Mídias Sociais

19

Out

Comunicação

Jerimum Valley realiza curso de Empreendedorismo e Empoderamento Digital no Sebrae

Anote na sua agenda eletrônica: no próximo dia 25 de outubro de 2018, a partir das 19h, no SEBRAE/RN, será realizado um Curso Rápido de Empreendedorismo e Empoderamento Digital. A iniciativa é do Jerimum Valley, uma comunidade de Empreendedorismo e inovação de Startups do estado do Rio Grande do Norte.

Quem ministrará o curso é um apaixonado pela temática empreendedora, o jornalista e pós-graduado em Comunicação Digital, Bruno Cássio. Com experiência de 13 anos em redações jornalísticas de TV, Bruno Cássio sempre conciliou essas atividades, consideradas mais técnicas, com a produção e o compartilhamento de conhecimentos acadêmicos na área de Comunicação Digital. Já atuou como professor de curso superior de jornalismo, promoveu oficinas, treinamentos e cursos rápidos para vários grupos de estudantes e profissionais.

De acordo com ele, na Era da Informação e na chamada Sociedade 4.0, é preciso estar atento ao potencial das ferramentas digitais que as pessoas têm à disposição. A ideia é romper os muros da academia e abordar, com uma linguagem simples, as várias possibilidades de empreendedorismo e empoderamento no ambiente digital.

Ainda segundo Bruno Cássio, as pessoas perdem muito tempo na internet falando de outras pessoas, compartilhando conteúdos que não são seus, e deixam de lado o cuidado com as próprias carreiras profissionais, as oportunidades de negócios e as conexões importantes. Para conversar sobre isso, serão cerca de 3 horas de imersão com atividades dinâmicas e apresentação de uma ideia de produto ao final do curso.

E aí, ficou interessado (a)? Acesse o link https://www.sympla.com.br/empreendedorismo-e-empoderamento-digital__383346 e faça sua inscrição. Ah, tem um detalhe importante! No dia do curso você deverá levar 1 quilo de alimento não perecível para ser doado à Casa do Divino Mestre, administrada pela Paróquia Nossa Senhora de Aparecida, em Neópolis.

18

Out

Mídias Sociais

Só 8% das imagens que circulam em grupos de WhatsApp são verdadeiras, revela pesquisa

Um levantamento realizado pelos professores Pablo Ortellado (USP), Fabrício Benvenuto (UFMG) e pela agência de checagem de fatos Lupa em 347 grupos de WhatsApp encontrou entre as imagens mais compartilhadas apenas 8% podendo ser classificadas como verdadeiras. O estudo, publicado em matéria da Agência Brasil, buscou analisar o fenômeno da desinformação e das mensagens falsas em grupos na plataforma, que vem sendo apontada como principal espaço de disseminação desse tipo de conteúdo.

O estudo analisou conteúdos enviados entre os dias 16 de setembro de 7 de outubro, ou seja, em boa parte do 1º turno das eleições deste ano. A amostra trouxe 347 grupos monitorados pelo projeto Eleição sem Fake, da UFMG. Os resultados, portanto, não podem ser generalizados. Mas trazem indícios importantes para a compreensão deste fenômeno. Ao todo, eles reuniram mais de 18 mil usuários. No período, circularam 846 mil mensagens, entre textos, vídeos, imagens e links externos.

Das 50 imagens mais compartilhadas nos grupos checadas pela agência Lupa, considerando foto e texto, apenas quatro foram consideradas verdadeiras (8%), entre elas uma de Bolsonaro em uma maca e outra do autor da facada no candidato, Adélio Bispo de Oliveira. Do total, oito (16%) eram falsas, como a montagem de Dilma com Che Guevara.

Quatro (8%) foram consideradas insustentáveis, conceito da agência para conteúdos que não se baseiam em nenhum banco de dados público confiável, como fotos de Lula e FHC afirmando que os dois se reuniram para planejar assaltos a banco. Outras nove eram fotos reais, mas com alusões a teorias da conspiração sem comprovação.

Da amostra, sete fotos eram reais, mas tiradas de contexto, como um registro de Aécio Neves e Fidel Castro acompanhado da acusação do político tucano ter virado “aluno” do dirigente cubano. Três imagens foram consideradas sátiras, seis estavam associadas a textos de opinião, o que a agência não checa, e três não foram examinadas por não ser possível aferir se a foto havia sido tirada no Brasil ou não. No total, 56% das imagens que mais circularam foram consideradas “enganosas”. 

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

18

Out

Mídias Sociais

Saiba se o Facebook compartilhou seus dados pessoais em megavazamento

O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) divulgou um tutorial com recomendações aos usuários do Facebook que tiveram seus dados vazados, de acordo com o comunicado da própria plataforma. 

Para quem foi afetado, a primeira providência é tirar uma foto ou fazer uma captura de tela (recurso em que a tela é gravada como imagem) da notificação do Facebook para ter o registro deste informe. Caso a pessoa não tenha recebido, é importante verificar se a conta foi atingida. Isso pode ser feito por meio da Central de Ajuda do Facebook.

Ao acessar a central, se a pessoa visualizar a mensagem confirmando que foi afetada deve salvá-la em PDF. Esta é uma medida de proteção se seus dados forem usados por terceiros. Também é válida caso a pessoa queira fazer algum tipo de demanda judicial por problemas causados pelo roubo dos dados ou pelo seu uso.

O Idec recomenda ainda que as pessoas afetadas cobrem explicações do Facebook. Como a plataforma não tem um canal de atendimento telefônico, as reclamações podem ser enviadas por meio da Comunidade de Ajuda

Embora a plataforma seja gratuita, já há entendimento na Justiça brasileira de que seus usuários têm os mesmos direitos de consumidores. Neste sentido, podem também denunciar a empresa junto às Procuradorias do Consumidor (Procons) de seus estados.

Providências

Na avaliação do coordenador da área de Direitos Digitais do Idec, Rafael Zanatta, divulgada em matéria da Agência Brasil, o caso é grave, uma vez que foi o maior vazamento da história do Facebook. Para Zanatta, o episódio foi mais problemático do que o escândalo envolvendo a empresa Cambridge Analytica, já que, desta vez, a empresa admitiu falha de segurança em seu código.

“O Facebook pode – e deve – antecipar os parâmetros da Lei de Dados Pessoais [Lei 13.709/2018]. Precisa informar as pessoas não somente quais informações foram afetadas, mas também quais são os riscos que podem decorrer do incidente, como fraudes e manipulação por técnicas de engenharia social”, afirmou Zanatta. Ele disse que a empresa precisa ter uma ação de comunicação mais efetiva para explicar aos usuários o que ocorreu e os impactos disso.

Para a advogada especialista em internet e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI Br) Flávia Lefévre, o caso é grave, pelo fato de ter sido o terceiro vazamento envolvendo o Facebook no ano, pelo fato de ser a maior rede social do mundo (com 2,3 bilhões de usuários) e pelos riscos de danos não apenas individuais, mas de um possível uso desses dados na disputa política, como no processo eleitoral em curso no Brasil.

Segundo a advogada, órgãos como a Secretaria Nacional do Consumidor, o Ministério Público e o TSE deveriam acionar o Facebook para cobrar esclarecimentos e responsabilidades no ocorrido pelos danos coletivos. Já os usuários podem entrar individualmente na Justiça por anos materiais, caso seus dados sejam usados em alguma fraude, ou requerendo danos morais, pela insegurança provocada pelo roubo das informações pessoais.

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

18

Out

Mídias Sociais

Maior incidente de segurança do Facebook notifica usuários sobre vazamento de dados

As linhas do tempo de usuários de Facebook amanheceram nesta quarta-feira (17) com inúmeros perfis questionando uma notificação enviada massivamente. O comunicado dizia: “Algumas de suas informações foram acessadas por um terceiro não autorizado”. Entre as informações estavam nome, telefone, data de nascimento e locais visitados.

As mensagens referiam-se ao maior incidente de segurança da plataforma, com 30 milhões de pessoas atingidas. Invasores roubaram dados pessoais, incluindo cidade natal, religião, trabalho e pesquisas mais recentes. O megavazamento foi informado pelo Facebook no dia 28 de setembro, mas apenas em 12 de outubro a empresa atualizou os dados de pessoas envolvidas no episódio.

O roubo de dados de dezenas de milhões de pessoas provocou reações no Brasil. Usuários afetados criticaram a falta de segurança da plataforma. O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios abriu inquérito para investigar quem foi atingido e quais foram os prejuízos. Entidades da sociedade civil envolvidas com direitos digitais e dos consumidores cobraram explicações e providências.

Segundo o vice-presidente de Gerenciamento de Produto do Facebook, Guy Rosen, os autores do ataque exploraram a vulnerabilidade do código da plataforma na ferramenta “Ver como”, que permite ao usuário saber como sua página de perfil será visualizada por outras pessoas. Os invasores roubaram tokens de acesso dos usuários, conseguindo por meio disso roubar diversas informações.

Questionado pela Agência Brasil, o Facebook respondeu, por meio de sua assessoria, que as informações e explicações foram as disponibilizadas até o momento em seus canais oficiais. A empresa ainda não comunicou quantos usuários brasileiros foram afetados, quem está por trás do roubo e se há informações sobre o que foi feito com os dados.

Ministério Público

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu inquérito para apurar o incidente, suas circunstâncias e as responsabilidades pelos danos causados. Por meio de sua Comissão Proteção de Dados Pessoais, o Ministério Público oficiou o Facebook e comunicou outros órgãos sobre o processo, como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Procuradoria-Geral Eleitoral e a Agência Brasileira de Inteligência.

No inquérito, o MPDFT alertou para a gravidade do roubo de dados importantes por meio da apropriação das chaves de acesso dos usuários (tokens) e destacou que o episódio ocorreu a menos de 10 dias da votação do primeiro turno. O MPDFT já havia aberto procedimento de investigação do uso indevido de informações decorrentes do vazamento de dados do Facebook para a empresa de marketing digital britânica Cambridge Analytica, revelado no ano passado.

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

17

Out

Mídias Sociais

Câmeras do Google Street View flagram caso de traição e geram alerta para exposição

O Google Street View, recurso do Google Maps e do Google Earth, identifica vistas panorâmicas e auxilia usuários a se locomoveram pelas ruas, acaba de gerar uma situação que alerta para a exposição nas ferramentas tecnológicas. 

O caso é de um peruano que pediu o divórcio ao descobrir a traição da esposa através da plataforma de mapeamento. Após procurar uma rota mais fácil até a Ponte dos Suspiros, um dos pontos românticos em Lima, ele reconheceu sua esposa em um momento de afeto com outro homem.

Ainda que a Google oculte o rosto das pessoas para elas não serem identificadas, o marido reconheceu a mulher por conta da sua roupa e de seu cabelo. As imagens do Google Street View foram usadas como prova. A informação foi divulgada pelo site argentino “Todo Noticias” e viralizada nas redes sociais.

Foto: Reprodução/Google Street View

17

Out

Jornalismo

Projeto Comprova destaca-se ao enfrentar notícias falsas no mais espinhoso campo de batalha à falsidade: o WhatsApp

Reunindo o trabalho de jornalistas de 24 organizações de mídia do Brasil, o projeto de verificação de fatos Comprova é hoje a principal frente de combate a notícias falsas e desinformação em um terreno que se mostrou mais fértil do que qualquer outro aplicativo ou rede social para a propagação de falsidades: o WhatsApp.

Desde o seu lançamento, conta o site Columbia Journalism Review, da Universidade Columbia, em matéria da ANJ, o projeto recebeu quase 50 mil solicitações de verificação de conteúdos espalhados no app de mensagens do Facebook, seis por dia na reta final do primeiro turno das eleições brasileiras deste ano.

A iniciativa, capitaneada pelo First Draft, da Universidade Harvard, deve ser replicada nas eleições de outros países como Índia, Nigéria e Indonésia, onde, a exemplo do Brasil, o WhatsApp domina.

O aplicativo de mensagens do Facebook tem quase 120 milhões de usuários brasileiro, segundo estudo do Instituto Reuters, de 2017. No período eleitoral de 2018, relata o Columbia Journalism Review, quase 48% da população do Brasil recorre ao WhatsApp para ver conteúdo político.

Estima-se que 57% dos apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) recebem notícias de seu candidato a presidente pelo aplicativo, onde o enfrentamento às notícias falsas é de extrema dificuldade.

Um dos obstáculos, diz Daniel Bramatti, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e um dos administradores do trabalho cotidiano do Comprova, é a confiabilidade das pessoas em relação aos que compartilham informação no aplicativo, quase sempre amigos e familiares.

Além disso, o fato de o WhatsApp ser uma plataforma criptografada tornou difícil para sites de checagem de fatos, como o Comprova, acessarem conversas fechadas. “Sabemos que nosso papel é limitado”, Bramatti. "Estamos lutando contra um monstro e não temos todas as armas para matá-lo."

Todas as ferramentas disponíveis, entretanto, são utilizadas ao máximo pelos profissionais que atuam no Comprova. A jornalista Alessandra Monnerat, que integra o Estadão Verifica, frente de fact-checking do jornal O Estado de S.Paulo – associado ao Comprova –, por exemplo, diz que monitora as conversas usando Spike, CrowdTangle e Torabit e alerta sua equipe quando ela encontra histórias "problemáticas".

A partir dali dois ou três repórteres de diferentes redações trabalham em conjunto para dissipar o rumor, verificando um conjunto de perguntas pré-estabelecidas. Assim que o relatório de verificação fica pronto, ele é examinado por pelo menos dois parceiros de mídia antes de ser disponibilizado online e disseminado por todos os veículos que integram o projeto.

Apesar de todo o esforço, a tarefa fica limitada diante do gigantismo do WhatsApp. "O volume de grupos é tão grande que eles [Comprova] só podem combater o que é relevante”, diz Pablo Ortellado, professor de políticas públicas da Universidade de São Paulo (USP), que monitora cerca de 200 sites de notícias, mil páginas no Facebook e 350 grupos do WhatsApp no Brasil.

Mesmo assim, o especialista diz estar otimista em relação ao impacto do Comprova, que também checa informações falsas, conteúdo forjado e manipulações em outros aplicativos e redes sociais. “As pessoas que produzem notícias falsas não têm o mesmo poder de broadcasting do Comprova”, lembra Ortellado.

Fazem parte do projeto: AFP, Band, BandNews, Canal Futura, Correio do Povo, Exame, GaúchaZH, Gazeta do Povo, Gazeta Online, Jornal do Commercio, Metro Brasil, Nexo Jornal, Nova Escola, NSC Comunicação, Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Povo, Poder360, piauí, Rádio BandNews FM, Rádio Bandeirantes, SBT, UOL e Veja.

Fonte: ANJ / Disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/13285-projeto-comprova-destaca-se-ao-enfrentar-noticias-falsas-no-mais-espinhoso-campo-de-batalha-a-falsidade-o-whatsapp.html 

17

Out

Mídias Sociais

Apoiadores de Donald Trump ganham aplicativo de namoro exclusivo nos Estados Unidos

Do jeito que anda o radicalismo político por aqui, daqui a pouco a ideia de segregar paqueras por preferência política chega por aqui também. Mas veja só: 

Os Estados Unidos agora têm um novo aplicativo de relacionamento, com uma proposta um tanto peculiar. Lançado ontem, o Donald Daters estimula a paquera entre simpatizantes do presidente Donald Trump e tem como slogan a frase “Make America Date Again”, uma analogia ao mote “Make America Great Again” usado por Trump na campanha presidencial.

Além de um tanto bizarro, o app já teve um grande problema: o vazamento de dados dos usuários. O pesquisador de segurança Baptiste Robert conseguiu baixar e compartilhar todo o banco de dados dos usuários do aplicativo em um dia. Robert teve acesso aos nomes, fotos e mensagens privadas dos usuários.

O aplicativo foi criado por Emily Moreno, que trabalhou na última campanha do senador republicano Marco Rubio. Várias organizações de notícias do país entraram em contato com ela para saber sua posição sobre o incidente de segurança, mas ela não respondeu.

Motherboard escreve que parece que muitas pessoas ainda não estão usando o programa, enquanto outro relatório alega que cerca de 1.600 já estão online. Parece mesmo haver mensagens de usuários que também notam poucas pessoas no site e se queixam de gastar dinheiro com isso.

Com informações do B9 

17

Out

Mídias Sociais

Conselho de Fake News do TSE se reúne com Whatsapp para discutir disseminação de notícias no aplicativo

Integrantes do Conselho Consultivo para notícias falsas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizaram nesta terça-feira (16) uma reunião à distância com representantes da plataforma de troca de mensagens WhatsApp. O objetivo foi discutir formas de garantir o alcance de respostas diante da divulgação de notícias falsas dentro da rede social.

A videoconferência foi uma providência decidida em reunião realizada na semana passada. Integrantes do colegiado manifestaram receios em relação à disseminação de notícias falsas na plataforma, especialmente mensagens e vídeos colocando em dúvida a lisura do processo eleitoral e apontando supostas fraudes nas urnas.

Uma das preocupações manifestadas por integrantes do órgão após o encontro foi como encontrar meios para garantir que desmentidos e direitos de resposta alcançassem no WhatsApp usuários atingidos pelas mensagens iniciais, prática mais comum em redes como Facebook e Twitter.

Segundo o vice-procurador eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, na videoconferência de ontem o WhatsApp se propôs a disponibilizar ferramentas ao TSE já adotadas por agências de checagem de conteúdos enganosos e fabricados. Mas o vice-procurador não detalhou que sistemas poderão ser aplicados e qual a serventia deles.

De acordo com Jacques de Medeiros, os representantes da plataforma relataram encontrar “dificuldades” para aplicar a metodologia de outras redes sociais, como mecanismos de checagem de fatos (como no Facebook e no Google) e possibilidades de veiculação de direito de resposta aos mesmos usuários alcançado pelas mensagens originais consideradas falsas. O WhatsApp estaria “aquém disso”, nas palavras do procurador.

Propostas

A ONG Safernet, uma das participantes do conselho consultivo do TSE, apresentou um documento à parte com propostas ao WhatsApp. Entre elas estão a redução da possibilidade de encaminhamento de mensagens para até cinco destinatários (como adotado na Índia) e a limitação da possibilidade de criação de grupos e de participação neles por um mesmo usuário, o que abre espaço para abusos de sistemas automatizados.

A organização também defendeu que o WhatsApp adote sistemas de verificação de conteúdos e de indicação daquelas mensagens atestadas como falsas por agências de checagem, estabelecendo limitadores para seu compartilhamento em massa. Por fim, o documento de recomendações chama a empresa a atuar em conjunto com o TSE para evitar que seja um instrumento de massificação de notícias falsas e interferência eleitoral.

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

16

Out

Mídias Sociais

Fake News: TSE debate notícias falsas com campanhas dos presidenciáveis

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, vai se reunir, nesta terça-feira (16), com os coordenadores das campanhas dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Na pauta do encontro, previsto para as 18h, em Brasília, estão as notícias falsas veiculadas especialmente nas mídias sociais.

As notícias falsas (fake news, em inglês) entraram na agenda do TSE desde o início da preparação do processo eleitoral. O tribunal chamou os partidos a assinarem um acordo contra as notícias falsas, reforçou a equipe que monitora essa prática e agora tenta um pacto entre os dois candidatos para evitar a disseminação de fake news.

Para os ministros do TSE, as notícias falsas podem abalar a credibilidade do pleito. Haddad chegou a propor um acordo com o adversário para evitar as fake news, mas Bolsonaro recusou, via mídias sociais.

Decisões do TSE têm tirado notícias falsas da internet. Na semana passada, o ministro Luis Felipe Salomão negou um pedido da coligação de Haddad (PT/PCdoB/PROS) para remoção de conteúdo veiculado no grupo do WhatsApp “a Rede – Eleições 2018”.  

Para Salomão, as mensagens enviadas pelo aplicativo não são abertas ao público, como acontece nas redes sociais. Nesse caso, segundo o ministro, a comunicação fica restrita a um grupo de pessoas.

Com informações da Agência Brasil

15

Out

Mídias Sociais

Twitter teve mais de 2 milhões de postagens sobre divergências políticas após 1º turno

Entre as 19h de domingo (7) e as 15h de quinta-feira (11), usuários do Twitter movimentaram a rede com 2,7 milhões de postagens relacionadas a ataques motivados por divergências político-ideológicas, no contexto das eleições, e relatos de pessoas que temem se tornar alvo desse tipo de agressão. De acordo com a Diretoria de Análise de Políticas Públicas (Dapp), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que produziu o mapeamento, a parcela populacional que mais manifestou apreensão diante das ocorrências foram pessoas LGBTI+, negros e mulheres.

O pico de publicações veiculadas com esse teor foi identificado já na primeira hora de análise, período em que se registrou uma média de 3,2 mil tweets - como são chamadas as micropostagens do Twitter - por minuto. Nesse momento, informou o Dapp, houve predominância de tweets de usuários que faziam menção ao medo diante dos resultados do primeiro turno.  

No dia seguinte, o assunto mais comentado no Twitter foi a morte do capoeirista Mestre Moa, citado em 112 mil postagens. Um grande volume de denúncias sobre outros casos e compartilhamentos de conteúdos que noticiavam agressões a jornalistas e eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT) também foi identificado, segundo a Dapp.

Na data, postagens repercutindo incidentes de violência psicológica e moral, como ofensas virtuais e ameaças também se multiplicaram na rede, evidenciando que as vítimas têm sido agredidas nas ruas e nos mais diversos locais, incluindo o transporte público e seu próprio local de trabalho. Ao mesmo tempo, usuários da rede divulgaram campanhas e iniciativas como forma de encorajá-las a denunciar formalmente os agressores.

Violência

Ainda conforme levantamento da Dapp, na quarta-feira (10), os posicionamentos oficiais do candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário, Fernando Haddad (PT) mobilizaram significativamente o debate em torno das violências cometidas após o primeiro turno do pleito. Os candidatos assinavam dois dos cinco tweets de maior impacto no período. 

Junto às declarações de ambos os candidatos, informaram os pesquisadores da Dapp, prevaleceram as menções ao caso da jovem agredida e marcada com uma suástica, no Rio Grande Sul. Ao todo, foram identificadas 329 mil referências ao fato.

"Tanto perfis contrários a Bolsonaro quanto favoráveis discutiram sobre o ataque, com críticas à volta de situações violentas associadas ao nazismo, à quantidade de ataques a minorias (em especial homossexuais) e à falta de posicionamento das autoridades. Perfis pró-Bolsonaro, com base em entrevistas com a equipe que investiga o crime, questionaram se foi, de fato, um crime de ódio, e argumentaram que nem todos os ataques são de apoiadores do deputado federal, mas sim de opositores que desejam prejudicá-lo na eleição", destacou a Dapp em seu relatório.

Histórico

Números da Dapp mostram ainda que, no mês que antecedeu o debate eleitoral, a cada dia uma média de 35,9 mil tweets fazia menção a agressões e casos de violência associados ao contexto político das eleições, excluídas as referências ao ataque a Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG). Nessa fase, esse tipo de conteúdo foi veiculado tanto pelo eleitorado de Bolsonaro como o de Haddad e dos demais candidatos à Presidência da República. De 7 de setembro a 7 de outubro, foram publicados 1,1 milhão de tweets sobre agressões. 

Com informações da Agência Brasil / Foto: Pixabay

12

Out

Mídias Sociais

Dia das Crianças: Confira o ranking dos canais infantis mais influentes do youtube

Motivada pelo Dia das Crianças, comemorado em 12 deste outubro, a Rede Snack, multiplataforma brasileira de social video, anuncia o ranking dos dez canais infantis mais influentes e visto no YouTube Brasil. O estudo foi realizado neste mês pela área de tendência Snack Intelligence, à frente de pesquisas, monitoramento e análises de mercado audiovisual digital. As informações são do portal meio e mensagem.

A pontuação dos mais influentes leva em conta uma fórmula que analisa dez diferentes métricas como alcance, frequência de postagem e capacidade de influenciar a audiência. Já a dos mais vistos é baseada no número de visualizações de cada canal.

O primeiro lugar no ranking dos mais influentes é ocupada pelo canal Felipe Neto, que soma 1042 pontos, de acordo com a Rede Snack. A lista dos mais vistos, por sua vez, é encabeçada pelo canal Galinha Pintadinha, que possui 9,8 bilhões de visualizações. “É importante notar que na lista de mais vistos e na lista de mais influentes tem alguns nomes coincidentes, mas não na mesma posição. Ou seja, a influência não é uma razão direta do número de visualizações”, disse Vitor Knijnik, um dos fundadores da Rede Snack, em nota.

Confira o ranking dos canais infantis mais influentes e dos mais vistos no YouTube:

 

Os canais infantis mais influentes

 

  • 1. Canal Felipe Neto – 1.042

  • 2. Canal Luccas Neto – 959
  • 3. Canal Rezendeevil – 947
  • 4. Canal Irmãos Neto – 923
  • 5. Canal Camila Loures – 909
  • 6. Canal Enaldinho – 908
  • 7. Canal AuthenticGames – 902
  • 8. Canal Flavia Calina – 886
  • 9. Canal Planeta das Gêmeas – 882
  • 10. Canal KidsFun – 880

 

Os canais infantis mais vistos

 

  • 1. Canal Galinha Pintadinha – 9,8 bilhões de visualizações

 

  • 2. Canal Turma da Mônica – 7,1 bilhões de visualizações
  • 3. Canal Rezendeevil – 6,9 bilhões de visualizações
  • 4. Canal AuthenticGames – 6,2 bilhões de visualizações
  • 5. Canal TotoyKids – 6,1 bilhões de visualizações
  • 6. Canal Felipe Neto – 4,8 bilhões de visualizações
  • 7. Canal Luccas Neto – 4,6 bilhões de visualizações
  • 8. Canal TazerCraft – 3,7 bilhões de visualizações
  • 9. Canal Erlania e Valentina – 3,2 bilhões de visualizações
  • 10. Canal Paulinho e Toquinho – 2,8 bilhões de visualizações

Fonte: Meio e mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2018/10/10/os-canais-infantis-mais-influentes-no-youtube.html

11

Out

Mídias Sociais

Banco do Brasil inicia serviço de transações financeiras por WhatsApp

Clientes do Banco do Brasil (BB) agora podem fazer transações financeiras por meio do WhatsApp. Ao todo, 11 tipos de serviços podem ser realizados pelo aplicativo de mensagens. O banco está liberando a novidade para cerca de 500 mil clientes a cada semana, mas a ferramenta estará disponível a todos os correntistas nas próximas semanas.

De acordo com o BB, as seguintes transações estão disponíveis por meio do WhatsApp: transferências, consulta do código Iban (que indica o número de conta internacional), recarga de celular, liberação de cartão, saldo de conta-corrente, extrato de conta-corrente, saldo de poupança, extrato de poupança, extrato de fundos de investimento, rastreio de cartão e emissão de fatura de cartão.

Desde junho, o banco oferece consultas pelo WhatsApp e pelo Twitter. Agora, a ferramenta foi expandida para transações financeiras. Todas as operações são executadas por meio de um sistema de inteligência artificial. Segundo o Banco do Brasil, as transações são seguras porque são criptografadas de ponta a ponta.

Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp, é necessário apenas salvar o telefone (61) 4004-0001 no celular e iniciar uma conversa. No caso de consultas, o banco envia um código de confirmação por meio de notificações push ou por SMS. Para as demais transações, o cliente também deverá digitar a senha, antes de receber uma resposta em texto confirmando a transação. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente será encaminhado a um funcionário do banco.

Com informações da Agência Brasil

10

Out

Mídias Sociais

Nova atualização do Instagram permite Stories com mais de 15 segundos. Saiba como.

O Instagram vai atualizar a ferramenta Stories, que permite a publicação de pequenos vídeos efêmeros de 15 segundos feita por usuários. Segundo o Android Police, o aplicativo permitirá que os usuários gravem vídeos mais longos, sem restrição de tempo, para depois dividí-los em segmentos.

Um vídeo publicado no YouTube pelo usuário Smarth Verma mostra como a ferramenta atualizada vai funcionar: enquanto você grava o Stories, a cada 15 segundos, o Instagram armazena em sequência o que foi capturado.

Ainda não está claro que se a novidade chega na próxima versão de atualização do aplicativo ou se o Instagram ainda está em fase de testes. Acompanhe abaixo o vídeo mostrando como os novos Stories vão funcionar:

Fonte: TechMundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/135036-instagram-permitir-stories-15-segundos.htm 

8

Out

Mídias Sociais

Polarização política eleva índice de desinformação propagada nas redes sociais, diz estudo

Estudo do Instituto para Internet de Oxford, da Universidade de Oxford (EUA), revela que polarização política no Brasil motivou a maior propagação de dois tipos de desinformação nas redes sociais no primeiro turno da eleição: as junk news – ou notícias distorcidas – e as informações falsas. A pesquisa foi feita com base em publicações no Twitter, onde apenas 1,2% do conteúdo mostrou ser lixo digital. Os pesquisadores, entretanto, alertam que, no caso do Brasil, as notícias falsas são preferencialmente propagadas em outras redes e em aplicativos de mensagens, como o WhatsApp.  As informações são do Portal ANJ.

"Apenas uma pequena parte da população brasileira politicamente experiente usa o Twitter, enquanto plataformas de mensagens privadas como WhatsApp e Facebook Messenger são mais populares no público em geral, oferecendo novos caminhos para a disseminação da desinformação”, explIca ao Portal, Nahema Marchal, uma das pesquisadoras. “A polarização do discurso político usando retórica ideologicamente extrema e populista tornou-se uma receita para o sucesso nas eleições na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina. Os eleitores brasileiros não estão imunes a tais ameaças”, complementa outra autora da pesquisa, Lisa-Maria Neudert.

De acordo com a matéria, o estudo indica que no Twitter, ao contrário de outros países da Europa ou dos Estados Unidos, os eleitores no Brasil compartilham um nível muito baixo de conteúdo conspiratório, enganoso ou falso mascarado como notícia no período que antecede as eleições, diz Neudert. “Os usuários do Twitter no Brasil compartilharam altos níveis de notícias profissionais.”

Junk news e robôs

Mesmo assim, a pesquisa, que analisou dados de quase um milhão de tweets de mais de 200 mil usuários únicos enviados entre 19 e 28 de agosto de 2018, revela os perigos da desinformação espalhada nas redes sociais, principalmente em ambientes políticos polarizados. As junk news, mais usadas pelos  apoiadores do candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, são classificadas, segundo informou o jornal O Estado de S.Paulo, como publicações com ao menos três dos cinco critérios estabelecidos pelos pesquisadores, que incluem falta de profissionalismo; estilo emocional; problema de credibilidade e informação falsa; enviesamento ideológico; ou falsificação de marcas e fontes para deixar conteúdo produzido com aparência de verdadeiro.

Srgundo o texto, as junk news tiram de contexto um assunto para transmitir outra mensagem. Isso inclui não só notícias falsas, mas publicações excessivamente polarizadas com intuito de confundir o leitor, por exemplo, sem indicar a autoria. "Esse tipo de notícia de baixa qualidade se espalha rapidamente na rede social, não necessariamente pela atividade de robôs, mas porque é produzida para causar reações emocionais no público – como raiva – o que causa maior compartilhamento", diz Marchal.

No total de publicações no Twitter, informou o Estado de S.Paulo, o PT reúne a maior parcela de publicações de alta frequência (47% do total). As contas de alta frequência, com muitas publicações ao dia, são consideradas um indício de uso de robôs para amplificar o conteúdo.

O coordenador do instituto de Oxford, Philip Howard, assina o trabalho junto com outros cinco pesquisadores vinculados à universidade. O time tem três brasileiros. Howard já conduziu pesquisas sobre o uso de robôs nas eleições americanas de 2016 e foi um dos especialistas ouvidos pelo Senado americano nas investigações sobre interferência externa na disputa presidencial dos EUA.

Fonte: ANJ. Disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/13046-polarizacao-politica-eleva-indice-de-desinformacao-propagada-nas-redes-sociais-diz-estudo.html

4

Out

Mídias Sociais

Três em cada quatro eleitores temem ser influenciados por fake news

Ter o voto influenciado por notícias falsas (fake news) é uma preocupação de 75% dos eleitores, segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Entre os mais jovens, com até 34 anos, o receio sobe para 82%.

Mais da metade (60%) dos eleitores têm o hábito de checar se as informações que recebem pelas redes sociais são verdadeiras. O método mais usado para conferir a confiabilidade das notícias é a partir da verificação da fonte, prática de 52% dos que se preocupam em fazer a checagem, 45% usam os mecanismos de busca, como o Google, para pesquisar e 33% tomam o cuidado de ler todo o texto, não apenas o título.

Cerca de um terço (34%) dos brasileiros tem o hábito de compartilhar informações sobre políticos pelas redes sociais. Entre os homens, esse índice é um pouco maior (42%). A rede mais usada para compartilhar esse tipo de conteúdo é o Facebook, utilizado por 83% dos que disseram divulgar notícias envolvendo políticos, seguido pelo Whatsapp (67%), o Instagram (25%) e o Twitter (23%). A maioria das pessoas (62%), no entanto, não compartilha informações sobre política.

Apesar da importância das redes sociais, a TV é o principal meio de informação sobre as propostas dos candidatos à Presidência, mencionado por 67% dos eleitores. A internet aparece em segundo lugar, com 40% da preferência, as matérias jornalísticas vêm em seguida (34%) e as conversas com parentes são citadas por 30%. O horário eleitoral gratuito em rádio e TV é acompanhado por 29% dos brasileiros. Para elaboração da pesquisa foram ouvidas 800 pessoas acima de 18 anos de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras.

Facebook

Em maio, o Facebook anunciou um acordo com agências de checagem para averiguar a veracidade de publicações e evitar a circulação das notícias falsas. No Brasil, a parceria envolve as agências Lupa, Aos Fatos e France Press. As mensagens consideradas falsas têm o alcance reduzido e os usuários que as compartilharam recebem uma notificação.

Outra frente de atuação é o combate aos perfis falsos, identificados como um instrumento de difusão de fake news. A empresa anunciou em maio que derrubou neste ano, em média, 6 milhões de contas falsas por dia. A remoção ocorreu baseada nos “parâmetros da comunidade”, regras que, quando violadas, geram a exclusão da publicação. O chamado discurso de ódio, muitas vezes associado a notícias falsas, também é objeto de retirada.

Com informações da Agência Brasil