Jornalismo

19

Set

Jornalismo

Desafios da inovação em saúde serão tema de Conferência em Natal

No final do mês de outubro, Natal se transformará na capital mundial da inovação em saúde. Alguns dos principais nomes da área estarão reunidos na capital potiguar para participar da II Conferência Internacional de Inovação em Saúde, promovida pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde – LAIS/UFRN.

A Conferência acontecerá entre os dias 30 de outubro e 1 de novembro, no Hotel Holiday-inn. O evento contará com a participação de representantes das principais instituições de pesquisa do mundo, como Harvard e MIT (EUA), Universidade de Lorraine (França) e Universidade de Atabasca (Canadá).

Representantes do Ministério da Saúde, Organização Mundial da Saúde, ABIMO e da indústria farmacêutica também estarão presentes para debaterem o tema central da Conferência, que será “Desafios para os países em Desenvolvimento”. A expectativa da organização é reunir mais de 600 pessoas.

Durante os três dias de evento, acontecerão palestras, mesas –redondas, denominadas cafés com ideais, abordando temas diversos, com a “A agenda de Desenvolvimento, Inovação e Saúde no contexto do Complexo Econômico Industrial da Saúde”, que será debatido pelo coordenador das Ações de Prospecções da Fiocruz, Carlos Gadelha.

Outra palestra que será proferida durante a Conferência será “A inovação na Educação Mediada por Tecnologias: o que está acontecendo pelo mundo”, com Marci Powell, com a consultora de aprendizagem digital e coordenador do Projeto Virtually Inspired. Durante sua fala, Powell compartilhará um pouco de sua experiência com as melhores práticas na educação a distância e aprendizagem digital.

Também já estão confirmados os nomes do presidente do Instituto Ethos de Responsabilidade Social, Caio Magri, e da editora de ciências de “O Público”, portal de notícias de Portugal, Tereza Firmino.

Pré-evento

Antes mesmo de iniciar oficialmente, a II Conferência Internacional de Inovação em Saúde terá uma programação bastante extensa. No dia 29 está programado o I Seminário de Compartilhamento e Avaliação do Apoio à Pesquisa e Intervenção do Projeto “Sífilis Não”. Já no dia 30, durante todo o dia e antes da abertura oficial, acontecerão os simpósios satélites ““Pesquisa e Inovação na Rede EBSERH: perspectivas e desafios” e “Learning Analytics” e a Gestão do Conhecimento, além das apresentações de trabalhos orais aprovados pela comissão científica do evento.

As inscrições ainda estão abertas no site do evento que pode ser acessado pelo endereço: http://inovacaotecnologica.lais.huol.ufrn.br/.

15

Set

Jornalismo

Portal jornalístico do RN estreia novo layout e webTV com programa de entrevistas

O Portal No Ar vai estrear novo layout e também um novo formato jornalístico, a TV No Ar. Através da webtv, a proposta da redação é oferecer mais informação a quem acessa o http://portalnoar.com.br/ e acompanha o veículo nas redes sociais. O portal está no Twitter, no Facebook e no Instagram com o perfil @PortalNoArBR.

Em parceria com a Cena2 Produções, do empresário Riccardo Carvalho, a TV No Ar produzirá conteúdo jornalístico dentro e fora do estúdio, em entrevistas, coberturas, programas diversos e debates, tendo o publicitário e jornalista Ricardo Rosado, sócio-diretor do portal, e a jornalista e diretora de redação Ilana Albuquerque, como entrevistadores. O primeiro programa de entrevistas irá ao ar na próxima segunda-feira.

Recentemente, o portal lançou campanha publicitária para destacar sua agilidade e precisão na apuração dos fatos comparando-as com as qualidades de animais selvagens que simbolizam a força no mundo animais.

11

Set

Jornalismo

Inscrições abertas para o Prêmio de jornalismo do Ministério Público do Trabalho

Estão abertas até as 18 horas do dia 1º de outubro de 2018 as inscrições para o Prêmio MPT de Jornalismo 2018. Serão premiadas as melhores reportagens publicadas nas categorias jornal impresso e revista impressa, radiojornalismo, telejornalismo, webjornalismo e fotojornalismo, veiculadas de 1º de maio de 2017 a 26 de agosto de 2018. Além disso, haverá o Prêmio Especial MPT de Jornalismo e o Prêmio Especial Fraudes Trabalhistas, cujos valores variam entre R$ 5 mil a R$ 30 mil.

Promovido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), o prêmio amplia o alcance de denúncias de veículos regionais e conscientiza a sociedade sobre a proteção de seus direitos diante de ilegalidades, como o trabalho escravo, o trabalho infantil, a discriminação, as fraudes, as práticas antissindicais e o desrespeito à saúde do trabalhador e à segurança no trabalho.

Neste ano, os trabalhos serão avaliados nos seguintes temas: fraudes nas relações de trabalho; trabalho escravo contemporâneo; trabalho infantil; discriminação nas relações de trabalho; meio ambiente do trabalho; promoção da liberdade sindical; trabalho portuário e aquaviário; irregularidades trabalhistas na administração pública.

Criado em 2014, o Prêmio MPT de Jornalismo já reconheceu mais de duas mil reportagens publicadas em jornais impressos, televisão, rádio, internet e universidades de todo o país. Para mais informações, acesse a página do regulamento.

7

Set

Jornalismo

Setembro Cidadão marca presença no tradicional desfile cívico em Natal

O Programa Brasileiro de Educação Cidadã (PROBEC), por meio do Setembro Cidadão, marcou presença no tradicional desfile cívico, nesta sexta-feira (7), na Praça Cívica de Natal (Praça Pedro Velho). Os mascotes Edu e Cidinha abriram a ala da cidadania que precedeu a passagem dos estudantes da rede pública do Estado. 

“Esse é um dos pontos altos de nossa programação, o tradicional desfile de 7 de setembro, que contou com a participação de 10 escolas públicas, numa verdadeira festa da cidadania”, comentou o juiz Jarbas Bezerra junto a sua parceira, a advogada Lígia Limeira, destacando ainda que a programação do Setembro Cidadão contará ainda com a capacitação de professores, exposição de um Memorial da História do RN e um encontro que debaterá a Segurança Pública.

O desfile reuniu mais de 2.500 participantes entre militares, grupamentos escolares e cívicos. A apresentação se dividiu em destacamentos a pé, motorizado e hípico. Do desfile a pé, participaram militares das Forças Armadas e Auxiliares, incluindo Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Força Aérea Brasileira, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Guarda Municipal. O desfile motorizado contou com 150 veículos, entre carros, motocicletas e ônibus, que percorreram a Avenida Prudente de Morais.

“Esse momento é de extrema importância para todos nós brasileiros. Nós temos a obrigação de impedir que os princípios e as boas condutas se esvaiam. E prestigiar um ato como esse de respeito à pátria é mostrar que ainda lutamos por ela. Sem falar que damos exemplos às próximas gerações”, explicou Dra. Lígia Limeira.

Pensamento  compartilhado pela mãe dos pequenos Maria Safira e Gabriel.  Samara Nazário faz questão de trazer seus filhos para participar do evento todos os anos. “Temos que mostrar quem são os verdadeiros heróis. Esse tipo de acontecimento nos ajuda a ensinar o que é ser cidadão, nos ajuda a educar nossos filhos“, disse empolgada.

 A cerimônia marca o encerramento da Semana da Pátria 2018, depois de uma programação que incluiu atividades cívicas e culturais em celebração ao 196º aniversário da Independência do Brasil. O Desfile Cívico-Militar e a Cerimônia de Encerramento foram planejados pelo Exército Brasileiro e executado pelas Forças Armadas. 

Sobre o Setembro Cidadão

Por meio da Lei Complementar 494/2013, o mês de setembro como o mês da educação cidadã no Rio Grande do Norte, denominado esse período de Setembro Cidadão. Ao longo desse período a secretaria, em parceria com o PROBEC, promoverá ações cidadãs, como apresentações culturais e palestras sobre educação.

2

Set

Jornalismo

Plataformas digitais reconhecem credibilidade do jornal

O jornal continua sendo a mídia que pauta os demais meios de comunicação, mesmo com o avanço dos meios digitais. Além disso, as assinaturas digitais têm crescido desde que a maior parte dos jornais adotou o paywall, cobrando pelo aceso ao seu conteúdo. Esse tema permeou o painel “A Visão do Mercado”, que integrou o evento de entrega do Prêmio ANJ de Liberdade de Imprensa realizado hoje, em São Paulo.

Em entrevista a ANJ, Luiz Lara, presidente da Lew Lara /TBWA e um dos participantes do painel, lembrou que um meio digital como o WhatsApp utilizou o jornal para se pronunciar contra as fake news. A seu ver, isso aconteceu porque o meio jornal é o que mais passa credibilidade.

Além disso, o seu conteúdo viraliza nas redes sociais. No entanto, surge a questão de como monetizar essa característica especifica. “Os jornais devem cobrar pelo seu conteúdo e redes sociais deveriam remunerá-los por isso”, disse Lara.

De acordo com a matéria, o publicitário reconhece que é difícil monetizar em meio à fragmentação. O desafio maior é monetizar o digital de forma integrada. Uma das maneiras seria por meio dos pacotes digitais, a exemplo do aplicativo Folha Match. Outra iniciativa importante é a de catequizar os jovens das agências de propaganda sobre a importância do meio. Acostumados com o digital, os jovens não pensam nos jornais em suas campanhas publicitárias. Por isso, é preciso um trabalho de catequese.

Já Igor Puga, diretor executivo e de marca de Marketing do Banco Santander, foi mais enfático ao afirmar que em vez de se ficar discutindo os problemas da mídia impressa, os jornais deveriam tomar iniciativas mais concretas de aproximação com os anunciantes e oferecer soluções, como fazem as emissoras de televisão. Há uma divisão estanque entre a redação e o departamento comercial, sendo que as redações são inacessíveis”, afirmou. O ideal é que houvesse uma maior flexibilidade.

Puga lembrou que atualmente os vídeos fazem grande sucesso, na medida em que são mais fáceis de serem entendidos e degustados pela população com baixa instrução. “Os jornais também devem produzir vídeos e conteúdos multimídia. Não adianta apenas replicar o meio impresso no digital”, acrescentou.

Fonte: Redação ANJ, disponível em: https://www.anj.org.br/site/component/k2/73-jornal-anj-online/12053-plataformas-digitais-reconhecem-credibilidade-do-jornal.html

29

Ago

Jornalismo

Ferramenta facilitará ligação entre quem deseja fazer trabalho voluntário e instituições que precisam

No Dia Nacional do Voluntário (28), o Governo Federal lançou a Plataforma Digital do Voluntariado, que vai fazer a ligação entre as instituições que precisam de voluntários e o cidadão que quer desenvolver tais atividades. Também serão oferecidos cursos para voluntários e organizações.

As informações sobre a iniciativa estão no site Viva Voluntário. A ferramenta é desenvolvida em parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o governo federal.

“A plataforma será uma grande ponte de encontro entre as organizações sociais, por um lado, e os usuários que se dispõem, do outro”, explicou o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha.

Na plataforma, cada ação de voluntariado estará ligada aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem metas a serem cumpridas até 2030.

A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Voluntariado – Viva Voluntário, lançado no ano passado pelo governo federal. O programa envolve governo, sociedade civil e setor privado nas ações voluntárias com enfoque na Agenda 2030.

Com informações da Agência Brasil

29

Ago

Jornalismo

E-mail e senhas de mais de 3 milhões de brasileiros foram vazados de site sobre herança genética

site MyHeritage confirmou ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) o vazamento de e-mails e senhas de mais de 3,3 milhões de clientes brasileiros. A resposta se deu em inquérito aberto pelo órgão para apurar o comprometimento de informações de brasileiros em um incidente de segurança que segundo a página teria ocorrido em outubro de 2017.

Segundo o MPDFT, a empresa afirmou que não houve vazamento de nomes, endereços e números de cartão de crédito dos clientes brasileiros, bem como dados sensíveis como amostras de DNA e outros utilizados para formar árvores genealógicas de famílias.

A Autoridade Israelense de Proteção de Dados realizou investigação cuja análise concluiu pela não existência de nenhuma violação da lei. O MPDFT orienta os clientes do site que troquem a senha de acesso ao serviço.

Incidente

site MyHeritage fornece uma série de serviços relacionados à herança genética de pessoas. A empresa comercializa atividades como testes de DNA e identificação de árvores genealógicas, possibilitando identificar antepassados e encontrar parentes.

Em nota divulgada no dia 4 de junho, a empresa responsável pela página informou que havia sido comunicada da disseminação de um arquivo com e-mails e senhas de 92 milhões de usuários do serviço, todos cadastrados até outubro de 2017.

Em dois comunicados publicados em junho, a empresa informou ter criado uma equipe para apurar as causas do incidente e contratado uma firma para realizar perícia. Uma equipe de suporte foi disponibilizada para tirar dúvidas dos usuários.

A empresa relatou ainda a intenção de criar um sistema mais seguro de autenticação para o usuário acessar o site. Assim como o MPDFT, a empresa também recomendou, em uma das notas, a troca das senhas, uma vez que essas foram vazadas.

Com informações da Agência Brasil

21

Ago

Jornalismo

Estudantes de jornalismo lançam e-book sobre imprensa potiguar

No dia 29 de agosto, às 19h, acontece o lançamento do livro/e-book Depoimentos para uma História da Imprensa Potiguar, uma coletânea de uma série de entrevistas realizadas por estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

No projeto idealizado e coordenado pela professora Socorro Veloso, os estudantes entrevistaram jornalistas como: Cassiano Arruda Câmara, Albimar Furtado, Osair Vasconcelos e Ana Maria Cocentino, reunindo depoimentos sobre a história da imprensa potiguar.

O e-book será lançado em parceria com o selo Máquina, da Editora Tribo e faz parte da série Jornalismo Potiguar, sendo o segundo volume da coleção. O evento acontece no auditório do prédio do Departamento de Comunicação Social.

14

Ago

Jornalismo

Abraji e GIJN lançam primeira comunidade global de jornalistas que falam português

A Abraji e a Global Investigative Journalism Network (GIJN) lançaram a GIJN em Português, a primeira comunidade do mundo de jornalistas que trabalham em língua portuguesa. A parceria inédita tem o objetivo de fomentar e difundir técnicas, tutoriais e o melhor da produção jornalística de países como Portugal, Brasil, Moçambique, Angola, Cabo Verde, Timor Leste, Guiné-Bissau e Guiné Equatorial, além de outras regiões em que o português é falado.

A GIJN é hoje o maior centro de apoio à prática de jornalismo investigativo no mundo. A rede oferece de graça recursos para que jornalistas de qualquer lugar do mundo possam desenvolver investigações e trabalhos baseados em dados com mais eficiência. Cada vez mais, a rede compartilha conhecimento sobre inovação e empreendedorismo no jornalismo. Fundada em 2003, tem 163 integrantes, todos organizações jornalísticas sem fins lucrativos voltadas para a produção ou o fomento do jornalismo investigativo, em mais de 70 países, em todos os continentes.

A Abraji é um desses membros, o único em toda a comunidade de países que têm o português como língua oficial.

Com a parceria, a missão da Abraji será impulsionar a difusão de boas práticas, exemplos e técnicas de jornalismo investigativo para toda a comunidade lusófona, por meio de duas contas, no Twitter (@gijnportugues) e no Facebook (www.facebook.com/GIJN-em-portugues), que serão abastecidas diariamente.

Nesses perfis, serão indicados grandes exemplos de reportagens investigativas produzidas por repórteres e editores dos países que falam português. Também estarão no radar dicas e iniciativas relacionadas a jornalismo de dados; eventos, bolsas e outras oportunidades profissionais em jornalismo investigativo; bastidores de apurações; técnicas de investigação e dicas de ferramentas úteis para jornalistas; e análises sobre o mercado de mídia que impactem o jornalismo investigativo, entre outros.

Conteúdos originalmente produzidos em outras línguas também serão recomendados nas redes sociais, mas acompanhados de informações em português, uma maneira de atender quem não domina o inglês ou outros idiomas.

O site da Abraji também trará o melhor do conteúdo da GIJN traduzido pela primeira vez para o português. Até agora, a GIJN gerava conteúdos em inglês, árabe, chinês, francês, russo e espanhol.

"A troca de informações e experiências entre profissionais e organizações de diferentes países é fundamental para criar e reforçar redes supranacionais de jornalismo investigativo", afirma o presidente da Abraji, Daniel Bramatti. "Outro aspecto importante da parceria é a ênfase na formação e no aprimoramento profissional, algo que a Abraji incentiva desde a sua criação, em 2002."

Para o diretor-executivo global da GIJN, o jornalista David Kaplan, a atenção ao mundo de língua portuguesa era um passo natural. “Era nosso próximo passo lógico”, avalia Kaplan. “Como a sexta língua mais falada do mundo, o português é um portão de entrada vital para que possamos alcançar e integrar a redes globais os nossos colegas no Brasil, na África, na Europa e em outros locais ao redor do mundo. Oligarcas e criminosos se tornaram internacionais faz tempo. É hora de os jornalistas correrem atrás e criarem redes que os ajudem a se conectar para além de fronteiras e a ter acesso a dicas e ferramentas mais atuais”.

Segundo Kaplan, a presença de canais em português nas redes sociais da GIJN será “o primeiro passo na oferta de vários recursos em português sobre jornalismo investigativo para colegas de todo o mundo”.

O editor da GIJN Português é o jornalista Breno Costa. Breno trabalhou por seis anos como repórter investigativo na Folha de S.Paulo e é fundador e diretor do BRIO, que oferece mentorias individualizadas e outros serviços a jornalistas no Brasil. Experiente no acompanhamento e na curadoria desse universo do mercado de jornalismo e da mídia, ele concentrará esforços em levar informações relevantes e atuais para a rede da GIJN nos países de língua portuguesa.

“Hoje, infelizmente, a maioria dos jornalistas brasileiros não têm acesso a referências importantes, práticas e teóricas sobre o jornalismo investigativo e o mercado no qual ele se insere globalmente. Nosso objetivo será o de ajudar a derrubar essas barreiras e fomentar uma cultura de mais atenção ao que se produz e ao como se produz em jornalismo investigativo”, afirma Breno.

A GIJN em Português nasceu de uma conversa entre David Kaplan e Guilherme Amado, vice-presidente da Abraji, nos Estados Unidos, em março deste ano. Amado vem se propondo a criar maneiras de melhorar a colaboração de jornalistas brasileiros com colegas em todo o mundo.

“Compartilhamos, além da língua, uma série de outras características com os povos que também falam português. Existe um milhão de histórias esperando a colaboração entre colegas que falam português para serem contadas. Empresas que atuam em diversos desses mercados, rotas de imigração em plena atividade, semelhanças culturais e étnicas, episódios da nossa História que nunca foram explorados pelo jornalismo. Espero que a GIJN Português seja um vetor para aumentar essa colaboração”, defende Amado.

Com informações da Abraji

Disponível em: http://abraji.org.br/noticias/abraji-e-gijn-lancam-primeira-comunidade-global-de-jornalistas-que-falam-portugues

14

Ago

Jornalismo

Centro internacional recebe inscrições de jornalistas para bolsas de Programa de Reportagem Climática

O Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ), com o apoio da Fundação das Nações Unidas, está aceitando inscrições para o Programa Global de Reportagem Climática.

O programa selecionará até 16 jornalistas de todo o mundo para participar da Cúpula Global de Ação Climática de 10 a 15 de setembro, em São Francisco, além de sessões abertas com especialistas e um workshop com jornalistas experientes em clima.

Os participantes aprenderão com especialistas globais sobre como o clima afeta a saúde e a segurança humana e os ecossistemas naturais e produzirão matérias sobre esses tópicos críticos. Antes do programa, o ICFJ organizará uma orientação virtual para preparar os participantes para cobrir a conferência e ajudar a desenvolver suas pautas. Os participantes também aprenderão estratégias de dados e narrativas para melhorar sua cobertura de questões críticas relacionadas ao clima e seus efeitos nas comunidades.

O programa está aberto a jornalistas em todo o mundo. Jornalistas da Índia, China, Brasil, África do Sul, Alemanha, França, Polônia, Japão, México e Austrália são especialmente incentivados a se inscrever.

A bolsa cobre viagens, hospedagem e refeições. As inscrições são feitas de forma online até 19 de agosto.

Para mais informações sobre como se inscrever (em inglês), clique aqui.

Com informações do Portal Comunique-se. 

Imagem: divulgação

3

Ago

Jornalismo

Abraji lança cartilha com orientações para jornalistas lidarem com assédio online

Recentes ataques coordenados a jornalistas nas redes têm ameaçado a liberdade de imprensa e afetado o cotidiano das vítimas, que nem sempre sabem como reagir ao assédio online. É nesse contexto que a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) lança a publicação Como lidar com assédio contra jornalistas nas redes.

Com a cartilha, a organização pretende sensibilizar veículos, jornalistas, empresas de tecnologia, entidades ligadas ao jornalismo e à liberdade de expressão e autoridades policiais e da Justiça para a gravidade do assédio online, bem como enfatizar a necessidade de jornalistas e redações elaborar protocolos de defesa a esse problema. Além disso, o documento foi pensado para ajudar os jornalistas no período eleitoral, em que a Abraji acredita que haverá um recrudescimento do assédio virtual aos profissionais da imprensa, de acordo com o diretor Marcelo Träsel. "Criamos esse material para que nossos associados e todos os jornalistas tenham um guia de referência rápida sobre como lidar com o assédio", afirma.

No material online e disponivel para download, há orientações práticas para lidar com ataques nas redes, além de recomendações que prezam pela privacidade dos jornalistas e por um uso consciente das redes sociais. A Abraji entende que registrar na polícia comportamentos abusivos e eventualmente buscar seus direitos na Justiça são meios de mostrar aos agressores que há consequências para a violência praticada na internet.

A publicação foi produzida pelos jornalistas Marcela Donini e Moreno Osório, do Farol Jornalismo, com supervisão da diretoria da Abraji. Foram consultados especialistas em segurança digital, segurança de jornalistas, crimes cibernéticos, gestão de crise, além de advogados, entre outras fontes. Também foram ouvidos repórteres e editores que sofreram assédio online no exercício da profissão.

Fonte: Abraji, acesse a cartilha http://assedioonlineajornalistas.org.br/

 

20

Jul

Comunicação

Pequenas empresas foram porta de entrada de 55% dos trabalhadores em primeiro emprego com carteira em 2017

As micro e pequenas empresas (MPE) são a principal porta de entrada para o mercado de trabalho formal no Brasil. Essa constatação é resultado da pesquisa inédita realizada pelo Sebrae a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de 2017.

Segundo o levantamento, os pequenos negócios deram a primeira oportunidade de emprego para a maioria (55%) do total de 1,4 milhão de pessoas que assinaram a carteira de trabalho pela primeira vez no ano passado. Enquanto isso, as médias e grandes empresas (MGE) absorveram 44% dessa mão de obra e as empresas da Administração Pública, o 1% restante.

De acordo com a pesquisa do Sebrae, 69,5% das 755,5 mil pessoas que foram contratadas pelas MPE e que tiveram a carteira assinada, pela primeira vez, em 2017, eram jovens com até 24 anos de idade.

Os trabalhadores do sexo masculino foram maioria, representando 54% da mão de obra contratada pelos pequenos negócios e 56% das MGE. Além disso, mais da metade dos trabalhadores que se iniciaram no mercado de trabalho (56%), por meio dos pequenos negócios, em 2017, possuía ensino médio completo.

Quando cruzadas as informações sobre o perfil do primeiro emprego, por sexo e nível de escolaridade, a pesquisa revela que as mulheres com mais tempo de estudo (superior incompleto e superior completo) tiveram a preferência dos pequenos negócios, no ano passado, superando a mão de obra masculina com mesmo nível.

Outro dado revelado pelo levantamento do Sebrae mostra que a maior concentração do primeiro emprego, entre as MPE, aconteceu nos setores de Comércio e Serviços.

Nos pequenos negócios do Comércio, em 2017, ingressaram pela primeira vez no mercado de trabalho 297,2 mil trabalhadores, sendo a maioria do sexo feminino. Já as MPE do setor de Serviços empregaram um quantitativo pouco menor de iniciantes no mercado de trabalho (271,4 mil), sendo 53% deles do sexo feminino. Juntos, Comércio e Serviços responderam por 75% do total do primeiro emprego nas MPE, em 2017, 39% e 36% respectivamente.

Com informações de Panrotas, via Fercomércio 

19

Jul

Comunicação

MP investiga como dados de crianças são tratados pelo YouTube

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu um inquérito para apurar como o YouTube lida com os dados de crianças. O objetivo é verificar se há abuso na coleta e tratamento dessas informações, especialmente considerando o fato de meninos e meninas serem mais vulneráveis a essas plataformas por estarem em fase de desenvolvimento.

Segundo o MPDFT, conteúdos rotulados como “para crianças” na plataforma (a partir de uma busca em seu sistema interno) totalizam 16,7 milhões de vídeos. Contudo, os termos de serviço da plataforma afirmam que ela é voltada para pessoas com 18 anos ou mais.

“Em qualquer circunstância, Você afirma ter mais de 18 anos, visto que o website do YouTube não é projetado para jovens menores de 18 anos. Se Você tiver menos de 18 anos, não deverá utilizar o website do YouTube. Você deverá conversar com seus pais sobre quais sites são apropriados para ele”, diz o texto dos termos de serviço do Youtube. 

O Código de Defesa do Consumidor proíbe que um fornecedor de bens ou serviços se valha da fraqueza ou ignorância de um consumidor por distintas razões, inclusive idade. O Marco Civil da Internet afirma que a coleta de dados só pode ser feita mediante consentimento expresso, destacado das demais cláusulas contratuais.

O promotor responsável, Frederico Meinberg, explica que o inquérito não visa averiguar os conteúdos, se adequação para crianças ou entrar em qualquer medida de retirada, mas avaliar como, a partir desse grande volume de vídeos disponíveis, a empresa coleta e usa dados de meninos e meninas para direcionar publicidade.

Na opinião de Meinberg, a possibilidade de coleta de informações e a consequente segmentação de anúncios se aproveitando das vulnerabilidades de crianças sem a supervisão dos pais ou responsáveis traz uma série de discussões.

“Imagina uma propaganda de cigarro pra crianças na televisão. Teria uma reação da sociedade e do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar). No YouTube, os próprios proprietários dizem que não é adequado mas se fomenta a produção de conteúdos para crianças. Está se tratando dados de crianças e adolescentes sem consentimento de pais e responsáveis”, compara.

Ele destaca que esta é uma preocupação em outros países. Um pedido de investigação semelhante foi feito nos Estados Unidos por organizações de defesa dos direitos da infância junto à agência reguladora de concorrência, a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês).

Com informações da Agência Brasil

18

Jul

Jornalismo

Transparência Internacional seleciona jornalistas para conferência anticorrupção

Jornalistas com até 35 anos e fluentes em inglês podem se candidatar para integrar a Young Journalist Initiative. As inscrições ficarão abertas até 15 de agosto. Os selecionados farão a cobertura oficial da 18ª Conferência Internacional Anticorrupção (IACC, na sigla em inglês). O evento ocorrerá em Copenhague, capital da Dinamarca, de 22 a 24 de outubro. Os escolhidos terão passagens aéreas, hospedagem e despesas com vistos cobertos pelo programa. As inscrições podem ser feitas no site.

Os candidatos devem ser interessados no combate à corrupção e em aprender mais sobre a Transparência Internacional. Os interessados também precisam ter sólida experiência reportando questões sociais. Jornalistas de televisão, rádio, impresso e digital, bem como fotojornalistas, editores de vídeos e social media podem se inscrever. Além de portfólio e um currículo pessoal, os candidatos devem escrever um pequeno texto com os motivos pelos quais desejam participar do programa. A lista de nacionalidades elegíveis está disponível aqui e inclui a brasileira.

A Young Journalist Initiative começou na 14ª edição da conferência, em Bangkok (Tailândia). Desde então, jovens jornalistas de todo mundo são selecionados anualmente para cobrir o evento. O jornalista brasileiro Piero Locatelli foi um dos escolhidos para a cobertura da 15ª edição, que ocorreu em Brasília em 2012. Segundo ele, a Transparência Internacional oferece uma boa estrutura para a cobertura, e a IACC é uma oportunidade para conseguir fontes.

“O trabalho na conferência é interessante porque, para além da questão da corrupção, tem muita gente importante ali de outros debates, como sustentabilidade e acesso à informação. Além disso, a Transparência Internacional estimula e ajuda a fazer coisas de volta ao teu veículo no Brasil”, conta Locatelli.

Para ele, a conferência é uma oportunidade de ficar em contato com jornalistas dos principais veículos estrangeiros, além de profissionais de países mais “periféricos”. “Eu formei uma rede de ótimos colegas e amigos, com os quais trabalhei em diversos projetos desde então, dentro e fora da Transparência Internacional. Desde que entrei no grupo, em 2012, não sei nem contar quantas vezes ajudei ou fui ajudado por esses colegas”, aponta o freelancer brasileiro.

Os selecionados para a 18ª Conferência serão contatados até 31 de agosto. Eles produzirão reportagens e materiais para os vários canais da IACC, incluindo o blog da conferência, bem como o Facebook, o Twitter e o Vimeo. Os jornalistas serão orientados pela equipe de mídia da IACC e da Transparência Internacional. Eles terão a oportunidade de entrar em contato com figuras influentes no combate à corrupção de organismos governamentais, não-governamentais e da iniciativa privada.

Fonte: Portal Comunique-se

17

Jul

Jornalismo

Exposição A Estrada é Longa estreia em agosto na Galeria Sesc

Estreia em agosto na Galeria Sesc a exposição A Estrada é Longa, do artista potiguar Lucas MDS, que aborda em seus quadros o regionalismo e a tradição presentes no interior do estado. A vernissage acontece na quarta-feira, 1º de agosto, às 19h. O projeto de incentivo artístico e cultural é uma iniciativa do Serviço Social do Comércio do Rio Grande do Norte (Sesc RN), instituição do Sistema Fecomércio.

Em uma busca pelo resgate da cultura regional presente nas pessoas mais velhas do interior do estado, as 10 obras trazem personagens anônimos como: Dona Maria Costureira, Seu Luiz O Vaqueiro, Das dores A Cozinheira e outros. Quarta exposição do ano, A Estrada é Longa fica em cartaz até 05 de setembro e reúne diferentes técnicas como aquarela, acrílica, grafite e aerografia.

Sobre a Galeria Sesc

Desde 2015, os trabalhos dos artistas que expõem na galeria são selecionados por meio de edital. Em sua 4ª edição, o projeto selecionou seis trabalhos para compor o calendário de exposições 2018.

Até dezembro deste ano, entrarão em cartaz as exposições “Cidade Invisível”, de Mario Rasec e “Modern violence”, de Matthieu Duvignaud. Cada selecionado recebe um prêmio de R$ 2.300 brutos.

Além do cachê, o Sesc disponibiliza recursos técnicos e financeiros para a produção das exposições, assessoria em arte-educação e mediação cultural, totalizando R$ 48 mil investidos.

A Galeria Sesc é o único espaço cultural de Natal e um dos poucos do estado a disponibilizar mediadores em arte visuais durante o período das exposições. Os profissionais contextualizam o espectador sobre as obras e o artista, além de desenvolver ações de arte-educação com o público, incluindo grupos escolares, de idosos e ONGs.

Com informações do Sesc RN