Jornalismo

13

Dez

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Premiação vai levar jornalista para a Columbia University

Estão abertas as inscrições para o Citi Journalistic Excellence Award 2019. O prêmio é promovido pelo Citi há mais de 30 anos, em todos os 98 países onde o banco tem presença. O CJEA reconhece os melhores jornalistas de economia, negócios e finanças do mundo. Os vencedores de cada país participarão de seminários durante duas semanas na escola de jornalismo da Columbia University, além de visitar as sedes de algumas das principais instituições financeiras do mundo, como o Banco Mundial, a Bolsa de Valores de Nova York, o Federal Reserve Bank (Fed) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

A reportagem ganhadora será definida a partir da análise feita por uma comissão formada por profissionais de cinco áreas: acadêmicos, agentes do mercado financeiro, economistas, jornalistas especializados e representantes de associações da área de comunicação. Podem se inscrever editores, repórteres, colaboradores e freelancers com mais de cinco anos de profissão, atuantes na área e que tenham inglês fluente. As matérias inscritas precisam ter sido publicadas entre os dias 1° de janeiro e 31 de dezembro de 2018.

Para mais informações, acesse cjea.com.br.

 

7

Dez

Jornalismo

Jornais brasileiros se destacam em campanha da UNESCO pelo fim da impunidade de crimes contra jornalistas

Os jornais brasileiros foram responsáveis pela metade das veiculações dos anúncios da campanha global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) alusiva ao Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, em 2 de novembro. A informação é da própria organização que enviou à Associação Nacional de Jornais (ANJ) agradecimento a todos os seus associados.

“É fundamental a colaboração dos jornais em causas como essa, que valorizam nosso meio e defendem o livre exercício do jornalismo”, diz o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira, em comunicado aos veículos ligados à entidade no qual informa o agradecimento da UNESCO. A campanha #TruthNeverDies (#VerdadeNuncaMorre) tem por objetivo a conscientização sobre a necessidade de garantir a elucidação dos crimes contra jornalistas, em meio à crescente violência contra esses profissionais. Para o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, foram produzidas peças publicitárias que podiam ser divulgadas pelos veículos de comunicação em diferentes meios, tanto impresso quanto digital.

Dentro da campanha, a UNESCO também lançou em novembro uma base de dados na internet com informações sobre jornalistas assassinados e o estado das investigações de cada caso denominada Observatório de Jornalistas Assassinados. Nos últimos doze anos (entre 2006 e 2017), afirma a organização, cerca de 1010 jornalistas foram mortos por denunciar e trazer informações ao público. Em média, um assassinato a cada quatro dias. A cada dez desses casos, nove ficam impunes. Essa impunidade, diz a UNESCO, prejudica todas as sociedades ao encobrir abusos sérios de direitos humanos, corrupção e crime.

Os governos, a sociedade civil, a mídia e todos os envolvidos, destaca a organização, devem defender o estado de direito no esforço global para acabar com a impunidade. "É nossa responsabilidade garantir que os crimes contra jornalistas não fiquem impunes. Temos de garantir que os jornalistas trabalhem em condições seguras que permitam que uma imprensa livre e pluralista floresça", diz Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/associe-se/73-jornal-anj-online/14878-jornais-brasileiros-tem-atuacao-destacada-na-campanha-global-da-unesco-pelo-fim-da-impunidade-dos-crimes-contra-jornalistas.html

7

Dez

Jornalismo

Doze pesquisadores brasileiros estão entre os mais influentes do mundo

Doze pesquisadores brasileiros estão entre os cientistas mais influentes do mundo em suas respectivas áreas de conhecimento. A lista, produzida anualmente pela empresa de consultoria Clarivate Analytics desde 2014, considera o número de citações por artigos publicados em um período de dez anos. Os selecionados pertencem ao grupo de 1% de pesquisadores que mantiveram as mais altas médias de citações durante o período. Ao todo, foram selecionados cerca de 6 mil pesquisadores, em 21 áreas do conhecimento, além de campos transversais.

O pesquisador Paulo Eduardo Artaxo Netto, da Universidade de São Paulo (USP), é o brasileiro que mais aparece na lista. Ele foi mencionado em 2014, 2015 e 2018. Professor do Instituto de Física, Artaxo atua em áreas como mudanças climáticas globais, meio ambiente na Amazônia e poluição do ar urbana. “As pesquisas que nós temos feito na Amazônia têm trazido implicações para o desenvolvimento de políticas públicas”, disse.

Ele estuda, por exemplo, o impacto de emissões de queimadas na saúde pública e no meio ambiente amazônico. “Nós demonstramos através de uma série de trabalhos que o desmatamento e as queimadas têm impacto global muito grande no meio ambiente.”

As pesquisas desenvolvidas por Artaxo mostram como o processo de ocupação da Amazônia está afetando o ciclo hidrológico na região. “Isso é importante e tem implicações, por exemplo, na produção agrícola brasileira, e tem implicações no papel da Amazônia no ciclo global”.

Lista

Os Estados Unidos são o país com maior número de pesquisadores mencionados, 2.639 ao todo; em seguida aparece o Reino Unido, com 546; e em terceiro lugar a China, com 482. As três primeiras universidades mais citadas são estadunidense: Universidade de Harvard (EUA), 186; National Institutes of Health (NIH), com 148; e Universidade de Stanford, que tem 100 pesquisadores entre os mais citados.

A USP é a instituição brasileira com maior número de brasileiros mencionados na lista, um total de quatro. Além de Artaxo, fazem parte do ranking Paulo Andrade Lotufo e Guilherme Vanoni Polanczyk, da Faculdade de Medicina (FM); e Carlos Augusto Monteiro, da Faculdade de Saúde Pública (FSP).

Os demais são: Alvaro Avezum (Instituto de Cardiologia Dante Pazzanese), Luísa Gigante Carvalheiro (Universidade Federal de Goiás), Adriano Gomes da Cruz (Instituto Federal do Rio de Janeiro), Daniel Granato (Universidade Estadual de Ponta Grossa), Miriam Dupas Hubinger (Unicamp), Renata Valeriano Tonon (Embrapa), Ana Maria Baptista Menezes e Cesar Gomes Victora (Universidade Federal de Pelotas).

Entre as áreas de conhecimento desenvolvidas pelos pesquisadores brasileiros estão ciências agrárias, meio ambiente, geociência, medicina e ciências sociais, além de áreas transversais.

A pesquisadora Miriam Hubinger, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), teve, entre os trabalhos mais citados, as pesquisas desenvolvidas com a polpa de açaí. “Nós tentamos estabilizar essa polpa, secá-la e fazer com que ela conservasse propriedades antioxidantes e se tivesse uma vida de prateleira, uma vida útil grande e isso foram artigos publicados em 2009 e depois de 10 anos sendo muito citados estão sendo reconhecidos”, explicou.

Outro trabalho inovador foi a microencapsulação de óleo de linhaça e óleo de café torrado. “No caso do óleo de café, para que ele conservasse as suas propriedades de aroma, de flavour, mais estável, e do óleo de linhaça para que ele fosse mais estável ao armazenamento, não se oxidasse tão facilmente. Teve todo um trabalho de desenvolvimento, de formulação e de processo e fez com que eles fossem inovadores na época em que foram publicados”, apontou.

Investimentos

Os pesquisadores consideram promissora a inclusão de brasileiros na lista, mas chamam atenção para a necessidade de investimento continuado em ciência e tecnologia. “Nós temos os cérebros, mas também precisamos de dinheiro. Claro que o ideal era que tivesse muito mais. Nos Estados Unidos, você sabe que o sistema é muito mais incentivado e a pesquisa é muito mais valorizada do que aqui. Por isso que o Brasil tem a metade dos pesquisadores da universidade que está a posição 50º [Universidade de Maryland], mas acho que já é alguma coisa a gente estar na lista”, avaliou Hubinger.

Artaxo considera que, por estar entre as dez maiores economias do mundo, o Brasil deveria ter uma posição melhor entre os autores científicos mais citados. “O recado é que estar nessa lista dos pesquisadores mais citados no mundo mostra que o Brasil tem enorme potencial de produção científica, mas que não está sendo devidamente aproveitado pela falta de investimento em ciência e tecnologia. Isso atrasa o nosso desenvolvimento e atrasa implementação de políticas públicas baseadas em ciência”, afirmou.

Com informações da Agência Brasil

4

Dez

Jornalismo

Reformado e imponente, Centro de Convenções de Natal é apresentado ao Trade Turístico

O Centro de Convenções está prestes a ser palco de eventos ainda maiores no Rio Grande do Norte. Na noite desta segunda-feira, 3, o Governo do Estado realizou uma apresentação técnica do equipamento ao Trade Turístico.

Após retomar a administração do local para o Poder Executivo, o Governo investiu o total de R$ 35 milhões, recursos   assegurados   pelo   Programa   de Aceleração do Crescimento - PAC Turismo, com contrapartida do Governo do Estado de R$ 5 milhões, para a reforma e ampliação do Centro de Convenções.

A área do local passou de 14,2 mil m² para 23,6 mil m², mais que dobrando sua capacidade de 6 para 13 mil pessoas. O antigo Centro deu espaço à construção de um novo pavilhão de eventos multiuso com dois pisos, configuração flexível e uso de divisórias móveis sobre trilhos, uma estrutura modulada que permite a realização de vários eventos simultaneamente.

Presente à ocasião, o governador Robinson Faria destacou que a obra do Centro de Convenções visa atrair grandes eventos para a capital potiguar e fortalecer o turismo no estado, uma vez que incrementa a atividade fora do período da alta estação. "A parte que nos cabia, fizemos. Agora contamos com vocês, empresários e profissionais do setor, para atrais turistas, palestras, convenções, feiras e demais eventos para o nosso estado", afirmou, ao enfatizar que este é mais um item que consolida emprego e renda para a sociedade potiguar. "Optei por fortalecer a cadeia do turismo por ser este um dos segmentos que mais gera empregos", pontuou.

Na ocasião, houve uma visita guiada pelo prédio que será inaugurado em breve. De acordo com Jader Torres, titular da pasta de Infraestrutura, o investimento chegará aos R$ 40 milhões com a aquisição de equipamentos para o local.

Presidente da Associação Brasileira de Indústrias e Hotéis do RN (ABI-RN), José Odécio Júnior disse que o empreendimento faz parte de uma coletânea de ações que o Governo fez em prol do turismo. "Natal estava precisando deste equipamento que irá aumentar o fluxo de turistas para o RN. Esperávamos por isso há muitos anos e essa gestão nos escutou e é esta uma das mais importantes obras do setor para nosso estado. Esperamos que a próxima gestão priorize o turismo assim como Robinson priorizou", considerou.

Foto: Ivanízio Ramos

4

Dez

Jornalismo

Crediário e cartão de crédito são os principais vilões da inadimplência no país, seguidos pelos empréstimos

O brasileiro vem assumindo cada vez mais compromissos financeiros e, diante do atual quadro econômico no país, passa a enfrentar dificuldades para pagar contas, como a fatura cartão de crédito e boletos no comércio. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que os principais responsáveis pela negativação de CPFs no país são o crediário (65%) e o cartão de crédito (63%), lendo em conta seus usuários. O empréstimo pessoal em bancos ou financeiras aparece em terceiro lugar na lista dos grandes vilões da inadimplência, com 61%.

Entre os outros tipos de dívidas que levaram ao registro do nome em entidades de proteção ao crédito, destacam-se: crédito consignado (60%), cheque especial (57%), financiamento de automóvel (45%), mensalidades escolares (26%), conta de telefone (20%), boletos de TV por assinatura e internet (18%) e conta de água e luz (11%). Atrasos com aluguel e condomínio, respondem por 10% e 8%, respectivamente.

Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, o orçamento apertado e a falta de controle financeiro acabam refletindo em uma maior incidência de negativações. “O desemprego ainda em altos níveis e a renda achatada vêm dificultando o pagamento das contas. E o mais grave é o fato que as dívidas bancárias se posicionem entres os primeiros colocados porque os juros elevados por atraso contribuem para que os valores dessas dívidas cresçam até o ponto de o consumidor não conseguir honrar seus compromissos financeiros”, observa.

O levantamento também mapeou quais são as demais contas que os inadimplentes possuem atualmente sem pagar, mas que não necessariamente tenham levado à negativação. De acordo com os dados, os empréstimos que envolvem pessoas próximas com parentes e amigos (38%) são as contas que os entrevistados mais deixaram de pagar. Depois surgem as parcelas do cartão de crédito (20%), crediário (20%) e cheque especial (20%).

Inadimplente prioriza pagamento de plano de saúde e condomínio. Para especialista, ‘troca de dívida’ pode auxiliar ajuste na vida financeira

Quando falta dinheiro para honrar todos os compromissos, um dos maiores desafios para os inadimplentes é priorizar as contas que devem ser quitadas em primeiro lugar. Nesse sentido, a pesquisa mostra que os brasileiros inadimplentes vêm priorizando o plano de saúde (89%) entre as contas a serem quitadas em dia. Os boletos de condomínio aparecem logo atrás, com uma participação de 86%, e o aluguel vem na sequência, com 82%. Outras dívidas que os inadimplentes costumam pagar no prazo são: conta de água e luz (79%), TV por assinatura e internet (75%), conta de telefone fixo e celular (65%) e mensalidade escolar (58%).

Muitos inadimplentes acabam fazendo um tipo de rodízio para escolher qual conta pagar naquele mês, o que demonstra a situação extrema de alguns. Outros, tendem a priorizar o pagamento de contas básicas e de financiamentos, que implicam na tomada do bem ou no corte de fornecimento caso haja atrasos no pagamento. Para alguns casos, pode ser útil o que chamamos de ‘troca de dívida’, que é quando o consumidor substitui o valor das dívidas que cobram juros elevados, como cartão de crédito, por exemplo, por outra mais barata, como o empréstimo consignado. Mas essa deve ser uma opção bem avaliada, após análise ampla do valor das pendências e precisa vir sempre acompanhada de uma reflexão profunda sobre o motivo da inadimplência e quais atitudes levaram o consumidor a essa situação”, orienta Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 609 consumidores com contas em atraso há mais de 90 dias. A amostra é representativa e contempla ambos os gêneros, pessoas acima de 18 anos, de todas as classes sociais e residentes nas 27 capitais do país. A margem de erro é de 3,97 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%. Baixa a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

3

Dez

Jornalismo

Jornalistas do RN são premiados pelo Ministério Público por melhores reportagens em cinco categorias

O Ministério Púbico do Rio Grande do Norte (MPRN) promoveu nesta segunda-feira (3) a cerimônia de entrega do VI Prêmio de Jornalismo da instituição. Ao todo, 15 trabalhos foram os finalistas desta edição, que teve recorde de inscritos.

A VI edição do Prêmio de Jornalismo contou com trabalhos que mostram a atuação do MPRN, sempre voltada para o atendimento à sociedade potiguar. O Prêmio tem cinco categorias profissionais: Jornalismo Impresso, Webjornalismo, Radiojornalismo, Telejornalismo e Fotojornalismo. As matérias que concorreram foram veiculadas entre novembro de 2017 e novembro de 2018.

O procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Norte, Eudo Rodrigues Leite, destacou o trabalho da imprensa potiguar. “É uma satisfação imensa para o MPRN promover o Prêmio de Jornalismo. A imprensa norte-rio-grandense é livre, atuante e sempre teve o MPRN como parceiro. O Prêmio tem por objetivos estimular a produção de matérias jornalísticas que, com o fomento do MPRN, acabam por beneficiar a sociedade potiguar”, falou.

Premiados, a vice-presidente Juliana Limeira Teixeira Xavier, destacou que o prêmio “no âmbito ministerial, abraçou importante missão de difundir a função social do MP junto à sociedade e ao poder público e que a própria atuação da imprensa está relacionada à própria efetivação do princípio constitucional da transparência, uma vez que ela serve de meio para a divulgação das informações de relevância social, de acordo com a verdade dos fatos e com a maior credibilidade possível”.

A comissão julgadora dos trabalhos inscritos este ano foi formada pelos jornalistas Fred Carvalho, diretor de Comunicação do MPRN; Giselle Ponciano, analista de Comunicação do MPRN; Zenaide Castro, assessora de Comunicação da Ampern; e Marília Rocha, diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN). O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Norte (Sindjorn) não pôde participar da comissão este ano, mas enviou ofício concordando com o resultado da avaliação.

“É com satisfação em dobro que anunciamos os vencedores do VI Prêmio de Jornalismo do MPRN. Primeiro porque houve um número recorde de trabalhos inscritos: 44. E segundo pelo nível técnico das matérias. Nós da comissão julgadora tivemos um trabalho imenso para selecionar os finalistas de cada categoria. Todos nós da comissão e também da Diretoria de Comunicação do MPRN damos os parabéns aos colegas jornalistas que inscreveram matérias”, disse Fred Carvalho.

O Prêmio de Jornalismo do MPRN tem como parceiro a Ampern, que contribui financeiramente. O primeiro lugar de cada categoria recebe com a quantia de R$ 3.500; para o segundo lugar de cada categoria, são repassados R$ 2.500; e o terceiro lugar, fica com R$ 1.500.

Veja a lista dos vencedores do VI Prêmio de Jornalismo do MPRN.

 

  • FOTOJORNALISMO

  1. 1º lugar – “Operação prende suspeitos de fraude”, de Magnus Teixeira do Nascimento;
  2. 2º lugar – “RN tem apenas 12 municípios com destinação correta do lixo”, de Lenart Veríssimo do Nascimento;
  3. 3º lugar – “Do crime à ressocialização: projeto pioneiro do MP muda a vida de adolescentes na Grande Natal”, de Vanessa Cristina Simões Barbosa Lobato.
  • JORNALISMO IMPRESSO

  1. 1º lugar – “MP investiga ‘furo’ na fila do SUS”, de Luiz Henrique da Silva Gomes;
  2. 2º lugar – “Cresce proteção de testemunhas no RN”, de Aura Mazda Alves Dutra;
  3. 3º lugar – “Ataques são atos de facção, diz MPRN”, de Ícaro César Carvalho Batista de Medeiros.
  • RADIOJORNALISMO

  1. 1º lugar – “Grupo reflexivo de homens: uma semente da paz”, de Jacson Damasceno Silva;
  2. 2º lugar – “Uma nova infância”, de Francisco Tárcio Araújo Pereira e coautoria de Moisés Henrique Cavalcanti de Albuquerque, Elizângela Moura de Oliveira e Cleginaldo Sinésio de Freitas;
  3. 3º lugar – “Pedreiro foragido há 21 anos é preso após investigação do MP/RN”, de Roberta Caroça Seixas.
  • TELEJORNALISMO

  1. 1º lugar – “MP/RN: projeto ajuda crianças a superar trauma”, de Roberta Caroça Seixas;
  2. 2º lugar – “Prisão assassino publicitário”, de Michelle Rincón Machado Mourão Crespo de Mello;
  3. 3º lugar – “Projeto social desenvolvido por OnG transforma vidas de jovens e crianças na Grande Natal”, Klênyo José Galvão de Souza.
  • WEBJORNALISMO

  1. 1º lugar – “Do crime à ressocialização: projeto pioneiro do MP muda a vida de adolescentes na Grande Natal”, de Anderson da Silva Simões Barbosa;
  2. 2º lugar – “Braços vazios – a dor de quem fica”, de Francisco Ricardo Silva de Araújo;
  3. 3º lugar – “Gol da esperança: projeto social balança as redes da solidariedade na Grande Natal”, de Luiz Gustavo Nunes Ribeiro dos Santos.

Com informações do Ministério Público

 

3

Dez

Jornalismo

Encontro nacional sobre violência a comunicadores discute proteção e liberdade de expressão em SP

Em tempos de constantes ameaças à liberdade de expressão, o Instituto Vladimir Herzog, a Artigo 19, a Repórteres sem Fronteiras, a Abraji e o Intervozes promovem em São Paulo, nos dias 4 e 5 de dezembro, o Encontro Nacional de Proteção a Comunicadores. Para participar do evento, é necessário fazer inscrição usando o formulário on-line.

O encontro tem como principal objetivo a construção de uma rede nacional de pessoas e de instituições que atuem concreta e efetivamente na proteção de comunicadores e criar estratégias para dar visibilidade a esta realidade de agressão à liberdade de expressão e, consequentemente, de ameaça à democracia.

Confira aqui a programação completa:

DIA 1 – 04/12

9h: Recepção e cadastramento

9h30: Abertura
Kees van Rij (Embaixador do Reino dos Países Baixos no Brasil)
Rogério Sottili (Diretor Executivo do Instituto Vladimir Herzog)

10h: Mesa 1 – Censura e criminalização de comunicadores
Marina Atoji
Abraji

Gizele Martins
Comunicadora popular da Maré (Rio de Janeiro/RJ)

Cristian Góes
Jornalista (Aracaju/SE)

Carlos Weis
Defensoria Pública do Estado de São Paulo (São Paulo/SP)

12h: Intervalo para almoço

14h: Mesa 2 – Impunidade em crimes contra comunicadores
Thiago Firbida
Artigo 19

Emmanuel Pellegrini
Ministério Público Federal (Brasília/DF)

Andrew Downie
Comitê para Proteção de Jornalistas (São Paulo/SP)

Valério Luiz Filho
Advogado do Instituto Valério Luiz (Goiânia/GO)

16h: Mesa 3 – Violência contra comunicadores no Brasil
Artur Romeu
Repórteres sem Fronteiras

Buba Aguiar
Coletivo Fala Akari (Rio de Janeiro/RJ)

Cláudio dos Santos
Blogueiro (Recife/PE)

Raiana Falcão
Ministério dos Direitos Humanos (Brasília/DF)

18h: Exibição do documentário “Truth Detectives”

DIA 2 – 05/12

9h: Recepção

9h30: Apresentação de todos/as participantes

10h30: Debate de estratégias de atuação sobre censura, criminalização e impunidade

12h: Intervalo para almoço

14h: Debate de estratégias de atuação sobre violência contra comunicadores

15h30: Plenária sobre encaminhamentos finais do encontro

3

Dez

Jornalismo

Agência Reuters abre 22 vagas de estágio para jornalistas em quatro cidades brasileiras

O programa de estágio da Thomson Reuters para 2019 está com inscrições abertas. Até o dia 3 de dezembro, a agência de notícias receberá participações de universitários para as 22 vagas oferecidas. Os estudantes selecionados irão atuar em uma das quatro cidades em que a empresa de mídia tem base: Campinas (SP), Criciúma (SC), Juiz de Fora e São Paulo.

A capital paulista é a cidade com mais oportunidades em aberto. Dividida em dois endereços, com operações nos bairros da Barra Funda e Vila Olímpia, a Thomson Reuters divulga que, em São Paulo, dez funções serão atendidas pelo novo programa de estágio. Entre os setores agraciados no processo seletivo para o município estão central de marketing e treinamento. As duas áreas destacam que graduandos em comunicação (marketing, publicidade…) podem concorrer às bolsas.

Editorial de produção

Em São Paulo, há, ainda, outras oportunidades ligadas diretamente a quem cursa comunicação social. Na cidade, a Thomson Reuters tem vaga para “editorial de produção”, “editorial comercial” e “operações de conteúdo” (dois postos). Para as três áreas, é necessário ter inglês intermediário. O mesmo requisito vale para os departamentos de treinamento e central de marketing.

Além da comunicação

Fora a área de comunicação, o programa de estágio da Thomson Reuters prevê a chegada de estudantes para trabalhar em núcleos de programação e administração. Em Campinas, são sete postos: desenvolvimento de produtos, arquitetura de sistemas, desenvolvimento de produtos, produtos, desenvolvimento de customização, suporte premium e suporte a clientes. “Desenvolvimento” e “desenvolvimento testes” são as duas vagas em Criciúma. Para Juiz de Fora, há chance de colaborar com especificação de softwares, testes de qualidade e datacloud.

Como participar?

A Thomson Reuters informa que são dois os pré-requisitos para participar do processo seletivo de seu programa de estágio. Os estudantes precisam ter previsão de concluir a graduação de dezembro de 2019 a dezembro de 2020. Também é necessário ter disponibilidade para estagiar seis horas diárias. Universitários que se encaixem no perfil solicitado devem se candidatar por meio da página divulgada pelo site 99 Jobs (botão “inscrever-se”). Tem, ainda, de preencher o perfil, realizar o teste online e responder a perguntas adicionais.

Fonte: Portal Comunique-se

3

Dez

Jornalismo

Jornalistas estão na mira das máfias em todo o mundo, alerta a organização Repórteres Sem Fronteiras

Mais de trinta jornalistas em todo o mundo foram assassinados nos dois últimos anos a mando de grupos mafiosos, denunciou na última quinta-feira (29) a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Os profissionais, disse a entidade, foram vitimados em represália a seus trabalhos de investigação jornalística e pela falta de proteção das autoridades. As informações são do Portal ANJ.

Em 2018, segundo o secretário-geral de RSF, Christophe Deloire, pelo menos doze jornalistas foram assassinados por diferentes organizações criminosas. "A este número poderiam ser somados ao menos quatro casos no México que ainda estão em investigação”, diz o mais recente relatório da entidade.

“Jornalistas que investigam assuntos perigosos como a máfia são muitas vezes deixados sozinhos e indefesos diante de represália. Os Estados devem envidar todos os esforços para fornecer-lhes apoio e proteção adequados, e não se fazer de surdos aos pedidos de proteção”, ressaltou Deloire.

De acordo com a matéria, pelo menos dez jornalistas foram mortos em 2018 pelas máfias no México (4), Brasil (3) e Colômbia/Equador (3, a equipe do jornal El Comércio), países com forte presença dos cartéis de drogas. A situação do México é a mais dramática. Ao menos 32 jornalistas foram mortos pelos cartéis desde 2012, que muitas vezes contam a conivência de autoridades políticas, além da impunidade e falta de transparência nas investigações. O informe também enfatizou a situação da província de Esmeraldas, na Colômbia, cenário de constantes enfrentamentos entre os narcotraficantes e as autoridades.

Na Europa, três países foram "golpeados pela máfia em menos de um ano", diz o informe: Eslováquia, Malta e Itália. Entre os profissionais italianos, afirma a RSF, quase duzentos se encontram em situação de risco. Entre eles, dezenove precisam de proteção pessoal. Mas a violência de organizações mafiosas contra jornalistas, ressaltou a organização, está mesmo presente em todo o mundo.

O informe cita a recorrência do problema em países como Rússia, Turquia e Índia e Camboja. Nos dois últimos casos e em alguns países africanos, grupos mafiosos fazem fortuna roubando recursos naturais, desafiando as regras ambientais. Jornalistas que revelam esses negócios de minério, madeira e petróleo se expõem às piores represálias. A RSF, entretanto, adverte que nem mesmo nações como França, Holanda ou Japão "escapam dessa situação".

Com informações da ANJ

30

Nov

Jornalismo

Trinta milhões de pessoas vivem em desertos de notícia, mostra Atlas da Notícia 2.0

Mais da metade dos municípios brasileiros são desertos de notícia, ou seja, não contam com meios jornalísticos locais. A conclusão é da segunda etapa do Atlas da Notícia, que contou com uma campanha de crowdsourcing (levantamento de dados colaborativo) e foi divulgada nesta semana. 

O estudo concluiu que não há veículos de comunicação em 51% dos 5570 municípios brasileiros, onde vivem 30 milhões de pessoas. Em 30% dos municípios, onde habitam 34 milhões de brasileiros, há só um ou dois veículos de comunicação. São considerados “quase desertos” e correm o risco de se tornarem “desertos”.

Projeto inédito de mapeamento de veículos de jornalismo — especialmente local — no Brasil, o Atlas da Notícia é uma realização do Projor (Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo) e tem a pesquisa, análise e publicação dos dados desenvolvida pela agência Volt Data Lab. 

Para a presidente do Projor Angela Pimenta, o “direito humano universal de receber informações de interesse público sobre o poder local fica comprometido com a ausência de jornalismo local”, como declarou em entrevista recente

Segundo o Atlas da Notícia, quase 60% dos veículos de comunicação brasileiros são de rádio ou impresso. Foram catalogadas 4007 iniciativas de rádio, 3368 jornais impressos, 2773 veículos de televisão, 2263 iniciativas on-line e 56 revistas. Os desertos de notícia são mais presentes nas regiões Norte (70% dos municípios) e Nordeste (64%). A região Sudeste (38%) é a que menos tem vazios de iniciativas jornalísticas.

Sergio Spagnuolo, editor do Volt Data Lab, considera que ao “se obter conhecimento sobre vazios de notícia e sobre a característica de veículos no interior do Brasil, fora dos grandes centros de mídia, será possível orientar iniciativas, programas e políticas que possam fortalecer o jornalismo local”.

O levantamento também constatou uma correlação entre a presença de veículos jornalísticos e um maior índice de desenvolvimento humano municipal (IDHM). O estudo completo está disponível no site do Atlas da Notícia.

O estudo recém-divulgado não é comparável com os divulgados anteriormente, já que leva em consideração informações pesquisadas em 2017, enquanto os demais utilizam-se do Censo 2010. Além disso, é a primeira vez que o Atlas da Notícia considera veículos de TV, rádio, impresso e on-line conjuntamente.

O Atlas da Notícia se inspira no projeto America's Growing News Deserts, da Columbia Journalism Review. Com apoio do Facebook Brasil, ele conta também com a parceria institucional da Abraji.

Com informações da Abraji

30

Nov

Jornalismo

Desinformação espalhada nas redes sociais causa prejuízos bilionários às sociedades, dizem especialistas

A produção de notícias falsas e desinformação propagadas na internet, principalmente em redes sociais e aplicativos de mensagens, são baratas e dão lucro a seus autores, mas causam prejuízos bilionários. "Somente na África foram perdidos US$ 3,4 bilhões [cerca de R$ 13 bilhões] em 2017 com esse tipo de cybercrime", diz Marie-Michelle Strah, especialista em cybercrime e cybersegurança, da John Jay College da Universidade da Cidade de Nova York (CUNY, na sigla em inglês). As informações são do Portal ANJ.

De acordo com a matéria, cálculos como esse foram levantados na semana passada por especialistas brasileiros e norte-americanos que se reuniram com o objetivo de discutir abordagens para tratar do fenômeno, tema de uma das mesas da Fapesp Week New York, nos Estados Unidos, relatou o portal UOL. Marie-Michelle foi uma das debatedoras do encontro, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) em parceria com o Instituto Wilson, um centro norte-americano de estudos, e a CUNY.

A especialista em cybercrime e cybersegurança afirma que, embora notícias falsas e desinformação, tenham se transformado em um fenômeno associado à política, ela amplamente são utilizadas pelo crime organizado com diversas finalidades, inclusive fraudes financeiras. "As ferramentas de marketing, análise de audiência e SEO, utilizadas por negócios legítimos o tempo todo, são cooptadas para esse novo modelo de crime", alerta.

Strah destaca que as fake news se tornam mais potentes com a proliferação dos agentes que as produzem. "E você nem precisa entender de tecnologia para fazer isso. É possível terceirizar o serviço, da mesma maneira que uma agência que anunciam comida para gato contrata uma de SEO (otimização de mecanismos de pesquisa)", compara a especialista. O fenômeno é antigo, lembra Strah, mas ganhou velocidade e alcance sem precedentes por causa das redes sociais.

Segundo o Portal, parte da culpa é atribuída ao fato de que as empresas de tecnologia, relata o UOL, decidiram competir diretamente com a mídia há alguns anos. Mas o problema é mais amplo, diz informa portal de notícias, e envolve também as pessoas, que participam e espalham as notícias. O declínio na confiança da população na imprensa também facilitou a adesão da audiência a informações de fontes duvidosas, afirma de Barbara Gray, pesquisadora da escola de jornalismo da CUNY.

Educação midiática e mudança nas gigantes de tecnologia

Para tentar reverter essa tendência, Barbara destaca algumas iniciativas recentes, nos Estados Unidos, que utilizam conceitos como transparência e contato mais próximo com as comunidades para engajar o leitor no exercício verificação de fatos, prática que ela vê como a única solução possível para o problema. "Todos nós temos nossos vieses, mas o processo de fact-check é objetivo", diz.

Jornalista e professor, Carlos Eduardo Lins da Silva, da Fapesp, lamenta a ausência de estudos mais profundos sobre o fenômeno, que avaliem não apenas o número de pessoas alcançadas, mas também o tipo de impacto que as fake news provocam. "Enquanto isso não é feito, não podemos tirar informações precipitadas", diz, ressaltando que todas as novas mídias provocaram reações apocalípticas na história da comunicação. Além disso, Lins da Silva vê algumas em iniciativas de controle ou restrição, como tem se discutido na França, medidas equivocadas.

Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), mencionou levantamentos realizados por diferentes instituições, com base nas últimas eleições presidenciais nos Estados Unidos e no Brasil, que mostram associação da desinformação com o conservadorismo de direita. "Não estou dizendo que é exclusivo da direita, mas que o comportamento é mais frequente entre eles, segundo as pesquisas", afirma.

A solução do problema da desinformação, de acordo com os especialistas, passa necessariamente por um ajuste nos negócios das empresas de tecnologia que faturam alto com as atividades online. Ao mesmo tempo, é preciso promover a educação midiática, para que as pessoas saibam diferenciar fatos de notícias fabricadas.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14797-desinformacao-espalhada-nas-redes-sociais-causa-prejuizos-bilionarios-as-sociedades-dizem-especialistas.html

28

Nov

Jornalismo

Dicionário digital define ''informações falsas'' como termo do ano

Depois que pós-verdade (Oxford Dictionaries) e notícias falsas (Collins Dictionary) foram escolhidas palavras ou expressões dos anos de 2016 e 2017, respectivamente, o termo de 2018 é misinformation (que pode ser traduzido como desinformação, mas aqui representa informação incorreta), segundo o dicionário online Dictionary.com. As informações são da ANJ.

Em comunicado à imprensa, a organização afirmou ter escolhido a palavra – que define como “informações falsas que se espalham, independentemente de haver intenção de enganar” – em meio ao crescente papel das empresas de tecnologia na disseminação deste tipo de conteúdo fraudulento no meio digital.

"Desinformação também teria sido uma palavra interessante para este ano, mas nossa escolha por ‘informação incorreta' foi intencional", disse Jane Solomon, linguista da organização. “É um termo de autorreflexão e pode ser um chamado para uma ação. Você pode ser uma boa pessoa e ainda disseminar informações erradas."

Segundo a matéria, na língua inglesa há ainda a palavra "disinformation", que também pode ser traduzida como desinformação. Mas a escolha do prefixo "mis" e não "dis", segundo Jane, foi deliberada uma vez que, como ressaltou Jane, é destinada a servir como um apelo para a batalha contra notícias falsas e teorias da conspiração. "O surgimento de um léxico para descrever a desinformação por si só é um sinal revelador", disse Liz McMillan, CEO da Dictionary.com.

"A propagação desenfreada de má informação está proporcionando novos desafios para a vida em 2018", destacou Jane Solomon. “A má informação existe há muito tempo, mas na última década a ascensão das mídias sociais mudou a forma como as informações são compartilhadas. Acreditamos que entender o conceito de má informação é vital para identificá-la quando a encontramos e ajudar a reduzir seu impacto."

De acordo com o Portal, a entidade citou vários eventos no ano passado que contribuíram para sua decisão na escolha da palavra do ano. Entre eles, incluem-se o papel continuado do Facebook na disseminação de fraudes e os rumores no WhatsApp que levaram à violência popular na Índia e a desinformação generalizada durante as eleições brasileiras.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14754-informacao-incorreta-espalhada-nas-redes-sociais-e-o-termo-de-2018-segundo-dicionario-digital.html

23

Nov

Jornalismo

Nova regra preserva identidade de jornalistas que solicitam dados por meio da Lei de Acesso à Informação

Medida tomada pelo Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) na semana passada tornou mais fácil aos jornalistas brasileiros preservarem suas identidades ao solicitar dados públicos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). A pasta passou a permitir que cidadãos peçam informações a órgãos federais de forma quase anônima.

O novo dispositivo exige do solicitante dados pessoais ao fazer o pedido pela LAI, mas a identidade é conhecida apenas pela, conforme o jornal O Estado de S.Paulo. Isso quer dizer que o servidor público encarregado de fornecer a informação não sabe quem fez a pergunta. O sistema tornou o país um dos sete no mundo a proteger a identidade dos requerentes, de acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-Rio), relatou o Centro Knight.

Embora a mudança valha apenas para instâncias federais do governo, os jornalistas que quiserem manter o anonimato ao requisitar dados a órgãos estaduais e municipais, assim como a federais, também podem recorrer a uma nova ferramenta da Open Knowledge Brasil chamada Queremos Saber. O nome é uma homenagem ao site de pedidos de informação criado pelo grupo Transparência Hacker em 2011, antes mesmo da LAI entrar em vigor.

Fonte: ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/14688-nova-regra-preserva-identidade-de-jornalistas-que-solicitam-dados-por-meio-da-lai.html

19

Nov

Jornalismo

Quase 5 milhões de notícias falsas foram compartilhadas durante o terceiro trimestre no Brasil, um pouco antes da eleição

O Relatório da Segurança Digital no Brasil, produzido pelo dfndr lab, mostrou que 4,8 milhões de notícias falsas (Fake News) foram detectadas durante o terceiro trimestre de 2018. Esse número representa um aumento de 43% se comparado ao mesmo período de 2017 — e as eleições presidenciais tiveram um grande impacto nisso. As informações são do Portal Tecmundo.

De acordo com o site, no mesmo relatório, o laboratório de cibersegurança afirma que foram mais de 4,8 milhões de detecções, montante que representa um aumento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017. O total de detecções de links maliciosos no trimestre foi de 43,8 milhões e a participação das fake news mais que dobrou, se comparada com igual período do ano passado, chegando a 11% de todas as detecções.

Segundo a matéria, as notícias falsas, em sua maioria, rodaram com o tema “política”: 46,3% delas. Apenas sobre o assunto, foram mais de 2,2 milhões de detecções. “A cada trimestre, o número e a sofisticação das fake news crescem consideravelmente. As eleições foram o principal gancho desse trimestre, mas qualquer tema que gere grande volume de cliques para ganho com publicidade ou que possa influenciar a opinião pública são utilizados como chamariz.

A principal questão é que notícias falsas são um risco real à segurança das pessoas. Considere, por exemplo, o dano que fake news sobre medicamentos ou vacinas podem causar à população. Por isso, é necessário e urgente intensificarmos a discussão sobre o tema e a conscientização sobre como se proteger”, comenta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

O laboratório deixa claro: o teor alarmante ou que gere indignação e o fato de solicitar compartilhamento são os principais motivos pelos quais o conteúdo se espalha rapidamente por meio de amigos, familiares e conhecidos.

Foto/reprodução. Fonte: Tecmundo, disponível em: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/136224-cinco-milhoes-fake-news-compartilhadas-ultimos-tres-meses.htm

 

16

Nov

Jornalismo

Universidade Potiguar realiza curso aberto de Jornalismo Esportivo

Com o objetivo de capacitar estudantes de jornalismo e interessados na área do esporte, estão abertas as inscrições para o Curso de Jornalismo Esportivo: Reportagem, comentários e narração. A qualificação é fruto de uma parceria com a UnP e o Jornalista Diego Dantas. O evento acontece no dia 17 de novembro na Unidade Roberto Freire e tem início das 8h às 12h e das 14h às 18h.

O Curso conta com grandes nomes do jornalismo esportivo do país. Além da palestra do Diego Dantas, que escreve matérias para os jornais O Globo, Extra e para a Revista Época. O evento também será ministrado pelos jornalistas Thiago César, apresentador do Globo Esporte RN, da InterTV Cabugi, afiliada da TV Globo e do Comentarista Exmar Tores.

As inscrições podem ser feitas através do WhatsApp (84) 99424-3325. O investimento é de R$100 e os alunos da UnP possuem desconto de 30%. Ao final do evento, os inscritos receberão certificados de participação no evento.

“Nossa ideia é oferecer um conteúdo prático, mostrando como funciona uma transmissão esportiva, tanto no rádio, como na televisão. Serão dicas e caminhos apresentados por profissionais que atuam no mercado e que têm experiência em coberturas locais e nacionais”, aponta o organizador.