Mídias Sociais

10

Abr

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Foto tirada com iPhone 6 vence concurso anual de fotografia nos EUA

Nos últimos anos, várias fabricantes de smartphones vêm disputando o posto de celular com a melhor câmera do mundo, com destaque para Google e Huawei. Mas em meio a tantos megapixels e sistemas que utilizam inteligência artificial para melhorar as imagens, podemos esquecer que até os aparelhos mais antigos são capazes de produzir resultados excelentes.

Foi o que aconteceu no concurso anual de fotografia da Friends of the Columbia Gorge, organização sem fins lucrativos da cidade de Portland, nos Estados Unidos, dedicada a preservar os parques naturais da região. A organização do evento premiou uma foto tirada com um iPhone 6, celular lançado pela Apple em 2014.

A foto foi tirada por Colleen Wright, moradora da cidade de Lake Oswego, enquanto ela caminhava por uma trilha próxima ao desfiladeiro do rio Columbia. Essa região sofreu bastante com um grande incêndio em setembro de 2017, o que ainda pode ser percebido na imagem, que mostra árvores ainda queimadas pelo fogo.

“Essa imagem evoca tanto a devastação do incêndio de Eagle Creek como aponta para a resistência da floresta, enquanto o sol corta a neblina e camadas verdes são reveladas e o solo cobre as colinas”, disse um dos jurados responsáveis pela seleção.

Foto: Colleen Wright/Reprodução

Fonte: TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/produto/140241-foto-tirada-iphone-6-vence-concurso-anual-fotografia-eua.htm

10

Abr

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Twitter passa a limitar número de contas que podem ser seguidas por dia

Em mais um passo na sua “guerra contra os bots”, o Twitter anunciou que agora os perfis têm um limite de contas que podem começar a seguir em um mesmo dia.

Apesar da iniciativa, a plataforma foi, digamos, bem boazinha ainda. Em seu comunicado ela explica que a partir de agora, cada perfil pode seguir “apenas” 400 contas por dia. Antes, o número permitido era de mil contas por dia.

A mudança entrará em vigor imediatamente, e certamente vai atrapalhar as contas que orgulhosamente anunciam em suas biografias o famoso “sigo de volta”. Ainda assim, não podemos dizer que o problema de spam na plataforma está resolvido.

A iniciativa do Twitter segue sua tentativa de reduzir a quantidade de spam na rede social. No final de janeiro, a empresa cortou o acesso de três importantes empresas de mídia social com o entendimento de que a capacidade oferecida pelas ferramentas de acompanhar e deixar de seguir rapidamente as contas era um comportamento com spam.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/106191/twitter-passa-a-limitar-numero-de-contas-que-podem-ser-seguidas-por-dia/

9

Abr

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Vendas via redes sociais é tema de curso realizado por Agência em Natal neste sábado

A agência Três1 está promovendo o curso Como anunciar sua empresa no Facebook e Instagram neste sábado, dia 13 de abril. Entre os tópicos que serão abordados, estão criação e configuração de uma conta de anúncios; Funções da conta; Objetivos específicos de anúncios; Orçamento de anúncios; Organização de campanhas e anúncios; Funil de vendas para anúncios (Atrair, engajar e vender).

E ainda será tratado sobre Segmentações avançada 1 (Públicos personalizados); Segmentação avançada 2 (Remarketing); Mensuração de anúncios; Geração de contatos; Leads Ads; Audience Insights; Cases e ferramentas. Inscrições disponíveis no site: https://www.sympla.com.br/como-patrocinar-no-fb-e-instagram-para-o-seu-negocio__482782

8

Abr

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Ditadura da magreza: Instagram lança projeto de combate à gordofobia

O fotógrafo Bob Wolfenson e a documentarista Helena Wolfenson acabam de lançar um projeto multimídia em parceria com o Instagram. Juntos, eles criaram a exposição “Corpos Livres”, inaugurada na última quinta-feira, 4, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo. Composta de 34 retratos e um minidocumentário com influenciadoras, a exposição celebra corpos femininos considerados fora dos padrões.

Para a execução do projeto, a dupla fotografou e realizou entrevistas com oito mulheres que usam as redes sociais para promover mensagens de autoaceitação – são elas as influenciadoras Alexandra Gurgel, Bia Gremion, Isabella Trad, Juliana Romano, Luci Gonçalves, Mayara Efe, Rita Carreira e Thais Carla.

A inauguração da exposição contou com um painel de discussões sobre a relação entre autoestima e empoderamento das mulheres gordas nas redes sociais. Natalia Paiva, Gerente de Políticas Públicas do Instagram, contou que a ideia é mostrar que o Instagram pode ser um espaço de influência positiva e de reversão de padrões de beleza. “Mapeamos pessoas que utilizam o Instagram de forma poderosa para contestar os padrões. Com este projeto, queremos amplificar estas vozes e mostrar que a liberdade de corpos é possível”, disse.

O painel também discutiu a necessidade de naturalizar os corpos gordos na arte e nas redes sociais, assim como de abandonar o tom pejorativo na palavra “gorda”. “Geralmente os corpos gordos não são bem recebidos na internet e os comentários são muito agressivos. Se um projeto conseguir mudar pelo menos um pouco a forma como uma pessoa se vê, já faz uma baita diferença”, disse Bia Gremion, uma das influenciadoras presentes no debate.

A exposição fica aberta ao público no Instituto Tomie Ohtake até domingo, dia 7 de abril. No dia 6, sábado, o Instagram também promove uma oficina sobre representatividade das mulheres gordas nas artes visuais, ministrada pelas educadoras Jordana Braz e Julia Cavazzini, do Tomie Ohtake. Já o documentário vertical do projeto “Corpos Livres” está no ar no IGTV de Bob Wolfenson. As fotos também foram publicadas na edição de abril da revista Claudia.

“Elas se afirmam como mulheres gordas, sem eufemismos para tal. A experiência foi forte, linda e, digamos assim, para mim, inédita”, disse Wolfenson em seu Instagram.

Foto: Bob Wolfenson /  Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/05/instagram-apresenta-projeto-de-combate-a-gordofobia.html

7

Abr

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LinkedIn aponta empresas mais desejadas para trabalhar

Deu no Portal Meio e Mensagem:

O LinkedIn divulgou quarta-feira, 3, o ranking LinkedIn Top Companies 2019, pesquisa que lista as 25 empresas em que os brasileiros mais almejam trabalhar. Para elaborar o estudo, a companhia utilizou dados e ações dos mais de 36 milhões de usuários da plataforma no País. Foram avaliadas para o índice empresas com no mínimo 500 funcionários e crescimento positivo ou inalterado durante o ano.

Na quarta edição do ranking, o Itaú Unibanco levou a melhor colocação pelo segundo ano consecutivo. O banco foi seguido pelo Santander, na segunda posição, e a empresa de venture capital Movile, como terceira colocada. O setor financeiro ganhou destaque na pesquisa. Além dos primeiros colocados, Bradesco, Safra, BTG Pactual e Grupo XP apareceram no estudo.

No cenário das startups, Stone e Nubank ganharam espaço na seleção geral das companhias. Em 2018, elas já haviam sido listadas em 1° e 5° lugar na versão que analisa apenas o mercado de startups. Assim como a Stone, outras empresas de tecnologia ganharam notoriedade na lista como IBM, Totvs e Oracle.

A pesquisa foi desenvolvida pela equipe editorial do grupo por meio da ferramenta LinkedIn Talent Insights. Para classificar as empresas, a companhia analisou a interação das empresas com os funcionários, demanda por vagas e, ainda, a retenção de colaboradores. Além do Brasil, a lista é realizada em mais dez países incluindo Estados Unidos, China e Reino Unido.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2019/04/04/linkedin-aponta-empresas-mais-desejadas-para-trabalhar.html

5

Abr

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Agência promove curso em Natal para ensinar a fazer anúncios empresariais nas redes sociais

A agência Três1 está promovendo o curso Como anunciar sua empresa no Facebook e Instagram no próximo dia 13 de abril. Entre os tópicos que serão abordados, estão criação e configuração de uma conta de anúncios; Funções da conta; Objetivos específicos de anúncios; Orçamento de anúncios; Organização de campanhas e anúncios; Funil de vendas para anúncios (Atrair, engajar e vender).

E ainda será tratado sobre Segmentações avançada 1 (Públicos personalizados); Segmentação avançada 2 (Remarketing); Mensuração de anúncios; Geração de contatos; Leads Ads; Audience Insights; Cases e ferramentas. Inscrições disponíveis no site: https://www.sympla.com.br/como-patrocinar-no-fb-e-instagram-para-o-seu-negocio__482782

5

Abr

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Milhões de dados de usuários do Facebook são expostos na internet

Milhões de dados de usuários do Facebook foram encontrados expostos ao público na internet, sem qualquer tipo de proteção, revelaram especialistas da empresa de cibersegurança UpGuard nessa quarta-feira (3).

O grupo de pesquisadores descobriu dois conjuntos separados de dados, armazenados em servidores da Amazon. As informações podiam ser acessadas por qualquer pessoa, sem a necessidade de senha.

O maior bloco de dados estava vinculado à empresa mexicana Cultura Colectiva, que armazenou publicamente na nuvem mais de 540 milhões de dados de usuários coletados no Facebook, incluindo comentários, reações e nomes de perfis.

O segundo conjunto de dados, ligado ao extinto aplicativo do Facebook At the Pool, era significativamente menor, mas continha, entre outros dados, fotos e senhas de 22 mil usuários.

A UpGuard acredita que as senhas eram para acessar o aplicativo, e não a conta do usuário na rede social, mas a sua divulgação coloca em risco internautas que costumam usar as mesmas senhas em várias contas, alertou a empresa.

Segundo o Facebook, todas as informações expostas já estão seguras. "Uma vez alertados sobre o problema, trabalhamos com a Amazon para derrubar os bancos de dados. Temos o compromisso de trabalhar com os desenvolvedores em nossa plataforma para proteger os dados das pessoas", afirmou um porta-voz em comunicado.

A nota diz ainda que a empresa está investigando o incidente e busca descobrir por que esses dados foram armazenados em servidores públicos. "As políticas do Facebook proíbem o armazenamento de informações em bancos de dados públicos", disse.

Segundo a companhia, os usuários serão informados se forem encontradas evidências de que as informações expostas na internet foram mal utilizadas.

A exposição desses dados não é resultado de um ataque de hackers aos sistemas da rede social, mas é mais um exemplo de como o Facebook permite que terceiros coletem grandes quantidades de dados de usuários, sem controlar a maneira como essas informações são usadas ou protegidas.

"Os dados expostos não existiriam sem o Facebook, ainda assim esses dados não estão mais sob o controle da rede social", afirmam os pesquisadores. "Em cada um desses dois casos, a plataforma facilitou a coleta de dados sobre indivíduos e sua transferência para terceiros, que se tornaram responsáveis por sua segurança."

Nos últimos anos, o Facebook se viu envolvido em vários escândalos relacionados à gestão da privacidade dos dados dos usuários, que mancharam consideravelmente a imagem pública da empresa.

A maior polêmica que teve que enfrentar começou em março de 2018, quando foi revelado que a companhia de consultoria britânica Cambridge Analytica utilizou um aplicativo para compilar milhões de dados de usuários da plataforma sem o seu consentimento e com fins políticos.

A empresa se serviu de dados da rede social para elaborar perfis psicológicos de eleitores, que supostamente foram vendidos à campanha do presidente americano, Donald Trump, durante as eleições de 2016.

O Facebook é a rede social mais usada no mundo, com 2 bilhões de usuários mensais. Além disso, a empresa é dona do WhatsApp e do Instagram, também utilizados por bilhões de pessoas.

Fonte: Agência Brasil

4

Abr

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Juíza de Natal usa Whatsapp para realizar audiência com réu em Portugal e agilizar processo

A juíza Sabrina Smith, titular do 9º Juizado Especial Cível de Natal, recorreu à tecnologia para dar celeridade e eficácia à condução de um processo que tramita em seu juizado. 

Durante cerca de seis meses uma audiência foi marcada e reaprazada por diversas vezes devido à ausência do réu, que voltou a residir em seu país de origem - Portugal - e não pôde comparecer à audiência de instrução. A magistrada decidiu então fazer a audiência por meio de videoconferência, na presença do advogado do réu, que tinha poderes para transigir e da outra parte. Para simplificar o processo, usou o WhatsApp.

Com os argumentos da informalidade do juizado, da efetividade do julgamento e da celeridade processual, a juíza Sabrina Smith conseguiu realizar a audiência na última quarta (03), que embora não tenha chegado a um acordo, venceu o obstáculo apresentado pela impossibilidade de presença do réu

4

Abr

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Pode comemorar: finalmente WhatsApp não deixará qualquer pessoa te adicionar a grupos

Esse momento é nosso: o WhatsApp finalmente lançou uma ferramenta para evitar que qualquer pessoa te adicione a grupos que você nunca vai interagir. A novidade permite uma configuração na qual você escolhe quem pode adicionar você a conversas em grupo, incluindo a opção “NINGUÉM”. A nova configuração de privacidade já está sendo lançada hoje para alguns usuários, e fica disponível mundialmente nas próximas semanas.

Para validar a nova configuração, abra o WhatsApp e vá em “Configurações”, depois “Contas” e “Privacidade”. Toque na opção “Grupos” e selecione a configuração que você prefere:

Ninguém (isso impede que qualquer pessoa te adicione a um grupo sem um convite);

Meus contatos (somente seus contatos podem adicionar você a um grupo sem um convite);

Qualquer pessoa (qualquer pessoa pode adicionar você a um grupo sem um convite).

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/105982/pode-comemorar-finalmente-whatsapp-nao-deixara-qualquer-pessoa-te-adicionar-a-grupos/

3

Abr

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YouTube foi alertado para barrar postagens de ódio e escolheu não fazer nada a respeito, acusam funcionários

Se hoje o YouTube possui um enorme problema com conteúdo de fake news e com discursos de ódio à minorias, não foi por falta de aviso que a coisa chegou no ponto em que está hoje.De acordo com o depoimento de diversos funcionários e ex-funcionários da companhia à Bloomberg, há anos que eles vêm alertando os executivos da empresa sobre os perigos de se permitir que vídeos de teorias da conspiração, fake news ou de integrantes de grupos extremistas que pregam o ódio e a morte a opositores políticos.

E, segundo, esses mesmos funcionários, os executivos da empresa escolheram deliberadamente não interferir nesses conteúdos porque eles eram considerados bons para engajar o público, o que reflete diretamente no lucro obtido pela empresa.

Conforme os relatos, há anos existe um “cabo de guerra” entre funcionários e executivos sobre qual deveria ser o posicionamento da empresa em relação a esses conteúdos, e que pelo menos cinco funcionários sênior em cargos importantes abandonaram seus empregos por conta da recusa do YouTube em garantir que vídeos de conteúdo extremo ou grotesco não pudessem ser postados na plataforma.

A escolha de não mexer com esses conteúdos — que foram se espalhando e hoje estão tão destacados que é praticamente impossível de assumir uma posição neutra quanto a eles — se deve principalmente ao lucro. Apesar de tóxicos, esses vídeos sempre geraram muito engajamento, visualizações e cliques para o YouTube, o que se converte diretamente em lucro para a empresa. Apesar da Alphabet não revelar as receitas do YouTube em seus relatórios fiscais, estima-se que o site arrecade pouco mais de US$ 16 bilhões por ano.

Conteúdos tóxicos

Os depoimentos ainda revelam como o YouTube sabia que as ideias de seus colaboradores eram boas, mas resolveu não implementá-las por receio de que isso fosse afetar seus rendimentos. Por exemplo, em janeiro deste ano o YouTube revelou que não iria mais colocar videos de teorias da conspiração ou de grupos extremistas em sua lista de recomendados, mas essa foi uma ideia ventilada por um engenheiro a executivos da empresa anos atrás, como forma de evitar que esses tipos de vídeos se tornassem um problema na plataforma, mas que na época foi completamente rejeitada.

Respondendo à reportagem da Bloomberg, uma porta-voz do YouTube negou que algumas das coisas ditas nesses depoimentos eram verdadeiras, mas confirmou que nenhuma dessas preocupações chegou ao conhecimento da CEO Susan Wojcicki, e que a empresa coloca mesmo o engajamento do público para com os vídeos acima de todas as outras preocupações.

Atualmente, o YouTube tem travado uma “guerra” contra videos de grupos extremistas e teorias da conspiração, desde janeiro não colocando mais vídeos do tipo na lista de recomendados ao final de cada vídeo, além de ter contratado ainda mais moderadores e investido no desenvolvimento de uma IA para detectar esse tipo de conteúdo nocivo.

Apesar disso, a empresa não está removendo esses conteúdos da plataforma — apenas deixando de monetizá-los e não os recomendando para quem não procura esse tipo de coisa. Mas ainda é possível encontrar diversos vídeos de teoria da conspiração e até mesmo de grupos neonazistas ao utilizar a barra de buscas do site.

Fonte: Canal Tech, disponível em: https://canaltech.com.br/redes-sociais/youtube-sabia-de-conteudos-toxicos-e-escolheu-nao-fazer-nada-a-respeito-136235/

2

Abr

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Seguidores observam comportamento dos influenciadores e se usam, de fato, os produtos

A pesquisa da Qualibest aponta que consumidores levam em conta opiniões de celebridades da internet para escolher produtos e serviços. Para Daniela Chammas Daud Malouf, diretora da empresa que realiza a captação e análise de dados, a “aura de gente comum dos influenciadores permite que eles testem e falem de produtos com propriedade”.

Uma vez que a credibilidade é o maior ativo de um criador de conteúdo digital, os seguidores levam em conta, segundo “Influenciadores digitais”, se o influenciador usa, experimenta e demonstra resultados de determinado produto ou serviço.

Além disso, os seguidores estão atentos se a figura pública fala palavrões, é preconceituoso, age em prol da marca e não dos consumidores, dá opiniões sem embasamentos, posta vídeos em excesso e não é objetivo. “Palavrões quando dosados em influenciadores voltados para adultos são permitidos.

Para crianças, nunca, os pais não querem alguém influenciando negativamente seus filhos. O influenciador tem o poder de influenciar, então precisa ser um bom exemplo a ser seguido”, fala a diretora.

Entre as mulheres fãs de celebridades da internet, 72% interessam-se por moda e beleza; 52%, por saúde e universos fitness; 51%, por culinária e gastronomia; 37%, por viagem e turismo; 37%, por design e decoração; 37%, por figuras públicas; e 29%, por religião e espiritualidade. Entre os homens, setores como humor e comédia (67%), games e jogos (54%), esportes (45%), ciência e tecnologia (41%), empreendedorismo e negócios (33%) e notícias e políticas (32%) são mais procurados.

Daniela diz que moda e beleza têm muito haver com teste de produtos. “O aval positivo do influenciador, portanto, impacta. Mas, é importante entender que muitos influenciadores são transversais às categorias. É difícil medir como impactam no mercado, mas um Winderson Nunes consegue vender uma viagem para São Miguel dos Milagres porque postou vídeo do seu casamento nesse local”.

Segundo o “Influenciadores digitais”, estudo da Qualibest, Facebook (92%), YouTube (89%), Messenger (80%), Instagram (74%) e Twitter (27%) são as redes sociais mais utilizadas pelos internautas. Porém, as plataformas preferidas pelos usuários são Facebook (43%), Instagram (26%) e YouTube (22%). As mulheres e pessoas até 29 anos estão mais imersos em redes sociais.

Todavia, internautas das classes A e B possuem maior repertório de conhecimento e uso de plataformas sociais – Facebook e Messenger são redes em que o uso por classe não se diferencia. Pessoas do Nordeste brasileiro são as que mais utilizam o Instagram, enquanto as do Sudeste usam mais o LinkedIn.

Entre os 71% brasileiros que seguem algum influenciador, 73% são mulheres e 69%, homens. Além disso, a idade impacta no hábito se seguir ou não um produtor digital de conteúdo: 81% possuem até 19 anos; 77%, de 20 a 29; 65%, de 30 a 39; e 52%, 40 ou mais. A classe A é a que mais segue algum influenciador, com 79%, ficando na frente da B, com 74%, e da C, com 67%. No Nordeste, 77% segue criadores digitais de conteúdo conta 68% nas regiões Norte, Centro e Oste.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/01/influenciadores-ganham-importancia-na-decisao-de-compra.html

2

Abr

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Influenciadores são importantes na decisão de compra

Os anúncios impressos passaram a impactar menos as decisões de compra, provavelmente, por conta do baixo hábito de leitura de papel, afirma Daniela Chammas Daud Malouf, diretora da empresa de captação e análise de dados Qualibest. Nesse contexto, além de entreter, as plataformas digitais ganharam o papel de informar e abriram espaço para novos canais publicitários como o de influenciadores.

Entre os brasileiros que estão online, 71% seguem algum influenciador. Dentre o número de pessoas que estão conectadas a criadores digitais de conteúdo, 55% afirmam que costumam pesquisar a opinião de criadores digitais de conteúdo antes de efetivarem uma compra importante, 86% já descobriram um produto via influenciador e 73%, de fato, já adquiriram algo por indicação desse profissional da internet.

Os dados são do estudo “Influenciadores digitais”, realizado por meio de questionário digital com 4.283 pessoas do Brasil entre 7 de março e 18 de maio de 2018 pela Qualibest. A metodologia também conta com etapa quantitativa, em que 16 pessoas aprofundaram suas opiniões em dois grupos de WhatsApp durante três dias.

De acordo com a pesquisa, entre os brasileiros que seguem algum influenciador, apesar dessas personalidades possuírem um papel importante como fonte de informação e influência em compras (50%), a confiança do consumidor também se concentra em amigos e parentes (56%), sites de reviews (37%), portais e blogs oficiais de marca (30%), vendedores e especialistas (26%), publicidade online (24%), propagandas em TV e rádio (16%), celebridades como cantores, esportistas e atores (8%) e anúncios impressos (4%).

Quando o assunto é indicação de um produto ou serviço, Whinderson Nunes (6%), Felipe Neto (4%) e Carlinhos Maia (3%) são os mais confiáveis. Com menos de 2%, foram mencionados nome como Nando Moura, Maisa Silva, Nathalia Arcuri, Jout Jout, Thaynara OG e Lucas Neto. Essas informações também são da empresa de captação e análise de dados, porém, levam em conta uma amostra de 514 pessoas.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/01/influenciadores-ganham-importancia-na-decisao-de-compra.html

2

Abr

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Facebook quer ajudar usuários a entender seus feeds de notícia

O Facebook anunciou mundialmente nesta segunda-feira, 1, uma ferramenta para ajudar usuários a terem mais controle sobre seus feeds. A função “Por que estou vendo isso?” permitirá que, ao clicar em determinada publicação em sua timeline, o usuário entenda o contexto por trás da decisão do algoritmo em priorizar determinados posts. O objetivo é dar mais informações sobre o ranqueamento de postagens de amigos, páginas e grupos na timeline.

A partir da novidade, usuários terão acesso a detalhes que geralmente influenciam a ordem das publicações –  incluindo a frequência com a qual interagem com as publicações de pessoas, páginas ou grupos. Também poderão saber a frequência com a qual interagem com vídeos, fotos ou links, assim como a popularidade das publicações compartilhadas pelas pessoas, páginas e grupos que seguem.

A partir das informações, será possível ajustar configurações e personalizar as preferências de ranqueamento de conteúdo no feed. A ferramenta será liberada esta semana para alguns países, incluindo o Brasil, e estará disponível a todos os usuários até meados de maio.

Além da nova função, o Facebook disse ter aprimorado o recurso “Por que estou vendo esse anúncio?”, lançado em 2014. Além de informações sobre segmentação de anúncios – como detalhes demográficos básicos, interesses e visita à sites que corroboram para que um anúncio apareça na timeline do usuário -, a  ferramenta agora oferece detalhes sobre a forma como anunciantes usam o Facebook. Será possível saber, por exemplo, se um anunciante usou uma informação demográfica anônima para rodar um anúncio, ou se trabalhou com uma empresa parceira.

O anúncio da atualização dos recursos acontece dois dias após Mark Zuckerberg ter publicado um artigo no The Washington Post, no qual destacou quatro questões que preocupam a plataforma e que deveriam potencialmente ser alvo de regulamentação. Entre as questões destacados por Zuckerberg estão a propagação de conteúdo tóxico, como discursos discriminatórios e terroristas; o uso indevido da rede social para a manipulação de eleições; a privacidade e a portabilidade de dados.

“Acredito que o Facebook tem a responsabilidade de olhar para estes problemas, e quero discutir estes temas com reguladores ao redor do mundo. Já construímos sistemas avançados para identificar conteúdo tóxico, frear a interferência em eleições e tornar anúncios mais transparentes. Porém, as pessoas não devem confiar que companhias lidem com estas questões de forma isolada”, escreveu Zuckerberg.

O executivo também disse acreditar em um debate mais amplo sobre “o que queremos enquanto sociedade, e como a regulamentação pode nos ajudar”.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/04/01/facebook-quer-ajudar-usuarios-a-entender-seus-feeds-de-noticia.html

2

Abr

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TSE realiza seminário internacional sobre fake news, com apoio da União Europeia

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o apoio da União Europeia, reunirá, nos dias 16 e 17 de maio, alguns dos maiores especialistas no tema fake news para debater estratégias de combate à proliferação de notícias falsas no processo eleitoral. O Seminário Internacional Fake News e Eleições será realizado   no Auditório I do edifício-sede do Tribunal, em Brasília (DF).

O evento contará com a participação de dirigentes do Facebook, Google, Twitter e WhatsApp e de especialistas do FBI (Departamento Federal de Investigação dos EUA), da Polícia Federal, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Poder Judiciário, além de representantes da imprensa, de universidades e de institutos de checagem nacionais e internacionais, entre outros convidados.

O seminário será dividido em cinco painéis, que discutirão diferentes aspectos relacionados à temática central do evento: mídias sociais no cenário eleitoral, ferramentas de enfrentamento às fake news, liberdade de expressão versus crime contra a honra, eleições e fake news no mundo, bem como lei eleitoral e os limites da propaganda.

Todos os painéis acontecerão na sexta-feira (17), a partir das 9h, e serão compostos por quatro palestrantes e um mediador. Cada palestrante terá 15 minutos para expor suas ideias e compartilhar informações e conhecimentos.

O encontro será aberto oficialmente na quinta-feira (16), às 19h, pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber. Também participarão da cerimônia de abertura a procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, entre outras autoridades.

29

Mar

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Uso de mídias sociais por magistrados é tema de seminário

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, de 1 a 3 de abril, em Brasília, o seminário "Os Juízes e as Mídias Sociais". Temas como a regulamentação do uso dessas ferramentas, bem como o impacto delas na vida dos magistrados serão debatidos em três painéis.

Além disso, os participantes do evento, que vai ocorrer no Tribunal Superior do Trabalho (TST), vão integrar grupos de trabalho para discutir aspectos educacionais e disciplinares do uso desses recursos pelos integrantes do Poder Judiciário.

A conferência de abertura do evento será proferida pelo professor da Universidade de São Paulo Eduardo Carlos Blanca Bittar e terá a mesa presidida pelo ministro do TST e conselheiro do CNJ, Aloysio Corrêa da Veiga.

O primeiro dia do evento trará três painéis: "O que são as mídias sociais e o seu impacto sobre a vida dos magistrados", "Como a sociedade vê o uso das mídias sociais pelos juízes" e "Panorama global sobre a regulamentação do uso de mídias sociais pelos juízes". Jornalistas, professores e magistrados estão entre os expositores destacados na programação.

A discussão dos aspectos disciplinares e educacionais do uso de mídias sociais será o foco no segundo dia do seminário. Os participantes serão divididos em grupos de trabalho e vão elaborar propostas para normatizar os procedimentos. No terceiro dia, no encerramento do evento, essas sugestões serão consolidadas

Mais informações podem ser acessadas na página oficial do seminário.