Jornalismo

29

Mar

Jornalismo

Sistema Opinião, da TV Ponta Negra, investe em portal que promete ser o maior do Nordeste

Por Juliska Azevedo

O Sistema Opinião, sócio majoritário da TV Ponta Negra e uma das maiores redes de jornalismo do país, está investindo forte em sua entrada no universo da comunicação digital. O grupo está nos últimos preparativos para o lançamento de um produto que promete ser o maior portal de comunicação do Nordeste – tendo o RN como um dos principais eixos. A expectativa do sistema é de que o novo site entre no ar até maio.

O portal está em fase final de ajustes e vai integrar, em uma mesma plataforma, conteúdo jornalístico produzido a partir das cinco emissoras de TV e das rádios do grupo. Serão seis home-pages interligadas, em um formato semelhante ao adotado pelo G1. A principal delas vai reunir todo o conteúdo se apresentando como o Portal do Nordeste, mas com notícias também do restante do Brasil e do Mundo. Cada um dos quatro estados onde o sistema mantém operação (Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco e Ceará) terá uma home-page própria com destaque para a notícias locais. E a sexta seção do Portal reunirá informações de entretenimento.

O grupo está na fase final de desenvolvimento do produto e já contratou mais de 30 profissionais para tocar o novo portal. Em Natal, seis profissionais vinculados à TV Ponta Negra vão conduzir o jornalismo digital. A editora-geral será Marline Negreiros, jornalista experiente que dirigiu o DNOnline, portal do Diário de Natal, encerrado em 2012. Tive a oportunidade de trabalhar diretamente com Marline no período em que atuei como editora-executiva do Diário de Natal. É uma das profissionais mais preparadas do mercado para a missão.

26

Mar

Comunicação

Radialista do Seridó estreia programa em cadeia de emissoras

A radialista seridoense Suerda Medeiros estréia hoje o programa Crônica do Dia, projeto que será transmitido em cadeia de rádio para seis emissoras do Seridó: Povo FM (Caicó); Bonita FM (São José do Seridó); Gargalheiras FM (Acari); Vale do Piranhas FM (Jardim de Piranhas); Princesa da Serra FM (Serra Negra do Norte) e Mulungu FM (São João do Sabugi).

A radialista explica ao blog que o quadro é filantrópico, e tem a intenção de levar mensagens de apoio, positividade e esperança aos ouvintes. “Se em um dia eu conseguir tocar o coração de alguém que está desesperançado, terá sido uma grande vitória”, afirma. As crônicas também estarão na internet, nas redes sociais da radialista. Suerda atua em rádio há 32 anos. Há dois apresenta um programa ao lado da jornalista Gláucia Lima, na Rádio Povo FM em Caicó.

 

26

Mar

Comunicação

Papo de Mídias discute, em Natal, formas de checar notícias para combater Fake News

Como checar os fatos e evitar a disseminação de notícias falsas será debatido entre profissionais da Comunicação, estudantes, professores em evento aberto ao público na 6ª edição do Papo de Mídias, dirigido pela jornalista Erika Zuza, que leva atualidades do jornalismo e do mundo digital ao centro dos debates.

O evento será no Sebrae/RN, no próximo dia 04 de abril, a partir das 18h30, e contará com comunicadores especializados em crise, internet e eleições na mesa de debates. Estarei entre os convidados desta edição.

Para participar, faça sua inscrição gratuita aqui: https://www.sympla.com.br/6-papo-de-midias---o-uso-de-fact-checking-para-combater-fake-news__264073  As confirmações seguirão por email e, no dia do evento, será preciso levar 1kg de alimento não-perecível para doação à AMICO. 

 

26

Mar

Comunicação

Robôs fizeram 773 mil publicações nas redes sociais nas eleições de 2014, aponta estudo da FGV

Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e divulgada ontem, com exclusividade, pelo Fantástico, da Rede Globo, mostra que pelo menos 699 robôs atuaram divulgando notícias positivas sobre Aécio Neves e outros 509 robôs fizeram o mesmo por Dilma Rousseff. A desconfiança é de que os perfis falsos foram criados na Rússia (olha a Rússia aí de novo! As suspeitas de influência na campanha de Donald Trump também vêm de lá), pela característica dos perfis e das fotos usadas.

Veja a matéria do Fantástico sobre como funcionou o trabalho das contas falsas em 2014, que fizeram mais de 773 mil publicações.  “Usar perfis falsos para compartilhar informações de candidatos é ilegal”, diz a matéria.

A informação veio à tona ao final de semana em que o Facebook perdeu quase US$ 50 bilhões de valor de mercado depois de ser comprovado que informações de perfis de usuários da rede foram capturadas e utilizadas por empresa que fazia o marketing da campanha de Donald Trump.

Assista a matéria completa clicando no link: https://globoplay.globo.com/v/6608988/

24

Mar

Comunicação

Fake News: Eleições 2018, Marielle, Facebook, MP e Senado na pauta da semana contra as notícias falsas

Por Juliska Azevedo

O Brasil e o mundo se preparam para enfrentar e, o mais importante, para punir, a avalanche das FAKE NEWS que entrou no foco dos principais debates sobre como funcionarão as campanhas nas eleições deste ano. Mesmo enquanto não é dada a largada efetivamente no período eleitoral, o assunto e suas consequências políticas estão em alta na pauta nacional já há alguns dias.

Dois escândalos tomaram as atenções da semana: a profusão de informações falsas sobre a biografia da vereadora Marielle, assassinada em 14 de março; e a manifestação global do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, falando sobre as brechas de segurança da rede social que permitiram a disseminação das Fake News, a captura de informações pessoais dos perfis e a interferência na eleição americana.

Durante a semana, o Ministério Público do Distrito Federal abriu inquérito para analisar se as suspeitas de distribuição ilegal de dados do Facebook causaram prejuízo à base de usuários da rede social no Brasil. A suspeita é de que dados de brasileiros possam ter sido usados para a construção de perfis falsos que atuaram na eleição de Donald Trump.

Pauta em destaque no Senado

Outra instituição que lançou o foco sobre o assunto foi o Senado, que realizou debate sobre caminhos para combater as Fake News na quarta passada (21). O Conselho de Comunicação Social daquela Casa está acompanhando de perto o andamento de projetos de lei que definem punições para quem divulga de propósito informações falsas. No evento, chamou representantes dos veículos e associações de jornalistas para debater caminhos.

“Há uma tentativa de se embargar o debate sobre a legislação das fake news dizendo que ela poderia ensejar a censura, o que não é verdade. Combatemos até a morte em defesa da liberdade de expressão”, afirmou o presidente do Conselho, Murillo de Aragão, revelando que a luta contra as Fake News encontra oposição em meio ao Congresso.

Jornalismo nunca foi tão necessário

Enquanto o assunto está em alta, veículos de comunicação brigam para reconquistar espaço como reação à avalanche de notícias sem credibilidade. O diretor da Sucursal da Folha em Brasília, Leandro Colon, disse que o momento exige que o jornalismo profissional seja fortalecido. “Nunca o jornalismo profissional foi tão necessário como hoje em dia, em tempos de Fake News”, afirmou.

A Folha foi o primeiro grande jornal a abandonar seu perfil no Facebook, em 08 de fevereiro deste ano, alegando, entre outras coisas, que as políticas da rede social privilegiam a disseminação de notícias falsas em vez do bom jornalismo. O jornal tinha quase 6 milhões de seguidores em seu perfil na rede.

23

Mar

Comunicação

Então, vamos falar de... bem... tipo assim: vícios de linguagem!

Qual é o seu vício de linguagem? Aquela palavrinha que você usa sempre como muleta no meio das frases? Não precisa se sentir mal por isso, quase todo mundo tem alguma.

Mania de falar palavrão ou usar interjeições sem sentido como “tipo” são os clássicos. Se os vícios de linguagem podem irritar durante uma conversa informal, imagine no meio de uma apresentação.



O hábito estraga a performance de qualquer palestrante porque é inapropriado, mas principalmente porque gera falha na comunicação. Passa a impressão de insegurança a quem ouve, desconhecimento em relação ao conteúdo e desvia a atenção.

Veja só alguns exemplos:

– “Aaaaaah”, “hã”, “ééééééé”, “hum”, “veja bem”, “né”, “é relativo”: expressões que não significam nada e ocupam os vazios da fala.

– Fazendo modificaçõezinhas nas palavras: o gerúndio e o diminutivo também podem ser um vício de linguagem. Se você faz isso com vários verbos e substantivos, preste atenção – pode estar usando um recurso desnecessário.

– Sentido esvaziado: cuidado ao escolher uma palavra para usar em todas as situações. Um exemplo é o advérbio literalmente. Quantas vezes não ouvimos “literalmente” sem a pessoa querer dizer algo literal?

– Modismos: evite os clichês do momento, como “alinhar”, “compartilhar” e “gratidão”.

Se você tiver algum, não se preocupe! Ter um vício não significa que você é despreparado ou tem déficit de vocabulário. As pessoas que mais sofrem com isso são geralmente aquelas que pensam e falam rápido demais durante a apresentação. É a falsa crença – inconsciente –  de que é preciso falar sem parar. Entrar naquele modo “aperta o play e vai” só atrapalha.


Como e por que eliminar os vícios de linguagem?

A melhor forma de melhorar esse comportamento é FAZER PAUSAS.

Os vícios são justamente a tentativa frustrada de preencher lacunas, respiros, vazios. Geralmente são junções de frases, palavras fora de contexto, emendas de pensamentos. No lugar, que tal silenciar? As pessoas têm medo de perder a linha de raciocínio ou a atenção da plateia, mas não há razão para temer silêncios breves.

O efeito tende a ser o oposto: os apresentadores que utilizam as pausas são mais cativantes. Falas sem afobação transmitem segurança e credibilidade. Se duvidar, assista a um discurso do ex-presidente dos EUA, Barack Obama. Bastam dois ou três segundos, especialmente logo depois de concluir uma ideia.

A pausa facilita o entendimento da mensagem pela audiência, já que o interlocutor tem tempo para processar aquela nova informação. Para o apresentador, é útil como um momento de oxigenação para o cérebro e reestruturação: aqueles poucos segundos em silêncio entre uma frase e outra permitem que você consulte seu arquivo mental e se conecte com o seu roteiro. Além disso, elas podem ser usadas, acredite se quiser, como forma de ênfase. O próprio Obama que citamos acima utiliza muito esse recurso!

Outras dicas práticas são ler mais em voz alta ou ler para alguém com mais frequência, seja um colega ou um familiar, e ensaiar a apresentação sem decoreba. Decorar é armadilha certa para, ao esquecer uma só palavra, já substituí-la por outra bem vazia, só tentando ganhar tempo.

Ao eliminar vícios para uma apresentação, você pode eliminar muletas usadas em todas as outras conversas da sua vida!


Fonte: SOAP (State of the Art Presentations) - Texto e imagem publicados originalmente em http://soap.com.br/blog/entao-veja-bem-e-hora-de-falar-de-hum-tipo-vicios-de-linguagem?&&+Station

22

Mar

Comunicação

Igreja promove seminário sobre Fake News e Jornalismo de Paz

“Fake News e jornalismo de paz” é o tema do 4º Seminário Arquidiocesano de Comunicação, organizado pela Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Natal, em parceria com a Livraria Paulinas. O evento vai acontecer dia 5 de maio, das 8 às 13 horas, no auditório do Seminário de São Pedro, situado na Av. Campos Sales, no Tirol. As inscrições serão abertas dia 5 de abril e poderão ser feitas na sala do Setor de Comunicação, no Centro Pastoral Pio X – subsolo da Catedral. A taxa de inscrição é de R$ 10 e pode ser paga no dia do evento. 

Na primeira parte do Seminário, haverá uma conferência com o tema: “Fake News e jornalismo de paz”, proferida pela Irmã Joana Puntel, da Congregação das Irmãs Paulinas. Residente em São Paulo, Irmã Joana é doutora em comunicação e autora de alguns livros, além de ser orientadora pedagógica do Serviço à Pastoral da Comunicação (SEPAC), das Paulinas.

Ainda, durante o Seminário, vai acontecer uma mesa redonda, tendo como expositores três jornalistas natalenses: Alexandre Mulatinho, apresentador do programa Café das 7, da Rádio Rural de Natal; Francisco Júnior, editor do Bom Dia RN, da Inter TV Cabugi, e Juliska Azevedo, coordenadora-adjunta do curso de pós-graduação em Comunicação Pública da Escola da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

Com informações da Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Natal