Mídias Sociais

29

Jan

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Sete funções que você odeia no Instagram, apesar de amar o app

O Instagram, apesar de ser um dos apps mais populares do mundo, também tem seus defeitos. Por vezes, recursos lançados pelo aplicativo desagradam os usuários, que logo se revoltam nas redes sociais. Foi o que aconteceu recentemente com o feed horizontal. Um bug fez com que a função, que ainda era um teste, aparecesse para algumas pessoas. As reclamações foram tantas, que a rede de fotos teve que se pronunciar oficialmente e se desculpar pelo engano. As informações são do Portal Techtudo.

No entanto, outros recursos também foram reprovados por alguns, mas permanecem até hoje: o feed não cronológico e o sinal de online que denuncia quando você abre o Direct são apenas alguns exemplos. Confira, a seguir, sete funções odiadas do Instagram.

1. Feed horizontal

No fim de dezembro, alguns usuários do Instagram foram surpreendidos com um feed diferente. Os posts estavam organizados horizontalmente e podiam ser passados para o lado, como os Stories e muito parecido com o Tinder. Os usuários não gostaram da novidade e foram às redes sociais para reclamar, clamando pela volta do tradicional feed vertical. Além do estranhamento com a mudança drástica, alguns se queixavam da lentidão e falta de fluidez da nova organização.

Para a felicidade do público, o feed horizontal não durou muito. Em vários casos, reiniciar o aplicativo fazia tudo voltar ao normal. Ao site americano The Verge, um representante do Facebook, empresa que administra o Instagram, afirmou que se tratava de um bug e pediu desculpas pelo transtorno. Antes, porém, Adam Mosseri, diretor da rede de compartilhamento de fotos, disse no Twitter que a função estava passando por um pequeno teste, que foi mais longe que o previsto.

2. Feed não cronológico

A alteração da ordem das publicações já aconteceu em diversas redes sociais e sempre causou polêmica. Não foi diferente no Instagram, em 2016, quando o feed deixou de exibir os posts em ordem cronológica para obedecer a um algoritmo. Os códigos trabalham para selecionar e mostrar o que há de mais relevante para cada um. São levados em consideração fatores como seus interesses segundo o histórico de uso, interações com os outros e ainda a data das postagens.

Em 2018, um rumor de que o feed voltaria a ser cronológico agitou a Internet, mas logo foi negado pela companhia. Eles argumentam que os usuários tendem a passar mais tempo no app quando veem o feed algorítmico. De acordo com o Instagram, isso não é bom apenas para os negócios: o método permite que as pessoas visualizem mais fotos e vídeos de seus amigos próximos, mesmo que os posts sejam não sejam tão recentes.

3. “Online” no direct

Comum nas redes sociais, o status de atividade chegou ao Instagram em 2018. Ao ver uma bolinha verde ao lado da foto de perfil, que aparece em várias seções do app, os usuários ficam sabendo quando seus amigos estão online. Seu status só é visível para contas que você segue ou com quem já trocou mensagens. A função desagradou muita gente, que prefere poder dar uma conferida nas fotos do feed sem ser notado. Para a felicidade dos mais discretos, o recurso pode ser desativado facilmente.

4. Enquetes

Desde 2017, o Instagram Stories tem um adesivo que funciona como enquete. De maneira bem simples, é possível fazer uma votação com seus seguidores, que devem optar entre duas opções. A pergunta pode ser feita em qualquer foto ou vídeo postado no Stories. O problema, para alguns, é que a ferramenta às vezes leva a um engano irritante: enquanto o usuário está deslizando freneticamente pelas histórias, clica por acidente em uma alternativa de enquete, sem nem ler do que se trata.

5. Notificações do IGTV

O IGTV é a plataforma de vídeos do Instagram que chegou no ano passado com a pretensão de bater de frente com o YouTube. O serviço se destaca pelos vídeos verticais e por uma exibição mais fluida do conteúdo, já que os vídeos são transmitidos em sequência assim que o app é iniciado, como na televisão.

Ele é um aplicativo à parte, mas pode ser usado também dentro do app tradicional da rede social. Por padrão, são exibidas notificações com todos os novos vídeos e transmissões ao vivo de quem o usuário segue, entre outras novidades, o que pode ser um tanto incômodo. A boa notícia é que você pode desabilitar os avisos.

6. Aviso de mensagem apagada

Você recebe uma notificação do Instagram no celular, vai olhar e lá está o recado: “Esta mensagem não está mais disponível porque o envio dela foi cancelado pelo remetente.” Quando uma mensagem direta é apagada no app por quem a enviou, o usuário de iPhone se depara com esse aviso nas notificações se não visualizar o direct a tempo. Já nos smartphones Android, a notificação apenas some. Dentro do próprio inbox do aplicativo, porém, não fica nenhum rastro nem nos dispositivos da Apple nem no sistema do Google.

7. Funções que não chegam para todos

O Instagram está o tempo todo implementando novos recursos em busca de melhorar a experiência dos usuários. Filtros, stickers e GIFs, por exemplo, não estiveram sempre presentes na plataforma e ainda são constantemente atualizados. Muitas vezes, no entanto, uma parcela das pessoas demora para receber as novidades — fora as funções indisponíveis no Brasil, como o sticker de música.

Ninguém gosta de ser deixado de fora dos lançamentos, mas isso acontece por uma série de razões. A explicação mas simples é que a rede está liberando a função aos poucos, então resta ser paciente e aguardar sua vez. Mas é também possível que algumas medidas simplesresolvam: garantir que o app esteja atualizado, sair e entrar novamente na conta ou reinstalar o software.

Fonte: Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/01/sete-funcoes-odiadas-do-instagram.ghtm

28

Jan

Mídias Sociais

Tinder vai pagar US$ 11,5 milhões por cobrar mais de maiores de 30 anos no Plus

Em 2015, o Tinder lançou uma versão paga de seu app de paquera em alguns mercados, com esta versão se chamando Tinder Plus. Naquele ano, a novidade causou polêmica por cobrar uma assinatura mais cara de usuários com mais de 30 anos, mas foi somente em 2018 que um usuário decidiu processar a empresa, acusando-a de discriminação. Agora, o Tinder fez um acordo com os reclamantes de uma ação coletiva, que pediam US$ 17,3 milhões de indenização por conta disso — mas o valor acabou ficando em US$ 11,5 milhões. As informações são do Canaltech.

O Tinder Plus dá vantagens como, por exemplo, voltar atrás em swipes, maior quantidade de Super Likes e a opção de dar match com pessoas de outros países. Para isso, a mensalidade cobrada de jovens com menos de 29 anos era de US$ 9,99, enquanto para usuários com mais de 30 o valor era de US$ 19,90. A empresa defendia a cobrança desigual com a justificativa de que usuários mais jovens teriam mais restrições orçamentárias em comparação com usuários mais velhos, precisando, então, de preços mais em conta para poderem assinar serviços online.

Segundo a matéria, no processo aberto em 2018, o caso acabou sendo arquivado em um tribunal da Califórnia, em decisão favorável ao Tinder. Mas o grupo de pessoas (que engloba cerca de 230 mil usuários) não desistiu, recorrendo da decisão; agora, eles conseguiram um martelo batido a seu favor. O Tinder pagará os US$ 11,5 milhões para o grupo em questão, e esses usuários ainda receberão uma assinatura Tinder Plus ou Tinder Gold gratuita, além de 50 Super Likes.

O Tinder também concordou em não cobrar mais valores diferentes de acordo com a faixa etária dos usuários, mas isso será válido somente para o estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Para atrair a população mais jovem, a empresa pode oferecer cupons de desconto para quem estiver na faixa dos 21 anos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tinder-vai-pagar-us-115-milhoes-por-cobrar-mais-de-maiores-de-30-anos-no-plus-131511

28

Jan

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Facebook: 74% dos usuários não sabiam dos dados que a rede armazena

Pois é, a questão da privacidade online tem sido cada vez mais discutida, principalmente após os escândalos que ocorreram no ano passado; afinal, ninguém gosta de saber que seus dados estão sendo vendidos sem autorização para empresas, né? As informações são do Portal Tecmundo.

É comum citar o Facebook em discussões do gênero, já que a rede social de Mark Zuckeberg é um dos principais nomes quando o assunto é a coleta de dados dos usuários: as informações do público são armazenadas pela plataforma de acordo com o uso do app, as páginas com que o usuário interage, seus posts, fotos e álbuns compartilhados e assim por diante.

De acordo com o site, o que muitas pessoas nem imaginam é que, na verdade, o Facebook possui uma lista bem completa de interesses em potencial por parte dos usuários para servir de referência para os anúncios que serão mostrados durante a navegação – claro, sempre de acordo com o que o algoritmo acredita que o usuário gosta.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Pew Internet, um centro de pesquisa dos EUA, 74% dos participantes não faziam ideia desse compilado de interesses e características pessoais. Desse número, metade se sentiu desconfortável ao saber da existência da lista.

Contudo, é importante lembrar que nenhuma dessas informações é secreta ou algo do tipo; na verdade, esses dados podem ser acessados na página das preferências de anúncios. Mesmo assim, quando os usuários não têm conhecimento desse tipo de informação, é quase como se ela fosse secreta.

Para a própria rede social, realmente falta mais divulgação para os usuários a respeito da dinâmica dos anúncios online. Assim, os responsáveis pelo Facebook querem que o público compreenda melhor o funcionamento das ferramentas e dos controles de anúncios.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/138025-74-usuarios-facebook-nao-sabia-dos-dados-rede-social-armazena.htm

25

Jan

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Facebook muda regras e vai identificar "notícias falsas"

O Facebook anunciou mudanças nas regras para as páginas dentro da plataforma. A principal delas é a identificação de publicações consideradas “notícias falsas” e que, em razão disso, têm a distribuição reduzida. Os administradores das páginas poderão ver quais mensagens foram enquadradas nesta categoria. Também terão acesso a outros conteúdos retirados por violarem as normas internas da companhia (os Parâmetros da Comunidade).

Os administradores de páginas passarão a ter acesso a uma “aba” denominada “Qualidade da Página”. Nela, ficarão listados os posts avaliados como “falsos”, “mistos” ou com “título falso”, conforme categorias definidas pela empresa. A classificação é feita por agências de checagem de fatos parceiras (conheça as regras de análise aqui). Até agora, quando uma publicação era marcada desta maneira não havia qualquer sinalização nem ao autor nem aos administradores de páginas. O autor, contudo, seguirá sem ser notificado.

A redução de alcance de conteúdos considerados "notícias falsas" vem sendo adotada pela rede social, sem remover os posts mas criando obstáculos a sua difusão. “Esperamos que isso forneça às pessoas as informações necessárias para policiar comportamentos inadequados de administradores de uma mesma página, entender melhor nossos Padrões da Comunidade e, em alguns casos, nos informar quando acreditarem que tomamos uma decisão incorreta sobre um determinado conteúdo”, afirmou a empresa em comunicado oficial. No Brasil, o Facebook estabeleceu parceria com entidades de checagem de fatos, como a Agência Lupa, aos Fatos e France Press para verificar circulação de notícias falsas durante as eleições de 2018.

Conteúdos removidos

Os administradores de páginas poderão ver os conteúdos removidos por não respeitarem as normas internas, os chamados Parâmetros da Comunidade. Entram aí mensagens enquadradas como “discurso de ódio”, “violência”, “conteúdo explícito”, “assédio”, “bullying”, “produtos controlados”, “nudez adulta”, “atividades sexuais” e “apoio ou glorificação de indivíduos não permitidos no Facebook”

Segundo o anúncio do Facebook, o administrador passa também a poder contestar uma remoção. Alguns tipos de derrubada não serão informados nesse processo, como “spam”, “posts caça-cliques” ou “violações de propriedade intelectual”.

Reincidência

Outra medida anunciada foi a fiscalização mais rígida de autores de páginas removidas. A plataforma já impedia a criação de um espaço deste tipo semelhante a um derrubado por violar as normas internas. Mas, segundo a companhia, foram identificadas “pessoas trabalhando para contornar nossa política, usando páginas existentes que elas já gerenciavam para o mesmo propósito que a página removida por violar nossas políticas”.

Em resposta a isso, o Facebook poderá retirar outras páginas de autores de páginas removidas mesmo que aquelas não tenham incorrido em alguma violação. Para fazer isso, explicou a plataforma, será avaliado “um amplo conjunto de sinais”, como os administradores ou se o nome é similar.

Medida “tímida”

Na avaliação do mestre em direito e pesquisador do Instituto Beta Paulo Rená, as medidas anunciadas sinalizam para maior transparência na remoção de conteúdos, mas ainda são “tímidas” e podem “não fazer muita diferença”.

“Não me parece haver nenhum indicativo de mais permeabilidade do Facebook para ouvir a comunidade. Isso pode manter a situação de inércia perante falsos positivos, quando conteúdos legítimos são removidos sem que haja real possibilidade de reação pelas pessoas interessadas; ou quando conteúdos ofensivos, especialmente relacionados a discurso de ódio, são mantidos online a despeito de protestos na própria rede”.

Já a advogada e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil Flávia Lefévre argumenta que a despeito das novas regras, permanece o problema dos Parâmetros da Comunidade serem pouco transparentes. Ela cita casos, como situações que ela própria viveu, em que usuários têm conteúdos removidos e mesmo após questionamento o Facebook não explica a razão da remoção ou reverte a situação.

Com informações da Agência Brasil

23

Jan

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Facebook vai liberar documentos sobre compras feitas por crianças na rede

O The Reveal teve acesso a documentos internos do Facebook que detalham como a empresa conseguiu dinheiro através de transações comerciais com crianças anos atrás. De acordo com os documentos, os próprios funcionários do Facebook estavam preocupados com o fato de estarem enganando crianças que acumulam centenas e - às vezes milhares - de dólares em cobranças de jogos. As informações são do Portal Tecmundo.

Para quem não lembra, em 2012 o Facebook lutou contra uma ação coletiva que alegava que a empresa estava lucrando graças às crianças que acidentalmente acumulavam enormes taxas de cartão de crédito. Na época, o autor principal do caso estava jogando no Facebook quando pediu o cartão de crédito de sua mãe emprestado para fazer uma compra de U$20 no jogo. Segundo os advogados, os pais acreditaram que a criança estava fazendo compras utilizando uma "moeda virtual", o que fez com que várias dívidas fossem feitas no mesmo cartão por semanas sem perceber.

Quando receberam a conta, a mãe da criança solicitou que o Facebook reembolsasse o valor, dizendo nunca ter autorizado qualquer cobrança além dos U$20 originais. No entanto, a empresa nunca devolveu o dinheiro, forçando a família a entrar com uma ação judicial para conseguir o valor de volta.

O caso foi encerrado em 2016 de força confidencial, mas o The Reveal solicitou judicialmente que esses documentos fossem divulgados por trazerem informações importantes sobre as transações comerciais da rede social com menores de idade. Na última segunda-feira, o tribunal concordou em liberar alguns desses registros, dando ao Facebook o prazo de dez dias para disponibilizar mais de cem páginas ao público.

Visto que a rede social vem passando por vários escândalos nos últimos anos, como vazamento de dados de usuários e postagens de notícias falsas, a divulgação desses documentos internos deve esclarecer ao público como o Facebook lida com seus usuários e clientes que confiam seus dados pessoais, mesmo que os jogos sejam somente uma parte de tudo isso.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/redes-sociais/138084-facebook-devera-liberar-documentos-transacoes-comerciais-criancas.ht

23

Jan

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Você já pode compartilhar conteúdo da Netflix nos Stories do Instagram

Sabe quando você descobre aquele filme ou série que te conquista navegando pela Netflix? Pois agora, em vez de contar para cada um de seus amigos sobre seu grande achado, você vai poder compartilhar sua sugestão diretamente para os Stories do Instagram para que todos os seus seguidores vejam o que você está assisitindo. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com a matéria, para utilizar a nova ferramenta, basta acessar o aplicativo da Netflix no iPhone – o recurso ainda não está disponível para Android –, selecionar um conteúdo, clicar em “compartilhar” e escolher a opção Instagram Stories. O post vai ficar disponível por 24 horas e, além da arte oficial do conteúdo, será acompanhado de um link que redirecionará os usuários para a página deste conteúdo no aplicativo da Netflix. Também é possível compartilhar filmes e séries por Direct Message.

O recurso já está disponível para usuários do sistema operacional iOS, mas muito em breve vai chegar ao Android. Em um futuro próximo também, vai ser possível compartilhar conteúdo da Netflix por meio do Snapchat.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/internet/138092-voce-compartilhar-conteudo-netflix-stories-instagram.htm

22

Jan

Mídias Sociais

Já está valendo: limitação de encaminhamento de mensagens pelo WhatsApp começou nesta segunda

O WhatsApp confirmou o novo limite de encaminhamento de mensagens nesta segunda-feira (21). A partir de hoje, usuários do mensageiro disponível para Android, iPhone (iOS) e Web conseguirão enviar o mesmo conteúdo para apenas cinco contatos por vez. Em resposta ao TechTudo, o WhatsApp afirma que a novidade "vai ajudar a manter o aplicativo focado em mensagens privadas com contatos próximos".

Inicialmente, o app permitia o envio de um mesmo conteúdo para mais de 200 pessoas simultaneamente. Em agosto de 2018, a plataforma impôs a restrição para 20 contatos, a fim de evitar a proliferação das notícias falsas (fake news) por meio da rede social. De acordo com a empresa, que pertence ao Facebook, a nova função começa a chegar a partir de hoje para todos usuários da versão final do aplicativo. Vale lembrar que o encaminhamento reduzido já estava disponível na edição Beta desde dezembro do ano passado.

Por que limitar?

No Brasil, o WhatsApp é canal recorrente de golpes que usam truques de engenharia social para atrair vítimas com mensagens mencionando promoções falsas de marcas famosas – tática conhecida como phishing. Em nota publicada em julho, o WhatsApp afirmou que as mudanças buscavam melhorar a segurança e a privacidade dos usuários no dia a dia. "Nós acreditamos que essas medidas – e que continuaremos a avaliar – poderão manter o WhatsApp do jeito que ele deve ser: um app para conversas privadas", disse a empresa.

Fake news

Antes de limitar o encaminhamento de mensagens, o WhatsApp já havia melhorado a ferramenta de denúncia com foco em fake news, e removido o botão de encaminhamento rápido ao lado de mídias e links na versão web. Também havia começado a avisar quando uma mensagem foi encaminhada. Porém, o recurso ainda não oferece a mesma quantidade de informações que o rival Telegram: no aplicativo de origem russa, é possível saber exatamente qual usuário criou a mensagem.

O que diz o WhatsApp

"O WhatsApp avaliou com cuidado esse teste [de limite de encaminhamento] e ouviu o feedback dos usuários durante o período de seis meses. O limite de encaminhamento reduziu significantemente o encaminhamento de mensagens no mundo todo. Começando hoje, todos os usuários da última versão do WhatsApp podem encaminhar apenas cinco mensagens por vez, o que vai ajudar a manter o WhatsApp focado em mensagens privadas com contatos próximos. Continuaremos a ouvir o retorno de nossos usuários sobre sua experiência no app, e com o tempo, procuramos novas maneiras de endereçar a questão do conteúdo viral."

Fonte: TechTudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/01/whatsapp-limita-o-encaminhamento-de-mensagens-para-cinco-contatos.ghtml

21

Jan

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Facebook está desenvolvendo um novo app voltado para o público jovem

Depois de perder boa parte do seu público mais jovem para apps como o Snapchat e o YouTube, o Facebook está desenvolvendo um novo aplicativo com o intuito de trazer essa faixa etária a novamente consumir os produtos da empresa. De acordo com o que foi descoberto pelo TechCrunch, o novo app seria uma plataforma para o compartilhamento de vídeos e GIFs engraçados chamado LOL.

O programa consistiria de um feed parecido com o do Facebook, mas que seria dividido em categorias como “Para Você”, “Animais”, “Falhas” e “Pegadinhas”, com conteúdo retirado das melhores páginas de memes do Facebook. O app já está sendo testado por 100 estudantes colegiais dos Estados Unidos, que assinaram contratos de total confidencialidade com a empresa.

Pelo que as fontes adiantaram ao TechCrunch, a versão de testes do LOL está sendo acessada como um substituto da aba Watch no app do Facebook, mas a ideia é de que ele seja um app próprio ou uma extensão de alguns dos outros apps da empresa, como o Instagram ou o WhatsApp.

Apesar disso, a reportagem chama o novo app de “constrangedor”, que se esforça demais para passar por “jovem e descolado” mas que é alimentado por uma série de memes e piadas antigas, que muito provavelmente já foram vistos pela grande maioria do público que ele pretende cativar.

Por enquanto, ainda não se sabe quando o Facebook pretende lançar oficialmente o LOL, mas por ser um app com memes da semana passada e que se esforça para parecer “jovem e descolado”, é mais provável que ele faça mais sucesso com o tio que distribui correntes no WhatsApp do que com o público mais jovem propriamente dito.

Fonte: Canal Tech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/facebook-esta-desenvolvendo-um-novo-app-voltado-para-o-publico-jovem-131125/

18

Jan

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Desafio dos 10 anos levanta debate sobre reconhecimento facial

Se você é usuário da rede social Facebook, dificilmente ainda não viu na sua linha do tempo alguma publicação de um amigo com duas fotos, uma de 2009 e outra de 2019. O jogo, apelidado de “desafio dos 10 anos” (ou #10yearchallenge, na hashtag do termo em inglês), viralizou desde ontem (16) e tornou-se a principal “brincadeira” do momento na plataforma.

O desafio ganhou toda forma de adaptação, desde pessoas postando fotos comparando suas imagens nos últimos dez anos até um gancho para comparação de artistas, políticos, locais e situações. O meme tornou-se um recurso para debates desde a evolução pessoal dos usuários até discordâncias políticas no site.

Contudo, a popularidade do desafio provocou também debate por parte de especialistas em segurança da informação e proteção de dados pessoais. A consultora e autora de livros em tecnologias digitais norte-americana Kate O’Neill publicou questionamentos nas redes sociais e na mais importante revista de tecnologia do mundo, Wired, apontando até que medida as imagens publicadas não poderiam estar sendo usadas para “treinar” o sistema do Facebook que realiza o reconhecimento facial dos usuários.

Marcação automática

Quando uma imagem é publicada, a rede social realiza essa identificação. Essa funcionalidade aparece, por exemplo, quando ela “sugere” a marcação do usuário ou de amigos em fotos. O reconhecimento é feito por meio de uma tecnologia que “aprende” como melhorar esse procedimento à medida que ela recebe mais dados ou mais fotos. Daí surgiu o questionamento de Oneil e de outros especialistas acerca de como tais imagens de 10 anos atrás poderiam estar “alimentando” o banco de dados do Facebook e “treinando” seus sistemas.

“Isso pode acontecer. É uma métrica bem objetiva para os sistemas aprenderem. A grande dificuldade é fazer padrões universais e isso é um padrão objetivo, uma vez que possui anos definidos. Isso poderia ser utilizado para treinar esses sistemas”, avalia o pesquisador em privacidade e professor na consultoria DataPrivacy Brasil Renato Leite.

Com a repercussão das dúvidas, o Facebook se posicionou sobre o assunto. “Esse é um meme criado pelos usuários das nossas plataformas e que viralizou espontaneamente. O Facebook não começou essa onda e o meme geralmente usa fotos que já estão no Facebook. Nós não ganhamos nada com esse meme (além de nos lembrar das tendências questionáveis de moda de 2009). Como lembrete, vale dizer que as pessoas no Facebook podem escolher se querem deixar o reconhecimento facial ativo ou não a qualquer momento”, explicou a empresa, em nota.

Debate benéfico sobre riscos

A analista de políticas da organização mundial de direitos digitais Eletronic Frontier Foundation Veridiana Alimonti, pondera que independentemente da empresa se beneficiar ou não a respeita da brincadeira, a polêmica em torno do desafio foi benéfica por colocar em debate os riscos do reconhecimento facial.

Veridiana acredita que debates como esse podem ajudar o cidadão a ficar mais consciente de como disponibiliza suas informações em redes sociais como o Facebook. “Se essa discussão chama a atenção para isso, que seja um alerta para como as pessoas estão lidando com as plataformas em relação às informações que elas possuem e quais usos elas fazem”, disse.

O Blog da Juliska também participou do #10yearschallenge. Acesse nosso Instagram e deixe sua opinião: https://www.instagram.com/blogdajuliska/?hl=pt-br

Com informações da Agência Brasil

17

Jan

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WhatsApp tira o posto do Facebook e é o aplicativo mais popular

O discípulo pode superar o seu mestre? Se pensarmos na relação Facebook e o WhatsApp, a resposta é sim. A empresa de Mark Zuckerberg, dona do serviço de mensagens, não é mais responsável pelo aplicativo mais popular entre os celulares Android e iOS. O WhatsApp conseguiu roubar esse posto.

O relatório "State of Mobile", feito pela empresa de análise de mercado App Annie, observou que o aplicativo do WhatsApp passou a ser mais usado do que o Facebook por usuários em diversos países do mundo a partir de setembro do ano passado. Segundo o relatório, o WhatsApp teve um aumento de 30% de usuários ativos mensais nos últimos 24 meses. O Facebook registrou alta de 20% no mesmo período.

A mudança foi observada em grandes mercados como Alemanha, Brasil Espanha, Hong Kong, India, México, Reino Unido e Rússia. A Índia foi o país em que o crescimento do WhatsApp foi o mais observado, contabilizando o maior número de usuários ativos. O Brasil apareceu em segundo lugar, de acordo com o site The Next Web. Os aplicativos mais usados no Brasil foram: Whatsapp, Facebook, Instagram, Facebook Messenger e Pinterest.

Curiosamente, os usuários dos Estados Unidos não parecem gostar tanto do WhatsApp. O aplicativo nem aparece em seu ranking de programas mais usados. A primeira colocação fica com o Snapchat, seguido do Facebook e Instagram. Um dos motivos pela alta do WhatsApp é o fato de ele ser gratuito e simples para a troca de mensagens entre os usuários, explicou a App Annie em seu relatório.

Facebook tem e não tem motivos para ficar triste

O Facebook comprou o WhatsApp em 2014 pela bagatela de USS 19 bilhões. Na época, o serviço tinha 450 milhões de usuários ativos. Hoje esse volume já passa de bilhões. Por esse lado a empresa pode ficar orgulhosa da conquista do discípulo. Além disso, quando considerado o balanço total de 2018, o Facebook segue como o líder de popularidade com base no levantamento.

No entanto, a empresa precisa ficar de olho nessa alta do WhatsApp. É bom lembrar sempre que o seu principal desafio é obter lucro com o serviço de mensagens. Ele é gratuito e não possui um modelo de negócios concreto voltado para monetização. Então, o fato de o WhatsApp estar crescendo talvez possa virar uma dor de cabeça para a empresa.

Fonte: Portal UOL, disponível em: https://noticias.uol.com.br/tecnologia/noticias/redacao/2019/01/17/whatapp-tira-o-posto-do-facebook-e-e-o-aplicativo-mais-popular.htm

17

Jan

Mídias Sociais

Facebook investe 300 milhões de dólares para fomentar jornalismo nos EUA

Deu no Portal Meio e Mensagem:

Embora seja uma plataforma de mídia e não uma empresa que produz conteúdo, o Facebook entende a importância das notícias para que sua ferramenta continue relevante para as pessoas. Nos últimos tempos, a rede social tem desenvolvido diversos esforços para, de alguma maneira, auxiliar os veículos que ainda enxergam no canal um meio importante de compartilhar suas matérias. A mais recente iniciativa, divulgada nesta terça-feira, 15, tem o objetivo de apoiar reportagens locais nos Estados Unidos.

O plano da companhia criada por Mark Zuckerberg é investir, nos próximos três anos, um total de US$ 300 milhões em programas de notícias, parcerias e conteúdo. Diferentemente de outras oportunidades, em que o Facebook trabalhou para manter os veículos e qualificar seus conteúdos dentro da própria plataforma, o aporte desta vez visa qualificar a produção de conteúdo antes mesmo que ele chegue até as redes sociais.

As principais iniciativas envolvem o apoio financeiro para reportagens multimídia, colocar mil jornalistas em redações locais em todo os EUA nos próximos cinco anos, ajudar 2 mil redações a entender e implementar fluxos de receita por meio de conteúdo patrocinado, criar um programa piloto de aceleração para ajudar redações locais com modelos de assinatura  e investir em um centro de inovação para potencializar o desenvolvimento de conteúdo.

Há 2 anos a rede social tem implementado ações para fomentar a distribuição de notícias

Em janeiro de 2017 aconteceu o lançamento do projeto Facebook para Jornalismo, em junho do mesmo ano a inclusão do logotipo de empresas de mídia ao lado dos artigos em destaque nas seções Trending e Pesquisa e em 2018, os links compartilhados na plataforma passaram a acompanhar o botão "contexto",  que funciona como ferramenta para combater notícias falsas.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/01/15/facebook-investe-us-300-milhoes-para-fomentar-jornalismo-local.html

14

Jan

Mídias Sociais

Estudo relaciona uso de redes sociais a desordens comportamentais

Estudo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos (EUA), mostrou relações entre o uso de redes sociais, mais especificamente o Facebook, e o comportamento de pessoas viciadas. A pesquisa foi divulgada no Periódico de Vícios Comportamentais.

Segundo os autores, a lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

De acordo com os pesquisadores, os estudos sustentam um paralelo entre usuários com grande tempo dispendido em redes sociais “e indivíduos com uso de substâncias [drogas] e desordens decorrentes do vício”. O excesso de redes sociais afetaria a capacidade de julgamento das pessoas no momento de escolhas mais benéficas.

“Nossos resultados demonstram que um uso mais severo de sites de redes sociais é associado com maior deficiência na tomada de decisões. Em particular, nossos resultados indicam que usuários em excesso de sites de redes sociais podem tomar decisões mais arriscadas”, dizem os autores.

Escala

O estudo aplicou uma escala utilizada para medir níveis de vício no facebook (Bergen Facebook Addiction Scale), problemas na tomada de decisões e propensão a depressão em 71 pessoas em uma universidade alemã. A amostra, portanto, é importante para cuidados no momento de generalizar os resultados para o conjunto da sociedade, mas não inviabiliza as conclusões importantes da análise.

As pessoas com maior intensidade de uso de facebook foram as que tiveram pior desempenho no teste de lógica de tomada de decisões (reconhecer escolhas que, no conjunto, trariam mais benefícios e menos prejuízos para si).

“Nossas descobertas implicam que os usuários em excesso de sites de redes sociais estão considerando mais os efeitos potencialmente positivos de suas decisões do que os efeitos potencialmente negativos”, afirmam os pesquisadores no estudo.

Uso disseminado

O facebook é utilizado por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo, sendo a maior rede social do planeta. A empresa ainda controla outros sites de aplicativos semelhantes no topo do ranking desse mercado, como whatsapp, instagram e facebook messenger.

Pesquisa do site especializado em tecnologia Quartz indicou que grande parcela dos entrevistados (mais da metade no Brasil) acreditava que a onternet se resumia ao facebook.

Levantamento de um dos mais renomados centros de pesquisa sobre internet do mundo (Pew Internet Research), publicado no ano passado, mostrou preocupação de adolescentes e pais com o tempo gasto em redes sociais. Outro estudo de pesquisadores da Universidade de San Diego sugeriu relação entre tempo de aplicações em computadores e videogames e queda no bem-estar de jovens.

Com informações da Agência Brasil

11

Jan

Mídias Sociais

YouTube avisa a usuários que vai extinguir o compartilhamento automático de conteúdo no Twitter e no Google+

O YouTube enviou mensagem por e-mail aos usuários de contas na plataforma para informar sobre a atualização que deve impactar sobre a forma de compartilhar conteúdo na plataforma. De acordo com o aviso da rede social, após 31 de janeiro, a funcionalidade para postar automaticamente a atividade do YouTube (envios, vídeos com marcações "Gostei" etc.) no Twitter e no Google+ não estará mais disponível.

“Descobrimos que compartilhar essas ações com uma mensagem personalizada (em vez de com postagens geradas automaticamente) oferece uma experiência melhor ao criador de conteúdo e aos seguidores dele nas redes sociais”, afirma o YouTube em sua mensagem aos usuários.

A rede social de vídeos esclarece ainda como será possível compartilhar vídeos nas plataformas citadas. “Na página de exibição em qualquer dispositivo: clique em Compartilhar, depois clique no ícone da rede social”, e orienta os usuários a conferirem o artigo explicativo na Central de Ajuda do YouTube. 

10

Jan

Mídias Sociais

Twitter exclui perfis que satirizavam jornalistas e políticos brasileiros

O Twitter removeu na última quarta-feira (9) uma série de contas que satirizavam jornalistas, personalidades e políticos brasileiros. Os perfis em questão postavam notícias verdadeiras e faziam comentários e piadas sobre fatos atuais do país, muitas vezes com nomes semelhantes aos das pessoas satirizadas e, em alguns casos, usando a mesma foto e descrição do perfil. As informações são do Portal Tecmundo.

Segundo o site, a remoção não foi confirmada pela rede social, mas usuários responsáveis pelas contas removidas publicaram sobre o caso na própria plataforma. Eles acusam o Twitter de censura usando hastags como #SátiraNãoÉFake, #CensuraDasParódiasNoTwitter e #CensuraDoTwitter. Como a maioria das contas excluídas é de direita, algumas pessoas defendem que o caso se trata de perseguição política.

Ainda de acordo com o Portal, entre os veículos e jornalistas satirizados estavam nomes como UOL Notícias, Estadão, Jornal Nacional, Globo News, Mídia Ninja e Jovem Pam; já entre políticos e jornalistas estavam Reinaldo Azevedo, Alexandre Garcia, Lauro Jardim, Miriam Leitão e o presidente Jair Bolsonaro.

O presidente recém-empossado, aliás, era não apenas “homenageado” com uma sátira como também seguia alguns dos perfis removidos — o administrador do perfil que satirizada o site do Estadãoafirmou ao próprio jornal paulista que Bolsonaro havia seguido a página pouco antes

Twitter explica

Segundo o Twitter, por trás das remoções de perfis falsos e que podem levar as pessoas ao erro esta a ideia de proteger a experiência do usuário.

“No intuito de proteger a experiência e a segurança das pessoas que utilizam a plataforma, o Twitter tem regras que estabelecem os conteúdos e comportamentos que permitimos. Quando tomamos conhecimento de potenciais violações a essas regras, como conduta de spam ou evasão de suspensão, fazemos uma análise e adotamos as medidas cabíveis de acordo com nossas regras e termos de serviço”, afirmou a empresa em nota.

As regras do Twitter também esclarecem que é considerado ilegal dentro da plataforma quaisquer “interações e comportamentos automatizados de uma conta, bem como tentativas de iludir ou enganar as pessoas”. Ou seja, a possível interpretação da rede é de que tais perfis, que muitas vezes usavam um emoji de ciclone na tentativa de "simular" o selo de conta verificada, não apenas faziam humor, mas tentavam ludibriar os demais usuários.

Alguns perfins continuam ativos

Apesar das remoções acusadas nesta quarta-feira, muitos perfis que satirizam figuras como Ricardo Boechat, Felipe Neto, Jorge Pontual e Andréia Sadi e os veículos G1 e O Globo continuam funcionando normalmente — muitos deles com o emoji do ciclone "simulando" o selo de conta verificada

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137765-twitter-exclui-perfis-satirizavam-jornalistas-politicos-brasileiros.htm

8

Jan

Mídias Sociais

Brasileiros gastam quase 1h por dia em redes sociais no trabalho

Manter os funcionários concentrados é um desafio para empresas, visto que a rotina exige que o colaborador esteja em frente a um computador na maior parte do tempo, com uma série de distrações online disponíveis. Para auxiliar esses negócios a avaliarem a eficiência de suas equipes e de que maneira podem estimular mais seus talentos, o ProdutivoApp oferece um software que calcula o rendimento das atividades exercidas ao longo do dia a dia.

As informações divulgadas pelo Portal Tecmundo levam em consideração uma rotina diária de 8 horas de trabalho, o colaborador desempenha atividades online relacionadas à sua função por 5h12min, fica fora do computador por 1h57 e passa 51 min em redes sociais, plataformas de streaming e sites de compras, segundo levantamento da companhia. WhatsApp, YouTube e email pessoal são os acessos que mais distraem o funcionário das tarefas relacionadas à sua atuação profissional. O primeiro ocupa 44% desse tempo, o seguinte soma 20% e o último, 18%.

De acordo com o levantamento do ProdutivoApp, segunda e quinta-feira são os dias mais produtivos para os funcionários, com índices que chegam a 89% e 82%, respectivamente, contra 72% das sextas-feiras. A pesquisa levou em consideração a rotina de aproximadamente 20 mil trabalhadores em 2018.

Ainda segundo a matéria também é preciso considerar os diferentes momentos do dia, os quais apresentam taxas de eficiência distintas. Segundo a análise, um trabalhador que permanece no escritório das 9h às 18h (com 1 hora de intervalo) e tem a divisão dos horários em três turnos (manhã, tarde e final de tarde), demonstra rendimento superior no período matutino, com 83% de produtividade, com queda progressiva ao longo da tarde e no final do expediente.

Avaliar esses dados por meio da plataforma fornece dados para que tanto gestores quanto equipes possam rever sua atuação e analisar o que pode ser melhorado. “Uma estratégia para alcançar resultados melhores em dias de menor produtividade é substituir atividades normais por funções mais dinâmicas, como reuniões e treinamentos, que exigem participação ativa do funcionário”, sugere um dos sócios do ProdutivoApp, Rafael Nunes.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137681-brasileiros-gastam-1h-dia-redes-sociais-trabalho.htm