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8

Fev

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Ministério da Justiça abre investigação contra Google por violação à privacidade de usuários

O Ministério da Justiça (MJ) abriu um processo administrativo para averiguar se a empresa Google violou direitos de usuários de internet. O procedimento, que ficará a cargo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), pode resultar, se atestada a responsabilidade da empresa, em uma multa de R$ 9,7 milhões.

A apuração teve origem em uma Ação Civil Pública do Ministério Público Federal (MPF) do Piauí ajuizada em 2015 que pedia a interrupção do escaneamento de e-mails até que fosse implantado a obtenção do consentimento dos usuários. A Justiça Federal do Piauí negou a solicitação contida na peça em 2018, mas o conteúdo da denúncia foi recepcionado pelo Ministério da Justiça.

Segundo o MJ, foram identificados indícios de violação à privacidade dos usuários pela companhia ao acessar o conteúdo de mensagens trocadas por meio do aplicativo de e-mail Gmail sem o consentimento destes. As violações serão analisadas à luz da legislação, como o Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. O Marco Civil da Internet estabeleceu a proteção à privacidade e a proteção dos dados pessoais como princípios do uso da web no país.

A norma elenca como direito dos usuários “informações claras e completas sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados pessoais”, o uso dos dados coletados somente para atividades que “justifiquem sua coleta” e consentimento expresso sobre coleta, uso, armazenamento e tratamento de dados pessoais, que deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais”.

Fonte: Agência Brasil/ Foto: Pixabay

6

Fev

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Comprovado pela ciência: pesquisa mostra aumento de bem-estar de usuários após deixarem o Facebook

Uma pesquisa de acadêmicos das universidades de Stanford e de Nova York, nos Estados Unidos (EUA), mostrou impactos positivos em pessoas que pararam de usar a rede social Facebook durante um período. O estudo verificou entre os entrevistados um aumento do “bem-estar”, melhoria na socialização offline, redução da polarização política e uma queda do tempo de presença na plataforma após o fim do levantamento.

O trabalho, que envolveu 2,8 mil pessoas residentes nos EUA, constatou que a interrupção reduziu o tempo em redes sociais, “liberando” em média uma hora por dia dos participantes. Eles relataram ter se dedicado a outras atividades, como assistir televisão e socializar com familiares e amigos.

Os autores também examinaram o acompanhamento de notícias e o engajamento político, incluindo a polarização das pessoas envolvidas. Esse último termo mostra a intensidade de discordância de pontos de vista, fenômeno indicado por outros estudos como um dos efeitos do uso de redes sociais diversas.

Foi observada uma queda de 15% no tempo dedicado a notícias. As pessoas fora da rede social acompanharam menos questões de atualidade política e iniciativas de governantes, como do presidente Donald Trump. Os autores não conseguiram detectar impacto na participação política, como a decisão de não participar das eleições legislativas norte-americanas.

Contudo, o estudo verificou uma diminuição da polarização e exposição a mensagens com conteúdos de críticas fortes a determinadas visões políticas. Houve queda no índice formulado pelos autores. Contudo, eles alertam para o fato de que esse resultado não foi significativo e não pode ser generalizado como uma mudança de postura em relação a temas como o partido de preferência, por exemplo.

Bem-estar

Também foram analisados indicadores relacionados ao bem-estar das pessoas que participaram do estudo. “A desativação da rede social trouxe pequenas, mas significativas melhorias no bem-estar e, em particular, em registros de felicidade, satisfação de vida, depressão e ansiedade”, concluíram os acadêmicos. Na escala utilizada, esses impactos foram equivalentes a cerca de 25% a 40% de efeitos percebidos em intervenções psicológicas, como terapias individuais e em grupo.

Uso do Facebook

Outro ponto avaliado foi a continuidade do uso do Facebook pelos participantes. Eles relataram, em média, um tempo na plataforma 23% menor do que o dispendido pelas pessoas que não desativaram as contas e também foram acompanhadas no estudo. “Os participantes relataram que estavam passando menos o Facebook, tinham desinstalado o app de seu telefone e estavam fazendo um uso mais decidido da plataforma”, diz o texto.

Segundo os autores, essas respostas vão ao encontro da percepção de impactos positivos na vida dos usuários, ao encerrar ou reduzir o engajamento na rede social. “A desativação fez com que as pessoas apreciassem mais o Facebook, tanto em seus impactos positivos quanto negativos em sua vida”, destaca a pesquisa.

Procedimentos

O levantamento avaliou 2,8 mil usuários da rede social e convidou-os a interromper o uso durante um mês, especificamente na reta final das eleições legislativas promovidas no ano passado nos Estados Unidos. Foram avaliadas tanto pessoas que desativaram seus perfis quanto aquelas que não o fizeram, técnica chamada em pesquisas de “grupos de controle”.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Pixabay

5

Fev

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Pesquisa realizada em 30 países mostra que compartilhar postagens é hábito de 90% dos adolescentes

Mostrar detalhes de seu dia a dia para os amigos e seguidores nas redes sociais tornou-se parte da rotina dos adolescentes em todo o mundo. Comparados com os jovens de outras partes do mundo, os brasileiros parecem estar, mais ainda, conectados com o ambiente virtual. Enquanto na média global, 86% dos adolescentes declaram que gostam de compartilhar coisas engraçadas e seu próprio cotidiano no Instagram, YouTube, Facebook, Twitter, Snapchat e outras redes sociais, no Brasil, esse índice sobe para 91% dos jovens. As informações são do Portal Meio & Mensagem.

Os dados fazem parte do estudo My Teen Life: Uma História Global, realizado pela Viacom International Media Networks, que pesquisou o comportamento de 5 mil adolescentes em 30 países. Entre outros insights, o estudo também mostrou que os jovens veem as redes como uma plataforma para divulgar suas ideias e se posicionar a respeito de questões como política, crenças e opiniões. No Brasil e no mundo, 90% dos jovens pesquisados responderam que a rede social é um território para compartilhar livremente seus pensamentos.

Fonte: Portal Meio & Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/02/04/compartilhar-conteudo-nas-redes-e-habito-de-90-dos-adolescentes.htm

4

Fev

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Acesso às mensagens do WhatsApp pode agora ser protegido por reconhecimento facial

Usuários do sistema IOS de todo o mundo contam agora com mais uma ferramenta de segurança nos dispositivos Apple. A atualização liberada pelo aplicativo de mensagem bloqueia o acesso ao whatsapp via reconhecimento biométrico facial, Face ID, ou com impressões digitais, no Touch ID.

O update está disponível na versão 2.19.20, que pode ser encontrada na App Store. Siga o passo a passo e tenha acesso ao novo recurso: Configurações do app - Contas – Privacidade - Bloqueio de Tela. Não há data para que a atualização esteja disponível nos aparelhos Android.

1

Fev

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Mesmo com escândalos, Facebook bate recorde de lucro no final de 2018

O Facebook divulgou seu balanço financeiro do último trimestre de 2018. A plataforma bateu recorde de lucro no período, atingindo a marca de US$ 6,8 bilhões e um crescimento de 30% na receita. Os resultados positivos vêm na contramão da crise vivida pela empresa após os casos de uso indevido de dados e falta de transparência. As informações são do Portal Meio & Mensagem.

 De acordo com o site, o relatório apontou, ainda, um crescimento anual de 9% no número de usuários ativos da rede concentrados fora do eixo Europa – América do Norte, que manteve o público estável. Instagram, WhatsApp e Messenger assinalaram uma estimativa de 2,7 bilhões de usuários por mês. Depois da divulgação do balanço, as ações da companhia subiram mais de 11% no mercado de valores.

O último ano foi marcado por escândalos na companhia. A rede reportou três incidentes de violação à proteção de dados pessoais e o CEO da empresa, Mark Zuckerberg, chegou a ser pressionado para deixar o conselho da companhia depois de depor sobre o uso de informações privadas na campanha do presidente americano Donald Trump.

Ainda nessa semana, a companhia se envolveu em uma nova polêmica. Segundo o site TechCrunch, a rede estaria usando um aplicativo de pesquisa e rastreamento de iPhones para ter acesso aos dados de adolescentes americanos. Em resposta, a Apple baniu o Facebook do programa que tem fins corporativos.

Fonte: Portal Meio & Mensagem, disponível em: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/01/31/facebook-bate-recorde-de-lucro-no-final-de-2018.htm

31

Jan

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Mais um escândalo: Facebook pagou para monitorar celulares de jovens de 13 a 25 anos

A maré de polêmicas que persegue o Facebook desde o escândalo da Cambridge Analytica parece não ter fim. Dessa vez, foi descoberto que a empresa de Mark Zuckerberg pagou mensalidades de vinte dólares para ter acesso aos celulares de adolescentes e jovens adultos e monitorar suas atividades.

Segundo o TechCrunch, o Facebook estava realizando o experimento com jovens entre 13 e 25 anos, pagando-os para instalar um aplicativo chamado Facebook Research. O aplicativo monitora os aparelhos e cria um relatório que é enviado para o próprio Facebook.

Anteriormente, o Facebook já coletou dados por meio do projeto Onavo, um serviço de VPN que foi adquirido em 2013. Na época, o projeto foi utilizado pela empresa para detectar o surgimento de novos competidores no mercado e, então, comprá-los. Após reclamações da Apple, o Facebook foi obrigado a remover o aplicativo da Appstore, por violar os termos de uso da loja.

Ao ser instalado, o Facebook Research pede que o usuário ceda permissão para que sejam instalados programas que dão ao Facebook o poder de acessar as mensagens, e-mails, históricos de pesquisa e de navegação do celular. Ao ser procurado pelo TechCrunch, o Facebook confirmou o uso do aplicativo.

Vale lembrar que, em setembro de 2018, uma pesquisa mostrou que o Facebook estava perdendo popularidade entre o público jovem – entre esse público, entre 2012 a 2018, o uso da rede social caiu de 68% para 15%. Portanto, não surpreende que a empresa esteja monitorando justamente adolescentes e jovens adultos, a fim de identificar quais aplicativos estão em ascensão e comprá-los, como fez com o Instagram – ou até mesmo copiá-los, como fez com o sistema de story que é idêntico ao do Snapchat.

Texto de Matheus Fiore para o Portal B9, disponível em:https://www.b9.com.br/103000/facebook-pagou-para-monitorar-celulares-de-jovens-de-13-a-25-anos/

30

Jan

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Caicó recebe curso de preparação para novos Youtubers

O universo dos vídeos na internet só cresce! Ganhar dinheiro com conteúdo no YouTube e conquistar fama é uma realidade de muitos que se aventuram na plataforma. Mas não basta falar coisas legais. A forma como você fala e a qualidade do material que veicula é que fazem a diferença na disputa pela atenção dos internautas.

Nos próximos dias 25 e 26 de fevereiro de 2019, a jornalista e apresentadora Delma Lopes estará em Caicó para ministrar o Workshop para Novos Youtubers: criação e performance. Os participantes vão aprender desde a criação do canal, com identidade visual, como produzir e editar material de qualidade, monetização (como receber dinheiro por visualizações) e performance diante das lentes. Eles também vão receber dicas de como postar o conteúdo para ter mais repercussão nas redes sociais.

Delma Lopes tem larga experiência em performance para áudio e vídeo, adquiridos em cursos de aperfeiçoamento e em sua carreira na área de Comunicação há quase 20 anos, com atuação como repórter e apresentadora em emissoras como Rádio 96 FM de Natal, TV Ponta Negra, TV Cabugi, TV Assembleia RN, portal Nominuto.com no Rio Grande do Norte e na rádio Super, portal O Tempo e TV Globo Minas, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Para se inscrever no Workshop, os interessados devem enviar um e-mail para delmalopescom@gmail.com ou entrar em contato com a Referência Comunicação, em Caicó, pelo telefone (84) 9 9955-8605.  

30

Jan

Mídias Sociais

Facebook cria conselho para analisar violações de regras internas

O Facebook vai criar um “conselho independente de supervisão” para avaliar a decisão sobre casos importantes de gestão de conteúdo na rede social, como remoções, identificação de “notícias falsas” e sanções decorrentes de publicações que desrespeitam as normas internas elaboradas pela empresa e que servem de referência de “limite” para as atividades dos usuários.

O órgão será composto por especialistas nas áreas de conteúdo, privacidade, direitos humanos, jornalismo, direitos civis, segurança e outras “disciplinas relevantes”, conforme explica a empresa em documento detalhando a proposta. A previsão é que o grupo seja formado por mais de 40 integrantes.

Os integrantes serão indicados pela direção da empresa a partir de critérios que serão tornados públicos. “Atenção especial será dada ao equilíbrio geográfico e cultural assim como à diversidade de experiências e perspectivas”, explicou a companhia no documento. Uma vez escolhidos, os membros ficarão responsáveis pelas indicações no momento de renovação. Os mandatos serão de três anos, com possibilidade de uma renovação.

Eles ficarão responsáveis por averiguar decisões acerca de conteúdos considerados complexos ou contestados. O conselho poderá ser acionado por usuários descontentes com medidas adotadas. O próprio Facebook também poderá recorrer em casos de solução difícil, de repercussão pública ou quando houver conflitos entre as decisões e os “valores” da empresa.

As regras de funcionamento desenhadas no documento do Facebook preveem um revezamento de integrantes para avaliar cada caso. Será possível também solicitar apoio de especialistas externos para contribuir na compreensão de questões diversas, como especificidades dos contextos culturais, um dos grandes desafios na análise de conteúdos violadores.

Fonte: Agência Brasil

29

Jan

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Sete funções que você odeia no Instagram, apesar de amar o app

O Instagram, apesar de ser um dos apps mais populares do mundo, também tem seus defeitos. Por vezes, recursos lançados pelo aplicativo desagradam os usuários, que logo se revoltam nas redes sociais. Foi o que aconteceu recentemente com o feed horizontal. Um bug fez com que a função, que ainda era um teste, aparecesse para algumas pessoas. As reclamações foram tantas, que a rede de fotos teve que se pronunciar oficialmente e se desculpar pelo engano. As informações são do Portal Techtudo.

No entanto, outros recursos também foram reprovados por alguns, mas permanecem até hoje: o feed não cronológico e o sinal de online que denuncia quando você abre o Direct são apenas alguns exemplos. Confira, a seguir, sete funções odiadas do Instagram.

1. Feed horizontal

No fim de dezembro, alguns usuários do Instagram foram surpreendidos com um feed diferente. Os posts estavam organizados horizontalmente e podiam ser passados para o lado, como os Stories e muito parecido com o Tinder. Os usuários não gostaram da novidade e foram às redes sociais para reclamar, clamando pela volta do tradicional feed vertical. Além do estranhamento com a mudança drástica, alguns se queixavam da lentidão e falta de fluidez da nova organização.

Para a felicidade do público, o feed horizontal não durou muito. Em vários casos, reiniciar o aplicativo fazia tudo voltar ao normal. Ao site americano The Verge, um representante do Facebook, empresa que administra o Instagram, afirmou que se tratava de um bug e pediu desculpas pelo transtorno. Antes, porém, Adam Mosseri, diretor da rede de compartilhamento de fotos, disse no Twitter que a função estava passando por um pequeno teste, que foi mais longe que o previsto.

2. Feed não cronológico

A alteração da ordem das publicações já aconteceu em diversas redes sociais e sempre causou polêmica. Não foi diferente no Instagram, em 2016, quando o feed deixou de exibir os posts em ordem cronológica para obedecer a um algoritmo. Os códigos trabalham para selecionar e mostrar o que há de mais relevante para cada um. São levados em consideração fatores como seus interesses segundo o histórico de uso, interações com os outros e ainda a data das postagens.

Em 2018, um rumor de que o feed voltaria a ser cronológico agitou a Internet, mas logo foi negado pela companhia. Eles argumentam que os usuários tendem a passar mais tempo no app quando veem o feed algorítmico. De acordo com o Instagram, isso não é bom apenas para os negócios: o método permite que as pessoas visualizem mais fotos e vídeos de seus amigos próximos, mesmo que os posts sejam não sejam tão recentes.

3. “Online” no direct

Comum nas redes sociais, o status de atividade chegou ao Instagram em 2018. Ao ver uma bolinha verde ao lado da foto de perfil, que aparece em várias seções do app, os usuários ficam sabendo quando seus amigos estão online. Seu status só é visível para contas que você segue ou com quem já trocou mensagens. A função desagradou muita gente, que prefere poder dar uma conferida nas fotos do feed sem ser notado. Para a felicidade dos mais discretos, o recurso pode ser desativado facilmente.

4. Enquetes

Desde 2017, o Instagram Stories tem um adesivo que funciona como enquete. De maneira bem simples, é possível fazer uma votação com seus seguidores, que devem optar entre duas opções. A pergunta pode ser feita em qualquer foto ou vídeo postado no Stories. O problema, para alguns, é que a ferramenta às vezes leva a um engano irritante: enquanto o usuário está deslizando freneticamente pelas histórias, clica por acidente em uma alternativa de enquete, sem nem ler do que se trata.

5. Notificações do IGTV

O IGTV é a plataforma de vídeos do Instagram que chegou no ano passado com a pretensão de bater de frente com o YouTube. O serviço se destaca pelos vídeos verticais e por uma exibição mais fluida do conteúdo, já que os vídeos são transmitidos em sequência assim que o app é iniciado, como na televisão.

Ele é um aplicativo à parte, mas pode ser usado também dentro do app tradicional da rede social. Por padrão, são exibidas notificações com todos os novos vídeos e transmissões ao vivo de quem o usuário segue, entre outras novidades, o que pode ser um tanto incômodo. A boa notícia é que você pode desabilitar os avisos.

6. Aviso de mensagem apagada

Você recebe uma notificação do Instagram no celular, vai olhar e lá está o recado: “Esta mensagem não está mais disponível porque o envio dela foi cancelado pelo remetente.” Quando uma mensagem direta é apagada no app por quem a enviou, o usuário de iPhone se depara com esse aviso nas notificações se não visualizar o direct a tempo. Já nos smartphones Android, a notificação apenas some. Dentro do próprio inbox do aplicativo, porém, não fica nenhum rastro nem nos dispositivos da Apple nem no sistema do Google.

7. Funções que não chegam para todos

O Instagram está o tempo todo implementando novos recursos em busca de melhorar a experiência dos usuários. Filtros, stickers e GIFs, por exemplo, não estiveram sempre presentes na plataforma e ainda são constantemente atualizados. Muitas vezes, no entanto, uma parcela das pessoas demora para receber as novidades — fora as funções indisponíveis no Brasil, como o sticker de música.

Ninguém gosta de ser deixado de fora dos lançamentos, mas isso acontece por uma série de razões. A explicação mas simples é que a rede está liberando a função aos poucos, então resta ser paciente e aguardar sua vez. Mas é também possível que algumas medidas simplesresolvam: garantir que o app esteja atualizado, sair e entrar novamente na conta ou reinstalar o software.

Fonte: Techtudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/listas/2019/01/sete-funcoes-odiadas-do-instagram.ghtm

28

Jan

Mídias Sociais

Tinder vai pagar US$ 11,5 milhões por cobrar mais de maiores de 30 anos no Plus

Em 2015, o Tinder lançou uma versão paga de seu app de paquera em alguns mercados, com esta versão se chamando Tinder Plus. Naquele ano, a novidade causou polêmica por cobrar uma assinatura mais cara de usuários com mais de 30 anos, mas foi somente em 2018 que um usuário decidiu processar a empresa, acusando-a de discriminação. Agora, o Tinder fez um acordo com os reclamantes de uma ação coletiva, que pediam US$ 17,3 milhões de indenização por conta disso — mas o valor acabou ficando em US$ 11,5 milhões. As informações são do Canaltech.

O Tinder Plus dá vantagens como, por exemplo, voltar atrás em swipes, maior quantidade de Super Likes e a opção de dar match com pessoas de outros países. Para isso, a mensalidade cobrada de jovens com menos de 29 anos era de US$ 9,99, enquanto para usuários com mais de 30 o valor era de US$ 19,90. A empresa defendia a cobrança desigual com a justificativa de que usuários mais jovens teriam mais restrições orçamentárias em comparação com usuários mais velhos, precisando, então, de preços mais em conta para poderem assinar serviços online.

Segundo a matéria, no processo aberto em 2018, o caso acabou sendo arquivado em um tribunal da Califórnia, em decisão favorável ao Tinder. Mas o grupo de pessoas (que engloba cerca de 230 mil usuários) não desistiu, recorrendo da decisão; agora, eles conseguiram um martelo batido a seu favor. O Tinder pagará os US$ 11,5 milhões para o grupo em questão, e esses usuários ainda receberão uma assinatura Tinder Plus ou Tinder Gold gratuita, além de 50 Super Likes.

O Tinder também concordou em não cobrar mais valores diferentes de acordo com a faixa etária dos usuários, mas isso será válido somente para o estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Para atrair a população mais jovem, a empresa pode oferecer cupons de desconto para quem estiver na faixa dos 21 anos.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/apps/tinder-vai-pagar-us-115-milhoes-por-cobrar-mais-de-maiores-de-30-anos-no-plus-131511

28

Jan

Mídias Sociais

Facebook: 74% dos usuários não sabiam dos dados que a rede armazena

Pois é, a questão da privacidade online tem sido cada vez mais discutida, principalmente após os escândalos que ocorreram no ano passado; afinal, ninguém gosta de saber que seus dados estão sendo vendidos sem autorização para empresas, né? As informações são do Portal Tecmundo.

É comum citar o Facebook em discussões do gênero, já que a rede social de Mark Zuckeberg é um dos principais nomes quando o assunto é a coleta de dados dos usuários: as informações do público são armazenadas pela plataforma de acordo com o uso do app, as páginas com que o usuário interage, seus posts, fotos e álbuns compartilhados e assim por diante.

De acordo com o site, o que muitas pessoas nem imaginam é que, na verdade, o Facebook possui uma lista bem completa de interesses em potencial por parte dos usuários para servir de referência para os anúncios que serão mostrados durante a navegação – claro, sempre de acordo com o que o algoritmo acredita que o usuário gosta.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Pew Internet, um centro de pesquisa dos EUA, 74% dos participantes não faziam ideia desse compilado de interesses e características pessoais. Desse número, metade se sentiu desconfortável ao saber da existência da lista.

Contudo, é importante lembrar que nenhuma dessas informações é secreta ou algo do tipo; na verdade, esses dados podem ser acessados na página das preferências de anúncios. Mesmo assim, quando os usuários não têm conhecimento desse tipo de informação, é quase como se ela fosse secreta.

Para a própria rede social, realmente falta mais divulgação para os usuários a respeito da dinâmica dos anúncios online. Assim, os responsáveis pelo Facebook querem que o público compreenda melhor o funcionamento das ferramentas e dos controles de anúncios.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/138025-74-usuarios-facebook-nao-sabia-dos-dados-rede-social-armazena.htm

25

Jan

Mídias Sociais

Facebook muda regras e vai identificar "notícias falsas"

O Facebook anunciou mudanças nas regras para as páginas dentro da plataforma. A principal delas é a identificação de publicações consideradas “notícias falsas” e que, em razão disso, têm a distribuição reduzida. Os administradores das páginas poderão ver quais mensagens foram enquadradas nesta categoria. Também terão acesso a outros conteúdos retirados por violarem as normas internas da companhia (os Parâmetros da Comunidade).

Os administradores de páginas passarão a ter acesso a uma “aba” denominada “Qualidade da Página”. Nela, ficarão listados os posts avaliados como “falsos”, “mistos” ou com “título falso”, conforme categorias definidas pela empresa. A classificação é feita por agências de checagem de fatos parceiras (conheça as regras de análise aqui). Até agora, quando uma publicação era marcada desta maneira não havia qualquer sinalização nem ao autor nem aos administradores de páginas. O autor, contudo, seguirá sem ser notificado.

A redução de alcance de conteúdos considerados "notícias falsas" vem sendo adotada pela rede social, sem remover os posts mas criando obstáculos a sua difusão. “Esperamos que isso forneça às pessoas as informações necessárias para policiar comportamentos inadequados de administradores de uma mesma página, entender melhor nossos Padrões da Comunidade e, em alguns casos, nos informar quando acreditarem que tomamos uma decisão incorreta sobre um determinado conteúdo”, afirmou a empresa em comunicado oficial. No Brasil, o Facebook estabeleceu parceria com entidades de checagem de fatos, como a Agência Lupa, aos Fatos e France Press para verificar circulação de notícias falsas durante as eleições de 2018.

Conteúdos removidos

Os administradores de páginas poderão ver os conteúdos removidos por não respeitarem as normas internas, os chamados Parâmetros da Comunidade. Entram aí mensagens enquadradas como “discurso de ódio”, “violência”, “conteúdo explícito”, “assédio”, “bullying”, “produtos controlados”, “nudez adulta”, “atividades sexuais” e “apoio ou glorificação de indivíduos não permitidos no Facebook”

Segundo o anúncio do Facebook, o administrador passa também a poder contestar uma remoção. Alguns tipos de derrubada não serão informados nesse processo, como “spam”, “posts caça-cliques” ou “violações de propriedade intelectual”.

Reincidência

Outra medida anunciada foi a fiscalização mais rígida de autores de páginas removidas. A plataforma já impedia a criação de um espaço deste tipo semelhante a um derrubado por violar as normas internas. Mas, segundo a companhia, foram identificadas “pessoas trabalhando para contornar nossa política, usando páginas existentes que elas já gerenciavam para o mesmo propósito que a página removida por violar nossas políticas”.

Em resposta a isso, o Facebook poderá retirar outras páginas de autores de páginas removidas mesmo que aquelas não tenham incorrido em alguma violação. Para fazer isso, explicou a plataforma, será avaliado “um amplo conjunto de sinais”, como os administradores ou se o nome é similar.

Medida “tímida”

Na avaliação do mestre em direito e pesquisador do Instituto Beta Paulo Rená, as medidas anunciadas sinalizam para maior transparência na remoção de conteúdos, mas ainda são “tímidas” e podem “não fazer muita diferença”.

“Não me parece haver nenhum indicativo de mais permeabilidade do Facebook para ouvir a comunidade. Isso pode manter a situação de inércia perante falsos positivos, quando conteúdos legítimos são removidos sem que haja real possibilidade de reação pelas pessoas interessadas; ou quando conteúdos ofensivos, especialmente relacionados a discurso de ódio, são mantidos online a despeito de protestos na própria rede”.

Já a advogada e integrante do Comitê Gestor da Internet no Brasil Flávia Lefévre argumenta que a despeito das novas regras, permanece o problema dos Parâmetros da Comunidade serem pouco transparentes. Ela cita casos, como situações que ela própria viveu, em que usuários têm conteúdos removidos e mesmo após questionamento o Facebook não explica a razão da remoção ou reverte a situação.

Com informações da Agência Brasil

23

Jan

Mídias Sociais

Facebook vai liberar documentos sobre compras feitas por crianças na rede

O The Reveal teve acesso a documentos internos do Facebook que detalham como a empresa conseguiu dinheiro através de transações comerciais com crianças anos atrás. De acordo com os documentos, os próprios funcionários do Facebook estavam preocupados com o fato de estarem enganando crianças que acumulam centenas e - às vezes milhares - de dólares em cobranças de jogos. As informações são do Portal Tecmundo.

Para quem não lembra, em 2012 o Facebook lutou contra uma ação coletiva que alegava que a empresa estava lucrando graças às crianças que acidentalmente acumulavam enormes taxas de cartão de crédito. Na época, o autor principal do caso estava jogando no Facebook quando pediu o cartão de crédito de sua mãe emprestado para fazer uma compra de U$20 no jogo. Segundo os advogados, os pais acreditaram que a criança estava fazendo compras utilizando uma "moeda virtual", o que fez com que várias dívidas fossem feitas no mesmo cartão por semanas sem perceber.

Quando receberam a conta, a mãe da criança solicitou que o Facebook reembolsasse o valor, dizendo nunca ter autorizado qualquer cobrança além dos U$20 originais. No entanto, a empresa nunca devolveu o dinheiro, forçando a família a entrar com uma ação judicial para conseguir o valor de volta.

O caso foi encerrado em 2016 de força confidencial, mas o The Reveal solicitou judicialmente que esses documentos fossem divulgados por trazerem informações importantes sobre as transações comerciais da rede social com menores de idade. Na última segunda-feira, o tribunal concordou em liberar alguns desses registros, dando ao Facebook o prazo de dez dias para disponibilizar mais de cem páginas ao público.

Visto que a rede social vem passando por vários escândalos nos últimos anos, como vazamento de dados de usuários e postagens de notícias falsas, a divulgação desses documentos internos deve esclarecer ao público como o Facebook lida com seus usuários e clientes que confiam seus dados pessoais, mesmo que os jogos sejam somente uma parte de tudo isso.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/redes-sociais/138084-facebook-devera-liberar-documentos-transacoes-comerciais-criancas.ht

23

Jan

Mídias Sociais

Você já pode compartilhar conteúdo da Netflix nos Stories do Instagram

Sabe quando você descobre aquele filme ou série que te conquista navegando pela Netflix? Pois agora, em vez de contar para cada um de seus amigos sobre seu grande achado, você vai poder compartilhar sua sugestão diretamente para os Stories do Instagram para que todos os seus seguidores vejam o que você está assisitindo. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com a matéria, para utilizar a nova ferramenta, basta acessar o aplicativo da Netflix no iPhone – o recurso ainda não está disponível para Android –, selecionar um conteúdo, clicar em “compartilhar” e escolher a opção Instagram Stories. O post vai ficar disponível por 24 horas e, além da arte oficial do conteúdo, será acompanhado de um link que redirecionará os usuários para a página deste conteúdo no aplicativo da Netflix. Também é possível compartilhar filmes e séries por Direct Message.

O recurso já está disponível para usuários do sistema operacional iOS, mas muito em breve vai chegar ao Android. Em um futuro próximo também, vai ser possível compartilhar conteúdo da Netflix por meio do Snapchat.

Fonte: Tecmundo, disponível em: https://m.tecmundo.com.br/internet/138092-voce-compartilhar-conteudo-netflix-stories-instagram.htm

22

Jan

Mídias Sociais

Já está valendo: limitação de encaminhamento de mensagens pelo WhatsApp começou nesta segunda

O WhatsApp confirmou o novo limite de encaminhamento de mensagens nesta segunda-feira (21). A partir de hoje, usuários do mensageiro disponível para Android, iPhone (iOS) e Web conseguirão enviar o mesmo conteúdo para apenas cinco contatos por vez. Em resposta ao TechTudo, o WhatsApp afirma que a novidade "vai ajudar a manter o aplicativo focado em mensagens privadas com contatos próximos".

Inicialmente, o app permitia o envio de um mesmo conteúdo para mais de 200 pessoas simultaneamente. Em agosto de 2018, a plataforma impôs a restrição para 20 contatos, a fim de evitar a proliferação das notícias falsas (fake news) por meio da rede social. De acordo com a empresa, que pertence ao Facebook, a nova função começa a chegar a partir de hoje para todos usuários da versão final do aplicativo. Vale lembrar que o encaminhamento reduzido já estava disponível na edição Beta desde dezembro do ano passado.

Por que limitar?

No Brasil, o WhatsApp é canal recorrente de golpes que usam truques de engenharia social para atrair vítimas com mensagens mencionando promoções falsas de marcas famosas – tática conhecida como phishing. Em nota publicada em julho, o WhatsApp afirmou que as mudanças buscavam melhorar a segurança e a privacidade dos usuários no dia a dia. "Nós acreditamos que essas medidas – e que continuaremos a avaliar – poderão manter o WhatsApp do jeito que ele deve ser: um app para conversas privadas", disse a empresa.

Fake news

Antes de limitar o encaminhamento de mensagens, o WhatsApp já havia melhorado a ferramenta de denúncia com foco em fake news, e removido o botão de encaminhamento rápido ao lado de mídias e links na versão web. Também havia começado a avisar quando uma mensagem foi encaminhada. Porém, o recurso ainda não oferece a mesma quantidade de informações que o rival Telegram: no aplicativo de origem russa, é possível saber exatamente qual usuário criou a mensagem.

O que diz o WhatsApp

"O WhatsApp avaliou com cuidado esse teste [de limite de encaminhamento] e ouviu o feedback dos usuários durante o período de seis meses. O limite de encaminhamento reduziu significantemente o encaminhamento de mensagens no mundo todo. Começando hoje, todos os usuários da última versão do WhatsApp podem encaminhar apenas cinco mensagens por vez, o que vai ajudar a manter o WhatsApp focado em mensagens privadas com contatos próximos. Continuaremos a ouvir o retorno de nossos usuários sobre sua experiência no app, e com o tempo, procuramos novas maneiras de endereçar a questão do conteúdo viral."

Fonte: TechTudo, disponível em: https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/01/whatsapp-limita-o-encaminhamento-de-mensagens-para-cinco-contatos.ghtml