Jornalismo

3

Nov

Editor do The Intercept Brasil lança curso de jornalismo investigativo atualizado

O editor-executivo do site The Intercept Brasil Leandro Demori vai lançar nas próximas semanas um curso atualizado sobre jornalismo investigativo. Parte do conteúdo já está sendo disponibilizado gratuitamente em um grupo criado pelo jornalista no Telegram.

Os detalhes do curso, como valor, módulos e periodicidade, serão informados pelo próprio Demori nos próximos dias. Em razão da pandemia, o curso será totalmente online. Ele já gravou mais de 3 horas de aula. Para participar do grupo, se inscreva aqui.

''Estou fazendo o grupo de Telegram, de graça, e já estou soltando conteúdo, coisas que eu sempre discuto, sobre imprensa, alguns pedacinhos do curso. O grupo de conteúdo é grátis e vou lançar o curso daqui a algumas semanas lá para a galera”, explicou.

Leandro Demori é catarinense e ganhou projeção como coordenador da equipe do The Intercept Brasil na série “Vaza Jato”, que revelou ao mundo um conluio formado entre os procuradores da força-tarefa da operação Lava Jato e o ex-juiz Sérgio Moro. O magistrado chegou a interferir no andamento de vários processos, entre os quais o do ex-presidente Lula, condenado em 2017 no caso do “apartamento tríplex” e preso durante a pré-campanha presidencial de 2018.

Na época da prisão, Lula liderava todas as pesquisas de intenção de voto. Após a eleição de Jair Bolsonaro, principal opositor de Lula no pleito, Moro virou ministro da Justiça.

Curso

Segundo Leandro Demori, o curso existe desde 2013, mas foi reformulado após a experiência da Vaza Jato e outros acontecimentos:

''Falo sobre construção de narrativas envolventes, passando por técnicas de apuração e investigação, edição e publicação, e tem também um módulo sobre segurança (criptografia, navegação anônima, como reagir a ataques nas redes). O curso está reformulado e muito completo, com discussões sobre o jornalismo, sobre o que é jornalismo de impacto, para que serve, porque temos que pensar nisso, como podemos encontrar boas histórias”, contou.

Fonte: Saiba Mais

2

Nov

Unesco: 85% dos assassinatos de jornalistas permanecem sem solução

De 2006 a 2019, 1.167 jornalistas foram assassinados em 63 países e 15% dos casos foram solucionados ou arquivados. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que apresentou o dado para marcar o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, celebrado hoje (2), os casos demoram, em média, três anos para ser resolvidos. 

Conforme detalhado pela Unesco em relatório , um terço dos assassinatos tem desfecho dentro de dois anos, mas há exceções, com duração bastante longa. Um dos casos, por exemplo, levou 12 anos para ser esclarecido.

Ao enviar a resposta à demanda da Unesco, 27 países afirmaram estar promovendo "medidas positivas ou inovadoras", para garantir segurança ou combater a impunidade. Um deles foi o Brasil, onde 44 jornalistas, todos homens, foram executados. Desse total, 32 permanecem sem desfecho, seja por não serem devidamente elucidados, seja por terem a investigação em aberto. Uma das vítimas, Gerardo Ceferino Servían Coronel, era paraguaio, apesar de ter sido assassinado no Brasil.

A Unesco ressalta que as autoridades governamentais deixaram de prestar informações sobre a situação de 366 homicídios, o que prejudica sua capacidade de relatar, com precisão, o andamento dos processos judiciais. Uma consequência disso é o fato de não poder dizer se os autores dos crimes ficaram ou não impunes.

"Enquanto os jornalistas continuaram a perder suas vidas por causa das reportagens que produzem, a liberdade de expressão permanecerá sob cerco", escreve a organização no relatório de 87 páginas.

Também por ocasião da data comemorada nesta segunda-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse que as autoridades devem garantir que os ataques contra jornalistas sejam devidamente apurados e que os responsáveis sejam penalizados por seus atos. "Estou chocado com o número contínuo e crescente de ataques contra jornalistas e trabalhadores da mídia em todo o mundo", afirmou, em postagem do Twitter.

No caso específico do Brasil, diversas entidades, como a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), têm alertado para o cerceamento à liberdade de imprensa. De acordo com a organização Repórteres Sem Fronteiras, o Brasil ocupa, atualmente, o 107º lugar no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa de 2020, uma queda de duas posições em relação a 2019.

29

Out

Prêmio IREE de Jornalismo distribuirá R$ 110 mil para as melhores reportagens

Estão abertas as inscrições para o Prêmio IREE de Jornalismo 2020, que irá premiar com R$ 110 mil reais as três melhores reportagens sobre questões atuais, política e economia publicadas em português no Brasil entre 15 de novembro de 2019 e 15 de novembro deste ano. Nesta sua primeira edição o Prêmio IREE de Jornalismo terá três categorias: “Reportagem”, cujo vencedor receberá um cheque no valor de R$ 50 mil; “Reportagem na área de Política” e “Reportagem no segmento de Economia e Negócios”, com prêmio de R$ 30 mil para o vencedor de cada uma destas categorias.

“O Prêmio IREE de Jornalismo expressa o nosso compromisso com a liberdade de expressão, de informação e de disseminação do conhecimento. Manifesta também o reconhecimento àqueles que dedicam sua vida profissional a esses princípios, sobre os quais se alicerça a sociedade democrática”, afirma o advogado Walfrido Warde, fundador e presidente do IREE (Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa).

Os trabalhos devem ser inscritos por seu próprio autor até a meia-noite de 15 de novembro de 2020. Informações adicionais e inscrições: https://iree.org.br/jornalismo/

25

Out

Publique-se lança campanha colaborativa para checagem de processos

Publique-se, da Abraji, um mecanismo de busca que indexa milhares de processos judiciais e suas movimentações nos quais há políticos envolvidos como partes, lança uma campanha colaborativa para ajudar a aumentar o banco de dados da ferramenta. O objetivo da mobilização é ajudar repórteres em investigações sobre candidatos a cargos públicos, ao facilitar o acesso a provas, relatórios, comprovantes e documentos anexados a esses processos.

A etapa atual do projeto foi idealizada pela Abraji e pela Transparência Internacional - Brasil, instituição que também financia a iniciativa. O Publique-se conta ainda com o apoio da empresa de inteligência jurídica Digesto.

“O banco de dados dos processos judiciais que possuímos, com dezenas de milhares de processos, precisa antes ser checado para entrar no site e ficar disponível para todos acessarem. Isso é feito semanalmente, processo por processo, pela equipe”, explica Reinaldo Chaves, coordenador do Publique-se. 

Já foram encontrados 7.253 processos judiciais que têm nas partes pessoas que foram ou são candidatas nas eleições de 2016, 2018 e 2020 - um total de 2.842 políticos até o momento. Toda a metodologia do Publique-se está aqui – e a busca  nos tribunais é feita por nomes, sem distinção de partido político.

Processos judiciais são uma fonte de informação pública, mas seu acesso nos tribunais possui muitas barreiras, como a necessidade de senhas, consultar diversas telas e termos jurídicos nem sempre acessíveis. E ainda há outro problema: o Brasil tem 91 tribunais.

“Com essa mobilização pública, a Abraji quer tornar mais transparentes essas informações, que poderão ajudar centenas de jornalistas investigativos e pesquisadores pelo Brasil. O que convidamos os jornalistas brasileiros a fazerem é uma espécie de crowdsourcing, isto é, o processo de criação de serviços, ideias ou conteúdo mediante a solicitação de contribuições de um grande grupo de pessoas. No caso do Publique-se já temos dezenas de milhares de processos judiciais de interesse público, mas falta agora a checagem e análise desses processos”, complementa Chaves.

Como vai funcionar a colaboração

A Abraji aceitará a inscrição de jornalistas interessados em fazer a checagem de processos - sejam profissionais de imprensa com conhecimento sobre processos judiciais, sejam jornalistas experientes, sejam em início de carreira. Não poderão fazer parte dos testes jornalistas com vinculação profissional a partidos políticos, a órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário ou a entidades que promovam lobby empresarial.

As inscrições ficam abertas até o dia 30 de outubro, por meio deste link.

Na próxima quinta-feira (29.out..2020) será feita uma live, às 18h, com a equipe do Publique-se para explicar o projeto e ministrar uma aula sobre como é feita a checagem dos processos. A live será aberta ao público e ficará gravada. Também será criado um manual escrito detalhando os passos de checagem. O link da live será divulgado em breve nas redes sociais da Abraji.

A equipe do Publique-se explica que cada checador receberá um lote de 50 processos aleatórios de diversos tribunais do país. Para fins de transparência, o script de programação que seleciona aleatoriamente os processos no banco de dados bruto também será disponibilizado.

Após a checagem dos processos, haverá outra análise e só depois eles serão incluídos no banco de dados oficial. Se desejar, o checador voluntário poderá solicitar um novo lote de 50 processos para avaliar. 

De acordo com as normas do projeto, os checadores assinarão um termo de responsabilidade para evitar que seus dados sejam usados de forma indevida. Mais informações sobre essas regras podem ser conferidas neste edital.

Os checadores também receberão um certificado de participação no projeto colaborativo e também terão seus nomes publicados no site do Publique-se como agradecimento.

Com informações da Abraji

8

Out

Jornalista recebe Diploma e Medalha "Amigo da Brigada"

O jornalista Elias Medeiros, recebeu na manhã desta quarta-feira (7), o Diploma e Medalha “Amigo da Brigada”, entregue a personalidades civis e militares que cooperaram com o desenvolvimento das atividades da 7ª Brigada de Infantaria Motorizada do Exército Brasileiro.  A solenidade militar foi presidida pelo Comandante da 7ªBda Inf Mtz, General ULISSES de Mesquita Gomes, e reuniu os Comandantes das Organizações Militares do EB sediadas em Natal e da Paraíba:  João Pessoa,  Bayeux e Campina Grande.

Durante a entrega da honraria o Gen ULISSES destacou o trabalho do jornalista na divulgação da imagem da instituição Exército Brasileiro no período da pandemia da Covid-19 e parabenizou o trabalho social realizado pelo projeto Chic é Ser Solidário, coordenado pelo jornalista Elias Medeiros, em favor dos idosos que vivem em Abrigos da capital potiguar.

O jornalista Elias Medeiros agradeceu: "É uma honra receber este Diploma e o reconhecimento do Exército Brasileiro aqui representado pelo Comandante da 7ªBda Inf Mtz, General ULISSES. A informação, este é o caminho mais rápido para levar  a população o quanto tem sido intensa e prestativa a atuação das Forças Armadas no trabalho de Desinfecção durante a pandemia da coivd-19", em áreas internas e externas de instituições públicas em todo país, em especial no estado do Rio Grande do Norte".

"Ser reconhecido pelo trabalho social que realizo é importante, mas o principal é conscientizar a sociedade da ajuda aos Abrigos de Idosos da nossa cidade, esse é o nosso objetivo. "Chic é Ser Solidário", acrescentou Elias.

Quem desejar ajudar o projeto basta entrar em contato pelo (84)- 9-9950-5602 WhatsApp. O Instagram do projeto é o: @chicesersolidarionatal. Para ajudar diretamente ao abrigo Instituto Juvino Barreto o contato é (84) 3322-7311 – 9-9696-5828.

2

Out

Fato ou Boato: agências de checagem anunciam colaboração para identificar fake news no período eleitoral

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou ontem (1º) a formação de uma parceria com sete agências de checagem que trabalharão na identificação de notícias falsas (fake news). A ação faz parte de uma série de iniciativas destinadas a combater a desinformação durante as eleições municipais deste ano.

Pela parceria, as agências e integrantes do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) trabalharão em contato permanente para monitorar notícias falsas ligadas às eleições e “encontrar, da forma mais ágil possível, respostas verdadeiras e precisas”, segundo a Justiça Eleitoral.

O resultado das verificações será publicado no site Fato ou Boato, que, até o segundo turno (29 de novembro), poderá ser acessado pelo celular sem consumo do pacote de dados, conforme parceria com as principais operadoras de telefonia.

As agências parceiras da iniciativa são: AFP, Agência Lupa, Aos Fatos, Boatos.org, Comprova, E-Farsas, Estadão Verifica, Fato ou Fake e UOL Confere.

Segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, mais do que interferir em publicações, o objetivo da iniciativa é respondê-las com informações fidedignas e “inundar o mercado de ideias com noticias verdadeiras”, valorizando o trabalho da imprensa profissional.

Outro foco de atuação será identificar comportamentos inautênticos na internet, campanhas coordenadas de desinformação, “muitas vezes provenientes de verdadeiras milícias digitais, organizadas hierarquicamente, com financiamento privado e atuação concertada para a difusão de mentiras e ataques às instituições”.

Fonte: Agência Brasil

1

Out

Os 14 candidatos que disputam a Prefeitura do Natal confirmam presenças hoje no debate da BAND Natal

Todos os 14 candidatos que estão disputando a Prefeitura do Natal confirmaram presença no primeiro debate eleitoral que será realizado pela BAND Natal, nesta quinta-feira, dia 1º, dando oportunidade ao eleitorado de definir quais dos postulantes que têm as melhores propostas para dirigir a capital potiguar a partir de janeiro do próximo ano.  O evento terá início a partir das 22h:30, sob a mediação de Anna Ruth Dantas, no hotel Holyday Inn.

Desde a redemocratização, a Band é pioneira na realização dos debates eleitorais, sempre sendo a primeira emissora a realizá-los. “Será uma das poucas oportunidades que o eleitor natalense terá de ouvir as propostas e o debate de ideias com todos os candidatos presentes. Costumo dizer que a Band é a casa da democracia”, comemora Carlo Bastos, diretor geral da Band Natal.

Com transmissão ao vivo, vão participar do debate o prefeito Álvaro Dias (PSDB), que até  momento se apresenta como o favorito no pleito de 15 de novembro, Kelps Lima (Solidariedade),  Jean Paul Prates (PT), Hermano Morais  (PSB), Fernando Pinto (Novo),  Afrânio Miranda (PODEMOS), Rosália Fernandes (PSTU), Nevinha Valentim (PSOL), Jaydir Oliver (DEMOCRACIA CRISTÃ), Carlos Alberto (PV),  Sérgio Leocádio(PSL/PP),   Coronel Hélio (PRTB/PTB), Fernando Freitas (PC do B) e Coronel Azevedo (PSC). 
 

30

Set

Curso gratuito prepara jornalistas para checar fatos durante eleições

Projeto Comprova abriu as inscrições para o Curso Comprova de verificação, com objetivo de capacitar jornalistas para investigar conteúdos suspeitos relacionados às eleições municipais. As aulas serão gratuitas e realizadas de modo remoto e assíncrono, entre os dias 07.out.2020 e 17.out.2020. O prazo de inscrição é até as 14h de segunda-feira, 05.out.2020.

Monitorar a desinformação durante o pleito eleitoral de novembro vai ser um novo desafio, na avaliação de Sérgio Lüdtke, editor do Comprova. O projeto, liderado pela Abraji, reúne jornalistas de 28 veículos de comunicação brasileiros que investigam informações enganosas, inventadas e deliberadamente falsas sobre políticas públicas compartilhadas nas redes sociais ou por aplicativos de mensagens.

“Será a primeira eleição municipal no Brasil em que vamos efetivamente fazer verificação de conteúdos produzidos por cidadãos comuns, que se identificam com determinado local”, afirma Lüdtke, que também é coordenador de cursos da Abraji.

O Comprova recebe materiais suspeitos via WhatsApp ou no próprio site, na seção “Pergunte ao Comprova”. Por isso, o monitoramento da desinformação terá de ser fracionado entre os 5.570 municípios da federação. Lüdtke lembra ainda que seis em cada dez das cidades brasileiras podem ser caracterizadas como desertos de notícia — não têm um veículo jornalístico que produza informação local.

Este ano, o Comprova está incentivando a inscrição de jornalistas que contribuam com veículos locais e hiperlocais, como um bairro ou uma comunidade: “eles são fundamentais para identificar estratégias de desinformação em suas regiões”, explica.

Com uma carga horária de 10 horas, o novo programa está baseado na metodologia criada pela First Draft e utilizada desde as eleições de 2018 pelo Projeto Comprova no Brasil.

Os instrutores têm experiência com o tratamento da desinformação:

Sérgio Lüdtke - Projeto Comprova | Desinformação e eleições

Cido Coelho - SBT | Preparo do ambiente de trabalho e caixas de ferramentas

José Antonio Lima - Projeto Comprova | Monitoramento de redes sociais

Jamile Santana - Painel Jornalismo de Dados | Técnicas para verificação de dados

Helio Miguel Filho - Projeto Comprova | Trabalhando com buscadores

Luisa Alcantara e Silva - Folha de S. Paulo | Verificando fotos

Alessandra Monnerat - Estadão Verifica | Verificando vídeos

Cido Coelho - SBT | Verificando mapas (e outros)

Luisa Alcantara e Silva - Folha de S. Paulo | Narrativas de checagem

Os instrutores vão abordar alguns casos e estratégias recorrentes de desinformação ao longo do curso e apresentarão ferramentas úteis para qualquer checagem.

O coordenador do curso aponta que novas táticas para disseminar informações falsas se intensificam à medida que a tecnologia avança. Vídeos produzidos com deep fakes, uma aplicação de deep learning usada para colocar o rosto de uma pessoa em outra, “podem vir a suscitar dúvidas nos eleitores, mas não são a principal preocupação”, explica Lüdtke.

“Conteúdos mais singelos podem fazer um estrago muito maior. Basta que sejam verossímeis”, complementa o editor do Projeto Comprova. Ele explica que interpretações enviesadas dos fatos, materiais fotográficos ou em vídeo tirados de contexto podem ser tomados como corretos e conseguir grande alcance.

Em meio a um pleito eleitoral, “essas técnicas podem ser utilizadas por alguém habituado às redes sociais para proporcionar dano a algum candidato ou supervalorizar o trabalho de outro”, esclarece Lüdtke.

Inscreva-se neste formulário até as 14h de segunda-feira05.out.2020, para acompanhar as aulas oferecidas na plataforma de cursos da Abraji.

Patrocinadores e apoio

O Projeto Comprova é uma iniciativa da First Draft, liderada pela Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Google News Initiative e Facebook Journalism Project ajudaram a financiar o projeto, e ambas as empresas fornecem suporte técnico e treinamento para as equipes envolvidas.

O Comprova tem como parceiros institucionais a Associação Nacional de Jornais no Brasil (ANJ), o Projor, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), a agência Aos Fatos e a RBMDF Advogados.

Os parceiros de tecnologia são CrowdTangle, NewsWhip, Torabit, Twitter e WhatsApp.

26

Set

Saiba por que a área de conteúdo digital é oportunidade para jornalistas se reinventarem

A história da comunicação se mistura diretamente com a atuação dos jornalistas. A cada evolução tecnológica esses profissionais não só acompanham os reflexos sociais como também precisam se adaptar novas maneiras de produzir e distribuir informação. 

Até há poucos anos, meios como televisão, rádio, jornais e revistas eram as principais opções do público. Mas quando a internet se tornou um commodity, o computador virou a principal ferramenta de trabalho e o smartphone ocupou o papel de melhor amigo. 

É nesse contexto que a profissão do jornalista precisou se reinventar para continuar existindo e novas oportunidades  também apareceram para aqueles que souberam acompanhar o compasso da tecnologia. "A importância desse profissional é inegável, já que a necessidade de uma boa apuração dos fatos e de técnica na hora de narrá-los ao público não podem ser substituídas por nenhuma tecnologia. Por outro lado, todo esse conhecimento também pode ser aproveitado em novas áreas como o SEO", opina Viviane Camargos, jornalista e fundadora da Experta Media, empresa com foco em produção e distribuição de conteúdo para estratégias de SEO (técnicas para sites ranquearem no Google.)

Jornalistas que desejam contribuir com a sociedade produzindo notícias de qualidade ou que, ao trabalhar com assessoria de imprensa, desejam que suas matérias obtenham uma boa projeção na mídia on-line precisam entender como funciona a classificação de qualidade dos conteúdos pelos mecanismos de busca, como o Google e se adaptar a esse novo ritmo. "Para contribuir ainda mais com esse processo de readaptação criamos um guia de SEO para jornalistas. É uma forma de fortalecermos o mercado e a profissão", completa Viviane

O que é SEO?

Search Engine Optimization, ou somente SEO, é um conjunto de ações desenvolvidas em um site com o objetivo de torná-lo mais detectável aos olhos do Google. Fazer uma otimização SEO é, portanto, fazer escolhas baseadas nas diretrizes que os motores de busca determinam para avaliar um domínio e decidir qual posição ele merece no ranking de resultados.

Esses cuidados precisam ser tomados desde a concepção do site, na hora de escolher uma hospedagem e uma plataforma, por exemplo. Existem regras que estão sempre sendo atualizadas pelos engenheiros do Google com o objetivo de manter esse serviço confiável e atrativo para as pessoas que o utilizam. Por isso os sites são avaliados frequentemente pelos robôs dos buscadores.

Na hora de produzir conteúdos, como uma matéria em formato de texto, o conhecimento em SEO também precisa ser acessado. Todo conteúdo publicado na internet tem o poder de atrair quem procura por ele, basta que ele seja criado estrategicamente.

SEO para jornalistas: o que os profissionais da mídia precisam saber

Um lead bem estruturado responde às perguntas fundamentais de quem busca por informação - o que, quem, quando, onde, como e por que - logo no início do texto. Quem é jornalista sabe que essa é a forma ensinada nas universidades e replicada nas redações. Mas quando o conteúdo vai ser publicado na internet, existem outros fatores tão importantes quanto esses.

Além do compromisso em propagar apenas fatos verídicos - o que ajuda a manter a internet segura contra fake news (desinformação, boatos) e outros golpes - o jornalista de 2020 precisa facilitar o caminho entre a notícia e o leitor, usando o Google a seu favor.

Link building: distribuição de conteúdo para construir autoridade

A rotina do jornalista digital também mudou no que diz respeito à distribuição de matérias, notas e releases. A rede de contatos e de influência segue tendo o mesmo peso, mas agora é possível (e inteligente) avaliar as métricas de cada parceiro na divulgação.

Isso porque a partir da inserção de um link em uma matéria que venha a ser publicada em um site de peso é possível elevar a percepção de autoridade que o Google tem sobre o domínio referenciado.

Nada novo por aqui: se alguém muito respeitado tem respeito por você, a comunidade ao redor também será levada à mesma conclusão.

O jornalismo não vai acabar. O valor da informação de qualidade segue sendo inestimável. Basta se adaptar sobre aquilo que é exigido do SEO para jornalistas e fluir na nova era da comunicação.

23

Set

Google News Initiative lança programa de apoio à imprensa

Para auxiliar empresas de mídia a se desenvolverem no meio digital, o Google News Initiative (GNI) estreou na última quinta-feira (17), mais uma ação. O Programa de Crescimento Digital é gratuito e online, disponível em 10 idiomas, para vários países. Para participar, a empresa ou jornalista deve fazer o cadastro no site até o início de outubro.

De acordo com a gerente de Estratégia e Relações com a Indústria do Google, Erica Noda, o objetivo é que os conteúdos capacitem profissionais a utilizarem todas as possibilidades do Google para a produção, apuração e divulgação dos conteúdos.

“A nossa ideia é prover recursos seja por meio de ferramenta ou de conteúdo via playbook ou de exercícios para que as organizações de mídia e os jornalistas possam fazer a transição de modo mais simples para um universo digital. Isso, a gente sabe não é algo que acontece da noite para o dia, muitas vezes é um processo que leva mais tempo e é parte de um aprendizado”, explica.

Para o desenvolvimento do projeto, o Google News Initiative utilizou as lições de programas lançados anteriormente e contou com a colaboração de especialistas da área. Alguns deles são: FT StrategiesFTI Consulting e Mather Economics, além de associações de notícias, incluindo INMALocal Media Association e WAN-IFRA.

Para Erica, o projeto pode ser considerado um passo seguinte ao que a empresa fez até o momento. “De certa forma, é uma progressão do que fizemos nos últimos dois anos. Queremos tornar esses conteúdos e série de aprendizados que tivemos nesse período acessível a qualquer usuário e disponível de forma online”, afirma.

Desde 2018, o Google News Initiative cria ações globais de apoio à mídia e cursos online para jornalistas. A ação mais recente foi lançada em junho, com o objetivo de promover o licenciamento de conteúdos a veículos do Brasil, Alemanha e Austrália. Entre os sites de notícias brasileiros participantes estão: Estado de Minas, A Gazeta, Correio Braziliense e UOL.

Como será o novo programa?

O Programa de Crescimento Digital será baseado em cinco tópicos principais: desenvolvimento de audiência, monetização de audiência, monetização de publicidade, dados e produto. Os conteúdos são disponibilizados em forma de playbooks, exercícios interativos e workshops.

A ideia é que os participantes tenham autonomia com relação aos horários dedicados ao programa e ao tempo de conclusão, com exceção dos workshops. As palestras serão ao vivo e seguirão um calendário específico, divulgado no site.

Apesar do direcionamento à mídia, Erica explica que os conteúdos também podem ser aplicados a outros setores de uma empresa, melhorando o diálogo entre eles. “A ideia é que a gente tenha um conteúdo que sirva para os mais diversos times e que a gente acabe com essas barreiras excessivas que, às vezes, existem nas organizações”, finaliza.

Para acessar os conteúdos e fazer inscrição, acesse o site do Programa de Crescimento Digital.

Fonte: Portal Comunique-se

23

Set

Curso do TSE detalha processo eleitoral para jornalistas

O funcionamento da Justiça Eleitoral, as prestações de contas dos candidatos, a participação da mulher e dos jovens na política e as estatísticas eleitorais. Esses foram alguns dos temas debatidos no curso “Cobertura das Eleições 2020 e Direito Eleitoral: curso para jornalistas”, promovido pela Assessoria de Comunicação Social (Ascom) e pela Escola Judiciária Eleitoral (EJE) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de 4 e 21 de setembro.

Ao todo, 1021 jornalistas do país participaram do treinamento, realizado exclusivamente via internet, por meio do canal do TSE no YouTube. O curso abordou os principais assuntos que envolvem todo o processo eleitoral brasileiro, entre eles a publicação de resoluções pela Corte Eleitoral – com as orientações e normas para a realização das eleições –, a segurança das urnas eletrônicas, a utilização de perfis falsos e a propagação da desinformação. A capacitação também tratou das prestações de contas dos candidatos e da diplomação dos eleitos.

Durante o curso, o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, pediu apoio à imprensa no combate à desinformação, especialmente durante o processo eleitoral. Para o ministro, o país precisa de uma imprensa profissional e de qualidade, capaz de separar, com profissionalismo, fato de opinião. “Nós, que defendemos a democracia, contamos mais do que nunca com o trabalho da imprensa de qualidade”, afirmou.

Em sua exposição sobre liberdade de expressão e sobre o Programa de Enfrentamento à Desinformação com Foco nas Eleições 2020, a secretária-geral da Presidência do TSE, Aline Osório, ressaltou a importância de esclarecer a população acerca do combate às informações falsas e fraudulentas. “Vivemos um momento de ‘infodemia’ e é fundamental conhecermos como ela funciona para combatê-la”, disse.

Os alunos inscritos terão até sexta-feira (25) para assistirem às aulas pelo Moodle, plataforma de ensino da EJE, e garantir o certificado de conclusão do curso. Todas as aulas do curso estão disponíveis no canal da Justiça Eleitoral no YouTube.

20

Set

#JornalismoFazBem: ANJ lança campanha de valorização do jornalismo no combate à desinformação

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) lançou uma campanha em defesa da valorização do jornalismo como principal antídoto à desinformação: #JornalismoFazBem. A primeira etapa da iniciativa, que inclui anúncios para impressos e digital, além de material circulando nas redes sociais, destaca o papel decisivo da atividade jornalística profissional para a preservação e para o aprimoramento da democracia, bem como na defesa pelas liberdades de imprensa e de expressão.

Ontem, dezenas de jornais associados à ANJ veicularam, em suas publicações impressas e digitais, o anúncio da primeira fase da campanha, alusivo ao Dia Internacional da Democracia, comemorado sempre no dia 15 de setembro. Além disso, houve amplo compartilhamento da #JornalismoFazBem a partir das páginas da ANJ em quatro redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram e LinkedIn.

Líderes das redações de jornais e de revistas do país participaram da campanha, enfatizando detalhes do papel do jornalismo no processo democrático. “Não há democracia sem jornalismo nem jornalismo sem democracia”, sintetiza Linda Bezerra, Editora-Chefe do jornal Correio*, da Bahia. "O direito à informação é uma das premissas da democracia. O jornalismo cumpre esse papel quando traz o contraditório, é diverso, honesto, confiável e plural”.

Para os jornalistas, a acelerada propagação de desinformação nas redes sociais reforça a relevância do jornalismo. “Em tempos turbulentos, de desinformação, a notícia bem apurada é um norte, um leme, e ganha cada vez mais importância em sua função social, diz Linda. "A democracia não existe sem a verdade. Em tempos de fake news, a informação isenta, bem apurada e que dá voz ao pluralismo se faz cada vez mais necessária para o bem de todos", ressalta Daniela Tófoli, Diretora Editorial da Editora Globo.

O jornalismo, segundo os líderes de redação, também contribui para o progresso das sociedades. “Jornalismo faz bem para a vida em sociedade, contribui com o debate, cobra, enfrenta, antecipa tendências, enfim, joga luz ao que está obscuro”, afirma Elaine Silva, Editora-Chefe de A Gazeta, do Espírito Santo. "O jornalismo é a voz do povo a serviço da verdade e faz muito bem à democracia”, completa Telmo Flor, Diretor de Redação do Correio do Povo, do Rio Grande do Sul.

Segundo a jornalista Marta Gleich, Diretora de Jornalismo de Jornais e de Rádios do Grupo RBS, também do Rio Grande do Sul, a imprensa livre e qualificada permite que a sociedade avance, ao debater a solução dos seus problemas. “Em uma era de tanta radicalização e desinformação, o jornalismo profissional, independente e investigativo se torna ainda mais necessário, para garantir a pluralidade, a verdade e a divulgação de fatos checados”, diz.  

No entendimento de Laurindo Ferreira, Diretor de Redação do Jornal do Commercio, de Pernambuco, democracia e jornalismo são complementares. “Democracia é respeito à opinião contrária e jornalismo é estar sempre atento às várias opiniões. Democracia é o direito de exercer sua liberdade e jornalismo é a liberdade de expressão do seu direito. A democracia não foge ao debate e o jornalismo fica ainda mais rico com a pluralidade das ideias."

A campanha publicitária foi criada pela Tailor Media, agência de inteligência de mídia que atende a ANJ.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/jornalismofazbem-anj-lanca-campanha-de-valorizacao-do-jornalismo-no-combate-a-desinformacao

15

Ago

Pesquisa: notícias falsas sobre a pandemia já mataram mais de 800 pessoas

A desinformação sempre foi perigosa para a sociedade, principalmente quando há envolvimento com a saúde pública. Com a chegada da pandemia da COVID-19, consequentemente diversas notícias falsas começaram a circular sobre a doença, possível tratamento e prevenção — e essas informações teriam custado vidas, segundo estudo recente.

A pesquisa, publicada no The American Society of Tropical Medicine and Hygiene, trouxe resultados assustadores, mostrando que cerca de 800 pessoas morreram por acreditar em informações falsas, 5.876 ficaram hospitalizadas e 60 pessoas, no Irã, acabaram com cegueira completa após ingerir metanol para se prevenir contra o novo coronavírus.

A propagação das notícias falsas e as consequências que surgem com elas podem ser chamadas de infodemia, e ela está marcando presença na pandemia atual. O estudo foi realizado por uma equipe de pesquisadores de doenças infecciosas, que analisaram redes sociais e sites de notícias para monitorar como a desinformação sobre a COVID-19 estava sendo espalhada online.

Exemplos

Foram identificados, então, mais de 2.300 rumores e teorias da conspiração sobre a COVID-19, de 87 países e 25 idiomas diferentes. Segundo os cientistas, nenhuma dessas notícias era, de fato, útil em relação à doença, muitos deles ainda sendo letais. "Por exemplo, um mito popular diz que o consumo de álcool altamente concentrado poderia desinfectar o corpo e matar o vírus", diz a pesquisa.

O estudo ainda conta outros relatos, como o que aconteceu no Qatar, quando dois homens morreram após a ingestão de desinfetantes à base de álcool. Na Índia, pessoas ficaram doentes por ingerir álcool fabricado com sementes tóxicas de uma planta chamada datura, cinco delas sendo crianças. Eles haviam assistido a um vídeo que afirmava que as sementes garantiriam imunidade contra a doença.

Na Coreia do Sul, uma igreja usou um borrifador para espirrar água salgada nos fiéis, mas acabou infectando mais de 100 pessoas, uma vez que o recipiente era direcionado diretamente na boca da pessoa sem ser esterilizado na sequência.

As notícias falsas sobre a COVID-19 não são espalhadas apenas como sugestão de tratamento e cura, mas também para propagar boatos sobre a sua origem. Já foram divulgadas informações dizendo que o coronavírus é um tipo de raiva, que smartphones podem transmitir o vírus pelo ar, que ele se trata de uma arma biológica, que foi criado por Bill Gates para controle populacional, entre outras coisas.

Por fim, o estudo aponta que a infodemia está circulando livremente pela internet e é um problema que precisa ser levado com mais seriedade. Em relação à COVID-19, eles sugerem que as agências de saúde façam o rastreio dessas notícias em tempo real, engajando as comunidades locais.

Fonte: Canaltech, disponível em: https://canaltech.com.br/saude/covid-19-noticias-falsas-sobre-a-pandemia-ja-mataram-mais-de-800-pessoas-169894/

14

Ago

Politicando na Cidade estreia amanhã na 94FM Rádio Cidade

As manhãs de sábado serão mais agradáveis e com muita informação no rádio potiguar. Estreia amanhã, 15 de agosto, o programa Politicando na Cidade, com Tertuliano Pinheiro, Felipe Cortez e Geraldo Melo.

Politicando na Cidade traz uma proposta diferente, que busca retratar fatos, contar causos e relatos marcantes do cenário político. “Queremos resgatas as boas histórias, narrativas engraçadas e grandes personagens da política do RN. Isso tudo aliado também a muita informação para o ouvinte sobre as eleições de 2020, prazos do calendário eleitoral e orientações sobre a legislação. Um mix que tem tudo para dar certo”, afirma Haroldo Azevedo, diretor-presidente da 94FM Rádio Cidade, empresa integrante do Grupo Haroldo Azevedo.

Os três nomes do programa têm grande experiência em suas áreas atuação. Felipe Cortez é advogado eleitoral com mais de 20 anos de exercício em campanhas no RN e em outros Estados. Tertuliano Pinheiro também traz larga bagagem em comunicação, responsável pela coordenação de marketing de dezenas de campanhas políticas vitoriosas. Geraldo Melo é ex-senador e ex-governador do Rio Grande Norte, foi ainda secretário estadual, vice-governador e vice-presidente do Congresso Nacional.  

O Politicando na Cidade vai ao ar na 94FM Rádio Cidade a partir das 9h da manhã, com transmissão das emissoras Rádio Obelisco (90,9FM Pau dos Ferros), Ipan FM (104,9FM Ipanguaçu),  Rádio Comunitária Esperança (87,9FM Ielmo Marinho), Radio Ouro Negro (104,9 FM Alto Rodrigues).

12

Ago

Mariana Rocha e Heloísa Guimarães estreiam jornal Bora RN na próxima segunda

A Band anunciou hoje nome, formato e data de início do novo jornal da emissora, que será comandado pelas jornalistas Mariana Rocha e Heloísa Guimarães. O “Bora RN” vai estrear na próxima segunda, 17 de agosto, de terá a proposta de trazer “um novo olhar” para os noticiários da hora do almoço. O programa irá ao ar de segunda a sexta, das 12h30 às 12h55, com reportagens e entrevistas “Será um outro olhar sobre o jornalismo para o horário, totalmente diferente dos programas que estão no ar nessa faixa”, afirma Mariana Rocha. O programa já traz uma certa informalidade no nome e promete uma abordagem mais leve das notícias. 

As duas jornalistas chamaram a atenção pela iniciativa de pedirem demissão da InterTV em um momento que o jornalismo da afiliada Globo passa por mudanças, e agora se juntam no novo projeto. Não será a primeira vez que estarão juntas: Heloísa e Mariana se conheceram na faculdade de jornalismo da UFRN – as duas se formaram em comunicação social na federal, e chegaram a dividir em alguns momentos a bancada do Jornal da Tropical, emissora em que trabalharam antes da InterTV. Agora, abraçam juntas o novo projeto.