independente de supervisão” para avaliar a decisão sobre casos importantes de gestão de conteúdo na rede social, como remoções, identificação de “notícias falsas” e sanções decorrentes de publicações que desrespeitam as normas internas elaboradas pela empresa e que servem de referência de “limite” para as atividades dos usuários.

O órgão será composto por especialistas nas áreas de conteúdo, privacidade, direitos humanos, jornalismo, direitos civis, segurança e outras “disciplinas relevantes”, conforme explica a empresa em documento detalhando a proposta. A previsão é que o grupo seja formado por mais de 40 integrantes.

Os integrantes serão indicados pela direção da empresa a partir de critérios que serão tornados públicos. “Atenção especial será dada ao equilíbrio geográfico e cultural assim como à diversidade de experiências e perspectivas”, explicou a companhia no documento. Uma vez escolhidos, os membros ficarão responsáveis pelas indicações no momento de renovação. Os mandatos serão de três anos, com possibilidade de uma renovação.

Eles ficarão responsáveis por averiguar decisões acerca de conteúdos considerados complexos ou contestados. O conselho poderá ser acionado por usuários descontentes com medidas adotadas. O próprio Facebook também poderá recorrer em casos de solução difícil, de repercussão pública ou quando houver conflitos entre as decisões e os “valores” da empresa.

As regras de funcionamento desenhadas no documento do Facebook preveem um revezamento de integrantes para avaliar cada caso. Será possível também solicitar apoio de especialistas externos para contribuir na compreensão de questões diversas, como especificidades dos contextos culturais, um dos grandes desafios na análise de conteúdos violadores.

Fonte: Agência Brasil

29

Jan

Mídias Sociais

Sete funções que você odeia no Instagram, apesar de amar o app

O Instagram, apesar de ser um dos apps mais populares do mundo, também tem seus defeitos. Por vezes, recursos lançados pelo aplicativo desagradam os usuários, que logo se revoltam nas redes sociais. Foi o que aconteceu recentemente com o feed horizontal. Um bug fez com que a função, que ainda era um teste, aparecesse para algumas pessoas. As reclamações foram tantas, que a rede de fotos teve que se pronunciar oficialmente e se desculpar pelo engano. As informações são do Portal Techtudo.

No entanto, outros recursos também foram reprovados por alguns, mas permanecem até hoje: o feed não cronológico e o sinal de online que denuncia quando você abre o Direct são apenas alguns exemplos. Confira, a seguir, sete funções odiadas do Instagram.

1. Feed horizontal

No fim de dezembro, alguns usuários do Instagram foram surpreendidos com um feed diferente. Os posts estavam organizados horizontalmente e podiam ser passados para o lado, como os Stories e muito parecido com o Tinder. Os usuários não gostaram da novidade e foram às redes sociais para reclamar, clamando pela volta do tradicional feed vertical. Além do estranhamento com a mudança drástica, alguns se queixavam da lentidão e falta de fluidez da nova organização.

Para a felicidade do público, o feed horizontal não durou muito. Em vários casos, reiniciar o aplicativo fazia tudo voltar ao normal. Ao site americano The Verge, um representante do Facebook, empresa que administra o Instagram, afirmou que se tratava de um bug e pediu desculpas pelo transtorno. Antes, porém, Adam Mosseri, diretor da rede de compartilhamento de fotos, disse no Twitter que a função estava passando por um pequeno teste, que foi mais longe que o previsto.

2. Feed não cronológico

A alteração da ordem das publicações já aconteceu em diversas redes sociais e sempre causou polêmica. Não foi diferente no Instagram, em 2016, quando o feed deixou de exibir os posts em ordem cronológica para obedecer a um algoritmo. Os códigos trabalham para selecionar e mostrar o que há de mais relevante para cada um. São levados em consideração fatores como seus interesses segundo o histórico de uso, interações com os outros e ainda a data das postagens.

Em 2018, um rumor de que o feed voltaria a ser cronológico agitou a Internet, mas logo foi negado pela companhia. Eles argumentam que os usuários tendem a passar mais tempo no app quando veem o feed algorítmico. De acordo com o Instagram, isso não é bom apenas para os negócios: o método permite que as pessoas visualizem mais fotos e vídeos de seus amigos próximos, mesmo que os posts sejam não sejam tão recentes.

3. “Online” no direct

Comum nas redes sociais, o status de atividade chegou ao Instagram em 2018. Ao ver uma bolinha verde ao lado da foto de perfil, que aparece em várias seções do app, os usuários ficam sabendo quando seus amigos estão online. Seu status só é visível para contas que você segue ou com quem já trocou mensagens. A função desagradou muita gente, que prefere poder dar uma conferida nas fotos do feed sem ser notado. Para a felicidade dos mais discretos, o recurso pode ser desativado facilmente.

4. Enquetes

Desde 2017, o Instagram Stories tem um adesivo que funciona como enquete. De maneira bem simples, é possível fazer uma votação com seus seguidores, que devem optar entre duas opções. A pergunta pode ser feita em qualquer foto ou vídeo postado no Stories. O problema, para alguns, é que a ferramenta às vezes leva a um engano irritante: enquanto o usuário está deslizando freneticamente pelas histórias, clica por acidente em uma alternativa de enquete, sem nem ler do que se trata.

5. Notificações do IGTV

O IGTV é a plataforma de vídeos do Instagram que chegou no ano passado com a pretensão de bater de frente com o YouTube. O serviço se destaca pelos vídeos verticais e por uma exibição mais fluida do conteúdo, já que os vídeos são transmitidos em sequência assim que o app é iniciado, como na televisão.

Ele é um aplicativo à parte, mas pode ser usado também dentro do app tradicional da rede social. Por padrão, são exibidas notificações com todos os novos vídeos e transmissões ao vivo de quem o usuário segue, entre outras novidades, o que pode ser um tanto incômodo. A boa notícia é que você pode desabilitar os avisos.

6. Aviso de mensagem apagada

Você recebe uma notificação do Instagram no celular, vai olhar e lá está o recado: “Esta mensagem não está mais disponível porque o envio dela foi cancelado pelo remetente.” Quando uma mensagem direta é apagada no app por quem a enviou, o usuário de iPhone se depara com esse aviso nas notificações se não visualizar o direct a tempo. Já nos smartphones Android, a notificação apenas some. Dentro do próprio inbox do aplicativo, porém, não fica nenhum rastro nem nos dispositivos da Apple nem no sistema do Google.

7. Funções que não chegam para todos

O Instagram está o tempo todo implementando novos recursos em busca de melhorar a experiência dos usuários. Filtros, stickers e GIFs, por exemplo, não estiveram sempre presentes na plataforma e ainda são constantemente atualizados. Muitas vezes, no entanto, uma parcela das pessoas demora para receber as novidades — fora as funções indisponíveis no Brasil, como o sticker de música.

Ninguém gosta de ser deixado de fora dos lançamentos, mas isso acontece por uma série de razões. A explicação mas simples é que a rede está liberando a função aos poucos, então resta ser paciente e aguardar sua vez. Mas é também possível que algumas medidas simplesresolvam: garantir que o app esteja atualizado, sair e entrar novamente na conta ou reinstalar o software.

Fonte: Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/01/sete-funcoes-odiadas-do-instagram.ghtm

28

Jan

Mídias Sociais

Tinder vai pagar US$ 11,5 milhões por cobrar mais de maiores de 30 anos no Plus

Em 2015, o Tinder lançou uma versão paga de seu app de paquera em alguns mercados, com esta versão se chamando Tinder Plus. Naquele ano, a novidade causou polêmica por cobrar uma assinatura mais cara de usuários com mais de 30 anos, mas foi somente em 2018 que um usuário decidiu processar a empresa, acusando-a de discriminação. Agora, o Tinder fez um acordo com os reclamantes de uma ação coletiva, que pediam US$ 17,3 milhões de indenização por conta disso — mas o valor acabou ficando em US$ 11,5 milhões. As informações são do Canaltech.

O Tinder Plus dá vantagens como, por exemplo, voltar atrás em swipes, maior quantidade de Super Likes e a opção de dar match com pessoas de outros países. Para isso, a mensalidade cobrada de jovens com menos de 29 anos era de US$ 9,99, enquanto para usuários com mais de 30 o valor era de US$ 19,90. A empresa defendia a cobrança desigual com a justificativa de que usuários mais jovens teriam mais restrições orçamentárias em comparação com usuários mais velhos, precisando, então, de preços mais em conta para poderem assinar serviços online.

Segundo a matéria, no processo aberto em 2018, o caso acabou sendo arquivado em um tribunal da Califórnia, em decisão favorável ao Tinder. Mas o grupo de pessoas (que engloba cerca de 230 mil usuários) não desistiu, recorrendo da decisão; agora, eles conseguiram um martelo batido a seu favor. O Tinder pagará os US$ 11,5 milhões para o grupo em questão, e esses usuários ainda receberão uma assinatura Tinder Plus ou Tinder Gold gratuita, além de 50 Super Likes.

O Tinder também concordou em não cobrar mais valores diferentes de acordo com a faixa etária dos usuários, mas isso será válido somente para o estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Para atrair a população mais jovem, a empresa pode oferecer cupons de desconto para quem estiver na faixa dos 21 anos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tinder-vai-pagar-us-115-milhoes-por-cobrar-mais-de-maiores-de-30-anos-no-plus-131511

28

Jan

Mídias Sociais

Facebook: 74% dos usuários não sabiam dos dados que a rede armazena

Pois é, a questão da privacidade online tem sido cada vez mais discutida, principalmente após os escândalos que ocorreram no ano passado; afinal, ninguém gosta de saber que seus dados estão sendo vendidos sem autorização para empresas, né? As informações são do Portal Tecmundo.

É comum citar o Facebook em discussões do gênero, já que a rede social de Mark Zuckeberg é um dos principais nomes quando o assunto é a coleta de dados dos usuários: as informações do público são armazenadas pela plataforma de acordo com o uso do app, as páginas com que o usuário interage, seus posts, fotos e álbuns compartilhados e assim por diante.

De acordo com o site, o que muitas pessoas nem imaginam é que, na verdade, o Facebook possui uma lista bem completa de interesses em potencial por parte dos usuários para servir de referência para os anúncios que serão mostrados durante a navegação – claro, sempre de acordo com o que o algoritmo acredita que o usuário gosta.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Pew Internet, um centro de pesquisa dos EUA, 74% dos participantes não faziam ideia desse compilado de interesses e características pessoais. Desse número, metade se sentiu desconfortável ao saber da existência da lista.

Contudo, é importante lembrar que nenhuma dessas informações é secreta ou algo do tipo; na verdade, esses dados podem ser acessados na página das preferências de anúncios. Mesmo assim, quando os usuários não têm conhecimento desse tipo de informação, é quase como se ela fosse secreta.

Para a própria rede social, realmente falta mais divulgação para os usuários a respeito da dinâmica dos anúncios online. Assim, os responsáveis pelo Facebook querem que o público compreenda melhor o funcionamento das ferramentas e dos controles de anúncios.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/138025-74-usuarios-facebook-nao-sabia-dos-dados-rede-social-armazena.htm