Mídias Sociais

21

Dez

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Número de usuários de internet cresce 10 milhões em um ano no Brasil

Passou de 64,7% para 69,8% o número de brasileiros com 10 anos ou mais (181 milhões da população) que acessaram a internet de 2016 para 2017. São quase 10 milhões de novos usuários na comparação entre o último trimestre de cada ano.

Os dados constam no suplemento Tecnologias da Informação e Comunicação da Pnad Contínua, divulgado nesta quinta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A edição foi divulgada pela primeira vez trazendo informações relativas a 2016.

Em todas as regiões do país, houve variação positiva entre quatro e seis pontos percentuais. "Esse é um processo que vem ocorrendo de uma maneira relativamente rápida. Em um ano, houve um avanço de quase 10 milhões usuários de internet. Isso está ocorrendo em diversos grupos etários, tanto entre os jovens quanto entre os mais velhos", explica a analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE Adriana Beringuy.

Idosos

Proporcionalmente, o maior crescimento ocorreu entre as pessoas com 60 anos ou mais, com alta de 25,9%. A pesquisa também mostra aumento de 7,4% no uso da internet entre adolescentes de 10 a 13 anos. Nesta faixa etária, 71,2% das pessoas já acessaram o ambiente virtual e 41,8% têm telefone celular pessoal.

Internet na TV

De acordo com a pesquisa, no último trimestre de 2017, 16,3% da população brasileira com 10 anos ou mais fizeram uso da internet através da televisão. Em 2016, esse percentual foi de 11,3%. Esse aumento de 5 pontos percentuais foi o mais expressivo. "[Isso] é viabilizado pelas Smart TVs, que vem ganhado cada vez mais espaço no mercado", diz Adriana.

No caso dos celulares, houve um salto de 2,4 pontos percentuais, saindo de 94,6% para 97%. De outro lado, em 2016, 63,7% dos usuários acessaram a web através de um computador, percentual que caiu para 56,6% em 2017. A redução no tablet foi de 16,4% para 14,3%. A pesquisa também mostrou que de 2016 para 2017, cerca de 835 mil casas deixaram de ter um computador.

Conexão

Em relação aos tipos de conexão, a banda larga móvel é mais usada, com presença em 78,5% dos domicílios. A banda larga fixa está em 73,5%. A internet discada se mostrou irrelevante: apenas 0,4% dos domicílios com acesso registraram esse tipo de conexão.

Os dados de banda larga não são uniformes para todo o país. "Em áreas mais afastadas, prevalece a banda larga móvel", explica Adriana. Em comunidades da floresta amazônica, por exemplo, há maior dificuldade de implantação de internet a cabo. Dessa forma, na Região Norte, em 88,7% dos domicílios com acesso à internet, as pessoas se conectam usando serviços de banda larga móvel, enquanto em apenas 48,8% das casas há banda larga fixa.

No Sudeste, de outro lado, os percentuais são mais próximos. A banda larga móvel está presente em 83,5% dos domicílios com conexão e a fixa em 72,5%. O Nordeste é a única região em que os índices se invertem: a banda larga fixa existe em 74,2% dos domicílios com internet e supera os 63,8% da banda larga móvel.

A Pnad Contínua também mostrou crescimento mais expressivo de conexão na área rural do que na urbana. De 2016 para 2017, a quantidade de casas na área rural com acesso subiu mais de sete pontos percentuais, de 33,6% para 41%. No mesmo período, as residências com conexão nos centros urbanos tiveram alta de cinco pontos percentuais, de 75% para 80,1%.

Finalidade

Outro dado que consta na pesquisa diz respeito à finalidade de uso. O acesso para enviar e-mails foi relatado por 66,1% dos usuários, uma queda em relação aos 69,3% de 2016. De outro lado, houve aumentos expressivos na utilização da internet para fazer chamadas de voz ou de vídeo, que saltou de 73,3% para 83,8%, e para assistir a programas, séries e filmes, número que saiu de 74,6% e alcançou 81,8%.

Foi ainda observado crescimento do acesso para enviar mensagens de texto ou de voz através de aplicativos diferentes de e-mail, como o Whatsapp ou o Telegram. Essa finalidade foi mencionada por 95,5% dos usuários, representando aumento em relação aos 94,2% registrados em 2016.

Não uso

A falta de conhecimento é a principal causa para não acessar a rede mundial de computadores. O motivo foi citado por 38,5% dos entrevistados. "A população que afirma não saber usar a internet é maior na região urbana do que na região rural. Pode influenciar o fato de a região rural ter uma estrutura etária mais jovem. E apesar do acesso à internet entre a população mais velha ter crescido de forma mais expressiva, os idosos ainda são os que a utilizam em menor proporção", analisa Adriana.

A falta de interesse foi o segundo motivo mais alegado para o não uso da internet. Ele foi mencionado por 36,7%. Somadas, não saber usar a internet e a falta de interesse foram as razões apresentadas por 75,2% das pessoas que não acessam a internet. O preço, a indisponibilidade do serviço na região e o custo do equipamento necessário para o acesso estão entre as outras explicações.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua substituiu a Pnad e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Por meio da pesquisa, são publicados relatórios mensais e trimestrais com informações conjunturais relacionadas à força de trabalho. Também são divulgadas informações educação e migração. Há ainda suplementos em que determinados assuntos são pesquisados com periodicidades diferentes.

Com informações da Agência Brasil

20

Dez

Mídias Sociais

Facebook anuncia mudanças de infraestrutura e moderação de conteúdo para 2019

2018 foi um ano difícil para o Facebook, que esteve no centro de um dos maiores escândalos da História na área da tecnologia, o caso do vazamento de dados do Cambridge Analytica. Além disso, a capa do New York Times da quarta-feira (19) destaca que o Facebook permitiu o acesso de mensagens de usuários para o Spotify e o Netflix. 

Desde então, organizações e membros da sociedade civil, além de parlamentares de diversos países, têm pressionado a empresa a combater a proliferação de fake news em sua plataforma e a moderar práticas de biases, ou de discriminação, entre seus algoritmos de conteúdo, entre outros problemas vistos como ameaça à garantia de direitos civis dos usuários.  

Com a hashtag #LogOutFacebook, a Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor (NAACP), convocou usuários – especialmente os afrodescendentes – a ficarem ao menos uma semana sem acessarem o Facebook , Whattaspp e o Instagram.

A organização americana, famosa por sua luta antirracista de mais de 100 anos, exige do Senado americano uma investigação completa sobre as informações reveladas na última segunda-feira (17) por um relatório do Comitê de Inteligência do Senado, que revelou que companhias russas desempenharam um papel crucial nas eleições americanas de 2016, ao redirecionar conteúdos que atacavam o partido Democratas (da candidata à presidência Hillary Clinton) para eleitores negros da plataforma, maioria entre o público americano no Facebook. 

A NAACP também protesta pela falta de diversidade na empresa, além de outros usos polêmicos com os dados dos usuários, e a falta de moderação para conteúdos que apresentam uma visão racista da população negra. A entidade também devolveu ao Facebook uma doação recebida anteriormente pela empresa. 

No mesmo dia do início do boicote, o Facebook divulgou o que pareceu ser uma resposta à NAACP, embora não a tenha mencionado. Especialista em combate a políticas discriminatórias na área da tecnologia, Laura Murphy foi escolhida pela empresa de Mark Zuckerberg para divulgar a atualização do documento de direitos civis do Facebook, em nota em que também analisou os avanços e os desafios que ainda estão por vir. 

Entre as áreas analisadas por Murphy, destacam-se transparência quanto à infraestrutura da rede, vieses em algoritmos e IA do Facebook, moderação de conteúdo, publicidade, privacidade e transparência, além das táticas de votos que estão entre os principais motivos do boicote da NAACP. 

Sobre os grupos que estão levantando as discussões sobre os impactos dos vieses na disseminação de conteúdo no Facebook, Murphy destacou que a preocupação ultrapassa questões identitárias. 

“Grupos de Direitos Civis que estão aumentando essas inquietações lutam pela tecnologia, mas também estão comprometidos com a luta contra os vieses; e mais ainda, eles estão preocupados com o impacto da plataforma no discurso público e nas instituições que são a base da democracia americana”, pontuou. 

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101339/facebook-anuncia-mudancas-de-infraestrutura-e-moderacao-de-conteudo-para-2019/

19

Dez

Mídias Sociais

No Twitter, uma mulher é agredida a cada 30 segundos

​​​​​Não é novidade que as redes sociais são um ambiente tóxico e lotado de machismo, racismo, homofobia e outros preconceitos. Mesmo assim as estatísticas assustam, mostrando que a realidade é ainda pior do que imaginávamos. 

De acordo com matéria do Portal B9, no Twitter, por exemplo, uma mulher sofre alguma forma de abuso a cada trinta segundos. O estudo foi feito pela Anistia Internacional e pela startup Element AI, que trabalha com inteligência artificial. No estudo, chamado Troll Patrol (patrula de troll, em tradução livre), as empresas analisaram dados de 288 mil tweets enviados a 778 políticas e jornalistas mulheres nos Estados Unidos e no Reino Unido em 2017.

A pesquisa ainda mostra que para mulheres negras a rede social consegue ser mais hostil, já que a probabilidade de serem mencionadas em tweets abusivos ou problemáticos é 84% maior. A cada dez tweets mencionando mulheres negras, pelo menos um é problemático, enquanto para mulheres brancas a porcentagem é de um a cada 15.

Considerando outras etnias (além de negras, asiáticas, latinas e mestiças), as mulheres têm probabilidade 34% maior de serem atacadas se não forem brancas. Anualmente, 1,1 milhão de tweets ofensivos e direcionados a mulheres são publicados.

Fonte: Portal B9, disponível em: https://www.b9.com.br/101298/no-twitter-uma-mulher-e-agredida-a-cada-30-segundos/

17

Dez

Mídias Sociais

Confira 5 razões para monitorar a sua marca em relação às fake news e como tirar proveito disso

Do Portal Comunique-se:

Toda marca que tenha interesse em crescer e se consolidar no mercado precisa estar presente nas redes sociais. Palco de discussões de grande parte da sociedade, essas mídias assumiram um papel importante na divulgação e relacionamento entre a empresa e seus consumidores. O público começou a utilizar desses recursos para comentar sobre suas opiniões e gostos, e acompanhar o que é dito online se tornou imprescindível no processo de conhecer e entender os seus desejos.

Enquanto a criação e aplicação de uma pesquisa de mercado envolve altos gastos e muita demanda de tempo, monitorar o que dizem e opinam nas redes sociais por meio de plataformas como a Scup Social é um trabalho mais ágil, dinâmico, menos custoso e ainda ajuda as marcas a criarem ações imediatas para aproveitarem o que está sendo dito naquele exato momento.

Dentro deste cenário, não dá para não ter uma conta no Facebook, um usuário no Twitter ou um perfil no Instagram e não acompanhá-los cuidadosamente. Monitorar sua marca significa ter posse de informações valiosas. Isso por si só já justifica um monitoramento, mas ainda há mais razões para acompanhar de perto as métricas da sua empresa no mundo digital.

1.Identificar e tratar as fake news

As notícias falsas, também conhecidas pelo termo em inglês fake news, fazem cada vez mais parte do nosso dia a dia, e isso não é mais novidade. Até haver uma solução para acabar com essa tendência é necessário estar atento aos conteúdos publicados, sobretudo nas redes sociais. Sejam totalmente falsas, meias verdades ou notícias fora do contexto, um boato espalhado na internet pode comprometer a imagem de uma marca.

Monitorar as redes sociais ajuda a identificar mais facilmente estas eventuais mentiras. Com uma ferramenta própria para isso é possível observar em tempo real a propagação dos conteúdos que mencionarem o nome da empresa ou termos relacionados e identificar quando uma fake news é publicada para poder desmenti-la em um curto espaço de tempo. Mas é importante relembrar: as ferramentas não detectam perfis e nem notícias falsas. Por isso é necessário estar sempre atento ao monitoramento.

2. Conhecer as ações dos seus concorrentes

Quando queremos saber algo sobre uma determinada marca, basta entrar em suas redes sociais. Lá é possível ter uma ideia da imagem que ela quer passar para os seus consumidores ou futuros clientes por meio dos comentários positivos, reclamações, o atendimento da empresa, quantidade de curtidas, serviços, promoções, campanhas etc.

Mas sem uma ferramenta de monitoramento fica impossível acompanhar o que dizem sobre os seus concorrentes de forma prática e ágil. E conhecer as ações de quem compete diretamente com você é valido para entender melhor sobre o mercado em que atua, fazer benchmark, conhecer o seu próprio negócio e identificar oportunidades e mudanças.

3.Identificar o comportamento do público com relação a sua marca

As ferramentas de monitoramento de redes sociais devem, também, conter a possibilidade de analisar o sentimento da menção. Com isso é possível perceber se o posicionamento do público perante a sua marca é positiva, negativa ou neutra. Essa etapa é uma das mais importantes na avaliação e classificação das opiniões coletadas no monitoramento porque ajuda a estudar quais estratégias ou produtos funcionam para sua marca e o que pode ser melhorado ou contornado, e identificar como anda a saúde do seu produto ou serviço.

4. Evitar crises

Com um monitoramento de redes sociais é possível saber de todas as menções aos termos relacionados com o seu negócio — seja o nome da sua marca, do seu produto e até mesmo do seu concorrente. Dessa forma é possível saber quando alguém estiver falando sobre você ou sua área de atuação. Isso significa que fica mais fácil para a empresa identificar qualquer crise que venha a acontecer e contornar a situação rapidamente. Nada de ser o último a saber e ainda ter de lidar com uma bola de neve.

5. Identificar oportunidades

Ao monitorar uma marca, nada passa despercebido. Com a ferramenta certa, é possível saber toda vez que um consumidor mencionar o nome do seu negócio, independente se utilizarem o @ ou não. Dessa forma, a empresa pode não só responder os clientes que entram em contato diretamente, mas também aqueles que estão comentando aleatoriamente sobre a marca. Se alguém posta no Twitter que achou seu último lançamento incrível, mas está na dúvida se irá comprá-lo, por exemplo, o time pode respondê-lo com três razões imperdíveis para adquirir o produto — e engana-se quem achar que a maior conquista nessa interação é a venda. Quando um consumidor é surpreendido positivamente, ele passa a enxergar a marca com outros olhos.

Artigo de Renato Shirakashi. Link para acesso à íntegra: https://portal.comunique-se.com.br/monitorar-as-redes-pode-ajudar-no-tratamento-de-fake-news/

17

Dez

Mídias Sociais

Facebook cria novas regras de anúncios para reprimir 'fake news'

Se você acompanhou as notícias relacionadas às eleições e à tecnologia neste ano, deve ter uma boa ideia do impacto que as redes sociais e outras plataformas podem causar em diversos processos políticos. Com a aproximação do processo eleitoral na Índia, o Facebook já está tomando algumas providências em relação aos anúncios do site para evitar mais problemas.

No dia 6 de dezembro, a empresa declarou que quem quiser veicular algum tipo de anúncio político no país terá que, antes de mais nada, divulgar tanto seu nome quanto sua localização. Em seguida, o próximo passo é disponibilizar ainda mais detalhes a respeito do autor da publicação.

Assim, no início do ano que vem, os anúncios relacionados à política só poderão ser veiculados por anunciantes autorizados e terão um aviso com informações sobre quem criou a propaganda em questão. Para Sarah Clark Schiff, gerente de produtos na empresa, ter anunciantes autorizados e trazer mais transparência são duas medidas que podem ajudar a defender o Facebook de interferências externas causadas por outros países no processo eleitoral indiano.

As medidas são tentativas realizadas pela plataforma para buscar melhorar sua reputação após os diversos escândalos que ocorreram no mundo em função da difusão de notícias falsas. Vale lembrar que esse quadro fica ainda mais perigoso na Índia, já que se trata de um país onde as fake news podem causar danos gravíssimos. Além disso, o WhatsApp, aplicativo comprado pelo Facebook, também esteve envolvido nessas polêmicas, mas as ações tomadas não foram suficientes para conter a crise.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137010-facebook-cria-novas-regras-anuncios-para-reprimir-fake-news.htm

17

Dez

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Instagram remove curtidas e seguidores falsos; veja o que muda para você

Instagram está removendo curtidas, seguidores e comentários de perfis falsos gerados por aplicativos terceiros que prometem aumentar a popularidade dos usuários. A rede social criou uma ferramenta de machine learning capaz de reconhecer esse tipo de serviço e deletar as atividades identificadas como “não autênticas”. Com isso, usuários que usam apps para ganhar likes e follows podem ver a redução de seus números na rede social.

“Esse tipo de comportamento é ruim para a comunidade, e os apps terceiros que geram likes, follows e comentários inautênticos violam nossas Diretrizes da comunidade e os Termos de uso”, explicou a plataforma em comunicado oficial nesta segunda-feira (19).

A rede social esclareceu também que os usuários que forem apontados pelo sistema como utilizadores desses apps pra ganhar likes e follows receberão uma mensagem explicando que curtidas, seguidores e comentários de perfis não verdadeiros foram removidos de sua conta. “Se você receber uma mensagem no aplicativo, basta alterar sua senha para revogar o acesso deles à sua conta”, alerta o Instagram. Isso porque pessoas que usam esse tipo de aplicativo podem acabar compartilhando, sem saber, seus dados de acesso e tendo seus perfis utilizados para realizar atividades falsas em páginas de outros usuários.

O comunicado deixou claro que quem continuar usando programas do gênero para aumentar o público na rede social pode ter a experiência na plataforma impactada, mas não explicou como. O Instagram informou ainda que essa é apenas o primeiro de uma série de passos que visam manter o serviço como fonte de relações autênticas e que, nas próximas semanas, serão disponibilizadas novas atualizações a fim de combater atividades falsas.

Fonte: Portal Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/11/instagram-remove-curtidas-e-seguidores-falsos-veja-o-que-muda-para-voce.ghtml

14

Dez

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YouTube deleta contas falsas e avisa canais: contagem de inscritos vai cair

YouTube anunciou hoje (13) que está fazendo uma grande limpeza na plataforma para deletar contas falsas. A empreitada é tão grande que o site resolveu avisar aos youtubers que suas contagens de inscritos podem cair dramaticamente.

Essas contas falsas estão sendo chamadas de spam pelo YouTube, mas o fato é que a Google chegou à conclusão de que elas são ilegítimas e estão sendo usadas para inflar os números de seguidores de determinados canais.

“Nós verificamos regularmente a legitimidade de contas e ações no seu canal do YouTube”, diz o comunicado oficial. “Como parte dessas conferências regulares, nós identificamos e vamos remover dos nossos sistemas um número de inscritos que são, na verdade, spam”.

O objetivo do YouTube com essa ação, além de eliminar contas falsas, é promover um “ambiente justo”, uma vez que criadores podem de fato comprar seguidores para inflar suas contagens de inscritos.

Pior para os pequenos

Grandes canais devem perder uma quantidade absoluta maior de inscritos, mas, na verdade, essa limpeza é mais perigosa para pequenos criadores, especialmente aqueles que estão com cerca de mil inscritos. 1.000 é o número mínimo que o YouTube aceita para que canais possam ser monetizados na plataforma.

“Canais que tiverem uma alta porcentagem de spam e caírem para menos de mil inscritos não poderão mais participar do YouTube Partner Program (monetização). Nós encorajamos esses canais a solicitar novamente a participação no programa assim que tiverem reconstruído sua audiência organicamente”, disse a postagem do YouTube.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/137169-youtube-deleta-contas-falsas-avisa-canais-contagem-inscritos-cair.htm

14

Dez

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Pesquisador encontra bug e recebe a maior recompensa já paga pelo Facebook

Facebook anunciou que entregou a maior recompensa já paga a um pesquisador de segurança digital por encontrar um bug em suas plataformas. A recompensa de US$ 50 mil (R$ 194 mil) foi entregue para um de seus mais engajados pesquisadores. As informações são do portal Tecmundo.

Esse profissional conseguiu evidenciar uma forma como apps de terceiros poderiam obter informações sobre postagens específicas sem autorização dos usuários ou mesmo do Facebook. Um exemplo seria uma aplicação receber notificações e contabilizar a quantidade de curtidas em determinado post.

O pesquisador ganhou o prêmio máximo por ter revelado não apenas isso, mas uma série de outros problemas que poderiam ser explorados por agentes mal-intencionados. Dessa maneira, com apenas um reporte, a empresa conseguiu reverter uma brecha de privacidade que poderia afetar milhões de pessoas ao redor do mundo.

O programa de recompensa para pesquisadores de segurança que encontram bugs em plataformas do Facebook é um dos mais antigos e bem estabelecidos da indústria atualmente. Ele foi inaugurado em 2011 e, desde então, já distribuiu mais de US$ 7,5 milhões em premiações como essa.

Contraste

Isso é interessante especialmente considerando que o Facebook teve um 2018 terrível, com múltiplos escândalos. Primeiro veio o problema com a Cambridge Analytica, que se aproveitou de dados obtidos no Facebook para influenciar as últimas eleições norte-americanas para presidência. Depois, foi revelado o primeiro vazamento de dados da história da empresa.

Tudo isso vem corroendo a confiança dos usuários na companhia, o que tem se revertido em números em vários mercados-chave, como os EUA, onde a quantidade de usuários ativos mensalmente no Facebook já indica o início de uma queda.

Fonte: Portal Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/137171-pesquisador-encontra-bug-recebe-maior-recompensa-paga-facebook.htm

11

Dez

Mídias Sociais

Instagram agora envia mensagens de áudio como no WhatsApp

O Instagram Direct, o recurso de chat da rede social de imagens, hoje serve essencialmente para os usuários conversarem a respeito de Stories publicados na plataforma, mas agora está recebendo um recurso bastante popular em mensageiros de fato: envio de mensagens de voz.

Esse recurso já é imensamente popular no WhatsApp, e agora está disponível no Instagram para Android e para iOS. Ao abrir sua conversa com algum contato, você verá um novo ícone na caixa de composição de texto no fundo da tela. Segurando o símbolo do microfone, você poderá gravar uma mensagem de até 1 minuto para outra pessoa. O envio é feito automaticamente ao soltar o botão.

Da mesma forma que no WhatsApp, você pode desistir de enviar o áudio arrastando o dedo para a esquerda antes de soltar. Essas mensagens ficam visíveis posteriormente, podendo ser ouvidas múltiplas vezes.

Além do WhatsApp, outras aplicações focadas em mensagens também contam com o recurso de envio de áudio. Entre eles, o próprio Facebook Messenger, além de nomes como Viber, Zello, Telegram e muitos outros.

Felizmente, o Instagram está limitando o tempo máximo de gravação, indo na contramão do WhatsApp, que recentemente passou a permitir que gravações fossem feitas mesmo sem o usuário tocar na tela.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/137013-instagram-direct-permite-enviar-audios-estilo-whatsapp.htm

10

Dez

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Skype utiliza inteligência artificial para mostrar legendas nas chamadas

Muito populares, videochamadas e chamadas online são utilizadas no mundo todo, e agora serão legendadas, utilizando inteligência artificial em tempo real. Isso porque a Microsoft, atual dona do Skype, mostrou mais uma vez seu comprometimento com a acessibilidade. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com a matéria, o anúncio do novo recurso de acessibilidade é em apoio a uma iniciativa da ONU, que celebra o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (International Day of Persons with Disabilities). As legendas poderão ser aplicadas em chamadas particulares ou em grupo, com bastante facilidade.

“A legenda em tempo real é um recurso que oferece uma experiência mais inclusiva para todos da comunidade Skype, especialmente para pessoas com deficiência auditiva total ou parcial”, afirma a Microsoft em uma publicação feita em seu blog.

Planos futuros

Na mesma publicação, a gigante de Redmond anunciou que também trabalha em um recurso de tradução em tempo real. Com suporte para 20 idiomas, o objetivo do tradutor é facilitar a comunicação e o aprendizado a distância. A empresa cita no blog a utilização da tradução para reuniões ou aprender uma nova língua.

Em uma outra publicação, a Microsoft também menciona a adição do recurso de legendas para apresentações em PowerPoint. Igualmente pensado em acessibilidade, ele deve estar disponível no começo de 2019, exibindo falas do apresentador na tela em tempo real e suporte para mais de 10 idiomas.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/software/136810-skype-utiliza-inteligencia-artificial-mostrar-legendas-chamadas.htm

7

Dez

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Brasil será o primeiro país a receber concurso de stories promovido pelo Instagram e Facebook

O Instagram e o Facebook anunciaram esta semana um concurso para premiar os usuários que mais inovam no uso de vídeos verticais, os stories, em suas plataformas.

O Stories Festival, como será chamado o concurso, vai eleger os melhores em cinco categorias: Vale Tudo, que premiará conteúdos experimentais com tom divertido, criado por influenciadores ou usuários comuns; Advertising, voltada para campanhas de marcas; Short Film Stories, que premiará micro-curtas; Doc Stories, que reconhecerá os melhores ensaios autorais, registros de viagem ou documentários; e Clip Stories, para stories ligados a performances de música.

O Stories Festival foi criado especificamente para o Brasil, primeiro país a receber uma competição do tipo, mas o Facebook está estudando levar a iniciativa a outros mercados. O objetivo é incentivar a produção de conteúdo vertical de qualidade. As inscrições para o concurso vão até o dia 21 de dezembro.

Cada categoria terá cinco finalistas, e a banca de jurados que vai escolher os vencedores é composta por personalidades como Hugo Gloss, Andrea Siqueira, Fernanda Guimarães, Domenico Massareto e Marcio Fritzen. “Montamos um time de jurados com vasta experiência em desenvolvimento de conteúdo criativo para o Stories. Queríamos trazer um olhar diversificado sobre a produção de conteúdo vertical, então teremos desde pessoas influentes dentro das nossas plataformas”, disse o Instagram em comunicado.

Os vencedores serão premiados com um troféu e uma oficina para aprimorarem suas habilidades com vídeos verticais. Para se inscreverem, basta que os usuários incluam os Stories desejados nos Destaques do Instagram, e depois acessem ao site do Stories Festival para efetivar a inscrição. Cada usuário ou marca pode inscrever até cinco stories.

Fonte: Meio e Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/ultimas-noticias/2018/12/07/instagram-e-facebook-promovem-concurso-de-stories.html

6

Dez

Mídias Sociais

Facebook perde primeiro lugar em lista de melhores empresas para trabalhar

A maioria das pessoas que trabalham com tecnologia devem acreditar ser um sonho trabalhar no Facebook. E isso não estava muito longe da verdade de acordo com uma lista feita pela Glassdor, um serviço que reúne relatos de funcionários e ex-funcionários de empresas sobre como é trabalhar em certas companhias. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com o site, a rede social de Mark Zuckerberg ostentou o primeiro lugar do ranking referente ao ano de 2017, mas agora perdeu a vez e amarga apenas a sétima posição. Para isso acontecer, a pontuação da empresa caiu um pouco, de 4,6 para 4,5 de um total de 5 pontos. A líder da lista atual é a Bain & Company, uma consultoria de gestão global sediada em Boston, nos Estados Unidos. É uma das "Três Grandes" consultorias de gestão norte-americanas. A empresa presta assessoria a organizações públicas, privadas e sem fins lucrativos.

Problema atrás de problema

Muito da queda na nota do Facebook pode ter sido causada pelos problemas que a rede social vem enfrentando, que incluem o vazamento de dados pessoais de seus usuários e a falta de controle sobre a dispersão de fake news. Para gerar a nota que posiciona uma empresa no ranking, a Glassdoor toma como base oito fatores, entre eles compensação e benefícios, gerenciamento sênior e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal do funcionário.

Além dessa queda apresentada pelo Facebook, a Google também caiu três posições na lista, indo da 5ª para a 8ª. Quem se deu bem no ranking foi a Apple, que apesar de amargar um 84º lugar no ano passado, subiu para a 71ª posição em 2018. Confira parte da lista da Glassdoor:

  • 1º) Bain & Company - 4,6
  • 2º) Zoom Video Communication - 4,5
  • 3º) In-N-Out Burger - 4,5
  • 4º) Procore Technologies - 4,5
  • 5º) Boston Consulting Group - 4,5
  • 6º) LinkedIn - 4,5
  • 7º) Facebook - 4,5
  • 8º) Google - 4,4
  • 9º) lululemon - 4,4
  • 10º) Southwest Airlines - 4,4

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/mercado/136861-facebook-perde-primeiro-lugar-lista-melhores-empresas-trabalhar.htm

29

Nov

Mídias Sociais

Mercado da Comunicação discute regulamentação da atividade de influenciador digital

O marketing de influência vem se tornando mais complexo com a profissionalização da cadeia que inclui influenciadores, anunciantes e diferentes intermediários. Nesta quarta-feira, 28, o Youpix realizou um debate sobre a regulamentação da atividade dos influenciadores, que foi tema de dois projetos de lei propostos no início deste mês pelo deputado federal Eduardo Fontes.

Embora tenham sido arquivados esta semana pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, os projetos levantaram a discussão sobre até que ponto é interessante formalizar a atuação dos influenciadores.

O primeiro projeto sugeria que os profissionais que trabalham com influência compactuassem com um código de recomendações semelhantes às do código de ética dos jornalistas – com tópicos que vão desde o respeito aos direitos autorais de terceiros  até a proibição à veiculação de conteúdos que configurem descriminação ou perseguição de qualquer natureza.

Já o segundo propunha a formalização da atividade dos youtubers de acordo com alguns termos das leis trabalhistas, estabelecendo, por exemplo, uma carga horária máxima diária (de até seis horas e meia), o pagamento de horas extras e a garantia de jornadas de trabalho seguras.

Na opinião da advogada Flávia Penido, especializada em direito digital, algumas questões indicadas nos projetos podem ser facilmente resolvidas através do treinamento de influenciadores sobre questões legais envolvendo direitos autorais, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código de Defesa do Consumidor, por exemplo.

“A legislação muitas vezes se repete. Muitos dos pontos estabelecidos nestes projetos já estão previstos na Constituição. Todos os influenciadores já não podem em teoria cometer injúrias ou difamação. O desafio é colocar em prática as leis que já existem”, disse a advogada durante o debate no Youpix, em São Paulo.

Se as próprias plataformas sociais às vezes têm dificuldades em barrar discursos discriminatórios, por sua vez, a fiscalização deste conteúdo pelo governo seria ainda mais difícil, na avaliação do consultor de marketing Nino da Silva. Segundo ele, cabe à todos os players da indústria monitorar o conteúdo e educar os influenciadores.

“Para muitas marcas, o interesse pelos influenciadores vem justamente da subjetividade e do fato de eles poderem falar o que quiserem. Agências, anunciantes e outros intermediários, contudo, precisam assumir sua responsabilidade em relação ao discurso das pessoas que contratam”, diz.

Murilo Oliveira, CEO da agência de influenciadores IWM Agency, sugere a criação de um manual de boas práticas com apoio de diferentes players do mercado, que aborde inclusive questões legais, como uma alternativa à regulamentação rígida da profissão. “Quando uma marca contrata um influenciador, o contrata como fornecedor e não como um veículo, e por isso não faz sentido enquadrar uma profissão como esta nas regras da CLT”, explica.

O influenciador PC Siqueira, por sua vez, acredita que deve haver algum tipo de regulamentação para influenciadores menores de idade. “É uma atividade de muita exposição e responsabilidade, e quando são crianças influenciadoras há muitas questões envolvidas”, justifica.

Com a profissionalização do mercado, personalidades digitais também passaram a lidar com pressões e cargas de trabalho mais intensas. Por isso, PC Siqueira e a agenciadora de influenciadores Egnalda Côrtes também frisaram a importância de criar mecanismos (institucionais ou não) para preservar a saúde mental dos influenciadores digitais.

“Toda a vez que fecho um contrato anual com um influenciador, já estabeleço que ele faça algumas sessões de terapia, já que o burnout é um problema que vem aumentando entre creators”, exemplificou Egnalda, que agencia youtubers como Nataly Neri, Gabi Oliveira e Tati Sacramento.

Fonte: Portal Meio e Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2018/11/28/mercado-discute-regulamentacao-da-profissao-influenciador.html

26

Nov

Mídias Sociais

Estudo revela que bots espalham fake news massivamente em poucos segundos

Pesquisadores da Universidade de Indiana, EUA, publicaram um estudo onde avaliaram 14 milhões de mensagens compartilhadas no Twitter, entre maio de 2016 e maio de 2017, com foco nas eleições presidenciais americanas. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com a pesquisa, apenas 6 por centro de todas as contas do Twitter identificadas como robôs (bots) eram responsáveis por 31 por cento do total de notícias falsas veiculadas naquela rede social. De maneira automatizada, os bots têm o poder de atingir milhares de usuários entre apenas 2 a 10 segundos

Filippo Menczer, coautor do estudo, explica que as pessoas têm a tendência de dar mais atenção às informações que são mais populares. Como os bots são programados para espalhar informações muito mais rápido do que seres humanos conseguem fazer, a rede social é bombardeada com as fake news, causando um efeito dominó: quanto mais pessoas reais têm contato com a notícia falsa, mais elas acreditam que a informação é verídica, e acabam por compartilhá-la.

Como se não bastasse a atividade dos bots, outro estudo, realizado, desta vez por pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets), e publicado na Science em março de 2018, revelou que informações falsas se difundem (pasmem!) "mais longe, mais rápido, mais profundamente e mais amplamente do que a verdade em todas as categorias de informação". Segundo o estudo do MIT, uma informação falsa necessita de aproximadamente 10 horas para alcançar 1500 usuários no Twitter, enquanto que uma informação verídica precisa de 60 horas. Sendo assim, a equipe concluiu que o fator humano é mais importante na disseminação de notícias falsas que os bots em si.

Posto isso, os pesquisadores sugeriram que é praticamente impossível parar a propagação de fake news sem que haja leis que regulamentem o funcionamento das plataformas de redes sociais com rigor.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/internet/136479-estudo-revela-bots-espalham-fake-news-massivamente-segundos.htm

26

Nov

Mídias Sociais

Facebook adiciona novos recursos para incentivar doação de sangue

Para alavancar o Dia Nacional do Doador de Sangue, o Facebook anuncia que a ferramenta apropriada na rede social agora permite que os usuários possam definir lembretes de doações a serem realizadas, além da capacidade de convidar amigos para uma doação.

“Nas próximas semanas, alguns de nossos parceiros, como a Pró-Sangue em São Paulo, o HEMORIO no Rio de Janeiro e o HEMOCE no Ceará, estarão organizando campanhas de doação de sangue para celebrar o Dia Nacional do Doador de Sangue”, disse a companhia.

“Estes eventos podem ser descobertos no Facebook por meio da nossa ferramenta de Doações de Sangue e são públicos para qualquer pessoa. As pessoas registradas como doadores de sangue no Facebook que estiverem próximas a esses eventos serão automaticamente notificadas e convidadas a participar. As doações de sangue são ainda mais cruciais antes das festas de fim de ano, quando há uma necessidade crescente por estoques de sangue”.

Agora, quando os usuários da rede social convidarem amigos para doar sangue com eles, a oportunidade será compartilhada no Messenger, onde o grupo pode se comunicar. Quando a data chegar, o organizador e seus amigos receberão uma notificação no Facebook, lembrando-os da doação.

“Nosso objetivo é tornar cada vez mais fácil para as pessoas doarem sangue e aumentar a quantidade de doadores. Esperamos que esses novos recursos ajudem a fazer a diferença no Dia Nacional do Doador de Sangue e todos os dias”, comenta o Facebook. “Desde o lançamento do nosso recurso para doação de sangue em outubro de 2017, em toda a Índia, Bangladesh, Paquistão e no Brasil, mais de 20 milhões de pessoas já se inscreveram”.

Fonte: Portal TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/136477-facebook-incentiva-doacao-sangue-brasil-novos-recursos.htm