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3

Out

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Instagram libera adesivo especial no Brasil para as Eleições 2018

O Instagram liberou um novo sticker temático das Eleições 2018 no Brasil. As imagens são apartidárias e trazem apenas a mensagem "A Minha Voz Conta" em três variações de design. Assim como outros adesivos da rede social, a novidade está disponível para posts do Instagram Stories, em celulares Android e iPhone (iOS), após capturar uma foto ou vídeo. A empresa não especificou uma data de validade para o recurso, então é possível que o adesivo seja mantido mesmo após o fim do período eleitoral.

O novo adesivo das eleições está disponível no tradicional menu de anexos do Stories. O sticker está ao lado de opções populares, como "Daora", "Animal" e "Sinistro". As figuras foram desenvolvidas pela designer brasileira Larissa Ribeiro. Segundo o Instagram, o objetivo é "estimular o engajamento cívico durante as eleições no Brasil".

Após fotografar, gravar um vídeo ou importar uma mídia já existente da galeria, o menu é acessível por meio de um botão na parte superior ou um deslize de baixo para cima na tela. Para trocar o visual do adesivo, basta tocar no objeto depois de inserir no Stories. A partir daí, também é possível incrementar a publicação com hashtags, textos e mais recursos disponibilizados pela ferramenta.

Fonte: Tectudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/10/instagram-libera-adesivo-especial-no-brasil-para-as-eleicoes-2018.ghtml Foto: Reprodução/Paulo Alves

3

Out

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Ferramenta do Facebook traz vídeos de candidatos para ajudar eleitores

Faltando menos de uma semana para as eleições no Brasil, o Facebook anunciou uma nova ferramenta criada para ajudar os eleitores a conhecer os candidatos que concorrem ao pleito. Ela aparecerá durante a semana no Feed de Notícias dos usuários. As informações são do Portal Tecmundo.

Nesse espaço, segundo a matéria,  será possível ver quais candidatos concorrem a cada cargo, acessar a página oficial de cada um deles e assistir a vídeos de até 20 segundos sobre questões consideradas importantes pela plataforma, como “O que te motivou a concorrer?”, “Se eleito, o que é mais importante aprovar nos primeiros 100 dias do seu mandato?” e “Por que essas eleições são importantes?”.

De acordo com o Facebook em entrevista ao Portal,  a escolha das perguntas foi feita em parceria com a ONG Transparência Brasil e a rede social não interfere no conteúdo dos vídeos gravados pelos candidatos. “Isso faz parte do nosso trabalho contínuo para construir uma comunidade bem informada e engajada civicamente”, diz o comunicado da empresa.

As eleições brasileiras de 2018 serão realizadas no próximo domingo, dia 7 de outubro, com o segundo turno acontecendo no dia 28 do mesmo mês.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/134810-ferramenta-facebook-traz-videos-candidatos-ajudar-eleitores.htm

2

Out

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Plataformas digitais permitem ao eleitor conferir local de votação rapidamente via internet

Na última semana antes da votação do 1º turno das eleições, candidatos se mobilizam para as mas tentativas de angariar apoios e eleitores vão atrás de informações tanto sobre as opções em disputa quanto sobre os procedimentos para a votação. Uma das principais dúvidas é o local de votação. É possível conferir seção, zona e endereço por diversos canais na internet.

Urna eletrônica

No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode fazer a consulta. A opção está na página principal. Basta inserir o número do título de eleitor. Para quem esqueceu o registro do documento, uma alternativa é preencher nome, nome da mãe e data de nascimento. O sistema apresenta número do título, seção, zona, endereço e município.

Para quem quiser usar as redes sociais, também há opções. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a obter essas informações. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter(@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).

Mensagens

Para interagir com os programas, o eleitor precisa enviar mensagens a eles. Os assistentes funcionam como “perfis” com quem o usuário dialoga. No Facebook, basta o usuário procurar o perfil do TSE e enviar uma primeira mensagem.

Em seguida, aparecerão diversas opções como “dúvidas frequentes”, “situação eleitoral”, “quitação eleitoral” e “local de votação”. Para conferir o endereço de onde o eleitor terá de comparecer, basta a pessoa fornecer nome completo e número do título para que o assistente consulte o banco de dados do TSE.

Caso o eleitor tenha esquecido o número do título, é possível recuperá-lo fornecendo algumas informações (como data de nascimento e nome completo da mãe). No Twitter, o robô funciona de forma semelhante. O usuário precisa buscar o perfil do TSE e enviar uma mensagem direta a ele, para que sejam abertas as possibilidades de consulta de informações sobre questões eleitorais e sobre candidatos.

Outras informações

Tanto no site quanto por meio dos assistentes virtuais, também é possível obter outras informações. Na opção “situação eleitoral”, por exemplo, a pessoa confere se está regular e se pode votar normalmente. Na alternativa “candidatos”, é possível buscar todas as candidaturas, tanto nacionais quanto nos estados. O robô apresenta dados básicos e se a candidatura foi ou não deferida.

O usuário pode solicitar o programa de governo. O sistema enviará o link para consulta do documento. O programa também dá a opção de ir para o site DivulgaCandContas, onde estão as prestações de contas periódicas dos candidatos.

Com informações da Agência Brasil/ José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

1

Out

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Ministério Público divulga "Ouvidoria Cidadã" em campanha nas mídias sociais

A Ouvidoria do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) lançou uma campanha de divulgação do órgão nas mídias sociais. Com o slogan “Ouvidoria Cidadã”, a campanha tem o objetivo de mostrar o papel da unidade à população em geral.

As peças foram publicadas nos perfis oficiais do MPRN no Instagram, Twitter e Facebook, e também foram remetidas em listas de transmissão por meio da ferramenta “Em TeMPo” (no Whatsapp) a jornalistas e a cidadãos cadastrados.

“Estamos trabalhando as mídias sociais como apoio para chegarmos ao cidadão e mostrar a eles os serviços que a Ouvidoria oferece”, disse a atual ouvidora, a procuradora de Justiça Iadya Gama Maio. “É muito importante a participação da população junto à Ouvidoria, elogiando, criticando e denunciando, pois é a partir daí que podemos melhorar o serviço prestado pelo MPRN”, destacou.

A Ouvidoria do MPRN é o órgão responsável por receber e analisar reclamações, críticas, representações, sugestões, elogios e pedidos de informações dos cidadãos. Qualquer pessoa física ou jurídica pode registrar manifestações. Cabe ao órgão dar prosseguimento às demandas e cobrar os resultados com prazo máximo de até 30 dias para retorno aos requerentes. Os fatos devem ser descritos com clareza e objetividade, indicando elementos suficientes para a análise da situação (como, onde, quando e como ocorreram).

A Ouvidoria do MPRN garante o sigilo dos dados do reclamante. O órgão está em novo endereço e atende os cidadãos de segunda a quinta das 8h às 17h, e nas sextas-feiras das 8h às 14h. Veja a campanha da Ouvidoria nos perfis do MPRN no InstagramTwitter e Facebook.

24

Set

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Facebook anuncia medidas para combater contas falsas e desinformação

O Facebook divulgou nota com novas medidas para evitar abusos na plataforma relacionados ao debate eleitoral. Ao longo do ano, a empresa já havia anunciado diversas iniciativas para o pleito de outubro relacionadas à propaganda eleitoral paga, a contas “não autênticas” e à disseminação de desinformação, como as chamadas notícias falsas.

Segundo comunicado divulgado pela companhia, foram removidas páginas inicialmente criadas para reunir pessoas com interesses diversos (como esportes e música) e que tiveram seus nomes e propósitos alterados para apoiar um candidato ou tomar partido na disputa eleitoral.

“Removemos essas páginas porque nossas políticas não permitem mudanças de nome de páginas que resultem em conexões falsas ou não intencionais, e que alterem substancialmente o assunto das páginas”, justificou o informe. A empresa, contudo, não divulgou o nome das páginas.

A plataforma também derrubou o que chamou de contas impostoras. Perfis que se faziam passar por candidatos disputando as eleições. Essa violação foi enquadrada no que a companhia chama de “comportamento não autêntico”, conduta que foi usada para remover 186 páginas e 97 perfis ligados ao Movimento Brasil Livre em julho.

Aplicativos e santinhos

No comunicado, o Facebook relatou ter retirado aplicativos que convidavam pessoas a votar pela internet. Esses programas “poderiam levar eleitores a acreditar que tinham efetivamente votado, ferindo nossas políticas que impedem apoio a fraude”, pontuou a nota. Pessoas que usaram esses aplicativos estão sendo notificadas.

A companhia está removendo também fotos nas quais o número não corresponde ao candidato, bem como molduras com números trocados. “Nossas políticas não permitem declarações de intenção ou apoio a fraude, por isso a remoção dessas imagens”, reiterou a empresa no comunicado divulgado.

Verificação de fotos e vídeos

No dia 13 de setembro, em outro comunicado,  o Facebook anunciou ter iniciado a verificação de desinformação também em fotos e vídeos. Até então, o monitoramento era focado apenas em textos. A partir deste mês, os sistemas automatizados da plataforma passarão a fiscalizar fotos e vídeos em busca de indícios de problemas, como manipulações.

Essa análise é complementada pela realizada por agências de checagem parcerias do Facebook. No Brasil, realizam este trabalho Lupa, Aos Fatos e Agência France Press. Conteúdos identificados como enganosos por essas agências têm seu alcance reduzido na plataforma.

Com informações da Agência Brasil

20

Set

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Facebook monta “sala de guerra” para monitorar eleições no Brasil e nos EUA

O Facebook admitiu o abuso da plataforma com iniciativas de desinformação nas eleições presidenciais estadunidenses em 2016 e desde então vem reunindo esforços para evitar que as fake news e ações coordenadas de pessoas mal-intencionadas possam interferir em novos pleitos. As informações são do Portal Tecmundo.

Agora, de acordo com o Portal, a companhia prepara “salas de guerra” física e digital para combater esse tipo de comportamento no processo eleitoral deste ano no Brasil e nos Estados Unidos — por aqui escolhemos presidente, governador, senadores e deputados em outubro e os ianques selecionam seus novos deputados e senadores em novembro.

Essas centrais de monitoramento estarão na sede da rede social, em Menlo Park, na Califórnia. As equipes reunião diversos departamentos, incluindo os de engenharia e inteligência sobre ameaças, e dados legais e científicos, entre outras frentes. Serão mais de 300 pessoas mobilizadas simultaneamente, enquanto 20 delas estarão nessa base de operações.


“Vai servir como uma central de comando. Assim poderemos tomar decisões em tempo real, caso sejam necessárias”, adiantou o diretor de gerenciamento de produtos para as campanhas eleitorais e esforços de engajamento cívico do Facebook, Samidh Chakrabarti, em conferência com jornalistas na última quarta-feira (19).

Brasil já conta com uma força-tarefa especial

Em julho, o Facebook disse que desvendou uma campanha com dezenas de contas e páginas usando o equivalente a US$ 11 mil em anúncios para influenciar pessoas com causas políticas de forma suspeita. O CEO Mark Zuckerberg disse recentemente que de março a outubro mais de 1,3 bilhão de perfis falsos foram desabilitados e a rede social mantém parceria com duas organizações sem fins lucrativos para monitorar a segurança em pleitos e eventos internacionais, a International Republican Institute e a International Democratic Institute.

No Brasil, segundo o Tecmundo, já há uma reunião de esforços na plataforma para desativar contas que vêm espalhando notícias falsas e a companhia disse que se aliou a companhias de checagem de dados para criar dois bots, capazes de ajudar a reconhecer automaticamente o conteúdo de desinformação antes mesmo que eles se espalhe por aí.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em:  https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/134430-facebook-monta-sala-guerra-monitorar-eleicoes-brasil-eua.ht

20

Set

Mídias Sociais

Oito em cada dez brasileiros acreditam que notícias falsas podem impactar os resultados das eleições

O digital está mudando a forma como as pessoas veem o mundo, inclusive com relação às questões eleitorais. Faltando poucas semanas para o primeiro turno das eleições no Brasil, a Avast anuncia uma nova pesquisa com brasileiros abordando a opinião dos entrevistados com relação à veracidade e possíveis impactos das informações, que circulam nas redes sociais, nos resultados eleitorais em outubro próximo. As informações são do Portal Ti Inside.

De acorso com o site, ao serem questionados sobre quais fontes utilizam para obter informações a respeito dos políticos e das eleições, as mídias online são a preferência de 24% dos brasileiros, em seguida está a TV com 22,38%. Já as redes sociais são acessadas por 19,51% dos entrevistados, superando os jornais que são considerados como fonte para 16,92% e o rádio preferido por 10,77%.

A respeito da percepção dos brasileiros sobre a veracidade das notícias que circulam nas redes sociais, a pesquisa apontou que 75% deles não têm sempre certeza de que as informações sejam verdadeiras. Apenas 3,55% dos que participaram do levantamento acreditam que as notícias possam ser reais, enquanto 21,40% não acreditam no que dizem as publicações nas redes sociais.

Ainda segundo a publicação, ao ler sobre as eleições nas plataformas sociais, 61,22% dos brasileiros confessaram buscar por fontes adicionais para certificá-las, enquanto 33,27% apenas fazem essa validação em diferentes websites ou outras fontes algumas vezes.

Portanto, o cenário mostra que os brasileiros estão em alerta para uma possível ameaça cibernética, semelhante àquela envolvendo a Cambridge Analytica que usou "notícias falsas" em redes sociais, para influenciar os eleitores indecisos nos Estados Unidos. Neste sentido, a pesquisa apontou que 80,57% dos brasileiros concordam que as notícias falsas podem sim impactar os resultados das eleições.

Cerca de 96% dos entrevistados identificaram notícias falsas em suas redes sociais. Metade (50,24%) dos participantes da pesquisa consideram que os comentários, de outras pessoas nas redes sociais, não influenciam seu voto. No entanto, três em cada dez brasileiros (30,30%), concordaram que talvez esses relatos pessoais possam exercer tal influência.

No mesmo contexto, 47,78% dos brasileiros disseram não fazer uso de plataformas como o Twitter, Facebook e WhatsApp, como fontes confiáveis de notícias durante o processo eleitoral. Já para 39,24% dos entrevistados algumas plataformas sociais podem ser confiáveis para assuntos políticos, enquanto apenas 12,97% confiam nesse tipo de fonte. Oito em cada dez entrevistados (85,81%) concordam que as redes sociais devem ser responsáveis por remover as notícias, quando se tornam falsas.

Por fim, apenas 32,42% dos brasileiros seguem partidos políticos ou seus candidatos nas plataformas sociais.

Duas diferentes pesquisas com pessoas do Brasil foram conduzidas pela Avast em julho de 2018. Uma delas reuniu 1.280 entrevistados, enquanto participaram da outra 1.000 brasileiros.

Fonte: Ti Inside Online, disponível em: http://tiinside.com.br/tiinside/seguranca/mercado-seguranca/18/09/2018/oito-em-cada-dez-brasileiros-acreditam-que-noticias-falsas-podem-impactar-os-resultados-das-eleicoes/?noticiario=SG&&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=TI+INSIDE+Online+-+SEGURAN%C7A+-+19%2F09%2F2018+07%3A3

20

Set

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Tribunal Superior Eleitoral usa robôs para ajudar a tirar dúvidas de eleitores

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está usando robôs (bots, no jargão técnico em inglês) para auxiliar os eleitores a tirar dúvidas sobre o pleito de outubro e sobre candidatos. Os assistentes virtuais funcionam por meio das contas do Tribunal no Twitter (@TSEjusbr) e no Facebook Messenger (@TSEJus).

Para interagir com os programas, o eleitor precisa enviar mensagens a eles. Os assistentes funcionam como “perfis” com quem o usuário dialoga. No Facebook, basta o usuário procurar o perfil do TSE e enviar uma primeira mensagem. Em seguida, aparecerão diversas opções, como “dúvidas frequentes”, “situação eleitoral”, “quitação eleitoral” e “candidatos”.

Na “situação eleitoral”, por exemplo, basta a pessoa fornecer nome completo e número do título para que o assistente consulte o banco de dados do TSE e informe se a pessoa está apta a votar na disputa de outubro. Caso o eleitor tenha esquecido o número do título, é possível recuperá-lo fornecendo algumas informações (como data de nascimento e nome completo da mãe). O programa permite também consultar a zona eleitoral.

Na opção “candidatos”, é possível buscar todas as candidaturas, tanto nacionais quanto nos estados. O robô apresenta dados básicos e se a candidatura foi ou não deferida. O usuário pode solicitar o programa de governo. O sistema enviará o link para consulta do documento. O programa também dá a opção de ir para o site DivulgaCandContas, onde estão as prestações de contas periódicas dos candidatos.

No Twitter, o robô funciona de forma semelhante. O usuário precisa buscar o perfil do TSE e enviar uma mensagem direta a ele, para que sejam abertas as possibilidades de consulta de informações sobre questões eleitorais e sobre candidatos.

Com informações da Agência Brasil

18

Set

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Estudo aponta queda na disseminação de notícias falsas no Facebook

Interações com perfis disseminadores de notícias falsas caíram no Facebook nos últimos dois anos, mas cresceram no Twitter, segundo um artigo publicado por pesquisadores em um estudo sobre desinformação da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Os autores analisaram 570 sites dos Estados Unidos classificados por eles como produtores de conteúdo falso entre janeiro de 2015 e julho de 2018. As fontes de conteúdos falsos foram comparados com páginas e perfis de veículos tradicionais e pequenos de mídia bem como de cobertura segmentada em temas como negócios e cultura.

Segundo a análise, o engajamento (likes, compartilhamentos e comentários) com mensagens desses sites cresceu entre janeiro de 2015 e os meses finais de 2016, logo após as eleições presidenciais dos Estados Unidos. O grupo de sites estudado teve nível de engajamento semelhante às 38 principais páginas de mídia verificadas na pesquisa.

A partir de 2017, as interações caíram mais de 50% no Facebook. No fim de 2016, a plataforma chegou a ter picos de 200 milhões de interações por mês no conjunto dos sites analisados. A média caiu para 70 milhões de engajamentos por mês. “Embora as evidências sejam longe de definitivas, nós vemos como consistente a ideia de que a magnitude geral do problema da desinformação pode ter reduzido, pelo menos temporariamente, e que os esforços do Facebook após as eleições de 2016 para limitar a difusão de desinformação podem ter tido um impacto significativo”, dizem os autores no texto.

Desde dezembro de 2016, o Facebook anunciou um conjunto de medidas que teriam como objetivo barrar a difusão de desinformação dentro da plataforma. Foram celebrados acordos com agências de checagem, marcação de conteúdos como falsos, redução do alcance dessas mensagens e derrubada de contas falsas (veja mais no especial produzido pela Agência Brasil).

Apesar disso, os pesquisadores alertam que os níveis de engajamento com notícias falsas continuam altos e que o Facebook tem um papel importante nessa disseminação. O número de 70 milhões de interações por mês nesses sites de notícias falsas foi considerado pelos autores uma média considerável de reações, compartilhamentos e outras formas de circulação de conteúdos enganosos.

Twitter

Já no Twitter, entre 2017 e 2018 os autores do estudo identificaram uma ampliação de reações, compartilhamentos e outras formas de interação com mensagens enganosas. Enquanto a média mensal de compartilhamentos estava em 2 milhões em janeiro de 2015, em julho de 2018 ela havia chegado a quase 6 milhões por mês.

Na comparação de interações entre Facebook e Twitter, a proporção teve uma queda considerável, saindo de 45:1 (45 engajamentos no Facebook para 1 compartilhamento no Twitter) em 2016 para 15:1 no meio de 2018.

No início do mês, o diretor executivo do Twitter, Jack Dorsey, depôs a um comitê do Senado dos Estados Unidos quando admitiu que a empresa não lidou adequadamente com o problema da desinformação e que não estava preparada para o fenômeno. A plataforma vem focando sua atuação na derrubada de contas falsas, não tendo adotado medidas como a identificação de conteúdos questionados por agências de checagem, como Facebook e Google.

Com informações da Agência Brasil

17

Set

Mídias Sociais

Google poderá manter vídeos de homem condenado por crime eleitoral no RN

O chamado “Direito ao esquecimento”, com o fim de preservar a intimidade de uma pessoa, foi alvo de uma decisão firmada pelos juízes que integram a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública do Rio Grande do Norte. Os integrantes do órgão julgador acataram os argumentos da Google Brasil Internet LTDA, a qual pedia a não retirada da rede de vídeos de um homem condenado pelo TRE/RN por fraudar certame eleitoral.

Dentre os argumentos, a Google alegou que a importância histórica do conteúdo divulgado supera a proteção individual da privacidade do autor do recurso e afirma que não há lei prevendo o “direito ao esquecimento” no ordenamento jurídico brasileiro, havendo uma gama de dispositivos que apontam em sentido contrário. O fato alegado pela empresa se refere à representação que permanece em trâmite (processo n° 0000801-42.2012.6.20.0029),

O autor (recorrente) ajuizou, inicialmente, a demanda pleiteando a exclusão de vídeos na plataforma do YouTube, intitulados que mostravam sua prisão, ocorrida em outubro de 2012. Ele alegou que tomou conhecimento da existência dos vídeos decorridos seis anos da publicação, quando um cliente questionou se “era ele mesmo naquelas filmagens”, o que teria gerado diversos constrangimentos e violando sua intimidade.

Os fatos que originaram a prisão cautelar capturada nos vídeos e foram apreciados pelo TRE/RN na AIJE n° 0000801-42.2012.6.20.0029, cujo julgamento declarou a inelegibilidade do recorrente para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes, por ter sido operador de esquema abusivo de compra de votos no município de Itajá, inclusive tendo montado uma equipe de campo para tal finalidade.

Segundo a decisão, evidencia-se, desse modo, que nenhum dos paradigmas firmados em recursos especiais, nos tribunais superiores, se amolda ao caso em análise, visto que se está diante de cometimento de crime eleitoral, que traz em seu contexto um manifesto interesse público. “Sempre que existir conflito entre o interesse público e o interesse particular, deverá prevalecer o interesse público, tutelado pelo Estado, respeitados, entretanto, os direitos e garantias individuais expressos na Constituição”, define o relator, juiz Raimundo Carlyle.

Com informações do Tribunal de Justiça do RN

12

Set

Mídias Sociais

Pesquisa mostra que jovens estão deixando de usar o Facebook nos Estados Unidos

Uma pesquisa da ONG Common Sense Media, publicado no site Axios, mostra a atual relação dos jovens dos Estados Unidos com a internet, principalmente com as redes sociais. Entre os dados mais interessantes, o número destes usuários no Facebook teve uma queda considerável: de 68% em 2012 (ano em que o estudo foi feito pela primeira vez) para 15% em 2018. As informações são do Portal B9.

De acordo com a matéria, o motivo para essa debandada dos jovens da rede social de Mark Zuckerberg é simples: o Facebook envelheceu. Não como plataforma e nem pelo que oferece aos usuários, mas por hoje possuir um público que inclui até os avós dessa geração mais nova. E isso não é exagero. Em uma das entrevistadas na pesquisa, uma garota de 16 anos resumiu sua relação com o Facebook como “só uso para me comunicar com meus avós”.

Por outro lado, a porcentagem de adolescentes que acessam a internet várias vezes ao dia subiu de 34% para 70%. A maioria deles prefere utilizar outras redes sociais, como Snapchat (41%) e Instagram (22%).

Segundo Michael Robb, diretor de pesquisas da Common Sense, em entrevista ao site, algumas informações do estudo devem ser vistas com preocupação, como o resultado que aponta que 35% desses jovens preferem mandar mensagens de texto em vez de conversar pessoalmente com os amigos. “Pretendo continuar observando se essa tendência se mantém no futuro. Se essa mudança for real, vale a pena investigar o que ganhamos e o que perdemos ao mudar nossas preferências na maneira como nos comunicamos”, salienta Robb.

Engana-se quem imagina que esses jovens estão dentro de uma bolha alienada, sem identificar quanto tempo passam conectados. 54% se dizem distraídos quando deveriam estar prestando atenção, e 72% acreditam que as empresas de tecnologia manipulam os usuários para passarem mais tempo na internet.

É interessante observar também que 47% dos entrevistados se consideram “viciados em seus smartphones”, mas apenas 24% se intitulam “viciados em redes sociais”.

Para James Steyer, CEO e fundador da Common Sense, os adolescentes por um lado“sentem que as redes sociais fortalecem seus relacionamentos com amigos e familiares, oferecem um importante caminho para autoexpressão e os fazem sentir-se menos sozinhos e mais conectados. Ao mesmo tempo, reconhecem que às vezes os afastam de interações cara a cara e os fazem sentir-se deixados de lado e ‘menos’ que seus pares”.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/96451/jovens-estao-deixando-de-usar-o-facebook-nos-estados-unidos/

11

Set

Mídias Sociais

Pesquisa americana constata que jovens gostam mais de conversar por mensagens de texto do que pessoalmente

Em 2018, foi lançada a segunda parte da pesquisa sobre os hábitos de crianças e adolescentes que utilizam mídias sociais e os impactos dessas tecnologias na vida de tais jovens. Realizada pela Common Sense Media, a primeira etapa foi divulgada em 2012 e analisou como a expansão de Facebook e outros sites de relacionamentos afetam o convívio, o humor e a saúde mental, tendo em vista as experiências vividas no âmbito digital. Os indivíduos analisados têm entre 13 e 17 anos, todos dos Estados Unidos. As informações são do Portal Tecmundo.

O mundo passou por muitas transformações nestes 6 anos e, ao acessarmos os dados de 2012, temos certeza disso. De acordo com o Portal, na época apenas 40% dos jovens possuíam seus próprios smartphones; hoje são quase 90%. Esse fato sozinho já mostra a abrangência das mídias sociais; basta possuir um celular em mãos para acessar qualquer rede.

Outra mudança significativa foi na preferência da plataforma. Enquanto Facebook era a principal rede para 68% do público, atualmente apenas 15% apontam a criação de Mark Zuckerberg como primeira escolha. Já o Snapchat conta com 41% e desponta na liderança. Instagram, com 22%, fecha o pódio.

Sempre alerta

Mais acesso, mais redes e por mais tempo. Segundo a matéria, enquanto apenas 34% dos entrevistados declararam fazer uso das mídias sociais mais de uma vez por dia há 6 anos, atualmente 70% acessam com maior frequência, e 16% indicaram estar constantemente nas plataformas. Como resultado correlacionado, temos uma redução nos números de jovens que preferem interagir pessoalmente: nota-se queda de 49%, em 2012, para 32%, em 2018. Para manter contato com amigos e familiares, mensagens de texto têm a preferência de 35% dos participantes.

Essas mudanças — não só de acesso, mas também de comportamento —, em um curto período, preocupam os envolvidos com educação de jovens. Para Julie Lythcott-Haims, ex-reitora da Universidade de Stanford e atual integrante do conselho da Common Sense, é de responsabilidade dos pais e educadores direcionar os filhos no contato com outras crianças e até mesmo estimular a vivência em sociedade. Julie comenta que, ao interagir pessoalmente, as crianças desenvolvem mais empatia, o que é muito mais proveitoso do que as mensagens de ódio facilmente disseminadas online, por exemplo.

Esse é um ponto crítico também da pesquisa. Cerca de 13% dos jovens em 2018 sofreram algum tipo de bullying cibernético, e 64% deles passam por mensagens homofóbicas, racistas, sexistas ou de ódio religioso enquanto navegam. Outro dado alarmante: 21% praticam essas atividades. Para a escritora Aija Mayrock, autora de "Bullying: Guia de Sobrevivência", o caminho para que haja uma melhor relação das crianças com o mundo passa por uma boa convivência com os pais.

Quando são tratadas de forma autoritária, as crianças acabam se afastando, aprendendo por conta e tendo mais chances de sofrer algum trauma. Ao ter abertura para conversar com os pais, elas podem aprender dentro de casa sobre riscos, impactos e melhores maneiras de ter acesso às mídias.

O lado positivo, para 27% dos entrevistados, é que o acesso às plataformas tem um papel importante no desenvolvimento criativo. Outros pontos de destaque são: organização na atividades extracurriculares, divulgação de notícias e debates políticos. O resultado mais preocupante, segundo os pesquisadores, é quanto ao tempo gasto pelos jovens com as mídias sociais e como isso os afeta diferentes.

Ao mesmo tempo que tais hábitos podem gerar um distanciamento da realidade empática, contribuindo para depressão e baixa autoestima, também aparecem como questões animadoras a possibilidade de expandir o conhecimento, o apoio a causas importantes da sociedade e o contato mesmo que em longas distâncias.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/134115-jovens-preferem-conversar-mensagens-texto-pessoalmente.htm

6

Set

Mídias Sociais

Facebook e Twitter são questionados no Senado dos Estados Unidos

Representantes do Facebook e do Twitter foram questionados por senadores em audiência promovida pelo Comitê de Inteligência. Entre os diversos temas abordados, os parlamentares cobraram os executivos pela dificuldade em combater a influência de outros países no debate político nas redes sociais e em processos eleitorais. Os políticos também criticaram os prejuízos causados pela disseminação de desinformação (e das chamadas notícias falsas) e de mensagens de ódio no interior das plataformas.

A preocupação com a influência externa na política dos EUA ganhou visibilidade com os indícios de que grupos russos teriam atuado nas eleições presidenciais do país em 2016. Uma investigação foi aberta no Parlamento e tanto Facebook quanto Twitter admitiram ter identificado contas controladas por russos com atuação no pleito. Perfis com responsáveis de outros países também foram localizados. O receio foi retomado com a aproximação das eleições intermediárias deste ano no país.

O presidente do Comitê, senador Richard Burr (Republicano – Carolina do Norte), destacou a insuficiência das medidas adotadas pelas empresas contra atuações nocivas no debate político, especialmente estrangeiras. “Infelizmente, essa vulnerabilidade de segurança nacional e risco inaceitável continuam sem respostas. Providências estão sendo tomadas, mas esses problemas não estão indo embora. Não tenho nem certeza se estão indo na direção correta”, comentou, em tom crítico.

A executiva-chefe de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, reconheceu que as eleições de 2016 evidenciaram o que pode acontecer quando há abusos nos serviços da empresa, como o uso destes pela Rússia em uma campanha de minar instituições democráticas e interferir nas eleições. “Nós fomos muito lentos para entender isso e para agir. Isso é nossa culpa”, admitiu, assim como Mark Zuckerberg já havia feito nas audiências no Parlamento ricano em maio.

Ela citou como respostas apurações internas, monitoramento de conteúdos por sistemas automatizados e por profissionais e a derrubada de contas não autênticas. A executiva mencionou a remoção de contas vinculadas a grupos Russos, do Irã e de Mianmar. “Estamos trabalhando com especialistas de fora e governos para compartilhar informação sobre ameaças e prevenir abusos. Estamos ficando melhor em achar e parar nossos oponentes. Mas não temos acesso à inteligência a que o governo tem. Nós nem sabemos sempre quem está por trás dos ataques e seus motivos”, ponderou.

O chefe-executivo do Twitter, Jack Dorsey, também admitiu falhas da empresa em lidar com esse e outros problemas. “Não estamos orgulhosos de como essas interações livres entre usuários estão sendo aparelhadas e usadas para distrair e dividir pessoas e nossa nação. Nós nos encontramos mal preparados e mal equipados para a imensidão de problemas que identificamos. Abuso, assédio, exércitos de trolls, propaganda por bots [robôs] e humanos, campanhas de desinformação e filtros-bolha. Isso não é uma praça pública saudável”, assumiu.

Entre as medidas do Twitter, Dorsey citou a fiscalização e a derrubada de contas falsas em uma média de 8 a 10 milhões por semana. Segundo ele, a companhia aumentou em 200% o ritmo de remoção desse tipo de perfil no seu interior. A senadora Susan Collins (republicana – Maine), entretanto, criticou o fato de a empresa não ter avisado usuários que seguiam ou interagiam com contas operadas por agentes russos. “Precisamos de algo mais, dizer pessoas que elas pessoas foram envolvidas, vítimas inocentes de influência estrangeira”, disse. “Concordo, é inaceitável”, respondeu o chefe-executivo do Twitter.

Os senadores criticaram a ausência de representantes do Google na audiência. “Google tem uma imensa responsabilidade nesse espaço [da internet] dado o seu tamanho e influência. Eu pensei que os líderes do Google queriam mostrar o quão levam a sério esses desafios”, disse o senador Mark Warner.

Com informações da Agência Brasil

30

Ago

Mídias Sociais

Tribunal Superior Eleitoral retoma campanha que desmascara mitos e boatos eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou a campanha Mitos Eleitorais, desenvolvida para veiculação em redes sociais com o objetivo de esclarecer o eleitor e desfazer dúvidas que envolvam o processo de votação. Lançada em junho de 2017, a campanha é composta por 19 vídeos que abordam temas como segurança do voto e da urna eletrônica, votos brancos e nulos, obrigatoriedade de participação nas eleições e regras das campanhas eleitorais.


Desenvolvidos com linguagem adequada às redes sociais, recorrendo a animações curtas, utilização de infográficos e edição dinâmica, os vídeos podem ser acessados nas páginas do Facebook, Twitter e YouTube da Justiça Eleitoral. Esta é a terceira vez que o TSE veicula a campanha Mitos Eleitorais, que já alcançou mais de 1,5 milhão de visualizações no Facebook e YouTube desde o lançamento.

A retomada da veiculação da campanha Mitos Eleitorais é motivada pelo período pré-eleitoral, quando, juntamente com a elevação do interesse pelo tema, também crescem os boatos e informações equivocadas que podem prejudicar o eleitor. Os vídeos que integram a campanha Mitos Eleitorais podem ser acessados nas páginas do TSE na internet, como o Facebook (@tsejus), Twitter (tsejusbr) e YouTube (justicaeleitoral).

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral

29

Ago

Mídias Sociais

Instagram: agora qualquer usuário poderá pedir um “selinho azul”

O Instagram anunciou que a partir de agora, qualquer usuário da rede social de imagens poderá solicitar que sua conta seja verificada com o objetivo de obter um “selinho azul” ao lado do nome. De acordo com matéria do Portal Tecmundo, até agora era o próprio Instagram que entrava em contato com usuários famosos ou contas de empresas com uma grande legião de seguidores para perguntar se eles gostariam de ser verificados.

Segundo o site, havia inclusive um mercado negro na internet que essencialmente vendia essa verificação de contas, mas isso deve se tornar coisa do passado. Para obter a verificação, será necessário apenas acessar as configurações do app no Android e no iOS e tocar em “Solicitar Verificação” ou “Request Verification”.

Será necessário informar seu nome completo e fornecer documentação pessoal ou da empresa a qual a conta do Instagram está vinculada. Depois de algum tempo, a rede social enviará uma notificação ao usuário explicando se a solicitação foi ou não aceita. Caso a resposta seja positiva, o selo azul ao lado do nome do usuário deve ser exibido imediatamente.

Mais segurança

O Instagram ainda está implementando outras medidas focadas em melhorar a segurança dos usuários e fazer com que seja mais fácil saber se contas são ou não quem dizem ser. Por exemplo, a verificação em duas etapas para login no app em breve terá suporte ao Google Authenticator e ao DUO Mobile, dando alternativas aos códigos enviados via SMS e não são tão seguros.

A plataforma também vai implementar uma seção chamada “Sobre essa conta”. A novidade estará visível para todos os seguidores de contas públicas e vai trazer algumas informações sobre o seu passado. Por exemplo, será possível conferir quando determinada pessoa entrou no Instagram, seu histórico de mudanças de nomes de usuário e também informações sobre a publicação de anúncios na conta. “Nossa comunidade nos contou que é importante ter um entendimento mais profundo sobre contas que atingem muitas pessoas no Instagram”, revelou a rede social em comunicado oficial.

Essa novidade será importante especialmente para minimizar a ação de contas que disseminam fake news ou tentam moldar a opinião dos seguidores de forma política com informações equivocadas. Esse recurso em específico começará a funcionar a partir de setembro, quando as contas com grande quantidade de seguidores poderão revisar as informações antes que elas se tornem públicas.

A integração do sistema de autenticação em duas etapas com serviços de terceiros e também a possibilidade de solicitar um selo azul de usuário verificado estarão disponíveis gradualmente ao longo das próximas semanas para todo mundo no Instagram.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/133654-instagram-qualquer-usuario-pedir-selinho-azul.ht