Mídias Sociais

22

Jan

Mídias Sociais

Já está valendo: limitação de encaminhamento de mensagens pelo WhatsApp começou nesta segunda

O WhatsApp confirmou o novo limite de encaminhamento de mensagens nesta segunda-feira (21). A partir de hoje, usuários do mensageiro disponível para Android, iPhone (iOS) e Web conseguirão enviar o mesmo conteúdo para apenas cinco contatos por vez. Em resposta ao TechTudo, o WhatsApp afirma que a novidade "vai ajudar a manter o aplicativo focado em mensagens privadas com contatos próximos".

Inicialmente, o app permitia o envio de um mesmo conteúdo para mais de 200 pessoas simultaneamente. Em agosto de 2018, a plataforma impôs a restrição para 20 contatos, a fim de evitar a proliferação das notícias falsas (fake news) por meio da rede social. De acordo com a empresa, que pertence ao Facebook, a nova função começa a chegar a partir de hoje para todos usuários da versão final do aplicativo. Vale lembrar que o encaminhamento reduzido já estava disponível na edição Beta desde dezembro do ano passado.

Por que limitar?

No Brasil, o WhatsApp é canal recorrente de golpes que usam truques de engenharia social para atrair vítimas com mensagens mencionando promoções falsas de marcas famosas – tática conhecida como phishing. Em nota publicada em julho, o WhatsApp afirmou que as mudanças buscavam melhorar a segurança e a privacidade dos usuários no dia a dia. "Nós acreditamos que essas medidas – e que continuaremos a avaliar – poderão manter o WhatsApp do jeito que ele deve ser: um app para conversas privadas", disse a empresa.

Fake news

Antes de limitar o encaminhamento de mensagens, o WhatsApp já havia melhorado a ferramenta de denúncia com foco em fake news, e removido o botão de encaminhamento rápido ao lado de mídias e links na versão web. Também havia começado a avisar quando uma mensagem foi encaminhada. Porém, o recurso ainda não oferece a mesma quantidade de informações que o rival Telegram: no aplicativo de origem russa, é possível saber exatamente qual usuário criou a mensagem.

O que diz o WhatsApp

"O WhatsApp avaliou com cuidado esse teste [de limite de encaminhamento] e ouviu o feedback dos usuários durante o período de seis meses. O limite de encaminhamento reduziu significantemente o encaminhamento de mensagens no mundo todo. Começando hoje, todos os usuários da última versão do WhatsApp podem encaminhar apenas cinco mensagens por vez, o que vai ajudar a manter o WhatsApp focado em mensagens privadas com contatos próximos. Continuaremos a ouvir o retorno de nossos usuários sobre sua experiência no app, e com o tempo, procuramos novas maneiras de endereçar a questão do conteúdo viral."

Fonte: TechTudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/01/whatsapp-limita-o-encaminhamento-de-mensagens-para-cinco-contatos.ghtml

21

Jan

Mídias Sociais

Facebook está desenvolvendo um novo app voltado para o público jovem

Depois de perder boa parte do seu público mais jovem para apps como o Snapchat e o YouTube, o Facebook está desenvolvendo um novo aplicativo com o intuito de trazer essa faixa etária a novamente consumir os produtos da empresa. De acordo com o que foi descoberto pelo TechCrunch, o novo app seria uma plataforma para o compartilhamento de vídeos e GIFs engraçados chamado LOL.

O programa consistiria de um feed parecido com o do Facebook, mas que seria dividido em categorias como “Para Você”, “Animais”, “Falhas” e “Pegadinhas”, com conteúdo retirado das melhores páginas de memes do Facebook. O app já está sendo testado por 100 estudantes colegiais dos Estados Unidos, que assinaram contratos de total confidencialidade com a empresa.

Pelo que as fontes adiantaram ao TechCrunch, a versão de testes do LOL está sendo acessada como um substituto da aba Watch no app do Facebook, mas a ideia é de que ele seja um app próprio ou uma extensão de alguns dos outros apps da empresa, como o Instagram ou o WhatsApp.

Apesar disso, a reportagem chama o novo app de “constrangedor”, que se esforça demais para passar por “jovem e descolado” mas que é alimentado por uma série de memes e piadas antigas, que muito provavelmente já foram vistos pela grande maioria do público que ele pretende cativar.

Por enquanto, ainda não se sabe quando o Facebook pretende lançar oficialmente o LOL, mas por ser um app com memes da semana passada e que se esforça para parecer “jovem e descolado”, é mais provável que ele faça mais sucesso com o tio que distribui correntes no WhatsApp do que com o público mais jovem propriamente dito.

Fonte: Canal Tech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/facebook-esta-desenvolvendo-um-novo-app-voltado-para-o-publico-jovem-131125/

18

Jan

Mídias Sociais

Desafio dos 10 anos levanta debate sobre reconhecimento facial

Se você é usuário da rede social Facebook, dificilmente ainda não viu na sua linha do tempo alguma publicação de um amigo com duas fotos, uma de 2009 e outra de 2019. O jogo, apelidado de “desafio dos 10 anos” (ou #10yearchallenge, na hashtag do termo em inglês), viralizou desde ontem (16) e tornou-se a principal “brincadeira” do momento na plataforma.

O desafio ganhou toda forma de adaptação, desde pessoas postando fotos comparando suas imagens nos últimos dez anos até um gancho para comparação de artistas, políticos, locais e situações. O meme tornou-se um recurso para debates desde a evolução pessoal dos usuários até discordâncias políticas no site.

Contudo, a popularidade do desafio provocou também debate por parte de especialistas em segurança da informação e proteção de dados pessoais. A consultora e autora de livros em tecnologias digitais norte-americana Kate O’Neill publicou questionamentos nas redes sociais e na mais importante revista de tecnologia do mundo, Wired, apontando até que medida as imagens publicadas não poderiam estar sendo usadas para “treinar” o sistema do Facebook que realiza o reconhecimento facial dos usuários.

Marcação automática

Quando uma imagem é publicada, a rede social realiza essa identificação. Essa funcionalidade aparece, por exemplo, quando ela “sugere” a marcação do usuário ou de amigos em fotos. O reconhecimento é feito por meio de uma tecnologia que “aprende” como melhorar esse procedimento à medida que ela recebe mais dados ou mais fotos. Daí surgiu o questionamento de Oneil e de outros especialistas acerca de como tais imagens de 10 anos atrás poderiam estar “alimentando” o banco de dados do Facebook e “treinando” seus sistemas.

“Isso pode acontecer. É uma métrica bem objetiva para os sistemas aprenderem. A grande dificuldade é fazer padrões universais e isso é um padrão objetivo, uma vez que possui anos definidos. Isso poderia ser utilizado para treinar esses sistemas”, avalia o pesquisador em privacidade e professor na consultoria DataPrivacy Brasil Renato Leite.

Com a repercussão das dúvidas, o Facebook se posicionou sobre o assunto. “Esse é um meme criado pelos usuários das nossas plataformas e que viralizou espontaneamente. O Facebook não começou essa onda e o meme geralmente usa fotos que já estão no Facebook. Nós não ganhamos nada com esse meme (além de nos lembrar das tendências questionáveis de moda de 2009). Como lembrete, vale dizer que as pessoas no Facebook podem escolher se querem deixar o reconhecimento facial ativo ou não a qualquer momento”, explicou a empresa, em nota.

Debate benéfico sobre riscos

A analista de políticas da organização mundial de direitos digitais Eletronic Frontier Foundation Veridiana Alimonti, pondera que independentemente da empresa se beneficiar ou não a respeita da brincadeira, a polêmica em torno do desafio foi benéfica por colocar em debate os riscos do reconhecimento facial.

Veridiana acredita que debates como esse podem ajudar o cidadão a ficar mais consciente de como disponibiliza suas informações em redes sociais como o Facebook. “Se essa discussão chama a atenção para isso, que seja um alerta para como as pessoas estão lidando com as plataformas em relação às informações que elas possuem e quais usos elas fazem”, disse.

O Blog da Juliska também participou do #10yearschallenge. Acesse nosso Instagram e deixe sua opinião: https://www.instagram.com/blogdajuliska/?hl=pt-br

Com informações da Agência Brasil

17

Jan

Mídias Sociais

WhatsApp tira o posto do Facebook e é o aplicativo mais popular

O discípulo pode superar o seu mestre? Se pensarmos na relação Facebook e o WhatsApp, a resposta é sim. A empresa de Mark Zuckerberg, dona do serviço de mensagens, não é mais responsável pelo aplicativo mais popular entre os celulares Android e iOS. O WhatsApp conseguiu roubar esse posto.

O relatório "State of Mobile", feito pela empresa de análise de mercado App Annie, observou que o aplicativo do WhatsApp passou a ser mais usado do que o Facebook por usuários em diversos países do mundo a partir de setembro do ano passado. Segundo o relatório, o WhatsApp teve um aumento de 30% de usuários ativos mensais nos últimos 24 meses. O Facebook registrou alta de 20% no mesmo período.

A mudança foi observada em grandes mercados como Alemanha, Brasil Espanha, Hong Kong, India, México, Reino Unido e Rússia. A Índia foi o país em que o crescimento do WhatsApp foi o mais observado, contabilizando o maior número de usuários ativos. O Brasil apareceu em segundo lugar, de acordo com o site The Next Web. Os aplicativos mais usados no Brasil foram: Whatsapp, Facebook, Instagram, Facebook Messenger e Pinterest.

Curiosamente, os usuários dos Estados Unidos não parecem gostar tanto do WhatsApp. O aplicativo nem aparece em seu ranking de programas mais usados. A primeira colocação fica com o Snapchat, seguido do Facebook e Instagram. Um dos motivos pela alta do WhatsApp é o fato de ele ser gratuito e simples para a troca de mensagens entre os usuários, explicou a App Annie em seu relatório.

Facebook tem e não tem motivos para ficar triste

O Facebook comprou o WhatsApp em 2014 pela bagatela de USS 19 bilhões. Na época, o serviço tinha 450 milhões de usuários ativos. Hoje esse volume já passa de bilhões. Por esse lado a empresa pode ficar orgulhosa da conquista do discípulo. Além disso, quando considerado o balanço total de 2018, o Facebook segue como o líder de popularidade com base no levantamento.

No entanto, a empresa precisa ficar de olho nessa alta do WhatsApp. É bom lembrar sempre que o seu principal desafio é obter lucro com o serviço de mensagens. Ele é gratuito e não possui um modelo de negócios concreto voltado para monetização. Então, o fato de o WhatsApp estar crescendo talvez possa virar uma dor de cabeça para a empresa.

Fonte: Portal UOL, disponível em: https://noticias.uol.com.br/tecnologia/noticias/redacao/2019/01/17/whatapp-tira-o-posto-do-facebook-e-e-o-aplicativo-mais-popular.htm

17

Jan

Mídias Sociais

Facebook investe 300 milhões de dólares para fomentar jornalismo nos EUA

Deu no Portal Meio e Mensagem:

Embora seja uma plataforma de mídia e não uma empresa que produz conteúdo, o Facebook entende a importância das notícias para que sua ferramenta continue relevante para as pessoas. Nos últimos tempos, a rede social tem desenvolvido diversos esforços para, de alguma maneira, auxiliar os veículos que ainda enxergam no canal um meio importante de compartilhar suas matérias. A mais recente iniciativa, divulgada nesta terça-feira, 15, tem o objetivo de apoiar reportagens locais nos Estados Unidos.

O plano da companhia criada por Mark Zuckerberg é investir, nos próximos três anos, um total de US$ 300 milhões em programas de notícias, parcerias e conteúdo. Diferentemente de outras oportunidades, em que o Facebook trabalhou para manter os veículos e qualificar seus conteúdos dentro da própria plataforma, o aporte desta vez visa qualificar a produção de conteúdo antes mesmo que ele chegue até as redes sociais.

As principais iniciativas envolvem o apoio financeiro para reportagens multimídia, colocar mil jornalistas em redações locais em todo os EUA nos próximos cinco anos, ajudar 2 mil redações a entender e implementar fluxos de receita por meio de conteúdo patrocinado, criar um programa piloto de aceleração para ajudar redações locais com modelos de assinatura  e investir em um centro de inovação para potencializar o desenvolvimento de conteúdo.

Há 2 anos a rede social tem implementado ações para fomentar a distribuição de notícias

Em janeiro de 2017 aconteceu o lançamento do projeto Facebook para Jornalismo, em junho do mesmo ano a inclusão do logotipo de empresas de mídia ao lado dos artigos em destaque nas seções Trending e Pesquisa e em 2018, os links compartilhados na plataforma passaram a acompanhar o botão "contexto",  que funciona como ferramenta para combater notícias falsas.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/01/15/facebook-investe-us-300-milhoes-para-fomentar-jornalismo-local.html

14

Jan

Mídias Sociais

Estudo relaciona uso de redes sociais a desordens comportamentais

Estudo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos (EUA), mostrou relações entre o uso de redes sociais, mais especificamente o Facebook, e o comportamento de pessoas viciadas. A pesquisa foi divulgada no Periódico de Vícios Comportamentais.

Segundo os autores, a lógica de oferta de “recompensas” por esses sites e aplicativos dificulta a tomada de decisões e estimula atitudes de retorno contínuo ao uso do sistema, assim como no caso de outras desordens ou de consumo de substâncias tóxicas.

De acordo com os pesquisadores, os estudos sustentam um paralelo entre usuários com grande tempo dispendido em redes sociais “e indivíduos com uso de substâncias [drogas] e desordens decorrentes do vício”. O excesso de redes sociais afetaria a capacidade de julgamento das pessoas no momento de escolhas mais benéficas.

“Nossos resultados demonstram que um uso mais severo de sites de redes sociais é associado com maior deficiência na tomada de decisões. Em particular, nossos resultados indicam que usuários em excesso de sites de redes sociais podem tomar decisões mais arriscadas”, dizem os autores.

Escala

O estudo aplicou uma escala utilizada para medir níveis de vício no facebook (Bergen Facebook Addiction Scale), problemas na tomada de decisões e propensão a depressão em 71 pessoas em uma universidade alemã. A amostra, portanto, é importante para cuidados no momento de generalizar os resultados para o conjunto da sociedade, mas não inviabiliza as conclusões importantes da análise.

As pessoas com maior intensidade de uso de facebook foram as que tiveram pior desempenho no teste de lógica de tomada de decisões (reconhecer escolhas que, no conjunto, trariam mais benefícios e menos prejuízos para si).

“Nossas descobertas implicam que os usuários em excesso de sites de redes sociais estão considerando mais os efeitos potencialmente positivos de suas decisões do que os efeitos potencialmente negativos”, afirmam os pesquisadores no estudo.

Uso disseminado

O facebook é utilizado por aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas no mundo, sendo a maior rede social do planeta. A empresa ainda controla outros sites de aplicativos semelhantes no topo do ranking desse mercado, como whatsapp, instagram e facebook messenger.

Pesquisa do site especializado em tecnologia Quartz indicou que grande parcela dos entrevistados (mais da metade no Brasil) acreditava que a onternet se resumia ao facebook.

Levantamento de um dos mais renomados centros de pesquisa sobre internet do mundo (Pew Internet Research), publicado no ano passado, mostrou preocupação de adolescentes e pais com o tempo gasto em redes sociais. Outro estudo de pesquisadores da Universidade de San Diego sugeriu relação entre tempo de aplicações em computadores e videogames e queda no bem-estar de jovens.

Com informações da Agência Brasil

11

Jan

Mídias Sociais

YouTube avisa a usuários que vai extinguir o compartilhamento automático de conteúdo no Twitter e no Google+

O YouTube enviou mensagem por e-mail aos usuários de contas na plataforma para informar sobre a atualização que deve impactar sobre a forma de compartilhar conteúdo na plataforma. De acordo com o aviso da rede social, após 31 de janeiro, a funcionalidade para postar automaticamente a atividade do YouTube (envios, vídeos com marcações "Gostei" etc.) no Twitter e no Google+ não estará mais disponível.

“Descobrimos que compartilhar essas ações com uma mensagem personalizada (em vez de com postagens geradas automaticamente) oferece uma experiência melhor ao criador de conteúdo e aos seguidores dele nas redes sociais”, afirma o YouTube em sua mensagem aos usuários.

A rede social de vídeos esclarece ainda como será possível compartilhar vídeos nas plataformas citadas. “Na página de exibição em qualquer dispositivo: clique em Compartilhar, depois clique no ícone da rede social”, e orienta os usuários a conferirem o artigo explicativo na Central de Ajuda do YouTube. 

10

Jan

Mídias Sociais

Twitter exclui perfis que satirizavam jornalistas e políticos brasileiros

O Twitter removeu na última quarta-feira (9) uma série de contas que satirizavam jornalistas, personalidades e políticos brasileiros. Os perfis em questão postavam notícias verdadeiras e faziam comentários e piadas sobre fatos atuais do país, muitas vezes com nomes semelhantes aos das pessoas satirizadas e, em alguns casos, usando a mesma foto e descrição do perfil. As informações são do Portal Tecmundo.

Segundo o site, a remoção não foi confirmada pela rede social, mas usuários responsáveis pelas contas removidas publicaram sobre o caso na própria plataforma. Eles acusam o Twitter de censura usando hastags como #SátiraNãoÉFake, #CensuraDasParódiasNoTwitter e #CensuraDoTwitter. Como a maioria das contas excluídas é de direita, algumas pessoas defendem que o caso se trata de perseguição política.

Ainda de acordo com o Portal, entre os veículos e jornalistas satirizados estavam nomes como UOL Notícias, Estadão, Jornal Nacional, Globo News, Mídia Ninja e Jovem Pam; já entre políticos e jornalistas estavam Reinaldo Azevedo, Alexandre Garcia, Lauro Jardim, Miriam Leitão e o presidente Jair Bolsonaro.

O presidente recém-empossado, aliás, era não apenas “homenageado” com uma sátira como também seguia alguns dos perfis removidos — o administrador do perfil que satirizada o site do Estadãoafirmou ao próprio jornal paulista que Bolsonaro havia seguido a página pouco antes

Twitter explica

Segundo o Twitter, por trás das remoções de perfis falsos e que podem levar as pessoas ao erro esta a ideia de proteger a experiência do usuário.

“No intuito de proteger a experiência e a segurança das pessoas que utilizam a plataforma, o Twitter tem regras que estabelecem os conteúdos e comportamentos que permitimos. Quando tomamos conhecimento de potenciais violações a essas regras, como conduta de spam ou evasão de suspensão, fazemos uma análise e adotamos as medidas cabíveis de acordo com nossas regras e termos de serviço”, afirmou a empresa em nota.

As regras do Twitter também esclarecem que é considerado ilegal dentro da plataforma quaisquer “interações e comportamentos automatizados de uma conta, bem como tentativas de iludir ou enganar as pessoas”. Ou seja, a possível interpretação da rede é de que tais perfis, que muitas vezes usavam um emoji de ciclone na tentativa de "simular" o selo de conta verificada, não apenas faziam humor, mas tentavam ludibriar os demais usuários.

Alguns perfins continuam ativos

Apesar das remoções acusadas nesta quarta-feira, muitos perfis que satirizam figuras como Ricardo Boechat, Felipe Neto, Jorge Pontual e Andréia Sadi e os veículos G1 e O Globo continuam funcionando normalmente — muitos deles com o emoji do ciclone "simulando" o selo de conta verificada

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137765-twitter-exclui-perfis-satirizavam-jornalistas-politicos-brasileiros.htm

8

Jan

Mídias Sociais

Brasileiros gastam quase 1h por dia em redes sociais no trabalho

Manter os funcionários concentrados é um desafio para empresas, visto que a rotina exige que o colaborador esteja em frente a um computador na maior parte do tempo, com uma série de distrações online disponíveis. Para auxiliar esses negócios a avaliarem a eficiência de suas equipes e de que maneira podem estimular mais seus talentos, o ProdutivoApp oferece um software que calcula o rendimento das atividades exercidas ao longo do dia a dia.

As informações divulgadas pelo Portal Tecmundo levam em consideração uma rotina diária de 8 horas de trabalho, o colaborador desempenha atividades online relacionadas à sua função por 5h12min, fica fora do computador por 1h57 e passa 51 min em redes sociais, plataformas de streaming e sites de compras, segundo levantamento da companhia. WhatsApp, YouTube e email pessoal são os acessos que mais distraem o funcionário das tarefas relacionadas à sua atuação profissional. O primeiro ocupa 44% desse tempo, o seguinte soma 20% e o último, 18%.

De acordo com o levantamento do ProdutivoApp, segunda e quinta-feira são os dias mais produtivos para os funcionários, com índices que chegam a 89% e 82%, respectivamente, contra 72% das sextas-feiras. A pesquisa levou em consideração a rotina de aproximadamente 20 mil trabalhadores em 2018.

Ainda segundo a matéria também é preciso considerar os diferentes momentos do dia, os quais apresentam taxas de eficiência distintas. Segundo a análise, um trabalhador que permanece no escritório das 9h às 18h (com 1 hora de intervalo) e tem a divisão dos horários em três turnos (manhã, tarde e final de tarde), demonstra rendimento superior no período matutino, com 83% de produtividade, com queda progressiva ao longo da tarde e no final do expediente.

Avaliar esses dados por meio da plataforma fornece dados para que tanto gestores quanto equipes possam rever sua atuação e analisar o que pode ser melhorado. “Uma estratégia para alcançar resultados melhores em dias de menor produtividade é substituir atividades normais por funções mais dinâmicas, como reuniões e treinamentos, que exigem participação ativa do funcionário”, sugere um dos sócios do ProdutivoApp, Rafael Nunes.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/137681-brasileiros-gastam-1h-dia-redes-sociais-trabalho.htm

7

Jan

Mídias Sociais

Documentos internos do Instagram revela como são moderadas as postagens dos Stories

Você deve saber como é difícil moderar o conteúdo presente em redes sociais, certo? Segundo o portal Motherboard, há documentos internos do Instagram que mostram como funciona a moderação dos posts publicados nos Stories da rede social. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com o site, acontece que muitas vezes, há usuários que não postam uma imagem que viole os termos da plataforma por si só, mas sim uma sequência de fotos ou vídeos que acabam indo contra os termos de uso do Instagram.

Para visualizar melhor o problema, imagine três Stories seguidos: o primeiro mostraria a parte interna de um carro com uma sigla ou frase para que o usuário entre em contato com o dono da postagem, enquanto os outros dois mostrariam pacotes de entorpecentes. Individualmente, eles não infringem nenhuma regra, mas juntos indicam que o dono da conta está vendendo drogas.

Segundo o texto, como os Stories costumam ser postados como uma sequência de imagens e vídeos individuais para serem assistidos um após o outro, talvez apenas um post não seja suficiente para violar as regras da rede social. Assim, de acordo com os documentos obtidos, é necessário que os moderadores do Instagram tenham noção da intenção do post ao definirem o contexto da publicação.

O grande problema é que uma das características dos Stories é justamente o desaparecimento do conteúdo depois de 24 horas, o que dificulta o trabalho dos responsáveis pela moderação das postagens.

Fonte:  Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137563-documentos-revelam-instagram-modera-posts-stories.ht

7

Jan

Mídias Sociais

Pesquisa aponta que uso de mídias sociais eleva depressão entre meninas

Meninas adolescentes são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que reconheça o risco de páginas como Facebook, Twitter e Instagram para a saúde mental dos jovens.

Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos, segundo o estudo. Os pesquisadores constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.

O estudo analisou dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em comparação com um quinto dos garotos.

Cerca de três quartos das garotas de 14 anos que sofrem de depressão também têm baixa autoestima, estão insatisfeitas com sua aparência e dormem sete horas ou menos por noite.

"Aparentemente, as meninas enfrentam mais obstáculos com esses aspectos de suas vidas do que os meninos, em alguns casos consideravelmente", disse a professora do Instituto de Epidemiologia e Cuidados da Saúde do University College London, Yvonne Kelly, que liderou a equipe responsável pela pesquisa.

Depressão

O estudo também mostrou que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais (mais de cinco horas por dia) mostraram sinais de depressão mais grave.

Quando os pesquisadores analisaram os processos subjacentes que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão, eles descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio online ou cyberbullying.

Os resultados renovaram as preocupações com as evidências de que muito mais meninas e mulheres jovens apresentam uma série de problemas de saúde mental em comparação com meninos e homens jovens, e sobre os danos que os baixos índices de autoestima podem causar, incluindo autoflagelação e pensamentos suicidas.

Os pesquisadores pedem aos pais e responsáveis políticos que deem a devida importância aos resultados do estudo. "Essas descobertas são altamente relevantes para a política atual de desenvolvimento em diretrizes para o uso seguro das mídias sociais. A indústria tem que regular de forma mais rigorosa as horas de uso das mídias sociais para os jovens", diz Kelly.

Uso excessivo das mídias sociais

A ministra adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que "esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas [...] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas".

Tom Madders, diretor de campanhas da instituição beneficente YoungMinds, diz que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma "pressão maior" porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem "as vidas perfeitas de outros" com a sua própria.

Com informações da Agência Brasil

3

Jan

Mídias Sociais

Pesquisadores 'sequestram' contas de famosos no Twitter para provar brecha

Pesquisadores de segurança acabaram "sequestrando" algumas contas de usuários famosos do Twitter, incluindo a de Louis Theroux, um documentarista e jornalista britânico, para postar tweets sem a autorização dos donos. Com isso, eles demonstraram que as ações que o Twitter alegou ter tomado para corrigir problemas de vulnerabilidade não funcionaram.

Segundo o portal Gizmodo, os pesquisadores foram abertos em relação ao método que utilizaram para acessar as contas, para que os desenvolvedores da rede social conseguissem consertar a falha. Acontece que o problema ainda está lá - mesmo com os responsáveis apontando que já resolveram.

Essa vulnerabilidade é relacionada a um recurso que foi adicionado ao Twitter na época em que os smartphones ainda eram consideravelmente raros. Para que as pessoas pudessem twittar a partir de dispositivos mais simples, a rede social oferecia um recurso de "tweet por SMS". Assim, qualquer mensagem enviada por SMS para a conta vinculada ao número seria postada.

Assim, o que os pesquisadores fizeram foi obter os números de telefone, de modo que as mensagens enviadas por eles fossem postadas nas contas de diversas celebridades e jornalistas. Os pesquisadores notificaram os usuários das contas em questão, mas não buscaram consentimento deles. Contudo, eles apontaram que escolheram contas de famosos para chamar atenção para a falha.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137557-pesquisadores-sequestram-contas-famosos-twitter-provar-brecha.htm

3

Jan

Mídias Sociais

Tempo que usuários do Facebook passam conectados completa cinco anos de estagnação

O crescimento no tempo diário consumido pelos norte-americanos no Facebook, impulsionado principalmente a partir da popularização dos smartphones, chegou ao fim. A análise é da equipe de especialistas do site eMarketer, cuja  previsão é a de que, em 2020, os usuários gastem em média 40 minutos por dia na rede social. O número é exatamente o mesmo de 2016 e, se confirmado, representará cinco anos de estagnação.

Os analistas do eMarketer destacam ainda que, como o tempo total gasto no meio digital permanecerá em crescimento (ainda que modesto), o tempo do Facebook está em curva decrescente em relação ao quadro geral. Em 2016, o Facebook representou mais da metade (53%) do tempo gasto com mídias sociais. A projeção do eMarketer aponta para uma queda de até 43,5% em 2020.

Em relatório, o eMarketer indica que o Facebook estará muito dependente do feed de notícias de seu site para tentar engajar audiência. Isso porque, diz o estudo, a rede social “não decifrou o código” para fazer alavancar a audiência via Stories (apesar de a ferramenta ser muito popular no Instagram) e os resultados da exibição de vídeos sob demanda ainda são insipientes.

Desaceleração no crescimento das receitas 

O Facebook continuará liderando o bolo da publicidade digital até 2020, seguido do Google, com o qual forma o duopólio online. O eMarketer projeta que as receitas globais com anúncios da rede social cresçam de US$ 39,94 bilhões, em 2017, para US$ 55,44 bilhões este ano, a caminho de US$ 67,25 bilhões em 2019. Mas essa curva de crescimento, segundo o site especializado, segue uma tendência de desaceleração verificada desde 2016 (veja gráfico abaixo).

face2vale

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/15393-tempo-gasto-no-facebook-pelos-usuarios-dos-estados-unidos-caminha-para-cinco-anos-de-estagnacao.html

2

Jan

Mídias Sociais

Ministério Público pede que Google retire do ar vídeos de youtubers mirins

O Ministério Público do Estado de São Paulo solicitou ao Google, por meio de ação civil pública, que a empresa retire do ar vídeos protagonizados pelos chamados "youtubers mirins". De acordo com a entidade, tais peças fazem propaganda de forma velada de produtos ao público infantil, o que fere a lei, segundo a interpretação da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), da Convenção das Nações Unidas sobre as Crianças (Decreto no 99.710/1990), do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e da Resolução nº 163, de 13 de março de 2014, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a ação começou a partir de um inquérito civil que envolvia a fabricante de brinquedos Matel do Brasil, a partir de uma ação divulgada pela youtuber mirim Júlia Silva. Em uma série de doze vídeos, eram lançados desafios relacionados aos personagens da Monster High, com os vencedores convidados a participar de um evento na sede da empresa.

Baseado nesta ação, o inquérito investigava o “uso de estratégias abusivas de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil”. A assessoria psicossocial do MP analisou o tema e concluiu que “diversas empresas, aproveitando-se da hipervulnerabilidade tanto da criança youtuber, como da criança espectadora, passaram a enviar seus produtos a esses influenciadores digitais para que eles os desembrulhassem, apresentassem, como verdadeiros promotores de vendas”.

A partir desta análise, o promotor Eduardo Dias decidiu pedir à Justiça que o Google – controlador do YouTube – faça a retirada dos vídeos de sua plataforma de streaming. Além disso, o MP notificou empresas que aderiram à prática para tentar um acordo para que elas se abstenham de fazer propaganda disfarçada por meio de influenciadores mirins.

Contatado, o Google afirma que não comenta casos isolados.

Fonte: Folha de São Paulo, disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2019/01/ministerio-publico-pede-que-google-retire-do-ar-videos-de-youtubers-mirins.shtml

2

Jan

Mídias Sociais

Em breve, WhatsApp vai oferecer anúncios na sua página de 'Status'

Em outubro de 2018, vimos os primeiros rumores sobre a chegada de propagandas ao WhatsApp. Agora, a empresa confirmou que vai oferecer anúncios na aba de ‘Status’ do mensageiro. As informações são do Olhar Digital.

De acordo com a declaração do vice-presidente do WhatsApp, Chris Daniels, o novo recurso será usado para conectar as empresas ao seu público-alvo dentro do aplicativo: “vamos colocar anúncios nos 'Status'. Esse será o principal modo de monetização da empresa, bem como uma oportunidade para que diversas companhias alcancem pessoas no WhatsApp”.Apesar de confirmar a novidade, Daniels não informou quando a empresa vai começar a oferecer anúncios no mensageiro.

Segundo a matéria, as propagandas devem funcionar da mesma forma como temos hoje no Instagram. Isso significa que, após visualizar uma certa quantidade de status, o usuário encontra um anúncio publicitário no mesmo formato das mensagens enviadas por amigos. Dados divulgados pelo Facebook, em outubro, indicam que mais de 450 milhões de pessoas usam diariamente o recurso.

E aí, você ainda vai continuar usando o WhatsApp depois disso?

Fonte: Olhar Digital, disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/em-breve-whatsapp-vai-oferecer-anuncios-na-sua-pagina-de-status/80930