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25

Nov

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Twitter e Instagram: #TONODED gera engajamento de quase seiscentas menções no Digital Experience Day em Natal

Com mais de 400 inscritos e representantes dos estados da Paraíba, Pernambuco, Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte, o Digital Experience Day (DED), terminou na tarde deste domingo (25), com um debate entre o design Ramon Campos e o publicitário Erickson Monteiro. A discussão era bem pratica: quais as formas mais eficazes de produção de conteúdo para web.

Avaliando tendências de mercado e focando no marketing digital, o DED 2018 mesclou workshops e palestras em doze horas de conteúdo para internet. Foram dois dias imersos em temas como Planejamento Digital, Empoderamento Feminino na Tecnologia, Futurismo e oficinas voltadas para o setor.

O organizador do evento Manoel Filho já adianta as novidades para a edição 2019. “Estamos muito felizes com o DED 2018 e vamos inovar ano que vem. O Digital Experience Day vai passar por várias cidades, inclusive na Paraíba”. Durante o congresso foi criada a #TONODED que gerou, segundo ele, cerca de 600 menções no Twitter e Instagram. 

No sábado (24), a palestra sobre Empoderamento Feminino na Tecnologia com Cecília Vilar, Emmanuelle Richard, Alana Cascudo e Caroline Crozara gerou debate em torno do papel das mulheres em áreas predominantemente masculinas. Já no domingo, foram duas horas da oficina Planejamento Digital com Erickson Monteiro que deu dicas de como criar personas e gerar conteúdo assertivo na era digital.

Para Flu Ferreira, coeditora do Diário do Rio, o segredo “é olhar com outros olhos para aquilo que todo mundo faz igual”. Questionada sobre o tamanho da equipe para criar um material com qualidade, ela surpreende dizendo “somos quatro pessoas e temos a terceira melhor audiência no Rio”.

Além dela, passaram também pelo palco do DED falando sobre o Pinterest, Liliane Ferrari; representando o Twitter, Juzão; e Cassiano Ribeiro trouxe o case Conexão Globo Rural. A agência Três1 Digital foi a responsável pela produção do evento.

23

Nov

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Instagram altera forma de visualização dos perfis de seus usuários

Instagram está fazendo algumas modificações que afetarão o visual do perfil dos usuários. A plataforma está testando novos recursos entre novembro e dezembro, incluindo mudanças vagamente anunciadas há alguns meses, principalmente nos ícones e botões de navegação. Não chega a ser uma atualização radical e que muda totalmente a cara do aplicativo, mas também não deixa de ser um pequeno ajuste.

Em seu comunicado oficial, o Instagram disse que a grade de exibição das fotos e vídeos não mudará, mas os ícones acima da grade sim, acrescentando palavras e mais opções (IGTV, tagged). Outra novidade é a mudança da foto de perfil para o lado direito, enquanto a descrição deixa de ficar embaixo da foto e passa para o lado esquerdo.

Os botões “Seguir” e “Messagem” aparecem lado a lado para os perfis pessoais. Já as páginas de empresas têm mais opções de botões, como “Email” e “Ligar”.

Segundo o Intagram, eles ainda estão trabalhando nessas mudanças, por isso não podemos dizer que são alterações permanentes: “Vamos testá-las em fases e diferentes combinações com nossa comunidade nas próximas semanas. Continuaremos experimentando e atualizando a experiência conforme aprendermos com seu feedback”.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/99928/instagram-faz-adaptacoes-e-mudancas-aparecerao-nos-perfis-dos-usuarios/

22

Nov

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Instagram apresenta novo visual e passa a ter novas ferramentas funcionais

O Instagram anunciou a chegada de uma nova interface aos seus aplicativos móveis com a intenção de aprimorar a navegação e a usabilidade. As alterações não são drásticas, mas reposicionam e modificam o visual de alguns botões na página inicial da rede, facilitando o acesso a recursos como enviar uma mensagem privada ou começar a seguir alguém.

Em perfis comerciais, as novidades são ainda mais significativas e incluem, ainda, novos botões para iniciar uma chamada, enviar um email, obter o endereço do estabelecimento ou realizar um pedido. Obviamente, esses botões serão incluídos conforme o desejo e a necessidade de quem administra o perfil.

O Instagram deixa claro, porém, que “fotos e vídeos que você compartilha no seu grid não serão alterados”, ou seja, a muda se restringe aos elementos ao redor do material compartilhado. A rede social informa já estão sendo disponibilizadas e chegarão a todos os usuários ao longo das próximas semanas.

Fonte: TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/136415-app-instagram-tem-visual-renovado-tornar-funcional.htm

21

Nov

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Facebook começa a liberar ferramenta que mostra tempo gasto na rede social

Uma semana após essa função chegar ao Instagram, agora é a vez do Facebook lançar uma ferramenta que mostra o tempo gasto na rede social. Com ela, você pode ver exatamente quantos minutos passou no aplicativo para Android ou iOS e impor limites de uso. As informações são do Portal Tecmundo.

No entanto, de acordo com o portal o aplicativo da rede social não funciona da mesma forma que as ferramentas nativas disponibilizadas nas versões mais recentes do Android e do iOS. Nas opções dos sistemas operacionais, é possível, por exemplo, bloquear os aplicativos quando o limite máximo do dia é atingido. No caso do sistema do Google, só é possível voltar a acessar os programas após ir nos ajustes e mudar manualmente o limite de tempo. É uma medida parte da iniciativa de “Bem-estar digital”, que propõe um uso mais moderado da tecnologia.

Segundo o site, no caso do Facebook, você até pode colocar um limite de horas diárias para acessar a rede social, mas ele vai apenas exibir uma notificação informando que você chegou nessa marca. Caberá ao usuário lembrar que não pode mais utilizar o aplicativo durante o resto do dia.

Essa função começou a ser enviada na tarde desta terça (20) e deve chegar durante os próximos dias para todos os usuários da plataforma. Ela estará disponível no aplicativo, abrindo o menu de ajustes, que fica ao lado das notificações, acessando “Configurações e privacidade” e procurando a opção “Seu tempo no Facebook”.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/136368-facebook-comeca-liberar-ferramenta-mostra-tempo-gasto-rede-social.htm

21

Nov

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Digital Experience Day será neste fim de semana em Natal; inscrições estão no último lote

O DED 2018, maior evento de Comunicação Digital do Norte/Nordeste, chega a sua reta final de inscrições e vai movimentar Natal neste final de semana, debatendo o mundo pós-digital. Palestras, workshops, apresentação de cases, oficinas e ações inovadoras integram a programação que ocorre no Wish Hotel (Via Costeira).

O Digital Experience Day (DED) é uma grande imersão com os grandes profissionais da atualidade no país, nomes referências que trarão sua experiência no mercado digital, tais como: Carlos Ferreira, Liliane Ferrari, Juzão , Cassiano Ribeiro, Flu Ferreira, Ericson Monteiro, Bea Carvalho, Fábio Farias, Caio Baptista, Cristiano Santos, Ju Lopes, Marcelo Souza, Morena Mariah, Emmanuelle Richard, Tatiana Apolinário e Ramon Campos, dentre outros. O evento é chancelado por redes como Twitter Brasil e Pinterest.

Organizado pela Três1 Digital, o DED atrai profissionais de comunicação, tecnologia, marketing, gestores, administradores, estudantes e público em geral de todo o país. “Ficamos muito felizes com a procura pelo evento este ano, isso mostra o sucesso da edição passada e também a nossa responsabilidade, seriedade e compromisso em apresentar um conteúdo realmente diferenciado e atrativo este ano”, comentou Manoel Filho, organizador do DED.

Segundo ele, a programação está bem diversificada e vai possibilitar a aplicação prática das teorias e vivências digitais no cotidiano profissional e pessoal dos participantes. O Digital Experience Day (DED) conta com a curadoria especial de Liliane Ferrari, apontada como uma das dez mulheres brasileiras mais influentes da internet.

Mais informações sobre inscrições podem ser adquiriras no ‪98835-3131 ou no online@tres1.com.br. A programação pode ser conferida no site do evento, o www.dednatal.com.br

16

Nov

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Facebook repassou dados de seus usuários a fabricantes de celulares e não sabe como as informações foram utilizadas

O Facebook compartilhou dados de seus usuários com fabricantes de smartphones e não fiscalizou o que era feito com essas informações, informou o jornal The New York Times. A rede social admitiu a falha em carta enviada em outubro ao Congresso dos Estados Unidos, ao qual o diário norte-americano teve acesso. O número de pessoas afetadas nesse caso não foi revelado. 

A fiscalização frouxa foi detectada pela própria rede social em 2013 durante uma auditoria da PricewaterhouseCoopers aprovada pelo governo dos Estados Unidos, relatou o jornal O Estado de S.Paulo. A informação, porém, nunca foi passada aos usuários afetados, a maioria dos quais havia dado permissão explícita para o compartilhamento de dados com terceiros.

A rede social afirma que no começo de 2013 estabeleceu parcerias com sete fabricantes para que tivessem acesso a "Experiência Facebook, que facilitava o acesso a dados de usuários da rede social, incluindo nos smartphones. Essas parcerias ocorreram durante um decreto de 2011 do Federal Trade Commission (FTC) no qual a rede social tinha se comprometido a ceder apenas os dados necessários para os apps dessas companhias funcionarem corretamente.

Durante a auditoria, a PricewaterhouseCoopers investigou as parcerias com a Microsoft e a BlackBerry (na época, ainda chamada de RIM) e concluiu que existiam apenas "evidências limitadas" de que o Facebook fiscalizou as empresas de modo que atendessem as políticas de uso da rede social. 

Posteriormente, o Facebook estabeleceu diversas parcerias do tipo com outras empresas. A prática só começou a cair em desuso após o escândalo da Cambridge Analytica, no qual os dados de 87 milhões de usuários foram compartilhados com a empresa de marketing político durante o processo do Brexit e das eleições presidenciais dos EUA de 2016. 

"Não é o suficiente apenas aceitar a palavra do Facebook de que eles estão protegendo nossas informações pessoais", disse o senador americano Ron Wyden, sobre o caso com as fabricantes de smartphone. O Facebook informou levar “muito a sério a ordem de consentimento do FTC e há anos nos submetemos nossos sistemas a avaliações profundas". Grupos ligados à proteção de privacidade também estão criticando o FTC por não conseguir fazer valer o decreto de 2011.  

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14527-facebook-repassou-dados-de-seus-usuarios-a-fabricantes-de-celulares-e-nao-sabe-como-as-informacoes-foram-utilizadas.html#

14

Nov

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Agências digitais se preparam para o início da publicidade via Whatsapp

Deu no Canal Meio:

Agências publicitárias digitais, no exterior, começam a se preparar para o início da publicidade em WhatsApp. “A chave para engajamento”, diz Yuval Bem-Itzhak, CEO da Socialbakers, “será conteúdo personalizado, relevante, e que chegue no momento certo. Tem de parecer um bate-papo com um amigo.”

Ninguém tem claro, ainda, qual o formato publicitário que funcionará melhor. É bem possível que anunciantes do Facebook possam escolher que sua propaganda apareça também na plataforma de conversa, integrando as duas. Mas não falta quem tenha o receio de que o modelo se mostre intrusivo demais.

Leia mais em: https://marketingland.com/whatsapp-ads-are-coming-will-advertisers-start-buying-251600?utm_source=meio&utm_medium=email

13

Nov

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Twitter pode ganhar botão de edição para corrigir erros de digitação

Se você utiliza o Twitter sabe o quão ruim é não poder editar o conteúdo de uma postagem na rede social por conta de um pequeno erro de digitação. Desde o lançamento da plataforma, muitas coisas mudaram, tanto é que hoje já é possível usar mais de 140 caracteres em um tweet. Agora, os executivos da empresa estão pensando em adicionar o tão aclamado botão de edição. As informações são do Olhar Digital.

Segundo o site, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, finalmente está mostrando simpatia pela adição de um botão de edição na plataforma. Por muito tempo, isso foi tratado como um tabu.Em um evento realizado na Índia, Dorsey disse que a empresa está considerando cuidadosamente os casos de uso do botão de edição antes de torná-lo uma realidade. A ideia é usar este recurso para corrigir erros de digitação.

O botão de edição ainda não chegou ao Twitter por um motivo muito simples: poderia causar a edição massiva de declarações controversas e que possam causar danos a terceiros. E, na era das fake news, todo o cuidado é bem-vindo. E aí, qual é a sua opinião: o Twitter deveria ou não adicionar o botão de edição para os tweets?

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/twitter-pode-ganhar-botao-de-edicao-para-corrigir-erros-de-digitacao/79837

13

Nov

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Estudo revela peça importante no combate à desinformação e ódio nas redes sociais

Superar as dificuldades educacionais e garantir que um número maior de pessoas possa diferenciar e evitar desinformação e ódio é fundamental para a redução do índice de compartilhamento desses conteúdos considerados tóxicos. E talvez ajude a explicar pelo menos parcela dos dados obtidos com exclusividade pela BBC News Brasil junto à ONG SaferNet. O levantamento mostra um preocupante crescimento de postagens na internet com mensagens que incitem a prática de crimes, pregando a violência ou o extermínio de grupos e minorias, ou divulgando mensagens de cunho racista. As informações são do portal ANJ.

De acordo com a matéria, os números mostram que durante os 21 dias que separaram as votações em primeiro e em segundo turno na eleição deste ano as denúncias com teor de xenofobia cresceram 2.369,5%, de apologia e incitação a crimes contra a vida, 630,52%, de neonazismo, 548,4%, de homofobia, 350,2%, de racismo, 218,2%, e de intolerância religiosa, 145,13%.

O número total de denúncias mais que dobrou em relação ao pleito de 2014: passou de 14.653 para 39.316 neste ano. A maior parte do conteúdo denunciado por meio da plataforma da SaferNet estava no Facebook. Entre 16 de agosto e 28 de outubro, 13.592 denúncias foram feitas tendo URLs (os endereços) da rede social. Em segundo lugar vem o Twitter, com 1.509, seguido de Instagram, com 1.088, e do YouTube, com 400.

"A internet é caixa de ressonância da sociedade. Essas eleições foram muito polarizadas, e isso se refletiu nas redes sociais", diz o presidente da SaferNet, Thiago Tavares, ouvido pela BBC News Brasil. O crescimento de denúncias das eleições de 2014 para 2018, afirma, também se deve à "produção e difusão em escala industrial” de conteúdos enganosos criados para incentivar o ódio, o preconceito e a discriminação.

"Boa parte das fake news tinham alvos claros: mulheres, negros, pessoas LGBT. Então, não surpreendeu que esses grupos fossem vítimas desses ataques", diz Tavares. O Ministério Público Federal tem acesso a todas as denúncias feitas na plataforma da ONG, e a partir desse banco de dados faz investigações.

Fonte: Portal ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14384-analfabetismo-funcional-no-brasil-e-obstaculo-para-educacao-midiatica-peca-importante-no-combate-a-desinformacao-e-odio-nas-redes-sociais.html

12

Nov

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Facebook sai do ar por cerca de 30 minutos no Brasil e não informa motivo do problema

A rede social Facebook saiu do ar por volta das 16h desta segunda-feira (12) e ficou inacessível para milhões de usuários em diversos países. No Brasil, ao tentar acessar a página na internet, os usuários viam uma mensagem que dizia, em inglês: “Desculpe, algo deu errado. Nós estamos trabalhando nisso e vamos corrigir o problema o mais rápido possível.”

site ficou fora do ar por cerca de 30 minutos no Brasil. Ao fim desta reportagem, a página estava funcionando normalmente. Procurada, a empresa não informou a razão do problema. "Sabemos que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar o Facebook. Estamos trabalhando para resolver a questão o quanto antes", disse o porta-voz da empresa, por meio da assessoria de comunicação.

Com informações da Agência Brasil

12

Nov

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Postagens da Vida é o título do primeiro livro de crônicas do advogado Cyrus Benavides

Postagens da vida - Crônicas de Cyrus Benavides é o primeiro livro do mossoroense, advogado, professor e hoje diretor do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem-RN). A obra, da editora Offset, reúne 127 textos publicados originalmente em suas redes sociais ao longo dos os últimos sete anos. Suas crônicas mostram seu olhar sobre o cotidiano, sobre as relações humanas, sobre sua fé, sonhos, ideais, trabalho, amor, amizade, família, saudades, gratidão, origens, desafios.

O lançamento será realizado nesta terça-feira, 13 de novembro, às 18h30, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Natal, localizada na Rua Barão de Serra Branca, no bairro de Candelária. Parte da renda com as vendas dos livros será revertida para a instituição filantrópica Legião da Boa Vontade (LBV).

12

Nov

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Pesquisa Gallup: imprensa recupera confiança dos norte-americanos e credibilidade das redes sociais cai

Apesar de ser bombardeada quase que diariamente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ter de enfrentar a concorrência das redes sociais, marcadas por desinformação, a imprensa do norte-americana começou a recuperar sua credibilidade. Nova pesquisa do Instituto Gallup mostra que, após um longo período de queda desde 2009, as empresas jornalísticas contam atualmente com a confiança de 45% dos norte-americanos, para os quais a imprensa relata as notícias "de forma completa, precisa e justa".

O percentual é bem superior ao do ápice da crise de credibilidade (32%), em 2016, ano da última eleição presidencial no país, marcada pelas notícias falsas. Ao mesmo tempo, outras pesquisas recentes mostram que, ao contrário, a confiança nas redes sociais continua em queda. Uma delas, feita pela Harris Poll junto a 2 mil norte-americanos, por exemplo, explorou o sentimento dos usuários das plataformas das empresas de tecnologia, e descobriu alto nível de negatividade. No caso Twitter, por exemplo, 46% afirmaram experimentar a sensação de que quere matar ou deixar a rede social morrer.

No caso da pesquisa do Instituto Gallup, destaca-se o fato que entre os democratas a confiança em relação ao jornalismo é muito superior percentual geral: 76%, a mais alta na tendência da Gallup por partido, com base nos dados disponíveis desde 1997. A confiança do grupo classificado como independente agora é de 42%, a maior para esse grupo desde 2005. Os republicanos, por sua vez, ficam bem atrás, com 21%.

Os republicanos normalmente depositam menos confiança na mídia do que os independentes e, especialmente, os democratas. Mas os dados mais recentes mostram que a diferença entre republicanos e democratas cresceu; 55% pontos percentuais neste ano e 58 pontos percentuais em 2017. Os ataques do presidente Trump à imprensa são provavelmente um catalisador dessa visão cada vez mais polarizada da mídia. Os republicanos, diz a pesquisa, concordam com as afirmações de Trump segundo as quais a imprensa cobre injustamente seu governo.

Fonte: ANJ

5

Nov

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Twitter apaga 10 mil perfis falsos na véspera das eleições nos EUA

A rede social Twitter apagou mais de 10 mil perfis automatizados que postavam mensagens desencorajando os eleitores a irem às urnas nas eleições legislativas dos Estados Unidos que serão realizadas amanhã (6). As postagens eram falsamente atribuídas a membros do Partido Democrata. As informações são do site alemão Deutsche Welle.

O Twitter afirma ter removido uma série de perfis entre o final de setembro e o início de outubro por "se envolverem em tentativas de compartilhar desinformação de maneira automatizada". "Para essas eleições, estabelecemos linhas abertas de comunicação e acessos diretos e simples para as autoridades eleitorais nos estados, o Departamento de Segurança Interna e organizações de campanha de ambos os partidos majoritários", afirmou a empresa em comunicado divulgado nesta sexta (2).

Amanhã (6), os americanos vão eleger parlamentares para todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, 35 novos senadores de um total de 100, 36 governadores e dezenas de legislaturas estaduais. O pleito poderá transformar o cenário político do país, com um possível avanço da oposição democrata no Congresso.

Fonte: Agência Brasil

1

Nov

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Facebook perde espaço em mercado após escândalos de privacidade e aponta novos investimentos

Em meio a uma crise de credibilidade sem precedentes, o Facebook registrou crescimento em seu lucro no terceiro trimestre, mas suas receitas – que também avançaram — ficaram abaixo das expectativas do mercado. Trata-se, no entendimento de analistas e investidores, de um sinal de que os escândalos de privacidade, vazamento de dados e outros problemas continuam a cobrar um preço da maior rede social do mundo.

Os lucros somaram US$ 5,14 bilhões no terceiro trimestre, alta de 9% em relação ao mesmo período de 2017. Isso equivale a US$ 1,76 por ação, acima do US$ 1,47 das projeções do mercado, segundo dados compilados pela Bloomberg. A receita, por sua vez, ficou em US$ 13,73 bilhões, contra US$ 13,8 bilhões das projeções de analistas. A cifra representa alta de 33% em relação ao mesmo período de 2017. Segundo a Reuters, o crescimento é o mais lento em seis anos.

“Talvez anunciantes estejam segurando o gasto em função de preocupações de segurança e proteção na plataforma”, escreveu Michael Nathanson, analista da Moffett Nathanson LLC, em nota enviada a investidores antes da divulgação dos resultados.

Usuários mensais ativos do Facebook totalizaram 2,27 bilhões — uma alta de 10% na comparação com o trimestre anterior. Três analistas ouvidos pela Bloomberg esperavam que o número de pessoas ficasse em 2,28 bilhões, em média. Segundo o site Recode, a principal dificuldade enfrentada pelo Facebook é que a redes social não está crescendo – e até encolhendo – nos mercados mais valiosos, como Estados Unidos, Canadá e Europa.

No continente europeu, o número de pessoas que acessam o site todos os dias caiu de 279 milhões para 278 milhões, enquanto os usuários mensais caíram de 376 milhões para 375 milhões.

É verdade que a base de usuários totais mantém curva de crescimento. Mas a maior parte dos novos seguidores vêm de mercados onde a empresa faz pouco ou nenhum dinheiro com essas pessoas, assinala o Recode. Cada usuário do Facebook nos Estados Unidos ou no Canadá gerou quase US$ 26 em receita para a empresa no segundo trimestre; individualmente, usuários na região Ásia-Pacífico geraram apenas US$ 2,62. Aqueles em outras partes do mundo, como a América do Sul ou a África, representaram ganho per capita de US$ 1,91 ao Facebook.

Um dos trunfos do Facebook para continuar crescendo e faturando mais é o Stories, serviço copiado do Snapchat, em que as postagens permanecem visíveis apenas por algum tempo. Ao comentar os resultados financeiros mais recentes da empresa, o CEO Mark Zuckerberg fez resgados elogios ao sistema, que na prática dá aos usuários o direito de enviar, de forma automática, uma memória do que publicam na rede social.

"Eu acho que este é o futuro", disse nesta semana o CEO do Facebook. Resta saber, diz o site especializado em comunicação, se a companhia consegue fazer do sistema um negócio rentável. E também se não vem carregado dos mesmos problemas que Zuckerberg não consegue resolver em seus outros produtos. Dificuldades estas sobre as quais ele foi novamente convocado a falar, no dia 27 de novembro, ao "grande comitê internacional" sobre "notícias falsas", composto parlamentares britânicos e canadenses. A chamada foi anteriormente desprezada pelo bilionário da tecnologia.

Mas a maior preocupação de Zuckerberg deve ser a reação dos investidores diante da interminável sequência de escândalos que empurram cada vez mais para baixo a credibilidade da empresa. No caso dos anúncios, duas reportagens revelaram erros crassos na tão promotida transparência nas propagandas políticas, identificadas e marcadas por "Pago por".  

Poucos dias antes das eleições legislativas de 2018, uma investigação da VICE News descobriu que o recurso é facilmente manipulado e parece permitir que qualquer pessoa minta quem está pagando por um anúncio político ou posar como alguém pagando pelo anúncio. Para testá-lo, o VICE News solicitou a compra de anúncios falsos em nome de todos os 100 senadores norte-americanos. Todos foram aceitos pelo Facebook, indicando que qualquer pessoa pode comprar um anúncio identificado em nome de algum político.

O Facebook também aprovou nos últimos dias dois anúncios políticos falsos “pagos” pela empresa Cambridge Analytica, protagonista do maior escândalo de vazamento de dados da rede social, revelado no começo deste ano. Os anúncios, na verdade, foram criados por jornalistas do site Business Insider. Horas depois, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, não pode evitar de deixar os investidores preocupados. Ele disse que os custos subirão em 2019 para enfrentar esse desafio, que o bilionário não consegue mais convencer que realmente serão superados.

Fonte: ANJ/ Disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14019-facebook-perde-espaco-em-mercados-mais-valiosos-e-diz-que-tera-de-investir-mais-para-contornar-seus-problemas.html

31

Out

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Facebook chega a 2,6 bilhões de usuários no mundo com suas plataformas

O império Facebook chegou a 2,6 bilhões de usuários em todo o mundo com suas plataformas (WhatsApp, Instagram e Messenger, além da rede social que dá nome à companhia). A informação foi divulgada, como mostra matéria da Agência Brasil, pelo presidente da empresa, Mark Zuckerberg, após a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2018.

Somente o Facebook tem 2,3 bilhões de usuários entrando na plataforma todo mês, sendo 1,5 bilhão todo dia. Com isso, a plataforma avança em sua liderança no ranking mundial de redes sociais e plataformas digitais. A empresa chega com seus produtos a 34% da população mundial, se considerados os 7,5 bilhões de pessoas, de acordo com dados do Banco Mundial.

Segundo o ranking de redes sociais divulgado pela consultoria internacional de levantamento de dados Statista, com informações atualizadas em outubro, seguindo a liderança do Facebook vêm YouTube (1,9 bilhão de usuários), WhatsApp (1,5 bilhão), Facebook Messenger, (1,3 bilhão), WeChat, (1,05 bilhão), Instagram (1 bilhão), QQ (803 milhões), Qzone (548 milhões), Tik Tok (500 milhões) e Sina Weibo (431 milhões).

A empresa é responsável por cinco das seis primeiras redes sociais. As exceções são o YouTube, pertencente à Google, e o WeChat, espécie de WhatsApp chinês. No ranking das 10 principais plataformas, outros aplicativos chineses estão bem colocados, como QQ, Qzone e Tik Took. Contudo, os números de usuários dessas redes são ancorados pela grande população chinesa residindo no país e imigrante em outras nações, com menor expressão em países de outras línguas.

Em seu comunicado, Mark Zuckerberg destacou o aumento das receitas no trimestre, que foi de 33% sobre o mesmo período no ano passado, atingindo US$ 13,7 bilhões (mais de R$ 50 bilhões). No ano passado, a empresa faturou cerca de US$ 40 bilhões (R$ 148 bilhões), em um aumento de quase 50% sobre o ano anterior, quando a companhia havia gerado receitas de US$ 27 bilhões (cerca de R$ 100 bilhões).

Tendências das redes

Zuckerberg aproveitou a divulgação dos resultados para comentar mudanças nas estratégias da empresa. Ele identificou três grandes tendências e desafios. O primeiro é a mudança das pessoas de redes sociais tradicionais (como o próprio Facebook) para mensagens privadas (como no WhatsApp) e para a linguagem de stories(bastante popular no Instagram).

O segundo é o crescimento do vídeo entre as plataformas do “ecossistema”. Ele reconheceu que o principal aplicativo para isso é o YouTube, mas afirmou que a companhia trabalha para fazer seus serviços de vídeo uma “experiência única centrada nas pessoas”. Ele projeta que as linhas do tempo devem se alterar para stories e vídeos, e que as formas de interação dos próximos 10 anos serão calcadas nos grupos, ou “comunidades”.

O terceiro desafio é o que chamou de “ameaças à segurança”. O FB vem sendo bastante questionado pela disseminação de notícias falsas desde 2016. Neste ano, já teve três grandes vazamentos de dados, sendo o último no mês passado e que comprometeu 30 milhões de usuários. O incidente motivou investigações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e questionamentos de organizações da sociedade civil e do Congresso Nacional.

Outros aplicativos também entraram na mira de autoridades e da atenção mundial. O WhatsApp foi bastante questionado pela onda de linchamentos na Índia neste ano em razão de boatos difundidos pela rede. Como resposta, a empresa reduziu o número de destinatários dos encaminhamentos.

Nas eleições brasileiras encerradas no último domingo (28), o aplicativo também foi criticado pelo seu papel na difusão de desinformação sobre candidatos e apoiadores. Investigações sobre esquemas de disparo em massa foram denunciados pela imprensa e viraram alvo de apuração pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pela Polícia Federal.

“Ao longo dos últimos anos, nós fizemos um monte de trabalho e muito progresso. Nós ainda temos pelo menos um ano antes dos nossos sistemas estarem no nível que queremos, mas eles estão ficando melhor a cada dia – e isso é por conta tanto da tecnologia quanto das pessoas. Nossos sistemas para identificação proativa de conteúdo prejudicial estão melhorando. Nossos sistemas para detecção de interferências nas eleições estão mais maduros agora”, garantiu Zuckerberg.

Foto: Pixabay / Fonte: Agência Brasil