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22

Nov

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Diplomacia e regulamentação da profissão de cerimonialista serão debatidos em encontro nacional em Natal

Natal sediará nos dias 12 e 13 de dezembro o 1º Encontro Brasileiro de Cerimonialistas. O evento é promovido pela Associação Brasileira de Profissionais de Cerimonial – ABPC e deverá reunir cerca de 300 profissionais de todas as regiões do país na Escola de Governo Dom Eugênio de Araújo Sales, no Centro Administrativo do Estado.

Na programação, temas importantes, como a regulamentação da profissão, matéria que está sendo discutida no Congresso Nacional; e discussões sobre Diplomacia e Cerimonial; cerimônias universitárias, precedência, a atuação do mestre de cerimônias, cerimonial social, empreendedorismo e comunicação.

O evento vai reunir um elenco de palestrantes e debatedores de primeira linha, com atuação em grandes empresas e instituições. Entre os quais, Pedro Amorim, chefe do Cerimonial da Petrobras; Marcelo Gibertonni, chefe do Cerimonial da Agência Nacional do Petróleo; Marcos Zaniol, chefe do Cerimonial do Tribunal Regional do Trabalho no Paraná; Marília Sá de Paula, experiente cerimonialista e promoter potiguar; Jenner Tinoco, publicitário; Francisco Etelvino Biondo, Relações Públicas do Senado Federal, entre outros.

O deputado federal Hildo Rocha, do Maranhão, e parlamentares da bancada federal potiguar participarão de uma mesa redonda sobre o Projeto de Lei 5425/2009, que propõe a regulamentação da profissão de cerimonialista.

O 1º Encontro Brasileiro de Cerimonialistas é uma promoção e realização da ABPC, com apoio do Governo do Estado, FIERN, UFRN, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, FEMURN, FECAM, Assembleia Legislativa, Confraria do Cerimonial e Armação Propaganda e Plano Eventos e Cerimonial.

19

Nov

Mundo corporativo

Sesc abre inscrições para cursos gratuitos de dezembro em Natal, Mossoró, Caicó e São Paulo do Potengi

As inscrições para os cursos gratuitos de dezembro começam na última quarta-feira, 14 de novembro, e vão até dia 27. A iniciativa do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), instituição do Sistema Fecomércio, oferecerá 93 vagas distribuídas em turmas em Natal, Mossoró, Caicó e São Paulo do Potengi.

As inscrições podem ser feitas nas centrais de relacionamento das unidades Sesc das cidades onde acontecerão os cursos. Na capital potiguar, a unidade é o Sesc Cidade Alta.

Para quem tem habilidade ou se interessa por corte e costura, serão oferecidos cursos de confecção de blusas e confecção de roupas para o verão no Sesc Cidade Alta. Na unidade Sesc Caicó, o curso oferecido na área é de camisetas customizadas.

Com as festas do final do ano se aproximando, a busca por itens para presentear se torna cada vez maior. Por isso, o Sesc Ler São Paulo do Potengi oferece o curso de Lembrancinhas Personalizadas, para você economizar nas lembrancinhas desse ano. No Sesc Mossoró, será oferecido o curso de almofadas decorativas e na cozinha pedagógica o curso será sobre bolo no pote.

Os cursos integram o Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG) do Sesc. O resultado da seleção será divulgado no site da instituição, o www.sescrn.com.br, no dia 30/11, e as aulas começam em datas especificadas no edital.

Critérios de seleção

Podem se inscrever nos cursos gratuitos os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes, além de estudantes de escolas públicas cuja renda familiar mensal não ultrapasse três salários mínimos nacionais.

No ato da inscrição, é preciso levar os documentos originais (com cópias): RG ou certidão de nascimento, CPF do candidato e do responsável legal, comprovante de residência (com emissão inferior a 60 dias) e de escolaridade, e ainda, caso necessário, documento que comprove deficiência física ou mental.

Também deverá ser entregue a autodeclaração de renda familiar e o questionário socioeconômico. Caso o interessado em fazer o curso seja menor de idade, deverá estar acompanhado do responsável.

14

Nov

Mundo corporativo

Taxa de informalidade de novos ocupados chega a 74% em pesquisa Dieese

A taxa de informalidade entre as pessoas que entraram no mercado de trabalho atingiu 74,2% de 9,4 milhões de pessoas que começaram a trabalhar no segundo trimestre. O valor é muito maior do que os 39% de informalidade em relação ao número total de pessoas empregadas no país, que são 91,2 milhões de ocupados. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (13) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

O saldo final foi de 600 mil trabalhadores a mais no mercado de trabalho, passando de 90,6 para 91,2 milhões, na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2018. A rotatividade, no entanto, continua alta: 8,8 milhões que estavam ocupados ficaram desempregados ou saíram da força de trabalho, em contraposição aos 9,4 milhões de inativos ou desocupados que conseguiram trabalho.

A conclusão do Dieese é que a maioria dessas pessoas que entraram no mercado de trabalho no segundo trimestre ingressou em trabalhos precários: maior informalidade, menor cobertura previdenciária, ocupações típicas de uma economia com baixo dinamismo (especialmente para as mulheres) e rendimentos inferiores à metade do mercado de trabalho em geral.

“Mais do que o estreitamento das oportunidades para os novos trabalhadores, o movimento descreve a falta de fôlego da economia brasileira para proporcionar, no curto prazo, alternativas mais estruturadas de trabalho, devido à fraca recuperação e a ausências de perspectivas melhores para o próximo período”, divulgou o instituto de pesquisa.

Setor privado

Dos “novos ocupados”, 22,6% (2,1 milhões) foram contratados sem carteira pelo setor privado e 16,8% com carteira também pelo setor privado. A maior parte desses novos ocupados, 34,6% (3,3 milhões), foram trabalhar por conta própria, a maioria (86,2%) sem formalização – só 14% contribuiu para a Previdência.

Uma em cada cinco mulheres (20%) foi contratada como empregada doméstica no segundo trimestre, a maior parte sem carteira (887 mil), enquanto apenas 78 mil tiveram a carteira assinada. Cerca de 30% das mulheres que entraram no mercado de trabalho foram trabalhar por conta própria. Entre os homens, entre os maiores índices, estão os 39,2% que foram trabalhar por conta própria (1,8 milhão) e os 30% sem carteira assinada (1,3 milhão).

Dos “novos ocupados” nas categorias de trabalho por conta própria, 71% concentraram-se em 20 ocupações, a maior parte ligada a atividades manuais ou de prestação de serviços e vendas. O Dieese destaca os vendedores a domicílio (281 mil), agricultores (276 mil) e pedreiros (275 mil). Também aumentou a participação em ocupações que, segundo o instituto de pesquisa, geralmente crescem em períodos de baixo dinamismo econômico, como condutores de automóveis (88 mil) e vendedores ambulantes (77 mil, de alimentação, e 59 mil, os demais).

Salário

O rendimento médio desses trabalhadores que acabaram de conseguir uma vaga, no segundo trimestre, equivale a menos da metade do que é pago no mercado de trabalho, segundo o Dieese. Enquanto os ingressantes recebiam cerca de R$ 1.023, o mercado oferecia em média R$ 2.128 para o total de ocupados.

Os jovens, tradicionalmente, têm rendimento menor do que o recebido por aqueles com mais idade. Em algumas situações, chegam a ganhar apenas 65% do rendimento dos trabalhadores de 60 anos ou mais (R$ 857 ante R$ 1.318). Mais da metade (53%) dos “novos ocupados” tinha jornadas inferiores a 40 horas semanais. Desses, 35% disseram que gostariam de trabalhar mais horas.

Fonte: Agência Brasil

13

Nov

Mundo corporativo

Maior evento corporativo do Nordeste gera R$ 10 milhões em negócios

"Organização impecável e povo hospitaleiro. Estou muito contente em contribuir para o ecossistema empreendedor. Até a próxima Natal". A mensagem do palestrante Fernando Godoy, founder na Gaia Hyper Group e investidor serial de startups, reforça a impressão deixada pelo Fórum Negócios, realizado nos dias 9 e 10 de novembro, na Arena das Dunas. Um "mega evento" corporativo à céu aberto, como definiu Silvia Patriani, outra renomada palestrante. Só em negócios, foram gerados cerca de R$ 10 milhões, de acordo com o primeiro levantamento feito pela organização.

Rico em conteúdo, o maior evento corporativo do Nordeste ainda oportunizou empreendedores a desenvolverem o networking na feira de oportunidades e negócios, instalada na área de hospitalidade da arena multiuso. Na Arena Febracis, montada no auditório do estádio, investidores, empreendedores, educadores e influenciadores digitais participaram de rápidas conversas (Business Talks), em forma de painéis, sobre vários temas e rodadas de negócios. Cases de sucesso de alguns parceiros e patrocinadores também foram apresentados.

A expressão "Arena dos Tubarões", estampada na porta de entrada da Arena das Dunas e que fazia referência ao reality show Shark Tank, da Sony, sobre startups, refletiu nos negócios gerados durante o Fórum: R$ 10 milhões, entre investimentos nas empresas de financiamento, venda de livros, imóveis, alimentos e bebidas, contratação de serviços e no investimento na Click Pão, startup potiguar que venceu o concurso GO UNICÓRNIO, realizado no sábado, durante o evento.

Arena
E o fato de ter sido realizado numa arena de Copa do Mundo deu uma dimensão ainda mais superlativa ao evento corporativo, tanto que o palestrante Caíto Maia, fundador da Chilli Beans, chegou a dizer que se sentia uma Ivete Sangalo, fazendo show para tanta gente num estádio de futebol. "É incrível, tudo isso aqui. Natal e Jean (Valério, jornalista idealizador do Fórum) estão de parabéns. Estou me sentindo uma Ivete Sangalo (risos)". Além do palco instalado à beira do campo, virado para a arquibancada, o público ainda pode acompanhar todo o conteúdo apresentado nas palestras através de super-telões de LED.

Empolgado com a overdose de conteúdo, o contador Luiz Roberto disse que já vai garantir a vaga dele para o próximo ano. “Foi um evento muito bom. Gostei mais das palestras da sexta-feira. E ano que vem, com certeza, estarei presente, novamente”. A advogada Nadia Confessor entrou na onda do “mega-evento”, citado pela palestrante Silvia Patriani, e soltou essa: “foi um eventão, muito bom mesmo”. “Eu gostei bastante. A proposta é excelente”, destacou Ana Elizabeth, do marketing do Aeroporto Internacional Aluísio Alves.

Vários temas foram discutidos nos dois dias de evento: gestão, produtividade, marketing digital, vendas, alta performance, inovação, realidade virtual e aumentada, tecnologia, criatividade e empreendedorismo. E um seleto público de 3,5 mil pessoas acompanharam a overdose de palestras, ministradas por uma verdadeira constelação: Sandro Magaldi, Martha Gabriel, Tathiane Deândhela, Caíto Maia, Fred Alecrim, João Kepler, Fábio Silva, Silva Patriani, Ben Zruel, Marcos Scaldelai, Rick Chester, Ricardo Karpat, Fernando Godoy e Dirceu Simabucuru.

Propósito
Para o jornalista e idealizador do Fórum Negócios, Jean Valério, o evento foi um marco para o mundo corporativo do Estado e da região Nordeste. “O nosso propósito é criar toda essa atmosfera de empreendedorismo, trazendo os melhores do Brasil, usando o poder das conexões. Hoje, a gente tem credibilidade e sabe se comunicar bem e muita conexão com essas pessoas que acreditam no nosso propósito. Foi muito gratificante vê as pessoas saindo do Fórum realizadas de conhecimento, muitas delas transformadas, dizendo que esse evento modificaria a vida delas ou o negócios delas”, declarou Jean.

Entre as novidades, uma que cativou muito os pais que foram ao Fórum foi o Espaço Kids. Sob a coordenação do ‘TimTim por TimTim Buffet’, um dos parceiros do evento, foi oferecido um serviço vip para a criançada. Acompanhada dos pais ou responsável, meninos e meninas até 10 anos de idade puderam usufruir de um espaço destinado especialmente para eles, com lanches, muitas brincadeiras e o melhor: total segurança.

O Fórum Negócios 2018 foi um oferecimento da ACarta Comunicação e Portal/Revista Negócios - www.portalnegocios.com.br - e tem o apoio da Arena das Dunas, Sebrae, Coca-Cola, Heineken, Geap,3 Corações, Algar Telecom, Gonden Tulip, Praia Shopping, Dois A Urbanismo, Federal Invest, Febracis, Grand Nordeste Planejamento, Reserva Bonfim, Potigás, Fala Síndico Brasil, ABIH, Sodiê Doces, O Boticário, ADInvest, Clínica do Shopping, Sunline Viagens e Turismo, Governo do RN e Intertv Cabugi.

Foto: Bruno Póvoa 

1

Nov

Mundo corporativo

Poupança é o investimento preferido pela maioria dos brasileiros que guardam dinheiro para o futuro

Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) constatou que, no mês de agosto, apenas 19% dos brasileiros que têm reserva financeira separaram parte da renda pensando na aposentadoria.

Segundo os autores da pesquisa, apesar de o número ter crescido em relação ao de janeiro deste ano (9%), para 45% dos entrevistados a principal preocupação ainda é destinar a poupança a possíveis imprevistos.

De acordo com o levantamento, 28% dos consumidores destinam a reserva à garantia de um futuro melhor para a família e 25% para o caso de ficarem desempregados. O valor médio poupado no mês de agosto foi R$ 354.

O estudo mostra que a caderneta é a líder entre os principais investimentos buscados pelos que reservam algum dinheiro para o futuro. A caderneta de poupança é o investimento preferido por 59% dos entrevistados. Já 18% afirmam guardar o dinheiro em casa; 18% na conta corrente; 10% aplicam em fundos de investimento e 10% em previdência privada.

Também foram citados o Tesouro Direto (7%), o Certificado de Depósito Bancário (CDB), com 5%, a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), com 3%, e a Bolsa de Valores, com 2%

Questionados sobre o quanto conhecem as modalidades de investimento, a poupança é a mais citada (89%), seguida pelos títulos de capitalização (53%). A previdência privada também surge como destaque, citada por metade dos entrevistados. O estudo mostra ainda que 28% dos brasileiros desconhecem formas de investimentos e permanecem mantendo o dinheiro em casa ou na conta do banco.

Dificuldade para poupar

O SPC Brasil avaliou também como os brasileiros pouparam em agosto e, de acordo com o estudo, apenas 16% dos entrevistados fizeram algum tipo de reserva financeira. Nas classes C e D, o percentual cai para 11% e, nas classes A e B, sobe para 37%. Entre as justificativas para a dificuldade de poupar, 45% citaram a renda insuficiente, 15%, os imprevistos e o desemprego e 12%, o descontrole com os gastos.

De acordo com o levantamento, por causa do alto índice de desemprego e da queda do poder de compra, quatro em cada 10 pessoas que têm reserva financeira tiveram de sacar pelo menos parte dos recursos em setembro para gastos com imprevistos e dívidas, ou para complementar a renda.

Para o SPC Brasil, com a questão de previdência em destaque no debate político e econômico, os números do levantamento revelam que a preocupação com a aposentadoria começa a ter a atenção do poupador brasileiro, mas a principal motivação para a formação da reserva ainda são os imprevistos.

O levantamento abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e a margem de confiança, de 95%.

Foto: Pixabay / Fonte: Agência Brasil

19

Out

Mundo corporativo

Congresso Brasileiro de Direito Tributário vai debater reforma e economia digital

A cidade do Natal sediará no dia 9 de novembro a primeira edição do Congresso Brasileiro de Direito Tributário. Com a participação de 18 palestrantes de renome no cenário nacional, o evento, que acontecerá no Hotel Holliday Inn Natal abordará assuntos como a reforma e responsabilidade tributária, direito tributário econômico, os novos paradigmas do processo tributário, a tributação na era da economia digital, os impactos dos arranjos econômicos multinacionais na arrecadação tributária.

Promovido pelo Instituto Potiguar de Direito Tributário e com organização da C&M Produções, o Congresso é destinado aos profissionais do Direito e estudantes que pretendem se atualizar com as principais inovações do Direito Tributário, a partir das discussões promovidas por quem elabora a doutrina e jurisprudência do país.  Segundo explica a presidente do IPDT, Karoline Marinho, o evento tem como grande missão intensificar a qualificação dos profissionais/estudantes e promover o compartilhamento de informações de maneira didática e coerente com as mudanças do mercado. 

Entre os palestrantes, estão: Paulo de Barros Carvalho, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, da Universidade de São Paulo e Diretor executivo da Revista de Direito Tributário; Eurico di Santi, Mestre e Doutor em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, além de Vencedor do Prêmio Jabuti em 2008, na categoria de Melhor Livro de Direito, com a obra Curso de Direito Tributário e Finanças Públicas; Hugo de Brito Machado, Contabilista e advogado com graduação, especialização, mestrado e doutorado pela UFC, Possui título de notório saber em Direito Tributário, conferencista, consultor tributário e parecerista; Roque Carraza, Chefe do Departamento das Relações Tributárias, Comerciais, Econômicas e Internacionais da PUC/SP – Ex-Presidente da Academia Paulista de Direito – Advogado e Consultor Tributário – Procurador de Justiça aposentado;  Adriana Rego,  especialista em Direito Processual Tributário pela Universidade de Brasília e presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, do Ministério da Fazenda. 

19

Out

Comunicação

Shark Tank entre os jurados do concurso de Startups Go Unicórnio no Fórum Negócios

Com o objetivo de fomentar e estimular o empreendedorismo e ajudar a desenvolver o ecossistema de startups no Nordeste do Brasil, a Revista Negócios.net, editada pela Acarta Comunicação, promove o concurso Go Unicórnio. O evento acontecerá durante o Fórum Negócios 2018, que será realizado nos dias 9 e 10 de novembro, na Arena das Dunas. As inscrições já estão abertas no site do evento corporativo: www.forumnegocios.com.br. Lá, o interessado também tem acesso ao regulamento.

“O concurso é aberto à inscrição de projetos empreendedores de qualquer natureza, desde que tenha um negócio já consistente, em andamento e com demonstrativo de resultados”, explicou Jean Valério, idealizador do Fórum Negócios e do Go Unicórnio. No ato da inscrição do projeto, o candidato deve se inscrever também nas categorias Gold ou Vip Exclusive do Fórum Negócios.

Membros indicados pela revista Negócios.net – Caíto Maia (estrela do Shark Tank Brasil), João Kepler (investidor de mais de 100 startups), Fernando Godoy (investidor e sócio de João Apolinário da Polishop) e Fred Alecrim, além do jornalista Jean Valério – estarão no palco, juntos, interagindo e avaliando os melhores pitchs (apresentações de 3 minutos) e projetos.

De acordo com o regulamento do concurso, será disponibilizado para cada participante uma declaração de participação, um troféu e um vale-presente (ou brinde), além de investimento na empresa (a critério dos avaliadores), consultoria de marketing, jurídica e para aceleração, por três meses.

Fórum Negócios
Com a ousadia de querer transformar pessoas e se estabelecer no mercado como um dos maiores eventos corporativos do Brasil, o Fórum Negócios contará com 14 grandes palestrantes do país, cada um em sua especialidade. O evento corporativo será realizado durante dois dias (9 e 10 de novembro, sexta e sábado, respectivamente), na Arena das Dunas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.forumnegocios.com.br.

As palestras vão girar em torno de várias temáticas: gestão, produtividade, foco em resultado, marketing digital, vendas, alta performance, inovação, realidade virtual e aumentada, tecnologia, criatividade e empreendedorismo. Foram convocados para dar show na Arena das Dunas: Sandro Magaldi, Martha Gabriel, Tathiane Deândhela, Caíto Maia, Fred Alecrim, João Kepler, Fábio Silva, Silva Patriani, Ben Zruel, Marcos Scaldelai, Rick Chester, Dirceu Simabucuru, Ricardo Karpat e Fernando Godoy.

Estrutura
Só o fato de ser realizado numa arena de Copa do Mundo já dá uma dimensão superlativa ao evento corporativo, que terá um palco no gramado virado para o setor leste de arquibancada da arena multiuso, com um super-telão de LED de cada lado. No espaço de hospitalidade da Arena das Dunas, setor que antecede às arquibancadas, será montada uma grande Feira de Oportunidades e Investimentos, com direito a coffe station, happy hour, sessão de autógrafos, ativação de marcas, lançamento de livros e networking.

O Fórum Negócios 2018 é um oferecimento da ACarta Comunicação e Portal/Revista Negócios – www.portalnegocios.com.br – e tem o apoio da Arena das Dunas, Grand Nordeste Planejamento, Espacial Veículos e Fala Síndico Brasil.

10

Out

Mundo corporativo

Grandes nomes do cenário trabalhista marcam presença em encontro de Ciências Contábeis

Grandes nomes da contabilidade e do cenário trabalhista brasileiros estarão reunidos no Teatro Riachuelo Natal para o 14º Encontro Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis (ENCC). O evento é considerado um dos maiores da classe contábil do Brasil e acontecerá no período de 15 a 17 de outubro.

As inscrições são feitas exclusivamente no site http://www.sympla.com.br/encc, com valor promocional de 2º lote até esta quarta-feira (10): R$ 240 para profissionais da área e R$ 120 para universitários, conforme previsto em lei estadual. Estará no centro das discussões a "Contabilidade: Convergência Digital, Gestão e Transparência”. A iniciativa contará com programação diversificada e é promovida pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Norte (CRC-RN) e pela Academia Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis (Acaderncic).

“O objetivo é promover a educação continuada e o desenvolvimento profissional da classe contábil e incentivar a produção científica acerca de temas que promovam avanços na ciência e na profissão contábil. Neste contexto, ocorrerão debates acerca das Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao setor público, privado, terceiro setor, auditoria, perícia e responsabilidade socioambiental”, explica o presidente do CRC-RN, Luzenilson Moreira da Silva.

Uma das palestras mais aguardadas é a do juiz do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região do Paraná (TRT-PR), Dr. Marlos Augusto Melek, que junto com o deputado federal do Rio Grande do Norte, Rogério Marinho, abrirão as atividades do ENCC com a apresentação dos detalhes da “Nova Lei Trabalhista na Prática: o dia a dia e os diferenciais competitivos”.

Entre outros convidados estão a representante do Painel de Especialista do Fundo Monetário Internacional (FMI), Liêda Amaral de Souza; o economista Paulo Cordeiro de Mello; o presidente da Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC), Aldeído Osório de Oliveira; a inspetora de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG), Sandra Maria de Carvalho Campos; o consultor de empresas Adauto José de Carvalho Filho; o conselheiro da Omiexperience, da Fortes Tecnologia e da Bizdocs de Portugal, Roberto Dias Duarte, e o especialista em Gestão de Negócio de Alto Impacto e em Política em Estratégia, Vicente Sevilha Junior.

Também confirmaram presença o professor e perito contábil, Alberto Carneiro; a professora de Contabilidade da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Tatiana Falcão de Souza Fernandes; o coordenador e professor do MBA Executivo em Negócios, Controladoria e Finanças da BSSP Centro Educacional, Fernando Sampaio; a presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis (Abricicom), Maria Clara Cavalcante Bugarim; conselheira do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Maria Constança Carneiro Galvão; o presidente da Academia Piauiense de Ciências Contábeis (Apicicon), Elias Dib Caddah Neto;  doutor em Administração de Negócios pela Flórida Christian University (EUA), Antônio Ranha; a professora de Educação da Faculdade Internacional de Curitiba (Facinter), Zita Lago; o presidente do Grupo Fortes de Serviços e da Fortes Advogados Associados, José Carlos Fortes.

Simultaneamente ao Encontro Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis, os participantes poderão participar da 2ª Convenção Contábil Potiguar, que também acontecerá no Teatro Riachuelo. Fóruns, minicursos, rodas de conversas e workshops completam a programação, reunindo representantes de instituições de ensino superior, além de entidades representativas de classes como sindicatos, academia e associações.

Foto: Divulgação

10

Out

Mundo corporativo

Comércio e serviços contratam mais de 59 mil trabalhadores para o fim de ano, informam CNDL/SPC Brasil

Faltando três meses para a chegada das festas de fim de ano, os setores de comércio e serviços já abriram as portas para a contratação de trabalhadores. Para os empresários, essa pode ser a última oportunidade do ano para recuperar os prejuízos, enquanto os profissionais desempregados veem nesse período a chance de voltar ao mercado de trabalho.

Uma pesquisa feita nas capitais e interior do país pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) estima que, pelos próximos meses, aproximadamente 59,2 mil vagas serão abertas nos segmentos do comércio e serviços. O número é levemente superior aos 51 mil novos postos que foram previstos para o mesmo período do ano passado.

Para este ano, os dados mostram um cenário de moderada melhora na comparação com 2017. Embora ainda representem a maioria, caiu de 82% para 72% o percentual de empresários que não têm a intenção de fazer contratações extras nesse fim de ano. Em sentido oposto, aumentou de 13% para 17% o percentual dos que devem integrar ao menos um novo colaborador à sua equipe.

Reforçar o quadro de funcionários para dar conta do aumento da demanda neste período do ano (81%) é o motivo mais citado na hora de justificar as contratações, mas há também empresários que contratam pensando em melhorar sua competição no mercado (8%) e aqueles que se planejam para lidar com a rotatividade de funcionários (5%). A maior parte (46%) dos empresários consultados deve contratar apenas um funcionário, enquanto 28% pretendem contratar dois novos colaboradores.

Já entre aqueles que não irão contratar, 49% acham que o movimento nas lojas não crescerá de forma que justifique admissões. Outros 15% não possuem verba suficiente e 11% consideram os encargos trabalhistas elevados, o que não compensa esse tipo de investimento. Em alguns casos, mesmo sem contratar funcionários, os empresários devem adotar outras estratégias para lidar com o período aquecido de vendas, tanto que 17% planejam ampliar as horas trabalhadas por dia da atual equipe.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, embora o número de 59,2 mil vagas seja uma pequena fração diante do contingente de quase 13 milhões de desempregados no país, os dados sinalizam uma recuperação gradual da economia e injetam algum otimismo para o início do novo ano.

“Para um país que há pouco tempo fechava postos de trabalho, esse número serve de alento e de oportunidade para muitas pessoas. Quem procura há meses uma recolocação no mercado de trabalho pode encontrar nas vagas de fim de ano a chance para começar a colocar a vida financeira em ordem”, afirma a economista.

Fonte: CNDL / Foto: Pixabay

5

Out

Mundo corporativo

Fashion Law: OAB/RN cria Comissão Especial de Direito da Moda

O chamado "Fashion Law", Direito da Moda, é a área do Direito que versa principalmente sobre a propriedade intelectual relativa à indústria do vestuário. Nos Estados Unidos e na Europa existem diversos escritórios especializados no assunto, e, no Brasil, a área vem tomando espaço devido a sua importância e ao contínuo crescimento do mercado da Moda. No Rio Grande do Norte, a moda e seu amplo leque de atuação também são áreas a serem exploradas.

A indústria da moda é a que mais cresce e a indústria têxtil é a segunda que mais emprega na indústria de transformação. No Brasil, o mercado da moda movimenta pelo menos R$ 200 bilhões por ano, bem como a indústria têxtil, que no RN gira a economia em R$ 4, 7 bilhões.

Recentemente, a OAB/RN criou a Comissão Especial de Direito da Moda, presidida por Amanda Câmara. Além de ser formada por advogados e advogadas, a Comissão terá a participação de membros consultivos como estilistas, designers, arquitetos, empresários e outros profissionais que atuam na área.

De acordo com a presidente da Comissão - que desde 2011 pesquisa sobre a temática e a defendeu em seus trabalhos de conclusão dos cursos de Graduação, Pós-Graduação e ainda será o tema da sua Dissertação de Mestrado - uma das principais funções da Comissão é fazer a ponte entre a indústria da moda e o Direito. “Há um bom nicho de atuação no Estado. A Guararapes, por exemplo, está aqui e é uma das maiores empresas do país. A moda é uma área a ser explorada, pois envolve desde a parte de direito empresarial, que engloba as patentes e marcas, ao direito internacional, devido às adequações a legislações internacionais quando um produto é exportado. A moda também engloba as áreas tributária, trabalhista e criminal”, disse. Amanda Câmara ainda enfatiza que um dos objetivos da Comissão Especial será auxiliar empresas locais como órgão consultivo.

Além de roupas, acessórios, estampas, design de joias, entre outros, temas polêmicos como trabalho análogo à escravidão, contratos inadequados entre empresas e modelos e explorações indevidas da imagem também estão sob o guarda-chuva do Fashion Law.
A Comissão terá como principais competências discutir casos jurídicos; promover eventos para que as pessoas saibam como atuar no Direito da Moda; capacitar os membros para participação de eventos jurídicos locais e nacionais, bem como analisar os nichos de atuação e de mercado no Estado.

Com informações da OAB/RN. Foto/divulgação

5

Out

Mundo corporativo

Emprego, empreendedorismo e novo mercado de trabalho são temas de palestras gratuitas na Estácio

A faculdade Estácio disponibiliza no blog Estácio Carreiras (http://www.estaciocarreiras.com.br/blog) palestras gratuitas para seus alunos, sobre emprego, empreendedorismo e o novo mercado de trabalho. Ao longo do mês, temas como “Negócio de Impacto”, “Design Thinking”, “Como Empreender no Brasil” e “O Novo Poder e o Financiamento Coletivo” serão debatidos por especialistas.

O conteúdo será disponibilizado a partir do dia 16, também gratuitamente, para o público externo de todo o Brasil. O acesso deve ser feito pelo blog ou no canal Youtube. “Essas palestras têm como objetivo aproximar estudantes com assuntos que estão em voga no mercado de trabalho. Por meio delas, os alunos vão ter acesso a conteúdos atuais, que estão modificando o mercado de trabalho e criando novas formas de se ver o emprego”, comenta Liliana Sebusiani, gerente de empregabilidade da Estácio.

2

Out

Mundo corporativo

Programa de aceleração de mídias digitais voltado a mulheres abre inscrições

A iniciativa Chicas Poderosas está com inscrições abertas para o seu segundo acelerador de projetos de mídia digital. O Laboratório de Novos Empreendimentos (NVL) vai oferecer suporte a empresas que estejam em estágio inicial e sejam lideradas por mulheres. O programa começará em janeiro de 2019 e tem duração de 20 semanas. O prazo para se inscrever vai até 20.nov.2018 e oito startups serão selecionadas. 

Além do acelerador, a Chicas Poderosas vai promover três oficinas de design thinking voltadas para o NVL, em São Paulo (3.nov)Rio de Janeiro (4.nov) e Florianópolis (11.nov). As inscrições para as oficinas ficam abertas até 48h antes, ou até as 30 vagas disponíveis em cada uma se esgotarem.

Ao longo das 20 semanas, a iniciativa vai oferecer um mini-MBA, orientação para atender às necessidades específicas das empresas atendidas pela aceleração e um plano para apoiar o lançamento do empreendimento. O programa inclui treinamentos on-line, sessões de orientação de equipe e vai acontecer entre 14.jan.2019 e 7.jun.2019, com pausa no Carnaval.

Segundo Ana Addobbati, gerente do NVL no Brasil, o programa é um desejo antigo da CEO da Chicas Poderosas Mariana Santos, que queria “dar um passo a mais” no apoio a mulheres que desejam ter negócios sustentáveis de mídia digital. “Até então, Chicas Poderosas vinha girando a América Latina disseminando a metodologia de Design Human Centred para apoiar comunicadoras a desenvolverem seus protótipos de negócios e projetos”, diz.

Essa é a segunda edição do NVL no Brasil. O primeiro programa de aceleração da Chicas Poderosas envolveu dez projetos em Manaus, Recife, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Equador e Peru. “No Brasil, onde a desigualdade de gênero é gritante, um gargalo para o desenvolvimento do País, e a indústria de mídia está em xeque, fez-se necessário implementar uma aceleradora para apoiar projetos e negócios liderados por mulheres a ganhar tração e se tornarem realidade”, explica a gerente.

Addobbati é fundadora das startups Women Friendly e #letstalk, e teve a segunda iniciativa acelerada na primeira edição do NVL. Desde setembro deste ano é gerente do projeto no Brasil. “Muitos dos projetos da primeira edição já estão em outro momento de maturidade comparado a quando entraram, outros em parceria com instituições internacionais e outros em fase de captação de investidores. Nossa expectativa é que o programa atraia ainda mais investidores, parceiros e projetos dado o sucesso e aprendizados da primeira edição”, afirma.

Com informações da Abraji

26

Set

Mundo corporativo

Evento gratuito valoriza quem quer abrir o próprio negócio

Temas que circundam o empreendedorismo estarão na agenda de palestras do evento “A hora da decisão – Como vencer o medo de empreender”. O encontro é destinado para possíveis empreendedores e propõe desmistificar os desafios ao abrir um negócio e apresentar soluções práticas de como transformar o sonho de ser protagonista do próprio destino em realidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até esta quinta-feira (27), mediante um pré-cadastro no endereço eletrônico: https://institutocesar.com/evento-gratis/.

Os interessados serão selecionados de acordo com as motivações pessoais relacionadas à temática da iniciativa. As vagas são limitadas. A programação acontecerá no dia 30 de setembro, no Villa Park Hotel, das 8h às 14h.

A ação marca a abertura das atividades do Instituto Cesar, idealizadora do evento. As palestras serão conduzidas pelo diretor do Instituto, César Augusto, e dos convidados Marcelle Braga – coach, escritora e especialista em programação neurolinguística – e Marcelo Henrique – professor de Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mestre e doutorando em administração.

Sobre o Instituto Cesar
Sem fins lucrativos, o Instituto Cesar – Centro Educacional para Superar Adversidades e Riscos surge com o objetivo de fomentar o empreendedorismo para o público em geral. São planejadas diversas iniciativas como séries de vídeos, cursos, eventos e grupos de mentorias.

O Instituto visa disseminar novos conhecimentos acerca do empreendedorismo por meio de publicações de conteúdos nas plataformas digitais: Instagram, Facebook e YouTube. Inicialmente, as atividades funcionarão apenas em ambiente virtual. A expectativa é de que, nos próximos meses, a instituição também atenda o público em espaço físico.

O Instituto Cesar tem à frente o empresário César Augusto, presidente da Telepesquisa, líder no Rio Grande do Norte em anúncios de empresas na internet há 25 anos.

21

Set

Jornalismo

Varejo perde R$ 19,5 bilhões em 2017 por danos em produtos e furtos

O varejo brasileiro perdeu, em média, 1,29% do faturamento no ano passado em prejuízos com falhas no manuseio de produtos, vencimento de mercadorias ou furtos. Os dados são da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) e reuniu 100 empresas de 11 segmentos diferentes. O valor equivalente das perdas alcança R$ 19,5 bilhões da receita do setor em 2017. De acordo com a associação, o montante seria suficiente para “criar” a sexta maior empresa varejista do Brasil em faturamento. A receita total do setor no ano passado foi R$ 1,51 trilhão.

Segundo o presidente da Abrappe, Carlos Eduardo Santos, disse que o índice já indicava tendência de queda nas apurações anteriores, quando a média ficou em 1,40%, em 2015, e 1,32%, em 2016. Entretanto, a pesquisa nos anos anteriores era produzida pela Comissão de Prevenção de Perdas, Auditoria e Gerenciamento de Riscos (CPAR) – organização que já reunia os membros que hoje fazem parte da associação – com a mesma metodologia, mas com oito segmentos. 

Entre os motivos que explicam a redução das perdas, na avaliação de Santos, estão os investimentos feitos pelas empresas, mas também a crise econômica. “Estamos em um período de retração e quando isso acontece a empresa olha para dentro de casa para melhorar a sua eficiência. Então isso se confirmou pelo resultado médio”, disse. Ao reduzir as perdas, as empresas garantem a manutenção da margem de lucro.

Dos segmentos analisados apenas o de supermercados e o de livrarias/papelarias tem percentual de perdas acima da média nacional. No varejo supermercadista, as perdas representam 1,94% do faturamento, sendo 1,03% referente a quebras operacionais (produto vencido, dano causado pela manipulação, entre outros). No caso das livrarias, o percentual é de 1,46%. Desse total, 0,88% corresponde a perdas não identificadas, como furtos, rupturas e erros de estoque.

Os demais setores por volume de perdas são varejo de esportes (1,21%), moda (1,20%), drogarias (1,13%), atacarejo [neologismo que designa uma forma de comércio que reúne atributos do atacado e do varejo] (1,05%), construção e lar (1,04%), magazines (0,84%), perfumaria (0,70%), calçados (0,53%) e eletromóveis (0,34%). 

Tipos de perda


Em relação ao tipo de perda no total, as quebras operacionais representam 35%, os furtos externos, 24%, e os furtos internos, 15%. Somadas, as modalidades de furto alcançam 39%. Erros de inventários e erros administrativos aparecem em seguida, com 10% e 9%, respectivamente.

Nas quebras operacionais, entre os fatos mais recorrentes estão os produtos atingirem o vencimento (24%), seguido pelos itens danificados por clientes (18%), pela deterioração/perecibilidade (16%) e pelo manejo incorreto dos funcionários (13%).

Margem de lucro


Santos aponta que o principal impacto para as empresas é a diminuição na margem de lucro. Ele avalia que estabelecimentos que fazem a gestão das perdas conseguem compor a margem com mais visibilidade. “A gente costuma dizer que uma empresa que tem prevenção de perdas é mais competitiva porque elas sabem quanto perdem e, a partir do momento que elas sabem, tem que implementar um programa para que possa reduzir esse nível de perda encontrado. Ao reduzir a perda, automaticamente aumenta a margem de lucro”, disse. De acordo com o presidente da Abrappe, a partir desse ganho de gestão interna, é possível repassar parte desse ganho.

Por outro lado, empresas que não fazem gestão de perdas podem repassar o prejuízo para o consumidor. “É uma questão de sobrevivência fazer uma gestão de perdas. Quanto menor for o índice de perda, maior é a margem que vai obter e maior a competitividade. Quanto maior o índice de perda, menos competitivo ele é, mais isso impacta em preço”.

Fernanda Della Rosa, assessora econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), diz que planos de prevenção de perdas são fundamentais para reduzir a chamada “quebra de inventário”. “Se a empresa quer ser mais competitiva, vender o seu produto com desconto, com promoções, não sobra muito campo para fazer isso, porque também não pode vender no prejuízo e acaba tendo uma menor competitividade”.

A assessora cita como exemplo de modelos de planos de prevenção de perdas o estabelecimento de participação de lucros para funcionários que tenham como metas a redução de quebra de inventário. “Todo mundo se compromete. Um olha o outro e também existe maior observação dos funcionários em relação ao público externo. Existe uma meta, uma motivação”, disse.

Com informações da Agência Brasil 

20

Set

Mundo corporativo

Governo lança consulta para ouvir sociedade sobre o futuro do trabalho

Após dar início ao funcionamento de um comitê para discutir as futuras relações de emprego, o Ministério do Trabalho lançou uma consulta pública para ouvir a sociedade sobre o assunto. Durante as próximas semanas, os cidadãos poderão enviar propostas sobre três grandes temas: novas tecnologias nas atividades econômicas; impacto da inovação no mercado de trabalho; e inclusão de trabalhadores por meio de políticas públicas no processo de transformação.

Na última terça-feira (18), o governo federal promoveu a primeira reunião do Comitê de Estudos Avançados sobre o Futuro do Trabalho, criado para “discutir e propor formas de proteção ao emprego diante do avanço da automação”. O grupo é formado por representantes dos poderes Executivo e Judiciário, de instituições acadêmicas, sindicatos e entidades de classe. O prazo para apresentação do relatório final dos debates é 23 de novembro.

Segundo a pasta, a consulta pública não possui um padrão específico, mas os interessados deverão responder especificamente sobre os três temas: presença das novas tecnologias nas atividades econômicas, impacto dessas tecnologias no mercado de trabalho e políticas públicas que promovam a inclusão de trabalhadores no processo de transformação.

Até o final dos trabalhos, o comitê pretende promover encontros regionais e audiências públicas em cidades como São Paulo, Florianópolis e Recife. A indústria 4.0,a inteligência artificial e a economia compartilhada estão entre os temas que serão discutidos pelos integrantes do comitê.

Fazem parte do colegiado, representantes do Ministério da Indústria e Comércio, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região e do Ministério Público do Trabalho. Do lado dos empregados, participam as principais centrais sindicais brasileiras, como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). 

Já as entidades que representam as empresas são as confederações nacionais da Indústria (CNI), da Agricultura (CNA), de Transportes (CNS), dos Serviços e de Saúde.

Na primeira reunião do comitê, o ministro Caio Vieira de Mello e os demais integrantes do grupo assistiram a estudos e trabalhos técnicos apresentados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Conferência Nacional da Indústria e Observatório Nacional do Mercado de Trabalho.

Dentre os textos compartilhados estão artigo do Ipea sobre a economia digital e o futuro do trabalho, estudo da CNI sobre inovação tecnológica e emprego e iniciativas sobre o tema da Organização Internacional do Trabalho no Brasil (OIT).

De acordo com o ministro, é preciso ampliar as ações voltadas para qualificação e aprendizagem profissional com foco nas novas tenologias. “A própria Constituição Federal já nos dá o princípio da proteção do trabalhador em relação à automação. A mudança e o progresso devem existir, mas precisamos garantir a valorização do trabalho”, disse, durante a instalação do comitê.

O próximo encontro está previsto para o dia 2 de outubro, quando os membros do fórum deverão analisar as apresentações feitas na data de ontem. Para enviar contribuições sobre os assuntos relativos ao grupo, basta enviar um e-mail para futurodotrabalho@mte.gov.br.

Com informações da Agência Brasil