Educação

3

Out

Educação

Programa de apoio à inovação na educação superior terá R$ 500 milhões

O governo federal lançou o Programa de Apoio à Inovação em Educação no Ensino Superior, que oferecerá R$ 500 milhões em financiamentos para projetos de inovação de instituições privadas de ensino superior. A nova linha de crédito terá redução de 1 ponto percentual em relação as linhas de crédito já disponíveis pela Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que será responsável pelos recursos.

Poderão participar do programa instituições que estejam em funcionamento há pelo menos três anos, com receita operacional bruta superior a R$ 16 milhões. Os projetos devem ser de, no mínimo, R$ 3 milhões.

A verba será viabilizada por meio da Finep e oferecida em parceria com o Ministério da Educação (MEC). “Os juros são os menores que todas as linhas de financiamento que temos com a Finep, não só para prefeituras e governos de estado, como para empresas de pequeno e médio porte”, disse o presidente em exercício da Financiadora, Ronaldo Camargo.

Dependendo do teor das propostas, Camargo explicou que a taxa de juros vai variar de TJLP (Taxa de Juros de longo Prazo, hoje em 6,56% ao ano) menos 1% a TJLP mais 5,5%, o que em valores atuais é, segundo ele, em torno de 4,5% a 9% ao ano. Projetos que forem voltados para formação de professores que atuarão na educação básica, por exemplo, terão vantagens. O prazo para as instituições começarem a pagar o empréstimo será de até 48 meses, dependendo da linha de ação, e o prazo para pagar o empréstimo, de até 12 anos.

Os projetos deverão envolver personalização e novas metodologias de ensino, utilização de recursos educacionais digitais e criação de ambientes e de estratégias e processos promotores de inovação.

“Setenta e cinco por cento das matrículas no ensino superior estão em instituições privadas. Precisamos dele. Quando olha para a busca por práticas inovadoras no processo de ensino e aprendizagem, é mais importante ainda que trabalhemos em conjunto com universidades privadas porque a grande maioria dos professores brasileiros é formada por essas instituições”, disse o ministro da Educação, Rossieli Soares.

Para solicitar o financiamento, as instituições devem acessar o site da Finep e preencher um formulário. Após a aprovação do cadastro, elas poderão encaminhar o projeto. O tempo para conseguir o financiamento varia de 90 a 120 dias.

Instituições privadas

Segundo o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (Abmes), maior entidade representativa do setor privado de ensino superior no país, Sólon Caldas, a maior parte das instituições privadas atende aos critérios do financiamento. “Estamos em contato com Finep para entender melhor a operação, a construção dos projetos, para incentivar o máximo de instituições possível a entrarem nessa linha de crédito e usufruirem desse benefício”, disse Caldas, acrescentando que a intenção é incentivar sobretudo as pequenas instituições.

De acordo com o último Censo da Educação Superior, a maior parte dos estudantes está matriculada em instituições de ensino privadas, com 75,3% das matrículas.

O Censo mostra que, em 2017, 46,3% das vagas nas instituições privadas de ensino superior eram mantidas ou por financiamentos ou por bolsas pagas por meio de isenções de fiscais públicas. Quase 60% dessas bolsas e financiamentos são referentes ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e ao Programa Universidade para Todos (ProUni), federais.

Com informações da Agência Brasil

3

Out

Educação

Especialista em Relações Internacionais e colunista do El País lança livro em Natal

Autor do livro “O Mundo Pós-Ocidental: Potenciais Emergentes e a Nova Ordem Global”, o prof. Dr. Oliver Stuenkel estará em Natal nesta quinta-feira (04/10) para o lançamento da obra em português. Ele é um dos principais estudiosos sobre política, economia global e relações internacionais.

O evento gratuito será realizado às 9h30 na Unidade Roberto Freire da UnP, integrante da rede Laureate, e aberto ao público. Os interessados devem realizar inscrição prévia em www.unp.br/eventos. O evento é promovido pelo Centro Acadêmico do curso de Relações Internacionais da Universidade.

Sobre Oliver Stuenkel 
Oliver Della Costa Stuenkel é professor adjunto de Relações Internacionais na Fundação Getúlio Vargas (FGV), coordenador da Escola de História e Ciências Sociais (CPDOC-SP) em São Paulo e do MBA em Relações Internacionais. Possui Mestrado em Políticas Públicas pela Kennedy School of Government de Harvard University, onde foi McCloy Scholar, e Doutorado em Ciência Política pela Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha. É também membro não residente no Instituto de Política Pública Global (GPPi) ​​em Berlim e colunista para o EL PAÍS e Americas Quarterly. Já colaborou para jornais como o New York Times (EUA), Financial Times (Inglaterra), Global Times (China), dentre outros.



Ele é o autor do livro IBSA: the rise of the Global South? (Routledge 2014) e The BRICS and the Future of Global Order (Lexington, 2015) e Post-Western World: How emerging powers are remaking world order (Polity, 2016), publicado também em português e mandarim. Sua pesquisa concentra-se na política externa do Brasil, da Índia e da China e do seu impacto na governança global, bem como na política latino-americana. Atualmente coordena um projeto de história oral que envolve gravar depoimentos com ex-presidentes, chanceleres e diplomatas latino-americanos.

3

Out

Educação

Consulte a nota do Ideb da escola do seu filho pela internet; veja como

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou os resultados finais das escolas que participaram do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017 na internet. Pelo Sistema Saeb é possível consultar o desempenho de cada um dos centros de ensino, além dos resultados municipais, estaduais e nacionais. O Saeb avalia estudantes do 5º ano, do 9º ano e do ensino médio em língua portuguesa e matemática.

Segundo o Inep, o Boletim da Escola mostra o desempenho no Saeb de forma contextualizada, permitindo que cada unidade escolar conheça os seus resultados e alguns dados referentes ao cenário estadual, municipal e nacional. O Boletim da Escola é público. O acesso pode ser realizado com o Código Inep da escola ou simplesmente identificando ano, Unidade da Federação, município e dependência administrativa.

Estão disponíveis os dados de escolas que tiveram pelo menos dez estudantes presentes na aplicação das avaliações e que alcançaram a taxa de participação de, pelo menos, 80% dos alunos matriculados, conforme dados declarados pela escola ao Censo Escolar 2017.

Nacionalmente, os resultados de 2017 mostraram que cerca de 70% dos estudantes deixaram a escola com resultados considerados insuficientes em matemática. A mesma porcentagem não aprendeu nem mesmo o considerado básico em português, de acordo com critérios do Ministério da Educação (MEC).

O Saeb foi aplicado, em outubro e novembro do ano passado para mais de 5,4 milhões de estudantes de mais de 70 mil escolas. Dúvidas podem ser encaminhadas pelo e-mail: provabrasil.resultados@inep.gov.br.

Com informações da Agência Brasil

2

Out

Educação

Shopping passa a contar com Ecoponto para coleta de pilhas e materiais recicláveis

Alinhado às preocupações ambientais e com o objetivo de diminuir os impactos do consumo para o meio ambiente, o Natal Shopping inaugura hoje (02), mais uma ação em prol da sustentabilidade. O projeto ‘EcoPonto’ surge para reforçar a importância de se dar destino correto a materiais e substâncias que podem ser reaproveitados ou que, se não tomarmos cuidado com o seu descarte, podem prejudicar a natureza.

O ‘EcoPonto”, que ficará localizado no 2º piso do shopping próximo à loja Granado, foi planejado para receber garrafas plásticas, latas de alumínio, papelão e cápsulas de café, materiais que serão doados para cooperativas de reciclagem. O local também será ponto de coleta de baterias e pilhas, objetos que não podem ser descartados de qualquer forma, sob risco de prejuízo à nossa saúde e à natureza.

Além disso, o local vai coletar óleo de cozinha, que se jogado pelo ralo da pia, por exemplo, pode causar problemas na água, no solo, no ar e até nas estruturas das tubulações, provocando entupimentos. O material, doado por clientes e por lojistas da praça de alimentação, será reaproveitado pela ONG Centro de Promoção à Assistência Social (CEPAS) para a produção de produtos ecologicamente corretos, como o sabão em barra e liquido. Atualmente, cerca de 155 litros de óleo já são doados semanalmente à CEPAS por operações da praça de alimentação, como o YanPin, Divino Fogão, Vinhedos e Loucos por Coxinha.

Os clientes interessados em participar poderão depositar os donativos no ‘EcoPonto’ das 10h às 22h, durante o horário de funcionamento do shopping. Também será possível conferir de perto o trabalho da ONG CEPAS, já que serão expostos os sabões confeccionados pelas mulheres da organização. Os produtos estarão à venda e toda a renda será revertida para as famílias atendidas pela ONG.

Sobre a CEPAS:

A CEPAS é uma ONG sem fins lucrativos, que tem como objetivo principal promover a assistência social, a valorização humana e o combate à pobreza, assim como a defesa do meio ambiente.

O carro-chefe da CEPAS é o projeto Sabão Ecológico, que beneficia cerca de 360 mulheres chefes de família em vulnerabilidade social. A ONG recolhe o óleo, trata-o e entrega às mulheres, que por sua vez, transformam o óleo em sabão e depois vendem em suas próprias comunidades por preços acessíveis. A renda é revertida para as próprias mulheres e suas famílias.

1

Out

Educação

Setembro Cidadão encerra com saldo de mais de 25 atividades de educação, cultura e cidadania realizadas no RN

Educação, inclusão social, esporte, música, literatura, história e muita cultura marcaram o Setembro Cidadão em 2018. Iniciativas que, juntas, contribuem para a consciência cidadã, a formação dos jovens e a paz social. Ao todo, foram cerca de 25 atividades não somente em Natal, por iniciativa do Programa Brasileiro de Educação Cidadã (PROBEC) e seus parceiros, mas em diversos municípios do Estado onde já há lei municipal definindo setembro como mês da cidadania.

“O crescimento do Setembro Cidadão nos alegra, aponta que estamos no caminho certo e, ao mesmo tempo, nos dá a certeza que ainda há muito mais a ser feito por uma sociedade mais cidadã”, afirma o juiz Jarbas Bezerra, um dos idealizadores da iniciativa, ao lado da advogada Lígia Limeira.

O Rio Grande do Norte tornou-se oficialmente o estado cidadão do Brasil, a partir da Lei Complementar 494/2013, e passou a contar com 30 dias dedicados à promoção de uma série de atividades ligadas à educação e cidadania, com a finalidade de levar a crianças e adultos a consciência dos seus direitos e deveres e os meios para participarem mais ativamente dos rumos da cidade, do estado e do país.

Neste ano, entre as várias atividades, foi realizado treinamento para cerca de 200 professores da rede municipal de ensino de Parnamirim, que se capacitaram a tratar, em sala de aula, de temas como cidadania e direitos e deveres. O Setembro Cidadão também esteve presente em debate com estudantes de Direito na UFRN, em ação de apoio aos idosos do Juvino Barreto, em atividades lúdicas em escolas públicas e foi divulgado em mais de uma dezena de entrevistas em veículos de comunicação do estado.

O mês da cidadania é um dos projetos do Programa Brasileiro de Educação Cidadã (PROBEC), idealizado e dirigido pelo juiz Jarbas Bezerra e pela advogada Lígia Limeira, que visa despertar o país para a educação cidadã. Com a finalização das atividades de setembro, o PROBEC dará continuidade ao trabalho de difusão dos conceitos de cidadania entre crianças, jovens e adultos, com iniciativas mensais.

1

Out

Educação

Instituto Metrópole Digital abre vagas para cursos técnicos de Tecnologia da Informação

As inscrições para o processo seletivo dos cursos técnicos de Tecnologia da Informação do Instituto Metrópole Digital (IMD) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte começaram hoje, 1º de outubro. As novas turmas terão ingresso em 2019 e a formação tem caráter semipresencial, sendo a seleção realizada pelo Núcleo Permanente de Concursos (Comperve).

Serão ofertadas 720 vagas, distribuídas entre os pólos de Natal, Mossoró, Caicó, Angicos e Pau dos Ferros. Podem participar do processo candidatos que estejam matriculados no Ensino Médio ou que ainda estejam cursando, divididos nas faixas etárias estabelecidas no edital do processo seletivo. Conheça mais sobre os cursos técnicos do IMD clicando aqui.

Do número total de vagas, 70% delas serão destinadas a alunos que tenham cursado o Ensino Fundamental inteiramente em escolas públicas. Dessa porcentagem, metade será reservada aos candidatos com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

As inscrições continuarão abertas até o dia 29 de outubro e devem ser realizadas no site da Comperve, disponível aqui. Além disso, o candidato também precisa imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU) e efetuar o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 30, até o dia 30 de outubro. As inscrições só serão efetivadas mediante confirmação, pela Comperve, do pagamento efetuado.

O resultado da seleção será divulgado no dia 11 de dezembro, no site da Comperve. A data e o local do cadastramento dos aprovados serão informados no Edital de Cadastramento, Matrícula e Remanejamento, a ser publicado no mesmo dia de publicação do resultado.

Para mais informações a respeito do processo, consulte o edital, disponível neste link.

1

Out

Educação

Conselho Regional de Contabilidade do RN realiza Encontro Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis em Natal

As Inscrições para o 14º Encontro Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis (ENCC) são feitas exclusivamente pela internet e são direcionadas à profissionais da área. Promovido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Norte (CRN-RN) e pela Academia Norte-Rio-Grandense de Ciências Contábeis (Acaderncic), o ENCC acontecerá entre os dias 15 e 17 de outubro, no Teatro Riachuelo.

Para garantir a participação no evento, os interessados devem se inscrever no site:http://www.sympla.com.br/encc.  Nesta edição, a iniciativa traz para o centro das discussões a temática "Contabilidade: Convergência Digital, Gestão e Transparência”.

O objetivo do evento é promover o desenvolvimento profissional da classe contábil e incentivar a produção científica sobre os avanços na ciência e na profissão contábil. Fóruns, minicursos, rodas de conversas, ciclo de palestras e workshops preenchem a programação, que também será marcada pela II Convenção Contábil Potiguar.

1

Out

Educação

Trabalho sobre respeito à biodiversidade marinha garante certificado da UNESCO à escola de Natal

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) concedeu à Escola Lápis de Cor, sediada em Natal, o certificado de qualidade na educação. O selo é conferido pelo Programa das Escolas Associadas (PEA) da Unesco e se refere ao projeto inscrito na edição 2016, celebrando uma cooperação internacional por uma educação de qualidade para todos.

No projeto, a instituição de ensino evidenciou o "Respeito à biodiversidade marinha: condição necessária para a manutenção da vida no planeta Terra", tema central daquele ano. O assunto foi desenvolvido em sala de aula com os alunos da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental. De forma lúdica, as atividades foram trabalhadas de acordo com cada fase da criança, respeitando as suas habilidades.

“O reconhecimento significa que estamos no caminho certo para uma educação cada vez mais inclusiva e em sintonia com temas importantes para o desenvolvimento sustentável do século 21”, comemora a diretora da instituição, Lorene Pessoa.

28

Set

Educação

Laboratório de Inteligência de Vida enfoca competências socioemocionais em escolas de Natal

Enfatizar o desenvolvimento da inteligência emocional e das competências socioemocionais são os objetivos do programa Laboratório de Inteligência de Vida (LIV) apresentado aos pais e equipes pedagógicas do Espaço Infantil Primeiros Passos e do colégio CEI Romualdo Galvão, nessa quinta e sexta-feira.

A gerente de relacionamento do LIV, Fernanda Lemos, da escola Eleva, do Rio de Janeiro, conduziu o momento interagindo dentro e fora de sala de aula. “Buscamos por meio de diversas ações, incentivar que os alunos falem sobre as emoções que sentem e nomeá-las, para assim lidar com elas, entender a dos outros e aplicar esse conhecimento no seu ambiente de vida seja na escola, família, no mundo como um todo”, explicou Fernanda.

Em 2019, alunos da Educação Infantil a partir do Estágio III e Ensino Fundamental terão o LIV no projeto pedagógico. “No próximo ano, serão cerca de 300 escolas parceiras com o LIV, temos grande orgulho de contar com o Primeiros Passos e o CEI como parceiros de referência, com estrutura e propostas muito além do que esperávamos, com apoio dos professores e equipe de psicologia, ampliando a importância de saber lidar com os desafios em cada fase da vida”, detalhou Fernanda Lemos.

A diretora pedagógica do CEI Romualdo, Cristine Rosado, falou sobre a importância de o programa ser incluído na proposta educativa. “Não medimos esforços em buscar parcerias e trazer programas de referência como o LIV para os nossos alunos, desenvolver as competências socioemocionais é algo de suma importância para oferecermos na formação dos nossos alunos”, destacou.

O empresário Flávio Dantas, pai de Ana Júlia, aluna do Primeiros Passos, esteve na palestra de apresentação e aprovou a iniciativa. “É essencial investirmos no melhor da formação para os nossos filhos e a proposta de entender e desenvolver as competências socioemocionais fortalece esse processo tanto na escola como na vida dos nossos filhos”, finalizou.

28

Set

Educação

Ministério da Educação pede alteração do início do horário de verão por conta do Enem

O Ministério da Educação (MEC) solicitou ao presidente Michel Temer o adiamento do início do horário de verão em razão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O horário de verão está previsto para iniciar no dia 4 de novembro, data marcada para a realização do primeiro domingo de provas do exame.

Com o início do horário de verão, os relógios em dez estados e no Distrito Federal devem ser adiantados em uma hora. A avaliação do MEC é que a alteração no horário poderia gerar confusão, fazendo com que candidatos possam perder o exame por conta da alteração no horário.

As datas das provas do Enem foram divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC) em 18 de janeiro deste ano para os dias 4 e 11 de novembro. No dia 4, serão aplicadas as questões de linguagem, ciências humanas e redação, com duração prevista de 5h30. No dia 11, será a vez das questões envolvendo ciências da natureza e matemática, com duração de 5h. A abertura dos portões será às 12h e o fechamento, às 13h.

Tradicionalmente, o horário de verão tem início partir da meia-noite do terceiro domingo de outubro. Mas, um decreto do dia 15 de dezembro do ano passado, alterou a data, definindo que o início do horário de verão ocorra no primeiro domingo de novembro.

A alteração atendeu a um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que havia solicitado que a mudança não coincidisse com o segundo turno das eleições deste ano, marcado para 28 de outubro.

O tribunal argumentou que a alteração visava dar mais agilidade na apuração e divulgação dos resultados das eleições. Segundo o TSE, a realização do segundo turno durante o horário de verão teria o início das apurações com horários diferentes em alguns estados que não implantam o horário de verão.

Ainda não há uma resposta do Palácio do Planalto a respeito do pedido do MEC. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) não discute a possibilidade de alterar das datas das provas. Caso o pedido não seja acatado, o horário de verão começará à 0h do dia 4 de novembro e terminará em 16 de fevereiro de 2019.

Durante este período, os relógios serão adiantados em uma hora nos municípios dos estados de Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul , Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

Com informações da Agência Brasil

28

Set

Educação

Mapa do Ensino Superior mostra evasão de 30% em cursos superiores privados

A 8ª edição do Mapa do Ensino Superior mostra que a evasão dos cursos do ensino superior no país atingiu 30,1% na rede privada e 18,5% na rede pública. Nos cursos de educação a distância (EaD), o índice chegou a 36,6% na rede privada e a 30,4% na pública. 

Os dados levam em conta o ano de 2016 e foram divulgados pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), no 20º Fórum do Ensino Superior Particular Brasileiro, realizado na capital paulista. 

De acordo com o levantamento, a evasão em 2015 foi de 28,6% na rede privada; e 18,4%, na pública. Nos cursos EaD, 34,2% na privada e 28,7% na pública. 

O mapa detalha também a evolução do Programa de Financiamento Estudantil do Governo Federal (Fies). De 2010 a 2014, o número de contratos firmados pelo Fies cresceu 864% (eram 76 mil contratos em 2010 e passaram a 733 mil). Do final de 2014 até 2017, os contratos firmados caíram 77%, chegando a 287 mil em 2015, 204 mil em 2016 e 168 mil 2017. No primeiro semestre deste ano, foram ofertadas 80 mil vagas.

De acordo com a pesquisa, nos cursos presenciais, a maioria dos alunos matriculados (53,4%) está na faixa etária de 19 a 24 anos; na rede pública, o percentual é de 57,9%; na rede privada, de 51,6%. A média geral é de 22 anos nos cursos presenciais. 

Já nos cursos EaD, a média geral é de 30 anos. Nos cursos a distância na rede privada, o maior número (57%) encontra-se na faixa etária de 25 a 39 anos. Já na rede pública, 57,8% dos alunos está na faixa etária de 25 a 39 anos.

“O Brasil está perpetuando as gerações sem acesso ao ensino superior. Considerando a faixa etária do aluno do presencial e do EAD, aliada ao baixo crescimento e à estagnação dos cursos presenciais, é possível afirmar que o Brasil não está conseguindo ampliar o ingresso do jovem ao ensino superior. As principais razões são política de financiamento estudantil ineficiente, dificuldades de acesso ao ensino público e falta de motivação dos jovens”, afirmou o diretor executivo do Semesp, Rodrigo Capelato.

O Mapa do Ensino Superior mostra ainda que a taxa de escolarização líquida, que estima o percentual de jovens de 18 a 24 anos que estão matriculados no ensino superior, em relação ao total da população nessa mesma faixa etária, era de 18,5% em 2016. No total, havia 8,05 milhões de alunos matriculados no ensino superior em 2016. Destes, 6,06 milhões em cursos presenciais (75%) e 1,99 milhão em cursos EaD (25%). Em comparação a 2015, o setor cresceu apenas 0,2%: uma leve queda de 0,3% na rede de ensino privada e um pequeno acréscimo de 1,9%, na rede pública. 

“Historicamente, os jovens foram excluídos por anos do ensino superior. E ainda hoje a taxa líquida de escolarização no Brasil, entre os jovens de 18 a 24 anos, é de apenas 18%, bem abaixo da média mundial, e muito distante da meta 12 do Plano Nacional da Educação, que prevê ampliar para 33% o número de jovens no ensino superior até 2024”, disse Capelato.

Com informações da Agência Brasil

27

Set

Educação

Setembro Cidadão é marcado por sessão solene na Assembleia Legislativa em homenagem à cidadania

Os idealizadores do Setembro Cidadão, Jarbas Bezerra e Lígia Limeira, participaram na manhã desta quinta (27) de sessão solene em Homenagem à Cidadania, realizada a partir de proposição do deputado Tomba Farias.

Na solenidade, o parlamentar destacou o trabalho em prol da educação cidadã que vem sendo encampada por Jarbas e Lígia, que dirigem o Programa Brasileiro de Educação Cidadã (PROBEC). “Ambos representam a cidadania do RN, e se dedicam a essa luta de mostrar o que é a verdadeira cidadania. Reconhecemos e apoiamos essa luta, este grande trabalho”, afirmou Tomba. 

O deputado Hermano Morais também fez referência ao trabalho de Jarbas e Lígia, que registrou como “importante contribuição por um Brasil melhor e mais justo”. 

Em discurso, Jarbas Bezerra enfatizou que a cidadania é o resgate deste país, e que é uma luta sem qualquer relação político-partidária. “Nenhuma nação do mundo sobrevive sem ter a cidadania como sua maior pilastra de sustentação”, declarou. 

Durante a sessão, foi entregue comenda em homenagem pelos 70 anos do escotismo em Santa Cruz e ao poeta Hugo Tavares, in memorian.

Foto: João Gilberto. 

27

Set

Educação

Número de beneficiários do Fies em situação irregular bate recorde

Mais da metade dos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em fase de amortização em junho está com pagamento atrasado. Segundo o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de um total de 727.522 contratos, 416.137 (57,1%) estão irregulares. As dívidas já totalizam cerca de R$ 20 bilhões.

Na avaliação do diretor de gestão do Fies, Pedro Pedrosa, o déficit pode triplicar nos próximos anos, caso o nível de inadimplência não seja controlado. Um dos argumentos do governo federal para justificar a reestruturação do programa foi, justamente, a quantidade de estudantes que não conseguiam manter suas parcelas em dia. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), já no ano passado eram constatados aumentos consecutivos no percentual de inadimplência.

No início de 2018 o Fies foi reformulado e passou a contar com três linhas de financiamento. Na primeira, para estudande com renda familiar mensal até três salários mínimos, o aluno paga as prestações sem juros. Já as outras modalidades de financiamento, reunidas sob a classificação P-Fies, são destinadas a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Nesses casos, uma taxa de juros incide sobre a prestação, com um valor determinado pela instituição bancária na qual foi fechado o contrato. Em todas as modalidades do programa, o universitário começa a quitar seu débito somente após sua formatura em seu curso.

Inicialmente, o governo decidiu destinar 100 mil das 310 mil vagas à modalidade de prestações com juros zero. Para as modalidades P-Fies, foram abertas 150 mil vagas para estudantes das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e 60 mil vagas distribuídas em todo o Brasil.

Desemprego

Pedrosa diz que foi por estar ciente do possível impacto da crise econômica que o governo federal buscou incorporar ao Novo Fies a prévia do valor das prestações a serem pagas. Com isso, haveria, em tese, uma tendência de o aluno reservar a quantia necessária para quitá-las dentro do prazo de vencimento. "Antes, ele não sabia o total da dívida, ia descobrindo quando ia fazendo os aditamentos. O que trouxemos para o novo modelo foi uma maior transparência. [Atualmente] Quando for fazer o cálculo, vai saber qual a taxa percentual de correção que a mantenedora pode cobrar."  

O diretor informou, ainda, que o governo deve definir, até o mês que vem, medidas capazes de reduzir o alto índice de inadimplência entre os beneficiários do programa.

Dados do Censo da Educação Superior, apresentado pelo Ministério da Educação na semana passada, demonstram que, desde 2015, tanto o Fies como o ProUni têm sido trocados por outras formas de financiamentos e bolsas estudantis, como aqueles oferecidos pelas próprias instituições de ensino e governos municipais e estaduais.

Conforme o levantamento, em 2015, o Fies foi a porta de acesso para quase metade (49,5%) dos alunos matriculados na rede privada mediante bolsa ou financiamento. Em 2017, a porção caiu para 37,1%, ficando em uma faixa intermediária na preferência de universitários com esse perfil, entre ProUni (21,1%) e demais formas de aportes (41,8%).

Com informações da Agência Brasil

27

Set

Educação

Brasil precisa de novo modelo de escola, afirma Rafael Lucchesi, diretor-superintendente do SESI

O impacto das novas tecnologias sobre o mercado de trabalho e a necessidade de qualificação permanente foram um dos temas do segundo dia de debates no evento Educação 360, realizado pelos jornais O Globo e Extra com patrocínio do Serviço Social da Indústria (SESI). No painel “Educação e Produtividade", o diretor-superintendente do SESI, Rafael Lucchesi, e a professora Claudia Costin, diretora do Ceipe da Fundação Getúlio Vargas (FGV), defenderam uma mudança no sistema educacional para que os jovens adquiram as novas competências e habilidades requeridas pela quarta revolução industrial. 

Em sua apresentação, Lucchesi mostrou dados da consultoria McKinsey, segundo os quais 50% das atividades poderão ser automatizadas. Além disso, o Fórum Econômico Mundial prevê que 75 milhões de empregos vão desaparecer e surgirão 133 milhões. “O emprego vai continuar a existir, mas isso não será para as mesmas pessoas e não será nos mesmos territórios, novas emergências vão se estabelecer", avaliou. “Há uma questão social importante a ser colocada de contenção e abrigo de pessoas que não vão ser atingidas por essas transformações, mas há uma agenda de desenvolvimento socioeconômico que precisa ser colocada em prática.”

Segundo o diretor-superintendente do SESI, é necessário mudar a matriz educacional e construir um novo modelo de escola para permitir que mais jovens brasileiros tenham uma profissão por meio de cursos de educação profissional, como ocorre nos países europeus. "Temos um problema no ensino médio, precisamos ter mais formação técnica, que dialoga com as novas competências exigidas pelo novo mundo do trabalho", defendeu. “Precisamos ter a cabeça aberta para construir um novo modelo de escola.”

Claudia Costin também apontou as competências que, na sua opinião, vão diferenciar a atuação do homem do trabalho feito por máquinas: resolução colaborativa de problemas; empatia; autocontrole e autoeficácia; pensamento sistêmico e crítico; agilidade para navegar em diferentes contextos culturais; curiosidade, criatividade e imaginação; aprender ao longo da vida; protagonismo, cidadania global e saber empreender a própria vida. “Muitas coisas que o cérebro humano pode fazer podem ser automatizadas ou repassadas para robôs, mas a empatia não. A empatia é o que nos faz humanos", exemplificou a educadora. “A escola deveria trabalhar muito mais a empatia e é por isso que professores, cuidadores de idosos e profissionais de enfermagem não serão profissões substituídas em curto e médio prazos.

 Em outro painel, o economista Eric Hanushek, pesquisador da Universidade Stanford, mostrou o impacto da qualidade da educação sobre o aumento do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ele, o Brasil tem potencial de crescer 4,5% ao ano se colocar todas as crianças na escola. Ele projeta que esse aumento poderia ser de 10% se o país atingisse nível mínimo de qualidade na educação, e chegar a uma elevação de 16% se os estudantes adquirissem as habilidades necessárias. Para ele, o fator que mais influencia o aprendizado dos estudantes é o professor. “Não há alternativa a não ser melhorar a qualidade da atuação dos docentes", defendeu. 

A presidente-executiva da ong Todos pela Educação, Priscila Cruz, defendeu uma reforma da educação para resolver os problemas de qualidade do ensino no Brasil. Segundo ela, os problemas atingem estudantes de todas as classes sociais. Os alunos brasileiros com as melhores notas no Programa Internacional de Avaliação de Alunos  (Pisa) obtêm nível de proeficiência dos piores estudantes do Vietnã, um dos países mais bem colocados no ranking. No Brasil, 93% dos jovens, ao final do ensino médio, não têm aprendizagem mínima em matemática. "Mesmo a elite educacional brasileira não tem conseguido atingir níveis razoáveis de aprendizado em comparação com outros países do mundo”, disse Priscila. "Precisamos ter uma indignação maior com o fato de que nossas crianças não aprendem. Não adianta ficar tendo apostas isoladas, a gente precisa de uma terapia intensiva, de uma reforma da educação”, pregou. 

Na opinião do filósofo Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação, que também participou do evento, alfabetizar crianças na idade certa deveria ser um dos principais objetivos na política educacional. Atualmente, 55% das crianças não estão alfabetizadas aos oito anos de idade, como preconiza o Plano Nacional de Educação (PNE). “Para o próximo governo, esse é o foco. A exclusão social se joga muito cedo, joga-se nessa faixa etária", afirmou. Alunos que não são alfabetizados na idade adequada têm mais dificuldades para evoluir na escola e podem ter o aprendizado comprometido ao longo da vida. Para Janine Ribeiro, é preciso investir especialmente na formação do professor alfabetizador, o que, segundo ele, tem se perdido no país nos últimos anos. 

Já a mesa "Currículo de qualidade, educação para o desenvolvimento equitativo e sustentável” trouxe a discussão sobre o currículo em países com contextos diversos (diferenças socioeconômicas, culturais) e conectado com o futuro. Hugo Labate, consultor do IBE-Unesco (da Argentina), debateu como o currículo deve ser pensado: com base no passado, vivendo o presente ou apenas para o futuro? Para ele, a formação do currículo é complexa, mas há uma necessidade urgente e presente. “Temos que saber quais saberes serão úteis. Por isso, temos que pensar o conhecimento como ferramenta para o desenvolvimento progressivo das capacidades”.

Paolo Fontani, especialista sênior em educação da Unesco, também destacou que “educar no século XXI é adaptabilidade e ousadia”. Ele relatou a tentativa de unidade educacional europeia com a criação de uma comissão que busca permitir aos jovens europeus encontrar empregos em todo o continente. Entre as iniciativas estão diplomas reconhecidos em toda a União Europeia, o estímulo ao aprendizado de duas línguas (além da materna), ao intercâmbio e a criação de uma consciência comum europeia. O especialista afirmou que a América Latina e o Brasil são diferentes da Europa, mas o continente passa por desafios similares como a migração e mobilidade e o desafio de melhorar os sistemas educacionais. Dessa forma, a experiência europeia pode ser útil aos países latinos.

Eduardo Deschamps, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), que também participou dos debates, ressaltou a dificuldade de se pensar uma base curricular comum no Brasil pela pluralidade e pela segregação, não apenas social como política. Ele reforçou que o currículo “não resolve todos os problemas, mas é o fio condutor de uma série de atividades”. Para o conselheiro, um dos desafios foi manter a discussão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – já aprovada para o ensino fundamental e em elaboração para o ensino médio – mesmo diante de várias  mudanças de governo. “É preciso ter muito fôlego para transformar a educação em política de Estado e não de governo”, destacou.

O Educação 360 também abordou temas como “Educação: antídoto contra as fake news (notícias falsas)?". No painel, Eugênio Bucci, professor da Universidade de São Paulo (USP), defendeu a inclusão na BNCC de orientação para convivência nas redes sociais. “É preciso educar para a democracia, para o respeito e para a verdade", disse. O evento contou ainda com painéis que discutiram a importância central do professor na melhoria da educação e o papel da escola pública na construção da democracia e do pensamento crítico dos jovens. 

Com informações da Agência CNI de Notícias

26

Set

Educação

Copa reúne escolas particulares de Natal em competição multi-esportiva

Basquete, futsal, vôlei e Taekwondo são as modalidades disputadas na Copa Contemporâneo deste ano. O campeonato, realizado pelo Complexo Educacional Contemporâneo entre os dias 24 e 29 de setembro, tem o objetivo de reunir atletas e preparar os alunos para os Jogos Escolares do Rio Grande do Norte (Jerns), que terá a fase final da 48ª edição de 11 a 22 de outubro. 

Além das unidades de Lagoa Nova e Cidade Verde do Contemporâneo, a competição reúne as escolas Henrique Castriciano, Nossa Senhora das Neves, Instituto Brasil, Extensivo, CEI Zona Sul, CEI Romualdo Galvão, CDF Zona Norte, Colégio Marista, Absoluto, Ceape, Adelina Fernandes e Alceu Amoroso.